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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Dynamic hip screw &#64257;xation is a routinely performed procedure for internal &#64257;xation of intertrochanteric fractures. Arterial injury following surgical &#64257;xation is a rare but serious event. We report the case of a 79-year-old man who developed a pseudoaneurysm of a branch of the profunda femoris artery after &#64257;xation of intertrochanteric fracture with a dynamic hip screw. The computed tomographic (CT) angiography revealed the diagnosis, and the pseudoaneurysm was embolized with coils. At six months of follow-up the patient is asymptomatic and the CT angiography performed showed the aneurysm exclusion.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>CASO CLÍNICO</b></p>     <p><b>Falso Aneurisma da artéria femoral profunda após &#64257;xação de fratura intertrocantérica com placa e parafuso deslizante</b></p>     <p><b>Pseudoaneurysm of profunda femoris artery following &#64257;xation of intertrochanteric fracture with dynamic hip screw</b></p>     <p><b>Pedro Teixeira Gomes<sup>a,*</sup>, Joana Ferreira<sup>b</sup>, Pedro Sousa<sup>c </sup>e António Marques Dias<sup>a</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><sup>a</sup><b> </b>Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Vila Real, Portugal</p>     <p> <sup>b</sup>Departamento de Angiologia e Cirurgia Vascular do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Vila Real, Portugal</p>     <p> <sup>c</sup>Departamento de Radiologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Vila Real, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspodência</a><a name="topc0"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     <p>A &#64257;xação interna de fraturas intertrocantéricas com placa e parafuso deslizante é um procedimento realizado rotineiramente. A lesão arterial após &#64257;xação é uma complicação rara, mas potencialmente grave. Apresentamos o caso de um homem de 79 anos que desenvolveu um falso aneurisma de um ramo da artéria femoral profunda após &#64257;xação de fratura intertrocantérica com placa e parafuso deslizante. O diagnóstico foi con&#64257;rmado por angiogra&#64257;a por tomogra&#64257;a computorizada (angioTC) e o falso aneurisma corrigido por embolização com coils. Aos 6 meses de follow-up, o doente encontra-se assintomático e a angioTC de controlo demonstrou a completa exclusão do aneurisma.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Fraturas da anca; Fixação interna; Falso aneurisma; Artéria femoral </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>Dynamic hip screw &#64257;xation is a routinely performed procedure for internal &#64257;xation of intertrochanteric fractures. Arterial injury following surgical &#64257;xation is a rare but serious event. We report the case of a 79-year-old man who developed a pseudoaneurysm of a branch of the profunda femoris artery after &#64257;xation of intertrochanteric fracture with a dynamic hip screw.</p>     <p>The computed tomographic (CT) angiography revealed the diagnosis, and the pseudoaneurysm was embolized with coils. At six months of follow-up the patient is asymptomatic and the CT angiography performed showed the aneurysm exclusion.</p>     <p><b>Keywords: </b>Hip fractures; Internal &#64257;xation; Pseudoaneurysms; Femoral artery</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Introdução</b></p>     <p>Os falsos aneurismas desenvolvem-se a partir de uma rutura arterial em que ocorre contenção da hemorragia pelos tecidos adjacentes, formando uma cavidade perfundida com solução de continuidade para o lúmen do vaso. Surgem principalmente em resultado de lesões traumáticas e lesões iatrogénicas, sobretudo em procedimentos que envolvam punção arterial como o cateterismo cardíaco<sup>1</sup>. Odesenvolvimento de um falso aneurisma da artéria femoral profunda, após &#64257;xação interna de fratura intertrocantérica com placa e parafuso deslizante é uma complicação rara, sendo necessário um elevado índice de suspeita clínica apoiado por exames imagiológicos para o seu diagnóstico<sup>2</sup>. O reconhecimento precoce do falso aneurisma é fundamental, procurando evitar situações graves como o síndrome de compartimento ou a isquemia de membros<sup>3</sup>.</p>     <p><b>Caso clínico</b></p>     <p>Doente de 79 anos, sexo masculino, com antecedentes de artrite psoriática e &#64257;brilhação auricular, hipocoagulado com rivaroxabano, sofreu queda da própria altura com traumatismo da anca esquerda; o estudo radiográ&#64257;co efetuado revelou fratura intertrocantérica esquerda AO 31-A1 (<a href="#f1">&#64257;g. 1</a>). Foi realizada &#64257;xação interna do fémur com placa (135<sup>&#9702;</sup>) e parafuso deslizante após 24 horas (<a href="#f2">&#64257;g. 2</a>). O procedimento cirúrgico decorreu sem intercorrências. Ao quarto dia pós-operatório, o doente apresentava moderado edema da coxa e perna com queixas álgicas signi&#64257;cativas associadas. Os pulsos periféricos (femoral, poplíteo, tibial posterior e pedioso dorsal) eram palpáveis e simétricos, o exame neurológico não apresentava alterações. Analiticamente apresentava uma queda acentuada