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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Biologia reprodutiva de Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ucididae) em duas áreas de manguezal do litoral sul do Estado de Pernambuco, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The mangrove crab Ucides cordatus is a typical species of the estuarine environment with significant economic importance in the Brazilian coast, but overfishing and destruction of mangroves have dramatically reducing their populations. Studies about reproduction have been conducted in several regions, although those papers carried out in the mangroves of state of Pernambuco are scarce or old. Thus, this study aimed to characterize the reproductive period of Ucides cordatus through the analysis of gonadal development and the frequency of ovigerous females. The crabs were collected manually during low tide in two different areas (each 25 m²) from April 2008 to March 2009. A total of 1,424 specimens (Mamacabas = 805; Ariquindá = 619) were sampled. The sampled crabs were observed for sex, dissected and evaluated for stages of development of the gonads through the size and color. Crabs with immature and rudimentary gonads were considered immature and the remaining crabs were classified as mature. Males with mature gonads occurred throughout the year but they were more frequent in spring and summer in Mamucabas and Ariquindá, respectively. Females with mature gonads were found throughout the year but were more frequently in autumn and summer, as well as ovigerous females occurred only in summer and autumn in both populations. These results characterize seasonal reproduction for Ucides cordatus in the analyzed populations following the reproductive pattern already described for this species in other regions of Brazil.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p> 			    <p><b>Biologia reprodutiva de Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ucididae) em duas &aacute;reas de manguezal do litoral sul do Estado de Pernambuco, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>Reproductive biology of Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ucididae) in two mangrove areas from the south coast of state of Pernambuco, Brazil</b></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p>&nbsp;</p> 			    <p> <b>Daniela da Silva Castiglioni <sup>@, I</sup>; Daiana da Silva-Castiglioni<sup>II</sup>; Paloma Joana Albuquerque de Oliveira<sup>III</sup></b></p> 	    <p><sup>@</sup>Corresponding author: Daniela Castiglioni &lt;<a href="mailto:danielacastiglioni@yahoo.com.br">danielacastiglioni@yahoo.com.br</a>&gt;</p>     <p><sup>I</sup>Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro Superior de Educa&ccedil;&atilde;o Norte do RS (CESNORS), Palmeira das Miss&otilde;es, RS, Brasil    <br>       <sup>II</sup>Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), S&atilde;o Leopoldo, RS, Brasil, E-mail: <a href="mailto:daicastiglioni@yahoo.com.br">daicastiglioni@yahoo.com.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Universidade Federal de Pernambuco, N&uacute;cleo de Biologia, Centro Acad&ecirc;mico de Vit&oacute;ria (CAV), Brasil, E-mail: <a href="mailto:albuquerque.paloma@hotmail.com">albuquerque.paloma@hotmail.com</a></p>         <p>&nbsp;</p>         <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade> 			    <p><b>RESUMO</b></p> 	    <p>O caranguejo de manguezal <i>Ucides cordatus</i> &eacute; uma esp&eacute;cie end&ecirc;mica de manguezais com expressiva import&acirc;ncia econ&ocirc;mica no litoral brasileiro, mas a sobrepesca e a devasta&ccedil;&atilde;o dos manguezais v&ecirc;m reduzindo drasticamente as suas popula&ccedil;&otilde;es. Estudos nacionais sobre a biologia reprodutiva t&ecirc;m sido realizados em algumas regi&otilde;es, embora sejam escassos ou antigos nos manguezais de Pernambuco. Neste estudo objetivou caracterizar o per&iacute;odo reprodutivo do caranguejo atrav&eacute;s do desenvolvimento gonadal e a frequ&ecirc;ncia de f&ecirc;meas ov&iacute;geras. Os animais foram coletados manualmente durante a mar&eacute; baixa em duas diferentes &aacute;reas (de 25 m<sup>2</sup> cada) de abril de 2008 a maio de 2009. Foram amostrados um total de 1.424 exemplares (Mamacabas = 805; Ariquind&aacute; = 619). Os esp&eacute;cimes foram sexados e dissecados, e foi avaliado o est&aacute;gio de desenvolvimento das g&ocirc;nadas atrav&eacute;s de seu tamanho e de sua colora&ccedil;&atilde;o. Os caranguejos com g&ocirc;nadas imaturas e rudimentares foram considerados imaturos sexualmente, enquanto aqueles pertencentes aos demais est&aacute;gios reunidos (em desenvolvimento, desenvolvido, avan&ccedil;ado e esgotado) foram classificados como maduros. Os machos com g&ocirc;nadas maduras ocorreram durante todo o ano, sendo mais frequentes na primavera e no ver&atilde;o, independentemente da &aacute;rea de manguezal estudada (Mamucabas ou Ariquind&aacute;). As f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas maduras ocorreram ao longo do ano, com maior frequ&ecirc;ncia no outono e no ver&atilde;o, enquanto as ov&iacute;geras ocorreram apenas no ver&atilde;o e no outono, em ambas as localidades. Tais resultados caracterizam uma reprodu&ccedil;&atilde;o sazonal do caranguejo-u&ccedil;&aacute; nos manguezais analisados, seguindo o padr&atilde;o reprodutivo j&aacute; descrito para a esp&eacute;cie em outras regi&otilde;es do Brasil.</p> 			    <p><b>Palavras-chave:</b> caranguejo-u&ccedil;&aacute;, f&ecirc;meas ov&iacute;geras, desenvolvimento gonadal, reprodu&ccedil;&atilde;o.</p>           	<hr size="1" noshade> 			    <p><b>ABSTRACT</b></p> 	    <p>The mangrove crab <i>Ucides cordatus</i> is a typical species of the estuarine environment with significant economic importance in the Brazilian coast, but overfishing and destruction of mangroves have dramatically reducing their populations. Studies about reproduction have been conducted in several regions, although those papers carried out in the mangroves of state of Pernambuco are scarce or old. Thus, this study aimed to characterize the reproductive period of <i>Ucides cordatus</i> through the analysis of gonadal development and the frequency of ovigerous females. The crabs were collected manually during low tide in two different areas (each 25 m<sup>2</sup>) from April 2008 to March 2009. A total of 1,424 specimens (Mamacabas = 805; Ariquind&aacute; = 619) were sampled. The sampled crabs were observed for sex, dissected and evaluated for stages of development of the gonads through the size and color. Crabs with immature and rudimentary gonads were considered immature and the remaining crabs were classified as mature. Males with mature gonads occurred throughout the year but they were more frequent in spring and summer in Mamucabas and Ariquind&aacute;, respectively. Females with mature gonads were found throughout the year but were more frequently in autumn and summer, as well as ovigerous females occurred only in summer and autumn in both populations. These results characterize seasonal reproduction for <i>Ucides cordatus</i> in the analyzed populations following the reproductive pattern already described for this species in other regions of Brazil.</p> 	    <p><b>Keywords:</b> mangrove crab, ovigerous females, gonadal development, reproduction.</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 			    <p><b>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p> 			    <p>O caranguejo de manguezal <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) &eacute; uma esp&eacute;cie t&iacute;pica de ambiente estuarino, end&ecirc;mico da costa Atl&acirc;ntica do continente americano e um dos maiores crust&aacute;ceos dos manguezais brasileiros (Melo, 1996). Devido ao seu porte acentuado na fase adulta, o caranguejo-u&ccedil;&aacute; vem sendo utilizado como recurso pesqueiro, o que o enquadra como organismo com expressiva import&acirc;ncia econ&ocirc;mica (Ivo &amp; Gesteira, 1999). Al&eacute;m disso, esse caranguejo desempenha fun&ccedil;&otilde;es importantes em &aacute;reas de manguezal, como processamento da serrapilheira (Nordhaus <i>et al.</i>, 2006), fluxo energ&eacute;tico (Conde <i>et al.</i>, 2000), ciclagem de mat&eacute;ria org&acirc;nica (Guest <i>et al.