<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-5830</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Acta Obstétrica e Ginecológica Portuguesa]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Acta Obstet Ginecol Port]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-5830</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Euromédice, Edições Médicas Lda.]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-58302019000200006</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morcelação uterina: Atualização e proposta de consentimento informado]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Uterine morcellation: Update and proposal of an informed consent]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sara]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[José]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A2"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA2">
<institution><![CDATA[,Hospital Beatriz Ângelo Serviço de Ginecologia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<volume>13</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>106</fpage>
<lpage>112</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-58302019000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-58302019000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-58302019000200006&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Morcellation is a surgical technique, sometimes necessary to perform minimally invasive surgery, namely laparoscopic hysterectomy and myomectomy. As it is difficult to distinguish preoperatively a fibroid from a leyomiosarcoma, there are concerns that inadvert morcellation of a malignant tumor might occur, in which case the prognosis of the disease might be worsened. As new evidence arises regarding patient selection, preoperative care and preventive measures, it has become mandatory to inform and discuss the risks and benefits of the procedure with the patient, so that a true informed consent is achieved.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="en"><![CDATA[Morcellation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Leiomyosarcoma]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Informed consent]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b>/ REVIEW ARTICLE</font></p>     <p><font size="4"><b>Morcela&ccedil;&atilde;o uterina. Atualiza&ccedil;&atilde;o e proposta de consentimento informado</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Uterine morcellation. Update and proposal of an informed consent</b></font></p>     <p><b>Sara Nascimento<sup>1</sup>, Jos&eacute; Reis<sup>2</sup></b></p>     <p>Hospital Beatriz &Acirc;ngelo</p>     <p><sup>1</sup> Interna de Forma&ccedil;&atilde;o Espec&iacute;fica em Ginecologia e Obstetr&iacute;cia, do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca</p>     <p><sup>2</sup> Assistente Hospitalar do Servi&ccedil;o de Ginecologia do Hospital Beatriz &Acirc;ngelo</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Morcellation is a surgical technique, sometimes necessary to perform minimally invasive surgery, namely laparoscopic hysterectomy and myomectomy. As it is difficult to distinguish preoperatively a fibroid from a leyomiosarcoma, there are concerns that inadvert morcellation of a malignant tumor might occur, in which case the prognosis of the disease might be worsened.</p>     <p>As new evidence arises regarding patient selection, preoperative care and preventive measures, it has become mandatory to inform and discuss the risks and benefits of the procedure with the patient, so that a true informed consent is achieved.</p>     <p><b>Keywords: </b>Morcellation; Leiomyosarcoma; Informed consent</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o &eacute; uma t&eacute;cnica cir&uacute;rgica utilizada para reduzir o volume de um &oacute;rg&atilde;o ou tecido, com a inten&ccedil;&atilde;o de o remover atrav&eacute;s de uma pequena incis&atilde;o. Esta pode ser realizada de forma mec&acirc;nica (bisturi ou tesoura) ou eletromec&acirc;nica (eletromorcelador utilizado em contexto de laparoscopia).</p>     <p>Em 2014, a FDA emitiu um comunicado de seguran&ccedil;a recomendando contra a utiliza&ccedil;&atilde;o de morcela&ccedil;&atilde;o eletromec&acirc;nica, devido ao risco de dissemina&ccedil;&atilde;o de sarcoma uterino oculto<sup>1</sup>.</p>     <p>Desde ent&atilde;o, t&ecirc;m sido publicados m&uacute;ltiplos artigos cient&iacute;ficos, que levaram &agrave; revis&atilde;o das recomenda&ccedil;&otilde;es das v&aacute;rias sociedades internacionais.</p>     <p>Considerando as vantagens da cirurgia minimamente invasiva, mas n&atilde;o descurando os potenciais riscos da morcela&ccedil;&atilde;o de tecido uterino, torna-se premente e &eacute; recomendado pelas v&aacute;rias sociedades internacionais, a realiza&ccedil;&atilde;o de um consentimento informado, idealmente uniformizado, que deve ser lido e assinado por todas as mulheres a quem &eacute; proposta a realiza&ccedil;&atilde;o de morcela&ccedil;&atilde;o uterina.</p>     <p>Este artigo tem como objetivo propor um texto de apoio ao consentimento informado, fazendo para isso uma revis&atilde;o de algumas das quest&otilde;es colocadas pelos autores em torno dos riscos da morcela&ccedil;&atilde;o:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> - Qual a preval&ecirc;ncia do sarcoma?</p>     <p> - &Eacute; poss&iacute;vel fazer o diagn&oacute;stico pr&eacute;-operat&oacute;rio?</p>     <p> - Qual o impacto da morcela&ccedil;&atilde;o na dissemina&ccedil;&atilde;o do tumor e no progn&oacute;stico?</p>     <p>- &Eacute; poss&iacute;vel prevenir a dissemina&ccedil;&atilde;o intraoperat&oacute;ria?</p>     <p>- versus laparoscopia?</p>     <p><b>M&eacute;todos</b></p>     <p>Foi realizada uma pesquisa bibliogr&aacute;fica na base de dados MEDLINE (Pubmed), com os termos MeSH "histerectomy&quot; AND "morcellation&quot;, "fibroid&quot; AND "morcellation&quot; e "leiomyosarcoma&quot; AND "morcellation&quot;.</p>     <p>Foram selecionados os artigos dispon&iacute;veis em ingl&ecirc;s, publicados entre 2014 e 2018. Ap&oacute;s an&aacute;lise do t&iacute;tulo e abstract, foram selecionadas as publica&ccedil;&otilde;es relevantes ao tema.</p>     <p>A an&aacute;lises das refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas dos artigos selecionados, resultou na inclus&atilde;o de outros artigos pertinentes, mesmo com data de publica&ccedil;&atilde;o anterior ao intervalo de tempo estudado.</p>     <p>Tendo por base a evid&ecirc;ncia encontrada nos artigos estudados, criou-se o texto de apoio ao consentimento informado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resultados</b></p>     <p>Qual a preval&ecirc;ncia do sarcoma?</p>     <p>O sarcoma uterino &eacute; um tumor raro, representa 3 a 5% de todos os cancros uterinos e tem uma incid&ecirc;ncia anual de 1:10.000 a 1:50.000 mulheres, sendo o subtipo histol&oacute;gico mais frequente o leiomiossarcoma<sup>2</sup>. A sua preval&ecirc;ncia nos &uacute;teros miomatosos varia entre 0,06% e 0,3%<sup>3,4</sup>.</p>     <p>Estima-se que em cada 350-370 histerectomias com morcela&ccedil;&atilde;o, se identifique um tumor maligno uterino, sendo mais frequentemente endometrial. A neoplasia maligna endometrial n&atilde;o representa um problema significativo, uma vez que pode ser diagnosticada antes da cirurgia e os estudos n&atilde;o demonstraram um agravamento do seu progn&oacute;stico ap&oacute;s a morcela&ccedil;&atilde;o<sup>4,5</sup>.</p>     <p>Sendo o sarcoma uterino um tumor raro, de dif&iacute;cil diagn&oacute;stico pr&eacute;-operat&oacute;rio, importa saber qual a sua preval&ecirc;ncia nas mulheres operadas a presumidos miomas. Segundo os dados apresentados pela FDA em 2014, tendo por base a an&aacute;lise de 9 publica&ccedil;&otilde;es, a preval&ecirc;ncia de sarcoma uterino oculto ser&aacute; de 1:352 e a de leiomiossarcoma 1:498.<sup>6</sup> A mesma institui&ccedil;&atilde;o fez uma revis&atilde;o em 2017, baseando-se em 23 estudos retrospetivos, reportando 1 caso de leiomiossarcoma em cada 495-1100 cirurgias<sup>7</sup>.