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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tratamento endovascular de aneurisma hipogástrico tardio após cirurgia de aneurisma aórtico]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa Faculdade de Medicina ]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-706X2015000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-706X2015000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-706X2015000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O aneurisma da artéria hipogástrica é uma entidade clínica rara, constituindo um desafio diagnóstico e terapêutico associado a mortalidade relevante, sobretudo em contexto de rutura. Os autores divulgam o caso clínico de um homem de 75 anos de idade, com antecedentes de ressecção parcial de aneurisma aorto-ilíaco infrarrenal através de interposição de prótese aorto-bifemoral, a quem foi diagnosticado no «follow up» de 9 anos, aneurisma da artéria hipogástrica esquerda (4,5 cm). Este foi submetido a tratamento endovascular através de embolização hipogástrica complementada por implantação de endoprótese ilíaca, o que se revelou uma alternativa segura e eficaz, a curto e médio prazo.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The internal iliac artery aneurysm is a rare clinical entity, which constitutes a diagnostic and therapeutic challenge, manifested by a high percentage of mortality cases when rupture occurs. The authors present a 75 year-old male previously submitted to infra-renal aorto-iliac aneurysm partial resection and interposition of a bifurcated aorto-bifemoral graft. At 9 years follow-up a 4,5 cm asymptomatic hypogastric aneurysm was diagnosed. Hypogastric embolization complemented with the implantation of an iliac stent-graft was the treatment of choice, proving to be a safe and effective treatment modality.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CASE REPORT</b></p>     <p><b>Tratamento endovascular de aneurisma hipogÃ¡strico tardio apÃ³s cirurgia de aneurisma aÃ³rtico</b></p>     <p><b>Endovascular treatment of late hypogastric aneurysm after aortic aneurysm surgery </b></p>     <p><b>Viviana Manuel<sup>a,*</sup>, Pedro Martins<sup>a</sup>, Ana Evangelista<sup>a</sup>, Augusto Ministro<sup>a</sup>, AngÃ©lica DamiÃ£o<sup>a</sup>, LuÃ­s Mendes Pedro<sup>a </sup>e JosÃ© Fernandes e Fernandes<sup>b </sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>a</sup> ClÃ­nica UniversitÃ¡ria de Cirurgia Vascular, Hospital Santa Maria, Centro Hospitalar Lisboa Norte (Chln), Lisboa, Portugal</p>     <p> <sup>b </sup>Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspondÃªncia</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica Ã© uma entidade clÃ­nica rara, constituindo um desafio diagnÃ³stico e terapÃªutico associado a mortalidade relevante, sobretudo em contexto de rutura.</p>     <p>Os autores divulgam o caso clÃ­nico de um homem de 75 anos de idade, com antecedentes de ressecÃ§Ã£o parcial de aneurisma aorto-ilÃ­aco infrarrenal atravÃ©s de interposiÃ§Ã£o de prÃ³tese aorto-bifemoral, a quem foi diagnosticado no Â«<i>follow up</i>Â» de 9 anos, aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica esquerda (4,5 cm). Este foi submetido a tratamento endovascular atravÃ©s de embolizaÃ§Ã£o hipogÃ¡strica complementada por implantaÃ§Ã£o de endoprÃ³tese ilÃ­aca, o que se revelou uma alternativa segura e eficaz, a curto e mÃ©dio prazo.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Aneurisma; ArtÃ©ria hipogÃ¡strica; Endovascular</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>The internal iliac artery aneurysm is a rare clinical entity, which constitutes a diagnostic and therapeutic challenge, manifested by a high percentage of mortality cases when rupture occurs.