</i>, 2006) e bioturba&ccedil;&atilde;o do sedimento (Amouroux &amp; Tavares, 2005). Por&eacute;m, a sobrepesca e a devasta&ccedil;&atilde;o dos manguezais v&ecirc;m reduzindo drasticamente os estoques pesqueiros deste caranguejo ao longo da costa brasileira (Abrunhosa <i>et al.</i>, 2002).</p> 			    <p>Os manguezais do Norte e do Nordeste s&atilde;o as principais &aacute;reas de ocorr&ecirc;ncia do caranguejo-u&ccedil;&aacute; na costa brasileira (IBAMA, 1994), sendo que no Estado de Pernambuco, essa esp&eacute;cie figura desde o Munic&iacute;pio de Goiana, no litoral norte, at&eacute; S&atilde;o Jos&eacute; da Coroa Grande, no litoral sul, com destaque &agrave; captura mais acentuada observada dos munic&iacute;pios do Cabo de Santo Agostinho, Sirinha&eacute;m, Rio Formoso e Tamandar&eacute; (Botelho <i>et al.</i>, 1999). A import&acirc;ncia socioecon&ocirc;mica desta esp&eacute;cie &eacute; mais relevante no Norte e no Nordeste (Neto, 2011), onde &eacute; capturada em grandes volumes, sendo um dos principais itens alimentares da culin&aacute;ria regional e, principalmente, muito apreciado pelos turistas (Botelho <i>et al.</i>, 1999). De acordo com Neto (2011), a produ&ccedil;&atilde;o do caranguejo-u&ccedil;&aacute; no litoral brasileiro era de 11.900 t em 1995 e caiu para apenas 6.800 t em 2007, sinalizando uma redu&ccedil;&atilde;o de 43% na produ&ccedil;&atilde;o total anual. No Estado de Pernambuco, a produ&ccedil;&atilde;o anual de 2002 a 2007 foi de 115,1 t (Neto, 2011).</p> 			    <p>A atividade de captura de <i>Ucides cordatus</i> &eacute; uma das mais antigas pr&aacute;ticas de extrativismo nos manguezais do Brasil, com muitas comunidades tradicionais ainda sobrevivendo de sua extra&ccedil;&atilde;o (Geo Brasil, 2002). A Portaria n&deg; 34 do IBAMA de 24 de julho de 2003, regula a explota&ccedil;&atilde;o dessa esp&eacute;cie nos Estados do Par&aacute;, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Cear&aacute;, Rio Grande do Norte, Para&iacute;ba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, proibindo, anualmente, de 1&ordm; de dezembro a 31 de maio, a captura, a manuten&ccedil;&atilde;o em cativeiro, o transporte, o beneficiamento, a industrializa&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de f&ecirc;meas desta esp&eacute;cie (Portaria n&deg; 52 do IBAMA de 30 de setembro de 2003). Essa mesma resolu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m estabeleceu o tamanho m&iacute;nimo de captura dos exemplares de <i>Ucides cordatus</i> em 60,0 mm de largura da carapa&ccedil;a. A elabora&ccedil;&atilde;o dessas resolu&ccedil;&otilde;es sobre a captura de <i>Ucides cordatus</i> foi baseada em estudos sobre a reprodu&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie em v&aacute;rios manguezais ao longo do litoral brasileiro, tais como nos Estados de Pernambuco (Botelho <i>et al.</i>, 1999), Para&iacute;ba (Alves &amp; Nishida, 2004), Alagoas (Ara&uacute;jo &amp; Calado, 2008), Rio Grande do Norte (Vasconcelos <i>et al.</i>, 1999; Ivo &amp; Vasconcelos, 2000), Paran&aacute; (Dalabona &amp; Silva, 2005) e Santa Catarina (Branco, 1993; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008).</p> 			    <p>Amaral &amp; Jablonski (2005) fazem men&ccedil;&atilde;o &agrave; cont&iacute;nua diminui&ccedil;&atilde;o dos estoques e redu&ccedil;&atilde;o do tamanho de algumas esp&eacute;cies de caranguejos, entre eles Cardisoma guanhumi Lattreille, 1825 e <i>Ucides cordatus</i>. Tal redu&ccedil;&atilde;o, segundo esses pesquisadores, pode ser atribu&iacute;da &agrave; sobrepesca, captura seletiva e degrada&ccedil;&atilde;o do habitat dessas esp&eacute;cies, os manguezais. De acordo com Neto (2011), os aspectos anteriormente descritos podem ter sido, em parte, os motivadores para que <i>Ucides cordatus</i> tenha constado na proposta formulada em 2002, como esp&eacute;cie amea&ccedil;ada de extin&ccedil;&atilde;o e, posteriormente, passado para a rela&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies sobrepescadas ou amea&ccedil;adas de sobrepesca (IN MMA n&deg; 5/04). Nesse sentido, os estudos sobre per&iacute;odo reprodutivo apresentam informa&ccedil;&otilde;es de suma import&acirc;ncia, principalmente para as esp&eacute;cies exploradas comercialmente, propiciando a elabora&ccedil;&atilde;o ou modifica&ccedil;&atilde;o das leis de defeso conscientes, que contribuam para a manuten&ccedil;&atilde;o do(s) estoque(s) populacional(is) (Dalabona <i>et al.</i>, 2005).</p>     <p>O per&iacute;odo reprodutivo, para muitos crust&aacute;ceos dec&aacute;podos, pode ser estimado por observa&ccedil;&otilde;es da matura&ccedil;&atilde;o gonadal em n&iacute;vel macrosc&oacute;pico (cor, peso e morfologia), microsc&oacute;pico (desenvolvimento ovocit&aacute;rio), como tamb&eacute;m pela frequ&ecirc;ncia de f&ecirc;meas ov&iacute;geras ao longo dos meses do ano (Mouton &amp; Felder, 1995; Mantelatto &amp; Fransozo, 1999; Santos &amp; Negreiros-Fransozo, 1999; Negreiros-Fransozo <i>et al.</i>, 2002; Silva-Castiglioni <i>et al.</i>, 2006; Castiglioni <i>et al.</i>, 2007; Castiglioni <i>et al.</i>, 2011).</p> 			    <p> V&aacute;rios estudos j&aacute; foram desenvolvidos com a esp&eacute;cie <i>Ucides cordatus</i> ao longo dos manguezais da costa brasileira, tratando a maioria deles da din&acirc;mica populacional (Branco, 1993; Ivo <i>et al.</i>, 1999; Ivo &amp; Gesteira, 1999; Alves &amp; Nishida, 2004; Monteiro &amp; Coelho-Filho, 2004; Diele <i>et al.</i>, 2005; Andrade <i>et al.</i>, 2007; Fernandes &amp; Carvalho, 2007; Ara&uacute;jo &amp; Calado, 2008; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008) e tamb&eacute;m de aspectos da reprodu&ccedil;&atilde;o, como per&iacute;odo reprodutivo (Dalabona &amp; Silva, 2005; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008; Goes <i>et al.</i>, 2010), desenvolvimento gonadal (Leite <i>et al.</i>, 2006), desenvolvimento embrion&aacute;rio (Pinheiro &amp; Hattori, 2003), fecundidade/fertilidade e assentamento larval (Ventura <i>et al.</i>, 2008). Apesar da import&acirc;ncia de <i>Ucides cordatus</i> como recurso pesqueiro no Estado de Pernambuco,  t&ecirc;m sido desenvolvidos poucos estudos sobre o seu  per&iacute;odo reprodutivo na regi&atilde;o, podendo-se citar os trabalhos de Botelho <i>et al.</i> (1999) e Monteiro &amp; Coelho-Filho (2004) sobre a din&acirc;mica populacional nos estu&aacute;rios dos Rio Formoso e Ilhetas e no estu&aacute;rio do Rio Paripe, respectivamente. Recentemente, o crescimento relativo &agrave; maturidade sexual morfol&oacute;gica e fisiol&oacute;gica e &agrave; din&acirc;mica populacional do caranguejo-u&ccedil;&aacute; foi investigado em duas &aacute;reas de manguezais do litoral sul pernambucano (Ariquind&aacute; e Mamucabas) por Castiglioni <i>et al.</i> (2011), Castiglioni &amp; Coelho (2011) e Oliveira <i>et al.</i> (2013), respectivamente. Devido &agrave; escassez ou ao fato de os trabalhos sobre reprodu&ccedil;&atilde;o de <i>Ucides cordatus</i> serem antigos no Estado de Pernambuco, o presente estudo foi desenvolvido com o intuito de determinar e confirmar o per&iacute;odo reprodutivo desta esp&eacute;cie em duas novas &aacute;reas de manguezais (Ariquind&aacute; e Mamucabas), visando contribuir com informa&ccedil;&otilde;es sobre a biologia reprodutiva da esp&eacute;cie para a tomada de decis&otilde;es futuras sobre a pesca desse recurso.</p>     <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>2. MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></p> 			    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As coletas foram realizadas nos manguezais dos rios Ariquind&aacute; (8&deg;46&rsquo;43,69&rdquo; S e 35&deg;06&rsquo;25,87&rdquo; O) e Mamucabas (8&deg;41&rsquo;28,48&rdquo; S e 35&deg;06&rsquo;09,32&rdquo; O), ambos localizados no Munic&iacute;pio de Tamandar&eacute; (PE), no extremo sul do litoral pernambucano, a 110 Km da capital (Recife). Esta regi&atilde;o possui esta&ccedil;&otilde;es bem definidas: seca (setembro a dezembro) e chuvosa (janeiro a julho) (Moura &amp; Passavante, 1995). </p> 			    <p>O Rio Ariquind&aacute; est&aacute; inserido na &Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Ambiental (APA) de Guadalupe, possuindo uma extens&atilde;o de 7 km que, juntamente com seu afluente Uni&atilde;o, det&eacute;m grande import&acirc;ncia como componentes da Bacia do Rio Formoso (CPRH, 1999). A &aacute;rea de manguezal do Rio Ariquind&aacute;, escolhida para a amostragem dos caranguejos, localiza-se pr&oacute;xima &agrave; sua conflu&ecirc;ncia com o Rio Formoso, na Praia de Carneiros, sendo o mangue composto, predominantemente, por <i>Rhizophora mangle</i> (Linnaeus 1753), seguido de <i>Laguncularia racemosa Linnaeus</i>, 1807) e <i>Avicennia shaweriana</i>. O substrato das &aacute;reas de amostragem do caranguejo-u&ccedil;&aacute; foi caracterizado como areno-lamoso (observa&ccedil;&atilde;o pessoal). Estudos indicam que o estu&aacute;rio do Rio Ariquind&aacute; n&atilde;o sofre fortes impactos antr&oacute;picos, estando isento de polui&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica (Grego <i>et al.