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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores de risco para crescimento do saco aneurismático pós-endovascular aneurysm repair: revisão de literatura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[About 75% of the Abdominal Aortic Aneurysms (AAA) are currently repaired by endovacular means (EVAR). Aneurysm sac shrinkage post-EVAR represents the principal marker of absence of rupture or mortality aneurysm related. However, in about 40% of cases aneurysm sac does not shrink or even enlarges. Several pre-operative risk factors may predict aneurysm sac enlargement post-EVAR. The aim of this review is to summarize all risk factors that may condition an aneurysm sac enlargement so that one could adapt the best follow-up method to each patient according to the risk score. Most of those risk factors are described in this review: advanced age, hostile necks, endoleak occurrence or even systemic in&#64258;ammation. These constitute important determinants that predict a worst prognosis pre-operatively. The early identi&#64257;cation of these risk factors have remarkable implications in the follow up strategy. Patients with none or only one risk factor may be suitable for a US-Dupplex follow-up, while those patients with several pre-operative risk factors could be good candidates for Angio-Computed Tomography surveillance, which presents more sensivity in the detection of complications, despite its greater iatrogeny.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></p>     <p><b>Fatores de risco para crescimento do saco aneurismático <i>pós-endovascular aneurysm repair</i>: revisão de literatura</b></p>     <p><b>Risk Factors for aneurysm sac enlargement post-endovascular aneurysm repair: Revision of Literature </b></p>     <p><b>José Oliveira-Pinto <sup>a,b,</sup><sup>*</sup>, Sérgio Sampaio<sup>a,c</sup>, João Rocha-Neves <sup>a,d</sup>, Ricardo Castro-Ferreira <sup>a,b</sup>, Jorge Costa-Lima<sup>a</sup>, Adelino Leite-Moreira <sup>a,b</sup>, Armando Mansilha <sup>a,e </sup>e José Fernando Teixeira<sup>a </sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>a</sup> Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular, Centro Hospitalar de São João, Porto, Portugal</p>     <p> <sup>b </sup>Departamento de Fisiologia e Cirurgia Cardiotorácica, Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto, Portugal</p>     <p> <sup>c </sup>Centro de Investigação e Tecnologias de Informação em Sistemas de Saúde (CINTESIS), Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto, Portugal</p>     <p><sup>d </sup>Departamento de Anatomia, Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto, Portugal </p>     <p><sup>e </sup>Departamento de Cirurgia, Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto, Portugal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspodência</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b> RESUMO </b></p>     <p>Os aneurismas da aorta abdominal (AAA) são atualmente corrigidos por método endovascular (EVAR) em cerca de 75% dos casos nos EUA. A diminuição diâmetro máximo do saco aneurismático representa o principal marcador de ausência de rotura ou mortalidade relacionada com o aneurisma. Porém, em cerca de 40% dos casos não se veri&#64257;ca diminuição, podendo abdominal inclusivamente ocorrer aumento do mesmo.</p>     <p>Vários fatores de risco pré-operatórios podem prever um aumento do saco aneurismático pós-EVAR. O principal objetivo desta revisão passa pela descrição detalhada de todos esses fatores de risco, de modo a que seja possível uma correta estrati&#64257;cação dos doentes.</p>     <p>Vários fatores de risco são descritos nesta revisão de literatura: idade avançada, existência de colos hostis, ocorrência de <i>endoleak </i>e até in&#64258;amação sistémica. Estes constituem determinantes importantes, que condicionam um pior prognóstico pré-operatório.</p>     <p>A identi&#64257;cação atempada destes fatores de risco reveste-se de enorme relevância pela correta orientação que permite a cada doente individualmente. Desta forma, doentes com poucos ou nenhum fatores de risco poderão ser incluídos num <i>follow-up </i>por ecogra&#64257;a abdominal, enquanto o grupo de doentes que apresentam vários destes fatores bene&#64257;ciariam de uma vigilância mais intensiva, nomeadamente por angio-tomogra&#64257;a computadorizada, a qual apresenta maior sensibilidade na deteção de complicações, apesar da sua maior iatrogenia.