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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade recreacional e capacidade de carga das praias do litoral norte do estado da Bahia, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Beaches of Bahia State Northern Coast are stretched over seven municipalities - Lauro de Freitas, Camaçari, Mata de São João, Entre Rios, Esplanada, Conde and Jandaíra - approximately 200 km of coastline. The first three counties are closer to the Salvador Metropolitan Area (the State Capital). They include mostly urbanized and developed coastline segments, or sections being developed. The remaining counties present mostly pristine or uninhabited coastlines interrupted by occasional lightly-occupied areas. This study is aimed at evaluating the recreational quality and carrying capacity of these beaches, as well as its ecological constraints, providing scientific basis for local development planning. The recreational quality of these beaches was evaluated based on an approach involving indicators geo-environmental quality indicators (twenty) and available infrastructure (twelve). These indicators were identified and described during fieldwork (data collecting) undertaken between October 2010 and January 2011. The indicators were classified under three different levels of attractiveness: 1 for the lowest and 3 for the highest quality. The average area occupied per person (current scenario) was estimated for all beaches. The available area was measured and the carrying capacity was estimated based on "user perception" of "ideal occupation" for recreational activities. According to this approach, the beaches of Vilas do Atlântico, Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassaí and Subaúma were classified as providing high recreational quality for their users. Conversely, the beaches of Busca Vida, Interlagos, Santo Antônio, Porto Sauípe, Massarandupió, Baixio and Sitio do Conde were classified as providing low recreational quality. In the first group, most beaches had naturally sheltered areas allowing safe water activities and a reasonable service infrastructure (restaurants and lodging). In addition, these beaches are apparently free of sewage and other man-made structures impacting recreational activities. Most beaches classified as providing low recreational quality offered no naturally protected areas for water activities or acceptable recreational infrastructure such as restaurants, snack bars, restrooms, lodging, etc. Regarding the carrying capacity analysis, the beaches of Buraquinho, Vilas do Atlântico, Ipitanga, Itacimirim, Interlagos, Santo Antonio, Praia do Forte and Barra do Itariri presented recreational area during low tide inferior to 100,000 m², comprising the lowest values for carrying capacity (<10,000 people/day). The study assumes 10 m²/person (user) as the ideal carrying capacity scenario. The beaches classified as having superior carrying capacity are Massarandupió, Sitio do Conde, Baixio and Costa Azul, all superior to 300,000 m² and carrying capacity beyond 30,000 users/day. Buraquinho, Barra do Jacuípe, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassaí, Porto Sauípe, Massarandupió, Baixio, Barra do Itariri, Costa Azul and Mangue Seco beaches presented more restrictive carrying capacity limits - based on parameters such as plant cover, vulnerable ecosystems (mangroves, coral reefs, lagoons and dunes) near the coastline and density of man-made permanent structures within the coastal strip (50 meters from the shoreline). Only Ipitanga beach presented less restrictive ecological limits. The reaming beaches of Costa dos Coqueiros Region showed intermediate ecological limits. Therefore, most beaches included in the present study should have implemented tools for limiting their use based on their ability to accommodate users and provide them with recreational services. Although Ipitanga beach has presented less restrictive ecological limits, one must be aware of its low carrying capacity. Tourism and beach development planning must take into account geo-environmental and infrastructure constraints for they will affect recreational quality. Beaches providing superior recreational quality tend to attract more users but occupation must respect local ecological limits. Therefore, each beach must be dedicated to uses consistent with their capabilities and constraints.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[qualidade recreacional]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Qualidade recreacional e capacidade de carga das praias do litoral norte do estado da Bahia, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p> 	    <p><b>Recreational&nbsp;quality and&nbsp;carrying capacity&nbsp;of Bahia State Northern coast&nbsp;beaches, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>         <p><b>Iracema Reim&atilde;o Silva<sup>@, I</sup>, Ab&iacute;lio Carlos da Silva Pinto Bittencourt<sup>II</sup>, J. A. Dias<sup>III</sup>, Jos&eacute; Rodrigues de Souza Filho<sup>IV</sup></b>    <br>     <p><sup>@</sup>Autora correspondente: <a href="mailto:iracema@pesquisador.cnpq.br">iracema@pesquisador.cnpq.br</a> </p>         <p> <sup>I</sup>Universidade Federal da Bahia, N&uacute;cleo de Estudos Hidrogeol&oacute;gicos e do Meio Ambiente, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Rua Caetano Moura, 123 &#8211; Federa&ccedil;&atilde;o &#8211; CEP40210-340 &#8211; Salvador, Bahia, Brasil: <a href="mailto:silvair@ufba.br">silvair@ufba.br</a>    <br>       <sup>II</sup>Universidade Federal da Bahia, Laborat&oacute;rio de Estudos Costeiros, CPGG, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Rua Caetano Moura, 123 &#8211; Federa&ccedil;&atilde;o &#8211; CEP40210-340 &#8211; Salvador, Bahia, Brasil.    <br>       <sup>III</sup>CIMA &#8211; Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o Marinha e Ambiental, Universidade do Algarve, Edif&iacute;cio 7, Campus de Gambelas, 8005-139 Faro, Portugal.    <br>   <sup>IV</sup>Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia Baiano, Campus Uru&ccedil;uca. Rua Dr. Jo&atilde;o Nascimento S/N&ordm; - Centro Uru&ccedil;uca, Bahia, Brasil.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>RESUMO</b></p>         <p>O litoral norte do estado da Bahia compreende sete munic&iacute;pios - Lauro de Freitas, Cama&ccedil;ari, Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o, Entre Rios, Esplanada, Conde e Janda&iacute;ra - em aproximadamente 200 km de litoral. Os tr&ecirc;s primeiros apresentam um litoral com urbaniza&ccedil;&atilde;o consolidada ou em processo de consolida&ccedil;&atilde;o, j&aacute; os demais, apresentam, na maioria de sua extens&atilde;o, praias desertas ou semi-desertas, com pouca ou nenhuma urbaniza&ccedil;&atilde;o do seu litoral. Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade recreacional e a capacidade de carga das praias do litoral norte da Bahia, bem como os seus limites ecol&oacute;gicos, oferecendo subs&iacute;dios aos planos de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o deste litoral. A qualidade recreacional das praias estudadas foi avaliada a partir da an&aacute;lise de 20 (vinte) indicadores de qualidade geoambiental e 12 (doze) de infraestrutura, classificados em diferentes graus de atratividade. De acordo com o m&eacute;todo de estudo empregado, as praias de Vilas do Atl&acirc;ntico, Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute; e Suba&uacute;ma foram classificadas como de alta qualidade recreacional, e as praias de Busca Vida, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio e Sitio do Conde como de baixa qualidade recreacional. No primeiro caso, a maior parte das praias apresentou zonas abrigadas para banho e uma boa oferta de restaurantes e meios de hospedagem, n&atilde;o existindo evid&ecirc;ncias de lan&ccedil;amento de efluentes , nem estruturas antropog&ecirc;nicas que dificultem o uso. J&aacute; naquelas classificadas como de baixa qualidade recreacional, em geral, n&atilde;o existem zonas abrigadas para banho nem uma boa infraestrutura tur&iacute;stica e de servi&ccedil;os. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; capacidade de carga, as praias de Buraquinho, Vilas do Atl&acirc;ntico, Ipitanga, Itacimirim, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Praia do Forte e Barra do Itariri apresentaram os menores valores de capacidades de carga (inferiores a 10.000 pessoas/dia), considerando uma &aacute;rea ideal de 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio. Por outro lado, as praias com maior capacidade de carga, acima de 30.000 usu&aacute;rios/dia, s&atilde;o as de Massarandupi&oacute;, Sitio do Conde, Baixio e Costa Azul. As praias de Buraquinho, Barra do Jacu&iacute;pe, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute;, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio, Barra do Itariri, Costa Azul e Mangue Seco apresentaram um limite ecol&oacute;gico mais restritivo para a capacidade de carga - estabelecido com base em caracter&iacute;sticas da cobertura vegetal, n&uacute;mero de ecossistemas nasproximidades da praia e densidade de constru&ccedil;&otilde;es fixas - e apenas a praia de Ipitanga apresentou um limite ecol&oacute;gico menos restritivo. Por fim, recomenda-se que os planos de gest&atilde;o considerem de forma integrada as caracter&iacute;sticas recreacionais das praias, baseadas em par&acirc;metros geoambientais e de infraestrutura, e a sua capacidade de carga, considerando os limites ecol&oacute;gicos e de acomoda&ccedil;&atilde;o destas praias. </p>     <p><b>Palavras-chave: </b>qualidade recreacional, capacidade de carga, gerenciamento costeiro.</p> <hr size="1" noshade>         <p><b>ABSTRACT</b></p> 	    <p>The Beaches of Bahia State Northern Coast are stretched over seven municipalities - Lauro de Freitas, Cama&ccedil;ari, Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o, Entre Rios, Esplanada, Conde and Janda&iacute;ra - approximately 200 km of coastline.&nbsp;The first three counties are closer to the Salvador Metropolitan Area (the State Capital). They include mostly urbanized and developed coastline segments, or sections being developed. The remaining counties present mostly pristine or uninhabited coastlines interrupted by occasional lightly-occupied areas.&nbsp;This study is aimed at evaluating the recreational quality and carrying capacity of these beaches, as well as its ecological constraints, providing scientific basis for local development planning.&nbsp;The recreational quality of these beaches was evaluated based on an approach involving indicators geo-environmental quality indicators (twenty) and available infrastructure (twelve). These indicators were identified and described during fieldwork (data collecting) undertaken between October 2010 and January&nbsp;2011.&nbsp;The indicators were classified under three different levels of attractiveness: 1 for the lowest and 3 for the highest quality. The average area occupied per person (current scenario) was estimated for all beaches. The available area was measured and the carrying capacity was estimated based on "user perception" of "ideal occupation" for recreational activities. According to this approach, the beaches of Vilas do Atl&acirc;ntico, Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute; and Suba&uacute;ma were classified as providing high recreational quality for their users. Conversely, the beaches of Busca Vida, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio and Sitio do Conde were classified as providing low recreational quality.&nbsp;In the first group, most beaches had naturally sheltered areas allowing safe water activities and a reasonable service infrastructure (restaurants and lodging).&nbsp;In addition, these beaches are apparently free of sewage and other man-made structures impacting recreational activities.&nbsp;Most beaches classified as providing low recreational quality offered no naturally protected areas for water activities or acceptable recreational infrastructure such as restaurants, snack bars, restrooms, lodging, etc.&nbsp;Regarding the carrying capacity analysis, the beaches of Buraquinho, Vilas do Atl&acirc;ntico, Ipitanga, Itacimirim, Interlagos, Santo Antonio, Praia do Forte and Barra do Itariri presented recreational area during low tide inferior to 100,000 m<sup>2</sup>, comprising the lowest&nbsp;values for carrying capacity (&lt;10,000 people/day). The study assumes 10 m<sup>2</sup>/person (user) as the ideal carrying capacity scenario.&nbsp;The beaches classified as having superior carrying capacity are Massarandupi&oacute;, Sitio do Conde, Baixio and Costa Azul, all superior to 300,000 m<sup>2</sup> and carrying capacity beyond 30,000 users/day.&nbsp;Buraquinho, Barra do Jacu&iacute;pe, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute;, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio, Barra do Itariri, Costa Azul and Mangue Seco beaches presented more restrictive carrying capacity limits &#8211; based on parameters such as plant cover, vulnerable ecosystems (mangroves, coral reefs, lagoons and dunes) near the coastline and density of man-made permanent structures within the coastal strip (50 meters from the shoreline). Only Ipitanga beach presented&nbsp;less restrictive ecological limits.&nbsp;The reaming beaches of Costa dos Coqueiros Region showed intermediate ecological limits.&nbsp;Therefore, most beaches included in the present study should have implemented tools for limiting their use based on their ability to accommodate users and provide them with recreational services.&nbsp;Although Ipitanga beach has presented less restrictive ecological limits, one must be aware of its low carrying capacity.&nbsp;Tourism and beach development planning must take into account geo-environmental and infrastructure constraints for they will affect recreational quality.&nbsp;Beaches providing superior recreational quality tend to attract more users but occupation must respect local ecological limits.&nbsp;Therefore, each beach must be dedicated to uses consistent with their capabilities and constraints.</p>         <p><b>Keywords: </b>recreational quality, carrying capacity, local development planning.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>         <p>Em todo o mundo, as praias, com as suas diversas possibilidades de usos recreacionais, al&eacute;m do seu valor c&ecirc;nico e ecol&oacute;gico, constituem uma das principais motiva&ccedil;&otilde;es vultuosos investimentos (Hall, 2001; Midaglia, 2001; Coriolano & Silva, 2005; Ergin <i>et al.</i>, 2006). Neste contexto, a avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade recreacional das praias atrav&eacute;s de indicadores geoambientais e das infraestruturas existentes, pode orientar os planos de gest&atilde;o municipal, direcionando investimentos, de forma a garantir uma melhor utiliza&ccedil;&atilde;o do litoral.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por outro lado, o aumento do uso das praias como recurso recreacional criou a necessidade de se estabelecer a sua capacidade de carga, representando o n&uacute;mero m&aacute;ximo de utilizadores que podem ser acomodados em uma determinada praia sem detrimento da sua qualidade recreacional (Archer & Cooper, 2001; Williams & Gill, 2001; Silva, 2002; Polette & Raucci, 2003; Silva <i>et al.</i>, 2006; Silva <i>et al.</i>, 2009). Todavia, em tais trabalhos nota-se, em geral, uma preocupa&ccedil;&atilde;o e uma &ecirc;nfase focadas muito mais em quest&otilde;es sociais, com estudos baseados principalmente na capacidade de acomoda&ccedil;&atilde;o do que na sustentabilidade dos sistemas naturais. Uma outra quest&atilde;o a ser considerada &eacute; que, como a capacidade de carga tem como base a &aacute;rea &uacute;til de praia e esta &eacute; determinada num determinado momento para ser utilizada nos v&aacute;rios anos seguintes, por vezes os pr&oacute;prios investimentos (urbanos, infra-estruturais e outros) s&atilde;o guiados por esse valor de capacidade de carga. Todavia, como a praia &eacute; um sistema muito din&acirc;mico, a &aacute;rea &uacute;til, ou faixa recreativa, &eacute; vari&aacute;vel, sendo maior em uns anos e menor em outros, o que significa que a capacidade de carga tamb&eacute;m pode variar de maneira significativa.