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<journal-title><![CDATA[Acta Obstétrica e Ginecológica Portuguesa]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Terapêutica farmacológica fetal]]></article-title>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Fetal arrhythmias]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Congenital adrenal hyperplasia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ARTIGO DE REVIS&#195;O/</B>REVIEW ARTICLE</font></p>     <p><font size="4"><b>Terap&#234;utica farmacol&#243;gica fetal</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Fetal drug therapy</b></font></p>     <p><b>Ana Costa*, Carla Ramalho**</b></p>     <p>Faculdade de Medicina da Universidade do Porto</p>     <p>*Aluna do Mestrado Integrado em Medicina</p>     <p>**Professora auxiliar de Obstetr&#237;cia e Ginecologia</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Fetal drug therapy can be defined as the administration of specific drugs, with the aim of treating any fetal pathology, seeking the improvement of long-term perinatal results. This review will provide updated information about some fetal pharmacologic therapies that are exclusively destined to the treatment of fetal pathologies, which don&#8217;t include any mother&#8217;s issues that require simultaneous treatment.</p>     <p><b>Keywords: </b>Drug therapy; Fetal therapy; Fetal arrhythmias; Fetal goiter; Congenital adrenal hyperplasia.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&#231;&#227;o</b></p>     <p>A terap&#234;utica farmacol&#243;gica fetal &#233; uma &#225;rea relativamente recente da medicina n&#227;o invasiva que pode ser definida como a administra&#231;&#227;o de medicamentos espec&#237;ficos com o objetivo de tratar alguma patologia fetal, procurando melhorar os resultados perinatais ou a longo prazo. O seu in&#237;cio ocorreu h&#225; quase 60 anos, aquando da administra&#231;&#227;o de uma transfus&#227;o peritoneal para o tratamento da anemia fetal<sup>1</sup>. Cerca de uma d&#233;cada depois surgiram novos avan&#231;os com a admi&#173;nistra&#231;&#227;o bem-sucedida de elevadas doses de vitami&#173;na B12 no tratamento da acidemia metilmal&#243;nica fetal. Desde ent&#227;o, tem sido utilizada como uma nova abordagem da medicina moderna no tratamento de v&#225;rias patologias fetais, tais como a utiliza&#231;&#227;o de f&#225;rmacos cardiovasculares nas arritmias card&#237;acas fetais e o tratamento da patologia tiroideia fetal. Em virtude da constante investiga&#231;&#227;o t&#234;m surgido novas &#225;reas de interven&#231;&#227;o farmacol&#243;gica fetal, como, por exemplo, alguns erros do metabolismo, mas a informa&#231;&#227;o dispon&#237;&#173;vel at&#233; ao momento ainda &#233; reduzida<sup>2,3</sup>.</p>     <p>Com vista &#224; maximiza&#231;&#227;o da efic&#225;cia do f&#225;rmaco no feto podem ser utilizadas diferentes vias de administra&#231;&#227;o, nomeadamente, via transplacent&#225;ria, com a admi&#173;nistra&#231;&#227;o materna do f&#225;rmaco, via intravascular, na qual o f&#225;rmaco atinge diretamente o espa&#231;o intravascular fetal atrav&#233;s da cordocentese e a via intra-amni&#243;tica, com a infus&#227;o do f&#225;rmaco na cavidade amni&#243;tica atrav&#233;s de uma amniocentese<sup>2</sup>.</p>     <p>Esta revis&#227;o vai fornecer uma atualiza&#231;&#227;o das tera&#173;p&#234;uticas farmacol&#243;gicas fetais que se destinam exclusivamente ao tratamento de patologias fetais, excluindo-se condi&#231;&#245;es maternas que requerem tratamento simult&#226;neo.</p>     <p><b>Metodologia</b></p>     <p>Foram pesquisados os artigos na base de dados <i>Medline </i>(PubMed) escritos em l&#237;ngua inglesa ou portuguesa publicados nos &#250;ltimos anos, usando como palavras-chave &#171;prenatal therapy&#187;, &#171;fetal therapy&#187;, &#171;thyroid di&#173;sorders&#187;, &#171;congenital heart block&#187;, &#171;methylmalonic acidemia&#187;, &#171;pyridoxine-dependent epilepsy&#187;, &#171;3-phosphoglycerate-dehydrogenase deficiency&#187;, &#171;holocarbo&#173;xylase synthetase deficiency&#187;, <i>&#171;Smith-Lemli-Opitz syn&#173;drome&#187;,</i> &#171;congenital adrenal hyperplasia&#187;, &#171;congeni&#173;tal cystic adenomatoid malformations&#187; e &#171;taquyarr&#173;hy&#173;thmias&#187;. Foram exclu&#237;dos os artigos que abordavam o tratamento atrav&#233;s de modalidades cir&#250;rgicas ou mini&#173;mamente invasivas. As refer&#234;ncias bibliogr&#225;ficas dos artigos inclu&#237;dos foram tamb&#233;m analisadas e inclu&#237;das quando considerado pertinente.</p>     <p><b>Apresenta&#231;&#227;o e discuss&#227;o&#160; dos resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Patologia Card&#237;aca</b></p>     <p><b>Bloqueio card&#237;aco cong&#233;nito&#160; secund&#225;rio a auto-anticorpos maternos</b></p>     <p>O bloqueio auriculoventricular cong&#233;nito &#233; uma&#160; situa&#173;&#231;&#227;o rara, com uma preval&#234;ncia de 1/20.000 nascimentos, definido como uma frequ&#234;ncia card&#237;aca&#160; persistentemente &lt;100 bpm, associada ou n&#227;o a alte&#173;ra&#231;&#245;es card&#237;acas estruturais. Defeitos card&#237;acos&#160; estruturais, tais como malforma&#231;&#227;o cardiaca <i>major&#160; </i>ou mesotelioma do n&#243; aur&#237;culo-ventricular, s&#227;o&#160; respons&#225;veis pelo dist&#250;rbio da condu&#231;&#227;o em 50% dos casos. Nos restantes casos, o bloqueio card&#237;aco&#160; cong&#233;nito ocorre num cora&#231;&#227;o estruturalmente normal, sendo mediado por anticorpos anti- ribonucleoproteina (anticorpos anti-SSA/SSB)<sup>2,4</sup>. Estes anticorpos entram na circula&#231;&#227;o fetal durante o segundo trimestre de gesta&#231;&#227;o e podem pro&#173;vocar inflama&#231;&#227;o imuno-mediada do n&#243; auriculoventricular e dos tecidos do mioc&#225;rdio. A consequente substitui&#231;&#227;o do n&#243; auriculoventricular e dos mi&#243;citos necr&#243;ticos por fibrose geralmente resulta em bloqueio card&#237;aco e, em situa&#231;&#245;es mais graves, condiciona fibroelastose endoc&#225;rdica e cardiomiopatia dilatada<sup>5</sup>. Mulheres gr&#225;vidas com anticorpos anti-Ro/SSA t&#234;m aproximadamente 2% de risco do feto desenvolver bloqueio&#160; auriculoventricular. Este risco aumenta para 16% quando um feto anterior desenvolveu bloqueio auriculoventricular e para 55% quando coe&#173;xiste hipotiroidismo materno<sup>6</sup>.</p>     <p>Esta patologia pode ser detetada atrav&#233;s da ecocardiografia como um bloqueio auriculoventricular de grau 1 ou 2, mas a maioria dos fetos afetados tem um bloqueio auriculoventricular completo de grau 3<sup>4</sup>. Os fatores de pior progn&#243;stico s&#227;o hidr&#243;psia fetal, disfun&#231;&#227;o ventricular, frequ&#234;ncia card&#237;aca &lt;55bpm e/ou parto pr&#233;-termo<sup>2</sup>.</p>     <p>A substancial morbilidade e mortalidade relacionadas com a doen&#231;a t&#234;m incentivado a procura de terap&#234;uticas intrauterinas eficazes. Tratando-se de uma doen&#231;a progressiva, a melhor altura para iniciar tera&#173;p&#234;utica parece ser em estadios precoces, quando a inflama&#231;&#227;o do tecido de condu&#231;&#227;o card&#237;aco, mas n&#227;o a fibrose, est&#225; presente<sup>4,7</sup>.</p>     <p>Um estudo observacional retrospetivo evidenciou resultados ben&#233;ficos com a administra&#231;&#227;o de dexame&#173;tasona materna oral, com uma taxa de sobreviv&#234;ncia ao final do primeiro ano de vida de 90% no grupo tratado comparada com 46% no grupo n&#227;o tratado<sup>5</sup>. No entanto, outro estudo que comparou 30 gr&#225;vidas tratadas com dexametasona oral (4mg/dia) com 10 gr&#225;vidas que n&#227;o receberam terap&#234;utica verificou que os bloqueios de grau 3 foram irrevers&#237;veis e os bloqueios de grau 2 evolu&#237;ram para grau 3 apesar do tratamento<sup>8</sup>. Uma revis&#227;o de 19 estudos com 93 fetos com bloqueio auri&#173;cu&#173;loventricular tratados com ester&#243;ides maternos verificou que em 59 dos casos ocorreu persist&#234;ncia do bloqueio completo apesar do tratamento adequado com dexametasona ou betametasona. Por outro lado, dos 13 fetos com bloqueio auriculoventricular incompleto, tr&#234;s tiveram redu&#231;&#227;o no grau do bloqueio e um reverteu para ritmo sinusal ap&#243;s o tratamento<sup>9</sup>. Adicionalmente, numerosos efeitos colaterais foram evidenciados nesses estudos. Assim, recomenda-se que o uso de esteroides seja limitado a menos que 10 semanas para evitar efeitos adversos maternos e fetais, como a restri&#231;&#227;o de crescimento e oligo&#226;mio<sup>10</sup>.