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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lesão do Ligamento Cruzado Anterior]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Unidade Local de Saúde do Alto Minho Serviço de Ortopedia e Traumatologia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Anterior cruciate ligament (ACL) injury is one of the most common knee ligament injuries, then ACL reconstruction be one of the most frequently performed surgeries. The diagnosis is based on history and clinical examination of the knee. The ACL injuries occur predominantly in young and active individuals, especially during physical activity. Women are more affected than men. The ACL injury by indirect mechanism occurs through a complex interaction of multiple risk factors: environmental, anatomical, hormonal, neuromuscular and family. The natural evolution of ACL injury is not completely deciphered and it is believed that the anterior instability can progress to degenerative disease. Treatment of ACL injuries depends on the type of injury. This study focused on literature review of ACL injury in order to acquire the latest knowledge in the various dimensions of this disease, particularly in terms of epidemiology, pathogenesis, clinical presentation, diagnosis and treatment. Research was carried out in the database Pubmed / Medline with the words “Anterior Cruciate Ligament (ACL) Injury” and “ACL Injury Treatment”, especially selecting articles published in the last 15 years and in English, including original and review articles.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Lesão do Ligamento Cruzado Anterior]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Tratamento da Lesão do LCA]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Reconstrução do LCA]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO DE REVISÃO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Lesão do Ligamento Cruzado Anterior: Apresentação Clínica, Diagnóstico e Tratamento</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ana Pinheiro<sup>I</sup></b>; <b>Cristina Varino Sousa<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia e Traumatologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, Viana do Castelo, Portugal. Viana do Castelo. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A les&atilde;o do ligamento cruzado anterior (LCA) &eacute; uma das les&otilde;es ligamentares do joelho mais comuns, da&iacute; a reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA ser uma das cirurgias mais frequentemente realizadas. O seu diagn&oacute;stico baseia-se na hist&oacute;ria e no exame cl&iacute;nico do joelho.</p>     <p>As les&otilde;es do LCA ocorrem predominantemente em indiv&iacute;duos jovens e activos, sobretudo durante a atividade f&iacute;sica. As mulheres s&atilde;o mais afectadas que os homens. As les&otilde;es do LCA por mecanismo indirecto ocorrem atrav&eacute;s de uma complexa interac&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos factores de risco: ambientais, anat&oacute;micos, hormonais, neuro-musculares e familiares.</p>     <p>A evolu&ccedil;&atilde;o natural da les&atilde;o do LCA n&atilde;o est&aacute; completamente decifrada e acredita-se que a instabilidade anterior possa progredir para les&otilde;es degenerativas.</p>     <p>O tratamento da les&atilde;o do LCA depende do tipo de les&atilde;o</p>     <p>O objetivo deste trabalho centrou-se na revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica da les&atilde;o do LCA a fim de adquirir os conhecimentos mais recentes nas v&aacute;rias dimens&otilde;es desta patologia, nomeadamente a n&iacute;vel da epidemiologia, patog&eacute;nese, apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, diagn&oacute;stico e tratamento.