</p> 	    <p>Existe uma grande dificuldade em se estabelecer qual o limite de altera&ccedil;&atilde;o dos sistemas naturais, induzida por atividades recreacionais, que se poderia considerar aceit&aacute;vel nos ecossistemas costeiros, uma vez que uma situa&ccedil;&atilde;o ideal, que deve ser usada como par&acirc;metro de compara&ccedil;&atilde;o, depende do comportamento e prefer&ecirc;ncia dos usu&aacute;rios. No que tange &agrave; prefer&ecirc;ncia, como apontam Haggett (2001) e Morgan (1999), a percep&ccedil;&atilde;o dos visitantes sobre as qualidades ambiental e recreacional de uma praia pode ser influenciada por diversos fatores que, por sua vez, refletir&atilde;o em diferentes prefer&ecirc;ncias de usos. Quanto ao comportamento, Polette & Raucci (2003), por exemplo, o consideram como um fator indutor de muitos problemas resultantes do uso recreacional das praias. Dessa maneira, o comportamento e a prefer&ecirc;ncia dos usu&aacute;rios constituem fatores din&acirc;micos e diferenciados que podem variar amplamente com o tipo de usu&aacute;rio, do local e do per&iacute;odo analisado, relativizando, assim, o estabelecimento de n&iacute;veis de toler&acirc;ncia a eventuais altera&ccedil;&otilde;es nos ecossistemas costeiros. Por outro lado, embora no entendimento de Murphy (2001) e Williams & Gill (2001) a &ecirc;nfase deva ser dada para as condi&ccedil;&otilde;es desej&aacute;veis para uma &aacute;rea e n&atilde;o para a carga de uso que ela pode tolerar, o estabelecimento de par&acirc;metros de toler&acirc;ncia de uso, sejam eles ecol&oacute;gicos, de infraestrutura ou sociais, gera subs&iacute;dios importantes para os planos de gest&atilde;o.</p> 	    <p>A voca&ccedil;&atilde;o tur&iacute;stica da costa do estado da Bahia tem sido comprovada atrav&eacute;s de vultosos investimentos tur&iacute;sticos implementados especialmente nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, gerando uma intensifica&ccedil;&atilde;o nos processos de urbaniza&ccedil;&atilde;o e ocupa&ccedil;&atilde;o do litoral (Silva <i>et al.</i>, 2008).O litoral norte do estado da Bahia, denominado Costa dos Coqueiros, compreende sete munic&iacute;pios: Lauro de Freitas, Cama&ccedil;ari, Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o, Entre Rios, Esplanada, Conde e Janda&iacute;ra (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f1.jpg">Fig. 1</a>). Ele abriga uma diversidade natural que inclui ecossistemas variados - dunas, lagos, recifes de corais, manguezais, brejos e praias - em aproximadamente 200 km de litoral. Essa diversidade ecol&oacute;gica, ao lado de uma facilidade de acesso, desperta a atra&ccedil;&atilde;o de visitantes e empres&aacute;rios, representando hoje um importante vetor de crescimento tur&iacute;stico do Estado da Bahia (Silva <i>et al.</i>, 2008).</p> 	    
<p>A Costa dos Coqueiros apresenta micromar&eacute;s semidiurnas sem desigualdades, com amplitude m&eacute;dia de siz&iacute;gia situando-se em torno de 1,8 m (Dominguez et <i>al.</i>, 1996). &Eacute; delimitada na sua parte mais interna por dep&oacute;sitos semi-consolidados da Forma&ccedil;&atilde;o Barreiras, (Martin et <i>al.</i>, 1980; Dominguez <i>et al.</i>, 2009), de idade mioc&ecirc;nica (Suguio & Nogueira, 1999). Dep&oacute;sitos quatern&aacute;rios, representados fundamentalmente por terra&ccedil;os marinhos holoc&ecirc;nicos e pleistoc&ecirc;nicos s&atilde;o encontrados em quase toda a extens&atilde;o da regi&atilde;o costeira, bem como um cord&atilde;o-duna ao longo de quase toda a linha de costa (Martin <i>et al.</i>, 1980). Localmente, ocorrem tamb&eacute;m dep&oacute;sitos fl&uacute;vio-lagunares e um extenso campo de dunas na regi&atilde;o de Mangue Seco. Ainda ao longo da linha de costa ocorrem, pontualmente, bancos de recifes de corais e de arenitos de praia (Martin <i>et al.</i>, 1980, Dominguez <i>et al.</i>, 1996, Le&atilde;o & Kikuchi, 1999). Todos esses locais formam conjuntos de ineg&aacute;vel beleza c&ecirc;nica, o que justifica a forte atra&ccedil;&atilde;o para as atividades de turismo, recrea&ccedil;&atilde;o e lazer.</p> 	    <p>A ocupa&ccedil;&atilde;o da Costa dos Coqueiros n&atilde;o tem se dado de forma homog&ecirc;nea. O munic&iacute;pio de Lauro de Freitas, localizado na zona metropolitana de Salvador, apresenta um grau de urbaniza&ccedil;&atilde;o elevado, com adensamento urbano concentrado principalmente no seu litoral. O munic&iacute;pio de Cama&ccedil;ari apresenta duas situa&ccedil;&otilde;es diferenciadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o de seu litoral: praias que se inserem dentro de condom&iacute;nios fechados - e que, muitas vezes, dificultam o acesso aos banhistas, ainda que esta seja uma pr&aacute;tica inconstitucional - como Busca Vida e Interlagos, e praias que apresentam, na maior parte de sua extens&atilde;o, acesso aberto ao p&uacute;blico em geral, como Arembepe e Jau&aacute;. Ainda que nesses dois casos a urbaniza&ccedil;&atilde;o seja intensa, a ocupa&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o se d&aacute; de forma diferenciada, no primeiro caso existindo um padr&atilde;o de ocupa&ccedil;&atilde;o com um maior ordenamento do uso do espa&ccedil;o, o que n&atilde;o &eacute; observado no segundo, com uma ocupa&ccedil;&atilde;o livre do espa&ccedil;o costeiro. A partir do munic&iacute;pio de Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o para norte, o litoral apresenta apenas alguns pequenos n&uacute;cleos urbanizados, como em Suba&uacute;ma, Baixio e S&iacute;tio do Conde, e extensos trechos de praias desertas (Silva <i>et al.</i>, 2008; Bittencourt <i>et al.</i>, 2010). Para os pr&oacute;ximos anos, contudo, est&atilde;o previstos grandes investimentos para esta regi&atilde;o, como, por exemplo, o que &eacute; noticiado pelo jornal "A Tarde" de 28/12/2008: cerca de 750 milh&otilde;es de reais para a constru&ccedil;&atilde;o de equipamentos tur&iacute;sticos e residenciais em Baixio, o que dever&aacute; impactar fortemente este trecho do litoral. Neste contexto, al&eacute;m do conhecimento j&aacute; dispon&iacute;vel no que tange &agrave; din&acirc;mica sedimentar costeira da regi&atilde;o de estudo (e.g., Bittencourt <i>et al.</i>, 2010; Dominguez <i>et al.</i>, 1996), &eacute; de fundamental import&acirc;ncia a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos referentes &agrave; qualidade recreacional e capacidade de carga das suas praias, bem como aos limites ecol&oacute;gicos da regi&atilde;o em apre&ccedil;o, que possam subsidiar os planos de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o deste litoral. Nesse sentido, o presente trabalho teve como objetivo a realiza&ccedil;&atilde;o de tais estudos nas praias que apresentam as maiores demandas por usu&aacute;rios ao longo da Costa dos Coqueiros.</p>         <p>&nbsp;</p>         <p><b>2. Material e m&eacute;todos</b></p> 	    <p><b>2.1 Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade recreacional das praias</b></p> 	    <p>A qualidade recreacional das praias da Costa dos Coqueiros foi avaliada a partir da an&aacute;lise de indicadores de qualidade geoambiental e de infraestrutura, extra&iacute;dos de Leatherman (1997), Silva <i>et al.</i>, (2003) e Ara&uacute;jo & Costa (2008). Para tanto, foram utilizados, para aplica&ccedil;&atilde;o no presente trabalho, os indicadores aqui considerados como mais significativos para o alcance dos objetivos propostos, sendo 20 indicadores de qualidade geoambiental (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t1.jpg">Tabela 1</a>) e 12 de infraestrutura para uso recreacional (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t2.jpg">Tabela 2</a>), avaliados a partir de caminhamentos feitos ao longo das praias estudadas no per&iacute;odo entre outubro de 2010 e janeiro de 2011 (primavera/ver&atilde;o), durante finais de semana e feriados, nos hor&aacute;rios de maior freq&uuml;&ecirc;ncia de banhistas (12 &agrave;s 15h).</p>          
<p>Quanto aos crit&eacute;rios propostos pelos autores acima citados para a avalia&ccedil;&atilde;o    desses indicadores, no presente trabalho foram feitas poucas modifica&ccedil;&otilde;es,    em fun&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas locais. Neste estudo, devido    &agrave; grande variabilidade de prefer&ecirc;ncias dos usu&aacute;rios em diferentes    locais, todos os indicadores foram considerados com o mesmo peso na determina&ccedil;&atilde;o    da qualidade das praias.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os indicadores foram classificados em diferentes graus de atratividade, sendo para cada um deles atribu&iacute;dos valores de 1 a 3 (1- baixa qualidade; 2- qualidade intermedi&aacute;ria; 3- alta qualidade). Os indicadores 7 e 19 (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t1.jpg">Tabela 1</a>) foram classificados em apenas duas categorias. A qualidade recreacional de cada praia foi expressa pela m&eacute;dia aritm&eacute;tica dos valores atribu&iacute;dos a cada um dos indicadores geoambientais e de infraestrutura. Esta m&eacute;dia aritm&eacute;tica, conforme indicado na <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">Tabela 6</a>, foi feita dividindo-se o somat&oacute;rio dos valores encontrados para cada praia por 32, que representa o n&uacute;mero de indicadores considerados na an&aacute;lise.</p>     
