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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this article is to observe the configuration of the audiovisual resources in the second generation of journalistic products for tablets use only. For this purpose, the case study method was used as the main methodological strategy. The sample, composed of second generation autochthonous products, includes La Presse +, Mail plus and El Mundo de la Tarde. The article discusses, first, one of the most important potentialities of online media: the multimediality. Then defines the second generation of autochthonous journalistic products for tablets, based on the phases of digital journalism and audiovisual webjournalism. Finally, our intention is to characterize this second generation based on the trends that distinguish it to the first one, analyzing the use of audiovisual resources.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Descontinuidades do audiovisual na segunda gera&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos para <i>tablets</i></b></p>     <p><b>Audiovisual resources&rsquo; discontinuities in the second generation of journalistic contents for tablets</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Jo&atilde;o Canavilhas*, Juliana Fernandes Teixeira **</b></p>     <p>* Professor associado da Universidade da Beira Interior (UBI), Rua Marqu&ecirc;s D'&Aacute;vila e Bolama. 6201-001. Covilh&atilde;/ Portugal. (<a href="mailto:jc@ubi.pt">jc@ubi.pt</a>)</p>     <p>** Professora substituta da Universidade Federal da Bahia e Doutoranda em Comunica&ccedil;&atilde;o e Cultura Contempor&acirc;neas na mesma institui&ccedil;&atilde;o. Integrante do Grupo de Pesquisa em Jornalismo On-line (GJOL) e do projeto Laborat&oacute;rio de Jornalismo Convergente. Rua Bar&atilde;o de Jeremoabo, S/N. 40170-115. Salvador/ Brasil. (<a href="mailto:teixeira.juliana.rj@gmail.com">teixeira.juliana.rj@gmail.com</a>)</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo deste artigo &eacute; analisar os conte&uacute;dos audiovisuais na segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para <i>tablets</i>. Com essa finalidade, neste trabalho utilizamos o estudo de caso enquanto principal estrat&eacute;gia metodol&oacute;gica. A amostra &eacute; composta por produtos aut&oacute;ctones da segunda gera&ccedil;&atilde;o, entre os quais inclu&iacute;mos o <i>La Presse +</i>, o <i>Mail plus</i> e <i>El Mundo de la Tarde</i>. O artigo come&ccedil;a por discutir uma das mais importantes potencialidades dos meios <i>online</i>: a multimedialidade. De seguida, o trabalho delimita a segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos aut&oacute;ctones para <i>tablets</i>, com base nas fases do jornalismo digital e do webjornalismo audiovisual. Por fim, o artigo procura caraterizar essa segunda gera&ccedil;&atilde;o a partir das tend&ecirc;ncias que a diferenciam da primeira, tendo em considera&ccedil;&atilde;o o uso dos recursos audiovisuais.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Webjornalismo; Audiovisual; Multimedialidade; Dispositivos m&oacute;veis; <i>Tablets</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this article is to observe the configuration of the audiovisual resources in the second generation of journalistic products for tablets use only. For this purpose, the case study method was used as the main methodological strategy. The sample, composed of second generation autochthonous products, includes La Presse +, Mail plus and El Mundo de la Tarde. The article discusses, first, one of the most important potentialities of online media: the multimediality. Then defines the second generation of autochthonous journalistic products for tablets, based on the phases of digital journalism and audiovisual webjournalism. Finally, our intention is to characterize this second generation based on the trends that distinguish it to the first one, analyzing the use of audiovisual resources.</p>     <p><b>Keywords</b>: Webjournalism; Audiovisual; Multimediality; Mobile devices; Tablets.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o </b></p>     <p>As possibilidades de consumo de conte&uacute;dos audiovisuais t&ecirc;m crescido exponencialmente gra&ccedil;as &agrave; multiplica&ccedil;&atilde;o de canais, plataformas e dispositivos que permitem receber v&iacute;deo. Neste cen&aacute;rio &eacute; fundamental considerarmos que os conte&uacute;dos, os dispositivos e o contexto interagem entre si para configurar a atual paisagem de multimedialidade (Courtois, Verdegem e Marez, 2013). Como refere Valentini (2012), as mudan&ccedil;as nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resultam meramente da evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, mas envolvem uma complexa teia de rela&ccedil;&otilde;es nascidas das din&acirc;micas cultural, social, econ&oacute;mica e pol&iacute;tica dos diferentes <i>media</i>.</p>     <p>Feij&oacute;o, Aguado, Barroso e Mart&iacute;nez (2013) sublinham que as hibridiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o ocorrem apenas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o dos modelos e formatos nos meios mais tradicionais para distribui&ccedil;&atilde;o nos dispositivos m&oacute;veis. A pr&oacute;pria televis&atilde;o redefiniu algumas de suas premissas, incorporando elementos do ambiente digital, tais como p&aacute;ginas <i>web</i>, perfis em redes sociais e aplica&ccedil;&otilde;es relacionadas com a televis&atilde;o.</p>     <p>S&atilde;o, e devem ser, segundo Ledo e Castell&oacute; (2012), cada vez mais as alternativas para produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos audiovisuais, favorecendo as possibilidades oferecidas pelo contexto digital, especialmente a multimedialidade. Uma dessas alternativas est&aacute; nos dispositivos m&oacute;veis, cujas &uacute;ltimas gera&ccedil;&otilde;es permitem produzir e distribuir conte&uacute;dos audiovisuais de grande qualidade. N&atilde;o apenas por quest&otilde;es de ordem t&eacute;cnica relacionadas com a imagem, mas tamb&eacute;m dos pr&oacute;prios conte&uacute;dos, cada vez mais variados, criativos e experimentais (Drake, 2012).</p>     <p>Neste contexto, o objetivo do artigo &eacute; estudar o audiovisual na segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para <i>tablets</i>. Partimos do princ&iacute;pio que os conte&uacute;dos compostos por imagem em movimento e som se constituem como uma marca diferenciadora nos dispositivos m&oacute;veis. Sup&otilde;e-se que os produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para <i>tablets</i>, justamente por terem a pretens&atilde;o de fazer um uso maximizado da plataforma, explorem as potencialidades do suporte e, portanto, apresentem experi&ecirc;ncias mais significativas no &acirc;mbito do audiovisual.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste trabalho utilizamos o estudo de caso como principal estrat&eacute;gia metodol&oacute;gica. A amostra &eacute; composta por produtos jornal&iacute;sticos aut&oacute;ctones da segunda gera&ccedil;&atilde;o, exclusivos para <i>tablets</i>: <i>La Presse +</i> (Canad&aacute;), <i>Mail plus</i> (Reino Unido) e <i>El Mundo de la Tarde</i> (Espanha). Analisamos os conte&uacute;dos produzidos pelos meios, com base na estrat&eacute;gia de amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica de semanas compostas.</p>     <p>Embora as publica&ccedil;&otilde;es <i>La Presse +</i> e <i>Mail plus</i> tamb&eacute;m tenham edi&ccedil;&otilde;es de fim-de-semana, o estudo refere-se apenas &agrave;s edi&ccedil;&otilde;es de segunda a sexta-feira, uma op&ccedil;&atilde;o motivada por tr&ecirc;s raz&otilde;es: 1) por se tratar de um estudo comparativo com a 1&ordf; gera&ccedil;&atilde;o era necess&aacute;rio estudar o mesmo objeto; 2) dentro da segunda gera&ccedil;&atilde;o, um dos meios (<i>El Mundo de la Tarde</i>) publica-se apenas de segunda a sexta-feira; e 3) as edi&ccedil;&otilde;es de fim-de-semana do <i>Mail plus</i> incluem se&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas e diferenciadas das que s&atilde;o apresentadas durante a semana.