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<journal-title><![CDATA[Angiologia e Cirurgia Vascular]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aneurismas venosos poplíteos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Popliteal vein aneurysms]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho Angiologia e Cirurgia Vascular ]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-706X2018000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-706X2018000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-706X2018000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O aneurisma da veia poplítea é uma entidade rara mas potencialmente fatal pelas eventuais complicações tromboembólicas. O objetivo deste trabalho é descrever dois casos institucionais e proceder a uma revisão da literatura. Em um dos casos o diagnóstico foi feito após ocorrência de embolia pulmonar sintomática e em outro de forma incidental. Em ambos os casos o tratamento foi por cirurgia convencional sem complicações peri operatórias. Da revisão literária foram analisados um total de 43 aneurismas da veia poplítea publicados entre 206 e 2016.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Popliteal vein aneurysm is a rare but potentially fatal entity due to possible thromboembolic complications. The purpose of this paper is to describe two institutional cases and to review the literature. In one case the diagnosis was made after the occurrence of symptomatic pulmonary embolism and in another, incidentally. In both cases the treatment was by conventional surgery without perioperative complications. From the literary review, a total of 43 popliteal vein aneurysms published between 206 and 2016 were analyzed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>CASOS CLÍNICOS</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Aneurismas venosos poplíteos</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Popliteal vein aneurysms</b></font></p>     <p><b>Pedro Pinto Sousa<sup>1</sup>, Pedro Brandão<sup>1</sup>, Alexandra Canedo<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Angiologia e Cirurgia Vascular, Centro Hospitalar Vila Nova de    Gaia/Espinho</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n    para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O aneurisma da veia poplítea é uma entidade rara mas potencialmente fatal pelas    eventuais complicações tromboembólicas.</p>     <p>O objetivo deste trabalho é descrever dois casos institucionais e proceder    a uma revisão da literatura.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em um dos casos o diagnóstico foi feito após ocorrência de embolia pulmonar    sintomática e em outro de forma incidental. Em ambos os casos o tratamento foi    por cirurgia convencional sem complicações peri operatórias.</p>     <p>Da revisão literária foram analisados um total de 43 aneurismas da veia poplítea    publicados entre 206 e 2016.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Aneurisma poplíteo, veia poplítea, aneurismectomia,    embolia pulmonar</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Popliteal vein aneurysm is a rare but potentially fatal entity due to possible    thromboembolic complications.</p>     <p>The purpose of this paper is to describe two institutional cases and to review    the literature.</p>     <p>In one case the diagnosis was made after the occurrence of symptomatic pulmonary    embolism and in another, incidentally. In both cases the treatment was by conventional    surgery without perioperative complications.</p>     <p>From the literary review, a total of 43 popliteal vein aneurysms published    between 206 and 2016 were analyzed.</p>     <p><b>Keywords:</b> Popliteal aneurysm, popliteal vein, aneurysmecotmy, pulmonar    embolism</p> <hr/>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução</b></p>     <p>O aneurisma da veia poplítea (AVP)(1,2) é uma entidade rara mas potencialmente    fatal. Dada esta raridade não é conhecida a sua verdadeira incidência bem como    etiologia e melhor forma de tratamento(3).</p>     <p>O primeiro caso descrito na literatura foi em 1976 por Dahl et al e, desde    então, estarão descritos na Literatura, aproximadamente duzentos casos. </p>     <p>Estes tendem a ocorrer em qualquer idade e sem preferência de género. A sua    verdadeira etiologia permanece desconhecida, embora se associem, muitas vezes,    a malformações congénitas, trauma, inflamação, fragilidade da parede vascular    e doença venosa crónica. Poderá ainda ocorrer no contexto de entrapment da veia    poplítea com a cabeça medial do músculo gastrocnémio.