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<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos]]></publisher-name>
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<article-id pub-id-type="doi">10.5894/rgci445</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão de dunas costeiras: o uso de sistema de informações geográficas (SIG) na implantação de planos de gestão no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Coastal dune management: the use of geographic information system (GIS) in the development of management plans in the coast of Rio Grande do Sul, Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Geociências Centro de Estudos de Geologia Costeira e Oceânica]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Foredunes are geomorphological features present in most of the sand beaches around the world. Under the Brazilian law, dunes are considered Permanent Protection Areas and, for conservation of these environments, it is necessary the establishment of plans, programs and measures by the government to discipline their use and management requirements. The development of projects for dune system management should include an environmental diagnosis (natural characteristics and human intervention degree), the trend of changes and the actions for maintenance or recovery of the system. The aim of this work is to evidence the potential of using a Geographic Information System (GIS) for the environmental diagnosis of dunes, as well as stress the importance of regional data integration within a GIS, for the purpose of obtaining better results to support decision making in the development of management plans for integrated coastal zone management. Study cases of two coastal cities in the State of Rio Grande do Sul, southern Brazil (Capão da Canoa and Arroio do Sal cities), are shown. The use of GIS allows updates at several time scales and also the joint analysis of multiple data from different sources. These characteristics assist work in coastal zones, an environment with highly dynamic forms and processes. For the characterization, diagnosis and planning of the two study areas, primary and secondary data were collected. Secondary data consists of bibliographic and cartographic search, and remote sensing data. Primary data consists of field observations, control points collected with GPS, photographic records (beach access, watercourses, irregular occupation, beach uses, dune uses, etc.), topographic data and vegetation identification. After collection, data were inserted in data layers and integrated in the GIS project. Using geoprocessing tools it was possible to calculate areas, measure foredune width and delimit the boundaries of Permanent Protection areas (using distance criteria), leading to further information to be obtained/added in the GIS. Distance criteria for delimitation of Permanent Protection areas were based in the law of the state environmental agency (FEPAM). For the city of Capão da Canoa, increases in sea level caused by storm surge were modelled in the GIS, in order to identify foredune areas susceptible to degradation. Results showed that water courses that cross the dune system are the preferential erosion zones in storm surge events. An evaluation based in the mapped elements and field observations, allowed the assignment of a coastal vulnerability index to each 500 meters beach segment. The higher the vulnerability index, the greater the fragility of the dune system. The areas with the highest index are the ones in which greater efforts are required (interventions/management). In the studied areas, these indexes allowed the planning of interventions required for each beach sector. Both cities have an extensive shoreline and dune areas affected by erosion (caused by storm surge effects, displacement of watercourses, planting of exotic vegetation and lack of planning for the shoreline - with disordered use of this natural system). A well developed urban area is present in Capão da Canoa city, where a discontinuous and highly segmented dune area exists. Preserved sections occur mostly in the non-urban areas. In Arroio do Sal city, there is an extensive and well preserved shoreline and dune system. The major problems affecting dune system in this city are erosion by storm surge and planting of exotic vegetation. With the environmental diagnosis and the vulnerability index for each beach sector, management proposals in different sectors of the shoreline were performed, and spatialization of the suggested actions/interventions was implemented in the GIS. This spatialization allowed visualization of all the beach sectors in maps, and this information was also added to the GIS project as new data layers. For dune system integrity maintenance/recovery in some sectors, some of the suggested interventions include pipe passing under the frontal dune crest (for controlled passage of watercourses), construction of walkways where the crosswalk is very intense (ordering the access to the beach), removal of exotic vegetation, etc. The results demonstrate the possibility of using GIS in coastal management studies, showing good results in the diagnosis and planning of the two study areas. As a final product of the management plans developed, all the collected and generated data are provided in GIS file format and in spreadsheets in a PDF report. At the municipal level, the advantages are ease of storage and availability of data, facilitating data modification in case of scenario alteration for the shoreline. The use of a GIS can also promote and facilitate the exchange of information between institutions and, in the long term, can allow the integration of all information into a single database to assist in decision making at the municipal, state and federal agencies.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p>     <p><b>Gest&atilde;o de dunas costeiras: o uso de sistema de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas (SIG) na implanta&ccedil;&atilde;o de planos de gest&atilde;o no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Coastal dune management: the use of geographic information system (GIS) in the   development of management plans in the coast of Rio Grande do Sul, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Luana Portz<sup>@, 1</sup>; Gabriela Camboim Rockett<sup>2</sup>; Ricardo Augusto Lengler Franchini<sup>2</sup>; Rog&eacute;rio Portantiolo Manzolli<sup>2</sup>; Nelson Luiz Sambaqui Gruber<sup>1</sup></b></p>     <p>    <p><sup>@</sup>Corresponding author: &lt;<a href="mailto:luana.portz@ufrgs.br">luana.portz@ufrgs.br</a>&gt;</p>     <p><sup>1</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Centro de Estudos de Geologia Costeira e Oce&acirc;nica, Laborat&oacute;rio de Gerenciamento Costeiro, Av.Bento Gon&ccedil;alves, 9500. CEP: 91509-900, Porto Alegre, RS, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>2</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Geoci&ecirc;ncias, Laborat&oacute;rio de Gerenciamento Costeiro, Programa de P&oacute;s- Gradua&ccedil;&atilde;o em Geoci&ecirc;ncias, Av. Bento Gon&ccedil;alves, 9500. CEP: 91509-900, Porto Alegre, RS, Brasil</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>       <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Constitu&iacute;das por grandes acumula&ccedil;&otilde;es de areia, as dunas frontais s&atilde;o fei&ccedil;&otilde;es naturais da maioria das praias arenosas. As &aacute;reas de dunas s&atilde;o consideradas &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs) no Brasil, e, para a conserva&ccedil;&atilde;o desses ambientes, faz-se necess&aacute;rio o estabelecimento de planos, programas e medidas governamentais orientados a disciplinar os seus usos e/ou manejos. O desenvolvimento de projetos para a gest&atilde;o do sistema de dunas deve incluir um diagn&oacute;stico do ambiente (caracter&iacute;sticas naturais e o grau de interven&ccedil;&atilde;o humana), a tend&ecirc;ncia das mudan&ccedil;as e as a&ccedil;&otilde;es para manuten&ccedil;&atilde;o ou recupera&ccedil;&atilde;o do sistema. O objetivo deste trabalho &eacute; demonstrar a potencialidade do uso de um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG) para o diagn&oacute;stico ambiental de dunas, bem como salientar a import&acirc;ncia da integra&ccedil;&atilde;o de dados regionais em ambiente SIG, a fim de se obter melhores resultados para subsidiar a tomada de decis&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o de planos de gest&atilde;o para o Gerenciamento Costeiro Integrado, por meio de estudos de caso de duas cidades no litoral do estado do Rio Grande do Sul, sul do Brasil (munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal). O uso de um SIG permite atualiza&ccedil;&otilde;es em v&aacute;rias escalas de tempo e tamb&eacute;m a an&aacute;lise conjunta de m&uacute;ltiplos dados de diferentes fontes. Essas caracter&iacute;sticas auxiliam os trabalhos na regi&atilde;o costeira, ambiente com uma grande din&acirc;mica de formas e processos. Para a caracteriza&ccedil;&atilde;o, o diagn&oacute;stico e o planejamento das &aacute;reas de estudo, dados prim&aacute;rios e secund&aacute;rios das duas &aacute;reas foram coletados e integrados em ambiente SIG, e, assim, p&ocirc;de-se dividir os ambientes em diferentes setores, possibilitando o planejamento das interven&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias em cada um deles. A espacializa&ccedil;&atilde;o das interven&ccedil;&otilde;es sugeridas permitiu sua visualiza&ccedil;&atilde;o em mapas, sendo esta informa&ccedil;&atilde;o inserida como um novo plano de informa&ccedil;&atilde;o no projeto em SIG. Algumas das interven&ccedil;&otilde;es sugeridas em alguns locais visando &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o/recupera&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas incluem: passagem de tubula&ccedil;&otilde;es abaixo da crista da duna (para a passagem condicionada de cursos d&rsquo;&aacute;gua), constru&ccedil;&atilde;o de passarelas onde a passagem de pedestres &eacute; intensa (para ordenar o acesso &agrave; praia), remo&ccedil;&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;tica etc. Os resultados obtidos demonstram a possibilidade do uso de um SIG nos estudos de gest&atilde;o costeira, gerando bons resultados no diagn&oacute;stico e planejamento das duas &aacute;reas de estudo. Como produto final dos planos de manejo desenvolvidos, todos os dados coletados e gerados s&atilde;o disponibilizados em arquivos no formato SIG, bem como em formato de planilha, junto com o relat&oacute;rio descritivo. No &acirc;mbito municipal, as vantagens encontram-se na facilidade de armazenamento e disponibiliza&ccedil;&atilde;o dos dados, al&eacute;m de proporcionar a f&aacute;cil modifica&ccedil;&atilde;o destes e tamb&eacute;m o acompanhamento da evolu&ccedil;&atilde;o dos projetos. A utiliza&ccedil;&atilde;o de SIG tamb&eacute;m pode promover e facilitar a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre as institui&ccedil;&otilde;es e, a longo prazo, pode permitir a integra&ccedil;&atilde;o de todas as informa&ccedil;&otilde;es em um &uacute;nico banco de dados, podendo auxiliar na tomada de decis&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os municipais, estadual e federal.