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<journal-title><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contribuição para o conhecimento da vegetação de restinga de Massarandupió, Município de Entre Rios, BA, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Contribution to the knowledge of the vegetation of Massarandupió Restinga, Entre Rios, BA, Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Católica do Salvador Departamentos de Botânica e Geografia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Restinga formations are prevalent throughout the Brazilian coast and there are several connotations used for these formations, is referring to the vegetation composition, in other words, in geologic sense. The vegetation found in coastal plains, where restingas are found, has received a very heterogeneous treatment by researchers who have worked or work in the field. Different restinga physiognomies can occur in only a part of the Brazilian coast. Although the study area it is an EPA - Environmental Protection Area, studies about restinga vegetation are still shortage. The coastal regions especially Restingas, has suffered over time with environmental degradation and growing estate development and tourism because of its natural beauty. The objective of this work is to contribute to knowledge about restingas vegetation of the North Coast of Bahia through floristic and phytosociological analysis of the components shrubs - a stretch of arboreal vegetation in Massarandupió in the city of Entre Rios, Bahia, Brazil, in order subsidizing an indication of priority areas for the creation of protected areas within the more restrictive area inside the EPA - Environmental Protection Area of the North Coast of Bahia. For the floristic analysis were performed random walks across the polygon of interest, while for phytosociological sampling, were leased a transect of 200 m with 5 parcels of 10x10m in each for a total of 2000m ² samples from the individuals that fit the character selection with CAP = 15cm for trees and shrubs in the areas of Restinga Forest and CAS = 5cm for individuals in the "Restinga's Moita" beyond count of specimens and measurement of visual height. Were characterized and identified four vegetation types. a) Mangrove: Throughout Subaúma River estuarine zone located in the city of Massarandupió, Bahia, Brazil represents one of the main ecosystems of object extraction, and the vegetation characteristic of the species Rhizophora mangle and Laguncularia racemosa are much more frequent in areas at higher tidal influence; b) Wetlands: In the pleistocene marine terraces can be caused or flood plains of river systems (perennial) or zones of deflation of the dune fields tipe "blowout" (non-perennial systems). In perennial systems that are constantly supplied by continental drainage occurs a peculiar vegetation, with a predominance of herbaceous plants; c) the Restinga Forest: This forest type is associated with older sediments of pleistocene alluvial or occurrence in areas downwind of the dune system "blowout" where local environmental conditions favor the formation of a forest sclerophyllous forest with physiognomy closed with canopy readily apparent with 7-10m in height, in this training is the most common species Kilmeyera reticulata, Coccoloba alnifolia, Ouratea suaveolans, Myrcia rostrata; d) in Restingas Clumps: An open physiognomy with vegetation arranged in clumps, or as islands of vegetation interspersed with clean soil, herbaceous or sub-shrub. The bushes mostly have one or a few tree species that can reach up to 4-5 meters high, they almost always prominent in a central position in the bush as Clusia hilariana, Manilkara salzmanii, Emmotum affine and Coccoloba alnifolia that suggesting function facilitator e) Vegetation Praial: here we found a small number of species, small and creeping appearance, being somewhat variable in width, generally not exceeding 50m extension on cord on the dunes and dune-front locations. Some shrubs occur as Chrysobalanus icaco. As regards the provision of the species, would Remiria maritima and Panicum racemosum, both stoloniferous, with Marsypianthes chamaedrys, Panicum racemosum and Chamaesyce hyssopifolia are common throughout the cord-dune. Ipomoea pes-capre and Ipomoea stolonifera near the line of the beach, usually not exceeding in the first 25m from the beginning of the vegetation toward the mainland. In floristic analysis 124 species were identified, that the richest families are Cyperaceae (11), Fabaceae (10), Asteraceae (7), Arecaceae (6) Myrtaceae (5), Rubiaceae (5), Araceae (4), Clusiaceae (4) and Melastomataceae (4). For the phytosociological information, especially in Restinga Forest, the most important species are Coccoloba alnifolia (VI = 151.90), while Alibertia sp. (VI = 117.95) is the most important species in restinga bushes. In compilations where floristic and phytosociological demonstrate the connectivity of the vegetation types, vegetation characteristics for both in size and species, as described by the geomorphology of the area. Among the species identified Bactris soeiroana and Poecilanthe itapuana are endemic to the northern coast of Bahia, in addition to said focal species and restricted distributions along the Brazilian coast. In this regard it is of utmost importance to conservation of local vegetation, due to their ecological complexity and pressure of the deployment of large hotel projects, aspects relevant to the delimitation of the boundaries of Conservation Units (CUs).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Vegetação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><b>Contribui&ccedil;&atilde;o para o conhecimento da vegeta&ccedil;&atilde;o de restinga de Massarandupi&oacute;, Munic&iacute;pio de Entre Rios, BA, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p> 	    <p><b>Contribution to the knowledge of the vegetation of Massarandupi&oacute; Restinga, Entre Rios, BA, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>         <p><b>Vanessa &Iacute;ris Silva da Silva<sup>@, I</sup>, Christiano Marcelino Menezes<sup>II</sup></b></p>         <p><sup>@</sup>Corresponding author: <a href="mailto:vanessaissilva@yahoo.com.br">vanessaissilva@yahoo.com.br</a>.</p>         <p><sup>I</sup>Instituto de Geoci&ecirc;ncias &#8211; UFBA. Pesquisadora-Colaboradora do Centro de Ecologia e Conserva&ccedil;&atilde;o Animal (ECOA), Campus de Pitua&ccedil;u, Av. Prof. Pinto de Aguiar, 2.589 - Pitua&ccedil;u, CEP 40.710-000 &#8211; Salvador, Bahia, Brasil.    <br><sup>II</sup>Universidade Cat&oacute;lica do Salvador, Departamentos de Bot&acirc;nica e Geografia, UCSal.