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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma análise da percepção ambiental e transformação socioeconômica de uma comunidade de pescadores artesanais em região estuarina no sudeste do Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Although notorious for polluting, the effects of farming activities are usually ignored. The total amount of waste from aquatic farms and their impact on the environment are rarely recognized, especially from the point of view of sustainability. The focus of management in aquaculture is to increase productivity through increased production, with a view only recognizing short-term economic viability. Thus, the present work was aimed at analyzing if the farming activity was really a socioeconomic transformer to the reality of APESAM (also considering socioeconomic and environmental perception of the fish farmers on cultivation). The selection was based on the fact that the community has economic, social, and technological requirements as well as the existence of a partnership with the University, whose headquarters are located in the same town. From a preliminary identification of the productive process, through observation, interviews and literature research, a questionnaire was designed relating to tilapia culture and local data was collected between May and July of 2012. Interviewed members of the association were in place and available. The results show that there are problems. Despite the negative characteristics, aquaculture proved to supplement the income of the fish farmers association, bringing considerable improvements in local quality of life and transforming the socioeconomic reality of producers (taking into account income). However, one cannot say the same for changes in relation to literacy, installed infrastructure, water quality of the river, and trainings courses. This shows that although changes occur in relation to income, other problems are still present even with the introduction of the activity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><b>Uma an&aacute;lise da percep&ccedil;&atilde;o ambiental e transforma&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica de uma comunidade de pescadores artesanais em regi&atilde;o estuarina no sudeste do Brasil <a href="#0">*</a></b><a name="top0"></a></p> 		    <p><b>An analysis of environmental perception and socio-economic transformation of a community of fishermen in estuarine region in southeastern Brazil</b></p> 		    <p><b>Keuwy Sousa Rocha</b> <sup>1</sup>, <b>Rayane Vieira da Silva</b> <sup>1</sup>, <b>Rodrigo Randow de Freitas</b> <sup>@, 1</sup></p> 		    <p>@ - Corresponding author</p> 		    <p>1 - Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, Departamento de Engenharias e Computa&ccedil;&atilde;o, N&uacute;cleo de Pesquisa em Gest&atilde;o de Sistemas de Produ&ccedil;&atilde;o (NPGSP), Laborat&oacute;rio de Gest&atilde;o Costeira – Aquicultura e Pesca (LGCap), S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. e-mails: <br /> 	    Rocha: <a href="mailto:keuwysousa@msn.com">keuwysousa@msn.com</a>; Silva: <a href="mailto:rayane_vieira19@hotmail.com">rayane_vieira19@hotmail.com</a>; Freitas: <a href="mailto:rodrigorandow@ig.com.br">rodrigorandow@ig.com.br</a></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		    <p>Embora reconhecidamente poluidores, os efeitos das atividades de cultivo aqu&iacute;colas normalmente s&atilde;o ignorados, sendo que a quantidade total de res&iacute;duos das fazendas aqu&aacute;ticas, e seus impactos no desenvolvimento da atividade raramente s&atilde;o reconhecidos, especialmente do ponto de vista da sustentabilidade socioambiental. O foco na gest&atilde;o aqu&iacute;cola normalmente &eacute; em fun&ccedil;&atilde;o do aumento da produtividade, atrav&eacute;s de uma intensifica&ccedil;&atilde;o produtiva, tendo em vista apenas uma viabilidade econ&ocirc;mica em curto prazo. O presente trabalho tem como objetivo central analisar se a atividade de cultivo realmente foi um transformador da realidade socioecon&ocirc;mica dos associados &agrave; APESAM, considerando aspectos socioecon&ocirc;micos e percep&ccedil;&atilde;o ambiental dos piscicultores diante do cultivo. A sele&ccedil;&atilde;o foi baseada no fato de a comunidade possuir car&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, social e tecnol&oacute;gica e tamb&eacute;m pela exist&ecirc;ncia de uma parceria da Universidade com a associa&ccedil;&atilde;o, cuja sede &eacute; situada na comunidade em quest&atilde;o. A partir de uma pr&eacute;via identifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo, atrav&eacute;s de observa&ccedil;&atilde;o, entrevistas e busca bibliogr&aacute;fica, foi elaborado um question&aacute;rio relacionado com a tilapicultura local e os dados foram coletados entre os meses de maio e julho de 2012, sendo entrevistados os membros da associa&ccedil;&atilde;o que se encontravam no local e dispon&iacute;veis. Os resultados apontaram que existem problemas, mesmo assim, apesar das caracter&iacute;sticas negativas, a aquicultura proporcionou a complementa&ccedil;&atilde;o da renda dos piscicultores da associa&ccedil;&atilde;o, trazendo melhoras consider&aacute;veis na qualidade de vida local, transformando a realidade socioecon&ocirc;mica dos produtores, levando-se em conta a renda. Apesar disso, n&atilde;o se pode dizer o mesmo em mudan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a alfabetiza&ccedil;&atilde;o, infraestrutura instalada, qualidade da &aacute;gua do rio e capacita&ccedil;&atilde;o. O que mostra, que apesar de ocorrerem mudan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a renda, outros problemas ainda continuam presentes mesmo com a introdu&ccedil;&atilde;o da atividade.</p> 		    <p><b>Palavras-chave: </b>aquicultura, bem-estar social, til&aacute;pia, piscicultura, qualidade da &aacute;gua.</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		    <p>Although notorious for polluting, the effects of farming activities are usually ignored. The total amount of waste from aquatic farms and their impact on the environment are rarely recognized, especially from the point of view of sustainability. The focus of management in aquaculture is to increase productivity through increased production, with a view only recognizing short-term economic viability. Thus, the present work was aimed at analyzing if the farming activity was really a socioeconomic transformer to the reality of APESAM (also considering socioeconomic and environmental perception of the fish farmers on cultivation). The selection was based on the fact that the community has economic, social, and technological requirements as well as the existence of a partnership with the University, whose headquarters are located in the same town. From a preliminary identification of the productive process, through observation, interviews and literature research, a questionnaire was designed relating to tilapia culture and local data was collected between May and July of 2012. Interviewed members of the association were in place and available. The results show that there are problems. Despite the negative characteristics, aquaculture proved to supplement the income of the fish farmers association, bringing considerable improvements in local quality of life and transforming the socioeconomic reality of producers (taking into account income). However, one cannot say the same for changes in relation to literacy, installed infrastructure, water quality of the river, and trainings courses. This shows that although changes occur in relation to income, other problems are still present even with the introduction of the activity.</p> 		    <p><b>Keywords: </b>Aquaculture; social welfare; tilapia; fish farming, water quality.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p> 		    <p>&Eacute; not&aacute;vel o potencial da aquicultura no que tange a garantir a seguran&ccedil;a alimentar mundial, mas apesar da vis&atilde;o positiva, ela possui problemas, vantagens e desvantagens sociais e ambientais (Faria <i>et al.</i>, 2008; Santos &amp; Oba, 2009). Uma das vantagens sociais da atividade &eacute; a poss&iacute;vel agrega&ccedil;&atilde;o de novas fontes de renda, uma vez que a pesca artesanal pode n&atilde;o garantir o total sustento das fam&iacute;lias envolvidas no processo produtivo (Guzenski, 2000). </p> 		    <p>Sendo assim, muitas comunidades, ao redor do mundo, se encontram na exclusiva depend&ecirc;ncia dos rendimentos oriundos da pesca extrativista, mesmo com a atividade com o passar do tempo sofrendo, por exemplo, com a escassez de recursos pesqueiros (sobrepesca) e exclus&atilde;o de acesso (&ecirc;xodo costeiro).