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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Impacto da Língua Inglesa perante a Produção Científica de Pesquisadores Brasileiros na Área de Ortopedia]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: The aim of this study was to evaluate the impact of the English language proficiency on the scientific production by Brazilian researchers within the field of Orthopedics in the last five years. Material and Methods: The scientific production of researchers enrolled to the Post-Graduation Programs with fields of Orthopedics and Radiology from 2013 to 2017 was used. The Lattes Platform was used to survey the level of proficiency in English. Results: The results showed that global scientific production was expressive, being a total of 2590 complete scientific papers published in the last five years. The reading presented the highest score (2,8), followed by comprehension (2,7). Speaking and writing showed the lowest scores (2.6 for both questions). Reading showed a positive correlation, with significant statistically differences (p <0.05, r = 0.24). Speaking and comprehension showed a trend for an effect, but without significant statistically differences (p&gt; 0.05). Writing did not show remarkable differences (p&gt; 0.05; r = 0.16). Conclusion: Taken together, the results of this study demonstrate that English language proficiency impacts on the scientific production within the field of Orthopedics, but only reading seems to exert a positive correlation among the studied categories in this setting.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ortopedia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Impacto da Língua Inglesa perante a Produção Científica de Pesquisadores Brasileiros na Área de Ortopedia</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Milca Inácio de Oliveira Pascoal<sup>I</sup></b>; <b>Vivian Farkas Sodré Gonçalves<sup>I</sup></b>; <b>Rosana Aparecida Salvador Rossit<sup>I</sup></b>; <b>Sylvia Helena da Silva Souza Batista<sup>I</sup></b>; <b>Daniel Araki Ribeiro<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Programa de Pós-Graduação Inter-Disciplinar em Ciências da Saúde, Universidade Federal de S. Paulo, Brasil. S. Paulo. Brasil.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Objetivo: O objetivo desse estudo foi avaliar o impacto da profici&ecirc;ncia da l&iacute;ngua inglesa perante a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica por pesquisadores brasileiros na &aacute;rea de Ortopedia nos &uacute;ltimos cinco anos.</p>     <p>Material e M&eacute;todos: Foi levantada a produ&ccedil;&atilde;o cientifica de docentes credenciados em Programas de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da &Aacute;rea de Ortopedia e Radiologia no per&iacute;odo de 2013 a 2017. Utilizou-se a Plataforma Lattes para o levantamento do n&iacute;vel de profici&ecirc;ncia em ingl&ecirc;s dos mesmos.</p>     <p>Resultados: Os resultados mostraram que a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica global foi expressiva, a partir de um total de 2.590 artigos cient&iacute;ficos completos publicados no per&iacute;odo. O quesito leitura foi o que apresentou maior escore (2,8), seguido pela compreens&atilde;o (2,7). Os quesitos fala e escrita foram os que apresentaram menores escores (2,6 para ambos os quesitos). Somente o quesito leitura demonstrou correla&ccedil;&atilde;o positiva, com diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p&lt;0,05; r=0,24). Os quesitos fala e compreens&atilde;o demonstraram uma tend&ecirc;ncia para signific&acirc;ncia, por&eacute;m sem correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa (p&gt;0,05). O quesito escrita n&atilde;o demonstrou correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis avaliadas (p&gt;0,05; r=0,16).</p>     <p>Conclus&atilde;o: Em suma, os resultados desse estudo demonstram que a profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa impacta na produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento na &aacute;rea de Ortopedia, por&eacute;m somente o quesito leitura parece exercer uma correla&ccedil;&atilde;o positiva dentre as vari&aacute;veis avaliadas nesse estudo.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Ortopedia, Conhecimento, Comunicação. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Objective: The aim of this study was to evaluate the impact of the English language proficiency on the scientific production by Brazilian researchers within the field of Orthopedics in the last five years.</p>     <p>Material and Methods: The scientific production of researchers enrolled to the Post-Graduation Programs with fields of Orthopedics and Radiology from 2013 to 2017 was used. The Lattes Platform was used to survey the level of proficiency in English.</p>     <p>Results: The results showed that global scientific production was expressive, being a total of 2590 complete scientific papers published in the last five years. The reading presented the highest score (2,8), followed by comprehension (2,7). Speaking and writing showed the lowest scores (2.6 for both questions). Reading showed a positive correlation, with significant statistically differences (p &lt;0.05, r = 0.24). Speaking and comprehension showed a trend for an effect, but without significant statistically differences (p&gt; 0.05). Writing did not show remarkable differences (p&gt; 0.05; r = 0.16). Conclusion: Taken together, the results of this study demonstrate that English language proficiency impacts on the scientific production within the field of Orthopedics, but only reading seems to exert a positive correlation among the studied categories in this setting.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Orthopedics, Knowledge, Communication. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Atualmente, &eacute; not&oacute;rio que a publica&ccedil;&atilde;o de artigos representa uma das mais importantes tarefas executadas por pesquisadores para dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico. Tal pr&aacute;tica permite o amplo e irrestrito acesso da informa&ccedil;&atilde;o em um curto espa&ccedil;o de tempo, por meio de vias de comunica&ccedil;&atilde;o especializadas que adotam o sistema de an&aacute;lise por pares para garantir a excel&ecirc;ncia do que &eacute; publicado. N&atilde;o obstante, a avalia&ccedil;&atilde;o de programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o sensu strictu em nosso pa&iacute;s &eacute; determinada, em grande parte, pelo n&uacute;mero de artigos cient&iacute;ficos publicados em peri&oacute;dicos qualificados pelos programas<sup>1,2</sup>.</p>
    <p>Uma vez a publica&ccedil;&atilde;o ter sido cumprida em determinado peri&oacute;dico, o conhecimento cient&iacute;fico ser&aacute; ent&atilde;o disseminado rapidamente, por meio de bases p&uacute;blicas, que indexam as revistas<sup>3</sup>. Portanto, a ado&ccedil;&atilde;o de um idioma internacional e &uacute;nico parece ser uma alternativa razo&aacute;vel e coerente para que esse conhecimento seja disseminado de modo mais eficiente e abrangente poss&iacute;vel. Dessa forma, o idioma ingl&ecirc;s tem sido adotado como a l&iacute;ngua oficial para publica&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico ao redor do mundo<sup>4</sup>. Nos dias atuais, o idioma ingl&ecirc;s &eacute; considerado a l&iacute;ngua oficial da ci&ecirc;ncia e tecnologia<sup>5</sup>. Dentre os argumentos apresentados para o frequente uso da l&iacute;ngua inglesa destaca-se o pragmatismo e a simplicidade da estrutura gramatical quando comparada a outros idiomas<sup>6,7</sup>.</p>
    <p>Todavia, a utiliza&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua inglesa para a publica&ccedil;&atilde;o de artigos cient&iacute;ficos impacta negativamente em pesquisadores ao redor do mundo cujo idioma materno n&atilde;o &eacute; o ingl&ecirc;s, como por exemplo, o Brasil e outros pa&iacute;ses pertencentes &agrave; Am&eacute;rica Latina, Europa e &Aacute;sia. Isso &eacute; devido ao fato de que &eacute; dif&iacute;cil resgatar a informa&ccedil;&atilde;o, bem como produzir artigos cient&iacute;ficos quando n&atilde;o h&aacute; pleno dom&iacute;nio da l&iacute;ngua inglesa. De fato, o impacto da l&iacute;ngua inglesa na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica no Brasil &eacute; destaque j&aacute; nas fases mais incipientes do processo de forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Em um estudo anterior com alunos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de mestrado ou doutorado em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de