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<journal-title><![CDATA[Angiologia e Cirurgia Vascular]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Doença aneurismática e tratamento híbrido: a propósito de um caso clínico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The authors present a case report of a 63 years-old male patient, with two popliteal aneurysms, both treated by the classical surgical approach, one of which was thrombosed (short distances claudication) and subsequently by endovascular means an isolated iliac artery aneurysm, by placing a covered stent-graft. This case demonstrates the different possible approaches (endovascular and classical) to treat the same pathological entity, in different location and circumstances, in the same patient. A literature review of the disease in question was performed and discussion is raised about what is the best surgical treatment for each location.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma da Artéria Poplítea]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma isolado da Artéria Ilíaca Comum]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Doen&#231;a aneurism&aacute;tica e tratamento h&iacute;brido &#150; a prop&oacute;sito de um caso cl&iacute;nico</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Aneurysmal disease and hybrid treatment	&#150; case report</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Jos&eacute; Almeida Lopes, Daniel Brand&atilde;o, Alexandre Figueiredo,	Armando Mansilha</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top1" id="top1"></a><a href="#1">Contactos</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>|RESUMO|</p>     <p>Os autores apresentam um caso cl&iacute;nico de um doente do sexo masculino, de 63 anos, com dois aneurismas popl&iacute;teos, corrigidos por via cl&aacute;ssica, um dos quais trombosado (claudica&#231;&atilde;o para curtas dist&acirc;ncias) e por via endovascular a um aneurisma sacular isolado da art&eacute;ria il&iacute;aca comum, atrav&eacute;s da coloca&#231;&atilde;o de uma endopr&oacute;tese</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este caso cl&iacute;nico demonstra as diferentes possibilidades de abordagem (endovascular e cl&aacute;ssica) no tratamento da mesma entidade patol&oacute;gica, com localiza&#231;&atilde;o e circunst&acirc;ncias diversas, no mesmo doente.</p>     <p>&Eacute; ainda feita uma revis&atilde;o da literatura sobre a patologia em quest&atilde;o e &eacute; levantada discuss&atilde;o sobre qual o melhor tratamento cir&uacute;rgico para cada localiza&#231;&atilde;o.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Aneurisma da Art&eacute;ria Popl&iacute;tea, Aneurisma isolado da Art&eacute;ria Il&iacute;aca Comum,  Tratamento H&iacute;brido</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>|ABSTRACT| </p>     <p>The authors present a case report of a 63 years&#45;old male patient, with two popliteal aneurysms, both treated by the classical surgical approach, one of which was thrombosed (short distances claudication) and subsequently by endovascular means an isolated iliac artery aneurysm, by placing a covered stent&#45;graft.</p>     <p>This case demonstrates the different possible approaches (endovascular and classical) to treat the same pathological entity, in different location and circumstances, in the same patient.</p>     <p>A literature review of the disease in question was performed and discussion is raised about what is the best surgical treatment for each location.</p>     <p><b>Key words:</b> Popliteal Artery Aneurysm, Isolated Common Iliac Artery Aneurysm, Hybrid Treatment</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>Os autores apresentam um caso cl&iacute;nico de um doente corrigido por via cl&aacute;ssica a dois aneurismas popl&iacute;teos e por via endovascular a um aneurisma isolado da art&eacute;ria il&iacute;aca comum direita.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>CASO CL&Iacute;NICO</b></p>     <p>Doente de do sexo masculino de 63 anos, com antecedentes de dislipidemia e tabagismo, que recorreu &agrave; consulta de Angiologia e Cirurgia Vascular com quadro de de claudica&#231;&atilde;o gemelar para curtas dist&acirc;ncia (20 metros) do membro inferior esquerdo, com v&aacute;rias semanas de evolu&#231;&atilde;o.