</p> 		    <p>Nesse cen&aacute;rio de incertezas produtivas e sociais, a<br /> 		  aquicultura pode vir a contribuir para um pleno desenvolvimento social, uma vez que a entrada de uma nova op&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica serve como importante pilar para garantir uma seguran&ccedil;a alimentar e aquisi&ccedil;&atilde;o de novos bens e servi&ccedil;os, por exemplo, (Santos &amp; Oba, 2009). Corroborando, Oliveira (2009), relata que a inser&ccedil;&atilde;o de pequenas comunidades na atividade, possivelmente melhoraria a renda e, com isso, proporcionaria o desenvolvimento educacional e urban&iacute;stico.</p> 		    <p>N&atilde;o deixando de mencionar que, problemas sociais e ambientais, oriundos da atividade, tamb&eacute;m podem vir a ocorrer ou se perpetuar. Por exemplo, em cultivos aqu&iacute;colas pode haver um aumento de mat&eacute;ria org&acirc;nica devido &agrave; ra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o consumida e produ&ccedil;&atilde;o fecal, o que pode contaminar a &aacute;gua (Pillay &amp; Kutty, 2005). Socialmente, os pescadores artesanais, normalmente atores que se inserem na maricultura, representam grande parte do &iacute;ndice de analfabetismo do pa&iacute;s (Moraes &amp; Lopes, 2008).</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesse contexto surge o Brasil, pa&iacute;s possuidor de grande disponibilidade h&iacute;drica, clim&aacute;tica, comercial, de insumos e material humano favor&aacute;vel &agrave;s pr&aacute;ticas aqu&iacute;colas. Onde regi&otilde;es com escasso desenvolvimento socioecon&ocirc;mico, a&ccedil;&otilde;es resultantes das pr&aacute;ticas aqu&iacute;colas, s&atilde;o consideradas molas propulsoras para a gera&ccedil;&atilde;o de um continuo desenvolvimento humano (MPA, 2010).</p> 		    <p>Entretanto, para uma compreens&atilde;o mais ampla, no que diz respeito &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o dos diferentes usos, diretos e indiretos, desses potenciais espa&ccedil;os destinados a maricultura, que naturalmente s&atilde;o de bem comum, v&ecirc;-se a necessidade prim&aacute;ria de identificar os reais e potenciais benef&iacute;cios e malef&iacute;cios que a atividade trar&aacute; para as comunidades e locais que a atividade se desenvolver&aacute; (FAO, 2003).</p> 		    <p>Assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar a percep&ccedil;&atilde;o ambiental dos atores locais quanto a utiliza&ccedil;&atilde;o desse recurso de uso comum e se houve mudan&ccedil;a percept&iacute;vel na realidade socioecon&ocirc;mica dessa comunidade de pescadores tradicionais, com o advento do cultivo de til&aacute;pias (<i>Oreochromis niloticus</i>) em tanques-rede.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2. Materiais e m&eacute;todos</b></p> 		    <p><b>2.1. &Aacute;rea de estudo</b></p> 		    <p>O presente estudo foi desenvolvido na comunidade de pescadores tradicionais de Pedra D’&aacute;gua (18&ordm;43’05.86”S e 39&ordm;48’50.38” O), no munic&iacute;pio de S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. Comunidade essa que realiza a atividade de cultivo de peixes de &aacute;gua doce e estuarinos, mais especificamente o cultivo de til&aacute;pias em tanques-rede no rio S&atilde;o Mateus (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a12f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p> 	     
<p>A sele&ccedil;&atilde;o do local foi baseada no fato de a comunidade possuir    car&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, social e tecnol&oacute;gica e tamb&eacute;m    pela exist&ecirc;ncia de uma parceria do Centro Universit&aacute;rio Norte do    Esp&iacute;rito Santo (CEUNES) – Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo    (UFES), com a APESAM (Associa&ccedil;&atilde;o de Pescadores de S&atilde;o Mateus)    situada na comunidade em quest&atilde;o.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2.2. Metodologia Aplicada</b></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A partir de uma pr&eacute;via identifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo local, atrav&eacute;s de observa&ccedil;&atilde;o, entrevistas e busca bibliogr&aacute;fica, foi elaborado um question&aacute;rio relacionado com a tilapicultura local. Fez-se assim, um acompanhamento do desempenho e funcionalidade da atividade (Freitas <i>et al.</i>, 2009), sendo que, a associa&ccedil;&atilde;o de pescadores de S&atilde;o Mateus (APESAM) &eacute; formada por 22 associados e possui 164 tanques-rede.</p> 		    <p>A amostragem adotada foi a n&atilde;o probabil&iacute;stica por acessibilidade, sendo utilizados os elementos que estavam acess&iacute;veis para a coleta dos dados, buscando a efici&ecirc;ncia, representatividade e fidedignidade das caracter&iacute;sticas dos dados coletados (Gil, 1995).</p> 		    <p>O question&aacute;rio foi confeccionado de forma estruturada, seguindo uma ordem de 37 perguntas pr&eacute;-estabelecidas, cuja ordem e reda&ccedil;&atilde;o permaneceram inalteradas para todos os atores entrevistados. O question&aacute;rio era de car&aacute;ter individual e possu&iacute;a perguntas duplas, reunindo perguntas fechadas e abertas.</p> 		    <p>As perguntas buscaram identificar o perfil dos piscicultores, caracter&iacute;sticas da atividade de cultivo na associa&ccedil;&atilde;o, a percep&ccedil;&atilde;o ambiental quanto ao ambiente em que vivem. Esta estrat&eacute;gia mostrou-se o meio mais r&aacute;pido e eficiente para entender os principais aspectos produtivos, socioecon&ocirc;micos e ambientais, buscando informa&ccedil;&otilde;es acerca do que os atores sabiam, esperavam ou desejavam da atividade (Gil, 1995).</p> 		    <p>As entrevistas ocorreram em visita &agrave; sede da APESAM entre os meses de maio e julho de 2012. Sendo que, devido ao padr&atilde;o das respostas obtidas, a quantidade de entrevistados foi considerada satisfat&oacute;ria.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>3. Resultados e discuss&atilde;o</b></p> 		    <p>A condi&ccedil;&atilde;o de vida e as possibilidades de emprego de uma pessoa sofrem influ&ecirc;ncia direta do seu grau de escolaridade (Gomes, 1997; Guzenski 2000). Assim, considerando o observado na Associa&ccedil;&atilde;o de Pescadores de S&atilde;o Mateus (APESAM) e sendo que foram entrevistados nove membros da associa&ccedil;&atilde;o, dos onze da escala do dia, que se encontravam no local e dispon&iacute;veis, oito possuem o Ensino Fundamental Incompleto e apenas um possui o Ensino M&eacute;dio Completo. Isso pode ser explicado primordialmente devido ao fato dos associados atuarem em uma atividade tradicional, cujos jovens s&atilde;o inseridos ainda novos nas pr&aacute;ticas e rotinas da atividade e, assim, os costumes e h&aacute;bitos s&atilde;o passados de gera&ccedil;&atilde;o a gera&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o deixando margem de tempo e disposi&ccedil;&atilde;o para ir &agrave; escola (Caldasso <i>et al.</i>, 2006; Martins <i>et al.</i>, 2009; Prazeres, 2012). Essa caracter&iacute;stica tamb&eacute;m &eacute; encontrada em outras comunidades brasileiras. Vizinho &amp; Tognella (<i>in press</i>), relatam que na comunidade pesqueira de Pirajuba&eacute;, no munic&iacute;pio de Florian&oacute;polis, estado de Santa Catarina, regi&atilde;o sul do Brasil, 73% dos 45 pescadores entrevistados atuavam nas atividades pesqueiras seguindo tradi&ccedil;&atilde;o, onde a profiss&atilde;o era passada de pai para filho. Fato que, muitas das vezes, para aprender sobre a pesca e ajudar na renda da fam&iacute;lia, os filhos se veem sem receber est&iacute;mulo dos pais para ir &agrave; escola e assim muitos deixam de estudar. </p> 		    <p>O grande n&uacute;mero de pescadores analfabetos ou com baixo n&iacute;vel de escolaridade, se d&aacute;, principalmente, devido &agrave; falta de est&iacute;mulo, e mesmo que eles queiram estudar, se encontram desestimulados, visto que as escolas, em sua maioria, n&atilde;o levam em considera&ccedil;&atilde;o a sua cultura, seu tempo, seus saberes, sua vida (Moraes &amp; Lopes, 2008).</p> 		    <p>Dessa forma, ao longo dos tempos tornou-se corriqueira e de certo ponto aceit&aacute;vel perante a comunidade, a evas&atilde;o escolar por parte dos filhos de pescadores. Esse &eacute; um dos principais motivos pelo baixo grau de escolaridade das comunidades pesqueiras. Como o relatado por Silva <i>et al.