</i>, 2009), mas, com a constru&ccedil;&atilde;o da ponte sobre o rio, processos erosivos passaram a ser observados na regi&atilde;o (Pinho, 2007)</p> 			    <p>O Rio Mamucabas localiza-se quase totalmente no Munic&iacute;pio de Tamandar&eacute; (PE), nascendo a oeste da Reserva Biol&oacute;gica de Saltinho, pr&oacute;ximo ao Engenho Barro Branco, e represado ao penetrar na reserva, formando um reservat&oacute;rio que abastece a cidade de Tamandar&eacute;. Da nascente at&eacute; a Plan&iacute;cie Costeira, que ocorre nos arredores do n&uacute;cleo urbano supracitado, o Rio Mamucabas percorre sentido noroeste-sudeste, quando segue na dire&ccedil;&atilde;o sul at&eacute; a desembocadura, onde se encontra com o Rio Ilhetas, desaguando no Pontal que leva esse nome (CPRH, 1999). A &aacute;rea de amostragem de <i>Ucides cordatus</i> localiza-se pr&oacute;xima &agrave; desembocadura desses rios, sendo o mangue composto, predominantemente, por L. racemosa, seguido de <i>R. mangle</i> e, em menor abund&acirc;ncia, de <i>Avicennia shaweriana</i>. O substrato das &aacute;reas de amostragens tamb&eacute;m foi caracterizado como areno-lamoso (observa&ccedil;&atilde;o pessoal). No final de d&eacute;cada de 80, o rio Mamucabas foi considerado pelo IBAMA (1989) como um dos rios de &aacute;guas mais saud&aacute;veis do Estado de Pernambuco. Entretanto, durante a realiza&ccedil;&atilde;o de sa&iacute;das de campo, foram observados determinados impactos em algumas &aacute;reas do estu&aacute;rio, como desmatamento, deposi&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos s&oacute;lidos e ocupa&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria (Santos <i>et al.</i>, 2001; Ara&uacute;jo <i>et al.</i>, 2012).</p> 			    <p>Os caranguejos foram coletados mensalmente de abril/2008 a mar&ccedil;o/2009, por um catador experiente, usando a t&eacute;cnica de braceamento (o catador coloca o bra&ccedil;o na toca at&eacute; sentir o animal, que &eacute;, ent&atilde;o, capturado pela regi&atilde;o dorsal) em tr&ecirc;s quadrados amostrais de 25 m<sup>2</sup> cada, por manguezal avaliado, que foram posicionados aleatoriamente por sorteio e paralelamente ao rio de forma equidistante (20 m). Cabe salientar que foram recolhidos todos os caranguejos encontrados em cada &aacute;rea. Ap&oacute;s as amostragens, os caranguejos foram acondicionados em sacos pl&aacute;sticos e transportados em caixas t&eacute;rmicas at&eacute; o laborat&oacute;rio, onde foram analisados quanto ao sexo (determinado visualmente com base na morfologia do abd&ocirc;men) (Pinheiro &amp; Fiscarelli, 2001) e &agrave; condi&ccedil;&atilde;o ov&iacute;gera, al&eacute;m de ser mensurada a largura da carapa&ccedil;a (LC) e o comprimento da carapa&ccedil;a (CC) de cada exemplar com um paqu&iacute;metro digital (0,01 mm). Posteriormente, a carapa&ccedil;a foi removida para a verifica&ccedil;&atilde;o macrosc&oacute;pica do est&aacute;gio de desenvolvimento gonadal de cada esp&eacute;cime, o qual foi registrado (an&aacute;lise morfol&oacute;gica, de tamanho e colora&ccedil;&atilde;o). Assim, as g&ocirc;nadas foram analisadas e classificadas, segundo o sexo, em cinco est&aacute;gios para f&ecirc;meas e seis est&aacute;gios para machos, modificados de Botelho <i>et al.</i> (1999), Ivo <i>et al.</i> (1999) e Pinheiro &amp; Fiscarelli (2001) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t1.jpg" target="_blank">Tabela I</a>).</p>     
<p>A frequ&ecirc;ncia relativa de cada est&aacute;gio gonadal, para ambos os sexos, nas duas &aacute;reas de manguezal, foi analisada mensalmente para avalia&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica do desenvolvimento das g&ocirc;nadas durante um ciclo anual. A determina&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de indiv&iacute;duos imaturos, em matura&ccedil;&atilde;o e maturos ao longo das esta&ccedil;&otilde;es do ano foi efetuada pelo agrupamento dos est&aacute;gios gonadais, a saber: imaturo (est&aacute;gio imaturo e rudimentar); em matura&ccedil;&atilde;o (est&aacute;gio em desenvolvimento); e maturo (est&aacute;gios desenvolvido, avan&ccedil;ado e esgotado). Para machos n&atilde;o se observou g&ocirc;nada no est&aacute;gio avan&ccedil;ado. O agrupamento dos est&aacute;gios baseou-se em trabalho desenvolvido com <i>Ucides cordatus</i> por Pinheiro &amp; Fiscarelli (2001). A propor&ccedil;&atilde;o de machos e f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas em cada est&aacute;gio de matura&ccedil;&atilde;o (imaturas, em matura&ccedil;&atilde;o e maturas) foram comparadas entre as esta&ccedil;&otilde;es do ano para cada &aacute;rea de manguezal atrav&eacute;s do teste de propor&ccedil;&otilde;es multinomiais (MANAP) (&alpha;= 0,05) (Curi &amp; Moraes, 1981).</p>     <p>A temperatura ambiente e do interior das galerias abertas de <i>Ucides cordatus</i> foram registradas com um term&ocirc;metro digital por ocasi&atilde;o das amostragens dos caranguejos. As averigua&ccedil;&otilde;es das temperaturas foram realizadas sempre na mar&eacute;-baixa e durante o per&iacute;odo da manh&atilde;, antes da amostragem dos caranguejos, em &aacute;reas sombreadas e dentro da &aacute;rea dos quadrados. Ambas as temperaturas foram monitoradas mensalmente no come&ccedil;o, meio e fim de cada amostragem para, serem calculados os valores m&eacute;dios por esta&ccedil;&atilde;o do ano. Posteriormente, uma an&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson foi utilizada para testar a associa&ccedil;&atilde;o entre a frequ&ecirc;ncia de machos e f&ecirc;meas maduros e a temperatura ambiental e do interior das tocas (&alpha;= 0,05) (Zar, 1996).</p>     <p>O per&iacute;odo reprodutivo de <i>Ucides cordatus</i> foi determinado pela frequ&ecirc;ncia sazonal de f&ecirc;meas ov&iacute;geras em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s f&ecirc;meas adultas, como tamb&eacute;m pela frequ&ecirc;ncia sazonal de g&ocirc;nadas maduras, conforme sugerido por Pinheiro &amp; Fiscarelli (2001). A propor&ccedil;&atilde;o de caranguejos maduros e a propor&ccedil;&atilde;o de f&ecirc;meas ov&iacute;geras ao longo das esta&ccedil;&otilde;es do ano (outono= abril, maio e junho; inverno= julho, agosto e setembro; primavera= outubro, novembro e dezembro; ver&atilde;o= janeiro, fevereiro e mar&ccedil;o) foram comparadas atrav&eacute;s do teste de propor&ccedil;&otilde;es multinomiais (MANAP) (&alpha;= 0,05) (Curi &amp; Moraes, 1981).</p> 	    <p>Os tamanhos m&iacute;nimo, m&aacute;ximo e m&eacute;dio (&#177; desvio padr&atilde;o) da largura da carapa&ccedil;a das f&ecirc;meas ov&iacute;geras de <i>Ucides cordatus</i> foram registrados e quantificados em cada &aacute;rea de manguezal. A largura m&eacute;dia da carapa&ccedil;a foi comparada entre as f&ecirc;meas ov&iacute;geras dos diferentes manguezais por meio do teste t, ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (Zar, 1996). Al&eacute;m disso, a distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia por classe de tamanho de largura da carapa&ccedil;a das f&ecirc;meas ov&iacute;geras de <i>Ucides cordatus</i> foi estimada em Ariquind&aacute; e Mamucabas.</p>     <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>3. RESULTADOS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Um total de 1.424 caranguejos foram analisados quanto ao desenvolvimento das g&ocirc;nadas, dos quais 619 esp&eacute;cimes em Ariquind&aacute; (344 machos e 275 f&ecirc;meas) e 805 em Mamucabas (421 machos e 384 f&ecirc;meas). Na <a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t2.jpg" target="_blank">tabela II</a>, constam os tamanhos m&iacute;nimo, m&aacute;ximo e m&eacute;dio (&#177; desvio padr&atilde;o) de cada sexo e est&aacute;gio de desenvolvimento gonadal para as duas &aacute;reas nas quais foram amostrados os exemplares de <i>Ucides cordatus</i>.</p>     
