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<journal-title><![CDATA[Angiologia e Cirurgia Vascular]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tratamento endovascular de aneurismas saculares isolados da aorta abdominal e da artéria ilíaca: caso clínico]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Endovascular treatment of isolated saccular aneurysms of the abdominal aorta Saccular Abdominal and iliac artery: case report]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospital CUF Porto Unidade de Angiologia e Cirurgia Vascular ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The authors present a case report of 72 years-old male patient, who had two isolated saccular abdominal aneurysms, one aneurysm of the left common iliac artery of 3 cmof diameter involving the iliac bifurcation, corrected by endovascular embolization with multiple coils of the ipsilateral internal iliac artery with subsequent placement of a iliac extension of an EndurantII stent-graft (Medtronic Inc, Minneapolis, Minn) and an abdominal aortic aneurysm of 3.8 cm, managed by the placement of an Endurant II tubular stent-graft. A literature review is performed on the level of evidence of the treatment of saccular aneurysms and made reference of the possible complications resulting from the exclusion of iliac artery aneurysms, especially in relation to the internal iliac artery embolization.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma sacular da aorta abdominal]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma sacular da artéria ilíaca]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Correção endovascular]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Endovascular Correction]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CASO CLÃNICO</b></p>     <p><b>Tratamento endovascular de aneurismas saculares isolados da aorta abdominal e da artÃ©ria ilÃ­aca- caso clÃ­nico<sup><a href="#0">*</a></sup><a name="top0"></b></p>     <p><b>Endovascular treatment of isolated saccular aneurysms of the abdominal aorta Saccular Abdominal and iliac artery- case report</b></p>     <p><b>JosÃ© Almeida-Lopes<sup>a,*</sup>, Daniel BrandÃ£o<sup>a</sup>, Paulo Barreto<sup>a</sup>, Joana Ferreira<sup>a</sup> e Armando Mansilha<sup>a</sup> </b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>a</sup>Unidade de Angiologia e C. Vascular, Hospital CUF Porto, Porto, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspondÃªncia</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os autores apresentam um caso clÃ­nico de um doente do sexo masculino, de 72 anos, que apresentava 2 aneurismas abdominais saculares isolados: um aneurisma da artÃ©ria ilÃ­aca comum esquerda de 3 cm que envolvia a bifurcaÃ§Ã£o ilÃ­aca, corrigido por via endovascular atravÃ©s de embolizaÃ§Ã£o com diversos coils da artÃ©ria ilÃ­aca interna ipsilateral com a subsequente colocaÃ§Ã£o de uma extensÃ£o ilÃ­aca de endoprÃ³tese Endurant II (Medtronic Inc, Minneapolis, EUA), e um aneurisma da aorta abdominal de 3,8 cm, corrigido com a colocaÃ§Ã£o de uma endoprÃ³tese tubular Endurant II.</p>     <p>Ã‰ realizada uma revisÃ£o da literatura sobre o nÃ­vel de evidÃªncia do tratamento de aneurismas saculares e das possÃ­veis complicaÃ§Ãµes decorrentes da exclusÃ£o de aneurismas da artÃ©ria ilÃ­aca, principalmente no diz respeito Ã  embolizaÃ§Ã£o da artÃ©ria ilÃ­aca interna.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Aneurisma sacular da aorta abdominal; Aneurisma sacular da artÃ©ria ilÃ­aca; CorreÃ§Ã£o endovascular <b></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>The authors present a case report of 72 years-old male patient, who had two isolated saccular abdominal aneurysms, one aneurysm of the left common iliac artery of 3 cmof diameter involving the iliac bifurcation, corrected by endovascular embolization with multiple coils of the ipsilateral internal iliac artery with subsequent placement of a iliac extension of an EndurantII stent-graft (Medtronic Inc, Minneapolis, Minn) and an abdominal aortic aneurysm of 3.8 cm, managed by the placement of an Endurant II tubular stent-graft.