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Saco aneurismático; Fatores de risco; Aneurisma da aorta.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>About 75% of the Abdominal Aortic Aneurysms (AAA) are currently repaired by endovacular means (EVAR). Aneurysm sac shrinkage post-EVAR represents the principal marker of absence of rupture or mortality aneurysm related. However, in about 40% of cases aneurysm sac does not shrink or even enlarges.</p>     <p>Several pre-operative risk factors may predict aneurysm sac enlargement post-EVAR. The aim of this review is to summarize all risk factors that may condition an aneurysm sac enlargement so that one could adapt the best follow-up method to each patient according to the risk score.</p>     <p>Most of those risk factors are described in this review: advanced age, hostile necks, endoleak occurrence or even systemic in&#64258;ammation. These constitute important determinants that predict a worst prognosis pre-operatively.</p>     <p>The early identi&#64257;cation of these risk factors have remarkable implications in the follow up strategy. Patients with none or only one risk factor may be suitable for a US-Dupplex follow-up, while those patients with several pre-operative risk factors could be good candidates for Angio-Computed Tomography surveillance, which presents more sensivity in the detection of complications, despite its greater iatrogeny.</p>     <p><b>Keywords: </b>Aneurysm sac; Risk Factors; Abdominal Aortic Aneurysm </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução </b></p>     <p>O aneurisma da aorta abdominal (AAA) representa uma situação de risco de vida, cuja mortalidade em caso de rotura pode atingir os 90%<sup>1</sup>. Aquando do seu diagnóstico, torna-se mandatório considerar a reparação eletiva, que apresenta uma mortalidade inferior a 5%. Em caso de rotura, esta pode atingir os 90%<sup>2</sup>.</p>     <p>O AAA está presente em cerca de 4-7% da população com mais de 65 anos e é mais frequente em indivíduos do sexo masculino<sup>2,3</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A etiologia não se encontra perfeitamente estudada<sup>3</sup>. Pensa-se que possam ser causados por processos degenerativos (como o «remodelling» da matriz pelas metaloproteinases da matriz [MMP]), aterosclerose, doenças genéticas, doenças in&#64258;amatórias, autoimunes e infeciosas e trauma<sup>2-4 </sup>.</p>     <p>A principal complicação do aneurisma é a rotura, sendo que a sua probabilidade é diretamente proporcional ao diâmetro aneurismático<sup>5</sup>.</p>     <p>A correção dos AAA pode ser realizada por cirurgia convencional ou por método endovascular (endovascular aneurysm repair EVAR). Esta última técnica foi publicada pela primeira vez em 1991 por Parodi e desde então tem vindo a reconhecer-se como a técnica padrão para tratamento do AAA infrarrenal<sup>6</sup>.</p>     <p>O EVAR cresceu signi&#64257;cativamente, sendo neste momento realizado em mais de 75% dos pacientes nos EUA, com a porção remanescente apresentando anatomia inadequada para o procedimento<sup>7</sup>.</p>     <p>Quando comparado com a cirurgia convencional, o EVAR está associado a taxas de mortalidade e complicações a curto prazo menores<sup>8</sup>. A vantagem na sobrevida é mais signi&#64257;cativa em indivíduos mais velhos. Reintervenções tardias relacionadas com os aneurismas abdominais são mais comuns após correção endovascular, mas são contrabalançadas com as complicações da laparotomia<sup>9</sup>.</p>     <p>O <i>endoleak </i>representa a mais frequente complicação pós-EVAR<sup>10</sup>. A sua classi&#64257;cação é feita em 5 tipos, baseado na fonte comunicante entra a circulação sistémica e o saco aneurismático<sup>11</sup>.Os <i>endoleaks </i>tipo I resultam do &#64258;uxo sanguíneo entre a parede do vaso e a prótese na zona de ancoragem proximal (tipo Ia), distal (Ib) ou devido a inadequada selagem (tipo Ic). <i>Endoleaks </i>tipo II, os mais frequentes, resultam de &#64258;uxo de sangue para o saco aneurismático proveniente de vasos viscerais e/ou lombares através de um vaso único (tipo IIa) ou de vários vasos (tipo IIb). <i>Endoleaks </i>tipo III resultam da entrada de sangue no aneurisma proveniente de defeito na prótese, por separação dos módulos da mesma (tipo IIIa) ou rotura do material protésico (tipo IIIb). <i>Endoleaks </i>tipo IV resultam do &#64258;uxo através da prótese devido a porosidade elevada e, por &#64257;m, o tipo 5 em que se veri&#64257;ca um aumento continuado da expansão do saco aneurismático sem deteção de qualquer <i>endoleak </i>imagiologicamente<sup>12,13</sup>.