</p>     <p>Em 2015, foi publicada uma metan&aacute;lise que se baseou em 133 estudos realizados entre 1980 e 2014, incluindo 30.193 mulheres, na qual foi descrita uma preval&ecirc;ncia de LMS de 1:1960 cirurgias por supostos miomas<sup>8</sup>. Usando a mesma metodologia e acrescentando 27 estudos, a Agency of Healthcare Research and Quality of the Department of Health and Human Services (AHRQ) reportou uma preval&ecirc;ncia geral de 1:1204, no entanto, tendo em conta apenas estudos com dados histopatol&oacute;gicos altamente fi&aacute;veis ou apenas os estudos prospetivos, a preval&ecirc;ncia de LMS era consideravelmente menor, atingindo valores inferiores a 1 caso em cada 4000 cirurgias<sup>9</sup>. Segundo a revis&atilde;o publicada pela ESGE em 2015, a preval&ecirc;ncia de sarcoma em presumidos miomas &eacute; de 1:700, variando entre 1:204-1:7400, demonstrando a necessidade de mais estudos prospetivos para avalia&ccedil;&atilde;o precisa dos dados. Foi ainda demonstrado que o risco est&aacute; associado &agrave; idade, sendo pouco frequente em mulheres com menos de 45 anos e extremamente raro nas mulheres com menos de 40 anos<sup>10</sup>.</p>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel fazer o diagn&oacute;stico pr&eacute;-operat&oacute;rio?</p>     <p>Os leiomiomas uterinos s&atilde;o muito frequentes e os leiomiossarcomas extremamente raros. Seria ideal identificar estes &uacute;ltimos pr&eacute;-operatoriamente, uma vez que o seu tratamento passa pela remo&ccedil;&atilde;o do tumor intacto. No entanto, atualmente n&atilde;o existem fatores de risco ou crit&eacute;rios cl&iacute;nicos que permitam identificar o sarcoma no pr&eacute;-operat&oacute;rio, havendo alguns fatores que podem aumentar o grau de suspei&ccedil;&atilde;o, nomeadamente o estado p&oacute;s-menopausa, ra&ccedil;a negra, uso prolongado de tamoxifeno (&gt; 5 anos), hist&oacute;ria de radioterapia p&eacute;lvica, hist&oacute;ria de retinoblastoma na inf&acirc;ncia e portadores da muta&ccedil;&atilde;o para leiomiomatose e cancro das c&eacute;lulas renais heredit&aacute;rio (HLRCC)<sup>2,11</sup>.</p>     <p>Existe uma clara rela&ccedil;&atilde;o entre a preval&ecirc;ncia de sarcoma uterino e a idade da doente<sup>12</sup>. Abaixo dos 40 anos, a exist&ecirc;ncia de sarcoma num leiomioma presumido &eacute; extremamente rara<sup>10</sup>. A preval&ecirc;ncia de cancro uterino n&atilde;o detetado &eacute; 5 vezes maior entre os 50 e os 54 anos e 36 vezes maior em mulheres com mais de 65 anos, quando comparada com mulheres com idade inferior a 40 anos<sup>5</sup>. Deve ainda aumentar o grau de suspei&ccedil;&atilde;o a exist&ecirc;ncia de um mioma de novo ou em crescimento, numa mulher p&oacute;s-menopausa sem terap&ecirc;utica hormonal de substitui&ccedil;&atilde;o, bem como a aus&ecirc;ncia de resposta ao tratamento m&eacute;dico na pr&eacute;-menopausa<sup>4</sup>.</p>     <p>A n&iacute;vel de exames de imagem, n&atilde;o existem caracter&iacute;sticas patognom&oacute;nicas de sarcoma, embora alguns sinais aumentem a sua probabilidade, nomeadamente o aumento r&aacute;pido da les&atilde;o, sobretudo p&oacute;s-menopausa; les&atilde;o maior que 8 cm; les&atilde;o heterog&eacute;nea com necrose central, combinada com altera&ccedil;&otilde;es qu&iacute;sticas degenerativas sem calcifica&ccedil;&otilde;es; les&atilde;o com elevada vasculariza&ccedil;&atilde;o irregular perif&eacute;rica e central<sup>13</sup>. Ainda assim, deve ser tido em considera&ccedil;&atilde;o que os miomas podem aumentar ou diminuir de volume durante a idade reprodutiva e que apenas 2.6% dos casos de sarcoma uterino se v&atilde;o apresentar clinicamente com um aumento uterino r&aacute;pido<sup>14,15</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A RMN e a TC s&atilde;o pouco espec&iacute;ficas no diagn&oacute;stico de LMS, no entanto a RMN sugere a presen&ccedil;a de malignidade em 82% dos casos e a TC em 60%<sup>16</sup>. Assim, perante um exame que sugere a presen&ccedil;a de um tumor maligno, seria desej&aacute;vel um exame de diagn&oacute;stico. Os estudos com bi&oacute;psia guiada por imagem demonstraram uma sensibilidade de 91.7%, especificidade de 100%, valor preditivo positivo 10% e valor preditivo negativo 96,2%<sup>17</sup>. No entanto, este exame acarreta problemas, nomeadamente impossibilidade de alcan&ccedil;ar todos os tumores, perante m&uacute;ltiplos miomas e/ou com localiza&ccedil;&atilde;o at&iacute;pica; a perfura&ccedil;&atilde;o da pseudoc&aacute;psula de um LMS poder&aacute;, por si s&oacute;, acarretar risco de dissemina&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas malignas; pelo facto de os LMS serem heterog&eacute;neos, existe o risco de colheita de uma amostra n&atilde;o representativa. Assim, para que este exame seja utilizado neste contexto, &eacute; necess&aacute;ria mais investiga&ccedil;&atilde;o<sup>17</sup>.</p>     <p>Est&atilde;o atualmente em estudo outros exames que parecem ser promissores, embora ainda n&atilde;o seja claro o seu papel no pr&eacute;-operat&oacute;rio, nomeadamente a RMN din&acirc;mica, a DWI (diffusion-weighted imaging), PET com 18F-FDG e a utiliza&ccedil;&atilde;o de marcadores como a LDH total e isoenzima 3.<sup>18-21</sup></p>     <p>Qual o impacto da morcela&ccedil;&atilde;o na dissemina&ccedil;&atilde;o do tumor e no progn&oacute;stico?</p>     <p>O sarcoma uterino &eacute; um tumor de mau progn&oacute;stico e com alta taxa de recidiva, mesmo nos estadios iniciais. A sobrevida a 5 anos &eacute; de 60% no estadio I, 35% no estadio II, 28% no estadio III e 15% no estadio IV. No estadio I e II, mesmo sendo removido intacto, a sobrevida m&eacute;dia &eacute; de 52 meses<sup>2,11</sup>.</p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o, seja de que tipo for, pode disseminar c&eacute;lulas e, consequentemente, a doen&ccedil;a pelo abd&oacute;men e p&eacute;lvis. No entanto, nalguns casos, existe a possibilidade de a doen&ccedil;a j&aacute; estar disseminada previamente &agrave; morcela&ccedil;&atilde;o<sup>22,23</sup>.</p>     <p>Uma vez que a metastiza&ccedil;&atilde;o dos leiomiossarcomas ocorre por via hematog&eacute;nea e n&atilde;o por extens&atilde;o direta, qualquer tipo de penetra&ccedil;&atilde;o do tumor na altura da cirurgia vai aumentar o risco de dissemina&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas tumorais, mesmo antes da morcela&ccedil;&atilde;o<sup>22</sup>.</p>     <p>Assim, &eacute; relevante avaliar qual a influ&ecirc;ncia da morcela&ccedil;&atilde;o na sobrevida geral e na sobrevida sem doen&ccedil;a nas mulheres com LMS operadas a supostos miomas. N&atilde;o h&aacute; atualmente evid&ecirc;ncia de diferentes resultados ap&oacute;s eletromorcela&ccedil;&atilde;o, quando comparada com a morcela&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica manual e a simples incis&atilde;o do tecido<sup>15,24</sup>.</p>     <p>Na revis&atilde;o de 2017 publicada pela AHRQ, tendo por base 28 estudos que avaliavam a progress&atilde;o da doen&ccedil;a em mulheres com LMS identificado ap&oacute;s cirurgia por mioma e que incluiu 715 mulheres, entre 1980 e 2015, a sobrevida a 5 anos ap&oacute;s eletromorcela&ccedil;&atilde;o, morcela&ccedil;&atilde;o manual e sem morcela&ccedil;&atilde;o foi de 30%, 59% e 60%, respetivamente. Apesar de haver uma tend&ecirc;ncia para um pior progn&oacute;stico ap&oacute;s a eletromorcela&ccedil;&atilde;o, os autores consideraram que esta diferen&ccedil;a n&atilde;o tinha significado estat&iacute;stico<sup>9</sup>.</p>     <p>&Eacute; dif&iacute;cil avaliar o agravamento do progn&oacute;stico do leiomiossarcoma em mulheres operadas a supostos miomas, uma vez que estas n&atilde;o tinham sido estadiadas previamente. Assim, os dados s&atilde;o ainda limitados em rela&ccedil;&atilde;o ao impacto espec&iacute;fico da morcela&ccedil;&atilde;o do LMS oculto, no entanto poder&aacute; mimetizar a dissemina&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea<sup>25</sup>.