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<journal-title><![CDATA[Acta Obstétrica e Ginecológica Portuguesa]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Parto vaginal em gestantes com cesariana nos antecedentes]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar Universitário S. João Serviço Ginecologia/Obstetrícia ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Hospital de Braga Serviço de Ginecologia e Obstetrícia ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Laboratório Associado ICVS/3B’s  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA</b>/GUIDELINES</font></p>     <p><font size="4"><b>Parto vaginal em gestantes com cesariana nos antecedentes</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Vaginal birth after cesarean delivery</b></font></p>     <p><b>A Direção da SPOMMF: Ana Paula Machado<sup>1</sup>, Cristina Nogueira-Silva<sup>2</sup>,    Ana Luísa Areia<sup>3</sup>, Nuno Clode<sup>4</sup>, Luís Mendes Graça<sup>5</sup></b></p>     <p>1. Assistente Hospitalar Graduada, Serviço Ginecologia/Obstetrícia do Centro    Hospitalar Universitário S. João</p>     <p>2. Assistente Hospitalar do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital    de Braga; Professora Auxiliar da Escola de Medicina da Universidade do Minho;    Investigadora do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS),    da Universidade do Minho e Laboratório Associado ICVS/3B’s, Braga/Guimarães,    Portugal </p>     <p>3. Assistente Hospitalar do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro    Hospitalar Universitário de Coimbra; Professora Auxiliar da Faculdade de Medicina    da Universidade de Coimbra</p>     <p>4. Assistente Graduado Sénior, Director do Serviço de Obstetrícia do HSM-CHLN  </p>     <p>5. Professor Catedrático Jubilado de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade    de Medicina da Universidade de Lisboa.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Em Portugal, a incidência de parto por cesariana é muito elevada comparativamente    com outros países europeus, sendo este um indicador de má prática obstétrica    e de saúde pública.</p>     <p>Os serviços de Obstetrícia deparam-se, atualmente, com um número muito elevado    de gestantes com uma ou mais cesarianas nos seus antecedentes. A necessidade    de reduzir o número de partos cirúrgicos, com vista a diminuir a morbilidade    materna e as complicações em futuras gravidezes ou de atender à vontade da grávida,    torna imperativa a implementação da tentativa de parto vaginal em situação de    cesariana anterior.</p>     <p>Os benefícios de ter um parto vaginal são a evicção de uma cirurgia abdominal,    redução da perda hemática, tromboembolismo e infeção e a diminuição do tempo    de recuperação materna. No entanto, existem riscos associados, nomeadamente    a rotura/deiscência da cicatriz uterina, com importante morbimortalidade materna    e fetal.</p>     <p>É, assim, importante proceder a uma rigorosa seleção dos casos a quem deve    ser oferecida uma prova de trabalho de parto (TP). </p>     <p>O risco de rotura uterina sintomática é muito baixo se o TP se iniciar espontaneamente    (0,7%), mas aumenta se o TP for induzido com ocitocina ou prostaglandina E<sub>2</sub>    vaginal (2,3%)<sup>1</sup>. O risco de deiscência da sutura uterina é um pouco    superior.</p>     <p><b>Crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o para prova de TP</b></p>     <p><b>Critérios de exclusão</b></p>     <p><b>• </b>: Cesariana corporal ou segmentar vertical ou incisão em T; rotura    uterina em gravidez anterior; cirurgia uterina prévia que abrange toda a espessura    do miométrio;</p>     <p><b>• </b>: indicação obstétrica/outra para cesariana.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Critérios de inclusão</b></p>     <p><b>• </b>Grávidas com um parto vaginal nos antecedentes (anterior ou posterior    à cesariana);</p>     <p><b>• </b>Antecedentes de uma <b>única</b> cesariana segmentar. Gestantes com    <b>duas</b> cesarianas nos antecedentes: ver adiante;</p>     <p><b>• </b>Canal de parto adequado;</p>     <p><b>• </b>Feto único em apresentação de vértice, preferentemente com estimativa    ponderal inferior a 3500 gramas;</p>     <p><b>• </b>Em TP espontâneo ou colo uterino muito favorável;</p>     <p><b>• </b>Se colo uterino desfavorável, sem contraindicação para indução do    TP.