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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Turismo em áreas balneares: uma análise da interação entre residentes e visitantes na Praia do Tofo, Moçambique]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Tourism is a contemporary way of resource utilization that has been described as being positive and negative at the same time. In this sense, this activity can at the same time provide positive negative to the territory where it occurs and also be the driving force for the degradation of the same territory. Though, tourism development relies on the specificities of each region and can only be viable when there are enough resources to provide tourism vocation, resources that can be natural, human, historic and cultural. The economic usage of these resources requires that basic conditions be secured with focus on economic and sociocultural infrastructures. Among all segments of tourism, coastal tourism has been one of the most developing, deserving, actually, special attention due to the fragility of the ecosystem and the relative isolation of native people living in these areas. In this context, while tourism activity has its essence in human interactions especially in relationships that are established between populations (residents and visitors), since admittedly tourism generates many impacts on places where it happens, what causes its recognition as an activity that exists for the good and bad of tourist destinations. Praia do Tofo represents a suitable space for understanding the impacts that tourism can cause, as well as to understand how residents and visitors interact in the same environment, in that it is a mass tourist destination considered priority area for development of tourism by already present some degree of tourist development and offer some support infrastructure. Thus, the interest in the subject of this article is å need to reflect about social tourism relations, with emphasis on the contact between residents and visitors, communities seeking to build a base of knowledge that can contribute to the improvement of management processes of beaches so that they ensure the satisfaction of those who attend. Given these assumptions, the article attempts to identify the degree of satisfaction of holidaymakers compared their recreational experience the satisfaction of holidaymakers toward some features from the beach, the degree of acceptance of different levels of human settlement and the perception thereof in relation to the occurrence of different patterns of behaviour. To achieve these objectives, the methodology was applied based on social carrying capacity assessment and in the implementation of interviews to various users of the beach by following three key procedures, namely (i) application of questionnaires to realize aspects linked to previous visits, activities involved and meeting with other groups; (ii) assessment of the degree of satisfaction in relation to recreational experience and importance and satisfaction regarding some features from the beach; and (iii) evaluation of the perception of vacationers in relation to patterns of behaviour displayed by other users at the beach. The results indicate that the overall satisfaction of both groups in relation to their recreational experience was positive, both groups share the same feeling about the degree of human settlement on the beach (ranging from 78 to 312 people/182 x 457m) and not yet occur, on the beach, negative behaviours on the part of its users. These results suggest that both groups (residents and visitors) coexist peacefully at Praia do Tofo and that management institutions should introduce mechanisms to prevent negative behaviour patterns, as a way to maintain the stable equilibrium existing between groups currently.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[destinos turísticos]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b> / ARTICLE</p>     <p><b>Turismo em &aacute;reas balneares: uma an&aacute;lise da intera&ccedil;&atilde;o   entre residentes e visitantes na Praia do Tofo, Mo&ccedil;ambique<a href="#0">*</a><a name="top0"></a></b></p>     <p><b>Tourism in bathing areas: analysis of the interaction between    residents and visitors at Praia do Tofo, Mozambique</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Daniel Augusta Zacarias</b><sup>@,1</sup></p>     <p>@ Corresponding author, to whom correspondence should be addressed: &lt;<a href="mailto:daniel.zacarias15@gmail.com">daniel.zacarias15@gmail.com</a>&gt;.</p>     <p><sup>1</sup>Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane, Cidade de Inhambane, Bairro Chalambe-1, Av. Samora Machel, Caixa Postal 75, Mo&ccedil;ambique.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade />     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O desenvolvimento do turismo gera in&uacute;meros impactos nos locais onde acontece, o que faz com que o turismo seja reconhecido como uma atividade que existe para o bem e para o mal de destinos tur&iacute;sticos. A Praia do Tofo representa um espa&ccedil;o apropriado para a compreens&atilde;o dos impactos que o turismo pode causar, bem como para perceber Como os residentes e visitantes interagem no mesmo ambiente. &Eacute; sobre esta abordagem que este artigo se fundamenta, tendo como objectivos identificar o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o global e espec&iacute;fico dos utilizadores da praia, o grau de aceita&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis diferentes de aglomera&ccedil;&atilde;o humana e a percep&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia de diferentes padr&otilde;es de comportamento. Fundamentados no conceito de capacidade de carga social e na aplica&ccedil;&atilde;o de entrevistas aos diversos utilizadores do espa&ccedil;o tur&iacute;stico, os resultados indicam que a satisfa&ccedil;&atilde;o global de ambos grupos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua experi&ecirc;ncia recreativa foi positiva, que ambos grupos partilham o mesmo sentimento em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de aglomera&ccedil;&atilde;o humana na praia (variando de 78 a 312 pessoas/ 182 x 457m) e que ainda n&atilde;o ocorrem, na praia, comportamentos negativos por parte dos seus utilizadores. Estes resultados sugerem que ambos grupos (residentes e visitantes) coexistem pacificamente na Praia do Tofo e que as entidades gestoras devem introduzir mecanismos para evitar a ocorr&ecirc;ncia de padr&otilde;es de comportamento desviantes, como forma de manter o equil&iacute;brio est&aacute;vel atualmente existente entre os grupos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> destinos tur&iacute;sticos, processos de desenvolvimento do turismo, rela&ccedil;&otilde;es sociais no turismo, normas sociais, capacidade de carga social</p> <hr size="1" noshade />     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Tourism is a contemporary way of resource utilization that has been described as being positive and negative at the same time. In this sense, this activity can at the same time provide positive negative to the territory where it occurs and also be the driving force for the degradation of the same territory. Though, tourism development relies on the specificities of each region and can only be viable when there are enough resources to provide tourism vocation, resources that can be natural, human, historic and cultural. The economic usage of these resources requires that basic conditions be secured with focus on economic and sociocultural infrastructures. Among all segments of tourism, coastal tourism has been one of the most developing, deserving, actually, special attention due to the fragility of the ecosystem and the relative isolation of native people living in these areas. In this context, while tourism activity has its essence in human interactions especially in relationships that are established between populations (residents and visitors), since admittedly tourism generates many impacts on places where it happens, what causes its recognition as an activity that exists for the good and bad of tourist destinations. Praia do Tofo represents a suitable space for understanding the impacts that tourism can cause, as well as to understand how residents and visitors interact in the same environment, in that it is a mass tourist destination considered priority area for development of tourism by already present some degree of tourist development and offer some support infrastructure. Thus, the interest in the subject of this article is &aring; need to reflect about social tourism relations, with emphasis on the contact between residents and visitors, communities seeking to build a base of knowledge that can contribute to the improvement of management processes of beaches so that they ensure the satisfaction of those who attend. Given these assumptions, the article attempts to identify the degree of satisfaction of holidaymakers compared their recreational experience the satisfaction of holidaymakers toward some features from the beach, the degree of acceptance of different levels of human settlement and the perception thereof in relation to the occurrence of different patterns of behaviour. To achieve these objectives, the methodology was applied based on social carrying capacity assessment and in the implementation of interviews to various users of the beach by following three key procedures, namely (i) application of questionnaires to realize aspects linked to previous visits, activities involved and meeting with other groups; (ii) assessment of the degree of satisfaction in relation to recreational experience and importance and satisfaction regarding some features from the beach; and (iii) evaluation of the perception of vacationers in relation to patterns of behaviour displayed by other users at the beach. The results indicate that the overall satisfaction of both groups in relation to their recreational experience was positive, both groups share the same feeling about the degree of human settlement on the beach (ranging from 78 to 312 people/182 x 457m) and not yet occur, on the beach, negative behaviours on the part of its users. These results suggest that both groups (residents and visitors) coexist peacefully at Praia do Tofo and that management institutions should introduce mechanisms to prevent negative behaviour patterns, as a way to maintain the stable equilibrium existing between groups currently.