<p>Todos os est&aacute;gios gonadais dos machos ocorreram ao longo do ano, independentemente da localidade (Ariquind&aacute; e Mamucabas, <a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>), com exce&ccedil;&atilde;o do est&aacute;gio imaturo, ausente nos meses mais quentes do ano. Fato similar ocorreu com as f&ecirc;meas, embora a exce&ccedil;&atilde;o tenha ocorrido com as g&ocirc;nadas avan&ccedil;adas, n&atilde;o observadas nos meses mais chuvosos em ambas as &aacute;reas de manguezais (junho a outubro) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p>Em uma abordagem sazonal, os machos com g&ocirc;nadas imaturas ocorreram durante todo o ano (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>), mas com maior frequ&ecirc;ncia no outono em Ariquind&aacute; e Mamucabas (p&lt;0,05) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t3.jpg" target="_blank">Tabela III</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>). Aqueles com g&ocirc;nadas em processo de matura&ccedil;&atilde;o foram mais abundantes na primavera e no ver&atilde;o em Ariquind&aacute; e na primavera em Mamucabas (p&lt;0,05) enquanto os maturos foram mais frequentes durante a primavera e o ver&atilde;o em ambas as &aacute;reas de manguezais nas quais de <i>Ucides cordatus</i> foi amostrado no Estado de Pernambuco (p&lt;0,05) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t3.jpg" target="_blank">Tabela III</a>).</p>     
<p>Em Ariquind&aacute;, f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas imaturas n&atilde;o foram observadas no ver&atilde;o e em Mamucabas, foram observadas ao longo do ano (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a>). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas em matura&ccedil;&atilde;o, estas ocorreram ao longo do ano com maior frequ&ecirc;ncia no outono e no inverno em Ariquind&aacute; e no outono em Mamucabas (p&lt;0,05) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t4.jpg" target="_blank">Tabela IV</a>). As f&ecirc;meas que apresentavam g&ocirc;nadas maduras e aptas &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o foram encontradas ao longo de todas as esta&ccedil;&otilde;es do ano, sendo mais numerosas no ver&atilde;o em ambas as &aacute;reas de manguezais (p&lt;0,05) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03t4.jpg" target="_blank">Tabela IV</a>) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a>).</p>     
<p>A frequ&ecirc;ncia relativa de machos maduros de <i>Ucides cordatus</i> (machos com g&ocirc;nadas em desenvolvimento + desenvolvidas + esgotadas) tende a aumentar com o aumento da temperatura ambiente e, tamb&eacute;m, com a temperatura no interior das tocas, tanto em Ariquind&aacute; (Temperatura ambiente r= 0,78; Temperatura das tocas r= 0,97; p&lt;0,05) como em Mamucabas (Temperatura ambiente r= 0,93; Temperatura das tocas r= 0,97; p&lt;0,05). Nas f&ecirc;meas, observou-se correla&ccedil;&atilde;o positiva entre a frequ&ecirc;ncia relativa de f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas maduras (g&ocirc;nadas em desenvolvimento + desenvolvidas + avan&ccedil;adas + esgotadas) e a temperatura ambiente e no interior das tocas em Ariquind&aacute; (Temperatura ambiente r= 0,78; Temperatura das tocas r= 0,54; p&lt;0,05) e em Mamucabas (Temperatura ambiente r= 0,94; Temperatura das tocas r= 0,81; p&lt;0,05).</p>     <p>O n&uacute;mero total de f&ecirc;meas ov&iacute;geras de <i>Ucides cordatus</i> amostradas no per&iacute;odo de estudo nas duas &aacute;reas de manguezal foi baixo, correspondendo a 29,7% das f&ecirc;meas adultas em Ariquind&aacute; (n=33; entre fevereiro e abril, com 8, 15 e 10 exemplares/m&ecirc;s) e 14% em Mamucabas (n=35; entre janeiro e abril, com 1, 12, 15 e 7 exemplares/m&ecirc;s). As f&ecirc;meas ov&iacute;geras de <i>Ucides cordatus</i> ocorreram apenas no ver&atilde;o e no outono nas duas &aacute;reas de manguezais, sendo em Ariquind&aacute; de 23:10 (ver&atilde;o:outono) e em Mamucabas de 28:7, com a frequ&ecirc;ncia de f&ecirc;meas ov&iacute;geras no ver&atilde;o significativamente superior nas duas &aacute;reas de amostragem (MANAP; p&lt;0,05) (<a href="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>).</p> 	    
<p>A largura da carapa&ccedil;a das f&ecirc;meas ov&iacute;geras de Ariquind&aacute; variou de 29,56 a 66,78 mm, com m&eacute;dia (&#177; desvio padr&atilde;o) de 48,25 &#177; 7.52 mm. Em Mamucabas a menor e a maior f&ecirc;mea ov&iacute;gera possu&iacute;am 38,08 e 60,82 mm, respectivamente, com tamanho m&eacute;dio de 48,92 &#177; 6,6 mm. O tamanho m&eacute;dio da largura da carapa&ccedil;a das f&ecirc;meas ov&iacute;geras n&atilde;o apresentou diferen&ccedil;a significativa entre as diferentes &aacute;reas de manguezais (t= - 0,75; p&lt;0,05).  Do total de f&ecirc;meas ov&iacute;geras amostradas, 75,8% e 65,7% distribu&iacute;ram-se entre 40,0 a 55,0 mm de largura da carapa&ccedil;a em Ariquind&aacute; e Mamubacas, respectivamente (<a href="#f6">Figura 6</a>).</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f6"></a></p> 		<img src="/img/revistas/rgci/v13n4/13n4a03f6.jpg"/> 		    
<p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4. DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>Os crust&aacute;ceos podem se reproduzir durante todos os meses do ano (padr&atilde;o cont&iacute;nuo) ou se restringir a alguns meses em que as condi&ccedil;&otilde;es ambientais s&atilde;o mais favor&aacute;veis (padr&atilde;o descont&iacute;nuo ou sazonal) (Sastry, 1983). Nos dois manguezais onde os exemplares de <i>Ucides cordatus</i> foram amostrados (Ariquind&aacute; e Mamucabas), as f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas maduras foram registradas durante todo o ano, embora com maior frequ&ecirc;ncia no ver&atilde;o, sendo que nessa esta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m foi registrada a maior frequ&ecirc;ncia de f&ecirc;meas ov&iacute;geras (janeiro a abril). Os machos com g&ocirc;nadas maduras foram observados tamb&eacute;m ao longo do ano, mas com maior expressividade nas esta&ccedil;&otilde;es mais quentes (primavera e ver&atilde;o). Assim, tais resultados, juntamente com a presen&ccedil;a de f&ecirc;meas ov&iacute;geras apenas no ver&atilde;o e outono (com menor frequ&ecirc;ncia), confirmam o per&iacute;odo reprodutivo de <i>Ucides cordatus</i> como sazonal nas duas &aacute;reas analisadas no presente trabalho, conforme j&aacute; observado no Nordeste brasileiro por Botelho <i>et al.</i> (1999) e Ivo <i>et al.</i> (1999), bem como no Sul-Sudeste por Pinheiro &amp; Fiscarelli (2001), Dalabona &amp; Silva (2005) e Wunderlick <i>et al.</i> (2008).</p>     <p>A ocorr&ecirc;ncia de g&ocirc;nadas maduras em machos durante todo o ano pode estar relacionada com a maior velocidade do ciclo espermiog&ecirc;nico em rela&ccedil;&atilde;o ao oog&ecirc;nico como observado por Mota-Alves (1975) para <i>Ucides cordatus</i>. No caso das f&ecirc;meas, a maior expressividade de exemplares com g&ocirc;nadas maduras (primavera e ver&atilde;o), nos per&iacute;odos de maiores temperaturas (primavera e ver&atilde;o) e s&iacute;ncrono as maiores frequ&ecirc;ncias de f&ecirc;meas ov&iacute;geras (ver&atilde;o), confirma os resultados de outros autores para as regi&otilde;es, Norte, Nordeste, Sul e Sudeste brasileiras (Alc&acirc;ntara-Filho, 1978; Costa, 1979; Vasconcelos <i>et al.</i>, 1999; Diele, 2000; Pinheiro &amp; Fiscarelli, 2001; Ara&uacute;jo &amp; Calado, 2008; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008). A frequ&ecirc;ncia de exemplares de <i>Ucides cordatus</i> com g&ocirc;nadas maduras, independentemente do sexo, tende a aumentar com a eleva&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica do ambiente e da &aacute;gua no interior das galerias. A constata&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia simult&acirc;nea de exemplares com g&ocirc;nadas maduras em per&iacute;odos de maiores temperaturas, coincide com a capacidade das larvas de reduzir o tempo de exposi&ccedil;&atilde;o no pl&acirc;ncton pelo fato de encurtar o seu desenvolvimento, pois esta &eacute; uma fase cr&iacute;tica na vida desses organismos devido &agrave; preda&ccedil;&atilde;o (Morgan, 1996; Morgan &amp; Christy, 1996).