</p>     <p>Uma terap&#234;utica que surgiu como alternativa aos esteroides maternos foi a imunoglobulina intravenosa. Um estudo que incluiu 24 gr&#225;vidas com um primeiro filho com patologia, em que 15 receberam uma dose de 400mg/kg de imunoglobulina intravenosa na 12&#170;, 15&#170;, 18&#170;, 21&#170; e 24&#170; semanas de gesta&#231;&#227;o, verificou que o bloqueio auriculoventricular cong&#233;nito ocorreu em 20% dos fetos do grupo n&#227;o tratado e em 11% do grupo tra&#173;ta&#173;do, concluindo-se que esta dose n&#227;o foi efetiva como terap&#234;utica profil&#225;tica<sup>7</sup>.</p>     <p>Uma vez que uma frequ&#234;ncia card&#237;aca fetal &lt;55 bpm &#233; fator de risco para morte perinatal tem sido proposta a terap&#234;utica transplacent&#225;ria com simpaticomim&#233;ticos<sup>2</sup>. Num estudo com 11 fetos com bloqueio auriculo&#173;ven&#173;&#173;tricular cong&#233;nito tratados com simpaticomim&#233;ticos demonstrou que a terap&#234;utica n&#227;o influenciou o desenvolvimento de hidr&#243;psia fetal <i>(odds ratio,</i> 2) nem a morte fetal <i>(hazard ratio,</i> 1,16) mas associou-se a melho&#173;ria da bradicardia <i>(odds ratio, </i>49,02)<sup>11</sup>. Noutro estudo, com oito fetos tratados com simpaticomim&#233;ticos, a frequ&#234;ncia card&#237;aca aumentou mais de 10% em cinco desses fetos<sup>12</sup>.</p>     <p>Estudos recentes t&#234;m demonstrado uma menor incid&#234;ncia de complica&#231;&#245;es card&#237;acas em rec&#233;m-nascidos cujas m&#227;es foram tratadas durante o per&#237;odo pr&#233;-natal com hidroxicloroquina. Atualmente, ainda n&#227;o existem estudos prospetivos conclu&#237;dos que confirmem a efic&#225;cia do uso deste f&#225;rmaco como um agente profil&#225;tico para o bloqueio card&#237;aco cong&#233;nito, encontrando-se, no entanto, em desenvolvimento, um estudo internacional promissor<sup>6,13,14</sup>.</p>     <p><b>Taquiarritmias</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As arritmias fetais ocorrem em menos de 0,5% das gesta&#231;&#245;es, sendo a grande maioria benignas e apenas 10-20% malignas, ou seja, requerem tratamento e apresentam progn&#243;stico desfavor&#225;vel. Existe uma grande variedade de anomalias do ritmo card&#237;aco fetal com frequ&#234;ncia card&#237;aca fetal sustentada superior a 180 bpm, sendo o <i>flutter</i> auricular e a taquicardia supraventricular parox&#237;stica as mais comuns<sup>2,15-17</sup>.</p>     <p>A taquicardia fetal sustentada est&#225; associada a um aumento da morbimortalidade perinatal, nomeadamente hidr&#243;psia fetal, altera&#231;&#245;es neurol&#243;gicas e morte <i>in-utero.</i> &#201; importante diferenciar as taquiarritmias benignas (ritmo sinusal, de in&#237;cio gradual, intermitente e associada &#224; movimenta&#231;&#227;o fetal) daquelas que necessitam de tratamento e vigil&#226;ncia espec&#237;ficos, sendo a base atual de diagn&#243;stico a ecocardiografia fetal<sup>2,18</sup>. Quando est&#225; indicado tratamento, a terap&#234;utica farmacol&#243;gica <i>in-utero</i> &#233; preferida em rela&#231;&#227;o ao parto pr&#233;-termo.</p>     <p>Embora a via transplacent&#225;ria materna seja geralmente aceite como a primeira linha de administra&#231;&#227;o na taquiarritmia fetal, n&#227;o h&#225; um consenso acerca do medicamento escolhido. Este &#233; primeiramente influen&#173;ciado pelo tipo de arritmia, efeitos laterais e experiencia cl&#237;nica pr&#233;via<sup>2</sup>. Numerosos estudos retrospetivos t&#234;m demonstrado que a terap&#234;utica transplacent&#225;ria com digoxina, flecainida, sotalol ou amiodarona &#233; &#250;til na revers&#227;o da taquicardia. Alguns indicam que a digoxina &#233; a mais usada como terap&#234;utica antiarr&#237;tmica de 1&#170; linha, embora a sua efic&#225;cia no controlo da taquicardia supraventricular parox&#237;stica durante um tempo razo&#225;vel tenha sido questionada. Outros t&#234;m sugerido que a flecainida e o sotalol s&#227;o mais efetivos na resolu&#231;&#227;o do <i>flutter </i>auricular e da taquicardia supra&#173;ventricular parox&#237;stica, embora tenham surgido preocu&#173;pa&#231;&#245;es de que podem provocar uma pr&#243;-arritmia fatal<sup>19</sup>. Um estudo que analisou 159 fetos, 114 com taquicardia supraventricular e 45 com <i>flutter</i> auricular, em que 75 dos fetos com taquicardia supraventricular e 36 dos fetos com <i>flutter</i> auricular foram tratados (35 com flecainida, 52 com sotalol e 24 com digoxina), veri&#173;ficou que 5 dias ap&#243;s o in&#237;cio do tratamento, 59% dos tratados com flecainida, 57% dos tratados com digoxi&#173;na e 38% dos tratados com sotalol estavam em ritmo sinusal, concluindo-se que a flecainida e a digoxina s&#227;o su&#173;periores ao sotalol na convers&#227;o da taquicardia su&#173;praventricular a um ritmo sinusal e na diminui&#231;&#227;o da frequ&#234;ncia ventricular para valores melhor tolerados<sup>17</sup>. Noutro estudo foram tratados 28 fetos (18 com taqui&#173;cardia supraventricular e 10 com <i>flutter </i>auricular), sendo que seis apresentavam hidr&#243;psia (cinco com taquicardia supraventricular e um com <i>flutter</i> auricular), tendo os resultados evidenciado que todos os fetos com hidr&#243;psia reverteram para ritmo sinusal (67% com sotalol como terap&#234;utica &#250;nica e 33% ap&#243;s adi&#231;&#227;o de flecainida) e que dos fetos sem hidr&#243;psia 91% converte&#173;ram para ritmo sinusal (90% com sotalol como tera&#173;p&#234;utica &#250;nica e 10% ap&#243;s adi&#231;&#227;o de flecainida ou digoxi&#173;na), concluindo-se que o sotalol pode ser utilizado como terap&#234;utica de 1&#170; linha no <i>flutter</i> auricular fetal e &#233; uma op&#231;&#227;o eficaz e segura no tratamento da taquicardia supraventricular fetal, principalmente na aus&#234;ncia de hidr&#243;psia<sup>18</sup>.</p>     <p>As taquiarritmias fetais persistentes complicadas por hidr&#243;psia t&#234;m pior progn&#243;stico e pior resposta &#224; tera&#173;p&#234;utica, ocorrendo morte em mais de 25%. Esta situa&#173;&#231;&#227;o pode ser parcialmente explicada pela transfer&#234;ncia placent&#225;ria de f&#225;rmacos prejudicada pelo edema e pela perfus&#227;o placent&#225;ria alterada. Quando o tratamento por via transplacent&#225;ria n&#227;o &#233; eficaz, as vias intraumbilical, intramuscular ou intraperitoneal t&#234;m sido utilizadas<sup>16</sup>.</p>     <p>A administra&#231;&#227;o de f&#225;rmacos antiarr&#237;tmicos tem sido associada a risco de complica&#231;&#245;es maternas. Um estudo que incluiu 159 gr&#225;vidas verificou que um ter&#231;o das gr&#225;vidas relataram sintomas adversos, sendo os mais frequentes n&#225;useas e tonturas. Na maioria dos casos, os sintomas n&#227;o implicaram altera&#231;&#227;o do tratamento &#224; exce&#231;&#227;o de tr&#234;s gr&#225;vidas devido ao desenvolvimento de hipocali&#233;mia e bradicardia<sup>17</sup>. Outro estudo, que inclui 30 gr&#225;vidas, encontrou efeitos adversos maternos em metade dos casos, nomeadamente tonturas, fadiga, n&#225;useas, v&#243;mitos, cefaleias e dispneia, n&#227;o tendo sido necess&#225;rio suspender a terap&#234;utica em nenhum dos casos<sup>18</sup>. Devido ao risco de condicionar arritmias, a maioria dos protocolos de utiliza&#231;&#227;o &#233; efetuado em internamento e prev&#234; a realiza&#231;&#227;o de ECG materno e de doseamento dos n&#237;veis do f&#225;rmaco usado (digoxina, por exemplo) para vigil&#226;ncia materna<sup>20</sup>.</p>     <p><b>Patologia Tiroideia</b></p>     <p><b>Hipotiroidismo</b></p>     <p>O hipotiroidismo fetal associado a b&#243;cio geralmente est&#225; relacionado com fatores maternos, tais como defici&#234;ncia ou excesso de iodo, doen&#231;as autoimunes da tiroide ou exposi&#231;&#227;o a medicamentos que afetam a fun&#231;&#227;o tiroideia<sup>21</sup>.