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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Abdominal aortic aneurysm (AAA) is a focal dilatation of at least 1,5 times the normal aortic diameter at the level of the renal arteries or, in absolute value, it is a diameter higher than 30 mm. The global prevalence is 2% in men older than 65 years, which is 4 times higher than the prevalence of AAA in women. The major risk factors for AAA are smoking, age, ethnicity, male gender and familiar history. There is a known association between coronary artery disease and AAA, probably because they share similar risk factors. The authors aim to perform a review about the association between these diseases and about the advantages of doing a screening in this subgroup of patients. Besides AAAs are not a result or manifestation of atherosclerosis, neither a dose-response effect, the atherosclerosis seems to be an important risk factor to the development of AAA, hence the association between AAA and coronary artery disease. The AAA prevalence is significantly higher in patients with known coronary disease; it varies between 1,8 and 9,5% in the coronary disease subgroup comparing to 2% in general population. The severity of coronary disease also seems related to AAA prevalence. However, there are no sufficient data to support AAA screening in this subgroup of patients, mainly because the decrease of morbidity and mortality with screening is not yet determined.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Aneurisma da Aorta Abdominal]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Aneurismas da aorta abdominal e patologia coronária</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Abdominal aortic aneurysms and coronary artery disease</b></font></p>     <p><b>Rita Soares Ferreira<sup>1,2*</sup>, Rodolfo Ferreira Abreu<sup>1</sup>,    Nelson Camacho<sup>1</sup>, Joana Catarino<sup>1</sup>, Ricardo Correia<sup>1</sup>,    Frederico Bastos Gonçalves<sup>1,2</sup>, Maria Emília Ferreira<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular, Hospital de Santa Marta,    CHLC, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>NOVA Medical School, Lisboa, Portugal</p>     <p><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a> | <a href="#c0">Direcci&oacute;n    para correspondencia</a> | <a href="#c0">Correspondence</a><a name="topc0"></a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O aneurisma da aorta abdominal (AAA) é uma dilatação focal da aorta abdominal    de pelo menos 1,5 vezes o diâmetro normal da aorta ao nível das artérias renais    ou, em valor absoluto, um diâmetro igual ou superior a 30 mm. A prevalência    global é de 2% em homens com idade superior a 65 anos, quatro vezes maior do    que nas mulheres.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os principais factores de risco para AAA são tabagismo, idade, etnia, sexo    masculino e história familiar. Existe uma associação descrita entre doença coronária    e AAA, provavelmente relacionada com a partilha de factores de risco.</p>     <p>Os autores têm como objectivo realizar uma revisão das publicações acerca desta    associação e dos benefícios do rastreio neste subgrupo de doentes.</p>     <p>Apesar de os AAA não constituírem um resultado ou manifestação da aterosclerose,    nem existir uma dose-resposta consistente entre os dois, a aterosclerose parece    manter-se um importante factor associado ao desenvolvimento de AAA, daí a associação    entre doença coronária e AAA. A prevalência de AAA é significativamente superior    nos doentes com doença coronária conhecida, variando entre 1,8% e 9,5%, comparativamente    aos 2% da população em geral. Também a gravidade de doença coronária parece    estar relacionada com a prevalência de aneurismas. </p>     <p>No entanto, não existem dados suficientes para que o rastreio de AAA neste    subgrupo de doentes seja implementado, sobretudo porque não está comprovada    a diminuição da morbilidade e mortalidade com o rastreio específico em doentes    coronários, ao contrário do que acontece com a restante população.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Aneurisma da Aorta Abdominal; Doença Coronária; Prevalência;    Factores de Risco; Rastreio</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Abdominal aortic aneurysm (AAA) is a focal dilatation of at least 1,5 times    the normal aortic diameter at the level of the renal arteries or, in absolute    value, it is a diameter higher than 30 mm. The global prevalence is 2% in men    older than 65 years, which is 4 times higher than the prevalence of AAA in women.