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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso do geoprocessamento para definição de áreas para o cultivo de ostras na região estuarina de Cananéia/SP]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Use of GIS for defining areas for the cultivation of oysters in the estuarine region of Cananéia, São Paulo, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Most traditional fish stocks is declining as a result of the expansion of human activities in the coastal zone, providing other forms of food production and generation of income, such as mariculture. In this scenario, the development of management tools for coastal zone has become necessary, since its absence can cause irreparable damage to coastal environments and aquatic life. GIS techniques have been widely used in various economic and governmental activities, providing adequate information for planning and management of projects and territories. When applied consistently, these techniques can contribute to the sustainability of aquaculture area. The aim of this study was to develop an instrument for planning mariculture through the use of GIS for the cultivation of oysters in the estuarine region of Cananeia. The data obtained through literature searches, current Brazilian legislation, environmental agencies, Nautical chart, restitution of satellite images and field collections were organized into a manager geographic database. These data were then analyzed using geostatistical interpolation, analysis of distance and density analysis, allowing a favorable or ideal definition for areas of cultivation of oyster Crassostrea brasiliana. After this procedure the following maps were drawn: map of environmental navigation routes, map of conflicting uses,map of conflicts with the interests of the conservation units, social economic map, logistic map, map of potential form ariculture. In preparing Geographical Database, the environmental, socialeconomic and logistic were taken into consideration. The study pointed out areas conductive to the cultivation with good quality of water, which are not yet exploredby the activities that can be used for mariculture.This work developed a structure of geographic database, which will be available to decision makers and shellfishermen in the region, which may be updated when new data become available.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b> / ARTICLE</p>     <p><b>Uso do geoprocessamento para defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas para o cultivo de ostras na regi&atilde;o estuarina de Canan&eacute;ia/SP<a href="#0">*</a><a name="top0"></a></b></p>     <p><b>Use of GIS for defining areas for the cultivation of oysters in the estuarine region of Canan&eacute;ia, S&atilde;o Paulo, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>F&aacute;tima L. Colla&ccedil;o<sup>@,1</sup>; S&iacute;lvia M. Sartor<sup>2</sup>; Edison Barbieria<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author to whom correspondence should be addressed.</p>     <p><sup>1</sup>Instituto de Pesca, Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o (APTA &ndash; SAA/SP), AV. Prof. Besnard s/n. Caixa Postal 157. CEP 11990-000. Canan&eacute;ia, SP, Brasil. e-mail: Colla&ccedil;o &lt;<a href="mailto:fatinhalis@gmail.com">fatinhalis@gmail.com</a>&gt;; Barbieri &lt;<a href="mailto:edisonbarbieri@yahoo.com.br">edisonbarbieri@yahoo.com.br</a>&gt;<br />     <sup>2</sup>Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Polit&eacute;cnica, Avenida Prof. Luciano Gualberto, 380, travessa 3 - CEP 05508-010. Butant&atilde;, S&atilde;o Paulo - SP, Brasil. e-mail: Sartor &lt;<a href="mailto:silvisartor@gmail.com">silvisartor@gmail.com</a>&gt;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade />     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>A maioria dos estoques pesqueiros tradicionais encontra-se em decl&iacute;nio em decorr&ecirc;ncia da crescente expans&atilde;o das atividades antr&oacute;picas na zona costeira, propiciando outras formas de produ&ccedil;&atilde;o de alimento e de gera&ccedil;&atilde;o de renda, tal como a maricultura. Nesse panorama, o desenvolvimento de instrumentos gerenciais para a zona costeira mostra-se necess&aacute;rio, j&aacute; que sua