</p>     <p>Não está claramente estabelecido se o encerramento da histerotomia com uma    ou duas suturas em cesariana anterior interfere na qualidade da cicatrização    da parede uterina. Múltiplos estudos apontam para um menor risco de rotura/deiscência    da cicatriz quando o encerramento se faz com camada dupla<sup>2,3</sup>. No    entanto, uma revisão sistemática publicada em 2017 não encontra diferença na    probabilidade de rotura uterina em gravidez subsequente quando foram comparadas    as duas técnicas de histerorrafia<sup>4</sup>.</p>     <p><b>Gravidez gemelar</b></p>     <p><b>• </b> não constitui critério de exclusão em grávidas com <b>uma única</b>    cesariana segmentar nos antecedentes<sup>5</sup>. O risco de rotura uterina    é equivalente ao da gravidez unifetal, mas o êxito da prova de TP é menor. A    necessidade de manobras para a extração do 2º gémeo em situação anómala poderá    aumentar o risco de rotura.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A prova de TP em mulheres com uma cesariana anterior deverá sempre decorrer    num hospital devidamente equipado (dotado de unidades de cuidados intensivos    neonatais e para adultos) e com equipas completas, incluindo anestesista e neonatologista.</p>     <p><b>Fatores de sucesso para parto vaginal ap&oacute;s cesariana </b></p>     <p><b>• </b>Parto vaginal anterior (êxito em cerca de 80%); </p>     <p><b>• </b>TP espontâneo ou indução do TP com colo muito favorável e apresentação    de vértice insinuada;</p>     <p><b>• </b>Indicação para a cesariana anterior não recorrente (por ex., cesariana    anterior por apresentação pélvica). </p>     <p><b>• </b>Avaliando todas as situações de prova de trabalho de parto após cesariana    (PTPAC), incluindo a indução do TP com o colo desfavorável, a taxa de partos    vaginais ronda os 50%<sup>6</sup>.</p>     <p><b>Probabilidade de Êxito da PTPAC </b></p>     <p>A avaliação da probabilidade de parto vaginal é um passo importante antes de    se decidir uma PTPAC, uma vez que uma tentativa falhada de parto vaginal é um    dos fatores que mais aumenta a morbilidade materna, particularmente se o trabalho    de parto foi induzido<sup>7</sup>. </p>     <p><b>• </b>A probabilidade de sucesso diminui se<sup>7-10</sup>: </p>     <p><b>• </b>Idade materna superior a 35 anos; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>• </b>IMC superior a 30 Kg/m<sup>2</sup>;</p>     <p><b>• </b>Raça negra</p>     <p><b>• </b>Estado do colo desfavorável; </p>     <p><b>• </b>Peso fetal estimado superior a 4000g; </p>     <p><b>• </b>Indicação recorrente para parto por cesariana; </p>     <p><b>• </b>Gestações com mais de 40 semanas.</p>     <p><b>Risco de rotura uterina e morbi-mortalidade associada </b></p>     <p>Apesar de se manter muito baixa, a morbilidade é maior nos casos de PTPAC do    que naqueles em que se optou por cesariana eletiva<sup>11,12</sup>. O maior    risco materno e fetal verifica-se quando ocorre rotura do útero. A mortalidade    fetal aumenta se houver rotura uterina e a encefalopatia hipóxico-isquémica    do recém-nascido é maior nos casos de PTPAC, mesmo sem ter havido rotura, quando    comparado com as situações em que se procedeu a cesariana eletiva<sup>7,9,11</sup>.    O risco combinado para a ocorrência de um destes eventos é de cerca de 1 em    1250 PTPAC<sup>9</sup>. Também um intervalo entre gestações inferior a 18 meses    parece aumentar o risco de rotura uterina numa subsequente PTPAC, mas este facto    não é consensual.</p>     <p><b>Indu&ccedil;&atilde;o do TP</b></p>     <p>Comparativamente com os casos em que o TP se iniciou espontaneamente, a indução    do TP em grávidas com cesariana anterior diminui a probabilidade de sucesso    de parto vaginal e aumenta o risco de rotura uterina (0,4% no trabalho de parto    espontâneo, 0,9% se aceleração do trabalho de parto, 1,1% se indução ocitócica    ou 1,4% se maturação cervical com prostaglandinas)<sup>11,13,15</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>• </b>: A probabilidade de se obter um parto vaginal é elevada.