</p>     <p>The authors present a 75 year-old male previously submitted to infra-renal aorto-iliac aneurysm partial resection and interposition of a bifurcated aorto-bifemoral graft. At 9 years follow-up a 4,5 cm asymptomatic hypogastric aneurysm was diagnosed. Hypogastric embolization complemented with the implantation of an iliac stent-graft was the treatment of choice, proving to be a safe and effective treatment modality.</p>     <p><b>Keywords: </b>Aneurysm; Hypogastric artery; Endovascular<b> </b></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>IntroduÃ§Ã£o </b></p>     <p>O aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica Ã© uma entidade clÃ­nica rara, frequentemente diagnosticado em associaÃ§Ã£o aos aneurismas da aorta abdominal ou da artÃ©ria ilÃ­aca primitiva, sendo extremamente invulgar a apresentaÃ§Ã£o isolada<sup>1</sup>.</p>     <p>A sua localizaÃ§Ã£o pÃ©lvica diï¬culta o diagnÃ³stico precoce, sobretudo quando de pequenas dimensÃµes e assintomÃ¡ticos, alÃ©m de tornar o tratamento cirÃºrgico convencional exigente, principalmente em contexto de rutura, onde apresenta mortalidade relevante.</p>     <p>O advento da era endovascular permitiu oferecer opÃ§Ãµes de tratamento com menor morbilidade e mortalidade, particularmente Ãºteis em doentes de alto risco cirÃºrgico. Existe, no entanto, o potencial risco de isquemia pÃ©lvica associado Ã s tÃ©cnicas que nÃ£o permitem preservar a perfusÃ£o hipogÃ¡strica. O uso combinado de procedimentos endovasculares e a adoÃ§Ã£o de tÃ©cnicas Â«<i>off-label</i>Â» podem ampliar a capacidade de tratamento com sucesso de casos complexos e singulares, como Ã© demonstrado no caso clÃ­nico que os autores divulgam.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Caso clÃ­nico </b></p>     <p>Homem de 75 anos de idade, fumador, hipertenso com cardiopatia isquÃ©mica e disritmia com antecedentes de ressecÃ§Ã£o parcial de aneurisma aorto-ilÃ­aco infrarrenal e interposiÃ§Ã£o de prÃ³tese bifurcada aorto-bifemoral com <i>bypass </i>protÃ©sico-hipogÃ¡strico esquerdo (2002).</p>     <p>AssintomÃ¡tico aos 3 anos de <i>follow up</i>, realizou estudo complementar de vigilÃ¢ncia que mostrou estenose signiï¬cativa da anastomose aÃ³rtica e falso aneurisma anastomÃ³tico femoral esquerdo pelo que foi reoperado. A reintervenÃ§Ã£o consistiu em ressecÃ§Ã£o da anastomose aÃ³rtica e interposiÃ§Ã£o protÃ©sica (<i>dacron 18 mm</i>) associado a ressecÃ§Ã£o de falso aneurisma femoral esquerdo com interposiÃ§Ã£o protÃ©sica (<i>politetraï¬‚uoretileno 8 mm</i>) e extensÃ£o Ã  artÃ©ria femoral profunda.</p>     <p>Decorridos 9 anos da intervenÃ§Ã£o inicial, a avaliaÃ§Ã£o de seguimento por angio tomograï¬a computorizada (AngioTC) mostrou aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica esquerda com 4,5 cm de diÃ¢metro assintomÃ¡tico (<a href="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a10f1.jpg" target="_blank">>ï¬g. 1A, 1B e 1C</a>); a artÃ©ria hipogÃ¡strica direita apresentava preenchimento retrÃ³grado, sem ectasia associada.</p>     
<p>Ao exame objetivo, apresentava massa palpÃ¡vel indolor na fossa ilÃ­aca esquerda, pulsÃ¡til e expansÃ­vel (3 cm de diÃ¢metro). O eco-Doppler mostrou oclusÃ£o da artÃ©ria femoral superï¬cial esquerda, aneurisma poplÃ­teo direito permeÃ¡vel (2,5 cm de diÃ¢metro) e doenÃ§a tÃ­bio-peroneal bilateral.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A avaliaÃ§Ã£o global e especÃ­ï¬ca prÃ©-operatÃ³ria, por ecocardiograma e provas de funÃ§Ã£o respiratÃ³ria, mostraram hipocinesia do septo e parede inferior do ventrÃ­culo esquerdo, com compromisso da funÃ§Ã£o sistÃ³lica global e obstruÃ§Ã£o brÃ´nquica-bronquiolar ligeira.