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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Editorial: Um n&uacute;mero especial da <i>Medievalista</i>&hellip; dentro da nossa normalidade</b></font></p>     <p><b>A Redac&ccedil;&atilde;o / Covadonga Valdaliso Casanova e Francisco Jos&eacute; D&iacute;az Marcilla</b></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>O presente n&uacute;mero da <i>Medievalista</i> &eacute; uma edi&ccedil;&atilde;o especial. N&atilde;o porque quebre a absoluta regularidade de publica&ccedil;&atilde;o da revista nem porque se tenha alterado o figurino a que habituou quem nela publica ou quem a consulta. Fiel &agrave;s nossas exig&ecirc;ncias tamb&eacute;m neste campo, o n&uacute;mero &eacute; disponibilizado na data normal, no in&iacute;cio do semestre a que respeita. Mas especial porque, embora discutido e pensado v&aacute;rias vezes, nunca antes fora poss&iacute;vel preparar e oferecer um verdadeiro dossier tem&aacute;tico. Gra&ccedil;as ao trabalho e &agrave; colabora&ccedil;&atilde;o dos organizadores do col&oacute;quio &ldquo;<i>Debuerit habere regnum</i>. Depor e proclamar reis na Idade M&eacute;dia&rdquo;, que teve lugar na Faculdade de Letras de Lisboa entre 12 e 14 de Outubro de 2016, e &agrave; disponibilidade de um vasto conjunto de autores, s&atilde;o agora divulgados v&aacute;rios dos trabalhos a&iacute; apresentados, depois de submetidos ao processo de avalia&ccedil;&atilde;o por pares. Trata-se de nove artigos que, ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o, desenvolvem as comunica&ccedil;&otilde;es ent&atilde;o apresentadas e formam um excelente <i>corpus</i> de reflex&atilde;o sobre o tema da deposi&ccedil;&atilde;o e da proclama&ccedil;&atilde;o de soberanos medievais em diversos reinos e circunst&acirc;ncias. Os textos aqui inclu&iacute;dos s&atilde;o adiante individualmente apresentados pelos organizadores do referido col&oacute;quio, Covadonga Valdaliso Casanova e Francisco Jos&eacute; D&iacute;az Marcilla, a quem agradecemos pela proposta que apresentaram &agrave; <i>Medievalista</i> e por todo o empenhamento com que participaram na prepara&ccedil;&atilde;o editorial do dossier que agora vem a p&uacute;blico. Do mesmo modo, cumpre agradecer aos autores dos artigos por publicarem na nossa revista, dando assim mostras da confian&ccedil;a e do apre&ccedil;o que a <i>Medievalista</i> lhes merece.</p>     <p>&Eacute; tamb&eacute;m publicado um artigo de Miguel Aguiar cuja tem&aacute;tica (&ldquo;As cr&oacute;nicas de Zurara: a Corte, a Aristocracia e a Ideologia Cavaleiresca em Portugal no s&eacute;culo XV&rdquo;) se encontra de algum modo relacionada com o referido dossier. Da&iacute; ter-se decidido inclu&iacute;-lo neste n&uacute;mero. Igualmente presentes est&atilde;o as habituais sec&ccedil;&otilde;es de <i>Recens&otilde;es</i> e <i>Apresenta&ccedil;&atilde;o de Teses</i>.</p>     <p>Uma men&ccedil;&atilde;o especial para o <i>Destaque</i>, com uma extensa entrevista a Maria Helena da Cruz Coelho. Tomando como pretexto a sua aposenta&ccedil;&atilde;o e as v&aacute;rias homenagens que nessa ocasi&atilde;o lhe foram feitas, a <i>Medievalista</i> entrevistou aquela que &eacute; uma historiadora de refer&ecirc;ncia no medievalismo portugu&ecirc;s e com claro reconhecimento al&eacute;m-fronteiras. As respostas constituem n&atilde;o apenas um balan&ccedil;o do que tem sido uma vida dedicada &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o e ao ensino, mas tamb&eacute;m um relevante contributo para a reflex&atilde;o acerca da situa&ccedil;&atilde;o actual dos estudos e dos &ldquo;usos&rdquo; da Idade M&eacute;dia entre n&oacute;s. <i>Destaque </i>merece tamb&eacute;m o texto de Virg&iacute;lio Lopes sobre &ldquo;O Complexo Religioso de M&eacute;rtola e os Baptist&eacute;rios de M&eacute;rtola na Antiguidade Tardia&rdquo;, dando a conhecer novos elementos sobre os trabalhos arqueol&oacute;gicos nesta vila alentejana.</p>     <p>Um &ldquo;n&uacute;mero especial&rdquo;, portanto, que n&atilde;o se afasta da linha cient&iacute;fica e da orienta&ccedil;&atilde;o editorial da <i>Medievalista.</i> Uma linha cient&iacute;fica que n&atilde;o &eacute; de &ldquo;escola&rdquo; nem de &ldquo;capela&rdquo;, procurando definir-se apenas pela busca do rigor; e uma orienta&ccedil;&atilde;o editorial de plena abertura tem&aacute;tica, metodol&oacute;gica e lingu&iacute;stica, para todos aqueles que queiram ajudar a fazer da <i>Medievalista</i> o que ela sempre quis e quer continuar a ser: um instrumento de verdadeiro <i>acesso aberto </i>para a constru&ccedil;&atilde;o e a divulga&ccedil;&atilde;o de estudos de qualidade sobre a Idade M&eacute;dia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>COMO CITAR ESTE ARTIGO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Refer&ecirc;ncia electr&oacute;nica:</b></p>     <p>&ldquo;Editorial: Um n&uacute;mero especial da <i>Medievalista</i>&hellip; dentro da nossa normalidade&rdquo;. <i>Medievalista</i> [Em linha]. N&ordm; 23 (Janeiro &ndash; Junho 2018). [Consultado dd.mm.aaaa]. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA23/editorial2301.html" target="_blank">http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA23/editorial2301.html</a></p>      ]]></body>
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