</p>     <p>Cerca de 15-25% dos EVAR complicam com <i>endoleaks</i>, podendo até 12% destes pacientes necessitar de reintervenção<sup>13,14</sup>.</p>     <p>A presença de <i>endoleaks </i>tem sido associada a roturas pós-cirúrgicas, principalmente se proximais. Embora menos comum, roturas têm também sido observadas em pacientes com <i>endoleak </i>tipo II, mesmo sem necessidade de aumento do saco aneurismático<sup>15</sup>.</p>     <p>Embora o tratamento cirúrgico seja habitualmente necessário no caso do <i>endoleak </i>tipo I,os <i>endoleaks </i>tipo II resolvem-se habitualmente sem necessidade de correção cirúrgica<sup>15</sup>.</p>     <p>A vigilância por método de imagem é, portanto, mandatória para a identi&#64257;cação e tratamento precoce estas complicações. Correntemente, não existe consenso quanto ao melhor método de vigilância pós-EVAR<sup>1,16</sup>. A angio-tomogra&#64257;a computadorizada (TC) constitui ainda o método padrão, dada a sua boa precisão na deteção de endoleaks, variações do tamanho do aneurisma e na posição da prótese<sup>17</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contudo, a alta dose de radiação, a administração de agentes de contraste nefrotóxicos aliados aos elevados custos constituem uma limitação ao seu uso ao longo dos anos. A ecogra&#64257;a abdominal tem sido investigada como alternativa dado a ausência de radiação e de risco associado ao contraste. Para além destes fatores, trata-se também de um método de imagem menos dispendioso. O reforço da ecogra&#64257;a abdominal com contraste não nefrotóxico tem também revelado resultados promissores<sup>18</sup>.</p>     <p>Mais estudos são, portanto, necessários para comprovar um custo-efetividade superior à TC no <i>follow-up </i>pós-EVAR.</p>     <p>Controvérsia existe também quanto à periodicidade da vigilância: atualmente está preconizada a execução de TC ao primeiro mês, 6 meses e um ano após EVAR. Porém, em centros de referência, casos não complicados podem seguir um protocolo menos intensivo, principalmente se a TC for normal ao &#64257;nal do primeiro mês<sup>19,20</sup>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Objetivos </b></p>     <p>Esta revisão pretende fazer uma descrição detalhada de todos os fatores de risco para aumento do saco aneurismático pós-EVAR, de forma a adaptar a estratégia de follow-up ao risco pré-operatório de cada paciente.</p>     <p><b>Fatores preditores de evolução do saco aneurismático </b></p>     <p>O principal preditor de sucesso pós-EVAR é a diminuição do máximo diâmetro transverso do aneurisma<sup>21,22</sup>.</p>     <p>Alterações precoces do saco aneurismático representam um forte preditor complicações a longo prazo após EVAR. Cieri et al. descreveram que uma diminuição persistente do saco aneurismático (&gt; 5 mm) estava associada a ausência de mortalidade relacionada com o aneurisma aos 3 e 10 anos de 100 e 99,7%, respetivamente<sup>23</sup>.</p>     <p>Num outro estudo levado a cabo por Bastos-Gonçalves et al., os pacientes foram estrati&#64257;cados em 3 grupos de acordo com a diminuição do saco aneurismático até 18 meses após cirurgia: pacientes com diminuição acentuada do saco aneurismático se &gt; 5 mm, diminuição moderada se entre 15 mm e pacientes sem diminuição. Os autores concluíram que a não diminuição do saco aneurismático representava, por si só, um fator de risco independente para complicações tardias. O grupo sem diminuição apresentou também maior taxa de reintervenção, tendo a frequência de <i>endoleaks </i>sido menor no grupo com diminuição acentuada<sup>24</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contudo, a diminuição major do saco aneurismático só é veri&#64257;cada em 60% dos doentes submetidos a EVAR<sup>22</sup>.