<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-2122</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Port. Ortop. Traum.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-2122</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-21222018000100003</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fraturas por estresse nos funcionários do Tribunal da Justiça do Distrito Federal e Territórios]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Borges]]></surname>
<given-names><![CDATA[Bruno]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Hospital Regional de Ceilândia  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<volume>26</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>19</fpage>
<lpage>29</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-21222018000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-21222018000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-21222018000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Objetivo: Identificar e diagnosticar as fraturas por estresse em adultos atendidos no ambulatório de ortopedia e traumatologia do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, avaliando o perfil do paciente, o sítio mais comum e o padrão de vida, se sedentário ou praticante regular de atividade física, e a intensidade do treinamento. Os pacientes foram submetidos a anamnese, exame físico e exames de imagem, em regime ambulatorial, para elucidação do diagnóstico e orientação do tratamento. Resultados: Não houve diferença significativa entre sexo masculino (13 pacientes) ou feminino (12 pacientes). A maioria absoluta das lesões ocorreu em ossos dos membros inferiores, principalmente os pés e tíbia. Houve apenas um caso de fratura em membros superiores (no rádio). A maioria das lesões em membros inferiores foi relacionada a esportes de corrida. A faixa etária mais afetada foi dos 40 aos 50 anos (40%). Conclusões: Classicamente as populações mais afetadas são os militares, corredores, dançarinos e jogadores de futebol. No presente estudo não houve diferença entre o sexo, fato que pode ser relacionado ao pequeno número de pacientes. Houve discordância com a literatura nos ossos mais acometidos. Na literatura metade dos casos ocorre na tíbia. No presente estudo as lesões dos pés (48%, considerando todos os ossos do pé) foram mais frequentes. Mesmo assim a tíbia foi o osso individual mais acometido (40%). O tratamento conservador com repouso (afastamento da atividade que causou a lesão, mantendo demais atividades) e fisioterapia, foi eficaz em todos os casos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To identify and diagnose stress fractures in adults treated at the orthopedic clinic and traumatology of the Court of Justice of the Federal District, assessing the patient's profile, the most common site of injury and life habits, a sedentary or activity practitioner intense physical or irregular. Patients were submitted to anamnesis, physical examination and imaging as an outpatient for correct diagnosis and guide treatment. Results: There was no significant difference between males (13 patients) or female (12 patients). The absolute majority of injuries occurred in the bones of the lower extremities, especially the feet and tibia. There was only one case of fracture in the upper limbs (on the radio). Most injuries in lower limbs were related to race sports. The most affected age group was 40 to 50 years (40%). Conclusion: Classically the most affected populations are the military, runners, dancers and football players. In this study there was no male to female, which may be related to the small number of patients. There was disagreement with the literature in the most affected bones. In the literature, half of the cases occur in the tibia. In the present study the injuries of the feet (48%, considering all the bones of the foot) were more frequent. Yet the tibia was the most affected individual bone (40%). The conservative treatment with rest (departure from the activity that caused the injury, keeping other activities) and physical therapy, was effective in all cases.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Fratura de estresse]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[fratura por insuficiência]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Stress fracture]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[fracture due to insufficiency]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Fraturas por estresse nos funcionários do Tribunal da Justiça do Distrito Federal e Territórios</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Bruno Borges<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Hospital Regional de Ceilândia, Brasil. Brasil.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Objetivo: Identificar e diagnosticar as fraturas por estresse em adultos atendidos no ambulat&oacute;rio de ortopedia e traumatologia do Tribunal de Justi&ccedil;a do Distrito Federal e Territ&oacute;rios, avaliando o perfil do paciente, o s&iacute;tio mais comum e o padr&atilde;o de vida, se sedent&aacute;rio ou praticante regular de atividade f&iacute;sica, e a intensidade do treinamento. Os pacientes foram submetidos a anamnese, exame f&iacute;sico e exames de imagem, em regime ambulatorial, para elucida&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico e orienta&ccedil;&atilde;o do tratamento.</p>     <p>Resultados: N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre sexo masculino (13 pacientes) ou feminino (12 pacientes). A maioria absoluta das les&otilde;es ocorreu em ossos dos membros inferiores, principalmente os p&eacute;s e t&iacute;bia. Houve apenas um caso de fratura em membros superiores (no r&aacute;dio). A maioria das les&otilde;es em membros inferiores foi relacionada a esportes de corrida. A faixa et&aacute;ria mais afetada foi dos 40 aos 50 anos (40%).</p>     <p>Conclus&otilde;es: Classicamente as popula&ccedil;&otilde;es mais afetadas s&atilde;o os militares, corredores, dan&ccedil;arinos e jogadores de futebol. No presente estudo n&atilde;o houve diferen&ccedil;a entre o sexo, fato que pode ser relacionado ao pequeno n&uacute;mero de pacientes. Houve discord&acirc;ncia com a literatura nos ossos mais acometidos. Na literatura metade dos casos ocorre na t&iacute;bia. No presente estudo as les&otilde;es dos p&eacute;s (48%, considerando todos os ossos do p&eacute;) foram mais frequentes. Mesmo assim a t&iacute;bia foi o osso individual mais acometido (40%). O tratamento conservador com repouso (afastamento da atividade que causou a les&atilde;o, mantendo demais atividades) e fisioterapia, foi eficaz em todos os casos.