demonstrou-se que a profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa desempenha papel crucial na qualidade das disserta&ccedil;&otilde;es ou teses, incluindo a publica&ccedil;&atilde;o dos resultados<sup>8</sup>. Ler artigos cient&iacute;ficos publicados em ingl&ecirc;s torna-se uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil para estudantes que n&atilde;o possuem pleno dom&iacute;nio do idioma. Em 2007, Vasconcelos<sup>9</sup> assumiu que o n&iacute;vel de profici&ecirc;ncia em ingl&ecirc;s, especialmente no quesito escrita, reflete majoritariamente sobre o n&uacute;mero total de artigos cient&iacute;ficos publicados por pesquisadores, em que a l&iacute;ngua m&atilde;e n&atilde;o &eacute; o ingl&ecirc;s.</p>
    <p>O mesmo autor revelou ainda que pesquisadores cujo primeiro idioma &eacute; o ingl&ecirc;s det&ecirc;m vantagens sobre aqueles que n&atilde;o o possuem<sup>9</sup>. Tais resultados levou-nos a uma reflex&atilde;o acerca de se avaliar quantitativamente o impacto da profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa sobre a produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento na &aacute;rea de Ortopedia, particularmente porque essa abordagem n&atilde;o fora executada at&eacute; o presente momento. Certamente, tais resultados auxiliar&atilde;o no entendimento da relev&acirc;ncia do dom&iacute;nio do ingl&ecirc;s nessa &aacute;rea.</p>
    <p>Por essa raz&atilde;o, o objetivo desse estudo foi investigar o impacto da l&iacute;ngua inglesa perante a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de pesquisadores brasileiros na &aacute;rea de Ortopedia. Para isso, uma an&aacute;lise quantitativa entre o n&uacute;mero total de artigos publicados por pesquisadores da &aacute;rea e a profici&ecirc;ncia autodeclarada em l&iacute;ngua inglesa foram mensurados.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">MATERIAL E MÉTODOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Trata-se de uma pesquisa documental, descritiva, de abordagem quantitativa.</p>
    <p>Dados documentais referentes &agrave; autodeclara&ccedil;&atilde;o de profici&ecirc;ncia em ingl&ecirc;s e produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica neste idioma foram extra&iacute;dos da Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq), ag&ecirc;ncia do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia, Inova&ccedil;&otilde;es e Comunica&ccedil;&otilde;es.</p>
    <p>A defini&ccedil;&atilde;o da amostra teve como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o os curr&iacute;culos do corpo docente permanente de programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o stricto sensu da Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES) da &aacute;rea de Ortopedia, Traumatologia e/ou Radiologia (uma dessas palavras deveria constar no t&iacute;tulo do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o).</p>
    <p>Utilizou-se a Plataforma Lattes para o levantamento do n&iacute;vel de profici&ecirc;ncia dos docentes. Ela oferece quatro quesitos de autodeclara&ccedil;&atilde;o de profici&ecirc;ncia: <em>l&ecirc;, fala, escreve e compreende</em>, ao passo que o docente pode definir o seu n&iacute;vel de profici&ecirc;ncia da seguinte forma: n&atilde;o declarado, pouco conhecimento, conhecimento razo&aacute;vel e bom conhecimento. A cada um dos n&iacute;veis, procedeu-se a quantifica&ccedil;&atilde;o desses crit&eacute;rios a partir dos seguintes escores: 0 (zero) - n&atilde;o declarado; 1 (um) - pouco conhecimento; 2 (dois) - conhecimento razo&aacute;vel; e 3 (tr&ecirc;s) - bom conhecimento.</p>
    <p>A coleta de dados foi realizada da seguinte forma a fim de cumprir os objetivos dessa pesquisa: levantamento da quantidade de artigos cient&iacute;ficos completos que foram publicados no per&iacute;odo de janeiro de 2013 a outubro de 2017 pelos pesquisadores pertencentes ao corpo de orientadores dos programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o ora selecionados. Para isso, compilaramse nas bases de dados (<em>Scielo, Pubmed, Medline, Web of Science</em>) os t&iacute;tulos dos artigos apresentados nos seus respectivos curr&iacute;culo Lattes.</p>