</p>     <p>Face ao risco cardÃ­aco elevado bem como Ã s vÃ¡rias cirurgias aÃ³rticas prÃ©vias optou-se por uma opÃ§Ã£o de tratamento endovascular. Nesse sentido foi efetuada uma abordagem femoral esquerda direta, com isolamento do ramo protÃ©sico esquerdo, atravÃ©s do qual se efetuou o acesso com introdutor 7 F. ApÃ³s cateterizaÃ§Ã£o da artÃ©ria hipogÃ¡strica esquerda, utilizando um ï¬o guia hidrofÃ­lico 0,035 â€™eum cateter <i>Cobra</i>Â®2 (<i>Terumo</i>Â®), foi avanÃ§ado o cateter Va<i>n </i>Schi<i>e </i>Beacon<sup>Â®</sup>(<i>Cook </i>Medical<sup>Â®</sup>) e atravÃ©s dele libertados os coils (<i>Nester</i><sup>Â® </sup>Embolizatio<i>n </i>Coil<i>, </i>Coo<i>k </i>Medical<sup>Â®</sup>). A embolizaÃ§Ã£o do saco aneurismÃ¡tico foi complementada com a implantaÃ§Ã£o de endoprÃ³tese (ramo ilÃ­aco Zenit<i>h </i>FlexÂ® 1<i>4 </i>Ã— 5<i>5 </i>mm<i>, </i>Coo<i>k Medical</i>Â®) no ramo esquerdo do bypass aorto-bifemoral (<a href="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a10f2.jpg" target="_blank">ï¬g. 2A, 2B, 2C e 2D</a>).</p>      
<p>O pÃ³s-operatÃ³rio decorreu sem intercorrÃªncias, nomeadamente isquemia do cÃ³lon ou glÃºtea, e o estudo por <i>angio</i>TC apÃ³s o procedimento mostrou exclusÃ£o do aneurisma da hipogÃ¡strica esquerda e permeabilidade do <i>stent-graft</i>.</p>     <p>Aos 2 anos de Â«<i>follow-up</i>Â» o doente mantÃ©m-se assintomÃ¡tico e sem repermeabilizaÃ§Ã£o do aneurisma, documentada em <i>angio</i>TC de controlo (<a href="#f3">fig. 3</a>). Foi submetido hÃ¡ 2 meses a tratamento convencional de falso aneurisma anastomÃ³tico femoral direito e de aneurisma poplÃ­teo direito, sem intercorrÃªncias.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"> <img src="/img/revistas/ang/v11n1/11n1a10f3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>DiscussÃ£o </b></p>     <p>Os aneurismas ilÃ­acos sÃ£o infrequentes, estando associados aos aneurismas da aorta abdominal em 10% destes, surgindo isolados em apenas 2% dos casos. O primeiro aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica isolado foi descrito hÃ¡ mais de 100 anos e Ã© extremamente raro, com uma incidÃªncia de apenas 0,4%<sup>1,2</sup>.</p>     <p>Alguns autores sugeriram que o tratamento de aneurisma da aorta abdominal atravÃ©s de interposiÃ§Ã£o aorto-bifemoral com perfusÃ£o ilÃ­aca retrÃ³grada poderia predispor ao desenvolvimento de aneurismas do sector ilÃ­aco, incluindo os da artÃ©ria hipogÃ¡strica<sup>3</sup>. Contudo, na sÃ©rie estudada por Hill nÃ£o foi descrita dilataÃ§Ã£o ilÃ­aca em nenhum dos doentes, sendo a perfusÃ£o retrÃ³grada caracterizada como segura, mesmo em casos de ectasia das artÃ©rias ilÃ­acas<sup>4</sup>.</p>     <p>A maioria dos doentes Ã© do sexo masculino (relaÃ§Ã£o homem-mulher de 6:1) com uma mÃ©dia de anos de idade ao diagnÃ³stico de 67,2<sup>3</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A aterosclerose Ã© a causa mais prevalente (80%), sendo outras causas menos frequentes a infeÃ§Ã£o (nomeadamente por <i>Salmonella</i>), trauma ou doenÃ§as do tecido conjuntivo (Marfan)<sup>1</sup>.</p>     <p>Os aneurismas ilÃ­acos podem ser assintomÃ¡ticos (3080%)<sup>1,3 </sup>e detetados acidentalmente em estudos imagiolÃ³gicos. A rutura com dor na fossa ilÃ­aca esquerda e choque hipovolÃ©mico pode ser a forma de apresentaÃ§Ã£o inicial de um aneurisma nÃ£o diagnosticado. Os sintomas compressivos tornam-se evidentes quando o aneurisma tem diÃ¢metro superior a 5 cm<sup>5</sup>. A sintomatologia urinÃ¡ria Ã© comum (55%), nomeadamente expressa por micÃ§Ã£o pulsÃ¡til, cÃ³lica renal ou hidronefrose<sup>1,6</sup>. A dor neuropÃ¡tica (13%) e a compressÃ£o venosa ou retal sÃ£o infrequentes<sup>7</sup>.</p>     <p>Ao exame objetivo cerca de 55% dos doentes apresentam uma massa dolorosa palpÃ¡vel na fossa ilÃ­aca<sup>1</sup>, como no caso clÃ­nico descrito, e ao toque retal ou vaginal Ã© evidente uma massa pulsÃ¡til em 36-70% dos doentes<sup>7</sup>.</p>     <p>O estudo por <i>angio</i>TC permite aferir a dimensÃ£o do aneurisma e as suas relaÃ§Ãµes com as outras estruturas pÃ©lvicas, a existÃªncia de rutura e de doenÃ§a aneurismÃ¡tica noutra localizaÃ§Ã£o<sup>1</sup>.</p>     <p>Tem sido recomendada a vigilÃ¢ncia atravÃ©s de estudo complementar por <i>angio</i>TC a cada 5 anos, apÃ³s a ressecÃ§Ã£o de aneurisma da aorta abdominal, para exclusÃ£o de degenerescÃªncia aneurismÃ¡tica ilÃ­aca. O intervalo de vigilÃ¢ncia deve ser menor em doentes hipertensos ou com alteraÃ§Ãµes nas artÃ©rias ilÃ­acas objetivadas na cirurgia inicial<sup>8</sup>.