<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-2122</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Port. Ortop. Traum.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-2122</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-21222017000200006</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Artroplastia total no tratamento de fraturas complexas da articulação interfalângica proximal da mão: A propósito de um caso clínico]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carla]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alves]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sandra]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cláudia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Esteves]]></surname>
<given-names><![CDATA[Nuno]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) Hospital Pêro da Covilhã Serviço de Ortopedia e Traumatologia]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade da Beira Interior Faculdade de Ciências da Saúde ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<volume>25</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>121</fpage>
<lpage>128</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-21222017000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-21222017000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-21222017000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Introdução: Apesar de comuns, as fraturas das articulações interfalângicas proximais (IFP) são frequentemente subdiagnosticadas. Além do atraso na apresentação e do diagnóstico complexo, o tratamento constitui um verdadeiro desafio, particularmente no que se refere a graus de cominuição e instabilidade mais acentuados. Nestes casos, o risco de complicações a longo prazo pode exigir o recurso a técnicas de reconstrução avançadas. A maioria dos relatos de reconstrução da IFP presentes na literatura, porém, limita-se ao tratamento de lesões artríticas crónicas. Caso clínico: Neste artigo é relatado o caso de um jovem de 25 anos que sofreu queda com fratura complexa da IFP do 4º dedo da mão direita (dominante), documentada clínica e radiologicamente. Descrevem-se as etapas do tratamento - inicialmente com recurso a técnicas de tração, e, por fim, a artroplastia total com implante metaloplástico modular -, bem como a evolução pós-operatória durante um período de 6 meses de follow-up. Objetivo / Discussão: Este estudo pretende estabelecer uma visão comparativa entre a artroplastia e a artrodese, distinguindo as indicações, vantagens e desvantagens de ambas as técnicas. Conclusão: A artroplastia da IFP tem vindo, progressivamente, a destacar-se como uma boa alternativa à artrodese, principalmente devido ao seu papel na preservação da mobilidade articular. A necessidade de definir protocolos de tratamento e de otimizar os resultados associados a esta técnica justificam o desenho de estudos prospetivos, com uma amostra e um período de follow-up mais alargados.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: Although common, fractures of the proximal interphalangeal joints (PIPJ) are often underdiagnosed. In addition to the delay in presentation and the complex diagnosis, treatment turns out to be truly challenging, particularly when dealing with higher degrees of comminution and instability. In these cases, the risk of long term complications may demand the use of advanced reconstructive techniques. Most reports concerning PIPJ reconstruction, however, are restricted to the treatment of chronic arthritic lesions. Case Report: This article describes the clinical case of a 25 year-old male who, following a fall, presented with complex 4th finger’s PIPJ fracture of the right (dominant) hand, documented clinically and radiologically. Treatment steps are described - initially using traction techniques, and, at last, total arthroplasty using a modular metal-plastic implant - as well as postoperative evolution during a 6 month follow-up. Aim / Discussion: This study has the purpose of establishing a comparative view between arthroplasty and arthrodesis, accounting for the indications, advantages and disadvantages of both techniques. Conclusion: Arthroplasty of the PIPJ has been standing out as a good alternative to arthrodesis, mainly due to its role in the preservation of joint mobility. The need of developing treatment protocols and optimizing the results of the described technique justifies the design of prospective studies, with broader sample sizes and follow-up periods.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Fraturas intra-articulares]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[articulação interfalângica proximal]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[mão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[artroplastia]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Intra-articular fractures]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[proximal interphalangeal joint]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[hand]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[arthroplasty]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Artroplastia total no tratamento de fraturas complexas da articulação interfalângica proximal da mão: A propósito de um caso clínico</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Carla Marques<sup>I</sup></b>; <b>Sandra Alves<sup>II</sup></b>; <b>Cláudia Santos<sup>II</sup></b>; <b>Nuno Esteves<sup>II</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) - Hospital Pêro da Covilhã.