<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-8872</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[RGCI]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-8872</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-88722012000400014</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise das práticas de biossegurança no cultivo de tilápias (Oreochromis niloticus) em região estuarina no sudeste do Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Analysis of practice in farming biosafety tilápia (Oreochromis niloticus) in an estuarine region in southeastern Brazil]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Assis]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mayara da Costa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rodrigo Randow de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Espírito Santo Centro Universitário Norte do Espírito Santo Departamento de Engenharias e Computação]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Laboratório de Gestão Costeira - Aquicultura e Pesca (LGCap)  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Mateus ES]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>12</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>559</fpage>
<lpage>568</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-88722012000400014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-88722012000400014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-88722012000400014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Biossegurança é um termo utilizado para descrever as medidas tomadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos, visando a saúde humana, animal, a preservação do meio ambiente e a qualidade dos resultados. Especificamente quando mencionamos o termo na piscicultura, a biossegurança simplesmente nos remete ao contexto de criar barreiras que protejam os peixes de doenças. O uso eficiente das práticas de biossegurança se dá com a elaboração e implantação de protocolos específicos, voltados para proteger cada unidade de produção, região ou mesmo um país. Embora conhecidamente poluidora, os efeitos das atividades de cultivo normalmente são ignorados, a quantidade total de resíduos das fazendas aquáticas, e seus impactos no desenvolvimento da atividade raramente são reconhecidos, especialmente do ponto de vista da sustentabilidade. Sendo que o foco na gestão aquícola é em função do aumento da produtividade através de uma intensificação produtiva, tendo em vista apenas uma viabilidade econômica a curto prazo. Assim, o presente trabalho tem como objetivo central analisar as práticas de biossegurança que são desenvolvidas na APESAM (Associação de Pescadores de São Mateus), comparando-as com o que tem de disponível na bibliografia e em cultivos ao redor do mundo. O presente estudo foi desenvolvido na comunidade de pescadores tradicionais de Pedra D’água, no município de São Mateus, ES, Brasil. A seleção foi baseada no fato de a comunidade possuir carência econômica, social e tecnológica e também pela existência de uma parceria da Universidade com a APESAM cuja sede é situada na comunidade em questão. A partir de uma prévia identificação do processo produtivo, através de observação, entrevistas e busca bibliográfica, foi elaborado um questionário relacionado com a tilapicultura local. Os dados foram coletados entre os meses de maio e julho de 2012, sendo entrevistados os membros da Associação que se encontravam no local e disponíveis. Os resultados apontam que o norte do Estado do Espírito Santo não obstante a sua potencialidade para o desenvolvimento da tilapicultura, apresenta algumas deficiências relacionadas ao uso de boas práticas de manejo sanitário e biossegurança, que estão entre os principais desafios para a expansão dessa atividade, bem como deficiências relacionadas à assistência técnica prestada pela prefeitura e pelos órgãos de fomento da aquicultura.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Biosafety is a term used to describe the measures taken to prevent, minimize or eliminate risks, aiming at the human health, animals, the preservation of the environment and quality of results. Biosafety in aquaculture goes exactly in the context of creating barriers to protect fish from diseases. In the case of fish, the efficient use of biosafety practices is with the design and implementation of specific protocols, aimed to protect each production unit, region or even a country. Although notoriously polluting the effects of farming activities are usually ignored, the total amount of waste from aquatic farms, and their impact on development activity are rarely recognized, especially from the point of view of sustainability. Since the focus of management in aquaculture is due to the increase in productivity through increased production, with a view only a short-term economic viability. Thus, the present work was aimed at analyzing the biosafety practices that are developed in APESAM (Associação de Pescadores de São Mateus), comparing them with what is available in the literature and in cultures around the world. The present study was developed in the community of traditional fishermen called Pedra D’água, in São Mateus, ES, Brazil. The selection was based on the fact the community has a lack of economic, social and technological developments and also by the existence of a partnership with the University APESAM whose headquarters is located in that community. From a prior identification of the production process, through observation, interviews and literature search, we designed a questionnaire related to tilapia, a kind of fish, culture site. Data were collected between the months of May and July 2012, and interviewed members of the association who were on site. The results showed that the north of Espírito Santo despite its potential for the development of tilapia culture, has some deficiencies related to the use of best management practices, health and biosafety, which are among the main challenges for the expansion of this activity, as well as deficiencies related to technical assistance provided by the city by funding agencies and aquaculture.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[aquicultura]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[gestão costeira]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[comunidade tradicional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[processo produtivo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[piscicultura]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[aquaculture]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[coastal management]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[traditional community]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[production process]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[fish farming]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[  	    <p><b>An&aacute;lise das pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a no cultivo de til&aacute;pias (Oreochromis niloticus) em regi&atilde;o estuarina no sudeste do Brasil <a href="#0">*</a></b><a name="top0"></a></p> 		    <p><b>Analysis of practice in farming biosafety til&aacute;pia (Oreochromis niloticus) in an estuarine region in southeastern Brazil</b></p> 		    <p><b>Mayara da Costa Assis</b> <sup>1</sup>, <b>Rodrigo Randow de Freitas</b> <sup>@, 1</sup> </p> 		    <p>@ - Corresponding author</p> 		    <p>1 - Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, Departamento de Engenharias e Computa&ccedil;&atilde;o, N&uacute;cleo de Pesquisa em Gest&atilde;o de Sistemas de Produ&ccedil;&atilde;o (NPGSP), Laborat&oacute;rio de Gest&atilde;o Costeira – Aquicultura e Pesca (LGCap), S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. e-mails: <br /> 		  Assis: <a href="mailto:costmaya@gmail.com">costmaya@gmail.com</a>; Freitas: <a href="mailto:rodrigorandow@ig.com.br">rodrigorandow@ig.com.br</a></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO </b></p> 		    <p>Biosseguran&ccedil;a &eacute; um termo utilizado para descrever as medidas tomadas para preven&ccedil;&atilde;o, minimiza&ccedil;&atilde;o ou elimina&ccedil;&atilde;o de riscos, visando a sa&uacute;de humana, animal, a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente e a qualidade dos resultados. Especificamente quando mencionamos o termo na piscicultura, a biosseguran&ccedil;a simplesmente nos remete ao contexto de criar barreiras que protejam os peixes de doen&ccedil;as. O uso eficiente das pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a se d&aacute; com a elabora&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de protocolos espec&iacute;ficos, voltados para proteger cada unidade de produ&ccedil;&atilde;o, regi&atilde;o ou mesmo um pa&iacute;s. Embora conhecidamente poluidora, os efeitos das atividades de cultivo normalmente s&atilde;o ignorados, a quantidade total de res&iacute;duos das fazendas aqu&aacute;ticas, e seus impactos no desenvolvimento da atividade raramente s&atilde;o reconhecidos, especialmente do ponto de vista da sustentabilidade. Sendo que o foco na gest&atilde;o aqu&iacute;cola &eacute; em fun&ccedil;&atilde;o do aumento da produtividade atrav&eacute;s de uma intensifica&ccedil;&atilde;o produtiva, tendo em vista apenas uma viabilidade econ&ocirc;mica a curto prazo. Assim, o presente trabalho tem como objetivo central analisar as pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a que s&atilde;o desenvolvidas na APESAM (Associa&ccedil;&atilde;o de Pescadores de S&atilde;o Mateus), comparando-as com o que tem de dispon&iacute;vel na bibliografia e em cultivos ao redor do mundo. O presente estudo foi desenvolvido na comunidade de pescadores tradicionais de Pedra D’&aacute;gua, no munic&iacute;pio de S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. A sele&ccedil;&atilde;o foi baseada no fato de a comunidade possuir car&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, social e tecnol&oacute;gica e tamb&eacute;m pela exist&ecirc;ncia de uma parceria da Universidade com a APESAM cuja sede &eacute; situada na comunidade em quest&atilde;o. A partir de uma pr&eacute;via identifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo, atrav&eacute;s de observa&ccedil;&atilde;o, entrevistas e busca bibliogr&aacute;fica, foi elaborado um question&aacute;rio relacionado com a tilapicultura local. Os dados foram coletados entre os meses de maio e julho de 2012, sendo entrevistados os membros da Associa&ccedil;&atilde;o que se encontravam no local e dispon&iacute;veis. Os resultados apontam que o norte do Estado do Esp&iacute;rito Santo n&atilde;o obstante a sua potencialidade para o desenvolvimento da tilapicultura, apresenta algumas defici&ecirc;ncias relacionadas ao uso de boas pr&aacute;ticas de manejo sanit&aacute;rio e biosseguran&ccedil;a, que est&atilde;o entre os principais desafios para a expans&atilde;o dessa atividade, bem como defici&ecirc;ncias relacionadas &agrave; assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica prestada pela prefeitura e pelos &oacute;rg&atilde;os de fomento da aquicultura.