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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão e diagnóstico ambiental: Um estudo de caso em um porto de Santa Catarina, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management and environmental diagnostic: A case study in a port of Santa Catarina, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this descriptive study, we try to diagnose the environmental management in a port of the State of Santa Catarina. Through analysis of environmental audit reports and responses collected by a structured questionnaire directed to the responsible of environmental engineering of the port studied, the model was applied EDE (Environmental Disclousure and Evaluation), to identify the level of environmental sustainability recommended by ISO 14000 that establish the levels of excellence, market and compromising. This research can contribute to the improvement of sustainability, promoting activities economically viable without compromising future generations. We conclude that there is a commitment from the port studied, with a global valuation of 58.93 points in all its administrative structure, as the prevention of the environment, the dynamism in the adoption and application of measures and procedures for the management environment.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p> 			    <p><b>Gest&atilde;o e diagn&oacute;stico ambiental: Um estudo de caso em um porto de Santa Catarina, Brasil<a href="#0">*</a><a name="top0"></a></b></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Management and environmental diagnostic: A case study in a port of Santa Catarina, Brazil</b></p> 	    <p>&nbsp;</p> 			    <p><b>Jer&oacute;nimo Taundi Guilherme <sup>@, I</sup>, Luiz Alberton <sup>I</sup>, Elisete Dahmer Pfitscher<sup>I</sup>, Fabr&iacute;cia Silva da Rosa<sup>II</sup></b></p> 	    <p><sup>@</sup>Corresponding author</p>         <p><sup>I</sup>Universidade Federal de Santa Catarina. e-mails: Guilherme- <a href="mailto:jetaguilherme@yahoo.com.br">jetaguilherme@yahoo.com.br</a>; Alberton-<a href="mailto:luiz.lberton@ufsc.br">luiz.lberton@ufsc.br</a>; Pfitscher- <a href="mailto:elisete@cse.ufsc.br">elisete@cse.ufsc.br</a>    <br>       <sup>II</sup>Funda&ccedil;&atilde;o Universidade Regional de Blumenau. e-mail: <a href="mailto:fabriciasrosa@hotmail.com">fabriciasrosa@hotmail.com</a></p>         <p></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade> 			    <p><b>RESUMO</b></p> 	    <p>Nesta pesquisa descritiva, procura-se diagnosticar a gest&atilde;o ambiental em um porto do Estado de Santa Catarina. Atrav&eacute;s de an&aacute;lise de relat&oacute;rios de auditoria ambiental e respostas coletadas por um question&aacute;rio estruturado dirigido ao respons&aacute;vel pelo setor de engenharia ambiental do porto estudado, foi aplicado o modelo EDE (<i>Environmental Disclousure and Evaluation</i>), para identificar o n&iacute;vel de sustentabilidade ambiental recomendado pela norma ISO 14000 que estabelece os n&iacute;veis de excel&ecirc;ncia, mercado e comprometedor. Essa pesquisa pode contribuir para a melhoria dos n&iacute;veis de sustentabilidade, promovendo atividades economicamente vi&aacute;veis sem comprometer as futuras gera&ccedil;&otilde;es. Conclui-se que existe o comprometimento do porto estudado, com uma valora&ccedil;&atilde;o global de 58,93 pontos em toda a sua estrutura administrativa, quanto &agrave; preven&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, pelo dinamismo na ado&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o de conjunto de medidas e procedimentos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gest&atilde;o ambiental.</p> 			    <p><b>Palavras-chave:</b> Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, Diagn&oacute;stico-EDE, Responsabilidade Social.</p> <hr size="1" noshade> 	    <p><b>ABSTRACT</b></p> 	    <p>In this descriptive study, we try to diagnose the environmental management in a port of the State of Santa Catarina. Through analysis of environmental audit reports and responses collected by a structured questionnaire directed to the responsible of environmental engineering of the port studied, the model was applied EDE (<i>Environmental Disclousure and Evaluation</i>), to identify the level of environmental sustainability recommended by ISO 14000 that establish the levels of excellence, market and compromising. This research can contribute to the improvement of sustainability, promoting activities economically viable without compromising future generations. We conclude that there is a commitment from the port studied, with a global valuation of 58.93 points in all its administrative structure, as the prevention of the environment, the dynamism in the adoption and application of measures and procedures for the management environment.</p> 	    <p><b>Keywords:</b> Sustainable Development, EDE- Diagnosis, Social Responsibility.</p> <hr size="1" noshade> 			    <p>&nbsp;</p> 			    <p>&nbsp;</p> 			    <p><b>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p> 			    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No mundo moderno, se descreve sobre sustentabilidade ambiental nas empresas, talvez por ser esta, a ferramenta que busque o equil&iacute;brio entre os v&aacute;rios objetivos dos intervenientes internos e externos num mercado concorrencial que a procura do lucro torna o mercado em ebuli&ccedil;&atilde;o, com competi&ccedil;&otilde;es entre as organiza&ccedil;&otilde;es, fazendo do marketing uma alternativa ideal para seus fins financeiros.