</p>     <p>The major risk factors for AAA are smoking, age, ethnicity, male gender and    familiar history. There is a known association between coronary artery disease    and AAA, probably because they share similar risk factors.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The authors aim to perform a review about the association between these diseases    and about the advantages of doing a screening in this subgroup of patients.</p>     <p>Besides AAAs are not a result or manifestation of atherosclerosis, neither    a dose-response effect, the atherosclerosis seems to be an important risk factor    to the development of AAA, hence the association between AAA and coronary artery    disease. The AAA prevalence is significantly higher in patients with known coronary    disease; it varies between 1,8 and 9,5% in the coronary disease subgroup comparing    to 2% in general population. The severity of coronary disease also seems related    to AAA prevalence.</p>     <p>However, there are no sufficient data to support AAA screening in this subgroup    of patients, mainly because the decrease of morbidity and mortality with screening    is not yet determined.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Keywords: </b>Aortic Aneurysm, Abdominal; Coronary Disease; Prevalence;    Risk Factors; Mass Screening</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdução</b></p>     <p>O aneurisma da aorta abdominal (AAA) é uma dilatação focal da aorta abdominal    de pelo menos 1,5 vezes o diâmetro normal da aorta ao nível das artérias renais    ou, em valor absoluto, um diâmetro igual ou superior a 30 mm.(1)</p>     <p>A prevalência global é de 2% em homens com idade superior a 65 anos, quatro    a cinco vezes maior do que nas mulheres.(2)</p>     <p>Embora as taxas de incidência anual e prevalência estejam a diminuir no mundo    ocidental, a taxa de mortalidade apenas diminuiu reduziu-se cerca de 2%. A morte    por aneurisma da aorta é a 16ª causa mais comum entre homens com idade superior    a 65 anos nos EUA, com uma mortalidade muito elevada quando diagnosticados em    rotura.(3) Além disso, é importante notar que são frequentemente comparadas    - erradamente - as prevalências obtidas dos estudos randomizados (prevalência    a partir dos 65 anos) com as obtidas em estudos observacionais resultantes dos    programas de rastreio (prevalência aos 65 anos). Também o envelhecimento das    populações deve ser considerado, pois com o aumento da esperança de vida aumenta    também a probabilidade de sofrer da doença. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Deste modo, o rastreio continua a ser um ponto importante na abordagem dos    AAA, com evidência pelo menos em homens &gt; 65 anos, onde o benefício e custo-eficácia    estão amplamente comprovados.(4,5) Os principais factores de risco para AAA    são bem conhecidos e incluem o tabagismo, a idade, a etnia, o sexo masculino    e a história familiar.(6,7) </p>     <p>Também é conhecida uma associação entre doença coronária e AAA, provavelmente    relacionada com a partilha de factores de risco.(8) </p>     <p>Os autores têm como objectivo realizar uma revisão das publicações acerca da    associação entre AAA e doença coronária e dos eventuais benefícios do rastreio    selectivo neste subgrupo de doentes.</p>     <p>PREVALÊNCIA e RASTREIO DE AAA NA POPULAÇÃO EM GERAL</p>     <p>Os estudos sobre rastreio e prevalência de AAA foram desenvolvidos sobretudo    no Reino Unido, EUA e Suécia. No Reino Unido, no Multicentre Aneurysm Screening    Study (MASS), entre 1997 e 1999, foi encontrada uma prevalência de 4% em homens    entre os 65 e os 74 anos.(9) Nos Estados Unidos, a prevalência encontrada no    estudo Aneurysm Detection and Management (ADAM) realizado entre 1992 e 1997    foi de 4,2%, com uma idade média para os homens rastreados de 66 anos.(10) Actualmente    estão implementados rastreios de AAA na Suécia, Inglaterra e EUA.(5)</p>     <p>Estudos mais recentes relativamente à prevalência desta patologia foram efectuados    e, em Gloucestershire, em 20 anos, verificou-se uma diminuição da prevalência    de 4,8% para 1,1% nos homens com 65 anos de idade.(11) Na Suécia, igualmente,    em 10 anos, detectou-se uma diminuição da prevalência em homens de 65 aos 75    anos de 16,9% para 5,7%.(12)</p>     <p>Relativamente ao custo-eficácia e benefícios clínicos do rastreio de AAA, a    diminuição da prevalência detectada parece ser contrabalançada pela menor morbimortalidade    perioperatória e maior longevidade da população em geral.(5) Uma meta-análise    recente mostrou que o rastreio de AAA em homens com idade superior a 65 anos    reduz para quase metade as mortes relacionadas com o AAA (OR=0,66) bem como    a mortalidade global, embora numa escala proporcionalmente inferior (HR=0,98).