    <p>Os escores num&eacute;ricos foram organizados em planilha do <em>Excel</em> e submetidos a tratamento estat&iacute;stico por meio de correla&ccedil;&atilde;o de <em>Spearman</em> a fim de se verificar poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es entre os par&acirc;metros da l&iacute;ngua inglesa e produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica total dos docentes utilizando o programa estat&iacute;stico <em>Biostat</em> 5.0 (Maring&aacute;, PR, Brasil). Em todas as an&aacute;lises fixou-se o p&lt;0.05 para signific&acirc;ncia estat&iacute;stica.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Um total de cinco programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o sensu strictu foram inclusos nesse estudo, uma vez que cumpriam os crit&eacute;rios estabelecidos para se avaliar a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica na &aacute;rea de Ortopedia. Desses programas, foram extra&iacute;dos um total de 82 pesquisadores, que contabilizaram uma produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica global expressiva: um total de 2.590 artigos cient&iacute;ficos completos no per&iacute;odo avaliado. Da mesma forma, a produ&ccedil;&atilde;o individual foi tamb&eacute;m consider&aacute;vel, uma vez que cada pesquisador publicou em m&eacute;dia 31 artigos cient&iacute;ficos no &uacute;ltimo quinqu&ecirc;nio, com uma m&eacute;dia de sete artigos cient&iacute;ficos por ano. Tais resultados est&atilde;o apresentados na <a name="topt1"></a><a href="#t1">Tabela 1</a>.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="t1"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a03t1.jpg" width="387" height="164" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>A <a name="topt2"></a><a href="#t2">Tabela 2</a> mostra a m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o dos resultados referentes aos escores proferidos pelos pesquisadores nos seus respectivos curr&iacute;culos Lattes no que tange &agrave; profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa. Os quesitos ora declarados obtiveram resultados semelhantes, sendo a leitura o que apresentou maior escore (2,8), seguido pela compreens&atilde;o (2,7). Os quesitos fala e escrita foram os que apresentaram menores escores (2,6 para ambos os quesitos).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="t2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a03t2.jpg" width="388" height="198" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Quando se avaliou a correla&ccedil;&atilde;o entre as categorias de profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa proferidas nos respectivos curr&iacute;culos dos pesquisadores com o total de artigos publicados, resultados interessantes foram observados. Curiosamente, somente o quesito leitura demonstrou correla&ccedil;&atilde;o positiva, com diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p&lt;0,05; r=0,24). Os quesitos fala e compreens&atilde;o demonstraram uma tend&ecirc;ncia para signific&acirc;ncia, por&eacute;m sem correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa (p&gt;0,05). O quesito escrita n&atilde;o demonstrou correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis avaliadas (p&gt;0,05; r=0,26). Entretanto, quando todas as categorias foram agrupadas a fim de mensurar o pleno dom&iacute;nio do idioma ingl&ecirc;s, uma correla&ccedil;&atilde;o positiva fora detectada entre o n&uacute;mero total de artigos publicados com diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p&lt;0,05; r=0,22). Tais resultados est&atilde;o apresentados na <a name="topt3"></a><a href="#t3">Tabela 3</a>.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="t3"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a03t3.jpg" width="388" height="291" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>O impacto dos resultados obtidos nesse estudo est&atilde;o sumarizados na <a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v26n2/26n2a03f1.jpg" width="386" height="339" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O objetivo desse estudo foi avaliar o impacto da l&iacute;ngua inglesa perante a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de pesquisadores brasileiros da &aacute;rea de Ortopedia. Para isso, a autodeclara&ccedil;&atilde;o proferida nos seus respectivos curr&iacute;culos Lattes foi mensurada, bem como o total de artigos cient&iacute;ficos publicados pelos mesmos no &uacute;ltimo quinqu&ecirc;nio. Tal abordagem &eacute; relevante e necess&aacute;ria em virtude do aumento na demanda por dissemina&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico em uma perspectiva globalizada<sup>10,11</sup>, aliado ao fato de que n&atilde;o h&aacute; estudos sobre o assunto at&eacute; o presente momento nessa &aacute;rea.</p>