</p>     <p>O primeiro cap&iacute;tulo deste artigo analisa uma das carater&iacute;sticas mais diferenciadoras das publica&ccedil;&otilde;es jornal&iacute;sticas <i>online</i>: a multimedialidade. Seguidamente, e usando as fases do jornalismo digital e do webjornalismo audiovisual, ser&aacute; estudada a segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos aut&oacute;ctones para <i>tablets</i>. Por fim, o artigo pretende sistematizar os elementos de descontinuidade da segunda gera&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos aut&oacute;ctones, quando comparada com a primeira.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Breve defini&ccedil;&atilde;o de Multimedialidade </b></p>     <p>Conjuntamente com a hipertextualidade e a interatividade, a multimedialidade &eacute; uma das tr&ecirc;s principais carater&iacute;sticas da linguagem jornal&iacute;stica no ciberespa&ccedil;o (Salaverr&iacute;a, 2005; D&iacute;az Noci, 2011), sendo igualmente uma das marcas distintivas da converg&ecirc;ncia, fen&oacute;meno que carateriza os novos meios digitais (Canavilhas &amp; Santana, 2011).</p>     <p>A multimedialidade &eacute; habitualmente definida como a combina&ccedil;&atilde;o, integra&ccedil;&atilde;o e/ou converg&ecirc;ncia dos tr&ecirc;s grandes sistemas de signos (sons, imagens e letras) ou c&oacute;digos (sonoro, ic&oacute;nico e lingu&iacute;stico) num mesmo discurso informativo, ou seja, na narra&ccedil;&atilde;o do facto jornal&iacute;stico (Bardoel &amp; Deuze, 2001; Palacios, 2002; Mielniczuk, 2003).</p>     <p>A produ&ccedil;&atilde;o de not&iacute;cias usando, de forma integrada, conte&uacute;dos de diferentes naturezas &eacute; um dos grandes desafios colocados aos jornalistas atuais (Mielniczuk <i>et al</i>, 2011), n&atilde;o tanto pela complexidade t&eacute;cnica, mas por exigir o dom&iacute;nio da linguagem multim&eacute;dia. Sodr&eacute; (2009) defende que a grande diferen&ccedil;a entre os jornalistas tradicionais e os que trabalham no ciberespa&ccedil;o n&atilde;o se refere ao mero uso das tecnologias digitais, mas ao estabelecimento de outra forma de pensar que decorre do emprego adequado da multimedialidade, da interatividade e da hipertextualidade. A multimedialidade dever&aacute; assim ser vista como uma possibilidade de modificar as rela&ccedil;&otilde;es entre meios, ind&uacute;strias, profissionais e utilizadores, bem como alterar a linguagem jornal&iacute;stica no ciberespa&ccedil;o usando recursos audiovisuais (Viana &amp; Fran&ccedil;a, 2011).</p>     <p>A multimedialidade n&atilde;o representa uma rutura no jornalismo pois j&aacute; existia na televis&atilde;o e, de certa forma, nos jornais, que usam imagens e texto. Ou seja, a multimedialidade n&atilde;o &eacute; uma carater&iacute;stica in&eacute;dita, mas &eacute; potenciada no ciberespa&ccedil;o (Bardoel &amp; Deuze, 2001; Palacios, 2002), sendo o v&iacute;deo o grande respons&aacute;vel pelo crescimento exponencial do tr&aacute;fego na Internet.</p>     <p>Viana e Fran&ccedil;a (2011) defendem que a utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos audiovisuais &eacute; indispens&aacute;vel para chamar a aten&ccedil;&atilde;o de um tipo de utilizador que tem mudado a sua din&acirc;mica de intera&ccedil;&atilde;o com os conte&uacute;dos, pois deixa de estar preocupado apenas com o facto e procura mais informa&ccedil;&otilde;es apresentadas por meio de novos recursos, nomeadamente o v&iacute;deo. Neste cen&aacute;rio, o conte&uacute;do que antes era considerado secund&aacute;rio passa a ser priorit&aacute;rio para as organiza&ccedil;&otilde;es e profissionais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Essa potencia&ccedil;&atilde;o da multimedialidade no contexto do ciberespa&ccedil;o &eacute; ainda mais expressiva nos dispositivos m&oacute;veis.</p>     <p>     <blockquote>O contexto, que levamos agora na palma da m&atilde;o, chega at&eacute; l&aacute; justamente porque a produ&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica tornou-se convergente e multiplataforma. No ecossistema midi&aacute;tico contempor&acirc;neo ter&aacute; tanto mais sucesso na apreens&atilde;o do contexto aquele que, emulando o que ocorreu nos albores da nossa esp&eacute;cie no ambiente biol&oacute;gico, tornar-se on&iacute;voro, passando a virtualmente habitar todas as latitudes com igual poder de adapta&ccedil;&atilde;o. On&iacute;voros digitais: eis a marca da esp&eacute;cie dominante na atual ecologia dos <i>media</i>. (Palacios, 2013, p.5).</blockquote>     <p></p>     <p>A multimedialidade &eacute; apontada como uma das principais carater&iacute;sticas dos conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos produzidos para as plataformas m&oacute;veis (Canavilhas &amp; Santana, 2011). As aplica&ccedil;&otilde;es nativas (<i>apps</i>) exigem uma diferencia&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos outros dispositivos, o que requer dos jornalistas novas formas de pensar e elaborar conte&uacute;dos, de prefer&ecirc;ncia com base em elementos como a multimedialidade e a interatividade (Barbosa <i>et al</i>, 2013). Valentini (2012) destaca que v&aacute;rias experi&ecirc;ncias realizadas nos <i>tablets </i>est&atilde;o associadas &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos audiovisuais, sublinhando assim a import&acirc;ncia da multimedialidade para a autonomiza&ccedil;&atilde;o dos dispositivos m&oacute;veis enquanto plataformas de consumo de informa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Duas gera&ccedil;&otilde;es de Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis</b></p>     <p>O estabelecimento de fases e gera&ccedil;&otilde;es &eacute; uma atividade importante para conhecer o jornalismo audiovisual produzido para a Web, embora seja importante n&atilde;o reduzir a quest&atilde;o aos seus aspetos exclusivamente t&eacute;cnicos (Pinto, 2005). &Eacute; necess&aacute;rio desenvolver as fases a partir de uma perspetiva social, cultural, pol&iacute;tica, econ&oacute;mica e, claro, tecnol&oacute;gica, j&aacute; que os efeitos do jornalismo audiovisual dependem das diversas formas de apropria&ccedil;&atilde;o pela sociedade (Machado, 2000; Piccinin, 2007). Esta delimita&ccedil;&atilde;o de gera&ccedil;&otilde;es no campo do jornalismo na Web &eacute; um trabalho complexo porque envolve um fen&oacute;meno pouco consolidado, muito mais ef&eacute;mero e transit&oacute;rio do que perene (Castells, 2003; Machado, 2000). O facto do impacto das novas tecnologias n&atilde;o ser uniforme em todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o, promovendo diferentes efeitos em fun&ccedil;&atilde;o da estrutura de cada organiza&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica (Ursell, 2001), dificulta ainda mais a tarefa.</p>     <p>Considerando os aspetos apresentados anteriormente, o objetivo deste trabalho n&atilde;o &eacute; propor gera&ccedil;&otilde;es lineares que remetam para a ideia de um &ldquo;progresso cont&iacute;nuo&rdquo; ou &ldquo;caminho &uacute;nico de desenvolvimento&rdquo;, porque ele n&atilde;o existe (Briggs &amp; Burke, 2004; Piccinin, 2007). O objetivo &eacute; analisar as descontinuidades entre gera&ccedil;&otilde;es, o que permite estabelecer uma diferencia&ccedil;&atilde;o entre fases.</p>     <p>A an&aacute;lise das gera&ccedil;&otilde;es do Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis ter&aacute; como base as fases do webjornalismo audiovisual<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>, que coincidem com as tr&ecirc;s primeiras etapas de evolu&ccedil;&atilde;o do jornalismo na <i>web</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A primeira fase &eacute; marcada pela transposi&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do dos ve&iacute;culos tradicionais para o ambiente digital, o chamado <i>shovelware</i>. Os produtos oferecidos s&atilde;o reprodu&ccedil;&otilde;es Web dos meios convencionais que passam por uma mera transposi&ccedil;&atilde;o das imagens sem qualquer processo de adapta&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A segunda etapa carateriza-se pelo aparecimento de conte&uacute;dos produzidos especificamente para a Web, com aproveitamento de recursos multim&eacute;dia, da hipertextualidade, da interatividade e da personaliza&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias. As produ&ccedil;&otilde;es da segunda fase do webjornalismo audiovisual s&atilde;o simultaneamente distribu&iacute;das nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o tradicionais, na maioria das vezes devido &agrave; falta de um modelo de neg&oacute;cios que viabilize a sua difus&atilde;o apenas no <i>online</i>.