</p>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel prevenir a dissemina&ccedil;&atilde;o intraoperat&oacute;ria?</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sendo a doen&ccedil;a residual um preditor da sobrevida e progn&oacute;stico, t&ecirc;m sido estudados v&aacute;rios m&eacute;todos de preven&ccedil;&atilde;o de dissemina&ccedil;&atilde;o intraoperat&oacute;ria e minimiza&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a residual.</p>     <p>Com base em opini&otilde;es de peritos e n&atilde;o necessariamente em evid&ecirc;ncia, considera-se que determinadas pr&aacute;ticas poder&atilde;o diminuir a dissemina&ccedil;&atilde;o tumoral, nomeadamente: evitar a manipula&ccedil;&atilde;o desnecess&aacute;ria do tumor com pin&ccedil;as; utilizar sacos para a morcela&ccedil;&atilde;o; ter especial precau&ccedil;&atilde;o com miomas necr&oacute;ticos; se ocorrer rotura uterina ou do mioma, realizar toilette peritoneal cuidada<sup>11</sup>.</p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o em saco, seja com recurso a saco endosc&oacute;pico, seja atrav&eacute;s do alargamento de uma das portas (morcela&ccedil;&atilde;o "&agrave; pele&quot;), parece promissora. Os estudos demonstram resultados operat&oacute;rios semelhantes, com um aumento de tempo operat&oacute;rio em m&eacute;dia de 20-26 minutos comparativamente com a eletromorcela&ccedil;&atilde;o cl&aacute;ssica, mas poder&aacute; diminuir progressivamente com a experi&ecirc;ncia dos cirurgi&otilde;es<sup>26,27</sup>.</p>     <p>Quando a integridade dos sacos &eacute; testada, est&atilde;o descritas pequenas fugas, n&atilde;o se conhecendo atualmente o significado e consequ&ecirc;ncia das mesmas. Assim, a prote&ccedil;&atilde;o e efic&aacute;cia relativa dos sistemas e t&eacute;cnicas de conten&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o &eacute; conhecida, sendo necess&aacute;rios mais estudos prospetivos com follow-up a longo prazo<sup>28,29</sup>.</p>     <p>Ap&oacute;s a miomectomia, existem fragmentos de tecido muscular liso na p&eacute;lvis e abd&oacute;men, mesmo antes de ser efetuada a morcela&ccedil;&atilde;o. Assim, independentemente de se utilizar um sistema de conten&ccedil;&atilde;o para morcela&ccedil;&atilde;o, &eacute; importante procurar meticulosamente os fragmentos de tecido dispersos e irrigar abundantemente a cavidade abdomino-p&eacute;lvica<sup>23,24,30</sup>.</p>     <p>Quais os riscos da laparotomia versus laparoscopia?</p>     <p>A cirurgia minimamente invasiva associa-se a menor morbilidade, menos dor, menor tempo de internamento e mais r&aacute;pido retorno a atividade di&aacute;ria<sup>2,31,32</sup>.</p>     <p>Realizar laparotomia em todos os casos, de forma a prevenir dissemina&ccedil;&atilde;o do sarcoma levaria ao aumento da mortalidade e complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias, quando comparado com os riscos do sarcoma propriamente dito<sup>2,6,33</sup>.</p>     <p>Numa an&aacute;lise de decis&atilde;o publicada em 2015, apesar de se ter identificado uma mortalidade por leiomiossarcoma superior nas mulheres submetidas a histerectomia laparosc&oacute;pica, a mortalidade por todas as causas e diretamente relacionada com a histerectomia foi superior nas mulheres submetidas a histerectomia por laparotomia, no tratamento de presumidos miomas na pr&eacute;- menopausa. A histerectomia abdominal est&aacute; associada a mais complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias e menor qualidade de vida. Se tivermos em conta outros fatores al&eacute;m da mortalidade, ent&atilde;o os resultados claramente favorecem a abordagem laparosc&oacute;pica<sup>25</sup>.</p>     <p>Tamb&eacute;m em 2015, foi publicada uma simula&ccedil;&atilde;o de coortes, comparando os riscos e benef&iacute;cios da histerectomia abdominal, laparosc&oacute;pica e laparosc&oacute;pica com eletromorcela&ccedil;&atilde;o, concluindo-se que a histerectomia laparosc&oacute;pica &eacute; a mais ben&eacute;fica das tr&ecirc;s abordagens. Nas mulheres em que n&atilde;o pode ser realizada histerectomia laparosc&oacute;pica sem morcela&ccedil;&atilde;o, os riscos e benef&iacute;cios dependem sobretudo da idade. A eletromorcela&ccedil;&atilde;o em mulheres com menos de 40 anos, associa- se a uma melhor sobrevida e qualidade de vida, quando comparada com a histerectomia abdominal. Por outro lado, nas mulheres p&oacute;s-menopausa, o risco da eletromorcela&ccedil;&atilde;o ultrapassa os benef&iacute;cios do procedimento<sup>34</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Consentimento Informado</b></p>     <p>As v&aacute;rias sociedades internacionais recomendam a utiliza&ccedil;&atilde;o do consentimento informado para a realiza&ccedil;&atilde;o de morcela&ccedil;&atilde;o, como ferramenta de apoio &agrave; decis&atilde;o e respeito pelo princ&iacute;pio de autonomia das doentes<sup>10,11,15,35</sup>.</p>     <p>Ainda que a morcela&ccedil;&atilde;o possa agravar o progn&oacute;stico de um leiomiossarcoma oculto, a quest&atilde;o &eacute; saber se o abandono da morcela&ccedil;&atilde;o leva ao aumento da morbimortalidade por outras causas, nomeadamente as relacionadas com o aumento das laparotomias, sendo que os dados recentes apontam nesse sentido<sup>33</sup>.</p>     <p>Proposta de Consentimento Informado</p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o &eacute; uma t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, que consiste na fragmenta&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o ou tecido, de forma a reduzir o seu volume e remov&ecirc;-lo atrav&eacute;s de uma pequena incis&atilde;o. Pode ser realizada manualmente (utilizando bisturi e/ou tesoura) ou atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de um morcelador el&eacute;trico, que fragmenta os tecidos dentro da cavidade abdominal.</p>     <p>Esta t&eacute;cnica permite manter as vantagens da cirurgia minimamente invasiva (p. ex: laparoscopia), mesmo aquando da remo&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o ou tecido de grandes dimens&otilde;es. Dessas vantagens, destacam-se:</p>     <p> - Menor risco de hemorragia e infe&ccedil;&atilde;o</p>     <p> - Menor risco de eventos tromboemb&oacute;licos e ader&ecirc;ncias</p>     <p> - P&oacute;s-operat&oacute;rio menos doloroso</p>     <p> - Recupera&ccedil;&atilde;o e retorno mais r&aacute;pido &agrave; vida normal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> - Menor necessidade de f&aacute;rmacos</p>     <p> - Melhor resultado est&eacute;tico</p>     <p>A principal indica&ccedil;&atilde;o para o uso da t&eacute;cnica de morcela&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os miomas uterinos, tumores benignos que afetam at&eacute; 80% das mulheres.</p>     <p>Com os meios de diagn&oacute;stico atuais &eacute; dif&iacute;cil distinguir, antes da cirurgia, o mioma do leiomiossarcoma. O leiomiossarcoma &eacute; um tumor maligno raro, que afeta 1 em cada 25.000 mulheres, sendo habitualmente de mau progn&oacute;stico.</p>     <p>Com base nos estudos mais recentes e fi&aacute;veis, estima-se que ocorra 1 caso de leiomiossarcoma oculto, por cada 1200 a 4000 cirurgias por presumidos miomas, sendo extremamente raro em mulheres com menos de 40 anos.</p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o pode levar &agrave; dispers&atilde;o de c&eacute;lulas pela cavidade abdominal e p&eacute;lvica e, embora atualmente n&atilde;o existam dados suficientes que o comprovem, poder&aacute; agravar o progn&oacute;stico se se tratar efetivamente de um tumor maligno. Este risco poder&aacute; ser minimizado atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de sacos de conten&ccedil;&atilde;o, dentro dos quais &eacute; realizada a morcela&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A morcela&ccedil;&atilde;o pode ainda impossibilitar uma avalia&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica completa, uma vez que o tumor n&atilde;o &eacute; removido intacto.