aus&ecirc;ncia pode causar preju&iacute;zos irremedi&aacute;veis aos ambientes costeiros e &agrave; vida aqu&aacute;tica. T&eacute;cnicas de geoprocessamento v&ecirc;m sendo amplamente utilizadas nas mais diversas atividades econ&ocirc;micas e governamentais, fornecendo informa&ccedil;&otilde;es adequadas de planejamento e gest&atilde;o de territ&oacute;rios e projetos. Quando aplicadas de forma coerente, essas t&eacute;cnicas podem contribuir para a sustentabilidade aqu&iacute;cola de uma &aacute;rea. O objetivo deste estudo foi desenvolver um instrumento gerencial para o planejamento da maricultura atrav&eacute;s do uso de geoprocessamento para o cultivo de ostras na regi&atilde;o estuarina lagunar de Canan&eacute;ia. Os dados obtidos atrav&eacute;s de pesquisas bibliogr&aacute;ficas, legisla&ccedil;&atilde;o brasileira vigente, ag&ecirc;ncias ambientais, Carta N&aacute;utica, restitui&ccedil;&atilde;o de imagens de sat&eacute;lite e coletas em campo foram organizados em um gerenciador de banco de dados geogr&aacute;ficos. Ap&oacute;s esse procedimento, analisou-se atrav&eacute;s da geoestat&iacute;stica, interpola&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise de dist&acirc;ncia e an&aacute;lise de densidade, definiram-se &aacute;reas prop&iacute;cias ou ideais para o cultivo da ostra <i>Crassostrea brasiliana</i>, o que resultou na elabora&ccedil;&atilde;o dos mapas: Mapa Ambiental, Mapa das rotas de navega&ccedil;&atilde;o, Mapa de Conflito de Usos, Conflitos com interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, Mapa Socioecon&ocirc;mico, Mapa Log&iacute;stico, Mapa de potencial para a maricultura. Na elabora&ccedil;&atilde;o do Banco de Dados Geogr&aacute;ficos, foram considerados crit&eacute;rios ambientais, socioecon&ocirc;micos e log&iacute;sticos. Como resultado, obteve-se &aacute;reas prop&iacute;cias para o cultivo da ostra que apresentam boa qualidade de &aacute;gua, que ainda n&atilde;o s&atilde;o exploradas pela atividade e que podem vir a ser.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> SIG, litoral sul de S&atilde;o Paulo, maricultura, ostricultura, gerenciamento costeiro</p> <hr size="1" noshade />     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Most traditional fish stocks is declining as a result of the expansion of human activities in the coastal zone, providing other forms of food production and generation of income, such as mariculture. In this scenario, the development of management tools for coastal zone has become necessary, since its absence can cause irreparable damage to coastal environments and aquatic life. GIS techniques have been widely used in various economic and governmental activities, providing adequate information for planning and management of projects and territories. When applied consistently, these techniques can contribute to the sustainability of aquaculture area. The aim of this study was to develop an instrument for planning mariculture through the use of GIS for the cultivation of oysters in the estuarine region of Cananeia. The data obtained through literature searches, current Brazilian legislation, environmental agencies, Nautical chart, restitution of satellite images and field collections were organized into a manager geographic database. These data were then analyzed using geostatistical interpolation, analysis of distance and density analysis, allowing a favorable or ideal definition for areas of cultivation of oyster Crassostrea brasiliana. After this procedure the following maps were drawn: map of environmental navigation routes, map of conflicting uses,map of conflicts with the interests of the conservation units, social economic map, logistic map, map of potential form ariculture. In preparing Geographical Database, the environmental, socialeconomic and logistic were taken into consideration. The study pointed out areas conductive to the cultivation with good quality of water, which are not yet exploredby the activities that can be used for mariculture.This work developed a structure of geographic database, which will be available to decision makers and shellfishermen in the region, which may be updated when new data become available.