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Fratura de estresse, fratura por insuficiência. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Objective: To identify and diagnose stress fractures in adults treated at the orthopedic clinic and traumatology of the Court of Justice of the Federal District, assessing the patient's profile, the most common site of injury and life habits, a sedentary or activity practitioner intense physical or irregular. Patients were submitted to anamnesis, physical examination and imaging as an outpatient for correct diagnosis and guide treatment.</p>     <p>Results: There was no significant difference between males (13 patients) or female (12 patients). The absolute majority of injuries occurred in the bones of the lower extremities, especially the feet and tibia. There was only one case of fracture in the upper limbs (on the radio). Most injuries in lower limbs were related to race sports. The most affected age group was 40 to 50 years (40%).</p>     <p>Conclusion: Classically the most affected populations are the military, runners, dancers and football players. In this study there was no male to female, which may be related to the small number of patients. There was disagreement with the literature in the most affected bones. In the literature, half of the cases occur in the tibia. In the present study the injuries of the feet (48%, considering all the bones of the foot) were more frequent. Yet the tibia was the most affected individual bone (40%). The conservative treatment with rest (departure from the activity that caused the injury, keeping other activities) and physical therapy, was effective in all cases.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Stress fracture, fracture due to insufficiency. </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O cirurgi&atilde;o militar alem&atilde;o Breithaupt, em 1855, realizou a primeira descri&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica das fraturas por estresse entre os soldados que apresentavam dor plantar e edema ap&oacute;s longas marchas<sup>1,2</sup>. A primeira confirma&ccedil;&atilde;o radiogr&aacute;fica de uma fratura de estresse em recrutas militares foi registrada em 1897<sup>2</sup>. Esse fen&ocirc;meno tamb&eacute;m foi observado em atletas, sendo que a primeira descri&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica foi realizada por Devas em 1958<sup>3</sup>. Seus estudos originais foram baseados em radiografias planas, j&aacute; que o exame de cintilografia &oacute;ssea com tecn&eacute;cio 99 n&atilde;o havia sido desenvolvido at&eacute; 1971<sup>2,3</sup>.</p>
    <p>A fratura de estresse representa a incapacidade de um osso para resistir a epis&oacute;dios repetitivos de carga mec&acirc;nica, o que resulta em fadiga, causando sinais e sintomas localizados<sup>4,15,20</sup>.</p>
    <p>O tecido &oacute;sseo &eacute; uma estrutura em atividade metab&oacute;lica cont&iacute;nua, cujo equil&iacute;brio decorre do ciclo &oacute;sseo proposto por Wolff<sup>4,5</sup>. A lei de Wolff afirma que o osso ir&aacute; remodelar de acordo com o estresse ao qual est&aacute; sujeito, ou seja, haver&aacute; dep&oacute;sito de osso nas regi&otilde;es de maior estresse e reabsor&ccedil;&atilde;o nas de menor estresse<sup>23,26,30</sup>. As respostas biol&oacute;gicas dependem da idade, estado nutricional, estado hormonal e predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica<sup>24</sup>. Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o ser humano vem praticando atividades desportivas, submetendo seu esqueleto a uma sobrecarga extra que &agrave;s vezes chega a ultrapassar a resist&ecirc;ncia fisiol&oacute;gica e histol&oacute;gica do osso, conforme o esporte realizado.</p>
    <p>Atualmente duas teorias s&atilde;o aceitas para explicar a etiologia das fraturas de estresse. Uma teoria afirma que a musculatura enfraquecida leva &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da absor&ccedil;&atilde;o de choque nas extremidades inferiores, permitindo uma maior redistribui&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as para o osso, o que leva ao aumento do estresse sobre o osso<sup>6,25,27</sup>. A fadiga muscular observada nas situa&ccedil;&otilde;es de sobrecarga f&iacute;sica contribui para o desencadeamento das fraturas de estresse, &agrave; medida que a atenua&ccedil;&atilde;o das cargas se reduz onde a musculatura relacionada estiver comprometida<sup>7,26,28</sup>. Esta teoria explica em grande parte a origem das fraturas de estresse encontradas nos membros inferiores.</p>
    <p>Outra teoria visa explicar as fraturas de estresse dos membros superiores, onde a tra&ccedil;&atilde;o muscular atrav&eacute;s do osso &eacute; capaz de gerar for&ccedil;as repetitivas suficientes para desencadear uma falha &oacute;ssea<sup>6,18,13,26</sup>.</p>
    <p>A atividade f&iacute;sica do atleta ou do novo praticante seguida de aumento s&uacute;bito e n&atilde;o gradual ap&oacute;s 6 a 8 semanas gera uma sobrecarga fisiol&oacute;gica c&iacute;clica e repetitiva, ocasionando as microfraturas<sup>8,21,27</sup>. Essa intensidade n&atilde;o permite que haja tempo suficiente para a remodela&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, adapta&ccedil;&atilde;o a nova condi&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o<sup>8,13,17</sup>.</p>
    <p>A popula&ccedil;&atilde;o mais afetada s&atilde;o os militares, corredores, dan&ccedil;arinos e jogadores de futebol.&nbsp; S&atilde;o considerados fatores de risco: a idade (menor que 50 anos, com predom&iacute;nio entre 16 a 28 anos), o sexo feminino (3,8 a 12 vezes maior do que no sexo masculino), a ra&ccedil;a branca, o n&iacute;vel de atividade e condicionamento f&iacute;sico, os dist&uacute;rbios hormonais (hipoestrogenismo), os desequil&iacute;brios alimentares e as caracter&iacute;sticas biomec&acirc;nicas (assimetria de membros, antevers&atilde;o femoral aumentada, diminui&ccedil;&atilde;o da largura da t&iacute;bia, valgismo excessivo dos joelhos e supina&ccedil;&atilde;o ou prona&ccedil;&atilde;o excessivas dos p&eacute;s)<sup>9,14,20,29</sup>.</p>