</p>     <p>O hipotiroidismo fetal grave no in&#237;cio da gravidez pode prejudicar o desenvolvimento do sistema nervoso central e, apesar do tratamento p&#243;s-natal precoce, condicionar altera&#231;&#245;es da linguagem e das capacidades percetivo-motoras e visuo-espaciais. Adicionalmente, o b&#243;cio fetal pode condicionar compress&#227;o da traqueia e do es&#243;fago, resultando em hidr&#226;mnios e dificuldades respirat&#243;rias<sup>22</sup>. O reconhecimento e o tratamento do hipotiroidismo <i>in-utero </i>n&#227;o s&#243; reduz as complica&#231;&#245;es obst&#233;tricas associadas ao b&#243;cio como melhoram o progn&#243;stico dos fetos afetados<sup>23</sup>.</p>     <p>A instila&#231;&#227;o intra-amni&#243;tica de medicamentos tem sido descrita no hipotiroidismo fetal com b&#243;cio, uma condi&#231;&#227;o na qual a suplementa&#231;&#227;o de tiroxina transplacent&#225;ria n&#227;o &#233; poss&#237;vel devido &#224; impossibilidade de atravessar a placenta e aos efeitos adversos maternos<sup>2</sup>. O tratamento com tiroxina intra-amni&#243;tica tem como objetivo a normaliza&#231;&#227;o da fun&#231;&#227;o tiroideia fetal, aumentando os n&#237;veis s&#233;ricos de tiroxina e reduzindo os de hormona estimulante da tiroide (TSH). Simultaneamente, a redu&#231;&#227;o do tamanho do b&#243;cio &#233; esperada<sup>23</sup>. Um estudo retrospetivo com 12 fetos com hipo&#173;tiroidismo tratados in &#250;tero com L-tiroxina (200-800 &#181;g/inje&#231;&#227;o) demonstrou que o tamanho da tiroide diminuiu em oito de nove casos e os n&#237;veis de TSH no l&#237;quido amni&#243;tico diminu&#237;ram nos seis casos investi&#173;gados, voltando ao normal em quatro. No entanto, ao nascimento, todos os rec&#233;m-nascidos apresenta&#173;ram hipotiroidismo, indicando que os n&#237;veis de TSH intra-amni&#243;ticos n&#227;o refletem fielmente a fun&#231;&#227;o tiroideia fetal. Assim, o estudo confirmou a viabilidade e a seguran&#231;a do tratamento com L-tiroxina intra-amni&#243;tica no hipotiroidismo fetal, real&#231;ando que, embora a redu&#231;&#227;o do tamanho do b&#243;cio seja geralmente obtida, a fun&#231;&#227;o tiroideia permanece deficiente ao nascimento<sup>21</sup>. Um caso de hipotiroidismo fetal associado a b&#243;cio, tratado com levotiroxina intra-amni&#243;tica com uma dose de 10 &#181;g/Kg de peso fetal estimado/semana, num total de cinco doses entre as 31 e as 37 semanas, evidenciou uma diminui&#231;&#227;o do tamanho da gl&#226;ndula tiroideia e eutiroidismo ao nascimento<sup>22</sup>. Noutro caso de b&#243;cio fetal tratado com inje&#231;&#245;es intra-amni&#243;ticas entre as 31 e as 36 semanas, tr&#234;s de tri-iodotironina (60 &#181;g, 60 &#181;g e 120 &#181;g) e uma de tiroxina (150&#181;g), houve redu&#231;&#227;o das dimens&#245;es da tiroide e normaliza&#231;&#227;o da fun&#231;&#227;o tiroideia<sup>23</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A inje&#231;&#227;o de levotiroxina na veia umbilical, devido aos elevados riscos associados, deve restringir-se a situa&#173;&#231;&#245;es de hidr&#226;mnios progressivos apesar de inje&#231;&#245;es repetidas na cavidade amni&#243;tica<sup>24</sup>.</p>     <p><b>Hipertiroidismo</b></p>     <p>O hipertiroidismo fetal &#233; uma doen&#231;a rara, que ocorre em 1 em cada 70 gesta&#231;&#245;es de gr&#225;vidas com doen&#231;a de Graves ou em 1 em cada 4.000-50.000 gesta&#231;&#245;es, que resulta da passagem de imunoglobulinas estimuladoras da m&#227;e para o feto. A passagem transplacent&#225;ria come&#231;a pelas 20 semanas e atinge o seu m&#225;ximo pela 30&#170; semana. Esses auto-anticorpos ligam-se ao recetor da hormona estimuladora da tiroide e aumentam a secre&#231;&#227;o de hormonas tiroideias<sup>25</sup>.</p>     <p>A hipertrofia da gl&#226;ndula tiroideia e o hipertiroi&#173;dismo fetais podem causar taquicardia fetal, b&#243;cio, oligo&#226;mnios, restri&#231;&#227;o do crescimento e matura&#231;&#227;o &#243;ssea acelerada. Fal&#234;ncia card&#237;aca e hidr&#243;psia tamb&#233;m podem ocorrer e condicionar efeitos delet&#233;rios no desenvolvimento neural<sup>26</sup>. A taxa de mortalidade associa&#173;da &#233; de 12-20%, normalmente devido a insufici&#234;ncia card&#237;aca, mas outras poss&#237;veis causas s&#227;o compress&#227;o da traqueia, infe&#231;&#245;es e trombocitopenia<sup>25</sup>.</p>     <p>Os fatores mais importantes para a suspei&#231;&#227;o do diagn&#243;s&#173;tico de hipertiroidismo fetal s&#227;o a hist&#243;ria materna e os achados ecogr&#225;ficos. O doseamento dos n&#237;veis dos anticorpos maternos contra o recetor da hormona estimulante da tiroide e das imunoglobulinas estimuladoras da tiroide deve ser realizado entre as 24 e as 28 semanas de gesta&#231;&#227;o. O doseamento no sangue fetal colhido por cordocentese permite o diagn&#243;stico de tireotoxicose fetal, mas condiciona riscos de hemorragia, bradicardia ou morte, Assim, s&#243; deve ser rea&#173;lizado nos casos em que existam d&#250;vidas do diagn&#243;stico ap&#243;s a ecografia<sup>25</sup>.</p>     <p>Uma vez que sem tratamento esta patologia pode associar-se a alta morbilidade e mortalidade perinatal, o tratamento intrauterino atrav&#233;s da administra&#231;&#227;o materna de f&#225;rmacos anti-tiroideus tem sido relatado e recomendado, resultando num progn&#243;stico mais favor&#225;vel. Um feto com 30 semanas de gesta&#231;&#227;o com hipertiroidismo, confirmado por an&#225;lise do sangue do cord&#227;o umbilical, foi tratado com 150 mg/dia de propiltiouracilo administrado por via oral materna, verificando-se resolu&#231;&#227;o da taquicardia ap&#243;s duas semanas de tratamento<sup>27</sup>. De forma similar, um outro feto com hipertiroidismo com taquicardia de 180 bpm foi tratado com 100 mg de propiltiouracilo 3 vezes/dia administrado por via oral materna, ocorrendo revers&#227;o para uma frequ&#234;ncia card&#237;aca normal em 48 horas<sup>26</sup>. Noutro estudo, um feto com 31 semanas de gesta&#231;&#227;o com diagn&#243;stico de hipertiroidismo foi tratado com 20 mg/dia de metimazol atrav&#233;s da administra&#231;&#227;o oral materna, ocorrendo o retorno aos valores normais da frequ&#234;ncia card&#237;aca e do volume do l&#237;quido amni&#243;tico &#224;s 33 semanas de gesta&#231;&#227;o<sup>28</sup>. N&#227;o se detetaram alte&#173;ra&#231;&#245;es no exame f&#237;sico do rec&#233;m-nascido<sup>20,21,28</sup>. </p>     <p>Durante a terap&#234;utica devem ser monitorizados a frequ&#234;ncia card&#237;aca e o crescimento fetal, assim como, a fun&#231;&#227;o tiroideia materna, com o objetivo de avaliar a efic&#225;cia da terap&#234;utica e a ocorr&#234;ncia de efeitos adversos<sup>27</sup>. A dose de f&#225;rmaco &#233; titulada em fun&#231;&#227;o da frequ&#234;ncia card&#237;aca fetal. Se a m&#227;e desenvolver hipotiroi&#173;dismo, &#233; tratada com tiroxina, n&#227;o sendo prejudicial para o feto, uma vez que, a passagem atrav&#233;s da placenta &#233; reduzida<sup>25</sup>.</p>     <p><b>Doen&#231;as Metab&#243;licas</b></p>     <p><b>Convuls&#245;es dependentes da piridoxina</b></p>     <p>As convuls&#245;es dependentes da piridoxina s&#227;o uma encefalopatia epil&#233;tica autoss&#243;mica recessiva caracte&#173;rizada por resist&#234;ncia aos antiepil&#233;ticos convencionais, mas com resposta a doses farmacol&#243;gicas de piridoxina, cuja incid&#234;ncia pode variar entre 1/20.000 e 1/600.000<sup>29,30</sup>. A apresenta&#231;&#227;o cl&#225;ssica consiste em convuls&#245;es neonatais associadas a sintomas de encefalopatia, tais como agita&#231;&#227;o, nervosismo, irritabilidade, rea&#231;&#245;es de medo e problemas na alimenta&#231;&#227;o. Em retrospetiva, cerca de 20% das gr&#225;vidas relatam movimentos fetais anormais altamente sugestivos&#160; de convuls&#245;es intrauterinas no 3&#186; trimestre de gesta&#231;&#227;o<sup>31</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O tratamento pr&#233;-natal com piridoxina durante a gravidez pode prevenir convuls&#245;es intrauterinas e melho&#173;rar o desenvolvimento neurol&#243;gico<sup>30</sup>. A terap&#234;u&#173;tica pr&#233;-natal com piridoxina (50 e 60 mg por dia por via oral) com in&#237;cio no 1&#186; trimestre, na segunda gravidez de duas gr&#225;vidas com um primeiro filho com convuls&#245;es dependentes de piridoxina, foi bem tolera&#173;da pela gr&#225;vida, n&#227;o tendo sido detetados movimentos fetais anormais e tendo decorrido a gravidez e o parto sem complica&#231;&#245;es. As crian&#231;as demonstraram um me&#173;lhor desenvolvimento neurol&#243;gico que os seus irm&#227;os primog&#233;nitos, apesar de manifestarem algum grau de atraso no desenvolvimento<sup>31</sup>. Noutro estudo, o tratamento pr&#233;-natal com piridoxina em alta dose seguido por um tratamento p&#243;s-natal foi eficaz na preven&#231;&#227;o de convuls&#245;es mas n&#227;o conseguiu atenuar os resultados cognitivos pobres em dois descendentes afetados da mesma fam&#237;lia<sup>32</sup>.