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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencialidade social e econômica da pesca e maricultura no Estado do Espírito Santo, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Espírito Santo State (Southeast Brazil) has 15 municipalities in its coastal zone (~140km). Aquaculture was introduced in the 1980s and during this period there was a major development of the activity. Since its beginnings in 1987 activities were experimental, as in Piúma District. In the last 17 years the activity has developed into commercial projects in five other cities. Although projects have similar goals, they diverge in strategies. This study points out a set of information regarding the economic and social aspects of fisheries and aquaculture in the state. Such information can contribute to the definition of strategic areas for the development of fisheries and aquaculture activities in a sustainable manner, supporting the formulation of public policies. Our main result was to identify the need for public institutions of the state and municipalities to establish incentive permanent policies for fishing and aquaculture, with lines of credit consistent with the profile of the traditional fisherman. Moreover, monitoring the activity will be fundamental for its success. Strengthening of the association fishers-government, identification of constrains and adaptation should be the main agenda to enable the development of fisheries/aquaculture sustainability and the reduction of social inequities.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><b>Potencialidade social e econ&ocirc;mica da pesca e maricultura no      Estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil <a href="#0">*</a></b><a name="top0"></a></p> 		    <p><b>Social and economic potential of fishery and aquaculture at  		  Esp&iacute;rito Santo State, Brazil</b></p> 		    <p><b>J. B. Teixeira</b> <sup>1</sup>, <b>A.C. Lima</b> <sup>2</sup>, <b>F.P. Boechat</b> <sup>3</sup>, <b>R.L. Rodrigues</b> <sup>3</sup>, <b>R. R. Freitas</b> <sup>@, 3</sup></p> 		    <p>@ - Corresponding author</p> 		    <p>1 - Aqua-Ambiental - Aquicultura, Oceanografia e Meio Ambiente, Vit&oacute;ria, E.S., Brasil. e-mail: <a href="mailto:jboceano@gmail.com">jboceano@gmail.com</a></p> 		    <p>2 - Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, UFES/CEUNES, Brasil. e-mail: <a href="mailto:aclpesca@yahoo.com.br">aclpesca@yahoo.com.br</a></p> 		    <p>3 - Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, Departamento de Engenharias e Computa&ccedil;&atilde;o, N&uacute;cleo de Pesquisa em Gest&atilde;o de Sistemas de Produ&ccedil;&atilde;o (NPGSP), Laborat&oacute;rio de Gest&atilde;o Costeira – Aquicultura e Pesca (LGCap), S&atilde;o Mateus, ES, Brasil. e-mails: Boechat - <a href="mailto:flaviopboechat@hotmail.com">flaviopboechat@hotmail.com</a>, Rodrigues - <a href="mailto:rafael.lima.rodrigues@hotmail.com">rafael.lima.rodrigues@hotmail.com</a>, Freitas - <a href="mailto:rodrigorandow@ig.com.br">rodrigorandow@ig.com.br</a></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estado do Esp&iacute;rito Santo (Brasil) &eacute; possui uma extens&atilde;o litor&acirc;nea (~ 410 km) com 15 munic&iacute;pios costeiros onde existe atividade pesqueira marinha. Quanto &agrave; aquicultura, ela foi introduzida na d&eacute;cada de 1980, e desde ent&atilde;o houve um grande desenvolvimento dessa atividade. Os primeiros passos, em 1987, foram dados de forma experimental no munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma. J&aacute; nos &uacute;ltimos 17 anos, a atividade desenvolveu-se com fins comerciais em outros cinco munic&iacute;pios por meio de projetos com objetivos similares, mas com estrat&eacute;gias diferentes. Em face desse cen&aacute;rio, o presente estudo se mostrou oportuno e possibilita apontar um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es dos aspectos econ&ocirc;micos e sociais da pesca e da maricultura no Estado. Essas informa&ccedil;&otilde;es podem contribuir