</p> 		    <p><b>Palavras-chave:</b> aquicultura, gest&atilde;o costeira, comunidade tradicional, processo produtivo, piscicultura.</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT </b></p> 		    <p>Biosafety is a term used to describe the measures taken to prevent, minimize or eliminate risks, aiming at the human health, animals, the preservation of the environment and quality of results. Biosafety in aquaculture goes exactly in the context of creating barriers to protect fish from diseases. In the case of fish, the efficient use of biosafety practices is with the design and implementation of specific protocols, aimed to protect each production unit, region or even a country. Although notoriously polluting the effects of farming activities are usually ignored, the total amount of waste from aquatic farms, and their impact on development activity are rarely recognized, especially from the point of view of sustainability. Since the focus of management in aquaculture is due to the increase in productivity through increased production, with a view only a short-term economic viability. Thus, the present work was aimed at analyzing the biosafety practices that are developed in APESAM (Associa&ccedil;&atilde;o de Pescadores de S&atilde;o Mateus), comparing them with what is available in the literature and in cultures around the world. The present study was developed in the community of traditional fishermen called Pedra D’&aacute;gua, in S&atilde;o Mateus, ES, Brazil. The selection was based on the fact the community has a lack of economic, social and technological developments and also by the existence of a partnership with the University APESAM whose headquarters is located in that community. From a prior identification of the production process, through observation, interviews and literature search, we designed a questionnaire related to tilapia, a kind of fish, culture site. Data were collected between the months of May and July 2012, and interviewed members of the association who were on site. The results showed that the north of Esp&iacute;rito Santo despite its potential for the development of tilapia culture, has some deficiencies related to the use of best management practices, health and biosafety, which are among the main challenges for the expansion of this activity, as well as deficiencies related to technical assistance provided by the city by funding agencies and aquaculture.</p> 		    <p><b>Keywords:</b> aquaculture, coastal management, traditional community, production process, fish farming.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p> 		    <p>Conforme diversos autores relatam, biosseguran&ccedil;a &eacute; um termo utilizado para descrever as medidas tomadas para preven&ccedil;&atilde;o, minimiza&ccedil;&atilde;o ou elimina&ccedil;&atilde;o de riscos, visando a sa&uacute;de humana, animal, a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente e a qualidade dos resultados (Lee &amp; O’Bryen, 2003; Teixeira &amp; Valle, 1996). Especificamente quando mencionamos o termo na piscicultura, a biosseguran&ccedil;a simplesmente nos remete ao contexto de criar barreiras que protejam os peixes de doen&ccedil;as.</p> 		    <p>Quanto &agrave; preven&ccedil;&atilde;o, ela &eacute; um forte componente que d&aacute; consist&ecirc;ncia e solidez &agrave; biosseguran&ccedil;a, e assim deve ser considerada no desenho e implanta&ccedil;&atilde;o de qualquer medida de manejo a fim de evitar ou reduzir as chances de estresse e da introdu&ccedil;&atilde;o de pat&oacute;genos no ambiente de cultivo e consequentemente o surto de poss&iacute;veis doen&ccedil;as (Lee, 2005). </p> 		    <p>Em se tratando da piscicultura, o uso eficiente das pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a se d&aacute; com a elabora&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de protocolos espec&iacute;ficos, voltados para proteger cada unidade de produ&ccedil;&atilde;o, regi&atilde;o ou mesmo um pa&iacute;s. &Eacute; necess&aacute;ria a exig&ecirc;ncia natural de um permanente n&iacute;vel de aten&ccedil;&atilde;o, de comprometimento e de coordena&ccedil;&atilde;o de todos os envolvidos na atividade, para que as pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a sejam eficientes no seu prop&oacute;sito principal: evitar, reduzir ou controlar doen&ccedil;as na fazenda (Santos <i>et al.</i>, 2005).</p> 		    <p>De acordo com a literatura, a til&aacute;pia sempre foi reconhecida por ser resistente a doen&ccedil;as. Assim, &eacute; admir&aacute;vel a capacidade dessa esp&eacute;cie de tolerar o manuseio e as adversas qualidades da &aacute;gua e outros estressores (Kubitza, 2005; Martinez, 2006).</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No entanto, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas houve uma intensifica&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de cultivo deste peixe, impulsionados pela consolida&ccedil;&atilde;o de mercados e da til&aacute;pia como um peixe de aceita&ccedil;&atilde;o global. Com isso, empreendimentos aqu&iacute;colas mundo a fora come&ccedil;aram a experimentar altas densidades de estocagens. O aumento na press&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o, a maior depend&ecirc;ncia do uso de alimentos formulados, a intensifica&ccedil;&atilde;o do manuseio e a maior ocorr&ecirc;ncia de problemas de qualidade da &aacute;gua nesses cultivos intensivos revelaram outra faceta das til&aacute;pias. Apesar de sua natureza resistente, come&ccedil;aram a surgir problemas atribu&iacute;dos a organismos patog&ecirc;nicos (Kubitza, 2005).</p> 		    <p>Com isso, &eacute; imprescind&iacute;vel que os produtores, pesquisadores, t&eacute;cnicos, &oacute;rg&atilde;os governamentais, fabricantes de ra&ccedil;&otilde;es e outras empresas com interesse no desenvolvimento do setor, cooperem no sentido de se antecipar aos problemas de sanidade nos cultivos (Kubitza, 2005). </p> 		    <p>Assim, o presente trabalho tem como objetivo central analisar as pr&aacute;ticas de biosseguran&ccedil;a que s&atilde;o desenvolvidas na APESAM e relacionando-as com poss&iacute;veis impactos ambientais negativos decorrentes da atividade produtiva.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2. Materiais e m&eacute;todos</b></p> 		    <p><b>2.1. &Aacute;rea de estudo</b></p> 		    <p>O presente estudo foi desenvolvido na comunidade de pescadores tradicionais de Pedra D’&aacute;gua (18&ordm;43’05.86”S e 39&ordm;48’50.38” O), no munic&iacute;pio de S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. Comunidade essa que realiza a atividade de cultivo de peixes de &aacute;gua doce e estuarinos, mais especificamente o cultivo de til&aacute;pias em tanques-rede no rio S&atilde;o Mateus (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p> 	     
<p>A sele&ccedil;&atilde;o do local foi baseada no fato de a comunidade possuir    car&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, social e tecnol&oacute;gica e tamb&eacute;m    pela exist&ecirc;ncia de uma parceria do Centro Universit&aacute;rio Norte do    Esp&iacute;rito Santo (CEUNES) – Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo    (UFES), com a APESAM situada na comunidade em quest&atilde;o.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2.2. Metodologia Aplicada</b></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A partir de uma pr&eacute;via identifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo local, atrav&eacute;s de observa&ccedil;&atilde;o, entrevistas e busca bibliogr&aacute;fica, foi elaborado um question&aacute;rio relacionado com a tilapicultura local. Fez-se assim, um acompanhamento do desempenho e funcionalidade da atividade (Freitas <i>et al.</i>, 2009). Sendo que, a associa&ccedil;&atilde;o de pescadores de S&atilde;o Mateus (APESAM) &eacute; formada por 22 associados e possui 164 tanques-rede.</p> 		    <p>A amostragem adotada foi a n&atilde;o probabil&iacute;stica por acessibilidade, sendo utilizados os elementos que estavam acess&iacute;veis para a coleta dos dados, buscando a efici&ecirc;ncia, representatividade e fidedignidade das caracter&iacute;sticas dos dados coletados (Gil, 1995).</p> 		    <p>O question&aacute;rio foi confeccionado de forma estruturada, seguindo uma ordem de 15 perguntas pr&eacute;-estabelecidas, cuja ordem e reda&ccedil;&atilde;o permanecem inalteradas para todos os atores entrevistados. O question&aacute;rio era de car&aacute;ter individual e possu&iacute;a perguntas duplas, reunindo perguntas fechadas e abertas.</p> 		    <p>As perguntas buscaram identificar as caracter&iacute;sticas das pr&aacute;ticas de cultivo empregadas na Associa&ccedil;&atilde;o local, relacionando-as ao tema biosseguran&ccedil;a e seus aspectos ambientais. Esta estrat&eacute;gia mostrou-se o meio mais r&aacute;pido e eficiente para entender os principais aspectos relacionados ao tema abordado no presente estudo, buscando assim gerar informa&ccedil;&otilde;es acerca do que os atores sabiam, esperavam ou desejavam da atividade (Gil, 1995).</p> 		    <p>As entrevistas ocorreram em visita &agrave; sede da APESAM no dia 31 de maio. Sendo que os dados foram coletados entre os meses de maio e julho de 2012, sendo entrevistados nove membros da Associa&ccedil;&atilde;o, dos onze da escala do dia, que se encontravam no local e dispon&iacute;veis. Devido ao padr&atilde;o das respostas do question&aacute;rio, a quantidade de entrevistados foi satisfat&oacute;ria, n&atilde;o sendo necess&aacute;ria a volta em outro dia para entrevistas com os demais associados.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>3. Resultados e Discuss&atilde;o</b></p> 		    <p>O rio S&atilde;o Mateus configura-se na principal fonte de abastecimento para v&aacute;rias povoa&ccedil;&otilde;es e cidades, bem como tem fornecido &aacute;gua para diversos projetos de irriga&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m vem sendo usado como receptor de efluentes dom&eacute;sticos e industriais (ANA, 2009).