(13)    Pelo contrário os resultados finais a longo prazo do rastreio por convite na    Austrália não demonstraram uma diminuição da mortalidade relacionada com AAA.(14)</p>     <p>Em Portugal, estima-se que a prevalência de AAA na população masculina &gt;    65 anos ronde os 2,1-2,4%, o que está baseado num programa de rastreio oportunista    e num programa de rastreio realizado numa amostra da população masculina portuguesa    com idade superior a 65 anos, que correspondiam aos utentes duma unidade de    saúde familiar. “Aorta não avisa” foi um rastreio oportunista realizado no nosso    país, que decorreu entre 23 de Junho de 2011 e 30 de Março de 2012, tendo sido    rastreados 604 doentes e destes 38 tinham um diâmetro da aorta abdominal superior    a 3 cm (2,37%).(15) Castro-Ferreira et al. encontraram uma prevalência de 2,1%    na população masculina com idade superior a 65 anos da Unidade de Saúde Familiar    de Valongo, com uma taxa de participação superior a 75%.(16)</p>     <p>FACTORES DE RISCO PARA PATOLOGIA CORONÁRIA E PARA AAA</p>     <p>As doenças cardiovasculares, incluindo doença coronária, doença cerebrovascular    extracraniana, doença arterial obstrutiva periférica e AAA, constituem uma das    principais causas de morbilidade e mortalidade na população em geral.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O risco de doença coronária pode ser calculado através do Framingham Risk Score    (FRS), sendo útil em doentes assintomáticos que podem beneficiar de prevenção    terapêutica. O risco individual de doença coronária aos 10 anos calcula-se através    da idade, género, tabagismo, diabetes, hipertensão e dislipidémia. Um score    inferior a 10% é classificado como baixo risco de doença coronária aos 10 anos    e um superior a 20% como elevado risco. Existem outros factores de risco, que    não são incluídos no cálculo deste score, considerados factores de risco emergentes,    tais como lipoproteína a, homocisteína, contagem leucocitária, glicémia em jejum    e proteína C reactiva (PCR) de elevada sensibilidade.(17)</p>     <p>A aterosclerose e AAA são doenças multifactoriais e poligénicas, com factores    de risco ambientais e genéticos conhecidos que, contribuem em conjunto para    desenvolvimento destas patologias. A aterosclerose representa um factor de risco    independente importante para os AAA, uma vez que, frequentemente, os doentes    com AAA têm aterosclerose associada (25-55%). No entanto, a natureza desta associação    ainda não está totalmente esclarecida. Poderá tratar-se de uma associação causal    ou resultante da partilha de factores de risco comuns para as duas doenças.    Estudos mais recentes apontam para que estas duas patologias sejam mas distintas    do que tradicionalmente descrito. Enquanto que para a doença aterosclerótica    a diabetes é um dos mais relevantes factores de risco, e a distribuição pelos    dois sexos é relativamente equitativa, para o AAA a diabetes surge com uma associação    negativa e os homens são afectados numa proporção muito superior.(18) </p>     <p>Os mecanismos fisiopatológicos para o desenvolvimento e progressão dos AAA    ainda não são completamente compreendidos. Os marcadores patológicos principais    dos AAA estabelecidos são inflamação crónica, apoptose das células de músculo    liso, degradação da matriz extracelular e trombose, marcadores igualmente presentes    nas placas de aterosclerose vulneráveis, indicando que a aterosclerose é um    importante factor de risco para AAA e usualmente presente na parede do aneurisma.    As duas doenças partilham seguramente mecanismos de doença similares, partilhando    importantes factores de risco - genética, idade avançada e tabagismo No entanto,    a doença aterosclerótica surge predominantemente na intima da artéria, enquanto    que a degeneração aneurismática é resultante de lesões da média e adventícia.</p>     <p>A diabetes é o factor de risco que menos favorece a relação causal entre aterosclerose    e AAA. Uma revisão sistemática revelou que a prevalência de DM nos doentes com    AAA é de 6-14%, enquanto que no grupo-controlo sem AAA, a prevalência varia    entre os 17-36%. A verdadeira razão para isto ainda não é conhecida, mas parece    estar relacionado com as alterações protetoras que o ambiente de hiperglicemia    proporciona na camada muscular da aorta. A hiperglicemia é uma factor de risco    para aterosclerose, mas limita o crescimento do AAA em ambiente experimental.(19)    Outra hipótese recentemente lançada para explicar o efeito da DM no desenvolvimento    dos aneurismas prende-se com o fármaco metformina, que poderá ter um efeito    supressivo do desenvolvimento de AAA.