    <p>As fraturas por estresse podem afetar todos os tipos de ossos, por&eacute;m s&atilde;o mais comuns nos ossos que suportam o peso corporal, especialmente aqueles nos membros inferiores: t&iacute;bia (49%), ossos do tarso (25%) e metatarsos (9%, segundo e terceiro principalmente)<sup>10,11</sup>. No esqueleto axial n&atilde;o s&atilde;o frequentes e localizam-se principalmente nas pars interarticulares, v&eacute;rtebras lombares e pelve<sup>12,13,14</sup>.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A gin&aacute;stica ol&iacute;mpica, t&ecirc;nis, beisebol e basquete est&atilde;o entre as atividades f&iacute;sicas que podem causar fratura por estresse, sendo o osso mais acometido a ulna (por&ccedil;&atilde;o proximal) e o &uacute;mero (por&ccedil;&atilde;o distal)<sup>16,30</sup>. A corrida possui uma maior incid&ecirc;ncia frente as outras modalidades, principalmente nos ossos longos como a t&iacute;bia, f&ecirc;mur e f&iacute;bula, al&eacute;m dos ossos do p&eacute; e do sacro<sup>10,15</sup>. As fraturas na coluna lombar e pelve s&atilde;o mais observadas em saltadores e bailarinos<sup>5,10,17</sup>. Os praticantes de remo e golfe est&atilde;o mais sujeitos a fratura das costelas<sup>17,23,27</sup>.</p>
    <p>A fratura por insufici&ecirc;ncia &oacute;ssea ocorre em um osso mecanicamente comprometido, geralmente apresentando uma baixa densidade mineral &oacute;ssea<sup>8</sup>. Ocorre devido a fatores intr&iacute;nsecos e extr&iacute;nsecos. De uma forma geral, os fatores extr&iacute;nsecos s&atilde;o relacionados com o tipo e ritmo de treinamento, o uso de cal&ccedil;ados inadequados e equipamento desportivo, condicionamento f&iacute;sico prec&aacute;rio, o local de treinamento, temperatura ambiental e o tempo de recupera&ccedil;&atilde;o insuficiente das les&otilde;es anteriores<sup>18,19,20</sup>.</p>
    <p>J&aacute; os fatores intr&iacute;nsecos incluem: idade, sexo, ra&ccedil;a, densidade &oacute;ssea e estrutura, hormonal, menstrual, metab&oacute;lica e equil&iacute;brio nutricional, padr&atilde;o de sono e doen&ccedil;as do col&aacute;geno<sup>18,19,20</sup>.</p>
    <p>Outros fatores s&atilde;o a rigidez do p&eacute;, altera&ccedil;&otilde;es do arco plantar e limita&ccedil;&otilde;es na dorsoflex&atilde;o do tornozelo devido a um encurtamento do tr&iacute;ceps sural<sup>6,8,21,25</sup>. Corredores com retrop&eacute; em evers&atilde;o, prona&ccedil;&atilde;o exagerada e arco plantar pronunciado tem uma chance 40% maior de desenvolver fratura por estresse<a name="B29"></a><sup>21,25,29</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">METODOLOGIA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os pacientes foram submetidos a anamnese, exame f&iacute;sico e exames de imagem complementares para elucida&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico e orienta&ccedil;&atilde;o do tratamento. O atendimento foi realizado por um ortopedista do Tribunal de Justi&ccedil;a do Distrito Federal e Territ&oacute;rios e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) acompanhado de um residente da especialidade de ortopedia e traumatologia.&nbsp; O principal exame complementar foi a radiografia simples, sendo solicitado a tomografia computadorizada e/ou a resson&acirc;ncia magn&eacute;tica quando necess&aacute;rio.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o s&atilde;o funcion&aacute;rios e dependentes com idade entre 13 e 60 anos de ambos os sexos com diagn&oacute;stico cl&iacute;nico e por imagem de fratura por estresse e que preencheram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido conforme Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da institui&ccedil;&atilde;o n&uacute;mero CAAE: 58071316.0.0000.5553.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os fatores de exclus&atilde;o foram pacientes com doen&ccedil;as osteometab&oacute;licas, doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, que foram submetidos a qualquer procedimento cir&uacute;rgico &oacute;sseo pr&eacute;vio e os que se recusaram a preencher o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Baseados nesse fatores foram exclu&iacute;dos uma paciente com lupus/corticoterapia e fratura por insufici&ecirc;ncia do ramo p&uacute;bico, uma idosa com osteoporose e fratura do 5&ordm; metatarso, uma mulher com fratura bilateral das t&iacute;bias ap&oacute;s gesta&ccedil;&atilde;o de alto risco.</p>
    <p>Deve-se atentar que todos os pacientes que n&atilde;o se adequaram aos fatores de inclus&atilde;o foram atendidos conforme seu direito a consulta no ambulat&oacute;rio de ortopedia e traumatologia do Tribunal de Justi&ccedil;a do Distrito Federal e Territ&oacute;rios.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Foram avaliados 25 pacientes, sendo 12 homens e 13 mulheres. Houve exclus&atilde;o de uma paciente l&uacute;pica com fratura do ramo p&uacute;bico, uma idosa com osteoporose e fratura do 5&ordm; metatarso e por &uacute;ltimo uma gestante de alto risco que sofreu fratura por estresse das t&iacute;bias durante o puerp&eacute;rio quando do retorno &agrave; atividade pr&eacute;via (<a name="topg1"></a><a href="#g1">Gr&aacute;ficos 1</a>, <a name="topg2"></a><a href="#g2">2</a>, <a href="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03g3.jpg">3</a> e <a name="topg4"></a><a href="#g4">4</a>).</p>    
<p>&nbsp;</p><a name="g1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03g1.jpg" width="389" height="271" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="g2"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03g2.jpg" width="390" height="284" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>    <p>    <center><a href="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03g3.jpg">Gr&aacute;fico 3</a></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="g4"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03g4.jpg" width="376" height="312" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As fraturas de estresse s&atilde;o entidades cl&iacute;nicas que est&atilde;o relacionadas principalmente &agrave;s atividades que envolvem sobrecarga, tais como corredores, atletas e dan&ccedil;arinos<sup>9,12,18,26</sup>.</p>
    <p>A fisiologia da fratura por estresse &eacute; representada por uma acelerada remodela&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea em reposta a um estresse repetitivo<sup>1,4,6</sup>. Em decorr&ecirc;ncia desse estresse, o osso responde e forma um novo osso periosteal como um refor&ccedil;o extra<sup>15,23,25</sup>. Por&eacute;m, se a atividade osteocl&aacute;stica continuar excedendo a m&eacute;dia dos osteoblastos para nova forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea, eventualmente uma fratura cortical pode ocorrer<sup>15, 23,25</sup>.</p>