</p>     <p><b>Keywords:</b> GIS, S&atilde;o Paulo, mariculture, oyster farm, coastal management</p> <hr size="1" noshade />     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A produ&ccedil;&atilde;o pesqueira mundial encontra-se estabilizada, e o decl&iacute;nio observado nos estoques pesqueiros tradicionais deve-se principalmente &agrave; sobrepesca e &agrave; destrui&ccedil;&atilde;o de habitats na zona costeira (FAO, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Diante das proje&ccedil;&otilde;es de crescimento populacional e do decl&iacute;nio da pesca, visando prover a demanda futura por alimentos, prev&ecirc;-se um aumento da procura de produtos pesqueiros, favorecendo o aumento de empreendimentos para o cultivo de esp&eacute;cies aqu&aacute;ticas em cativeiro (FAO, 2013). A aquicultura j&aacute; &eacute; respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o da metade do peixe consumido pela popula&ccedil;&atilde;o mundial. De acordo com estudos, a produ&ccedil;&atilde;o de peixes atrav&eacute;s de aquicultura triplicou entre 1995 e 2007 (FAO, 2013).</p>     <p>Seguindo nessa dire&ccedil;&atilde;o, como sugerem Brandini <i>et al.</i> (2007), h&aacute; uma tend&ecirc;ncia de o cultivo de recursos marinhos assumir um papel de lideran&ccedil;a entre as atividades produtivas no mar territorial brasileiro. A pr&oacute;pria ind&uacute;stria pesqueira v&ecirc; na maricultura um substituto potencial para seus lucros em longo prazo, e pa&iacute;ses desenvolvidos investem milh&otilde;es em recursos financeiros na produ&ccedil;&atilde;o de algas, peixes e frutos do mar com tecnologia em escala comercial.</p>     <p>O cultivo de moluscos bivalves representa uma grande parte da produ&ccedil;&atilde;o mundial de produtos marinhos, especialmente por ofertar baixos custos para sua instala&ccedil;&atilde;o e seu manuseio (Christo, 2006). Quando instalados em ambientes protegidos, podem obter um alto &iacute;ndice de rentabilidade. Em 2008, a produ&ccedil;&atilde;o de moluscos cultivados foi de 13,1 milh&otilde;es de toneladas (FAO, 2010), aumentando em 2010 para 14,2 milh&otilde;es de toneladas (FAO, 2012).</p>     <p>As caracter&iacute;sticas geogr&aacute;ficas, biol&oacute;gicas e culturais da regi&atilde;o estuarina-lagunar de Canan&eacute;ia-Paranagu&aacute; a tornam prop&iacute;cia ao desenvolvimento da maricultura, principalmente de moluscos bivalves, conciliando a perman&ecirc;ncia das comunidades tradicionais e a preserva&ccedil;&atilde;o do ambiente. Assim sendo, a ostreicultura &eacute; considerada uma das principais atividades aqu&iacute;colas de Canan&eacute;ia, explorada comercialmente desde a d&eacute;cada de 1940 (Machado <i>et al.</i>, 2013). Sob o ponto de vista bioecol&oacute;gico, a regi&atilde;o tem importante papel na produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria org&acirc;nica. Al&eacute;m disso, trata-se de um estu&aacute;rio, que reconhecidamente j&aacute; &eacute; ambiente de alta produ&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria (Day <i>et al.</i>, 1989). Esse conjunto de condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias &eacute; importante para a forma&ccedil;&atilde;o de um criadouro para um elevado n&uacute;mero de esp&eacute;cies de peixes, crust&aacute;ceos e moluscos bivalves de interesse comercial (Barbieri &amp; Cavaleiro, 1999).</p>     <p>Atualmente, apenas 40% da produ&ccedil;&atilde;o total de ostras de Canan&eacute;ia s&atilde;o provenientes de viveiros de &ldquo;engorda&rdquo; (Henriques <i>et al.</i>, 2010). O sistema de viveiros de &ldquo;engorda&rdquo; &eacute; uma forma de manejo em que as ostras s&atilde;o extra&iacute;das do ambiente natural com tamanho entre 5 e 10 cm (Portaria SUDEPE no 40 de 1986) e dispostas em estruturas at&eacute; atingirem o tamanho comercial. Duas esp&eacute;cies nativas de ostras ocorrem em Canan&eacute;ia, a <i>Crassostrea rhizophorae</i> e a <i>Crassostrea brasiliana</i>, conhecidas como Ostras do Mangue e encontradas em regi&otilde;es de baixa e m&eacute;dia salinidade (Barbieri <i>et al.</i>, 2014). Para efeitos deste trabalho, optou-se por trabalhar com a <i>C. brasiliana</i>, que &eacute; de distribui&ccedil;&atilde;o mais ampla no estu&aacute;rio e tolera uma varia&ccedil;&atilde;o maior de salinidade (Galv&atilde;o <i>et al.</i>, 2000).