(20)</p>     <p>Relativamente a outros factores de risco, a PCR revelou ser mais elevada tanto    em aneurismas de maior diâmetro como de menoor diâmetro relativamente à DAOP,    o que aponta para um processo inflamatório mais marcado na doença aneurismática    do que na obstrutiva.(18)</p>     <p>Apesar de os AAA não constituírem resultado ou manifestação da aterosclerose,    nem existir uma dose-resposta consistente entre os dois, a aterosclerose ocorre    frequentemente associada ao desenvolvimento de AAA. Isto ocorre pelos efeitos    da inflamação crónica, factores de risco associados (como HTA) e sobretudo pela    destruição e enfraquecimento da parede aórtica, que predispõe aos efeitos da    pressão arterial e stress mecânico, resultando na sua dilatação.(18)</p>     <p>Especificando na doença coronária, a prevalência de AAA é mais elevada nesta    patologia, constituindo provavelmente um importante factor de risco independente    para AAA. A incidência de doença coronária nos doentes com AAA rondará os 50%,    segundo dados recentes.(18) Partilham factores de risco comuns, nomeadamente    idade avançada, género masculino e tabagismo, mas outros factores não contribuem    de forma equivalente para esta doença, como a dislipidémia, importante para    a doença coronária mas com menor relevância no desenvolvimento de AAA. Cho et    al. estudaram a correlação entre o score de cálcio nas artérias coronárias e    o diâmetro da aorta. A prevalência da presença de cálcio nas artérias coronárias    reflecte a prevalência de aterosclerose coronária e esta calcificação ocorre    de forma proporcionada com a gravidade e extensão da aterosclerose coronária.    Este grupo concluiu que o score de cálcio nas artérias coronárias se correlaciona    com o diâmetro da aorta abdominal, mas não com o diâmetro da aorta torácica,    sendo que a prevalência de AAA é maior em doente com scores de cálcio superiores    a 400.(21) </p>     <p>PREVALÊNCIA DE AAA NA PATOLOGIA CORONÁRIA</p>     <p>Vários grupos dedicaram-se a estudar a prevalência de AAA neste subgrupo de    doentes. (<a href="#t1">Tabela 1</a>)</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/ang/v14n4/14n4a06t1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Durieux et al. analisaram de forma prospectiva a presença de AAA num grupo    de 1000 doentes, submetidos a angiografia por suspeita de doença coronária,    ou já confirmada, ou previamente a cirurgia valvular. A prevalência global encontrada    foi de 4,2% (5,9% em homens e 0,3% em mulheres); em homens com idade superior    a 65 anos foi o dobro (8,6%) e em homens com doença de 3 vasos foi de 14,4%.    Este grupo concluiu que a prevalência de AAA é significativamente superior em    homens com idade superior a 65 anos neste subgrupo de doentes e com doença de    3 vasos independentemente da idade, suportando a utilidade de um screening rápido    da aorta abdominal nestes doentes durante a realização do ecocardiograma transtorácico.(22)</p>     <p>Cueff et al. avaliaram também de forma prospectiva a prevalência de AAA em    193 doentes (77% género masculino) internados por enfarte agudo do miocárdio    numa unidade de cardiologia. Aquando da realização de ecocardiograma transtorácico,    a presença de AAA era excluída. A prevalência encontrada foi de 4,7% no global,    sendo de 9,2% após os 65 anos. Nenhum aneurisma foi encontrado em idade inferior    a 50 anos.(23) Outro grupo verificou uma prevalência de 6,6% de AAA em doentes    com síndrome coronário agudo e doença coronária comprovada (estenose &gt;50%)    e a inexistência, igualmente, de AAA em doentes com idade inferior a 55 anos.(24)</p>     <p>Dupont et al. encontraram uma prevalência global de AAA de 6,9% em doentes    com doença coronária grave submetida a revascularização cirúrgica. Dentro deste    grupo, a prevalência em homens com menos de 75 anos, com história de tabagismo    e doença cerebrovascular extracraniana ou doença obstrutiva periférica associada    é muito mais elevada, sendo de 24%, o que, na opinião dos autores, justifica    o rastreio hospitalar neste subgrupo de doentes.(25) </p>     <p>Uma meta-análise relativamente a este tema, que analisou 23 estudos, revelou    que a doença coronária é um forte predictor de eventos, fatais e não fatais,    relacionados com o AAA. A prevalência encontrada em homens com doença coronária    documentada angiograficamente ou submetidos a revascularização cirúrgica foi    de 9,5% e destes, os com doença coronária mais grave (3 vasos ou revascularização    cirúrgica) foi de 11,4%. Nas mulheres, a prevalência encontrada foi baixa (0,35%).