</p>     <p>A histÃ³ria natural do aneurisma hipogÃ¡strico Ã© ominosa, com tendÃªncia para o crescimento progressivo e rutura. Esta pode ser a forma de apresentaÃ§Ã£o em cerca de 35% dos doentes com elevada mortalidade (58%)<sup>1</sup>. Alguns autores nÃ£o identiï¬caram uma relaÃ§Ã£o direta entre o risco de rutura e a dimensÃ£o do aneurisma<sup>3</sup>.</p>     <p>O tratamento cirÃºrgico Ã© preconizado por vÃ¡rios autores quando a dimensÃ£o Ã© igual ou superior a 3 cm, limiar em que o risco de rutura Ã© de 14-31%<sup>1,8</sup>.</p>     <p>A cirurgia convencional para o aneurisma hipogÃ¡strico tem sido o <i>gold standard</i>, no entanto, encontra-se associada a morbilidade relevante sobretudo decorrente da sua localizaÃ§Ã£o e relaÃ§Ã£o com as estruturas envolventes, nomeadamente veias pÃ©lvicas.</p>     <p>A laqueaÃ§Ã£o proximal da artÃ©ria hipogÃ¡strica com endoaneurismorraï¬a Ã© o tratamento cirÃºrgico de escolha, com taxa de recorrÃªncia mÃ­nima e alÃ­vio da sintomatologia compressiva. A laqueaÃ§Ã£o proximal exclusiva apresenta elevada recorrÃªncia pela persistÃªncia de perfusÃ£o retrÃ³grada atravÃ©s de colaterais pÃ©lvicos, pelo que mesmo aneurismas de pequena dimensÃ£o devem ser objeto de endoaneurismorraï¬a<sup>9</sup>.</p>     <p>A mortalidade do tratamento cirÃºrgico eletivo dos aneurismas da artÃ©ria hipogÃ¡strica Ã© de 10% na maioria das sÃ©ries, atingindo os 50% se forem intervencionados em contexto de rutura<sup>3</sup>. Os resultados da <i>Mayo Clinic </i>(Rochester, Minnesota, EUA) recentemente divulgados apresentam mortalidade de 1% em cirurgia eletiva e de 7% em carÃ¡cter de urgÃªncia<sup>10</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As tÃ©cnicas endovasculares tÃªm emergido como alternativa Ã  cirurgia convencional pela sua menor morbilidade (43 vs. 28%), mortalidade (0 vs. 3%) e duraÃ§Ã£o de internamento (9 vs. 1 dia)<sup>10</sup>.</p>     <p>A sua utilizaÃ§Ã£o estÃ¡ recomendada para o tratamento de aneurismas em doentes de risco elevado, assim como os que apresentem diÃ¢metro inferior a 5 cm, uma vez que esta forma de tratamento nÃ£o estÃ¡ preconizada em casos de apresentaÃ§Ã£o de sintomatologia compressiva<sup>3,5</sup>.</p>     <p>A embolizaÃ§Ã£o proximal e distal constitui o melhor mÃ©todo de tratamento endovascular, eliminando a perfusÃ£o aneurismÃ¡tica por ï¬‚uxo retrÃ³grado pÃ©lvico.</p>     <p>Na ausÃªncia de colo proximal, o <i>stenting </i>do eixo ilÃ­aco Ã© uma alternativa demonstrada por alguns autores como sendo equivalente Ã  embolizaÃ§Ã£o proximal por <i>coils</i><sup>3,11</sup>. Peppelenbosch descreve na sua sÃ©rie de 12 doentes submetidos a</p>     <p>Tratamento endovascular de aneurisma hipogÃ¡strico tardio apÃ³s cirurgia de aneurisma aÃ³rtico implantaÃ§Ã£o de extensÃµes ilÃ­acas ZenithÂ® (Cook Medical), com sucesso a mÃ©dio prazo no tratamento de doenÃ§a aneurismÃ¡tica ilÃ­aca, apenas um doente com aneurisma isolado da artÃ©ria hipogÃ¡strica<sup>12</sup>.</p>     <p>NÃ£o foram descritos na literatura tratamentos de aneurismas da artÃ©ria hipogÃ¡strica semelhantes ao do caso descrito, com desenvolvimento apÃ³s revascularizaÃ§Ã£o convencional atravÃ©s de bypass protÃ©sico-hipogÃ¡strica. No entanto, tem sido utilizada de forma crescente a associaÃ§Ã£o de embolizaÃ§Ã£o e <i>stenting </i>ilÃ­aco coberto em contexto eleruturativo ou de rutura<sup>11,13,14</sup> .</p>     <p>Optou-se, neste caso, por esta associaÃ§Ã£o de modalidades terapÃªuticas dada a necessidade simultÃ¢nea de eliminaÃ§Ã£o do preenchimento do aneurisma pela circulaÃ§Ã£o pÃ©lvica bem como do bypass protÃ©sico-hipogÃ¡strica.