</p>     <p>Efetuou angio&#45;RM que demonstrou um aneurisma popliteo esquerdo trombosado, um aneurisma popl&iacute;teo direito (ambos com 14mm e id&ecirc;ntica anatomia), aneurisma sacular da art&eacute;ria il&iacute;aca comum direita (35mm) e ectasia da art&eacute;ria il&iacute;aca comum esquerda (18mm).</p>     <p>Realizou&#45;se primeiro um bypass popl&iacute;teo supra&#45;articular &#150; popl&iacute;teo infra&#45;articular com grande veia safena invertida e homolateral no membro inferior esquerdo com a consequente exclus&atilde;o aneurism&aacute;tica e num segundo tempo o mesmo procedimento para corre&#231;&atilde;o de aneurisma popl&iacute;teo direito. Em ambas as interven&#231;&otilde;es o doente teve alta ao 3&#186; dia p&oacute;s&#45;operat&oacute;rio, sem complica&#231;&otilde;es e com pulsos tibiais posteriores palp&aacute;veis e amplos.</p>     <p>Posteriormente foi feita a corre&#231;&atilde;o por via endovascular do aneurisma sacular da art&eacute;ria il&iacute;aca comum direita, por coloca&#231;&atilde;o de uma endopr&oacute;tese de 6mm x 120 mm (Bard&#174; Fluency&#174;,Murray Hill, NJ, EUA). O p&oacute;s&#45;operat&oacute;rio decorreu sem intercorr&ecirc;ncias tendo o doente tido alta no dia seguinte, mantendo os pulsos tibiais posteriores palp&aacute;veis e amplos.</p>     <p>A angio&#45;TAC aos tr&ecirc;s meses mostrou completa exclus&atilde;o do aneurisma il&iacute;aco, permeabilidade e aus&ecirc;ncia de fugas da endopr&oacute;tese colocada, bem como exclus&atilde;o dos aneurismas popl&iacute;teos previamente corrigidos e permeabilidade dos enxertos venosos.</p>     <p>&#160;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>As normais dimens&otilde;es da art&eacute;ria poplitea variam com o tamanho e g&eacute;nero dos doentes desde 0,5&#45;1,1cm,<sup>&#91;1&#93;</sup> a maioria dos aneurismas popl&iacute;teos ocorrem na sua por&#231;&atilde;o m&eacute;dia ou proximal, e devem ter 1,5 vezes o tamanho do segmento arterial normal adjacente.<sup>&#91;1&#93;</sup> Embora sejam raros, os aneurismas popl&iacute;teos representam cerca de 70% de todos os aneurisma perif&eacute;ricos. S&atilde;o quase exclusivos do sexo masculino (95&#45;100%) e s&atilde;o bilaterais em 50% dos casos. Quando demonstrada a bilateralidade dos aneurismas popl&iacute;teos, 70% dos doentes apresentam tamb&eacute;m um AAA concomitante,<sup>&#91;2,3]</sup> contudo a associa&#231;&atilde;o com aneurismas il&iacute;acos isolados &eacute; desconhecida, muito prov&aacute;velmente pela raridade da mesma.</p>     <p>As complica&#231;&otilde;es isqu&eacute;micas dos aneurismas popl&iacute;teos resultam de trombose do saco aneurism&aacute;tico ou de fen&oacute;menos emb&oacute;licos para a circula&#231;&atilde;o distal dos doentes sintom&aacute;ticos. 40% apresentam manifesta&#231;&otilde;es de isquemia cr&oacute;nica, incluindo claudica&#231;&atilde;o intermitente e isquemia cr&iacute;tica.<sup>&#91;2,3]</sup></p>     <p>Este tipo de complica&#231;&otilde;es trombo&#45;emb&oacute;licas apresenta uma incid&ecirc;ncia de 35% aos 3 anos, com uma taxa m&eacute;dia de amputa&#231;&atilde;o major de 25%. Em doentes sem pulsos distais aquando da apresenta&#231;&atilde;o apresentam uma probabilidade de amputa&#231;&atilde;o major ainda mais elevada, podendo atingir os 86%.<sup>&#91;2&#93;</sup></p>     <p>Dada a elevada morbilidade referenciada, torna&#45;se muito relevante detetar a patologia em an&aacute;lise o mais precocemente poss&iacute;vel de modo a se proceder a atempada corre&#231;&atilde;o.</p>     <p>A decis&atilde;o de intervir num aneurisma popl&iacute;teo exige pondera&#231;&atilde;o dos riscos resultantes da cirurgia, contra os riscos da continuada vigil&acirc;ncia.   O argumento para a interven&#231;&atilde;o precoce quando estes s&atilde;o pequenos &eacute; baseado em v&aacute;rios fatores:<sup>&#91;4&#45;7&#93;</sup>   (1) taxas de pat&ecirc;ncia dos enxertos e de salvamento do membro s&atilde;o geralmente superiores a 95% e (2) acarretam uma mortalidade peri&#45;operat&oacute;ria em torno de 1&#45;2%. Em contra&#45;ponto as taxas de mortalidade podem ser tr&ecirc;s ou quatro vezes mais elevadas em doentes tratados com isquemia cr&iacute;tica.</p>     <p>Tem sido recomendado que aneurismas maiores que dois cent&iacute;metros devam ser operados quando poss&iacute;vel, embora esta recomenda&#231;&atilde;o seja frequentemente posta em causa, dada a aus&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncia baseada num estudo prospectivo randomizado. A indica&#231;&atilde;o cir&uacute;rgica permanece uma decis&atilde;o que dever&aacute; ser individualizada face ao doente e &agrave; situa&#231;&atilde;o cl&iacute;nica em quest&atilde;o.