para a defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas estrat&eacute;gicas para o desenvolvimento das atividades de pesca e maricultura de forma sustent&aacute;vel, subsidiando a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de ordenamento do territ&oacute;rio e orientando as esferas governamentais na tomada de decis&otilde;es sobre pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Como resultado, verificou-se que, al&eacute;m das potencialidades j&aacute; existentes, h&aacute; necessidade que o poder p&uacute;blico dos munic&iacute;pios e do Estado, estabele&ccedil;am pol&iacute;ticas de incentivo permanente a maricultura e pesca, como linhas de credito compat&iacute;veis com o perfil do pescador tradicional que precisa incrementar a sua renda, tendo em vista a pesca em decl&iacute;nio. Al&eacute;m disso, o acompanhamento das atividades &eacute; fundamental para o sucesso das mesmas. Fortalecer o associativismo, identificar gargalos e propor mudan&ccedil;as devem ser os principais itens de pauta da parceria maricultores/pescadores e governo, propiciando o real desenvolvimento da atividade e a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais.</p> 		    <p><b>Palavras-chave:</b> Aquicultura, Sustentabilidade, SIG, AHP.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		    <p>Esp&iacute;rito Santo State (Southeast Brazil) has 15 municipalities in its coastal zone (~140km). Aquaculture was introduced in the 1980s and during this period there was a major development of the activity. Since its beginnings in 1987 activities were experimental, as in Pi&uacute;ma District. In the last 17 years the activity has developed into commercial projects in five other cities. Although projects have similar goals, they diverge in strategies. This study points out a set of information regarding the economic and social aspects of fisheries and aquaculture in the state. Such information can contribute to the definition of strategic areas for the development of fisheries and aquaculture activities in a sustainable manner, supporting the formulation of public policies. Our main result was to identify the need for public institutions of the state and municipalities to establish incentive permanent policies for fishing and aquaculture, with lines of credit consistent with the profile of the traditional fisherman. Moreover, monitoring the activity will be fundamental for its success. Strengthening of the association fishers-government, identification of constrains and adaptation should be the main agenda to enable the development of fisheries/aquaculture sustainability and the reduction of social inequities.</p> 		    <p><b>Keywords:</b> Aquaculture, Sustainability, GIS, AHP. </p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o </b></p> 		    <p>O estado do Esp&iacute;rito Santo (Brasil) &eacute; possui uma linha de costa que, de acordo com o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente (MMA, 1997), possui cerca de 410 km de extens&atilde;o. Ao longo desse litoral existem 15 munic&iacute;pios costeiros onde existe atividade pesqueira marinha. Esta atividade &eacute; considerada basicamente artesanal por ser predominante o sistema de produ&ccedil;&atilde;o familiar e de subsist&ecirc;ncia, de parceria ou armadores. Constituem exce&ccedil;&otilde;es as regi&otilde;es central e sul, onde um pequeno n&uacute;mero de empresas exerce a atividade de forma organizada, planejada e estrutura em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pesca. De acordo com o&sect; III do Art. 2&ordm; da Lei Federal n&ordm; 11.959, “<i>pesca: toda opera&ccedil;&atilde;o, a&ccedil;&atilde;o ou ato tendente a extrair, colher, apanhar, apreender ou capturar recursos pesqueiros</i>” (D.O.U., 2009). </p> 		    <p>Segundo, Martins &amp; Doxsey (2006), a principal estrat&eacute;gia de pesca, em termos de frota e m&atilde;o de obra envolvida, &eacute; a pesca de linha de m&atilde;o, embora fra&ccedil;&otilde;es importantes das pescarias empreguem redes de arrasto de fundo para captura de camar&atilde;o e redes de espera para captura de peixes costeiros. </p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com o objetivo de diagnosticar a situa&ccedil;&atilde;o da pesca no estado do Esp&iacute;rito Santo, v&aacute;rios estudos foram realizados desde a d&eacute;cada de 1980 (Esp&iacute;rito Santo, 1976) e, mais recentemente (Centoducatte <i>et al.