<br />II. Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior (FCS-UBI).<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Introdu&ccedil;&atilde;o: Apesar de comuns, as fraturas das articula&ccedil;&otilde;es interfal&acirc;ngicas proximais (IFP) s&atilde;o frequentemente subdiagnosticadas. Al&eacute;m do atraso na apresenta&ccedil;&atilde;o e do diagn&oacute;stico complexo, o tratamento constitui um verdadeiro desafio, particularmente no que se refere a graus de cominui&ccedil;&atilde;o e instabilidade mais acentuados. Nestes casos, o risco de complica&ccedil;&otilde;es a longo prazo pode exigir o recurso a t&eacute;cnicas de reconstru&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;adas. A maioria dos relatos de reconstru&ccedil;&atilde;o da IFP presentes na literatura, por&eacute;m, limita-se ao tratamento de les&otilde;es artr&iacute;ticas cr&oacute;nicas.</p>     <p>Caso cl&iacute;nico: Neste artigo &eacute; relatado o caso de um jovem de 25 anos que sofreu queda com fratura complexa da IFP do 4&ordm; dedo da m&atilde;o direita (dominante), documentada cl&iacute;nica e radiologicamente. Descrevem-se as etapas do tratamento - inicialmente com recurso a t&eacute;cnicas de tra&ccedil;&atilde;o, e, por fim, a artroplastia total com implante metalopl&aacute;stico modular -, bem como a evolu&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria durante um per&iacute;odo de 6 meses de <em>follow-up</em>.</p>     <p>Objetivo / Discuss&atilde;o: Este estudo pretende estabelecer uma vis&atilde;o comparativa entre a artroplastia e a artrodese, distinguindo as indica&ccedil;&otilde;es, vantagens e desvantagens de ambas as t&eacute;cnicas.</p>     <p>Conclus&atilde;o: A artroplastia da IFP tem vindo, progressivamente, a destacar-se como uma boa alternativa &agrave; artrodese, principalmente devido ao seu papel na preserva&ccedil;&atilde;o da mobilidade articular. A necessidade de definir protocolos de tratamento e de otimizar os resultados associados a esta t&eacute;cnica justificam o desenho de estudos prospetivos, com uma amostra e um per&iacute;odo de <em>follow-up</em> mais alargados.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Fraturas intra-articulares, articulação interfalângica proximal, mão, artroplastia. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Introduction: Although common, fractures of the proximal interphalangeal joints (PIPJ) are often underdiagnosed. In addition to the delay in presentation and the complex diagnosis, treatment turns out to be truly challenging, particularly when dealing with higher degrees of comminution and instability. In these cases, the risk of long term complications may demand the use of advanced reconstructive techniques. Most reports concerning PIPJ reconstruction, however, are restricted to the treatment of chronic arthritic lesions.</p>     <p>Case Report: This article describes the clinical case of a 25 year-old male who, following a fall, presented with complex 4<sup>th</sup> finger&rsquo;s PIPJ fracture of the right (dominant) hand, documented clinically and radiologically. Treatment steps are described - initially using traction techniques, and, at last, total arthroplasty using a modular metal-plastic implant - as well as postoperative evolution during a 6 month follow-up.</p>     <p>Aim / Discussion: This study has the purpose of establishing a comparative view between arthroplasty and arthrodesis, accounting for the indications, advantages and disadvantages of both techniques.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Conclusion: Arthroplasty of the PIPJ has been standing out as a good alternative to arthrodesis, mainly due to its role in the preservation of joint mobility. The need of developing treatment protocols and optimizing the results of the described technique justifies the design of prospective studies, with broader sample sizes and follow-up periods.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Intra-articular fractures, proximal interphalangeal joint, hand, arthroplasty. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A biomec&acirc;nica e anatomia pr&oacute;prias das articula&ccedil;&otilde;es interfal&acirc;ngicas proximais (IFP) fazem destas as articula&ccedil;&otilde;es da m&atilde;o mais vulner&aacute;veis a les&otilde;es que podem ir desde simples distens&atilde;o ligamentar at&eacute; &agrave;fratura, com ou sem desvio<sup>1</sup>. A multiplicidade de sistemas de classifica&ccedil;&atilde;o descritos para categorizar os diferentes padr&otilde;es de fratura reflete a variedade de fatores, intr&iacute;nsecos e extr&iacute;nsecos, envolvidos no mecanismo de les&atilde;o desta articula&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>. Seno et al apontam vari&aacute;veis como a intensidade e dire&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as lesivas, a posi&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o no momento do trauma e a tens&atilde;o exercida por ligamentos intr&iacute;nsecos e m&uacute;sculos extr&iacute;nsecos como preponderantes no mecanismo lesivo<sup>3</sup>.</p>
