<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-706X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Angiologia e Cirurgia Vascular]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Angiol Cir Vasc]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-706X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-706X2017000200010</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação de técnica modificadade cateterização retro-anterógrada da artéria femoral superficial]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aplication of modified technique of retroantegrade catheterization of the superficial femoral artery]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gouveia]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ricardo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brandão]]></surname>
<given-names><![CDATA[Pedro]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Pedro]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Campos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jacinta]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coelho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Andreia]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Augusto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rita]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coelho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Nuno]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Canedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Alexandra]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/ Espinho Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<volume>13</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>49</fpage>
<lpage>51</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-706X2017000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-706X2017000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-706X2017000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Embora o acesso anterógrado femoral seja o ideal para o tratamento da doença oclusiva infra-inguinal, existem situações em que este não é exequível. E como solucionar o problema da abordagem quando, após uma punção femoral retrógrada para uma angiografia diagnóstica, pretendemos tratar por via endovascular o setor infra-inguinal do lado puncionado? A aplicação de uma técnica de inversão de um acesso retrógrado é uma alternativa viável. Apresentamos o caso de um doente submetido a arteriografia no contexto de uma isquemia crítica bilateral que, após a realização de uma angiografia diagnóstica por acesso femoral retrógrado, foi submetido a uma manobra inversão do sentido da punção por uma técnica suportada por cateter, para possibilitar o tratamento do setor femoro-poplíteo ipsilateral.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Although the femoral antegrade access is the ideal approach for endovascular treatment of infra-inguinal occlusive disease, there are situations where this is not feasible. And how to solve the problem of an approach when, after a retrograde femoral puncture for a diagnostic angiography, we intend to treat endovascularly the infra-inguinal sector of the punctured side? To apply an inversion technique of a retrograde access is a viable alternative. We present the case of a patient undergoing arteriography due to bilateral critical ischemia that, after being submitted to a diagnostic angiography through a retrograde femoral access, underwent a maneuver for conversion of the access to antegrade by a catheter-suported technique that enabled the treatment of the femoropopliteal ipsilateral sector.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Técnica endovascular]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cateter]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Doença arterial periférica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Endovascular technique]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Catheter]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Peripheral arterial disease]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p style="text-align: right;"><b>CASO CLÍNICO</b></p>     <p><b>Aplicação de técnica modificadade cateterização retro-anterógrada da artéria femoral superficial </b></p>     <p><b>Aplication of modified technique of retroantegrade catheterization of the superficial femoral artery </b></p>     <p><b>Ricardo Gouveia<sup>1</sup>, Pedro Brandão, Pedro Sousa, Jacinta Campos, Andreia Coelho, Rita Augusto, Nuno Coelho, Alexandra Canedo </b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup>Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/ Espinho, Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#c0">Autor para correspondência</a><a name="topc0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Embora o acesso anterógrado femoral seja o ideal para o tratamento da doença oclusiva infra-inguinal, existem situações em que este não é exequível. E como solucionar o problema da abordagem quando, após uma punção femoral retrógrada para uma angiografia diagnóstica, pretendemos tratar por via endovascular o setor infra-inguinal do lado puncionado? A aplicação de uma técnica de inversão de um acesso retrógrado é uma alternativa viável. Apresentamos o caso de um doente submetido a arteriografia no contexto de uma isquemia crítica bilateral que, após a realização de uma angiografia diagnóstica por acesso femoral retrógrado, foi submetido a uma manobra inversão do sentido da punção por uma técnica suportada por cateter, para possibilitar o tratamento do setor femoro-poplíteo ipsilateral.