</p>     <p><b>• </b>: Comparativamente com o TP espontâneo, a indução do TP diminui a    probabilidade de o parto ocorrer por via vaginal, principalmente nos casos em    que o estado do colo seja desfavorável<sup>10</sup>. Os dados existentes sobre    a segurança da indução do TP com dinoprostona são relativamente limitados e    antagónicos, pelo que, com base na literatura disponível, não é possível recomendar    uma orientação formal. Contudo, um extenso estudo publicado em 2007 mostrou    que o risco de rotura uterina com a indução do TP será de 1,4% quando são usadas    prostaglandinas (com ou sem ocitocina associada) e de 0,9% quando a ocitocina    é usada apenas para estimular o TP já em curso<sup>15</sup>.</p>     <p><b>Métodos para indução do TP</b></p>     <p><b>&#8209;a)</b> Misoprostol: contraindicada a sua utilização<sup>9</sup>.</p>     <p><b>&#8209;b)</b> &#8209;Dinoprostona (na forma de dispositivo de libertação    lenta - Propess®): para amadurecimento do colo, parece comportar um risco de    rotura aceitável desde que <b>não</b> seja utilizada simultaneamente ocitocina    a qual, se necessário, pode ser utilizada 4 a 6 horas depois de retirado o dispositivo.</p>     <p><b>&#8209;c)</b> &#8209;Métodos mecânicos (algália de Foley ou dispositivo    similar introduzido acima do orifício interno do colo): método de amadurecimento    cervical com menos risco de rotura uterina comparativamente com os métodos farmacológicos<sup>16,17</sup>.    Poderá ser mantido durante 12 a 24 horas ou até à sua expulsão espontânea, seguido    da administração de ocitocina, se, entretanto, o TP não se tiver desencadeado.    Não está completamente esclarecido se o uso de um método mecânico aumenta o    risco de corioamnionite nas situações de rotura de membranas<sup>18</sup>, pelo    que a SPOMMF não recomenda a sua utilização nestas circunstâncias.</p>     <p><b>&#8209;d)</b> &#8209;Indução do TP com ocitocina: perfusão com dosagens    moderadas - iniciar a 1mU/min (5UI em 1000mL a 15 mL/h) e aumentar 1mU/min de    30/30 minutos até se conseguir 3-4 contrações em 10 min ou dose máxima de 10mU/min.</p>     <p><b>• &#8209;Estimulação com ocitocina do TP em curso</b>: A perfusão de ocitocina    em dosagens moderadas para estimular a contratilidade no TP em curso (desde    que não usada em simultâneo com prostaglandinas) não aumenta significativamente    o risco de rotura uterina<sup>1,9</sup>.</p>     <p><b>• &#8209;Prova de TP em gestantes com duas ou mais cesarianas nos antecedentes</b>:    Apesar de <b>não</b> constituir uma contraindicação absoluta, é necessário atuar    com prudência. Os poucos estudos publicados mostram taxas de rotura uterina    que podem atingir valores superiores a 3,0%<sup>8</sup>; numa das séries publicadas    foi necessário proceder a histerectomia em cerca de 20% dos casos em que ocorreu    rotura<sup>12</sup>. O ACOG considera razoável que se ofereça uma prova de TP    a estas grávidas, desde que outros fatores presentes não afetem a probabilidade    de poder ser conseguido um parto vaginal<sup>7,9</sup>.</p>     <p><b>• &#8209;Indicação para desencadear o TP no 2º trimestre</b>: Em algumas    grávidas com cesariana anterior é necessário terminar a gravidez no decurso    do 2º trimestre. A dimensão das séries publicadas é pequena, mas parece demonstrar    que, nestas circunstâncias, a indução do TP (mesmo com prostaglandinas, incluindo    o misoprostol) têm desfechos semelhantes aos das gestantes com o útero intacto    (risco de rotura uterina inferior a 1%)<sup>21</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>• &#8209;Indicação para desencadear o TP no início do 3º trimestre</b>:    Em mulheres com uma cesariana nos antecedentes, pode colocar-se a necessidade    de terminar a gravidez após as 28 semanas e antes do termo. O amadurecimento    do colo pode ser efetuado pela colocação de cateter de Foley, a que se seguirá    a estimulação uterina. O risco de rotura do útero é comparável ao do TP espontâneo<sup>22</sup>.