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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[True aneurismal dilatation of the azygos vein is a rare entity which has been reported in the literature on only a few occasions. We report a case of azygos vein aneurysm dilatation that was incidentally discovered on a computed tomography angiogram (CTA), during imagiologic study for hemoptyses, on an anticoagulated female 82 year-old patient. A repeat CTA after one month revealed complete thrombosis of the aneurysm. She was managed conservatively with outpatient follow-up.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p style="text-align: right;"><b>CASO CLÍNICO</b></p>     <p><b>Aneurisma da veia ázigos &#8212; achado raro em estudo de imagem. Tratar ou não tratar?</b></p>     <p><b>Azygos vein aneurysm &#8212; rare imaging finding. To treat or not to treat?</b></p>     <p><b>Andreia Coelho<sup>1</sup>, Miguel Lobo, Victor Martins, Ricardo Gouveia, Jacinta Campos, Rita Augusto, Alexandra Canedo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup>Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e Espinho</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Autor para correspondência</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O aneurisma da veia ázigos é uma entidade clínica rara, descrita num número reduzido de <i>case reports </i>na literatura. Neste arti­go, descreve-se o caso de um aneurisma da veia ázigos, diagnosticado acidentalmente numa angio-tomografia computorizada (AngioTC) durante a investigação clínica de um quadro de hemoptises, numa doente do sexo feminino de 82 anos hipocoagula­da com varfarina. Foi diagnosticada uma traqueobronquite e repetiu-se AngioTC após resolução do quadro agudo, que revelou trombose completa do aneurisma. Decidiu-se tratamento conservador da doente, com <i>follow-up </i>imagiológico seriado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave: </b>Aneurisma Venoso; Veia Ázigos</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>True aneurismal dilatation of the azygos vein is a rare entity which has been reported in the literature on only a few occasions. We report a case of azygos vein aneurysm dilatation that was incidentally discovered on a computed tomography angiogram (<i>CTA</i>), during imagiologic study for hemoptyses, on an anticoagulated female 82 year-old patient. A repeat CTA after one month revealed complete thrombosis of the aneurysm. She was managed conservatively with outpatient follow-up.</p>     <p><b>Keywords:</b><i>Venous Aneurysm; Azygous Vein;</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>INTRODUÇÃO</p>     <p>O aneurisma da veia ázigos é uma entidade clínica extrema­mente rara, descrita pela primeira vez em 1963 como uma lesão idiopática, sacular e provavelmente congénita.(1).</p>     <p>No entanto, a grande maioria dos casos são secundários, sendo a causa fisiopatológica mais frequente o aumento da pressão venosa central, geralmente no contexto de insufi­ciência cardíaca descompensada.(2) Outras causas incluem a hipertensão venosa portal, gravidez, a oclusão crónica da veia cava inferior, no contexto de agenesia parcial ou total da veia cava inferior, de trombose venosa profunda ou de neoplasia localizada na veia cava inferior. O aneurisma surge assim devido a um estado hiperdinâmico na circula­ção no sistema ázigos, que funciona como colateralidade.(3) Uma terceira causa inclui o trauma, geralmente associado a desenvolvimento de falso aneurisma, quer após trauma fechado de alto impacto ou iatrogenia após colocação de cateteres intra-arteriais.(4)</p>     <p>Reporta-se neste artigo o caso de um aneurisma da veia ázigos diagnosticado acidentalmente.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>CASE REPORT</p>     <p>Trata-se de um doente do sexo feminino, de 84 anos de idade, parcialmente dependente nas atividades de vida diárias. Apresentava antecedentes pessoais de hiperten­são arterial, fibrilação auricular hipocoagulada com varfa­rina, insuficiência respiratória restritiva e insuficiência cardíaca com múltiplos episódios de vinda ao serviço de urgência por descompensação.</p>     <p>Observada no serviço de urgência por quadro de dispneia, tosse e hemoptises com presença sangue vivo em peque­na quantidade no sputum. Ao exame objetivo apresenta­va-se febril (38,7ºC), hemodinâmicamente estável, com saturação de oxigénio de 83% em ar ambiente.</p>     <p>Do estudo analítico realizado, salienta-se a ausência de anemia, com um valor de hemoglobina de 12,8 g/dL, e a elevação de parâmetros inflamatórios com leucocitose com neutrofilia (15,75x10&#094;3/L com 83% de neutrófilos) e com valor de proteína C reativa de 15,11g/dL. O estudo de coagulação revelou níveis supraterapêuticos de razão normalizada internacional (INR): 8,75.</p>     <p>No decurso do estudo diagnóstico realizou telerradiogra­fia do tórax, electrocardiograma e ecocardiograma, que revelaram uma fibrilação auricular já conhecida e achados compatíveis com hipertensão pulmonar.</p>     <p>Realizou-se um segundo método de imagem &#8211; angiotomografia computorizada (angioTC) que revelou a presença de aneurisma da veia ázigos com 50x34 mm, em contacto próximo com a traqueia e com trombo mural a ocupar parte do lúmen (<a href="#i1">Imagem I</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="i1"></a> <img src="/img/revistas/ang/v13n3/13n3a10i1.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Perante este quadro clínico, a doente foi internada admitin­do-se o diagnóstico de traqueobronquite, iniciando trata­mento dirigido com antibioterapia e tratamento de suporte.</p>     <p>Considerou-se que o quadro de hemoptises teria surgido no contexto de INR supraterapêutico (8,75) associado ao esforço da tosse, admitindo-se que o aneurisma seria um achado durante a investigação clínica.