</p>     <p><b>Keywords:</b> tourism destinations, processes of tourism development, social relations in tourism, social norms, social carrying capacity.</p> <hr size="1" noshade />     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O desenvolvimento da atividade tur&iacute;stica tem sido considerado pilar de desenvolvimento para as regi&otilde;es que apresentam amenidades suficientes para motivar a movimenta&ccedil;&atilde;o de pessoas de um lugar para outro com motiva&ccedil;&otilde;es de lazer. Neste contexto, os pa&iacute;ses que re&uacute;nem estas caracter&iacute;sticas t&ecirc;m envidado esfor&ccedil;os no sentido de atrair maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de visitantes como estrat&eacute;gia para angaria&ccedil;&atilde;o de divisas e fomento do desenvolvimento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Entretanto, nestes pa&iacute;ses, pouca aten&ccedil;&atilde;o se d&aacute; aos efeitos que o aumento massivo de turistas pode originar nos locais de visita&ccedil;&atilde;o, a rela&ccedil;&atilde;o entre turismo e qualidade de vida das comunidades receptoras, nem o efeito que o massivo afluxo de turistas pode ter no grau de satisfa&ccedil;&atilde;o e fideliza&ccedil;&atilde;o dos clientes.</p>     <p>Neste sentido, a degrada&ccedil;&atilde;o ambiental, o desrespeito &agrave;s normas e padr&otilde;es culturais das comunidades residentes, a sazonalidade e a massifica&ccedil;&atilde;o dos locais de visita&ccedil;&atilde;o s&atilde;o aspectos que come&ccedil;am a despertar aten&ccedil;&atilde;o, num contexto de sustentabilidade. Por exemplo, nos &uacute;ltimos 50 anos os humanos modificaram os ecossistemas mais r&aacute;pida e extensivamente que em qualquer outro per&iacute;odo da hist&oacute;ria, motivados principalmente pela necessidade de responder ao crescimento r&aacute;pido da procura de alimento, &aacute;gua, madeira, e combust&iacute;vel, induzido pelo crescimento demogr&aacute;fico e econ&oacute;mico (Agardy &amp; Alder, 2005).</p>     <p>Esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; claramente reproduzida no contexto de turismo, em especial no turismo costeiro, pois, tal como refere o CSIL [Centre for Industrial Studies &amp; Touring Servizi] (2008), as regi&otilde;es costeiras abarcam um vasto conjunto de contextos socioecon&oacute;micos, com diferentes necessidades e padr&otilde;es de desenvolvimento regional, sendo extremamente importantes para os seus moradores.</p>     <p>Para Albuquerque (2004), o papel das zonas costeiras &eacute; muito diversificado, sendo &aacute;reas que pela sua riqueza natural, tanto a n&iacute;vel de fauna como de flora, pelas suas potencialidades a n&iacute;vel recreativo e de lazer e pela sua grande acessibilidade s&atilde;o escolhidas por uma grande parte da popula&ccedil;&atilde;o para viver ou apenas para visitar. Deste modo, tornam-se zonas preferenciais para a cria&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho, crescimento econ&oacute;mico e melhoria da qualidade de vida das suas popula&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Entretanto, estas caracter&iacute;sticas de extrema import&acirc;ncia se convertem nos principais desafios para gest&atilde;o do turismo costeiro uma vez que a elevada atratividade destas &aacute;reas constitui tamb&eacute;m um factor de atra&ccedil;&atilde;o de viajantes de todo o mundo. Como foi referido anteriormente, existe uma necessidade de monitoria destes fluxos tur&iacute;sticos como mecanismo para garantir a sobreviv&ecirc;ncia dos ecossistemas, melhoramento da qualidade de vida das comunidades e gest&atilde;o territorial.</p>     <p>Considerando que a praia &eacute; um ambiente sedimentar costeiro de composi&ccedil;&atilde;o variada, formado mais comummente por areia, e condicionado pela intera&ccedil;&atilde;o dos sistemas de ondas incidentes sobre a costa e que enquanto espa&ccedil;o de lazer e destino tur&iacute;stico e de recreio, por si s&oacute; constitui um recurso natural capaz de integrar outros, embora necessite de um sistema de gest&atilde;o que estabele&ccedil;a o equil&iacute;brio entre a componente ambiental, social e econ&oacute;mica, a implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias apropriadas para gest&atilde;o das atividades tur&iacute;sticas nestes espa&ccedil;os &eacute; prioridade (Zacarias, 2013). Neste contexto, a gest&atilde;o de praias constitui um espectro de conflito potencial que reflete a tomada de decis&otilde;es de empreender ou n&atilde;o a&ccedil;&otilde;es que se associam e regem os objetivos pol&iacute;ticos e as capacidades socioecon&oacute;micas e ambientais (Williams &amp; Micallef, 2009), na medida em que busca manter ou melhorar a praia como um recurso recreativo e como meio de prote&ccedil;&atilde;o costeira, ao mesmo tempo que oferece instala&ccedil;&otilde;es que atendam &agrave;s necessidades e aspira&ccedil;&otilde;es dos utilizadores da praia (Bird, 1996).</p>     <p>Segundo Cazelais (2009), os espa&ccedil;os de praias e paisagens circundantes s&atilde;o utilizados pelos residentes e pelos visitantes, situa&ccedil;&atilde;o que pode gerar posi&ccedil;&otilde;es antag&oacute;nicas ou de conflito, que motivados pelo elevado afluxo de pessoas a estes espa&ccedil;os, muitas vezes com padr&otilde;es culturais diferentes e poder econ&oacute;mico tamb&eacute;m diferente come&ccedil;a a despertar a necessidade de melhor compreens&atilde;o desta intera&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>O principal prop&oacute;sito do estudo que suporta este artigo &eacute;, dentro da linha de pesquisa associada &agrave; gest&atilde;o de &aacute;reas balneares, contribuir para o estabelecimento de estrat&eacute;gias que permitam conjugar as v&aacute;rias facetas da capacidade de carga de praias (para a capacidade de carga f&iacute;sica da praia do Tofo, veja-se Zacarias, 2013). Assim este artigo tem como objectivos</p>     <p>(i) compreender o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o global e espec&iacute;fico dos residentes e visitantes em rela&ccedil;&atilde;o a algumas caracter&iacute;sticas da praia,<br/>   (ii) avaliar a capacidade de carga social atrav&eacute;s da percep&ccedil;&atilde;o dos utilizadores em rela&ccedil;&atilde;o ao congestionamento humano na praia, e<br/>   (iii) avaliar o grau de intera&ccedil;&atilde;o entre os grupos (residentes e visitantes) atrav&eacute;s da percep&ccedil;&atilde;o de atitudes e comportamentos exibidos na praia.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2. Contexto te&oacute;rico do estudo</b></p>     <p>O turismo e o desenvolvimento sustent&aacute;vel s&atilde;o dois temas que apresentam uma rela&ccedil;&atilde;o controversa, na medida em que v&aacute;rios autores colocam o turismo como uma atividade econ&oacute;mica que gera efeitos negativos, consistindo apenas em mais uma forma de as na&ccedil;&otilde;es desenvolvidas e ricas melhorarem ainda mais o seu desempenho &agrave;s custas dos menos afortunados (Ascher, 1984), como uma forma r&aacute;pida e eficaz de desenvolvimento que gera in&uacute;meros benef&iacute;cios para as localidades onde se instala (Freitag, 1994; Walpole &amp; Goodwin, 2000) ou como ind&uacute;stria &ldquo;sem chamin&eacute;s&rdquo; que promove o emprego e renda (Freitag, 1994).</p>     <p>Um dos aspectos cr&iacute;ticos desta rela&ccedil;&atilde;o, principalmente sobre os lugares de destino, &eacute; o facto de o deslocamento de pessoas para lazer, fen&oacute;meno t&iacute;pico da sociedade capitalista atual, resultar em pr&aacute;ticas s&oacute;cio-espaciais que geram territ&oacute;rios e territorialidades que &ldquo;turistificam&rdquo; lugares (Fratucci, 2000). Com esta movimenta&ccedil;&atilde;o, estabelecem-se novas din&acirc;micas entre espa&ccedil;os e comunidades diferentes, cujos resultados podem migrar para conviv&ecirc;ncia pac&iacute;fica ou conviv&ecirc;ncia conflituosa.</p>     <p>Neste contexto, a praia (e &aacute;reas circundantes) se converte em espa&ccedil;o de relacionamento entre a comunidade residente e a comunidade visitante, local de ocorr&ecirc;ncia de intera&ccedil;&otilde;es e interrela&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias entre o anfitri&atilde;o e o visitante, que possibilitam o reconhecimento da exist&ecirc;ncia do outro, rec&iacute;proca e simultaneamente (Fratucci, 2000). Entretanto, este relacionamento nem sempre &eacute; pac&iacute;fico ou est&aacute;vel.</p>     <p><b>2.1 Din&acirc;mica da intera&ccedil;&atilde;o entre residentes e visitantes</b></p>     <p>Um dos aspectos centrais do turismo &eacute; o relacionamento que se estabelece quando comunidades, povos ou indiv&iacute;duos diferentes se encontram. Neste contexto, cada individuo, seja qual for o estrato social a que pertence n&atilde;o pode ser parte de ambas as popula&ccedil;&otilde;es ao mesmo tempo. Ambas popula&ccedil;&otilde;es contam inicialmente com indiv&iacute;duos que se comportam de forma comprometida ou n&atilde;o com quest&otilde;es comunit&aacute;rias. Neste sentido, ao longo da intera&ccedil;&atilde;o em cada regi&atilde;o, o comportamento dos indiv&iacute;duos de cada classe pode alterar em qualquer sentido.</p>     <p>Segundo Deery <i>et al.</i>, (2012) e Zamani-Farahani &amp; Musa (2012), os impactos sociais do turismo ou a intera&ccedil;&atilde;o entre as comunidades residentes e as visitantes tem sido centro das atividades acad&eacute;micas, motivado, fundamentalmente, pelo facto de a percep&ccedil;&atilde;o e atitude das comunidades residentes em rela&ccedil;&atilde;o aos impactos do turismo constituir elemento fundamental para gera&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de gest&atilde;o para o correcto planeamento, <i>marketing</i> e operacionaliza&ccedil;&atilde;o dos programas e projetos de desenvolvimento do turismo (Ap, 1992).