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> gerenciamento costeiro, geotecnologias, banco de dados, modelagem costeira.</p> <hr size="1" noshade>       <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Foredunes are geomorphological features present in most of the sand beaches around the world. Under the Brazilian law, dunes are considered Permanent Protection Areas and, for conservation of these environments, it is necessary the establishment of plans, programs and measures by the government to discipline their use and management requirements. The development of projects for dune system management should include an environmental diagnosis (natural characteristics and human intervention degree), the trend of changes and the actions for maintenance or recovery of the system. The aim of this work is to evidence the potential of using a Geographic Information System (GIS) for the environmental diagnosis of dunes, as well as stress the importance of regional data integration within a GIS, for the purpose of obtaining better results to support decision making in the development of management plans for integrated coastal zone management. Study cases of two coastal cities in the State of Rio Grande do Sul, southern Brazil (Cap&atilde;o da Canoa and Arroio do Sal cities), are shown. The use of GIS allows updates at several time scales and also the joint analysis of multiple data from different sources. These characteristics assist work in coastal zones, an environment with highly dynamic forms and processes. For the characterization, diagnosis and planning of the two study areas, primary and secondary data were collected. Secondary data consists of bibliographic and cartographic search, and remote sensing data. Primary data consists of field observations, control points collected with GPS, photographic records (beach access, watercourses, irregular occupation, beach uses, dune uses, etc.), topographic data and vegetation identification. After collection, data were inserted in data layers and integrated in the GIS project. Using geoprocessing tools it was possible to calculate areas, measure foredune width and delimit the boundaries of Permanent Protection areas (using distance criteria), leading to further information to be obtained/added in the GIS. Distance criteria for delimitation of Permanent Protection areas were based in the law of the state environmental agency (FEPAM). For the city of Cap&atilde;o da Canoa, increases in sea level caused by storm surge were modelled in the GIS, in order to identify foredune areas susceptible to degradation. Results showed that water courses that cross the dune system are the preferential erosion zones in storm surge events. An evaluation based in the mapped elements and field observations, allowed the assignment of a coastal vulnerability index to each 500 meters beach segment. The higher the vulnerability index, the greater the fragility of the dune system. The areas with the highest index are the ones in which greater efforts are required (interventions/management). In the studied areas, these indexes allowed the planning of interventions required for each beach sector. Both cities have an extensive shoreline and dune areas affected by erosion (caused by storm surge effects, displacement of watercourses, planting of exotic vegetation and lack of planning for the shoreline &ndash; with disordered use of this natural system). A well developed urban area is present in Cap&atilde;o da Canoa city, where a discontinuous and highly segmented dune area exists. Preserved sections occur mostly in the non-urban areas. In Arroio do Sal city, there is an extensive and well preserved shoreline and dune system. The major problems affecting dune system in this city are erosion by storm surge and planting of exotic vegetation. With the environmental diagnosis and the vulnerability index for each beach sector, management proposals in different sectors of the shoreline were performed, and spatialization of the suggested actions/interventions was implemented in the GIS. This spatialization allowed visualization of all the beach sectors in maps, and this information was also added to the GIS project as new data layers. For dune system integrity maintenance/recovery in some sectors, some of the suggested interventions include pipe passing under the frontal dune crest (for controlled passage of watercourses), construction of walkways where the crosswalk is very intense (ordering the access to the beach), removal of exotic vegetation, etc. The results demonstrate the possibility of using GIS in coastal management studies, showing good results in the diagnosis and planning of the two study areas. As a final product of the management plans developed, all the collected and generated data are provided in GIS file format and in spreadsheets in a PDF report. At the municipal level, the advantages are ease of storage and availability of data, facilitating data modification in case of scenario alteration for the shoreline. The use of a GIS can also promote and facilitate the exchange of information between institutions and, in the long term, can allow the integration of all information into a single database to assist in decision making at the municipal, state and federal agencies.</p>     <p><b>Keywords:</b> coastal management, geospatial technology, database, coastal modelling.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>       <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o </b></p>     <p>A orla mar&iacute;tima pode ser definida como uma unidade geogr&aacute;fica inclusa na zona costeira (ZC), delimitada pela faixa de interface entre a terra firme e o mar (Freire, 2006). Esse ambiente se caracteriza pelo equil&iacute;brio morfodin&acirc;mico, no qual interagem fen&ocirc;menos terrestres e marinhos (Wright &amp; Short, 1977). Inseridas nesse ambiente,as dunas frontais s&atilde;o fei&ccedil;&otilde;es naturais da maioria das praias arenosas, desde condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas tropicais at&eacute; &aacute;rticas. S&atilde;o constitu&iacute;das por grandes volumes de sedimento, com forma, tamanho e orienta&ccedil;&atilde;o particulares para cada local, em fun&ccedil;&atilde;o do perfil de praia, da orienta&ccedil;&atilde;o da costa, da dire&ccedil;&atilde;o e velocidade dos ventos dominantes, do tamanho m&eacute;dio dos gr&atilde;os e do tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o presente (Hesp, 2002).</p>      <p>Conforme a Resolu&ccedil;&atilde;o do CONAMA 303/2002, estas s&atilde;o consideradas &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs) e consistem em espa&ccedil;os territoriais legalmente protegidos, ambientalmente fr&aacute;geis e vulner&aacute;veis. Considerando o n&iacute;vel de preserva&ccedil;&atilde;o deste ambiente disposto nas leis brasileiras e as press&otilde;es exercidas atrav&eacute;s do uso e da ocupa&ccedil;&atilde;o estabelecidos atualmente, &eacute; necess&aacute;rio o estabelecimento de planos, programas e medidas governamentais orientados a disciplinar os usos dos recursos costeiros e/ou sua conserva&ccedil;&atilde;o. Esses planos t&ecirc;m como princ&iacute;pio fundamental promover a atenua&ccedil;&atilde;o dos conflitos envolvendo os diversos atores que participam da produ&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o na zona costeira (Franchini, 2010).</p>      <p>O desenvolvimento de planos de gest&atilde;o espec&iacute;ficos para o ambiente de dunas frontais torna-se um importante instrumento para a conserva&ccedil;&atilde;o desses ambientes, j&aacute; que, nesse tipo de planejamento, se prev&ecirc;em os poss&iacute;veis usos do ambiente nas diferentes esferas, em um longo per&iacute;odo de tempo. Na pr&aacute;tica, a gest&atilde;o de dunas baseia-se nas seguintes estrat&eacute;gias (<i>Soil Conservation Service</i>, 1986): conserva&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas existentes, concedendo uma zona tamp&atilde;o entre as propriedades privadas e as &aacute;reas ativas de praia; recupera&ccedil;&atilde;o das dunas com dist&uacute;rbios e controle das atividades recreativas. Por meio do diagn&oacute;stico ambiental desenvolvido para a elabora&ccedil;&atilde;o dos planos de gest&atilde;o, &eacute; poss&iacute;vel estabelecer as formas de utiliza&ccedil;&atilde;o e apropria&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o do sistema de dunas, colaborando para o controle da degrada&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, o que vem a contribuir para atender a&#768;s implica&ccedil;&otilde;es estabelecidas no Artigo 3&deg; do C&oacute;digo Florestal Brasileiro, que considera este ambiente como &Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (Portz <i>et al</i>., 2011).</p>      <p>No Rio Grande do Sul, os planos de gest&atilde;o devem seguir as orienta&ccedil;&otilde;es estabelecidas no Of&iacute;cio Circular FEPAM/PRES/12-04 da Funda&ccedil;&atilde;o Estadual de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM), sendo alvo de licenciamento ambiental. Esse &eacute; um procedimento administrativo realizado pelo &oacute;rg&atilde;o ambiental competente, neste caso, estadual, para licenciar a instala&ccedil;&atilde;o, amplia&ccedil;&atilde;o, modifica&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o de atividades e empreendimentos que utilizam recursos naturais, ou que sejam potencialmente poluidores ou possam causar degrada&ccedil;&atilde;o ambiental. Dessa maneira, considera-se a necessidade de regularizar os usos e as ocupa&ccedil;&otilde;es existentes nessas &aacute;reas com a possibilidade de conciliar e garantir a continuidade das atividades, sendo considerado,para tanto,a relev&acirc;ncia social e tur&iacute;stica desses ambientes.</p>      <p>Para o desenvolvimento desses planos, &eacute; necess&aacute;rio proceder a&#768; investiga&ccedil;&atilde;o e planifica&ccedil;&atilde;o de um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es sobre o ambiente, as quais devem responder a algumas quest&otilde;es, tais como: quais s&atilde;o as causas da eros&atilde;o, qual o uso desejado da terra, o suporte financeiro dispon&iacute;vel, a disponibilidade de m&atilde;o de obra e maquinaria necess&aacute;ria para execu&ccedil;&atilde;o dos trabalhos, a manuten&ccedil;&atilde;o, o n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia e o envolvimento da comunidade. Para tanto, &eacute; necess&aacute;rio dispor de informa&ccedil;&otilde;es que proporcionem a resposta para estas perguntas, assim como considerar que essas informa&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o ser modificadas.</p>      <p>No contexto de gerenciamento de informa&ccedil;&otilde;es, o desenvolvimento dos SIGs e das geotecnologias associadas revolucionou a &aacute;rea de an&aacute;lise espacial, sendo estes aplicados em diversas &aacute;reas do conhecimento, dentre elas o gerenciamento costeiro. An&aacute;lises espaciais na zona costeira, baseadas no uso de sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas, sensoriamento remoto e geoprocessamento, possuem uma vasta gama de aplica&ccedil;&otilde;es, gerando subs&iacute;dios para a&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o e planejamento ambiental e para diagnosticar altera&ccedil;&otilde;es na paisagem e conflitos de uso do solo. Estudos em zonas costeiras utilizando estas ferramentas t&ecirc;m sido realizados, tanto no &acirc;mbito internacional (<i>e.g</i>., Devillers <i>et al.