</p> 	    <p>Nisto, para Kotler &amp; Keller (2006: 2), &ldquo;<i>o marketing est&aacute; em toda parte e resulta do planejamento e execu&ccedil;&atilde;o cuidadosos e pode ser feito de maneira formal ou informal cujo objetivo &eacute; o sucesso financeiro para que as empresas obtenham o lucro</i>&rdquo;.</p> 	    <p>Garc&iacute;a-S&aacute;nchez <i>et al.</i> (2013), argumentam que a sustentabilidade deve desempenhar papel fundamental nas organiza&ccedil;&otilde;es modernas, embora a divulga&ccedil;&atilde;o de relat&oacute;rios de sustentabilidade nas empresas p&uacute;blicas esteja numa fase embrion&aacute;ria se comparado com as empresas privadas. A explica&ccedil;&atilde;o pode ser dada por Dhanda (2013), ao considerar a sustentabilidade uma abordagem de longo prazo que inclui a responsabilidade social, econ&ocirc;mica e ambiental, com prioridade na condu&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios.</p> 	    <p>Entretanto, Chiavenato (2003), explica que a organiza&ccedil;&atilde;o humana &eacute; mais do que a soma de indiv&iacute;duos, devido &agrave; intera&ccedil;&atilde;o social di&aacute;ria e constante. Sendo as organiza&ccedil;&otilde;es formadas por pessoas, que muitas das vezes representam v&aacute;rios interesses e possuem hierarquia de motiva&ccedil;&otilde;es diferenciadas, o que pode levar acionistas e executivos se preocupar com rentabilidade e pouco com a preserva&ccedil;&atilde;o do ambiente.</p> 	    <p>A sociedade espera em troca que as organiza&ccedil;&otilde;es tragam benef&iacute;cios para a comunidade, agredindo menos ao ambiente. As empresas tentam convencer a sociedade por meio de apresenta&ccedil;&atilde;o de balan&ccedil;o social das atividades como ferramenta que espelha seus desempenhos com a finalidade de mostrar cumprimento de normas e leis.</p> 	    <p>Embora essa informa&ccedil;&atilde;o seja passada constantemente, pode-se questionar at&eacute; que ponto a mesma corresponde &agrave; verdade. O presente trabalho pretende trazer informa&ccedil;&otilde;es sobre as quest&otilde;es ambientais e sua monitoria nas empresas em geral, e nos portos de Santa Catarina em particular, sendo esses os maiores canais de fluxo de mercadorias diversas, incluindo as perigosas e nocivas ao ambiente.</p> 	    <p>Assim, a problem&aacute;tica dessa pesquisa fica resumida na seguinte quest&atilde;o: Quais a&ccedil;&otilde;es de Gest&atilde;o ambiental s&atilde;o realizadas num dos Portos de Santa Catarina?</p> 	    <p>Nesta perspectiva o objetivo geral deste trabalho &eacute; de diagnosticar a gest&atilde;o ambiental em um Porto de Santa Catarina. Para atender esse objetivo, t&ecirc;m-se os seguintes objetivos espec&iacute;ficos: Verificar a quantidade de Portos em Santa Catarina; Verificar o <i>status quo</i> quanto &agrave; Gest&atilde;o Ambiental do Porto estudado e verificar o n&iacute;vel da empresa quanto &agrave; execu&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas ambientais.</p> 	    <p>Justifica-se a realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa, tendo em vistas as poucas pesquisas relacionadas com a gest&atilde;o ambiental em portos no Brasil, mais especificamente em Santa Catarina. Contribui no sentido de aplicar instrumentos que permitem mensurar e conhecer a avalia&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es ambientais, bem como avaliar o desempenho das organiza&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s varia&ccedil;&otilde;es internas e externas que influenciam na divulga&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o ambiental.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2. METODOLOGIA</b></p> 	    <p>A metodologia quanto aos objetivos trata-se de pesquisa descritiva. No que se refere aos procedimentos t&eacute;cnicos considera-se pesquisa bibliogr&aacute;fica, documental e an&aacute;lise de conte&uacute;do. Quanto &agrave; abordagem do problema trata-se de pesquisa quali-quantitativa.</p> 	    <p>Como quest&otilde;es de gest&atilde;o ambiental, buscou-se conhecer a situa&ccedil;&atilde;o do porto quanto &agrave; certifica&ccedil;&otilde;es, metas de desempenho ambiental, comunica&ccedil;&atilde;o entre os <i>stakeholders</i> e aspectos motivacionais.</p> 	    <p>Na &aacute;rea sobre a responsabilidade ambiental s&atilde;o abordadas quest&otilde;es como estabelecimento de metas ambientais, objetivos pretendidos na elabora&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es sobre as medidas ambientais e comprometimento da empresa quanto aos gastos ambientais.</p> 	    <p>E por &uacute;ltimo abordam-se quest&otilde;es sobre o desempenho ambiental com destaque para o tipo de controle e informa&ccedil;&atilde;o prestada &agrave; sociedade, gastos e investimentos ambientais, n&iacute;vel de consumo de materiais tendo em vista aos aspectos reciclagem, reutiliza&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o e reparo.</p> 	    <p>Para a mensura&ccedil;&atilde;o de toda informa&ccedil;&atilde;o colhida pela entrevista estruturada dirigida a engenheira ambiental da empresa &eacute; aplicado o modelo EDE (<i>Environmental Disclosure and Evoluation</i>), de Soler <i>et al.</i> (2011). O modelo &eacute; fundamentado nas diretrizes do GRI &ndash; <i>Global Reporting Initiative</i> e na Metodologia MCDA-C (Metodologia Multicrit&eacute;rio de Apoio a Decis&atilde;o - Construtivista) de Ensslin <i>et al.</i> (2000), para possibilitar a Avalia&ccedil;&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o Ambiental.