</i>, (2007), no munic&iacute;pio de Concei&ccedil;&atilde;o do Araguaia, no estado do Par&aacute;, Brasil, onde a maior parte dos entrevistados possui o ensino fundamental incompleto, pois a pesca exige grande dedica&ccedil;&atilde;o e tempo, o que faz com que deixem de estudar. </p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Costa &amp; Costa (2011), no munic&iacute;pio de Bragan&ccedil;a, estado do Par&aacute;, regi&atilde;o norte do Brasil, verificou-se tamb&eacute;m que os pescadores iniciaram na atividade pesqueira em m&eacute;dia com 10 anos de idade e 39% dos entrevistados j&aacute; abandonaram a escola pelo menos duas vezes devido &agrave; incompatibilidade de hor&aacute;rios da atividade da pesca e da escola. Gomes <i>et al.</i> (2009), observaram, no mesmo munic&iacute;pio, a falta de escolaridade em uma vila de pescadores, onde foi verificado que metade da popula&ccedil;&atilde;o da vila de pescadores concluiu apenas a 4&ordf; s&eacute;rie. Corroborando, esse baixo n&iacute;vel de escolaridade tamb&eacute;m foi encontrado em comunidades pesqueiras artesanais do munic&iacute;pio de Rio Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil, onde 18,3% deles s&atilde;o analfabetos e 79,6% possuem no m&aacute;ximo quatro anos de estudo (Costa, 2004).</p> 		    <p>Assim, quando relacionamos a localidade estudada e as v&aacute;rias comunidades pesqueiras espalhadas pelo pa&iacute;s, o problema surge invariavelmente, o que mostra um poss&iacute;vel descaso por parte do poder p&uacute;blico, que em meio a este problema, n&atilde;o procurou modific&aacute;-lo ao longo dos anos. Uma poss&iacute;vel solu&ccedil;&atilde;o seria a elabora&ccedil;&atilde;o de e projetos espec&iacute;ficos de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, pois como muitos n&atilde;o estudaram ou frequentaram a escola, apenas por alguns anos e dependem da pesca para sobreviver, ficam exclu&iacute;dos de outras possibilidades de emprego devido &agrave; falta de escolaridade. Quanto a isso, o Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura (MPA) vem tentando diminuir esses &iacute;ndices de analfabetismo e baixo grau de escolaridade das comunidades pesqueiras e aqu&iacute;colas do pa&iacute;s, atrav&eacute;s do Programa “Pescando Letras”, que possui como objetivo a inclus&atilde;o social dos pescadores profissionais e aquicultores familiares. No programa, a alfabetiza&ccedil;&atilde;o se mostra importante fator para que essas popula&ccedil;&otilde;es conhe&ccedil;am e dominem algumas tecnologias, que s&atilde;o necess&aacute;rias na sua atividade. Por exemplo, ela pode auxiliar, de tal maneira que atenda da melhor forma poss&iacute;vel, os anseios, necessidades e realidades locais, utilizando, na alfabetiza&ccedil;&atilde;o, materiais que est&atilde;o relacionados com cotidiano. Outro bom exemplo &eacute; o de inclus&atilde;o digital referente ao investimento no acesso a novas tecnologias das comunidades pesqueiras atrav&eacute;s de “telecentros”, locais com a instala&ccedil;&atilde;o de conjuntos de equipamentos de inform&aacute;tica e conex&atilde;o com a internet, com acesso gratuito para a comunidade (Calh&aacute;u, 2005).</p> 		    <p>Al&eacute;m do exposto, a alfabetiza&ccedil;&atilde;o de pescadores e at&eacute; mesmo aquicultores vai muito al&eacute;m de ensinar a ler e a escrever. Eles com posse de conhecimentos t&eacute;cnicos podem aumentar sua produ&ccedil;&atilde;o, uma vez que a aus&ecirc;ncia de t&eacute;cnicas apropriadas faz falta aos profissionais da pesca. Al&eacute;m disso, a alfabetiza&ccedil;&atilde;o pode melhorar a qualidade do profissionalismo dos pescadores, da conscientiza&ccedil;&atilde;o ambiental e, com isso, melhorar a qualidade de vida destes (Moraes &amp; Lopes, 2008).</p> 		    <p>Outro fator de an&aacute;lise dos resultados obtidos mediante as entrevistas realizadas refere-se aos dados relacionados &agrave; idade vs. escolaridade e emprego. Foi poss&iacute;vel observar que a maior parte dos piscicultores est&aacute; acima dos 50 anos e det&eacute;m baixo grau de escolaridade, assim, a oferta de emprego torna-se dif&iacute;cil e escassa. Com isso, o cultivo em tanques-rede pode se tornar uma garantia de sustento familiar a longo prazo, j&aacute; que muitos n&atilde;o possuem forma&ccedil;&atilde;o escolar que atendam &agrave;s exig&ecirc;ncias do mercado de trabalho atual (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t1"></a> </p> 		    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a12t1.jpg" /> </p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p>Cen&aacute;rios como esse se repetem pa&iacute;s a fora, por exemplo, citemos o munic&iacute;pio de Laguna, estado de Santa Catarina, Brasil, onde segundo o estudo de Guzenski (2000), os que possuem as maiores idades entre os trabalhadores, entre 40 e 49 anos, est&atilde;o sem op&ccedil;&otilde;es de emprego localmente, ent&atilde;o eles se dedicam ao trabalho nas fazendas de cultivo de camar&otilde;es marinhos, para conseguirem garantir o sustento de suas fam&iacute;lias.</p> 		    <p>Apesar dos baixos &iacute;ndices de escolaridade, conforme identificado mediante observa&ccedil;&atilde;o e entrevistas, &agrave; atividade pisc&iacute;cola na APESAM proporcionou uma complementa&ccedil;&atilde;o da renda, garantindo sustento familiar. Fato tamb&eacute;m observado por Santos &amp; Oba (2009), onde relatam que essa possibilidade de aumento da renda mostra que a aquicultura pode ser utilizada para o desenvolvimento social dessas comunidades. Sendo que, essa complementa&ccedil;&atilde;o de renda justifica-se quando o sal&aacute;rio recebido pela pessoa n&atilde;o &eacute; suficiente para atender as necessidades de sua fam&iacute;lia (Guzenski, 2000). Por exemplo, segundo o MPA (2010), dos produtores entrevistados no Censo Aqu&iacute;cola Nacional, ap&oacute;s o inicio da atividade aqu&iacute;cola, 53% deles obtiveram um aumento de at&eacute; 50% na renda e 36% deles conseguiram um incremento acima de 50%. O que mostra que a aquicultura possui grande import&acirc;ncia como atividade econ&ocirc;mica, visando melhorar a qualidade de vida.</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na APESAM, sete dos entrevistados relataram possuir outra fonte de renda al&eacute;m da piscicultura. Muitos deles pescam individualmente nos dias de folga, j&aacute; que n&atilde;o trabalham todos os dias, com uma escala de trabalho de aproximadamente oito a nove dias por m&ecirc;s, onde ficam respons&aacute;veis pela alimenta&ccedil;&atilde;o dos peixes, comercializa&ccedil;&atilde;o e limpeza dos tanques e arredores. Quanto &agrave; escala de vigil&acirc;ncia, eles trabalham aproximadamente de cinco a seis dias por m&ecirc;s, no qual apenas um dos entrevistados n&atilde;o concorda com essa escala, por considerar que trabalham poucos dias e, consequentemente, recebem pouco. Uma escala parecida &eacute; encontrada na atividade da maricultura no munic&iacute;pio de Anchieta, estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, onde segundo Sousa &amp; Doxsey (2007), a m&eacute;dia estimada do n&uacute;mero de dias por semana que os produtores trabalham &eacute; em torno de dois a tr&ecirc;s dias, e esses maricultores trabalham tamb&eacute;m com a pesca no mar. </p> 		    <p>Na opini&atilde;o dos entrevistados que possuem outra fonte de renda, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel sobreviver com os rendimentos obtidos na associa&ccedil;&atilde;o. Para maior parte deles a piscicultura &eacute; uma atividade para complementar a renda familiar, que acaba n&atilde;o sendo muito grande com o trabalho de pesca artesanal, venda de peixes na feira ou outro emprego desempenhado por eles.</p> 		    <p>Corroborando com o relato de Ara&uacute;jo &amp; S&aacute; (2008), onde a renda gerada pela piscicultura no baixo S&atilde;o Francisco, estado do Alagoas, Brasil, segundo os representantes dos empreendimentos associativos, h&aacute; uma maior depend&ecirc;ncia por parte dos piscicultores da renda obtida pela pesca extrativista, que mesmo pouca, fornece peixes todos os dias, enquanto na piscicultura, h&aacute; um pequeno n&uacute;mero de tanques e a venda dos peixes &eacute; apenas no final de cada ciclo. O que torna claro a fun&ccedil;&atilde;o complementar da atividade, como o observado na APESAM.