</p>     <p>Os <i>sites</i> de webjornalismo audiovisual da terceira fase produzem conte&uacute;dos exclusivos para a Web, proporcionando-lhes maior converg&ecirc;ncia, imediatismo, contextualiza&ccedil;&atilde;o e interatividade. Al&eacute;m disso, se na primeira fase os propriet&aacute;rios das organiza&ccedil;&otilde;es jornal&iacute;sticas controlavam o produto jornal&iacute;stico, neste terceiro momento o controlo &eacute; partilhado e a inova&ccedil;&atilde;o desenvolve-se numa parceria entre propriet&aacute;rios, jornalistas e internautas (Pryor, 2002).</p>     <p>Para al&eacute;m das tr&ecirc;s fases iniciais do jornalismo digital, sobre as quais se baseiam as fases do webjornalismo audiovisual, existem a quarta e a quinta gera&ccedil;&otilde;es. A quarta &eacute; a do jornalismo digital sobre base-de-dados (Manovich, 2001; Machado, 2006; Barbosa, 2007) cujas principais carater&iacute;sticas s&atilde;o a sua base tecnol&oacute;gica ampliada, as liga&ccedil;&otilde;es em banda larga, as plataformas m&oacute;veis e os sistemas de gest&atilde;o de conte&uacute;dos mais complexos. A quinta gera&ccedil;&atilde;o, proposta por Barbosa (2013), refere-se mais especificamente &agrave; interse&ccedil;&atilde;o do jornalismo com os <i>media</i> m&oacute;veis (sobretudo os <i>smartphones </i>e <i>tablets</i>), que surgem como agentes propulsores de um novo ciclo de inova&ccedil;&atilde;o marcado pela emerg&ecirc;ncia das <i>apps</i> para <i>tablets </i>enquanto produtos paradigm&aacute;ticos.</p>     <p>     <blockquote>Nesse contexto, a l&oacute;gica n&atilde;o &eacute; de depend&ecirc;ncia, competi&ccedil;&atilde;o ou de oposi&ccedil;&atilde;o entre os meios e seus conte&uacute;dos em diferentes suportes, carater&iacute;stica de etapas anteriores do jornalismo, principalmente quando o examinamos a partir do surgimento das vers&otilde;es de produtos jornal&iacute;sticos para a <i>web</i>. O cen&aacute;rio atual &eacute; de atua&ccedil;&atilde;o conjunta, integrada, entre os meios, conformando processos e produtos, marcado pela horizontalidade nos fluxos de produ&ccedil;&atilde;o, edi&ccedil;&atilde;o, e distribui&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos, o que resulta num <i>continuum </i>multim&iacute;dia de cariz din&acirc;mico. (Barbosa, 2013, p.33)</blockquote>     <p></p>     <p>Pode por isso dizer-se que h&aacute; um reconhecimento dos meios anteriores e das suas principais carater&iacute;sticas, as quais s&atilde;o aproveitadas para estabelecer um novo meio num novo suporte. Isso n&atilde;o significa a inexist&ecirc;ncia de descontinuidades e ruturas, mas sublinha que elas coexistem. Na quinta gera&ccedil;&atilde;o, os dispositivos m&oacute;veis s&atilde;o os novos agentes que reconfiguram todas as etapas &ndash; desde a produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; a rece&ccedil;&atilde;o &ndash; dos conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos em m&uacute;ltiplas plataformas. O diferencial dos seus produtos paradigm&aacute;ticos &ndash; os aut&oacute;ctones &ndash; est&aacute;, portanto, em aspetos como a implementa&ccedil;&atilde;o de novas rotinas para as produ&ccedil;&otilde;es jornal&iacute;sticas, o uso de recursos diferenciados para a constru&ccedil;&atilde;o de narrativas, a integra&ccedil;&atilde;o entre formatos convencionais e formatos inovadores e o desenvolvimento da multimedialidade, da hipertextualidade, da interatividade e das carater&iacute;sticas mais diretamente associadas aos dispositivos m&oacute;veis, como a tactilidade (Barbosa, 2013).</p>     <p>&Eacute; justamente no &acirc;mbito dessa quinta gera&ccedil;&atilde;o do jornalismo digital que se inserem as duas gera&ccedil;&otilde;es sistematizadas neste artigo. Para a delimita&ccedil;&atilde;o dos casos estudados foram usados dois crit&eacute;rios: 1) ser um produto aut&oacute;ctone, exclusivo para <i>tablet</i> e 2) disponibilizar recursos ou conte&uacute;dos audiovisuais.</p>     <p>Na primeira gera&ccedil;&atilde;o deste tipo de produtos, cujas principais carater&iacute;sticas j&aacute; foram discutidas em artigos anteriores (Teixeira, 2014a, 2014b), est&atilde;o inclu&iacute;das as revistas <i>Project</i> <i>Week</i> (Reino Unido) e <i>Katachi </i>(Noruega), bem como os jornais di&aacute;rios <i>La Repubblica Sera</i> (It&aacute;lia), <i>O Globo a Mais </i>(Brasil &ndash; Rio de Janeiro), <i>Estad&atilde;o Noite</i> (Brasil &ndash; S&atilde;o Paulo) e <i>Di&aacute;rio do Nordeste Plus</i> (Brasil &ndash; Fortaleza), produtos considerados pioneiros no que se refere aos dois crit&eacute;rios utilizados na delimita&ccedil;&atilde;o da amostra.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesta etapa da investiga&ccedil;&atilde;o inclu&iacute;mos o <i>La Presse +</i> (Canad&aacute;), o <i>Mail plus</i> (Londres) e o <i>El Mundo de la Tarde</i> (Espanha). Todos foram lan&ccedil;ados no ano de 2013, mas este factor temporal n&atilde;o foi determinante para a sua incorpora&ccedil;&atilde;o na amostra, que teve em maior considera&ccedil;&atilde;o a presen&ccedil;a mais expressiva dos dois crit&eacute;rios antes enunciados.</p>     <p>Em compara&ccedil;&atilde;o com a primeira gera&ccedil;&atilde;o, esta segunda apresenta algumas desvantagens, a maior das quais &eacute; n&atilde;o ser pioneiro e por isso ter menos visibilidade. Mas as vantagens superam largamente as desvantagens: 1) as formas de produ&ccedil;&atilde;o est&atilde;o testadas, atenuando os riscos da estrat&eacute;gia de tentativa-erro; 2) a tecnologia &eacute; mais est&aacute;vel, o que se reflete em menos problemas t&eacute;cnicos; 3) as audi&ecirc;ncias s&atilde;o maiores e mais adaptadas ou habituadas ao uso da nova plataforma; 4) investiga&ccedil;&otilde;es realizadas com base na primeira gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; oferecem informa&ccedil;&otilde;es sobre o perfil e os modos de utiliza&ccedil;&atilde;o dos utilizadores dos <i>tablets</i>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caraterizando a segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos aut&oacute;ctones</b></p>     <p>Em trabalhos anteriores (Canavilhas &amp; Teixeira, 2014) foram identificadas as carater&iacute;sticas comuns entre a primeira e a segunda gera&ccedil;&otilde;es: 1) preponder&acirc;ncia das fun&ccedil;&otilde;es desempenhadas pelo audiovisual na atra&ccedil;&atilde;o dos utilizadores e na ilustra&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos jornal&iacute;sticos; 2) manuten&ccedil;&atilde;o de alguns formatos jornal&iacute;sticos tradicionais; 3) falta de padroniza&ccedil;&atilde;o nas formas de apresenta&ccedil;&atilde;o dos <i>links</i> e nos tipos de janelas para exibi&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos audiovisuais; 4) aus&ecirc;ncia de conte&uacute;dos audiovisuais com formatos longos; 5) vasta utiliza&ccedil;&atilde;o do audiovisual nos temas culturais, desportivos e de pol&iacute;tica; reduzida utiliza&ccedil;&atilde;o em conte&uacute;dos relacionados com protestos e conflitos; inexist&ecirc;ncia de conte&uacute;dos audiovisuais relacionados com desastres naturais.</p>     <p>Verificados os pontos comuns, este artigo parte para a apresenta&ccedil;&atilde;o, descri&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o das quatro carater&iacute;sticas que distinguem a segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos audiovisuais aut&oacute;ctones, ou seja, os elementos que apontam descontinuidades entre a primeira e a segunda gera&ccedil;&otilde;es do Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis.</p>     <p><b>3.1. Hor&aacute;rio de distribui&ccedil;&atilde;o: uma desacelera&ccedil;&atilde;o na emerg&ecirc;ncia dos vespertinos </b></p>     <p>Na primeira gera&ccedil;&atilde;o de aut&oacute;ctones, os quatro jornais di&aacute;rios eram vespertinos: <i>O Globo a Mais</i>, com distribui&ccedil;&atilde;o &agrave;s 18h, <i>La Repubblica Sera</i> e <i>Di&aacute;rio do Nordeste Plus, </i>&agrave;s 19h, e <i>Estad&atilde;o Noite,</i> &agrave;s 20h. Desta forma, as empresas de comunica&ccedil;&atilde;o procuravam responder &agrave;s tend&ecirc;ncias identificadas nos estudos, que colocam o consumo de informa&ccedil;&atilde;o em dispositivos m&oacute;veis no per&iacute;odo entre as 18 e as 23h. Os <i>tablets</i> eram assim considerados plataformas com as quais o utilizador interage de uma forma mais relaxada a partir de casa (Garc&iacute;a, 2012; Lara, 2012; Drake, 2012; Mcathy, 2013).</p>     <p>Esta constata&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira gera&ccedil;&atilde;o de aut&oacute;ctones poderia desconstruir a ideia de que a segunda gera&ccedil;&atilde;o apresenta mais elementos de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s especificidades dos <i>tablets</i>, todavia deve ser considerado que os jornais vespertinos n&atilde;o s&atilde;o um fen&oacute;meno novo e por isso n&atilde;o estamos perante uma descontinuidade. Nos &uacute;ltimos anos, os vespertinos quase desapareceram, perdendo a sua fun&ccedil;&atilde;o de atualiza&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias, devido &agrave; concorr&ecirc;ncia da televis&atilde;o (Valentini, 2012) e da pr&oacute;pria Web. Mas com a emerg&ecirc;ncia dos dispositivos m&oacute;veis, os vespertinos regressaram com um posicionamento diferente, optando pela interpreta&ccedil;&atilde;o em detrimento da atualiza&ccedil;&atilde;o dos acontecimentos. Trata-se, por isso, de um regresso e n&atilde;o de uma descontinuidade.</p>     <p>Por outro, os produtos da segunda gera&ccedil;&atilde;o com maior produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos audiovisuais s&atilde;o matutinos: o <i>La Presse +, </i>distribu&iacute;do &agrave;s 5h30, apresentou 128 materiais audiovisuais durante a an&aacute;lise, e o <i>Mail plus</i>, distribu&iacute;do &agrave;s 6h, disponibilizou 100 conte&uacute;dos deste tipo. N&atilde;o &eacute; objetivo deste trabalho analisar o processo de produ&ccedil;&atilde;o e suas consequ&ecirc;ncias sobre os produtos jornal&iacute;sticos, contudo essa quest&atilde;o n&atilde;o poderia deixar de ser destacada neste momento porque &eacute; fundamental sublinhar que ser vespertino n&atilde;o favorece necessariamente a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos audiovisuais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Resumindo, o facto de dois dos tr&ecirc;s produtos aut&oacute;ctones de segunda gera&ccedil;&atilde;o analisados serem matutinos e, simultaneamente, serem os que mais exploram os recursos audiovisuais, pode revelar que essa desacelera&ccedil;&atilde;o no lan&ccedil;amento de vespertinos possa ser ben&eacute;fica, favorecendo a multimedialidade. Como refere Valentini (2012), o <i>tablet</i> realmente tem sido mais usado em casa, contudo ainda &eacute; muito cedo para dizer se esta tend&ecirc;ncia ser&aacute; refor&ccedil;ada ou se &ndash; como a autora acredita ser mais prov&aacute;vel - ser&atilde;o estabelecidas pr&aacute;ticas relacionadas com as necessidades de conectividade onipresente. Podemos tamb&eacute;m aplicar essa pondera&ccedil;&atilde;o aos resultados da segunda gera&ccedil;&atilde;o aqui apresentados, os quais apontam para hor&aacute;rios alternativos de distribui&ccedil;&atilde;o e para a incorpora&ccedil;&atilde;o de mais elementos multimedi&aacute;ticos, em especial os recursos audiovisuais, nos produtos matutinos.</p>     <p><b>3.2. O emprego da orienta&ccedil;&atilde;o horizontal </b></p>     <p>Com base em trabalhos recentes sobre as formas de uso dos <i>tablets </i>(Garc&iacute;a, 2012; Poynter, 2013), podemos estudar a quest&atilde;o da orienta&ccedil;&atilde;o do ecr&atilde;, embora, aqui as considera&ccedil;&otilde;es sobre a descontinuidade entre gera&ccedil;&otilde;es de aut&oacute;ctones sejam diferentes do que se verificou no ponto anterior. Se os aut&oacute;ctones de primeira gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; exploravam o consumo vespertino dos produtos jornal&iacute;sticos, no que concerne &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o do ecr&atilde; apenas a <i>Katachi</i> adotava a orienta&ccedil;&atilde;o horizontal apontada por Kolodzy (2013) como a mais adequada para o consumo do audiovisual. &Eacute; verdade que o tutorial de navega&ccedil;&atilde;o do<i> Estad&atilde;o Noite</i> tamb&eacute;m apresenta a possibilidade de visualiza&ccedil;&atilde;o horizontal, mas os conte&uacute;dos s&atilde;o apresentados quase exclusivamente na orienta&ccedil;&atilde;o vertical. Alguns conte&uacute;dos audiovisuais desta 2&ordf; gera&ccedil;&atilde;o abrem num ecr&atilde; vertical, por&eacute;m ocupam apenas o espa&ccedil;o de um ret&acirc;ngulo, assumindo uma orienta&ccedil;&atilde;o horizontal. Por&eacute;m, a orienta&ccedil;&atilde;o do <i>tablet</i> nas m&atilde;os do utilizador continua a ser vertical. Esta op&ccedil;&atilde;o deve ser repensada uma vez que as investiga&ccedil;&otilde;es apontam para uma prefer&ecirc;ncia dos utilizadores pela orienta&ccedil;&atilde;o horizontal durante a navega&ccedil;&atilde;o nos <i>tablets </i>(Garc&iacute;a, 2012; Poynter, 2013).</p>     <p>Esta quest&atilde;o &eacute; explorada em dois dos tr&ecirc;s meios que integram a segunda gera&ccedil;&atilde;o, apontando para uma descontinuidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira fase de aut&oacute;ctones, onde as orienta&ccedil;&otilde;es do ecr&atilde; eram maioritariamente verticais. O <i>La Presse +</i> apresenta todo o seu conte&uacute;do na horizontal, o que influencia a orienta&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos audiovisuais, tamb&eacute;m exibidos nessa estrutura. O <i>El Mundo de la Tarde </i>diferencia-se ainda mais, ao oferecer a possibilidade do utilizador visualizar o conte&uacute;do na vertical ou na horizontal.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>     <p>O uso da orienta&ccedil;&atilde;o horizontal &eacute;, portanto, uma carater&iacute;stica que diferencia a segunda gera&ccedil;&atilde;o de aut&oacute;ctones.</p>     <p><b>3.3. A reformula&ccedil;&atilde;o da &ldquo;edi&ccedil;&atilde;o fechada&rdquo; a partir da atualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua</b></p>     <p>A terceira descontinuidade entre as gera&ccedil;&otilde;es do Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis refere-se &agrave; forma como s&atilde;o disponibilizados os conte&uacute;dos. Como esclarece Valentini (2012), os aut&oacute;ctones de segunda gera&ccedil;&atilde;o est&atilde;o mais pr&oacute;ximos do modelo dos jornais em papel do que das publica&ccedil;&otilde;es <i>online</i>.</p>     <p>A exist&ecirc;ncia de menus de navega&ccedil;&atilde;o nos produtos das duas gera&ccedil;&otilde;es oferece a possibilidade de navega&ccedil;&atilde;o nas diferentes se&ccedil;&otilde;es, permitindo explorar potencialidades relevantes como a interatividade e a tactilidade. J&aacute; a atualiza&ccedil;&atilde;o constante de informa&ccedil;&otilde;es &eacute; inexistente porque os conte&uacute;dos dispon&iacute;veis s&atilde;o &ldquo;fechados&rdquo; e &ldquo;n&atilde;o atualiz&aacute;veis&rdquo;.</p>     <p>No webjornalismo, a atualiza&ccedil;&atilde;o constante &eacute; uma das principais especificidades (Pavlik, 2001; Palacios, 2002; Mielniczuk, 2003; Stovall, 2004; Salaverr&iacute;a, 2005). &ldquo;A tecnologia digital, somada &agrave;s tecnologias das redes telem&aacute;ticas, proporciona rapidez na atualiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es, que, por sua vez, tamb&eacute;m s&atilde;o recebidas em tempo real pelos utilizadores. As se&ccedil;&otilde;es chamadas &lsquo;&uacute;ltimas not&iacute;cias&rsquo; ou &lsquo;<i>break news</i>&rsquo; s&atilde;o decorrentes da explora&ccedil;&atilde;o dessa possibilidade&rdquo; (Mielniczuk, 2003, p.54).