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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Renal artery aneurysm is a rare pathology, present in 0.01-1.30% of the population and it is frequently associated with hypertension. Endovascular treatment is the first option due to its low morbidity and mortality. The authors report a clinical case of a renal artery aneurysm with a 36 mm of diameter treated with Moret’s technique. It consists in aneurysm embolization while neck is temporary occluded with a balloon. The authors discuss the advantages of the endovascular techniques and relate them with the aneurysm anatomy, justifying their therapeutic option. © 2014 Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Published by Elsevier España, S.L.U. All rights reserved.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CASO CLÍNICO</b></p>     <p><b>Correção endovascular de aneurisma da artéria renal com a técnica de Moret: caso clínico</b></p>     <p><b>Endovascular treatment of a renal artery aneurysm with the Moret’s techique: case report</b></p>     <p><b>Joana Ferreira <sup>a,*</sup>, Vanessa Pires <sup>b </sup>e Pedro Sousa<sup>c </sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>a</sup><b> </b>Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro/EPE, Vila Real, Portugal</p>     <p><sup>b </sup>Serviço de Medicina Interna, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro/EPE, Vila Real, Portugal</p>     <p><sup>c </sup>Serviço de Radiologia, Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro/EPE, Vila Real, Portugal<i> </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspondência</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     <p>O aneurisma da artéria renal é uma patologia rara, presente em 0,01-1,30% da população e está frequentemente associado a hipertensão arterial. Pela sua elevada taxa de sucesso, o tratamento endovascular é considerado a primeira opção terapêutica. Os auto-res apresentam um caso de um aneurisma da artéria renal de 36 mm de diâmetro, corrigido através da técnica de Moret. Esta consiste na embolização do aneurisma, enquanto o colo é temporariamente ocluído com um balão. Os autores discutem as vantagens das diferentes técnicas endovasculares e relacionam-nas com as características anatómicas do aneurisma, fundamentando assim a opção terapêutica tomada. © 2014 Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Publicado por Elsevier España, S.L.U. Todos os direitos reservados.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Aneurisma da artéria renal; Técnica de Moret; Tratamento endovascular</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>Renal artery aneurysm is a rare pathology, present in 0.01-1.30% of the population and it is frequently associated with hypertension. Endovascular treatment is the first option due to its low morbidity and mortality. The authors report a clinical case of a renal artery aneurysm with a 36 mm of diameter treated with Moret’s technique. It consists in aneurysm embolization while neck is temporary occluded with a balloon. The authors discuss the advantages of the endovascular techniques and relate them with the aneurysm anatomy, justifying their therapeutic option. © 2014 Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular. Published by Elsevier España, S.L.U. All rights reserved.</p>     <p><b>Keywords: </b>Renal artery aneurysm; Moret’s technique; Endovascular treatment <b></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O aneurisma da artéria renal (AAR) é uma patologia rara presente em 0,01-1,30% da população<sup>1</sup>. Atualmente, o tratamento endovascular é considerado a primeira opção terapêutica, atendendo à elevada taxa de sucesso e baixa morbimortalidade<sup>2,3</sup>. Existem inúmeras técnicas, desde a embolização com coils, a utilização de stent recoberto e a embolização assistida com stent<sup>1---4 </sup>. Os autores descrevem um caso clínico de um AAR corrigido pela técnica de Moret.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caso clínico </b></p>     <p>Mulher de 44 anos seguida na consulta de medicina interna por hipertensão arterial não controlada com 3 fármacos (amlodipina 5 mg; lisinopril 20 mg; hidroclorotiazida 12,5 mg). Do exame objetivo salienta-se pressão arterial no membro superior direito de 145-87 mmHg e no esquerdo 140-80 mmHg. Antecedentes pessoais, gesta: 3; para: 2. A doente realizou eco-Doppler e angioTC que demonstraram a presença de AAR direita de 36 mm de maior diâmetro (<a href="#f1">fig. 1</a>). Foi referenciada à consulta de angiologia e cirurgia vascular e posteriormente submetida a correção endovascular do AAR. Sob anestesia local, por punção femoral direita, utilizando uma bainha aramada RDC 6 F da Cook<sup>® </sup>e