</p>     <p>Ao visitar determinado destino, o turista entra em contacto com pessoas que trabalham para melhor atend&ecirc;-lo e proporcionar satisfa&ccedil;&atilde;o para que volte ao local mais vezes. Em muitos casos estas pessoas trabalham muito, tem baixa remunera&ccedil;&atilde;o e ainda enfrentam o facto de o seu ambiente e modo de vida ser repentinamente alterado por pessoas cuja identidade e proveni&ecirc;ncia s&atilde;o desconhecidos (Pires, 2004; Baldissera &amp; Bahl, 2012; Gomes, 2013). Embora esta intera&ccedil;&atilde;o possa trazer benef&iacute;cios comuns aos dois grupos, existem situa&ccedil;&otilde;es em que o cruzamento entre as duas comunidades &eacute; negativo, originando situa&ccedil;&otilde;es de conflitos.</p>     <p>Estando inseridas no mesmo contexto, a confronta&ccedil;&atilde;o socioecon&oacute;mica entre as comunidades residentes e as visitantes define-se atrav&eacute;s da an&aacute;lise de indicadores referentes ao capital econ&oacute;mico e cultural. A apropria&ccedil;&atilde;o diferenciada destes recursos determina condi&ccedil;&otilde;es de exist&ecirc;ncia heterog&eacute;neas, podendo gerar condi&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m diferentes de usufruto da experi&ecirc;ncia recreativa. Existindo contextos diferentes de usufruto da experi&ecirc;ncia tur&iacute;stica, &eacute; normal que os grupos menos beneficiados (em muitos casos as comunidades residentes) sintam dificuldades em assimilar o desenvolvimento do turismo e a conviv&ecirc;ncia com outros grupos.</p>     <p>Nesta perspectiva, destacam-se tr&ecirc;s linhas de pensamento (Mathieson &amp; Wall, 1982) que contribuem para a compreens&atilde;o da intera&ccedil;&atilde;o entre estas comunidades, principalmente por terem apresentado tipologias que contribuem para uma an&aacute;lise do desenvolvimento tur&iacute;stico do lugar:  o &iacute;ndice de irritabilidade de Doxey, o ciclo de vida de destinos tur&iacute;sticos de Butler e a teoria das trocas sociais de Skydmore, todas fundamentadas no contexto de que a conviv&ecirc;ncia entre grupos &eacute; mais amena na fase inicial de contacto, deteriorando-se &agrave; medida que os residentes sentem os seus espa&ccedil;os invadidos pelo crescente n&uacute;mero de visitantes ou se sentem exclu&iacute;dos do turismo e seus benef&iacute;cios.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A compreens&atilde;o da intera&ccedil;&atilde;o entre os residentes e os visitantes tem sido objecto de an&aacute;lise pela comunidade acad&eacute;mica, existindo exemplos de intera&ccedil;&atilde;o positiva e de intera&ccedil;&atilde;o negativa, sendo que o potencial para rela&ccedil;&otilde;es mais pr&oacute;ximas entre ambos grupos &eacute; resultado da frequ&ecirc;ncia de intera&ccedil;&otilde;es sociais entre indiv&iacute;duos (Rothman, 1978) que os aproxima e fornece bases para melhor compreens&atilde;o m&uacute;tua. Numa abordagem mais cr&iacute;tica, van der Bergue (2009) estabelece que a intera&ccedil;&atilde;o entre os residentes e os turistas &eacute; segmentada e instrumental, sendo iniciada com prop&oacute;sitos espec&iacute;fi&not;cos, limitados e imediatos, sem perspectivas duradoiras ou consequ&ecirc;ncias ef&eacute;meras.</p>     <p>Entretanto, uma vez que o turismo constitui plataforma para gera&ccedil;&atilde;o de divisas &eacute; importante que o relacionamento entre os visitantes e os residentes seja positivo e que os turistas se sintam atra&iacute;dos pelo destino e desenvolvam sentimentos que os permitam regressar mais vezes e trazer mais visitantes.</p>     <p><b>2.2 Capacidade de carga social como instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre residentes e visitantes</b></p>     <p>Sendo uma atividade que envolve a dimens&atilde;o humana, o turismo pode ter severos impactos sobre os aspectos culturais n&atilde;o apenas da comunidade como tamb&eacute;m dos turistas ou visitantes. Esta situa&ccedil;&atilde;o requer an&aacute;lise cuidadosa da intera&ccedil;&atilde;o e resposta dos grupos. Neste contexto, o conceito de capacidade de carga social se afigura um mecanismo eficiente para a compreens&atilde;o destas rela&ccedil;&otilde;es (Tarrant &amp; English, 1996; Saveriades, 2000; Manning <i>et al.</i>, 2000; McCool &amp; Lime, 2001; Lopez-Bonilla &amp; Lopez-Bonilla, 2008).</p>     <p>Genericamente, a capacidade de carga social &eacute; percebida como o limite ap&oacute;s o qual os aspectos sociais da comunidade receptora s&atilde;o negativamente influenciados e afectados pelas atividades tur&iacute;sticas e a qualidade de vida dos residentes n&atilde;o pode mais ser assegurada (Castellani <i>et al.</i>, 2007; Jovicic &amp; Dragin, 2008), conduzindo a conflitos entre os turistas e a popula&ccedil;&atilde;o residente, podendo gerar tens&otilde;es sociais (Saveriades, 2000; BranBrandolini &amp; Mosetti, 2005). Esta componente reconhece que os impactos socioculturais negativos ocorrem quando o turismo excede determinados n&iacute;veis (Saveriades, 2000; Brandolini &amp; Mosetti, 2005), sendo necess&aacute;rio compreender que a percep&ccedil;&atilde;o do significado dos impactos pode variar entre popula&ccedil;&otilde;es aut&oacute;ctones e turistas bem como no seio destes grupos.</p>     <p>Como sugerido por Bimonte e Punzo (2007), a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga social n&atilde;o &eacute; uma tarefa f&aacute;cil, na medida em que implica a compreens&atilde;o dos encontros entre as duas popula&ccedil;&otilde;es: residentes (ou grupos de residentes) e turistas (ou grupos de turistas). Sobre esta perspectiva, diversa literatura tem sido produzida (Shelby &amp; Heberlein, 1986; Tarrant &amp; English, 1996; Saveriades, 2000; Manning <i>et al.</i>, 2000; McCool &amp; Lime, 2001; Manning <i>et al.</i>, 2002; Lopez-Bonilla &amp; Lopez-Bonilla, 2008), todos enfrentando a mesma dificuldade relacionada com os mecanismos para determina&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel m&aacute;ximo de impacto a ser absorvido (Manning <i>et al.</i>, 2002).</p>     <p>Como indicado por Vaske &amp; Donnelly (2002) e Needham <i>et al.</i>, (2008a), a capacidade de carga social consiste de m&uacute;ltiplos indicadores tais como n&uacute;mero de encontros entre duas ou mais comunidades, congestionamento, conflitos, ru&iacute;do e n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Enquanto a taxa de encontros descreve a contagem subjetiva do n&uacute;mero de outras pessoas que um indiv&iacute;duo se lembra de ter observado em determinado contexto, os n&iacute;veis percebidos de congestionamento constituem a avalia&ccedil;&atilde;o subjetiva negativa de que o n&uacute;mero observado de outras pessoas ou o n&uacute;mero de encontros com outras pessoas, grupos ou atividades &eacute; excessivo (Needham <i>et al.</i>, 2004; Needham <i>et al.</i>, 2008a; Needham <i>et al.</i>, 2008b). Entretanto, estes dois valores s&atilde;o extremamente subjetivos e dependem do n&uacute;mero de pessoas entrevistadas, cujos resultados podem ser completamente enviesados, fazendo com que os resultados n&atilde;o revelem com exatid&atilde;o o n&iacute;vel m&aacute;ximo de uso aceit&aacute;vel, nem demonstrem os mecanismos para melhor gest&atilde;o e monitoria dos impactos.</p>     <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga social &eacute; crucial compreender as principais caracter&iacute;sticas da comunidade e respectivas atitudes (Bimonte &amp; Punzo, 2007), pois, embora a intera&ccedil;&atilde;o entre popula&ccedil;&otilde;es distintas (popula&ccedil;&atilde;o local &ndash; esp&eacute;cies aut&oacute;ctones; turistas &ndash; esp&eacute;cies alien&iacute;genas) seja em muitos casos pac&iacute;fica, os problemas ocorrem quando a aspira&ccedil;&atilde;o ou desejo de utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos cria competi&ccedil;&atilde;o (efeito congestionamento) ou oposi&ccedil;&atilde;o (efeito externalidade) no destino tur&iacute;stico. Este problema (utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos comuns escassos) se torna mais evidente ou agudo &agrave; medida que os recursos se v&atilde;o reduzindo, quando os grupos existentes s&atilde;o misturados e com a chegada dos interesses das esp&eacute;cies alien&iacute;genas (turistas) que na maioria das vezes s&atilde;o detentores de padr&otilde;es ou modos de vida contr&aacute;rios aos das esp&eacute;cies aut&oacute;ctones (residentes).</p>     <p>Maio <i>et al.</i>, (2006:236) referem que &ldquo;os estudos a respeito de mudan&ccedil;as socioculturais provocadas e/ou refor&ccedil;adas pelo turismo nas localidades receptoras, assim como as rela&ccedil;&otilde;es entre turistas/residentes, tem sido preocupa&ccedil;&atilde;o relevante&rdquo;. Esta afirma&ccedil;&atilde;o faz sentido no contexto em que quando se fala de turistas e moradores locais, consideram-se os dois grupos como importantes para o desenvolvimento  da  atividade  tur&iacute;stica,  embora essa  rela&ccedil;&atilde;o  seja muitas  vezes considerada uma rela&ccedil;&atilde;o conturbada, pois enquanto uns est&atilde;o interessados no lazer,  em  desfrutar  do  local,  os  outros  est&atilde;o  preocupados  com  os  neg&oacute;cios,  com  os lucros (Baldissera &amp; Bahl, 2012). Nesta situa&ccedil;&atilde;o, o que um faz (turista ou residente) pode n&atilde;o corresponder &agrave;s vontades ou aspira&ccedil;&otilde;es do outro, conduzindo a m&aacute;s interpreta&ccedil;&otilde;es e at&eacute; conflitos.</p>     <p>Para elucidar a quest&atilde;o sobre que quantidade de impactos ou mudan&ccedil;as s&atilde;o aceit&aacute;veis ou apropriados, Manning <i>et al.</i>, (2002) aplicou um modelo baseado no impacto social da congestionamento e duas rela&ccedil;&otilde;es hipot&eacute;ticas entre o n&iacute;vel de uso dos visitantes e a congestionamento. Nesta perspectiva, constatou que &agrave; medida que o n&uacute;mero de turistas aumenta os visitantes come&ccedil;am a sentir-se cada vez mais congestionados, embora n&atilde;o tenha revelado o momento exato em que a capacidade de carga &eacute; excedida.