(26)    Uma meta-análise publicada recentemente concluiu que a prevalência de aneurisma    da aorta abdominal é de 8,4% em doentes com patologia coronária e que está associada    ao tabagismo, hipertensão arterial, doença cerebrovascular extracraniana e sobretudo    doença arterial periférica.(8)</p>     <p>Apesar da associação verificada entre estas duas patologias, uma meta-análise    recente avaliou a relação entre doença coronária e crescimento de AAA e identificou    uma associação negativa, apesar de não ser estatisticamente significativa.(27)</p>     <p>Também Poon et al. encontraram uma prevalência de AAA inferior numa população    de doentes chineses com doença coronária grave submetida a revascularização    cirúrgica. Foram incluídos de forma consecutiva 624 doentes e o diâmetro aórtico    médio foi de 17,5 mm nos homens e 14,8 mm nas mulheres. A prevalência de AAA    (diâmetro &gt; 30 mm) foi de apenas 1,8%. Deste modo, os autores concluíram    que a prevalência de aneurismas é baixa e não justifica o rastreio nesta subpopulação    de doentes como rotina.(28) Da mesma forma, Lee et al. verificaram uma prevalência    menor de AAA (2,4%) em doentes asiáticos com doença coronária.(29)</p>     <p>RASTREIO NO SUBGRUPO DE DOENTES COM DOENÇA CORONÁRIA CONHECIDA</p>     <p>Os estudos publicados indicam que a prevalência de AAA é significativamente    superior nos doentes com patologia coronária documentada em coronariografia,    variando entre 1,8% e 9,5%, comparando com os 2% da população sem doença coronária    conhecida.(8, 21-28) Também é sugerido que a gravidade da doença coronária (3    vasos vs. 2 vasos) seja preditiva da presença simultânea de AAA.(26) A associação    inversa também se verifica e é mais significativa, sendo que cerca de metade    dos doentes com AAA tem doença coronária obstrutiva. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O rastreio oportunista, aquando do diagnóstico de doença coronária em coronariografia    e no momento do ecocardiograma é assim sugerido, embora não esteja comprovado    que tal estratégia resulte numa redução da morbilidade e mortalidade neste subgrupo    de doentes, ao contrário do que se passa na população em geral.(6)</p>     <p><b>Conclusão</b></p>     <p>Apesar de os AAA não constituírem resultado ou manifestação da aterosclerose,    nem de existir uma dose-resposta consistente entre as duas patologias, a aterosclerose    ocorre frequentemente associada ao desenvolvimento de AAA. A prevalência de    AAA é significativamente superior nos doentes com doença coronária conhecida,    variando entre 1,8% e 9,5%, comparando com os 2% da população sem doença coronária    conhecida. Também a gravidade de doença coronária parece estar relacionada com    a prevalência de aneurismas. </p>     <p>No entanto, não existem dados suficientes para que o rastreio de AAA neste    subgrupo de doentes seja implementado, sobretudo porque não está comprovada    a diminuição da morbilidade e mortalidade, como na restante população.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></p>     <!-- ref --><p>1. Jahangir E, Lipworth L, Edwards TL, Kabagambe EK, Mumma MT, Mensah GA, et    al. Smoking, sex, risk factors and abdominal aortic aneurysms: a prospective    study of 18 782 persons aged above 65 years in the Southern Community Cohort    Study. J Epidemiol Community Health [Internet]. 2015;69(5):481-8. Available    from: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=PMC4494088" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=PMC4494088</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898897&pid=S1646-706X201800040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>2. Svensjö S, Björck M, Gürtelschmid M, Djavani Gidlund K, Hellberg A, Wanhainen    A. Low prevalence of abdominal aortic aneurysm among 65-year-old swedish men    indicates a change in the epidemiology of the disease. Circulation. 2011;124(10):1118-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898898&pid=S1646-706X201800040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>3. No Title. Centers Dis Control Prev Natl Cent Heal Stat Underlying cause    death, 1999-2010 results [accessed 25 Jan 2014];CDC WONDER On-line Database.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898900&pid=S1646-706X201800040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>4. Thompson SG, Ashton HA, Gao L, Scott RAP. Screening men for abdominal aortic    aneurysm: 10 year mortality and cost effectiveness results from the randomised    Multicentre Aneurysm Screening Study. BMJ [Internet]. 