</p> 			    <p>As vari&aacute;veis avaliadas foram os aspectos que geram impactos ambientais sobre as perspectivas de abordagem de gest&atilde;o ambiental; objetivos estrat&eacute;gicos; pol&iacute;ticas ambientais; procedimentos de monitoramento ambiental; informa&ccedil;&otilde;es contextuais sobre meio ambiente; estrat&eacute;gias adotadas pela empresa na prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente; evidencia&ccedil;&atilde;o dos aspectos ambientais em relat&oacute;rios; certifica&ccedil;&atilde;o; desempenho ambiental; entre outros.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		      <p><b>3. SUPORTE TE&Oacute;RICO</b></p> 	    <p>Para dar suporte a presente pesquisa, recorre-se a alguns conceitos que permitem o entrosamento entre quest&otilde;es de gest&atilde;o portu&aacute;ria no que se refere aos impactos causados ao ambiente e a comunidade, bem como ao desenvolvimento sustent&aacute;vel de modo equilibrado entre os v&aacute;rios intervenientes.</p> 		      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.1 Contabilidade e controladoria ambiental</b></p> 	    <p>Toda atividade, seja ela bem ou mal sucedida encontra seus resultados registrado na contabilidade e seu monitoramento na controladoria. Neste caso, a empresa deve estar preparada para reduzir qualquer impacto negativo que possa ocorrer durante o processo de desenvolvimento das suas atividades, que muitas das vezes faz com que a empresa tenha sua imagem denegrida, sofra multas, etc.</p> 	    <p>Segundo Tinoco &amp; Kraemer (2008: 153), &ldquo;<i>a contabilidade &eacute; um veiculo adequado para divulgar informa&ccedil;&otilde;es sobre o meio ambiente. Esse &eacute; um fator de risco e de competitividade de primeira ordem. A n&atilde;o inclus&atilde;o dos custos, despesas e obriga&ccedil;&otilde;es ambientais distorcer&aacute; a situa&ccedil;&atilde;o financeira e os resultados da empresa</i>&rdquo;.</p> 	    <p>Para que essa informa&ccedil;&atilde;o seja &uacute;til para os <i>stakeholders</i>, pede-se que seja produzida de forma clara e concisa, para que os benef&iacute;cios a&iacute; decorrentes sejam para todos.</p> 	    <p>Na mesma linha de pensamento, Gomes &amp; Salas (2001: 22-23) afirmam que &ldquo;<i>o processo de controle requer a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es que possibilitem a forma&ccedil;&atilde;o de diretrizes e a mensura&ccedil;&atilde;o do resultado nos mesmos moldes</i>&rdquo;. A informa&ccedil;&atilde;o pode ser referida a diversos aspectos: a evolu&ccedil;&atilde;o do contexto social global (tecnol&oacute;gico, sociocultural, pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico, demogr&aacute;fico, ecol&oacute;gico, etc.); a evolu&ccedil;&atilde;o do setor (clientes, mercado, concorr&ecirc;ncia, dist&uacute;rbios, credores, regulamenta&ccedil;&atilde;o por parte dos organismos governamentais, etc.); e a evolu&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria empresa (aspectos comerciais, financeiros, produtivos, etc.).   </p> 	    <p><b>3.2.Desenvolvimento sustent&aacute;vel</b></p> 	    <p>Segundo Schenini (2005: 163-164), &ldquo;<i>o desenvolvimento sustent&aacute;vel se afirma em tr&ecirc;s pilares b&aacute;sicos que s&atilde;o o crescimento econ&ocirc;mico, a equidade social e o equil&iacute;brio ecol&oacute;gico, todos sob o mesmo esp&iacute;rito hol&iacute;stico de harmonia e responsabilidade comum</i>&rdquo;.</p> 	    <p>Entretanto, para alcan&ccedil;ar esse n&iacute;vel de desenvolvimento, as tend&ecirc;ncias nas empresas t&ecirc;m sido a &ecirc;nfase na utiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias limpas, administra&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos, rela&ccedil;&otilde;es institucionais, cultura organizacional, gest&atilde;o ambiental e ISO-14000.</p> 	    <p>O <i>World Commission on Environmental and Development</i> (Brundtland, 1987), chama aten&ccedil;&atilde;o da necessidade do comprometimento das organiza&ccedil;&otilde;es com o desenvolvimento sustent&aacute;vel que se resume na capacidade de satisfa&ccedil;&atilde;o das necessidades no presente, sem comprometer as futuras gera&ccedil;&otilde;es.</p> 	    <p>Entretanto segundo Bellen (2005), falar de desenvolvimento sustent&aacute;vel n&atilde;o pode se resumir apenas na capacidade de preservar o meio ambiente para as gera&ccedil;&otilde;es futuras, pois, h&aacute; toda necessidade de comprometimento por parte das empresas em assumir posturas de responsabilidade social.</p> 		      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.3.Responsabilidade social</b></p> 	    <p>Segundo Tachizawa (2011), a responsabilidade social e ambiental pode ser resumida no conceito de &lsquo;efetividade&rsquo;, como o alcance de objetivos do desenvolvimento econ&ocirc;mico social, que est&aacute; relacionada &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o da sociedade, ao atendimento de seus requisitos sociais, econ&ocirc;micos e culturais. As empresas procuram melhorar e manter a imagem e reputa&ccedil;&atilde;o recorrendo &agrave; responsabilidade social. N&atilde;o basta que a empresa promova a&ccedil;&otilde;es isoladas de responsabilidade social para que sejam consideradas sustentavelmente respons&aacute;veis, mas sim que isso se torne como parte da sua cultura organizacional.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t1.jpg" target="_blank">Tabela	1</a></p> 	    
<p>&nbsp;</p> 	    <p>Para tal, h&aacute; toda necessidade da empresa ser diagnosticada por intervenientes externos, pois estes podem visualizar os impactos  	negativos por meio das seguintes quest&otilde;es apresentadas na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t2.jpg">Tabela 2</a>.</p> 	    