</p>     <p>Foi realizada uma pesquisa na base de dados pubmed/medline com as palavras &ldquo;Anterior Cruciate Ligament (ACL) Injury&rdquo; e &ldquo;ACL Injury Treatment&rdquo;, selecionando sobretudo artigos publicados nos &uacute;ltimos 15 anos e em l&iacute;ngua inglesa, incluindo artigos originais e de revis&atilde;o.<br /><br /></p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Lesão do Ligamento Cruzado Anterior, Tratamento da Lesão do LCA, Reconstrução do LCA. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Anterior cruciate ligament (ACL) injury is one of the most common knee ligament injuries, then ACL reconstruction be one of the most frequently performed surgeries. The diagnosis is based on history and clinical examination of the knee. The ACL injuries occur predominantly in young and active individuals, especially during physical activity. Women are more affected than men. The ACL injury by indirect mechanism occurs through a complex interaction of multiple risk factors: environmental, anatomical, hormonal, neuromuscular and family. The natural evolution of ACL injury is not completely deciphered and it is believed that the anterior instability can progress to degenerative disease.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Treatment of ACL injuries depends on the type of injury. This study focused on literature review of ACL injury in order to acquire the latest knowledge in the various dimensions of this disease, particularly in terms of epidemiology, pathogenesis, clinical presentation, diagnosis and treatment. Research was carried out in the database Pubmed / Medline with the words &ldquo;Anterior Cruciate Ligament (ACL) Injury&rdquo; and &ldquo;ACL Injury Treatment&rdquo;, especially selecting articles published in the last 15 years and in English, including original and review articles.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Anterior Cruciate Ligament Injury, ACL Injury Treatment, ACL Reconstruction. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A les&atilde;o do ligamento cruzado anterior (LCA) &eacute; uma das les&otilde;es ligamentares do joelho mais comuns, da&iacute; a reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA ser uma das cirurgias mais frequentemente realizadas.<sup>1,2</sup></p>
    <p>N&atilde;o &eacute; de estranhar, portanto, que existam mais de 2000 estudos publicados acerca deste ligamento, sendo este o ligamento mais estudado do corpo humano.<sup>2</sup></p>
    <p>Na Alemanha surgem cerca de 30/100000 rupturas do LCA na popula&ccedil;&atilde;o geral e cerca de 70/100000 em desportistas.<sup>3</sup></p>
    <p>Nos EUA anualmente ocorrem cerca de 200000 les&otilde;es do LCA e s&atilde;o realizadas aproximadamente 100000 cirurgias de reconstru&ccedil;&atilde;o deste mesmo ligamento.<sup>4,5</sup></p>
    <p>Estes dados enfatizam a elevada frequ&ecirc;ncia deste tipo de les&otilde;es e a import&acirc;ncia da necessidade de um tratamento adequado.</p>
    <p>O objetivo deste trabalho centrou-se na revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica da les&atilde;o do LCA a fim de adquirir os conhecimentos mais recentes nas v&aacute;rias dimens&otilde;es desta patologia, nomeadamente a n&iacute;vel da epidemiologia, patog&eacute;nese, apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, diagn&oacute;stico e tratamento.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ANATOMIA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O joelho &eacute; constitu&iacute;do por tr&ecirc;s ossos (f&eacute;mur, t&iacute;bia e patela) que originam duas articula&ccedil;&otilde;es, a f&eacute;muro-tibial e a f&eacute;muro-patelar (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>). O joelho &eacute; uma articula&ccedil;&atilde;o complexa, sendo estabilizado por ligamentos, m&uacute;sculos e pela c&aacute;psula articular.<sup>6,7,8</sup></p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n4/23n4a05f1.jpg" width="389" height="316" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Os ligamentos conectam os ossos, contribuindo assim para a estabilidade do joelho.<sup>8</sup> De referir que existem 4 ligamentos a ligar o f&eacute;mur e a t&iacute;bia: dois colaterais que estabilizam o joelho latero-medialmente (ligamentos colaterais medial e lateral) e dois intra-articulares (os ligamentos cruzados anterior e posterior) que controlam o movimento do joelho anteroposteriormente.<sup>7,8</sup></p>