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Técnica endovascular, Cateter, Doença arterial periférica</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p><i>Although the femoral antegrade access is the ideal approach for endovascular treatment of infra-inguinal occlusive disease, there are situations where this is not feasible. And how to solve the problem of an approach when, after a retrograde femoral puncture for a diagnostic angiography, we intend to treat endovascularly the infra-inguinal sector of the punctured side? To apply an inversion technique of a retrograde access is a viable alternative. We present the case of a patient undergoing arteriography due to bilateral critical ischemia that, after being submitted to a diagnostic angiography through a retrograde femoral access, underwent a maneuver for conversion of the access to antegrade by a catheter-suported technique that enabled the treatment of the femoropopliteal ipsilateral sector. </i></p>     <p><b>Keywords: </b>Endovascular technique, Catheter, Peripheral arterial disease</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODUÇÃO</p>     <p>O acesso para o tratamento endovascular dos setores infra-inguinal e infra-genicular é realizado habitualmente através de uma punção anterógrada da artéria femoral comum ipsilateral, permitindo esta maior suporte, nomeadamente no tratamento de lesões oclusivas. No entanto, quando esta envolve a punção em regiões inguinais com processos cicatriciais, em doentes obesos, em doentes com tentativas prévias mal sucedidas, muitas vezes por anatomias difíceis da bifurcação ou em que a cateterização da femoral superficial está condicionada por lesões ostiais, a punção retrógrada com posterior inversão do sentido da punção pode ser tecnicamente mais simples e poderá corresponder a uma solução de resgate viável, permitindo manter as vantagens associadas à punção anterógrada.</p>     <p>Procuramos por este meio partilhar uma técnica descrita e adaptada, através da exposição de um caso clínico, e sua contextualização na literatura descrita.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>CASO CLÍNICO</p>     <p>Reportamos o caso de um homem de 81 anos, internado no contexto de uma isquemia crónica grau IV (Classificação de Leriche-Fontaine) dos membros inferiores bilateralmente, proposto para arteriografia. O quadro isquémico era mais severo à esquerda, pelo que se optou por avançar com um acesso à direita. Foi submetido a uma punção retrógrada da femoral comum direita e colocação de um introdutor 4F (Avanti® +, Cordis®). Realizou uma arteriografia diagnóstica que não demonstrava lesões significativas do setor aorto-ilíaco (<a href="#f1">Figura 1</a>) Verificava-se uma oclusão longa femoro-poplítea esquerda, com reabitação dos vasos infra-geniculares, tendo sido proposto para posterior intervenção cirúrgica neste membro com recurso a <i>bypass </i>venoso. Por sua vez, à direita, apresentava múltiplas estenoses, assim como uma oclusão de 5-10cm do setor femoro-poplíteo, passíveis de tratamento endovascular, pelo que se optou por inverter o sentido da punção por uma técnica de pullback suportada por cateter. Foi utilizado um introdutor 5F (Avanti® +, Cordis®), um cateter pigtail 5F (Tempo®, Cordis®) e um guia hidrofílico 0.035'' (Glidewire®, Terumo®). Procedeu-se à fixação da ponta do cateter com um fio de sutura monofilamentar 4-0 (Prolene®, Ethicon®) &#8212; <a href="#f2">Figura 2</a>. Após a introdução do fio guia e do cateter e sua progressão proximal até ao segmento ilíaco foi possível, através de uma tração ligeira do fio de sutura, forçar o pigtail a assumir uma posição em U invertido e, dessa forma, orientar a extremidade do mesmo para distal (<a href="#f3">Figura 3</a>). O fio guia foi então avançado para a femoral superficial e, após a retração lenta de todo o sistema, foi possível ancorar o introdutor numa posição anterógrada. Procedeu-se seguidamente ao tratamento das referidas lesões do setor femoro-poplíteo.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/ang/v13n2/13n2a10f1.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/ang/v13n2/13n2a10f2.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/ang/v13n2/13n2a10f3.jpg">     
]]></body>