</p> 		    <p>Assim, mesmo que o cultivo seja, principalmente, considerado como complementa&ccedil;&atilde;o da renda, os piscicultores possuem certo n&iacute;vel de depend&ecirc;ncia financeira da atividade, uma vez que, ao t&eacute;rmino do cultivo, a renda obtida com outras ocupa&ccedil;&otilde;es seria pequena para garantir a qualidade de vida das fam&iacute;lias. E os sal&aacute;rios recebidos pelos associados os ajudam a adquirirem bens para suas casas, como eletrodom&eacute;sticos e alguns at&eacute; mesmo reformaram suas casas, de forma a aumentar a qualidade de vida local. Sendo que, com o crescimento da atividade, pode resultar em um aumento de renda, tornando-se sua fonte principal, em vez de complementar. </p> 		    <p>Dessa forma, &eacute; necess&aacute;ria a capacita&ccedil;&atilde;o destes, para que a aquicultura se desenvolva tanto de forma sustent&aacute;vel, como econ&ocirc;mica. Por exemplo, segundo Garc&iacute;a-Prado &amp; Freitas (2008), na comunidade de pescadores do munic&iacute;pio de Concei&ccedil;&atilde;o da Barra, estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, um dos problemas detectados localmente que levaram a decad&ecirc;ncia da maricultura, foi &agrave; falta de capacita&ccedil;&atilde;o em novas t&eacute;cnicas produtivas, prejudicando assim o desenvolvimento do setor. Quanto &agrave; capacita&ccedil;&atilde;o na associa&ccedil;&atilde;o, dois dos entrevistados expuseram que n&atilde;o a obtiveram, enquanto o restante relatou terem ocorrido cursos de Gest&atilde;o Ambiental e outros, disponibilizados pelo Servi&ccedil;o Brasileiro de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), mas nenhum focado em pr&aacute;ticas de manejo e produ&ccedil;&atilde;o. A partir dos question&aacute;rios aplicados, observou-se tamb&eacute;m que todos os entrevistados sentem a necessidade de capacita&ccedil;&atilde;o. Com isso, a falta de capacita&ccedil;&atilde;o pode levar a pr&aacute;ticas erradas de manejo e gest&atilde;o, que podem ocasionar em preju&iacute;zos. Portanto, ela se torna importante mecanismo para evitar problemas tanto de gest&atilde;o, como altera&ccedil;&otilde;es ambientais, que podem prejudicar a produ&ccedil;&atilde;o e causar perdas econ&ocirc;micas e ambientais significativas. </p> 		    <p>Segundo Ara&uacute;jo (2010), nos munic&iacute;pios de Bocaina e Sussuapara, estado do Piau&iacute;, Brasil, os piscicultores nunca participaram de cursos de capacita&ccedil;&atilde;o e assim, n&atilde;o possu&iacute;am acesso a informa&ccedil;&otilde;es sobre t&eacute;cnicas de manejo, acabando tendo preju&iacute;zos econ&ocirc;micos com a comercializa&ccedil;&atilde;o do produto. Por exemplo, muitos peixes demoravam a atingir o peso ideal para comercializa&ccedil;&atilde;o. Com isso, podemos aferir que a capacita&ccedil;&atilde;o pode se tornar um est&iacute;mulo aos produtores para o aumento produtivo e ingresso de novos produtores na atividade. Por isso a necessidade de projetos que ajudam a levar capacita&ccedil;&atilde;o aos produtores. Alguns exemplos existem, como o apoio financeiro do “Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar” (PRONAF). Projeto desenvolvido na Cooperativa de produ&ccedil;&atilde;o, industrializa&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de peixes do rio Igua&ccedil;u (COOPER&Ccedil;U), na regi&atilde;o de Salto Caxias, estado do Paran&aacute;, Brasil, onde produtores s&atilde;o capacitados com cursos em diversas &aacute;reas relacionadas &agrave; aquicultura (Coldebella <i>et al.</i>, 2008).</p> 		    <p>Tamb&eacute;m, um adequado aproveitamento integral do pescado, poderia ser realizada pelos associados da APESAM e comunidade de entorno, caso recebessem a capacita&ccedil;&atilde;o, pois grande parcela da produ&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida sem qualquer processamento (<i>in natura</i>) e parte eviscerada ou filetada, o “restante” (v&iacute;sceras, escamas e ossos), s&atilde;o jogados &agrave;s margens do rio. Quanto a isso, os entrevistados relataram que outros animais que vivem no rio, por exemplo, os caranguejos de &aacute;gua doce (<i>Trichodactylus kensleyi</i>) se alimentam de tais restos. Entretanto, h&aacute; partes que n&atilde;o s&atilde;o reaproveitas (ossos, sangue). Fato que os pr&oacute;prios aquicultores apontaram como fator de contamina&ccedil;&atilde;o do rio. Contudo, existem empresas que se beneficiam desse tipo de mat&eacute;ria-prima considerada de baixa qualidade. A partir de um processo de fermenta&ccedil;&atilde;o controlado, &eacute; poss&iacute;vel obter um produto de alto valor nutricional na alimenta&ccedil;&atilde;o de animais (silagem), podendo ser incorporada a ra&ccedil;&atilde;o comercial (Machado, 2010). Sendo que, os res&iacute;duos gerados podem ser reaproveitados para obten&ccedil;&atilde;o de diversos subprodutos, como a farinha e &oacute;leo, que tem como principal finalidade a alimenta&ccedil;&atilde;o animal. A extra&ccedil;&atilde;o da pele e escamas pode ser destinada para a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica e aliment&iacute;cia e o curtimento da pele, para a fabrica&ccedil;&atilde;o de roupas, artesanatos e diferentes objetos. Com isso, esse reaproveitamento se mostra ben&eacute;fico ao meio ambiente, pois se esses res&iacute;duos n&atilde;o fossem aproveitados ocasionariam polui&ccedil;&atilde;o com o descarte de alta quantidade de mat&eacute;ria org&acirc;nica no ambiente (Vidotti <i>et al.</i>, 2011). Assim, com o beneficiamento racional do peixe, sendo vendido, por exemplo, como fil&eacute;, o produto agrega valor e os subprodutos s&atilde;o aproveitados, fornecendo uma &oacute;tima alternativa de descarte dos res&iacute;duos e ainda, um incentivo econ&ocirc;mico de renda extra, sendo uma solu&ccedil;&atilde;o para os piscicultores n&atilde;o despejarem os res&iacute;duos das til&aacute;pias evisceradas no rio. Exemplo positivo surge no balne&aacute;rio de Jacara&iacute;pe, munic&iacute;pio da Serra, estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, onde foram oferecidos por dois anos capacita&ccedil;&atilde;o para comunidades carentes e pescadores, quanto ao aproveitamento integral do pescado e res&iacute;duos. Atrav&eacute;s de oficinas, a comunidade e alunos de escolas da regi&atilde;o puderam aprender o “zooartesanato” e a produ&ccedil;&atilde;o ecologicamente sustent&aacute;vel, utilizando pele dos principais peixes comercializados, onde transformaram em diversos produtos como sapatos, bolsas, mochilas e outros. Tamb&eacute;m foram oferecidas oficinas culin&aacute;rias e o artesanato produzido foi destinado &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o em feiras e eventos locais (Repinaldo &amp; Tonini 2007). Tamb&eacute;m, segundo estudo de Repinaldo &amp; Tonini (2007), a capacita&ccedil;&atilde;o de comunidades carentes e de pescadores no aproveitamento integral do pescado e outros res&iacute;duos, foram realizados tanto nas escolas como em um espa&ccedil;o na pr&oacute;pria comunidade. </p> 		    <p>Quanto ao observado na APESAM, a capacita&ccedil;&atilde;o no aproveitamento do pescado poderia ser feito na pr&oacute;pria sede da associa&ccedil;&atilde;o, abrangendo dessa forma a comunidade local e as fam&iacute;lias dos produtores. Entretanto, devido &agrave; falta de um espa&ccedil;o f&iacute;sico apropriado se torna invi&aacute;vel tal medida. Fato que se modificar&aacute; com o t&eacute;rmino das obras da sede nova.