</p>     <p>Em alternativa &agrave; cirurgia minimamente invasiva, a cirurgia convencional (com execu&ccedil;&atilde;o de uma incis&atilde;o de maiores dimens&otilde;es na parede abdominal), permite a remo&ccedil;&atilde;o dos tecidos sem os fragmentar, diminuindo os riscos associados &agrave; morcela&ccedil;&atilde;o de um eventual leiomiossarcoma. No entanto, esta via acarreta outros riscos, nomeadamente:</p>     <p>• -Infe&ccedil;&atilde;o da ferida operat&oacute;ria, p&eacute;lvica, abdominal, urin&aacute;ria, etc.</p>     <p>• Hemorragia</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>• -P&oacute;s-operat&oacute;rio mais doloroso, com maior necessidade de f&aacute;rmacos</p>     <p>• -Tempo de internamento mais longo com retorno mais demorado &agrave; vida normal</p>     <p>• -Maior risco de complica&ccedil;&otilde;es com necessidade de reinternamento</p>     <p>• -Piores resultados est&eacute;ticos</p>     <p>• -Maior mortalidade geral</p>     <p>Al&eacute;m disso, mesmo por laparotomia, a simples incis&atilde;o do mioma, sem morcela&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; levar &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas.</p>     <p>Em conclus&atilde;o, todos os m&eacute;todos e t&eacute;cnicas de extra&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os e/ou tecidos apresentam riscos e benef&iacute;cios. Cabe ao doente aceitar ou declinar o procedimento, ap&oacute;s devidamente informado.</p>     <p>Eu,_______________ , com n&uacute;mero de processo______<u> </u>, declaro que compreendi a informa&ccedil;&atilde;o acima descrita relativa &agrave; morcela&ccedil;&atilde;o e que foram esclarecidas todas as minhas quest&otilde;es. Percebi as vantagens e potenciais riscos desta t&eacute;cnica cir&uacute;rgica.</p>     <p>Assim, autorizo a execu&ccedil;&atilde;o de:</p>     <p>&#9744; Morcela&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica intra-abdominal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#9744; Morcela&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica ou el&eacute;trica contida dentro de um saco</p>     <p>Assinatura:_____________________</p>     <p>Data:___/____/____</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A evid&ecirc;ncia mais atual &eacute; a base de um verdadeiro consentimento informado, tal obriga a que o cirurgi&atilde;o esteja permanentemente atualizado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s evid&ecirc;ncias mais recentes. Neste contexto, &agrave; medida que surgem novos dados, otimiza-se a sele&ccedil;&atilde;o de doentes e corrige-se a t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, por forma a minimizar os riscos e melhorar os resultados obtidos. O consentimento informado tem que acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o destes par&acirc;metros.</p>     <p>Apesar de os benef&iacute;cios da cirurgia minimamente invasiva serem &oacute;bvios, incluindo o recurso &agrave; morcela&ccedil;&atilde;o uterina, n&atilde;o se pode ignorar os seus potenciais riscos. Existe, como tal, a obriga&ccedil;&atilde;o de prestar uma informa&ccedil;&atilde;o adequada acerca dos mesmos, dando oportunidade &agrave; doente de aceitar ou recusar a t&eacute;cnica cir&uacute;rgica proposta.</p>     <p>A proposta de consentimento informado aqui apresentada, teve por base os estudos mais recentes acerca do tema. No entanto, a maioria dos artigos citados nesta revis&atilde;o apontam para a necessidade de realizar mais estudos, sobretudo prospetivos e com popula&ccedil;&otilde;es maiores, de forma a sedimentar os benef&iacute;cios da morcela&ccedil;&atilde;o uterina.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. Food and Drug Administration. UPDATED Laparoscopic Uterine Power Morcellation in Hysterectomy and Myomectomy&#8201;: FDA Safety Communication [Internet]. 2014 [citado 2018 Nov 13]. Obtido de: <a href="https://wayback.archive-it.org/7993/20170404182209/" target="_blank">https://wayback.archive-it.org/7993/20170404182209/</a> <a href="https:/www.fda.gov/MedicalDevices/Safety/AlertsandNotices/ucm424443.htm" target="_blank">https:/www.fda.gov/MedicalDevices/Safety/AlertsandNotices/ucm424443.htm</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876000&pid=S1646-5830201900020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2. Rousseau M, Morel A, Dechoux S, Bouet PE, Catala L, Lefebvre Lacoeuille C, Descamps P, Legendre G. Can the risks associated with uterine sarcoma morcellation really be prevented? Overview of the role of uterine morcellation in 2018. J Gynecol Obstet Hum Reprod. Elsevier Masson SAS; 2018;47(8):341-349. PMID: 29879489</p>     <!-- ref --><p>3. Donnez J, Dolmans MM. Uterine fibroid management: From the present to the future. Hum Reprod Update. 2016;22(6): 665-686.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876002&pid=S1646-5830201900020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> PMID: 27466209</p>     <p>4. Sizzi O, Manganaro L, Rossetti A, Saldari M, Florio G, Loddo A, Zurawin R, van Herendael B, Djokovic D. Assessing the risk of laparoscopic morcellation of occult uterine sarcomas during hysterectomy and myomectomy: Literature review and the ISGE recommendations. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. Elsevier Ireland Ltd; 2018;220:30-38.</p>     <!-- ref --><p>5. Wright JD, Tergas AI, Burke WM, Cui RR, Ananth C V, Chen L, Hershman DL. Prevalence of Uterine Pathology in Women Undergoing Minimally Invasive Hysterectomy Employing Electric Power Morcellation. JAMA. 2014;312(12): 1253- 1255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876005&pid=S1646-5830201900020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Food and Drug Administration. Food and Drug Administration Quantitative Assessment of the Prevalence of Unsuspected Uterine Sarcoma in Women Undergoing Treatment of Uterine Fibroids [Internet]. 2014 [citado 2018 Nov 13]. Obtido de: <a href="https://www.fda.gov/downloads/MedicalDevices/Safety/AlertsandNotices/UCM393589.pdf" target="_blank">https://www.fda.gov/downloads/MedicalDevices/Safety/AlertsandNotices/UCM393589.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876007&pid=S1646-5830201900020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Food and Drug Administration. FDA Updated Assessment of The Use of Laparoscopic Power Morcellators to Treat Uterine Fibroids [Internet]. 2017 [citado 2018 Nov 13]. Obtido de: <a href="https://www.fda.gov/downloads/MedicalDevices/ProductsandMedicalProcedures/SurgeryandLifeSupport/UCM584539.pdf" target="_blank">https://www.fda.gov/downloads/MedicalDevices/ProductsandMedicalProcedures/SurgeryandLifeSupport/UCM584539.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876008&pid=S1646-5830201900020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Pritts EA, Vanness DJ, Berek JS, Parker W, Feinberg R, Feinberg J, Olive DL. The prevalence of occult leiomyosarcoma at surgery for presumed uterine fibroids: a meta- analysis. Gynecol Surg. 2015;12(3):165-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876009&pid=S1646-5830201900020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> PMID: 26283890</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>9. Agency for Healthcare Research and Quality. Management of Uterine Fibroids. Comparative Effectiveness Review No. 195 [Internet]. [citado 2018 Nov 13]. Obtido de: <a href="https://effectivehealthcare.ahrq.gov/topics/uterine-fibroids/research-2017" target="_blank">https://effectivehealthcare.ahrq.gov/topics/uterine-fibroids/research-2017</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876011&pid=S1646-5830201900020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>10. Br&ouml;lmann H, Tanos V, Grimbizis G, Ind T, Philips K, van den Bosch T, Sawalhe S, van den Haak L, Jansen FW, Pijnenborg J, Taran FA, Brucker S, Wattiez A, Campo R, O&rsquo;Donovan P, de Wilde RL. Options on fibroid morcellation: a literature review. Gynecol Surg. 2015;12(1):3-15. PMID: 25774118</p>     <!-- ref --><p>11. Halaska MJ, Haidopoulos D, Guyon F, Morice P, Zapardiel I, Kesic V, Cibula D, Querleu D, Gultekin M, Creutzberg C, Avall-Lundqvist E, Goffin F, Concin N, Ferrero A, Kurdiani D, Ledermann J, Ponce J, Sessa C, Wimberger P, Marth C, Laky R. European Society of Gynecological Oncology Statement on Fibroid and Uterine Morcellation. Int J Gynecol Cancer. 