    <p>De acordo com Carratal&aacute;-Munuera et al.<sup>12</sup>, que idealizaram um estudo bibliom&eacute;trico sobre a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica na &aacute;rea de cuidados prim&aacute;rios em sa&uacute;de, o idioma ingl&ecirc;s foi detectado como a l&iacute;ngua predominante nas publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas. Na &aacute;rea de psiquiatria, o n&uacute;mero de artigos publicados que n&atilde;o est&atilde;o na l&iacute;ngua inglesa tamb&eacute;m &eacute; baixo<sup>13</sup>. Desse modo, observa-se que o impacto da l&iacute;ngua inglesa na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em diversas &aacute;reas da sa&uacute;de &eacute; bastante relevante na produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico.</p>
    <p>Tem sido estabelecido que existem varias dificuldades no dom&iacute;nio da l&iacute;ngua inglesa em um n&iacute;vel considerado proficiente. Certamente, esse quadro impacta negativamente na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e promove diversos obst&aacute;culos no que diz respeito &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento em nosso pa&iacute;s<sup>14</sup>. Levando-se em considera&ccedil;&atilde;o a relev&acirc;ncia da dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico e a necessidade de formar pesquisadores capazes de produzir conhecimento de alto n&iacute;vel, a profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa perfaz cientistas mais competitivos, especialmente na &aacute;rea da sa&uacute;de. O conhecimento dentro dessa expertise est&aacute; intimamente associado com publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas que s&atilde;o mandat&oacute;rias para a aplica&ccedil;&atilde;o de protocolos terap&ecirc;uticos e outras decis&otilde;es relacionadas aos cuidados aplicados &agrave; sa&uacute;de humana, seja na &aacute;rea de preven&ccedil;&atilde;o, interven&ccedil;&atilde;o, reabilita&ccedil;&atilde;o ou educa&ccedil;&atilde;o<sup>15</sup>.</p>
    <p>Nossos resultados demonstraram que a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica na &aacute;rea da Ortopedia &eacute; alta considerando o &uacute;ltimo quinqu&ecirc;nio, uma vez que foi detectado um total de 2590 artigos publicados. Da mesma forma, observou-se que cada pesquisador publicou em m&eacute;dia sete artigos cient&iacute;ficos por ano, o que ratifica a alta produtividade na &aacute;rea de Ortopedia em nosso pa&iacute;s. No que tange &agrave; autodeclara&ccedil;&atilde;o obtida nos respectivos curr&iacute;culos Lattes dos pesquisadores, um elevado n&iacute;vel de profici&ecirc;ncia tamb&eacute;m foi observado, sendo que a leitura obteve maior escore, seguido pela compreens&atilde;o e, finalmente, pela fala e escrita. Os quesitos fala e compreens&atilde;o parecem desempenhar maior facilidade no dom&iacute;nio da l&iacute;ngua inglesa quando comparados aos outros quesitos estudados. Alguns autores t&ecirc;m se dedicado ao estudo do aprendizado e dom&iacute;nio do idioma ingl&ecirc;s.</p>
    <p>Almeida<sup>16</sup> tem postulado que a leitura &eacute; a habilidade mais desenvolvida por estudantes acad&ecirc;micos em virtude da cobran&ccedil;a dedicada &agrave; leitura e escrita de textos. Rose<sup>17</sup> demonstrou que a leitura envolve uma linguagem receptiva a partir de um texto pronto, enquanto que a escrita imp&otilde;e um dom&iacute;nio maior de habilidades, tais como gram&aacute;tica e vocabul&aacute;rio; o que torna o dom&iacute;nio desse quesito mais complexo. Nossos resultados s&atilde;o consistentes com tais resultados, sendo confirmados inclusive por outros autores nessa &aacute;rea<sup>18</sup>.</p>