um cateter C1 5 F da CooK<sup>® </sup>selectivou-se a artéria renal direita. Foram colocados 2 fios-guia 0,018 ‘‘: um no saco aneurismático, através do qual foi colocado o microcateter, e um outro na artéria eferente ao saco aneurismático, através do qual foi colocado um balão de 4 mm x 2 cm. Este foi insuflado temporariamente, ocluindo o colo do aneurisma, aquando da colocação dos coils pelo microcateter (<a href="#f2">fig. 2</a>). Primeiramente foi libertado um «detachable» coil da Cook<sup>® </sup>e posteriormente coils Tornado, com exclusão do saco aneurismático (<a href="#f3">fig. 3</a>). O tempo total de oclusão arterial foi de 30 minutos. Administraram-se 5.000 unidades de heparina, 1 mg de midazolam e 1 g de cefazolina. Durante e nas 5 horas após a intervenção, a doente referiu dor no flanco direito, associada a náuseas, que remitiu com repouso, analgesia e antieméticos. Constatou-se normalização da pressão arterial, estando medicada com lisinopril 10 mg e hidroclorotiazida 12,5 mg. A angioTC aos 2 meses demonstrou exclusão do aneurisma (<a href="#f4">fig. 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/ang/v10n3/10n3a07f1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/ang/v10n3/10n3a07f2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f3"> <img src="/img/revistas/ang/v10n3/10n3a07f3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f4"> <img src="/img/revistas/ang/v10n3/10n3a07f4.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Comentários </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O caso descrito relata a correção endovascular de um AAR, utilizando uma técnica simples, eficaz e segura, que permitiu o controlo da pressão arterial e a exclusão do aneurisma.</p>     <p>A etiologia mais frequente do AAR é degenerativa com perda das fibras elásticas e redução do tecido muscular liso da média<sup>3</sup>.</p>     <p>Outras causas são aterosclerose, fibrodisplasia e doença do tecido conjuntivo<sup>3</sup>. Oitenta por cento dos AAR são saculares e maioritariamente assintomáticos<sup>3</sup>. Estão associados a hipertensão arterial em 70% dos doentes e são mais frequentes nos indivíduos do sexo feminino, como apresentado no caso clínico<sup>3</sup>.</p>     <p>Está indicada a correção do aneurisma: quando o diâmetro é superior a 2 cm ou a 1 cm, se associado a hipertensão arterial não controlada; se existir evidência de crescimento aneurismático; aneurismas sintomáticos; em mulheres em idade fértil ou grávidas independentemente das dimensões; e aquando da presença de estenose da artéria renal hemodinamicamente significativa ou de hipoperfusão renal<sup>3</sup>.</p>     <p>No tratamento de AAR poder-se-ão considerar técnicas endovasculares ou cirúrgicas, como a cirurgia <i>in situ </i>ea cirurgia <i>ex vivo</i><sup>5</sup>. Esta última seria uma opção a considerar no caso descrito. Está indicada na correção de aneurismas complexos, múltiplos e com atingimento de pequenos ramos distais<sup>5,6</sup>. Vários estudos demonstram ainda que, se executada por cirurgiões experientes, apresenta uma reduzida taxa de morbilidade, mortalidade e cura da hipertensão arterial em 50-100% dos casos<sup>5,6</sup>.</p>     <p>Contudo, e apesar das vantagens descritas, optámos pelo tratamento endovascular pela sua menor morbimortalidade comparativamente ao cirúrgico. Este inclui várias técnicas que deverão ser selecionadas de acordo com as características do aneurisma e da artéria permeável.</p>     <p>Assim, em aneurismas saculares de colo longo e estreito (com diâmetro inferior a 4 mm), o preenchimento do saco aneurismático com coils poderá ser suficiente<sup>3,7</sup>. Contudo, esta técnica pode ser cara e demorada<sup>2,3</sup>.</p>     <p>Em aneurismas com colos largos (diâmetro superior a 4 mm), como o apresentado no caso clínico, esta última técnica não é recomendada, atendendo ao risco de migração dos coils e manutenção da perfusão do saco aneurismático<sup>3,7</sup>. Em doentes com esta anatomia poder-se-á considerar a colocação de stent coberto; a embolização através das malhas do stent ou a embolização assistida com balão (técnica de Moret).</p>     <p>A colocação de stent coberto tem a vantagem de excluir por completo o colo do aneurisma, mantendo a permeabilidade do órgão alvo, mas exige a presença de uma «landing zone» proximal e distal<sup>1,2</sup>. A existência de várias artérias no saco aneurismático obriga à embolização destas, previamente à colocação do stent<sup>2</sup>. Por outro lado, em artérias tortuosas e em aneurismas distais a utilização de um stent coberto poderá ser tecnicamente difícil devido à pouca flexibilidade dos dispositivos<sup>3,7,8</sup>. Além disso, esta técnica só está recomendada se o diâmetro da artéria renal for superior a 6 mm, devido ao risco de trombose<sup>3</sup>. Estas razões levaram-nos a excluir esta opção terapêutica.