</p>     <p>Nas publica&ccedil;&otilde;es de primeira gera&ccedil;&atilde;o estudadas, a aus&ecirc;ncia de atualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua &eacute; uma constante. A exce&ccedil;&atilde;o poderia ser o <i>Estad&atilde;o Noite</i>, que na sec&ccedil;&atilde;o <i>&Uacute;ltimas Not&iacute;cias</i> remete para breves relacionadas com acontecimentos recentes. Por&eacute;m, ao clicar nos t&iacute;tulos o utilizador &eacute; direcionado para o <i>site </i>do jornal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta exce&ccedil;&atilde;o do <i>Estad&atilde;o Noite</i>, associada &agrave; ressalva relacionada com a orienta&ccedil;&atilde;o vertical-horizontal referida anteriormente, pode indicar que esta publica&ccedil;&atilde;o funciona, em certa medida, como um elo de liga&ccedil;&atilde;o entre primeira e segunda gera&ccedil;&otilde;es de produtos exclusivos para <i>tablets</i>. Ou seja, em alguns dos aspetos aqui analisados, o <i>Estad&atilde;o Noite</i> aponta caminhos para as descontinuidades empreendidas pelos aut&oacute;ctones da segunda gera&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A se&ccedil;&atilde;o &ldquo;<i>Live News</i>&rdquo;, do <i>Mail plus,</i> ilustra bem esta situa&ccedil;&atilde;o. Pode aceder-se por meio de um <i>link</i> situado no cabe&ccedil;alho esquerdo da capa da publica&ccedil;&atilde;o e &eacute; disponibilizada na &uacute;ltima p&aacute;gina do caderno &ldquo;<i>News Plus</i>&rdquo;, o principal da publica&ccedil;&atilde;o. Em &ldquo;<i>Live News</i>&rdquo; h&aacute; uma subdivis&atilde;o entre tr&ecirc;s editorias: <i>News</i>, <i>Sport</i> e <i>Video</i>.</p>     <p><i>La Presse +</i> &eacute; outro exemplo da experimenta&ccedil;&atilde;o com a atualiza&ccedil;&atilde;o constante. Al&eacute;m da edi&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria distribu&iacute;da todas as manh&atilde;s, h&aacute; ainda a possibilidade de atualizar as not&iacute;cias ao longo do dia, por meio da integra&ccedil;&atilde;o de uma funcionalidade que permite a publica&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es de modo cont&iacute;nuo.</p>     <p>Essas novas formas de atualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos conte&uacute;dos revelam, portanto, que a segunda gera&ccedil;&atilde;o de aut&oacute;ctones procura experimentar as potencialidades dos <i>tablets</i> e do webjornalismo. Possivelmente este &eacute; o caminho para a emerg&ecirc;ncia de cada vez mais descontinuidades e ruturas no Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis.</p>     <p><b>3.4. A redu&ccedil;&atilde;o cada vez mais expressiva da presen&ccedil;a do jornalista nos conte&uacute;dos audiovisuais: uma inspira&ccedil;&atilde;o no estilo documental </b></p>     <p>A primeira gera&ccedil;&atilde;o de produtos aut&oacute;ctones j&aacute; mostrava a ado&ccedil;&atilde;o de um estilo mais documental em determinados conte&uacute;dos audiovisuais (Teixeira, 2013). Este estilo carateriza-se pela presen&ccedil;a de sete elementos: 1) perman&ecirc;ncia do jornalista atr&aacute;s das c&acirc;maras; 2) destaque para o personagem; 3) narra&ccedil;&atilde;o do rep&oacute;rter, se utilizada, apresenta o contexto; 4) voz das personagens &eacute; usada para narrar a hist&oacute;ria; 5) imagens que relatam de maneira cinematogr&aacute;fica; 6) &aacute;udio pensado para ajudar a definir um tom narrativo; 7) o jornalista, em geral, trabalha sozinho e utiliza a c&acirc;mara para escrever a hist&oacute;ria visualmente.</p>     <p>Neste estilo mais documental, as declara&ccedil;&otilde;es dos entrevistados e personagens s&atilde;o priorizadas em detrimento da presen&ccedil;a do jornalista. Em vez da voz-off dos jornalistas, a condu&ccedil;&atilde;o da est&oacute;ria centra-se nas personagens, cujas vozes oferecem o fio condutor da narrativa, deixando as imagens direcionar a hist&oacute;ria de uma maneira mais visual (Lancaster, 2013).</p>     <p>Na primeira gera&ccedil;&atilde;o, a ado&ccedil;&atilde;o deste estilo mais documental foi identificada de maneira preponderante nas revistas (<i>Katachi</i> e <i>Project Week</i>), tendo aparecido num &uacute;nico trabalho (&ldquo;Vai um cafezinho?&rdquo;) de um dos jornais analisados, o <i>Di&aacute;rio do Nordeste Plus</i>.</p>     <p>A preponder&acirc;ncia do estilo documental nas revistas pode estar relacionada com o tempo de produ&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rio para conte&uacute;dos audiovisuais dentro dessa l&oacute;gica. Um conte&uacute;do com est&eacute;tica mais cinematogr&aacute;fica requer um prazo mais alargado para sua elabora&ccedil;&atilde;o quer na recolha de testemunhos que na sua edi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo, &eacute; neste aspeto que surge a descontinuidade verificada na segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos aut&oacute;ctones, uma vez que nos di&aacute;rios existem v&aacute;rias tentativas para experimentar este estilo. Ou seja, a periodicidade di&aacute;ria n&atilde;o inviabiliza a produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos audiovisuais dentro de uma l&oacute;gica mais documental, contribuindo para uma cada vez maior redu&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a dos jornalistas nos conte&uacute;dos.</p>     <p>Entre os casos estudados na segunda gera&ccedil;&atilde;o, o meio que explora melhor este estilo &eacute; o <i>La Presse +</i>, apresentando sete conte&uacute;dos dentro dessa est&eacute;tica. Para evitar uma descri&ccedil;&atilde;o exaustiva destacam-se apenas tr&ecirc;s exemplos, de tr&ecirc;s editorias diferentes (<i>Actualit&eacute;s</i>, <i>Arts </i>e <i>Pause</i>), publicados nas edi&ccedil;&otilde;es de 6, 14 e 30 de janeiro de 2014, respetivamente.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O primeiro exemplo intitula-se &ldquo;<i>Plateau-Mont-Royal &ndash; Un nouveau d&eacute;part pour la reine du Rapido</i>&rdquo; e conta a hist&oacute;ria de uma famosa funcion&aacute;ria de um restaurante que est&aacute; prestes a deixar o emprego. O v&iacute;deo apresenta a personagem dando seu depoimento e trabalhando. S&atilde;o intercaladas imagens sincr&oacute;nicas da personagem (vivos ou <i>talking heads</i>) com imagens n&atilde;o-sincr&oacute;nicas do seu trabalho e a sua voz em fundo, juntando-se ainda imagens do seu trabalho com o som ambiente. A narrativa &eacute; baseada na voz da personagem e a presen&ccedil;a da jornalista acontece apenas quando &eacute; necess&aacute;rio incluir a sua pergunta para compreens&atilde;o da resposta dada pela personagem.</p>     <p>O segundo caso est&aacute; inserido na terceira pestana da mat&eacute;ria &ldquo;<i>Th&eacute;&acirc;tre &ndash; Le souffleur de Verre</i>&rdquo;, que apresenta e comenta uma pe&ccedil;a de teatro. Essa terceira pestana recebe o t&iacute;tulo: &ldquo;<i>En vid&eacute;o: Le souffle de Denis Gravereaux</i>&rdquo;. Em nenhum momento do v&iacute;deo h&aacute; qualquer participa&ccedil;&atilde;o de um jornalista (nem no <i>off</i>, nem em uma passagem). A narrativa &eacute; conduzida pela voz dos entrevistados, por textos escritos no ecr&atilde; (acompanhados por fotos) e por excertos da encena&ccedil;&atilde;o da pe&ccedil;a (com som original). Neste caso &eacute; ainda inserida uma banda sonora que ajuda na defini&ccedil;&atilde;o de um tom diferenciado para a narrativa (Rezende, 2000; Mic&oacute;, 2007).</p>     <p>O som como fio condutor &eacute;, ali&aacute;s, uma constante nos tr&ecirc;s conte&uacute;dos audiovisuais que integram o terceiro exemplo - a p&aacute;gina intitulada &ldquo;<i>Enfants et alimentation</i>&rdquo; - cujas tr&ecirc;s &uacute;ltimas pestanas apresentam materiais audiovisuais no estilo documental. O primeiro v&iacute;deo, da pestana - &ldquo;<i>Connaissent-ils les diff&eacute;rents aliments?