</p> 		    <p>Outro fator relevante observado atrav&eacute;s das entrevistas foi que com a falta de capacita&ccedil;&atilde;o, podem tamb&eacute;m ocorrer preju&iacute;zos com pr&aacute;ticas erradas de manejo e gest&atilde;o. Preju&iacute;zos esses que com eventualidades e quebras de produ&ccedil;&atilde;o podem ocorrer, o que torna importante a reserva de recursos financeiros, para que possam utiliz&aacute;-lo quando anormalidades produtivas acontecerem. Assim, se mostra necess&aacute;rio reservar um capital de giro, caso aconte&ccedil;a poss&iacute;veis eventualidades ou quebras na produ&ccedil;&atilde;o, que venham a prejudicar ou inviabilizar o cultivo. Um exemplo na pr&oacute;pria APESAM ocorreu com uma enchente que adveio no rio S&atilde;o Mateus ou Cricar&eacute; em 2008, onde os produtores perderam grande parte da produ&ccedil;&atilde;o. Com isso, eles tiveram que reiniciar as atividades de cultivo, com grande esfor&ccedil;o. Com essas externalidades, a APESAM fica dependente do assistencialismo do poder p&uacute;blico. Essa ajuda &agrave; comunidade, para passar por momentos de dificuldades produtivas, pode fazer com que ela se acomode e procure sempre aux&iacute;lio do poder p&uacute;blico. Quanto a divis&atilde;o do dinheiro na associa&ccedil;&atilde;o, angariado a partir da comercializa&ccedil;&atilde;o de seus peixes, uma parte &eacute; usada para pagar insumos e gastos produtivos e o restante &eacute; dividida em partes iguais entre todos os associados. Como foi dito anteriormente, seria importante que uma parte desse recurso obtido fosse destinado ao capital de giro, para que a APESAM possa ter garantias, caso tenham preju&iacute;zos na produ&ccedil;&atilde;o e para poss&iacute;veis investimentos. Assim, &eacute; importante que a comunidade aprenda a se organizar de tal maneira que consiga enfrentar as externalidades, para que n&atilde;o precise ficar sempre dependente de outras entidades. Essa depend&ecirc;ncia do poder p&uacute;blico volta a mostrar-se evidente na falta de recursos para a renova&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a de opera&ccedil;&atilde;o. Sendo que, a APESAM possui apenas o licenciamento de instala&ccedil;&atilde;o. Quanto a isso, foi relatado que &eacute; muito dif&iacute;cil obter tal licenciamento, pois existe burocracia exacerbada, demorando assim muito para adquiri-la. Sendo que, os piscicultores n&atilde;o t&ecirc;m como arcar com o custo para desenvolver a an&aacute;lise da &aacute;gua. </p> 		    <p>Tamb&eacute;m, foi observado que os piscicultores n&atilde;o possuem muitas informa&ccedil;&otilde;es sobre a import&acirc;ncia do licenciamento. O que tamb&eacute;m acontece com os produtores da piscicultura continental no estado Rio Grande do Sul, Brasil, onde segundo Baldisserotto (2009), eles n&atilde;o possuem informa&ccedil;&otilde;es sobre os licenciamentos ambientais e assim, muitos n&atilde;o o obt&ecirc;m. Sem o licenciamento o piscicultor se torna ilegal e n&atilde;o consegue aux&iacute;lio financeiro atrav&eacute;s de linhas de cr&eacute;dito p&uacute;blicas ou privadas para investir na produ&ccedil;&atilde;o. A forma&ccedil;&atilde;o de uma cooperativa facilita a obten&ccedil;&atilde;o do licenciamento ambiental, al&eacute;m de diminuir os gastos com a compra de insumos. </p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>J&aacute; quanto a forma&ccedil;&atilde;o de uma cooperativa local na APESAM, n&atilde;o existe nenhum movimento em prol disso. Segundo Calgaro Neto &amp; Diesel (2009), com a Cooperativa de Piscicultores da Regi&atilde;o Centro - COOPISCENTRO, no munic&iacute;pio de Santa Maria, estado do Rio Grande do Sul, Brasil, os piscicultores obtiveram os insumos que eram necess&aacute;rios para a pr&aacute;tica da atividade, recursos para o custeio da atividade aqu&iacute;cola, a cooperativa vai receber capacita&ccedil;&atilde;o profissional. E a cooperativa possui assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica. Assim, a maior parte dos associados est&aacute; motivada em trabalhar na cooperativa. </p> 		    <p>Com rela&ccedil;&atilde;o ao arra&ccedil;oamento na APESAM, ele &eacute; feito tr&ecirc;s vezes ao dia, onde s&atilde;o utilizados 600 kg de ra&ccedil;&atilde;o (Rezeno, 2012). Consequentemente a qualidade da &aacute;gua pode ser alterada devido a ra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o consumida e mat&eacute;ria fecal (Crawford, 2003; Figueredo &amp; Giani, 2005; Pillay &amp; Kutty, 2005). </p> 		    <p>Quanto a isso, a qualidade da &aacute;gua do rio, onde ocorre o cultivo na APESAM, de acordo com cinco associados, &eacute; considerada boa, tr&ecirc;s consideram a qualidade regular e um ruim. Mesmo assim, os associados t&ecirc;m consci&ecirc;ncia que seria melhor para o cultivo, caso fossem realizadas an&aacute;lises cont&iacute;nuas. Por&eacute;m, foi relatado tamb&eacute;m que mesmo que as an&aacute;lises fossem realizadas, ainda assim seriam necess&aacute;rios investimentos em programas de conscientiza&ccedil;&atilde;o ambiental, visando reduzir a polui&ccedil;&atilde;o do rio. Tamb&eacute;m, foi relatado que uma das principais causas da polui&ccedil;&atilde;o do rio &eacute; o lan&ccedil;amento de esgoto <i>in natura</i>, que ocorre ao longo das cidades por onde o rio atravessa at&eacute; chegar a S&atilde;o Mateus. Sendo que Rezeno (2012) caracterizou o local onde se encontram as estruturas de cultivo como um ambiente com not&aacute;vel enriquecimento org&acirc;nico. O estudo indica que a qualidade ambiental da &aacute;rea &eacute; cr&iacute;tica, uma vez que a fauna encontrada indica &iacute;ndices ruins de qualidade da &aacute;gua</p> 		    <p>Corroborando, Greiner <i>et al.</i>, (2000), que relatam que com a utiliza&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua para atividades agropastoris, somado ao lan&ccedil;amento de efluentes, dom&eacute;sticos e industrias, pode-se observar um aumento da carga de nutrientes no rio, assim como, a turbidez e a sedimenta&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute; um problema que tamb&eacute;m &eacute; encontrado em outros rios. Exemplo disso &eacute; o rio Benevente, no munic&iacute;pio de Anchieta, estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, onde segundo Garcia &amp; Barroso (2007), a maior parte da contamina&ccedil;&atilde;o &eacute; atrav&eacute;s do lan&ccedil;amento de esgoto <i>in natura</i> no rio, o que torna duvidosa a qualidade do cultivo de moluscos bivalves. No mesmo munic&iacute;pio, Sousa &amp; Doxsey (2007) exp&otilde;em que as principais causas da mudan&ccedil;a da qualidade da &aacute;gua na &aacute;rea de atividade da maricultura est&atilde;o relacionadas com origens naturais (61,5%) e com o esgoto da cidade que &eacute; lan&ccedil;ado nos rios e praias (38,5%). N&atilde;o deixando de mencionar que o problema tamb&eacute;m ocorre em outros pa&iacute;ses, onde segundo Islam (2003), na ba&iacute;a de Bengala, em Bangladesh, onde pr&oacute;ximo de um empreendimento de carcinocultura, os rios recebem res&iacute;duos municipais (esgoto dom&eacute;stico), res&iacute;duos industriais, dentre outros. Continuando, segundo Pillay &amp; Kutty (2005), &aacute;gua com alta turbidez devido a suspens&atilde;o de s&oacute;lidos pode causar problemas na produ&ccedil;&atilde;o e vida do organismo cultivado, diminuir os n&iacute;veis de oxig&ecirc;nio, al&eacute;m disso, tamb&eacute;m pode danificar as guelras dos peixes. No rio onde se encontra o cultivo da associa&ccedil;&atilde;o, Pereira (2012) relata que a ra&ccedil;&atilde;o dos tanques-rede, excreta dos animais e efluentes dom&eacute;sticos e industriais provocam o aumento da turbidez da &aacute;gua e dos s&oacute;lidos em suspens&atilde;o, com a redu&ccedil;&atilde;o da transpar&ecirc;ncia da &aacute;gua. O estudo indicou a maior presen&ccedil;a de algas perif&iacute;ticas, que indicam onde a &aacute;gua est&aacute; mais enriquecida, na parte do rio ap&oacute;s o cultivo na associa&ccedil;&atilde;o. Corroborando, o estudo de Mam&atilde;o (2012) tamb&eacute;m indicou informa&ccedil;&otilde;es equivalentes com rela&ccedil;&atilde;o a qualidade da &aacute;gua do rio, o que indica que sua qualidade &eacute; baixa na &aacute;rea do cultivo da APESAM, o que mostra uma certa falta de informa&ccedil;&atilde;o por parte dos entrevistados, onde a maioria a considera boa. </p> 		    <p>O enriquecimento org&acirc;nico e os efluentes jogados no rio, abordados anteriormente, tamb&eacute;m podem ser considerados conflitos de uso, uma vez que, podem causar problemas a quem utiliza do recurso. Esses conflitos se originam a partir de diferentes interesses econ&ocirc;micos e necessidades ambientais. Por exemplo, recrea&ccedil;&atilde;o e turismo, polui&ccedil;&atilde;o ambiental, navega&ccedil;&atilde;o, pesca s&atilde;o exemplos de conflitos de uso (Freitas &amp; Barroso, 2006). Na associa&ccedil;&atilde;o, os efluentes dom&eacute;sticos e industriais aportados no rio podem se tornar conflituosos, uma vez que, o excesso dos mesmos pode prejudicar a qualidade dos peixes do cultivo. Tamb&eacute;m, o enriquecimento org&acirc;nico pode vir a prejudicar outros atores locais que utilizam do rio na jusante do cultivo. </p> 		    <p>Entretanto, os conflitos da atividade da piscicultura com outras atividades, como por exemplo recrea&ccedil;&atilde;o e turismo, s&atilde;o escassos, j&aacute; que na regi&atilde;o onde se encontra o cultivo n&atilde;o h&aacute; ocorr&ecirc;ncia de esportes n&aacute;uticos, como jet-skis, e tamb&eacute;m banhistas. Sendo que, essa parte do rio sempre foi utilizada pela comunidade. Pode-se considerar que conflitos dessa natureza s&atilde;o habituais, por exemplo, em Mabini, na Pen&iacute;nsula de Calumpan, em Luzon, nas Filipinas, segundo Oracion <i>et al.