</p>         <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>RESUMO</b></p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As forma&ccedil;&otilde;es de restinga s&atilde;o predominantes por toda a costa brasileira e diversas s&atilde;o as conota&ccedil;&otilde;es empregadas para essas forma&ccedil;&otilde;es, seja referindo-se &agrave; composi&ccedil;&atilde;o vegetal, ou seja, no sentido geol&oacute;gico. A vegeta&ccedil;&atilde;o ocorrente sobre as plan&iacute;cies costeiras brasileiras, onde se enquadram as Restingas, tem recebido um tratamento muito heterog&ecirc;neo pelos pesquisadores e estudiosos que atuaram ou atuam na &aacute;rea. Diferentes fitofisionomias de restinga podem ocorrer em apenas um trecho da costa brasileira. Apesar da &aacute;rea de estudo se tratar de uma APA &#8211; &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental, os estudos sobre a vegeta&ccedil;&atilde;o de restinga s&atilde;o ainda escassos. As regi&otilde;es litor&acirc;neas principalmente as Restingas, vem sofrendo ao longo dos tempos com a degrada&ccedil;&atilde;o e perdas ambientais, devido ao grande e crescente desenvolvimento imobili&aacute;rio e tur&iacute;stico devido a sua beleza c&ecirc;nica ambiental. O objetivo deste trabalho permeiou em contribuir ao conhecimento da vegeta&ccedil;&atilde;o das restingas do Litoral Norte da Bahia atrav&eacute;s de analises flor&iacute;sticas e fitossociol&oacute;gicas de um trecho da vegeta&ccedil;&atilde;o em Massarandupi&oacute;, no munic&iacute;pio de Entre Rios-BA, Brasil, a fim de subsidiar a indica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas priorit&aacute;rias para a cria&ccedil;&atilde;o de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o mais restritivas dentro da APA &#8211; &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Litoral Norte do Estado da Bahia. Para o levantamento floristico, foram realizadas caminhadas por trilhas escolihas aleatoriamente, enquanto que para a amostragem fitossociol&oacute;gica, apenas foram consideradas as fisionomias lenhosas terrestres (arbustivo-arb&oacute;rea e arb&oacute;rea). Nestas foram distribu&iacute;das 5 parcelas de 10x10m cada ao longo de transec&ccedil;&otilde;es de 200m, perfazendo um total de 2000m&sup2; de &aacute;rea amostrada. Na fisionomia arb&oacute;rea foram amostrados todos os indiv&iacute;duos com CAP=10cm enquanto que para a arbustiva-arb&oacute;rea, os indiv&iacute;duos que apresentaram CAS=5cm foram amostrados. Foram coletadas informa&ccedil;&otilde;es sobre o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos de todas as esp&eacute;cies inclusas nas parcelas al&eacute;m da estimativa visual das alturas. Foram caracterizadas e identificadas quatro fitofisionomias: a) Manguezal, b) Zonas &Uacute;midas, c) Mata de Restinga, d) Restingas em Moitas e Vegeta&ccedil;&atilde;o Praial. Foram identificadas 136 esp&eacute;cies distribu&iacute;das em 59 familias bot&acirc;nicas, sendo as fam&iacute;lias de maior riqueza espec&iacute;fica Cyperaceae (12) Fabaceae (10), Asteraceae (7), Arecaceae (7) Myrtaceae (5), Rubiaceae (5), Araceae (4), Clusiaceae (4), Poaceae (4) e Melastomataceae (4). Quanto aos dados fitossociol&oacute;gicos, na Mata de Restinga a esp&eacute;cie mais importante &eacute; <i>Coccoloba alnifolia</i> (VI = 151,90), enquanto que Alibertia sp. (VI = 117,95) &eacute; esp&eacute;cie mais importante na Restinga em Moitas. Dentre as esp&eacute;cies identificadas a <i>Poecilanthe itapuana e Bactris soeiroana</i> s&atilde;o end&ecirc;micas para o Litoral Norte do Estado da Bahia, al&eacute;m das esp&eacute;cies ditas focais e com distribui&ccedil;&otilde;es restritas ao longo do Litoral Brasileiro. Neste sentido &eacute; de extrema import&acirc;ncia a conserva&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o local, haja vista a sua complexidade ecol&oacute;gica e a press&atilde;o da implanta&ccedil;&atilde;o de grandes projetos hoteleiros, aspectos relevantes para a delimita&ccedil;&atilde;o do per&iacute;metro das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (UC's).</p> 	    <p><b>Palavras-chave: </b>Vegeta&ccedil;&atilde;o, Litoral Norte, Plan&iacute;cie Costeira.</p> 	<hr size="1" noshade>         <p><b>ABSTRACT</b></p> 	    <p>Restinga formations are prevalent throughout the Brazilian coast and there are several connotations used for these formations, is referring to the vegetation composition, in other words, in geologic sense. The vegetation found in coastal plains, where restingas are found, has received a very heterogeneous treatment by researchers who have worked or work in the field. Different restinga physiognomies can occur in only a part of the Brazilian coast. Although the study area it is an EPA - Environmental Protection Area, studies about restinga vegetation are still shortage. The coastal regions especially Restingas, has suffered over time with environmental degradation and growing estate development and tourism because of its natural beauty. The objective of this work is to contribute to knowledge about restingas vegetation of the North Coast of Bahia through floristic and phytosociological analysis of the components shrubs - a stretch of arboreal vegetation in Massarandupi&oacute; in the city of Entre Rios, Bahia, Brazil, in order subsidizing an indication of priority areas for the creation of protected areas within the more restrictive area inside the EPA - Environmental Protection Area of the North Coast of Bahia. For the floristic analysis were performed random walks across the polygon of interest, while for phytosociological sampling, were leased a transect of 200 m with 5 parcels of 10x10m in each for a total of 2000m &sup2; samples from the individuals that fit the character selection with CAP = 15cm for trees and shrubs in the areas of Restinga Forest and CAS = 5cm for individuals in the "Restinga's Moita" beyond count of specimens and measurement of visual height. Were characterized and identified four vegetation types. a) Mangrove: Throughout Suba&uacute;ma River estuarine zone located in the city of Massarandupi&oacute;, Bahia, Brazil represents one of the main ecosystems of object extraction, and the vegetation characteristic of the species Rhizophora mangle and Laguncularia racemosa are much more frequent in areas at higher tidal influence; b) Wetlands: In the pleistocene marine terraces can be caused or flood plains of river systems (perennial) or zones of deflation of the dune fields tipe <i>"blowout"</i> (non-perennial systems). In perennial systems that are constantly supplied by continental drainage occurs a peculiar vegetation, with a predominance of herbaceous plants; c) the Restinga Forest: This forest type is associated with older sediments of pleistocene alluvial or occurrence in areas downwind of the dune system "blowout" where local environmental conditions favor the formation of a forest sclerophyllous forest with physiognomy closed with canopy readily apparent with 