</p>     <p>Devido &agrave; sua alta capacidade de filtra&ccedil;&atilde;o durante o processo de alimenta&ccedil;&atilde;o, as ostras podem acumular bact&eacute;rias, metais pesados, organoclorados, bem como outros poluentes nos tecidos, caso o ambiente sofra algum tipo de a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica poluidora (Barros & Barbieri, 2012; Doi <i>et al.</i>, 2014; Reigala <i>et al.</i>, 2014), justificando, assim, a necessidade de um bom planejamento e controle sanit&aacute;rio das &aacute;reas de cultivo.</p>     <p>O aumento da atividade de maricultura sem planejamento pode ocasionar diversos riscos ao ambiente e &agrave; sa&uacute;de humana, pelo simples fato de os cultivos serem realizados na aus&ecirc;ncia, principalmente, de um sistema eficaz de monitoramento da qualidade das &aacute;guas. Em 2003, Curtis (2003) relatou que a qualidade da &aacute;gua tem sido colocada em primeiro plano nos debates sobre pol&iacute;tica de fomento &agrave;s atividades de maricultura no Estado de Santa Catarina. Esse fato decorre do entendimento da magnitude dos riscos gerados pela presen&ccedil;a de metais e semi-metais, subst&acirc;ncias qu&iacute;micas e bact&eacute;rias na &aacute;gua em que existe atividade de maricultura. Assim sendo, o monitoramento da qualidade do ambiente onde se localiza o cultivo &eacute; de suma import&acirc;ncia para a certifica&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria e a sanidade do produto direcionado ao mercado consumidor.</p>     <p>O monitoramento da qualidade ambiental, principalmente com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; presen&ccedil;a de coliformes termotolerantes, al&eacute;m da presen&ccedil;a de atividades potencialmente poluidoras e de usos concorrentes com a maricultura, deve ser considerado na escolha de uma &aacute;rea para ostreicultura. Nesse sentido, o presente estudo prop&otilde;e a cria&ccedil;&atilde;o de um banco de dados geogr&aacute;ficos com vari&aacute;veis ambientais e microbiol&oacute;gicas que podem contribuir com o planejamento da maricultura no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia.</p>     <p>O desenvolvimento de instrumentos gerenciais para a zona costeira se mostra necess&aacute;rio, j&aacute; que sua falta pode causar preju&iacute;zos irremedi&aacute;veis aos ambientes costeiros e &agrave; vida aqu&aacute;tica, como, por exemplo, a implanta&ccedil;&atilde;o de cultivos muito al&eacute;m da capacidade de suporte do ambiente. Assim sendo, o SIG (Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas) vem sendo amplamente proposto por v&aacute;rios pa&iacute;ses nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas para o planejamento das atividades aqu&iacute;colas nas regi&otilde;es litor&acirc;neas (Scott &amp; Vianna, 2001; Simms, 2002; Scott, 2003; Macleod, 2002; Freitas <i>et al.</i>, 2009; Farias <i>et al.</i>, 2010; Bezerra <i>et al.</i>, 2011; Vianna <i>et al.</i> 2012). Nath <i>et al.</i> (2000) avaliaram o uso de SIG como suporte &agrave; decis&atilde;o na aquicultura e apontaram forte tend&ecirc;ncia de crescimento do seu uso como componente de sistemas de apoio &agrave; decis&atilde;o.</p>     <p>O m&eacute;todo AHP &ndash; processo de an&aacute;lise hier&aacute;rquica, m&eacute;todo de multicrit&eacute;rio de apoio &agrave; tomada de decis&otilde;es, se baseia na divis&atilde;o do problema em n&iacute;veis hier&aacute;rquicos, determinando, de forma clara e por meio da s&iacute;ntese dos valores dos agentes de decis&atilde;o, uma medida global para cada uma das alternativas, classificando ao finalizar o m&eacute;todo (Marins <i>et al.</i>, 2009). Esse m&eacute;todo, aliado a SIG&rsquo;s, foi utilizado no planejamento da maricultura por diversos autores (Farias <i>et al.</i>, 2010; Bezerra <i>et al.</i>, 2011; Teixeira <i>et al.</i>, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo a FAO (2013), em publica&ccedil;&atilde;o que trata do ordenamento do territ&oacute;rio para apoiar a abordagem ecossist&ecirc;mica na aquicultura, descreve a situa&ccedil;&atilde;o atual do uso de SIG nessa &aacute;rea, concluindo que, apesar de amplamente aplicada para a identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias para cultivos, n&atilde;o considera todos os setores econ&ocirc;micos e sociais.