    <p>Os fatores que influenciam esse tipo de fratura s&atilde;o divididos em intr&iacute;nsecos (sexo, idade, etnia e for&ccedil;a muscular) e extr&iacute;nsecos (regime de treinamento, tipo de cal&ccedil;ado, superf&iacute;cie de treinamento e tipo de esporte), fatores biomec&acirc;nicos (densidade mineral &oacute;ssea e geometria do osso), fatores anat&ocirc;micos (morfologia do p&eacute;, discrep&acirc;ncia do comprimento da perna e alinhamento da perna), fatores hormonais (menarca atrasada, dist&uacute;rbios menstruais e contraceptivos) e fatores nutricionais (defici&ecirc;ncia de c&aacute;lcio e vitamina D, desordens alimentares e a tr&iacute;ade da atleta mulher)<sup>7,12,13,16,18,21</sup>. A tr&iacute;ade da atleta &eacute; uma s&iacute;ndrome importante que consiste de dist&uacute;rbios alimentares, amenorr&eacute;ia e osteoporose<sup>11</sup>.Os componentes da tr&iacute;ade est&atilde;o inter-relacionados na etiologia, na patog&ecirc;nese e nas consequ&ecirc;ncias. Sua ocorr&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; exclusividade de atletas de elite, pode ocorrer em jovens fisicamente ativas e mulheres que participam em uma ampla s&eacute;rie de tipos de atividade f&iacute;sica<sup>16,18</sup>. A tr&iacute;ade pode resultar em decl&iacute;nio do desempenho f&iacute;sico, aumento da morbidade cl&iacute;nica e psicol&oacute;gica e tamb&eacute;m aumento da mortalidade<sup>18,20</sup>.</p>
    <p>A literatura demonstra que as mulheres apresentam mais fraturas por estresse em compara&ccedil;&atilde;o aos homens<sup>15,16</sup>. Sabe-se tamb&eacute;m que as fraturas de estresse s&atilde;o mais comuns em pessoas jovens submetidas a atividades f&iacute;sicas intensas, tais como militares, bailarinos, corredores e atletas em geral. Esse tipo de fratura pode ocorrer em qualquer osso, mas predomina nos ossos das extremidades inferiores<sup>3,7,8,12</sup>. Os ossos mais acometidos s&atilde;o: t&iacute;bia (34%), f&iacute;bula distal (24%), di&aacute;fises do 2&ordm; e 3&ordm; metatarsos (18%), colo e di&aacute;fise do f&ecirc;mur (14%), pelve (6%) e outros ossos (4%)<sup>4, 7,9,10,15,17,18,24</sup>.</p>
    <p>Esse tipo de fratura pode ser classificado em baixo e alto risco. S&atilde;o consideradas fraturas de baixo risco aquelas que apresentam hist&oacute;ria natural favor&aacute;vel, localizadas nas &aacute;reas de compress&atilde;o &oacute;ssea, que apresentam boa resposta &agrave;s mudan&ccedil;as de atividade, com baixo &iacute;ndice de complica&ccedil;&otilde;es<sup>18,19,29,30</sup>. Acometem os seguintes ossos: costelas, &uacute;mero, r&aacute;dio, di&aacute;fise da ulna, colo do f&ecirc;mur (cortical inferior), di&aacute;fise do f&ecirc;mur, t&iacute;bia (cortical medial) e 1&ordm; ao 4&ordm; metatarsos<sup>18,19,29,30</sup>.</p>
    <p>As fraturas de estresse de alto risco apresentam hist&oacute;ria natural desfavor&aacute;vel, alto &iacute;ndice de complica&ccedil;&otilde;es (recorr&ecirc;ncia, pseudoartrose e fratura completa) e necessidade de tratamento cir&uacute;rgico<sup>18,19,27,28</sup>. Acomete os seguintes ossos: olecrano, colo do f&ecirc;mur (cortical superior), patela, di&aacute;fise da t&iacute;bia (cortical anterior), mal&eacute;olo tibial, navicular, sesamoide medial e 5&ordm; metatarso<sup>18,19,27,28</sup>.</p>
    <p>Durante a investiga&ccedil;&atilde;o da patologia &eacute; necess&aacute;ria uma hist&oacute;ria bem detalhada, al&eacute;m de exames de imagem complementares, como a radiografia, resson&acirc;ncia nuclear magn&eacute;tica e cintilografia. Na radiografia simples a fratura por estresse aparece como uma linha radiolucente decorrente de uma esclerose local devido a forma&ccedil;&atilde;o de calo interno, rea&ccedil;&atilde;o periosteal ou como calo externo (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figuras 1</a> e <a name="topf2"></a><a href="#f2">2</a>)<sup>13,18,20</sup>. Nas fases iniciais, aproximadamente 80% das fraturas de estresse n&atilde;o s&atilde;o evidentes, sendo que entre uma e tr&ecirc;s semanas 50% tornam-se evidentes<sup>21,25,30</sup>.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03f1.jpg" width="390" height="589" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03f2.jpg" width="390" height="549" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>A resson&acirc;ncia magn&eacute;tica apresenta uma sensibilidade e especificidade maior em compara&ccedil;&atilde;o a radiografia e a cintilografia. Pode ser observado uma linha de fratura perpendicular a cortical &oacute;ssea caracterizada por hipossinal em todas as sequ&ecirc;ncias, com edema &oacute;sseo subjacente (<a name="topf3"></a><a href="#f3">Figuras 3</a> e <a name="topf4"></a><a href="#f4">4</a>)<sup>6,11,22</sup>. O edema &oacute;sseo adjacente observado diminui com o tempo e pode estar ausente ap&oacute;s quatro semanas do in&iacute;cio dos sintomas<sup>6,11,22</sup>. A cintilografia n&atilde;o foi solicitada aos paciente em virtude da resson&acirc;ncia magn&eacute;tica ser mais &uacute;til e possui maior especificidade.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f3"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03f3.jpg" width="391" height="437" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f4"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v26n1/26n1a03f4.jpg" width="391" height="550" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Nas fases iniciais do tratamento, preconiza-se o uso de medidas fisioterap&ecirc;uticas espec&iacute;ficas para reduzir o quadro &aacute;lgico: crioterapia, eletroterapia, ultrassom para acelerar a produ&ccedil;&atilde;o de tecido &oacute;sseo, al&eacute;m de anti-inflamat&oacute;rios para reduzir a s&iacute;ntese das prostaglandinas, respons&aacute;veis por ativar as termina&ccedil;&otilde;es nervosas livres, que levam a informa&ccedil;&atilde;o sensorial ao c&eacute;rebro e aumentam a percep&ccedil;&atilde;o da dor<sup>22,23</sup>. Os exerc&iacute;cios de fortalecimento e alongamentos funcionais devem ser inclu&iacute;dos t&atilde;o logo se tenha reduzido o quadro &aacute;lgico e, assim, usam-se os exerc&iacute;cios de membros inferiores, inicialmente em cadeia cin&eacute;tica fechada e, depois, em cadeia cin&eacute;tica aberta<sup>23,25,26</sup>. As fraturas de estresse consideradas de alto risco devem ser tratadas cirurgicamente, j&aacute; que as chances de sucesso com tratamento conservador s&atilde;o baixas<sup>24,27,28</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A fratura de estresse &eacute; uma patologia relativamente frequente em atletas mal condicionados fisicamente ou que se exercitam em excesso, cujo principal sintoma &eacute; a dor. Classicamente as popula&ccedil;&otilde;es mais afetadas s&atilde;o os militares, corredores, dan&ccedil;arinos e jogadores de futebol. O s&iacute;tio da les&atilde;o ir&aacute; depender da atividade exercida pelo paciente. Nesse estudo podemos comprovar a atividade mais relacionada a esse tipo de fratura &eacute; a corrida (42%), seguida pela caminhada longa (27%), muscula&ccedil;&atilde;o (12%), futebol (11%) e dan&ccedil;a (8%). Os m&eacute;todos de imagem s&atilde;o essenciais no diagn&oacute;stico desta entidade.</p>
