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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CARTA AO EDITOR/</B>LETTER TO THE EDITOR</font></p>     <p><font size="4"><b>Resposta dos autores</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Authors response </b></font></p>     <p><b>Cruz J, Corte-Real A, Monteiro D, Costa-Santos C, Bernardes J</b></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caro Editor</b></p>     <p>Agradecemos o interesse de Fonseca e Clode<sup>1</sup> pelo nosso estudo «Como são valorizados fatores de bom prognóstico de parto pélvico vaginal por médicos de Ginecologia e Obstetrícia»<sup>2</sup> e tudo aquilo que, com os seus comentários construtivos, acrescentaram à mensagem que tentamos transmitir.</p>     <p>Concordamos que é arrojado generalizar a nível nacional as conclusões do nosso estudo, de que o treino da extração da cabeça fetal com fórceps e a experiência na assistência ao parto pélvico vaginal sejam pouco praticados em Portugal, uma vez que o estudo incluiu apenas dois centros que podem não estar em consonância com a prática clínica de outros hospitais<sup>2</sup>. De facto, só um estudo de âmbito nacional mais alargado e representativo nos permitiria chegar com segurança a tais conclusões. </p>     <p>No entanto, se atendermos ao estudo português que avaliou dados relativos aos partos de termo de feto único em apresentação pélvica que ocorreram em 7 hospitais ao longo de quase 3 anos e em que se constatou que 95% foram cesarianas<sup>3</sup>, que de forma pertinente foi trazido ao debate por Fonseca e Clode<sup>1</sup>, não só não nos parece que seja possível assistir com a frequência desejável a partos pélvicos vaginais, como muito menos adqui­rir e acumular experiência na extração da cabeça última com fórceps, na linha das conclusões a que chegámos<sup>2</sup>. </p>     <p>Esperamos que o nosso trabalho<sup>2</sup>, reforçado com os comentários de Fonseca e Clode, contribua para «batalhar para evitar a extinção do <i>skill </i>que, perante um caso bem selecionado, permita um parto pélvico vaginal bem-sucedido»<sup>1</sup>. Só lá chegaremos com motivação, trabalho e rigor. Com um rigor que os tempos de conflitualidade médico-legal que vivemos nos exigem e que nos aconselham prudência na análise e generalização dos «riscos absolutos pequenos» referidos por Fonseca e Clode, a propósito de um estudo retrospectivo em que apenas 5% dos partos pélvicos foram vaginais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS </b></p>     <p>1. Fonseca e Clode. Carta ao Editor</p>     <!-- ref --><p>2. Cruz J, Corte-Real A, Monteiro D, Costa-Santos C, Bernardes J. Como são valorizados fatores de bom prognóstico de parto pélvico vaginal por médicos de Ginecologia e Obstetrícia? Acta Obstet Ginecol Port 2017;11(3):160-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1867268&pid=S1646-5830201700040001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>3, Fonseca A, Silva R, Rato I, Neves AR, Peixoto C, Ferraz Z, Ramalho I. Breech presentation: Vaginal versus cesarean delivery, which intervention leads to the best outcomes? Acta Med Port 2017;30(6):479-484.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1867270&pid=S1646-5830201700040001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body><back>
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