</p> 		    <p>Considerando essas press&otilde;es antr&oacute;picas, alguns aspectos limnol&oacute;gicos do rio S&atilde;o Mateus foram determinados em estudos anteriores, concluindo que as &aacute;reas onde est&atilde;o localizadas a piscicultura e o lan&ccedil;amento de efluentes dom&eacute;sticos apresentaram condi&ccedil;&otilde;es ambientais n&atilde;o favor&aacute;veis para pr&aacute;ticas aqu&iacute;colas (Almeida, 2012; Mam&atilde;o, 2012; Pereira, 2012; Rezeno 2012). Diferentemente do que foi observado nas entrevistas realisadas, onde a comunidade considerou a qualidade de &aacute;gua como boa. Entretanto, os entrevistados consideraram que as an&aacute;lises da &aacute;gua devem ser constantemente monitoradas e que o poder p&uacute;blico local deve investir mais em programas de conscientiza&ccedil;&atilde;o ambiental, com intuito de reduzir a polui&ccedil;&atilde;o no rio. Fato tamb&eacute;m observado em outros pa&iacute;ses (Islam, 2003), como tamb&eacute;m no pr&oacute;prio estado do Esp&iacute;rito Santo, munic&iacute;pio de Anchieta, onde Sousa &amp; Doxsey (2007) relataram que as principais causas da mudan&ccedil;a da qualidade da &aacute;gua estavam relacionadas com origens naturais e com o esgoto da cidade, lan&ccedil;ado nos rios e praias locais.</p> 		    <p>Embora conhecidamente poluidora, os efeitos das atividades de cultivo normalmente s&atilde;o ignorados, a quantidade total de res&iacute;duos das fazendas aqu&aacute;ticas, e seus impactos no desenvolvimento da atividade raramente s&atilde;o reconhecidos, especialmente do ponto de vista da sustentabilidade. Sendo que o foco das na gest&atilde;o aqu&iacute;cola &eacute; em fun&ccedil;&atilde;o do aumento da produtividade atrav&eacute;s de uma intensifica&ccedil;&atilde;o produtiva, tendo em vista apenas uma viabilidade econ&ocirc;mica em curto prazo (Pillay &amp; Kutty, 2005).</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corroborando Toledo <i>et al.</i> (2003), Ostrensky <i>et al.</i> (2007), que consideram a piscicultura como uma atividade de baixo impacto ambiental, entretanto alguns pontos devem ser observados, como por exemplo a utiliza&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies ex&oacute;ticas ou al&oacute;ctones que podem causar impactos negativos sobre o ecossistema. Assim, al&eacute;m do enriquecimento org&acirc;nico e poss&iacute;vel contamina&ccedil;&atilde;o, outro poss&iacute;vel problema refere-se ao escape de peixes das estruturas de cultivo. No caso espec&iacute;fico da APESAM foi relatado que ocorre o monitoramento e revis&atilde;o dos tanques-rede (de tr&ecirc;s em tr&ecirc;s dias), para identificar poss&iacute;veis furos e, caso sejam encontrados, consert&aacute;-los. Nesse contexto, os escapes de peixes ex&oacute;ticos cultivados podem acontecer, como, por exemplo, o relatado por Castellani &amp; Barella (2005) e Azevedo-Santos <i>et al.</i> (2011), onde a til&aacute;pia foi a esp&eacute;cie que mais apresentou fuga. Corroborando, Greiner <i>et al.</i>, (2000), que relatam que a introdu&ccedil;&atilde;o de organismos no ambiente tem causado grandes problemas no Norte do Pac&iacute;fico, tanto para a aquicultura quanto para as esp&eacute;cies nativas locais torna-se fundamental esta monitoriza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso o escape de peixes de cultivo pode afetar ecol&oacute;gica e geneticamente as popula&ccedil;&otilde;es selvagens (Canonico <i>et al.</i>, 2005; Weber 2003). Um exemplo de consequ&ecirc;ncia ecol&oacute;gica seriam os problemas relacionados &agrave;: alimenta&ccedil;&atilde;o; desova; altera&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, comportamental, de distribui&ccedil;&atilde;o e demografia; extin&ccedil;&atilde;o e efeitos na composi&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies e cadeia alimentar; e modifica&ccedil;&atilde;o no fluxo de energia entre ecossistemas. </p> 		    <p>Assim, em longo prazo, existe a possibilidade das esp&eacute;cies nativas n&atilde;o serem capazes de sobreviver no seu ambiente original. Al&eacute;m do mais, concentra&ccedil;&otilde;es de peixes, por exemplo, em tanques-rede, podem proporcionar um ambiente favor&aacute;vel para doen&ccedil;as e parasitas. Sendo assim, peixes que escapam das estruturas de cultivo podem infectar as popula&ccedil;&otilde;es nativas (The Scottish Association for Marine Science and Napier University, 2002; Dias, 2006; Attayde <i>et al.</i>, 2007; Cucherousset &amp; Olden 2011). Sobre isso, existe certo consenso que uma maneira de se evitar poss&iacute;veis impactos negativos de esp&eacute;cies n&atilde;o nativas seria a preven&ccedil;&atilde;o de sua introdu&ccedil;&atilde;o, isso na aus&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncias negativas decorrentes. Sendo assim, a prud&ecirc;ncia deve prevalecer devido &agrave;s dificuldades e custos associados &agrave; remo&ccedil;&atilde;o de uma esp&eacute;cie indesej&aacute;vel (Leprieur <i>et al.</i>, 2009; Lima J&uacute;nior <i>et al.</i>, 2012; Magalh&atilde;es <i>et al.</i>, 2011).</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a></p> 	    
<p>&nbsp;</p> 		    <p>Segundo Ostrensky <i>et al.</i> (2007) cada parque aqu&iacute;cola deve possuir planos de gerenciamento e de monitoramento ambiental, visando o desenvolvimento sustent&aacute;vel. Esses planos, por exemplo, possibilitar&atilde;o a defini&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies que poder&atilde;o ser cultivadas no local, a dist&acirc;ncia entre as unidades de cultivo, as boas pr&aacute;ticas para o desenvolvimento da atividade, al&eacute;m de um preciso acompanhamento do impacto sobre o meio ambiente local. Quanto a este aspecto, considerando os resultados obtidos na comunidade estudada, os tanques-rede se encontravam com um adequado espa&ccedil;amento entre eles. Conforme SEBRAE (2008), este espa&ccedil;amento &eacute; importante para garantir condi&ccedil;&atilde;o adequada de troca de &aacute;gua para todos os tanques-rede. Em outras palavras, para que a &aacute;gua de um tanque-rede n&atilde;o passe para um pr&oacute;ximo, devido &agrave; consequente redu&ccedil;&atilde;o de sua qualidade, pelo carregamento de detritos e queda do oxig&ecirc;nio dissolvido (Sandoval <i>et al.</i>, 2010).</p> 		    <p>Quanto ao transporte e recebimento dos alevinos, a Associa&ccedil;&atilde;o adquire do fornecedor cerca de 1.000 alevinos, pesando entre 6 e 10 gramas, que passam cerca de 50 dias no ber&ccedil;&aacute;rio recebendo alimenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. Sendo que, o pr&oacute;ximo passo &eacute; a transfer&ecirc;ncia dos peixes maiores para outros tanques-rede com cerca de 300, 400 e 500 peixes por tanque (separados por tamanho). Essa densidade de estocagem depende da demanda comercial, pois se a demanda &eacute; alta a quantidade de peixes no tanque-rede &eacute; menor para que o processo de engorda seja mais r&aacute;pido. Com rela&ccedil;&atilde;o a isso, a densidade de estocagem, dentre as t&eacute;cnicas de manejo, vem recebendo muita aten&ccedil;&atilde;o, pois altas taxas podem acarretar baixa sobreviv&ecirc;ncia e crescimento (El-Sayed, 2002), al&eacute;m de altos n&iacute;veis de estresse e mudan&ccedil;as no comportamento (Barcellos <i>et al.</i>, 1999). Outro fator diretamente relacionado com o aumento da densidade &eacute; a transmiss&atilde;o de doen&ccedil;as, pois existe maior contato entre os peixes (Tachibana <i>et al.</i>, 2008).</p> 		    <p>No in&iacute;cio das atividades da Associa&ccedil;&atilde;o os tilapicultores exageravam na taxa de alimenta&ccedil;&atilde;o em busca de r&aacute;pido crescimento, o que ocasionou a morte de v&aacute;rios peixes. Mas, segundo os entrevistados, a quantidade de ra&ccedil;&atilde;o fornecida j&aacute; est&aacute; ajustada. Quanto a isso, &eacute; not&oacute;rio que o fornecimento de uma alta taxa de alimenta&ccedil;&atilde;o conduz a inefici&ecirc;ncia do metabolismo digestivo e provoca tamb&eacute;m a deteriora&ccedil;&atilde;o da qualidade da &aacute;gua (Sussel, 2008). Al&eacute;m do mais, a presen&ccedil;a de sobras de ra&ccedil;&atilde;o nos tanques-rede acaba sujando a estrutura, favorecendo a prolifera&ccedil;&atilde;o de organismos indesej&aacute;veis (protozo&aacute;rios, fungos, bact&eacute;rias, entre outros), podendo provocar doen&ccedil;as (SEBRAE, 2008).</p> 		    <p>Assim, diversos autores discorrem sobre os principais efeitos ambientais de todos os tipos de aquicultura a n&iacute;vel mundial. Sendo que, durante a &uacute;ltima d&eacute;cada, v&aacute;rios grupos internacionais t&ecirc;m considerado v&aacute;rias quest&otilde;es ambientais do desenvolvimento dos peixes &oacute;sseos na aquicultura marinha. Sendo que, mesmo com as dificuldades de observa&ccedil;&atilde;o dos efeitos no campo , a literatura mostra que, em alguns locais, efeitos mensur&aacute;veis atribu&iacute;veis ao desenvolvimento do cultivo de peixes &oacute;sseos t&ecirc;m sido observadas no n&iacute;vel do ecossistema. Sendo que, os impactos em larga escala podem ser classificados em tr&ecirc;s tipos: sedimenta&ccedil;&atilde;o, eutrofiza&ccedil;&atilde;o e efeitos sobre a cadeia alimentar (Hargrave, 2003).</p> 		    <p>Quanto &agrave; vistoria dos tanques-rede em busca de animais mortos ou debilitados, a APESAM a realiza frequentemente, registrando um baixo &iacute;ndice de ocorr&ecirc;ncias, dos quais n&atilde;o conseguem identificar os motivos da morte devido &agrave; falta de um laborat&oacute;rio pr&oacute;prio ou de institui&ccedil;&atilde;o parceira que analise os peixes a serem descartados visando uma corre&ccedil;&atilde;o ou adapta&ccedil;&atilde;o de algum procedimento do processo produtivo. Com rela&ccedil;&atilde;o a isso, e de acordo com Ostrensky <i>et al.</i> (2007), um dos instrumentos legais mais importantes voltado &agrave; biosseguran&ccedil;a aqu&iacute;cola nacional &eacute; a Instru&ccedil;&atilde;o Normativa (IN) MAPA N&ordm; 53, de 2 de julho de 2003, que regulamenta a Defesa Sanit&aacute;ria Animal. &Eacute; ela quem tenta disciplinar e padronizar as a&ccedil;&otilde;es profil&aacute;ticas, o diagn&oacute;stico e o saneamento de estabelecimentos de aquicultura (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t1"></a> </p> 		    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14t1.jpg" /> </p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p>Segundo relatos dos entrevistados, os peixes mortos s&atilde;o enterrados. Sendo que, de acordo com Rotta &amp; Queiroz (2003), esse tipo de descarte &eacute; o mais indicado, sempre tomando os devidos cuidados em rela&ccedil;&atilde;o ao local utilizado, evitando fazer o buraco muito superficial, de forma que outros animais e at&eacute; mesmo crian&ccedil;as n&atilde;o possam vasculhar.