</i>, 2005; Souza &amp; Oliveira, 2003; Monjardim, 2004; Pizzeta, 2004; PROMAR, 2005; Andrade, 2006; Martins &amp; Doxsey, 2006). </p> 		    <p>Souza &amp; Oliveira (2003), estabeleceram uma proje&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de pescado no Esp&iacute;rito Santo, em torno de 13.000 toneladas por ano, movimentando cerca de R$ 130 milh&otilde;es anualmente. Estimaram um total de 1.666 embarca&ccedil;&otilde;es. J&aacute; Martins &amp; Doxsey (2006) encontraram uma produ&ccedil;&atilde;o anual em torno de 22.095 toneladas com estimativa de 6.733 pescadores trabalhando em 2.038 embarca&ccedil;&otilde;es. O fato deste volume ter sido maior para o ano de 2006 n&atilde;o representa um processo um crescimento, visto que a estimativa citada para 2006 considerou a pesca artesanal, que foi exclu&iacute;da do somat&oacute;rio de Souza &amp; Oliveira (2003). </p> 		    <p>De acordo com IBAMA (2008), no Esp&iacute;rito Santo o crescimento na produ&ccedil;&atilde;o de pescado foi de 16% em rela&ccedil;&atilde;o a 2005. Sendo que as esp&eacute;cies de peixes que mais contribu&iacute;ram para esse acr&eacute;scimo foram: ca&ccedil;&atilde;o (63,8%), espadarte (52,5%), dourado (21,2%) e o badejo (11,2%), todavia, a produ&ccedil;&atilde;o do pero&aacute; apresentou um decr&eacute;scimo de 5,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2006.</p> 		    <p>Quanto &agrave; aquicultura no Estado do Esp&iacute;rito Santo, ela foi introduzida na d&eacute;cada de 1980, pelos esfor&ccedil;os conjuntos das antigas Empresa Capixaba de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (EMCAPA) e Empresa de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural do Esp&iacute;rito Santo (EMATER), as quais juntas constituem hoje o Instituto Capixaba de Pesquisa e Extens&atilde;o Rural (INCAPER). Tamb&eacute;m houve uma participa&ccedil;&atilde;o not&aacute;vel do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renov&aacute;veis (IBAMA). Essas institui&ccedil;&otilde;es implantaram esta&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o de alevinos de peixes e p&oacute;s-larvas de camar&otilde;es de &aacute;gua doce que alavancaram o setor. Nesse per&iacute;odo houve um grande desenvolvimento da atividade, chegando-se a 100 produtores envolvidos e uma &aacute;rea alagada em torno de 120 hectares (Oliveira <i>et al.</i>, 2007).</p> 		    <p>A implanta&ccedil;&atilde;o da maricultura no Estado em 1987 foi de forma experimental no munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma. Nos &uacute;ltimos 17 anos, a atividade foi implantada com fins comerciais em outros cinco munic&iacute;pios por meio de projetos com objetivos similares, mas de estrat&eacute;gias diferentes (Sodr&eacute; <i>et al.</i>, 2008). Atualmente, a maricultura apresenta grande potencial de desenvolvimento, por&eacute;m os projetos existentes s&atilde;o extremamente t&iacute;midos. At&eacute; 2007 a mitilicultura (cultivo de mexilh&otilde;es) beneficiava 80 fam&iacute;lias no litoral sul, produzindo 40 toneladas de mexilh&atilde;o limpo por ano, e estava representada pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Maricultores de Anchieta (AMA) e a Associa&ccedil;&atilde;o de Maricultores de Guarapari. A ostreicultura (cultivo de ostras) envolvia 25 fam&iacute;lias e produzia uma m&eacute;dia de 50.000 unidades por ano, sendo representada pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Maricultores de Concei&ccedil;&atilde;o da Barra e a Associa&ccedil;&atilde;o Aqu&iacute;cola de Guarapari. Ambas as atividades envolviam principalmente pescadores artesanais e catadores de mariscos (Oliveira <i>et al.</i>, 2007).