</p>     <p>A maioria apresenta-se com morfologia sacular (72-88% dos casos), sendo os    restantes fusiformes(5). A formação de trombo intra-mural no saco aneurismático    é encontrada em aproximadamente dois terços dos pacientes com AVP. Os de maiores    dimensões, principalmente quando superiores a 30mm e os com morfologia sacular    são mais propensos a complicações tromboembólicas. </p>     <p>Casos clínicos</p>     <p>1. Doente do sexo masculino, 44 anos, sem antecedentes patológicos de relevo.    Admitido em consulta externa de Cirurgia e Angiologia Vascular por apresentar    recorrência de varizes dos membros inferiores. Durante o estudo pré-operatório    realizou ultrassonografia com doppler que revelou um AVP à esquerda, sacular,    com diâmetro máximo de 22mm, sem trombo e compressível com sonda.&lt;/>      <p>2. Doente do sexo feminino, 73 anos, admitida no serviço de urgência com quadro    de dispneia de instalação súbita e dor torácica. O estudo por angiotomografia    computorizada revelou embolia pulmonar bilateral tendo a doente sido internada    para tratamento e estudo.</p>     <p>Deste último não resultaram fatores de risco significativos e o estudo de trombofilias    foi negativo. A ultrassonografia com doppler dos membros inferiores revelou    um AVP à direita, sacular, com diâmetro máximo de 29mm, sem trombo e compressível    com sonda. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ambos os pacientes foram propostos e submetidos a correção cirúrgica por aneurismecotmia    tangencial e venorrafia lateral. O AVP foi exposto por abordagem posterior através    de uma incisão em “S” (<a href="#f1">figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/ang/v14n3/14n3a11f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Não foram registadas complicações no intra nem no período peri-operatório.</p>     <p>Ambos tiveram alta no segundo dia pós intervenção com indicação para anticoagulação    com rivaroxavano® 20mg durante 6 meses e uso diário de meia de compressão elástica.    O seguimento realizado ao primeiro, terceiro e sexto mês revelou permeabilidade    da veia poplítea, sem sinais de nova dilatação venosa, estenose ou trombose.    Os doentes apresentavam-se sem qualquer sintomatologia associada ao AVP, mantendo-se    o primeiro doente com patologia de varizes dos membros inferiores.</p>     <p>A anatomia patológica de ambos os casos revelou “alterações degenerativas”.</p>     <p>Foi realizada uma pesquisa literarária para avaliação e interpretação de todos    os artigos publicados nos últimos dez anos (2008-2017) que reportassem casos    clínico de AVP.</p>     <p><b>Discussão</b></p>     <p>De forma a enquadrar melhor os nossos casos clínicos, procedeu-se a uma revisão    literária. O site de busca foi a PubMed e os termos MeSH utilizados foram “popliteal    vein aneurysm”. Todos os artigos que não em língua inglesa foram excluídos.    Encontram-se publicados 32 artigos que reportam 68 doentes com AVP. Destes,    apenas um artigo que relata múltiplos casos, menciona a existência da presença    de AVP concomitante no membro contralateral e descreve-o em cinco doentes. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Do total de 68 doentes descritos, 42 (62%) eram do sexo masculino e 26 (38%)    do sexo feminino e apresentavam uma idade média de 48,76 (s 14,74; mínimo 14    - máximo 78) anos.</p>     <p>A apresentação inicial do AVP foi sob a forma clínica de trombose venosa profunda/embolia    pulmonar em 42% (n=29) dos doentes; 35% (n=24) dos AVP foram diagnosticados    no seguimento de estudo realizado aos doentes por queixas compatíveis com possível    doença venosa crónica; 13% (n=9) dos AVP foram diagnosticados de forma incidental    encontrando-se os doentes totalmente assintomáticos; em outros dois casos (3%)    o mesmo foi diagnosticado no seguimento de vigilância de AVP prévio, portanto,    por recorrência; um caso (1%) de AVP foi descoberto após este ter complicado    com um acidente vascular cerebral e outro caso (1%) por este condicionar compressão    nervosa. Em dois casos (3%) publicados não foi possível identificar como foi    descoberto o AVP.