</p> 		    <p>Entretanto, Azevedo-Santos <i>et al.</i> (2011) relatam que mesmo com uma rotina de descarte apropriada, como o evidenciado na pesquisa, solturas deliberadas (acidentais ou n&atilde;o) ocorrem com o aparecimento de peixes cultivados n&atilde;o saud&aacute;veis ou com alguma deformidade. </p> 		    <p>J&aacute; quanto &agrave; presen&ccedil;a de predadores, que atrapalham a produ&ccedil;&atilde;o (al&eacute;m de predarem, trazem doen&ccedil;as aos peixes (Dvorak, 2009), como por exemplo, a gar&ccedil;a-branca-pequena (<i>Egretta thula</i>), o soc&oacute;-boi (<i>Tigrisoma lineatum</i>) e a lontra (<i>Lontra longicaudis</i>), a APESAM utiliza telas sobre os tanques-rede como mecanismo de defesa.</p> 		    <p>Foi observado que os associados que lidam com os tanques-rede n&atilde;o usam utens&iacute;lios (aventais, botas, luvas) para evitar que passem alguma doen&ccedil;a para os peixes. Por exemplo, um mesmo pu&ccedil;&aacute; &eacute; usado em v&aacute;rios tanques sem ser desinfetado. De acordo com Garcia (2011), Martinez (2006) e Yanong <i>et al.</i> (2012), medidas simples de rotina, como o uso de botas, manuten&ccedil;&atilde;o de pu&ccedil;&aacute;s, ganchos e demais utens&iacute;lios de rotina, imersos em subst&acirc;ncia desinfetante, podem contribuir para o controle da transmiss&atilde;o de pat&oacute;genos na unidade produtiva. Tamb&eacute;m n&atilde;o adotam nenhum procedimento para evitar que os visitantes (pesquisadores) transmitam doen&ccedil;as aos peixes, alegando que n&atilde;o h&aacute; necessidade, pois os mesmos n&atilde;o entram em contato com a produ&ccedil;&atilde;o. </p> 		    <p>Importante relatar que um poss&iacute;vel estresse cr&ocirc;nico, gerado ao se cultivar o maior estoque poss&iacute;vel, no menor espa&ccedil;o dispon&iacute;vel, predisp&otilde;e o surgimento de doen&ccedil;as (Martinez, 2006), uma vez que o estresse &eacute; o agente imunossupressor mais importante que existe (Ostrensky <i>et al.</i>, 2007).</p> 		    <p>Por sua vez, as causas mais comuns de estresse cr&ocirc;nico est&atilde;o diretamente relacionadas com a composi&ccedil;&atilde;o da ra&ccedil;&atilde;o e com a sua capacidade de satisfazer as exig&ecirc;ncias nutricionais dos peixes cultivados, sendo que ra&ccedil;&otilde;es de baixa qualidade aumentam as chances de ocorr&ecirc;ncia de doen&ccedil;as e mortalidade (Rotta &amp; Queiroz 2003) (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t2"></a> </p> 		    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14t2.jpg" /> </p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p>Quanto a isso, muitos agentes infecciosos foram isolados em til&aacute;pias. Alguns deles s&atilde;o respons&aacute;veis por perdas consider&aacute;veis em todas as fases de produ&ccedil;&atilde;o desa esp&eacute;cie.</p> 		    <p>Corroborando, Ostrensky <i>et al.</i> (2007) relata que cada vez mais o conceito de biosseguran&ccedil;a est&aacute; sendo observado na aquicultura. Isso devido &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o cada vez menor de volume de &aacute;gua dispon&iacute;vel e assim ocasionando uma predisposi&ccedil;&atilde;o para surgimento de enfermidades (estresse como agente imunossupressor).</p> 		    <p>Na <a href="#t3">tabela 3</a> s&atilde;o feitas algumas recomenda&ccedil;&otilde;es a fim de reduzir os problemas relacionados &agrave; sanidade em piscicultura. Estas recomenda&ccedil;&otilde;es devem ser implantadas sempre com base na ado&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas de manejo da produ&ccedil;&atilde;o. </p> 	    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t3"></a> </p> 		    <p><img src="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14t3.jpg" /> </p> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p>Quanto ao monitoramento da temperatura e do n&iacute;vel de oxig&ecirc;nio da &aacute;gua, de acordo com as entrevistas, a APESAM n&atilde;o os realiza. Fato n&atilde;o indicado, pois segundo Kubitza (2010), na cria&ccedil;&atilde;o em tanques-rede &eacute; comum a ocorr&ecirc;ncia de baixos n&iacute;veis de oxig&ecirc;nio no interior dos ber&ccedil;&aacute;rios. Em geral os produtores nem se d&atilde;o conta que isso pode estar acontecendo. Quando percebem algo estranho no comportamento dos peixes ou detectam peixes morrendo, acabam tratando o problema com medicamento, achando ser uma doen&ccedil;a. </p> 		    <p>Sendo que, o monitoramento di&aacute;rio permite ao produtor constatar com anteced&ecirc;ncia o risco de problemas com baixo n&iacute;vel de oxig&ecirc;nio e adotar pr&aacute;ticas para assegurar a sobreviv&ecirc;ncia da produ&ccedil;&atilde;o (limpeza ou troca de malhas dos ber&ccedil;&aacute;rios, redu&ccedil;&atilde;o ou interrup&ccedil;&atilde;o da alimenta&ccedil;&atilde;o, deslocamento dos tanques-rede para &aacute;reas com n&iacute;vel de oxig&ecirc;nio um pouco mais elevado, aumento do espa&ccedil;amento entre os tanques-rede, dentre outras).</p> 		    <p>Em geral, mesmo experimentando perdas de peixes por tais ocorr&ecirc;ncias, o criador n&atilde;o consegue compreender o grande investimento que &eacute; a compra de um ox&iacute;metro para a seguran&ccedil;a do seu cultivo. O investimento em um medidor de oxig&ecirc;nio custa pouco menos que tr&ecirc;s quilos de florfenicol (antibi&oacute;tico aprovado para uso na aquicultura) e equivale ao valor de compra de 20 a 40 mil alevinos de til&aacute;pia (dependendo da regi&atilde;o do Brasil). Assim, muitos cultivos em tanques-rede, de pequeno porte, perdem com a mortalidade de alevinos e gastam com medicamentos o equivalente a mais de um ox&iacute;metro por m&ecirc;s (Kubitza, 2010).</p> 		    <p>Em contraste ao que foi citado acima, e pela falta de regulamenta&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o na utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos qu&iacute;micos na aquicultura brasileira, Ostrensky <i>et al.</i> (2008) relatam que n&atilde;o existe nenhum produto qu&iacute;mico atualmente registrado para uso no pa&iacute;s.</p> 		    <p>Corroborando o Scottish Executive Central Research Unit (2002), que relata que atualmente s&atilde;o insuficientes as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para determinar os efeitos de longo prazo da aplica&ccedil;&atilde;o de medicamentos e da utiliza&ccedil;&atilde;o de anti-incrustantes na aquicultura. No curto prazo, o risco ambiental &eacute; considerado baixo, isso se medicamentos e anti-incrustantes forem utilizados de acordo com as diretrizes reguladoras. Assim, s&atilde;o necess&aacute;rias mais pesquisas sobre os efeitos desses produtos, especialmente quando v&aacute;rias fontes s&atilde;o observadas em mesma &aacute;rea.</p> 		    <p>Contribuindo, Burridge (2003), relata que pouco se sabe sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre a aquicultura e contaminantes ambientais, como poluentes org&acirc;nicos persistentes (POPs) e metais. Por exemplo, metais podem ser depositados perto do cultivo pelo menos de duas fontes: lixivia&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s das pr&oacute;prias estruturas met&aacute;licas e tintas anti-incrustantes. No entanto, pouco &eacute; conhecido acerca dos efeitos de pl&aacute;sticos em organismos aqu&aacute;ticos.</p> 		    <p>Tamb&eacute;m, quanto aos alevinos, a APESAM n&atilde;o recebe certifica&ccedil;&atilde;o de biosseguran&ccedil;a (comprova&ccedil;&atilde;o de que eles venham livres de doen&ccedil;as, dentro de padr&otilde;es de limpeza e sanidade adequados) da empresa fornecedora, mas acreditam na qualidade do produto adquirido simplesmente por j&aacute; terem visitado as instala&ccedil;&otilde;es da mesma (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t4"></a> </p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a14t4.jpg" /> </p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p>Tais recomenda&ccedil;&otilde;es visam peixes saud&aacute;veis com maiores possibilidades de enfrentar o estresse imposto pelas pr&aacute;ticas aqu&iacute;colas com consequente redu&ccedil;&atilde;o de enfermidades e redu&ccedil;&atilde;o do uso de qu&iacute;micos para tratamentos.</p> 		    <p>Quanto &agrave; necessidade de uma capacita&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s t&eacute;cnicas e procedimentos a respeito de biosseguran&ccedil;a e boas pr&aacute;ticas de manejo, atrav&eacute;s das entrevistas foi relatado que a &uacute;ltima capacita&ccedil;&atilde;o ocorreu a cerca de cinco anos atr&aacute;s.</p> 		    <p>No entanto, a realiza&ccedil;&atilde;o de capacita&ccedil;&atilde;o e do nivelamento profissional &eacute; muito importante, pois a partir deste momento todos os profissionais envolvidos trabalhar&atilde;o da mesma forma, resultando em ganhos para o setor. O n&iacute;vel de capacita&ccedil;&atilde;o influencia diretamente na forma de manejo dos animais, resultando em perda de desempenho dos mesmos, quando n&atilde;o s&atilde;o observados os aspectos t&eacute;cnicos relativos &agrave; temperatura da &aacute;gua e ao comportamento dos peixes (Itaipu Binacional, 2006).</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></p> 		    <p>Os resultados apontam que o norte do Estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, n&atilde;o obstante a sua potencialidade para o desenvolvimento da tilapicultura, apresenta algumas defici&ecirc;ncias relacionadas ao uso de boas pr&aacute;ticas de manejo sanit&aacute;rio e biosseguran&ccedil;a, que est&atilde;o entre os principais desafios para a expans&atilde;o dessa atividade, bem como defici&ecirc;ncias relacionadas &agrave; assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica prestada pela prefeitura e pelos &oacute;rg&atilde;os de fomento da aquicultura.</p> 		    <p>O planejamento da atividade visando &agrave; seguran&ccedil;a alimentar, a gera&ccedil;&atilde;o de renda e manejo como forma de aumentar a produtividade e garantir a disponibilidade adequada do produto durante todo o ano, al&eacute;m do bom conhecimento dos principais fatores produtivos limitantes, objetivando minimizar as perdas e os impactos ecol&oacute;gicos, s&atilde;o pe&ccedil;as chave para o desenvolvimento da tilapicultura.</p> 		    <p>&Eacute; importante salientar que, por meio da bibliografia pesquisada, houve um aumento consider&aacute;vel de res&iacute;duos e mat&eacute;ria org&acirc;nica na &aacute;rea alvo do estudo. Por&eacute;m, o efeito do despejo de esgoto que ocorre pr&oacute;ximo ao cultivo pode ter contribu&iacute;do juntamente com o cultivo. Portanto, a exist&ecirc;ncia de res&iacute;duos proveniente do aporte de mat&eacute;ria org&acirc;nica e res&iacute;duos urbanos das cidades devem ser levados em considera&ccedil;&atilde;o, para que as altera&ccedil;&otilde;es ambientais negativas provocadas por fatores externos n&atilde;o venham a ser erroneamente atribu&iacute;das somente &agrave; piscicultura.