</p>     <p>A esta&ccedil;&atilde;o reprodutiva restrita nos caranguejos semiterrestres pode estar relacionada, principalmente, &agrave;s mudan&ccedil;as sazonais na temperatura, ao fotoper&iacute;odo e &agrave; disponibilidade de recursos alimentares (Pillay &amp; Ono 1978). Tal aspecto j&aacute; foi ressaltado para <i>Ocypode quadrata</i> (Fabricius, 1787) por Negreiros-Fransozo <i>et al.</i> (2002), que verificaram associa&ccedil;&atilde;o positiva das f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas desenvolvidas com a temperatura (atmosf&eacute;rica e da &aacute;gua superficial) e pluviosidade, como tamb&eacute;m para <i>Uca rapax</i> (Smith, 1870), por Castiglioni <i>et al.</i> (2007), em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; temperatura ambiental. Al&eacute;m disso, o fotoper&iacute;odo, a disponibilidade de alimento e a pluviosidade podem tamb&eacute;m ser outros fatores que influenciam a reprodu&ccedil;&atilde;o em braqui&uacute;ros (Conde &amp; D&iacute;az, 1989; Zimmerman &amp; Felder, 1991; Flores &amp; Negreiros-Fransozo, 1998; Cobo &amp; Fransozo, 2003; Litulo, 2004; Diele <i>et al.</i>, 2005; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008). Portanto, estudos sobre o fotoper&iacute;odo, a pluviosidade e a disponibilidade de recursos alimentares dos estoques de <i>Ucides cordatus</i>, podem, tamb&eacute;m, contribuir para o entendimento dos resultados obtidos, uma vez que, esses fatores j&aacute; foram apontados como influenciadores na din&acirc;mica da reprodu&ccedil;&atilde;o (Alc&acirc;ntara-Filho, 1978; Costa, 1979;  Diele, 2000; Pinheiro &amp; Fiscarelli, 2001; Wunderlich <i>et al.</i>, 2008).</p>     <p>A maturidade sexual morfol&oacute;gica das popula&ccedil;&otilde;es de <i>Ucides cordatus</i>, determinada anteriormente por Castiglioni &amp; Coelho (2011), evidenciou uma antecipa&ccedil;&atilde;o da maturidade em compara&ccedil;&atilde;o a outros estoques pesqueiros de Pernambuco, que maturam com tamanho superior. Caranguejos com g&ocirc;nadas aptas &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o apresentaram tamanho inferior (LC) aos 60,0 mm estabelecidos pela Portaria n&ordm; 70/2000 do Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio), e, al&eacute;m disso, as f&ecirc;meas ov&iacute;geras apresentaram um tamanho m&eacute;dio de aproximadamente 48,0 mm de largura da carapa&ccedil;a em ambos os manguezais. Esses resultados aliados ao de Castiglioni &amp; Coelho (2011) sugerem a necessidade de implantar novas pol&iacute;ticas de manejo para esta esp&eacute;cie na costa pernambucana, uma vez que, os estoques t&ecirc;m se reproduzido com tamanhos bem inferiores ao m&iacute;nimo determinado previamente  na regi&atilde;o de Tamandar&eacute; (35,5 mm em machos e 38,0 mm em f&ecirc;meas) (Botelho <i>et al.</i>, 1999) e tamb&eacute;m pelo fato de que machos e f&ecirc;meas com tamanhos superior a 60,0 mm foram pouco frequentes nas amostragens realizadas por Oliveira <i>et al.</i> (2013) nestes mesmos estoques de <i>Ucides cordatus</i>. Provavelmente, essa antecipa&ccedil;&atilde;o na reprodu&ccedil;&atilde;o, deve-se &agrave; explora&ccedil;&atilde;o excessiva sofrida ao longo dos &uacute;ltimos anos pelas popula&ccedil;&otilde;es analisadas. De acordo com Botelho <i>et al.</i> (1999), nos manguezais dos munic&iacute;pios pernambucanos de Rio Formoso e Tamandar&eacute;, os estoques de caranguejo-u&ccedil;&aacute; sofrem grande press&atilde;o durante o ver&atilde;o, resultado do aumento da demanda por produtos marinhos e estuarinos, com a presen&ccedil;a na regi&atilde;o de grande n&uacute;mero de turistas. Al&eacute;m disto, nessa &eacute;poca, aumenta tamb&eacute;m o n&uacute;mero de catadores nos ambientes estuarinos, com o ingresso de catadores sazonais de caranguejo, oriundos das atividades de agricultura, constru&ccedil;&atilde;o e transporte (Botelho <i>et al.</i>, 1999). A pr&aacute;tica de captura com redinha, m&eacute;todo de pesca ilegal (Portaria n&deg; 52 do IBAMA de 30 de Setembro de 2003) supostamente mais predat&oacute;rio na captura de caranguejo, &eacute; utilizada com maior intensidade nesse per&iacute;odo. Diele (2000) sugeriu que a baixa taxa de crescimento observada em uma popula&ccedil;&atilde;o de <i>Ucides cordatus</i> do norte do Brasil, significa que esta esp&eacute;cie &eacute; altamente vulner&aacute;vel &agrave; sobrepesca. Al&eacute;m disso, de acordo com esses mesmos autores, o decr&eacute;scimo no n&uacute;mero de machos maiores em &aacute;reas muito exploradas indica uma prov&aacute;vel redu&ccedil;&atilde;o da capacidade do ecossistema para amortecer a&ccedil;&otilde;es negativas em sua condi&ccedil;&atilde;o natural, e, se a press&atilde;o continuar, a produ&ccedil;&atilde;o ser&aacute;, provavelmente, inferior.</p> 	    <p>Tendo em vista a import&acirc;ncia biol&oacute;gica de estudos sobre o per&iacute;odo reprodutivo para a manuten&ccedil;&atilde;o dos estoques de esp&eacute;cies exploradas comercialmente, essa pesquisa mostrou que <i>Ucides cordatus</i>, na regi&atilde;o de Tamandar&eacute;, se reproduz no ver&atilde;o e no in&iacute;cio do outono (janeiro a abril), sendo que esta esta&ccedil;&atilde;o reprodutiva est&aacute; dentro do per&iacute;odo de defeso estipulado pela Portaria n&ordm; 34 do IBAMA de 24 de julho de 2003.  No entanto, os estoques do caranguejo-u&ccedil;&aacute; analisados no presente trabalho est&atilde;o aptos &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o com tamanho inferior ao de outros j&aacute; estudados ao longo da costa brasileira (ver Castiglioni &amp; Coelho, 2011), fato este confirmando pelo tamanho m&eacute;dio dos machos e das f&ecirc;meas com g&ocirc;nadas desenvolvidas, pelo tamanho m&iacute;nimo das f&ecirc;meas ov&iacute;geras e, tamb&eacute;m pelo tamanho estimado da maturidade sexual por Castiglioni &amp; Coelho (2011). Os presentes resultados refor&ccedil;am a necessidade de um plano de manejo do caranguejo-u&ccedil;&aacute; na regi&atilde;o de Tamandar&eacute; e podem ajudar na implementa&ccedil;&atilde;o de novas pol&iacute;ticas de controle de captura do caranguejo-u&ccedil;&aacute; para a costa pernambucana (principalmente no ver&atilde;o), contribuindo, assim, para a manuten&ccedil;&atilde;o dos estoques que s&atilde;o comercialmente explorados. Al&eacute;m disso, a implanta&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es socioambientais junto &agrave; comunidade ribeirinha e pescadores poder&atilde;o ajud&aacute;-los a compreender o papel ecol&oacute;gico, econ&ocirc;mico e social do caranguejo-u&ccedil;&aacute;.</p>     <p>&nbsp;</p> 	    <p><b>AGRADECIMENTOS</b></p> 			    <p>À Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), pelo apoio financeiro para o desenvolvimento do projeto (APQ 0108-2.04/07), e ao CNPq,&#160;pela Bolsa de Desenvolvimento Regional (DCR) ao co-autor D.S.C. Aos colegas do GEDECPE (Grupo de Estudo sobre Diversidade e Ecologia de Crustáceos de Pernambuco), pelo auxílio durante as atividades laboratoriais, e ao Sr. Adriano Augusto Nascimento Martins, pelo auxílio nas saídas de campo.</p>     <p>&nbsp;</p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>BIBLIOGRAFIA</b></p>     <p>Abrunhosa, F.A.; Silva Neto, A.A.; Melo, M.A.; Carvalho I.O. (2002) - Import&acirc;ncia da alimenta&ccedil;&atilde;o e do alimento no primeiro est&aacute;gio larval de <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Decapoda, Ocypodidae). <i>Revista Ci&ecirc;ncia Agron&ocirc;mica</i> (ISSN: 1806-6690), 33(2):5-12, Fortaleza, CE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ccarevista.fc.br/site/down.php?arq=12rca33-2.pdf" target="_blank">http://www.ccarevista.fc.br/site/down.php?arq=12rca33-2.pdf</a></p>     <p>Alcantara-Filho, P. (1978) - Contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo da biologia e ecologia do caranguejo-u&ccedil;&aacute; <i>Ucides cordatus</i> cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda, Brachyura) no manguezal do Rio Cear&aacute; (Brasil). <i>Arquivos de Ci&ecirc;ncias do Mar</i> (ISSN: 0374-5686), 18(1/2):1&minus;41, Fortaleza, CE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.labomar.ufc.br/images/stories/arquivos/ArqCienMar/V18_1978/acm_1978_18_1-2_01.pdf" target="_blank">http://www.labomar.ufc.br/images/stories/arquivos/ArqCienMar/V18_1978/acm_1978_18_1-2_01.