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta rela&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica demonstra que embora algum n&iacute;vel de congestionamento seja inevit&aacute;vel, deve ser toler&aacute;vel se o destino tur&iacute;stico tiver que permanecer aberto ao p&uacute;blico. Complementar a esta abordagem, Saveriades (2000) apoiou-se na teoria do ciclo de vida de destinos tur&iacute;sticos e desenvolveu um modelo que permitisse identificar o ponto exato em que a rela&ccedil;&atilde;o entre turistas e visitantes se deteriora. Baseado nesta abordagem e associando-se &agrave; teoria econ&oacute;mica, o autor definiu que a satisfa&ccedil;&atilde;o do visitante declina &agrave; medida que a intensidade de utiliza&ccedil;&atilde;o aumenta e o resultado &eacute; que o n&iacute;vel &oacute;ptimo ap&oacute;s o qual a satisfa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a reduzir constitui a intera&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o marginal, m&eacute;dia e total.</p>     <p>Segundo este modelo, em qualquer destino tur&iacute;stico existe um n&iacute;vel &oacute;ptimo de utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos que oferece total satisfa&ccedil;&atilde;o dos turistas. Entretanto, este ponto n&atilde;o significa que n&iacute;veis mais baixos de utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos sejam o mais favor&aacute;vel, uma vez que o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o aumenta &agrave; medida que os recursos v&atilde;o sendo utilizados at&eacute; ao ponto em que nenhum outro visitante &eacute; aceite. &Agrave; medida que o n&uacute;mero de turistas aumenta, come&ccedil;a a se sentir a sensa&ccedil;&atilde;o de congestionamento e a satisfa&ccedil;&atilde;o com o destino come&ccedil;a a decrescer originando conflitos ou redu&ccedil;&atilde;o da demanda tur&iacute;stica.</p>     <p>Embora os problemas pudessem ter sido visionados com a abordagem de Saveriades (2000), ainda persistiam d&uacute;vidas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s respostas te&oacute;ricas. Neste aspecto, Manning <i>et al.</i>, (2002) introduziu a abordagem baseada no n&uacute;mero instant&acirc;neo de pessoas como estrat&eacute;gia para avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga social. Neste protocolo, o n&iacute;vel m&aacute;ximo toler&aacute;vel de mudan&ccedil;a para ambos grupos (residentes, turistas) &eacute; determinado atrav&eacute;s do questionamento das pessoas para avalia&ccedil;&atilde;o de diferentes cen&aacute;rios de congestionamento, processados electronicamente, para prover informa&ccedil;&otilde;es sobre o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas aceit&aacute;vel.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Materiais e m&eacute;todos</b></p>     <p><b>3.1 Descri&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de estudo</b></p>     <p>O estudo foi realizado na Praia do Tofo (no seu sentido mais amplo, ou seja, a &aacute;rea balnear e a circunscri&ccedil;&atilde;o territorial no seu entorno), localiza-se na regi&atilde;o sul de Mo&ccedil;ambique, enquadrada na eco-regi&atilde;o de Tofo-Barra-Tofinho e Rocha, &aacute;rea de import&acirc;ncia ecol&oacute;gica internacional e um dos principais destinos tur&iacute;sticos de Mo&ccedil;ambique (Azevedo &amp; Bias, 2011; Zacarias, 2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a04f1.jpg" /> </p>     
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Tal como descrito em Zacarias (2013), a praia do Tofo (no seu sentido mais restrito) constitui um segmento costeiro enquadrado na faixa costeira a oeste da cidade de Inhambane. Tem caracter&iacute;sticas rurais, natural e dominada por ondas com uma amplitude m&eacute;dia de mar&eacute; inferior a 3 metros (Hoguane, 2007), protegida por maci&ccedil;os recifes de coral existentes a alguns metros onshore.</p>     <p>&Eacute; uma praia semi-encaixada, uma vez que se encontra abrigada por um promont&oacute;rio apresentando uma forma assim&eacute;trica, sendo constitu&iacute;da por uma zona de sombra pr&oacute;xima do promont&oacute;rio, protegida da a&ccedil;&atilde;o direta das ondas e fortemente curvada, e a outra extremidade relativamente retil&iacute;nea. Segundo Zacarias (2013), este espa&ccedil;o caracteriza-se por ser uma praia oce&acirc;nica maioritariamente arenosa e com dunas, apresentando algumas rochas, vegeta&ccedil;&atilde;o pioneira (rasteira), vegeta&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica e arb&oacute;rea e habita&ccedil;&otilde;es de material convencional.</p>     <p>Dadas as carater&iacute;sticas da &aacute;rea e a atratividade da regi&atilde;o para turismo, o Minist&eacute;rio do Turismo de Mo&ccedil;ambique (MITUR) considerou-a como &Aacute;rea Priorit&aacute;ria para Investimentos Tur&iacute;sticos (APIT) de classe A, ou seja, <i>&aacute;rea que possui j&aacute; um certo n&iacute;vel de desenvolvimento e infraestrutura de turismo, tendo j&aacute; atra&iacute;do investimentos, ou tenham merecido um grande interesse por parte dos investidores, havendo uma grande variedade de op&ccedil;&otilde;es de acomoda&ccedil;&atilde;o e produtos existentes. Os n&iacute;veis de provis&atilde;o de infraestrutura e a quantidade e qualidade de produtos est&atilde;o muito longe da perfei&ccedil;&atilde;o, mas j&aacute; existe um m&iacute;nimo de equipamentos. Prioridades nestas &aacute;reas apontam para um desenvolvimento controlado, para a integra&ccedil;&atilde;o de planos de desenvolvimento entre sectores, o desenvolvimento de recursos humanos e a necessidade de marketing dos produtos existentes</i> (Minist&eacute;rio do Turismo, 2003:63).</p>     <p>Embora tenha sido descoberta pelo regime colonial nos anos 60 (Zacarias, 2013), s&oacute; a partir de 1990 &eacute; que come&ccedil;a a verificar fluxos tur&iacute;sticos significativos, atra&iacute;dos pela diversidade e elevada qualidade dos recursos naturais como praias tropicais, recifes de coral e vida marinha extensivas que oferecem experiencias &uacute;nicas tendo o processo de ocupa&ccedil;&atilde;o atingido o auge a partir de 1994 atrav&eacute;s de investimentos estrangeiros (maioritariamente sul-africano) que implantaram hot&eacute;is, lodges, bares e escolas de mergulho na regi&atilde;o.</p>     <p><b>3.2 Recolha e an&aacute;lise de dados</b></p>     <p>A abordagem metodol&oacute;gica utilizada neste artigo tinha como inten&ccedil;&atilde;o apreender a percep&ccedil;&atilde;o e opini&atilde;o dos stakeholders com o objectivo de construir uma vis&atilde;o integrada das condi&ccedil;&otilde;es de recrea&ccedil;&atilde;o e obter informa&ccedil;&otilde;es que permitam diagnosticar a possibilidade de ocorr&ecirc;ncia de problemas futuros. Neste contexto, os dados foram obtidos durante quatro semanas (14 de Setembro a 06 de Outubro de 2013), per&iacute;odo em que se considerou uma abordagem aleat&oacute;ria (tanto em dias de semana como em horas do dia) para entrevistar as pessoas que se encontravam no entorno da praia.</p>     <p>Os question&aacute;rios administrados inclu&iacute;am, entre outros t&oacute;picos, visitas pr&eacute;vias, atividades envolvidas, grau de satisfa&ccedil;&atilde;o dos veraneantes, encontro com outros grupos, normas, valores e potencial apoio a algumas estrat&eacute;gias de gest&atilde;o da praia, numa combina&ccedil;&atilde;o de perguntas fechadas e de resposta aleat&oacute;ria com sistema de resposta fundamentado no modelo Likert de cinco pontos (veja-se a Informa&ccedil;&atilde;o de Suporte).</p>     <p>Neste contexto, e para al&eacute;m das quest&otilde;es gen&eacute;ricas, solicitou-se aos utilizadores da praia (sejam visitantes ou residentes) que indicassem o seu grau de satisfa&ccedil;&atilde;o global em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo passado na praia e em rela&ccedil;&atilde;o a aspectos espec&iacute;ficos da praia (parques de estacionamento, banheiros p&uacute;blicos, chuveiros, latas de lixo, aus&ecirc;ncia de lixo, mesas de piquenique, bancos de praia, sinais de informa&ccedil;&atilde;o sobre regulamentos, presen&ccedil;a de salva-vidas, n&atilde;o cobran&ccedil;a de taxas de entrada, oportunidade para escapar das multid&otilde;es, limpidez da &aacute;gua do mar, recifes de corais saud&aacute;veis, vegeta&ccedil;&atilde;o costeira saud&aacute;vel e oportunidade para ver a vida marinha de pequeno e grande porte), todos avaliados em fun&ccedil;&atilde;o de sua import&acirc;ncia e grau de satisfa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Estes elementos foram avaliados utilizando escala de Likert de 5 pontos onde 1 = n&atilde;o importante e 5 = muito importante (avalia&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia) e 1 = muito insatisfeito e 5 = muito satisfeito (avalia&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o), tendo os dados sido analisados atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o da matriz de import&acirc;ncia-satisfa&ccedil;&atilde;o (Hollenhorst <i>et al.</i>, 1992; Siegenthaler, 1994; Slack, 1994; Chu &amp; Choi, 2000; Needham <i>et al.</i>, 2008a) para identifica&ccedil;&atilde;o dos elementos de for&ccedil;a e dos elementos a ser considerados priorit&aacute;rios para gest&atilde;o da praia do Tofo como destino tur&iacute;stico.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&Eacute; de salientar que esta matriz divide os elementos em quatro quadrantes, resultantes da associa&ccedil;&atilde;o entre a import&acirc;ncia atribu&iacute;da a determinado item e a satisfa&ccedil;&atilde;o dos que usufruem do mesmo. Assim, estabelecem-se os &ldquo;factores de concentra&ccedil;&atilde;o&rdquo; [import&acirc;ncia positiva, satisfa&ccedil;&atilde;o negativa], &ldquo;fatores de estabilidade&rdquo; [import&acirc;ncia positiva, satisfa&ccedil;&atilde;o positiva], &ldquo;fatores sup&eacute;rfluos&rdquo; [import&acirc;ncia negativa, satisfa&ccedil;&atilde;o positiva], e &ldquo;factores n&atilde;o importantes&rdquo; [import&acirc;ncia negativa, satisfa&ccedil;&atilde;o negativa]  (Needham <i>et al.</i>, 2008a; Needham <i>et al.</i>, 2008b; Murdy &amp; Pike, 2012; Azzopardi &amp; Nash, 2013; Campos &amp; Marodin, 2013; Ahmad &amp; Afthanorham, 2014).