</i> (2005), h&aacute; muitos conflitos entre pescadores, donos de resorts, devido a atividade tur&iacute;stica, onde ocorre a pr&aacute;tica de mergulho. Os pescadores est&atilde;o insatisfeitos devido a permiss&atilde;o dos operadores de resorts e de barcos, al&eacute;m de mergulhadores, estarem autorizados a entrar nos santu&aacute;rios de peixes. Tamb&eacute;m ocorrem conflitos entre os pr&oacute;prios pescadores, uma vez que, muitos v&ecirc;m de outras regi&otilde;es para pescar em Mabini.</p> 		    <p>Al&eacute;m do enriquecimento org&acirc;nico, poss&iacute;vel contamina&ccedil;&atilde;o e conflitos quanto ao uso, outro problema que o cultivo pode causar ao ambiente &eacute; a fuga de peixes dos tanques (Greiner <i>et al.</i>, 2000).</p> 		    <p>Quanto a isso, corriqueiramente, &eacute; realizada uma triagem nos tanques-rede das til&aacute;pias para separar os peixes de acordo com o tamanho, pois para cada tamanho existe uma rela&ccedil;&atilde;o direta com a quantidade de ra&ccedil;&atilde;o fornecida por tanque-rede. Durante este processo, ocorre o monitoramento e revis&atilde;o dos tanques, para identificar poss&iacute;veis furos e, caso sejam encontrados, consert&aacute;-los. Deste modo, pode-se evitar que os peixes fujam dos tanques, sendo este um processo de extrema import&acirc;ncia para os piscicultores, pois de acordo com os mesmos, acarretaria em preju&iacute;zos financeiros. </p> 		    <p>Fugas de peixes ex&oacute;ticos acontecem em cultivos pelo Brasil. Por exemplo, nas pisciculturas na Regi&atilde;o do Vale do Ribeira, em S&atilde;o Paulo, Brasil, segundo Castellani &amp; Barella (2005), em 95% das visitadas, j&aacute; ocorreu a fuga de pelo menos uma esp&eacute;cie ex&oacute;tica, sendo a til&aacute;pia a esp&eacute;cie que mais apresentou fuga. Tamb&eacute;m, no reservat&oacute;rio de Furnas, bacia do rio Grande, no estado de Minas Gerais, Brasil, Azevedo-Santos <i>et al.</i> (2011) mostram que no cultivo de til&aacute;pias do Nilo (<i>Oreochromis niloticus</i>), escapes, principalmente de maneira n&atilde;o intencionais, s&atilde;o comuns. Eles acontecem no momento em que os peixes s&atilde;o retirados dos tanques, de forma acidental; quando juvenis s&atilde;o colocados eles podem passar pelas telas; ou atrav&eacute;s de danos aos tanques. Assim, a introdu&ccedil;&atilde;o de organismos no ambiente pode e tem causado grandes problemas ao ambiente e &agrave;s esp&eacute;cies nativas. </p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4. Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p> 		    <p>Com o exposto, a aquicultura proporcionou a complementa&ccedil;&atilde;o da renda dos piscicultores da associa&ccedil;&atilde;o, trazendo melhoras consider&aacute;veis na qualidade de vida local, transformando a realidade socioecon&ocirc;mica dos produtores, levando-se em conta a renda. Apesar disso, n&atilde;o se pode dizer o mesmo em mudan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a alfabetiza&ccedil;&atilde;o, infra-estrutura e capacita&ccedil;&atilde;o destes. O que mostra, que apesar de ocorrerem mudan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o a renda, outros problemas ainda continuam presentes mesmo com a introdu&ccedil;&atilde;o da atividade. </p> 		    <p>Os piscicultores entrevistados possuem certa depend&ecirc;ncia do cultivo, uma vez que, alguns trabalham apenas na associa&ccedil;&atilde;o, e com rela&ccedil;&atilde;o aos que possuem outra fonte de renda, esta n&atilde;o &eacute; suficiente para garantir o sustento familiar e a qualidade de vida.</p> 		    <p>Apesar de observados problemas, por exemplo, quanto a infraestrutura da associa&ccedil;&atilde;o, um cen&aacute;rio positivo est&aacute; sendo constru&iacute;do atrav&eacute;s da constru&ccedil;&atilde;o de uma nova sede. Fato que trar&aacute; benef&iacute;cios duradouros para a associa&ccedil;&atilde;o, bem como para a comunidade.</p> 		    <p>Entretanto, quanto ao componente relacionado a capacita&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio um maior envolvimento do poder p&uacute;blico, n&atilde;o s&oacute; para com a associa&ccedil;&atilde;o, mas sim para todos atores locais, comunidades de pescadores tradicionais. Fato que proporcionar&aacute; o aprimoramento e descoberta de novas t&eacute;cnicas de manejo e sem d&uacute;vida contribuir&aacute; para a inser&ccedil;&atilde;o dos mesmos no mercado de trabalho e melhoria da qualidade de vida dessas popula&ccedil;&otilde;es que de uma forma geral sentem-se abandonadas e a margem da sociedade moderna.</p> 		    <p>Contudo, observa-se de acordo com as entrevistas, que a APESAM desde que foi criada, tem dado devida import&acirc;ncia para a comunidade, mas n&atilde;o tanto quanto deveriam para o meio ambiente, pois o interesse dos piscicultores &eacute; que a &aacute;gua esteja com uma boa qualidade para a sua produ&ccedil;&atilde;o, mas, da mesma forma, n&atilde;o se preocupam com os restos que s&atilde;o despejados no rio e o efeito poluidor que o ato causa. Considerando apenas que tenham uma boa qualidade de &aacute;gua, para que o risco de mortes por contamina&ccedil;&atilde;o dos alevinos reduza, acarretando um saldo positivo na produ&ccedil;&atilde;o e uma melhoria na qualidade dos peixes a serem vendidos, mas deixando a quest&atilde;o ambiental em segundo plano, onde na verdade deveria ser o foco principal. E a qualidade da &aacute;gua da &aacute;rea de cultivo &eacute; cr&iacute;tica, o que torna necess&aacute;rio a redu&ccedil;&atilde;o de efluentes jogados das cidades por onde o rio passa e uma pr&aacute;tica sustent&aacute;vel de cultivo para evitar a contamina&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do enriquecimento de compostos org&acirc;nicos.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos</b></p> 		    <p>Estudo financiado pelo Edital MCT/CNPq/CT-Agroneg&oacute;cio/MPA N&ordm; 036/2009. Institui&ccedil;&atilde;o Executora: Centro Universit&aacute;rio Vila Velha – UVV, Institui&ccedil;&otilde;es colaboradoras: UFES, CEUNES/UFES, INCAPER, IFES, UFSM. T&iacute;tulo do Projeto: Rede Capixaba de Pesquisa com Robalo-Peva (<i>Centropomus paralellus</i>) – RECAPER.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Bibliografia </b></p> 		    <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo R.; Moraes, A.J.N. (2010) - Diagn&oacute;stico da piscicultura nos munic&iacute;pios de Boca&iacute;na e Sussuapara – Piau&iacute;. <i>Anais do X Simp&oacute;sio de Produ&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica e Semin&aacute;rio de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da UESPI</i>, 16 p.; Teresina, PI, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-8872201200040001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, J.S. de; S&aacute;, M.F.P. de. (2008) - Sustentabilidade da piscicultura no baixo S&atilde;o Francisco alagoano: condicionantes socioecon&ocirc;micos. <i>Ambiente e Sociedade</i>, 11(2):405-424. doi: 10.1590/S1414-753X2008000200013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-8872201200040001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Azevedo-Santos, V.M.; Rigolin-S&aacute;, O. &amp; Pelicice, F.M. (2011) - Growing, losing or Introducing? Cage aquaculture as a vector for the introduction of non-native fish in Furnas Reservoir, Minas Gerais, Brazil. <i>Neotropical Ichthyology</i>, 9(4):915-919. doi: 10.1590/S1679-2252011000400024&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-8872201200040001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baldisserotto, B. (2009) - Piscicultura continental no Rio Grande do Sul: situa&ccedil;&atilde;o atual, problemas e perspectivas para o futuro. <i>Ci&ecirc;ncia Rural</i>, 39:291-299. doi: 10.1590/S0103-84782008005000046&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-8872201200040001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calhau, M.S.M. (coord.) (2005) - <i>Programa pescando letras. Proposta Pedag&oacute;gica para a Alfabetiza&ccedil;&atilde;o de Pescadores e Pescadoras Profissionais e Aq&uuml;icultores e Aq&uuml;icultoras Familiares</i>. 30p., SEAP/PR - Secretaria Especial de Aq&uuml;icultura e Pesca da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/secad_pescandoletras.pdf" target="_blank">http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/secad_pescandoletras.