<p>&nbsp;</p> 	<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t3.jpg">Tabela 3</a></p> 	    
<p>&nbsp;</p>       <a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">Tabela 4</a></p> 	    
<p>&nbsp;</p>   	<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t5.jpg">Tabela 5</a></p>         
<p>&nbsp;</p>     <a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">Tabela 6</a></p> 	    
<p>&nbsp;</p>   	    <p>Como, em geral, as praias apresentaram significativas varia&ccedil;&otilde;es espaciais, tanto ambientais como de ocupa&ccedil;&atilde;o e infraestrutura, foram consideradas as caracter&iacute;sticas representativas dos trechos de maior demanda para atividades recreacionais, tendo sido padronizada uma extens&atilde;o de 1 km dentro da &aacute;rea de maior uso destas praias, segundo observa&ccedil;&atilde;o local.</p> 	    <p><b>     2.1.1 Indicadores da Qualidade Geoambiental (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t1.jpg">Tabela 1</a>)</b></p>     
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas para banho, no que tange ao grau de exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s ondas (indicador 1), foram consideradas como praias expostas aquelas com franca atua&ccedil;&atilde;o das ondas; como praias parcialmente abrigadas, aquelas onde bancos de arenito de praia ou de recifes de corais criam localmente uma pequena regi&atilde;o protegida; e, como praias abrigadas, aquelas onde estas estruturas protegem a costa da a&ccedil;&atilde;o das ondas em pelo menos 50% da extens&atilde;o da praia.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vulnerabilidade a processos erosivos (indicador 9), foram consideradas como praias com vulnerabilidade baixa a eros&atilde;o aquelas que n&atilde;o apresentam evid&ecirc;ncias de eros&atilde;o; com vulnerabilidade alta, as praias com significativas evid&ecirc;ncias de eros&atilde;o (escarpa erosiva nos terra&ccedil;os marinhos holoc&ecirc;nicos ou no cord&atilde;o-duna, coqueiros ca&iacute;dos, coqueiros com ra&iacute;zes expostas e exist&ecirc;ncia de estruturas de prote&ccedil;&atilde;o) na maior parte de sua extens&atilde;o e, com vulnerabilidade m&eacute;dia, as praias com algumas evid&ecirc;ncias pontuais desses indicadores de eros&atilde;o, conforme crit&eacute;rios utilizados em Silva <i>et al.</i>, (2007).</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As estruturas antropog&ecirc;nicas (indicador 10) (normalmente estruturas de prote&ccedil;&atilde;o contra eros&atilde;o, como muros de conten&ccedil;&atilde;o e enrocamentos) ou naturais (indicador 11) (normalmente bancos de arenito) que dificultam o uso da praia foram consideradas como poucas quando ocupam uma extens&atilde;o inferior a 30% do comprimento da praia e, muitas, quando ocupam uma extens&atilde;o superior a esta.</p> 	    <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da tipologia do litoral (indicador 12), foi considerada como muito urbanizada a praia com mais de 70% de constru&ccedil;&otilde;es fixas em uma faixa costeira de 50m a partir da linha de preamar m&aacute;xima; pouco urbanizada, com 30 a 70% de constru&ccedil;&otilde;es e, abaixo de 30%, foi considerada como muito pouco urbanizada, seguindo crit&eacute;rios de percentuais utilizados em Silva <i>et al.</i>, (2008).</p> 	    <p>Foram consideradas como evid&ecirc;ncias de descarga de esgoto (indicador 19) a) a constata&ccedil;&atilde;o visual de esgoto na praia, b) as informa&ccedil;&otilde;es de moradores ou comerciantes locais sobre esse tipo de ocorr&ecirc;ncia e, c) quando da presen&ccedil;a de estruturas (como fossas) que indiquem a descarga eventual de esgotos, j&aacute; que n&atilde;o existem an&aacute;lises dispon&iacute;veis acerca da balneabilidade destas praias. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s presen&ccedil;as de &oacute;leo ou piche, algas e &aacute;gua viva (respectivamente, indicadores 16, 18 e 20), foram consideradas como freq&uuml;entes quando de ocorr&ecirc;ncias superiores a dez itens por quil&ocirc;metro linear de praia e, com pouca quantidade, quando inferiores a este valor.</p> 	    <p><b>2.1.2. Indicadores da Qualidade de Infraestrutura (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t2.jpg">Tabela 2</a>)</b></p> 	    
<p>Para os indicadores referentes &agrave; presen&ccedil;a de sanit&aacute;rios e banheiros (indicador 1), lanchonete, bares e restaurantes (indicador 2), meios de hospedagem (indicador 3), telefone p&uacute;blico (indicador 5), facilidades para recrea&ccedil;&atilde;o (indicador 6) e animais dom&eacute;sticos (indicador 12), foram considerados como poucos quando constatados menos de tr&ecirc;s ocorr&ecirc;ncias ao longo do quil&ocirc;metro de praia e zona costeira adjacente (at&eacute; 50m a partir da zona de p&oacute;s-praia) analisados. No caso da presen&ccedil;a de estacionamento (indicador 4), foi considerada a disponibilidade de vagas para ve&iacute;culos levando em conta a demanda de cada praia, a partir da estimativa visual das condi&ccedil;&otilde;es de estacionamento durante o ver&atilde;o. O transporte p&uacute;blico (indicador 7) foi considerado restrito quando est&aacute; dispon&iacute;vel apenas em um ponto espec&iacute;fico dentro do trecho analisado.</p> 	    <p><b>2.2 Avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga</b></p>         <p>Os mesmos trechos de 1 km selecionados para a avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade recreacional das praias estudadas no presente trabalho foram utilizados para a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga das mesmas. Esses trechos foram segmentados em c&eacute;lulas de 50 m de comprimento (compreendendo as zonas do p&oacute;s-praia e da face da praia) e medidas, em cada uma delas, as suas larguras inicial e final. A partir desses valores foi calculada a &aacute;rea de cada c&eacute;lula. Em cada c&eacute;lula foi ent&atilde;o realizada a contagem do n&uacute;mero de pessoas. Essas contagens foram sempre realizadas no hor&aacute;rio de 11:00 &agrave;s 16:00 h, considerado como de maior freq&uuml;&ecirc;ncia pela observa&ccedil;&atilde;o do local, o que foi confirmado a partir de fotografias. Para isso, considerou-se a Praia do Forte como refer&ecirc;ncia, sendo fotografada entre 8:00 e 18:00 horas, a cada hora, a fim de possibilitar a identifica&ccedil;&atilde;o do fluxo de usu&aacute;rios durante o dia. Buscou-se sempre realizar a contagem, bem como as medidas de cada c&eacute;lula de praia, durante finais de semana e feriados, quando havia um maior fluxo de freq&uuml;entadores e em hor&aacute;rios durante ou pr&oacute;ximos &agrave; baixa-mar. Foi ent&atilde;o calculada a rela&ccedil;&atilde;o entre a &aacute;rea de cada c&eacute;lula e o n&uacute;mero de frequentadores, encontrando, assim, a &aacute;rea, em metros quadrados, de praia dispon&iacute;vel para cada usu&aacute;rio. A contagem dos frequentadores foi realizada nas zonas denominadas de ativa (face da praia, local pr&oacute;ximo ao mar e usado, por exemplo, para a pr&aacute;tica de jogos como frescobol) e de <i>solarium</i> (p&oacute;s-praia, local onde as pessoas tomam banho de sol e usam cadeiras e sombreiros) (Pollete & Raucci, 2003). Durante esta contagem, nas praias de Arembepe, Praia do Forte e Baixio () - representativas, respectivamente, de condi&ccedil;&atilde;o de uso intenso, intermedi&aacute;rio e baixo - foram realizadas, de maneira aleat&oacute;ria, 40 entrevistas intencionais em cada uma delas, sendo os usu&aacute;rios questionados quanto ao tamanho da &aacute;rea de praia que consideram ideal para o seu uso, indicado a partir de fotografias tiradas previamente nestas praias, representando tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es diferentes de ocupa&ccedil;&atilde;o da praia: com 1 a 4, 4 a 8 e 8 a 12 m<sup>2</sup> dispon&iacute;veis por usu&aacute;rio. Assim, para cada praia estudada foi estimada a) a &aacute;rea m&eacute;dia utilizada por usu&aacute;rio (n&iacute;vel de uso atual), b) a &aacute;rea dispon&iacute;vel para acomoda&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios e c) a capacidade de carga a partir da percep&ccedil;&atilde;o predominante entre os usu&aacute;rios das praias de Arembepe, Praia do Forte e Baixio quanto ao tamanho da &aacute;rea de praia ideal que consideram para seu uso.</p>     <p>2.3 <b>Avalia&ccedil;&atilde;o do limite ecol&oacute;gico da capacidade de carga (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t3.jpg">Tabela 3</a>)</b></p>      