</p>     <p>No entanto, para excluir a possível relação realizou-se broncofibroscopia flexível, sem evidência de fistulização a nível da traqueia ou do inicio da àrvore brônquica.</p>     <p>Perante a melhoria clínica da doente com o tratamento médico, decidiu-se prosseguir a investigação clínica em regime ambulatório na consulta externa.</p>     <p>A doente repetiu AngioTC cerca de um mês depois, com trom­bose da totalidade do aneurisma da veia ázigos, pelo que se decidiu pela manutenção de atitude expectante com vigilân­cia imagiológica seriada (<a href="#i2"></a><a href="#i2">Imagem II</a>). A doente apresenta neste momento dois anos de <i>follow-up </i>sem intercorrências.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="i2"></a> <img src="/img/revistas/ang/v13n3/13n3a10i2.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>DISCUSSÃO</p>     <p>O aneurisma da veia ázigos é um diagnóstico raro, e frequentemente assintomático. Pode, no entanto, causar sintomas associados à compressão da veia cava superior, compressão do brônquio principal direito podendo também estar associado ao risco de embolia pulmonar, sobretudo quando apresenta trombo mural.(5) Teoricamente, o aneu­risma veia ázigos apresenta risco de hemorragia e rotura, apesar de tal não estar descrito na literatura em casos de aneurismas não traumáticos.(2)</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Relativamente a opções terapêuticas, pode-se decidir por tratamento expectante com controlo imagiológico seria­do(6), tratamento cirúrgico com resseção por toracotomia ou toracoscopia(7,8), ou tratamento endovascular. O trata­mento endovascular pode passar pela embolização do aneurisma com recurso a coils ou a plugs, ou pela exclusão do aneurisma com recurso a <i>stentgrafts</i>.(9,5)</p>     <p>As indicações para tratamento não estão ainda bem definidas, dada a raridade deste diagnóstico. Na literatura é consensual a indicação para tratamento de casos sintomáticos, sobre­tudo quando apresentam sintomas compressivos, sendo a opção geralmente o tratamento cirúrgico toracoscópico.(9)</p>     <p>O tratamento de doentes assintomáticos é controver­so, no entanto, em casos de aneurismas que apresentam trombo mural, considera-se que o risco de embolia pulmo­nar não é desprezível.</p>     <p>Neste caso, considerou-se tratar-se de um aneurisma secundário a um estado hiperdinâmico no sistema porta, associado à insuficiência cardíaca da doente.</p>     <p>Inicialmente considerou-se a hipótese de realização de trata­mento endovascular do aneurisma após resolução do quadro agudo, pelo risco de desenvolvimento de embolia pulmonar.</p>     <p>Após a realização do controlo imagiológico em ambulató­rio que revelou a trombose completa de todo o aneurisma, considerou-se que o risco de embolia pulmonar tinha dimi­nuído significativamente e que por outro lado o risco de complicações do tratamento endovascular tinha aumen­tado exponencialmente, pelo que se optou por uma estra­tégia conservadora. A doente apresenta neste momento dois anos de <i>follow-up </i>sem intercorrências.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>OBRAS CITADAS</p>     <!-- ref --><p> WA W. Aneurysm of the azygos vein, etiology undetermined. Am J Roentgenol Radium Ther Nucl Med. 1963; p. 90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892540&pid=S1646-706X201700030001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Mohammad K BNSM. Idiopathic Azygos Vein Aneurysm Mimicking a Mediastinal Mass: Case Report and Review of Literature. J Med Cases. 2013; p. 4/5)_292-295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892542&pid=S1646-706X201700030001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Seebauer L PHGJea. A mediastinal tumor simulated by a saccula­ted aneurysm of the azygos vein. Thorac Cardiovasc Surg. 1989; p. 37(2):112-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892544&pid=S1646-706X201700030001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Nakamura Y NKNHea. Surgical exclusion of a thrombosed azygos veis aneurysm causing pulmonary embolism. The journal of thoracic and cardiovascular surgery. 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892546&pid=S1646-706X201700030001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Favelier S ELPPea. Successful Endovascular Treatment of a Large Azygos Vein Aneurysm With Stent-Graft Implantation. Ann Thorac Surg. 2015; p. 99:1455.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892548&pid=S1646-706X201700030001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Sonny Sau-hin C SLCKK. Azygous vein aneurysm: CT follow-up.. J Thorac Imaging. 2006; p. 21:66&#8211;68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892550&pid=S1646-706X201700030001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Person TD KCCHea. Thorascopic approach to the resection of an azygous vein aneurysm. J Thorac Cardiovasc Surg. 2005; p. 30:230&#8211;231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892552&pid=S1646-706X201700030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Gomez MA DAPPea. Partial thrombosis of an idiopathic azygous vein aneurysm.. Br J Radiol. 2004; p. 77:342&#8211;343.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892554&pid=S1646-706X201700030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <!-- ref --><p>H W. Transcatheter Occlusion of an Azygous Vein Aneurysm. Catheterization and Cardiovascular Interventions. 2011; p. 77:99&#8211;102.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=892556&pid=S1646-706X201700030001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup><a href="#topc0">Autor para correspondência</a><a name="c0"></a></p>     <p><i>Correio eletrónico: </i><a href="mailto:andreiasofiacoelho@hotmail.com">andreiasofiacoelho@hotmail.com</a> (A. Coelho).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recebido a 2016-12-28;</p>     <p>Aceite a 25-10-2017;</p>      ]]></body><back>
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