</p>     <p>O tratamento endovascular de aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica apÃ³s tratamento convencional de aneurisma da aorta abdominal resume-se a casos clÃ­nicos e pequenas sÃ©ries<sup>15-17</sup>, alguns dos quais em contexto de rutura. Foram implantadas endoprÃ³teses em ramos da prÃ³tese prÃ©via excluindo o aneurisma ou utilizadas tÃ©cnicas de microcateterizaÃ§Ã£o retrÃ³grada e embolizaÃ§Ã£o quando o aneurisma jÃ¡ se encontrava laqueado proximalmente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ConclusÃ£o </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O aneurisma da artÃ©ria hipogÃ¡strica Ã© uma entidade rara, constituindo um desaï¬o diagnÃ³stico e terapÃªutico devido Ã  sua localizaÃ§Ã£o pÃ©lvica e abordagem cirÃºrgica complexa. O tratamento precoce apÃ³s o diagnÃ³stico deverÃ¡ ser considerado dada a elevada mortalidade veriï¬cada em rutura.</p>     <p>A degenerescÃªncia aneurismÃ¡tica hipogÃ¡strica tardia apÃ³s tratamento convencional de aneurisma da aorta Ã© infrequente, mas reforÃ§a a necessidade de programa de vigilÃ¢ncia por <i>angio</i>TC.</p>     <p>O caso clÃ­nico descrito apresenta a embolizaÃ§Ã£o hipogÃ¡strica complementada por implantaÃ§Ã£o de endoprÃ³tese ilÃ­aca como uma alternativa segura e eï¬caz, sobretudo em doentes de risco cirÃºrgico elevado, com Ã³timo resultado a curto e mÃ©dio prazo. A menor morbimortalidade e a simplicidade do procedimento endovascular em comparaÃ§Ã£o com o tratamento cirÃºrgico convencional, levam a crer que este procedimento deve ser equacionado quando Ã© necessÃ¡rio planear uma reintervenÃ§Ã£o por desenvolvimento <i>a posteriori </i>de degenerescÃªncia aneurismÃ¡tica da artÃ©ria hipogÃ¡strica, como no caso apresentado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Responsabilidades Ã©ticas </b></p>     <p><b>ProteÃ§Ã£o de pessoas e animais. </b>Os autores declaram que para esta investigaÃ§Ã£o nÃ£o se realizaram experiÃªncias em seres humanos e/ou animais.</p>     <p><b>Conï¬dencialidade dos dados. </b>Os autores declaram que nÃ£o aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p><b>Direito Ã  privacidade e consentimento escrito. O</b>s auto-res declaram que nÃ£o aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conï¬‚ito de interesses </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os autores declaram nÃ£o haver conï¬‚ito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Bibliograï¬a </b></p>      <!-- ref --><p>1. Dix FP, Titi M, Al-Khaffaf H. The isolated internal iliac artery aneurysm -a review. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2005;30:119-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-706X201500010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Wilhelm BJ, Sakharpe A, Ibrahim G, Baccaro LM, Fisher J. The 100-year evolution of the isolated internal iliac artery aneurysm. Ann Vasc Surg. 2014;28(4):1070-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-706X201500010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Parry DJ, Kessel D, Scott DJ. Simplifying the internal iliac artery aneurysm. Ann R Coll Surg Engl. 2001;83(5):302-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-706X201500010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Hill, A. B., Ameli, F. M., Fate of the iliac arteries after repair of abdominal aortic aneurysm with an aortobifemoral bypass graft.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-706X201500010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. DÃ© Medici L, Bucci F, Nesi F, Rabitti GAT Embolization of isolated hypogastric artery aneurysm: A case report and review of the literature. Cardiovasc Intervent Radiol. 