7-10m in height, in this training is the most common species Kilmeyera reticulata, Coccoloba alnifolia, Ouratea suaveolans, Myrcia rostrata; d) in Restingas Clumps: An open physiognomy with vegetation arranged in clumps, or as islands of vegetation interspersed with clean soil, herbaceous or sub-shrub. The bushes mostly have one or a few tree species that can reach up to 4-5 meters high, they almost always prominent in a central position in the bush as Clusia hilariana, Manilkara salzmanii, Emmotum affine and Coccoloba alnifolia that suggesting function facilitator e) Vegetation Praial: here we found a small number of species, small and creeping appearance, being somewhat variable in width, generally not exceeding 50m extension on cord on the dunes and dune-front locations. Some shrubs occur as Chrysobalanus icaco. As regards the provision of the species, would Remiria maritima and Panicum racemosum, both stoloniferous, with Marsypianthes chamaedrys, Panicum racemosum and Chamaesyce hyssopifolia are common throughout the cord-dune. Ipomoea pes-capre and Ipomoea stolonifera near the line of the beach, usually not exceeding in the first 25m from the beginning of the vegetation toward the mainland. In floristic analysis 124 species were identified, that the richest families are Cyperaceae (11), Fabaceae (10), Asteraceae (7), Arecaceae (6) Myrtaceae (5), Rubiaceae (5), Araceae (4), Clusiaceae (4) and Melastomataceae (4). For the phytosociological information, especially in Restinga Forest, the most important species are Coccoloba alnifolia (VI = 151.90), while Alibertia sp. (VI = 117.95) is the most important species in restinga bushes. In compilations where floristic and phytosociological demonstrate the connectivity of the vegetation types, vegetation characteristics for both in size and species, as described by the geomorphology of the area. Among the species identified Bactris soeiroana and Poecilanthe itapuana are endemic to the northern coast of Bahia, in addition to said focal species and restricted distributions along the Brazilian coast. In this regard it is of utmost importance to conservation of local vegetation, due to their ecological complexity and pressure of the deployment of large hotel projects, aspects relevant to the delimitation of the boundaries of Conservation Units (CUs).</p> 	    <p><b>Keywords: </b>Vegetation, North Coast, Coastal Plain.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p> 	    <p>As forma&ccedil;&otilde;es de restinga s&atilde;o predominantes por toda a costa brasileira e diversas s&atilde;o as conota&ccedil;&otilde;es empregadas para essas forma&ccedil;&otilde;es, seja referindo-se &agrave; composi&ccedil;&atilde;o vegetal, ou seja no sentido geol&oacute;gico (Suguio &amp; Tessler, 1984).</p> 	    <p>Uma variedade de ecossistemas e habitats comp&otilde;e as restingas do Litoral Norte do Estado da Bahia, contudo os estudos n&atilde;o s&atilde;o convergentes para essa regi&atilde;o. Pinto <i>et al.</i> (1984), Dias &amp; Menezes (2007), Menezes (2007) e Queiroz <i>et al.</i> (2005) foram alguns dos poucos estudos flor&iacute;sticos e fision&ocirc;micos voltados para a costa norte do Estado da Bahia, enquanto que Menezes <i>et al.</i> 2007, Silva &amp; Menezes (2007a, 2007b), realizaram trabalhos de manejo desse tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o. Menezes <i>et al.</i> (2007), para a mesma regi&atilde;o, consideraram oito fitofisionomias distintas, classificadas com base nas terminologias empregadas em outros estudos sobre vegeta&ccedil;&atilde;o de restinga no Brasil (Ara&uacute;jo &amp; Henriques 1984; Henriques <i>et al.</i>, 1986; Silva, 1998; Assump&ccedil;&atilde;o &amp; Nascimento, 2000).</p> 	    <p>A vegeta&ccedil;&atilde;o ocorrente sobre as plan&iacute;cies costeiras brasileiras, onde se enquadram as restingas, tem recebido um tratamento muito heterog&ecirc;neo pelos pesquisadores e estudiosos que atuaram ou atuam na &aacute;rea. Esta heterogeneidade manifesta-se tanto nas abordagens dos estudos realizados, como no maior ou menor esfor&ccedil;o de investiga&ccedil;&atilde;o em uma &aacute;rea espec&iacute;fica, muitas vezes de abrang&ecirc;ncia geogr&aacute;fica restrita. Na literatura concernente &agrave; costa brasileira podem ser encontrados relatos gen&eacute;ricos sobre os principais aspectos fitofision&ocirc;micos dos seus diferentes tipos vegetacionais, listagens e descri&ccedil;&otilde;es detalhadas de diferentes regi&otilde;es do litoral, e ainda propostas de mapeamento e denomina&ccedil;&atilde;o das suas diferentes forma&ccedil;&otilde;es ou comunidades vegetacionais (Silva, 1998).</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para Ormond (1960), as restingas constituem-se em in&uacute;meras forma&ccedil;&otilde;es vegetacionais de caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias, a partir de uma rela&ccedil;&atilde;o particular com o ambiente. Essa heterogeneidade vegetacional observada nas restingas &eacute; tamb&eacute;m considerada por Rizzini (1997) ao utilizar o termo "complexo da restinga", demonstrando a complexidade de forma&ccedil;&otilde;es. Para Peixoto <i>et al.</i> (2005), a vegeta&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada com a temperatura; no entanto, sabe-se que o solo &eacute; crucial para a composi&ccedil;&atilde;o vegetal de restingas desde a forma&ccedil;&atilde;o praial, que sofre com o d&eacute;ficit h&iacute;drico e com a proximidade com o mar. Um grande incremento do porte dos indiv&iacute;duos nesse tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; indicado por Menezes <br /><i>et al.</i> (2007), al&eacute;m de apontar que o sistema de dunas <i>"blowout"</i> &eacute; controla a origem e diferenci&ccedil;&atilde;o das fitofisionomias locais.</p> 	    <p>O objetivo deste trabalho visou contribuir com o conhecimento da vegeta&ccedil;&atilde;o de um trecho da Restinga de Massarandupi&oacute;, no munic&iacute;pio de Entre Rios-BA, Brasil, a fim de subsidiar a indica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas priorit&aacute;rias para a cria&ccedil;&atilde;o de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o no Litoral Norte do Estado da Bahia.