    <p>Apesar de relativamente comuns, as fraturas das articula&ccedil;&otilde;es IFP s&atilde;o muitas vezes subdiagnosticadas<sup>1</sup>. Uma avalia&ccedil;&atilde;o inicial rigorosa &eacute; determinante para o sucesso do plano terap&ecirc;utico delineado<sup>2</sup>. Esta dever&aacute; incluir a hist&oacute;ria cl&iacute;nica completa do doente, com foco em detalhes de particular relev&acirc;ncia - idade, atividade laboral, m&atilde;o dominante, caracter&iacute;sticas do dedo lesionado, <em>hobbies</em>, deformidade pr&eacute;via, descri&ccedil;&atilde;o do mecanismo lesivo atual -, e o exame f&iacute;sico atento &agrave; presen&ccedil;a de edema, &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o ativa e passiva, &agrave; estabilidade articular e ao <em>status</em> neurovascular. A avalia&ccedil;&atilde;o radiogr&aacute;fica requer incid&ecirc;ncias anteroposterior, de perfil e obl&iacute;qua do dedo completo; esta dever&aacute; ser repetida para o dedo da m&atilde;o contralateral ou ap&oacute;s qualquer tentativa de redu&ccedil;&atilde;o fechada. A tomografia axial computorizada, quando dispon&iacute;vel, facilita a dete&ccedil;&atilde;o de fragmentos articulares mais pequenos e de dif&iacute;cil visualiza&ccedil;&atilde;o por radiografia simples<sup>4</sup>.</p>
    <p>Al&eacute;m do atraso na apresenta&ccedil;&atilde;o e do diagn&oacute;stico complexo, a abordagem das fraturas intra-articulares da IFP assume-se como um verdadeiro desafio terap&ecirc;utico, particularmente no que se refere a graus de cominui&ccedil;&atilde;o e instabilidade mais acentuados. Estrat&eacute;gias terap&ecirc;uticas sub&oacute;timas determinam sequelas funcionais amplamente descritas: altera&ccedil;&otilde;es degenerativas, dor cr&oacute;nica, rigidez e instabilidade articulares. Dada a sua natureza e implica&ccedil;&otilde;es a longo prazo, o tratamento deste tipo de fraturas exige uma abordagem multidisciplinar, traduzindo-se, nestes casos, num gasto de recursos hospitalares avultado<sup>5,6</sup>.</p>
    <p>Embora as fraturas est&aacute;veis geralmente resolvam, sem sequelas, apenas com recurso a m&eacute;todos conservadores, a programas de reabilita&ccedil;&atilde;o individualizados e boa <em>compliance</em> por parte do doente, o mesmo n&atilde;o se aplica a fraturas inst&aacute;veis, irredut&iacute;veis ou abertas com les&atilde;o de tecidos moles. Nestes casos, a complexidade da fratura, a taxa de insucesso expect&aacute;vel e as complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o de tal ordem que determinam a necessidade de interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica<sup>7,8</sup>. As op&ccedil;&otilde;es recaem, primariamente, em t&eacute;cnicas de tra&ccedil;&atilde;o (redu&ccedil;&atilde;o fechada e fixa&ccedil;&atilde;o percut&acirc;nea/transarticular com fios met&aacute;licos de Kirschner; fixa&ccedil;&atilde;o externa din&acirc;mica; redu&ccedil;&atilde;o aberta e osteoss&iacute;ntese com parafusos ou placa e parafusos) ou, esgotadas todas as alternativas de tratamento vi&aacute;veis, em procedimentos de reconstru&ccedil;&atilde;o mais invasivos (artrodese convencional; artroplastia)<sup>4</sup>.&nbsp; A vasta maioria dos casos de reconstru&ccedil;&atilde;o da IFP descritos na literatura limita-se a condi&ccedil;&otilde;es severas de osteoartrose, artrose p&oacute;s-traum&aacute;tica e artrites inflamat&oacute;rias, havendo poucos relatos da sua aplica&ccedil;&atilde;o em casos de fraturas complexas articulares<sup>9,10</sup>.</p>
    <p>Neste artigo &eacute; descrito o caso incomum de um doente jovem que sofreu fratura da IFP do 4&ordm; dedo da m&atilde;o direita tratada com recurso a artroplastia total, usando uma via de abordagem dorsal.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Homem de 25 anos de idade, estudante universit&aacute;rio, destro, admitido no Servi&ccedil;o de Urg&ecirc;ncia (SU) ap&oacute;s ter sofrido queda com traumatismo do 4&ordm; dedo da m&atilde;o direita. Ao exame objetivo, o dedo apresentava-se visivelmente deformado e edemaciado, com limita&ccedil;&atilde;o do arco de movimento articular e sem quaisquer sinais sugestivos de compromisso neurol&oacute;gico ou vascular.</p>