</p>     <p>Vários outros estudos têm nos últimos anos identi&#64257;cado fatores de risco para aumento do saco aneurismático.</p>     <p>Um estudo multicêntrico retrospetivo que incluiu uma população de 10.228 doentes submetidos a EVAR entre 19992008 nos EUA veri&#64257;cou que a prevalência de aumento do saco aneurismático era de aproximadamente 41% aos 5 anos e identi&#64257;cou como fatores de risco: idade superior a 80 anos, presença de colo cónico, diâmetro do colo proximal &gt; 28 mm, angulação do colo proximal &gt; 60<sup>&#9702;</sup>, diâmetro das artérias ilíacas comuns &gt; 20 mm. Neste mesmo estudo foi realizada uma análise multivariada de todos estes fatores de risco e concluiu-se que o seu determinante primário era a presença de endoleak. Veri&#64257;cou-se também que a idade &gt; 80 anos, o diâmetro do colo proximal &gt; 28 mm, angulação do colo proximal &gt; 60<sup>&#9702; </sup>e diâmetros das artérias ilíacas internas &gt; 20 constituíam fatores de risco independentes para aumento do saco aneurismático<sup>25</sup>. Deve-se, porém, notar que o estudo acima citado foi elaborado por recurso a análise de uma base de dados de software de reconstrução 3 D, para a qual apenas uma minoria dos centros enviam casos de uma forma sistemática. Podemos, portanto, estar perante um caso de potencial viés negativo, dado que a maioria dos centros envia para reconstrução apenas os casos em que a anatomia se revela desfavorável ou com possível suspeita de complicações, o que explica uma taxa superior de complicações neste estudo quando comparada com a restante literatura.</p>     <p>Greenberg con&#64257;rmou também a idade avançada como fator de risco, descrevendo que uma maior dimensão do aneurisma pré-operatoriamente se correlacionava com aumento do saco aneurismático<sup>26</sup>.</p>     <p>Condições pró-in&#64258;amatórias basais poderão também conferir um pior prognóstico pós-EVAR. Segundo Diehm et al., a concentração basal de hemoglobina está independentemente associada ao tamanho do aneurisma, assim como uma redução da sobrevida pós-EVAR. O racional para este estudo seria a anemia como marcador de in&#64258;amação sistémica, a qual está também associada à patogenia do AAA<sup>27</sup>. A proteína c reativa, marcador in&#64258;amatório rotineiramente usado na prática clínica, encontra-se elevada em doentes com patologia aneurismática e correlaciona-se com o tamanho do aneurisma<sup>28</sup>. Uma meta-análise recente demonstrou elevação signi&#64257;cativa de outras proteínas séricas como MMP-9, TIMP-1, IL-6, CRP, &#945; 1AT e triglicerídeos, quando comparados com pacientes sem AAA<sup>29</sup>. Parece, portanto, relevante averiguar através de marcadores séricos as condições in&#64258;amatórias pré-operatoriamente.</p>     <p>O efeito da terapêutica anticoagulante e antiagregante tem também sido alvo de estudos, sendo que existem relatos divergentes na literatura. Estudos anteriores sugeriram que a varfarina estaria associada a um aumento de 30% na taxa de endoleaks, assim como de aumento do saco aneurismático<sup>30</sup>. Porém, Wild et al. refutaram esta hipótese estabelecendo que a sua administração é segura nestes doentes<sup>15</sup>. Em con&#64258;ito com este último estudo, De Rango revela que administração de terapia anticoagulante, varfarina ou heparina estão sujeitos a maior taxa de <i>endoleak </i>imediato e aos 5 anos, assim como a maior taxa de reintervenção. Por &#64257;m, os autores concluem ainda uma menor sobrevida aos 5 anos dos doentes submetidos a anticoagulação<sup>31</sup>.</p>     <p>Outro aspeto que pode in&#64258;uenciar as variações do diâmetro aneurismático prende-se com a presença de trombo: pacientes com maior área trombótica de AAA no pré-operatório parecem apresentar maior taxa de diminuição do saco aneurismático pós-EVAR dada a cessação de &#64258;uxo que se cria dentro do saco aneurismático<sup>32</sup>.