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-8872201200040001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Caldasso, L.P.; Costa, A.A.; Abdallah, P.R.; Tagliani, P.R. (2006) - An&aacute;lise benef&iacute;cio-custo: uma contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; pesca artesanal no extremo sul do Brasil – Rio Grande/RS. <i>In:</i> CADMA - Gest&atilde;o de recursos naturais para um desenvolvimento sustent&aacute;vel, 2006, Rio de Janeiro. <i>Anais do II Congresso Acad&ecirc;mico de Meio Ambiente e Desenvolvimento</i>, 1:42-60. Rio de Janeiro, RG, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://repositorio.furg.br:8080/jspui/bitstream/1/1984/1/AN%C3%81LISE%20BENEF%C3%8DCIO-CUSTO%20UMA%20CONTRIBUI%C3%87%C3%83O%20%C3%80%20PESCA.pdf" target="_blank">http://repositorio.furg.br:8080/jspui/bitstream/1/<br /> 	    1984/1/AN&Aacute;LISE%20BENEF&Iacute;CIO-CUSTO%20UMA%20CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O%20&Agrave;%20PESCA.pdf</a> </p> 		    <!-- ref --><p>Calgaro Neto, S.; Diesel, V. (2009) - Redes Sociais e Constitui&ccedil;&atilde;o de Referentes T&eacute;cnicos em Cooperativa de Piscicultores em Santa Maria, RS. 18p., Anais do 47&ordm; Congresso da SOBER, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.sober.org.br/palestra/13/1114.pdf" target="_blank">http://www.sober.org.br/palestra/13/1114.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-8872201200040001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castellani, D.; Barrlla, W. (2005) - Caracteriza&ccedil;&atilde;o da piscicultura na regi&atilde;o do Vale do Ribeira-SP. <i>Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia</i>, 29(1):168-176. doi: 10.1590/S1413-70542005000100021&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-8872201200040001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Coldebella, A.; Feiden, A.; Boscolo, W.R.; Mahl, I. ;&nbsp;Signor, A.A.; Bettencourt, F. ; Freitag, M. (2008) - Capacita&ccedil;&atilde;o de Piscicultores da regi&atilde;o do Salto Caxias, no Baixo Rio Igua&ccedil;u - Oeste e Sudoeste Paranaense. 7p., <i>VIII SEU - Semin&aacute;rio de Extens&atilde;o da Unioeste</i>, Foz do Igua&ccedil;u, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.gemaq.org.br/upload/2010091114332280.pdf" target="_blank">http://www.gemaq.org.br/upload/2010091114332280.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-8872201200040001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Costa, A.A. (2004) - <i>Em busca de uma estrat&eacute;gia de transi&ccedil;&atilde;o para a sustentabilidade no sistema ambiental da pesca artesanal no munic&iacute;pio do Rio Grande / RS – estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos</i>. 310p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande, RS, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-8872201200040001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <p>Costa, N.C.V.; Costa, M.V. (2011) - Desafios e possibilidades de educa&ccedil;&atilde;o para o campo em uma comunidade pesqueira na Amaz&ocirc;nia paraense. 9p., <i><br /> 	    V Col&oacute;quio internacional, “Educa&ccedil;&atilde;o e Contemporaneidade”</i> (ISSN 1982-3657), S&atilde;o Cristov&atilde;o, SE, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.educonufs.com.br/vcoloquio/cdcoloquio/cdroom/eixo%203/PDF/Microsoft%20Word%20-%20DESAFIOS%20E%20POSSIBILIDADES%20DE%20EDUCAcaO%20PARA%20O%20CAMPO%20EM%20UMA.pdf" target="_blank">http://www.educonufs.com.br/vcoloquio/cdcoloquio/cdroom/eixo%203/PDF/Microsoft%20Word%20-%20DESAFIOS%20E%20POSSIBILIDADES%20DE%20EDUCAcaO%20PARA%20O%20CAMPO%20EM%20UMA.pdf</a></p> 		    <!-- ref --><p>Crawford, C. (2003) - Environmental management of marine aquaculture in Tasmania. <i>Aquaculture</i>, 226(1-4):129-138. doi: 10.1016/S0044-8486(03)00473-3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-8872201200040001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>FAO (2003) – Fisheries Management 2 - The Ecosystem Approach to Fisheries. <i>FAO Technical guidelines for responsible fisheries</i>, 4: Suppl. 2, 112p., FAO - Food and Agriculture Organization of the United Nations, Rome, Italy. ISBN: 92-51048975. Dispon&iacute;vel em: <a href="ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/005/y4470e/y4470e00.pdf" target="_blank">ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/005/y4470e/y4470e00.pdf</a></p> 		    <!-- ref --><p>Faria, P.M.C.; Teixeira, E.A.; Crepaldi, D.V.; Ribeiro, P.L.; Turra, E.M.; Prado, S.A.; Luz, R.K.; Melo, D.C.&nbsp;(2008) - A situa&ccedil;&atilde;o da aquacultura e da pesca no Brasil e no Mundo. <i>Pubvet</i> (ISSN 1982-1263), 2(40):Art. 406, Londrina, PR, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-8872201200040001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Figueredo, C.C.; Giani, A. (2005) - Ecological interactions between Nile tilapia (<i>Oreochromis niloticus</i>) and the phytoplanktonic community of the Furnas Reservoir (Brazil). <i>Freshwater Biology</i>, 50(8):1391-1403. doi: 10.1111/j.1365-2427.2005.01407.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-8872201200040001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitas, R. R.; Barroso, G. F. (2006) - Conflitos de uso dos recursos costeiros: desafios para sustentabilidade do cultivo de moluscos. <i>Caderno Virtual de Turismo</i> (ISSN: 1677-6976), 6(2):43-50, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/1154/115416203006.pdf" target="_blank">http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/1154/115416203006.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-8872201200040001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitas, R.R.; Vinatea, L.; Netto, S. (2009) - Analysis of the marine shrimp culture production chain in Southern Brazil. <i>Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias</i>, 81:287-295. doi: 10.1590/S0001-37652009000200015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-8872201200040001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, A. N.; Barroso, G. F. (2007) - Qualidade sanit&aacute;ria da &aacute;gua e do mexilh&atilde;o Perna Perna na &aacute;rea de cultivo de Anchieta (ES). <i>In:</i> Gilberto Fonseca Barroso, Lu&iacute;s Henrique da Silva Poersch &amp; Ronaldo Olivera Cavalli (orgs.), <i>Sistemas de cultivos aqu&iacute;colas na zona costeira do Brasil: recursos, tecnologias, aspectos ambientais e s&oacute;cio-econ&ocirc;micos</i>, pp.243-250, Museu Nacional, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN: 978-8574270210 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-8872201200040001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia-Prado, J.A.; Freitas, R.R. (2008) - Pesca e aq&uuml;icultura: a&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o multidisciplinar em busca de melhorias s&oacute;cio - econ&ocirc;micas e ambientais. <i>Revista Brasileira de Agroecologia</i> (ISSN: 1980-9735), 3(1):13-19. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/rbagroecologia/article/view/7508/5432" target="_blank">http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/rbagroecologia/article/view/7508/5432</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-8872201200040001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gil, A.C. (1995) - <i>M&eacute;todos e t&eacute;cnicas de pesquisa social</i>. 200p., Atlas S.A., S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 978-8522451425.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-8872201200040001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Gomes, J.V. (1997) - Jovens urbanos pobres: anota&ccedil;&otilde;es sobre escolaridade e emprego. <i>Revista Brasileira de Edu&ccedil;&atilde;o</i> (ISSN 1413-2478), (05-06):53-62, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/rbde05_6/rbde05_6_07_jerusa_vieira_gomes.pdf" target="_blank">http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/rbde05_6/rbde05_6_07_jerusa_vieira_gomes.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-8872201200040001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gomes, R.K.S.; Pereira, L.C.C.; Ribeiro, M. de J. da S; Costa, R.M. da. (2009) - Din&acirc;mica Socioambiental em uma Comunidade Pesqueira Amaz&ocirc;nica, PA-Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 9(2):101-111. <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-121_Gomes.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-121_Gomes.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-8872201200040001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Greiner, R.; Young, M.D.; McDonald, A.D.; Brooks, M.