</p>     <p><b>InformaÇÃo Suplementar</b></p>     <p><b>• &#8209;Versão fetal por manobras externas:</b> Apesar dos registos serem    escassos, a versão fetal não parece ser contraindicada em grávidas com uma cesariana    anterior<sup>7</sup>.</p>     <p><b>• &#8209;Analgesia epidural:</b> Não está contraindicada durante o TP em    gestantes com uma cesariana nos antecedentes<sup>7</sup>.</p>     <p><b>• &#8209;Evolução do TP:</b> Nas gestantes sujeitas a PTPAC, o padrão evolutivo    do TP é semelhante à das parturientes com útero intacto<sup>20</sup>. Por este    motivo, a avaliação da evolução do TP e as decisões referentes a anomalias de    progressão devem ser idênticas.</p>     <p><b>• &#8209;Diagnóstico de rotura uterina:</b> Não existem dados que antecipem    a rotura do útero que, em geral, é aguda e muitas vezes catastrófica. O sinal    mais frequente de rotura uterina (70% dos casos) é a ocorrência súbita de anomalias    da frequência cardíaca fetal, pelo que em todas as PTPAC a monitorização cardiotocográfica    deve ser contínua<sup>7</sup>.</p>     <p><b>NOTA</b></p>     <p>A informação a prestar às grávidas que desejam ser submetidas a PTPAC, para    que o seu consentimento seja devidamente informado e esclarecido, deve ser o    mais concreta e pormenorizada possível relativamente aos riscos e benefícios    da sua decisão.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1. Zelop CM, Shipp TD, Repke JT, et al. Uterine rupture during induced or augmented    labor in gravid women with one prior cesarean delivery. Am J Obstet Gynecol,    1999, 11: 882.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873721&pid=S1646-5830201800040001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Bujold E, Bujold C, Hamilton EF, et al. The impact of a single layer or    double-layer closure on uterine rupture. Am J Obstet Gynecol 2002; 186: 1326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873723&pid=S1646-5830201800040001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Bujold E, Goyet M, Marcoux S, et al. The role of uterine closure in the    risk of uterine rupture. Obstet Gynecol 2010; 186: 1326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873725&pid=S1646-5830201800040001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Sardo AS, Saccone G, McCurdy R, et al. Risk of cesarean scar defect following    single- vs double-layer uterine closure: systematic review and meta-analysis    of randomized controlled trials. Ultrasound Obstet Gynecol 2017; 50: 578-583.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873727&pid=S1646-5830201800040001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Varner MW, Thom E, Spong CY, et al. Trial of labor after one previous cesarean    delivery for multifetal gestation. Natioanl Institute for Child Health and Human    Development (NICHD) Maternal-Fetal Medicine Units Network (MFMU). Obstet Gynecol    2007; 110: 814.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873729&pid=S1646-5830201800040001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>6. Uddin SF, Simon AE. Rates and success rates of trial of labor after cesarean    delivery in the United States, 1990-2009. Maternal Child Heath J 2013; 17: 1309.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873731&pid=S1646-5830201800040001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. ACOG. Vaginal birth after cesarean delivery. ACOG Practice Bulletin, Obstet    Gynecol 2017; 184: e217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873733&pid=S1646-5830201800040001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Grobman WA, Lai Y, Landon MB, et al. Development of a nomogram for prediction    of vaginal birth after cesarean delivery. Obstet Gynecol 2007; 109: 806.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873735&pid=S1646-5830201800040001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>9. Landon MB, Grobman WA. Vaginal birth after cesarean delivery. In Gabbe SG,    Niebyl JR, Simpson JL, et al. (eds.) &ldquo;Obstetrics: Normal and Problem Pregnancies&rdquo;,    cap. 20. Elsevier, Filadélfia, 2017.