    <p>A avalia&ccedil;&atilde;o radiogr&aacute;fica inicial evidenciou luxa&ccedil;&atilde;o dorsal da IFP com fratura marginal da base da falange m&eacute;dia (F2) e acometimento articular (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1 A-B</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v25n2/25n2a06f1.jpg" width="395" height="382" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>No SU, perante tais achados, foi feita tentativa de redu&ccedil;&atilde;o fechada, sem sucesso, resolvendo transferir-se o doente para o hospital da &aacute;rea de resid&ecirc;ncia, de imediato, a fim de realizar tratamento cir&uacute;rgico. Neste hospital, o doente foi intervencionado, sob anestesia geral, tendo sido efetuada tentativa de redu&ccedil;&atilde;o fechada e fixa&ccedil;&atilde;o percut&acirc;nea com fios de Kirschner, sem &ecirc;xito. Ap&oacute;s fal&ecirc;ncia do procedimento prim&aacute;rio, foi feita abordagem volar da articula&ccedil;&atilde;o IFP para redu&ccedil;&atilde;o aberta e fixa&ccedil;&atilde;o com parafuso de mini-fragmentos. Contudo, veio a constatar-se, intraoperatoriamente, a impossibilidade de osteoss&iacute;ntese, devido ao elevado grau de cominui&ccedil;&atilde;o da fratura. Alternativamente, optou-se por proceder ao desbridamento dos fragmentos &oacute;sseos, encerramento provis&oacute;rio e imobiliza&ccedil;&atilde;o gessada da IFP inst&aacute;vel.</p>
    <p>Ap&oacute;s discuss&atilde;o do caso cl&iacute;nico com o Servi&ccedil;o e com o doente foi decidido programar novo tratamento cir&uacute;rgico, recorrendo a artroplastia da IFP com pr&oacute;tese metalopl&aacute;stica modular SR &reg; da MBA &reg; , 4 dias depois; estes implantes s&atilde;o constitu&iacute;dos por Cobalto e Cr&oacute;mio (CoCr) no componente da falange proximal, e por Tit&acirc;nio (Ti) e Polietileno de peso molecular ultra-alto (UHMWPe) no componente da falange distal. A t&eacute;cnica cir&uacute;rgica foi realizada submetendo o doente a anestesia geral e &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o de garrote braquial. Foi feita exposi&ccedil;&atilde;o dorsal da articula&ccedil;&atilde;o, constatando-se existir rotura do tend&atilde;o extensor. Seguiu-se osteotomia das bases das falanges proximal e interm&eacute;dia, rimagem dos respetivos canais medulares e inser&ccedil;&atilde;o dos componentes de prova (tamanho 2). Ap&oacute;s verifica&ccedil;&atilde;o da estabilidade dos mesmos, colocaram-se os componentes definitivos n&atilde;o cimentados (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a> e <a name="topf3"></a><a href="#f3">3</a>). A cirurgia foi finalizada mediante tenorrafia do tend&atilde;o extensor com fio de sutura de polidioxanona (PDS &reg; ) 4-0 e encerramento da pele com prolene.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v25n2/25n2a06f2.jpg" width="394" height="380" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f3"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v25n2/25n2a06f3.jpg" width="394" height="376" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>O plano p&oacute;s-operat&oacute;rio delineado incluiu 3 semanas de imobiliza&ccedil;&atilde;o com tala de Zimmer, analgesia em regime SOS e revis&atilde;o peri&oacute;dica, em consulta externa, com cuidados de penso e controlo radiol&oacute;gico (<a name="topf4"></a><a href="#f4">Figura 4 A-B</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f4"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v25n2/25n2a06f4.jpg" width="394" height="277" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>Como se constatou durante a interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica, o doente tamb&eacute;m apresentava rotura do aparelho extensor. Por esse motivo, a mobiliza&ccedil;&atilde;o ativa sem restri&ccedil;&otilde;es s&oacute; foi retomada &agrave; 5&ordf; semana de p&oacute;s-operat&oacute;rio, ap&oacute;s nova reavalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. Nessa consulta, a IFP apresentava arco de mobilidade com extens&atilde;o completa e flex&atilde;o a 20&ordm;, identificando-se, ainda, sinais de rigidez da articula&ccedil;&atilde;o interfal&acirc;ngica distal (IFD) e aproximadamente 5&ordm; de desvio angular cubital do dedo, o que motivou in&iacute;cio do programa de reabilita&ccedil;&atilde;o.</p>
    <p>Aos 6 meses de <em>follow-up</em>, o doente foi alvo de novo controlo cl&iacute;nico e imagiol&oacute;gico (<a name="topf5"></a><a href="#f5">Figura 5 A-B</a>). Encontrava-se assintom&aacute;tico e satisfeito com os resultados, negando qualquer grau de disfun&ccedil;&atilde;o nas atividades de vida di&aacute;rias. Apresentava, contudo, cerca de 10&ordm; de d&eacute;fice de extens&atilde;o com flex&atilde;o de 70&ordm;. Foi dada alta, admitindo-se revis&atilde;o em SOS.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f5"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v25n2/25n2a06f5.jpg" width="391" height="339" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As fraturas intra-articulares da IFP s&atilde;o les&otilde;es de gravidade importante que implicam n&iacute;veis elevados de incapacidade, associando-se a sequelas muitas vezes irrevers&iacute;veis. Estas incluem artrose, atrofia e ader&ecirc;ncias dos tecidos moles com consequente rigidez e limita&ccedil;&atilde;o funcional, atribuindo-se, frequentemente, a per&iacute;odos de imobiliza&ccedil;&atilde;o demasiado alargados.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No caso cl&iacute;nico descrito, &agrave; semelhan&ccedil;a de outras fraturas articulares da m&atilde;o, os objetivos primordiais do tratamento, seja este conservador ou cir&uacute;rgico, passam por corrigir o alinhamento, assegurar a redu&ccedil;&atilde;o da fratura e possibilitar a mobiliza&ccedil;&atilde;o normal, n&atilde;o dolorosa, da IFP o mais precocemente poss&iacute;vel, sem comprometer a estabilidade da mesma. De acordo com v&aacute;rios autores, garantir a estabilidade e a mobiliza&ccedil;&atilde;o precoce &eacute; mais importante do que restabelecer a congru&ecirc;ncia absoluta da superf&iacute;cie articular<sup>4,11</sup>.</p>