</p>     <p>Uma vez que o doente apresentava veia adquada para enxerto e atendendo a que a cirurgia aberta ainda permanece o &#8220;gold standard&#8221; para o tratamento dos aneurismas popliteos, n&oacute;s optamos por esta abordagem, na corre&#231;&atilde;o do aneurisma popl&iacute;teo esquerdo. O aneurisma popl&iacute;teo direito por apresentar uma morfologia em tudo id&ecirc;ntica ao lado contra&#45;lateral (lado trombosado) fez optar por igual corre&#231;&atilde;o.</p>     <p>O estudo da Clinica Mayo refere uma taxa de pat&ecirc;ncia prim&aacute;ria aos 5 anos de 85% (pat&ecirc;ncia secund&aacute;ria 94%) para os enxertos venosos Vs 50% para os enxertos de PTFE (pat&ecirc;ncia secund&aacute;ria 63%).<sup>&#91;3&#93;</sup></p>     <p>Na revis&atilde;o sistem&aacute;tica realizada por Dawson <i>et al</i>, de 2445 aneurismas popl&iacute;teos na literatura, a taxa de pat&ecirc;ncia aos 5 anos variou de 77&#45;100% para enxertos venosos e 29&#45;74% para enxertos prot&eacute;sicos.<sup>&#91;2&#93;</sup></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>H&aacute; contudo poucos autores que recomendam o uso prim&aacute;rio de enxertos prot&eacute;sicos, especialmente se forem necess&aacute;rios segmentos curtos num contexto de excelente <i>outflow</i>.</p>     <p>Hoje em dia, existem estudos que embora pequenos, parecem querer mudar o rumo do tratamento tradicionalmente descrito dos aneurismas popl&iacute;teos, estudos esses que apresentam excelentes resultados a curto prazo em prol de procedimentos endovasculares.</p>     <p>O <i>Texas Heart Institute</i> avaliou 33 doentes com aneurismas popl&iacute;teos corrigidos por via endovascular e apresentou taxas de pat&ecirc;ncia prim&aacute;ria aos quatro anos e meio de 84,8%.<sup>&#91;8&#93;</sup></p>     <p>O &uacute;nico estudo randomizado existente (realizado com endopr&oacute;teses Gore&#174; Viabahn&#174;) que avaliou a corre&#231;&atilde;o de aneurismas popl&iacute;teos por via endovascular versus cirurgia cl&aacute;ssica, apresentou taxas de pat&ecirc;ncia prim&aacute;ria ao 1&#186; e ao 4&#186; ano de 87% e 80% para a cirurgia endovascular <i>versus</i> 100% e 80% para a cirurgia de revasculariza&#231;&atilde;o (maioritariamente realizada com veia aut&oacute;loga).<sup>&#91;9&#93;</sup></p>     <p>Aneurismas il&iacute;acos (AI) isolados s&atilde;o raros, contabilizando&#45;se em menos de 2% de todos os aneurimas intra&#45;abdominais<sup>&#91;10,11&#93;</sup> e ocorrem em menos de 0,1% da popula&#231;&atilde;o.<sup>&#91;12&#93;</sup></p>     <p>A etiologia prim&aacute;ria &eacute; degenerativa, contudo aneurismas isolados das art&eacute;rias il&iacute;acas, tamb&eacute;m s&atilde;o causados por outras condi&#231;&otilde;es predisponentes, entre as quais infe&#231;&atilde;o, les&atilde;o iatrog&eacute;nica, disse&#231;&atilde;o, trauma, s&iacute;ndrome de Marfan e outras doen&#231;as do tecido conjuntivo.<sup>&#91;10,13,14&#93;</sup></p>     <p>A distribui&#231;&atilde;o anat&oacute;mica dos aneurismas il&iacute;acos tratados passa por ser 70% na AI comum, 20% na AI interna e apenas 10% na AI externa<sup>.&#91;15&#93;</sup></p>     <p>Os aneurismas bilaterais da art&eacute;ria il&iacute;aca comum est&atilde;o identificados em cerca de 50% dos casos.<sup>&#91;16&#93;</sup></p>     <p>H&aacute; uma clara predisposi&#231;&atilde;o masculina que pode variar de 5:1 a 25:1.<sup>&#91;1,17,18&#93;</sup></p>     <p>Embora os relatos mais antigos sugiram que os aneurismas il&iacute;acos possam em regra, ser sintom&aacute;ticos<sup>&#91;19]</sup>, hoje em dia eles s&atilde;o na maioria das vezes identificados acidentalmente durante a realiza&#231;&atilde;o de meios auxiliares de diagn&oacute;stico abdominais pelos mais diferentes motivos. Como resultado, s&atilde;o agora rotineiramente detectados um n&uacute;mero crescente de pequenos aneurismas il&iacute;acos assintom&aacute;ticos.<sup>&#91;20&#93;</sup></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Antes da era do uso generalizado de TC e RM, os maiores e isolados aneurismas il&iacute;acos eram mais frequentemente encontrados aquando da rotura,<sup>&#91;21&#93;</sup> o que acarretava uma elevada taxa de mortalidade operat&oacute;ria.