2017;27(1):189-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876013&pid=S1646-5830201900020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> PMID: 28002210</p>     <!-- ref --><p>12. Desai VB, Wright JD, Schwartz PE, Jorgensen EM, Fan L, Litkouhi B, Lin H, Gross CP, Xu X. Occult Gynecologic Cancer in Women Undergoing Hysterectomy or Myomectomy for Benign Indications. 2018;131(4):642-651.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876015&pid=S1646-5830201900020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Exacoustos C, Romanini ME, Amadio A, Amoroso C, Szabolcs B, Zupi E, Arduini D. Can Gray-Scale and Color Doppler Sonography Differentiate between Uterine Leiomyosarcoma and Leiomyoma? J Clin Ultrasound. 2007;35 (8):449-457.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876017&pid=S1646-5830201900020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>14. Parker WH, Fu YS, Berek JS. Uterine sarcoma in patients operated on for presumed leiomyoma and rapidly growing leiomyoma. 1994;83(3):414-418. PMID: 8127535</p>     <p>15. AAGL. The Tissue Extraction Task Force. Morcellation during Uterine Tissue Extraction: An Update. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Inc.; 2018;25(4):543-550. PMID: 29581072</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>16. Skorstad M, Kent A, Lieng M. Preoperative evaluation in women with uterine leiomyosarcoma. A nationwide cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand. 2016;95(11):1228-1234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876021&pid=S1646-5830201900020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Tamura R, Kashima K, Asatani M, Nishino K, Nishikawa N, Sekine M, Serikawa T, Enomoto T. Preoperative Ultrasound-Guided Needle Biopsy of 63 Uterine Tumors Having High Signal Intensity Upon T2-Weighted Magnetic Resonance Imaging. 2014;24(6): 1042-1047.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876023&pid=S1646-5830201900020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Goto A, Takeuchi S, Sugimura K, Maruo T. Usefulness of Gd-DTPA contrast-enhanced dynamic MRI and serum determination of LDH and its isozymes in the differential diagnosis of leiomyosarcoma from degenerated leiomyoma of the uterus. Int J Gynecol Cancer. 2002;12:354-361.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876025&pid=S1646-5830201900020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>19. Sato K, Yuasa N, Fujita M, Fukushima Y. Clinical application of diffusion-weighted imaging for preoperative differentiation between uterine leiomyoma and leiomyosarcoma. Am J Obstet Gynecol. Elsevier Inc; 2014;210(4):368.e1-368.e8.</p>     <!-- ref --><p>20. Dubreuil J, Tordo J, Rubello D, Giammarile F, Skanjeti A. Diffusion-weighted MRI and 18 F-FDG-PET / CT imaging&#8201;: competition or synergy as diagnostic methods to manage sarcoma of the uterus&#8201;? A systematic review of the literature. Nucl Med Commun. 2017;38(1):84-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876028&pid=S1646-5830201900020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Umesaki N, Tanaka T, Miyama M, Kawamura N, Ogita S. Positron Emission Tomography with 18 F-Fluorodeoxyglucose of Uterine Sarcoma: A Comparison with Magnetic Resonance Imaging and Power Doppler Imaging. Gynecol Oncol. 2001;80(3):372-377.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876030&pid=S1646-5830201900020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>22. Pritts EA, Parker WH, Brown J, Olive DL. Outcome of occult uterine leiomyosarcoma after surgery for presumed uterine fibroids: A systematic review. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Ltd; 2015;22(1):26-33.</p>     <p>23. Toubia T, Moulder JK, Schiff LD, Clarke-Pearson D, Connor SMO, Siedhoff MT. Peritoneal Washings after Power Morcellation in Laparoscopic Myomectomy: A Pilot Study. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Ltd; 2016;23(4):578-581.</p>     <!-- ref --><p>24. Sandberg EM, van den Haak L, Bosse T, Jansen FW. Disseminated leiomyoma cells can be identified following conventional myomectomy. Br J Obstet Gynaecol. 2016;123(13) 2183-2187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876034&pid=S1646-5830201900020000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>25. Siedhoff MT, Wheeler SB, Rutstein SE, Geller EJ, Doll KM, WU JM, Clarke-Pearson D. Laparoscopic hysterectomy with morcellation versus abdominal hysterectomy for presumed fibroids in premenopausal women: a decision analysis. Am J Obstet Gynecol. 2015;212(5): 591.e1-591.e8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876036&pid=S1646-5830201900020000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26. Winner B, Porter A, Velloze S, Biest S. Uncontained Compared With Contained Power Morcellation in Total Laparoscopic Hysterectomy. Obstet Gynecol. 2015;126(4):834-838.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876038&pid=S1646-5830201900020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>27. Vargas M V, Cohen SL, Fuchs-Weizman N, Wang KC, Vitonis AF, Einarsson JI. Open power morcellation versus contained power morcellation within an insufflated isolation bag: comparison of perioperative outcomes. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Ltd; 2015;22(3):433-438.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>28. Cohen SL, Greenberg JA, Wang KC, Srouji SS, Gargiulo AR, Pozner CN, Hoover N, Ascp CT, Einarsson JI. Risk of Leakage and Tissue Dissemination With Various Contained Tissue Extraction (CTE) Techniques&#8201;: An in Vitro Pilot Study. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Ltd; 2014;21(5):935-939.</p>     <p>29. Solima E, Scagnelli G, Austoni V, Natale A, Bertulessi C, Busacca M, Vignali M. Vaginal Uterine Morcellation Within a Specimen Containment System&#8201;: A Study of Bag Integrity. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Ltd; 2015;22(7): 1244-1246.</p>     <p>30. Yu SP, Lee BB, Han MN, Chan C, Rao J, Levin M, Ascp SCT, Fung PC, Ascp SCT, Parker W. Irrigation after Laparoscopic Power Morcellation and the Dispersal of Leiomyoma Cells&#8201;: A Pilot Study. J Minim Invasive Gynecol. Elsevier Inc.; 2018;25(4):632-637.</p>     <p>31. Bhave CP, Franik S, Pouwer AW, Farquhar C. Minimally invasive surgical techniques versus open myomectomy for uterine fibroids (review). Cochrane Database Syst Rev. 2014;(10). PMID: 25331441</p>     <p>32. Nieboer T, Lethaby A, Tavender E, Curr E, Garry R, van Voorst S, Mol B, Kluivers K. Surgical approach to hysterectomy for benign gynaecological disease (Review). Cochrane Database Syst Rev. 2009;(3). PMID: 19588344</p>     <!-- ref --><p>33. Adelman MR. The Morcellation Debate&#8201;: The History and the Science. Clin Obstet Gynecol. 2015;58(4):710-717.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876046&pid=S1646-5830201900020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>34. Wright JD, Cui RR, Wang A, Chen L, Tergas AI, Burke WM, Ananth C V, Hou JY, Neugut AI, Temkin SM, Wang YC, Hershman DL. Economic and Survival Implications of Use of Electric Power Morcellation for Hysterectomy for Presumed Benign Gynecologic Disease. J Natl Cancer Inst. 2015; 107(11).</p>     <!-- ref --><p>35. ACOG. Power morcellation and occult malignancy in gynecologic surgery - A special report [Internet]. 2014 [citado 2018 Nov 13]. Obtido de: <a href="https://www.acog.org/Clinical-Guidance-and-Publications/Task-force-and-Work-Group-Reports/Power-Morcellation-and-Occult-Malignancy-in-Gynecologic-Surgery" target="_blank">https://www.acog.org/Clinical-Guidance-and-Publications/Task-force-and-Work-Group-Reports/Power-Morcellation-and-Occult-Malignancy-in-Gynecologic-Surgery</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1876049&pid=S1646-5830201900020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#topc0">Direcci&oacute;n para correspondencia</a> | <a href="#topc0">Correspondence</a><a name="c0"></a></p>     <p>Sara Nascimento</p>     <p>E-Mail: <a href="mailto:saramcnascimento@gmail.com">saramcnascimento@gmail.com</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em: 20/11/2018 </p>     <p>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o: 26/01/2019</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Food and Drug Administration</collab>