<p>As empresas quando se comprometem com quest&otilde;es de responsabilidade social, estariam a monitorar um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es internas ou externas que promovam o bem estar entre os <i>stakeholders</i>. Para que essas a&ccedil;&otilde;es promovam a imagem da empresa exige se dela o melhoramento de todo seu sistema de gest&atilde;o ambiental.</p> 		      <p><b>3.4.Gest&atilde;o ambiental</b></p> 	    <p>Gerir significa que &eacute; preciso ser eficaz e eficiente na aplica&ccedil;&atilde;o de recursos escassos para o alcance dos objetivos. Tinoco &amp; Kraemer (2008, p.114) conceituam gest&atilde;o ambiental como sendo um &ldquo;<i>Sistema que inclui a estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidade, pr&aacute;ticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a pol&iacute;tica ambiental. &Eacute; o que a empresa faz para minimizar ou eliminar os efeitos negativos provocado no ambiente por suas atividades.</i>&rdquo;</p> 	    <p>Argumenta-se que uma empresa tem um sistema de gest&atilde;o ambiental, quando se exige dela que cumpra com alguns requisitos, tais como: Gest&atilde;o de Processos; Gest&atilde;o de Resultados; Gest&atilde;o de Sustentabilidade; e Gest&atilde;o do plano Ambiental. A introdu&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas ambientais pode, por outro lado, implicar a redu&ccedil;&atilde;o de custos, por meio da melhoria da efici&ecirc;ncia dos processos, redu&ccedil;&atilde;o de consumos (mat&eacute;ria-prima, &aacute;gua, energia), minimiza&ccedil;&atilde;o do tratamento de res&iacute;duos e efluentes e diminui&ccedil;&atilde;o de custos de pr&ecirc;mios de seguros, multas, entre outros.</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Numa empresa, quando o seu sistema de gest&atilde;o ambiental &eacute; funcional, as atividades de planejamento e gest&atilde;o ambiental fluem naturalmente, eliminando ou reduzindo os impactos que possam ocorrer e ao mesmo tempo melhora o seu desempenho financeiro pela redu&ccedil;&atilde;o de ocorr&ecirc;ncia de multas.</p> 	    <p>Segundo Valle (2002: 69), &ldquo;<i>a gest&atilde;o ambiental consiste em um conjunto de medidas e procedimentos bem definidos que, se adequadamente aplicados, permitem reduzir e controlar os impactos introduzidos por um empreendedorismo sobre o meio ambiente</i>&rdquo;.</p> 	    <p>Trata-se da forma pela qual a organiza&ccedil;&atilde;o se mobiliza, interna e externamente para a conquista da qualidade ambiental desejada, que consiste em um conjunto de medidas que visam ter controle sobre o impacto ambiental de uma atividade.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		      <p><b>4. AN&Aacute;LISE DE RESULTADOS</b></p> 	    <p>Neste cap&iacute;tulo &eacute; feita uma an&aacute;lise dos portos do Estado de Santa Catarina, recorrendo &agrave;s bases de dados dispon&iacute;veis em seus portais ou de outros &oacute;rg&atilde;os encarregados pela elabora&ccedil;&atilde;o da base estat&iacute;stica de toda informa&ccedil;&atilde;o relacionada aos portos.</p> 		      <p><b>4.1.Caracteriza&ccedil;&atilde;o</b></p> 	    <p>No Estado de Santa Catarina, segundo o portal da ANTAQ <a href="#1">1</a><a name="top1"></a> (Ag&ecirc;ncia Nacional de Transportes Aquavi&aacute;rios), institui&ccedil;&atilde;o vinculada ao Minist&eacute;rio dos Transportes e a Secretaria de Portos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, existem quatro portos principais: Porto de Itaja&iacute;; Porto de S&atilde;o Francisco do Sul; Porto de Imbituba e Porto de Navegantes.</p> 	    <p>A presente pesquisa &eacute; realizada no porto p&uacute;blico de Itaja&iacute;, do Estado de Santa Catarina. O porto foi constru&iacute;do em 1914, tendo passado para porto organizado em 28 de Junho de 1968 e est&aacute; localizado no norte do Estado de Santa Catarina.</p> 			    <p>Para caracterizar o termo porto organizado, recorreu-se a Lei n&ordm; 12.815/13, de 5 de Junho, nos n&uacute;meros I &agrave; IV do segundo artigo, que considera:</p> 			    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>“I - Porto organizado: bem público construído e aparelhado para atender a necessidades de navegação, de movimentação de passageiros ou de movimentação e armazenagem de mercadorias, e cujo tráfego e operações portuárias estejam sob jurisdição de autoridade portuária;” &#160;</i></p> 			    <p><i>“II - Área do porto organizado: área delimitada por ato do Poder Executivo que compreende as instalações portuárias e a infraestrutura de proteção e de acesso ao porto organizado;” </i></p> 			    <p><i>“III - Instalação portuária: instalação localizada dentro ou fora da área do porto organizado e utilizada em movimentação de passageiros, em movimentação ou armazenagem de mercadorias, destinadas ou provenientes de transporte aquaviário;” &#160;</i></p> 			    <p><i>“IV - Terminal de uso privado: instalação portuária explorada mediante autorização e localizada fora da área do porto organizado;&#160;[...]”</i>.</p> 			    <p>O porto pesquisado tem um cais acost&aacute;vel de 1.035 metros e possui quatro ber&ccedil;os equipados de guindastes que facilitam a carga e descarga de mercadorias diversas. &Eacute; tradicionalmente um porto de carga geral, com um volume de manuseamento de mais de nove milh&otilde;es de toneladas de carga em cont&ecirc;ineres.</p> 			    <p>Para al&eacute;m de possuir uma completa e moderna infra-estrutura para embarque e desembarques de mercadoria diversa, o porto tem uma &aacute;rea fora do porto destinado exclusivamente para receber navios de passageiros, da&iacute; ser considerada melhor op&ccedil;&atilde;o para seus utentes.</p> 	    <p>&nbsp;</p>         <p><a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08f1.jpg" target="_blank">Figura	1</a></p>         