</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tamb&eacute;m, para que esse tipo de empreendimento econ&ocirc;mico n&atilde;o seja conduzido de forma inadequada, &eacute; fundamental contar com o suporte especializado de profissionais capazes de ajudar a definir estrat&eacute;gias de produ&ccedil;&atilde;o e procedimentos operacionais pautados em boas pr&aacute;ticas de produ&ccedil;&atilde;o e de manejo sanit&aacute;rio preventivo.</p> 		    <p>Assim, al&eacute;m dos benef&iacute;cios econ&ocirc;micos trazidos pelo uso de boas pr&aacute;ticas de manejo e biosseguran&ccedil;a como o aumento na sobreviv&ecirc;ncia e melhora no desempenho produtivo dos peixes, h&aacute; uma consider&aacute;vel economia na racionaliza&ccedil;&atilde;o do uso de produtos terap&ecirc;uticos, portanto, o acompanhamento da atividade &eacute; fundamental para o sucesso da mesma. Al&eacute;m disso, o governo precisa ser mais &aacute;gil e objetivo na implanta&ccedil;&atilde;o de um programa de inspe&ccedil;&atilde;o e controle sanit&aacute;rio. Al&eacute;m da exig&ecirc;ncia de atestado sanit&aacute;rio na proced&ecirc;ncia, o Minist&eacute;rio da Agricultura deve buscar parceria de laborat&oacute;rios que hoje operam em algumas universidades no pa&iacute;s.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos</b></p> 		    <p>Estudo financiado pelo Edital MCT/CNPq/CT-Agroneg&oacute;cio/MPA N&ordm; 036/2009. Institui&ccedil;&atilde;o Executora: Centro Universit&aacute;rio Vila Velha – UVV, Institui&ccedil;&otilde;es colaboradoras: UFES, CEUNES/UFES, INCAPER, IFES, UFSM. T&iacute;tulo do Projeto: Rede Capixaba de Pesquisa com Robalo-Peva (<i>Centropomus paralellus</i>) – RECAPER.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Bibliografia</b></p> 		    <!-- ref --><p>Almeida, L.B. (2012) - <i>Estrutura e din&acirc;mica da comunidade fitoplanct&ocirc;nica em um trecho do rio S&atilde;o Mateus (S&atilde;o Mateus – ES) com piscicultura intensiva (tanques-rede)</i>. 112p., Monografia, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o Publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-8872201200040001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>ANA – Ag&ecirc;ncia Nacional de &Aacute;guas. (2009) - <i>Bacias hidrogr&aacute;ficas do Atl&acirc;ntico Sul – trecho leste</i>. Sinopse de informa&ccedil;&otilde;es do Rio de Janeiro, Esp&iacute;rito Santo, Bahia e Sergipe. S&eacute;rie: Sistema Nacional de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Recursos H&iacute;dricos – CD n&ordm; 4, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel <i>In:</i> <a href="http://hidroweb.ana.gov.br/doc/BHASLeste/index.htm" target="_blank">http://hidroweb.ana.gov.br/doc/BHASLeste/index.htm</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-8872201200040001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Attayde, J.L.; Okun, N.; Brasil, J.; Menezes, R.F.; Mesquita, P. (2007) - Impactos da introdu&ccedil;&atilde;o da til&aacute;pia do Nilo, <i>Oreochromis niloticus</i>, sobre a estrutura tr&oacute;fica dos ecossistemas aqu&aacute;ticos do Bioma Caatinga. <i>Oecologia Brasiliensis</i> (ISSN: 1980-6442), 11(3):450–461, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://hidroweb.ana.gov.br/doc/BHASLeste/rj.doc" target="_blank">http://hidroweb.ana.gov.br/doc/BHASLeste/rj.doc</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-8872201200040001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Azevedo-Santos, V.M.; Rigolin-S&aacute;, O.; Pelicice, F.M. (2011) - Growing, losing or Introducing? Cage aquaculture as a vector for the introduction of non-native fish in Furnas Reservoir, Minas Gerais, Brazil. Neotropical Ichthyology (ISSN: 1679-6225), 9(4):915-919, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/ni/v9n4/24.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/ni/v9n4/24.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-8872201200040001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barcellos, L.J.G.; Nicolaiewsky, S.; Souza, S.M.G.; Lulhier, F. (1999) - The effects of stocking density and social interaction on acute stress response in Nile tilapia (<i>Oreochromis niloticus</i>) fingerlings. <i>Aquaculture Research</i>, 30(11-12):887-892. doi: 10.1046/j.1365-2109.1999.00419.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-8872201200040001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Burridge, L.E. (2003) - Chemical use in marine finfish aquaculture in Canada: a review of current practices and possible environmental effects. <i>In:</i> B. Hargrave &amp; L-E. Burridge (eds.), <i>A scientific review of the potential environmental effects of aquaculture in aquatic ecosystems</i>, Volume 1, pp.21-29, Canadian Technical Report of Fisheries and Aquatic Sciences n&ordm;. 2450, Ottawa, ON, Canada, Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.dfo-mpo.gc.ca/science/enviro/aquaculture/sok-edc/volume1/volume1-eng.pdf" target="_blank">http://www.dfo-mpo.gc.ca/science/enviro/aquaculture/sok-edc/volume1/volume1-eng.pdf</a></p> 		    <!-- ref --><p>Canonico,G.C.; Arthington, A.; Mccrary, J.K.; Thieme, M.L. (2005) - The effects of introduced tilapias on native biodiversity. <i>Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems</i>, 15(5):463-483. doi: 10.1002/aqc.699&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-8872201200040001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castellani, D.; Barrella, W. (2005) - Caracteriza&ccedil;&atilde;o da piscicultura na regi&atilde;o do Vale do Ribeira-SP. <i>Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia</i>, 29(1):168-176. doi: 10.1590/S1413-70542005000100021&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-8872201200040001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cucherousset J.; Olden J.D. (2011) - Ecological impacts of non-native freshwater fishes. Fisheries, 36(5):215-230. doi: 10.1080/03632415.2011.574578&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-8872201200040001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dias, J.B. (2006) - <i>Impactos Socioecon&ocirc;micos e Ambientais da Introdu&ccedil;&atilde;o da Til&aacute;pia do Nilo, Oreochromis niloticus, em A&ccedil;udes P&uacute;blicos do Semi-&Aacute;rido Nordestino, Brasil</i>. 69p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, RN, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201200040001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Dvorak, G. (2009) - Biossecurity for aquaculture facilities in the North Central Region. North Central Region Aquaculture Center, Biossecurity for aquaculture facilities in the North Central Region. 5p., North Central Regional Aquaculture Center, Indiana Fish Farming, Indianapolis, IN, U.S.A. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.indianafishfarming.com/AquacultureBiosecurity.pdf" target="_blank">http://www.indianafishfarming.com/AquacultureBiosecurity.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-8872201200040001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>El-Sayed, A.-F.M. (2002) - Effects of stocking density and feeding levels on growth and feed efficiency of Nile tilapia (<i>Oreochromis niloticus </i>L.) fry. <i>Aquaculture Research</i>, 33(8):621–626. doi: 10.1046/j.1365-2109.2002.00700.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-8872201200040001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ferreira, D.; Barcellos, L.J.G. (2008) - Enfoque combinado entre as boas pr&aacute;ticas de manejo e as medidas mitigadoras de estresse na piscicultura. <i>Boletim do Instituto de Pesca</i> (ISSN: 0046-9939), 34(4):601-611, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/34_4_601-611.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/34_4_601-611.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-8872201200040001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitas, R.R., Vinatea, L.; Netto, S. (2009) - Analysis of the marine shrimp culture production chain in Southern Brazil. <i>Anais da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias</i>, 81 (2):287-295. doi: 10.1590/S0001-37652009000200015 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201200040001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, F. (2011) - Produ&ccedil;&atilde;o de salmon&iacute;deos no Chile: o que podemos aprender e aplicar na aquicultura brasileira? <i>Pesquisa &amp; Tecnologia</i> (ISSN: 2316-5146), 8(2):n/p, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.aptaregional.sp.gov.br/index.php/component/docman/doc_view/1140-producao-de-salmonideos-no-chile-o-que-podemos-aprender-e-aplicar-na-aqueicultura-brasileira?Itemid=284" target="_blank">http://www.aptaregional.sp.gov.br/index.php/component/docman/doc_view/1140-producao-de-salmonideos-no-chile-o-que-podemos-aprender-e-aplicar-na-aqueicultura-brasileira?Itemid=284</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201200040001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gil, A.C. (1995) - <i>M&eacute;todos e t&eacute;cnicas de pesquisa social</i>. 200p., Atlas S.A., S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 978-8522451425.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201200040001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Greiner, R.; Young, M.D.; McDonald, A.D.; Brooks, M.&nbsp;(2000)&nbsp;- Incentive instruments for the sustainable use of marine resources.&nbsp;<i>Ocean &amp; Coastal Management</i>&nbsp;43(1):29-50. doi: 10.1016/S0964-5691(99)00067-8&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-8872201200040001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Hargrave, B.T. (2003) - Far-field environmental effects of marine finfish aquaculture <i>In:</i> B. Hargrave &amp; L-E. Burridge (eds.), <i>A scientific review of the potential environmental effects of aquaculture in aquatic ecosystems</i>, Volume 1, pp.3-11, Canadian Technical Report of Fisheries and Aquatic Sciences n&ordm;. 2450, Ottawa, ON, Canada, Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.dfo-mpo.gc.ca/science/enviro/aquaculture/sok-edc/volume1/volume1-eng.pdf" target="_blank">http://www.dfo-mpo.gc.ca/science/enviro/aquaculture/sok-edc/volume1/volume1-eng.pdf</a></p> 		    <!-- ref --><p>Hein, G.; Brianese, R.H. (2004) - <i>Modelo EMATER de produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia</i>. 