&nbsp;(2000)&nbsp;- Incentive instruments for the sustainable use of marine resources.&nbsp;<i>Ocean &amp; Coastal Management</i>,&nbsp;43(1):29-50. doi: 10.1016/S0964-5691(99)00067-8&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201200040001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Guzenski, A.L.C. (2000) - <i>Diagnostico socioecon&ocirc;mico dos trabalhadores das fazendas de cultivo de camar&otilde;es marinhos do Munic&iacute;pio de Laguna/SC</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Aquicultura, Centro de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-8872201200040001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Islam, Md. S. (2003) - Perspectives of the Coastal and Marine Fisheries of the Bay of Bengal, Bangladesh. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 46(8):763-796. doi: 10.1016/S0964-5691(03)00064-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-8872201200040001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Machado, T. (2010) - <i>Silagem Biol&oacute;gica de Pescado. Pesquisa Cientifica - Unidade Laboratorial de Refer&ecirc;ncia em Tecnologia do Pescado</i>. 13p., Centro Avan&ccedil;ado de Pesquisa Tecnol&oacute;gica do Agroneg&oacute;cio do Pescado Marinho - Instituto de Pesca, Santos, SP, Brasil. <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/CDTF23mar.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/CDTF23mar.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-8872201200040001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mam&atilde;o, M.A. (2012) - <i>Ecologia do fitopl&acirc;ncton de um rio tropical (rio S&atilde;o Mateus, ES)</i>. 117p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo , Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201200040001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Martins, M. de F.A.; Coelho, A.M.S. (2009) - Saberes e Fazeres do/no Campo: desafios e possibilidades da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica do campo para a &aacute;rea de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanidades. <i>In:</i> M.A. Aguiar, A.S.I. Oliveira, J.M.L. Azevedo, M-S. De Alvarenga, P.B.G, Silva &amp; R. de Oliveira (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e Diversidade: estudos e pesquisas</i>, pp.171-183, 1&ordf; ed., Gr&aacute;fica J. Luiz de Vasconcelos, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ufpe.br/cead/estudosepesquisa/textos/maria_fatima2.pdf" target="_blank">http://www.ufpe.br/cead/estudosepesquisa/textos/maria_fatima2.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201200040001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Moraes, S.C.; Lopes, A.O. (2008) - Saberes tradicionais e o uso de plantas medicinais em comunidade agr&iacute;cola na Amaz&ocirc;nia. <i>Anais do II Encontro Nacional de Pesquisa em Educa&ccedil;&atilde;o do Campo</i>, p.34-36, EDUNB, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-8872201200040001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>MPA (2010) - <i>Boletim Estat&iacute;stico da Pesca e Aquicultura: Brasil 2008-2009</i>. 99p., Minist&eacute;rio da Pesca e Aq&uuml;icultura, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. 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Fisheries, tourism, and solidarity in a Philippine community. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 48(3-6):393-410. doi: 10.1016/j.ocecoaman.2005.04.013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-8872201200040001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira, T.A. (2012) - <i>Distribui&ccedil;&atilde;o longitudinal da comunidade perif&iacute;tica no rio S&atilde;o Mateus (norte do Esp&iacute;rito Santo)</i>. 112p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-8872201200040001200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Pillay, T.V.R.; Kutty, M.N. (2005) - Aquaculture principles and practices. 640p., Blackwell Publishing, London. U.K. ISBN:1405105321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-8872201200040001200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Prazeres, M.S.C. (2012) - Educa&ccedil;&atilde;o do Campo: Discutindo conceitos e perspectivas. <i>In:</i> J.P.G. Oliveira, J.B.C. Silva, O.C. Mendes &amp; D.S. Rodrigues (Orgs.), <i>Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Desenvolvimento da Amaz&ocirc;nia</i>, Camet&aacute;, PA, Brasil. ISBN: 978-8563287052.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-8872201200040001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>Repinaldo, F.P.; Tonini, J.F. (2007) - Aproveitamento integral do pescado em comunidades pesqueiras de Jacara&iacute;pe, Serra, ES: abordagens sobre Educa&ccedil;&atilde;o para um desenvolvimento sustent&aacute;vel. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, VIII congresso de ecologia do Brasil</i>, Caxambu, MG, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-8872201200040001200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>Rezeno, J.L. (2012) - <i>Impactos da piscicultura sobre a macrofauna bent&ocirc;nica no rio S&atilde;o Mateus</i>, ES. Monografia, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-8872201200040001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Santos, L.R.B.; Oba, E.T. (2009) - Dieta: ferramenta importante para manejo dos peixes no cultivo. <i>In:</i> M. Tavares-Dias (Org.). <i>Manejo e sanidade de peixes em cultivo</i>, pp.89-105, 1ed., Embrapa Amap&aacute;, Macap&aacute;, AP, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.cpafap.embrapa.br/aquicultura/download/capitulo5.pdf" target="_blank">http://www.cpafap.embrapa.br/aquicultura/download/capitulo5.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-8872201200040001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, M.C.; Abreu, A.S.O.; Nunes, G.Q. (2007) - Caracteriza&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica da pesca artesanal no munic&iacute;pio de concei&ccedil;&atilde;o do Araguaia, estado do Par&aacute;. <i>Amaz&ocirc;nia: Ci&ecirc;ncia &amp; Desenvolvimento</i> (ISSN 1809-4058), 2(4):37-51, Bel&eacute;m, AM, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.basa.com.br/bancoamazonia2/Revista/edicao_04/cd_vol_iv_caracterizacao-socio.pdf" target="_blank">http://www.basa.com.br/bancoamazonia2/Revista/edicao_04/cd_vol_iv_caracterizacao-socio.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201200040001200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sousa, C.R.&nbsp;; Doxsey, J.R. (2007) - Os entraves sociais e pol&iacute;ticos para uma sustentabilidade da maricultura em Anchieta (ES). <i>In:</i> Gilberto Fonseca Barroso; Ronaldo Olivera Cavalli &amp; Alfredo Olivera Galvez. (Org.), <i>Sistemas de cultivos aq&uuml;&iacute;colas costeiros no Brasil: recursos, tecnologias e aspectos ambientais e s&oacute;cio-econ&ocirc;micos. Sistemas de cultivos aq&uuml;&iacute;colas costeiros no Brasil: recursos, tecnologias e aspectos ambientais e s&oacute;cio-econ&ocirc;micos</i>, p. 251-260, 1&ordf; ed., Museu Nacional, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN: 978-8574270210)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-8872201200040001200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vidotti, R.M.; Pacheco, M.T.B.; Gon&ccedil;alves, G.S. (2011) - Characterization of the Oils in Acid and Fermented Silages Produced from Tilapia Filleting Residue. <i>Revista Brasileira de Zootecnia / Brazilian Journal of Animal Science</i>, 40(2):240-244. doi: 10.1590/S1516-35982011000200002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201200040001200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vizinho, S.C.; Tognella, M.M.P. (<i>in press</i>) - An&aacute;lise socio-econ&ocirc;mico e cultural da Comunidade Pesqueira de Pirajuba&eacute; (Ba&iacute;a Sul, Florian&oacute;polis, Santa Catarina, Brasil): uma ferramenta para o gerenciamento costeiro integrado. <i>Gerenciamento Costeiro Integrado</i> (ISSN 1677-4841), Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgcimang16_Carnavarolo.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgcimang16_Carnavarolo.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201200040001200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>             <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a> Submission: September 19, 2012; Evaluation: October 19, 2012; Reception of revised manuscript: December 03, 2012; Accepted: December 06, 2012; Available on-line: December 13, 2012</p>      ]]></body><back>
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