    <p>No presente estudo n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os sexos, fato que pode ser relacionado ao pequeno n&uacute;mero de pacientes. Houve discord&acirc;ncia com a literatura nos ossos mais acometidos. Na literatura metade dos casos ocorre na t&iacute;bia. No presente estudo as les&otilde;es dos p&eacute;s (48%, considerando todos os ossos do p&eacute;) foram mais frequentes. Mesmo assim a t&iacute;bia foi o osso individual mais acometido (40%). O tratamento conservador com repouso (afastamento da atividade que causou a les&atilde;o mantendo demais atividades) e fisioterapia foi eficaz em todos os casos.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <p><font face="verdana" size="2">1. Fitch KD. Stress fractures of the lower limbs in runners. Aust Fam Physician. 1984 Jul; 13 (7): 198-212</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Reeder MT, Dick BH, Atkins JA, Pribis AB. Stress fractures. Current concepts os diagnosis and treatment. Sports Med . 1996; 22 (3): 198-212</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319094&pid=S1646-2122201800010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Monteleone GP. Stress fractures in the athlete. Orthopedic Clinics of North America . 1995; 26 (3): 423-432</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319095&pid=S1646-2122201800010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Kempfer GL, Figueiredo AB, Macedo ST, Rocha AFG. Fratura de estresse e a medicina nuclear. Rev Bras Med Esporte. 2004; 10 (6)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319096&pid=S1646-2122201800010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Warden SJ, Burr DB, Brukner PD. Stress Fractures: Pathophysiology, Epidemiology, and Risk Factors. Current Osteoporosis Reports. 2006; 4 (3): 103-109</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319097&pid=S1646-2122201800010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">6. O&#39;Brien FJ, Taylor D, Clive Lee T. The effect of bone microstructure on the initiation and growth of microcracks. J Orthop Res. 2005 Mar; 23 (2): 475-480</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Shaffer RA, Rauh MJ, Brodine SK, Trone DW, Macer CA. Predictors of Stress Fracture Susceptibility in Young Female Recruits. Am J Sports Med. 2006; 34 (1): 108-115</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319099&pid=S1646-2122201800010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Astur DC, Zanatta F, Arlini GG, Moraes ER, Pochini AC, Ejnisman B. Fraturas por estresse: definição, diagnóstico e tratamento. Rev Bras Orto. 2016; 51 (1): 3-10</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319100&pid=S1646-2122201800010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Brukner P, Bradshaw C, Khan KM, White S, Crossley K. Stress fractures: a review of 180 cases. Clin JSports Med. 1996; 6: 85-89</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319101&pid=S1646-2122201800010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. Matheson GO, Clement DB, McKenzie DC. Stress fractures in athletes: a study of 320 cases. Am J Sports Med. 1987; 3: 46-58</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319102&pid=S1646-2122201800010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">11. Asano LYJ, Duarte Jr A, Silva APS. Stress fractures in the foot and ankle of athletes. Rev Assoc Med Bras. 2014; 60 (6): 512-517</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319103&pid=S1646-2122201800010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">12. Royer M, Thomas T, Gesini J, Legrand E. Stress fractures in 2011: pratical approach. Joint Bone Spine. 2012; 79 (2): 86-90</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319104&pid=S1646-2122201800010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Snyder RA, Koester MC, Dunn WR. Epidemiology of stress fractures. Clin Sports Med. 2006; 25 (1): 37-52</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319105&pid=S1646-2122201800010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">14.  Iwamoto J,  Takeda T. Stress fractures in athletes: review of 196 cases. J Orthop Sci. 2003; 8 (3): 273-278</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319106&pid=S1646-2122201800010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Bennell KL. Epidemiology and site specificity of stress fractures. Clin. Sports Med . 1997; 16: 179-196</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319107&pid=S1646-2122201800010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">16. Verma RB, Sherman O. Athletic stress fractures: part I. History, epidemiology, physiology, risk factors, radiography, diagnosis and treatment. Am J Orthop. 2001; 30 (11): 798-806</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319108&pid=S1646-2122201800010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">17. Giladi M, Milgrom C, Simkin A. Stress fractures: identifiable risk factors. Am J Sports Med . 