</p>     <p>A embolização assistida com stent consiste na embolização do aneurisma através das malhas do stent<sup>2,3</sup>. Primeiramente é colocado o stent cobrindo o colo do aneurisma e através das malhas deste procede-se à embolização<sup>3</sup>. Poder-se-á também colocar em primeiro lugar o cateter no interior do aneurisma, libertando posteriormente o stent, que irá manter o cateter no interior do saco. Esta técnica permite manter a permeabilidade arterial e impede a migração dos coils<sup>2</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A embolização assistida por balão, também denominada por técnica de Moret, é frequentemente utilizada no tratamento de aneurismas intracranianos com colo largo, com eficácia comprovada<sup>4</sup>. Consiste na utilização de um balão que oclui temporariamente o colo do aneurisma, evitando a migração dos coils e estabilizando o microcateter<sup>4</sup>. A vantagem da técnica de Moret relativamente à embolização através das malhas do stent consiste em evitar o uso de stent e, deste modo, obviar as complicações inerente à sua utilização (fratura, migração, trombose). Além disso, a embolização assistida por balão é um procedimento mais simples, económico, sendo possível a sua utilização em artérias de pequeno calibre, razões estas que fundamentaram a nossa escolha terapêutica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Responsabilidades éticas </b></p>     <p><b>Proteção de pessoas e animais.</b> Os autores declaram que para esta investigação não se realizaram experiências em seres humanos e/ou animais.</p>     <p><b>Confidencialidade dos dados.</b> Os autores declaram ter seguido os protocolos do seu centro de trabalho acerca da publicação dos dados de pacientes.</p>     <p><b>Direito à privacidade e consentimento escrito.</b> Os autores declaram ter recebido consentimento escrito dos pacientes e/ou sujeitos mencionados no artigo. O autor para correspondência deve estar na posse deste documento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conflito de interesses </b></p>     <p>Os autores declaram não haver conflito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Bibliografia </b></p>      <!-- ref --><p>1. Sildiroglu O, Arslan B, Turba UC. Endovascular management of fusiforme renal artery aneurysm in a patient with refractory hypertension using hydrocoils and embospheres. Clin Imaging. 2012;36:409---12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000054&pid=S1646-706X201400030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Etezadi V, Gandhi RT, Benenati JF, et al. Endovascular treatment of visceral and renal artery aneurysms. J Vasc Interv Radiol. 2011;22:1246---53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S1646-706X201400030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Zhang Z, Yang M, Song L, et al. Endovascular treatment of renal artery aneurysms and renal arteriovenous fistulas. J Vasc Surg. 2013;57:765---70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1646-706X201400030000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Brito L, Martins J, Passos E, et al. Tratamento de aneurisma da artéria renal por embolização e técnica de remodelamento de colo: relato clínico. J Vasc Bras. 2011;10:181---4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-706X201400030000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Nogueira C, Machado R, Pereira C, et al. Aneurisma da artéria renal: cirurgia renal ex-vivo-a propósito de um caso clínico. Angiol Cir Vasc. 2012;8:146---50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-706X201400030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Lavalle LL, Revilla JB, Medina JS, et al. Autotransplante renal: una alternativa valida en la resolucion de casos complejos. Arch Esp Urol. 2007;60:255---65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-706X201400030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Sédat J, ChauY, Baque J. Endovascular treatment of renal artery aneurysms: A series of 18 cases. Eur J Radiol. 2012;81:3973---8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-706X201400030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Moreira M, Pêgo M, Carvalheiro V, et al. Renal artery aneurysm: An endovascular treatment for a rare cause of hypertension. Rev Port Cardiol. 2012;31:667---70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-706X201400030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspondência: </a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrónico: </i><a href="mailto:joana222@hotmail.com">joana222@hotmail.com</a> (J. Ferreira).</p>     ]]></body>
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