2009;338:b2307. Available    from: <a href="http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=3272658&tool=pmcentrez&rendertype=abstract" target="_blank">http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=3272658&tool=pmcentrez&rendertype=abstract</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898902&pid=S1646-706X201800040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>5. Svensjö S, Björck M WA. Update on screening for abdominal aortic aneurysm:    a topical review. Eur J Vasc Endovasc Surg. 2014;48(6):659-67. </p>     <!-- ref --><p>6. Senaratne JM, Raggi P. Screening for aortic aneurysms in patients with coronary    artery disease: should it be done? Expert Rev Cardiovasc Ther [Internet]. 2015;13(7):735-7.    Available from: <a href="http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1586/14779072.2015.1051036" target="_blank">http://www.tandfonline.com/doi/full/10.1586/14779072.2015.1051036</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898904&pid=S1646-706X201800040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Madaric J, Vulev I, Bartunek J, et al. Frequency of abdominal aortic aneurysm    in patients &gt; 60 years of age with coronary artery disease. Am J Cardiol    2005;96: 1214-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898905&pid=S1646-706X201800040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>8. Elkalioubie A, Haulon S, Duhamel A, Rosa M, Rauch A, Staels B, Susen S,    Van Belle E DA. Meta-Analysis of Abdominal Aortic Aneurysm in Patients With    Coronary Artery Disease. Am J Cardiol. 2015;116(9):1451-6. </p>     <!-- ref --><p>9. Ashton HA, Buxton MJ, Day NE, Kim LG, Marteau TM, Scott RA, Thompson SG    WNMASSG. The Multicentre Aneurysm Screening Study (MASS) into the effect of    abdominal aortic aneurysm screening on mortality in men: a randomised controlled    trial. Lancet. 2002;360(9345):1531-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898908&pid=S1646-706X201800040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>10. Lederle FA, Johnson GR, Wilson SE, Chute EP, Hye RJ, Makaroun MS, Barone    GW, Bandyk D, Moneta GL, Makhoul RG. The aneurysm detection and management study    screening program: validation cohort and final results: Aneurysm Detection and    Management Veterans Af.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898910&pid=S1646-706X201800040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>11. Darwood R, Earnshaw JJ, Turton G, Shaw E, Whyman M, Poskitt K, et al. Twenty-year    review of abdominal aortic aneurysm screening in men in the county of Gloucestershire,    United Kingdom. J Vasc Surg 2012;56:8e13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898912&pid=S1646-706X201800040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>12. Persson S-E, Boman K, Wanhainen A, Carlberg B, Arnerlöv C. Decreasing prevalence    of abdominal aortic aneurysm and changes in cardiovascular risk factors. J Vasc    Surg [Internet]. 2017;65(3):651-8. Available from: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jvs.2016.08.091" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.jvs.2016.08.091</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898914&pid=S1646-706X201800040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Takagi H ATUT for the A (All-LI of CEG. Abdominal aortic aneurysm screening    reduces all-cause mortality: make screening great again. Angiology. 2017;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898915&pid=S1646-706X201800040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>14. McCaul KA, Lawrence-Brown M, Dickinson JA NP. Long term outcomes of the    Western Australian trial of screening for abdominal aortic aneurysms. JAMA Int    Med. 2016;176(1761):e7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898917&pid=S1646-706X201800040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>15. Rastreio oportunístico “Aorta não avisa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898919&pid=S1646-706X201800040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->” </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>16. Castro-Ferreira R. Primeiro Rastreio de Base Populacional de Aneurisma    da Aorta Abdominal em Portugal: A Realidade dos Números. Commun Present Best    Commun 2016 SPACV Congr Figeuira da Foz, Port.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898921&pid=S1646-706X201800040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>17. Lim LS, Haq N, Mahmood S, Hoeksema L, Surricchio M, Abraham-Katz R Ben,    et al. Atherosclerotic cardiovascular disease screening in adults: American    College of Preventive Medicine position statement on preventive practice. Am    J Prev Med [Internet]. 