</p>     <p>Al&eacute;m disso, o estabelecimento de bases sustent&aacute;veis para a correta escolha de locais para instala&ccedil;&atilde;o de cultivos s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s do entendimento da rela&ccedil;&atilde;o entre a exig&ecirc;ncia fisiol&oacute;gica do organismo aqu&aacute;tico e as condi&ccedil;&otilde;es ambientais, maximizando a efici&ecirc;ncia da maricultura, de forma a otimizar o uso de &aacute;reas, para produzir o m&aacute;ximo de organismos com o m&iacute;nimo de custo social e ambiental.</p>     <p>O objetivo do presente trabalho foi desenvolver um instrumento gerencial para o planejamento do cultivo de ostras na regi&atilde;o estuarina de Canan&eacute;ia, Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil, utilizando geoprocessamento e considerando crit&eacute;rios ambientais, socioecon&ocirc;micos e log&iacute;sticos para identificar &aacute;reas prop&iacute;cias para cultivar a <i>Crassostrea</i> spp., de forma a compatibiliz&aacute;-los com outras atividades, buscando manter a qualidade ambiental da regi&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. M&eacute;todos</b></p>     <p>A &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia deste projeto foi o estu&aacute;rio do munic&iacute;pio de Canan&eacute;ia/SP, delimitada pelos paralelos 25&deg; 19&rsquo; 00&rdquo; S e 24&deg; 52&rsquo; 30&rdquo; S e pelos meridianos 48&deg; 15&rsquo; 00&rdquo; W e 47&deg; 38&rsquo; 20&rdquo; W (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>     
<p>Visando padronizar os procedimentos para o planejamento da maricultura, o presente trabalho prop&ocirc;s utilizar o geoprocessamento na concep&ccedil;&atilde;o de um modelo conceitual por processo anal&iacute;tico hier&aacute;rquico - AHP. Essa metodologia foi proposta por Vianna (2007), considerada mais adequada para a realidade, diante da car&ecirc;ncia de dados de monitoramento de ambientes costeiros no Brasil.</p>     <p>Para a modelagem dos dados, foi utilizado o software gvSIG vers&atilde;o 1.11 (GVSIG, 2011). Uma Base de Dados Geogr&aacute;fica - BDG (Gazola e Furtado, 2007) foi estruturada para armazenar, editar, relacionar e analisar os dados. O sistema adotado foi Coordenadas Geogr&aacute;ficas - SIRGAS 2000.</p>     <p>Foram feitas an&aacute;lises atrav&eacute;s de um modelo conceitual por processo anal&iacute;tico hier&aacute;rquico &ndash; AHP, considerando as seguintes etapas: 1) Constru&ccedil;&atilde;o do modelo conceitual; 2) Levantamento de dados; 3) Estrutura&ccedil;&atilde;o de um BDG; 4) Aplica&ccedil;&atilde;o do modelo; 5) Avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados; e 6) Valida&ccedil;&atilde;o utilizando os dados levantados em campo.</p>     <p>Para a elabora&ccedil;&atilde;o deste trabalho, contou-se com levantamento de dados em campo, de mar&ccedil;o a dezembro de 2012, levantamento de dados bibliogr&aacute;ficos e consulta a dados n&atilde;o publicados, obtidos junto a ag&ecirc;ncias ambientais com atua&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.1. Modelo conceitual</b></p>     <p>Foi elaborada uma lista preliminar de vari&aacute;veis com grau de pondera&ccedil;&atilde;o para cada uma das &aacute;reas estudadas. As vari&aacute;veis foram agrupadas nas categorias ambientais, socioecon&ocirc;micas e log&iacute;sticas, conforme descrito na na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>, e avaliadas conforme a <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>. Os pesos foram definidos pelos autores, em que os maiores n&iacute;veis representam as melhores solu&ccedil;&otilde;es.</p>     
<p><b>2.2. Descri&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis</b></p>     <p><b>2.2.1 Qualidade Microbiol&oacute;gica</b></p>     <p>A Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 357 de 2005 define &Aacute;guas Salobras como sendo "&aacute;guas com salinidade igual ou inferior a 0.5 e 30", caracter&iacute;stica da regi&atilde;o estudada.</p>     <p>Segundo essa mesma Resolu&ccedil;&atilde;o (se&ccedil;&atilde;o II, al&iacute;nea &ldquo;g&rdquo;, do inciso I do art. 18), os padr&otilde;es de qualidade m&iacute;nima de &aacute;guas salobras para a Classe 1, <i>para o cultivo de moluscos bivalves destinados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o humana, a m&eacute;dia geom&eacute;trica da densidade de coliformes termotolerantes, de um m&iacute;nimo de 15 amostras coletadas no mesmo local, n&atilde;o dever&aacute; exceder 43 por 100 mililitros, e o percential 90% n&atilde;o dever&aacute; ultrapassar 88 coliformes termotolerantes por 100 mililitros. Esses &iacute;ndices dever&atilde;o ser mantidos em monitoramento anual com um m&iacute;nimo de 5 amostras</i>.