2006;29(5):893-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-706X201500010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Soeda T, Saito Y, Setozaki S, Harada H. Massive hematuria and shock caused by ilio-ureteral ï¬stula in a patient with an isolated internal iliac artery aneurysm. Ann Vasc Dis. 2013;6(1):91-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-706X201500010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Brings HA, Murray JD, Light JT, Hemp JR, Ranbarger KR. Internal iliac artery aneurysm following aortic reconstruction. Ann Vasc Surg. 1996;10:59-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-706X201500010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Dosluoglu HH, Dryjski ML, Harris LM. Isolated iliac artery aneurysms in patients with or without previous abdominal aortic aneurysm repair. Am J Surg. 1999;178(2):129-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-706X201500010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Unno N, Kaneko H, Uchiyama T, Yamamoto N, Nakamura S. The fate of small aneurysms of the internal iliac artery following proximal ligation in abdominal aortic aneurysm repair. Surg Today. 2000;30(9):791-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-706X201500010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Rana MA, Kalra M, Oderich GS, de Grandis E, Gloviczki P, Duncan AA, et al. Outcomes of open and endovascular repair for ruptured and nonruptured internal iliac artery aneurysms. J Vasc Surg. 2014;59(3):634-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-706X201500010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Cynamon J, Marin ML, Veith FJ, Bakal CW, Silberzweig JE, Rozenblit A, et al. Endovascular repair of an internal iliac artery aneurysm with use of a stented graft and embolization coils. J Vasc Interv Radiol. 1995;6(4):509-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-706X201500010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Peppelenbosch AG, de Haan MW, Daemen JW, Schurink GW. Use of the reversed Zenith iliac limb extension in the treatment of iliac artery aneurysms and various aortoiliac pathologies: Outcome in midterm follow-up. J Endovasc Ther. 2011;18(6):762-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-706X201500010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Igari K, Kudo T, Toyofuku T, Jibiki M, Inoue Y. Successful endovascular repair of ruptured isolated bilateral internal iliac artery aneurysms. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2013;45(3):218-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-706X201500010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14. Gemayel G, Murith N, Kalangos A. Off-label use of a reversed ï¬‚ared endurant iliac limb stengraft for the management of a life-threatening internal iliac artery aneurysm rupture. Vascular. 2014 [Epub ahead of print].    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-706X201500010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Borioni R, de Luca L, Maspes F, Sciuto F, Garofalo M. Emergency endovascular treatment of a ruptured internal iliac artery aneurysm long after abdominal aortic aneurysm surgical repair. Vasa. 2009;38(1):91-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-706X201500010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Ohmine T, Iwasa K, Yamaoka T. Successful percutaneous coil embolization of a ruptured internal iliac artery aneurysm remnant after abdominal aortic aneurysm repair via the deep iliac circumï¬‚ex artery. Ann Vasc Dis. 2014;7(1): 83-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-706X201500010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Abderhalden S, Rancic Z, Lachat ML, Pfammatter T. Retrograde hypogastric artery embolization to treat iliac artery aneurysms growing after aortoiliac repair. J Vasc Interv Radiol. 2012;23(7):873-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-706X201500010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspondÃªncia: </a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrÃ³nico: </i><a href="mailto:viv_manuel@hotmail.com">viv_manuel@hotmail.com</a> (V. Manuel).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 14 de dezembro de 2014;</p>     <p>Aceite a 26 de janeiro de 2015</p>     <p>DisponÃ­vel na Internet a 13 de marÃ§o de 2015</p>      ]]></body><back>
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