<p>Segundo Silva (2002), a capacidade de carga ecol&oacute;gica pode ser definida como o limite m&aacute;ximo de uso recreativo que uma determinada &aacute;rea ou ecossistema pode suportar sem que ocorra um decl&iacute;nio irrevers&iacute;vel de seus valores ecol&oacute;gicos, ou seja, sem que o limite de resili&ecirc;ncia seja ultrapassado. O limite de uso, estabelecido geralmente em planos de gest&atilde;o, normalmente variam de acordo com os par&acirc;metros de impacto avaliados, definidos principalmente em fun&ccedil;&atilde;o dos objetivos de gest&atilde;o de cada &aacute;rea, devendo-se considerar sempre os limites de resili&ecirc;ncia dos sistemas naturais.</p>     <p>Como consideram Silva <i>et al.</i>, (2008), nos locais de maior demanda tur&iacute;stica a vegeta&ccedil;&atilde;o original na beira-mar (no p&oacute;s-praia e zona costeira adjacente) &eacute;, geralmente, retirada, sendo substitu&iacute;da por uma vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena, ou cede lugar para a constru&ccedil;&atilde;o de restaurantes, casas, pousadas, hot&eacute;is, etc., sendo este um importante par&acirc;metro de avalia&ccedil;&atilde;o da altera&ccedil;&atilde;o da paisagem costeira (Cin & Simeoni, 1994). Essas constru&ccedil;&otilde;es alteram a paisagem natural, dificultam o acesso &agrave; praia e interferem na din&acirc;mica costeira. Al&eacute;m disso, em praias com grande demanda recreacional, o pisoteio pode danificar a vegeta&ccedil;&atilde;o, especialmente em praias com dunas, podendo, inclusive amplificar localmente as taxas de recuo da linha de costa devido &agrave; movimenta&ccedil;&atilde;o de dunas anteriormente estabilizadas pela vegeta&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A estimativa do limite ecol&oacute;gico da capacidade de carga das praias estudadas neste trabalho foi baseada na avalia&ccedil;&atilde;o dos seguintes indicadores: a) caracter&iacute;sticas da cobertura vegetal, b) n&uacute;mero de ecossistemas sens&iacute;veis (manguezais, recifes de coral, lagoas e dunas) nas proximidades da praia e c) densidade de constru&ccedil;&otilde;es fixas numa faixa costeira de 50 m de largura a partir da linha de costa. Para cada um destes par&acirc;metros foi associado um valor de 1 a 3. O somat&oacute;rio dos valores encontrados foi usado como indicativo de um limite ecol&oacute;gico mais restritivo (valores entre 3 e 5), limite intermedi&aacute;rio (valores entre 6 e 7) e um limite ecol&oacute;gico menos restritivo para capacidade de carga (valores entre 8 e 9). Deve-se, contudo, salientar o car&aacute;ter simplista e experimental desta an&aacute;lise, com um n&uacute;mero reduzido de indicadores, que dever&aacute; ser ampliada em estudos posteriores.</p>         <p>&nbsp;</p>         <p><b>3. Resultados e discuss&otilde;es</b></p>         <p><b>3.1 Qualidade recreacional</b></p>          <p>As <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">tabelas 4</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t5.jpg">5</a>    mostram, respectivamente, os valores atribu&iacute;dos, por praia, a cada um    dos indicadores avaliados referentes &agrave;s qualidades geoambiental e de    infraestrutura, bem como os &iacute;ndices resultantes de qualidade geoambiental    e de infraestrutura , de cada praia, representados pelo somat&oacute;rio destes    valores. A varia&ccedil;&atilde;o desses &iacute;ndices ao longo do litoral,    bem como o valor m&eacute;dio dos mesmos, est&atilde;o expressos na <a href="#f2">figura    2</a>. Por esta figura constata-se que as curvas de varia&ccedil;&atilde;o destes    &iacute;ndices apresentam, de uma maneira geral, um not&aacute;vel paralelismo    entre as praias de Ipitanga (A) e Baixio (R), o que inexiste da&iacute; at&eacute;    Mangue Seco (X). Em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro trecho costeiro, uma regi&atilde;o    que tem recebido historicamente investimentos em infraestrutura ao longo da    linha de costa (Silva <i>et al.</i>, 2008), &eacute; razo&aacute;vel esperar    que, quanto melhores as condi&ccedil;&otilde;es geoambientais das praias, tanto    maior deve ser a demanda por elas para recrea&ccedil;&atilde;o e lazer, o que,    consequentemente, tamb&eacute;m &eacute; esperado ser acompanhado por uma maior    oferta de infraestrutura, que, no entanto, pode vir a comprometer a qualidade    geoambiental destas praias. Quanto ao segundo trecho costeiro, trata-se de uma    &aacute;rea muito pouco antropizada, com caracter&iacute;sticas rurais (Alva,    2003; Silva <i>et al.</i>, 2008), que n&atilde;o tem sido ainda alvo de significativos    investimentos em infraestrutura visando atrair usu&aacute;rios na busca de recrea&ccedil;&atilde;o    e lazer (Silva <i>et al.</i>, 2008).</p>     
<p>&nbsp;</p>              <p><a name="f2"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f2.jpg"></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p>A <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">tabela 6</a> mostra a qualidade recreacional das praias do Litoral Norte do Estado da Bahia, em fun&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices das qualidades geoambiental e de infraestrutura, expressos nas <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">tabela 4</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t5.jpg">5</a>, respectivamente. Pela <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">tabela 6</a>, constata-se que as praias de Vilas do Atl&acirc;ntico, Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute; e Suba&uacute;ma foram classificadas como de alta qualidade recreacional. Na maior parte destas praias (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">Tabelas 4</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t5.jpg">5</a>) existem zonas abrigadas para banho e uma boa oferta de restaurantes e meios de hospedagem, n&atilde;o existindo evid&ecirc;ncias de esgoto (n&atilde;o existem dados de balneabilidade para estas praias), nem estruturas antropog&ecirc;nicas que dificultem o uso (<a href="#f3">Fig. 3</a> e <a href="#f4">4</a>). J&aacute; as praias de Busca Vida, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio e Sitio do Conde (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">Tabelas 4</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t5.jpg">5</a>) apresentaram uma qualidade recreacional baixa, principalmente devido &agrave; aus&ecirc;ncia de zonas abrigadas para banho e a falta de infraestrutura recreacional, como a presen&ccedil;a de restaurantes, lanchonetes, sanit&aacute;rios, meios de hospedagem e facilidades para recrea&ccedil;&atilde;o (<a href="#f5">Fig. 5</a> e <a href="#f6">6</a>).</p>         
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><a name="f3"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f3.jpg">         
<p>&nbsp;</p>         <p><a name="f4"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f4.jpg"></p>         
<p>&nbsp;</p>         <p><a name="f5"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f5.jpg"></p>         
<p>&nbsp;</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f6"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f6.jpg"></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p>Deve-se salientar, contudo, que a oferta de equipamentos como bares e restaurantes a beira mar, apesar de aumentarem a qualidade de infraestrutura das praias, muitas vezes interferem na din&acirc;mica costeira local, acelerando, por exemplo, processos erosivos. Muitos destes empreendimentos n&atilde;o s&atilde;o autorizados pelas prefeituras locais e funcionam de forma irregular.</p>         <p><b>3.2 Avalia&ccedil;&atilde;o da Capacidade de Carga</b></p>         <p>O n&iacute;vel de uso ideal das praias, segundo a percep&ccedil;&atilde;o dos freq&uuml;entadores das praias de Baixio, Arembepe e Praia do Forte &#8211; na sua maioria origin&aacute;rios da pr&oacute;pria localidade ou de cidades vizinhas, no caso das duas primeiras, e de outras regi&otilde;es ou estrangeiros, no caso de Praia do Forte, conforme indicado durante as entrevistas &#8211; foi de 8 a 12 m2 de &aacute;rea por usu&aacute;rio, tendo sido ent&atilde;o utilizado para o c&aacute;lculo da capacidade de carga ideal o valor m&eacute;dio de 10 m<sup>2</sup> por usu&aacute;rio. N&atilde;o se deve desconsiderar, contudo, que foi feita uma aproxima&ccedil;&atilde;o, extrapolando a prefer&ecirc;ncia dos usu&aacute;rios entrevistados na amostragem para um padr&atilde;o geral representativo das praias analisadas no presente estudo.</p> 	    <p>O fluxo de usu&aacute;rios durante o per&iacute;odo das 8 &agrave;s 18:00 horas na Praia do Forte (fotos tiradas no dia 9 de janeiro de 2011) aponta para uma maior concentra&ccedil;&atilde;o entre 12 e 15 horas (<a href="#f7">Fig. 7</a>), o que foi tamb&eacute;m extrapolado para todas as demais praias do presente estudo.</p>         <p>&nbsp;</p>         <p><a name="f7"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f7.jpg"></p>         