<body><![CDATA[<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>COMENTÁRIOS</p>     <p>Esta técnica permitiu o tratamento endovascular de um dos membros sem a necessidade de recorrer a outro aces-so (nomeadamente retrógrado contra-lateral), e com todas as vantagens de pushability e torqueability que o suporte de um acesso anterógrado permite. A técnica utlizada no tratamento foi adaptada daquela inicialmente descrita por Ysa, et al, em 2014(1), inicialmente reportada como uma técnica alternativa à punção anterógrada para quando é expectável que a sua execução seja difícil (punção em áreas cicatriciais, indivíduos obesos, bifurcações femorais altas) ou após tentativas falhadas. Foi descrita com recurso a um cateter angulado (Van Schie Beacon® 1, Cook Medical®). Uma vez que havíamos realizado uma angiografia diagnóstica com recurso a um cateter de pigtail optamos por realizar esta manobra utilizando este mesmo cateter. Realçamos a propriedade deste cateter em assumir curvaturas anguladas dentro de vasos ilíacos de menor calibre, o que poderá conferir uma vantagem, de acordo com a nossa experiência prévia, relativamente a cateteres simplesmente angulados na ponta. Referimos também a utilização, neste caso, de um fio de sutura 4-0, relativamente à técnica inicialmente descrita com 3-0, embora reconheçamos que a única vantagem que esta modificação poderá conferir é a passagem com menor atrito do fio de sutura entre o cateter 5F e o introdutor 5F. Esta técnica, na nossa experiência prévia, não é possível na plataforma 4F, pela impossibilidade de passagem do fio de sutura entre o fio guia e o cateter na sua ponta, assim como entre o cateter e o próprio introdutor. Tal como descrito na técnica inicial esta poderá estar associada a mobilização de placas ateromatosas pelo que se recomenda a punção ecoguiada, a orientação mais perpendicular da agulha durante a punção (cerca de 60-90º) e a verificação ecográfica do acesso pós-procedimento. Estão pontualmente descritas na literatura outras técnicas de inversão do sentido das punções femorais, não só como técnica de resgate, mas também em contexto de isquemias bilaterais em que o lado intervencionado acaba por ser o contra-lateral ao inicialmente proposto. Hartnell, et al, descreve a técnica simples de utilização de um cateter com morfologia em S pré-formado a nível aórtico e que, após ser recuado para o eixo ilíaco, permite a progressão de um fio guia. (2) Esta manobra é tecnicamente exigente, pode ser time-consuming e só pode ser executada quando a anatomia é favorável. Variações desta técnica foram descritas no sentido de facilitar a manobra. (3&#8211;5) Miles, et al, descrevem a sua experiência com um cateter &#8220;acordeão&#8221; por eles desenvolvido e comercializado (N-S Medical®)(6). Foi baseado no conceito dos cateteres de drenagem peritoneal. Dessa forma, um mesmo cateter posicionado retrogradamente permite o acesso retrógrado pelo orifício terminal, ou anterógrado pelo orifício lateral, que fica disponível e orientado distalmente com a retração de um sistema de fios pre-montado no cateter. O grupo de Ysa, et al, haviam já descrito uma técnica de rebound(7), em que para a inversão de orientação do fio guia utilizavam um cateter balão Fogarty® (Edwards Lifesciences®) posicionado proximalmente à extremidade do introdutor. Após a sua insuflação o balão condiciona a progressão proximal do fio guia, obrigando-o a progredir distalmente. Os autores admitem o risco de disseção relacionado com esta técnica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>CONCLUSÃO</p>     <p>Descrevemos a aplicação de uma técnica previamente descrita e adaptada, de conversão de uma punção retrógrada ipsilateral em anterógrada, tendo sido bem sucedida. Não foi necessário recorrer a outro acesso ipsi ou contra</p>     <p>-lateral. Pela sua facilidade, assim como baixo risco teórico, poderá ser de extrema utilidade em múltiplos contextos, nomeadamente naqueles em que se antevê um acesso anterógrado difícil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>RESPONSABILIDADES ÉTICAS</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Proteção de pessoas e animais. </b>Os autores declaram que para esta investigação não se realizaram experiências em seres humanos e/ou animais.</p>     <p><b>Confidencialidade dos dados. </b>Os autores declaram que não aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p><b>Direito à privacidade e consentimento escrito. </b></p>     <p>Os autores declaram que não aparecem dados de pacientes neste artigo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>BIBLIOGRAFIA</p>     <!-- ref --><p>Ysa A, Lobato M, Gómez R, et al. A new simple method of converting a retrograde femoral access to an antegrade catheterization. J Vasc Surg. 2014 Sep;60(3):792&#8211;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891398&pid=S1646-706X201700020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hartnell G. An improved reversal technique from retrograde to antegrade femoral artery cannulation. Cardiovasc Intervent Radiol. 1998 Dec;21(6):512&#8211;3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891400&pid=S1646-706X201700020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Shenoy SS. Sidewinder catheter for conversion of retrograde into antegrade catheterization. Cardiovasc Intervent Radiol. 