</i>&rdquo; - apresenta diversas crian&ccedil;as (identificadas com nome e idade) dando a sua opini&atilde;o sobre os diferentes alimentos que lhe foram apresentados (cebola, ovo, achocolatado e bacon). Os outros dois conte&uacute;dos, das pestanas &ldquo;<i>Cours de cuisine pour tous</i>&rdquo; e &ldquo;<i>L&eacute;gumes bios au CPE le Sabliet</i>&rdquo;, s&atilde;o estruturados de maneira semelhante: baseiam-se sobretudo na voz das educadoras, cobertas em v&aacute;rios momentos por imagens do seu trabalho com as crian&ccedil;as. Em ambos os casos s&atilde;o apresentadas, ainda, sons de outras pessoas envolvidos nos projetos. Os dois v&iacute;deos terminam com imagens das crian&ccedil;as e som ambiente. A narrativa n&atilde;o &eacute;, por isso, guiada por um <i>off </i>de jornalista, mas sim pelos depoimentos dos envolvidos no assunto, sejam as crian&ccedil;as ou as educadoras.</p>     <p>A redu&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a do jornalista nos materiais audiovisuais pode ocorrer de uma forma prim&aacute;ria na segunda gera&ccedil;&atilde;o dos produtos aut&oacute;ctones, mas a inspira&ccedil;&atilde;o no estilo documental &eacute; uma marca evidente que permite falar numa efetiva descontinuidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira gera&ccedil;&atilde;o. Os casos estudados na segunda gera&ccedil;&atilde;o conferem periodicidade a um estilo de produ&ccedil;&atilde;o audiovisual que apenas as revistas conseguiram realizar na primeira gera&ccedil;&atilde;o de produtos exclusivos para <i>tablets</i>.</p>     <p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais </b></p>     <p>O objetivo central deste trabalho era analisar a configura&ccedil;&atilde;o do audiovisual na segunda gera&ccedil;&atilde;o de produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para <i>tablets</i>. Com essa finalidade, numa fase inicial abordou-se a multimedialidade, um conceito intrinsecamente ligado &agrave; abordagem do audiovisual no ciberespa&ccedil;o. Seguidamente foram apresentadas as cinco gera&ccedil;&otilde;es do jornalismo digital e as tr&ecirc;s fases do webjornalismo audiovisual, procurando-se desta forma delimitar claramente as duas gera&ccedil;&otilde;es propostas para o Jornalismo Audiovisual para Dispositivos M&oacute;veis, ambas inseridas na quinta gera&ccedil;&atilde;o do jornalismo digital.</p>     <p>Posteriormente procurou-se caraterizar a segunda gera&ccedil;&atilde;o dos produtos aut&oacute;ctones, tendo em considera&ccedil;&atilde;o o uso dos recursos audiovisuais. Embora se tenham identificado as continuidades em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira gera&ccedil;&atilde;o, o objetivo era colocar o foco do trabalho na sistematiza&ccedil;&atilde;o, descri&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o das descontinuidades identificadas: 1) desacelera&ccedil;&atilde;o na emerg&ecirc;ncia dos vespertinos; 2) uso crescente da orienta&ccedil;&atilde;o horizontal; 3) reformula&ccedil;&atilde;o da &ldquo;edi&ccedil;&atilde;o fechada&rdquo; a partir da atualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua; 4) redu&ccedil;&atilde;o expressiva da presen&ccedil;a do jornalista nos conte&uacute;dos audiovisuais, com inspira&ccedil;&atilde;o no estilo documental.</p>     <p>Mais do que respostas, os resultados levantam quest&otilde;es. Por exemplo, por que raz&atilde;o a segunda gera&ccedil;&atilde;o de aut&oacute;ctones &eacute; dominada por matutinos quando todos os estudos indicam que o per&iacute;odo de consumo nos <i>tablets</i> ocorre ao final do dia? No caso da orienta&ccedil;&atilde;o horizontal, os meios respondem &agrave; prefer&ecirc;ncia dos utilizadores, aproximando-se do modelo televisivo. Mas logo a seguir optam por conte&uacute;dos estilo documental, que se afastam do estilo noticioso dessa mesma televis&atilde;o. Ou seja, conforme argumentam Feij&oacute;o, Aguado, Barroso e Mart&iacute;nez (2013), a dist&acirc;ncia entre o interesse da audi&ecirc;ncia e a efetiva ado&ccedil;&atilde;o por parte dos p&uacute;blicos de determinados formatos medi&aacute;ticos pode estar relacionada com um conjunto complexo de causas, as quais n&atilde;o conseguimos conhecer por completo, e provavelmente nunca iremos conseguir.</p>     <p>Experimentar sempre ser&aacute; necess&aacute;rio e recomend&aacute;vel, independentemente das indica&ccedil;&otilde;es dos estudos de usabilidade. E uma das grandes marcas destes primeiros anos do jornalismo para dispositivos m&oacute;veis &eacute;, justamente, a experimenta&ccedil;&atilde;o (Canavilhas &amp; Satuf, 2013). O jornalismo &eacute; muito mais que a ind&uacute;stria medi&aacute;tica (Castells, 2013) e a pr&aacute;tica desta atividade atravessa um processo de transforma&ccedil;&atilde;o cujas consequ&ecirc;ncias dependem, entre outros factores, do recurso a formas inovadoras e experimentais de apresentar a informa&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b></p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>Alves, R. C. (2006). Jornalismo Digital: Dez anos de web... e a revolu&ccedil;&atilde;o continua. <i>Comunica&ccedil;&atilde;o &amp; Sociedade. </i>S&atilde;o Paulo: Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, vol. 9-10, p.93-102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-5954201500030000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bacco, T. (2010). <i>Televis&atilde;o universit&aacute;ria online: a experi&ecirc;ncia da TV UERJ, a primeira do Brasil.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Comunica&ccedil;&atilde;o Social. Universidade Estadual de Londrina. Orient.: Dirce Vasconcellos Lopes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-5954201500030000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, S. O. (2007). <i>Jornalismo Digital em Base de Dados (JDBD) - Um paradigma para produtos jornal&iacute;sticos digitais din&acirc;micos.</i> Tese de Doutorado em Comunica&ccedil;&atilde;o e Cultura Contempor&acirc;nea. Universidade Federal da Bahia. Orient: Marcos Palacios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-5954201500030000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______. (2013). Jornalismo convergente e continuum multim&iacute;dia na quinta gera&ccedil;&atilde;o do jornalismo nas redes digitais. In: CANAVILHAS, Jo&atilde;o (Org.). <i>Not&iacute;cias e Mobilidade: O Jornalismo na Era dos Dispositivos M&oacute;veis.</i> Covilh&atilde;: Livros Labcom, p.33-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-5954201500030000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>______ et al. (2013). A atua&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica em plataformas m&oacute;veis: estudo sobre produtos aut&oacute;ctones e a mudan&ccedil;a no estatuto do jornalista. In: <i>II Col&oacute;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-5954201500030000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->quio Internacional Mudan&ccedil;as Estruturais no Jornalismo</i> (Mejor 2013). Natal: UFRN, 7-10/maio.</p>     <!-- ref --><p>Bardoel, J. &amp; Deuze, M. (2001). Network Journalism: Converging Competences of Media Professionals and Professionalism. <i>Australian Journalism Review</i> 23 (2), p.91-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-5954201500030000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Becker, B.; Teixeira, J. (2008). Webjornalismo audiovisual: perspectivas para um jornalismo de qualidade no ciberespa&ccedil;o. <i>Revista do NP de Comunica&ccedil;&atilde;o Audiovisual da Intercom</i>. S&atilde;o Paulo, v.1, n.2, ago/dez, p.97-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-5954201500030000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Boczkowski, P. J. (2004). <i>Digitizing the news: innovation in online newspapers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-5954201500030000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> EUA: The MIT Press.</p>     <!-- ref --><p>Briggs, A; Burke, P. (2004). <i>Uma hist&oacute;ria social da m&iacute;dia: de Gutemberg &agrave; Internet.</i> Rio de Janeiro: Jorge Zahar.