</p>     <p>Assim, o tratamento intrauterino profil&#225;tico com piridoxina deve ser considerado em fetos em risco de convuls&#245;es dependentes da piridoxina com vista &#224; me&#173;lho&#173;ria dos resultados. No entanto, a exposi&#231;&#227;o ao tratamento deve ser limitada ao menor intervalo poss&#237;vel, de forma a evitar efeitos relacionados com a poss&#237;vel neurotoxicidade da piridoxina<sup>30,33</sup>.</p>     <p><b>Defici&#234;ncia da desidrogenase-3-fosfoglicerato</b></p>     <p>A defici&#234;ncia da desidrogenase 3-fosfoglicerato &#233; uma doen&#231;a autoss&#243;mica recessiva relacionada com a s&#237;ntese de L-serina cuja apresenta&#231;&#227;o cl&#237;nica consiste em microcefalia cong&#233;nita, atraso psicomotor grave e convuls&#245;es<sup>34</sup>. Adicionalmente, uma tetraplegia esp&#225;stica grave torna-se evidente nos primeiros anos de vida e os doentes manifestam irritabilidade, hipertonia e dificuldades na alimenta&#231;&#227;o<sup>35</sup>. Problemas visuais, tais como estrabismo, nistagmo, cataratas e atrofia &#243;tica s&#227;o frequentemente relatados. Mais raramente, surgem anemia megalobl&#225;stica, trombocitopenia e hipogonadismo<sup>36</sup>.</p>     <p>A terap&#234;utica oral p&#243;s-natal com L-serina &#233; ben&#233;fica para o tratamento das convuls&#245;es, mas a preven&#231;&#227;o da microcefalia cong&#233;nita requer uma abordagem pr&#233;-natal<sup>2</sup>. Um &#250;nico caso de administra&#231;&#227;o materna de tr&#234;s doses de 5 g de L-serina (190 mg/kg) diariamente condicionou uma acelera&#231;&#227;o no crescimento do c&#233;rebro fetal, com um aumento do percentil do per&#237;metro cef&#225;lico (do percentil 29 &#224;s 26 semanas para o percentil 76 &#224;s 31 semanas), sugerindo que este dist&#250;rbio da s&#237;ntese de amino&#225;cidos pode eventualmente vir a ser tratado com sucesso no per&#237;odo pr&#233;-natal<sup>34</sup>.</p>     <p><b>Acidemia metilmal&#243;nica fetal</b></p>     <p>A acidemia metilmal&#243;nica, causada pela defici&#234;ncia da apoenzima metilmalonil-CoA mutase, &#233; um erro inato do metabolismo autoss&#243;mico recessivo<sup>37</sup>. Apresenta um amplo espetro cl&#237;nico que varia desde morte nas primeiras semanas de vida at&#233; manifesta&#231;&#245;es de in&#237;cio tardio com os primeiros sintomas a surgirem na segunda d&#233;cada de vida. Os rec&#233;m-nascidos afetados podem apresentar acidose metab&#243;lica, deteriora&#231;&#227;o neurol&#243;gica, letargia, hipotonia, supress&#227;o da medula &#243;ssea e fal&#234;ncia hep&#225;tica e renal. Malforma&#231;&#245;es cong&#233;nitas, tais como microcefalia, doen&#231;a card&#237;aca e dismorfias tamb&#233;m t&#234;m sido descritas. As formas de in&#237;cio tardio podem apresentar-se como atraso mental, epilepsia, hipotonia, marcha inst&#225;vel, altera&#231;&#245;es da fala, retinopatia pigmentar, anemia megalobl&#225;stica, insufici&#234;ncia renal e hep&#225;tica ou sintomas psiqui&#225;tricos<sup>38</sup>.</p>     <p>V&#225;rias t&#233;cnicas t&#234;m sido utilizadas no diagn&#243;stico pr&#233;-natal da acidemia metilmal&#243;nica incluindo a determina&#231;&#227;o do metilmalonato no l&#237;quido amni&#243;tico e na urina materna, a determina&#231;&#227;o da rea&#231;&#227;o da mutase e dos metabolitos da cobalamina em amni&#243;citos cultivados, estudos de incorpora&#231;&#227;o do [<sup>14</sup>C]-propionato e a determina&#231;&#227;o da atividade da metilmalonil-CoA mutase nas vilosidades cori&#243;nicas.<sup>37</sup> Assim, o diagn&#243;stico pr&#233;-natal utilizando abordagens gen&#233;ticas molecu&#173;lares e bioqu&#237;micas permitiu que a terap&#234;utica pr&#233;-natal com vitamina B12 tenha sido descrita em alguns casos.<sup>39</sup> Em tr&#234;s artigos tr&#234;s fetos com acidemia metilmal&#243;nica foram tratados desde a 21&#170;, 27&#170; e 31&#170; semanas de gesta&#231;&#227;o at&#233; ao nascimento com hidroxicobalamina ou cianocobalamina administrada por via oral ou inje&#231;&#227;o intramuscular &#224; m&#227;e, verificando-se uma eleva&#231;&#227;o da cobalamina no sangue do cord&#227;o umbilical, o que indicou transporte adequado para o feto. Nestes estudos, ocorreu uma diminui&#231;&#227;o da excre&#231;&#227;o de &#225;cido metilmal&#243;nico na urina materna no terceiro trimes&#173;tre da gravidez e as crian&#231;as nasceram sem sintomas cl&#237;nicos e demonstraram desenvolvimento psicomotor normal nos primeiros meses de vida<sup>40-42</sup>. Por outro lado, noutro estudo um feto com acidemia metilmal&#243;nica foi tratado atrav&#233;s da administra&#231;&#227;o oral de 2 mg/dia de vitamina B12 (cianocobalamina) &#224; m&#227;e desde as 39 semanas de gesta&#231;&#227;o at&#233; ao nascimento, verificando-se que esta dose e via de administra&#231;&#227;o n&#227;o foram suficientes para diminuir a excre&#231;&#227;o de &#225;cido metilma&#173;l&#243;&#173;nica na urina materna.<sup>39</sup></p>     <p><b>Defici&#234;ncia m&#250;ltipla da carboxilase&#160; responsiva &#224; biotina</b></p>     <p>A defici&#234;ncia da holocarboxilase sintetase &#233; a forma de in&#237;cio precoce da defici&#234;ncia m&#250;ltipla da carboxilase responsiva &#224; biotina, um raro erro inato do metabolismo da biotina, caracterizada por taquipneia, dificuldades na alimenta&#231;&#227;o, hipotonia, convuls&#245;es e letargia. As crian&#231;as com in&#237;cio precoce apresentam crises acid&#243;ticas com acidemia l&#225;ctica, hiperamon&#233;mia e acidemia org&#226;nica no per&#237;odo neonatal<sup>43,44</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como a biotina &#233; essencial para estes doentes, a sua administra&#231;&#227;o pr&#233;-natal tem sido relatada em gesta&#231;&#245;es de fetos com defici&#234;ncia da holocarboxilase sintetase<sup>44</sup>. Est&#225; descrito um caso em que o feto foi tratado no terceiro trimestre da gesta&#231;&#227;o, atrav&#233;s da administra&#231;&#227;o oral materna de 10 mg de biotina diariamente, e em que se demonstrou aus&#234;ncia completa de manifesta&#173;&#231;&#245;es bioqu&#237;micas ou cl&#237;nicas da doen&#231;a ao nascimento<sup>45</sup>. No entanto, noutro caso, em que o feto foi tratado a partir das 33 semanas de gesta&#231;&#227;o, com 10 mg/dia de biotina, o peso fetal subiu de percentil e a gesta&#231;&#227;o ocorreu sem intercorr&#234;ncias at&#233; ao parto, mas o rec&#233;m-nascido apresentou acidose l&#225;ctica e acidose metab&#243;lica, concluindo-se que a dose de biotina n&#227;o foi suficiente para evitar as crises acid&#243;ticas neonatais<sup>44</sup>.</p>     <p>Real&#231;a-se a import&#226;ncia da realiza&#231;&#227;o do diagn&#243;stico pr&#233;-natal antes da inicia&#231;&#227;o da terap&#234;utica pr&#233;-natal, pois apesar de n&#227;o existirem relatos de teratogenicidade da biotina nos humanos, a experi&#234;ncia com este tratamento ainda &#233; reduzida, n&#227;o sendo prudente rea&#173;liz&#225;-lo num feto sem patologia<sup>45</sup>.