</p>     <p>Existem outros par&acirc;metros de qualidade de &aacute;gua estabelecidos na Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 357 de 2005 subst&acirc;ncias org&acirc;nicas e inorg&acirc;nicas). Por&eacute;m, como o presente trabalho utilizou dados j&aacute; existentes, eles n&atilde;o foram contemplados. Subentende-se que alguns tipos de contaminantes ser&atilde;o analisados atrav&eacute;s das vari&aacute;veis relativas &agrave;s fontes de polui&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Os dados de contamina&ccedil;&atilde;o por coliformes termotolerantes foram obtidos atrav&eacute;s de coletas mensais de &aacute;gua realizadas em 2012 pelo Instituto de Pesca na &aacute;rea de estudo. Trabalhou-se com as m&eacute;dias de cada um dos 10 pontos distintos (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05t2.jpg" target="_blank">Tabela 2</a>).</p>     
<p><b>2.2.2. Fontes de polui&ccedil;&atilde;o ou potencialmente poluidoras</b></p>     <p>Na regi&atilde;o estudada, as fontes de polui&ccedil;&atilde;o s&atilde;o efluentes dom&eacute;sticos n&atilde;o tratados que podem degradar a qualidade do ambiente e pontos com presen&ccedil;a de estruturas que, por derivados de petr&oacute;leo ou mat&eacute;ria org&acirc;nica, podem contaminar o ambiente aqu&aacute;tico. Dessa forma, foram considerados potenciais para polui&ccedil;&atilde;o: esta&ccedil;&atilde;o de tratamento de esgoto, posto de abastecimento n&aacute;utico, trapiches, rampas e portos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.2.3. Batimetria</b></p>     <p>Foram consideradas as medi&ccedil;&otilde;es de profundidade realizadas durante as coletas de campo com o aux&iacute;lio de ecossonda e da Carta N&aacute;utica Digital n&ordm; 1703 (Marinha, 2012), al&eacute;m de profundidades determinadas a partir de imagens do Google Earth&reg;.</p>     <p><b>2.2.4. Conflitos de uso</b></p>     <p>Foram consideradas como atividades conflitantes com a maricultura rotas de navega&ccedil;&atilde;o, estruturas n&aacute;uticas e locais para banho (balne&aacute;rios). As atividades foram mapeadas atrav&eacute;s de arquivo kml fornecido pela CETESB (2011) e observa&ccedil;&otilde;es sobre imagens Google Earth&reg;. As &aacute;reas com menor risco de conflitos s&oacute;cio-econ&ocirc;micos seriam aquelas mais distantes dessas atividades.</p>     <p><b>2.2.5. Conflitos com interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A regi&atilde;o &eacute; composta por um mosaico de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, podendo seus interesses ser conflitantes com a atividade de maricultura. Dessa forma, foram considerados os Planos de Manejos existentes e o tipo de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o para determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas.</p>     <p><b>2.2.6. Estrutura de apoio ao beneficiamento</b></p>     <p>F&aacute;bricas de gelo, unidades de processamento de pescados, unidades depuradoras e entrepostos pesqueiros comp&otilde;em um conjunto de estruturas de apoio ao beneficiamento que podem indicar facilidades na log&iacute;stica de produ&ccedil;&atilde;o em maricultura. Sendo assim, a proximidade dessas estruturas foi considerada como maior probabilidade de sucesso comercial.</p>     <p><b>2.2.7. Situa&ccedil;&atilde;o log&iacute;stica considerando pontos de comercializa&ccedil;&atilde;o, facilidade de escoamento</b></p>     <p>A comercializa&ccedil;&atilde;o geralmente &eacute; feita de forma direta aos consumidores e ocorre principalmente no ver&atilde;o. Por&eacute;m, as &aacute;reas com maior probabilidade de sucesso comercial s&atilde;o aquelas que possuem maior proximidade e melhor acesso aos mercados consumidores e &agrave;s unidades beneficiadoras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.3. Levantamento de dados</b></p>     <p>Os dados utilizados foram obtidos atrav&eacute;s das fontes citadas nas Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte. Como eles foram adquiridos de diversas fontes, foi necess&aacute;ria a convers&atilde;o de formatos e sistemas de proje&ccedil;&atilde;o, georreferenciamento, tabula&ccedil;&atilde;o de atributos e restitui&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de ferramentas de convers&atilde;o de Datum e exporta&ccedil;&atilde;o de formato.