</p>     <p>O diâmetro médio do AVP à data do diagnóstico foi de 39,10 (s 14,85; (mínimo    14 - máximo 93) mm sendo na maioria dos casos sacular (51%; n=35) embora em    2 casos (3%) não se encontrem descritas as dimensões do aneurisma e em 16 (23%)    dos casos publicados não esteja descrita a morfologia dos aneurismas. </p>     <p>A opção de tratamento foi aneurismectomia tangencial e venorrafia lateral em    46% (n=31) dos doentes; vigilância em 14 pacientes (21%); em 7% (n=5) dos doentes    a opção foi apenas anti-coagulação; em 7% (n=5) o tratamento consistiu em aneurismectomia    total e enxerto de interposição; em 5% (n=3) foi realizada aneurismectomia parcial    e venoplastia com patch; em 1% (n=1) foi realizada laqueação venosa e em 1%    (n=1) foi realizada aneurismectomia total e anastomose topo a topo. </p>     <p>Em 12% (n=8) dos casos não se encontrou a descrição da orientação clínica que    foi optada perante o AVP. </p>     <p>Relativamente à opção de hipocoagulação pós intervenção, esta foi muito variável.    Dos 41 doentes intervencionados, 8 (20%) ficaram-no durante seis meses, 6 (15%)    durante 3 meses, 4 (10%) de forma indefinida (ad eternum), 1 (2%) durante 18    meses, um (2%) durante 5 meses e os restantes sem indicação para hipocoagulação    ou a mesma não vinha descrita no artigo. </p>     <p>O AVP é, assim, uma patologia rara mas potencialmente fatal uma vez que é fonte    de fenómenos tromboembólicos. Apesar de a sua etiologia não ser clara, muitos    fatores de risco têm sido propostos. A fisiopatologia mais aceite parece ser    uma perda do componente normal do tecido conjuntivo local resultante de um subdesenvolvimento    congénito ou degeneração do tecido conjuntivo com o envelhecimento. A anatomia    patológica dos casos apresentados não foi esclarecedora. Segundo a literatura,    a grande maioria destes aneurismas são verdadeiros e unilaterais. </p>     <p>Relativamente ao diagnóstico, são propostas várias modalidades de exames de    imagem, onde se incluiu a flebografia, ultrassonografia com doppler, a angiotomografia    computorizada e angioressonância magnética. A ultrassonografia com doppler é    um método de diagnóstico não invasivo e fiável podendo ainda fornecer considerações    sobre a morfologia do mesmo, as suas dimensões e características específicas    como localização anatómica, presença ou não de trombo.</p>     <p>Perante as potenciais complicações tromboembólicas, a reparação cirúrgica é    indicada em todos os doentes sintomáticos. Se exequível deverá proceder-se a    uma aneurismectomia parcial, ressecção e venorrafia lateral. Contudo, se esta    não poder ser realizada de forma adequada como acontece, geralmente em casos    de aneurismas fusiformes, outros métodos poderão ser tentados devendo sempre    procurar manter a integridade do sistema venoso profundo. A hipocoagulação de    forma isolada tem-se demonstrado ineficaz e acarreta uma elevada taxa de recorrência    (80%)(6). </p>     <p>A orientação a dar no caso de diagnóstico incidental de AVP é mais controversa.    Nos casos dos aneurismas mais pequenos, principalmente se fusiformes e inferiores    a 20mm, sem trombo, uma atitude conservadora com monitorização e vigilância    periódica poderá ser a melhor opção. No caso clínico de diagnóstico após estudo    por doença venosa crónica e, apesar da ausência de complicações tromboembólicas    ou da presença de trombo mural, as dimensões e morfologia do aneurisma per si    pareceu-nos jusfiticar uma atittude interventiva.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A hipocoagulação após a intervenção cirúrgica é algo também muito discutido    na literatura. Em 1993, Alridge et al. dedicou especial atenção à necessidade    de anticoagular estes doentes e à utilização adjuvante de compressão mecânica.    Enfatizavam que a cirurgia per si eliminava a causa da recorrência de embolia    pulmonar mas a linha de sutura ao nível da veia é um fator trombogénico potencial(7).    De acordo com o publicado por Bergqvist et al. a duração da anticoagulação deverá    ser longa o suficiente para permitir o remodelamento do endotélio venoso no    local da ressecção aneurismática, sugerindo um tratamento entre 6-8 semanas(8).    Contudo, os autores deste trabalho acreditam que um período entre 3 a seis meses,    poderá ser o mais adequado tendo sempre em consideração a forma de apresentação    inicial do AVP e os antecedentes médicos de cada paciente. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. McDevit DT, Lohr JM, Martin KD et al. Bilateral popliteal vein aneurysms.    Ann Vasc Surg 1993; 7: 282-286.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898720&pid=S1646-706X201800030001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>2. Maleti O, Luigi M, Collura M, Aneurysmes veineux poplitès expèrience personelle.    