27p., Toledo, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.emater.pr.gov.br/arquivos/File/Comunicacao/Premio_Extensao_Rural/1_Premio_2005/ModeloEmaterProd_Tilapia.pdf" target="_blank">http://www.emater.pr.gov.br/arquivos/File/Comunicacao/Premio_Extensao_Rural/1_Premio_2005/ModeloEmaterProd_Tilapia.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201200040001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Islam, Md. S. (2003) - Perspectives of the Coastal and Marine Fisheries of the Bay of Bengal, Bangladesh. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 46(8):763–796. doi:  10.1016/S0964-5691(03)00064-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-8872201200040001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ITAIPU BINACIONAL. (2006) - <i>Boas Pr&aacute;ticas de Manejo em Aquicultura</i>. 107p., Instituto &Aacute;gua Viva, Itaipu Binacional, Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, Foz do Igua&ccedil;u, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.itaipu.gov.br/sites/default/files/Manual_de_Boas_Pr%C3%A1ticas_em_Aq%C3%BCicultura.pdf" target="_blank">http://www.itaipu.gov.br/sites/default/files/Manual_de_Boas_Pr%C3%A1ticas_em_Aq%C3%BCicultura.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-8872201200040001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kubitza, F. (2005) - Antecipando-se &agrave;s doen&ccedil;as na tilapicultura. <i>Panorama da Aquicultura</i> (ISSN: 1519-1141), 89:15-23, Laranjeiras, RJ, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-8872201200040001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Kubitza, F. (2010) - Para onde segue a produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pias no Brasil? Panorama da Aquicultura (ISSN: 1519-1141), 122:19-20, Laranjeiras, RJ, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-8872201200040001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <p>Lee, C.S. (2005) - Application of biosecurity in aquaculture production systems. <i>In:</i> Sakai, Y., McVey, J.P., Jang, D., McVey, E.; Caesar, M. (eds.), Aquaculture and Pathobiology of Crustacean and Other Species (Proceedings of the Thirty-Second U.S. Japan Symposium on Aquaculture), pp.66-75, United States-Japan Cooperative Program in Natural Resources Technical report no. 32, NOAA Research / Silver Spring, MD, U.S.A. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.lib.noaa.gov/retiredsites/japan/aquaculture/proceedings/report32/lee_corrected.pdf" target="_blank">http://www.lib.noaa.gov/retiredsites/japan/aquaculture/proceedings/report32/lee_corrected.pdf</a></p> 		    <!-- ref --><p>Lee, C.-S.; O’Bryen, P.J. (2003) - <i>Biosecurity in aquaculture production systems: exclusion of pathogens and other undesirables</i>. 293 p., The World Aquaculture Society, Baton Rouge, Louisiana, USA. ISBN: 1888807121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-8872201200040001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Leprieur, F., Brosse, S., Garcia-Berthou, E., Oberdorff, T., Olden, J.D., Townsend, C.R., (2009) - Scienti?c uncertainty and the assessment of risks posed by non-native freshwater ?shes. <i>Fish and Fisheries</i>, 10(1):88-97. doi: 10.1111/j.1467-2979.2008.00314.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-8872201200040001400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lima Junior, D.P; Pelicice, F.M.; Vitule, J.R.S.; Agostinho, A.A. (2012) - Aquicultura, Pol&iacute;tica e Meio Ambiente no Brasil: Novas Propostas e Velhos Equ&iacute;vocos. <i>Natureza &amp; Conserva&ccedil;&atilde;o</i>, 10(1):88-91. doi: 10.4322/natcon.2012.015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201200040001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Magalh&atilde;es, J.L.B.; Casatti, L.; Vitule, J.R.S. (2011) - Altera&ccedil;&otilde;es no C&oacute;digo Florestal Brasileiro Favorecer&atilde;o Esp&eacute;cies N&atilde;o-nativas de Peixes de &Aacute;gua Doce. <i>Natureza &amp; Conserva&ccedil;&atilde;o</i> (ISSN: 2178-3675), 9(1):121-124. doi: 10.4322/natcon.2011.017 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-8872201200040001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mam&atilde;o, M.A. (2012) - <i>Ecologia do fitopl&acirc;ncton de um rio tropical (rio S&atilde;o Mateus</i>, ES). 117p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201200040001400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Mart&iacute;nez, M.A.S. (2006) - <i>Manejo Del cultivo de tilapia</i>. 22 p., USAID, Coastal Resources Center, University of Rhode Island, University of Hawai, Hilo, CIDE, Managua, Nicaragua. Dispon&iacute;vel em <a href="http://csptilapianayarit.org/informacion/Generalidades_del_cultivo_de_Tilapia.pdf" target="_blank">http://csptilapianayarit.org/informacion/Generalidades_del_cultivo_de_Tilapia.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201200040001400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ostrensky, A., Borghetti, J.R.; Soto, D. (2007) - <i>Estudo setorial para consolida&ccedil;&atilde;o de uma aq&uuml;icultura sustent&aacute;vel no Brasil</i>. 279p., Grupo Integrado de Aquicultura e estudos ambientais, Curitiba, Paran&aacute;, Brasil.. Dispon&iacute;vel em <a href="ftp://ftp.fao.org/fi/document/aquaculture/sect_study_brazil.pdf" target="_blank">ftp://ftp.fao.org/fi/document/aquaculture/sect_study_brazil.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201200040001400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ostrensky, A.; Borghetti, J.R.; Soto, D. (eds.) (2008) - <i>Aq&uuml;icultura no Brasil: o desafio &eacute; crescer</i>. 276p., Secretaria Especial de Aq&uuml;icultura e Pesca / Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Agricultura e Alimenta&ccedil;&atilde;o, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.&nbsp;ISBN: 978-8560930005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-8872201200040001400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira, T.A. (2012) - <i>Distribui&ccedil;&atilde;o longitudinal da comunidade perif&iacute;tica no rio S&atilde;o Mateus (norte do Esp&iacute;rito Santo)</i>. 112 p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-8872201200040001400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Pillay, T.V.R.; Kutty, M.N. (2005) - <i>Aquaculture principles and practices</i>, 640p., Blackwell Publishing, London, U.K. ISBN: 1405105321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201200040001400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rezeno, J.L. (2012) - <i>Impactos da piscicultura sobre a macrofauna bent&ocirc;nica no rio S&atilde;o Mateus</i>, ES. Monografia, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-8872201200040001400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Rotta, M.A.; Queiroz, J.F. (2003) - <i>Boas pr&aacute;ticas de manejo (BPMs) para a produ&ccedil;&atilde;o de peixes em tanques-rede</i>. 27p., EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria, S&eacute;rie Documentos (ISSN: 1517-1973), n&ordm;. 47, Corumb&aacute;, MS, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.cpap.embrapa.br/publicacoes/online/DOC47.pdf" target="_blank">http://www.cpap.embrapa.br/publicacoes/online/DOC47.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-8872201200040001400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sandoval J&uacute;nior, P.; Trombeta, T.D.; Mattos, B.O. (2010) - <i>Manual de cria&ccedil;&atilde;o de peixes em tanques-rede</i>. 69p., Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S&atilde;o Francisco e do Parna&iacute;ba - Codevasf, Minist&eacute;rio da Integra&ccedil;&atilde;o Nacional, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. ISBN: 978-8589503082. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.codevasf.gov.br/principal/publicacoes/publicacoes-atuais/novo-manual-piscicultura_2011.pdf" target="_blank">http://www.codevasf.gov.br/principal/publicacoes/publicacoes-atuais/novo-manual-piscicultura_2011.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-8872201200040001400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, M.L.; Carvalho, R.; Alencar, R.; Rocha, I.; Fonseca, C.; Peregrino, L.H.; Rodrigues, J. (2005) - <i>Programa de biosseguran&ccedil;a na fazenda de camar&atilde;o marinho</i>. 1&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o, 68p., ABCC - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Criadores de Camar&atilde;o, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.abccam.com.br/abcc/images/stories/publicacoes/manual_de%20biossegurana.pdf" target="_blank">http://www.abccam.com.br/abcc/images/stories/publicacoes/manual_de%20biossegurana.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-8872201200040001400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>SEBRAE (2008) - <i>Manual do piscicultor- Produ&ccedil;&atilde;o de til&aacute;pia em tanque-rede</i>. 39p., Ag&ecirc;ncia de Apoio ao Empreendedor e Pequeno Empres&aacute;rio, SEBRAE – Servi&ccedil;o Brasileiro de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/A89FDECF37ED7E1B832579FF0047D76D/$File/NT0004762A.pdf" target="_blank">http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/A89FDECF37ED7E1B832579FF0047D76D/$File/NT0004762A.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-8872201200040001400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sussel, F.R. (2008) - <i>Alimenta&ccedil;&atilde;o na cria&ccedil;&atilde;o de peixes em tanque-rede</i>. 14 p., Ag&ecirc;ncia Paulista de Tecnologia dos Agroneg&oacute;cios, S&atilde;o Paulo, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/alimentacao_peixes.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/alimentacao_peixes.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-8872201200040001400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tachibana, L.; Leonardo, A.F.G.; Corr&ecirc;a, C.F.; Saes, L.A. (2008) - Densidade de estocagem de p&oacute;s-larvas de til&aacute;pia-do-nilo (<i>Oreochromis niloticus</i>) durante a fase de revers&atilde;o sexual. Boletim do Instuto de Pesca (ISSN 1678-2305), 34(4):483–488, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/34_4_483-488.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/34_4_483-488.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-8872201200040001400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Teixeira, P.; Valle, S. (1996) - <i>Biosseguran&ccedil;a: uma abordagem multidisciplinar</i>. Ed. Fiocruz, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN: 978-85-7541-202-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-8872201200040001400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>The Scottish Executive Central Research Unit. (2002) - <i>Review and Synthesis of the Environmental Impacts of Aquaculture</i>. 