</p>         <p>&nbsp;</p>         <p><a name="f1"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f1.jpg">         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>2. Material e M&eacute;todos</b></p> 	    <p>- &Aacute;rea de estudo:</p> 	    <p>O Litoral Norte da Bahia apresenta cerca de 200km de restinga inserida na &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental &#8211; APA do Litoral Norte, localizado aproximadamente entre os paralelos 11&deg;30' e 13&deg;00'S e meridianos de 37&deg;20' e 38&deg;00'W, &eacute; considerado do ponto de vista clim&aacute;tico, como uma &aacute;rea quente-&uacute;mida, de relativa homogeneidade, caracterizando-se por apresentar m&eacute;dias t&eacute;rmicas elevadas, e altos &iacute;ndices pluviom&eacute;tricos distribu&iacute;dos regularmente ao longo de todos os meses do ano. Os &iacute;ndices pluviom&eacute;tricos anuais variam espacialmente de sul para o norte e situam-se entre 2.000mm a 1.200mm a respectivamente. Os ventos dominantes sopram de sudeste (SE), registrando-se ainda fluxos de leste (E) e nordeste (NE) no ver&atilde;o (Gon&ccedil;alves, 1991 apud Lyrio 1996). Cerca de 75% dos ventos s&atilde;o de NE-E-SE sendo que deste percentual, 18% de NE e 47% de E, principalmente na primavera-ver&atilde;o, enquanto que durante o outono-inverno, &eacute;poca da chegada das frentes frias na regi&atilde;o, os ventos predominantes s&atilde;o os de SSE. O munic&iacute;pio de Entre Rios-BA (UTM 622178/ 8634251) representa para a regi&atilde;o relevante import&acirc;ncia tur&iacute;stica, haja vista a grande variedade de ambientes naturais.</p> 	    <p>- <i>Delineamento Amostral:</i></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a an&aacute;lise fitossociol&oacute;gica, apenas foram consideradas as forma&ccedil;&otilde;es lenhosas terrestres (arbustivo-arb&oacute;rea e arb&oacute;rea). Nestas foram distribu&iacute;das 5 parcelas de 10x10m cada, ao longo de transec&ccedil;&otilde;es de 200m, perfazendo um total de 2000m&sup2; de &aacute;rea amostrada. Na forma&ccedil;&atilde;o arb&oacute;rea foram amostrados todos os indiv&iacute;duos com Circunfer&ecirc;ncia a Altura do Peito (CAP) =10cm, enquanto que para a arbustiva-arb&oacute;rea, os indiv&iacute;duos que apresentaram Circunfer&ecirc;ncia a Altura do Solo (CAS) =5cm foram amostrados (<a href="#f2">Figura 2</a>). A defini&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o nas amostragens, se baseou nos conceitos de Taxocenose descritos por Scudeller <i>et al.</i> (2001), que sugere que os trabalhos fitossociol&oacute;gicos feitos no Brasil considerem a comunidade (taxocenose) de arbustos e ou &aacute;rvores ou comunidade (taxocenose) de subarbustos e ou ervas.</p>         <p>&nbsp;</p>         <p><a name="f2"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f2.jpg">         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f3.jpg">Figura 3</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><i>- Par&acirc;metros Fitossociol&oacute;gicos:</i></p> 	    <p>Para cumprimento dos objetivos, escolheu-se tra&ccedil;ar os parametros fitossociol&oacute;gicos b&aacute;sicos, pois estes fornecem a rela&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies mais abundantes com a composi&ccedil;&atilde;o destas na comunidade como um todo. Essa base descritiva permite n&atilde;o s&oacute; uma estimativa da diversidade como tamb&eacute;m um diagn&oacute;stico r&aacute;pido, informa&ccedil;&otilde;es imprescind&iacute;veis tanto para a bioprospec&ccedil;&atilde;o quanto para a conserva&ccedil;&atilde;o.</p> 	    <p>Os par&acirc;metros fitossociol&oacute;gicos calculados foram: Densidade Absoluta e Relativa (DA e DR), Domin&acirc;ncia Absoluta e Relativa (DoA e DoR), Freq&uuml;&ecirc;ncia Absoluta e Relativa (FA e FR), &Iacute;ndice de Valor de Import&acirc;ncia (IVI) e o Quoeficiente de Mistura (QM). Os valores relativos de domin&acirc;ncia (cobertura), densidade e freq&uuml;&ecirc;ncia foram utilizados para determinar o VI (Martins, 2006). Segundo Mueller-Dombois &amp; Ellenberg (1974), qualquer um dos tr&ecirc;s par&acirc;metros &#8211; Densidade, Domin&acirc;ncia, Freq&uuml;&ecirc;ncia &#8211; pode ser interpretado como Valor de Import&acirc;ncia (VI), j&aacute; que &eacute; o investigador quem determina qual destes &eacute; o mais importante para alcan&ccedil;ar os objetivos da pesquisa. Neste caso o VI &eacute; a soma dos valores relativos das tr&ecirc;s vari&aacute;veis. Os dados da fitossociologia coletados foram tabulados utilizando o programa Microsoft Excel.</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>-<i>Identifica&ccedil;&otilde;es Floristicas</i></p> 	     <p>Para a identifica&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies foram realizadas caminhadas    aleat&oacute;rias por trilhas pr&eacute;-existentes, de forma que todas as forma&ccedil;&otilde;es    fossem contempladas. As coletas de material bot&acirc;nico se restringiram apenas    aos esp&eacute;cimes que se encontravam f&eacute;rteis e n&atilde;o identificados    em campo, sendo estes prensados segundo as t&eacute;cnicas usuais (Bridson &amp;    Forman, 1992). Todo o material coletado foi triado e herborizado no Labor&aacute;torio    do Centro de Pesquisa em Ecologia e Conserva&ccedil;&atilde;o Animal da Universidade    Cat&oacute;lica do Slavador (UCSal/ECOA) para posteriores identifica&ccedil;&otilde;es    e adensamento da cole&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia do Herb&aacute;rio    RADAMBRASIL do Jardim Bot&acirc;nico de Salavdor - Mata dos Oitis (JBSSA). Os    esp&eacute;cimes, quando poss&iacute;vel, foram identificados em campo e neste    caso com o uso de bibliografias espec&iacute;ficas (Barroso, 1978, Lorenzi,    2002, Souza &amp; Lorenzi, 2005). A revis&atilde;o nomenclatural foi baseada    nas informa&ccedil;&otilde;es contidas no site International Plant Names Index    (<a href="http://www.ipni.org/ipni/plantnamesearchpage.do" target="_blank">http://www.ipni.org/ipni/plantnamesearchpage.do</a>),    enquanto que para a classifica&ccedil;&atilde;o dos taxa foi utilizado o Sistema    de Cronquist (1981).</p> 	    <p>Para a identifica&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies amea&ccedil;adas, foram utilizadas as listas oficiais do IBAMA (<a href="http://www.ibama.gov.br" target="_blank">http://www.ibama.gov.br</a>) e da IUCN (<a href="http://www.iucnredlist.org" target="_blank">http://www.iucnredlist.org</a>), que incluem distintas categorias de amea&ccedil;a.</p> 	    <p><b>3. Resultados e Discuss&atilde;o</b></p> 	    <p>A diversidade de ambientes ao longo das plan&iacute;cies arenosas do litoral brasileiro suporta uma vegeta&ccedil;&atilde;o com caracter&iacute;sticas distintas entre si, no que se reflete em fisionomias vegetacionais complexas e din&acirc;micas. A deposi&ccedil;&atilde;o de areia pelo mar, as tempestades, as correntes litor&acirc;neas e os ventos modelaram uma topografia complexa e diversificada que pode assumir a forma de altas barreiras que bloqueiam a foz dos rios ou separam lagunas do mar, de dunas m&oacute;veis ou ainda de plan&iacute;cies de cord&otilde;es arenosos de relevo pouco acidentado. Esses dep&oacute;sitos arenosos s&atilde;o em geral cobertos por vegeta&ccedil;&atilde;o muito diversificada, e a esse conjunto de forma&ccedil;&otilde;es geomorfol&oacute;gicas e as diferentes comunidades biol&oacute;gicas (Lacerda <i>et al.</i>, 1982).