    <p>De uma forma geral, todos os componentes do joelho trabalham em conjunto para manter a estabilidade do mesmo.</p>
    <p>O LCA &eacute; um dos principais ligamentos que une o f&eacute;mur &agrave; t&iacute;bia, n&atilde;o permitindo que a t&iacute;bia deslize anteriormente em rela&ccedil;&atilde;o ao f&eacute;mur e proporcionando estabilidade rotacional ao joelho.<sup>6-9</sup></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta harmonia pode, contudo, ser interrompida pelo desgaste ou les&otilde;es deste ligamento, causando dor, fraqueza ou perda de fun&ccedil;&atilde;o.<sup>6,9</sup></p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">FISIOPATOLOGIA DA LESÃO DO LCA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A les&atilde;o do LCA ocorre quando o ligamento &eacute; for&ccedil;ado al&eacute;m da sua aptid&atilde;o el&aacute;stica, podendo ocorrer uma ruptura parcial ou total.</p>
    <p>As les&otilde;es ligamentares podem classificar-se em grau I, II e III. Na les&atilde;o de grau I existe uma les&atilde;o ligamentar ligeira, um estiramento, mantendo-se a estabilidade da articula&ccedil;&atilde;o. Na les&atilde;o de grau II ocorre j&aacute; uma ruptura parcial das fibras do ligamento, originando um ligamento frouxo. Por &uacute;ltimo, as les&otilde;es de grau III caracterizam-se por uma ruptura total do ligamento, causando assim instabilidade articular.<sup>10</sup></p>
    <p>Apesar da evolu&ccedil;&atilde;o natural da les&atilde;o do LCA ainda n&atilde;o estar determinada, acredita-se que a instabilidade anterior progrida para les&otilde;es degenerativas meniscais e comprometa o desempenho dos indiv&iacute;duos durante a atividade f&iacute;sica.<sup>9</sup></p>
    <p>A les&atilde;o do LCA pode ocorrer por traumatismo directo ou indirecto, ocorrendo habitualmente perante uma mudan&ccedil;a s&uacute;bita de dire&ccedil;&atilde;o, paragem repentina, queda incorrecta de um salto ou ent&atilde;o por contacto directo.<sup>6</sup> Estas les&otilde;es ocorrem maioritariamente por trauma indireto e podem ocorrer atrav&eacute;s de v&aacute;rios mecanismos: rota&ccedil;&atilde;o externa, abdu&ccedil;&atilde;o e for&ccedil;as anteriores aplicadas na t&iacute;bia, rota&ccedil;&atilde;o interna do f&eacute;mur sobre a t&iacute;bia e hiperextens&atilde;o do joelho.<sup>11</sup></p>
    <p>O mecanismo de les&atilde;o por trauma direto ocorre habitualmente num traumatismo em que o f&eacute;mur &eacute; puxado posteriormente quando o joelho se encontra a 90 graus de flex&atilde;o e a t&iacute;bia est&aacute; fixa. Por sua vez, a les&atilde;o por trauma indireto acontece perante paragem brusca e saltos sem qualquer contato f&iacute;sico, provocando les&otilde;es isoladas do LCA seguidas de hemartrose.<sup>10</sup> A hiperflex&atilde;o for&ccedil;ada do joelho, flex&atilde;o for&ccedil;ada, extens&atilde;o completa do joelho e hiperextens&atilde;o for&ccedil;ada do joelho s&atilde;o os mecanismos mais comuns nas les&otilde;es isoladas do LCA.<sup>10</sup></p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">APRESENTAÇÃO CLÍNICA E DIAGNÓSTICO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O diagn&oacute;stico baseia-se na hist&oacute;ria e no exame cl&iacute;nico do joelho.</p>
    <p>Habitualmente, os pacientes portadores de les&atilde;o do LCA costumam apresentar dor, edema, sensa&ccedil;&atilde;o de instabilidade no joelho, sensibilidade ao longo da interlinha articular, desconforto ao caminhar e perda da amplitude de movimentos.<sup>8</sup></p>