71p., The Scottish Association for Marine Science and Napier University; Scottish Executive, Central Research Unit, Edinburgh, U.K. ISSN 0950 2254 ISBN 0 7559 3403 2 Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scotland.gov.uk/Resource/Doc/46951/0030621.pdf" target="_blank">http://www.scotland.gov.uk/Resource/Doc/46951/0030621.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201200040001400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vitule, J.R.S.; Freire, C.A.; Simberloff, D. (2009) - Introduction of non-native freshwater fish can certainly be bad. Fish and Fisheries, 10(1):98-108. doi: 10.1111/j.1467-2979.2008.00312.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-8872201200040001400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Weber, M.L. (2003) – <i>What price farmed fish: A review of the environmental &amp; social costs of farming carnivorous fish</i>. 58p., SeaWeb Aquaculture Clearinghouse, Washington, D.C., U.S.A. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.seaweb.org/resources/aquaculture/documents/WhatPriceFarmedFish_high.pdf" target="_blank">http://www.seaweb.org/resources/aquaculture/documents/WhatPriceFarmedFish_high.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-8872201200040001400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yanong, R.P.E.; Erlacher-Reid, C. (2012) - <i>Biosecurity in aquaculture, part 1: an overview</i>. 15p., SRAC - Southern Regional Aquaculture Center, Publication No. 4707, Stoneville, MS, U.S.A. Dispon&iacute;vel em <a href="https://srac.tamu.edu/index.cfm/event/getFactSheet/whichfactsheet/235/" target="_blank">https://srac.tamu.edu/index.cfm/event/getFactSheet/whichfactsheet/235/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201200040001400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>             <p><a href="#top0">*</a> <a name="0"></a>Submission: October 02, 2012; Evaluation: October 28, 2012; Reception of revised manuscript: December 01, 2012; Accepted: December 02, 2012; Available on-line: December 14, 2012</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estrutura e dinâmica da comunidade fitoplanctônica em um trecho do rio São Mateus (São Mateus - ES) com piscicultura intensiva (tanques-rede)]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Mateus^eES ES]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal do Espírito Santo, Centro Universitário Norte do Espírito Santo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>ANA</collab>
<source><![CDATA[Bacias hidrográficas do Atlântico Sul: trecho leste]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília^eDF DF]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Attayde]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Okun]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brasil]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mesquita]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Impactos da introdução da tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, sobre a estrutura trófica dos ecossistemas aquáticos do Bioma Caatinga]]></article-title>
<source><![CDATA[Oecologia Brasiliensis]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>450-461</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rigolin-Sá]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pelicice]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Growing, losing or Introducing? Cage aquaculture as a vector for the introduction of non-native fish in Furnas Reservoir, Minas Gerais, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Neotropical Ichthyology]]></source>
<year>2011</year>
<volume>9</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>915-919</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barcellos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.J.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nicolaiewsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lulhier]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of stocking density and social interaction on acute stress response in Nile tilapia (Oreochromis niloticus) fingerlings]]></article-title>
<source><![CDATA[Aquaculture Research]]></source>
<year>1999</year>
<volume>30</volume>
<numero>11-12</numero>
<issue>11-12</issue>
<page-range>887-892</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burridge]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Chemical use in marine finfish aquaculture in Canada: a review of current practices and possible environmental effects]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Hargrave]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burridge]]></surname>
<given-names><![CDATA[L-E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A scientific review of the potential environmental effects of aquaculture in aquatic ecosystems]]></source>
<year>2003</year>
<volume>1</volume>
<page-range>21-29</page-range><publisher-loc><![CDATA[Ottawa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Canonico]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arthington]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mccrary]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thieme]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of introduced tilapias on native biodiversity]]></article-title>
<source><![CDATA[Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems]]></source>
<year>2005</year>
<volume>15</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>463-483</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castellani]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barrella]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caracterização da piscicultura na região do Vale do Ribeira-SP]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Agrotecnologia]]></source>
<year>2005</year>
<volume>29</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>168-176</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cucherousset]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olden]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ecological impacts of non-native freshwater fishes]]></article-title>
<source><![CDATA[Fisheries]]></source>
<year>2011</year>
<volume>36</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>215-230</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Impactos Socioeconômicos e Ambientais da Introdução da Tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, em Açudes Públicos do Semi-Árido Nordestino, Brasil]]></source>
<year>2006</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dvorak]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biossecurity for aquaculture facilities in the North Central Region. North Central Region Aquaculture Center, Biossecurity for aquaculture facilities in the North Central Region]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Indianapolis^eIN IN]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[North Central Regional Aquaculture Center, Indiana Fish Farming]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[El-Sayed]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.-F.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of stocking density and feeding levels on growth and feed efficiency of Nile tilapia (Oreochromis niloticus L.) fry]]></article-title>
<source><![CDATA[Aquaculture Research]]></source>
<year>2002</year>
<volume>33</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>621-626</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barcellos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.J.G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Enfoque combinado entre as boas práticas de manejo e as medidas mitigadoras de estresse na piscicultura]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2008</year>
<volume>34</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>601-611</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vinatea]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Netto]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Analysis of the marine shrimp culture production chain in Southern Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2009</year>
<volume>81</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>287-295</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção de salmonídeos no Chile: o que podemos aprender e aplicar na aquicultura brasileira?]]></article-title>
<source><![CDATA[Pesquisa & Tecnologia]]></source>
<year>2011</year>
<volume>8</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gil]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Métodos e técnicas de pesquisa social]]></source>
<year>1995</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo^eSP SP]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas S.A.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greiner]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McDonald]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brooks]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Incentive instruments for the sustainable use of marine resources]]></article-title>
<source><![CDATA[Ocean & Coastal Management]]></source>
<year>2000</year>
<volume>43</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>29-50</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hargrave]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Far-field environmental effects of marine finfish aquaculture]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Hargrave]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burridge]]></surname>
<given-names><![CDATA[L-E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A scientific review of the potential environmental effects of aquaculture in aquatic ecosystems]]></source>
<year>2003</year>
<volume>1</volume>
<page-range>3-11</page-range><publisher-loc><![CDATA[Ottawa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hein]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brianese]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Modelo EMATER de produção de tilápia]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Toledo^ePR PR]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Islam]]></surname>
<given-names><![CDATA[Md. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perspectives of the Coastal and Marine Fisheries of the Bay of Bengal, Bangladesh]]></article-title>
<source><![CDATA[Ocean & Coastal Management]]></source>
<year>2003</year>