<sup>&#91;10&#93;</sup></p>     <p>A taxa de mortalidade operat&oacute;ria para a cirurgia aberta electiva a aneurismas il&iacute;acos isolados permanece alta, podendo mesmo atingir os 10% na literatura recente, o que &eacute; significativamente maior que a cirurgia aberta para a correc&#231;&atilde;o de AAA.<sup>&#91;22&#93;</sup></p>     <p>Tal como os AAA estes aneurismas s&atilde;o frequentemente assintom&aacute;ticos, podendo romper, embolizar, trombosar e causar sintomas de compress&atilde;o visceral ou neurol&oacute;gica. A mortalidade operat&oacute;ria do aneurisma il&iacute;aco roto aproxima&#45;se &eacute; de 33&#45;50%<sup>&#91;10&#93;</sup>, portanto a a&#231;&atilde;o chave para prevenir a mortalidade associada aos AI, reside em identificar os doentes de risco de rotura e proceder &agrave; sua repara&#231;&atilde;o preventiva.</p>     <p>Embora n&atilde;o haja estudos que permitam, tal como no AAA, definir o limite exato a partir do qual um AI deva ser corrigido, a maioria dos autores defende o seu tratamento quando o maior di&acirc;metro atinge os 3cm, dado o maior risco de rotura a partir destas dimens&otilde;es.</p>     <p>At&eacute; recentemente a cirurgia aberta era considerada o gold standard para o tratamento, sendo, frequentemente exigente dado a sua localiza&#231;&atilde;o p&eacute;lvica.<sup>&#91;16,23&#93;</sup></p>     <p>V&aacute;rios relatos t&ecirc;m ajudado a definir mais claramente a hist&oacute;ria natural dos aneurismas il&iacute;acos isolados. Kasirajan e colaboradores relataram que nenhum dos aneurismas il&iacute;acos entre 2&#45;2,5cm se expandiu num follow&#45;up m&eacute;dio de 57 meses, mas que um risco significativo para a rutura existia em pacientes com aneurismas il&iacute;acos maiores que 5cm.<sup>&#91;22&#93;</sup> Os autores sugeriram que o tratamento cir&uacute;rgico era apropriado para aneurismas maiores que 3cm. Santilli <i>et al</i> identificaram 189 doentes com 323 aneurismas il&iacute;acos num relat&oacute;rio de um grande hospital (EUA Veterans Affairs hospital).<sup>&#91;20&#93;</sup> Os sintomas ocorreram em apenas seis doentes (3,1%), incluindo duas ruturas, todas com aneurismas maiores que 4cm. Aneurismas menores (&lt;3cm) cresceram mais lentamente do que maiores   (3 a 5 cm) (11mm/ano Vs 26 mm/ano). Os autores conclu&iacute;ram que (1) aneurismas il&iacute;acos menores do que 3 cm pode ser controlada por vigil&acirc;ncia ultrassonogr&aacute;fica anual, (2) aneurismas 3&#45;3,5 cm pode ser monitorizada com vigil&acirc;ncia a cada 6 meses e (3) aneurismas &gt;3,5cm em doentes de baixo risco, considerados para cirurgia.</p>     <p>Sandhu e Pipinos relataram 473 aneurismas il&iacute;acos isolados tratados por cirurgia cl&aacute;ssica. 63% dos   doentes eram sintom&aacute;ticos, 31% em rotura.<sup>&#91;24&#93;</sup>   Para uma cirurgia de emerg&ecirc;ncia aberta, a mortalidade m&eacute;dia foi de 28%, enquanto que para a cirurgia eletiva a m&eacute;dia foi de 5%.</p>     <p>No artigo de 2008 de Huang Y. et al da Mayo Clinic, os autores concluiram que a taxa de expans&atilde;o dos aneurismas da AIC &eacute; de 0,29cm/ano e que a hipertens&atilde;o prediz um crescimento mais r&aacute;pido. Como nenhuma rotura foi observada em 715 aneurismas da art&eacute;ria iliaca comum que eram menores que 3,8cm, estes autores postulam que a repara&#231;&atilde;o electiva de doentes assintom&aacute;ticos parece ser justificado quando os aneurismas apresentarem di&acirc;metros maiores que 3,5cm.   A taxa de pat&ecirc;ncia prim&aacute;ria quer do lado cir&uacute;rgico quer do lado endovascular foi de 95% aos   5 anos e sugerem que resultados a 3 anos suportam o tratamento endovascular como tratamento de primeira linha para a maioria de doentes com anatomia adequada.<sup>&#91;25&#93;</sup> Resultados id&ecirc;nticos em termos de pat&ecirc;ncia prim&aacute;ria s&atilde;o tamb&eacute;m encontrados noutras s&eacute;ries.<sup>&#91;26&#93;</sup></p>     <p>A t&eacute;cnica endovascular usada com uma combina&#231;&atilde;o de emboliza&#231;&atilde;o com <i>coils</i> de ramos secund&aacute;rios e com o uso de <i>stents</i> cobertos tem o potencial de reduzir a morbilidade peri&#45;operat&oacute;ria, especialmente em doentes de alto risco.<sup>&#91;27&#93;</sup></p>     <p>Embora nem todas as varia&#231;&otilde;es anat&oacute;micas permitam uma abordagem endovascular, tal como esta s&eacute;rie atr&aacute;s referida, outras s&eacute;ries sugerem os procedimentos endovasculares como modo preferencial de tratamento, com excelentes resultados iniciais e tem portanto recentemente emergido como uma alternativa vi&aacute;vel e minimamente invasiva &agrave; cirurgia aberta (evitando a necessidade de disse&#231;&atilde;o pelvica profunda), parecendo portanto ser cada vez mais razo&aacute;vel p&ocirc;r em causa a tradicional refer&ecirc;ncia dos 3cm descrita na literatura.