</p>     <p><b>S&#237;ndrome de Smith-Lemli-Opitz</b></p>     <p>A s&#237;ndrome Smith-Lemli-Opitz &#233; uma doen&#231;a autoss&#243;mica recessiva causada pela muta&#231;&#227;o no gene DHCR7, o qual codifica a enzima 7-dehidrocolesterol redutase, a &#250;ltima enzima na via de bioss&#237;ntese do colesterol. O bloqueio da bioss&#237;ntese do colesterol leva &#224; acumula&#231;&#227;o de 7-desidrocolesterol e 8-desidrocolesterol e n&#237;veis reduzidos de colesterol em todos os tecidos e flu&#237;dos corporais<sup>46</sup>. Embora presente noutros grupos &#233;tnicos, esta s&#237;ndrome &#233; mais frequente em caucasianos do Norte da Europa e apresenta uma incid&#234;ncia entre 1/20.000 a 1/70.000<sup>47</sup>.</p>     <p>As caracter&#237;sticas cl&#237;nicas abrangem um amplo espetro, em que nas formas mais graves as crian&#231;as t&#234;m m&#250;ltiplas malforma&#231;&#245;es cong&#233;nitas e risco de morte perinatal, enquanto nas formas mais ligeiras apresentam malforma&#231;&#245;es <i>minor </i>e problemas de aprendizagem e comportamento<sup>48</sup>.</p>     <p>Est&#225; descrito um &#250;nico caso de um feto tratado com suplementa&#231;&#227;o de colesterol atrav&#233;s de transfus&#245;es intravenosas e intraperitoneais de plasma congelado fresco (n&#237;vel de colesterol=219mg/dl) entre as 34 e as 37 semanas de gesta&#231;&#227;o, no qual se demonstrou aumento dos n&#237;veis de colesterol no sangue fetal e do volume corpuscular m&#233;dio nos eritr&#243;citos fetais, sugerindo que o colesterol ex&#243;geno foi incorporado nos eritr&#243;citos fetais. Adicionalmente, verificou-se melhoria na velocidade de crescimento pr&#233;-natal, com um aumento do percentil sete para o percentil 15<sup>49</sup>.</p>     <p><b>Outras</b></p>     <p><b>Malforma&#231;&#227;o adenomat&#243;ide c&#237;stica pulmonar</b></p>     <p>A malforma&#231;&#227;o adenomat&#243;ide c&#237;stica pulmonar &#233; ca&#173;racte&#173;rizada histologicamente pela prolifera&#231;&#227;o anormal dos bronqu&#237;olos respirat&#243;rios terminais e uma di&#173;minui&#231;&#227;o das c&#233;lulas alveolares normais<sup>50</sup>. &#201; uma situa&#173;&#231;&#227;o rara que apresenta uma incid&#234;ncia de 1/10.000 a 1/35.000 gesta&#231;&#245;es<sup>51</sup>.</p>     <p>A les&#227;o &#233; classificada em microc&#237;stica ou macroc&#237;stica em fun&#231;&#227;o da sua apar&#234;ncia na ecografia pr&#233;-natal. As microc&#237;sticas surgem como uma massa ecog&#233;nica s&#243;lida e podem regredir espontaneamente ap&#243;s as 26 a 28 semanas de gesta&#231;&#227;o. Por outro lado, as les&#245;es macroc&#237;sticas cont&#234;m cistos individuais ou m&#250;ltiplos, com 5mm ou mais de di&#226;metro, geralmente n&#227;o regridem, ocorrendo acumula&#231;&#227;o de fluido dentro dos cistos, e condicionam um risco significativo de hipoplasia pulmonar, derrame pleural, hidr&#243;psia e morte fetal<sup>52</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A abordagem pr&#233;-natal &#233; determinada pelo tipo e tamanho da les&#227;o bem como pela presen&#231;a de hidr&#243;&#173;psia fetal. Uma atitude expectante com avalia&#231;&#227;o ecogr&#225;fica seriada &#233; apropriada para les&#245;es pequenas e n&#227;o complicadas. No entanto, em les&#245;es de alto risco (raz&#227;o entre volume da les&#227;o e per&#237;metro cef&#225;lico supe&#173;rior a 1,6 e/ou hidr&#243;psia) uma interven&#231;&#227;o pr&#233;-natal pode melhorar o progn&#243;stico<sup>50</sup>. Num estudo com 15 fetos de alto risco, 13 hidr&#243;ticos e dois n&#227;o hidr&#243;ticos, foi efetuada terap&#234;utica pr&#233;-natal com betametasona (12,5 mg, por via intramuscular materna, 2 doses), veri&#173;ficando-se que sete dos 13 fetos hidr&#243;ticos (54%) res&#173;ponderam &#224; administra&#231;&#227;o de esteroides e que os dois fetos n&#227;o hidr&#243;ticos n&#227;o desenvolveram hidr&#243;psia at&#233; ao nascimento. No entanto, sete dos 15 fetos (47%) tiveram morte perinatal<sup>53</sup>. Noutro estudo foi adminis&#173;trada betametasona 12 mg por via intramuscular, em 2 doses separadas de 24 horas, a 13 fetos de alto risco, observando-se resolu&#231;&#227;o da hidr&#243;psia em sete dos nove fetos hidr&#243;ticos (78%) e da ascite em dois fetos n&#227;o hidr&#243;ticos. Ap&#243;s o tratamento, o crescimento das les&#245;es desacelerou em oito dos 13 fetos (62%) e ocorreu regress&#227;o completa da les&#227;o em tr&#234;s fetos<sup>50</sup>. Num estudo retrospetivo foram comparados 24 fetos com hidr&#243;&#173;psia, 11 dos quais submetidos a resse&#231;&#227;o fetal aberta e 13 a terap&#234;utica pr&#233;-natal com betametasona. Os resultados mostraram que 10 dos 13 fetos (77%) que receberam terap&#234;utica pr&#233;-natal e dois dos 11 fetos (18%) submetidos a resse&#231;&#227;o fetal aberta tiveram resolu&#231;&#227;o da hidr&#243;psia. A maioria dos fetos submetidos a res&#173;se&#173;&#231;&#227;o fetal (89%) necessitou de suporte ventilat&#243;rio, contrariamente, aos fetos que receberam terap&#234;utica pr&#233;-natal, em que apenas um necessitou deste suporte<sup>54</sup>.</p>     <p><b>Hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal</b></p>     <p>A hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal &#233; uma doen&#231;a heredit&#225;ria causada por um defeito numa das enzimas da via de forma&#231;&#227;o de esteroides, sendo a defici&#234;ncia da 21-hidroxilase respons&#225;vel por 90-95% dos casos<sup>55</sup>.</p>     <p>Na sua forma mais grave, denominada perdedora de sal ou cl&#225;ssica, a defici&#234;ncia de aldosterona leva a perda de sal, hiponatr&#233;mia, hipercal&#233;mia, acidose e morte. A produ&#231;&#227;o deficiente de cortisol fetal leva &#224; superprodu&#231;&#227;o de ACTH, estimulando a suprarrenal fetal a produzir androg&#233;nios em excesso, virilizando os fetos do sexo feminino. Os fetos masculinos afetados t&#234;m genit&#225;lia externa normal, mas desenvolvem perda de sal, com risco de morte durante o primeiro m&#234;s de vida. A forma virilizante simples resulta de muta&#231;&#245;es mais leves em rela&#231;&#227;o &#224; forma cl&#225;ssica, mas apresenta defici&#234;ncia de cortisol, n&#237;veis elevados de ACTH e virili&#173;za&#231;&#227;o do sexo feminino. Os rec&#233;m-nascidos do sexo masculino s&#227;o anatomicamente normais e podem escapar ao diagn&#243;stico at&#233; uma idade posterior. A forma n&#227;o cl&#225;ssica pode surgir em mulheres adolescentes ou adultas com menstrua&#231;&#245;es irregulares, infertilidade ou hirsutismo, podendo mesmo ser assintom&#225;tica, sendo dif&#237;cil a sua distin&#231;&#227;o com a s&#237;ndrome dos ov&#225;rios polic&#237;sticos. Os homens com hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal n&#227;o cl&#225;ssica s&#227;o assintom&#225;ticos<sup>56</sup>.</p>     <p>A administra&#231;&#227;o de dexametasona pr&#233;-natal tem sido defendida com o prop&#243;sito de melhorar ou elimi&#173;nar a viriliza&#231;&#227;o genital nos fetos do sexo feminino afetados, reduzindo a necessidade de cirurgia reconstrutiva genital e o impacto psicol&#243;gico da viriliza&#231;&#227;o<sup>57</sup>. Uma vez que, a viriliza&#231;&#227;o da genit&#225;lia externa em fetos femininos afetados come&#231;a &#224;s oito semanas de gesta&#231;&#227;o, a dexametasona (20 &#181;g/kg/dia) deve ser iniciada logo que a gravidez &#233; confirmada. Al&#233;m disso, a determina&#231;&#227;o do sexo deve ser realizada o mais precocemente poss&#237;vel e se o feto for do sexo masculino ou do sexo feminino n&#227;o afetado, o tratamento deve ser interrompido<sup>55</sup>. Num estudo franc&#234;s que analisou 253 gesta&#231;&#245;es a terap&#234;utica pr&#233;-natal com dexametasona foi eficaz na redu&#231;&#227;o ou mesmo elimina&#231;&#227;o da virili&#173;za&#231;&#227;o em mulheres com hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal, sendo a taxa de sucesso de 80%<sup>56</sup>. Noutro estudo com 25 fetos do sexo feminino tratados com dexametasona, administrada at&#233; &#224;s nove semanas de gesta&#231;&#227;o, 11 nasceram com genitais femininos normais e 11 com sintomas significativamente mais suaves que as suas irm&#227;s n&#227;o tratadas. Assim, 88% dos rec&#233;m-nascidos do sexo feminino tratados pr&#233;-natalmente nasceram com genitais normais ou ligeiramente virili&#173;zados. N&#227;o foram observados efeitos colaterais significativos nas m&#227;es ou fetos<sup>55</sup>.