</p>     <!-- ref --><p>10. Coassolo KM, Stamilio DM, Pare E, et al. Safety and efficacy of vaginal    birth after cesarean attempts at or beyond 40 weeks of gestation. Obstet Gynecol    2005; 106: 700.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873738&pid=S1646-5830201800040001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Landon MB, Hauth JC, Leveno KJ, et al. Maternal and perinatal outcomes    associated with a trial of labor after prior cesarean delivery. N Engl J Med    2004; 351: 25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873740&pid=S1646-5830201800040001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Rossi AC, D’Addario V. Maternal morbidity following a trial of labor after    cesarean section vs repeated cesarean delivery: a systematic review and metaanalysis.    Am J Obstet Gynecol 2008; 199: 224.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873742&pid=S1646-5830201800040001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Dekker GA, Chan A, Luke CG, et al. Risk of uterine rupture in Australian    women attempting vaginal birth after prior cesarean section: a retrospective    population-based control study. BJOG 2010; 117: 1358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873744&pid=S1646-5830201800040001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14. Harper LM, Cahill AG, Boslaugh S, et al. Association of induction of labor    and uterine rupture in women attempting vaginal birth after cesarean: a survival    analysis. Am J Obstet Gynecol 2012; 206: 51e1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873746&pid=S1646-5830201800040001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Grobman WA, Gilbert S, Landon MB, et al. Outcomes of induction of labor    after one prior cesarean. Obstet Gynecol 2007; 109: 262.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873748&pid=S1646-5830201800040001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Bujold E, Blackwell SC, Gauthier RJ. Cervical ripening with transcervical    Foley cateter and the risk of uterine rupture. Obstet Gynecol 2004; 103: 18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873750&pid=S1646-5830201800040001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Hoffman MK, Sciscione A, Srinivasana M, et al. Uterine rupture in patients    with a prior cesaraen delivery: the impact of cervical ripening. Am J Perinatol    2004; 21: 217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873752&pid=S1646-5830201800040001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Mackeen AD, Durie DE, Lin M, et al. Foley plus oxytocin compared with oxytocin    for induction after membrane rupture: a randomized controlled trial. Obstet    Gynecol 2018; 131: 4-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873754&pid=S1646-5830201800040001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19. Leveno KJ. Controversies in Ob/Gyn: should we rethink the criteria for    VBAC? Contemp Ob/Gyn, Janeiro 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873756&pid=S1646-5830201800040001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>20. Grantz KL, Gonzalez-Quintero V, Troendle J, et al. Labor patterns in women    attempting vaginal birth after cesarean with normal neonatal outcomes. Am J    Obstet Gynecol 2015; 213: 226.e1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873758&pid=S1646-5830201800040001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Goyal V. Uterine rupture in second-trimester misoprostol-induced abortion    after cesarean delivery: a systematic review. Obstet Gynecol 2009; 113: 1117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873760&pid=S1646-5830201800040001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22. Boyle A, Preslar JP, Hogue CJ, et al. Route of delivery in women with stillbirth:    results of the Stillbirth Collaborative Research Network. Obstet Gynecol 2017;    129: 693.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1873762&pid=S1646-5830201800040001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body><back>
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