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Alves, R.R.N.; Nishida, A.K. (2004) - Population structure of the mangrove crab <i>Ucides cordatus</i> (Crustacea: Decapoda: Brachyura) in the estuary of the Mamanguape River, northeast Brazil. <i>Tropical Oceanography</i> (ISSN: 1679- 3013), 32(1):23-37, Recife, PE, Brasil.  Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.revista.ufpe.br/tropicaloceanography/artigos_completos_resumos_t_d/32_2004_1_alves.pdf" target="_blank">http://www.revista.ufpe.br/tropicaloceanography/artigos_completos_resumos_t_d/32_2004_1_alves.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-8872201300040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Amaral, A.C.Z.; Jablonski, S. (2005) - Conservation of marine and coastal biodiversity in Brazil. <i>Conservation Biology</i>, 19(3):331-349. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00692.x" target="_blank">10.1111/j.1523-1739.2005.00692.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-8872201300040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Amouroux, J.M.; Tavares, M. (2005) - Natural recovery of Amazonian mangrove Forest as revealed by brachyuran crab fauna: preliminary description. <i>Vie et Milieu / Life and Environment</i> (ISSN: 0240-8759), 55(2):71-79, Observatoire Oc&eacute;anologique, Universit&eacute; Pierre et Marie Curie, Banyuls-sur-Mer, France&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-8872201300040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Andrade, C.E.; Vasconcelos, J.A.; Oliveira, S.M.; Ivo, C.T.C. (2007) - Biologia e pesca do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763), no estu&aacute;rio do Rio Curimatau, munic&iacute;pio de Canguaretama &ndash; Rio Grande do Norte. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104 &ndash; 6411), 15(1):31-41, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=165" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=165</a></p>     <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, M.S.L.C. &amp; Calado, T.C.S. (2008) - Bioecologia do Caranguejo-U&ccedil;&aacute; <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus) no Complexo Estuarino Lagunar Mund&aacute;u/Manguaba (CELMM), Alagoas, Brasil. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 8(2):169-181. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci141" target="_blank">10.5894/rgci141</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-8872201300040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, M.S.L.C.; Castiglioni, D.S.; Coelho, P.A. (2012). Width-weight relationship and condition factor of <i>Ucides cordatus</i> (Crustacea, Decapoda, Ucididae) at tropical mangroves of Northeast Brazil. <i>Iheringia, S&eacute;rie Zoologia</i> (ISSN: 0073-4721), 102:277-284, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0073-47212012000300005" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0073-47212012000300005</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-8872201300040000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Botelho, E.R.O; Dias, A.F. &amp; Ivo, C.T.C. (1999) - Estudo sobre a biologia do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i> cordatus (Linnaeus, 1763), capturado nos estu&aacute;rios dos rios Formoso (Rio Formoso) e Ilhetas (Tamandar&eacute;), no estado de Pernambuco. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104 &ndash; 6411), 7(1):117-145, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=48" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=48</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Branco, J.O. (1993) - Aspectos bioecol&oacute;gicos do caranguejo <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Decapoda) do manguezal do Itacorubi, Santa Catarina, BR. <i>Arquivos de Biologia e Tecnologia</i> (ISSN: 0365- 0979), 36(1): 133-148, Curitiba, PR, Brazil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.avesmarinhas.com.br/44.pdf" target="_blank">http://www.avesmarinhas.com.br/44.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-8872201300040000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Castiglioni, D.S.; Coelho, P.A. (2011) - Determina&ccedil;&atilde;o da maturidade sexual de <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ucididae) em duas &aacute;reas de manguezais do litoral sul pernambucano - Brasil. <i>Iheringia, S&eacute;rie Zoologia</i> (ISSN: 0073-4721), 101:138-144, Porto Alegre, RS, Brasil. . Dispon&iacute;vel em: <br /><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0073-47212011000100020&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0073-47212011000100020&amp;lng=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt</a></p>     <!-- ref --><p>Castiglioni, D.S., Negreiros-Fransozo, M.L.; Cardoso, R.C.F. (2007) - Breeding season and molt cycle of the fiddler crab Uca rapax (Brachyura, Ocypodidae) in a subtropical estuary, Brazil, South America. <i>Gulf and Caribbean Research</i> (ISSN: 1528-0470), 19:11-20, Ocean Springs, MS, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-8872201300040000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castiglioni, D.S.; Silva, J.V.C.L.; Azevedo, D.S. (2011) - Relative growth and its use to determine the morphological sexual maturity of <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Decapoda, Brachyura, Ucididae) from two mangrove areas on the northeastern Brazilian coast. <i>Crustaceana</i>, 84(10):1221-1241. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1163/001121611X590139" target="_blank">10.1163/001121611X590139</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-8872201300040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castilho-Westphal, G.G.; Ostrensky, A.; Pie, M.R.; Boeger, W.A. (2008) - Estado da arte das pesquisas com o caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i>. <i>Archives of Veterinary Science</i> (ISSN: 1517-784X), 13(2):151-166, Curitiba, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/veterinary/article/view/12896/8756" target="_blank">http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/veterinary/article/view/12896/8756</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-8872201300040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cobo, V.J.; Fransozo, A. (2003) - External factors determining breeding season in the red mangrove crab Goniopsis cruentata (Latreille) (Crustacea, Brachyura, Grapsidae) on the S&atilde;o Paulo State northern coast, Brazil. <i>Revista Brasileira de Zoologia</i> (ISSN 0101-8175), 20(2):213-237, Curitiba, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/rbzool/v20n2/v20n2a07.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/rbzool/v20n2/v20n2a07.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-8872201300040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>CPRH (1999) -  <i>Diagn&oacute;stico S&oacute;cio-ambiental - Litoral Sul de Pernambuco</i>. 89p., CPRH - Companhia Pernambucana do Meio Ambiente, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.cprh.pe.gov.br/downloads/2diagnpóstico_ambiental.pdf" target="_blank">http://www.cprh.pe.gov.br/downloads/2diagnp&oacute;stico_ambiental.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-8872201300040000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Conde, J.E.; D&iacute;az, H. (1989) - The mangrove tree crab Aratus pisonii in a tropical estuarine coastal lagoon. <i>Estuarine, Coastal and Shelf Science</i>, 28(6):639-650. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0272-7714(89)90051-6" target="_blank">10.1016/0272-7714(89)90051-6</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-8872201300040000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Conde, J.E.; Tognella, M.M.P.; Paes, E.T.; Soares, M.L.G.; Louro, I.A.; Schaeffer-Novelli, Y. (2000) - Population and life history features of the crab Aratus pisonii (Decapoda: Grapsidae) in a subtropical estuary. <i>Interci&ecirc;ncia</i> (ISSN: 0378-1844), 25(3):151-158, Caracas, Venezuela. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33904505" target="_blank">http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33904505</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-8872201300040000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Costa, R.S.D. (1979) - Bioecologia do caranguejo-u&ccedil;&aacute; <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763), crust&aacute;ceo Dec&aacute;pode no Nordeste brasileiro. <i>Boletim Cearense de Agronomia</i> (ISSN: 0376-1150), 20:1-74, Fortaleza, CE, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-8872201300040000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Curi, P.R.; Moraes R.V. (1981) - Associa&ccedil;&atilde;o, homogeneidade e contrastes entre propor&ccedil;&otilde;es em tabelas contendo distribui&ccedil;&otilde;es multinomiais. <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura</i> (ISSN: 0009-6725), 33 (5):712-722, Campinas, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-8872201300040000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dalabona, G.; Silva, J.L. (2005) - Per&iacute;odo reprodutivo de <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus) (Brachyura, Ocypodidae) na Ba&iacute;a das Laranjeiras, sul do Brasil. <i>Acta Biol&oacute;gica Paranaense</i> (ISSN: 0301-2123), 34(1, 2, 3, 4):115-126, Curitiba, PA, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/958/784" target="_blank">http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/958/784</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-8872201300040000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dalabona, G.; Silva, J.L.; Pinheiro, M.A.A. (2005) - Size at morphological maturity of <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Brachyura, Ocypodidae) in the Laranjeiras Bay, southern Brazil. <i>Brazilian Archives of Biology and Technology</i> (ISSN 1516-8913), 48(1):139-145, Curitiba, PA, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/babt/v48n1/a18v48n1.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/babt/v48n1/a18v48n1.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-8872201300040000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Diele, K. (2000) - <i>Life history and population structure of the exploited mangrove crab <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Brachyura) in the Caet&eacute; Estuary, North Brasil</i>. 103 p., PhD thesis, Zentrum f&uuml;r Marine Tropen&ouml;kologie, Universit&auml;t Bremen, Bremen, Germany. <i>Unpublished</i>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-8872201300040000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Diele, K.; Koch, V.; Saint-Paul, U. (2005) - Population structure, catch composition and CPUE of the artisanally harvested mangrove crab <i><i>Ucides cordatus</i></i> (Ocypodidae) in the Caet&eacute; estuary, North Brazil: Indications for overfishing? <i>Aquatic Living Resources</i>, 18(2):169-178. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1051/alr:2005018" target="_blank">10.1051/alr:2005018</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-8872201300040000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fernandes, M.E.B.; Carvalho, M.L. (2007) -  Bioecologia de <i>Ucides cordatus</i> Linnaeus, 1763 (Decapoda; Brachyura) na costa do Estado do Amap&aacute;. <i>Boletim do Laborat&oacute;rio de Hidrobiologia</i> (ISSN: 1982 6421), 20:14-21, S&atilde;o Lu&iacute;s, MA, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-8872201300040000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Flores, A.A.V.; Negreiros-Fransozo, M.L. (1998) - External factors determining seasonal breeding in a subtropical population of the shore crab Pachygrapsus transversus (Gibbes, 1850) (Brachyura, Grapsidae). <i>Invertebrate Reproduction and Development</i> 34(2-3):149-155. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/07924259.1998.9652647" target="_blank">10.1080/07924259.1998.9652647</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-8872201300040000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Geo Brasil (2002) - <i>Perspectivas do Meio Ambiente no Brasil</i>. 447p., Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renov&aacute;veis, Bras&iacute;lia, DF, Brasil, ISBN: 85-7300-144-5  Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/site_cnia/geo_brasil_2002.pdf" target="_blank">http://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/site_cnia/geo_brasil_2002.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-8872201300040000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Goes, P.; Branco, J.O.; Pinheiro, M.A.A.; Barbieri, E.; Costa, D.; Fernandes, L.L. (2010) - Bioecology of the u&ccedil;&aacute;-crab, <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763), in Vit&oacute;ria Bay, Esp&iacute;rito Santo State, Brazil, <i>Brazilian Journal of Oceanography</i>, 58(2):153-163, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1679-87592010000200006" target="_blank">10.1590/S1679-87592010000200006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-8872201300040000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Grego, C.K. S.; Feitosa, F.A.N.; Silva, M.H.; Cunha, M.G.G.S.; Nascimento-Filho, G.A. (2009) - Fitopl&acirc;ncton do ecossistema estuarino do Rio Ariquind&aacute; (Tamandar&eacute;, Pernambuco, Brasil): vari&aacute;veis ambientais, biomassa e produtividade prim&aacute;ria.<i> Atl&acirc;ntica</i>, 31(2):183-198. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5088/atl.2009.31.2.183" target="_blank">10.5088/atl.2009.31.2.183</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-8872201300040000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Guest, M.A.; Connolly, R.M.; Lee, S.Y.; Loneragan, N.R.; Breitfuss, M.J. (2006) - Mechanism for the small-scale movement of carbono among estuarine habitats: Organic matter transfer not crab movement. <i>Oecologia</i>, 148(1):88-96. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00442-005-0352-5" target="_blank">10.1007/s00442-005-0352-5</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-8872201300040000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IBAMA (1989) - <i>Unidades de conserva&ccedil;&atilde;o do Brasil. Parques Nacionais e Reservas Biol&oacute;gicas</i>. pp.151-153, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-8872201300040000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>IBAMA (1994) - <i>Lagosta, caranguejo-u&ccedil;&aacute; e camar&atilde;o do Nordeste: relat&oacute;rios das reuni&otilde;es dos grupos permanentes de estudos</i>. 190p., Minist&eacute;rio do Meio Ambiente e da Amaz&ocirc;nia Legal. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-8872201300040000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>IBAMA (2003) - <i>Portaria n&deg; 52 de 30/09/2003</i>. IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ivo, C.T.C.; Gesteira, T.C.V. (1999) - Sinopse das observa&ccedil;&otilde;es sobre a bioecologia e pesca do caranguejo-u&ccedil;&aacute; <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) capturado em estu&aacute;rios de sua &aacute;rea de ocorr&ecirc;ncia no Brasil. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104&ndash;6411), 7(2):9-52, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/modulos/boletim/visualiza.php?id_arq=45" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/modulos/boletim/visualiza.php?id_arq=45</a></p>     <p>Ivo, C.T.C.; Dias, A.F.; Mota, R.I. (1999) - Estudo sobre a biologia do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, Ucides cordtus cordatus (Linnaeus, 1763), capturado no Delta do Rio Parna&iacute;ba, Estado do Piau&iacute;. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104&ndash;6411), 7(1):53-84, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=46" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=46</a></p>     <p>Leite, M.M.L.; Fonteles-filho, A.A.; Silva, J.R.F.; Cardoso, N.S. (2006) -  Maturidade reprodutiva funcional do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i> (Crustacea, Decapoda), no estu&aacute;rio do Rio Corea&uacute;, Camocim, Cear&aacute;. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104 &ndash; 6411), 14(2):41-4, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&arquivo=modulos/boletim/res.php&id_arq=153" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=153</a></p>     <!-- ref --><p>Litulo, C. (2004) - Fecundity and breeding biology of the hermit crab Diogenes brevirostris (Stimpson, 1858) (Anomura: Diogenidae) from southern Mozambique. <i>Invertebrate Reproductive and Development</i>, 46(1):41-46. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/07924259.2004.9652604" target="_blank">10.1080/07924259.2004.9652604</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-8872201300040000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mantelatto, F.L.M.; Fransozo, A. (1999) - Reproductive biology and moulting cycle of the crab Callinectes ornatus Ordway, 1863 (Decapoda, Brachyura, Portunidae) from Ubatuba region, S&atilde;o Paulo, Brazil. <i>Crustaceana</i> (ISSN: 0011-216x), 72(1):63-76. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1163/156854099502871" target="_blank">10.1163/156854099502871</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-8872201300040000300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Monteiro, B.R.; Coelho-Filho, P.A. (2004) - Estrutura populacional do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Decapoda, Ocypodidae), no estu&aacute;rio do Rio Paripe, Itamarac&aacute; - Pernambuco. <i>Boletim T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico do CEPENE</i> (ISSN: 0104 &ndash; 6411), 12(2):101-114, Tamandar&eacute;, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&arquivo=modulos/boletim/res.php&id_arq=1" target="_blank">http://www4.icmbio.gov.br/cepene/index.php?id_menu=51&amp;arquivo=modulos/boletim/res.php&amp;id_arq=1</a></p>     <!-- ref --><p>Morgan, S.G.; Christy, J.H. (1996) - Adaptive significance of the timing of larval release by crabs. <i>American Naturalist </i>(ISSN: 1537-5323), 145(3):457-479. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.jstor.org/stable/2463029" target="_blank">http://www.jstor.org/stable/2463029</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-8872201300040000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Morgan, S. G. (1996) - Influence of tidal variation on reproductive timing. <i>Journal Experimental Marine Biology and Ecology</i>, 206:237-251. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0022-0981(96)02606-8" target="_blank">10.1016/S0022-0981(96)02606-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201300040000300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Mota-Alves, M.I. (1975) - Sobre a reprodu&ccedil;&atilde;o do caranguejo-u&ccedil;&aacute;, <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus), em mangues do Estado do Cear&aacute; &ndash; Brasil. <i>Arquivos de Ci&ecirc;ncias do Mar</i> (ISSN: 0374-5686), 15(2):85-91, Fortaleza, CE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1667" target="_blank">http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1667</a></p>     <!-- ref --><p>Moura, R.T.; Passavante, J.Z.O. (1995) - Biomassa fitoplanct&ocirc;nica na ba&iacute;a de Tamandar&eacute;, Rio Formoso-Pernambuco, Brasil. <i>Trabalhos Oceanogr&aacute;ficos da Universidade Federal de Pernambuco</i> (ISSN: 1679- 3013), 23:1-15, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.revista.ufpe.br/tropicaloceanography/artigos_completos_resumos_t_d/23_1994_1995_moura.pdf" target="_blank">http://www.revista.ufpe.br/tropicaloceanography/artigos_completos_resumos_t_d/23_1994_1995_moura.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-8872201300040000300042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mouton Jr., E.C.; Felder, D.L. (1995) - Reproduction of the fiddler crabs Uca longisignalis and Uca spinicarpa in a Gulf of Mexico salt marsh. <i>Estuaries</i>, (ISSN: 0160-8347), 18(3):469-481. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.jstor.org/stable/1352365" target="_blank">http://www.jstor.org/stable/1352365</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-8872201300040000300043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Negreiros-Fransozo, M.L.; Fransozo, A.; Bertini, G. (2002) - Reproductive cycle and recruitment period of Ocypode quadrata (Decapoda, Ocypodidae) at a sandy beach in southeastern Brazil. <i>Journal of Crustacean Biology</i> (ISSN: 1937-240X), 22(1):157-161. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.jstor.org/stable/1549616" target="_blank">http://www.jstor.org/stable/1549616</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-8872201300040000300044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nordhaus, I.; Wolff, M.; Diele, K. (2006) - Litter processing and population food intake of the mangrove crab <i>Ucides cordatus</i> in a high intertidal forest in northern Brazil. Estuarine, <i>Coastal and Shelf Science</i>, 67(1/2):239-250. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ecss.2005.11.022" target="_blank">10.1016/j.ecss.2005.11.022</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201300040000300045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, P. J. A.; Coelho, P. A. &amp; Castiglioni, D. S. (2013) -  Population biology of <i>Ucides cordatus</i> (Linnaeus, 1763)(Crustacea, Brachyura, Ucididae) from two tropical mangroves sites in northeast coast of Brazil. <i>Pananjas</i>, 8(2): 89-103. Dispon&iacute;vel em:<a href="http://www.panamjas.org/pdf_artigos/PANAMJAS_8(2)_89-103.pdf" target="_blank">http://www.panamjas.org/pdf_artigos/PANAMJAS_8(2)_89-103.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201300040000300046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pillay, K.K.; Ono, Y. (1978) - The breeding cycles of two species of grapsid crabs (Crustacea: Decapoda) from the North coast of Kyushu, Japan. <i>Marine Biology</i>, 45(3):273-248. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00390606" target="_blank">10.1007/BF00390606</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201300040000300047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, M.A.A.; Fiscarelli, A.G. (2001) - <i>Manual de apoio &agrave; fiscaliza&ccedil;&atilde;o do caranguejo-u&ccedil;&aacute; (<i>Ucides cordatus</i>)</i>. 43p., Centro de Pesquisa e Gest&atilde;o dos Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul do Brasil/IBAMA, Itaja&iacute;, Brasil. ISBN: 8588570-02-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-8872201300040000300048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinheiro, M.A.A.; Hattori, G.Y. (2003) - Embryology of the mangrove crab <i>Ucides cordatus</i> (Brachyura, Ocypodidae). <i>Journal of Crustacean Biology</i>, 23(3):729-737. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1651/C-2334" target="_blank">10.1651/C-2334</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201300040000300049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pinho, T.R.R. (2007) - <i>Avalia&ccedil;&atilde;o de impactos ambientais enquanto instrumento da pol&iacute;tica ambiental: aplica&ccedil;&atilde;o do licenciamento de empreendimentos tur&iacute;stico-hoteleiros de Pernambuco</i>. 128p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil. N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-8872201300040000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, S.; Negreiros-Fransozo, M.L. (1999) - Reprodutive cycle of the swimming crab Portunus spinimanus Latreille (Crustacea, Decapoda, Brachyura) from Ubatuba, S&atilde;o Paulo, Brazil. <i>Revista Brasileira de Zoologia</i>, 16(4):1183-1193. 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Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-8872201300040000300052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva-Castiglioni, D.; Oliveira, G.T.; Bond-Buckup, G. (2006) - Din&acirc;mica do desenvolvimento das g&ocirc;nadas de Parastacus varicosus (Crustacea, Decapoda, Parastacidae). <i>Iheringia, S&eacute;rie Zoologia</i> (ISSN: 0073- 4721), 96(4):413-417, Porto Alegre, RS, Brasil. 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(1991) - Reproductive ecology of an intertidal brachyuran crab, Sesarma sp.(nr. reticulatum), from the Gulf of M&eacute;xico.<i> Biological Bulletin</i> (ISSN: 0006-3185), 181:387-401. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.biolbull.org/content/181/3/387.full.pdf" target="_blank">http://www.biolbull.org/content/181/3/387.full.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201300040000300058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a>Submission: 6 March 2013; Evaluation: 12 April 2013; Reception of revised manuscript: 10 October 2013; Accepted: 30 October 2013; Available on-line: 5 December 2013</p>      ]]></body><back>
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