<source><![CDATA[UPDATED Laparoscopic Uterine Power Morcellation in Hysterectomy and Myomectomy: FDA Safety Communication]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rousseau]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morel]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dechoux]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bouet]]></surname>
<given-names><![CDATA[PE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Catala]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lefebvre Lacoeuille]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Descamps]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Legendre]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Can the risks associated with uterine sarcoma morcellation really be prevented: : Overview of the role of uterine morcellation in 2018]]></article-title>
<source><![CDATA[J Gynecol Obstet Hum Reprod]]></source>
<year>2018</year>
<volume>47</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>341-349</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Donnez]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dolmans]]></surname>
<given-names><![CDATA[MM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Uterine fibroid management: From the present to the future]]></article-title>
<source><![CDATA[Hum Reprod Update]]></source>
<year>2016</year>
<volume>22</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>665-686</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sizzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Manganaro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rossetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saldari]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Florio]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Loddo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zurawin]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Herendael]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Djokovic]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessing the risk of laparoscopic morcellation of occult uterine sarcomas during hysterectomy and myomectomy: Literature review and the ISGE recommendations]]></article-title>
<source><![CDATA[Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol]]></source>
<year>2018</year>
<volume>220</volume>
<page-range>30-38</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[JD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tergas]]></surname>
<given-names><![CDATA[AI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burke]]></surname>
<given-names><![CDATA[WM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cui]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ananth]]></surname>
<given-names><![CDATA[CV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hershman]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of Uterine Pathology in Women Undergoing Minimally Invasive Hysterectomy Employing Electric Power Morcellation]]></article-title>
<source><![CDATA[JAMA]]></source>
<year>2014</year>
<volume>312</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>1253-1255</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Food and Drug Administration</collab>
<source><![CDATA[Food and Drug Administration Quantitative Assessment of the Prevalence of Unsuspected Uterine Sarcoma in Women Undergoing Treatment of Uterine Fibroids]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Food and Drug Administration</collab>
<source><![CDATA[FDA Updated Assessment of The Use of Laparoscopic Power Morcellators to Treat Uterine Fibroids]]></source>
<year>2017</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pritts]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vanness]]></surname>
<given-names><![CDATA[DJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Berek]]></surname>
<given-names><![CDATA[JS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parker]]></surname>
<given-names><![CDATA[W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feinberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feinberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olive]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The prevalence of occult leiomyosarcoma at surgery for presumed uterine fibroids: a meta- analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Gynecol Surg]]></source>
<year>2015</year>
<volume>12</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>165-177</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Agency for Healthcare Research and Quality</collab>
<source><![CDATA[Management of Uterine Fibroids: Comparative Effectiveness Review No. 195]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brölmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanos]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grimbizis]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ind]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Philips]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Bosch]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sawalhe]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Haak]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jansen]]></surname>
<given-names><![CDATA[FW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pijnenborg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Taran]]></surname>
<given-names><![CDATA[FA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brucker]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wattiez]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Campo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[O'Donovan]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Wilde]]></surname>
<given-names><![CDATA[RL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Options on fibroid morcellation: a literature review]]></article-title>
<source><![CDATA[Gynecol Surg]]></source>
<year>2015</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Halaska]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haidopoulos]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guyon]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morice]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zapardiel]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kesic]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cibula]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Querleu]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gultekin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Creutzberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Avall-Lundqvist]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Goffin]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Concin]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferrero]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kurdiani]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ledermann]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ponce]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sessa]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wimberger]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marth]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Laky]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[European Society of Gynecological Oncology Statement on Fibroid and Uterine Morcellation]]></article-title>
<source><![CDATA[Int J Gynecol Cancer]]></source>
<year>2017</year>
<volume>27</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>189-192</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Desai]]></surname>
<given-names><![CDATA[VB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[JD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schwartz]]></surname>