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A presen&#231;a de um segmento (colo) n&atilde;o dilatado proximal da art&eacute;ria il&iacute;aca comum (70% a 80%   dos casos) permite repara&#231;&atilde;o unilateral.<sup>&#91;28&#93;</sup></p>     <p>Embora o local de implanta&#231;&atilde;o proximal possa n&atilde;o ser aneurism&aacute;tico, &eacute; frequentemente muito maior do que o local de implanta&#231;&atilde;o distal, caso em que repara&#231;&atilde;o aneurisma il&iacute;aco unilateral requer uma endopr&oacute;tese cr&oacute;nica.<sup>&#91;29&#93;</sup></p>     <p>Esta diferen&#231;a de tamanhos contribui para uma elevada incid&ecirc;ncia de trombose da endopr&oacute;tese.<sup>&#91;30&#93;</sup></p>     <p>Apesar disto j&aacute; existe na literatura excelentes resultados a m&eacute;dio prazo ap&oacute;s a coloca&#231;&atilde;o de proteses c&oacute;nicas mesmo em circunst&acirc;ncias em que a anatomia do colo n&atilde;o &eacute; favor&aacute;vel.<sup>&#91;31&#93;</sup></p>     <p>N&atilde;o existe um crit&eacute;rio formal sobre qual ser&aacute; o comprimento do colo ideal para a corre&#231;&atilde;o dos aneurismas il&iacute;acos, mas v&aacute;rios autores aceitam que esta medida seja id&ecirc;ntica &agrave; repara&#231;&atilde;o de aneurismas a&oacute;rticos por via endovascular nomeadamente 1,5cm de comprimento m&iacute;nimo, a art&eacute;ria proximal n&atilde;o pode ser aneurism&aacute;tica (&lt;14mm), deve estar livre de trombo, quer na art&eacute;ria il&iacute;aca proximal e distal. Doentes com colo curto, tendem a ter extens&atilde;o do processo aneurism&aacute;tico para a bifurca&#231;&atilde;o a&oacute;rtica, podendo posteriormente necessitar de uma endoprotese bifurcada.<sup>&#91;27,31&#93;</sup></p>     <p>A presen&#231;a de um segmento de art&eacute;ria il&iacute;aca comum distal n&atilde;o dilatada, permite preserva&#231;&atilde;o da art&eacute;ria il&iacute;aca interna. Mais comumente, o aneurisma il&iacute;aca comum termina na bifurca&#231;&atilde;o il&iacute;aca, ficando a zona de ancoragem distal &agrave; origem da art&eacute;ria il&iacute;aca interna, perdendo&#45;se o fluxo anterogrado para a AI interna.<sup>&#91;27&#93;</sup></p>     <p>O quadro de claudica&#231;&atilde;o nadegueira (&eacute; o sintoma de isquemia p&eacute;lvica mais frequente), pode ser observada em cerca de 10&#45;50% das s&eacute;ries e &eacute; na grande maioria das vezes transit&oacute;ria.<sup>&#91;32&#45;34&#93;</sup> J&aacute; existem pr&oacute;teses bifurcadas para a art&eacute;ria il&iacute;aca interna e portanto com fluxo anter&oacute;grado, evitando a necessidade das t&eacute;cnicas de emboliza&#231;&atilde;o da art&eacute;ria hipog&aacute;strica.<sup>&#91;35,36&#93;</sup></p>     <p>Esta t&eacute;cnica tem&#45;se apresentado com uma elevada taxa de sucesso e baixa taxa de reinterven&#231;&atilde;o a m&eacute;dio prazo e parece ser uma primeira escolha adequada, quando estamos perante um doente mais jovem e ativo.<sup>&#91;37&#93;</sup></p>     <p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m comparado os resultados da corre&#231;&atilde;o endovascular, com a corre&#231;&atilde;o cir&uacute;rgica dos aneurismas il&iacute;acos isolados,<sup>&#91;28&#93;</sup> por&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o grandes o suficiente para efetuar compara&#231;&otilde;es significativas de mortalidade; ainda assim todos concluem que o tratamento endovascular esteve associado a (1) perda de sangue significativamente menor (&lt;50mL Vs 318 mL), (2) menor tempo operat&oacute;rio (86min Vs 143min), (3) menor tempo de internamento (2,1 dias Vs 4,8 dias) e (4) menor taxa de complica&#231;&otilde;es do que a cirurgia aberta, pelo menos a curto prazo.<sup>&#91;28&#45;29&#93;</sup></p>     <p>Apesar dos resultados encorajadores descritos na literatura demonstrarem boas taxas de permeabilidade a m&eacute;dio prazo, mais estudos e um tempo de follow&#45;up maior, s&atilde;o necess&aacute;rios para comprovar a durabilidade da cirurgia endovascular.