    <p>Quando o impacto da l&iacute;ngua inglesa foi correlacionado com o total de artigos publicados pelos pesquisadores brasileiros no &uacute;ltimo quinqu&ecirc;nio, os resultados demonstraram que somente a categoria leitura demonstrou correla&ccedil;&atilde;o positiva. Os quesitos fala e compreens&atilde;o demonstraram uma tend&ecirc;ncia para uma correla&ccedil;&atilde;o positiva, por&eacute;m sem signific&acirc;ncia estat&iacute;stica. Surpreendentemente, o quesito escrita n&atilde;o impactou positivamente na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>
    <p>Entretanto, quando todos os quesitos foram&nbsp; agrupados, novamente se observou uma correla&ccedil;&atilde;o positiva entre o numero de artigos publicados. Dessa forma, poder-se-ia supostamente afirmar que, a partir desses resultados apresentados, o idioma ingl&ecirc;s impacta positivamente na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de pesquisadores na &aacute;rea de Ortopedia, uma vez que uma correla&ccedil;&atilde;o positiva global fora detectada, aliada ao fato de que valores elevados dos escores em todas as categorias e do n&uacute;mero total de artigos foram encontrados. Todavia, somente a leitura parece exercer alguma influ&ecirc;ncia positiva dentre os quesitos avaliados. Esses resultados confirmam parcialmente a hip&oacute;tese desse estudo, uma vez que n&atilde;o se conseguiu demonstrar a correla&ccedil;&atilde;o positiva para os quesitos mais diretamente relacionados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de artigos, ou seja, leitura e escrita. Tais achados foram observados por outros autores que investigaram o assunto<sup>8</sup>. Cumpre destacar que a autodeclara&ccedil;&atilde;o proferida nos respectivos curr&iacute;culos Lattes dos pesquisadores n&atilde;o necessariamente significa que haja uma profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa. De acordo com Zanella<sup>19</sup>, somente testes de profici&ecirc;ncia internacionalmente reconhecidos, tais como TOEFL, Michingan, Cambridge, etc. poder&atilde;o atestar a profici&ecirc;ncia individual com exatid&atilde;o. Outra quest&atilde;o se refere ao fato que este estudo compilou todos os artigos publicados, independentemente do idioma, ou seja, publicados em ingl&ecirc;s ou n&atilde;o. Esse fato poderia auxiliar na interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados, visto que o impacto da profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa na produ&ccedil;&atilde;o de artigos exclusivamente em ingl&ecirc;s parece ser mais forte e expressivo do que a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica global. De fato, tal an&aacute;lise n&atilde;o fora abordada nesse estudo, uma vez que a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de artigos n&atilde;o publicados em ingl&ecirc;s n&atilde;o deve ser ignorada, pois a dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico &eacute; importante na &aacute;rea de sa&uacute;de para que estabele&ccedil;a rela&ccedil;&otilde;es entre os profissionais dessa &aacute;rea<sup>20</sup>. Publica&ccedil;&otilde;es em portugu&ecirc;s ou espanhol, por exemplo, podem, da mesma forma, serem importantes n&atilde;o somente para comunica&ccedil;&atilde;o entre os pesquisadores locais, mas tamb&eacute;m para favorecer o processo de aprendizagem em &acirc;mbito acad&ecirc;mico nos n&iacute;veis iniciais de forma&ccedil;&atilde;o, tais como: alunos de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, cursos de especializa&ccedil;&atilde;o <em>lattu sensu</em> ou trabalhos de conclus&atilde;o de curso<sup>21</sup>. Portanto, estudos adicionais s&atilde;o necess&aacute;rios a fim de se elucidar o real impacto do idioma ingl&ecirc;s na produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento na &aacute;rea de Ortopedia, seja em ingl&ecirc;s ou n&atilde;o, bem como identificar outras vari&aacute;veis que podem impactar na mesma, tais como a pouca oferta de cursos de p&oacute;s gradua&ccedil;&atilde;o exclusivamente dedicados &agrave; &aacute;rea de Ortopedia, conforme se detectou nesse presente trabalho.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Em suma, os resultados desse estudo demonstram que a profici&ecirc;ncia em l&iacute;ngua inglesa impacta na produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento na &aacute;rea de Ortopedia. Entretanto, somente o quesito leitura demonstrou correla&ccedil;&atilde;o positiva, dentre as vari&aacute;veis avaliadas nesse estudo.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Goulart S, Carvalho CA. O caráter da internacionalização da produção científica e sua acessibilidade restrita. Rev Adm Comtemp. 