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-5954201500030000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Canavilhas, J.; Santana, D. C. (2011). Jornalismo para plataformas m&oacute;veis de 2008 a 2011: da autonomia &agrave; emancipa&ccedil;&atilde;o. <i>L&iacute;bero </i>&ndash; S&atilde;o Paulo &ndash; v. 14, n. 28, p.53-66.</p>     <!-- ref --><p>Canavilhas, J; Satuf, I. (2013). Jornalismo em transi&ccedil;&atilde;o: do papel para o tablet ... ao final da tarde. Em Fidalgo, A. e Canavilhas, J. (org) (2013). <i>Comunica&ccedil;&atilde;o Digital: 10 anos de investiga&ccedil;&atilde;o</i>, pp. 35-60. Coimbra: Edi&ccedil;&otilde;es MinervaCoimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-5954201500030000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Canavilhas, J; Teixeira, J. (2014). O audiovisual nas duas gera&ccedil;&otilde;es de produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para tablets: as potencializa&ccedil;&otilde;es e continuidades entre a primeira e a segunda fase.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-5954201500030000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <i>XX Congreso Internacional de la Sociedad Espa&ntilde;ola de Period&iacute;stica</i> (SEP), Barcelona, Universitat Pompeu Fabra, 2014.</p>     <!-- ref --><p>Casetti, F.; Odin, R. (1996). De la p&aacute;leo &agrave; la neo-television. <i>Communications </i>n.8, Seuil, Paris.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-5954201500030000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Castells, M. (2013). <i>El futuro del periodismo.</i> Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.facebook.com/notes/saladeprensaorg/el-futuro-del-periodismo/545078702211147" target="_blank">https://www.facebook.com/notes/saladeprensaorg/el-futuro-del-periodismo/545078702211147</a>. Acesso em: 12/set/2013</p>     <!-- ref --><p>______. (2003). <i>A Gal&aacute;xia da Internet: reflex&otilde;es sobre a internet, os neg&oacute;cios e a sociedade.</i> Trad.: Maria Luiza Borges. Revis&atilde;o: Paulo Vaz. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-5954201500030000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Courtois, C.; Verdegem, P. &amp; Marez, L. (2013). The Triple Articulation of Media Technologies in Audiovisual Media Consumption. <i>Television &amp; New Media,</i> 14 (5), p.421-439.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-5954201500030000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Deuze, M. (2004). What is Multimedia Journalism? <i>Journalism Studies</i>, vol. 5, n. 2, p.139&ndash;152.</p>     <!-- ref --><p>D&iacute;az Noci, J. (2011). <i>Online News: Narrative, Hypertext and Interactivity. </i><i>An Analysis of International Media.</i> Tese de C&aacute;tedra. Universitat Pompeu Fabra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-5954201500030000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Drake, A. T. (2012). Las transformaciones de los contenidos audiovisuales y la influencia de los dispositivos m&oacute;viles en el nuevo escenario transmedia. <i>An&agrave;lisi Monogr&agrave;fic</i>, p. 81-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-5954201500030000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eco, U. (1985). <i>Il superhomo di massa</i>. Milan: Bompiani.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-5954201500030000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Feij&oacute;o, C.; Aguado, J. M.; Barroso, J. L. G. &amp; Mart&iacute;nez, I. J. (2013). El audiovisual m&oacute;vil (I): televisi&oacute;n y v&iacute;deo. In: Aguado, J. M.; Feij&oacute;o C. &amp; Mart&iacute;nez, I. J. (Coords.). <i>La comunicaci&oacute;n m&oacute;vil: hacia un nuevo ecosistema digital.</i> Barcelona: Gedisa Editorial, p.107-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-5954201500030000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Garc&iacute;a, M. R. (2012). <i>iPad Design Lab &ndash; basic: storytelling in the age of the tablet.</i> Kindle Edition. Nova Iorque: North Light Books.</p>     <!-- ref --><p>Gordillo, I. (2009). <i>La hipertelevisi&oacute;n: g&eacute;neros y formatos.</i> Quito, Equador: Intiyan Ediciones Ciespal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-5954201500030000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kolodzy, J. (2013). <i>Practicing Convergence Journalism: an introduction to cross-media storytelling. </i>Nova Iorque e Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-5954201500030000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lancaster, K. (2013). <i>Video Journalism for the Web: a practical introduction to documentary storytelling.</i> Nova Iorque e Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-5954201500030000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lara, T. (2012). <i>Conte&uacute;do jornal&iacute;stico deve se adaptar aos diferentes dispositivos m&oacute;veis.</i> Blog Jornalismo nas Am&eacute;ricas. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/00-9819-conteudo-jornalistico-deve-se-adaptar-aos-diferentes-dispositivos-moveis" target="_blank">http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/00-9819-conteudo-jornalistico-deve-se-adaptar-aos-diferentes-dispositivos-moveis</a>. Acesso: 18/jun/2012.</p>     <p>Ledo, M. &amp; Castell&oacute;, E. (2012). Identification of barriers and motivations in the circulation of audiovisual media contents. Em the Lusophone space: communication, interculturality, citizenship, and interactivity. <i>Comunicaci&oacute;n y Sociedad.</i> vol. XXV, n.2., p.85-116.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>L&oacute;pez, X. &amp; Otero, M. (2006). Ciberperiodismo: de la ni&ntilde;ez a la mayor&iacute;a de edad. In: L&oacute;pez, X. (org.). <i>Sistemas digitales de informaci&oacute;n.</i> Madrid: Pearson Educaci&oacute;n, p.1-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-5954201500030000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Machado, E. (2000). <i>La estructura de la noticia en las redes digitales: un estudio de las consecuencias de las metamorfosis tecnol&oacute;gicas en el periodismo.</i> Tese de doutorado em Jornalismo e Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o. Universidade Aut&ocirc;noma de Barcelona. Orient.: Miquel Rodrigo Alsina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-5954201500030000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______. (2006). <b><i>O Jornalismo Digital em Base de Dados.</i></b> Florian&oacute;polis: Calandra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-5954201500030000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Manovich, L. (2001). <i>The Language of New Media.</i> London: MIT Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-5954201500030000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Masip, P. (2008). <i>Internet a les redaccions: informaci&oacute; di&aacute;ria i rutines period&iacute;stiques.</i> Barcelona: Tr&iacute;podos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-5954201500030000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mic&oacute;, J. L. (2007). <i>Informar a la TDT: not&iacute;cies, reportatges i documentals a la nova televisi&oacute;. </i>Barcelona: Serveis de Publications Universidad Ramon Llull.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-5954201500030000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mielniczuk, L. (2003). <i>Jornalismo na Web: uma contribui&ccedil;&atilde;o para o estudo do formato na not&iacute;cia na escrita hipertextual.</i> Tese de Doutorado em Comunica&ccedil;&atilde;o e Cultura Contempor&acirc;nea. Universidade Federal da Bahia. Orient: Marcos Palacios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-5954201500030000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______ et al. (2011). Infocampus como espa&ccedil;o para o ensino e aprendizagem de jornalismo digital. Em Quadros, C.; Caetano, K. &amp; Larangeira, &Aacute;. <i>Jornalismo e converg&ecirc;ncia: ensino e pr&aacute;ticas profissionais.</i> Covilh&atilde;: LabCom Books, p.91-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-5954201500030000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nogueira, L. (2005). <i>O webjornalismo audiovisual: uma an&aacute;lise de not&iacute;cias no UOL News e na TVUERJ on-line.