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste caso aqui descrito, por o aneurima e a zona de ancoragem n&atilde;o envolverem a origem da ACI n&atilde;o foi necess&aacute;rio realizar a emboliza&#231;&atilde;o com <i>coils</i> da origem deste ramo, evitando assim as poss&iacute;veis complica&#231;&otilde;es decorrentes da exclus&atilde;o da AII e portanto da diminui&#231;&atilde;o do aporte sangu&iacute;nio para a regi&atilde;o p&eacute;lvica.</p>     <p>&#160;</p>     <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p>     <p>Os autores descrevem um caso cl&iacute;nico de um doente tratado na nossa unidade em que foi utilizada uma abordagem h&iacute;brida para tratamento de aneurismas em localiza&#231;&otilde;es distintas.</p>     <p>A maior particularidade deste caso passa pela raridade de tratar o aneurisma il&iacute;aco isolado apresentado, com recurso &agrave;s novas t&eacute;cnicas endovasculares. Que como &eacute; referido com cada vez mais frequ&ecirc;ncia por um grande n&uacute;mero de s&eacute;ries, come&#231;a a desempenhar um papel prim&aacute;rio na decis&atilde;o cl&iacute;nica do tratamento dos aneurismas desta localiza&#231;&atilde;o.</p>     <p>&#160;</p>     <p>| FIGURA 1A e B | Angiografia e Angio&#45;TC revelando o aneurisma isolado a art&eacute;ria il&iacute;aca comum drt</p>     <p><img src="/img/revistas/ang/v8n4/8n4a06f1.jpg" width="624" height="372"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>| FIGURA 2 | Angiografia final do procedimento de coloca&#231;&atilde;o de endopr&oacute;tese para corre&#231;&atilde;o do aneurima da art&eacute;ria il&iacute;aca comum direito</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/ang/v8n4/8n4a06f2.jpg" width="358" height="425"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>| FIGURA 3 | Angio&#45;TC 3D aos 3 meses, demonstrando completa exclus&atilde;o do aneurisma il&iacute;aco direito, permeabilidade   e aus&ecirc;ncia de fugas da endoprotese colocadadireito</p>     <p><img src="/img/revistas/ang/v8n4/8n4a06f3.jpg" width="355" height="271"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>BIBLIOGRAFIA</b></p>     <!-- ref --><p><sup>&#91;1&#93;</sup>&#9;JOHNSTON KW, RUTHERFORD RB, TILSON MD, et al: Suggested standards for reporting on arterial aneurysms. Subcommittee on Reporting Standards for Arterial Aneurysms, Ad Hoc Committee on Reporting Standards, Society for Vascular Surgery and North American Chapter, International Society for Cardiovascular Surgery. <i>J Vasc Surg</i> 1991; 13:452&#45;458&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-706X201200040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;2&#93;</sup>&#9;DAWSON I, SIE RB, VAN BOCKEL JH: Atherosclerotic popliteal aneurysm, <i>Br J Surg</i> 1997; 84:293&#45;299;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-706X201200040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><sup>&#91;3&#93;</sup>&#9;HUANG Y, GLOVICZKI P, NOEL AA, et al: Early complications and long term outcome after open surgical treatment of popliteal artery aneurysms: is exclusion with saphenous vein bypass still the gold standard? <i>J Vasc Surg</i> 2007; 45:706&#45;713&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-706X201200040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;4&#93;</sup>&#9;ANTON GE, HERTZER NR, BEVEN EG, et al: Surgical management of popliteal aneurysms. Trends in presentation, treatment, and results from 1952 to 1984. <i>J Vasc Surg</i> 1986; 3:125&#45;134&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-706X201200040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;5&#93;</sup>&#9;CARPENTER JP, BARKER CF, ROBERTS B, et al: Popliteal artery aneurysms: current management and outcome. <i>J Vasc Surg</i> 1994;   19:65&#45;72&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-706X201200040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;6&#93;</sup>&#9;REILLY MK, ABBOTT WM, DARLING RC: Aggressive surgical management of popliteal artery aneurysms.