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p>A &aacute;rea de praia dispon&iacute;vel por usu&aacute;rio em Arembepe, nos locais de maior concentra&ccedil;&atilde;o (<a href="#f8">Fig. 8</a>, <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>), representa o menor valor encontrado nas praias da Costa dos Coqueiros, sendo inferior &agrave;queles encontrados por Silva <i>et al.</i>, (2009) para o trecho de maior concentra&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios na praia de Itapo&atilde;, em Salvador (entre 4 e 10 m<sup>2</sup>/pessoa), e por Silva <i>et al.</i>, (2008), nas praias mais frequentadas de Porto Seguro, no sul da Bahia (entre 6 e 9 m<sup>2</sup>/pessoa). &Eacute; tamb&eacute;m inferior aos encontrados por Silva <i>et al.</i>, (2006) na praia de Boa Viagem, em Recife (2,9 e 40,5 m<sup>2</sup>/pessoa). Estes valores est&atilde;o tamb&eacute;m fora do intervalo de conforto proposto por De Ruyck (1997) para praias da &Aacute;frica do Sul (6,3 a 25 m<sup>2</sup>/pessoa).</p> 	    
<p>&nbsp;</p>         <p><a name="f8"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f8.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>As praias com menor capacidade de carga social, estimada com base na &aacute;rea de praia dispon&iacute;vel para acomoda&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios e na &aacute;rea ideal para uso, s&atilde;o as de Buraquinho, Vilas do Atl&acirc;ntico, Ipitanga, Itacimirim, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Praia do Forte e Barra do Itariri todas com &aacute;reas dispon&iacute;veis para acomoda&ccedil;&atilde;o na mar&eacute; baixa inferiores a 100.000 m<sup>2</sup> e com capacidades de carga inferiores a 10.000 pessoas/dia, considerando uma &aacute;rea ideal de 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio <a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">(Tabela 7)</a>. Por outro lado, as praias com maior capacidade de carga s&atilde;o as de Massarandupi&oacute;, Sitio do Conde, Baixio e Costa Azul, todas com &aacute;reas superiores a 300.000 m<sup>2</sup> e capacidades de carga acima de 30.000 usu&aacute;rios/dia (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>). Contudo, na maior parte da extens&atilde;o destas quatro praias n&atilde;o existe atualmente nenhum tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o, sendo &aacute;reas com imensas planta&ccedil;&otilde;es de coqueiros (<a href="#f5">Fig. 5</a>) ou campos de duna que, em geral, concentram seus usu&aacute;rios apenas em um pequeno trecho, onde existem facilidades de acesso e infraestrutura.</p> 	    
<p>Deve-se ainda salientar que, com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; defini&ccedil;&atilde;o dos limites de cada praia, utilizados no c&aacute;lculo da &aacute;rea dispon&iacute;vel para acomoda&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios, existe normalmente uma dificuldade para estabelecer estes limites, seja em campo ou atrav&eacute;s de mapas, exceto quando estes s&atilde;o representados por algum elemento fisiogr&aacute;fico, como, por exemplo, no limite norte de Baixio (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f1.jpg">Fig. 1</a>) (limite definido pelo rio Inhambupe). Esta dificuldade pode gerar uma imprecis&atilde;o nos valores calculados (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>), como ocorreu, por exemplo, na defini&ccedil;&atilde;o do limite entre as praias de Massarandupi&oacute; e Suba&uacute;ma, entre Siribinha e Sitio do Conde e entre Costa Azul e Mangue Seco. Al&eacute;m disso, devido &agrave; escala regional da pesquisa, nomes locais (que n&atilde;o constam em mapas e guias do litoral) associados a um determinado trecho de uma praia n&atilde;o foram considerados, assim, por exemplo, a praia de Baixio foi delimitada ocupando todo o litoral do munic&iacute;pio de Esplanada.</p>     
<p><b>3.3 Limite Ecol&oacute;gico da Capacidade de Carga</b></p>     <p>Ao longo do litoral em estudo &eacute; muito comum a substitui&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o original pela planta&ccedil;&atilde;o de coqueiros, mantendo caracter&iacute;sticas de baixa urbaniza&ccedil;&atilde;o, como ocorre, por exemplo, em quase toda a extens&atilde;o do litoral entre Suba&uacute;ma e Mangue Seco (<a href="#f5">Fig. 5</a>) (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>).</p>          
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao longo da Costa dos Coqueiros, constru&ccedil;&otilde;es fixas &agrave; beira-mar    est&atilde;o presentes principalmente na praia de Ipitanga. Em Busca Vida, Jau&aacute;,    Interlagos, Arembepe e Guarajuba elas ocorrem com percentuais entre 30 e 70%    da extens&atilde;o total da linha de costa (<a href="#f9">Fig. 9</a>) (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela    8</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p>         <p><a name="f9"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f9.jpg"></p> 	    
<p>&nbsp;</p> 	    <p>A ocorr&ecirc;ncia de ecossistemas sens&iacute;veis &agrave;s a&ccedil;&otilde;es antropog&ecirc;nicas, como manguezais, recifes de corais, lagoas e dunas, associados &agrave; praia, s&atilde;o importantes indicadores de vulnerabilidade ambiental e sinalizam um limite ecol&oacute;gico mais restritivo. Os recifes de corais ocorrem entre as praias de Barra do Jacu&iacute;pe e Praia do Forte (Le&atilde;o, 1996), os manguezais ocorrem normalmente pr&oacute;ximos &agrave;s desembocaduras fluviais, as lagoas s&atilde;o comuns em diversos trechos do litoral, como em Guarajuba e Baixio, e as dunas apresentam uma maior ocorr&ecirc;ncia nas praias de Santo Ant&ocirc;nio, Massarandupi&oacute;, Costa Azul e Mangue Seco.</p> 	    <p>As praias de Buraquinho, Barra do Jacu&iacute;pe, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute;, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio, Barra do Itariri, Costa Azul e Mangue Seco apresentaram um limite ecol&oacute;gico mais restritivo para a capacidade de carga e apenas a praia de Ipitanga apresentou um limite ecol&oacute;gico menos restritivo. As demais praias da Costa dos Coqueiros apresentaram um limite ecol&oacute;gico intermedi&aacute;rio (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>4. CONCLUS&Otilde;ES</b></p>     <p>Ao longo da Costa dos Coqueiros foi constatado haver, de uma maneira geral, um not&aacute;vel paralelismo no comportamento das curvas de varia&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de qualidade geoambiental e de infraestrutura das praias entre Ipitanga e Baixio, o que n&atilde;o se observou entre Baixio e Mangue Seco (<a href="#f2">Fig. 2</a>). No primeiro trecho, mais pr&oacute;ximo a Salvador, maios populosos e acess&iacute;vel, apresenta tamb&eacute;m boas condi&ccedil;&otilde;es geoambientais de suas praias, de uma maneira geral, o que atrair&aacute; assim uma maior demanda de usu&aacute;rios e, como decorr&ecirc;ncia, uma maior oferta de infraestrutura, circunst&acirc;ncias essas inexistentes no segundo trecho.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lembrando-se ainda, como dito anteriormente, que um aumento de infraestrutura normalmente vem acompanhado de maiores taxas de uso e maiores riscos de degrada&ccedil;&atilde;o dos seus ecossistemas.</p>         <p>A avalia&ccedil;&atilde;o conjunta dos &iacute;ndices geoambientais e de infraestrutura indicou uma alta qualidade recreacional para as praias de Vilas do Atl&acirc;ntico, Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute; e Suba&uacute;ma e uma baixa qualidade recreacional para as praias de Busca Vida, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio e Sitio do Conde (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">Tabela 6</a>).</p> 	    