</i>, 2013; Rodr&iacute;guez <i>et al</i>., 2009; Sarda <i>et al.</i>, 2005; Kitsiou <i>et al.</i>, 2002; Pan, 2001, Phinn <i>et al.</i>, 2000) quanto nacional (<i>e.g</i>., Fernandes &amp; Amaral, 2013; Gianuca &amp; Tagliani, 2012;Silva <i>et al</i>., 2012, Silva &amp; Tagliani, 2012).</p>      <p>Um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG) pode ser definido como um caso peculiar de sistema de informa&ccedil;&atilde;o, em que o banco de dados &eacute; formado por caracter&iacute;sticas, atividades ou eventos distribu&iacute;dos espacialmente (Dueker, 1979). C&acirc;mara (1995) o definiu como um sistema informatizado que permite capturar, modelar, manipular, recuperar, consultar, analisar e apresentar dados geograficamente referenciados. Dessa forma, a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica &eacute; essencial para a entrada de dados em um <i>software</i>de SIG.Em um SIG, &eacute; poss&iacute;vel a inser&ccedil;&atilde;o de dados espaciais e dados n&atilde;o-espaciais em um &uacute;nico sistema, permitindo a combina&ccedil;&atilde;o de grande variedade de informa&ccedil;&otilde;es e a integra&ccedil;&atilde;o de dados de diferentes fontes (ex.: dados de sensoriamento remoto, dados topogr&aacute;ficos, dados de censos, dados de GPS, entre outros).</p>      <p>Especificamente para a integra&ccedil;&atilde;o dos dados em gest&atilde;o ambiental, os SIGs apresentam, pelo menos, tr&ecirc;s requisitos essenciais: a efici&ecirc;ncia (pela facilidade de acesso e manipula&ccedil;&atilde;o de grande volume de dados), a integridade (pelo controle de acessos por m&uacute;ltiplos usu&aacute;rios) e a persist&ecirc;ncia (pela manuten&ccedil;&atilde;o de dados por longo tempo, independentemente dos aplicativos que acessam os dados e sua poss&iacute;vel revis&atilde;o). (Santos, 2004)</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O objetivo deste trabalho &eacute; demonstrar a potencialidade do uso de um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas para o diagn&oacute;stico ambiental de dunas, bem com salientar a import&acirc;ncia da integra&ccedil;&atilde;o de dados regionais em ambiente SIG, a fim de obterem-se melhores resultados para subsidiar a tomada de decis&atilde;o e o Gerenciamento Costeiro Integrado no Rio Grande do Sul.</p>     <p></p>     <p><b>2. &Aacute;rea de estudo </b></p>      <p>A costa do Rio Grande do Sul (RS),desde Torres, ao norte, at&eacute; a desembocadura do arroio Chu&iacute;, ao sul, &eacute; constitu&iacute;da por uma ampla plan&iacute;cie costeira com cerca de 618 km de comprimento e at&eacute; 120 km de largura, onde um sistema de barreiras arenosas aprisiona um grande sistema lagunar (Complexo Lagunar Patos-Mirim), e uma s&eacute;rie de outros corpos de &aacute;gua isolados ou interligados com o mar por interm&eacute;dio de canais estreitos e rasos (Villwock, 1994).</p>      <p>Sua forma&ccedil;&atilde;o, durante o Quatern&aacute;rio, se deu a partir da justaposi&ccedil;&atilde;o lateral de quatro sistemas deposicionais do     <br> tipo laguna-barreira, cuja forma&ccedil;&atilde;o foi controlada pelas flutua&ccedil;&otilde;es do n&iacute;vel do mar durante o Quatern&aacute;rio (Sistema Barreira- Laguna I, II e III de idade Pleistoc&ecirc;nica e sistema IV, que iniciou sua forma&ccedil;&atilde;o h&aacute; cerca de 7ka AP), constituindo uma sucess&atilde;o de terra&ccedil;os marinhos e lagunares (Villwock, 1984).</p>      <p>A atual linha de costa da plan&iacute;cie costeira do RS apresenta uma orienta&ccedil;&atilde;o geral nordeste - sudoeste, com praias arenosas retil&iacute;neas e cont&iacute;nuas, predominantemente dominada por ondas, sendo caracterizado pela ocorr&ecirc;ncia de uma ondula&ccedil;&atilde;o de longo per&iacute;odo proveniente do SE e por vagas (que resultam da a&ccedil;&atilde;o de ventos locais) provenientes principalmente do E-NE. A altura m&eacute;dia significativa das ondas, medida a uma profundidade de 15-20 m, &eacute; de 1,5 m. Especialmente durante os meses de outono e inverno, o regime normal de ondas &eacute; episodicamente perturbado pela ocorr&ecirc;ncia de ondas de tempestade associadas a&#768; passagem de frentes frias provenientes do sul (Tomazelli &amp; Villwock, 1992).</p>      <p>A regi&atilde;o apresenta um regime de micromar&eacute;, de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o de Hayes (1979), controlado por mar&eacute; astron&ocirc;mica cuja amplitude m&eacute;dia situa-se em torno de 0,5 m, sofrendo tamb&eacute;m influ&ecirc;ncia das mar&eacute;s meteorol&oacute;gicas. &nbsp;Estas podem alcan&ccedil;ar de 1,2 m em Tramanda&iacute; (Almeida <i>et al.,</i>1999) a 1,6 m em Rio Grande (Parise <i>et al.,</i>2009), sendo respons&aacute;veis pela eros&atilde;o na costa, uma vez que causam a sobre eleva&ccedil;&atilde;o acima do n&iacute;vel de mar&eacute; astron&ocirc;mica, produzindo varia&ccedil;&otilde;es ainda maiores quando associadas a mar&eacute;s de siz&iacute;gia.</p>      <p>De acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o morfodin&acirc;mica de Wright &amp; Short (1984), as praias do litoral norte do RS variam entre intermedi&aacute;rias a dissipativas (Tomazelli &amp; Villwock 1992; Toldo Jr <i>et al.,</i>1993; Weschenfelder, 2002). Associada a&#768;s subdivis&otilde;es do ambiente praial, existe uma infinidade de cursos de &aacute;gua denominados de sangradouros. Estes s&atilde;o cursos de &aacute;gua naturais e de pequena escala, que atuam na drenagem de zonas &uacute;midas originadas a partir do ac&uacute;mulo de &aacute;gua doce de origem pluviom&eacute;trica em regi&otilde;es adjacentes a&#768; costa, principalmente nas depress&otilde;es e banhados localizados entre os cord&otilde;es litor&acirc;neos. Sua ocorr&ecirc;ncia &eacute; sazonal, modificando a intensidade de acordo com os &iacute;ndices pluviom&eacute;tricos da regi&atilde;o.</p>      <p>Por terem sua import&acirc;ncia e seus impactos intimamente ligados a&#768;s caracter&iacute;sticas geomorfol&oacute;gicas da costa (Serpa, 2008),servindo de canal para o escoamento de &aacute;guas naturais durante per&iacute;odos de chuvas, s&atilde;o os agentes respons&aacute;veis pela remobiliza&ccedil;&atilde;o de sedimentos das dunas na regi&atilde;o do estir&acirc;ncio (Calliari <i>et al</i>., 2005), podendo carrear grandes quantidades de sedimentos de volta para o mar, originando a eros&atilde;o do p&oacute;s-praia e permitindo uma maior a&ccedil;&atilde;o das ondas nas &aacute;reas adjacentes. Os sangradouros tamb&eacute;m s&atilde;o descritos como agente de segmenta&ccedil;&atilde;o das dunas, ocorrendo principalmente em regi&otilde;es com elevada taxa de urbaniza&ccedil;&atilde;o, uma consequ&ecirc;ncia das edifica&ccedil;&otilde;es e da pavimenta&ccedil;&atilde;o das ruas, que reduz,dessa forma, a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua pluvial, aumentando a vaz&atilde;o e, desse modo, rompendo o sistema de dunas (Portz<i>et al</i>., 2010).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Atualmente, o litoral do Rio Grande do Sul &eacute; integrado por 16 munic&iacute;pios, sendo essa regi&atilde;o dividida, segundo a FEPAM, em tr&ecirc;s &aacute;reas distintas: litoral sul, m&eacute;dio e norte, nas quais as dunas frontais est&atilde;o presentes.</p>      <p>Para a avalia&ccedil;&atilde;o do uso de SIG na formula&ccedil;&atilde;o dos planos de gest&atilde;o de dunas, ser&atilde;o discutidos os resultados obtidos para os munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal, localizados no litoral norte do Rio Grande do Sul (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).Politicamente, esses munic&iacute;pios limitam-se, ao norte, com o munic&iacute;pio de Torres, a leste com o oceano Atl&acirc;ntico, ao sul com o munic&iacute;pio de Xangril&aacute; e, a oeste, com as margens das Lagoas dos Quadros e Itapeva, na divisa com os munic&iacute;pios de Maquin&eacute; e Terra de Areia.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Materiais e M&eacute;todos </b></p>     <p>Os munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal, na busca de conciliar o desenvolvimento do turismo e do veraneio com a preserva&ccedil;&atilde;o das suas caracter&iacute;sticas naturais, melhorias nos servi&ccedil;os (seguran&ccedil;a, higiene e alimenta&ccedil;&atilde;o) e facilidades de acesso a&#768; praia, firmaram parceria com o Centro de Estudos de Geologia Costeira e Oce&acirc;nica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CECO/UFRGS, Brasil) para o desenvolvimento de seus planos de gest&atilde;o de dunas frontais,tendo como m&eacute;todo de aux&iacute;lio o uso do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas. Os resultados dessa parceria se encontram em dois documentos t&eacute;cnicos: 1) Diagn&oacute;stico para o plano de gest&atilde;o das dunas frontais e o 2) Plano de gest&atilde;o das dunas frontais, ambos protocolados na Funda&ccedil;&atilde;o Estadual de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental Henrique Luiz Roessler (Gruber, 2010a,b, 2011a,b).</p>     <p>O trabalho compreendeu a caracteriza&ccedil;&atilde;o geral do sistema de dunas, por meio do levantamento a partir de fontes de dados prim&aacute;rios e secund&aacute;rios. Os dados prim&aacute;rios representam aqueles que atendem a&#768;s necessidades espec&iacute;ficas da pesquisa em andamento, como a identifica&ccedil;&atilde;o dos elementos presentes no sistema de dunas. Esse levantamento foi realizado por meio de visitas peri&oacute;dicas a&#768;s &aacute;reas de estudo para sua caracteriza&ccedil;&atilde;o, abrangendo observa&ccedil;&otilde;es, georreferenciamento de elementos de interesse, como acessos a&#768; praia, sangradouros, edifica&ccedil;&otilde;es, coleta de pontos de controle e registros fotogr&aacute;ficos de campo. O levantamento de dados secund&aacute;rios contemplou pesquisa bibliogr&aacute;fica, cartogr&aacute;fica, hemerogr&aacute;fica e por sensoriamento remoto.</p>     <p><b>3.1. Constru&ccedil;&atilde;o do sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG)</b></p>     <p>3.1.1. Elabora&ccedil;&atilde;o do banco de dados georreferenciados</p>      <p>A elabora&ccedil;&atilde;o do banco de dados compreendeu a vetoriza&ccedil;&atilde;o, em ambiente SIG, dos elementos de interesse existentes na orla do munic&iacute;pio,com uso de imagens de sensoriamento remoto, bem como a inser&ccedil;&atilde;o de dados coletados em campo. As imagens utilizadas foram obtidas pela Digitalglobe, extra&iacute;das a partir do <i>software Google Earth</i>. Imagens deste sat&eacute;lite foram utilizadas por Li <i>et al.</i> (2005) para o mapeamento da linha de costa, com &oacute;timos resultados de precis&atilde;o. As imagens foram georreferenciadas atrav&eacute;s de pontos de controle coletados em campo. O Projeto em SIG foi elaborado em sistema de coordenadas em Proje&ccedil;&atilde;o UTM e <i>Datum</i>WGS84, Fuso 22S.