</p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o de congestionamento humano na praia e padr&otilde;es de comportamento foi realizada seguindo uma sequ&ecirc;ncia tripla:</p>     <p>(i) solicitou-se aos utilizadores da praia que indicassem, de um conjunto de valores representativos do n&uacute;mero de pessoas na praia (variando de 0 a 2000+ pessoas), o que representasse o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas que gostariam de ver na praia;<br />   (ii) solicitou-se que os respondentes avaliassem um conjunto de fotografias (veja-se a informa&ccedil;&atilde;o de suporte, Q2) e indicassem o cen&aacute;rio que mais se aproximasse &agrave; realidade moment&acirc;nea da praia do Tofo, partindo da perspectiva que a administra&ccedil;&atilde;o de perguntas fechadas para avaliar o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas pode n&atilde;o ser representativo da realidade, especialmente em lugares com n&iacute;veis elevados de utiliza&ccedil;&atilde;o (Manning, 1999; Manning <i>et al.</i>, 2002; Manning, 2007; Needham <i>et al.</i>, 2008a). Neste contexto, o n&uacute;mero de encontros e o n&uacute;mero m&aacute;ximo aceit&aacute;vel foram estimados atrav&eacute;s da divis&atilde;o da &aacute;rea total da praia pelas unidades correspondentes na fotografia e posterior multiplica&ccedil;&atilde;o pela avalia&ccedil;&atilde;o dos respondentes no local, tal como sugerido e aplicado por Needham <i>et al.</i>, (2008a), Needham <i>et al.</i>, (2008b), Ceurvorst &amp; Needham (2012); e<br />   (iii) solicitou-se aos inquiridos que indicassem a sua percep&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao comportamento dos diversos tipos de utilizadores e suas atividades na praia, tendo os diversos par&acirc;metros sido avaliados em fun&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de ocorr&ecirc;ncia na praia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p>Foram administrados, durante o per&iacute;odo de realiza&ccedil;&atilde;o do estudo, de forma aleat&oacute;ria e intencionalmente 217 question&aacute;rios foram administrados, sendo 139 para elementos da comunidade (residentes) e 78 para a comunidade visitante (turistas). Apenas indiv&iacute;duos acima de 18 anos foram abordados para responder aos inqu&eacute;ritos (a distribui&ccedil;&atilde;o por faixas et&aacute;rias n&atilde;o &eacute; apresentada. Veja-se o material de suporte).</p>     <p><b>4.1 Grau de satisfa&ccedil;&atilde;o dos residentes e visitantes em rela&ccedil;&atilde;o a alguns par&acirc;metros da praia</b></p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de satisfa&ccedil;&atilde;o, 108 respondentes consideraram a visita &agrave; praia satisfat&oacute;ria, 19 consideraram n&atilde;o satisfat&oacute;ria e os restantes 11 apresentavam-se indecisos. Entretanto, elevados n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o comuns em ambientes de recrea&ccedil;&atilde;o mas n&atilde;o demonstram a realidade (Manning, 1999), podendo ser dispens&aacute;veis no contexto de gest&atilde;o de espa&ccedil;o uma vez que s&atilde;o largamente influenciados pela per&iacute;odo do inqu&eacute;rito e a disposi&ccedil;&atilde;o do inquirido (Needham <i>et al.</i>, 2008a; Needham <i>et al.</i>, 2008b).</p>     <p>Para verificar a validade destes resultados, solicitou-se aos inquiridos que avaliassem algumas vari&aacute;veis sobre a qualidade do espa&ccedil;o balnear, em fun&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia e sua satisfa&ccedil;&atilde;o na praia do Tofo. Os resultados indicam que das 16 vari&aacute;veis selecionadas 13 foram consideradas importantes e 3 n&atilde;o importantes, tendo a exist&ecirc;ncia de vegeta&ccedil;&atilde;o costeira saud&aacute;vel sido considerada a vari&aacute;vel mais importante (grau de consenso = 1,35 numa escala de -2 a 2, n = 217), seguida pela exist&ecirc;ncia de latas de lixo (grau de consenso = 1,23, n = 217) e pela n&atilde;o cobran&ccedil;a de taxas de entrada e exist&ecirc;ncia de recifes de coral saud&aacute;veis, ambas com grau de consenso igual a 1,22 (n = 217). A oportunidade de ver a vida marinha de grande porte, a exist&ecirc;ncia de bancos de praia e a exist&ecirc;ncia de mesas de piquenique foram consideradas vari&aacute;veis sem import&acirc;ncia, com graus de consenso iguais a -0,04, -0,49 e -0,72 (n = 217), respectivamente.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de satisfa&ccedil;&atilde;o com as 16 vari&aacute;veis em an&aacute;lise, verificou-se que apenas 3 vari&aacute;veis corresponderam &agrave;s expectativas dos utilizadores (n&atilde;o cobran&ccedil;a de taxas de entrada na praia, limpidez da &aacute;gua do mar e aus&ecirc;ncia de lixo na praia), com graus de consenso de 1,36, 1,1 e 0,64 respectivamente. Oito vari&aacute;veis (oportunidade para a vida marinha de pequeno e grande porte, os banheiros e chuveiros p&uacute;blicos, os locais de estacionamento, as mesas de piquenique e bancos de praia, bem como os operativos salva-vidas) n&atilde;o corresponderam &agrave;s expectativas dos utilizadores, tendo alcan&ccedil;ado graus de consenso que variavam de -0,29 a -1,26. Os locais para dep&oacute;sito de res&iacute;duos, os sinais de informa&ccedil;&atilde;o, a oportunidade para escapar &agrave;s multid&otilde;es, recifes e vegeta&ccedil;&atilde;o costeira saud&aacute;veis obtiveram grau de consenso igual a 0 (escala vari&aacute;vel de -2 a 2).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes resultados indicam que na Praia do Tofo existem atributos desnecess&aacute;rios e outros que n&atilde;o respondem &agrave;s necessidades dos utilizadores. Das 16 vari&aacute;veis em estudo, tr&ecirc;s vari&aacute;veis foram consideradas importantes e corresponderam &agrave;s necessidades dos utilizadores (v5, v10 e v12), cinco foram consideradas importantes mas n&atilde;o corresponderam &agrave;s necessidades dos utilizadores (v1, v2, v3, v9 e v15), tr&ecirc;s n&atilde;o foram consideradas importantes e n&atilde;o corresponderam &agrave;s necessidades dos utilizadores (v6, v7 e v16) e as cinco restantes embora tenham sido consideradas importantes n&atilde;o tiveram avalia&ccedil;&atilde;o positiva ou negativa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o das necessidades dos utilizadores (v4, v8, v11, v13 e v14). Com estes resultados, oito vari&aacute;veis foram consideradas factores de estabilidade (v10, v12, v5, v14, v11, v4, v13, v8), cinco vari&aacute;veis foram consideradas factores sup&eacute;rfluos (v2, v15, v3, v1, v9) e as tr&ecirc;s restantes vari&aacute;veis (v6, v7, v16) foram consideradas factores n&atilde;o importantes (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a04f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p><b>4.2 Capacidade de carga social e percep&ccedil;&atilde;o de congestionamento humano na praia</b></p>     <p>Quanto &agrave; sensa&ccedil;&atilde;o de congestionamento, os utilizadores da praia avaliaram o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas que gostariam de encontrar na praia utilizando como base 15 n&iacute;veis (0; 5; 10; 15, 20, 35, 50, 75, 100, 200, 350, 500, 750, 1000, 1500 e 2000+ pessoas). Esta abordagem foi utilizada porque permite que os veraneantes percebam o congestionamento humano quando encon&not;tram mais pessoas do que o padr&atilde;o estabelecido pelas suas normas para condi&ccedil;&otilde;es aceit&aacute;veis (Manning <i>et al.</i>, 1999; Needham <i>et al.</i>, 2008a; Needham <i>et al.</i>, 2008b).</p>     <p>Do total de respondentes, 45 entrevistados (31 residentes e 14 visitantes) n&atilde;o especificaram um limite m&aacute;ximo de encontros com outras pessoas ou o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas que gostariam de encontrar na praia, 55 entrevistados (49 residentes e 9 visitantes) referiram que o n&uacute;mero de pessoas n&atilde;o importava e os restantes 117 (62 residentes e 55 visitantes) identificaram um limite m&aacute;ximo aceit&aacute;vel de turistas. Esta &uacute;ltima indica&ccedil;&atilde;o resultou em um limite m&aacute;ximo m&eacute;dio de 339 outras pessoas (para os residentes) e 494 outras pessoas (para os turistas), o que significa que os visitantes t&ecirc;m maior capacidade de absor&ccedil;&atilde;o do impacto resultante da conviv&ecirc;ncia com outras pessoas no mesmo espa&ccedil;o (t=43,8779, p&lt;0,001).</p>     <p>Com base na limita&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima do n&uacute;mero de outros utilizadores da praia, procurou-se traduzir estes n&uacute;meros em contexto espacial e os entrevistados avaliaram 6 cen&aacute;rios fotogr&aacute;ficos hipoteticamente desenhados para exprimir diferentes n&iacute;veis de ocupa&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o (veja-se a informa&ccedil;&atilde;o de suporte, Q2), principalmente porque os veraneantes podem escolher um determinado n&uacute;mero de outros utilizadores, sem realmente compreenderem a dimens&atilde;o espacial do mesmo (Cervoust &amp; Needham, 2012, Needham <i>et al.</i>, 2008a, Needham <i>et al.</i>, 2008b).</p>     <p>Os resultados (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a04f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>),  quando analisados em fun&ccedil;&atilde;o de curvas de aceita&ccedil;&atilde;o de impactos (Manning, 2002), indicam que praias desertas (cen&aacute;rio A) ou superlotadas (cen&aacute;rio E) n&atilde;o foram consideradas agrad&aacute;veis por ambos grupos de inquiridos, embora um n&uacute;mero extremamente reduzido de outros utilizadores tamb&eacute;m n&atilde;o seja considerado apraz&iacute;vel (cen&aacute;rio B). Deste modo, os dados indicam que a capacidade de carga social, varia de 78 pessoas (limite inferior, cen&aacute;rio C) e 312 pessoas (limite superior, cen&aacute;rio E), para ambos os grupos. Considerando que cada cen&aacute;rio fotogr&aacute;fico somente corresponde a 88,01% da &aacute;rea total de estudo - a Praia do Tofo tem 94 496 m2 (Zacarias, 2013), estes valores representam idealmente cen&aacute;rios de congest&atilde;o que variam de 89 a 355 pessoas em simult&acirc;neo.</p>     