</p>     <p>No entanto, t&#234;m sido frequentemente levantadas d&#250;vidas acerca da seguran&#231;a da terap&#234;utica pr&#233;-natal com dexametasona. Relativamente &#224; seguran&#231;a materna, v&#225;rios estudos indicaram que o tratamento pr&#233;-natal com dexametasona est&#225; associado a complica&#231;&#245;es maternas modestas, nomeadamente, aumento do n&#250;mero de estrias, edema, maior apetite, desconforto g&#225;strico ligeiro, altera&#231;&#245;es de humor e hipertens&#227;o leve<sup>57-60</sup>. Em rela&#231;&#227;o &#224; seguran&#231;a fetal, numa avalia&#231;&#227;o de 500 gesta&#231;&#245;es, n&#227;o foram encontradas diferen&#231;as em rela&#231;&#227;o ao peso, comprimento e per&#237;metro cef&#225;lico ao nascimento quando comparados rec&#233;m-nascidos tratados com n&#227;o tratados<sup>61</sup>. No entanto, um outro estudo relatou d&#233;fices na mem&#243;ria de trabalho verbal em pacientes tratados com dexametasona, apesar de n&#227;o encontrar diferen&#231;as na intelig&#234;ncia psicom&#233;trica, late&#173;raliza&#231;&#227;o cerebral, codifica&#231;&#227;o da mem&#243;ria ou mem&#243;ria a longo prazo<sup>62</sup>.</p>     <p>Adicionalmente, este tratamento levanta outra quest&#227;o &#233;tica importante, nomeadamente a exposi&#231;&#227;o de sete de oito fetos no primeiro trimestre (quatro do sexo masculino e tr&#234;s do sexo feminino) &#224; dexametasona em altas doses para tratar um feto do sexo feminino afetado, sendo esta quest&#227;o motivo de intenso debate<sup>56</sup>.</p>     <p><b>Conclus&#227;o</b></p>     <p>As patologias fetais que podem justificar farmacotera&#173;pia pr&#233;-natal compreendem um grupo heter&#243;geno de condi&#231;&#245;es metab&#243;licas, end&#243;crinas e estruturais. No entanto, devido &#224; falta de evid&#234;ncia de ensaios cl&#237;nicos, para muitas das patologias inclu&#237;das nesta revis&#227;o n&#227;o existe um consenso quanto &#224; melhor op&#231;&#227;o terap&#234;utica a adotar. Assim, por um lado, existem algumas patologias nas quais a experi&#234;ncia cl&#237;nica acumulada permite orientar o tratamento, como por exemplo, a utiliza&#231;&#227;o de antiarr&#237;tmicos na taquicardia supraventricu&#173;lar fetal e o tratamento das patologias tiroideias fetais. Por outro lado, para condi&#231;&#245;es mais raras, como alguns erros do metabolismo, n&#227;o existe uma evid&#234;ncia clara da efic&#225;cia da terap&#234;utica farmacol&#243;gica pr&#233;-natal.</p>     <p>Desde a sua introdu&#231;&#227;o que o objetivo de maximizar a efic&#225;cia do f&#225;rmaco no feto e de minimizar a toxicidade na m&#227;e tem sido uma tarefa desafiadora. Assim, o recurso a terap&#234;uticas pr&#233;-natais implica uma an&#225;lise cuidada acerca da seguran&#231;a materna e fetal. Como as gr&#225;vidas s&#227;o expostas a f&#225;rmacos dos quais n&#227;o necessi&#173;tam &#233; fundamental avaliar o risco de complica&#231;&#245;es maternas, tais como o desenvolvimento de hipotiroidismo devido aos f&#225;rmacos anti-tiroideus utilizados no hipertiroidismo fetal e os efeitos adversos associados ao uso de esteroides na hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal e de antiarr&#237;tmicos nas taquiarritmias fetais. Relativamente &#224; seguran&#231;a fetal, &#233; necess&#225;rio ter presente a possibilidade de ocorreram efeitos n&#227;o terap&#234;uticos associados aos f&#225;rmacos, como por exemplo, a restri&#231;&#227;o de crescimento no bloqueio card&#237;aco cong&#233;nito associado &#224; utiliza&#231;&#227;o de esteroides. Adicionalmente, apesar de n&#227;o existirem relatos de teratogenicidade, a experi&#234;ncia com algumas terap&#234;uticas, tais como a biotina, &#233; ainda reduzida, o que implica maior preocupa&#231;&#227;o. Por &#250;ltimo, a terap&#234;utica pr&#233;-natal levanta outra quest&#227;o &#233;tica importante, ou seja a exposi&#231;&#227;o de alguns fetos sem patologia a f&#225;rmacos de que n&#227;o necessitavam, como &#233; exemplo a exposi&#231;&#227;o &#224; dexametasona em altas doses na hiperplasia cong&#233;nita da suprarrenal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&#202;NCIAS BIBLIOGR&#193;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. Liley A. Intrauterine Transfusion of Foetus in Haemolytic Disease. BMJ 1963;2:1107-1109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861724&pid=S1646-5830201700010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Hui L, Bianchi DW. Prenatal pharmacotherapy for fetal anomalies: a 2011 update. Prenat Diagn 2011;31:735-743.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861726&pid=S1646-5830201700010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Staud F, Cerveny L, Ceckova M. Pharmacotherapy in pregnan&#173;cy; effect of ABC and SLC transporters on drug transport across the placenta and fetal drug exposure. J Drug Target 2012;20: 736-763.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861728&pid=S1646-5830201700010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Mauro A, Casavola V, Guarnieri G, Calderoni G, Cicinelli R. Antenatal and postnatal combined therapy for autoantibody-related congenital atrioventricular block. BMC Pregnancy Childbirth 2013;13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861730&pid=S1646-5830201700010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>5. Jaeggi ET, Fouron JC, Silverman ED, Ryan G, Smallhorn J, Hornberger LK. Transplacental fetal treatment improves the outco&#173;me of prenatally diagnosed complete atrioventricular block wi&#173;thout structural heart disease. Circulation 2004;110:1542-1548.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861732&pid=S1646-5830201700010000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Tunks RD, Clowse ME, Miller SG, Brancazio LR, Barker PC. Maternal autoantibody levels in congenital heart block and potential prophylaxis with antiinflammatory agents. Am J Obstet Gynecol 2013;208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861734&pid=S1646-5830201700010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Pisoni CN, Brucato A, Ruffatti A, Espinosa G, Cervera R, Belmonte-Serrano M, et al. Failure of intravenous immunoglobulin to prevent congenital heart block: Findings of a multicenter, prospective, observational study. Arthritis Rheum 2010;62:1147-1152.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861736&pid=S1646-5830201700010000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Friedman DM, Kim MY, Copel JA, Llanos C, Davis C, Buyon JP. Prospective evaluation of fetuses with autoimmune-associated congenital heart block followed in the PR Interval and Dexamethasone Evaluation (PRIDE) Study. Am J Cardiol. 2009;103:1102-1106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861738&pid=S1646-5830201700010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Breur J, Visser G, Kruize A, Stoutenbeek P, Meijboom J. Treatment of fetal heart block with maternal steroid therapy: case report review of the literature. Ultrasound Obstet Gynecol 2004;24:467-472.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861740&pid=S1646-5830201700010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>10. Yildirim A, Tunaodlu F, Karaada&#231; A. Neonatal Congenital Heart Block. Indian Pediatr 2013;50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861742&pid=S1646-5830201700010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Miyoshi T, Maeno Y, Sago H, Inamura N, Yasukohchi S, Kawataki M, et al. Evaluation of Transplacental Treatment for Fetal Congenital Bradyarrhythmia. Circ J 2012;76:469-476.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861744&pid=S1646-5830201700010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Maeno Y, Himeno W, Saito A, Hiraishi S, Hirose O, Ikuma M, et al. Clinical course of fetal congenital atrioventricular block in the Japanese population: a multicentre experience. Heart 2005;91:1075-1079.