    <p>A literatura descreve uma variedade ampla de t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas, mais ou menos invasivas e tecnicamente exigentes. No entanto, at&eacute; &agrave; data, n&atilde;o existem estudos comparativos com resultados consistentes o suficiente para poder considerar algum m&eacute;todo superior ou ideal<sup>2,7</sup>. Na aus&ecirc;ncia de um sistema de classifica&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;stico e tratamento universalmente aceite, a decis&atilde;o cir&uacute;rgica recai sobretudo na gravidade da fratura e motiva&ccedil;&otilde;es do doente, bem como na experi&ecirc;ncia e prefer&ecirc;ncia individuais do cirurgi&atilde;o<sup>2,5,9,12</sup>. Quanto maior o grau de destrui&ccedil;&atilde;o da cartilagem articular, menos eleg&iacute;veis se tornam as t&eacute;cnicas de reparo e &eacute; dada prefer&ecirc;ncia a m&eacute;todos de reconstru&ccedil;&atilde;o de &uacute;ltima linha.</p>
    <p>Tanto em fraturas complicadas da IFP como em situa&ccedil;&otilde;es de artrite severa, a artrodese continua a ser considerada uma op&ccedil;&atilde;o segura e efetiva no al&iacute;vio da dor e na otimiza&ccedil;&atilde;o da estabilidade articular. O presente caso preenche alguns dos crit&eacute;rios que fariam deste doente um forte candidato a artrodese: fratura intra-articular muito inst&aacute;vel, com m&uacute;ltiplos fragmentos, dano de grande parte da superf&iacute;cie articular e fal&ecirc;ncia das modalidades de tratamento conservador alternativas. No entanto, o facto de estarmos perante um doente particularmente jovem e ativo, com fratura do 4&ordm; dedo da m&atilde;o dominante, determinou a prefer&ecirc;ncia pela artroplastia total. Este &eacute; um procedimento igualmente competente, com a grande vantagem de n&atilde;o implicar sacrif&iacute;cio da mobilidade articular<sup>12</sup>. Segundo Sweets e Stern, a cirurgia de substitui&ccedil;&atilde;o da IFP por implante pode n&atilde;o ser t&atilde;o est&aacute;vel na preserva&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de pin&ccedil;amento; assim, estes autores recomendam artroplastia para os dedos cuja fun&ccedil;&atilde;o dependa, sobretudo, da mobilidade articular e da for&ccedil;a de preens&atilde;o manual (3&ordm;, 4&ordm; e 5&ordm; dedos), reservando a artrodese para os que beneficiem mais de ganhos em estabilidade lateral e for&ccedil;a de pin&ccedil;amento (indicador)<sup>10,13</sup>.</p>
    <p>Flatt et al, em artigo de revis&atilde;o que se debru&ccedil;a sobre os achados reunidos ao longo de 14 anos de experi&ecirc;ncia com a t&eacute;cnica, concluem que a artroplastia &eacute; uma &ldquo;alternativa razo&aacute;vel &agrave; fus&atilde;o&rdquo;<sup>14</sup>. Por&eacute;m, as complica&ccedil;&otilde;es descritas na literatura s&atilde;o diversas, justificando avalia&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e&nbsp; imagiol&oacute;gicas recorrentes para excluir fratura ou migra&ccedil;&atilde;o do implante, ossifica&ccedil;&atilde;o heterot&oacute;pica, oste&oacute;lise, infe&ccedil;&atilde;o, instabilidade lateral, rigidez e contraturas em flex&atilde;o<sup>12</sup>. Wagner et al analisaram os resultados e complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias de 75 casos de cirurgia de substitui&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese total da IFP, citando diversos estudos onde se estima que as taxas de revis&atilde;o estejam compreendidas entre 8% e 20%<sup>15</sup>. N&atilde;o obstante, a maioria dos doentes em idade ativa aceita submeter-se a esse risco, desde que lhe seja concedido algum grau de destreza manual.</p>
    <p>O n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o reportado pelos que optam pela artroplastia da IFP tem atingido patamares consistentemente elevados<sup>12</sup>. O caso descrito neste artigo n&atilde;o foi exce&ccedil;&atilde;o: o doente apresentou uma boa evolu&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria, com al&iacute;vio total das queixas &aacute;lgicas e regresso &agrave;s atividades quotidianas, sem limita&ccedil;&otilde;es. Aos 6 meses de <em>follow-up</em>, alcan&ccedil;ava amplitudes de arco de movimento articular compreendidas entre 70&ordm; de flex&atilde;o e 10&ordm; de d&eacute;fice de extens&atilde;o, semelhantes a outros resultados descritos na literatura. Ap&oacute;s programa de reabilita&ccedil;&atilde;o intensiva, a rigidez articular remanescente e o desvio cubital do dedo foram corrigidos, n&atilde;o havendo ind&iacute;cios de outras complica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas ou radiogr&aacute;ficas.</p>