<given-names><![CDATA[PE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jorgensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fan]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Litkouhi]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gross]]></surname>
<given-names><![CDATA[CP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Xu]]></surname>
<given-names><![CDATA[X]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Occult Gynecologic Cancer in Women Undergoing Hysterectomy or Myomectomy for Benign]]></article-title>
<source><![CDATA[Indications]]></source>
<year>2018</year>
<volume>131</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>642-651</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Exacoustos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Romanini]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amadio]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amoroso]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Szabolcs]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zupi]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arduini]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Can Gray-Scale and Color Doppler Sonography Differentiate between Uterine Leiomyosarcoma and Leiomyoma]]></article-title>
<source><![CDATA[J Clin Ultrasound]]></source>
<year>2007</year>
<volume>35</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>449-457</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Parker]]></surname>
<given-names><![CDATA[WH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fu]]></surname>
<given-names><![CDATA[YS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Berek]]></surname>
<given-names><![CDATA[JS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Uterine sarcoma in patients operated on for presumed leiomyoma and rapidly growing leiomyoma]]></article-title>
<source><![CDATA[ObstetGynecol]]></source>
<year>1994</year>
<volume>83</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>414-418</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Singh]]></surname>
<given-names><![CDATA[AAGL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Tissue Extraction Task Force: Morcellation during Uterine Tissue Extraction: An Update]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2018</year>
<volume>25</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>543-550</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Skorstad]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kent]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lieng]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Preoperative evaluation in women with uterine leiomyosarcoma: A nationwide cohort study]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Obstet Gynecol Scand]]></source>
<year>2016</year>
<volume>95</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>1228-1234</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tamura]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kashima]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Asatani]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nishino]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nishikawa]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sekine]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serikawa]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Enomoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Preoperative Ultrasound-Guided Needle Biopsy of 63 Uterine Tumors Having High Signal Intensity Upon T2-Weighted]]></article-title>
<source><![CDATA[Magnetic Resonance Imaging]]></source>
<year>2014</year>
<volume>24</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1042-1047</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Goto]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Takeuchi]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sugimura]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maruo]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Usefulness of Gd-DTPA contrast-enhanced dynamic MRI and serum determination of LDH and its isozymes in the differential diagnosis of leiomyosarcoma from degenerated leiomyoma of the uterus]]></article-title>
<source><![CDATA[Int J Gynecol Cancer]]></source>
<year>2002</year>
<volume>12</volume>
<page-range>354-361</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sato]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yuasa]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fujita]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fukushima]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Clinical application of diffusion-weighted imaging for preoperative differentiation between uterine leiomyoma and leiomyosarcoma]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Obstet Gynecol]]></source>
<year>2014</year>
<volume>210</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>368e1-368e8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dubreuil]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tordo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rubello]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Giammarile]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Skanjeti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Diffusion-weighted MRI and 18 F-FDG-PET / CT imaging: : competition or synergy as diagnostic methods to manage sarcoma of the uterus? A systematic review of the literature]]></article-title>
<source><![CDATA[Nucl Med Commun]]></source>
<year>2017</year>
<volume>38</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>84-90</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Umesaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanaka]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miyama]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kawamura]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ogita]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Positron Emission Tomography with 18 F-Fluorodeoxyglucose of Uterine Sarcoma: A Comparison with Magnetic Resonance Imaging and Power Doppler Imaging]]></article-title>
<source><![CDATA[Gynecol Oncol]]></source>
<year>2001</year>
<volume>80</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>372-377</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pritts]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parker]]></surname>
<given-names><![CDATA[WH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olive]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Outcome of occult uterine leiomyosarcoma after surgery for presumed uterine fibroids: A systematic review]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>26-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Toubia]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moulder]]></surname>
<given-names><![CDATA[JK]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schiff]]></surname>
<given-names><![CDATA[LD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clarke-Pearson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Connor]]></surname>
<given-names><![CDATA[SMO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siedhoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[MT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peritoneal Washings after Power Morcellation in Laparoscopic Myomectomy: A Pilot Study]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2016</year>
<volume>23</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>578-581</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sandberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[EM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van den Haak]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bosse]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jansen]]></surname>
<given-names><![CDATA[FW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Disseminated leiomyoma cells can be identified following conventional myomectomy]]></article-title>
<source><![CDATA[Br J Obstet Gynaecol]]></source>