1991; 19 (6): 647-652</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319109&pid=S1646-2122201800010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">18. Barrow  GW, Saha S. Menstrual irregularity and stress fractures in collegiate female distance runners. Am J Sports Med. 1988; 16: 209-216</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319110&pid=S1646-2122201800010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">19. Jason J, Diehl MD, Thomas M, Best  MD, Christopher C, Kaeding MD. Classificationand Return-to-Play Considerations for Stress Fractures. Clin Sports Med. 2006; 25: 17-28</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319111&pid=S1646-2122201800010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">20. Dobrindt O, Hoffmeyer B, Ruf J, Steffen IG, Zarva A, Richter WS. Blinded-Read of Bone Scintigraphy, The Impact on Diagnosis and Healing Time for Stress Injuries With Emphasis on the Foot. Clin Nucl Med. 2011; 36: 186-191</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319112&pid=S1646-2122201800010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">21. Manioli A 2nd, Graham  B. The subtle cavus foot: the under pronator:a review. Foot Ankle Int. 2005; 26 (3): 256-263</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319113&pid=S1646-2122201800010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">22. Astur  DC, Zanatta F, Gonçalve GA, Moraes ER, Pochini AC, Ejnisman B. Fraturas por estresse: definição, diagnóstico e tratamento. Rev bras ortop. 2016; 51 (1): 3-10</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319114&pid=S1646-2122201800010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">23. Fredericson M, Jennings  F, Beaulieu C, Matheson GO. Stress fractures in athletes. Top Magn Reson Imaging. 2006; 17 (5): 309-325</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319115&pid=S1646-2122201800010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">24. Valimaki VV, Alfthan H, Lehmuskallio E, Loyttyniemi E, Sahi T, Suominen H. Risk factors for clinical stress fractures in male military recruits: a prospective cohort study. Bone. 2005; 37 (2): 267-273</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319116&pid=S1646-2122201800010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">25. Milgrom C, Finestone A, Levi Y, Simkin A, Ekenman I, Mendelson S. Do high impact exercises produce higher tibial strains than running. Br J Sports Med. 2000; 34 (3): 195-199</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319117&pid=S1646-2122201800010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">26. Pester S, Smith PC. Stress fractures in the lower extremities of soldiers in basic training. Orthop Rev. 1992; 21 (3): 297-303</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319118&pid=S1646-2122201800010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">27. Zukotynski K, Curtis C, Grant FD, Micheli L, Treves ST. The value of SPECT in the detection of stress injury to the parsinterarticularis in patients with low back pain. J Orthop Surg Res. 2010; 5: 13</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319119&pid=S1646-2122201800010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">28. Bolin D, Kemper A, Brolinson G. Current concepts in the evaluation and management of stress fracture. Curr Rep Sport Med. 2005; 4 (6): 295-300</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319120&pid=S1646-2122201800010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">29. Shima Y, Engebretsen L, Iwasa J, Kitaoka K, Tomita K. Use of bisphosphonates for the treatment of stress fractures in athletes. Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc. 2009; 17 (5): 542-550</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319121&pid=S1646-2122201800010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">30. Stress fractures: diagnosis, treatment, and  prevention. Am Fam Physician. 2011; 83 (1): 39-46</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1319122&pid=S1646-2122201800010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Bruno Borges    <br>Hospital Regional de Ceilândia    <br>Sqs 302 Bloco J Apt 407    <br>Brasilia    <br>Brasil    <br><a href="mailto:bruno2b@bol.com.br">bruno2b@bol.com.br</a></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2017-04-03</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2017-05-26</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2018-03-02</font></p>     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fitch]]></surname>
<given-names><![CDATA[KD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures of the lower limbs in runners]]></article-title>
<source><![CDATA[Aust Fam Physician]]></source>
<year>07/1</year>
<month>98</month>
<day>4</day>
<volume>13</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>198-212</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reeder]]></surname>
<given-names><![CDATA[MT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dick]]></surname>
<given-names><![CDATA[BH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Atkins]]></surname>
<given-names><![CDATA[JA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pribis]]></surname>
<given-names><![CDATA[AB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures: Current concepts os diagnosis and treatment]]></article-title>
<source><![CDATA[Sports Med]]></source>
<year>1996</year>
<volume>22</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>198-212</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteleone]]></surname>
<given-names><![CDATA[GP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in the athlete]]></article-title>
<source><![CDATA[Orthopedic Clinics of North America]]></source>
<year>1995</year>
<volume>26</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>423-432</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kempfer]]></surname>
<given-names><![CDATA[GL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[AB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[ST]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[AFG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fratura de estresse e a medicina nuclear]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Med Esporte]]></source>
<year>2004</year>
<volume>10</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Warden]]></surname>
<given-names><![CDATA[SJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burr]]></surname>
<given-names><![CDATA[DB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brukner]]></surname>
<given-names><![CDATA[PD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress Fractures: Pathophysiology Epidemiology and Risk Factors]]></article-title>
<source><![CDATA[Current Osteoporosis Reports]]></source>
<year>2006</year>
<volume>4</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>103-109</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[O'Brien]]></surname>