</p>      <p>Atrav&eacute;s de sensoriamento remoto, foi realizada a identifica&ccedil;&atilde;o e o mapeamento dos sistemas de drenagem junto a&#768; orla, dos sistemas de dunas frontais, das fei&ccedil;&otilde;es transversais a&#768;s dunas frontais e a&#768; cobertura vegetal presente nas &aacute;reas de estudo. Al&eacute;m disso, foram mapeados elementos correspondentes ao uso da praia, como: acessos a&#768; praia, tanto de pedestres como de ve&iacute;culos, quiosques, ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares, acessos funcionais e as &aacute;reas de escape de areia do sistema de dunas para a pavimenta&ccedil;&atilde;o presente na por&ccedil;&atilde;o posterior do sistema. Posteriormente, em levantamento de campo, os elementos mapeados foram verificados/ confirmados, atrav&eacute;s de medi&ccedil;&otilde;es manuais e com aux&iacute;lio de GPS, e foram inseridos no banco de dados do SIG, sendo estes estruturados no <i>software</i>ArcGIS 9.3.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>3.1.2. &Iacute;ndices de vulnerabilidade costeira</p>      <p>Os &iacute;ndices de vulnerabilidade foram desenvolvidos utilizando-se uma lista de controle de vulnerabilidade (Tabajara <i>et al</i>., 2012), no sentido de identificar os principais setores degradados do sistema de dunas frontais dos munic&iacute;pios de Arroio do Sal e Cap&atilde;o da Canoa. Esse m&eacute;todo &eacute; utilizado para tra&ccedil;ar o &ldquo;delineamento do problema&rdquo;, no qual as principais caracter&iacute;sticas s&atilde;o listadas e avaliadas dentro de par&acirc;metros do sistema costeiro: A - Morfologia das dunas; B - Condi&ccedil;&otilde;es da praia; C - Caracter&iacute;stica dos 200 m adjacentes ao mar e D - Press&atilde;o de uso (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>). Os &iacute;ndices de vulnerabilidade s&atilde;o estabelecidos em intervalos de 250 m de linha de costa, sendo que variam na propor&ccedil;&atilde;o direta da fragilidade do sistema e indicam as &aacute;reas nas quais devem ser despendidos os maiores esfor&ccedil;os de interven&ccedil;&atilde;o.</p>      
<p>3.1.3. An&aacute;lises em SIG</p>      <p>Com o banco de dados estruturado, al&eacute;m da espacializa&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o de mapas da situa&ccedil;&atilde;o atual da orla dos munic&iacute;pios, foi poss&iacute;vel a realiza&ccedil;&atilde;o de diversas an&aacute;lises para fins de diagn&oacute;stico e planejamento da gest&atilde;o das &aacute;reas mais vulner&aacute;veis das dunas. Uma das an&aacute;lises poss&iacute;veis foi a detec&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas mais suscet&iacute;veis aos impactos da sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar por eventos de tempestade. Esta an&aacute;lise foi realizada por meio da modelagem de sobreeleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar com base no resultado do levantamento topogr&aacute;fico, com a visualiza&ccedil;&atilde;o de cen&aacute;rios de eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel marinho.</p>      <p>O levantamento topogr&aacute;fico apresentado neste trabalho e utilizado para a modelagem foi realizado no munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa, em um setor de 1800 m de comprimento. O levantamento foi realizado utilizando GPS de precis&atilde;o em modo cinem&aacute;tico com corre&ccedil;&atilde;o em tempo real (RTK). A coleta de dados foi realizada no m&eacute;todo <i>stop-and-go</i>, sendo a precis&atilde;o m&eacute;trica planar e altim&eacute;trica menor que 1 cm em todos os pontos coletados. Nesse caso, foram modelados epis&oacute;dios de sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar considerando eventos de mar&eacute; meteorol&oacute;gica ou por passagem de ciclones pr&oacute;ximos a&#768; costa, para a defini&ccedil;&atilde;o dos ambientes mais suscet&iacute;veis a inunda&ccedil;&atilde;o. Os dados referentes a mar&eacute;s meteorol&oacute;gicas que ocorrem na costa do Rio Grande do Sul pela passagem de frentes frias vindas de sul e sudoeste s&atilde;o referentes aos trabalhos de Almeida <i>et</i> <i>al</i>. (1999) e Parise <i>et al</i>. (2009). Segundo os autores citados, as mar&eacute;s meteorol&oacute;gicas podem alcan&ccedil;ar valores de sobre-eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar entre 1,2m e 1,6m.</p>      <p>Atrav&eacute;s das ferramentas de geoprocessamento, foi poss&iacute;vel realizar o c&aacute;lculo das &aacute;reas e a medida da largura das dunas frontais e delimitar as &Aacute;reas de Prote&ccedil;&atilde;o Permanente (APPs). A delimita&ccedil;&atilde;o de APPs por meio da ferramenta espec&iacute;fica de geoprocessamento que define uma regi&atilde;o em torno de entidades geom&eacute;tricas (pontos, linhas ou pol&iacute;gonos), com base em crit&eacute;rios de dist&acirc;ncia, seguiu a legisla&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o ambiental estadual - Documento Normativo para a 2004): campos de dunas frontais - 60 m para as &aacute;reas urbanizadas e 300 m para as &aacute;reas ainda n&atilde;o urbanizadas. Dessa forma, a partir dos dados referentes ao tra&ccedil;ado do primeiro cord&atilde;o de dunas coletado em campo, o limite da APP foi definido, transformando esse limite imediato (dado) em informa&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>Al&eacute;m das APPs de dunas, outros limites de APP&rsquo;s foram delimitados, conforme o Art.3&ordm; da Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm;. 303 do CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente de 20/03/2002 (CONAMA, 2002): 30 metros para sangradouros e corpos d&rsquo;&aacute;gua (Inciso I, &ldquo;a&rdquo;); vegeta&ccedil;&atilde;o de restinga (Inciso IX); e campos de dunas transgressivos (Inciso XI).</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>4. Resultados e discuss&atilde;o </b></p>      <p>A identifica&ccedil;&atilde;o e o mapeamento das informa&ccedil;&otilde;es referentes ao estado e a&#768; conserva&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas nos munic&iacute;pios estudados, assim como dos elementos referentes ao uso da praia, caracterizaram o sistema de dunas como formado por cord&otilde;es de dunas descont&iacute;nuos, de topografia irregular e muito segmentada pela a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica e pela presen&ccedil;a de cursos de &aacute;gua intermitentes (sangradouros), al&eacute;m de uma forte press&atilde;o da urbaniza&ccedil;&atilde;o sobre a &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Permanente. Um exemplo da espacializa&ccedil;&atilde;o dos dados nos Planos de Manejo de Dunas dos munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal pode ser observado nas <a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f3.jpg" target="_blank">3</a>.</p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p>O munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa se caracteriza por uma matriz urbana, abrigando atividades sociais e produtivas, apresentando caracter&iacute;sticas de balne&aacute;rio para fins tur&iacute;sticos e de veraneio de segunda resid&ecirc;ncia, e de moradia fixa, esta &uacute;ltima em fase de expans&atilde;o. Os vazios urbanos apresentam dunas frontais e campo de dunas vegetadas bem preservadas, que representam um ambiente de interesse especial devido a&#768; presen&ccedil;a de banhados e campos de dunas significativos. Por n&atilde;o apresentar urbaniza&ccedil;&atilde;o consolidada e possuir grandes sangradouros associados, esta &aacute;rea permite um local de pouso e alimenta&ccedil;&atilde;o not&aacute;vel para a avifauna costeira. As classes utilizadas no mapeamento da orla de Cap&atilde;o da Canoa partiram da observa&ccedil;&atilde;o de campo e das demandas apresentadas pela prefeitura municipal. Essas informa&ccedil;&otilde;es subsidiaram a defini&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas mais degradadas e que necessitavam de interven&ccedil;&atilde;o imediata da prefeitura, a fim de preservar o campo de dunas frontais.</p>      <p>Nos balne&aacute;rios ao Norte deste munic&iacute;pio, os principais conflitos foram relacionados a ocorr&ecirc;ncias de falta de acesso a&#768; praia, manuten&ccedil;&atilde;o da drenagem de canais pluviais, geralmente associada a&#768; exist&ecirc;ncia de vias p&uacute;blicas sobre o sistema de dunas e utilizadas como acesso de ve&iacute;culos. Ao sul do munic&iacute;pio, os problemas relatados s&atilde;o relacionados com a demanda urban&iacute;stica e de lazer da orla, sendo necess&aacute;ria a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es do &ldquo;cal&ccedil;ad&atilde;o&rdquo; presente neste setor, com a recupera&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas frontal que o acompanha longitudinalmente, al&eacute;m da melhoria dos acessos a&#768; praia e manuten&ccedil;&atilde;o da drenagem pluvial.</p>      <p>Contrariamente, o munic&iacute;pio de Arroio do Sal apresenta uma orla extensa e bem preservada, com &aacute;reas de dunas frontais ainda pouco comprometidas, quando comparada com a orla de Cap&atilde;o da Canoa. Ficou constatado que, em Arroio do Sal, os maiores problemas de eros&atilde;o das dunas s&atilde;o causados por efeitos f&iacute;sicos naturais,como pelas mar&eacute;s meteorol&oacute;gicas, pelo deslocamento de sangradouro, que causam eros&atilde;o no sistema de dunas adjacentes, e pela expans&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;tica. Essas informa&ccedil;&otilde;es constatadas subsidiaram a valora&ccedil;&atilde;o e a qualifica&ccedil;&atilde;o das praias consideradas estrat&eacute;gicas por motivos ambientais ou tur&iacute;sticos, para identificar os melhores caminhos para o desenvolvimento das atividades espec&iacute;ficas da orla costeira e para a defesa e conserva&ccedil;&atilde;o desse ambiente. Os principais conflitos foram relacionados a&#768; falta de manuten&ccedil;&atilde;o da drenagem local. As &aacute;reas j&aacute; urbanizadas entram em conflito com canais pluviais j&aacute; existentes, devido a&#768; ocupa&ccedil;&atilde;o sobre as &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente (30 metros das margens desses corpos d&rsquo;&aacute;gua). Devido ao n&uacute;mero de sangradouros existentes e de diferentes aportes, foi sugerido o uso restrito de m&aacute;quinas para a abertura de canais apenas na zona de p&oacute;s-praia, com a finalidade de preservar o sistema de dunas frontais da eros&atilde;o provocada pela migra&ccedil;&atilde;o da desembocadura dos sangradouros na praia.</p>      <p>Os resultados do &iacute;ndice de vulnerabilidade,representado nas <a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f2.jpg" target="_blank">figura 2</a> e <a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f3.jpg" target="_blank">3</a>, integram o banco de dados,servindo de base para as avalia&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas dos diferentes setores dos munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal. Quanto maior o &iacute;ndice de vulnerabilidade, maior &eacute; a fragilidade do sistema, sendo as &aacute;reas com altos &iacute;ndices as que necessitam de maiores esfor&ccedil;os de interven&ccedil;&otilde;es / gest&atilde;o. Um exemplo dessa integra&ccedil;&atilde;o de dados s&atilde;o o tipo de morfologia da duna frontal e sua cobertura vegetal associada. Portanto, quando se conjugam morfologias erosivas e baixa cobertura vegetal &agrave; forte press&atilde;o de uso, indicam-se estas &aacute;reas com maior suscetibilidade a&#768; degrada&ccedil;&atilde;o e, portanto, priorit&aacute;rias a interven&ccedil;&otilde;es para a recupera&ccedil;&atilde;o do ambiente.</p>      