<p>&nbsp;</p>         <p><a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08f2.jpg" target="_blank">Figura	2</a></p>         
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 			    <p><b>4.2. Diagn&oacute;stico e o n&iacute;vel de sustentabilidade do porto estudado</b></p> 	    <p>Do diagn&oacute;stico feito, o n&iacute;vel de sustentabilidade do porto estudado pode ser considerado bom, pois o mesmo possui um sistema de gest&atilde;o ambiental funcional e planejado conforme defendem os autores Schenini (2005), Barbieri (2007) e Tinoco &amp; Kraemer (2008). Essa informa&ccedil;&atilde;o pode ser corroborada com os dados apresentados na presente pesquisa, fornecidos pela engenheira ambiental.</p> 		      <p><b><i>4.2.1.Gest&atilde;o ambiental</i></b></p> 	    <p>No primeiro grupo, pretendeu-se saber a situa&ccedil;&atilde;o da empresa quanto a sua responsabilidade profissional, abordagem ambiental, objetivos e metas, ferramentas de gest&atilde;o e medidas de controle, apresentadas na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t3.jpg" target="_blank">Tabela 3</a>, tendo em conta um conjunto de medidas e procedimentos bem definidos que, se adequadamente aplicados, permitem reduzir e controlar os impactos introduzidos por um empreendedorismo sobre o meio ambiente, defendidos pelos autores Valle (2002), Barbieri (2007) e Tinoco &amp; Kraemer (2008).</p> 	    
<p>A partir das informa&ccedil;&otilde;es da <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t3.jpg" target="_blank">Tabela 3</a>, nota-se que a empresa est&aacute; comprometida com as normas ambientais, defendidas pelos autores Valle (2002), Barbieri (2007) e Tinoco &amp; Kraemer (2008), raz&atilde;o pelo qual foi constitu&iacute;do um setor para an&aacute;lise e monitoramento de quest&otilde;es do meio ambiente, em que as informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o compartilhadas em todos os n&iacute;veis.</p> 	    
<p>Esse comprometimento da empresa &eacute; mais vis&iacute;vel na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t4.jpg" target="_blank">Tabela 4</a>, que &eacute; analisada a evidencia&ccedil;&atilde;o dos aspectos ambientais quanto a sua abordagem de gest&atilde;o, objetivos, pol&iacute;ticas ambientais, procedimentos de monitoramento, informa&ccedil;&otilde;es contextuais e estrat&eacute;gias da empresa.</p> 	    
<p>Na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t4.jpg" target="_blank">Tabela 4</a>, nota-se que quest&otilde;es ambientais s&atilde;o as &aacute;reas que mais preocupam a gest&atilde;o da empresa quando se trata de desempenho ambiental, defendidas por Tachizawa <i>et al.</i> (2006), embora a quest&atilde;o de materiais seja apenas evidenciada na abordagem de gest&atilde;o e nos procedimentos de monitoramento ambiental.</p> 	    
<p>Quanto &agrave; evidencia&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio no que se refere aos aspetos ambientais, s&atilde;o demonstradas na    <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t5.jpg" target="_blank">Tabela 5</a>.</p> 	    
<p>Nesta <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t5.jpg" target="_blank">Tabela 5</a>, nota-se que a empresa est&aacute; comprometida com a gest&atilde;o do meio ambiente, pois os relat&oacute;rios s&atilde;o de dom&iacute;nio p&uacute;blico, permitindo deste modo a visibilidade da mesma ao meio exterior. Entretanto, para an&aacute;lise das medidas ambientais, o comprometimento da empresa &eacute; apresentado na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t6.jpg" target="_blank">Tabela 6</a>, onde pode se notar que toda a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; compartilhada com os <i>stakeholders</i>.</p> 	    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto aos resultados e n&uacute;meros dos anos anteriores e o levantamento de aspectos ambientais, nota-se que est&atilde;o sempre presentes na elabora&ccedil;&atilde;o de medidas ambientais com a visualiza&ccedil;&atilde;o dos indicadores econ&ocirc;micos nacionais, locais e regionais, fazendo com que tenham uma influ&ecirc;ncia insignificante. Segundo Tinoco &amp; Kraemer (2008), a empresa deve procurar minimizar ou eliminar os efeitos negativos provocado no ambiente por suas atividades.</p> 		      <p><b><i>4.2.2.Desempenho ambiental</i></b></p> 	    <p>Para o segundo grupo que continha quest&otilde;es sobre o desempenho ambiental, onde nos subgrupos foram elaboradas quest&otilde;es relacionadas com o controle dos aspetos e impactos ambientais, gastos e investimentos, crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o, treinamento e conscientiza&ccedil;&atilde;o, situa&ccedil;&atilde;o de reciclagem e certifica&ccedil;&otilde;es ambientais e informa&ccedil;&otilde;es, a <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t7.jpg" target="_blank">Tabela 7</a> ilustra as informa&ccedil;&otilde;es sobre o desempenho ambiental fornecidas pela engenheira respons&aacute;vel pela empresa.</p> 	    