<given-names><![CDATA[FJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Taylor]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clive Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of bone microstructure on the initiation and growth of microcracks]]></article-title>
<source><![CDATA[J Orthop Res]]></source>
<year>03/2</year>
<month>00</month>
<day>5</day>
<volume>23</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>475-480</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shaffer]]></surname>
<given-names><![CDATA[RA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rauh]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brodine]]></surname>
<given-names><![CDATA[SK]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Trone]]></surname>
<given-names><![CDATA[DW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Macer]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predictors of Stress Fracture Susceptibility in Young Female Recruits]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Sports Med]]></source>
<year>2006</year>
<volume>34</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>108-115</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Astur]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zanatta]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arlini]]></surname>
<given-names><![CDATA[GG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[ER]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pochini]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ejnisman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fraturas por estresse: definição diagnóstico e tratamento]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Orto]]></source>
<year>2016</year>
<volume>51</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brukner]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bradshaw]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Khan]]></surname>
<given-names><![CDATA[KM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[White]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Crossley]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures: a review of 180 cases]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin JSports Med]]></source>
<year>1996</year>
<volume>6</volume>
<page-range>85-89</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matheson]]></surname>
<given-names><![CDATA[GO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clement]]></surname>
<given-names><![CDATA[DB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McKenzie]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in athletes: a study of 320 cases]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Sports Med]]></source>
<year>1987</year>
<volume>3</volume>
<page-range>46-58</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Asano]]></surname>
<given-names><![CDATA[LYJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Duarte Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[APS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in the foot and ankle of athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Assoc Med Bras]]></source>
<year>2014</year>
<volume>60</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>512-517</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Royer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thomas]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gesini]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Legrand]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in 2011: pratical approach]]></article-title>
<source><![CDATA[Joint Bone Spine]]></source>
<year>2012</year>
<volume>79</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>86-90</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Snyder]]></surname>
<given-names><![CDATA[RA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koester]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunn]]></surname>
<given-names><![CDATA[WR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Epidemiology of stress fractures]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Sports Med]]></source>
<year>2006</year>
<volume>25</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>37-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Iwamoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Takeda]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in athletes: review of 196 cases]]></article-title>
<source><![CDATA[J Orthop Sci]]></source>
<year>2003</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>273-278</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bennell]]></surname>
<given-names><![CDATA[KL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Epidemiology and site specificity of stress fractures]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin. Sports Med]]></source>
<year>1997</year>
<volume>16</volume>
<page-range>179-196</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Verma]]></surname>
<given-names><![CDATA[RB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sherman]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Athletic stress fractures: part I History epidemiology physiology risk factors radiography diagnosis and treatment]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Orthop]]></source>
<year>2001</year>
<volume>30</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>798-806</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Giladi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Milgrom]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simkin]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures: identifiable risk factors]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Sports Med]]></source>
<year>1991</year>
<volume>19</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>647-652</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barrow]]></surname>
<given-names><![CDATA[GW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saha]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Menstrual irregularity and stress fractures in collegiate female distance runners]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Sports Med]]></source>
<year>1988</year>
<volume>16</volume>
<page-range>209-216</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jason]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Diehl]]></surname>
<given-names><![CDATA[MD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thomas]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Best]]></surname>