<volume>46</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>763-796</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>ITAIPU BINACIONAL</collab>
<source><![CDATA[Boas Práticas de Manejo em Aquicultura]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[^ePR PR]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Água Viva, Itaipu Binacional, Secretaria Especial de Aquicultura e PescaFoz do Iguaçu]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kubitza]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Antecipando-se às doenças na tilapicultura]]></article-title>
<source><![CDATA[Panorama da Aquicultura]]></source>
<year>2005</year>
<volume>89</volume>
<page-range>15-23</page-range><publisher-loc><![CDATA[Laranjeiras ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kubitza]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Para onde segue a produção de tilápias no Brasil?]]></article-title>
<source><![CDATA[Panorama da Aquicultura]]></source>
<year>2010</year>
<volume>122</volume>
<page-range>19-20</page-range><publisher-loc><![CDATA[Laranjeiras ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of biosecurity in aquaculture production systems]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Sakai]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McVey]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jang]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McVey]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caesar]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Aquaculture and Pathobiology of Crustacean and Other Species: Proceedings]]></source>
<year>2005</year>
<conf-name><![CDATA[Thirty-Second U.S. Japan Symposium on Aquaculture]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<page-range>66-75</page-range><publisher-loc><![CDATA[^eMD MD]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[NOAA ResearchSilver Spring]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.-S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[O’Bryen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biosecurity in aquaculture production systems: exclusion of pathogens and other undesirables]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Baton Rouge^eLouisiana Louisiana]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The World Aquaculture Society]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Leprieur]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brosse]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia-Berthou]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oberdorff]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olden]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Townsend]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Scienti?c uncertainty and the assessment of risks posed by non-native freshwater ?shes]]></article-title>
<source><![CDATA[Fish and Fisheries]]></source>
<year>2009</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>88-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lima Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pelicice]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vitule]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Agostinho]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aquicultura, Política e Meio Ambiente no Brasil: Novas Propostas e Velhos Equívocos]]></article-title>
<source><![CDATA[Natureza & Conservação]]></source>
<year>2012</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>88-91</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Casatti]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vitule]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações no Código Florestal Brasileiro Favorecerão Espécies Não-nativas de Peixes de Água Doce]]></article-title>
<source><![CDATA[Natureza & Conservação]]></source>
<year>2011</year>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>121-124</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mamão]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Ecologia do fitoplâncton de um rio tropical (rio São Mateus, ES)]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martínez]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manejo Del cultivo de tilapia]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Managua ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[USAIDCoastal Resources Center, University of Rhode IslandUniversity of HawaiHiloCIDE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ostrensky]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borghetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Soto]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudo setorial para consolidação de uma aqüicultura sustentável no Brasil]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Curitiba^eParaná Paraná]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Grupo Integrado de Aquicultura e estudos ambientais]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ostrensky]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borghetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Soto]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Aqüicultura no Brasil: o desafio é crescer]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília^eDF DF]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria Especial de Aqüicultura e PescaOrganização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Distribuição longitudinal da comunidade perifítica no rio São Mateus (norte do Espírito Santo)]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pillay]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.V.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kutty]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Aquaculture principles and practices]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Blackwell Publishing]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rezeno]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Impactos da piscicultura sobre a macrofauna bentônica no rio São Mateus, ES]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Mateus^eES ES]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal do Espírito Santo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rotta]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Queiroz]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Boas práticas de manejo (BPMs) para a produção de peixes em tanques-rede]]></article-title>
<source><![CDATA[Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária]]></source>
<year>2003</year>
<volume>47</volume>
<publisher-loc><![CDATA[Corumbá ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sandoval Júnior]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Trombeta]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mattos]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manual de criação de peixes em tanques-rede]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[^eDF DF]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do ParnaíbaMinistério da Integração Nacional, Brasília]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alencar]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fonseca]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peregrino]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Programa de biossegurança na fazenda de camarão marinho]]></source>
<year>2005</year>
<edition>1ª</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Recife^ePE PE]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Associação Brasileira de Criadores de Camarão]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>SEBRAE</collab>
<source><![CDATA[Manual do piscicultor- Produção de tilápia em tanque-rede]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília^eDF DF]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Agência de Apoio ao Empreendedor e Pequeno EmpresárioServiço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sussel]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Alimentação na criação de peixes em tanque-rede]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tachibana]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leonardo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.F.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Corrêa]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saes]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Densidade de estocagem de pós-larvas de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus) durante a fase de reversão sexual]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletim do Instuto de Pesca]]></source>
<year>2008</year>
<volume>34</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>483-488</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Valle]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro^eRJ RJ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Fiocruz]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>The Scottish Executive Central Research Unit</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Review and Synthesis of the Environmental Impacts of Aquaculture]]></article-title>
<source><![CDATA[The Scottish Association for Marine Science and Napier University: Scottish Executive, Central Research Unit, Edinburgh, U.K]]></source>
<year>2002</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vitule]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freire]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simberloff]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Introduction of non-native freshwater fish can certainly be bad]]></article-title>
<source><![CDATA[Fish and Fisheries]]></source>
<year>2009</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>98-108</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Weber]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[What price farmed fish: A review of the environmental & social costs of farming carnivorous fish]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Washington^eD.C. D.C.]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SeaWeb Aquaculture Clearinghouse]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yanong]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.P.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Erlacher-Reid]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Biosecurity in aquaculture, part 1: an overview]]></source>
<year>2012</year>
<volume>4707</volume>
<publisher-loc><![CDATA[Stoneville^eMS MS]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Southern Regional Aquaculture Center]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