</p>     <p>2.4. Gera&ccedil;&atilde;o dos mapas do modelo</p>     <p>A partir da elabora&ccedil;&atilde;o de tabelas, os dados foram processados utilizando m&eacute;todos geoestat&iacute;sticos, gerando matrizes de intera&ccedil;&atilde;o. A partir dessas matrizes e com o uso de calculadora matricial, os mapas foram gerados.</p>     <p>O peso de cada mapa utilizado no c&aacute;lculo est&aacute; descrito na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Resultados</b></p>     <p><b>3.1. Aplica&ccedil;&atilde;o do modelo</b></p>     <p>Os mapas foram interpolados com o uso de calculadora   de mapas, que permite atribuir pesos para cada uma das camadas.</p>     <p><b>3.1.1. Mapa Ambiental</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O Mapa Ambiental (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>) foi gerado atrav&eacute;s da m&eacute;dia ponderada, em uma calculadora matricial, dos mapas de Polui&ccedil;&atilde;o e de Potencial de Polui&ccedil;&atilde;o (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte III e IV).</p>     
<p>Cada matriz (mapa raster) foi normalizada em valores entre 0 e 1, em que 1 &eacute; de maior potencial e 0 de menor potencial, e, posteriormente, foi gerada uma matriz que obedeceu &agrave;s propor&ccedil;&otilde;es registradas na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>. Considerou-se Polui&ccedil;&atilde;o as &aacute;reas com contamina&ccedil;&atilde;o por coliformes termotolerantes e Potencial de Polui&ccedil;&atilde;o os pontos com atividades de marina, sa&iacute;das de esgoto e povoamentos. Dessa forma, a polui&ccedil;&atilde;o teve um peso maior na an&aacute;lise final por j&aacute; estar, de alguma forma, presente no ambiente e representar risco &agrave; maricultura.   O Mapa de Polui&ccedil;&atilde;o foi gerado atrav&eacute;s do m&eacute;todo de interpola&ccedil;&atilde;o inverso da dist&acirc;ncia ponderada - IDW, a partir da m&eacute;dia dos valores de contagens de coliformes termotolerantes, da localiza&ccedil;&atilde;o de marinhas, das sa&iacute;das de esgoto e dos povoamentos, observados em amostras de &aacute;gua coletadas em 2012, atrav&eacute;s de monitoramento realizado pelo Instituto de Pesca em 10 pontos distintos na &aacute;rea de estudo (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05t2.jpg" target="_blank">Tabela 2</a>).</p>     
<p>A presen&ccedil;a de atividades potencialmente poluidoras na &aacute;rea pode representar risco &agrave; maricultura. Sendo assim, quanto maior a dist&acirc;ncia desses pontos, menor a probabilidade de contamina&ccedil;&atilde;o, no caso de algum tipo de acidente. Foram mapeados trapiches, rampas e portos, a partir de imagens do Google Earth&reg;, e tamb&eacute;m foram utilizados dados do levantamento de estruturas n&aacute;uticas realizado pela Ag&ecirc;ncia Ambiental da CESTEB de Registro, nos munic&iacute;pios de Canan&eacute;ia e Ilha Comprida, em 2011.</p>     <p>Foi gerado um Mapa de Potencial de Polui&ccedil;&atilde;o, considerando a densidade de estruturas n&aacute;uticas. Para tanto, utilizou-se uma calculadora de densidade atrav&eacute;s de n&uacute;mero de estruturas mapeadas.</p>     <p>O mapa Ambiental (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>) foi elaborado atrav&eacute;s da an&aacute;lise de dados sobre a situa&ccedil;&atilde;o de contamina&ccedil;&atilde;o por coliformes termotolerantes, al&eacute;m de mapear a presen&ccedil;a de atividades potencialmente poluidoras (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte III e IV).</p>     