6(2):112&#8211;3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891402&pid=S1646-706X201700020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kadir S, Baassiri A, Barth K. Technique for conversion of a retrograde into an antegrade femoral artery catheterization. Am J Roentgenol. 1981 Feb 1;136(2):430&#8211;1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891404&pid=S1646-706X201700020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Patel YD. Catheter for conversion of retrograde to antegrade femoral artery catheterization. Am J Roentgenol. 1990 Jan 1;154(1):179&#8211;80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891406&pid=S1646-706X201700020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miles SG, Siragusa R, Hawkins IF. New directional accordion catheter for converting a retrograde puncture into an antegrade catheter placement. AJR Am J Roentgenol. 1988 Jul;151(1):197&#8211;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891408&pid=S1646-706X201700020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ysa A, Arruabarrena A, Bustabad MR, Peña M. Easy technique for retro-antegrade superficial femoral artery catheterization. J Vasc Surg. 2008 Oct;48(4):1041&#8211;3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=891410&pid=S1646-706X201700020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspondência</a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrónico: </i><a href="mailto:ricardogfagouveia@gmail.com">ricardogfagouveia@gmail.com</a> (R. Gouveia).</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ysa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lobato]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gómez]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A new simple method of converting a retrograde femoral access to an antegrade catheterization]]></article-title>
<source><![CDATA[J Vasc Surg]]></source>
<year>2014</year>
<month> S</month>
<day>ep</day>
<volume>60</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>792-5</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hartnell]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An improved reversal technique from retrograde to antegrade femoral artery cannulation]]></article-title>
<source><![CDATA[Cardiovasc Intervent Radiol]]></source>
<year>1998</year>
<month> D</month>
<day>ec</day>
<volume>21</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>512-3</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shenoy]]></surname>
<given-names><![CDATA[SS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sidewinder catheter for conversion of retrograde into antegrade catheterization]]></article-title>
<source><![CDATA[Cardiovasc Intervent Radiol]]></source>
<year></year>
<volume>6</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>112-3</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kadir]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baassiri]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barth]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Technique for conversion of a retrograde into an antegrade femoral artery catheterization]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Roentgenol]]></source>
<year>1981</year>
<month> F</month>
<day>eb</day>
<volume>136</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>430-1</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Patel]]></surname>
<given-names><![CDATA[YD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Catheter for conversion of retrograde to antegrade femoral artery catheterization]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Roentgenol]]></source>
<year>1990</year>
<month> J</month>
<day>an</day>
<volume>154</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>179-80</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miles]]></surname>
<given-names><![CDATA[SG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siragusa]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hawkins]]></surname>
<given-names><![CDATA[IF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[New directional accordion catheter for converting a retrograde puncture into an antegrade catheter placement: AJR]]></article-title>
<source><![CDATA[Am J Roentgenol]]></source>
<year>1988</year>
<month> J</month>
<day>ul</day>
<volume>151</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>197-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ysa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arruabarrena]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bustabad]]></surname>
<given-names><![CDATA[MR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peña]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Easy technique for retro-antegrade superficial femoral artery catheterization]]></article-title>
<source><![CDATA[J Vasc Surg]]></source>
<year>2008</year>
<month> O</month>
<day>ct</day>
<volume>48</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>1041-3</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