    <p>A suspeita de les&atilde;o no LCA deve levar o cl&iacute;nico a realizar um exame f&iacute;sico completo do joelho, testando todas as estruturas do joelho lesionado e comparando com o joelho saud&aacute;vel, podendo assim diagnosticar a maioria das les&otilde;es ligamentares.<sup>12</sup></p>
    <p>A laxidez ligamentar pode ser avaliada atrav&eacute;s de v&aacute;rios testes espec&iacute;ficos tais como: teste de Lachman, Pivot Shift, Mac-Intosh e Gaveta Anterior. A positividade nos testes de Mac-Intosh, Gaveta Anterior e Lachman apontam para uma les&atilde;o do LCA.<sup>13</sup></p>
    <p>Nos testes de Mac-Intosh ou Pivot Shift o paciente fica em dec&uacute;bito dorsal, com o joelho em extens&atilde;o e a t&iacute;bia subluxada anteriormente<sup>13</sup>. A flex&atilde;o do joelho come&ccedil;a calmamente quando, perto dos 30 a 50 graus, logo se percebe a redu&ccedil;&atilde;o da subluxa&ccedil;&atilde;o anterior. O teste da gaveta anterior &eacute; realizado com o paciente em dec&uacute;bito dorsal e o joelho fletido a 80 ou 90 graus. O teste de Lachman, por sua vez, permite o melhor diagn&oacute;stico de uma les&atilde;o do LCA. Este evidencia-se do teste de gaveta anterior somente na angula&ccedil;&atilde;o da flex&atilde;o do joelho, tal como se pode observar nas <a name="topf2"></a><a href="#f2">Figuras 2</a> e <a name="topf3"></a><a href="#f3">3</a>. &Eacute; de real&ccedil;ar, contudo, que por vezes, estes testes n&atilde;o fornecem resultados exactos.<sup>13</sup></p>    <p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n4/23n4a05f2.jpg" width="386" height="226" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f3"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v23n4/23n4a05f3.jpg" width="389" height="314" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>O Raio-X, a Tomografia axial computorizada (TAC) e a Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica (RM) constituem os exames complementares de diagn&oacute;stico importantes no estudo do joelho. O Raio-X apesar de n&atilde;o demonstrar as les&otilde;es ligamentares pode evidenciar fraturas &oacute;sseas associadas, pois ao detectar a fratura de Segond, aponta para a avuls&atilde;o &oacute;ssea ocasionada pela rutura do ligamento colateral lateral e fornece-nos pistas para outras les&otilde;es associadas.<sup>13</sup></p>
    <p>A TAC &eacute; utilizada na impossibilidade de realizar a RM, pois a RM permite uma melhor visualiza&ccedil;&atilde;o dos ligamentos, cartilagem e dos outros componentes do joelho. A RM &eacute; pois muito &uacute;til no pr&eacute;-operat&oacute;rio, pois indica o tipo e a gravidade da les&atilde;o (<a name="topf4"></a><a href="#f4">Figura 4</a>).<sup>13,14</sup></p>    <p>&nbsp;</p><a name="f4"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n4/23n4a05f4.jpg" width="396" height="444" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">PATOGÉNESE</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As les&otilde;es do LCA ocorrem predominantemente em indiv&iacute;duos jovens (16-45 anos) e activos, sobretudo durante a atividade f&iacute;sica.<sup>15,16</sup> As mulheres s&atilde;o mais afectadas do que os homens, n&atilde;o existindo ainda consenso para este facto, mas s&atilde;o apontadas raz&otilde;es anat&oacute;micas, hormonais e t&eacute;cnicas de treino. No futebol e basquetebol as les&otilde;es ocorrem cerca de 3 vezes mais em mulheres do que em homens.<sup>15-18</sup></p>