</p> 	    <p>- Floristica:</p> 	    <p>Foram identificadas 136 esp&eacute;cies distribu&iacute;das em 59 familias bot&acirc;nicas, sendo as fam&iacute;lias de maior riqueza espec&iacute;fica Cyperaceae (12) Fabaceae (10), Asteraceae (7), Arecaceae (7) Myrtaceae (5), Rubiaceae (5), Araceae (4), Clusiaceae (4), Poaceae (4) e Melastomataceae (4). Os dados encontrados nos estudos de Assump&ccedil;&atilde;o &amp; Nascimento (2000), Ara&uacute;jo &amp; Henriques (1984) afirmam que Myrtaceae, Rubiaceae e Fabaceae s&atilde;o as fam&iacute;lias mais comuns tanto nas restingas quanto em outras composi&ccedil;&otilde;es vegeacionais de Mata Atl&acirc;ntica, onde assemelham-se aos resultados obtidos no presente estudo que demonstra a import&acirc;ncia dessas fam&iacute;lias nas forma&ccedil;&otilde;es arbustivas e arb&oacute;reas para as Restingas Brasileiras.</p>         <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08t1.jpg">Tabela 1</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As restingas h&aacute; muito v&ecirc;em sendo estudadas principalmente pelos profissionais das &aacute;reas da geologia e da bot&acirc;nica. De fato a paisagem dominante &eacute; caracterizada por uma variedade de dep&oacute;sitos arenosos costeiros, e diversas fisionomias vegetacionais a&iacute; instaladas. A vegeta&ccedil;&atilde;o se apresenta com fisionomias herb&aacute;ceas at&eacute; florestas com &aacute;rvores podendo alcan&ccedil;ar at&eacute; trinta metros de altura. Dados representados na riqueza das fam&iacute;lias, que v&atilde;o do herb&aacute;ceo, as Cyperaceas nas zonas &uacute;midas, como as Fabaceae e Myrtaceae nas Matas de Restingas, em destaque as Clusiaceae das &aacute;reas de Restingas em Moitas, al&eacute;m das Melastomataceae, fam&iacute;lia que caracterizam &aacute;reas onde a sua preserva&ccedil;&atilde;o original foi perdida, compilando ai um complexo de fitofisionomias interconectadas.</p> 	    <p>As caracter&iacute;sticas dos dep&oacute;sitos arenosos quatern&aacute;rios ao longo da costa brasileira variam de acordo com sua origem que por sua vez, determina caracter&iacute;sticas ed&aacute;ficas muito importantes para o desenvolvimento das plantas como, por exemplo, a textura do substrato, ou pelas suas distintas fisiografias e topografias, fatores estes muito influentes no desenvolvimento das esp&eacute;cies vegetais de Restinga (Rizzini, 1997; Waechter, 1995).</p> 	    <p><b>a) Manguezais:</b> Este ocorre ao longo de toda zona estuarina do Rio Suba&uacute;ma localizado no Munic&iacute;pio de Massarandupio, sendo um dos principais ecossistemas objeto de extrativismo na regi&atilde;o. Quanto a sua vegeta&ccedil;&atilde;o, <i>Rhizophora mangle L.</i> e <i>Laguncularia racemosa</i> C.F.Gaertn. s&atilde;o as esp&eacute;cies mais freq&uuml;entes nas zonas sob maior influ&ecirc;ncia da mar&eacute; (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f4.jpg">Figura 4</a>), enquanto que <i>Avicenia shaueriana</i> nas zonas sob menos influ&ecirc;ncia e <i>Conocarpus erectus</i> com ocorr&ecirc;ncia mais restrita &agrave;s zonas de transi&ccedil;&atilde;o. <i>R. mangle</i>,e <i>L. racemosa</i> s&atilde;o as esp&eacute;cies dominantes e formam um dossel denso com cerca de 15 m de altura, sendo que alguns indiv&iacute;duos podem alcan&ccedil;ar at&eacute; 20 m de altura. Parte do manguezal encontra-se em transi&ccedil;&atilde;o com a zona &uacute;mida. Nestes trechos, onde a influ&ecirc;ncia salina &eacute; menor, &eacute; comum a ocorr&ecirc;ncia de esp&eacute;cies herb&aacute;ceas tipicamente dulc&iacute;colas como <i>Eleocharis interstincta</i>.</p>          
<p><b>b) Zonas &Uacute;midas:</b> Essas podem ter origem ou da inunda&ccedil;&atilde;o    das plan&iacute;cies fluviais (sistemas perenes) ou das zonas de defla&ccedil;&atilde;o    dos campos de dunas tipo <i>"blowout"</i> (Dominguez, 2004) (sistemas n&atilde;o    perenes). Nos sistemas perenes que, se encontram constantemente abastecidos    pela drenagem continental ocorre uma vegeta&ccedil;&atilde;o peculiar, com predom&iacute;nio    de plantas herb&aacute;ceas, de pequeno porte, onde o "junco" <i>Eleocharis    interstincta</i> &eacute; muito comum, assim como <i>Thypa angustifolia</i>    e <i>Cyperus rigidus</i>, <i>Cyperus</i> sp., <i>Nymphaea rudgeana</i>, dentre    as esp&eacute;cies arb&oacute;reas se destacam, o "musserengue" (<i>Bonnetia    stricta</i>) e o "araticum-de-brejo" (<i>Annona glabra</i>) principalmente nos    sistemas perenes. Os sistemas n&atilde;o perenes que se encontram associados    &agrave;s zonas de defla&ccedil;&atilde;o no campo de dunas, que durante os    meses de chuvas apresentam afloramento do len&ccedil;ol fre&aacute;tico, tendo    como esp&eacute;cies mais comuns, <i>Schwenckia</i> sp., <i>Comolia ovalifolia</i>    e uma esp&eacute;cie da fam&iacute;lia <i>Eriocaulaceae</i> (ainda n&atilde;o    identificada) <i>Cuphea flava</i> e <i>Borreria verticilata</i>. Neste sistema    <i>Conocarpus erectus</i>, <i>Myrcia</i> sp. e <i>Tocoyena formosa</i> se desenvolvem    em moitas intercaladas com vegeta&ccedil;&atilde;o herb&aacute;cea.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f5.jpg">Figura 5</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>c) Mata de Restinga:</b> Este tipo vegetacional se encontra associado a sedimentos mais antigos dos Leques Aluviais Pleistoc&ecirc;nicos ou de ocorr&ecirc;ncia em &aacute;reas a sotavento do sistema de dunas <i>"blowout"</i> (Dominguez, 2004; Menezes <i>et al.</i> 2007), onde as condi&ccedil;&otilde;es ambientais locais favorecem a forma&ccedil;&atilde;o de uma floresta escler&oacute;fila de fitofisionomia florestal fechada de dossel com 7 - 10m de altura aproximadamente, nesta forma&ccedil;&atilde;o as esp&eacute;cies mais comuns s&atilde;o: <i>Kielmeyera reticulata, Coccoloba alnifolia, Coccoloba sp., Ouratea suaveolans, Myrcia rostrata, Myrcia sp. Calycolpus legrandi, Anacardium occidentale, Manilkara salzmanii, Lecythis pisones, Byrsonima sericea, Emmotum affine, Hirtella ciliata e Pouteria grandiflora</i>. <i>Scleria secans</i> e <i>Davilla flexuosa</i> encontram-se associadas a &aacute;reas mais abertas, enquanto <i>Anthurium affine</i> encontra-se associada ao sub-bosque.</p>         <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f6.jpg">Figura 6</a></p>         
