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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[El análisis del trabajo: longevidad y desarrollo de un concepto]]></article-title>
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<article-title xml:lang="fr"><![CDATA[L’analyse du travail: longévité et développement d’un concept]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Conservatoire National des Arts et Métiers Centre de Recherche sur le Travail et le Développement Groupe de Recherche et d’Etude sur l’Histoire du Travail et de l’Orientation]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"> <b>TEXTOS HIST&Oacute;RICOS</b></p>     <p>&nbsp;</p> <b>    <p>     El an&aacute;lisis del trabajo: longevidad y desarrollo de un concepto </p>     <p>     A an&aacute;lise do trabalho: longevidade e desenvolvimento de um conceito </p>     <p>     L&#8217;analyse du travail: long&eacute;vit&eacute; et d&eacute;veloppement d&#8217;un concept </p>     <p>     Work analysis: longevity and development of a concept </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> Anne Lancry-Hoestlandt</p></b>     <p>     Conservatoire National des Arts et M&eacute;tiers (CNAM)     Centre de Recherche sur le Travail et le D&eacute;veloppement (CRTD)     Groupe de Recherche et d&#8217;Etude sur l&#8217;Histoire du Travail et de l&#8217;Orientation (GRESHTO)     41 Rue Gay Lussac 75005 Paris     France </p>     <p><a href="mailto:anne.lancry@cnam.fr">anne.lancry@cnam.fr</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     Este texto de Guy Karnas e Pierre Salengros [<a name="top1"></a><a href="#1">1</a>] &eacute; uma das comunica&ccedil;&otilde;es     proferidas no decurso do Col&oacute;quio intitulado &#8220;A ergonomia     em inform&aacute;tica&#8221; organizado em Nivelles na B&eacute;lgica, em     Novembro de 1985 por Ren&eacute; Patesson e pelo Grupo de pesquisas     em inform&aacute;tica e ci&ecirc;ncias humanas da Universit&eacute; Libre de Bruxelles     (1986). Investigadores do laborat&oacute;rio dirigido por Jean-Marie     Faverge &#8211; laborat&oacute;rio que tinha estado implicado nas primeiras     pesquisas europeias promovidas pela Comunidade Europeia do     Carv&atilde;o e do A&ccedil;o (CECA) &#8211; Karnas e Salengros desenvolveram a     pr&aacute;tica da an&aacute;lise do trabalho numa grande variedade de postos     e de situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, enquanto m&eacute;todo e enquanto objeto.</p>     <p>     Eles definem neste artigo &#8220;que ela (a an&aacute;lise do trabalho) n&atilde;o     pode portanto conceber-se sen&atilde;o por refer&ecirc;ncia a um objetivo em     rela&ccedil;&atilde;o ao qual &eacute; &#8216;m&eacute;todo&#8217;&#8221; (p. 332, tradu&ccedil;&atilde;o livre). Esta corrente     de pesquisas e de pr&aacute;ticas &eacute; oriunda dos trabalhos de Ombredane     e Faverge nesse mundo dos anos 50 e 60 em que o trabalho era     mais f&iacute;sico e em que as transmiss&otilde;es dos sinais informativos n&atilde;o     eram muito simbolizadas. &Eacute; particularmente interessante constatar     e relembrar que esta corrente de pesquisas est&aacute; vivamente     presente nos anos 80 em sectores de atividade diversos cujo     desenvolvimento tecnol&oacute;gico, em r&aacute;pida e constante expans&atilde;o,     veio perturbar e modificar radicalmente a quase totalidade das     situa&ccedil;&otilde;es de trabalho. </p>     <p>     O prop&oacute;sito dos autores &eacute; o de mostrar que trinta anos ap&oacute;s a     edi&ccedil;&atilde;o da obra de refer&ecirc;ncia de Ombredane e Faverge (1955), os     princ&iacute;pios fundadores da an&aacute;lise do trabalho eram suficientemente     robustos e evolutivos para permitir a an&aacute;lise de situa&ccedil;&otilde;es     de trabalho completamente novas e desconhecidas das dos anos     50. Agora, quase 60 anos ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o desta obra, esses conceitos     s&atilde;o ainda ricos em novos desenvolvimentos adaptados &agrave;s     novas evolu&ccedil;&otilde;es do trabalho. Foi o que p&ocirc;s em evid&ecirc;ncia a jornada     de estudo organizada pelo GRESHTO-CRTD no CNAM [<a name="top2"></a><a href="#2">2</a>]     em 2012 consagrada ao livro de Andr&eacute; Ombredane e Jean-Marie </p>     <p>     Faverge publicado em 1955: &#8220;A an&aacute;lise do trabalho. Fator de economia     humana e de produtividade&#8221; [<a name="top3"></a><a href="#3">3</a>]. </p>     <p>     Faverge, retomado por Karnas e Salengros, constata que a ordem     cronol&oacute;gica da apari&ccedil;&atilde;o das an&aacute;lises do trabalho coincide     com a evolu&ccedil;&atilde;o das modifica&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas e ergon&oacute;micas     do trabalho. Citemos o texto original: &#8220;&#8211; trabalhar &eacute; ocupar-se     das posturas, realizar gestos; &#8211; trabalhar &eacute; tratar a informa&ccedil;&atilde;o,     &eacute; &#8216;comunicar&#8217; com a mat&eacute;ria, seja diretamente ou com a ajuda de     intermedi&aacute;rios mais ou menos complexos, desde o painel, bot&atilde;o,     pedal, at&eacute; ao computador ou rob&ocirc;, passando pelo aut&oacute;mato; - trabalhar     &eacute; tamb&eacute;m regular processos complexos originados, nomeadamente,     a partir de intera&ccedil;&otilde;es entre as c&eacute;lulas de um sistema     em que n&oacute;s mesmos somos um dos elementos (isso &eacute; evidente)     que &eacute; tamb&eacute;m um sistema; &#8211; finalmente, trabalhar &eacute; recorrer a     processos de pensamento que gerem as atividades anteriores;     assim, &eacute; implementar algoritmos, heur&iacute;sticas, representa&ccedil;&otilde;es, estrat&eacute;gias.     &Eacute; esse o dom&iacute;nio que passou a ser a ergonomia cognitiva&#8221; p. 332 e 333, tradu&ccedil;&atilde;o livre). </p>     <p>     No quadro desse col&oacute;quio respeitante &agrave; Ergonomia Inform&aacute;tica,     os autores relevam tr&ecirc;s caracter&iacute;sticas salientes a ter em conta     na an&aacute;lise do trabalho: &#8220;&#8211; a tomada de poder do homem sobre     a sua atividade, os movimentos de humaniza&ccedil;&atilde;o do trabalho e     o desenvolvimento das t&eacute;cnicas inform&aacute;ticas no quadro de uma     crise econ&oacute;mica com as suas consequ&ecirc;ncias na din&acirc;mica organizacional     da empresa&#8221; (p. 333 tradu&ccedil;&atilde;o livre). A previs&atilde;o (pelo     operador e n&atilde;o somente por um gabinete de m&eacute;todos), a regula&ccedil;&atilde;o     da atividade, a possibilidade de intervir numa cadeia de     disfuncionamentos (Faverge et al, 1966) s&atilde;o elementos decisivos     para o interesse e as compet&ecirc;ncias desenvolvidas no trabalho e     portanto da tomada de poder do homem sobre a sua atividade;     s&atilde;o aspetos importantes a pesquisar na an&aacute;lise do trabalho. Interligamos     essas observa&ccedil;&otilde;es com os trabalhos mais recentes de     Clot (2013) quando a prop&oacute;sito de uma reflex&atilde;o de Malrieu lembra     que &#8220;um trabalhador n&atilde;o pode viver duravelmente num of&iacute;cio     a menos que possa &#8220;fabricar&#8221; of&iacute;cio para trabalhar (&#8230;) o of&iacute;cio n&atilde;o     &eacute; apenas uma atividade pessoal ou interpessoal. &Eacute; tamb&eacute;m transpessoal     e impessoal, hist&oacute;ria coletiva e &#8220;gen&eacute;rica&#8221; de um dado     meio e normas sociais gerais e prescritas de uma profiss&atilde;o&#8221; (p. 148, tradu&ccedil;&atilde;o livre). </p>     <p>     Se voltarmos ao texto de 1986, os autores assinalam num segundo     ponto que conjuntamente com o desenvolvimento da an&aacute;lise     do trabalho numa perspetiva estritamente ergon&oacute;mica mais     centrada no posto de trabalho in situ, correntes de pesquisa em     psicologia social, sociologia, economia, interessaram-se pelos     contextos de vida na qual o trabalhador evolui. Os autores fazem     refer&ecirc;ncia aos estudos respeitantes &agrave;s liga&ccedil;&otilde;es