</p> 		    <p>Assim, em face desse cen&aacute;rio, o presente estudo se mostra oportuno e propiciar&aacute; um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es dos aspectos econ&ocirc;micos e sociais inerentes a pesca e maricultura em n&iacute;vel estadual. A base dessas informa&ccedil;&otilde;es contribuir&aacute; para a defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas estrat&eacute;gicas para o desenvolvimento das atividades de pesca e maricultura de forma sustent&aacute;vel, subsidiando a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de ordenamento do territ&oacute;rio e orientando as esferas governamentais para tomada de decis&otilde;es em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2. Materiais e m&eacute;todos </b></p> 		    <p><b>2.1. &Aacute;rea de estudo</b></p> 		    <p>A &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia do presente estudo s&atilde;o 15 munic&iacute;pios costeiros do estado do Esp&iacute;rito Santo (ES) (20&deg;19’40.12” S; 40&deg;16’14.48” O). Para uma melhor compreens&atilde;o dividiu-se os mesmos em tr&ecirc;s regi&otilde;es, definidas de acordo com as caracter&iacute;sticas intr&iacute;nsecas de desenvolvimento, proximidade, econ&ocirc;micas, sociais e culturais de cada local e sua posi&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica no estado. As regi&otilde;es s&atilde;o: Regi&atilde;o norte (Concei&ccedil;&atilde;o da Barra, S&atilde;o Mateus e Linhares - lim&iacute;trofe do Rio Doce); Regi&atilde;o Centro (Aracruz, Fund&atilde;o, Serra, Vit&oacute;ria, Cariacica e Vila Velha) e; Regi&atilde;o Sul (Guarapari, Anchieta, Pi&uacute;ma, Itapemirim, Marata&iacute;zes e Presidente Kennedy). Todos os munic&iacute;pios fazem parte da regi&atilde;o avaliada para o componente de potencialidade para implanta&ccedil;&atilde;o do cultivo de peixes.</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>2.2. Metodologia Aplicada</b></p> 		    <p>Primeiramente uma revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica foi estruturada com finalidade de definir o real posicionamento do tema no tempo e no espa&ccedil;o, al&eacute;m de analisar as diversas metodologias empregadas na identifica&ccedil;&atilde;o e descri&ccedil;&atilde;o dos diferentes tipos de entraves e potencialidades da atividade de piscicultura marinha e estuarina observadas. Buscaram-se, assim somente dados bibliogr&aacute;ficos secund&aacute;rios oficiais e publicados dispon&iacute;veis. </p> 		    <p>Quanto &agrave; metodologia adotada para integra&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise dos dados que constituem a potencialidade social e econ&ocirc;mica nos munic&iacute;pios costeiros no Estado do Esp&iacute;rito Santo, referente &agrave; potencialidade de implanta&ccedil;&atilde;o de empreendimentos pisc&iacute;colas, utilizou-se a ferramenta Analytic Hierarchy Process (AHP) (Saaty, 2008) para hierarquiza&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios mais importantes para a confec&ccedil;&atilde;o de uma matriz de compara&ccedil;&atilde;o par a par. Assim tamb&eacute;m utilizado por (Terfai &amp; Schrimpf, 1998). A partir do agrupamento, an&aacute;lise e hierarquiza&ccedil;&atilde;o dos dados coletados, juntamente com o intuito de proporcionar uma melhor visualiza&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos, utilizou-se um Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (SIG). </p> 		    <p>Tratando-se do m&eacute;todo AHP, ele se divide em definir o problema, estruturar a hierarquia de decis&atilde;o, constru&ccedil;&atilde;o das matrizes par a par, sintetizar os dados. Com isso pretendeu-se definir o objetivo principal do estudo, buscando apontar as fragilidades e as potencialidades dos munic&iacute;pios perante piscicultura marinha e estuarina. Sendo que a estrutura hier&aacute;rquica foi constru&iacute;da com o objetivo principal no topo, seguida de n&iacute;veis intermedi&aacute;rios (indicadores) para um n&iacute;vel mais baixo (munic&iacute;pios).</p> 		    <p>Com a compila&ccedil;&atilde;o dos dados estruturados, foram selecionados crit&eacute;rios espec&iacute;ficos, baseados em conceitos e modelos retirados da bibliografia e a experi&ecirc;ncia do grupo. A partir da etapa acima descrita, inicia-se a constru&ccedil;&atilde;o da matriz e compara&ccedil;&otilde;es par a par. Para sua confec&ccedil;&atilde;o foi necess&aacute;rio o julgamento entre os crit&eacute;rios pelos autores, considerando a Escala Fundamental de Saaty (2008) (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a15t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>).</p> 	     