    <p>Segundo a &ldquo;Hunt Valley II Consensus Conference on the prevention of non-contact LCA injuries&rdquo; realizada em Janeiro de 2005, as les&otilde;es do LCA por mecanismo indirecto ocorrem atrav&eacute;s de uma complexa interac&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos factores de risco: ambientais, anat&oacute;micos, hormonais, neuro-musculares e familiares.<sup>19</sup> No que toca aos factores ambientais a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; obscura, podendo ocorrer maior n&uacute;mero de les&otilde;es do LCA em condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas solares; sabe-se que o uso de joelheiras diminui a percentagem de les&otilde;es e que o tipo de superf&iacute;cie e o cal&ccedil;ado tamb&eacute;m influenciam o risco deste tipo de les&otilde;es.<sup>19</sup></p>
    <p>Os factores de risco anat&oacute;micos encontrados est&atilde;o associados a um aumento do risco de les&atilde;o, e s&atilde;o mais dif&iacute;ceis de modificar do que os ambientais, hormonais ou neuromusculares. A literatura aponta que a magnitude do &acirc;ngulo Q, o grau de valgiza&ccedil;&atilde;o do joelho est&aacute;tico e din&acirc;mico, o &iacute;ndice de massa corporal (IMC), a largura do entalhe femoral e a geometria do LCA s&atilde;o factores de risco para esta les&atilde;o.<sup>16,19</sup></p>
    <p>Apesar de n&atilde;o existir unanimidade, alguns trabalhos constataram que as hormonas medeiam os aumentos c&iacute;clicos na frouxid&atilde;o do joelho ao longo do ciclo menstrual e que ocorrem mais les&otilde;es no in&iacute;cio e no fim das fases foliculares.<sup>16,19</sup></p>
    <p>No que toca aos fatores de risco neuromusculares sabe-se que as mulheres possuem um desequil&iacute;brio entre a for&ccedil;a muscular, flexibilidade e coordena&ccedil;&atilde;o das extremidades inferiores, e que estes desequil&iacute;brios est&atilde;o associados a um maior risco de les&atilde;o.</p>
    <p>Apesar de existirem ainda poucos estudos a abordar este assunto, acredita-se que possa existir uma predisposi&ccedil;&atilde;o familiar para les&otilde;es por mecanismos indiretos do LCA.<sup>19</sup></p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">TRATAMENTO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O tratamento da les&atilde;o do LCA depende do tipo de les&atilde;o, pois podemos deparar-nos com um ligamento estirado, uma ruptura ligamentar parcial ou uma ruptura completa do ligamento.<sup>20</sup></p>
    <p>De uma forma geral, o tratamento conservador &eacute; utilizado nas rupturas parciais, sendo que nas rupturas totais opta-se pelo m&eacute;todo cir&uacute;rgico ou conservador.<sup>20</sup></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Assim, o doente e o m&eacute;dico podem optar por um tratamento cir&uacute;rgico ou n&atilde;o-cir&uacute;rgico/conservador, dependendo de v&aacute;rios factores como: idade, extens&atilde;o das les&otilde;es associadas, a disponibilidade para realizar um programa de reabilita&ccedil;&atilde;o e o estilo de vida do paciente.<sup>3, 9</sup> Num estudo com 4355 joelhos com les&atilde;o do LCA a maioria dos pacientes (94%) foram submetidos &agrave; reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA, sendo os restantes tratados conservadoramente. Este estudo evidenciou que ambos os tratamentos s&atilde;o eficazes se tiverem em conta as caracter&iacute;sticas particulares de cada paciente.<sup>21</sup><br /><br /></p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Tratamento Não Cirúrgico</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O tratamento conservador visa a analgesia e a estabiliza&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica do joelho, atrav&eacute;s do refor&ccedil;o muscular e do treino proprioceptivo.<sup>10,13,20</sup></p>
    <p>Este tipo de tratamento consiste no uso de ort&oacute;teses para proteger o joelho de instabilidades, fisioterapia (atrav&eacute;s de exerc&iacute;cios espec&iacute;ficos para fortalecer o joelho e os m&uacute;sculos) e mudan&ccedil;as no estilo de vida ou atividades, recomendando-se exerc&iacute;cios f&iacute;sicos que coloquem menos carga sobre o joelho.</p>