<i> Am J Surg</i> 1983; 145:498&#45;502&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-706X201200040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;7&#93;</sup>&#9;SHORTELL CK, DEWEESE JA, OURIEL K, GREEN RM: Popliteal artery aneurysms: a 25&#45;year surgical experience. <i>J Vasc Surg</i> 1991;   14:771&#45;776&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-706X201200040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;8&#93;</sup>&#9;GARY M, KATHRYN G, et al: Endovascular exclusion of popliteal artery aneurysm with stent grafts: A prospective single center experience. J Endovasc Ther 2009; 16:215&#45;223&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-706X201200040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;9&#93;</sup>&#9;ANTONELLO M, FRIGATTI P, BATTOCCHIO P, et al: Open repair versus endovascular treatment for asymtomatic popliteal artery aneurysm: results of a prospective randomized study. <i>J Vasc Surg</i> 2005; 42:185&#45;193&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-706X201200040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;10&#93;</sup>&#9;RICHARDSON JW, GREENFIELD LJ. Natural history and management of iliac aneurysms. J Vasc Surg 1988;8:165&#45;71&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-706X201200040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;11&#93;</sup>&#9;LEVI N, SCHROEDER TV. Isolated iliac artery aneurysms. Eur J Vasc   Endovasc Surg 1998;16:342&#45;4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-706X201200040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;12&#93;</sup>&#9;BRUNKWALL J, HAUKSSON H, BENGTSSON H, et al. Solitary aneurysms of the iliac arterial system: an estimate of their frequency of occurrence. J Vasc Surg 1989;10:381&#45;4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-706X201200040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><sup>&#91;13&#93;</sup>&#9;VEITH FJ, JOHNSTON KW. Endovascular treatment of abdominal aortic aneurysms: an innovation in evolution and under evaluation. J Vasc Surg 2002;35:183&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-706X201200040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;14&#93;</sup>&#9;COLLIN J, MURIE JA. Endovascular treatment of abdominal aortic aneurysm: a failed experiment. Br J Surg 2001;88:1281&#45;2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-706X201200040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;15&#93;</sup>&#9;KRUPSKI W. Isolated iliac aneurysms. In: Ernst C, Stanley J, editors. Current therapy in vascular surgery. St. Louis: Mosby; 1994. p. 296&#45;302&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-706X201200040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;16&#93;</sup>&#9;KRUPSKI WC, SELZMAN CH, FLORIDIA R, et al: Contemporary management of isolated iliac aneurysms. <i>J Vasc Surg</i> 1998; 28:1&#45;11&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-706X201200040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;17&#93;</sup>&#9;MINATO N, ITOH T, NATSUAKI M, NAKAYAMA Y, YAMAMOTO H. Isolated iliac artery aneurysm and its management. 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Eur J Vasc Endovasc Surg 2005;30:119&#45;29&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-706X201200040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;19&#93;</sup>&#9;BEST IM, VANSANDANI G, BUMPERS HL: Complications of isolated bilateral iliac artery aneurysms. <i>Am Surg </i>2001; 67:767&#45;771&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-706X201200040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;20&#93;</sup>&#9;SANTILLI SM, WERNSING SE, LEE ES: Expansion rates and outcomes for iliac artery aneurysms. <i>J Vasc Surg</i> 2000; 31:114&#45;121&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-706X201200040000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;21&#93;</sup>&#9;BOLIN T, LUND K, SKAU T: Isolated aneurysms of the iliac artery: what are the chances of rupture?. <i>Eur J Vasc Surg</i> 1988; 2:213&#45;215&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-706X201200040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;22&#93;</sup>&#9;KASIRAJAN V, HERTZER NR, BEVEN EG, O&#8217;HARA PJ, KRAJEWSKI LP, SULLIVAN TM. Management of isolated common iliac artery aneurysms. Cardiovasc Surg 1998;6:171&#45;7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-706X201200040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;23&#93;</sup>&#9;KATZ DJ, STANLEY JC, ZELENOCK GB. Operative mortality rates for intact and ruptured abdominal aortic aneurysms in Michigan: an eleven&#45;year statewide experience. J Vasc Surg 1994;   19:804&#45;5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-706X201200040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;24&#93;</sup>&#9;SANDHU RS, PIPINOS II: Isolated iliac artery aneurysms. <i>Semin Vasc   Surg</i> 2005; 18:209&#45;215&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-706X201200040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;25&#93;</sup>&#9;HUANG