<p>Utilizando a matriz de import&acirc;ncia relativa (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a15t1.jpg" target="_blank">Tabela    1</a>), foram atribu&iacute;dos pesos diferentes para cada crit&eacute;rio utilizado.    Os pesos atribu&iacute;dos variaram de 1 a 9 (utilizando apenas os n&uacute;meros    impares), de acordo com o grau de import&acirc;ncia de um comparado com o outro.    Por exemplo, o n&uacute;mero de pescadores/maricultores quando comparado com    o n&uacute;mero de barcos teve um grau de import&acirc;ncia 3 na escala fundamental    de Saaty (2008) (isso significa que o n&uacute;mero de pescadores/maricultores    tem import&acirc;ncia moderada quando comparado com o n&uacute;mero de embarca&ccedil;&otilde;es),    j&aacute; quando comparado com a dist&acirc;ncia da capital Vit&oacute;ria teve    grau de import&acirc;ncia 9 (isso significa que o n&uacute;mero de pescadores/maricultores    &eacute; extremamente mais importante que a dist&acirc;ncia da capital Vit&oacute;ria).    Com o resultado da pontua&ccedil;&atilde;o derivada da Matriz de Import&acirc;ncia    Relativa, foram plotadas cartas, para cada indicador, para cada fator condicionante    e para cada crit&eacute;rio do componente, utilizando-se o programa ArcGIS 9.3&reg;.  </p> 		    
<p>Devido &agrave; natureza espacial das informa&ccedil;&otilde;es e &agrave; necessidade do produto final ser georreferenciado, buscou-se uma forma de apresenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, com que cada categoria correspondesse a um n&uacute;mero e uma cor espec&iacute;fica, procedimento que diferenciaria um munic&iacute;pio do outro. As cores utilizadas nas cartas s&atilde;o equivalentes &agrave;s categorias e aos valores de potencialidade utilizados para categorizar os munic&iacute;pios, quando temos um ponto de partida muito prec&aacute;rio, foi sinalizado com a cor vermelha, quando teve prec&aacute;rio, amarelo, pouco favor&aacute;vel, verde, favor&aacute;vel, azul claro e quando teve o ponto de partida muito favor&aacute;vel teve a cor azul.</p> 		    <p>A partir disso, normalizou-se cada indicador em um n&uacute;mero m&iacute;nimo (1) e um n&uacute;mero m&aacute;ximo (5), com tr&ecirc;s intervalos entre eles (2, 3 e 4). Dessa forma, cada indicador se enquadrou em uma dessas cinco categorias, sendo que os dados relativizados gerados apontaram em que ponto de partida, menos ou mais favor&aacute;vel, cada munic&iacute;pio se encontra comparativamente entre os demais.</p> 		    <p>Sendo que, primeiramente, objetivando um melhor entendimento, buscou-se agrupar em um &uacute;nico banco de dados todos os indicadores (crit&eacute;rios) que caracterizavam/refletiam o est&aacute;gio de desenvolvimento da atividade de Maricultura e Pesca no Estado (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a15t2.jpg" target="_blank">Tabela 2</a>). Ressaltasse tamb&eacute;m que as informa&ccedil;&otilde;es foram analisadas em conjunto e n&atilde;o de forma individual, uma vez que, as articula&ccedil;&otilde;es entre elas s&atilde;o essenciais para demonstrar a configura&ccedil;&atilde;o de uma dada realidade municipal e estadual.</p> 	     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Resultados e discuss&otilde;es </b></p> 		    <p>Assim, a cada categoria corresponde um n&uacute;mero e uma cor, apresentada nas cartas, que diferencia um munic&iacute;pio do outro. As cores utilizadas nas cartas s&atilde;o equivalentes &agrave;s categorias e aos valores de potencialidade utilizados para categorizar os munic&iacute;pios. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; divis&atilde;o dos munic&iacute;pios em categorias, ela foi feita com base nas potencialidades apresentadas por cada um. Demonstrado que os munic&iacute;pios partem de pontos diferenciados de condi&ccedil;&otilde;es produtivas, naturais, humanas e institucionais. Portanto, o poder p&uacute;blico deve tratar cada munic&iacute;pio de forma individual, observando sempre as particularidades locais ou regionais.</p> 		    <p>Assim, com base nessa categoriza&ccedil;&atilde;o, o Governo do Estado do Esp&iacute;rito Santo poder&aacute; tomar decis&otilde;es estrat&eacute;gicas, definir metas, recursos, prazos e elaborar planejamento para munic&iacute;pios espec&iacute;ficos ou regi&otilde;es inteiras de forma mais adequada a cada realidade. </p> 		    <p>A partir da divis&atilde;o por regi&otilde;es, os dados do Componente de Potencialidade Social da Pesca e Maricultura foram representados em um mapa final (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a15f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p> 	     
<p>Assim, ao analisarmos os resultados obtidos dos munic&iacute;pios por regi&atilde;o,    no sul (<a href="/img/revistas/rgci/v12n4/12n4a15f1.jpg" target="_blank">Figura1</a>),    destacaram-se os munic&iacute;pios de Itapemirim e Marata&iacute;zes. Esses,    considerados como ponto de partida em condi&ccedil;&otilde;es muito favor&aacute;veis    ao desenvolvimento da maricultura e pesca. Isso se deve a uma jun&ccedil;&atilde;o    de fatores. Isso devido aos dois munic&iacute;pios juntos empregarem 3.690 pescadores/maricultores    (41,01% do total de pescadores/maricultores do Estado). Sendo que os dois det&ecirc;m    ainda, cerca de 30% da frota estadual, com 461 embarca&ccedil;&otilde;es. </p> 		    
<p>Na regi&atilde;o Metropolitana de Vit&oacute;ria, o munic&iacute;pio de Guarapari &eacute; o &uacute;nico com ponto de partida em condi&ccedil;&otilde;es muito favor&aacute;veis. Na pesca o munic&iacute;pio se destaca por possuir o segundo maior n&uacute;mero de embarca&ccedil;&otilde;es no Estado, ficando atr&aacute;s apenas de Itapemirim, e o quarto em n&uacute;mero de pescadores/maricultores. Vit&oacute;ria e Vila Velha v&ecirc;m logo em seguida, possuindo o terceiro e o s&eacute;timo maior n&uacute;mero de pescadores/maricultores respectivamente. Vit&oacute;ria det&eacute;m o terceiro maior n&uacute;mero de embarca&ccedil;&otilde;es do Estado. </p> 		    <p>A regi&atilde;o Norte variou do ponto de partida prec&aacute;rio (Linhares), a pouco favor&aacute;vel, (Aracruz). Considerando a regionaliza&ccedil;&atilde;o, o munic&iacute;pio de Aracruz det&eacute;m 206 pescadores/maricultores e 70 embarca&ccedil;&otilde;es, j&aacute; o munic&iacute;pio de Linhares possui aproximadamente 185 pescadores/maricultores e 24 embarca&ccedil;&otilde;es. No Extremo Norte capixaba, quem se destaca &eacute; o munic&iacute;pio de Concei&ccedil;&atilde;o da Barra, com o quinto maior n&uacute;mero de pescadores/maricultores do Estado (630 trabalhadores) e a sexta maior frota pesqueira (123 embarca&ccedil;&otilde;es).</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando a falta de material bibliogr&aacute;fico publicado com informa&ccedil;&otilde;es mais detalhadas, recentes e dispon&iacute;veis para a confec&ccedil;&atilde;o desse estudo, fica evidente a falta de foco na maricultura e pesca no estado. Pesquisas em n&iacute;vel acad&ecirc;mico e governamental que possibilitem o desenvolvimento das atividades pesqueiras e aqu&iacute;colas s&atilde;o bastante valiosas, pois propiciam visualizar os diferentes graus de desenvolvimento dos munic&iacute;pios, quanto &agrave; infraestrutura urbana, social e econ&ocirc;mico/financeira, permitindo ao final das an&aacute;lises, concluir que o estado possui um papel fundamental na diminui&ccedil;&atilde;o das desigualdades apontadas, contribuindo junto &agrave;s prefeituras locais para a