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<institution><![CDATA[,Fundação Oswaldo Cruz  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"> <b>DAT&Aacute;RIO</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>8 de mar&ccedil;o - Dia Internacional das Mulheres</b> </p>     <p> <b>8 de marzo - D&iacute;a Internacional de las Mujeres</b> </p>     <p><b>8 mars - Journ&eacute;e Internationale de la Femme</b></p>     <p><b>March </b><b>8<sup>th</sup> - International Women&#8217;s Day</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>Simone Santos Oliveira [1], L&uacute;cia Rotenberg [2]</b> </p>     <p> [1] Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz Rua Leopoldo Bulh&otilde;es 1480, Manguinhos, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 21.041-210 <a href="mailto:simone@ensp.fiocruz.br">simone@ensp.fiocruz.br</a> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> [2] Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz Av. Brasil 4365, Manguinhos, Pavilh&atilde;o Lauro Travassos, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 21.045-900 <a href="mailto:rotenber@ioc.fiocruz.br">rotenber@ioc.fiocruz.br</a> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr>     <p> <b> O 8 de mar&ccedil;o como marco do movimento pela igualdade entre homens e mulheres </b> </p>     <p> O Dia Internacional das Mulheres, 8 de mar&ccedil;o, se consolidou como data comemorativa dos esfor&ccedil;os da luta do movimento feminista. N&atilde;o foi institu&iacute;do a partir de uma &uacute;nica data ou evento – ele &eacute; resultado da necessidade de comunicar uma luta ampla que permeou v&aacute;rios setores das sociedades ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Ampliar o entendimento hist&oacute;rico dessa data contribui para reconhecer o contexto pol&iacute;tico expresso pela conflu&ecirc;ncia da luta das trabalhadoras, do movimento socialista e da luta feminista, assim como sua import&acirc;ncia na atualidade. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>1. Acerca da data</b> </p>     <p> Recuperar a hist&oacute;ria do Dia Internacional das Mulheres possibilita evidenciar as dif&iacute;ceis discuss&otilde;es e embates da luta pela igualdade entre mulheres e homens, que se alinham &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es estruturais da sociedade. Em geral, a origem da comemora&ccedil;&atilde;o deste dia est&aacute;´ associada ao inc&ecirc;ndio da f&aacute;brica t&ecirc;xtil <i>Triangle Shirtwaist Company</i>, em 25 de mar&ccedil;o de 1911, no qual morreram 146 trabalhadores, sendo pelo menos 123 mulheres. Um inc&ecirc;ndio que de fato existiu, marcando o movimento oper&aacute;rio dos Estados Unidos, mas cuja hist&oacute;ria n&atilde;o se vincula a` proposi&ccedil;&atilde;o de um dia de luta das mulheres e, tampouco, a` defini&ccedil;&atilde;o da data de sua comemora&ccedil;&atilde;o (Gonz&aacute;lez, 2010; Bay, 2001). </p>     <p> Em 1910, durante a Segunda Confer&ecirc;ncia Internacional de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Clara Zetkin, l&iacute;der alem&atilde; do movimento, j&aacute; havia proposto a cria&ccedil;&atilde;o de um dia internacional dedicado &agrave; luta das mulheres, sem definir uma data espec&iacute;fica (Blay, 2001). O direito ao voto era a reivindica&ccedil;&atilde;o central das mulheres em grande parte dos pa&iacute;ses no mundo e, em torno dele, a ideia da import&acirc;ncia do dia se fortaleceu. No entanto, segundo alguns estudos, o que definiu essa data foram as manifesta&ccedil;&otilde;es das mulheres na R&uacute;ssia, no dia 8 de mar&ccedil;o de 1917 (dia 23 de fevereiro, segundo o antigo calend&aacute;rio Juliano). A greve das oper&aacute;rias t&ecirc;xteis e a revolta das mulheres contra a escassez de alimentos foi o estopim da Revolu&ccedil;&atilde;o de Fevereiro de 1917 na R&uacute;ssia. </p>     <p> Para relembrar a a&ccedil;&atilde;o das mulheres na hist&oacute;ria da Revolu&ccedil;&atilde;o Russa, o Dia Internacional das Mulheres passou a ser comemorado de forma unificada no dia 8 de marc¸o. A decis&atilde;o de unifica&ccedil;&atilde;o da data foi tomada na Confer&ecirc;ncia de Mulheres Comunistas, coincidindo com o Congresso da Terceira Internacional, realizado em Moscou, em 1921. Parte dessa hist&oacute;ria, entretanto, ficou esquecida durante v&aacute;rios anos. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Somente a partir da d&eacute;cada de 1960, o Dia Internacional das Mulheres e´ retomado com destaque como data de luta do movimento. A existe&#094;ncia de um dia comum tem um papel significativo de mobilizac¸a~o e a incorporac¸a~o pela ONU, em 1975, do 8 de Marc¸o como data mundial contribui para isso (Bay, 2001). Portanto, quando novamente ganharam f&ocirc;lego as comemora&ccedil;&otilde;es, muitas vers&otilde;es s&atilde;o contadas, se confundem, se criam. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>2. Produ&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o</b> </p>     <p> Com os desafios e limites de cada &eacute;poca, o movimento feminista ganha envergadura quando entende que o modo de produ&ccedil;&atilde;o capitalista isola produ&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o, reduzindo o conceito de trabalho ao trabalho produtivo remunerado, excluindo assim toda a contribui&ccedil;&atilde;o do trabalho social constitu&iacute;do no &acirc;mbito dom&eacute;stico (Sorj, 2003). </p>     <p> Pode-se dizer tamb&eacute;m que a invisibilidade do trabalho social feminino se expressa em sua exclus&atilde;o da contabilidade das riquezas de um pa&iacute;s. O debate sobre o conceito de trabalho levou de fato &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de um novo enfoque te&oacute;rico das rela&ccedil;&otilde;es entre o trabalho feminino na esfera dom&eacute;stica e a contabilidade nacional. Melo, Considera e Di Sabbato (2007), partindo da premissa de que o trabalho dom&eacute;stico &eacute; essencial para o desenvolvimento da sociedade, propuseram ali&aacute;s um exerc&iacute;cio metodol&oacute;gico de c&aacute;lculo do valor deste trabalho a partir de levantamentos estat&iacute;sticos sobre o uso do tempo das popula&ccedil;&otilde;es. </p>     <p> Assim, em oposi&ccedil;&atilde;o ao argumento de que s&atilde;o esferas regidas por diferentes princ&iacute;pios, o feminismo argumenta que o trabalho produtivo remunerado e o trabalho social realizado pelas mulheres se articulam profundamente e, frequentemente, em seu preju&iacute;zo, j&aacute; que o espa&ccedil;o dom&eacute;stico, n&atilde;o raras vezes, influencia negativamente as oportunidades nas carreiras, as atribui&ccedil;&otilde;es dos postos de trabalho e os sal&aacute;rios das mulheres (Sorj, 2003). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>3. A divis&atilde;o sexual do trabalho</b> </p>     <p> O conceito de divis&atilde;o sexual do trabalho se refere n&atilde;o s&oacute; &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o desigual de mulheres e homens no mercado de trabalho, mas remete a uma &#8220;diferencia&ccedil;&atilde;o para hierarquizar as atividades e, portanto, os sexos, em suma, para criar um sistema de g&ecirc;nero&#8221; (Hirata &amp; Kergoat, 2007, p. 596). O movimento feminista deu visibilidade &agrave; explora&ccedil;&atilde;o capitalista baseada na divis&atilde;o sexual do trabalho e permitiu compreender melhor as rela&ccedil;&otilde;es de poder e de opress&atilde;o que mant&ecirc;m a desigualdade entre mulheres e homens, que se perpetuaram mesmo em sociedades que tentaram romper com a desigualdade de classes. Helena Hirata defende por isso que classe, ra&ccedil;a e sexo s&atilde;o categorias indissoci&aacute;veis, assim como trabalho profissional e trabalho dom&eacute;stico (Hirata, 2018). Neste sentido, Dani&egrave;le Kergoat &eacute; conhecida por ter real&ccedil;ado a complexidade do processo emancipat&oacute;rio em jogo, passando este n&atilde;o s&oacute; por uma tomada de consci&ecirc;ncia de g&ecirc;nero, de classe e de ra&ccedil;a, mas ainda por um processo de luta contra a explora&ccedil;&atilde;o, a opress&atilde;o e a domina&ccedil;&atilde;o (Kergoat, 2010). </p>     <p> Um n&uacute;mero significativo de estudos esteve particularmente atento aos efeitos diferenciados dessas din&acirc;micas sociais na sa&uacute;de de homens e mulheres (Bercot, 2015). Diversas pesquisas, no &acirc;mbito da ergonomia e da sociologia, buscaram efetivamente romper com o modelo assexuado do trabalho, em que o masculino &eacute; apresentado como universal e as rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero n&atilde;o s&atilde;o contempladas (Brito, 2005) - demonstrando a necess&aacute;ria indissociabilidade entre as an&aacute;lises das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e as de g&ecirc;nero, identificando os lugares que ocupam homens e mulheres na sociedade, e n&atilde;o naturalizando suas compet&ecirc;ncias (Hirata &amp; Kergoat, 2007). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p> <b>4. As fases hist&oacute;ricas do feminismo</b> </p>     <p> As diversas fases do feminismo, usualmente denominadas <i>ondas</i>, n&atilde;o constituem um processo linear, mas podem ser vistas como coexistentes (Narvaz &amp; Koller, 2006). A primeira onda faz men&ccedil;&atilde;o &agrave; luta das mulheres pela igualdade de direitos, em especial ao movimento sufragista na Fran&ccedil;a, Inglaterra, Estados Unidos e Espanha. A segunda onda (1960-1970) se deu, particularmente, nos Estados Unidos, na busca de igualdade e den&uacute;ncia &agrave; opress&atilde;o masculina, e na Fran&ccedil;a, com o argumento sobre a necessidade de dar visibilidade &agrave; especificidade da experi&ecirc;ncia das mulheres. A terceira onda (d&eacute;cada de 1980) transita entre duas posi&ccedil;&otilde;es: a dos estudos que priorizam as mulheres, voltados para a teoria e pol&iacute;tica-milit&acirc;ncia feminista; e a dos estudos de g&ecirc;nero, nos quais a dimens&atilde;o relacional &eacute; um pressuposto central (Scott, 1990). </p>     <p> O feminismo contempor&acirc;neo abarca os diversos campos de atua&ccedil;&atilde;o humana assumindo, neste sentido, uma dimens&atilde;o plural (Negr&atilde;o, 2002; Fougeyrollas-Schwebel, L&eacute;pinard &amp; Varikas, 2005). Assim, a passagem do s&eacute;culo 20 para o s&eacute;culo 21 corresponde a diversas modalidades de feminismos, cuja nomenclatura varia segundo os autores e a corrente te&oacute;rica, assumindo denomina&ccedil;&otilde;es como, por exemplo, p&oacute;s-feminismo, feminismo jovem, feminismo de poder ou ciberfeminismo (Coleman, 2009). Ao chamar a aten&ccedil;&atilde;o para o papel essencial da internet como espa&ccedil;o para as ativistas feministas, Munro (2013) questiona se estamos testemunhando a quarta onda feminista. </p>     <p> Em paralelo &agrave;s lutas feministas, a partir dos anos 1980, os meios de comunica&ccedil;&atilde;o e empresas absorvem o Dia Internacional das Mulheres e acabam por transforma´-lo em mais um evento de venda de produtos: dia de flores, de homenagens, de presentes, baseados no refor&ccedil;o da feminilidade tradicional. H&aacute; inclusive uma investida antifeminista: jornais e revistas publicam artigos questionando o feminismo e suas mais caras bandeiras, como a busca da igualdade (Gonz&aacute;lez, 2010). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>5. Hoje</b> </p>     <p> Ao se tornar refer&ecirc;ncia no mundo inteiro, o 8 de mar&ccedil;o tem um importante papel na visibiliza&ccedil;&atilde;o do amplo movimento de mulheres e da luta por rela&ccedil;&otilde;es sociais igualit&aacute;rias, tanto no mercado de trabalho quanto na fam&iacute;lia. Uma luta fundamental, tendo em vista a persist&ecirc;ncia das diferen&ccedil;as salariais, da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e do feminic&iacute;dio (entre outros graves problemas), e que deve ser travada tamb&eacute;m no campo do conhecimento. Como destaca Haraway (1995, p.16), &#8220;precisamos do poder das teorias cr&iacute;ticas modernas sobre como significados e corpos s&atilde;o constru&iacute;dos, n&atilde;o para negar significados e corpos, mas para viver em significados e corpos que tenham a possibilidade de um futuro&#8221;. </p>     <p> Com o 8 de mar&ccedil;o se afirma a autonomia e soberania das mulheres, chamando-se a aten&ccedil;&atilde;o de que a igualdade entre os sexos &eacute; parte fundamental de todos os processos de transforma&ccedil;&atilde;o social. Portanto, o desenvolvimento da &oacute;tica de g&ecirc;nero nas pesquisas e interven&ccedil;&otilde;es – inclusive naquelas que tratam especificamente do trabalho – contribui para pensarmos novos modos de viver, mais solid&aacute;rios e equ&acirc;nimes. </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b> </p>     <!-- ref --><p> Bercot, R. (2015). G&ecirc;nero e mal-estar no trabalho. <i>Revista Ci&ecirc;ncias do Trabalho</i>, 4, 111-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631686&pid=S1646-5237201900010001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->Blay, E. (2001). 8 de Mar&ccedil;o: Conquistas e Controv&eacute;rsias. <i>Estudos Feministas</i>, 9(2), 601-609. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2001000200016"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2001000200016</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631687&pid=S1646-5237201900010001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Brito, J. (2005). Trabalho e Sa&uacute;de Coletiva: o ponto de vista da atividade e das rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i>, 10(4), 879-890. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232005000400012"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232005000400012</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631689&pid=S1646-5237201900010001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Coleman, J. (2009). An introduction to feminisms in a postfeminist age. <i>Women's Studies Journal</i>, <i>23</i>(2), 3-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631691&pid=S1646-5237201900010001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Fougeyrollas-Schwebel, D., L&eacute;pinard, E., &amp; Varikas, E. (Dirs.) (2005). F&eacute;minisme(s) Penser la pluralit&eacute;. <i>Cahiers du Genre</i>, 39. Paris: L'Harmattan. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2006000300018"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2006000300018</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631693&pid=S1646-5237201900010001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Gonz&aacute;lez, A. (2010). <i>As Origens e a Comemora&ccedil;&atilde;o do Dia Internacional da Mulheres</i>. S&atilde;o Paulo: Express&atilde;o Popular, SOF – Sempre Viva Organiza&ccedil;&atilde;o Feminina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631695&pid=S1646-5237201900010001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Haraway, D. (1995). Saberes localizados: a quest&atilde;o da ci&ecirc;ncia para o feminismo e o privil&eacute;gio da perspectiva parcial. <i>Cadernos Pagu,</i> 5, 07- 41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631697&pid=S1646-5237201900010001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Hirata, H., &amp; Kergoat, D. (2007). Novas configura&ccedil;&otilde;es da Divis&atilde;o Sexual do Trabalho. <i>Cadernos de Pesquisa</i>, 37(132), set./dez., 595-609.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631699&pid=S1646-5237201900010001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Hirata, H. (2018). G&ecirc;nero, patriarcado, trabalho e classe. <i>Trabalho Necess&aacute;rio</i>, 16(29),14-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631701&pid=S1646-5237201900010001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p> Kergoat, D. (2010). Din&acirc;mica e consubstancialidade das rela&ccedil;&otilde;es sociais. <i>Novos estud. - CEBRAP</i> [online]. <i>86</i>, 93-103.. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0101-33002010000100005"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-33002010000100005</a>. </p>     <!-- ref --><p> Melo H., Considera, C., &amp; Di Sabbato, A. (2007). Os afazeres dom&eacute;sticos contam. <i>Economia e Sociedade</i>, <i>16</i>(3), 435-454. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-06182007000300006"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0104-06182007000300006</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631704&pid=S1646-5237201900010001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p> Munro, E (2013). Feminism: A Fourth Wave?. <i>Political Insight</i>, <i>4</i>(2), 22-25. <a href="https://doi.org/10.1111/2041-9066.12021     </a>"target="_blank">https://doi.org/10.1111/2041-9066.12021 </a>. </p>     <!-- ref --><p> Narvaz, M., &amp; Koller, S. (2006). Metodologias feministas e estudos de g&ecirc;nero: articulando pesquisa, cl&iacute;nica e pol&iacute;tica. <i>Psicologia em Estudo, </i>11(3), 647-654. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722006000300021"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722006000300021</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1631707&pid=S1646-5237201900010001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p> Negr&atilde;o, T. (2002). Feminismo no plural. In M. Tiburi, M. Menezes, &amp; E. Eggert (Dirs.). <i>As mulheres e a filosofia</i> (pp. 271-280). 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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p> <b>Manuscrito recebido em:</b> dezembro/2018 </p>     <p> <b>Aceite ap&oacute;s peritagem:</b> fevereiro/2019 </p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <b>COMO REFERENCIAR ESTE ARTIGO?</b> <b></b> </p>     <p> Oliveira, S., &amp; Rotenberg, L. (2019). 8 de mar&ccedil;o - Dia Internacional das Mulheres. <i>Laboreal,</i> 15(1). </p>      ]]></body><back>
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