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f7.jpg">Figura 7</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><b>e) Vegeta&ccedil;&atilde;o Praial:</b> Nesta se encontra n&uacute;mero reduzido de esp&eacute;cies, de pequeno porte e de apar&ecirc;ncia rasteira, sendo de largura pouco vari&aacute;vel, n&atilde;o ultrapassando geralmente de 50m de extens&atilde;o sobre o cord&atilde;o-duna e dunas frontais locais. Ocorrem alguns arbustos como <i>Chrysobalanus icaco</i>. Quanto &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies, <i>Remirea maritima</i> e <i>Panicum racemosum</i>, ambas estolon&iacute;feras, juntamente com <i>Marsypianthes chamaedrys</i> e <i>Chamaesyce hyssopifolia</i> s&atilde;o comuns ao longo de todo o cord&atilde;o-duna.<i> Ipomoea pes-capre</i> e <i>Ipomoea stolonifera</i> pr&oacute;xima &agrave; linha de praia, n&atilde;o ultrapassando geralmente nos primeiros 25m a partir do in&iacute;cio da vegeta&ccedil;&atilde;o e em dire&ccedil;&atilde;o ao continente. <i>Polygala</i> sp., <i>Sporobolus virginicus</i>, <i>Commelina</i> sp., <i>Dactyloctenium aegyptium</i> e <i>Chamaecrista ramosa</i> s&oacute; foram observadas nas por&ccedil;&otilde;es voltadas para o continente. Na forma&ccedil;&atilde;o praial, &eacute; marcante a presen&ccedil;a do coco-da-baia, Cocos nucifera, esp&eacute;cie caracter&iacute;stica e intimamente associada &agrave; vegeta&ccedil;&atilde;o litor&acirc;nea da Bahia.</p>         <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f8.jpg">Figura 8</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p>-<i> Fitossociologia:</i></p> 	    <p>A fitossociologia &eacute; uma ferramenta que detalha a distribui&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos e esp&eacute;cies no plano horizontal e o gradiente de relacionamento no sentido vertical, &eacute; incrementado com os dados referentes a distribui&ccedil;&atilde;o diam&eacute;trica, an&aacute;lise de agrupamentos de parcelas e esp&eacute;cies e associa&ccedil;&atilde;o interespec&iacute;fica.</p> 	    <p>Nas analises verticais, no que se refere ao Quociente de mistura (QM) de <i>Jentisch</i>, que demonstra a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos e o n&uacute;mero de esp&eacute;cies encontradas na amostragem e a representa&ccedil;&atilde;o feita em forma de fra&ccedil;&atilde;o, visto que para interpretar o &iacute;ndice diz-se para quantos indiv&iacute;duos h&aacute; uma esp&eacute;cie diferente. Portanto para Mata de Restinga foi de 0,406, ou 1/2,46 e para as Restingas em Moitas de 0,480, ou 1/2,08, o que significa que para cada 2,0 a 2,50 indiv&iacute;duos nas Restingas, &eacute; poss&iacute;vel de se encontrar uma esp&eacute;cie diferente, dados refletidos em uma heterogeneidade vegetacional dentro das forma&ccedil;&otilde;es, seja ela, Mata ou Moita. Para os ind&iacute;cios sobre o est&aacute;gio sucessional dos dois estratos (Mata e Moita).</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08t2.jpg">Tabela 2</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08t3.jpg">Tabela 3</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p>Nas analises das distribui&ccedil;&otilde;es de classes de di&acirc;metro dos indiv&iacute;duos das fisionomias estudadas (<a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f9.jpg">Figura 9</a>), a maioria dos indiv&iacute;duos, 41% e 27% na Restinga em Moitas e 39% e 24% na Mata de Restinga est&aacute; concentrada na segunda e terceira classe representada na <a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f9.jpg">Figura 9</a>, o que de acordo com Silva J&uacute;nior &amp; Silva (1988), correspode a popula&ccedil;&otilde;es em fase de inicial a m&eacute;dio de estabelecimento. Considerando-se as alturas (<a href="#f10">Figura 10</a>), pode-se observar que os indiv&iacute;duos da Mata de Restinga est&atilde;o entre duas classes de altura (2,1-4 a 4,1-6m de altura), mas em um n&uacute;mero pouco expressivo de indiv&iacute;duos nos segmentos de maiores alturas (6,1-8m), o que indica que essa vegeta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o forma um dossel t&atilde;o regular, e sim que os indiv&iacute;duos mais altos t&ecirc;m alturas diferentes. Para a Restinga em Moitas, tamb&eacute;m em duas classes (0-2,0m a 2,1-4m), as esp&eacute;cies com maior n&uacute;mero de indiv&iacute;duos dentro das classes, <i>Alibertia edulis e Coccoloba alnifolia</i>, com exce&ccedil;&atilde;o para a esp&eacute;cie <i>Clusia hilariana</i>, &uacute;nica esp&eacute;cie com m&eacute;dia de 3,5m de altura, caraceteristica esta importante na sua prov&aacute;vel atua&ccedil;&atilde;o focal (posicionamento em destaque na moita) (Menezes <i>et al.</i>, 2012).</p>          
<p>&nbsp;</p>         <p><a name="f10"></a></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f10.jpg">         
<p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>a) Mata de Restinga:</b> Os dados floristicos est&atilde;o em concord&acirc;ncia com os dados da fitossociologia da Mata de Restinga que aponta como esp&eacute;cies de maior valor de import&acirc;ncia (VI) <i>Coccoloba alnifolia</i>, (151,90) da fam&iacute;lia <i>Polygonaceae</i> e <i>Myrcia rostrata</i> (36,89), das <i>Myrtaceae</i>. No amostrado em rela&ccedil;&atilde;o a sua estrutura horizontal, a<i> Coccoloba alnifolia</i>, apresentou os maiores valores de Domin&acirc;ncia Absoluta e Relativa (DoA e DoR), com cerca de 72,97% da domin&acirc;ncia total. <i>C. alnifolia</i>, Indet 01 e <i>Myrcia rostrata</i> se destacam como as esp&eacute;cies com maiores densidades, apresentando 32,4%, 16,2% e 16,2% de Densidade Relativa (DR), respectivamente. <i>Myrcia</i> sp., juntamente com as tr&ecirc;s esp&eacute;cies citadas acima s&atilde;o as mais freq&uuml;entes, com 50% da freq&uuml;&ecirc;ncia total. Sendo que <i>C. alnifolia</i> obteve o maior Valor de Import&acirc;ncia (VI).</p>    	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f11.jpg">Figura 11</a></p>         
<p>&nbsp;</p>  	    <p><b>b) Restinga em Moitas:</b> No estudo fitossociol&oacute;gico, Alibertia sp. se destacou com 9,95 da DoA, com os maiores valores de CAS. <i>Alibertia</i> sp., <i>Coccoloba alnifolia</i>, <i>Clusia hilariana</i> e <i>Protium bahianum</i> apresentaram 15,79%, 15,79%, 10,53% e 15,79% de FR, respectivamente, al&eacute;m das maiores densidades, dentre as esp&eacute;cies amostradas. <i>Alibertia</i> sp. apresentou o maior &iacute;ndice de valor de import&acirc;ncia (IVI), 0,99, representando 30% do IVI. As moitas em sua grande maioria apresentam uma ou poucas esp&eacute;cies arb&oacute;reas que podem atingir at&eacute; 4-5 metros de altura, estas quase sempre em posi&ccedil;&atilde;o central e destacada na moita como:<i> Clusia hilariana, Manilkara salzmanii</i> ("massaranduba-de-praia"), <i>Emmotum affine</i> ("aderno") e <i>Coccoloba alnifolia</i> ("buji"), o que sugere atua&ccedil;&atilde;o focal. As demais esp&eacute;cies que comp&otilde;em as moitas s&atilde;o freq&uuml;entemente melhor representadas por indiv&iacute;duos arbustivos como: <i>Syagrus schizophylla, Chamecrista ramosa, Maytenus sp., Davilla flexuosa, Diospyrus sp., Cuphea brachiata, Byrsonima blanchetiana, Guettarda platypoda e Guapira pernambucensis</i>.</p>         <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f12.jpg">Figura 12</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n2/12n2a08f13.jpg">Figura 13</a></p>         