entre a vida     no trabalho e a vida fora do trabalho abordando as quest&otilde;es     das representa&ccedil;&otilde;es do trabalho para o homem e os sistemas de     valores que lhe est&atilde;o ligados. Evocando os conflitos temporais     entre a vida no trabalho e fora dele assinalam as reinterpreta&ccedil;&otilde;es     poss&iacute;veis dos limiares de declara&ccedil;&otilde;es de acidentes ou dos     fatores influentes no absentismo, o que introduz a no&ccedil;&atilde;o de     &#8220;estilo&#8221;, refletindo a conce&ccedil;&atilde;o pessoal da vida no trabalho. Esta     revers&atilde;o do &acirc;ngulo sob o qual a ergonomia aborda o trabalho     (a pessoa fala para ela) leva inevitavelmente ao emprego de outros     m&eacute;todos na investiga&ccedil;&atilde;o e na an&aacute;lise, isto &eacute;, a entrevista e     o questionamento. </p>     <p>     Esta evolu&ccedil;&atilde;o permitiu aos erg&oacute;nomos enriquecer as suas an&aacute;lises     com pontos de vista psicossociais e trabalhar com psic&oacute;logos     sociais e psic&oacute;logos do trabalho. Aludimos aqui nomeadamente     no que respeita ao sistema de atividades vida no trabalho/vida     fora do trabalho, aos trabalhos conduzidos por Curie (2000) e ao     laborat&oacute;rio &#8220;Personaliza&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;as sociais&#8221; de Toulouse. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     No terceiro e &uacute;ltimo ponto da sua apresenta&ccedil;&atilde;o aborda-se o desenvolvimento das t&eacute;cnicas inform&aacute;ticas num contexto de crise econ&oacute;mica. Nos anos 80, fala-se     de postos votados &agrave; codifica&ccedil;&atilde;o de dados acompanhados pelo sentimento de perda de autonomia e de liberdade ao p&ocirc;r em pr&aacute;tica os procedimentos ou mesmo do     sentimento de despersonaliza&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o com os clientes. Os primeiros estudos neste dom&iacute;nio dizem respeito &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; m&aacute;quina e come&ccedil;am a aparecer     estudos sobre os aspetos psicossociol&oacute;gicos deste tipo de trabalho os quais v&atilde;o em seguida associar aos seus questionamentos uma an&aacute;lise do trabalho. O que     permitir&aacute;, nomeadamente, p&ocirc;r em evid&ecirc;ncia, por exemplo, que a famosa &#8220;resist&ecirc;ncia &agrave; mudan&ccedil;a&#8221; n&atilde;o &eacute; imput&aacute;vel a uma falta de motiva&ccedil;&atilde;o mas a uma perda da     possibilidade de antecipar a tarefa, de dominar a sua atividade e, se for o caso, de recuperar de uma situa&ccedil;&atilde;o degradada. </p>     <p>     Sem entrar em detalhe nestes estudos &eacute; tamb&eacute;m neste per&iacute;odo que, com Leplat (1992) e Leplat e Hoc (1983) &eacute; introduzida a distin&ccedil;&atilde;o entre an&aacute;lise da tarefa,     descritiva e diagn&oacute;stica (prescrita, efetiva e real) e a an&aacute;lise da atividade nos seus aspetos observ&aacute;veis e nos seus mecanismos subjacentes, inobserv&aacute;veis     e infer&iacute;veis. Numerosas t&eacute;cnicas ficam dispon&iacute;veis para objetivar a tarefa e s&atilde;o frequentemente necess&aacute;rias para p&ocirc;r em pr&aacute;tica a an&aacute;lise da atividade para     a qual, al&eacute;m da observa&ccedil;&atilde;o eventualmente filmada, se encontram as entrevistas e question&aacute;rios podendo associar-lhes os m&eacute;todos da psicologia cl&iacute;nica da     atividade (auto-confronta&ccedil;&atilde;o simples, cruzada e o m&eacute;todo do s&oacute;sia) (Clot, 2008). </p>     <p>     O enriquecimento da an&aacute;lise do trabalho e da an&aacute;lise da atividade acompanha, por um lado, o desenvolvimento de novas formas de trabalho e por outro,     importantes reflex&otilde;es sobre sectores de atividades antigas cuja evolu&ccedil;&atilde;o e disfuncionamentos colocam numerosas interroga&ccedil;&otilde;es. Em ergonomia novas tem&aacute;ticas     se desenvolveram, as quais mostram que &eacute; poss&iacute;vel transpor