Phlebologie 1997; 50: 53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898722&pid=S1646-706X201800030001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>3. Labropouls N, Volteas S, Giannoukas A, et al. Asymptomatic popliteal vein    aneurysm. Vasc Endovascular Surg 1996; 30: 453-457.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898724&pid=S1646-706X201800030001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Dahl JR, Freed TA, Burke MF. Popliteal vein aneurysm with recurrent pulmonary    thromboemboli. JAMA 1976; 236: 2531-2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898726&pid=S1646-706X201800030001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Gabrielli R, Rosati MS, Siani A, et al. Management of symptomatic venous    aneurysm. Scientific World J. 2012; Article ID 386478, 6 pages.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898727&pid=S1646-706X201800030001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>6. Debing E, Vanhulle A, Verhaeghe W, et al. Popliteal venous aneurysm with    pulmonary embolism. J Cardiovasc Surg 1998; 14:343-6;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898729&pid=S1646-706X201800030001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Maldonado-Fernandez N, Lopez-Espada C, Martinez-Gamez FJ, et al. Popliteal    venous aneurysms: results of surgical treatment. Ann Vasc Surg 2013; 27: 501-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898731&pid=S1646-706X201800030001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Bergqvist D, Bjorck M, Ljungman C. Popliteal Venous Aneurysm - A Systematic    Review. World J Surg 2006; 30: 273-279&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898733&pid=S1646-706X201800030001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Sessa C, Nicolini P, Perrin M, et al. Management of symptomatic and asymptomatic    popliteal venous aneurysms: a retrospective analysis of 25 patients and review    of the literature. JVasc Surg 2000; 32: 902-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898734&pid=S1646-706X201800030001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Sessa C, Philippe N et al. Managment of symptomatic and asymptomatic popliteal    venous aneurysms: A retrospective analysis of 25 patients and review of literature.    J Vasc Surg 2000; 32: 902-911;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898736&pid=S1646-706X201800030001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Aldridge SC, Comerota AJ, Katz ML et al. Popliteal venous aneurysm: Raport    of two cases and review of the world literature. J Vasc Surg 1993; 18: 708-715.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898738&pid=S1646-706X201800030001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>12. Kearon C et al. Antithrombotic Therapy for VTE Disease. Prevention of VTE    in Nonorthopedic Surgery Patients 9th ed: American College of Chest Physicans    Evidence-Based Clinical Practice Guidelines. CHEST 2012; 141: e227S-e277S.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898740&pid=S1646-706X201800030001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Torbicki A, Perrier A, Konstatinides S et al. The Task Force for the Diagnosis    and Management of Acute Pulmonary Embolism of the European Society of Cardiology    (ESC): Guidelines on the diagnosis and management of acute pulmonary embolism.    European Heart Journal 2008; 29: 2276-2315.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898742&pid=S1646-706X201800030001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#topc0">Direcci&oacute;n    para correspondencia</a> | <a href="#topc0">Correspondence</a><a name="c0"></a></p>     <p>Correio eletrónico: <a href="mailto:pedro_psousa@hotmail.com">pedro_psousa@hotmail.com</a>    (P. Sousa).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Responsabilidades éticas</b></p>     <p><b>Proteção de pessoas e animais:</b> Os autores declaram que para esta investigação    não se realizaram experiências em seres humanos e/ou animais.</p>     <p><b>Confidencialidade dos dados:</b> Os autores declaram ter seguido os protocolos    do seu centro de trabalho acerca da publicação dos dados dos doentes.</p>     <p><b>Direito à privacidade e consentimento informado:</b> Os autores declaram    que não aparecem dados de doentes neste artigo.</p>     <p><b>Conflitos de interesses:</b> Os autores declaram não haver conflito de interesses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 10 de outubro de 2017</p>     <p>Aceite a 14 de agosto de 2018</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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