<p>Em ambos os munic&iacute;pios, os segmentos que apresentaram maior &iacute;ndice de vulnerabilidade est&atilde;o associados a&#768; maior press&atilde;o de uso antr&oacute;pico, como as &aacute;reas com implanta&ccedil;&atilde;o de cal&ccedil;ad&atilde;o, concentra&ccedil;&atilde;o elevada de quiosques de venda de bebidas e alimentos e &aacute;reas de lazer (ex: quadras de esporte) pr&oacute;ximas a&#768;s dunas ou sobre estas. Nessas &aacute;reas, com o aumento da oferta de servi&ccedil;os associados ao setor do turismo sazonal, aumenta o fluxo de pedestres e de ve&iacute;culos motorizados e, consequentemente, o n&uacute;mero de caminhos abertos sobre o sistema de dunas. Esses caminhos ampliam a degrada&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o existente e, posteriormente, contribuem para a forma&ccedil;&atilde;o de brechas no sistema de dunas.</p>      <p>Com uma grande quantidade de dados coletados, o uso do SIG possibilitou o gerenciamento dos recursos costeiros e a obten&ccedil;&atilde;o de dados m&uacute;ltiplos em grandes &aacute;reas e permitiu atualiza&ccedil;&otilde;es de forma r&aacute;pida. Esse processo tamb&eacute;m d&aacute; suporte a&#768;s atividades de campo, atrav&eacute;s da espacializa&ccedil;&atilde;o das unidades mapeadas, al&eacute;m da possibilidade de consulta ao banco de dados contendo informa&ccedil;&otilde;es referentes a cada entidade espacial de interesse.</p>      <p>O estabelecimento de limites imediatos pode ser &uacute;til para a determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de exclus&atilde;o para o uso e a ocupa&ccedil;&atilde;o, como, por exemplo, as &aacute;reas pr&oacute;ximas dos sangradouros, &aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o permanente ou &aacute;reas de risco de soterramento pela migra&ccedil;&atilde;o de dunas m&oacute;veis. Assim, propostas de gest&atilde;o nos diferentes setores da orla podem ser realizadas, e a espacializa&ccedil;&atilde;o das interven&ccedil;&otilde;es/ a&ccedil;&otilde;es sugeridas pode ser disposta espacialmente por meio do SIG e visualizadas na forma de mapas, sendo esta mais uma informa&ccedil;&atilde;o que comp&otilde;e o banco de dados final do projeto/ estudo. O exemplo dessa espacializa&ccedil;&atilde;o pode ser visualizado na <a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f4.jpg" target="_blank">figura 4</a>.</p>      
<p>A interven&ccedil;&atilde;o apresentada nesse setor (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f4.jpg" target="_blank">figura 4</a>) representa a situa&ccedil;&atilde;o de um importante sangradouro na divisa do balne&aacute;rio Praia do Barco e do Jardim Beira-Mar produzindo eros&atilde;o e recuo do sistema de dunas frontais. O diagn&oacute;stico identificou o sangradouro pluvial urbano interceptado pelas areias transportadas pelo vento nordeste, acarretando a deriva do fluxo da &aacute;gua para o sul e eros&atilde;o dos terrenos e ruas adjacentes. As a&ccedil;&otilde;es e estrat&eacute;gias de manejo apresentadas foram: a preserva&ccedil;&atilde;o de 30 m de cada margem do sangradouro, atendendo a&#768; legisla&ccedil;&atilde;o (C&oacute;digo Florestal, Lei n&ordm;. 4.771/65, art. 2&ordm;), e a constru&ccedil;&atilde;o de um anteparo para direcionar o fluxo da corrente na margem sul da sua desembocadura; reconstru&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea degradada por a&ccedil;&atilde;o do curso do sangradouro e estabiliza&ccedil;&atilde;o das dunas frontais a barlavento do sangradouro atrav&eacute;s de espalhamento de cobertura morta e alinhamento de esteiras de conten&ccedil;&atilde;o de areia transversais ao vento NE; replantio de mudas de esp&eacute;cies nativas (capim de praia &ndash; <i>Panicumracemosum</i>) na p&oacute;s-praia, protegido por esteiras de conten&ccedil;&atilde;o, instaladas a 6 metros da base do sistema de dunas remanescente, adjacentes ao sangradouro.</p>      
<p>O levantamento topogr&aacute;fico detalhado de um trecho do sistema de dunas resultou em um modelo digital do terreno que serviu de base para a realiza&ccedil;&atilde;o de uma modelagem da sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar causada por for&ccedil;antes meteorol&oacute;gicas, sendo que os resultados dessa modelagem indicaram que as &aacute;reas de sangradouros s&atilde;o as mais suscet&iacute;veis aos efeitos da eros&atilde;o causada pela sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>), sendo, dessa forma, poss&iacute;vel propor interven&ccedil;&otilde;es para remediar as consequ&ecirc;ncias negativas. Nesse caso, o uso do SIG foi essencial para a cria&ccedil;&atilde;o do modelo, demonstrando visualmente ao gestor como ocorre o avan&ccedil;o do mar sobre as dunas e a sua liga&ccedil;&atilde;o com o sangradouro &ndash; &aacute;rea mais fr&aacute;gil a este fen&ocirc;meno. A degrada&ccedil;&atilde;o desse ambiente ocorre em situa&ccedil;&otilde;es de eros&atilde;o na face de praia ou no sistema de dunas ocasionadas pelo aumento de fluxo de escoamento de &aacute;gua em epis&oacute;dios de chuva excessiva e agravadas pela sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar.</p>      
<p>Em &aacute;reas com alto grau de urbaniza&ccedil;&atilde;o, essas interven&ccedil;&otilde;es ocorrem, principalmente, no sentido de preservar a integridade do sistema de dunas; para tanto, foram sugeridas a&ccedil;&otilde;es como a instala&ccedil;&atilde;o de tubula&ccedil;&atilde;o para o escoamento pluvial sob a crista da duna frontal, mantendo a continuidade do sistema. Al&eacute;m disso, o direcionamento da passagem de pedestres atrav&eacute;s da implanta&ccedil;&atilde;o de estruturas como passarelas tamb&eacute;m &eacute; um tipo de interven&ccedil;&atilde;o que visa a&#768; manuten&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas, protegendo a orla.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por meio das t&eacute;cnicas de modelagem em SIG, tamb&eacute;m foi poss&iacute;vel avaliar as diferentes t&eacute;cnicas de manejo a serem empregadas, comparando dois ou mais tra&ccedil;ados prov&aacute;veis, no que se refere a seus efeitos na prote&ccedil;&atilde;o dos bens e im&oacute;veis presentes na por&ccedil;&atilde;o reversa do cord&atilde;o de dunas. A avalia&ccedil;&atilde;o dos poss&iacute;veis efeitos negativos que determinadas interven&ccedil;&otilde;es podem gerar serve para minimizar os preju&iacute;zos que essas interven&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o causar. Existem v&aacute;rias possibilidades para se avaliar antecipadamente os efeitos das interven&ccedil;&otilde;es, para evitar eventuais futuros efeitos negativos (Lang &amp; Blaschke, 2009). Considerando que os sangradouros s&atilde;o as &aacute;reas mais vulner&aacute;veis a&#768; sobre eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar, a caracteriza&ccedil;&atilde;o (n&uacute;mero, &aacute;rea da bacia de drenagem, &aacute;rea impermeabilizada) dos sangradouros existentes em um setor da costa e a inser&ccedil;&atilde;o dessas informa&ccedil;&otilde;es no SIG proporciona prever os poss&iacute;veis efeitos que prov&aacute;veis interven&ccedil;&otilde;es poder&atilde;o causar, como, por exemplo, a retiliniza&ccedil;&atilde;o dos canais de escoamento pluvial e direcionamento para uma &uacute;nica sa&iacute;da para o mar, tendo como objetivo diminuir a segmenta&ccedil;&atilde;o do sistema de dunas e, dessa forma, reduzir a vulnerabilidade a&#768; inunda&ccedil;&atilde;o da costa.</p>      <p>Como resultado final dos planos de gest&atilde;o de dunas, s&atilde;o disponibilizadas as t&eacute;cnicas de gest&atilde;o definidas para cada local em formato de planilha. Com a utiliza&ccedil;&atilde;o e disponibiliza&ccedil;&atilde;o de todos os dados do projeto em formato SIG, essas informa&ccedil;&otilde;es podem ser acessadas rapidamente, assim como alteradas caso o cen&aacute;rio ambiental seja modificado, ou caso as t&eacute;cnicas utilizadas n&atilde;o tenham atingido o resultado desejado.</p>      <p>A identifica&ccedil;&atilde;o de elementos ou a&ccedil;&otilde;es que se deseja visualizar torna-se fundamental para os gestores de &aacute;reas litor&acirc;neas, pelo fato de o ambiente de dunas ser muito din&acirc;mico, as ferramentas que permitam respostas r&aacute;pidas se tornam extremamente &uacute;teis (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f6.jpg" target="_blank">Figura 6</a>).</p>      
<p>Al&eacute;m disso, a complementa&ccedil;&atilde;o do banco de dados georreferenciados pode ser realizada com informa&ccedil;&otilde;es posteriores, referentes a&#768; implementa&ccedil;&atilde;o do plano, visando ao gerenciamento das informa&ccedil;&otilde;es relativas a&#768;s pr&oacute;prias estruturas implantadas efetivamente nos locais sugeridos no plano, como, por exemplo: extens&atilde;o e largura das passarelas, material das estruturas, data de implanta&ccedil;&atilde;o das estruturas, observa&ccedil;&otilde;es, entre outras. O gerenciamento da zona costeira pode ser mais efetivo quando realizado com base nas informa&ccedil;&otilde;es atualizadas no SIG.</p>     <p>4.1.1. SIG no Gerenciamento Costeiro</p>     <p>As zonas costeiras apresentam um caso especial para a manipula&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas por constitu&iacute;rem a zona de interface entre dois tipos contrastantes de ambientes terrestre e marinho (Tolvanen &amp; Kalliola, 2008). O SIG fornece uma valiosa forma de visualizar as informa&ccedil;&otilde;es e integr&aacute;-las em qualquer etapa do projeto, nomeadamente detec&ccedil;&atilde;o, avalia&ccedil;&atilde;o, planejamento, an&aacute;lise de uso, modelagem etc. (<a href="/img/revistas/rgci/v14n3/14n3a12f7.jpg" target="_blank">Figura 7</a>).</p>      