<p>As praias de Buraquinho, Vilas do Atl&acirc;ntico, Ipitanga, Itacimirim, Interlagos, Santo Ant&ocirc;nio, Praia do Forte e Barra do Itariri apresentaram as menores &aacute;reas dispon&iacute;veis para acomoda&ccedil;&atilde;o (inferiores a 100.000 m<sup>2</sup>) e capacidades de carga inferiores a 10.000 pessoas/dia, considerando uma &aacute;rea ideal de 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>). J&aacute; as praias de Massarandupi&oacute;, Sitio do Conde, Baixio e Costa Azul apresentaram as maiores &aacute;reas dispon&iacute;veis para acomoda&ccedil;&atilde;o (supeiores a 300.000 m<sup>2</sup>) e capacidades de carga superiores a 30.000 usu&aacute;rios/dia (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>). As praias de Ipitanga, Arembepe, Jau&aacute;, Guarajuba e Vilas do Atl&acirc;ntico (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02f1.jpg">Fig. 1</a>), no que tange ao n&iacute;vel de uso atual, s&atilde;o as &uacute;nicas do litoral norte que apresentaram valores de &aacute;rea dispon&iacute;vel por usu&aacute;rio inferiores a 10 m<sup>2</sup> (<a href="#f8">Fig. 8</a>).</p> 	    
<p>As praias que apresentaram um limite ecol&oacute;gico mais restritivo para a capacidade de carga (Buraquinho, Barra do Jacu&iacute;pe, Itacimirim, Praia do Forte, Imbassa&iacute;, Porto Sau&iacute;pe, Massarandupi&oacute;, Baixio, Barra do Itariri, Costa Azul e Mangue Seco) (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>) devem, preferencialmente, experimentar maiores restri&ccedil;&otilde;es de uso, evitando, por exemplo, o "turismo de massa" ou em grandes grupos, ou seja, vocacionando-as para outro tipo de turismo, como, por exemplo, o ecoturismo. Ademais, nestas praias devem ser respeitados os limites legais impostos pela Constitui&ccedil;&atilde;o do Estado da Bahia (Cap&iacute;tulo VIII) que pro&iacute;be qualquer constru&ccedil;&atilde;o, inclusive muros, numa faixa de 60 m a partir da linha de preamar m&aacute;xima.</p>     
<p>Esta restri&ccedil;&atilde;o deve ser observada especialmente para praias como Buraquinho, Itacimirim, Praia do Forte e Imbassa&iacute; que apresentaram um baixo limite ecol&oacute;gico (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>) e uma alta qualidade recreacional (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t6.jpg">Tabela 6</a>), o que se reflete em uma alta demanda tur&iacute;stica. Some-se a isso o fato de estas praias apresentarem uma baixa capacidade de carga (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>).</p>     
<p>Outras praias, como Baixio e Costa Azul, ainda preservam suas caracter&iacute;sticas naturais, alteradas apenas pelas extensas planta&ccedil;&otilde;es de coqueiros, que ocupam quase todo o litoral de Suba&uacute;ma a Mangue Seco (<a href="#f9">Fig. 9</a>). Nestas praias, desertas ou semi-desertas, apesar de sua ampla capacidade de carga (acima de 50.000 pessoas por dia), seria recomend&aacute;vel gerenci&aacute;-las no sentido de restringir a sua capacidade de carga (ou seu n&iacute;vel de uso) devido ao seu limite ecol&oacute;gico ser baixo e, por isso, mais restritivo (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>). Em geral, a infraestrutura recreacional &eacute; muito prec&aacute;ria nestas praias e a ocorr&ecirc;ncia de grandes ondas e correntes de retorno (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t4.jpg">Tabela 4</a>) diminuem a sua seguran&ccedil;a para banho. Por outro lado, a praia de Ipitanga, com caracter&iacute;sticas claramente urbanas, apresenta, entre todas as praias analisadas, o limite ecol&oacute;gico menos restritivo (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t8.jpg">Tabela 8</a>), devendo-se atentar, contudo, para a sua baixa capacidade de carga (<a href ="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a02t7.jpg">Tabela 7</a>).</p> 	    
<p>Por fim, acreditamos que os resultados do presente estudo poder&atilde;o fornecer significativos subs&iacute;dios para a gest&atilde;o ambiental da Costa dos Coqueiros, auxiliando na tomada de decis&otilde;es a respeito de investimentos para o desenvolvimento do setor de turismo e sua compatibiliza&ccedil;&atilde;o com as quest&otilde;es relativas ao uso do solo.</p>     <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Agradecimentos</b></p> 	    <p>Os autores agradecem &agrave; Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) pelo financiamento da pesquisa e I. R. Silva e A. C. S. P. Bittencourt agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) pela Bolsa de Produtividade em Pesquisa.</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Bibliografia</b></p> 	    <!-- ref --><p>Alva, E.N. (2003) - <i>Vetor Norte: um projeto de desenvolvimento sustent&aacute;vel para o Litoral Norte da Bahia</i>. 65p, Funda&ccedil;&atilde;o Onda Azul/MMA/Conder, Salvador, BA, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.ondazul.org.br/downloads/arquivos/25.pdf" target="_blank">http://www.ondazul.org.br/downloads/arquivos/25.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201200020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araujo, M.C.B. de; Costa, M.F. (2008) - Environmental Quality Indicators for Recreational Beachs Classification. <i>Journal of Coastal Research</i>, 24(6):1439-1449, <a href="http://dx.doi.org/10.2112/06-0901.1" target="_blank">10.2112/06-0901.1</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201200020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Archer, B.; Cooper, C. (2001) - Os Impactos positivos e negativos do turismo. In: Theobald, W.F. (org.), <i>Turismo Global</i>, pp.10-20, Editora Senac, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8573591773.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-8872201200020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Bittencourt, A.C.S.P.; Livramento, F.C.; Dominguez, J.M.L.; Silva, I.R. (2010) - Tend&ecirc;ncias de longo prazo &agrave; eros&atilde;o costeira num cen&aacute;rio perspectivo de ocupa&ccedil;&atilde;o humana: litoral norte do estado da Bahia. <i>Revista Brasileira de Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN: 2177-4382), 40(1):125-137. Dispon&iacute;vel em <a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/rbg/article/view/14592/13311" target="_blank">http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/rbg/article/view/14592/13311</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-8872201200020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cin, R.D.; Simeoni, U. (1994) - A Model for Determining the Classification, Vulnerability and Risk in the Southern Coastal Zone of the Marche (Italy). <i>Journal of Coastal Research</i>, 10(1):18-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201200020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Coriolano, L.N.M.T.; Silva, S.B.M. (2005) - <i>Turismo e Geografia: abordagens cr&iacute;ticas</i>. 173p., Editora UECE, Fortaleza, Brasil. ISBN: 8575642588&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-8872201200020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>De Ruyck, M.C.; Soares, A.G.; McLachlan, A. (1997) - Social Carrying Capacity as a Management Tool for Sandy Beaches. <i>Journal of Coastal Research</i>, 13(3): 822-830.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-8872201200020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Dominguez, J.M.L.; Andrade, A.C.S.; Almeida, A.B.; Bittencourt, A.C.S.P. (2009) - The Holocene Barrier Strandplains of the State of Bahia. <i>In</i>: Dillenburg, S. R. & Hesp, P.A. (eds.), <i>Geology and Geomorphology of Holocene Coastal Barriers of Brazil</i> (Lecture Notes in Earth Sciences), pp. 253-288, Springer-Verlag, Berlin / Heidelberg, Alemanha. ISBN: 978-3540250081.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-8872201200020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Dominguez, J.M.L.; Le&atilde;o, Z.M.A.N.; Lyrio, R.S. (1996) - <i>Litoral Norte do Estado da Bahia.</i> XXXIV Congresso Brasileiro de Geologia, Roteiro de Excurs&atilde;o, 67p., Sociedade Brasileira de Geologia, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-8872201200020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ergin, A.; Williams, A.T. & Micaleff, A. (2006) - Coastal Scenery: Appreciation and Evaluation. <i>Journal of Coastal Research</i>, 22(4): 958-964. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2112/04-0351.1" target="_blank">10.2112/04-0351.1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-8872201200020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Haggett, P. (2001) - <i>Geography: A Global Synthesis</i>. 4&ordm; edi&ccedil;&atilde;o, 833p., Prentice Hall, Harlow, Inglaterra. ISBN: 978-0582320307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-8872201200020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Hall, C.M. (2001) - Trends in ocean and coastal tourism: the end of the last frontier? <i>Ocean & Coastal Management</i>, 44(9-10):601-618. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0964-5691(01)00071-0" target="_blank">10.1016/S0964-5691(01)00071-0</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201200020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Le&atilde;o, Z.M.A.N. (1996) - The coral reefs of Bahia: morphology, distribution and the major environmental impacts. Le&atilde;o, Z.M.A.N. (1996) - The coral reefs of Bahia: morphology, distribution and the major environmental impacts. Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias (ISSN: 0001-3765), 68(3):439-452, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-8872201200020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> (ISSN: 0001-3765), 68(3):439-452, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</p>         <!-- ref --><p>Le&atilde;o, Z.M.A.N.; Kikuchi, R.K.P. (1999) - The Bahian Coral Reefs &#8211; from 7000 years BP to 2000 years AD. <i>Ci&ecirc;ncia & Cultura</i> (ISSN&nbsp;0009-6725), 51:262-273, Campinas, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-8872201200020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Leatherman, S.P. (1997) - Beach Rating: A Methodological Approach. <i>Journal of Coastal Research</i>, 13(1):253-258.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201200020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Martin, L.; Bittencourt, A.C.S.P.; Vilas Boas G.S.; Flexor J.M. (1980) - Texto Explicativo para o Mapa Geol&oacute;gico do Quatern&aacute;rio Costeiro do Estado da Bahia. 57p, Companhia de Pesquisa Mineral, Secretaria de Minas e Energia, Salvador, BA, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-8872201200020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Midaglia, C.L.V. (2001) - Turismo e Meio Ambiente no Litoral Paulista: Din&acirc;mica da Balneabilidade das Praias. <i>In</i>: Lemos, A.I.G. (ed.), <i>Turismo: Impactos S&oacute;cio-Ambientais</i>, pp-33-56, Editora Hucitec, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8527103435.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201200020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Morgan, R. (1999) - Preferences and Priorities of Recreational of Beach Users in Wales, UK. <i>Journal of Coastal Research</i>,15(3): 653-667.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-8872201200020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Murphy, P.E. (2001) - Turismo e Desenvolvimento Sustentado. <i>In</i>: Theobald, W.F. (org.), <i>Turismo Global</i>. pp. 30-40, Editora Senac, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8573591773.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-8872201200020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Polette, M.; Raucci, G.D. (2003) - Methodological Proposal for Carrying Capacity Analysis in Sandy Beaches: A Case Study at the Central Beach of Balne&aacute;rio Combori&uacute; (Santa Catarina, Brazil). <i>Journal of Coastal Research</i>, SI35:94-106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-8872201200020000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Silva, C. Pereira da (2002) - Beach Carrying Capacity Assessment: How important is it? <i>Journal of Coastal Research</i>, SI36:190-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-8872201200020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Dominguez, J.M.L.; Silva, S.B.M. (2003) - Uma Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; Gest&atilde;o Ambiental da Costa do Descobrimento (Litoral Sul do Estado da Bahia): Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade Recreacional das Praias. <i>Geografia</i> (0100-7912), 28: 397-413, Rio Claro, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-8872201200020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Dominguez, J.M.L.; Silva, S.B.M. (2007) - Potencial de Danos Econ&ocirc;micos Face &agrave; Eros&atilde;o Costeira, Relativo &agrave;s Praias da Costa do Descobrimento &#8211; Litoral Sul do Estado da Bahia. Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias (ISSN 1807-9806), 34(1):35-44, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.pesquisasemgeociencias.ufrgs.br/3401/03-3401.pdf" target="_blank">http://www.pesquisasemgeociencias.ufrgs.br/3401/03-3401.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201200020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Silva, S.B.M.; Dominguez, J.M.L; Souza Filho, J.R. (2008) - N&iacute;vel de antropiza&ccedil;&atilde;o X n&iacute;vel de uso das praias de Porto Seguro/BA: subs&iacute;dios para uma avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de suporte. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 8(1):1-13. <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/revista8f1_5.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/revista8f1_5.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-8872201200020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, I.R.; Souza Filho, J.R.; Barbosa, M.; Rebou&ccedil;as, F.; Machado, R.S. (2009) - Diagn&oacute;stico Ambiental e Avalia&ccedil;&atilde;o da Capacidade de Suporte das Praias do Bairro de Itapo&atilde;, Salvador, Bahia. <i>Revista Sociedade e Natureza</i> (1982-4513), 21(1):71-84, Uberl&acirc;ndia. MG, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-8872201200020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Silva, J.S.; Barbosa, S.C.T.; Leal, M.M.V.; Lins, A.R.; Costa, M.F. (2006) - Ocupa&ccedil;&atilde;o da praia da Boa Viagem (Recife/PE) ao longo de dois dias de ver&atilde;o: um estudo preliminar. <i>Pan-American Journal of Aquatic Sciences</i> (ISSN: 1809-9009), 1(2):91-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-8872201200020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Silva, S.B.M.; Silva, B.C.N.; Carvalho, S.S. (2008) - Metropoliza&ccedil;&atilde;o e turismo no litoral norte de Salvador: de um deserto a um territ&oacute;rio de enclaves? <i>In</i>: Carvalho, I. & Pereira, G.C. (org.), <i>Como anda Salvador e sua Regi&atilde;o Metropolitana</i>, pp. 189-211, Edufba, Salvador, BA, Brasil. ISBN: 8523203931. Dispon&iacute;vel on-line em .<a href="http://ufba.academia.edu/GilbertoCorso/Books/933296/Como_Anda_Salvador" target="_blank">http://ufba.academia.edu/GilbertoCorso/Books/933296/Como_Anda_Salvador</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-8872201200020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Suguio, K.; Nogueira, A.C.R. (1999) - Revis&atilde;o Cr&iacute;tica dos Conhecimentos Geol&oacute;gicos sobre a Forma&ccedil;&atilde;o (ou Grupo?) Barreiras do Ne&oacute;geno e o seu Poss&iacute;vel Significado como Testemunho de Alguns Eventos Geol&oacute;gicos Mundiais. <i>Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN: 1980-900X), 18:461-479, Rio Claro, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-8872201200020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>         <!-- ref --><p>Williams, P.W.; Gill, A. (2001) - Quest&otilde;es de Gerenciamento da Capacidade de Carga Tur&iacute;stica. <i>In</i>: Theobald, W.F. (org.), <i>Turismo Global</i>, pp. 45-55, Editora Senac, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8573591773.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-8872201200020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Nota</b></p>         <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a>Submiss&atilde;o: 22 Agosto 2011; Avalia&ccedil;&atilde;o: 17 Outubro 2011; Recep&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o revista: 4 Janeiro 2012; Aceita&ccedil;&atilde;o: 11 Jneiro 2012; Disponibiliza&ccedil;&atilde;o on-line: 27 Fevereiro 2012</p>      ]]></body><back>
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