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861746&pid=S1646-5830201700010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Izmirly PM, Kim MY, Llanos C, Le PU, Guerra MM, Askanase AD, et al. Evaluation of the risk of anti-SSA/Ro-SSB/La antibody-associated cardiac manifestations of neonatal lupus in fetuses of mothers with systemic lupus erythematosus exposed to hydroxychloroquine. Ann Rheum Dis 2010;69:1827-1830.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861748&pid=S1646-5830201700010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14. Morel N, Georgin-Lavialle S, Levesque K, Guettrot-Imbert G, Le Guern V, Le Bidois J, et al. Neonatal lupus syndrome: Literature review. Rev Med Interne 2015;36(3):159-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861750&pid=S1646-5830201700010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>15. Falc&#227;o L. Taquiarritmias Fetais. S&#227;o Paulo: Centro de Estudos de Medicina Fetal 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861752&pid=S1646-5830201700010000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Kang SL, Howe D, Coleman M, Roman K, Gnanapragasam J. Foetal supraventricular tachycardia with hydrops fetalis: a role for direct intraperitoneal amiodarone. Cardiol Young 2015;25:447-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861754&pid=S1646-5830201700010000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Jaeggi ET, Carvalho JS, De Groot E, Api O, Clur SA, Rammeloo L, et al. Comparison of transplacental treatment of fetal supraventricular tachyarrhythmias with digoxin, flecainide, and sotalol: results of a nonrandomized multicenter study. Pediatr Cardiol 2011;124:1747-1754.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861756&pid=S1646-5830201700010000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Van der Heijden LB, Oudijk MA, Manten GT, ter Heide H, Pistorius L, Freund MW. Sotalol as first-line treatment for fetal tachycardia and neonatal follow-up. Ultrasound Obstet Gynecol 2013;42:285-293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861758&pid=S1646-5830201700010000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19. Strasburger JF, Cuneo BF, Michon MM, Gotteiner NL, Deal BJ, McGregor SN, et al. Amiodarone therapy for drug-refractory fetal tachycardia. Circulation 2004;109:375-379.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861760&pid=S1646-5830201700010000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>20. Montenegro N, Rodrigues T, Ramalho C, Campos DA. Taquiarritmias Supraventriculares. Protocolos de Medicina Materno-Fetal. 3 ed: Lidel; 2014:159-161.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861762&pid=S1646-5830201700010000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Ribault V, Castanet M, Bertrand AM, Guibourdenche J, Vuillard E, Luton D, et al. Experience with intraamniotic thyroxine treatment in nonimmune fetal goitrous hypothyroidism in 12 cases. J Clin Endocrinol Metab 2009;94:3731-3739.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861764&pid=S1646-5830201700010000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22. Stewart CJ, Constantatos S, Joolay Y, Muller L. In utero treatment of fetal goitrous hypothyroidism in a euthyroid mother: a case report. J Clin Ultrasound 2012;40:603-606.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861766&pid=S1646-5830201700010000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23. Agrawal P, Stuart A, Lees C. Intrauterine diagnosis and management of congenital goitrous hypothyroidism. Ultrasound Obstet Gynecol. 2002 May;19(5):501-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861768&pid=S1646-5830201700010000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>24. Borgel K, Pohlenz J, Holzgreve W, Bramswig JH. Intrauterine therapy of goitrous hypothyroidism in a boy with a new compound heterozygous mutation (Y453D and C800R) in the thyroid peroxidase gene. A long-term follow-up. J Obstet Gynecol 2005;193:857-858.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861770&pid=S1646-5830201700010000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>25. Batra CM. Fetal and neonatal thyrotoxicosis. Indian journal of endocrinology and metabolism. Indian J Endocrinol Metab. 2013 Oct;17(Suppl 1):S50-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861772&pid=S1646-5830201700010000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26. Parilla BV, Hanif F, Hasbani K, Iannucci T. Fetal tachycardia treated successfully with maternally administered propylthiouracil. Case Rep Obstet Gynecol. 2014;2014:968051.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861774&pid=S1646-5830201700010000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>27. Srisupundit K, Sirichotiyakul S, Tongprasert F, Luewan S, Tongsong T. Fetal therapy in fetal thyrotoxicosis: a case report. Fetal Diagn Ther. 2008;23(2):114-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861776&pid=S1646-5830201700010000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28. Sato Y, Murata M, Sasahara J, Hayashi S, Ishii K, Mitsuda N. A case of fetal hyperthyroidism treated with maternal administration of methimazole. J Perinatol. 2014 Dec;34(12):945-947.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861778&pid=S1646-5830201700010000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>29. Van Karnebeek CD, Stockler-Ipsiroglu S, Jaggumantri S, Assmann B, Baxter P. Lysine-Restricted Diet as Adjunct Therapy for Pyridoxine-Dependent Epilepsy: The PDE Consortium Consensus Recommendations. JIMD Rep. 2014;15:1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861780&pid=S1646-5830201700010000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>30. Van Karnebeek CD, Jaggumantri S. Current treatment Curr Treat Options Neurol. 2015 Feb;17(2):335.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861782&pid=S1646-5830201700010000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>31. Bok LA, Been JV, Struys EA, Jakobs C, Rijper EA, Willemsen MA. Antenatal treatment in two Dutch families with pyridoxine-dependent seizures. Eur J Pediatr. 2010 Mar;169(3):297-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861784&pid=S1646-5830201700010000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>32. Rankin P, Harrison S, Chong W, Boyd S, Aylett S. Pyridoxine-dependent seizures: a familiy phenotype that leads to severe cognitive deficits, regardless of treatment regime. Dev Med Child Neurol. 2007 Apr;49(4):300-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861786&pid=S1646-5830201700010000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>33. Hartmann H, Fingerhut M, Jakobs C, Plecko B. Status epilepticus in a neonate treated with pyridoxine because of a familial recurrence risk for antiquitin deficiency: pyridoxine toxicity? Dev Med Child Neurol 2011;53:1150-1153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861788&pid=S1646-5830201700010000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>34. Koning TJ, Klomp LWJ, Van Oppen ACC, Beemer FA, Dorland L, van den Berg IET, et al. Prenatal and early postnatal treatment in 3-phosphoglycerate-dehydrogenase deficiency. Lancet 2004;364:2221-2222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861790&pid=S1646-5830201700010000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>35. Tabatabaie L, Klomp LW, Rubio-Gozalbo ME, Spaapen LJ, Haagen AA, Dorland L, et al. Expanding the clinical spectrum of 3-phosphoglycerate dehydrogenase deficiency. J Inherit Metab Dis 2011;34:181-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861792&pid=S1646-5830201700010000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>36. Kraoua I, Wiame E, Kraoua L, Nasrallah F, Benrhouma H, Rouissi A, et al. 3-Phosphoglycerate dehydrogenase deficiency: description of two new cases in Tunisia and review of the literature. Neuropediatrics 2013;44:281-285.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861794&pid=S1646-5830201700010000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37. Cavicchi C, Donati MA, Funghini S, la Marca G, Malvagia S, Ciani F. Genetic and biochemical approach to early prenatal diagnosis in a family with mut methylmalonic aciduria. Clin Genet 2006;69:72-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861796&pid=S1646-5830201700010000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38. Huemer M, Simma B, Fowler B, Suormala T, Bodamer OA, Sass JO. Prenatal and postnatal treatment in cobalamin C defect. J Pediatr 2005;147:469-472.