</p>     <p>A literature review is performed on the level of evidence of the treatment of saccular aneurysms and made reference of the possible complications resulting from the exclusion of iliac artery aneurysms, especially in relation to the internal iliac artery embolization.</p>     <p><b>Keywords: </b>Saccular Abdominal Aortic Aneurysm; Saccular Iliac Artery Aneurysm; Endovascular Correction</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>IntroduÃ§Ã£o </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um aneurisma arterial Ã© uma dilataÃ§Ã£o localizada e permanente, caracterizada por um aumento de 50% do maior diÃ¢metro do vaso normal em questÃ£o<sup>1</sup>. Para alÃ©m do referido, os aneurismas podem ser classiï¬cados de acordo com a sua conï¬guraÃ§Ã£o em fusiforme (a forma mais comum de apresentaÃ§Ã£o) ou sacular (mais raros).</p>     <p>Enquanto os aneurismas fusiformes da aorta surgem muitas vezes devido Ã  degeneraÃ§Ã£o da parede arterial secundÃ¡ria a doenÃ§a aterosclerÃ³tica, os aneurismas saculares tÃªm uma etiologia mais variada, que podem envolver infeÃ§Ãµes, degeneraÃ§Ã£o de uma Ãºlcera aterosclerÃ³tica penetrante, patologia traumÃ¡tica ou cirurgia aÃ³rtica prÃ©via<sup>2,3</sup>.</p>     <p>Os aneurismas da aorta abdominal (AAA) sÃ£o os aneurismas abdominais mais frequentes. Por sua vez os aneurismas isolados da artÃ©ria ilÃ­aca comum (AIC) representam apenas menos de 2% de todos os aneurismas intra-abdominais<sup>4,5</sup>.</p>     <p>Historicamente os aneurismas saculares tÃªm sido percecionados pelos cirurgiÃµes vasculares como possuidores de um maior risco de rotura que os aneurismas fusiformes<sup>6 </sup>e normalmente corrigidos independentemente do tamanho apresentado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caso clÃ­nico </b></p>     <p>Doente de 72 anos, com antecedentes de hipertensÃ£o arterial, cirurgia de revascularizaÃ§Ã£o do miocÃ¡rdio e sem histÃ³ria familiar conhecida de aneurismas. Durante a realizaÃ§Ã£o de uma TC abdominal de rotina descobrem-se, em simultÃ¢neo, 2 aneurismas saculares isolados (<a href="#f1">Fig. 1</a>), um aneurisma da AIC esquerda de 3 cm que envolvia a bifurcaÃ§Ã£o ilÃ­aca e um aneurisma AAA sacular infrarrenal de 3,8 cm. Clinicamente o doente nÃ£o apresentou qualquer sinal de infeÃ§Ã£o e analiticamente os valores de leucocitose, proteÃ­na c-reativa e velocidade de sedimentaÃ§Ã£o apresentavam-se consistentemente negativos, descartando com grande certeza uma possÃ­vel etiologia infeciosa para os aneurismas.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"> <img src="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a08f1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os aneurismas foram tratados por via endovascular, por punÃ§Ã£o femoral direita. Com o auxÃ­lio de uma bainha 6F (Flexor<sup>Â® </sup>Check-Flo<sup>Â® </sup>introducer, Cook<sup>Â®</sup>, Bloomington, Indiana, EUA) inserida por <i>cross-over</i>, o aneurisma da AIC esquerda foi corrigido atravÃ©s de embolizaÃ§Ã£o com diversos <i>coils </i>da artÃ©ria ilÃ­aca interna (AII) ipsilateral com a subsequente colocaÃ§Ã£o de uma extensÃ£o ilÃ­aca de endoprÃ³tese Endurant II (Medtronic Inc, Minneapolis, EUA) de 13 Ã— 80 mm. No mesmo procedimento foi tambÃ©m corrigido o AAA sacular infrarrenal, com a colocaÃ§Ã£odeuma endoprÃ³tese tubular Endurant II de 23 Ã— 70 mm (<a href="#f2">fig. 2</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f2"> <img src="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a08f2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O procedimento teve a duraÃ§Ã£o de 130 minutos, tendo o doente tido alta no dia seguinte Ã  intervenÃ§Ã£o, sem intercorrÃªncias.</p>     <p>Durante o seguimento, o doente apresentou queixas transitÃ³rias de claudicaÃ§Ã£o nadegueira esquerda que surgiram logo apÃ³s o procedimento, nÃ£o incapacitante para cerca de 200-300 metros, porÃ©m, sem outras queixas de isquemia pÃ©lvica (disfunÃ§Ã£o erÃ©til, isquemia mesentÃ©rica ou isquemia do plexo sagrado). A claudicaÃ§Ã£o foi transitÃ³ria desaparecendo passados aproximadamente 3 meses apÃ³s o procedimento.</p>     <p>A angio-TC de controlo (<a href="#f3">fig. 3</a>) revelou integridade e permeabilidade das endoprÃ³teses colocadas, ausÃªncia de <i>endoleaks </i>e reduÃ§Ã£o do volume dos sacos aneurismÃ¡ticos (<a href="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a08f4.jpg" target="_blank">ï¬gs. 4</a> e <a href="#f5">5</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p> <a name="f3"> <img src="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a08f3.jpg"></p>      