implanta&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento e a sustentabilidade das atividades. </p> 		    <p>Assim, &eacute; de suma necessidade que o poder p&uacute;blico dos munic&iacute;pios e/ou estado, estabele&ccedil;a pol&iacute;ticas de incentivo permanente a maricultura e pesca, com linhas de credito compat&iacute;veis principalmente ao perfil do pescador tradicional que precisa incrementar a sua renda, tendo em vista a pesca em decl&iacute;nio. </p> 		    <p>Al&eacute;m disso, o acompanhamento da atividade e fundamental para o sucesso da mesma. Fortalecer o associativismo, identificar gargalos e propor mudan&ccedil;as devem ser os principais itens de pauta da associa&ccedil;&atilde;o entre maricultores/pescadores e governo, propiciando o real desenvolvimento da atividade e a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Bibliografia</b></p> 		    <!-- ref --><p>Andrade, H.K. (2006) - <i>Aquicultura Capixaba: da produ&ccedil;&atilde;o ao mercado</i>. 232p., ECOS - Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento S&oacute;cio-ambiental, Vit&oacute;ria, ES, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1646-8872201200040001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>Centoducatte, J.G.; Teixeira, J.B.; Barroso, G.F. (2005) - <i>Macrodiagn&oacute;stico da Pesca Mar&iacute;tima do Estado do Esp&iacute;rito Santo</i>. Relat&oacute;rio T&eacute;cnico, 68p., Funda&ccedil;&atilde;o PROMAR / SEAG - Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pesca. Vit&oacute;ria, ES, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-8872201200040001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <p>DOU (2009) - Lei n&ordm; 11.959, de&nbsp;29 de junho de 2009. <i>Disp&otilde;e sobre a Pol&iacute;tica Nacional de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel da Aquicultura e da Pesca, regula as atividades pesqueiras, revoga a Lei no 7.679, de 23 de novembro de 1988, e dispositivos do Decreto-Lei no 221, de 28 de fevereiro de 1967, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias</i>. Publicado no DOU de 30.6.2009, p.1, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11959.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11959.htm</a></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>IBAMA (2008) - <i>Estat&iacute;stica da Pesca 2006 BRASIL. Grandes regi&otilde;es e unidades da Federa&ccedil;&atilde;o</i>. 174p., IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis, Brasil. ISBN: 978-8573002768.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-8872201200040001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>Martins, A.S.; Doxsey, J.R. (2006) - Diagn&oacute;stico da pesca no litoral do estado do Esp&iacute;rito Santo. <i>In:</i> V.J. Isaac, A.S. Martins, M. Haimovici, J.M. Andriguetto Filho, (org), <i>A pesca marinha e estuarina do Brasil no in&iacute;cio do s&eacute;culo XXI: recursos tecnologias, aspectos socioecon&ocirc;micos e institucionais</i>, pp.93-116, Editora Universit&aacute;ria UFPA, Bel&eacute;m, PA, Brasil. ISBN: 85-24703458.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-8872201200040001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>MMA (1997) – <i>Espir&iacute;to Santo. In: R.E.C. Gualda (coord.), Conserva&ccedil;&atilde;o Ambiental no Brasil. Relat&oacute;rio de Atividades (1991/96)</i>, Prote&ccedil;&atilde;o de Ecossistemas, 3 - Zona Costeira [on-line], MMA - Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. <i>Dispon&iacute;vel em</i> <a href="http://www.mma.gov.br/port/se/pnma/ecos16.html" target="_blank">http://www.mma.gov.br/port/se/pnma/ecos16.html</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-8872201200040001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <!-- ref --><p>Monjardim, C. (2004) - <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Multidimensional dos Sistemas Pesqueiros da Regi&atilde;o Central e Norte do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, e seus Indicadores de Sustentabilidade</i>. 