<p>Apesar da empresa n&atilde;o reciclar e reutilizar as emiss&otilde;es e efluentes l&iacute;quidos, ela se compromete com o reparo na totalidade. Esse aspecto pode ser considerado um ponto positivo conforme argumenta Schenini (2005), que o desenvolvimento sustent&aacute;vel se afirma em tr&ecirc;s pilares b&aacute;sicos que s&atilde;o: o crescimento econ&ocirc;mico, ao se evitar gastos desnecess&aacute;rios na aquisi&ccedil;&atilde;o de outros recorrendo ao reparo; a equidade social porque ao evitar os desperd&iacute;cios logicamente que pensa no futuro; e no equil&iacute;brio ecol&oacute;gico, quanto ao desempenho ambiental nos aspectos materiais, energia, biodiversidade e res&iacute;duos onde &eacute; verificado o cometimento e preocupa&ccedil;&atilde;o na reciclagem, reutiliza&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o e reparo. Para o subgrupo de certifica&ccedil;&otilde;es ambientais e auditoria, a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; apresentada na <a href="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t8.jpg" target="_blank">Tabela 8</a>.</p> 	    
<p>Nota-se que a empresa, por enquanto, n&atilde;o possui certifica&ccedil;&otilde;es ambientais, mas toda a&ccedil;&atilde;o &eacute; evidenciada no relat&oacute;rio e publicada, e sendo a maior porcentagem auditada, requisito fundamental para que a empresa tenha certifica&ccedil;&otilde;es, conforme a norma ISO 14000. Para aferir o n&iacute;vel de comprometimento quanto aos aspectos de gest&atilde;o ambiental segue a aplica&ccedil;&atilde;o do modelo EDE.</p> 		      <p><b><i>4.2.3.An&aacute;lise dos dados usando o modelo EDE</i></b></p> 	    <p>Para an&aacute;lise da informa&ccedil;&atilde;o colhida pelo uso do question&aacute;rio estruturado, foi usado o modelo EDE, com a finalidade de valora&ccedil;&atilde;o dos dados. Neste caso, o n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia pode ser considerado n&iacute;vel de melhoramento cont&iacute;nuo, onde a empresa deve cobrir os quatro pontos fundamentais da norma ISO 14000: requisitos e requerimentos legais; avaliar e registrar os efeitos ambientais; examinar as pr&aacute;ticas e procedimentos do sistema de gerenciamento ambiental; e avaliar e investigar acidentes ambientais e n&atilde;o conformidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o, regulamentos, pol&iacute;ticas e pr&aacute;ticas anteriores de revis&atilde;o.</p> 	    <p>Quanto ao n&iacute;vel de gest&atilde;o ambiental, as informa&ccedil;&otilde;es podem ser obtidas na <a href="#t9">Tabela 9</a> onde s&atilde;o analisados aspetos de abordagem, responsabilidade, monitoramento e pol&iacute;ticas ambientais.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t9"></a></p> 	<img src="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t9.jpg"/> 	    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p>Quanto &agrave; quest&atilde;o de gest&atilde;o ambiental, visualizada na <a href="#t9">Tabela 9</a>, a partir desses crit&eacute;rios se nota que a empresa se encontra ao n&iacute;vel do mercado. Para que a empresa se encontre no n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia, segundo os crit&eacute;rios de valora&ccedil;&atilde;o previstos no modelo EDE de Soler <i>et al.</i> (2011) e na norma ISO 14000, deveria melhorar o item de treinamento e conscientiza&ccedil;&atilde;o, com mais &ecirc;nfase ao tipo de informa&ccedil;&atilde;o ambiental.</p> 	    <p>Entretanto, h&aacute; outros fatores a ter em conta, como pode ser observado na <a href="#t10">Tabela 10</a> onde se mostra o n&iacute;vel de consumo de recursos naturais, com destaque para &aacute;gua e energia.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t10"></a></p> 	<img src="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t10.jpg"/> 	    
<p>&nbsp;</p> 	    <p>Neste item, embora a empresa esteja no n&iacute;vel de mercado, a sua taxa de consumo de recursos naturais &eacute; preocupante. Nisso, para se inverter essa situa&ccedil;&atilde;o, precisa reutilizar mais os seus recursos naturais, evitando desse modo o consumo excessivo. Tal aspecto &eacute; defendido por Bellen (2006), que afirma que a satisfa&ccedil;&atilde;o das necessidades da sociedade no presente n&atilde;o deve comprometer as futuras gera&ccedil;&otilde;es a satisfazerem as suas.</p> 	    <p>Para se estabelecer a rela&ccedil;&atilde;o entre consumo ao n&iacute;vel de gest&atilde;o ambiental, recorre-se a <a href="#t11">Tabela 11</a>, que analisa os impactos quanto &agrave;s emiss&otilde;es, efluentes, res&iacute;duos, transportes e produtos ou servi&ccedil;os.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t11"></a></p> 	<img src="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t11.jpg"/> 	    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p>Quanto ao aspecto de emiss&otilde;es, efluentes, res&iacute;duos e impactos, a empresa deve se comprometer mais com os efluentes l&iacute;quidos, produtos e transportes que obtiveram uma pontua&ccedil;&atilde;o baixa, situando-se quanto a este aspecto no n&iacute;vel do mercado.</p> 	    <p>Nesse pressuposto, a <a href="#t12">Tabela 12</a> estabelece a rela&ccedil;&atilde;o entre o controle de emiss&otilde;es, efluentes, res&iacute;duos e o cumprimento de dispositivos legais sem que comprometam aspectos financeiros.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t12"></a></p> 	<img src="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t12.jpg"/> 	    