<given-names><![CDATA[MD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Christopher]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kaeding]]></surname>
<given-names><![CDATA[MD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Classificationand Return-to-Play Considerations for Stress Fractures]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Sports Med]]></source>
<year>2006</year>
<volume>25</volume>
<page-range>17-28</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dobrindt]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hoffmeyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ruf]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Steffen]]></surname>
<given-names><![CDATA[IG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zarva]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Richter]]></surname>
<given-names><![CDATA[WS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Blinded-Read of Bone Scintigraphy, The Impact on Diagnosis and Healing Time for Stress Injuries With Emphasis on the Foot]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Nucl Med]]></source>
<year>2011</year>
<volume>36</volume>
<page-range>186-191</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Manioli]]></surname>
<given-names><![CDATA[A 2nd]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Graham]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The subtle cavus foot: the under pronator:a review]]></article-title>
<source><![CDATA[Foot Ankle Int]]></source>
<year>2005</year>
<volume>26</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>256-263</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Astur]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zanatta]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalve]]></surname>
<given-names><![CDATA[GA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[ER]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pochini]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ejnisman]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fraturas por estresse: definição diagnóstico e tratamento]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev bras ortop]]></source>
<year>2016</year>
<volume>51</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-10</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fredericson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jennings]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beaulieu]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matheson]]></surname>
<given-names><![CDATA[GO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[Top Magn Reson Imaging]]></source>
<year>2006</year>
<volume>17</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>309-325</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valimaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[VV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alfthan]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lehmuskallio]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Loyttyniemi]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sahi]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Suominen]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Risk factors for clinical stress fractures in male military recruits: a prospective cohort study]]></article-title>
<source><![CDATA[Bone]]></source>
<year>2005</year>
<volume>37</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>267-273</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Milgrom]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Finestone]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levi]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simkin]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ekenman]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mendelson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Do high impact exercises produce higher tibial strains than running]]></article-title>
<source><![CDATA[Br J Sports Med]]></source>
<year>2000</year>
<volume>34</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>195-199</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pester]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smith]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures in the lower extremities of soldiers in basic training]]></article-title>
<source><![CDATA[Orthop Rev]]></source>
<year>1992</year>
<volume>21</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>297-303</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zukotynski]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Curtis]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grant]]></surname>
<given-names><![CDATA[FD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Micheli]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Treves]]></surname>
<given-names><![CDATA[ST]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The value of SPECT in the detection of stress injury to the parsinterarticularis in patients with low back pain]]></article-title>
<source><![CDATA[J Orthop Surg Res]]></source>
<year>2010</year>
<volume>5</volume>
<page-range>13</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bolin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kemper]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brolinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Current concepts in the evaluation and management of stress fracture]]></article-title>
<source><![CDATA[Curr Rep Sport Med]]></source>
<year>2005</year>
<volume>4</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>295-300</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shima]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Engebretsen]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Iwasa]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kitaoka]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tomita]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Use of bisphosphonates for the treatment of stress fractures in athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc]]></source>
<year>2009</year>
<volume>17</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>542-550</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress fractures: diagnosis treatment and prevention]]></article-title>
<source><![CDATA[Am Fam Physician]]></source>
<year>2011</year>
<volume>83</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>39-46</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