Y, GLOVICZKI P, DUNCAN AA, et al: Common iliac artery aneurysm: expansion rate and results of open surgical and endovascular repair, J Vasc Surg. 2008 Jun;47(6):1203&#45;1210&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-706X201200040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;26&#93;</sup>&#9;PATEL NV, LONG GW, CHEEMA ZF, et al: Open vs. endovascular repair of isolated iliac artery aneurysms: A 12&#45;year experience. J Vasc Surg. 2009 May;49(5):1147&#45;53&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-706X201200040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;27&#93;</sup>&#9;BOULES TN, SELZER F, STANZIALE SF, et al: Endovascular management of isolated iliac artery aneurysms, J Vasc Surg. 2006   Jul;44(1):29&#45;37&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-706X201200040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;28&#93;</sup>&#9;PITOULIAS GA, DONAS KP, SCHUTE S, et al: Isolated iliac artery aneurysms: endovascular versus open elective repair. <i>J Vasc Surg</i> 2007; 46:648&#45;654&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-706X201200040000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;29&#93;</sup>&#9;CHAER RA, BARBATO JE, LIN SC, et al: Isolated iliac artery aneurysms: a contemporary comparison of endovascular and open repair. <i>J Vasc Surg</i> 2008; 47:708&#45;713&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-706X201200040000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;30&#93;</sup>&#9;CARROCCIO A, FARIES PL, MORRISSEY NJ, TEODORESCU V, BURKS JA, GRAVEREAUX EC, et al. Predicting iliac limb occlusions after bifurcated aortic stent grafting: anatomic and device related causes. J Vasc Surg 2002; 36:679&#45;84&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-706X201200040000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;31&#93;</sup>&#9;ALDIN Z, KASHEF E, JENKINS M, et al: The midterm experience of tapered stent grafts in the endovascular management of iliac artery aneurysms with unfavorable anatomy. Vasc Endovascular Surg. 2012 Feb; 46(2):117&#45;22&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-706X201200040000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;32&#93;</sup>&#9;MEHTA M, VEITH FJ, DARLING RC 3RD, RODDY SP, OHKI T,   LIPSITZ EC, et al. Effects of bilateral hypogastric artery interruption during endovascular and open aortoiliac aneurysm repair. J Vasc Surg 2004;40:698&#45;702.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-706X201200040000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><sup>&#91;33&#93;</sup>&#9;DELLE M, L&Ouml;NN L, WINGREN U, KARLSTR&Ouml;M L, KLINGENSTIERNA H, RISBERG B, et al. Preserved pelvic circulation after stent&#45;graft treatment of complex aortoiliac artery aneurysms: a new approach. J Endovasc Ther 2005;12:189&#45;95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-706X201200040000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p><sup>&#91;34&#93;</sup>&#9;SANCHEZ LA, PATEL AV, OHKI T, SUGGS WS, WAIN RA,   VALLADARES J, et al. Midterm experience with the endovascular treatment of isolated iliac aneurysms. J Vasc Surg 1999;30:907&#45;14&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-706X201200040000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;35&#93;</sup>&#9;SERRACINO&#45;INGLOTT F, BRAY AE, MYERS P. Endovascular abdominal aortic aneurysm repair in patients with common iliac artery aneurysms&#150;Initial experience with the Zenith bifurcated iliac side branch device. J Vasc Surg 2007;46:211&#45;7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-706X201200040000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;36&#93;</sup>&#9;MALINA M, DIRVEN M, SONESSON B, RESCH T, DIAS N, IVANCEV K. Feasibility of a branched stent&#45;graft in common iliac artery aneurysms. J Endovasc Ther 2006;13:496&#45;500&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-706X201200040000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><sup>&#91;37&#93;</sup>&#9;VERZINI F, PARLANI G, ROMANO L, et al: Endovascular treatment of iliac aneurysm: Concurrent comparison of side branch endograft versus hypogastric exclusion. J Vasc Surg. 2009 May;49(5):1154&#45;61&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-706X201200040000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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