<year>2016</year>
<volume>123</volume>
<numero>13</numero>
<issue>13</issue>
<page-range>2183-2187</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Siedhoff]]></surname>
<given-names><![CDATA[MT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wheeler]]></surname>
<given-names><![CDATA[SB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rutstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[SE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Geller]]></surname>
<given-names><![CDATA[EJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doll]]></surname>
<given-names><![CDATA[KM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[WU]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clarke-Pearson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Laparoscopic hysterectomy with morcellation versus abdominal hysterectomy for presumed fibroids in premenopausal women: a decision analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Obstet Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>212</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>591e1-591e8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Winner]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Porter]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Velloze]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Biest]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Uncontained Compared With Contained Power Morcellation in Total Laparoscopic Hysterectomy]]></article-title>
<source><![CDATA[Obstet Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>126</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>834-838</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vargas M]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fuchs-Weizman]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[KC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vitonis]]></surname>
<given-names><![CDATA[AF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Einarsson]]></surname>
<given-names><![CDATA[JI]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Open power morcellation versus contained power morcellation within an insufflated isolation bag: comparison of perioperative outcomes]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>22</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>433-438</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[SL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[JA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[KC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Srouji]]></surname>
<given-names><![CDATA[SS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gargiulo]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pozner]]></surname>
<given-names><![CDATA[CN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hoover]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ascp]]></surname>
<given-names><![CDATA[CT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Einarsson]]></surname>
<given-names><![CDATA[JI]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Risk of Leakage and Tissue Dissemination With Various Contained Tissue Extraction (CTE) Techniques: An in Vitro Pilot Study]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2014</year>
<volume>21</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>935-939</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Solima]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scagnelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Austoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Natale]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bertulessi]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Busacca]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vignali]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Vaginal Uterine Morcellation Within a Specimen Containment System: : A Study of Bag Integrity]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>22</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>1244-1246</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yu]]></surname>
<given-names><![CDATA[SP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[BB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Han]]></surname>
<given-names><![CDATA[MN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rao]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ascp]]></surname>
<given-names><![CDATA[SCT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fung]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ascp]]></surname>
<given-names><![CDATA[SCT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parker]]></surname>
<given-names><![CDATA[W]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Irrigation after Laparoscopic Power Morcellation and the Dispersal of Leiomyoma Cells: : A Pilot Study]]></article-title>
<source><![CDATA[J Minim Invasive Gynecol]]></source>
<year>2018</year>
<volume>25</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>632-637</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bhave]]></surname>
<given-names><![CDATA[CP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Franik]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pouwer]]></surname>
<given-names><![CDATA[AW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farquhar]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Minimally invasive surgical techniques versus open myomectomy for uterine fibroids (review)]]></article-title>
<source><![CDATA[Cochrane Database Syst Rev]]></source>
<year>2014</year>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nieboer]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lethaby]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tavender]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Curr]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garry]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Voorst]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mol]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kluivers]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Surgical approach to hysterectomy for benign gynaecological disease (Review)]]></article-title>
<source><![CDATA[Cochrane Database Syst Rev]]></source>
<year>2009</year>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<label>33</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Adelman]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Morcellation Debate: : The History and the Science]]></article-title>
<source><![CDATA[Clin Obstet Gynecol]]></source>
<year>2015</year>
<volume>58</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>710-717</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<label>34</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[JD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cui]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tergas]]></surname>
<given-names><![CDATA[AI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burke]]></surname>
<given-names><![CDATA[WM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ananth C]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hou]]></surname>
<given-names><![CDATA[JY]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neugut]]></surname>
<given-names><![CDATA[AI]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Temkin]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[YC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hershman]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Economic and Survival Implications of Use of Electric Power Morcellation for Hysterectomy for Presumed Benign Gynecologic Disease]]></article-title>
<source><![CDATA[J Natl Cancer Inst]]></source>
<year>2015</year>
<volume>107</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>0</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<label>35</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>ACOG</collab>
<source><![CDATA[Power morcellation and occult malignancy in gynecologic surgery: A special report]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