<p><b>4.3 N&iacute;vel de intera&ccedil;&atilde;o entre grupos e percep&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es de comportamento</b></p>     <p>Ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga social para os dois grupos, buscou-se perceber como os residentes e os visitantes percebiam os diferentes padr&otilde;es de comportamentos exibidos durante as suas atividades.</p>     <p>Compreende-se pelos resultados apresentados na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a04f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a> que grande parte dos residentes e visitantes reportou a n&atilde;o exist&ecirc;ncia de comportamentos negativos por parte de nenhum grupo em an&aacute;lise, destacando-se os visitantes que quase n&atilde;o presenciam maus comportamentos por parte dos cano&iacute;stas. Esta situa&ccedil;&atilde;o pode ser expli&not;cada pelo facto de ser este grupo de respondentes que praticam a canoagem e serem muito poucos os casos em que esta atividade ocorre.</p>     
<p>O padr&atilde;o m&eacute;dio de comportamento dos grupos em estudo (banhistas, <i>snorkelers</i>, surfistas, <i>windsurfers</i>, cano&iacute;stas e pescadores) gerou graus de consenso variando de 0,22 (comportamento dos cano&iacute;stas reportado pelos turistas) e 1,09 (comportamento dos <i>snorkelers</i>, reportado pelas comunidades). Isto significa que embora ambos grupos de entrevistados n&atilde;o tenham reportado a ocorr&ecirc;ncia de comportamentos espec&iacute;ficos que perigassem a conviv&ecirc;ncia, na globalidade existem alguns aspectos que merecem aten&ccedil;&atilde;o no contexto de gest&atilde;o da intera&ccedil;&atilde;o entre os residentes e os visitantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4.4 Implica&ccedil;&otilde;es para gest&atilde;o de praias e turismo sustent&aacute;vel</b></p>     <p>As praias s&atilde;o importantes geradoras de receitas (Nelson <i>et al.</i>, 2000), no sentido em que a zona costeira abrangendo a praia e &aacute;guas pr&oacute;ximas fornece um ambiente prop&iacute;cio &agrave; recrea&ccedil;&atilde;o e lazer que apoiam os neg&oacute;cios tur&iacute;sticos  em qualquer lugar do mundo (Argardy, 1993).</p>     <p>Embora nenhum estudo tenha, ainda, sido realizado para compreender o valor econ&oacute;mico das praias como recurso recreativo em Mo&ccedil;ambique, experi&ecirc;ncias de diversos lugares do mundo j&aacute; indicam que as praias s&atilde;o verdadeiras fontes de financiamento p&uacute;blico e privado (Chen <i>et al.</i>, 2004; Houston, 2008; Ariza <i>et al.</i>, 2012). &Eacute; este potencial das praias que muitas vezes se converte no principal mecanismo de destrui&ccedil;&atilde;o das mesmas, especialmente quando os mecanismos de gest&atilde;o p&uacute;blica n&atilde;o muito eficientes e o uso recreativo das praias &eacute; realizado sem o devido acompanhamento das autoridades.</p>     <p>&Eacute; neste contexto que aspectos como a interac&ccedil;&atilde;o entre os visitantes e os residentes, a gest&atilde;o dos impactos ambientais, a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga (social e ecol&oacute;gica), bem como a provis&atilde;o de um conjunto de infraestruturas e servi&ccedil;os se afigura primordial para garantir que a praia mant&eacute;m as suas caracter&iacute;sticas e o turismo &eacute; desenvolvido de forma sustent&aacute;vel. No campo das interac&ccedil;&atilde;o entre grupos, por exemplo, verifica-se que os turistas (&agrave; excep&ccedil;&atilde;o do turista explorador) muita das vezes n&atilde;o t&ecirc;m consci&ecirc;ncia da exist&ecirc;ncia do &ldquo;outro&rdquo; e n&atilde;o participam nem respeitam as normas e condutas locais (Flores &amp; Silva, 2001), o que enfurece a comunidade residente gerando situa&ccedil;&otilde;es em que a rela&ccedil;&atilde;o entre visitantes e residentes n&atilde;o &eacute; verdadeira.</p>     <p>Neste contexto, este estudo contribui para o prop&oacute;sito de defini&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de gest&atilde;o dos espa&ccedil;os balneares e contribui para a defini&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de turismo costeiro sustent&aacute;vel, na medida em que define os n&iacute;veis de congestionamento humano ou o n&uacute;mero ideal de pessoas que devem ser admitidas na praia sem deteriorar a satisfa&ccedil;&atilde;o dos veraneantes, define os elementos a se melhorados, introduzidos ou retirados no contexto de infra-estruturas e servi&ccedil;os, bem como define o percep&ccedil;&atilde;o dos padr&otilde;es de comportamento de diferentes grupos de utilizadores na praia.</p>     <p>Considerando que o turismo &eacute; largamente dependente da satisfa&ccedil;&atilde;o dos que o praticam, a praia do Tofo pode ser considerado um destino que satisfaz os seus utilizadores na medida em que grande parte dos veraneantes respondeu satisfatoriamente a esta quest&atilde;o, embora a satisfa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica chamasse aten&ccedil;&atilde;o para o facto da quase inexist&ecirc;ncia de salva-vidas na praia, situa&ccedil;&atilde;o verificada em praias de outras dimens&otilde;es geogr&aacute;ficas (Pereira da Silva, 2002; Roca <i>et al.</i>, 2008; Roca <i>et al.</i>, 2009; Needham <i>et al.</i>, 2011). Por outro lado, ao definir o n&iacute;vel m&aacute;ximo de ocupantes da praia que n&atilde;o periga a satisfa&ccedil;&atilde;o dos veraneantes, estabelece um mecanismo de controle de fluxos tur&iacute;sticos, permitindo a salvaguarda n&atilde;o s&oacute; da satisfa&ccedil;&atilde;o dos turistas, bem como a preserva&ccedil;&atilde;o ambiental do espa&ccedil;o balnear (Saveriades, 2000; Needham <i>et al.</i>, 2011).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&atilde;o</b></p>     <p>Este artigo, desenvolvido como contributo para o melhoramento dos processos estrat&eacute;gicos de gest&atilde;o de &aacute;reas balneares, tem como objectivos identificar o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o dos grupos na praia, avaliar a capacidade de carga social e percep&ccedil;&atilde;o de congestionamento humano, bem como o n&iacute;vel de intera&ccedil;&atilde;o dos grupos.</p>     <p>De forma geral, ambos grupos estavam satisfeitos com a experi&ecirc;ncia recreativa na praia e se mostraram satisfeitos com os par&acirc;metros caracter&iacute;sticos do ambiente recreativo. Neste contexto, 13 em 16 vari&aacute;veis que caracterizam a praia e a experiencia recreativa foram importantes, embora somente tr&ecirc;s tenham correspondido &agrave;s expectativas dos utilizadores da praia. Assim, oito vari&aacute;veis foram consideradas est&aacute;veis, cinco foram consideradas sup&eacute;rfluas e as restantes tr&ecirc;s foram consideradas n&atilde;o importantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Boa parte dos respondentes (117 de 217) foi capaz de indicar um limite m&aacute;ximo de outros utilizadores que gostariam de encontrar na praia, ao mesmo tempo. Neste contexto praias desertas e superlotadas n&atilde;o foram consideradas agrad&aacute;veis, tendo a capacidade de carga social sido estabelecida entre 89 e 355 pessoas em simult&acirc;neo. Estes resultados sugerem que ambos grupos ainda est&atilde;o em coexist&ecirc;ncia pacifica na Praia do Tofo, com intera&ccedil;&atilde;o agrad&aacute;vel entre os grupos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Este artigo apresenta parte dos resultados integrados no projeto de gest&atilde;o de praias em Mo&ccedil;ambique que o autor desenvolve na Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane, unidade org&acirc;nica da Universidade Eduardo Mondlane. O interesse por esta &aacute;rea de pesquisa &eacute; fruto do trabalho de dois mentores, Prof. Allan Williams (Swansea University) e Prof. Alice Newton (Universidade do Algarve), cujo m&eacute;rito em treinamento &eacute; aqui reconhecido. Extensivos coment&aacute;rios do editor e de dois revisores contribu&iacute;ram de forma significativa para o melhoramento deste artigo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>References</b></p>     <!-- ref --><p>Agardy, T.; Alder, J. (Lead Authors) (2005) - Coastal systems. In: <i>Millennium Ecosystem Assessment, Ecosystems and Human Well-Being:  Synthesis</i>, pp.513-549, Island Press, Washington, D.C., U.S.A. ISBN: 1597260401. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.unep.org/maweb/documents/document.288.aspx.pdf" target="_blank">http://www.unep.org/maweb/documents/document.288.aspx.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201500020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ahmad, S.; Afthanorham, W.M.A.B.W. (2014) - The importance-performance matrix analysis in partial least square structural equation modelling (pls-sem) with SMARTPLS 2.0 m3. <i>International Journal of Mathematical Research</i> (ISSN: 2306-2223) 3(1):1-14, Pak Publishing, Abbasia Town, Punjab, Pakistan. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.pakinsight.com/pdf-files/ijmr-2014-3(1)-1-14.pdf" target="_blank">http://www.pakinsight.com/pdf-files/ijmr-2014-3(1)-1-14.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-8872201500020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Albuquerque, H.C.C. (2004) - <i>Turismo Sustent&aacute;vel nas Zonas Costeiras: o Caso das Praias de Mira</i>. 157p. + anexos, Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://ria.ua.pt/bitstream/10773/3955/1/tese.pdf" target="_blank">http://ria.ua.pt/bitstream/10773/3955/1/tese.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-8872201500020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Ap, J. (1992) - Resident&rsquo;s perceptions on tourism impacts. <i>Annals of Tourism Research</i>, 19(4):665-690. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0160-7383(92)90060-3" target="_blank">10.1016/0160-7383(92)90060-3</a></p>     <!-- ref --><p>Argardy, T.M. (1993) - Accommodating ecotourism in multiple use planning of coastal and marine protected areas. <i>Ocean and Coastal Management</i>, 20(3):219-239. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0964-5691(93)90068-A" target="_blank">10.1016/0964-5691(93)90068-A</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-8872201500020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Ariza, E.; Ballester, R.; Rigall-I-Torrent, R.; Sal&oacute;, A.; Roca, E.; Villares, M.; Jim&eacute;nez, J.A.; Sard&aacute;, R. (2012) - On the relationship between quality, users&rsquo; perception and economic valuation in NW Mediterranean beaches. <i>Ocean and Coastal Management</i>, 63:55-66. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2012.04.002" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2012.04.002</a></p>     <!-- ref --><p>Ascher, F. (1984) - <i>Tourisme, soci&eacute;t&eacute;s transnationales et identit&eacute;s culturelles</i>. 106p., UNESCO, Paris, Fran&ccedil;a. ISBN: 9232020955. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001896/189647fo.pdf" target="_blank">http://unesdoc.unesco.org/images/0018/001896/189647fo.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201500020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Azevedo, H.A.M.A; Bias, E.S. (2011) - Environmental diagnostic model to support the environmental municipality planning: case study of Inhambane municipality in Mozambique. <i>Management of Environmental Quality</i>, 22(3):358-373. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1108/14777831111122923" target="_blank">10.1108/14777831111122923</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201500020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Azzopardi, E.; Nash, R. (2013) - A critical evaluation of importance-performance analysis. <i>Tourism Management</i>, 35:222-233. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tourman.2012.07.007" target="_blank">10.1016/j.tourman.2012.07.007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-8872201500020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Baldissera, M.L.; Bahl, M. (2012) - Turistas e moradores locais: Uma reflex&atilde;o te&oacute;rica dessa rela&ccedil;&atilde;o. 13p., Anais do VII Semin&aacute;rio de Pesquisa em Turismo do Mercosul &ldquo;Turismo e Paisagem: rela&ccedil;&atilde;o complexa&rdquo;, Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ucs.br/ucs/tplVSeminTur%20/eventos/seminarios_semintur/semin_tur_7/gt09/arquivos/09/01_26_16_Baldissera_Bahl" target="_blank">http://www.ucs.br/ucs/tplVSeminTur%20/eventos/seminarios_semintur/semin_tur_7/gt09/arquivos/09/01_26_16_Baldissera_Bahl</a></p>     <!-- ref --><p>Bimonte, S. &amp; Punzo, L.F. (2007) - The evolutionary game between tourists and resident populations and tourist carrying capacity. <i>International Journal of Technology and Globalisation</i>, 3(1):73-87. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1504/IJTG.2007.012361" target="_blank">10.1504/IJTG.2007.012361</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-8872201500020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bird, E.C.F. (1996) - Beach management. 281p., John Wiley and Sons, New York, USA. ISBN: 0471963372&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201500020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brandolini, S.M.D.A.; Mosetti, R. (2005) - Social carrying capacity of mass tourism sites: theoretical and practical issues about its measurement. <i>Nota di Lavoro</i> (ISSN: 2037-1209), 144, 10p., Fondazione Eni Enrico Mattei, Mil&atilde;o, It&aacute;lia. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://ageconsearch.umn.edu/bitstream/12154/1/wp050144.pdf" target="_blank">http://ageconsearch.umn.edu/bitstream/12154/1/wp050144.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-8872201500020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campos, D.F.; Marodin, T.G. (2013) - El uso de matrices de oportunidad para el an&aacute;lisis de los servicios hoteleros en la ciudad de Natal, Brasil. <i>Estudios y Perspectivas en Turismo</i> (ISSN 1851-1732) 22:661-681, Centro de Investigaciones y Estudios Turisticos, Buenos Aires, Argentina. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.scielo.org.ar/pdf/eypt/v22n4/v22n4a04.pdf" target="_blank">http://www.scielo.org.ar/pdf/eypt/v22n4/v22n4a04.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-8872201500020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castellani, V.; Sala, S; Pitea, D. (2007) - A new method for tourism carrying capacity assessment. Ecosystems and Sustainable Development VI. <i>WIT Transactions on Ecology and the Environment</i>, 106:365-374. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2495/ECO070341" target="_blank">10.2495/ECO070341</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-8872201500020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Cazelais, N. (2009) - L&rsquo;espace touristique: relations entre residentes, visiteurs et paysages. <i>Ateli&ecirc; Geogr&aacute;fico</i> (ISSN: 1982-1956) 3(2):179-193, Instituto de Estudos Socioambientais, Goiania, Goi&aacute;s, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.revistas.ufg.br/index.php/atelie/article/view/7325/5339" target="_blank">http://www.revistas.ufg.br/index.php/atelie/article/view/7325/5339</a></p>     <p>Ceurvorst, R.L. &amp; Needham, M.D. (2012) - Is &ldquo;acceptable&rdquo; really acceptable? Comparing two scales for measuring normative evaluations in outdoor recreation. <i>Leisure Sciences</i>, 34:272-279. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/01490400.2012.669697" target="_blank">10.1080/01490400.2012.669697</a></p>     <!-- ref --><p>Chen, W.; Hong, H.; Zhang, L.; Hou, X.; Raymond, M. (2004) - Recreation demand and economic value: an application of travel cost method for Xiamen Island. <i>China Economic Review</i>, 15(4):398-406. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.chieco.2003.11.001" target="_blank">10.1016/j.chieco.2003.11.001</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-8872201500020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chu, R.K.S.; Choi, T. (2000) - An importance-performance analysis of hotel selection factors in the Hong-Kong hotel industry: a comparison of business and leisure travelers. <i>Tourism Management</i>, 21:363-377. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0261-5177(99)00070-9" target="_blank">10.1016/S0261-5177(99)00070-9</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-8872201500020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>CSIL Centre for Industrial Studies &amp; Touring Servizi (2008) - <i>O impacto do turismo nas zonas costeiras: aspectos relacionados com o desenvolvimento regional</i>. 97p., Centre for Industrial Studies (CSIL)/Touring Servizi, Parlamento Europeu, Bruxelas, B&eacute;lgica. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.europarl.europa.eu/meetdocs/2004_2009/documents/dv/impactoftourismoncoastalareas_/Impactoftourismoncoastalareas_pt.pdf" target="_blank">http://www.europarl.europa.eu/meetdocs/2004_2009/documents/dv/impactoftourismoncoastalareas_/Impactoftourismoncoastalareas_pt.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-8872201500020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Deery, M.; Jago, L.; Fredline, Z. (2012). Rethinking social impacts of tourism research: a new research agenda. <i>Tourism Management</i>, 33(1):64-73. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tourman.2011.01.026" target="_blank">10.1016/j.tourman.2011.01.026</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-8872201500020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Flores e Silva, Y. (2001). Pobreza, viol&ecirc;ncia e crime: conflitos e impactos sociais do turismo sem responsabilidade social. In: M. Barretto, M. &amp; A. Banducci Jr (Orgs.). <i>Turismo e identidade local: uma vis&atilde;o antropol&oacute;gica</i>, pp.175-193, Papirus Editora, Campinas, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8530806336&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-8872201500020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fratucci, A.C. (2000) - Os lugares tur&iacute;sticos: territ&oacute;rios do fen&oacute;meno tur&iacute;stico. <i>GEOgraphia</i> (ISSN: 0039-341x), 4:129-133. Universidade Federal Fluminense, Niter&oacute;i, Rio de Janeiro, Brazil. Disponivel on-line em <a href="http://www.uff.br/geographia/ojs/index.php/geographia/article/view/45/43" target="_blank">http://www.uff.br/geographia/ojs/index.php/geographia/article/view/45/43</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201500020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitag, T.G. (1994) - Enclave tourism development for whom the benefits roll? <i>Annals of Tourism Research</i>, 21(3):538-554. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0160-7383(94)90119-8" target="_blank">10.1016/0160-7383(94)90119-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-8872201500020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gomes, J.S. (2013) - Impactos do turismo na identidade cultural. <i>Exedra Revista Cient&iacute;fica</i> (ISSN: 1646-9526), 7:19-24. Escola Superior de Educa&ccedil;&atilde;o de Coimbra, Coimbra, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.exedrajournal.com/wp-content/uploads/2014/08/02AH-v2.pdf" target="_blank">http://www.exedrajournal.com/wp-content/uploads/2014/08/02AH-v2.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201500020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hoguane, A.M. (2007) - Perfil diagn&oacute;stico da zona costeira de Mo&ccedil;ambique. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 7(1):69-82. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci11" target="_blank">http://dx.doi.org/10.5894/rgci11</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-8872201500020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hollenhorst, S.; Olson, D. &amp; Fortney, R. (1992) - Use of importance-performance analysis to evaluate State Park Cabins: the case of the West Virginia State Park System. <i>Journal of Park and Recreation Administration</i> (ISSN: 0735-1968) 10(1):1-11, American Academy for Park and Recreation Administration, Mahomet, Illinois, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://js.sagamorepub.com/jpra/article/view/1823" target="_blank">http://js.sagamorepub.com/jpra/article/view/1823</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201500020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Houston, J.R. (2008) - The economic value of beaches &ndash; a 2008 update. <i>Shore and Beach</i> (ISSN 0037-4237) 76(3):22-26, American Shore and Beach Preservation Association, Fort Myers, Florida, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.lee-county.com/gov/dept/naturalresources/documents/economic_value_of_beaches_(2008)_coe_jhouston.pdf" target="_blank">http://www.lee-county.com/gov/dept/naturalresources/documents/economic_value_of_beaches_(2008)_coe_jhouston.pdf</a></p>     <p>Jovicic, D. and Dragin, A. (2008) - The assessment of carrying capacity &ndash; a crucial tool for managing tourism effects in tourist destinations. <i>TURIZAM</i> (ISSN 1450-6661) 12:4-11, University of Novi Sad, Faculty of Science, Novi Sad, Serbia. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.dgt.uns.ac.rs/turizam/arhiva/vol1_1.pdf" target="_blank">http://www.dgt.uns.ac.rs/turizam/arhiva/vol1_1.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Bonilla, J.M. &amp; Lopez-Bonilla, L.M. (2008) - Measuring social carrying capacity: an exploratory study. <i>Tourismos: an International Multidisciplinary Journal of Tourism</i> (ISSN: 1790-8418), 3(1):116-134, University of the Aegean, Lesvos, Gr&eacute;cia. Dispon&iacute;vel online em <a href="http://www.chios.aegean.gr/tourism/journal/vol3no1.pdf" target="_blank">http://www.chios.aegean.gr/tourism/journal/vol3no1.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-8872201500020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Maio, I.P.; Barretto, M.; dos Santos, R. J. (2006) - Processos socio-culturais do turismo na localidade receptora: o olhar de residentes sobre os visitantes da Ilha da Pintada/Porto Alegre/RS. <i>Turismo &ndash; Vis&atilde;o e Ac&ccedil;&atilde;o</i>, 8:235-252. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.14210/rtva.v8n2.p235-252" target="_blank">10.14210/rtva.v8n2.p235-252</a></p>     <!-- ref --><p>Manning, R.; Valliere, W.; Minteer, B.; Wang, B. &amp; Jacobi, C. (2000) - Crowding in parks and outdoor recreation: a theoretical, empirical and managerial analysis. <i>Journal of Park and Recreation Administration</i> (ISSN: 0735-1968), 18(4):57-72, American Academy for Park and Recreation Administration, Mahomet, Illinois, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://js.sagamorepub.com/jpra/article/view/1593" target="_blank">http://js.sagamorepub.com/jpra/article/view/1593</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201500020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Manning, R.; Wang, B.; Valliere, W.; Lawson, S. &amp; Newman, P. (2002) - Research to estimate and manage carrying capacity of a tourist attraction: a study of Alcatraz Island. Journal of Sustainable Tourism, 10(5):388-404. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/09669580208667175" target="_blank">10.1080/09669580208667175</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-8872201500020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Manning, R.E. (2007) - <i>Parks and carrying capacity: commons without tragedy</i>. 328p., Island Press, Washington, DC, USA. ISBN: 1559631058&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-8872201500020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Manning, T. (1999) - Indicators of tourism sustainability. <i>Tourism Management</i>, 20(2):179-181. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0261-5177(98)00084-3" target="_blank">10.1016/S0261-5177(98)00084-3</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-8872201500020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mathieson, A.; Wall, G. (1982) - <i>Tourism: economic, physical and social impacts</i>. 216p., Prentice Hall, New York, USA. ISBN: 0582300614&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-8872201500020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>McCool, S.F.; Lime, D.W. (2001) - Tourism carrying capacity: tempting fantasy or useful reality? <i>Journal of Sustainable Tourism</i>, 9:372&ndash;388. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/09669580108667409" target="_blank">10.1080/09669580108667409</a></p>     <p>Minist&eacute;rio do Turismo (2003) &ndash; <i>Plano estrat&eacute;gico para o desenvolvimento do turismo em Mo&ccedil;ambique (2004-2013)</i>. 88p., Minist&eacute;rio do Turismo, Maputo, Mo&ccedil;ambique. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.portaldogoverno.gov.mz/docs_gov/estrategia/turismo/Plano_Estrategico_pt_MITUR.pdf" target="_blank">http://www.portaldogoverno.gov.mz/docs_gov/estrategia/turismo/Plano_Estrategico_pt_MITUR.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Murdy, S.; Pike, S. (2012) - Perceptions of visitor relationship marketing opportunities by destination marketers: an importance-performance analysis. <i>Tourism Management</i>, 33:1281-1285. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tourman.2011.11.024" target="_blank">10.1016/j.tourman.2011.11.024</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-8872201500020000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Needham, M.D.; Rollins, R.B.; Vaske, J.J. (2004) - Site-specific encounters, norms and crowding of summer visitors at alpine ski areas. <i>International Journal of Tourism Research</i>, 6(6):421-437. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1002/jtr.504" target="_blank">10.1002/jtr.504</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-8872201500020000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Needham, M.D.; Szuster, B.W.; Bell, C.M. (2011) - Encounter norms, social carrying capacity indicators and standards of quality at a marine protected area. <i>Ocean and Coastal Management</i>, 54: 633-641. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2011.06.004" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2011.06.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-8872201500020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Needham, M.D.; Tynon, J.F.; Ceurvorst, R.L.; Collins, R.L.; Connor, W.M.; Culnane, M.J.W. (2008a) - <i>Recreation carrying capacity and management at Kailua Beach Park on Oahu, Hawaii</i>. 66p. + anexos, Hawaii Coral Reef Initiative &ndash; Research Program, Oregon State University, Corvallis, Oregon, EUA. Disponivel on-line em <a href="http://fes.forestry.oregonstate.edu/sites/fes.forestry.oregonstate.edu/files/PDFs/TynonKailua.pdf" target="_blank">http://fes.forestry.oregonstate.edu/sites/fes.forestry.oregonstate.edu/files/PDFs/TynonKailua.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Needham, M.D.; Tynon, J.F.; Ceurvost, R.L.; Collins, R.L., Connor, W.M.; Culnane, M.J.W. (2008b) - <i>Recreation carrying capacity and management at Pupukea Marine Life Conservation District on Oahu, Hawaii</i>. 80p. + anexos, Hawaii Division of Aquatic Resources, Oregon State University, Corvallis, Oregon, EUA. Disponivel on-line em <a href="http://fes.forestry.oregonstate.edu/sites/fes.forestry.oregonstate.edu/files/PDFs/TynonPupukea.pdf" target="_blank">http://fes.forestry.oregonstate.edu/sites/fes.forestry.oregonstate.edu/files/PDFs/TynonPupukea.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-8872201500020000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nelson, C.; Morgan, R, Williams, A.T.; Wood, J. (2000) - Beach awards and management. <i>Ocean and Coastal Management</i> 43:87-98. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0964-5691(99)00068-X" target="_blank">10.1016/S0964-5691(99)00068-X</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201500020000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira da Silva, C. (2002) - Beach carrying capacity assessment: how important is it? <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 0749-0208): SI36:190-197, Florida, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.science.ulst.ac.uk/ics2002/carlos%20da%20silva.pdf" target="_blank">http://www.science.ulst.ac.uk/ics2002/carlos%20da%20silva.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-8872201500020000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Pires, E.V. (2004) - Impactos socio-culturais do turismo sobre as comunidades receptoras: uma an&aacute;lise conceitual. <i>Caderno Virtual de Turismo</i> (ISSN: 1677-6976) 4(3):14-18. Laborat&oacute;rio de Tecnologia e Desenvolvimento Social, Ilha do Fundao, Rio de Janeiro, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/index.php?journal=caderno&page=article&op=view&path%5B%5D=58&path%5B%5D=53" target="_blank">http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/index.php?journal=caderno&page=article&op=view&path%5B%5D=58&path%5B%5D=53</a></p>     <!-- ref --><p>Roca, E.; Riera, C.; Villares, M.; Fragell, R. Junyent, R. (2008) - A combined assessment of beach occupancy and public perceptions of beach quality: a case study in the Costa Brava, Spain. <i>Ocean and Coastal Management</i>, 51: 839-846. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2008.08.005" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2008.08.005</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201500020000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Roca, E.; Villares, M.; Ortego, M.I. (2009) - Assessing public perceptions on beach quality according to beach users&rsquo; profile: a case study in the Coasta Brava (Spain). <i>Tourism Management</i>, 30:598-607. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tourman.2008.10.015" target="_blank">10.1016/j.tourman.2008.10.015</a></p>     <!-- ref --><p>Rothman, R.A. (1978) - Residents and transients: community reactions to seasonal visitors. <i>Journal of Travel Research</i>, 16(3):8-13. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1177/004728757801600303" target="_blank">10.1177/004728757801600303</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-8872201500020000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Saveriades, A. (2000) - Establishing the social tourism carrying capacity for the tourist resorts of the east coast of the Republic of Cyprus. <i>Tourism Management</i>, 21:147-156. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1002/jtr.504" target="_blank">10.1016/S0261-5177(99)00044-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-8872201500020000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Shelby, B. &amp; Heberlein, T. (1986) - <i>Carrying capacity in recreation settings</i>. 164p., Oregon State University Press, Corvallis, Oregon, USA. ISBN: 9780870714269&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-8872201500020000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Siegenthaler, K.L. 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