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</front><body><![CDATA[ <p align="right"> <b>DOSSIÊ TEMÁTICO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>     Modos de vida e trabalho: apresentação do dossiê </p>     <p>Modos de vida y trabajo: presentación del dossier</p>     <p>     Modes de vie et travail: présentation du dossier    <p>     <p>Ways of life and work: presentation of the dossier</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>Mary Yale Neves<sup>1</sup>; Hélder Muniz<sup>2</sup>; Maristela Botelho França<sup>3</sup>; Cláudia Osório<sup>4</sup></b> </p>     <p>    <sup>1</sup>Grupo de Pesquisas Gestão, Trabalho e Atividade - GESTA     Departamento de Psicologia - Instituto de Psicologia     Universidade Federal Fluminense     Rua Clarice Índio do Brasil, 30 apt 803, Botafogo, CEP 22.230-090     Rio de Janeiro, RJ - Brasil </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="mailto:myale@uol.com.br">myale@uol.com.br</a></p>     <p>    <sup>2</sup> Grupo de Pesquisas Gestão, Trabalho e Atividade - GESTA     Departamento de Psicologia - Instituto de Psicologia     Universidade Federal Fluminense     Rua Pinheiro Machado, 99/508, Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ. Cep 22231-090. </p>     <p>     <a href="mailto:heldermuniz@uol.com.br">heldermuniz@uol.com.br</a> </p>     <p>     <sup>3</sup>Grupo de Pesquisa Linguagens, trabalho e atividade de formação     Departamento de Processos Técnico-documentais     Escola de Letras     Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO     Av. Pasteur, 458 sala 413     Rio de Janeiro, RJ - Brasil </p>     <p>     <a href="mailto:mbfranca@hotmail.com">mbfranca@hotmail.com</a> </p>     <p>     <sup>4</sup>Núcleo de Estudos e Intervenção em Trabalho e Saúde (NUTRAS)     Programa de pós graduação em psicologia     Departamento de Psicologia - Instituto de Psicologia     Universidade Federal Fluminense     Rua São Manuel, 23 apt 201. Botafogo     Rio de Janeiro, RJ - Brasil </p>     <p><a href="mailto:claudia.osorio.uff@gmail.com">claudia.osorio.uff@gmail.com</a> </p>     <p>        <p>&nbsp;</p>        <p>&nbsp;</p> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     Os diferentes artigos reunidos neste dossiê temático refletem o percurso de uma rede de pesquisadores brasileiros com distintas formações: psicólogos,     linguistas, engenheiros e designers. Todos têm como afinidade uma influência marcante das abordagens clínicas do trabalho, entre elas a ergonomia da     atividade. Está presente também no grupo uma vinculação com a pesquisa realizada simultaneamente à intervenção em diferentes situações de trabalho, o que     tem levantado diversas questões de ordem ética, epistemológica e metodológica. O esforço de enfrentar em conjunto tais questões fez com que esse coletivo decidisse criar no Brasil, no interior da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia - ANPEPP, um Grupo de Trabalho (GT) intitulado    <strong>Modos de Vida e Trabalho</strong>. </p>     <p>     Esse GT iniciou-se no X Simpósio da ANPEPP em 2004. Sua proposição no âmbito dessa associação resultou, portanto, da interação sistemática -     interdisciplinar, multiprofissional, interinstitucional e interestadual - entre esses diversos docentes e pesquisadores, potencializando redes de diálogo e     intercâmbio já existentes, processo que remonta ao início dos anos 90. </p>     <p>     No movimento de constituição desse GT, consolidou-se o caráter transversal do <em>ponto de vista da atividade</em> para compreender&#8596;transformar os modos de     vida e trabalho, pautando-se por compromissos éticos, epistêmicos e políticos entre pesquisadores e protagonistas do trabalho em análise. </p>     <p>     Ao longo dos últimos anos, o grupo vem alcançando uma crescente produção conjunta, na forma de organização de eventos, organização de livros, publicação de     artigos e intercâmbios. </p>     <p>     Desde 2008 o GT indica um tema central a ser debatido em cada período entre os simpósios da ANPEPP que ocorrem a cada dois anos. Para o XV Simpósio,     realizado em maio de 2014, optou-se por uma discussão com ênfase em metodologias de pesquisa, intervenção e formação, debate que vem sendo enfrentado de     modo recorrente a partir dos anos 2010. </p>     <p>     O grupo já havia se decidido em Simpósio anterior pela construção de textos em parcerias acerca dessa temática a serem submetidos a um processo de análise     e discussão coletiva. Nessa direção, alguns esboços de artigos foram inicialmente debatidos no II Seminário Nacional sobre Metodologia de Pesquisa em Modos     de Vida e Trabalho, promovido pelo GT na Universidade Federal Fluminense, no estado do Rio de Janeiro, em setembro de 2013. Nesse <a name="_GoBack"></a>     evento, deu-se continuidade à discussão dos artigos no XV Simpósio, de 2014, que contou inclusive com a colaboração de uma pesquisadora externa ao grupo. </p>     <p>     Pretendeu-se, com esse encaminhamento, melhor refletir acerca dos diferentes dispositivos metodológicos e técnicos em curso nas práticas de     pesquisa-intervenção e formação que vêm sendo experimentadas pelos membros do GT. Para tanto, os textos produzidos foram divulgados previamente, de forma     que no Simpósio todos já os tinham lido e sobre eles tinham assinalado e enviado para os autores de cada texto os seus comentários e observações. Dessa     forma, exercitou-se a produção de artigos (em parceria), por meio da análise crítica e de debates, algo que se configurou como uma modalidade fecunda ao     favorecer um maior desenvolvimento coletivo. Como desdobramento dessa experimentação, encaminhou-se a proposta de organização destes materiais sob forma de     um dossiê a ser submetido para avaliação dos seus vários textos à Direção da Revista Laboreal. </p>     <p>     Após as fundamentais interlocuções com os pareceristas, os artigos evoluíram para essa versão final que se apresenta para um público mais abrangente, que     poderá ler e realimentar os debates com os autores, que não buscam outra coisa senão ampliar as possibilidades de controvérsias que possam contribuir para     o enriquecimento de seus pressupostos teóricos e metodológicos. Não há nenhuma pretensão maior de propor renovações metodológicas, mas sim de socializar     reflexões sobre a forma como têm sido realizadas as pesquisas e intervenções pelo grupo. Assim, espera-se que estes textos também sirvam de instrumento     para o desenvolvimento do ofício de pesquisadores analistas do trabalho que assumem, como sustenta Schwartz (2010), uma postura de desconforto intelectual,     sempre colocando em validação as ferramentas conceituais e metodológicas com as quais estão atuando, já que a atividade humana exige esse repensar permanente de saberes e valores. Estamos certos de que este dossiê é apenas um elo a mais na cadeia de diálogos sobre o trabalho vivo e, como tal, está no     <em>front</em> de contra-palavras. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>     <b>Referências bibliográficas</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Schwartz, Y. (2010). Trabalho e ergologia. In Y. Schwartz, &amp; L. Durrive (Orgs.). <em>Trabalho e ergologia: conversas sobre a atividade humana</em> (pp.25-46). 2ª ed. rev. e     ampl. Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000033&pid=S1646-5237201500010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>    <b>COMO REFERENCIAR ESTE ARTIGO?</b> </p>     <p>     Neves, M. Y., Muniz, H., França, M. B., &amp; Osório, C. (2014). Modos de vida e trabalho: apresentação do dossiê. <em>Laboreal</em>, 11 (1), 7-8.  <a href="http://dx.doi.org/10.15667/laborealxi0115myn"target="_blank">http://dx.doi.org/10.15667/laborealxi0115myn</a> </p> </html>     ]]></body><back>
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