<p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na &aacute;rea de estudo, esta fisionomia se desenvolve sobre o Terra&ccedil;o Marinho Pleistoc&ecirc;nico, recobrindo grande parte da zona de defla&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas <i>"blowout"</i> e intercaladas pelas zonas &uacute;midas n&atilde;o perenes.</p> 	    <p>As regi&otilde;es litor&acirc;neas, principalmente as Restingas, v&ecirc;m sofrendo ao longo dos tempos com a degrada&ccedil;&atilde;o e perdas ambientais, devido ao grande e crescente desenvolvimento imobili&aacute;rio e tur&iacute;stico. A perda da diversidade biol&oacute;gica envolve aspectos sociais, econ&ocirc;micos, culturais e cient&iacute;ficos e &eacute; agravada pelo crescimento explosivo da popula&ccedil;&atilde;o humana e pela distribui&ccedil;&atilde;o desigual da riqueza. Como resultado das press&otilde;es da ocupa&ccedil;&atilde;o humana na zona costeira, a Mata Atl&acirc;ntica, por exemplo, ficou reduzida a aproximadamente 10% de sua vegeta&ccedil;&atilde;o original.</p> 	    <p>A geomorfologia tem sido apontada por muitos como sendo fator influenciador dos diferentes tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o de restinga ao longo da costa brasileira. Em Massarandupi&oacute; s&atilde;o encontros tr&ecirc;s tipos de dep&oacute;sitos arenosos. Os leques aluviais pleistoc&ecirc;nicos onde &eacute; comum a ocorr&ecirc;ncia de Matas esclerofilas denominadas por muitos de Mata de Restinga e com composi&ccedil;&atilde;o e estrutura semelhante a outras encontradas no litoral brasileiro. De idade aproximada de 120.000AP, os Terra&ccedil;os Marinhos Pleistoc&ecirc;nicos apresentam uma vegeta&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da em moitas, de din&acirc;micas pr&oacute;prias, associadas principalmente a zonas de defla&ccedil;&atilde;o em campos de dunas. Em &aacute;reas mais deprimidas, formam-se ent&atilde;o zonas &uacute;midas tempor&aacute;rias, onde se desenvolve uma vegeta&ccedil;&atilde;o exclusiva. As diferentes fisionomias identificadas est&atilde;o associadas aos tipos de dep&oacute;sitos arenosos descritos acima. A manuten&ccedil;&atilde;o da conectividade entre os diferentes dep&oacute;sitos arenosos manter&aacute; consequentemente a conectividade entre as comunidades vegetais, permitindo o fluxo gen&eacute;tico da fauna e flora locais, garantindo ent&atilde;o a manuten&ccedil;&atilde;o dos processos ecol&oacute;gicos naturais. Apesar de serem pouco reconhecidos os endemismos nas Restingas, Poecilanthe itapuana e Bactris soeiroana possuem ocorr&ecirc;ncia restrita para costa norte do Estado da Bahia (Queiroz, 2001), enquanto que a palmeira Allagoptera brevicalyx o caxul&eacute;, possui ocorr&ecirc;ncia restrita para o litoral norte da Bahia e Sergipe (Lorenzi, 2002). Dentre as esp&eacute;cies identificadas, n&atilde;o foram constatadas esp&eacute;cies raras ou amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Conclus&otilde;es</b></p> 	    <p>Neste sentido &eacute; de extrema import&acirc;ncia na conserva&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o local, haja vista a sua complexidade ecol&oacute;gica e a press&atilde;o da implanta&ccedil;&atilde;o de gandes projetos hoteleiros, trazendo ai um grande desafio para o manejo e conectividade das diferentes fitofisionomias. A ocorr&ecirc;ncia de esp&eacute;cies em comum entre as Restingas em Moitas e Matas de Restinga &eacute; aspecto relevante para a delimita&ccedil;&atilde;o do per&iacute;metro das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (UC's), j&aacute; que a coloniza&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies das Matas de Restingas mais interioranas nas Restingas em Moitas &eacute; comum nas plan&iacute;cies quatern&aacute;rias costeiras, aspecto inclusive apontado por estudiosos para as outras regi&otilde;es do Brasil.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Bibliografia</b></p> 	    <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, D.S.D; Henriques, R.P.B. (1984) - An&aacute;lise Flor&iacute;stica das Restingas do Estado do Rio de Janeiro: Origem. In: L.D. Lacerda; D.S.D. Ara&uacute;jo; R. Cerqueira; B. Turcq (org.), Restingas: Origem, Estrutura e Processos, pp.159-193. Editora CEUFF, Niter&oacute;i, RJ. Brasil. ISBN: 8585720492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-8872201200020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Assump&ccedil;&atilde;o, J.; Nascimento, M.T. (2000) - Estrutura e composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica de quatro forma&ccedil;&otilde;es vegetais de restinga no complexo Lagunar Grussa&iacute;/Iquipari, S&atilde;o Jo&atilde;o da Barra, Rio de Janeiro, Brasil, Acta Botanica Brasilica. (ISSN: 0102-3306), 14(3):301-315, Feira de Santana, BA, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/abb/v14n3/5175.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/abb/v14n3/5175.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-8872201200020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barroso, G.M. (1978) - Sistem&aacute;tica de Angiospermas no Brasil. 309p., vol. 1. 2 Ed. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, Brasil. ISBN: 85-7269-127-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-8872201200020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Bridson, D.; Forman, L. (1992) - The herbarium handbook. Royal Botanic Gardens, London, UK. ISBN: 9780947643454.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-8872201200020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Cronquist, A. (1981) - An Integrated System of Classification of Flowering Plants. 1262p., Columbia University Press, New York, NY, USA. ISBN: 9780231038805.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-8872201200020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Dias, F.K.; Menezes, C.M. (2007) - Fitossociologia da vegeta&ccedil;&atilde;o sobre um cord&atilde;o-duna no Litoral Norte da Bahia, Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o, Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Bioci&ecirc;ncias (ISSN: 1980-4849), 5(supl. 2): 1171-1173, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/view/986/769" target="_blank">http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/view/986/769</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201200020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Dominguez, J.M.L. (2006) - The coastal zone of Brazil: an overview. Journal of Coastal Research (ISSN 0749-020816 &#8211; 20), 39:16-20, Itaja&iacute;, SC, Brazil, Dispon&iacute;vel em <br /><a href="http://www.cerf-jcr.org/images/stories/02_landim.pdf" target="_blank">http://www.cerf-jcr.org/images/stories/02_landim.pdf</a></p> 	    <!