<p>&nbsp;</p> <a name="f5"> <img src="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a08f5.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>DiscussÃ£o </b></p>     <p>Uma vez que o presente caso clÃ­nico se relaciona com o tratamento endovascular da doenÃ§a aneurismÃ¡tica do sector aorto-ilÃ­aco, os autores debruÃ§am-se essencialmente na discussÃ£o e revisÃ£o bibliogrÃ¡ï¬ca sobre as caracterÃ­sticas anatÃ³micas dos aneurismas referidos e a consequente morbilidade causada pela abordagem endovascular relacionada, bem como as possÃ­veis e mais recentes abordagens no tratamento endovascular dos aneurismas ilÃ­acos (AI).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A distribuiÃ§Ã£o anatÃ³mica dos artÃ©ria ilÃ­aca tratados passa por ser 70% na AI comum, 20% na artÃ©ria ilÃ­aca interna e apenas 10% na artÃ©ria ilÃ­aca externa<sup>7</sup>.</p>     <p>Os aneurismas bilaterais da AIC estÃ£o identiï¬cados em cerca de 50% dos casos<sup>8</sup>.</p>     <p>Embora nÃ£o haja estudos que permitam, tal como no AAA, deï¬nir o limite exato a partir do qual um AI (fusiforme) deva ser corrigido, a maioria dos autores defende o seu tratamento quando o maior diÃ¢metro atinge os 3 cm, dado o maior risco de rotura a partir destas dimensÃµes.</p>     <p>Dado que a taxa de mortalidade operatÃ³ria para a cirurgia aberta eletiva a AI isolados permanece alta, podendo mesmo atingir os 10% na literatura recente, o que Ã© signiï¬cativamente maior que a cirurgia aberta para a correÃ§Ã£o de AAA<sup>9</sup>, tem-se observado na Ãºltima dÃ©cada um crescente nÃºmero de doentes tratados por via endovascular, tendo esta tÃ©cnica o potencial de reduzir a morbilidade perioperatÃ³ria, especialmente em doentes de alto risco<sup>10</sup>.</p>     <p>Quando estamos perante aneurismas saculares, na literatura podemos encontrar vÃ¡rias sÃ©ries que recomendam a sua reparaÃ§Ã£o como Ãºnica opÃ§Ã£o razoÃ¡vel<sup>11,12</sup>.</p>     <p>Num relatÃ³rio do conselho conjunto da Sociedade de Cirurgia Vascular e da Sociedade Internacional de Cirurgia Cardiovascular, a correÃ§Ã£o aneurismÃ¡tica foi recomendada a todos os aneurismas saculares da aorta abdominal, independentemente do tamanho ou da sintomatologia apresentada<sup>13</sup>.</p>     <p>Existe, porÃ©m, na literatura uma escassez de evidÃªncia clÃ­nica que conceda pior prognÃ³stico aos aneurismas saculares da aorta<sup>14</sup>.</p>     <p>Apesar da perceÃ§Ã£o comum da maior perigosidade da histÃ³ria natural dos aneurismas da aorta saculares, a verdadeira taxa de risco de rotura de aneurismas saculares Ã© desconhecida<sup>14</sup>.</p>     <p>Shang et al. referem que, enquanto nÃ£o for descoberto que os aneurismas saculares tÃªm uma maior taxa de crescimento que os seus homÃ³logos fusiformes, um follow-up clÃ­nico e radiolÃ³gico Ã© necessÃ¡rio, uma vez que um nÃºmero signiï¬cativo vai necessitar de intervenÃ§Ã£o cirÃºrgica. Para alÃ©m do referido, os autores tambÃ©m aconselham que novos estudos sÃ£o necessÃ¡rios para determinar a conduta ideal do tratamento de aneurismas que se apresentam com esta anatomia<sup>14</sup>.</p>     <p>No que diz respeito ao tratamento endovascular dos AI isolados, nÃ£o existe um critÃ©rio formal sobre qual serÃ¡ o comprimento do colo ideal para a correÃ§Ã£o dos AI, mas vÃ¡rios autores aceitam que esta medida seja idÃªntica Ã  reparaÃ§Ã£o de aneurismas aÃ³rticos por via endovascular, nomeadamente 1,5 cm de comprimento mÃ­nimo, a artÃ©ria proximal nÃ£o pode ser aneurismÃ¡tica (&lt; 14 mm), deve estar livre de trombo, quer na artÃ©ria ilÃ­aca proximal quer na distal. Doentes com colo curto tendem a ter extensÃ£o do processo aneurismÃ¡tico para a bifurcaÃ§Ã£o aÃ³rtica, podendo posteriormente necessitar de uma endoprÃ³tese bifurcada<sup>10,15</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A presenÃ§a de um segmento de AIC distal nÃ£o dilatada permite a preservaÃ§Ã£o da AII. Mais comumente, o AI termina sobre a bifurcaÃ§Ã£o ilÃ­aca, ï¬cando a zona de ancoragem distal Ã  origem da AII, perdendo-se o ï¬‚uxo anterÃ³grado para a AI interna<sup>10</sup>.