    <p>O d&eacute;fice de extens&atilde;o verificado pode ter sido consequ&ecirc;ncia da disrup&ccedil;&atilde;o do aparelho extensor. A abordagem volar usada na primeira cirurgia, por seu turno, pode ser respons&aacute;vel pelo desenvolvimento de contraturas em flex&atilde;o, que tamb&eacute;m podem ter contribu&iacute;do para o d&eacute;fice de extens&atilde;o apresentado.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A artroplastia da IFP tem vindo, progressivamente, a destacar-se como uma boa alternativa &agrave; artrodese no tratamento de fraturas articulares complexas da IFP dos dedos da m&atilde;o, tendo como principal vantagem a preserva&ccedil;&atilde;o da mobilidade articular. No entanto, independentemente da t&eacute;cnica cir&uacute;rgica adotada, &eacute; habitual alguma perda de mobilidade. O doente deve ser prevenido desta possibilidade, bem como da eventual necessidade de revis&atilde;o cir&uacute;rgica do dedo intervencionado. Ainda assim, nestes casos particulares, a obten&ccedil;&atilde;o de uma articula&ccedil;&atilde;o IFP funcional e n&atilde;o dolorosa constitui um objetivo terap&ecirc;utico realista, como se pode demonstrar a partir do caso cl&iacute;nico apresentado.</p>
    <p>Apesar dos bons resultados descritos, persiste a necessidade de definir protocolos de tratamento com n&iacute;veis de recomenda&ccedil;&atilde;o adequados e de otimizar os resultados associados &agrave; t&eacute;cnica descrita, justificando-se o desenho de estudos prospetivos com uma amostra e um per&iacute;odo de <em>follow-up</em> mais alargados.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <p><font face="verdana" size="2">1. Bergadà AL, Bulló XM. Luxaciones y traumatismos articulares de la mano. In SECOT, editors. Manual de Cirugía Ortopédica y Traumatologia. Madrid: 2ª edición Ed Médica Panamericana; 2010. p. 913-920.</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Freiberg A. Management of proximal interphalangeal joint injuries. Can J Plast Surg. 2007; 15 (4): 199-203</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316016&pid=S1646-2122201700020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Seno N, Hashizume H, Inoue H, Imatani J, Morito Y. Fractures of the base of the middle phalanx of the finger. Classification, management and long-term results. J Bone Joint Surg. 1997; 79 (5): 758-763</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316017&pid=S1646-2122201700020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Elfar J, Mann T. Fracture-dislocations of the Proximal Interphalangeal Joint. J Am Acad Orthop Surg. 2013; 21 (2): 88-98</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316018&pid=S1646-2122201700020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Liodaki E, Xing SG, Mailaender P, Stang F. Management of difficult intra-articular fractures or fracture dislocations of the proximal interphalangeal joint. J Hand Surg Eur Vol. 2014; 40 (1): 16-23</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316019&pid=S1646-2122201700020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Joyce KM, Joyce CW, Conroy F, Chan J, Buckley E, Carroll SM. Proximal interphalangeal joint dislocations and treatment: an evolutionary process. Arch Plast Surg. 2014; 41 (4): 394-397</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316020&pid=S1646-2122201700020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Haase SC, Chung KC. Invited Hand Article: Current Concepts in Treatment of Fracture - Dislocations of the Proximal Interphalangeal Joint. Plast Reconstr Surg. 2014; 134 (6): 1246-1257</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316021&pid=S1646-2122201700020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Jehan S, Chandraprakasam T, Thambiraj S. Management of proximal phalangeal fractures of the hand using finger nail traction and a digital splint: a prospective study of 43 cases. Clin Orthop Surg. 2012; 4 (2): 156-162</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316022&pid=S1646-2122201700020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Vitale MA, Fruth KM, Rizzo M, Moran SL, Kakar S. Prosthetic Arthroplasty Versus Arthrodesis for Osteoarthritis and Posttraumatic Arthritis of the Index Finger Proximal Interphalangeal Joint. J Hand Surg Am. 2015; 40 (10): 1937-1948</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316023&pid=S1646-2122201700020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. Stoecklein HH, Garg R, Wolfe SW. Surface replacement arthroplasty of the proximal interphalangeal joint using a volar approach: case series. J Hand Surg Am. 2011; 36 (6): 1015-1021</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316024&pid=S1646-2122201700020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">11. Kiefhaber