a an&aacute;lise do trabalho para situa&ccedil;&otilde;es em que se poderia pensar a priori que n&atilde;o diziam respeito     ao seu campo de aplica&ccedil;&atilde;o (dom&iacute;nios da ergonomia e da educa&ccedil;&atilde;o, da ergonomia e da multim&eacute;dia, da sa&uacute;de, da defici&ecirc;ncia, dos transportes, dos servi&ccedil;os)     (Lancry, 2009). </p>     <p>     O desenvolvimento da an&aacute;lise do trabalho em meio escolar (Lancry-Hoestlandt, 2013, 2014) &eacute; exemplo de um poss&iacute;vel reinvestimento. Tem como ponto de partida     os conceitos de tarefa e de atividade, especificando-os e enriquecendo-os nomeadamente com as no&ccedil;&otilde;es de prescri&ccedil;&atilde;o expl&iacute;cita e impl&iacute;cita e de tarefa     principal (a que &eacute; avaliada) e de tarefa secund&aacute;ria (pr&eacute; requisito ou pr&eacute;via &agrave; compreens&atilde;o e &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa principal). Este contributo permite     tamb&eacute;m abordar a no&ccedil;&atilde;o de fiabilidade retomando a conce&ccedil;&atilde;o de Faverge, do homem enquanto agente de fiabilidade e de infiabilidade para ele pr&oacute;prio e para o     sistema, da&iacute; a nossa retoma da defini&ccedil;&atilde;o de Leplat e de Terssac (1990): &#8220;estudo dos fatores (das modalidades de implementa&ccedil;&atilde;o e de elabora&ccedil;&atilde;o das     compet&ecirc;ncias) adequados &agrave; melhoria da qualidade do acoplamento homens X tarefas&#8221; (tradu&ccedil;&atilde;o livre). Em meio escolar trata-se de distinguir os fatores ou a     combina&ccedil;&atilde;o de fatores que favorecem, impedem ou complicam a realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa prescrita ou de tarefas secund&aacute;rias. Fala-se de indicadores de fiabilidade     quando o ator (ex: o aluno, o professor ou qualquer outro trabalhador) pode, pela sua a&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria acentuar ou provocar uma situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o fi&aacute;vel ou pelo     contr&aacute;rio transportar elementos corretores que otimizam a situa&ccedil;&atilde;o e inibem os efeitos negativos geradores de erros e disfuncionamentos, quer dizer quando     (ele) se torna agente de fiabilidade para si pr&oacute;prio ou para a estrutura. Estas primeiras abordagens t&ecirc;m de ser aprofundadas e completadas por uma an&aacute;lise     conjunta da atividade do aluno e do professor. </p>     <p>     Acresce portanto que &eacute; &uacute;til e precioso poder retomar e &#8220;voltar a dar a palavra&#8221; aos textos e pesquisas fundadoras das nossas disciplinas e constatar que as     atualiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o poss&iacute;veis e fecundas. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>REFERENCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b> </p>     <!-- ref --><p>     Clot, Y. (2008). Travail et pouvoir d&#8217;agir. Paris: PUF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000030&pid=S1646-5237201400020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Clot, Y. (2013). Philippe Malrieu et le travail: une personnalisation paralys&eacute;e? In A. Baubion-Broye, R. Dupuy &amp; Y. Pr&ecirc;teur. (Eds). Penser la     socialisation en psychologie. Actualit&eacute; de l&#8217;oeuvre de Philippe Malrieu (pp. 141-152). Toulouse: Er&egrave;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000032&pid=S1646-5237201400020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Curie, J. (2000). Travail, Personnalisation, Changements sociaux. Archives pour les histoires de la psychologie du travail. Toulouse: Octar&egrave;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000034&pid=S1646-5237201400020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Faverge,J-M., Olivier, M., Delahaut, J., Stephaneck, P., &amp; Falmagne, J.C. (1966). L&#8217;ergonomie des processus industriels. Bruxelles: Editions de     l&#8217;Institut de Sociologie de l&#8217;Universit&eacute; Libre de Bruxelles.