2011;40(3):381.e1-381.e10. Available from: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.amepre.2010.11.021" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.amepre.2010.11.021</a>  </p>     <!-- ref --><p>18. Toghill BJ, Saratzis A, Bown MJ. Abdominal aortic aneurysm-an independent    disease to atherosclerosis? Cardiovasc Pathol [Internet]. 2017;27:71-5. Available    from: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.carpath.2017.01.008" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.carpath.2017.01.008</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898924&pid=S1646-706X201800040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>19. Shantikumar S, Ajjan R, Porter KE, Scott DJA. Diabetes and the Abdominal    Aortic Aneurysm. Eur J Vasc Endovasc Surg [Internet]. 2010;39(2):200-7. Available    from: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ejvs.2009.10.014" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ejvs.2009.10.014</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898925&pid=S1646-706X201800040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>20. Golledge J, Moxon J, Pinchbeck J, Anderson G, Rowbotham S, Jenkins J, Bourke    M, Bourke B, Dear A, Buckenham T, Jones R NP. Association between metformin    prescription and growth rates of abdominal aortic aneurysms. Br J Surg. 2017;104(11):1486-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898926&pid=S1646-706X201800040000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>21. Cho I-J, Heo R, Chang H-J, Shin S, Shim CY, Hong G-R, et al. Correlation    between coronary artery calcium score and aortic diameter in a high-risk population    of elderly male hypertensive patients. Coron Artery Dis [Internet]. 2014;25(8):698-704.    Available from: <a href="http://www.scopus.com/inward/record.url?eid=2-s2.0-84927690532&partnerID=tZOtx3y1" target="_blank">http://www.scopus.com/inward/record.url?eid=2-s2.0-84927690532&partnerID=tZOtx3y1</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898928&pid=S1646-706X201800040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>22. Durieux R, Van Damme H, Labropoulos N, Yazici A, Legrand V, Albert A, et    al. High Prevalence of abdominal aortic aneurysm in patients with three-vessel    coronary artery disease. Eur J Vasc Endovasc Surg [Internet]. 2014;47(3):273-8.    Available from: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ejvs.2013.12.011" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ejvs.2013.12.011</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898929&pid=S1646-706X201800040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>23. Cueff C, Keenan NG, Krapf L, Steg PG, Cimadevilla C, Ducrocq G, Michel    JB, Vahanian A M-ZD. Screening for abdominal aortic aneurysm in coronary care    unit patients with acute myocardial infarction using portable transthoracic    echocardiography. Eur Hear J Cardiovasc Imaging. 2012;13(7):574-8. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>24. Long A, Bui HT, Barbe C, Henni AH, Journet J, Metz D NP. Prevalence of    abdominal aortic aneurysm and large infrarenal aorta in patients with acute    coronary syndrome and proven coronary stenosis: a prospective monocenter study.    Ann Vasc Surg. 2010;24(5):602-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898931&pid=S1646-706X201800040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>25. Dupont A, Elkalioubie A, Juthier F, Tagzirt M, Vincentelli A, Le Tourneau    T, Haulon S, Deklunder G, Breyne J, Susen S, Marechaux S, Pinet F JB. Frequency    of abdominal aortic aneurysm in patients undergoing coronary artery bypass grafting.    Am J Cardiol. 2010;105(11):1545-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898933&pid=S1646-706X201800040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>26. Hernesniemi JA, Vänni V HT. The prevalence of abdominal aortic aneurysm    is consistently high among patients with coronary artery disease. J Vasc Surg.    2015;62(1):232-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898935&pid=S1646-706X201800040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>27. Takagi H UTA (All-LI of CEG. Coronary artery disease and abdominal aortic    aneurysm growth. Vasc Med. 2016;21(3):199-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898937&pid=S1646-706X201800040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>28. Poon JT, Cheng SW, Wong JS TA. Prevalence of abdominal aortic aneurysm    in Chinese patients with severe coronary artery disease. ANZ J Surg. 2010;80(9):630-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=898939&pid=S1646-706X201800040000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     ]]></body>
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