<p>Aplicado a&#768; gest&atilde;o de dunas, um SIG &eacute; capaz de integrar e consolidar os dados operacionais e hist&oacute;ricos, alimentando o processo de tomada de decis&otilde;es na gest&atilde;o de dunas, por exemplo, com informa&ccedil;&otilde;es gerenciais e estrat&eacute;gicas. Al&eacute;m disso, o SIG tamb&eacute;m pode integrar os dados de outros &oacute;rg&atilde;os, tais como os dos demais munic&iacute;pios da regi&atilde;o, de universidades e &oacute;rg&atilde;os governamentais. Para os munic&iacute;pios, as vantagens se encontram na facilita&ccedil;&atilde;o de armazenamento dos dados em um formato f&iacute;sico compacto, podendo ser mantidos e extra&iacute;dos a um custo menor e com uma maior velocidade; as planilhas e as informa&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas podem ser integradas e manipuladas simultaneamente; al&eacute;m do acompanhamento da evolu&ccedil;&atilde;o dos projetos de gest&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o ou acelera&ccedil;&atilde;o de degrada&ccedil;&otilde;es.</p>      <p>O uso do SIG ocupa, hoje, o topo da lista de ferramentas de apoio ao tratamento de informa&ccedil;&atilde;o espacial, existindo, atualmente, no mercado, uma vasta quantidade de <i>softwares</i>. As possibilidades de produtos que podem ser gerados em um SIG (mapas, modelos, tabelas, estat&iacute;sticas, entre outros) podem subsidiar a elabora&ccedil;&atilde;o de planos de gest&atilde;o, mas de maneira mais ampla, podem dar subs&iacute;dios ao gerenciamento costeiro</p>      <p>em geral. Produtos cartogr&aacute;ficos de apoio ao trabalho de campo, produtos finais de varia&ccedil;&atilde;o temporal de elementos costeiros (dunas, vegeta&ccedil;&atilde;o, linha de costa, etc.), al&eacute;m da inser&ccedil;&atilde;o de dados alfanum&eacute;ricos relacionados a&#768;s fei&ccedil;&otilde;es mapeadas e possibilidade de atualiza&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida da base de dados (entre outros exemplos de aplica&ccedil;&otilde;es) demonstram o extremo potencial de um SIG aplicado a&#768; gest&atilde;o costeira. Em um SIG, &eacute; poss&iacute;vel a integra&ccedil;&atilde;o e manipula&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida e eficaz de dados, de forma que a gera&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o subsidie tanto o diagn&oacute;stico quanto o gerenciamento de informa&ccedil;&otilde;es. A possibilidade de fazer atualiza&ccedil;&otilde;es, altera&ccedil;&otilde;es e reconstru&ccedil;&otilde;es de cen&aacute;rios de forma a proporcionar uma vis&atilde;o particular do problema discutido e a reavalia&ccedil;&atilde;o instant&acirc;nea de qualquer interfer&ecirc;ncia prevista &eacute; uma caracter&iacute;stica relevante do SIG, tornando-o muito vantajoso com rela&ccedil;&atilde;o a outros procedimentos/t&eacute;cnicas utilizados no diagn&oacute;stico e na avalia&ccedil;&atilde;o de ambientes.</p>      <p>Nesse contexto, o ordenamento da orla costeira pode ser facilitado pelo uso do SIG, uma vez que praticamente todas as informa&ccedil;&otilde;es sobre os ambientes costeiros podem ser georreferenciadas, constituindo um recurso fundamental do desenvolvimento sustent&aacute;vel e dando um contexto espacial ao amplo conte&uacute;do de informa&ccedil;&otilde;es ambientais necess&aacute;rias para o entendimento dessas &aacute;reas.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O uso dessa ferramenta tem sido aplicado nos mais diversos trabalhos em gerenciamento costeiro no mundo, em estudos com enfoques distintos. Como exemplos, pode-se citar: o estudo na <i>Catalunha</i>, Espanha, para dar suporte a decis&otilde;es governamentais, em virtude da press&atilde;o exercida pela ind&uacute;stria do turismo (Sarda <i>et al.</i>, 2005); na ba&iacute;a de Plenty, Nova Zel&acirc;ndia, para dar suporte ao desenvolvimento sustent&aacute;vel da aquicultura (Longdill <i>et al</i>., 2008); na praia de <i>Coquina</i>, Estados Unidos, utilizando SIG para modelar o sistema de dunas em virtude da eros&atilde;o ocasionada frequentemente pelas tempestades (Andrews <i>et al</i>., 2002); no lago Huron, Canad&aacute;, utilizou-se SIG para monitorar a forma&ccedil;&atilde;o e evolu&ccedil;&atilde;o de corredores de defla&ccedil;&atilde;o no sistema de dunas (Decha <i>et al</i>., 2005); outras aplica&ccedil;&otilde;es de SIG em estudos de sistemas e&oacute;licos tamb&eacute;m podem ser encontradas em S&aacute;nchez <i>et al</i>.(2005).</p>      <p>O sensoriamento remoto e SIG s&atilde;o muito utilizados tamb&eacute;m para monitorar mudan&ccedil;as ambientais e de uso da terra - movimenta&ccedil;&otilde;es da linha de costa, migra&ccedil;&atilde;o de canais de delta, expans&atilde;o urbana e modifica&ccedil;&otilde;es de uso da terra (Chen <i>et al</i>., 2005; Shalaby &amp; Tateishi, 2007; Rodr&iacute;guez <i>et al</i>., 2009; Marino &amp; Freire, 2013). Um estudo realizado na Gr&eacute;cia sumariza uma metodologia para fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o multidimensional em zonas costeiras utilizando ferramentas multi-crit&eacute;rio em ambiente SIG (Kitsiou <i>et al</i>., 2002). Outra aplica&ccedil;&atilde;o dos SIG&rsquo;s &eacute; na modelagem de dispers&atilde;o de &oacute;leo no oceano proveniente de vazamentos (Li <i>et al</i>., 2001) e a determina&ccedil;&atilde;o da sensibilidade costeira ao derramamento de &oacute;leo (Vafai <i>et al.</i>, 2013).</p>      <p>Investiga&ccedil;&otilde;es na zona costeira do Rio Grande do Sul (Brasil), visando dar subs&iacute;dios ao gerenciamento costeiro com a utiliza&ccedil;&atilde;o de SIG, v&ecirc;m sendo realizadas, enfocando diferentes quest&otilde;es. Farina (2002) realizou uma modelagem para a expans&atilde;o urbana no munic&iacute;pio de Rio Grande, litoral sul do Estado; Silva <i>et al</i>. (2011) realizaram um mapeamento do uso da terra e seus impactos na vulnerabilidade costeira como subs&iacute;dio ao gerenciamento de riscos e adapta&ccedil;&atilde;o costeira; no litoral m&eacute;dio do Estado, Silva &amp; Tagliani (2012) realizaram um estudo para o planejamento ambiental da regi&atilde;o; subs&iacute;dios proporcionados pelo uso de SIG e Sensoriamento Remoto para o planejamento costeiro no litoral do Rio Grande do Sul foram analisados no trabalho de Silva <i>et al</i>. (2012). Gianuca &amp; Tagliani (2012) avaliaram altera&ccedil;&otilde;es da paisagem em &aacute;reas adjacentes a regi&otilde;es com cultivo de <i>pinus</i>no litoral m&eacute;dio do Estado.</p>      <p>Para a elabora&ccedil;&atilde;o de um plano de manejo de dunas, enfoque deste artigo, diversas informa&ccedil;&otilde;es devem ser levantadas, tanto relacionadas a&#768; din&acirc;mica costeira quanto a&#768; din&acirc;mica urbana/humana da &aacute;rea. Assim, estudos com diversos enfoques realizados na &aacute;rea a ser estudada devem ser levantados e analisados na etapa de diagn&oacute;stico, os quais subsidiar&atilde;o o entendimento da referida &aacute;rea e, posteriormente, o planejamento da mesma (com a elabora&ccedil;&atilde;o do Plano de Manejo). A facilidade de integra&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es em ambiente SIG deve servir como est&iacute;mulo para que todos os estudos na zona costeira sejam elaborados neste  ambiente, gerando produtos georreferenciados e com banco de dados associado.</p>      <p>Os SIG&rsquo;s podem fornecer valiosas contribui&ccedil;&otilde;es no apoio a&#768;s tarefas e aos projetos de planejamento cada vez mais complexos (Lang &amp; Blaschke, 2009). Nesse contexto, a cria&ccedil;&atilde;o de um Sistema Integrador de Informa&ccedil;&otilde;es Geoambientais para o litoral do estado do Rio Grande do Sul, aplicado ao gerenciamento costeiro, traz em seu formato as concep&ccedil;&otilde;es dos modelos descritos, atrav&eacute;s da identifica&ccedil;&atilde;o das press&otilde;es exercidas sobre o sistema costeiro, das modifica&ccedil;&otilde;es impostas a ele por essas press&otilde;es e dos impactos geoambientais decorrentes dessas modifica&ccedil;&otilde;es. Os diagn&oacute;sticos e progn&oacute;sticos elaborados constituem a base para as decis&otilde;es e as a&ccedil;&otilde;es integradas de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas (respostas), em n&iacute;veis estadual, regional e municipal, devendo atender aos diversos instrumentos de planejamento, gerenciamento, fiscaliza&ccedil;&atilde;o e controles ambientais existentes na zona costeira (Souza, 2003).</p>      <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de um SIG pode promover e facilitar a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre as institui&ccedil;&otilde;es e, em longo prazo, pode permitir a integra&ccedil;&atilde;o de todas as informa&ccedil;&otilde;es em um &uacute;nico banco de dados estadual, auxiliando os &oacute;rg&atilde;os municipais e estaduais nas tomadas de decis&otilde;es. O elemento essencial em todo esse processo &eacute; a perspectiva de ocorrer colabora&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua e ben&eacute;fica entre os diferentes parceiros em uma escala temporal longa, al&eacute;m de que todos os conte&uacute;dos das informa&ccedil;&otilde;es estejam dispon&iacute;veis abertamente para a sociedade. Nesse contexto, um &ldquo;SIG din&acirc;mico&rdquo; (Gourmelon <i>et al</i>., 2013), elaborado com a colabora&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os/institui&ccedil;&otilde;es envolvidos e a sociedade local (por meio de entrevistas para delimita&ccedil;&atilde;o de zonas de usos &ndash; zona de atividade de pesca; &aacute;reas utilizadas para lazer etc. &ndash; e coleta de dados <i>in loco</i>), possibilita a integra&ccedil;&atilde;o de todos os dados e informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para um efetivo gerenciamento costeiro integrado.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>5. Considera&ccedil;&otilde;es finais </b></p>      <p>O desenvolvimento de projetos de gest&atilde;o no sistema de dunas passa pela integra&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise de grande quantidade de dados, como a caracteriza&ccedil;&atilde;o ambiental e de ocupa&ccedil;&atilde;o da orla, visando a sua setoriza&ccedil;&atilde;o e a determina&ccedil;&atilde;o de prioridades a&#768;s interven&ccedil;&otilde;es e a&#768;s demandas do munic&iacute;pio. A din&acirc;mica das formas e dos processos atuantes na costa requer atualiza&ccedil;&otilde;es de dados constantes e de baixo custo.</p>      <p>Os dados integrados em ambiente SIG (acessos a&#768; praia, cursos de &aacute;gua, ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares e loteamentos, usos dos ambientes de praia e dunas, presen&ccedil;a de quiosques, setoriza&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de pesca e de surfe, topografia, presen&ccedil;a de vegeta&ccedil;&atilde;o nas dunas, entre outros) serviram como base para a identifica&ccedil;&atilde;o e o ordenamento dos diferentes usos e das atividades desenvolvidas na orla costeira, assim como para a obten&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o das praias de acordo com seus  usos predominantes. Essa classifica&ccedil;&atilde;o possibilitou, em uma etapa posterior de an&aacute;lise e proposi&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es, o direcionamento das interven&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias a serem realizadas na &aacute;rea de estudo.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados obtidos no estudo de caso exposto nesse artigo demonstram que o SIG &eacute; uma tecnologia de apoio fundamental para qualquer estudo que pretenda resolver problemas ambientais relacionados a planos de gest&atilde;o de dunas.</p>      <p>Nos casos dos munic&iacute;pios de Cap&atilde;o da Canoa e Arroio do Sal, a delinea&ccedil;&atilde;o dos problemas existentes foi facilmente mapeada, de forma r&aacute;pida e econ&ocirc;mica, possibilitando f&aacute;cil acesso e interpreta&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es elaboradas, auxiliando os gestores e a comunidade na identifica&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros que mais alteram o equil&iacute;brio desses sistemas naturais. Os munic&iacute;pios aqui estudados apresentam uma extensa orla com distintos graus de urbaniza&ccedil;&atilde;o, com suas &aacute;reas naturais de dunas frontais exibindo graves problemas de eros&atilde;o, causados tanto por efeitos naturais, como os efeitos das ondas de ressacas, quanto por efeitos antr&oacute;picos, causados pelo deslocamento dos sangradouros e pela supress&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, al&eacute;m de uma descaracteriza&ccedil;&atilde;o do ambiente pelo plantio de vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;tica.