71p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Monografia (Gradua&ccedil;&atilde;o em Oceanografia), Departamento de Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, ES, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.dern.ufes.br/oceano/link/monografias/2003/monog2_2003.pdf" target="_blank">http://www.dern.ufes.br/oceano/link/monografias/2003/monog2_2003.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-8872201200040001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, J.C.; Souza, A.C.C.; Valle, J. de B. (coord.) (2007) - <i>Plano Estrat&eacute;gico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba</i>. 21p., Governo do Estado do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, Brasil. <a href="http://www.seag.es.gov.br/pedeag/setores/aquicultura.pdf" target="_blank">http://www.seag.es.gov.br/pedeag/setores/aquicultura.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-8872201200040001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pizetta, G.T. (2004) - <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Multidimensional dos Sistemas Pesqueiros da Regi&atilde;o Sul do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, e seus Indicadores de Sustentabilidade</i>. 72p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Monografia (Gradua&ccedil;&atilde;o em Oceanografia), Departamento de Ecologia e Recursos Naturais, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, ES, Brasil. 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Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.fundagres.org.br/macrodiagnostico/relatorio_macro.pdf" target="_blank">http://www.fundagres.org.br/macrodiagnostico/relatorio_macro.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-8872201200040001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Saaty, T.L. (2008) - Decision making with the analytic hierarchy process. <i>International Journal of Services Sciences (IJSSCI)</i>, 1(1):83-98. DOI: 10.1504/IJSSCI.2008.017590&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-8872201200040001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Esp&iacute;rito Santo Secretaria do Estado da Agricultura (1976) - <i>Diagn&oacute;stico da pesca artesanal do Esp&iacute;rito Santo</i>. Secret&aacute;ria do Estado da Agricultura, Brasil. <i>In:</i> <a href="http://www.ijsn.es.gov.br/Busca/?module=Record&amp;id=11122" target="_blank">http://www.ijsn.es.gov.br/Busca/?module=Record&amp;id=11122</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-8872201200040001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> 		    <!-- ref --><p>Sodr&eacute;, F.N.G.A.S.; Freitas, R.R.; Rezende, V.L.F.M. (2008) - <i>Hist&oacute;rico e desenvolvimento da maricultura no Estado do Esp&iacute;rito Santo. Revista Brasileira de Agroecologia</i> (ISSN: 1980-9735), 3(3):36-46, Cruz Alta, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/rbagroecologia/article/view/7543" target="_blank">http://www.aba-agroecologia.org.br/ojs2/index.php/rbagroecologia/article/view/7543</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-8872201200040001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Souza, A.C.C.; Oliveira, J.C. (2003) - <i>Plano Estrat&eacute;gico da Agricultura Capixaba: Estudo Tem&aacute;tico Pesca</i>. v.14, Vit&oacute;ria, Brasil. Secretaria do Meio Ambiento - 2012: Ano Internacional da Energia Sustent&aacute;vel para Todos, Governo do Estado de S&atilde;o Paulo, Secretaria do Meio Ambiente, S&atilde;o Paulo, Brasil. </p> 		    <!-- ref --><p>Terfai, L.; Schrimpf, W. (1998) - Development of an Aquaculture Information System for shrimp farming in warm water environment. <i>4th African Conference on Research in Computer Science</i>, Dakar Senegal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-8872201200040001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a> Submission – October 22, 1012; Evaluation – November 23, 2012; Reception of revised manuscript – December 3, 2012; Accepted – December 12, 2012; Available on-line – December 19, 2012</p>      ]]></body><back>
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