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000036&pid=S1646-5237201400020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Lancry, A. (2009). L&#8217;ergonomie. Paris : PUF, Coll. Que sais-je? &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000038&pid=S1646-5237201400020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>     Lancry-Hoestlandt, A. (2013). A propos d&#8217;ergonomie scolaire. In A. Drouin, (coord.). Ergonomie. Travail, Conception, Sant&eacute;. Cinquantenaire de la Soci&eacute;t&eacute;     d&#8217;Ergonomie de Langue Fran&ccedil;aise - 1963-2013. (pp. 381-391).Toulouse: Octar&egrave;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000039&pid=S1646-5237201400020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Lancry-Hoestlandt, A. (&agrave; para&icirc;tre 2014). Le travail en herbe. L&#8217;analyse du travail en situation scolaire. In R. Ouvrier-Bonnaz &amp; A. Weill-Fassina     (coord.). &#8220;L&#8217;analyse du travail&#8221; Ruptures et Evolutions. Toulouse: Octar&egrave;s (&eacute;dition &eacute;lectronique en acc&egrave;s libre).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000041&pid=S1646-5237201400020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Leplat, J. (coord). (1992). L&#8217;analyse du travail en psychologie ergonomique. Recueil de textes. Tome 1. Toulouse: Octar&egrave;s. </p>     <!-- ref --><p>     Leplat, J., &amp; Hoc, J. M. (1983). T&acirc;che et activit&eacute; dans l&#8217;analyse psychologique des situations. Cahiers de psychologie cognitive, 3, 1, 49-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000044&pid=S1646-5237201400020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>     Leplat, J. &amp; de Terssac, G. (1990). Les facteurs humains de la fiabilit&eacute; dans les syst&egrave;mes complexes. Toulouse: Octar&egrave;s. </p>     <!-- ref --><p>     Ombredane, A. &amp; Faverge, J-M. (1955). L&#8217;analyse du travail. Paris: PUF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000047&pid=S1646-5237201400020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>     Patesson, R. (coord) (1986). L&#8217;Homme et l&#8217;&eacute;cran. Apports de l&#8217;ergonomie en informatique. Bruxelles: Editions de l&#8217;Universit&eacute; Libre de Bruxelles.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000049&pid=S1646-5237201400020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>COMO REFERENCIAR ESTE ARTIGO?</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Lancry-Hoestlandt, A. (2014). A an&aacute;lise do trabalho: longevidade e desenvolvimento de um conceito. Laboreal, 10(2), 88&#8211;91. <a href="http://dx.doi.org/10.15667/laborealx0214acpt" target="_blank">http://dx.doi.org/10.15667/laborealx0214acpt</a> </p>     <p>     A tradu&ccedil;&atilde;o deste artigo para portugu&ecirc;s foi realizada por Jo&atilde;o Viana Jorge </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>NOTAS</b> </p>     <p>     [<a name="1"></a><a href="#top1">1</a>] Karnas, G., &amp; Salengros, P (1986). L&#8217;analyse du travail trente ans apr&egrave;s Ombredane et Faverge. In R. Patesson. L'Homme et l'&eacute;cran. Aspects de     l'ergonomie en informatique (p.331-340). Colloque &#8220;L&#8217;ergonomie en informatique&#8221;, 1985, Nivelles. Bruxelles: Ed.de l'Universit&eacute; de Bruxelles. </p>     <p>     [<a name="2"></a><a href="#top2">2</a>] Groupe de Recherche et d&#8217;Etude Sur l&#8217;Histoire du Travail et de l&#8217;Orientation du Centre de Recherche sur le Travail et le D&eacute;veloppement du Conservatoire     National des Arts et M&eacute;tiers. </p>     <p>    [<a name="3"></a><a href="#top3">3</a>] Esta Jornada deu origem a uma obra coordenada por R. Ouvrier-Bonnaz e A. Weill-Fassina, do GRESHTO-CRTD, CNAM (a sair em 2014): &#8220;L&#8217;analyse du travail&#8221;     Ruptures et Evolutions. Ed. Octar&egrave;s. Toulouse (edi&ccedil;&atilde;o eletr&oacute;nica de acesso livre). </p>      ]]></body><back>
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