</p>      <p>Com o intuito de preservar esse ambiente, deve-se realizar o controle das atividades de uso da orla e a recupera&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas degradadas com a utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de gest&atilde;o, tais como: instala&ccedil;&atilde;o de esteiras de conten&ccedil;&atilde;o, plantio de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa e retirada de vegeta&ccedil;&atilde;o ex&oacute;tica, controle para que n&atilde;o ocorra um avan&ccedil;o da urbaniza&ccedil;&atilde;o sobre as &aacute;reas das dunas frontais, instala&ccedil;&atilde;o de passarelas sobre as dunas e de acessos funcionais para carros oficiais (ex: ve&iacute;culos autorizados, como ambul&acirc;ncias, fiscaliza&ccedil;&atilde;o e policiamento).</p>      <p>No &acirc;mbito municipal, as vantagens se encontram na facilita&ccedil;&atilde;o de armazenamento dos dados em um formato f&iacute;sico compacto, podendo ser mantidos e extra&iacute;dos a um custo menor e com uma maior velocidade. As planilhas e as informa&ccedil;&otilde;es gr&aacute;ficas podem ser integradas e manipuladas simultaneamente, al&eacute;m do acompanhamento da evolu&ccedil;&atilde;o dos projetos de gest&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o ou acelera&ccedil;&atilde;o de degrada&ccedil;&otilde;es. Indo ao encontro da concep&ccedil;&atilde;o de um sistema integrador de informa&ccedil;&otilde;es para a gest&atilde;o costeira, a utiliza&ccedil;&atilde;o de um SIG revela-se como essencial, possibilitando promover e facilitar a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre institui&ccedil;&otilde;es /munic&iacute;pios, e, em longo prazo, pode permitir a integra&ccedil;&atilde;o de todas as informa&ccedil;&otilde;es em um &uacute;nico banco de dados estadual, auxiliando os &oacute;rg&atilde;os municipais, estaduais e at&eacute; mesmo federais nas avalia&ccedil;&otilde;es da zona costeira e nas tomadas de decis&atilde;o.</p>      <p>Assim, a estrutura de projetos em SIG permitir&aacute; a atualiza&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida dos bancos de dados e dos produtos b&aacute;sicos gerados e, automaticamente, gerar&aacute; todos os produtos intermedi&aacute;rios e finais. Com a identifica&ccedil;&atilde;o das press&otilde;es, das modifica&ccedil;&otilde;es ambientais e dos impactos das atividades antr&oacute;picas na zona costeira, as respostas e as a&ccedil;&otilde;es de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas poder&atilde;o ser melhor direcionadas rumo a&#768; implementa&ccedil;&atilde;o de um gerenciamento integrado da zona costeira mais consistente, que possa conduzir a um desenvolvimento sustent&aacute;vel mais efetivo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>      <!-- ref --><p>Almeida, L.E.S.B; Rosauro, N.L.; Toldo J.R., E.E.; Gruber, N.S. (1999) -Avalia&ccedil;&atilde;o da profundidade de fechamento para o litoral Norte do Rio Grande do Sul. <i>Anais do XIII Simp&oacute;sio Brasileiro de Recursos H&iacute;dricos</i>, Belo Horizonte, MG, Brasil; Publicado em CD-ROM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-8872201400030001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Andrews, B.D.; Gares, P.A.; Colby, J.D. (2002) - Techniques for GIS modeling of coastal dunes. <i>Geomorphology</i>, 48(1-3):289-308. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0169-555X(02)00186-1" target="_blank">10.1016/S0169-555X(02)00186-1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-8872201400030001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>CONAMA (2002) - <i>Resolu&ccedil;&atilde;o N&ordm; 303, de 20 de mar&ccedil;o de 2002. Disp&otilde;e sobre par&acirc;metros, defini&ccedil;&otilde;es e limites de &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente</i>. DOU n<sup>o</sup> 90, de 13 de maio de 2002, Se&ccedil;&atilde;o 1, p&aacute;gina 68. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res02/res30302.html" target="_blank">http://www.mma.gov.br/ port/conama/res/res02/res30302.html</a></p>      <!-- ref --><p>Calliari, L.J.; Pereira, P.S.; de Oliveira, A.O.; Figueiredo S.A. (2005) - Variabilidade das dunas frontais no litoral norte e m&eacute;dio do Rio Grande do Sul, Brasil. <i>Gravel</i> (ISSN: 1678-5975), 3:15-30, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-8872201400030001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>C&acirc;mara, G. (1995) - <i>Modelos, Linguagens e arquiteturas para bancos de dados geogr&aacute;ficos</i>. 264p., Tese de Doutorado, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.dpi.inpe.br/teses/gilberto/" target="_blank">http://www.dpi.inpe.br/ teses/gilberto/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-8872201400030001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Decha, J.P.; Mauna, M.A.; Pazner, M.I. (2005) - Blowout dynamics on lake Huron sand dunes: analysis of digital multispectral data from color air photos. <i>Catena</i>, 60(2):165-180. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.catena.2004.11.004" target="_blank">10.1016/j.catena.2004.11.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-8872201400030001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Devillers, R.; Lee, C.; Canessa, R.; Sherin, A. (eds.) (2013) - <i>CoastGIS Conference 2013: Monitoring and Adapting to Change on the Coast</i>. 230p., Victoria, British Columbia, Canada. Dispon&iacute;vel em <a href="http://coinatlantic.ca/coastgis2013/docs/proceedings.pdf" target="_blank">http://coinatlantic.ca/coastgis2013/docs /proceedings.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-8872201400030001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dueker, K.J. (1979) - Land resources information systems: a review of fifteen years' experience. <i>Geo-Processing</i> (ISSN 0165-2273), 1(2):105-128, Amsterdam, Netherlands.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-8872201400030001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Farina, F.C. (2002) - <i>Utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas de geoprocessamento para sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas adequadas &agrave; expans&atilde;o urbana: caso do munic&iacute;pio de Rio Grande - RS</i>. 124p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. <i>N&atilde;o publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-8872201400030001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>FEPAM (2004) - <i>Documento Normativo para a elabora&ccedil;&atilde;o de Planos de Manejo de Dunas</i>. 2p., Funda&ccedil;&atilde;o Estadual de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental do Rio Grande do Sul (FEPAM), Porto Alegre, RS, Brasil. <i>N&atilde;o Publicado.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-8872201400030001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>      <!-- ref --><p>Fernandes, L.R.; Amaral R.F. (2013) - Paisagem costeira do litoral oriental do estado do Rio Grande do Norte (Brasil): Evolu&ccedil;&atilde;o temporal e padr&otilde;es espaciais dos campos de dunas m&oacute;veis. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 13(1):45-59. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci340" target="_blank">10.5894/rgci340</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201400030001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Franchini, R.A.L. (2010) - <i>Diagn&oacute;stico de vulnerabilidade das dunas frontais do munic&iacute;pio de Arroio do Sal: contribui&ccedil;&atilde;o para o plano de manejo de dunas</i>. 99p., Trabalho de conclus&atilde;o de gradua&ccedil;&atilde;o, Curso de Geografia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em &nbsp;<a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/28452" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/28452</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201400030001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freire, O.D.S. (coord.) (2006) - <i>Projeto Orla: Fundamentos para Gest&atilde;o Integrada</i>. Minist&eacute;rio do Meio Ambiente - Secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos / Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o. 74p., Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/spu/publicacao/081021_PUB_ProjOrla_fundamentos.pdf" target="_blank">http://www.planejamento.gov.br/ secretarias/upload/Arquivos/spu/publicacao/081021_PUB_ProjOrla_fundamentos.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-8872201400030001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gianuca, K.S.; Tagliani, C.R.A. (2012) - An&aacute;lise em um Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (SIG) das altera&ccedil;&otilde;es na paisagem em ambientes adjacentes a plantios de pinus no Distrito do Estreito, munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 12(1):43-55. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci285" target="_blank">10.5894/rgci285</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-8872201400030001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gourmelon, F.; Le Guyader, D; Fontenelle, G. (2013) - A dynamic GIS as an efficient tool for ICZM (Bay of Brest, Western France)? <i>CoastGIS Conference 2013: Monitoring and Adapting to Change on the Coast</i>, pp.92-95, Victoria, British Columbia, Canada. Available at <a href="http://coinatlantic.ca/coastgis2013/docs/proceedings.pdf" target="_blank">http://coinatlantic.ca/coastgis2013/ docs/proceedings.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-8872201400030001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gruber, N.L.S; Strohaecker, T.M; Tabajara, L.L.C.A.; Portz, L, Manzolli, R.P; Cheiran Pereira, F.C; Rekowsky, L.; Dadda, M.D.; Chites, R.; Oliveira, R.M.; Franchini, R.A.L. (2010a) - <i>Diagn&oacute;stico para o plano de manejo das dunas frontais do munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa-RS.</i> CECO/IG/UFRGS, Prefeitura Municipal de Capão da Canoa, Documento Técnico, 104p., Porto Alegre, RS, Brasil. <i>Unpublished</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201400030001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gruber, N.L.S; Strohaecker, T.M; Tabajara, L.L.C.A.; Portz, L, Manzolli, R.P; Cheiran Pereira, F.C; Rekowsky, L.; Dadda, M.D.; Chites, R.; Oliveira, R.M.; Franchini, R.A.L.&nbsp; (2010b) - <i>Plano De Manejo Das Dunas Frontais Do Munic&iacute;pio De Cap&atilde;o da Canoa-RS.</i> CECO/IG/UFRGS, Prefeitura Municipal de Cap&atilde;o da Canoa, Documento T&eacute;cnico, 84p., Porto Alegre, RS, Brasil. <i>Unpublished</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-8872201400030001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Gruber, N.L.S; Strohaecker, T.M; Tabajara, L.L.C.A.; Portz, L, Manzolli, R.P; Zasso, L.; Oliveira, J.F.; Oliveira, R.M.; Franchini, R.A.L.; Caetano, F.S.; Pereira, F.C; Monteiro, L.; Hahn, A.R.;&nbsp; Ferronatto, J.P.F.