</p>     <p>A corroborar estes resultados, um artigo publicado em 2013 revela que uma proporção &gt; 50% de trombo pré-operatória parece protetora quanto ao surgimento de <i>endoleak</i>, assim como do aumento do saco aneurismático. O mesmo estudo revela que a percentagem de cálcio, assim como os diâmetros aneurismáticos pré-operatórios não se revelaram preditores do aumento do saco aneurismático<sup>33 </sup>(<a href="/img/revistas/ang/v11n3/11n3a07f1.jpg" target="_blank">fig. 1</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclusão </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Vários estudos têm sido publicados nos últimos anos, descrevendo a in&#64258;uência de fatores clínicos, anatómicos, hematológicos e até farmacológicos na evolução do saco aneurismático após EVAR. Embora a literatura apresente divergência entre alguns dados, vários fatores têm sido consistentemente referidos. A deteção pré-operatória destes determinantes permite estrati&#64257;car grupos de risco com vista uma orientação adequada do follow-up pós-EVAR.</p>     <p>Apesar da controvérsia quanto aos melhores métodos para follow-up de EVAR, a TC permanece ainda como <i>gold standard</i>. Porém, a repetição de TC acarreta aumento de exposição a radiações, risco de nefropatia de contraste e aumento dos custos de saúde. Por sua vez, a ecogra&#64257;a representa um método menos invasivo e dispendioso, mas também menos sensível que a TC.</p>     <p>Vários trabalhos têm reportado o uso de ecogra&#64257;a para vigilância, reservando a TC apenas para casos com achados anormais ou suspeitos na ecogra&#64257;a. Um estudo publicado em 2007 envolveu 160 doentes submetidos a EVAR e que tinham sido seguidos apenas por ecogra&#64257;a abdominal, &#64257;cando a TC reservada para casos em que fosse detetável a presença de endolea<i>k </i>ou alargamento do saco aneurismático. Num total de 359 ecogra&#64257;as foram detetados 41 <i>endoleaks</i>,35 dos quais foram posteriormente estudados por TC, tendo 14 deles sido con&#64257;rmados. Em apenas 3 casos a TC demonstrou presença de endolea<i>k </i>que não tinha sido detetada por ecogra&#64257;a<sup>34</sup>.</p>     <p>Segundo Dias et al., menos de 10% dos pacientes seguidos após EVAR com prótese Zenith bene&#64257;ciaram do seguimento periódico. Este benefício poderia provavelmente ser sustentado por um protocolo baseado nas medições do diâmetro aneurismático através de ecogra&#64257;a e radiogra&#64257;a abdominal. As TC devem, porém, ser realizadas até um ano pós-intervenção ou sempre que haja suspeição de alguma intercorrência ou planeamento de reintervenção. <sup>35,36</sup></p>     <p>Também Verhoeven et al. sugeriram a possibilidade de reservar a TC para casos de ecogra&#64257;a inconclusiva, sinais de complicações e anatomia desfavorável<sup>37</sup>.</p>     <p>Porém, segundo uma meta-análise publicada em 2010, a ecogra&#64257;a ainda não se revelou um método su&#64257;cientemente sensível para a deteção de <i>endoleak</i>. Parte destes resultados poderão explicar-se pela heterogeneidade da população estudada. Já a ecogra&#64257;a com utilização de contraste não nefrotóxico revela-se uma modalidade segura e mais sensível que a ecogra&#64257;a convencional para a deteção de <i>endoleaks</i>, tornando-se por isso um método promissor<sup>18</sup>.</p>     <p>Dada a possibilidade de uma vigilância mais custo-efetiva e com menor invasibilidade, urge a necessidade de averiguar exaustivamente todos os determinantes de risco desta população, de forma a identi&#64257;car os grupos de menor risco clínico e anatómico e possibilitar a este estrato uma vigilância com protocolos mais custo-efetivos, remetendo apenas a fração de maior risco para vigilância mais intensiva.</p>     <p>Este trabalho não foi apresentado ao público.</p>     <p>Não há fundos de investigação a reportar.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Responsabilidades éticas </b></p>     <p><b>Proteção de pessoas e animais.</b> Os autores declaram que para esta investigação não se realizaram experiências em seres humanos e/ou animais.</p>     <p><b>Con&#64257;dencialidade dos dados.</b> Os autores declaram que não aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p><b>Direito à privacidade e consentimento escrito.</b> Os auto-res declaram que não aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Con&#64258;ito de interesses </b></p>     <p>Os autores declaram não haver con&#64258;ito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Referências </b></p>     <!-- ref --><p>1. Moll FL, Powell JT, Fraedrich G, et al. Management of abdominal aortic aneurysms clinical practice guidelines of the European society for vascular surgery. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2011;41 Suppl 1:S1-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-706X201500030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Katzen BT, Dake MD, MacLean AA, et al. Endovascular repair of abdominal and thoracic aortic aneurysms. Circulation. 2005;112:1663-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-706X201500030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Kurosawa K, Matsumura JS, Yamanouchi D. Current status of medical treatment for abdominal aortic aneurysm. Circ J. 2013;77:2860-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-706X201500030000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Almahameed A, Latif AA, Graham LM. Managing abdominal aortic aneurysms: Treat the aneurysm and the risk factors. Cleve Clin J Med. 2005;72:877-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-706X201500030000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Jaunoo S. Endovascular aneurysm repair (EVAR). Int J Surg. 2008;6:266-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-706X201500030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Ricotta JJ 2nd, Malgor RD, Oderich GS. Endovascular abdominal aortic aneurysm repair: Part I. Ann Vasc Surg. 2009;23: 799-812.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-706X201500030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Kent KC. Clinical practice. Abdominal aortic aneurysms. N Engl J Med. 2014;371:2101-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-706X201500030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Greenhalgh RM, Brown LC, Powell JT, et al. Endovascular versus open repair of abdominal aortic aneurysm. N Engl J Med. 2010;362:1863-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-706X201500030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Schermerhorn ML, O'Malley AJ, Jhaveri A, et al. Endovascular vs. open repair of abdominal aortic aneurysms in the Medicare population. N Engl J Med. 2008;358:464-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-706X201500030000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10.Schlosser FJ, Muhs BE. Endoleaks after endovascular abdominal aortic aneurysm repair: what one needs to know. Curr Opin Cardiol. 2012;27:598-603.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-706X201500030000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11.Corriere MA, Feurer ID, Becker SY, et al. Endoleak following endovascular abdominal aortic aneurysm repair: Implications for duration of screening. Ann Surg. 2004;239:800-5, discussion 5-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-706X201500030000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12.Ilyas S, Shaida N, Thakor AS, et al. Endovascular aneurysm repair (EVAR) follow-up imaging: The assessment and treatment of common postoperative complications. Clin Radiol. 2015;70:183-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-706X201500030000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13.Stavropoulos SW, Charagundla SR. Imaging techniques for detection and management of endoleaks after endovascular aortic aneurysm repair. Radiology. 2007;243:641-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-706X201500030000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14.Faries PL, Cadot H, Agarwal G, et al. Management of endoleak after endovascular aneurysm repair: Cuffs, coils, and conversion. J Vasc Surg. 2003;37:1155-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-706X201500030000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15.Wild JB, Dattani N, Stather P, et al. Effect of anticoagulation and antiplatelet therapy on incidence of endoleaks and sac size expansions after endovascular aneurysm repair. Ann Vasc Surg. 2014;28:554-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-706X201500030000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16.Sternbergh WC 3rd, Greenberg RK, Chuter TA, et al. Rede&#64257;ning postoperative surveillance after endovascular aneurysm repair: Recommendations based on 5-year follow-up in the US Zenith multicenter trial. J Vasc Surg. 2008;48:278-84, discussion 84-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-706X201500030000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17.Van der Vliet JA, Kool LJ, van Hoek F. Simplifying post-EVAR surveillance. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2011;42:193-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-706X201500030000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18.Mirza TA, Karthikesalingam A, Jackson D, et al. Duplex ultrasound and contrast-enhanced ultrasound versus computed tomography for the detection of endoleak after EVAR: Systematic review and bivariate meta-analysis. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2010;39:418-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-706X201500030000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19.Uthoff H, Pena C, Katzen BT, et al. Current clinical practice in postoperative endovascular aneurysm repair imaging surveillance. JVIR. 2012;23, 1152-9.e6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-706X201500030000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>20.Go MR, Barbato JE, Rhee RY, et al. What is the clinical utility of a 6-month computed tomography in the follow-up of endovascular aneurysm repair patients? J Vasc Surg. 2008;47:1181-6, discussion 6-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-706X201500030000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21.Georgakarakos E, Georgiadis GS, Ioannou CV, et al. Aneurysm sac shrinkage after endovascular treatment of the aorta: Beyond sac pressure and endoleaks. Vasc Med. 2012;17: 168-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-706X201500030000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22.Aoki A, Suezawa T, Sangawa K, et al. Effect of type II endoleaks and antiplatelet therapy on abdominal aortic aneurysm shrinkage after endovascular repair. 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Early sac shrinkage predicts a low risk of late complications after endovascular aortic aneurysm repair. Br J Surg. 2014;101:802-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-706X201500030000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>25.Schanzer A, Greenberg RK, Hevelone N, et al. Predictors of abdominal aortic aneurysm sac enlargement after endovascular repair. Circulation. 2011;123:2848-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-706X201500030000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26.Greenberg RK, Chuter TA, Cambria RP, et al. Zenith abdominal aortic aneurysm endovascular graft. J Vasc Surg. 2008;48:1-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-706X201500030000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>27.Diehm N, Benenati JF, Becker GJ, et al. Anemia is associated with abdominal aortic aneurysm (AAA) size and decreased long-term survival after endovascular AAA repair. J Vasc Surg. 2007;46:676-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-706X201500030000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28.Vainas T, Lubbers T, Stassen FR, et al. Serum C-reactive protein level is associated with abdominal aortic aneurysm size and may be produced by aneurysmal tissue. Circulation. 2003;107:1103-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-706X201500030000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>29.Stather PW, Sidloff DA, Dattani N, et al. Meta-analysis and meta-regression analysis of biomarkers for abdominal aortic aneurysm. Br J Surg. 2014;101:1358-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-706X201500030000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>30.Bobadilla JL, Hoch JR, Leverson GE, et al. The effect of warfarin therapy on endoleak development after endovascular aneurysm repair (EVAR) of the abdominal aorta. J Vasc Surg. 2010;52:267-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-706X201500030000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>31.De Rango P, Verzini F, Parlani G, et al. 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Is there a bene&#64257;t of frequent CT follow-up after EVAR? Eur J Vasc Endovasc Surg. 2009;37:425-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-706X201500030000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37.Verhoeven EL, Oikonomou K, Ventin FC, et al. Is it time to eliminate CT after EVAR as routine follow-up? 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