TR, Stern PJ. Fracture dislocations of the proximal interphalangeal joint. J Hand Surg Am. 1998; 23 (3): 368-380</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316025&pid=S1646-2122201700020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">12. Ellis PR, Tsai TM. Management of the traumatized joint of the finger. Clin Plast Surg. 1989; 16 (3): 457-473</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316026&pid=S1646-2122201700020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Sweets TM, Stern PJ. Proximal interphalangeal joint prosthetic arthroplasty. J Hand Surg Am. 2010; 35 (7): 1190-1193</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316027&pid=S1646-2122201700020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">14. Flatt AE, Ellison MR. Restoration of rheumatoid finger joint function. A follow-up note after fourteen years of experience with a metallic hinged prosthesis. J Bone Joint Surg. 1972; 54: 1317-1322</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316028&pid=S1646-2122201700020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Wagner ER, Luo TD, Houdek MT, Kor DJ, Moran SL, Rizzo M. Revision Proximal Interphalangeal Arthroplasty: An Outcome Analysis of 75 Consecutive Cases. Journal of Hand Surgery. 2015; 40 (10): 1949-1955</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1316029&pid=S1646-2122201700020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Carla Marques    <br>Serviço de Ortopedia e Traumatologia    <br>Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) - Hospital Pêro da Covilhã    <br>Quinta do Alvito    <br>6200-251 Covilhã    <br><a href="mailto:cfts.marques@gmail.com">cfts.marques@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2016-03-24</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2017-07-20</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2017-07-24</font></p>     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bergadà]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bulló]]></surname>
<given-names><![CDATA[XM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Luxaciones y traumatismos articulares de la mano]]></article-title>
<collab>SECOT</collab>
<source><![CDATA[Manual de Cirugía Ortopédica y Traumatologia]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>913-920</page-range><publisher-loc><![CDATA[Madrid ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[2ª edición Ed Médica Panamericana]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freiberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management of proximal interphalangeal joint injuries]]></article-title>
<source><![CDATA[Can J Plast Surg]]></source>
<year>2007</year>
<volume>15</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>199-203</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Seno]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hashizume]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Inoue]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Imatani]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morito]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fractures of the base of the middle phalanx of the finger: Classification management and long-term results]]></article-title>
<source><![CDATA[J Bone Joint Surg]]></source>
<year>1997</year>
<volume>79</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>758-763</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Elfar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mann]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fracture-dislocations of the Proximal Interphalangeal Joint]]></article-title>
<source><![CDATA[J Am Acad Orthop Surg]]></source>
<year>2013</year>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>88-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Liodaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Xing]]></surname>
<given-names><![CDATA[SG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mailaender]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stang]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management of difficult intra-articular fractures or fracture dislocations of the proximal interphalangeal joint]]></article-title>
<source><![CDATA[J Hand Surg Eur Vol]]></source>
<year>2014</year>
<volume>40</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>16-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Joyce]]></surname>
<given-names><![CDATA[KM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Joyce]]></surname>
<given-names><![CDATA[CW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Conroy]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buckley]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carroll]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Proximal interphalangeal joint dislocations and treatment: an evolutionary process]]></article-title>
<source><![CDATA[Arch Plast Surg]]></source>
<year>2014</year>