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861798&pid=S1646-5830201700010000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>39. Soda H, Ohura T, Yoshida I, Aramaki S, Aoki K. Prenatal diagnosis and therapy for a patient with vitamin B12- responsive methhylmalonic acidaemia. J Inherit Metab Dis 1995;18:295-298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861800&pid=S1646-5830201700010000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>40. Zab R, Leupold D, Fernandez M, Wendel U. Evaluation of prenatal tratment in newborns with cobalamin-responsive methylmalonic acidaemia. J Inherit Metab Dis 1995;18:100-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861802&pid=S1646-5830201700010000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>41. Meer S, Spaapen M, Fowler B, Jakobs C. Prenatal treatment of a patient with vitamin B12 responsive methylmalonic acidemia. J Pediatr 1990;117:923-926.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861804&pid=S1646-5830201700010000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>42. Ampola M, Mahoney M, Nakamura E, Tanaka K. Prenatal Therapy of a Patient with Vitamin-B12-Responsive Methylmalonic Acidemia. N Engl J Med 1975;293:313-317.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861806&pid=S1646-5830201700010000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>43. Phuc T, Elaina J, Laurie N, William N. Prenatal diagnosis of holocarboxylase synthetase deficiency by assay of the enzyme in chorionic villus material followed by prenatal treatment. Clin Chim Acta 1999;284:59-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861808&pid=S1646-5830201700010000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>44. Yokoi K, Ito T, Maeda Y, Nakajima Y, Kurono Y, Sugiyama N, et al. A case of holocarboxylase synthetase deficiency with insufficient response to prenatal biotin therapy. Brain Dev 2009;31: 775-778.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861810&pid=S1646-5830201700010000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>45. Phuc T, John B, William N. Prenatal Diagnosis and Treatment of Holocarboxylase Synthetase Deficiency. Prenat Diagn 1999;19:108-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861812&pid=S1646-5830201700010000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>46. Fliesler SJ. Antioxidants: The Missing Key to Improved Therapeutic Intervention in Smith-Lemli-Opitz Syndrome? Hereditary Genet. 2013;2:119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861814&pid=S1646-5830201700010000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>47. Ayse Y, Frank T, Aysu K. Neonatal Congenital Heart Block. Indian Pediatr 2013;50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861816&pid=S1646-5830201700010000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>48. DeBarber AE, Eroglu Y, Merkens LS, Pappu AS, Steiner RD. Smith-Lemli-Opitz syndrome. Expert Rev Mol Med 2011;13:e24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861818&pid=S1646-5830201700010000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>49. Irons M, Nores J, Stewart T, Craigo S, Bianchi D, D'Alton M, et al. Antenatal therapy of Smith-Lemli-Opitz syndrome. Fetal Diagn Ther 1999;14:133-137.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861820&pid=S1646-5830201700010000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>50. Curran PF, Jelin EB, Rand L, Hirose S, Feldstein VA, Goldstein RB, et al. Prenatal steroids for microcystic congenital cystic adenomatoid malformations. J Pediatr Surg 2010;45:145-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861822&pid=S1646-5830201700010000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>51. Reis AR, Ribeiro FB, Schultz R. Congenital cystic adenomatoid malformation type I. Autops Case Rep 2015;5:21-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861824&pid=S1646-5830201700010000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>52. Min JY, Won HS, Lee MY, Suk HJ, Shim JY, Lee PR, et al. Intrauterine therapy for macrocystic congenital cystic adenomatoid malformation of the lung. Obstet Gynecol Sci 2014;57:102-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861826&pid=S1646-5830201700010000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>53. Morris LM, Lim FY, Livingston JC, Polzin WJ, Crombleholme TM. High-risk fetal congenital pulmonary airway malformations have a variable response to steroids. J Pediatr Surg 2009;44:60-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861828&pid=S1646-5830201700010000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>54. Loh KC, Jelin E, Hirose S, Feldstein V, Goldstein R, Lee H. Microcystic congenital pulmonary airway malformation with hydrops fetalis: steroids vs open fetal resection. J Pediatr Surg 2012; 47:36-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861830&pid=S1646-5830201700010000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>55. Toshihiro T, Kenji F. Prenatal Diagnosis and Treatment of Steroid 21-Hydroxylase Deficiency. Clin Pediatr Endocrinol. 2008;17:95-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861832&pid=S1646-5830201700010000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>56. Miller WL, Witchel SF. Prenatal treatment of congenital adrenal hyperplasia: risks outweigh benefits. Am J Obstet Gynecol 2013;208:354-359.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861834&pid=S1646-5830201700010000600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>57. Speiser PW, Azziz R, Baskin LS, Ghizzoni L, Hensle TW, Merke DP, et al. Congenital adrenal hyperplasia due to steroid 21-hydroxylase deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab 2010;95:4133-4160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861836&pid=S1646-5830201700010000600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>58. Maria N, Ann C, Jihad O, Ian M, Monina C, Amanda G, et al. Prenatal Diagnosis for Congenital Adrenal Hyperplasia in 532 Pregnancies. J Clin Endocrinol Metab 2001:5651-5657.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861838&pid=S1646-5830201700010000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>59. Maguelone F, Yves M, Michel D. Prenatal Treatment of Congenital Adrenal Hyperplasia. Trends Endocrinol Metab 1998;9:284-289.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861840&pid=S1646-5830201700010000600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>60. Svetlana L, Anna W, The-Hung B, Martin R, Mikael H. Long-Term Somatic Follow-Up of Prenatally Treated Children with Congenital Adrenal Hyperplasia. J Clin Endocrinol Metab 1998;83:3872-3880.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861842&pid=S1646-5830201700010000600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>61. Nimkarn S, New MI. Congenital adrenal hyperplasia due to 21-hydroxylase deficiency: A paradigm for prenatal diagnosis and treatment. Ann N Y Acad Sci 1389 2010;1192:5-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861844&pid=S1646-5830201700010000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>62. Hirvikoski T, Nordenstrom A, Lindholm T, Lindblad F, Ritzen EM, Wedell A, et al. Cognitive functions in children at risk for congenital adrenal hyperplasia treated prenatally with dexamethasone. J Clin Endocrinol Metab 2007;92:542-548.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1861846&pid=S1646-5830201700010000600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#topc0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#topc0">Correspondence</a><a name="c0"></a></p>     <p>Ana Costa</p>     <p>E-mail: <a href="mailto:rita_cur@hotmail.com">rita_cur@hotmail.com</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Recebido em: </b>16/02/2016</p>     <p><b>Aceite para publica&#231;&#227;o: </b>05/05/2016</p>      ]]></body><back>
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