    <p>O tratamento conservador est&aacute; indicado nas seguintes situa&ccedil;&otilde;es: ruptura parcial e sem sintomas de instabilidade; ruptura completa e sem sintomas de instabilidade durante a actividade desportiva de baixo risco em pacientes dispostos a abdicar de actividades f&iacute;sicas exigentes; indiv&iacute;duo que t&ecirc;m estilos de vida sedent&aacute;rio ou que executam trabalho manual leve, e nas crian&ccedil;as por apresentarem as placas de crescimento abertas.<sup>6,20</sup></p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Tratamento Cirúrgico</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O objetivo do tratamento cir&uacute;rgico &eacute; evitar a instabilidade do joelho e promover a restaura&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o do ligamento.</p>
    <p>Na d&eacute;cada de 70 desenvolveram-se t&eacute;cnicas de reconstru&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-anat&oacute;micas extra-articulares do LCA, surgindo mais tarde a reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA atrav&eacute;s do uso dos tend&otilde;es da pata de ganso. Posteriormente emergiu um novo avan&ccedil;o no que toca aos m&eacute;todos de fixa&ccedil;&atilde;o, destacando-se o uso de parafusos de interfer&ecirc;ncia met&aacute;licos. Desde ent&atilde;o novos m&eacute;todos de fixa&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido desenvolvidos.<sup>22</sup> O tratamento cir&uacute;rgico &eacute; geralmente realizado em pacientes jovens e desportistas , mesmo naqueles com les&otilde;es combinadas, como por exemplo no caso da &ldquo;tr&iacute;ade infeliz&rdquo; (les&atilde;o do LCA, ligamento colateral lateral e menisco medial) frequentemente presente em esquiadores e jogadores de futebol.<sup>21,23</sup> O per&iacute;odo mais apropriado para a realiza&ccedil;&atilde;o do tratamento cir&uacute;rgico &eacute; ainda controverso, mas no caso de les&atilde;o aguda a cirurgia &eacute; realizada ap&oacute;s um per&iacute;odo de 4 a 6 semanas.<sup>22</sup></p>
    <p>A reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA em crian&ccedil;as e adolescentes pode lesionar a placa de crescimento, gerando problemas no crescimento &oacute;sseo. Nestes casos o cirurgi&atilde;o pode atrasar acirurgia at&eacute; que a crian&ccedil;a atinja a maturidade esquel&eacute;tica ou ent&atilde;o deve modificar a t&eacute;cnica cir&uacute;rgica.<sup>20</sup></p>
    <p>O tratamento cir&uacute;rgico mais utilizado consiste na reconstru&ccedil;&atilde;o intra-articular por via artrosc&oacute;pica atrav&eacute;s de enxertos aut&oacute;logos, com um substituto de tend&atilde;o que&nbsp; &eacute;id&ecirc;ntico ao tecido ligamentar. Os enxertos mais vulgares prov&ecirc;m do tend&atilde;o patelar e dos isquiotibiais (semitendinoso e gracil). Por vezes, s&atilde;o utilizados aloenxertos provenientes de cad&aacute;veres.<sup>24,25</sup></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A t&eacute;cnica cir&uacute;rgica osso-tend&atilde;o-osso que utiliza o tend&atilde;o patelar &eacute; a mais popular. Nesta t&eacute;cnica o enxerto &eacute; retirado do tend&atilde;o patelar e &eacute; utilizado um processo de fixa&ccedil;&atilde;o no osso atrav&eacute;s da produ&ccedil;&atilde;o de um canal onde o ligamento se insere para ser efetivamente fixado por um parafuso. A dor patelar e o risco aumentado de rigidez p&oacute;s-operat&oacute;ria constituem algumas das complica&ccedil;&otilde;es associadas a esta t&eacute;cnica cir&uacute;rgica.<sup>23,25,26</sup></p>
    <p>A t&eacute;cnica mais recente de fixa&ccedil;&atilde;o com duplo feixe &eacute; realizada atrav&eacute;s do uso de 2 enxertos, o tend&atilde;o grac&iacute;lis e semitendinoso.</p>