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado) em Comunica&ccedil;&atilde;o e Cultura Contempor&acirc;nea. Universidade Federal da Bahia. Orient: Elias Machado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-5954201500030000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Palacios, M. (2013). Pref&aacute;cio: o mundo no bolso e o contexto na palma da m&atilde;o. In: Barbosa, S. &amp; Mielniczuk, L. (Org.). <i>Jornalismo e Tecnologias M&oacute;veis.</i> Covilh&atilde;: Livros Labcom, p.1-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-5954201500030000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&shy;&shy;______. (2002). <i>Jornalismo Online, Informa&ccedil;&atilde;o e Mem&oacute;ria: Apontamentos para debate.</i> Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2002_palacios_informacaomemoria.pdf" target="_blank">http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2002_palacios_informacaomemoria.pdf</a>. Acesso em: mar/2008.</p>     <!-- ref --><p>Pase, A. F. (2008). <i>V&iacute;deo online, alternativa para as mudan&ccedil;as da TV na cultura digital.</i> Tese (doutorado) em Comunica&ccedil;&atilde;o Social. Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul. Orient: M&aacute;gda Rodrigues da Cunha. Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-5954201500030000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pavlik, J. V. (2001). <i>Journalism and new media.</i> New York: Columbia University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-5954201500030000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______. (2008). <i>Media in the digital age.</i> New York: Columbia University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-5954201500030000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Peticca, S. (2005). <i>Il giornale on line e la societ&agrave; della conoscenza.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-5954201500030000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> It&aacute;lia: Rubbettino.</p>     <!-- ref --><p>Piccinin, F. (2007). <i>Veja a seguir: a transi&ccedil;&atilde;o do telejornal entre a linha de montagem e a rede.</i> Tese de doutorado. Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul. Orient. Doris Fagundes Haussen. Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-5954201500030000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Pinto, &Aacute;. V. (2005). <i>O conceito de tecnologia.</i> Vol. 1. Rio de Janeiro: Contraponto.</p>     <!-- ref --><p>Porto, D. &amp; Flores, J. (2012). <i>Periodismo Transmedia.</i> Madri: Editorial Fragua.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1646-5954201500030000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Poynter. (2013). <i>EyeTrack: tablet research.</i> The Poynter Institute for Media Studies. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://migre.me/dLjYU" target="_blank">http://migre.me/dLjYU</a>. Acesso: 14/mar/2013.</p>     <p>Pryor, L. (2002). <i>The Future of News. The Third Wave of Online Journalism.</i> Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ojr.org/ojr/future/1019174689.php" target="_blank">http://www.ojr.org/ojr/future/1019174689.php</a>. Acesso em: 26/nov/2009.</p>     <!-- ref --><p>Rezende, G. J. (2000). <i>Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial.</i> S&atilde;o Paulo: Summus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1646-5954201500030000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, A. P. G. (2008). Imprensa e mercado no Brasil: de 1945 aos nossos dias. <i>VI Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo. </i>Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1646-5954201500030000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Salaverr&iacute;a, R. (2005). Hipertexto period&iacute;stico: mito y realidad. In: Masip, P. &amp; Josep, R. (eds.). <i>La utopia digital en els mitjans de comunicaci&oacute;: dels discursos als fets.</i> Un balan&ccedil;. Barcelona: Universitat Ramon Llull, p.517-524.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1646-5954201500030000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santini, R. M. &amp; Calvi, J. C. (2013). O consumo audiovisual e suas l&oacute;gicas sociais na rede. <i>Comunica&ccedil;&atilde;o, M&iacute;dia e Consumo.</i> Vol.10, n.27. S&atilde;o Paulo, p.159-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1646-5954201500030000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sodr&eacute;, M. (2009). <i>A Narra&ccedil;&atilde;o do Fato: notas para uma teoria do acontecimento.</i> Petr&oacute;polis: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S1646-5954201500030000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sodr&eacute;, N. (1999). <i>Hist&oacute;ria da imprensa no Brasil.</i> 4&ordf;. ed. Rio de Janeiro: Mauad.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1646-5954201500030000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stovall, J. G. (2004). <i>Web journalism: practice and promise of a new medium.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1646-5954201500030000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i> EUA: Pearson Education.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Teixeira, J. F. (2014a). Lo audiovisual en productos period&iacute;sticos exclusivos para tabletas: observando las tendencias en cuanto a sus formas y funciones. <i>IV Congreso Internacional de la Asociaci&oacute;n Espa&ntilde;ola de la Investigaci&oacute;n de la Comunicaci&oacute;n</i> (AE-IC), Bilbao, 2014, p. 363-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1646-5954201500030000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______. (2014b). As tem&aacute;ticas dos conte&uacute;dos audiovisuais nos produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para tablets: algumas tend&ecirc;ncias. <i>II Congresso Mundial de Comunica&ccedil;&atilde;o Ibero-Americana</i>, Braga, 2014, p. 2531-2543.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1646-5954201500030000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>______. (2013). Os formatos audiovisuais nos produtos jornal&iacute;sticos exclusivos para tablets: apontando algumas tend&ecirc;ncias. <i>8o Congresso SOPCOM</i>, Lisboa, 2013, p. 75-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S1646-5954201500030000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ursell, G. (2001). Dumbing down or shaping up? New technologies, new media, new journalism. <i>Journalism.</i> London, Thousand Oaks, CA and New Delhi. Vol. 2, p. 175&ndash;196.</p>     <p>Valentini, E. (2012). <i>Dalle gazzette all&rsquo;iPad: il giornalismo al tempo dei tablet.</i> It&aacute;lia: Mondadori Universit&agrave;.</p>     <!-- ref --><p>Viana, J. E. M &amp; Fran&ccedil;a, L. C. M. (2011). Converg&ecirc;ncia e Multimedialidade no jornal <i>El Pa&iacute;s. Iniciacom</i>. Vol. 3, N&ordm; 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1646-5954201500030000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Vivar, J. F. &amp; Guadalupe, G. A. (2005). <i>Modelos de negocio en el ciberperiodismo.</i> Madrid: Editorial Fragua.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S1646-5954201500030000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Date of submission: January 5, 2015</p>     <p>Date of acceptance: August 7, 2015</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> Adotaremos a sistematiza&ccedil;&atilde;o do webjornalismo audiovisual em tr&ecirc;s fases ou etapas, pois essa &eacute; a divis&atilde;o mais empregada pelos estudos de jornalismo digital, como os de Pavlik (2001), Pryor (2002), Palacios (2002), Mielniczuk (2003) e Boczkowski (2004), e de jornalismo audiovisual, como os de Eco (1985), Casetti e Odin (1996) e Gordillo (2009). Al&eacute;m disso, essa &eacute; a sistematiza&ccedil;&atilde;o utilizada por Nogueira (2005), por Bacco (2010) e por Becker e Teixeira (2008), que estudam especificamente o webjornalismo audiovisual.</p>      ]]></body><back>
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