<p>&nbsp;</p> 	    <p>Quanto &agrave; conformidade legal e aspectos financeiros, percebe-se que a empresa cumpre com procedimentos e normas ambientais, raz&atilde;o pela qual n&atilde;o ter se verificado alguma penaliza&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a esse assunto nos anos anteriores pela an&aacute;lise de seus relat&oacute;rios de atividades.</p> 	    <p>Para finalizar, a <a href="#t13">Tabela 13</a> faz uma an&aacute;lise global da avalia&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o ambiental da empresa, onde &eacute; verificada a situa&ccedil;&atilde;o real quanto ao <i>Environmental Disclosure Assessement</i>.</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t13"></a></p> 	<img src="/img/revistas/rgci/v13n3/13n3a08t13.jpg"/> 	    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p>Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o dos aspetos ambientais, mais concretamente &agrave; conformidade legal e aspectos financeiros, a empresa encontra-se num n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia, segundo o modelo EDE. Entretanto, h&aacute; toda necessidade da empresa se comprometer mais em rela&ccedil;&atilde;o a outros aspetos, como o consumo de recursos naturais, onde o seu n&iacute;vel encontra-se muito baixo, que, entretanto, comprometeu o melhor desempenho para que o seu enquadramento global se fixasse no n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia quanto &agrave; <i>environmental disclosure assessement</i>.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		      <p><b>5. CONCLUS&Otilde;ES </b></p> 	    <p>Pode-se afirmar que o sistema de gest&atilde;o ambiental do porto estudado, conforme argumenta Tinoco &amp; Kraemer (2008), encontra-se bem estruturado e organizado, uma vez que as suas atividades de planejamento, responsabilidade, pr&aacute;ticas, procedimentos, processos e recursos de desenvolvimento da pol&iacute;tica ambiental j&aacute; se encontram implantados a v&aacute;rios n&iacute;veis, o que tem permitido a empresa minimizar ou eliminar os efeitos negativos das suas atividades em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente. Prova disso resume-se na pol&iacute;tica da empresa na indica&ccedil;&atilde;o de um engenheiro respons&aacute;vel pela &aacute;rea de gest&atilde;o ambiental que monitora e avalia os impactos ambientais e o n&iacute;vel de comprometimento em v&aacute;rios n&iacute;veis da hierarquia do porto, mas tamb&eacute;m, nota-se o cumprimento da norma ISO 14000 e dos regulamentos internos de gest&atilde;o ambiental.</p> 	    <p>Contudo, pode-se observar que &eacute; poss&iacute;vel aprimorar seus mecanismos de controle e evidencia&ccedil;&atilde;o para ampliar o n&iacute;vel de comunica&ccedil;&atilde;o aos diferentes <i>stakeholders</i>, pois considera-se que as demandas por informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o aperfei&ccedil;oadas a cada ano. Assim, verifica-se a import&acirc;ncia das ferramentas de avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho ambiental e do desempenho da informa&ccedil;&atilde;o.</p> 	    <p>Esta pesquisa limitou-se a estudar um caso, tinha como objetivo geral diagnosticar a gest&atilde;o ambiental de um porto de Santa Catarina por meio de questionamento ao respons&aacute;vel do setor ambiental, onde conclui-se que o n&iacute;vel de comprometimento quanto aos aspectos ambiental, situa-se ao n&iacute;vel do mercado. Para pesquisas futuras sugere-se: (i) estudo de multi-casos; (ii) ampliar o per&iacute;odo de an&aacute;lise dos relat&oacute;rio para avaliar tamb&eacute;m a evolu&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es prestadas; (iii) correlacionar dados do comprometimento, da gest&atilde;o e da informa&ccedil;&atilde;o com o desempenho econ&ocirc;mico e financeiro das empresas.</p> 	    <p>&nbsp;</p> 		      <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 	    <!-- ref --><p>Barbieri, J.C. (2007) - <i>Gest&atilde;o ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos</i>. 2&ordf; ed., 382p. Saraiva, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN 9788502064485.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201300030000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Bellen, H.M.V. (2006) - <i>Indicadores de sustentabilidade: uma an&aacute;lise comparativa</i>. 2&ordf; ed., 253p. FGV, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN 9788522505067.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201300030000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Brundtland, G.H. (coord.) (1987) - <i>Our Common Future</i>. Report of the World Commission on Environment and Development, transmitted to the General Assembly as an Annex to document A/42/427 - Development and International Cooperation: Environment. 245p., United Nations. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.un-documents.net/our-common-future.pdf" target="_blank">http://www.un-documents.net/our-common-future.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201300030000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cajazeira, J.E.R. (1998) - <i>ISO 14001: manual de implanta&ccedil;&atilde;o</i>. 117p., Qualitymark, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN 85-7303-112-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201300030000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Chiavenato, I. (2003) -<i> Introdu&ccedil;&atilde;o a teoria geral da administra&ccedil;&atilde;o</i>. 7&ordf; ed. 634p., Editora Campus, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISBN 8535213481.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-8872201300030000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Dhanda, K.K. (2013) - Case study in the evolution of sustainability: Baxter international inc., <i>Journal of Business Ethics</i>, 112(4):667-684. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10551-012-1565-2" target="_blank">10.1007/s10551-012-1565-2</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201300030000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ensslin, L.; Dutra, A.; Ensslin, S.R. (2000) - MCDA: A constructivist approach to the management of human reserach at a governamental agency. <i>International Transactions in Operacional Research</i>, 7(1):79-100. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1475-3995.2000.tb00186.x" target="_blank">10.1111/j.1475-3995.2000.tb00186.x</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-8872201300030000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Gomes, J.S.; Salas, J.M.A. (2001) - <i>Controle de gest&atilde;o: uma abordagem contextual e organizacional: textos e casos</i>. 3&ordf; ed., 192p., Editora Atlas, S&atilde;o Paulo, SP. Brasil. ISBN: 8522430179.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-8872201300030000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Kotler, P.; Keller, K.L. (2006) - <i>Administra&ccedil;&atilde;o de marketing</i>. 12&ordf; ed., 750p., Editora Pearson Prentice Hall, S&atilde;o Paulo, SP. Brasil. ISBN 9788576050018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-8872201300030000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <p>Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica (2013) - <i>Lei n&ordm; 12.815, de 5 de Junho de 2013. Disp&otilde;e sobre a explora&ccedil;&atilde;o direta e indireta pela Uni&atilde;o de portos e instala&ccedil;&otilde;es portu&aacute;rias e sobre as atividades desempenhadas pelos operadores portu&aacute;rios; altera as Leis n<sup>os</sup> 5.025, de 10 de junho de 1966, 10.233, de 5 de junho de 2001, 10.683, de 28 de maio de 2003, 9.719, de 27 de novembro de 1998, e 8.213, de 24 de julho de 1991; revoga as Leis n<sup>os</sup> 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, e 11.610, de 12 de dezembro de 2007, e dispositivos das Leis n<sup>os</sup> 11.314, de 3 de julho de 2006, e 11.518, de 5 de setembro de 2007; e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias</i>. Di&aacute;rio oficial da Uni&atilde;o de 5 de Junho de 2013., Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12815.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12815.htm</a>.</p> 	    <!-- ref --><p>Garcia-S&aacute;nchez, I.-M.; Fr&iacute;as-Aceituno, J.-V.; Rodr&iacute;guez-Dom&iacute;nguez, L. (2013) - Determinants of corporate social disclosure in ish local governments. <i>Journal of Cleaner Production</i>, 39:60-72. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jclepro.2012.08.037" target="_blank">10.1016/j.jclepro.2012.08.037</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-8872201300030000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schenini, P.C. (2005) - <i>Gest&atilde;o empresarial s&oacute;cio ambiental</i>. 183p., [s. n.]., N&uacute;cleo de Pesquisas e Estudos em Gest&atilde;o do Meio Ambiente, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. ISBN 8585913517.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-8872201300030000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Soler, C.C.; Ripoll-Feliu, V.M.; Rosa, F.S.; Lunkes, R.J. (2011) - Modelo EDE - Environmental disclosure evaluation. <i>Valencia: Quaderns de treball</i>, 169:1-28. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.estudiosenturismo.com.ar/PDF/V21/N01/v21n1.pdf" target="_blank">http://www.estudiosenturismo.com.ar/PDF/V21/N01/v21n1.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201300030000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tachizawa, T. (2011) - <i>Gest&atilde;o ambiental e responsabilidade social corporativa: estrat&eacute;gias de neg&oacute;cios focadas na realidade brasileira</i>. 7&ordf; ed., 450p., Editora Atlas, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 9788522462452.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-8872201300030000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Tachizawa, T.; da Cruz Jr, J. B; Rocha, J. A. O. (2006) - <i>Gest&atilde;o de neg&oacute;cios: vis&otilde;es e dimens&otilde;es empresariais da organiza&ccedil;&atilde;o</i>. 3&ordf; ed., 319p., Editora Atlas, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 8522444633.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201300030000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Tinoco, J.E.P.; Kraemer, M.E.P. (2008) - <i>Contabilidade e gest&atilde;o ambiental</i>. 2&ordf; ed., 309p., Editora Atlas, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN 9788522450343.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-8872201300030000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <!-- ref --><p>Valle, C.E. (2002) - <i>Qualidade ambiental: ISO 14000</i>. 4&ordf; Ed., 193p. Editora SENAC, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 8573592842.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-8872201300030000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="#top0">*<a name="0"></a>Submission: 29 April 2013; Evaluation: 28 May 2013; Reception of revised manuscript: 14 July 2013; Accepted: 23 August 2013; Available on-line: 5 September 2013</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>NOTA</b></p> 	    <p><a href="#top1">1<a name="1"></a></a> - <a href="http://www.antaq.gov.br/Portal/Portos_PrincipaisPortos.asp"><a href="http://www.antaq.gov.br/Portal/Portos_PrincipaisPortos.asp" target="_blank">http://www.antaq.gov.br/Portal/Portos_PrincipaisPortos.asp</a></p> 	     ]]></body><back>
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