    <p>A escolha relativa ao m&eacute;todo cir&uacute;rgico a utilizar deve ser discutida pelo m&eacute;dico e pelo paciente, pois sendo o enxerto do tend&atilde;o patelar e dos isquiotibiais os mais utilizados, e dado ambos apresentarem bons resultados, alguns estudos associam uma menor taxa de complica&ccedil;&otilde;es ao enxerto dos tend&otilde;es isquiotibiais.</p>
    <p>Estudos comparativos dos resultados obtidos com o enxerto com tend&atilde;o patelar e dos isquiotibiais demonstraram que o enxerto dos tend&otilde;es da pata de ganso apresenta melhores resultados: menor incis&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida, menor dor rotuliana p&oacute;s-operat&oacute;ria, menor osteoartrose radiol&oacute;gica e menor risco de rigidez p&oacute;s-operat&oacute;ria.<sup>24</sup></p>
    <p>Num estudo com 100 rupturas completas do LCA e que foram aleatoriamente submetidas a enxertos do tend&atilde;o patelar ou dos isquiotibiais, registaram-se diferen&ccedil;as significativas na flex&atilde;o do joelho e na for&ccedil;a de extens&atilde;o no 3&ordm; m&ecirc;s do p&oacute;s-operat&oacute;rio.<sup>25</sup></p>
    <p>Um outro estudo com 120 pacientes encontrou nos enxertos do tend&atilde;o patelar uma maior preval&ecirc;ncia de desconforto p&oacute;s-operat&oacute;rio na regi&atilde;o do joelho, maior &aacute;rea de diminui&ccedil;&atilde;o da sensibilidade da pele, menor taxa de osteoartrose e maior preval&ecirc;ncia de alargamento no t&uacute;nel femoral.<sup>23, 26</sup></p>
    <p>Um trabalho semelhante com 41 pacientes demonstrou que a reconstru&ccedil;&atilde;o do LCA independentemente do m&eacute;todo cir&uacute;rgico e da escolha do enxerto apresenta bons resultados cl&iacute;nicos, com retorno a um n&iacute;vel razo&aacute;vel da atividade desportiva e satisfa&ccedil;&atilde;o do paciente.<sup>27</sup></p>
    <p>Em outros trabalhos id&ecirc;nticos aos acima referenciados, constatou-se n&atilde;o haver resultados suficientes para tirar conclus&otilde;es acerca das diferen&ccedil;as entre os dois enxertos no que toca ao resultado funcional a longo prazo e que o enxerto do tend&atilde;o semitendinoso &eacute; pelo menos uma op&ccedil;&atilde;o equivalente ao enxerto do tend&atilde;o patelar para reconstru&ccedil;&atilde;o do ligamento cruzado anterior, recomendando-se a sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<sup>22, 28, 29</sup></p>
    <p>Como todas as cirurgias, a ligamentoplastia apresenta riscos associados, tais como: infec&ccedil;&atilde;o (&eacute; um risco inerente a qualquer cirurgia), rigidez (o tecido da cicatriz restringe a capacidade de dobrar e esticar o joelho), instabilidade do joelho e recidiva da les&atilde;o (a instabilidade pode dever-se &agrave; ruptura ou alongamento do LCA reconstruido) e hemorragias (a hemartrose &eacute; um dos problemas mais comuns mas menos graves).<sup>23,24,25,26,29</sup></p>
    <p>A cirurgia aberta de reconstru&ccedil;&atilde;o ligamentar s&oacute; &eacute; realizada se surgirem complica&ccedil;&otilde;es no decurso da cirurgia artrosc&oacute;pica.<sup>24</sup><br /><br /></p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A les&atilde;o do LCA constitui uma das les&otilde;es ligamentares do joelho mais comuns e &eacute; por isso tamb&eacute;m muito estudada.</p>
    <p>O tratamento da les&atilde;o do LCA depende do tipo de les&atilde;o. De uma forma geral, o tratamento conservador &eacute; utilizado nas rupturas parciais, sendo que nas rupturas completas opta-se pelo m&eacute;todo cir&uacute;rgico ou conservador, dependendo das caracter&iacute;sticas do paciente. Ambos os tratamentos s&atilde;o eficazes e apresentam bons resultados dependendo do tipo de les&atilde;o. A n&iacute;vel do tratamento cir&uacute;rgico utilizam-se diferentes t&eacute;cnicas sendo o enxerto do tend&atilde;o patelar e dos isquiotibiais as mais utilizadas. Ambas apresentam bons resultados, no entanto alguns estudos associam menos complica&ccedil;&otilde;es ao enxerto dos tend&otilde;es isquiotibiais.