da hemoglobina 7,4 g/dL com necessidade de suporte transfusional. Durante as 24 horas seguintes, observou-se agravamento das queixas álgicas e aumento do edema da coxa. Foi realizado ecodoppler arterial e venoso do membro inferior esquerdo, que revelou volumoso hematoma da face anterior da coxa medindo cerca de 7,5 cm de maior diâmetro, segmentos arteriais femoral comum, femoral super&#64257;cial, poplítea, tibial anterior e posterior com espectro conservado do tipo bifásico, sem sinais de trombose venosa profunda. Ao nono dia pós-operatório, por agravamento das queixas álgicas e do edema que era já exuberante na coxa, procedeu-se à drenagem cirúrgica do referido hematoma. No pós-operatório, por quadro clínico de instabilidade hemodinâmica com valor de hemoglobina de 5,3 g/dL, o doente foi transferido para unidade de cuidados intensivos. Foi então realizada angiogra&#64257;a por tomogra&#64257;a computorizada (angioTC) do membro inferior esquerdo, que revelou a presença de um volumoso falso aneurisma de ramo da artéria femoral profunda com 31 mm de maior diâmetro de lúmen permeável (<a href="#f3">&#64257;g. 3</a>). Foi instituído tratamento endovascular urgente por punção anterógrada ecoguiada da artéria femoral comum esquerda, realizada angiogra&#64257;a seletiva da artéria femoral profunda esquerda, procedeu-se à embolização das artérias eferente e aferente, utilizando coils 0,018'' e 0,035'' (VortX, Boston Scienti&#64257;c, EUA) (<a href="#f4">&#64257;gs. 4</a> e <a href="#f5">5</a>). O doente teve alta para consulta externa ao &#64257;m de 5 dias. Aos 6 meses de follow-up, o doente está assintomático, o angioTC de controlo demonstrou a completa exclusão do aneurisma e regressão do hematoma. A fratura intertrocantérica evoluiu com consolidação.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/ang/v12n1/12n1a08f1.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/ang/v12n1/12n1a08f2.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/ang/v12n1/12n1a08f3.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f4"></a> <img src="/img/revistas/ang/v12n1/12n1a08f4.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f5"></a> <img src="/img/revistas/ang/v12n1/12n1a08f5.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discussão</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A artéria femoral profunda apresenta um trajeto contíguo ao fémur proximal, sendo suscetível a lesão no decurso de fraturas ou procedimentos ortopédicos na região trocantérica, sobretudo na presença de rotação interna da anca que coloca a artéria femoral profunda em maior proximidade com o fémur<sup>4</sup>. O diagnóstico tende a surgir por vezes tardiamente, dado a clínica apresentar sinais e sintomas de um pós-operatório normal (coxalgia, edema da coxa) que, contudo, persistem e agravam no decurso do tempo. Ao exame pode detetar-se pulsatilidade e ruído sistólico na área de hematoma; no entanto, são sinais difíceis de pesquisar dada a localização profunda da artéria femoral. O diagnóstico é con&#64257;rmado por exames imagiológicos, a ultrassonogra&#64257;a com Doppler é um exame simples e não-invasivo, em que os falsos aneurismas apresentam um &#64258;uxo bidirecional típico descrito como «to-and-fro»<sup>5</sup>; contudo, a localização da artéria femoral profunda e o marcado edema da coxa afetam a sensibilidade deste exame. A angioTC é por vezes necessária para o diagnóstico correto do falso aneurisma; apesar da presença de implantes metálicos afetarem a qualidade das imagens, apresenta uma elevada sensibilidade (90-95%) e especi&#64257;cidade (98-100%) no diagnóstico de lesões arteriais<sup>6</sup>. A angiogra&#64257;a permanece como investigação «gold-standard», permitindo o diagnóstico e, simultaneamente, o tratamento dos aneurismas por embolização seletiva com coils ou reparação endovascular com stents<sup>5</sup>. Relativamente ao tratamento dos falsos aneurismas, este depende da localização e do tamanho da cavidade. Diversos autores<sup>5,7,8 </sup>preconizam uma atitude inicial conservadora na abordagem dos falsos aneurismas de pequenas dimensões (&lt; 30 mm), dado a percentagem de trombose espontânea ser elevada. Esta abordagem não é, no entanto, consensual, dado existirem outros fatores importantes implicados, nomeadamente o tipo de colo do falso aneurisma e a velocidade de &#64258;uxo no seu interior. A presença de hipocoagulação oral também se encontra associada a uma menor probabilidade de trombose espontânea<sup>5</sup>. A cirurgia convencional desempenha um papel importante no tratamento dos falsos aneurismas associados a infeção, a neuropatia, a instabilidade hemodinâmica por hemorragia, a isquemia de membro, a síndrome de compartimento ou a falência de tratamento prévio por métodos não invasivos<sup>1,8</sup>. Mais recentemente, os métodos menos invasivos assumiram maior preponderância no tratamento dos falsos aneurismas. A compressão mecânica e a injeção de trombina ecoguiadas<sup>9</sup>, os procedimentos endovasculares como a embolização seletiva com coils<sup>10 </sup>ou a reparação com stents<sup>11 </sup>apresentam resultados favoráveis no tratamento dos falsos aneurismas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclusão</b></p>     <p>O falso aneurisma da artéria femoral profunda após &#64257;xação de fratura intertrocantérica com placa e parafuso deslizante é uma complicação rara e potencialmente grave. Deve suspeitar-se da sua existência, perante um quadro progressivo de queixas álgicas signi&#64257;cativas e edema da coxa, com diminuição sustentada dos níveis de hemoglobina durante o pós-operatório. Os exames imagiológicos: ecodoppler, angioTC e angiogra&#64257;a são fundamentais no diagnóstico precoce e na instituição do tratamento adequado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Responsabilidades éticas</b></p>     <p><b>Proteção dos seres humanos e animais. </b>Os autores declaram que os procedimentos seguidos estavam de acordo com os regulamentos estabelecidos pelos responsáveis da Comissão de Investigação Clínica e Ética e de acordo com os da Associação Médica Mundial e da Declaração de Helsinki.</p>     <p><b>Con&#64257;dencialidade dos dados. </b>Os autores declaram ter seguido os protocolos do seu centro de trabalho acerca da publicação dos dados de pacientes.</p>     <p><b>Direito à privacidade e consentimento escrito. </b>Os autores declaram ter recebido consentimento escrito dos pacientes e/ou sujeitos mencionados no artigo. O autor para correspondência deve estar na posse deste documento.</p>     <p><b>Con&#64258;ito de interesses</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os autores declaram não haver con&#64258;ito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Referências</b></p>     <!-- ref --><p>1. Oliveira N, Dias E, Borges L, et al. Falso aneurisma femoral iatrogénico ainda uma indicação para a cirurgia convencional? Angiol Cir Vasc. 2011;7(4):195-203.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886785&pid=S1646-706X201600010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Dhal A, Chadha M, Lal H, et al. Encounters with pseudoaneurysms in orthopaedic practice. Injury. 2001;32(10):771-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886787&pid=S1646-706X201600010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Karkos CD, Hughes R, Prasad V, et al. Thigh compartment syndrome as a result of false aneurysm of the profunda femoris artery complicating &#64257;xation of an intertrochanteric fracture. J Trauma. 1999;47(2):393-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886789&pid=S1646-706X201600010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Chan WS, Kong SW, Sun KW, et al. Pseudoaneurysm and intramuscular haematoma after dynamic hip screw &#64257;xation for intertrochanteric femoral fracture: A case report. J Orthop Surg (Hong Kong). 2010;18(2):244-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886791&pid=S1646-706X201600010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>5. Kronzon I. Diagnosis and treatment of iatrogenic femoral artery pseudoaneurysms: A review. J Am Soc Echocardiogr. 1997;10(3):236-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886793&pid=S1646-706X201600010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Miller-Thomas MM, West OC, Cohen AM. Diagnosing traumatic arterial injury in the extremities with CT angiography: Pearls and pitfalls. Radiographics. 2005;25:133-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886795&pid=S1646-706X201600010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Johns JP, Pupa LE, Bailey SR. Spontaneous thrombosis of iatrogenic femoral artery pseudoaneurysms: documentation with color Doppler and two-dimensional ultrasonography. J Vasc Surg. 1991;14(1):24-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886797&pid=S1646-706X201600010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Righini M, Quéré L, Laroche JP. Treatment of postcatheterization femoral false aneurysms. J Mal Vasc. 2004;29(2):63-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886799&pid=S1646-706X201600010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Tisi PV, Callam MJ. Treatment for femoral pseudoaneurysms. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886801&pid=S1646-706X201600010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Naidoo N, Corr P, Robbs J, et al. Angiographic embolization in arterial trauma. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2000;19(1):77-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886803&pid=S1646-706X201600010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Thalhammer C, Kirchherr AS, Uhlich F, et al. Postcatheterization pseudoaneurysms and arteriovenous &#64257;stulas: repair with percutaneous implantation of endovascular covered stens. Radiology. 2000;214:127-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=886805&pid=S1646-706X201600010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para corresponência: </a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrónico: </i><a href="mailto:pedrotxgomes@gmail.com">pedrotxgomes@gmail.com</a> (P. Teixeira Gomes).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 21 de agosto de 2015; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Aceite a 5de dezembro de 2015</p>     <p>Disponível na Internet a 4 de fevereiro de 2016</p>      ]]></body><back>
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