<volume>41</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>394-397</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Haase]]></surname>
<given-names><![CDATA[SC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chung]]></surname>
<given-names><![CDATA[KC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Invited Hand Article: Current Concepts in Treatment of Fracture Dislocations of the Proximal Interphalangeal Joint]]></article-title>
<source><![CDATA[Plast Reconstr Surg]]></source>
<year>2014</year>
<volume>134</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1246-1257</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jehan]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chandraprakasam]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thambiraj]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management of proximal phalangeal fractures of the hand using finger nail traction and a digital splint: a prospective study of 43 cases]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Orthop Surg]]></source>
<year>2012</year>
<volume>4</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>156-162</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vitale]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fruth]]></surname>
<given-names><![CDATA[KM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rizzo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moran]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kakar]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prosthetic Arthroplasty Versus Arthrodesis for Osteoarthritis and Posttraumatic Arthritis of the Index Finger Proximal Interphalangeal Joint]]></article-title>
<source><![CDATA[J Hand Surg Am]]></source>
<year>2015</year>
<volume>40</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1937-1948</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Stoecklein]]></surname>
<given-names><![CDATA[HH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garg]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wolfe]]></surname>
<given-names><![CDATA[SW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Surface replacement arthroplasty of the proximal interphalangeal joint using a volar approach: case series]]></article-title>
<source><![CDATA[J Hand Surg Am]]></source>
<year>2011</year>
<volume>36</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1015-1021</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kiefhaber]]></surname>
<given-names><![CDATA[TR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stern]]></surname>
<given-names><![CDATA[PJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fracture dislocations of the proximal interphalangeal joint]]></article-title>
<source><![CDATA[J Hand Surg Am]]></source>
<year>1998</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>368-380</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ellis]]></surname>
<given-names><![CDATA[PR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tsai]]></surname>
<given-names><![CDATA[TM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management of the traumatized joint of the finger]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Plast Surg]]></source>
<year>1989</year>
<volume>16</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>457-473</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sweets]]></surname>
<given-names><![CDATA[TM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stern]]></surname>
<given-names><![CDATA[PJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Proximal interphalangeal joint prosthetic arthroplasty]]></article-title>
<source><![CDATA[J Hand Surg Am]]></source>
<year>2010</year>
<volume>35</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>1190-1193</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Flatt]]></surname>
<given-names><![CDATA[AE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ellison]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Restoration of rheumatoid finger joint function: A follow-up note after fourteen years of experience with a metallic hinged prosthesis]]></article-title>
<source><![CDATA[J Bone Joint Surg]]></source>
<year>1972</year>
<volume>54</volume>
<page-range>1317-1322</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wagner]]></surname>
<given-names><![CDATA[ER]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luo]]></surname>
<given-names><![CDATA[TD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Houdek]]></surname>
<given-names><![CDATA[MT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kor]]></surname>
<given-names><![CDATA[DJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moran]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rizzo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Revision Proximal Interphalangeal Arthroplasty: An Outcome Analysis of 75 Consecutive Cases]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Hand Surgery]]></source>
<year>2015</year>
<volume>40</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1949-1955</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