</p>     <p>A embolizaÃ§Ã£o com <i>coils </i>da artÃ©ria ilÃ­aca interna Ã© frequentemente usada para a correÃ§Ã£o de AI que envolvem a sua bifurcaÃ§Ã£o, como o caso apresentado, de modo a colocar com seguranÃ§a uma endoprÃ³tese para exclusÃ£o dos referidos aneurismas evitando assim o <i>endoleak </i>tipo II. Este procedimento, porÃ©m, nÃ£o estÃ¡ isento de complicaÃ§Ãµes que estÃ£o decorrentes da diminuiÃ§Ã£o do aporte sanguÃ­neo para a regiÃ£o pÃ©lvica que nas embolizaÃ§Ãµes unilaterais apresentam taxas de claudicaÃ§Ã£o nadegueira de cerca de 31-52% e de 17-38% de disfunÃ§Ã£o erÃ©til<sup>16</sup>.</p>     <p>Existem jÃ¡ disponÃ­veis endoprÃ³teses bifurcadas para a bifurcaÃ§Ã£o ilÃ­aca e diversas tÃ©cnicas endovasculares com vista a preservar o ï¬‚uxo sanguÃ­neo para a AII (tÃ©cnica de <i>sandwich </i>em que um <i>stent </i>coberto que vem da AII corre lado a lado com outro <i>stent </i>coberto colocado na AIC, ou uma tÃ©cnica hÃ­brida com <i>bypass </i>femoro-femoral e colocaÃ§Ã£o de um stent da AIE para a AII, ocluindo o ï¬‚uxo anterÃ³grado na AIC), embora estas tÃ©cnicas tenham a desvantagem de prolongar o procedimento e aumentar o custo total do mesmo.</p>     <p>Uma vez que o caso clÃ­nico se refere a 2 aneurismas saculares isolados e dado existirem condiÃ§Ãµes anatÃ³micas adequadas para a colocaÃ§Ã£o de uma endoprÃ³tese isolada a nÃ­vel ilÃ­aco (obedecendo Ã s recomendaÃ§Ãµes anteriormente referidas) para correÃ§Ã£o do aneurisma da artÃ©ria ilÃ­aca esquerda e outra a nÃ­vel da aorta abdominal, decidiu-se pela colocaÃ§Ã£ode2 stent<i>s </i>cobertos isolados em vez da colocaÃ§Ã£o de uma Ãºnica endoprÃ³tese bifurcada.</p>     <p>Pretendeu-se assim preservar ao mÃ¡ximo a circulaÃ§Ã£o pÃ©lvica, nomeadamente a manutenÃ§Ã£o da permeabilidade da artÃ©ria sagrada mÃ©dia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ConclusÃ£o </b></p>     <p>Serve este caso para documentar o tratamento simultÃ¢neo de 2 aneurismas saculares intra-abdominais isolados, com recurso Ã s tÃ©cnicas endovasculares, prestigiando esta abordagem como ato de menor invasibilidade e morbi-mortalidade.</p>     <p>Ressalvamos tambÃ©m que a avaliaÃ§Ã£o do risco de rotura Ã© portanto fundamental na abordagem da decisÃ£o cirÃºrgica do tipo anatÃ³mico de aneurismas em questÃ£o, de modo a diminuir a mortalidade relacionada com os aneurismas saculares.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Conï¬‚ito de interesses </b></p>     <p>Os autores declaram nÃ£o haver conï¬‚ito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Bibliograï¬a </b></p>      <!-- ref --><p>1. Johnston KW, Rutherford RB, Tilson MD, Shah DM, Hollier L, Stanley JC. Suggested standards for reporting on arterial aneurysms Subcommittee on Reporting Standards for Arterial Aneurysms, Ad Hoc Committee on Reporting Standards, Society for Vascular Surgery and North American Chapter, International Society for Cardiovascular Surgery. J Vasc Surg. 1991;13:452-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-706X201500010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Brown SL, Busuttil RW, Baker JD, Machleder HI, Moore WS, Barker WF. Bacteriologic and surgical determinants of survival in patients with mycotic aneurysms. J Vasc Surg. 1984;1:541-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-706X201500010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Coady MA, Rizzo JA, Hammond GL, Pierce JG, Kopf GS, Elefteriades JA. Penetrating ulcer of the thoracic aorta: What is it? How do we recognize it? How do we manage it. J Vasc Surg. 1998;27:1006-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-706X201500010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>4. Richardson JW, Greenï¬eld LJ. Natural history and management of