&nbsp; (2011a) -&nbsp; <i>Diagn&oacute;stico para plano de manejo das dunas frontais do munic&iacute;pio de Arroio do Sal-RS.</i>  CECO/IG/UFRGS, Prefeitura Municipal de Capão da Canoa, Documento Técnico, 164p., Porto Alegre, RS, Brasil. <i>Unpublished</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-8872201400030001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <p>Gruber, N.L.S; Strohaecker, T.M; Tabajara, L.L.C.A.; Portz, L, Manzolli, R.P; Zasso, L.; Julio Fernandes de Oliveira, J.F.; Oliveira, R.M.; Franchini, R.A.L.; Caetano, F.S. Pereira, F.C; Monteiro,L.; Hahn, A.R.;&nbsp; Ferronatto, J.P.F. (2011b) -&nbsp; <i>Plano de Manejo das Dunas Frontais do Munic&iacute;pio de Arroio do Sal-RS</i>.&nbsp; CECO/IG/UFRGS, Prefeitura Municipal de Cap&atilde;o da Canoa, Documento T&eacute;cnico, 124p., Porto Alegre, RS, Brasil. <i>Unpublished</i>.</p>      <!-- ref --><p>Hesp, P.A. (2002) - Foredunes and blowouts: initiation, geomorphology and dynamics. <i>Geomorphology,</i> 48(1-3):245-268. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0169-555X(02)00184-8" target=_blank>10.1016/S0169-555X(02)00184-8</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-8872201400030001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Hesp, P.A. (1988) - Morphology, dynamics and internal stratification of some established foredunes in southeast Australia. <i>Sedimentary Geology</i>, 55(1-2):17-41. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0037-0738(88)90088-7" target=_blank>10.1016/0037-0738(88)90088-7</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-8872201400030001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kitsiou, D.; Coccossis, H.; Karydis, M. (2002) - Multi-dimensional evaluation and ranking of coastal areas using GIS and multiple criteria choice methods.<i> The Science of the Total Environment</i>, 284(1-3):1-17. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0048-9697(01)00851-8" target="_blank">10.1016/S0048-9697(01)00851-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-8872201400030001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lang, S.; Blaschke, T. (2009) - <i>An&aacute;lise da paisagem com SIG</i>. 424p., Oficina de Textos, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. ISBN: 8586238783.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201400030001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Li, R.; Di, K.; Ma, R. (2001) - A Comparative Study of Shoreline Mapping Techniques. <i>In</i>: Darius J. Bartlett; Jennifer L. Smith (org.), <i>GIS for coastal zone management</i>, pp.53-60, Chapter 3, CRC Press, New York, USA. ISBN 0-415-31972-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201400030001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Longdill, P.C.; Healy, T.R.; Black, K.P. (2008) - An integrated GIS approach for sustainable aquaculture management area site selection. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 51:612-24. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201400030001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marino, M.T.R.D.; Freire, G.S.S. (2013) - Analysis of the shoreline evolution between the Future and Porto das Dunas Beaches, Fortaleza Metropolitan Region (FMR), Cear&aacute; State, Brazil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 13(1):113-129. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci373" target="_blank">10.5894/rgci373</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201400030001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pan, P.S.Y. (2001) - Monitoring Coastal Environments Using Remote Sensing and GIS. <i>In</i>: Darius J. Bartlett; Jennifer L. Smith (org.), <i>GIS for coastal zone management</i>, pp.61-75, Chapter 4, CRC Press, New York, USA. ISBN 0-415-31972-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-8872201400030001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Parise, C.K.; Calliari, L.J.; Krusche, N. (2009) - Extreme storm surges in the south of Brazil: atmospheric conditions and shore erosion. <i>Brazilian Journal of Oceanography</i>, 57(3):75-188. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1679-87592009000300002" target="_blank">10.1590/S1679-87592009000300002</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-8872201400030001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <p>Phinn, S.R.; Menges, C.; Hill, G.J.E.; Stanford, M. (2000) - Optimizing remotely sensed solutions for monitoring, modeling, and managing coastal environments. <i>Remote Sensing Envi-ronment</i>,<i></i>73:117&ndash;32. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0034-4257(00)00087-0" target=_blank>10.1016/S0034-4257(00)00087-</a>0.</p>      ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Serpa, C.G. (2008) - <i>Estudo da influ&ecirc;ncia dos fatores clim&aacute;ticos e hidrol&oacute;gicos no ciclo morfodin&acirc;mico praial de um sangradouro intermitente, praia do Cassino, Brasil.</i> 97p. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Engenharia Oce&acirc;nica da Universi-dade Federal do Rio Grande, Rio Grande, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.engenhariaoceanica.furg.br/arquivos/serpa,c.g.pdf" target="_blank">http://www.engenhariaoceanica.furg.br/arquivos/serpa,c.g.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201400030001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <p>Shalaby, A.; Tateishi, R. (2007) - Remote sensing and GIS for mapping and monitoring land cover and land-use changes in the Northwestern coastal zone of Egypt. <i>Applied Geography</i>, 27(1):28&ndash;41. DOI:<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.apgeog.2006.09.004" target="_blank">10.1016/j.apgeog.2006.09.004</a></p>      <!-- ref --><p>Silva, T.S.; de Freitas, D.; Tagliani, P.R.A.; Farina, F.C.; Ayup-Zouain, R.N. (2011) - Land use change impact on coastal vulnerability: subsidies for risk management and coastal adaptation. <i>International Symposium for GIS and Computer Mapping for Coastal Zone Management,</i>pp. 54-59, Oostende, B&eacute;lgica. Publicado em CD-ROM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201400030001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Silva, T.S.; Rosa, M.L.; Farina, F. (2012) - GIS applied to integrated coastal zone and ocean management: mapping, change detection and spatial modeling for coastal management in southern Brazil. <i>In:</i> Alam, B.M. (Ed.), <i>Application of Geographic Information Systems</i>, pp.219-240, InTech, Rijeka, Croatia. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5772/47840" target="_blank">10.5772/47840</a>. Available at: <a href="http://www.intechopen.com/books/application-of-geographic-information-systems/gis-applied-to-integrated-coastal-zone-and-ocean-management-mapping-change-detection-and-spatial-mod" target="_blank">http://www.intechopen.com/books /application-of-geographic-information-systems/gis-applied-to-integrated-coastal-zone-and-ocean-management-mapping-change-detection-and-spatial-mod</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-8872201400030001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Silva, T.S.; Tagliani, P.R.T. (2012) - Environmental planning in the medium littoral of the Rio Grande do Sul coastal plain - Southern Brazil: elements for coastal management. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 59: 20-30. 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(2003) - Um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geoambientais para o litoral de S&atilde;o Paulo. <i>Congresso da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Estudos do Quatern&aacute;rio,</i> Recife, PE, Brasil. Publicado em CD-ROM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-8872201400030001200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tabajara, L.L.; Gruber, N.S.; Portz, L. (2012) - Dunas frontais de Xangri-L&aacute;, litoral Norte do RS: invent&aacute;rio, classifica&ccedil;&atilde;o e escolha de &aacute;reas priorit&aacute;rias ao manejo. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN 1518-2398), 39(1):35-52, Porto Alegre, RS, Brasil. 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(1993) - Par&acirc;metros morfodin&acirc;micos da praia de Imb&eacute;-RS. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN 1518-2398), 20(1):27-32, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-8872201400030001200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tolvanen, H.; Kalliola, R. (2008) - A structured approach to geographical information in coastal research and management. <i>Ocean &amp; Coastal Management,</i> 51(6):485-494. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2008.04.001" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2008.04.001</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-8872201400030001200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tomazelli, L.J.; Villwock, J. A. (1992) - Considera&ccedil;&otilde;es sobre o ambiente praial e a deriva litor&acirc;nea ao longo do litoral norte do Rio Grande do Sul. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i>(ISSN 1518-2398), 19(1):3-12, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1646-8872201400030001200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Vafai, F.; Hadipour, V.; Hadipour, A. (2013) - Determination of shoreline sensitivity to oil spills by use of GIS and fuzzy model. Case study &ndash; The coastal areas of Caspian Sea in north of Iran. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 71:123-130. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2012.05.033" target="_blank">10.1016/ j.ocecoaman.2012.05.033</a></p>      <!-- ref --><p>Villwock, J.A. (1984) - Geology of the coastal province of Rio Grande do Sul. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i>(ISSN 1518-2398), 16: 5-49, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-8872201400030001200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Villwock, J.A. (1994) - A costa brasileira: geologia e evolu&ccedil;&atilde;o. <i>Notas T&eacute;cnicas</i> (ISSN 0104-4303), 7:38-49, CECO/IG/UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-8872201400030001200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Weschenfelder, J.; Zouain, R.N.A. (2002) - Variabilidade Morfodin&acirc;mica das Praias Oce&acirc;nicas entre Imb&eacute; e Arroio do Sal, RS, Brasil. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN 1518-2398), 29(1): 3-13, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-8872201400030001200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Wright, L.D.; Short, A.D. (1984) - Morphodynamic variability of beaches and surfzones: A synthesis. <i>Marine Geology,</i> 56(1-4):93-118. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0025-3227(84)90008-2" target=_blank>10.1016/0025-3227(84)90008-2</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-8872201400030001200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="0"></a><a href="#top0">*</a>Submission: 10 OCT 2013; Peer review: 8 NOV 2013; Revised: 3 FEB 2014; Accepted: 7 MAR 2014; Available on-line: 8 APR 2014</p>      ]]></body><back>
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