2008; 12 (3): 835-853</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320111&pid=S1646-2122201800020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Picardi N. Rules to be adopted for publishing a scientific paper. Annals Italian Chir. 2016; 87 (1): 1-9</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320112&pid=S1646-2122201800020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Frandkin C. A summary evaluation of the top-five Brazilian psychology journals by native english-language schoolars. Psychology/Psicologia, reflexão e crítica. 2015; 28 (1): 99-111</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320113&pid=S1646-2122201800020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Valkimadi PE, Karageorgopolous DE, Vliagoftis H, Falagas ME. Increasing dominance of English in publications archieved by Pubmed. Scientometrics. 2009; 81 (1): 219-223</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320114&pid=S1646-2122201800020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Hamel RE. The dominance of English in the international scientific periodical literature and the future of language use in science. Aila Rev. 2007; 20 (1): 53-71</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320115&pid=S1646-2122201800020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6.  Meneghini R, Packer AL. Is there science beyond English? Initiatives to increase the quality and visibility of non-English publications might help to break down language barriers in scientific communication. EMBO Rep. 2007; 8 (2): 112-116</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320116&pid=S1646-2122201800020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Vasconcelos SMR, Sorenson MM. A new input indicator for the assessment of science & technology research?. Scientometrics. 2009; 80: 217-230</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320117&pid=S1646-2122201800020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Abdalla SR, Batista NA. A língua inglesa e a formação de mestres e doutores na área da saúde. Rev Bras Educ Med. 2010; 34: 74-81</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320118&pid=S1646-2122201800020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Vasconcelos SM. Scientist-friendly policies for non-native english-speaking authors: timely and welcome. 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Rev Bras Analise Comport. 2012; 1 (1): 29-50</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320127&pid=S1646-2122201800020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">18. Deane P, Odendah N, Quinlan T, Fowles M, Welsh C, Bivens-Tatum J. Cognitive Models of Writing: Writing Proficiency as a Complex Integrated Skill. ETS Reports. 2008; 7: 102-105</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320128&pid=S1646-2122201800020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">19. Grear BJ, Zanella DAV. A exigência de proficiência em língua estrangeira na Pós-graduação em Educação. Rev Estudos Universit. 2016; 29: 127-148</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320129&pid=S1646-2122201800020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">20. Gamba EC, Packer AL, Meneguini R. Pathways to internationalize Brazilian journals of psychology. Psychology/Psicologia, reflexão e crítica. 2010; 28: 66-71</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320130&pid=S1646-2122201800020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">21. Forattini OP. A língua franca da ciência. Rev Saúde Pública. 1997; 31: 3-8</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1320131&pid=S1646-2122201800020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Daniel Araki Ribeiro, DDS, PhD    <br>Av. Ana Costa, 95 - Vila Mathias    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>Santos / SP 11060-001    <br>BRASIL    <br>Telefone: +55 (13) 3878 3756    <br><a href="mailto:daribeiro@unifesp.br">daribeiro@unifesp.br</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2018-01-09</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2018-05-10</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2018-05-13</font></p>     ]]></body><back>
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