iliac aneurysms. J Vasc Surg. 1988;8:165-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-706X201500010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Levi N, Schroeder TV. Isolated iliac artery aneurysms. Eur J Vasc Endovasc Surg. 1998;16:342-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-706X201500010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Szilagyi DE, Smith RF, DeRusso FJ, Elliott JP, Sherrin FW. Contribution of abdominal aortic aneurysmectomy to prolongation of life. Ann Surg. 1966;164:678-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-706X201500010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Krupski W. Isolated iliac aneurysms. In: Ernst C, Stanley J, editors. Current therapy in vascular surgery. St. Louis: Mosby; 1994. p. 296-302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-706X201500010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Krupski WC, Selzman CH, Floridia R. Contemporary management of isolated iliac aneurysms. J Vasc Surg. 1998;28:1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-706X201500010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>9. Kasirajan V, Hertzer NR, Beven EG, Oâ€™Hara PJ, Krajewski LP, Sullivan TM. Management of isolated common iliac artery aneurysms. Cardiovasc Surg. 1998;6:171-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-706X201500010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Boules TN, Selzer F, Stanziale SF. Endovascular management of isolated iliac artery aneurysms. J Vasc Surg. 2006;44(1):29-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-706X201500010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. ErdÃ¶l C, Celik S, Baykan M. A saccular aneurysm on the ascending aorta following aortic valve replacement. Int J Cardiol. 2001;79:263-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-706X201500010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Taylor BV, Kalman PG. Saccular aortic aneurysms. Ann Vasc Surg. 1999;13:555-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-706X201500010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Hollier LH, Taylor LM, Ochsner J. Recommended indications for operative treatment of abdominal aortic aneurysms. Report of a subcommittee of the Joint Council of the Society for Vascular Surgery and the North American Chapter of the International Society for Cardiovascular Surgery. J Vasc Surg. 1992;15:1046-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-706X201500010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>14. Shang EK, Nathan DP, Boonn WW. A modern experience with saccular aortic aneurysms. J Vasc Surg. 2013 Jan;57(1):84-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-706X201500010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Aldin Z, Kashef E, Jenkins M. The midterm experience of tapered stent grafts in the endovascular management of iliac artery aneurysms with unfavorable anatomy. Vasc Endovascular Surg. 2012 Feb;46(2):117-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-706X201500010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Rayt HS, Bown MJ, Lambert KV. Buttock claudication and erectile dysfunction after internal iliac artery embolization in patients prior to endovascular aortic aneurysm repair. Cardiovasc Intervent Radiol. 2008;31(4):728-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-706X201500010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspondÃªncia: </a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrÃ³nico: </i><a href="mailto:Joselopes1983@sapo.pt">Joselopes1983@sapo.pt</a> (J. Almeida-Lopes).</p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 20 de abril de 2014;</p>     <p>Aceite a 26 de dezembro de 2014</p>     <p>DisponÃ­vel na Internet a 18 de fevereiro de 2015</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Notas </b></p>     <p><Sup><a name="0"></a><a href="#top0">*</a></Sup>Trabalho apresentado no XIII Congresso de Angiologia e Cirurgia Vascular, Coimbra 13-15 de Junho de 2013.</p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body><back>
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