-- ref --><p>Henriques, R.P.B.; Ara&uacute;jo, D.S.D. de; Hay, J.D. (1986) - Descri&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o dos tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o da restinga de Carapebus, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Bot&acirc;nica (ISSN: 0100-8404), 9:173-189. S&atilde;o Paulo SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-8872201200020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Lacerda, L.D.; Ara&uacute;jo, D.S.D.; Maciel, N.C. (1982) - Restingas brasileiras: uma bibliografia. Funda&ccedil;&atilde;o. Jos&eacute; Bonif&aacute;cio, 55p., Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-8872201200020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Lorenzi, H. (2002) - &Aacute;rvores Brasileiras: Manual de Identifica&ccedil;&atilde;o e Cultivo de Plantas Arb&oacute;reas Nativas do Brasil. 368 p, vol. 1. Plantarum-Nova Odessa, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 85-86714-16-X.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201200020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Lyrio, R.S. (1996) - Modelo Sist&ecirc;mico Integrado para a &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Litoral Norte da Bahia. 102p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-8872201200020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Martins, F.R. (2006) - O Papel da Fitossociologia na Conserva&ccedil;&atilde;o e na Bioprospec&ccedil;&atilde;o. 14p., Instituto de Biologia, Departamento de Bot&acirc;nica, Campinas, SP, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-8872201200020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Menezes, C.M. (2007) - Influ&ecirc;ncia da Evolu&ccedil;&atilde;o Quatern&aacute;ria da Zona Costeira sobre a Vegeta&ccedil;&atilde;o de Restinga no Litoral Norte da Bahia. 99p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-8872201200020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Menezes, C.M.; Santana, F.D.; Silva, V.D.A.; Silva, V.I.S.; Ara&uacute;jo, D.S.D. (2012) - Flor&iacute;stica e fitossociologia em um trecho de restinga no Litoral Norte do Estado da Bahia. Revista Biotemas, 25(1):31-38. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n1p31" target="_blank">10.5007/2175-7925</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-8872201200020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Menezes, C.M.; Tinoco, M.S.; Tavares, M.H.; Browne-Ribeiro, H.C.; Silva, V.S.A.; Carvalho, P.A.. (2007) - Implanta&ccedil;&atilde;o, manejo e monitoramento de um corredor ecol&oacute;gico na restinga do litoral norte da Bahia, Revista Brasileira de Bioci&ecirc;ncias (ISSN: 2177-4382), 5(supl.1):201-203. Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/202/196" target="_blank">http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/202/196</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-8872201200020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mueller-Dombois, D. &amp; Ellenberg, H. (1974) - Aims and methods of vegetation ecology.  547 p., Wiley &amp; Sons, New York City, NY, USA. ISBN: 9781930665736.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-8872201200020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <p>Ormond, W.T. (1960) - Ecologia das restingas do Sudeste do Brasil: Comunidades vegetais das praias arenosas, Parte I. Arquivo do Museu Nacional, 51p., Rio de Janeiro, RJ, Brasil. N&atilde;o Publicado.</p> 	    <!-- ref --><p>Peixoto, G.L.; Martins, S.V.; Silva, A.F.; Silva, E. (2005) - Estrutura do componente arb&oacute;reo de um trecho de floresta atl&acirc;ntica na &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental da Serra da Capoeira Grande, Rio de Janeiro, Brasil. Acta Bot&acirc;nica Bras&iacute;lica (ISSN: 0102-3306), 19(3):539- 547, Feira de Santana, Bahia, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/abb/v19n3/27369.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/abb/v19n3/27369.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-8872201200020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pinto, G. C. P.; Bautista, H. P.; Ferreira, L. D. C. A. (1984) - A restinga do litoral nordeste da Bahia. Anais Simp&oacute;sio sobre Restingas Brasileiras, CEUFF, 21p., Niter&oacute;i, Rio de Janeiro, Brasil. N&atilde;o Publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-8872201200020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Queiroz, E.P; Menezes, A.P.; Silva, V.I.S. da; Silva, M.S.; Santana, F.D.; Silva, B.R. (2005) - Fitossociologia do Estrato Arb&oacute;reo/Arbustivo nas Restingas de Sau&iacute;pe-Mata de S&atilde;o Jo&atilde;o-Bahia. Anais do 56 Congresso Nacional de Bot&acirc;nica, Curitiba, PR, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201200020000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Queiroz, E.P. (2001) - A subfam&iacute;lia Faboideae (Leguminosae) nas dunas e ante-dunas das restingas da APA Lagoas e Dunas do Abaet&eacute; e APA Litoral Norte do Estado da Bahia. 102p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201200020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Rizzini, C.T. (1997) - Tratado de Fitogeografia do Brasil. 756p., Ed. &Acirc;mbito Cultural, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 8586742201.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201200020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Scudeller, V.V.; Martins, F.R.; Shepherd, G.J. (2001) - Distribution and abundance of arboreal species in the Atlantic Ombrophilous Dense Forest in Southeastern Brazil. Plant Ecology, 152(2):185-199. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1023/a:1011494228661" target="_blank">10.1023/a:1011494228661</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-8872201200020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Silva J&uacute;nior, M.C.; Silva, A.F. (1988) - Distribui&ccedil;&atilde;o dos di&acirc;metros dos troncos das esp&eacute;cies mais importantes do cerrado na Esta&ccedil;&atilde;o Florestal de Experimenta&ccedil;&atilde;o de Paraopeba. EFLEX, MG. Acta Botanica Bras&iacute;lica (ISSN: 0102-3306), 2(1-2):107-126, Feira de Santana, BA, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/abb/v2n1-2/v2n1-2a06.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/abb/v2n1-2/v2n1-2a06.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-8872201200020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, S.M (1998) - As Forma&ccedil;&otilde;es Vegetais na Plan&iacute;cie Litor&acirc;nea da Ilha do Mel, Paran&aacute;, Brasil: Composi&ccedil;&atilde;o Flor&iacute;stica e Principais Caracter&iacute;sticas Estruturais, 262p., Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201200020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    ]]></body>
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