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Ritchie JR, Parker RD. Graft selection in anterior cruciate ligament revision surgery. Clin Orthop. 1996; 325: 65-77</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309888&pid=S1646-2122201500040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Frobell RB, Roos EM, Roos HP, Ranstam J. A randomized trial of treatment for acute anterior cruciate ligament tears. N English J Med. 2010; 363 (4): 331-342</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309889&pid=S1646-2122201500040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Voigt C, Schonaich M, Lill H. Anterior Cruciate Ligament Reconstruction: State of art. 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Prodromos CC, Han Y, Rogowski J, Joyce B, Shi K. A meta-analysis of the incidence of anterior cruciate ligament tears as a function of gender, sport, and a knee injury-reduction regimen. Arthroscopy. 2007; 23: 1320-1325</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309910&pid=S1646-2122201500040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">18. Brophy R, Silvers HJ, Gonzales T, Mandelbaum BR. Gender influences: the role of leg dominance in ACL injury among soccer players. 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Patellar tendon or semitendinosus tendon autografts for anterior cruciate ligament reconstruction? A prospective randomized study with a two-year follow-up. Am J Sports Med. 2003; 31 (1): 19-25</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309915&pid=S1646-2122201500040000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">23. Aglietti P, Giron  F, Buzzi R, Biddau F, Sasso F. Anterior cruciate ligament reconstruction: bone-patellar tendon-bone compared with double semitendinosus and gracilis tendon grafts. A prospective, randomized clinical trial. 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McRae S, Leiter J, McCormack R, Old J, Macdonald P. Ipsilateral versus contralateral hamstring grafts in anterior cruciate ligament reconstruction: a prospective randomized trial. J Sports Med. 2013; 41 (11): 2492-2499</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309918&pid=S1646-2122201500040000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">26. Leys T, Salmon L, Waller A, Linklater J, Pinczewski  L. Clinical results and risk factors for reinjury 15 years after anterior cruciate ligament reconstruction: a prospective study of hamstring and patellar tendon grafts. 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Mohtadi NG, Chan DS, Dainty KN, Whelan DB. Patellar tendon versus hamstring tendon autograft for anterior cruciate ligament rupture in adults. Cochrane Database Syst Rev. 2011; 7 (9): 5960-5974</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309921&pid=S1646-2122201500040000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">29. Wipfler B, Donner S, Zechmann CM, Springer J, Siebold R, Paessler HH. Anterior cruciate ligament reconstruction using patellar tendon versus hamstring tendon: a prospective comparative study with 9-year follow-up. Arthroscopy. 2011; 27 (5): 653-665</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1309922&pid=S1646-2122201500040000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Ana Alexandra da Costa Pinheiro,    <br>Serviço de Ortopedia e Traumatologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho    <br>Estrada de Santa Luzia    <br>4901-858 Viana do Castelo    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>Telefone: 258802100    <br><a href="mailto:ana.alexandra.pinheiro@gmail.com">ana.alexandra.pinheiro@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2015-03-15</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2015-09-15</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2016-03-25</font></p>     ]]></body><back>
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