<p>O mapa ambiental visou identificar o grau de polui&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o de estudo. Dessa forma, quanto maior a dist&acirc;ncia das &aacute;reas com potencial de polui&ccedil;&atilde;o, menor a probabilidade de contamina&ccedil;&atilde;o dos cultivos.</p>     <p>Atividades n&aacute;uticas podem causar a contamina&ccedil;&atilde;o por derivados de petr&oacute;leo, j&aacute; a concentra&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncias aliada &agrave; ineficiente rede de saneamento b&aacute;sico gera contamina&ccedil;&atilde;o por mat&eacute;ria org&acirc;nica. O crit&eacute;rio ambiental &eacute; essencial no cultivo de ostras, para garantir a qualidade higi&ecirc;nico-sanit&aacute;ria do alimento produzido.</p>     <p><b>3.1.2. Mapa das rotas de navega&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Considerando as &aacute;reas com maior profundidade, foram tra&ccedil;adas rotas de navega&ccedil;&atilde;o, a partir da carta N&aacute;utica n&ordm; 1703 (Marinha do Brasil, 2012) e das observa&ccedil;&otilde;es das embarca&ccedil;&otilde;es que navegam na regi&atilde;o, al&eacute;m de dados obtidos em campo atrav&eacute;s de um GPS. Ap&oacute;s as observa&ccedil;&otilde;es e o conhecimento da regi&atilde;o, foi gerado o Mapa Rota de Navega&ccedil;&atilde;o, com buffer de 100 metros de restri&ccedil;&atilde;o (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte V).</p>     <p><b>3.1.3. Mapa de Conflito de Usos</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A defini&ccedil;&atilde;o do canal de navega&ccedil;&atilde;o e a densidade da presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas geraram o Mapa de Conflito de Usos (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte VI). As Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o consideradas neste trabalho foram aquelas cujo territ&oacute;rio est&aacute; inteiramente ou parcialmente inserido no ambiente aqu&aacute;tico (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte VII). Sua categoria e a exist&ecirc;ncia de um instrumento de gest&atilde;o que pode gerar alguma restri&ccedil;&atilde;o de uso (Informa&ccedil;&otilde;es de suporte / Supporting Information) foram utilizadas na an&aacute;lise.</p>     <p><b>3.1.4. Mapa de conflitos com interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Considerando as informa&ccedil;&otilde;es detalhadas em Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte, gerou-se o Mapa de conflitos com interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a>). As Reservas de Desenvolvimento Sustent&aacute;veis e Reservas Extrativistas foram consideradas &aacute;reas com restri&ccedil;&atilde;o de uso, j&aacute; que s&atilde;o restritas a grupos espec&iacute;ficos.</p>     
<p>O Mapa Socioecon&ocirc;mico (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>) foi elaborado considerando as principais atividades que poderiam gerar algum tipo de conflito com a maricultura (estruturas n&aacute;uticas, rotas de navega&ccedil;&atilde;o e conflito com interesses de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o).</p>     
<p><b>3.1.5. Mapa Socioecon&ocirc;mico</b></p>     <p>Essas vari&aacute;veis tiveram o mesmo peso na an&aacute;lise final, j&aacute; que representam potencial de conflitos semelhante.</p>     <p>Optou-se aqui por utilizar o m&eacute;todo geoestat&iacute;stico Boleano (Jakob, 2002) na pondera&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis Rotas de Navega&ccedil;&atilde;o e Conflitos com interesses de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que as restri&ccedil;&otilde;es impedem o uso das &aacute;reas; sendo assim, quanto mais pr&oacute;ximo dessas &aacute;reas, maior a probabilidade de haver algum tipo de conflito.</p>     <p>Para determinarmos a rota de embarca&ccedil;&otilde;es, utilizou-se a Carta N&aacute;utica Digital n&ordm; 1703 (Marinha do Brasil, 2012) como base, al&eacute;m de dados coletados em campo para este trabalho, para determina&ccedil;&atilde;o da profundidade da &aacute;rea. No interior do estu&aacute;rio, a distribui&ccedil;&atilde;o dos pontos amostrais apresentou vazios em alguns pontos, principalmente nas &aacute;reas onde des&aacute;guam os rios e em &aacute;reas de mangues e areia, sendo representadas pelo software como &aacute;reas com profundidade com valor zero.</p>     <p>Assim sendo, baseado em imagens do Google Earth&reg;, definiram-se pontos amostrais com valores de 0,5m e 0,1m &agrave;s desembocaduras de rios, bancos de areia e mangue. Os dados foram interpolados utilizando-se o m&eacute;todo geoestat&iacute;stico Krigagem (Jakob, 2002, p.1) para a representa&ccedil;&atilde;o do terreno. Foi utilizado o m&eacute;todo ordin&aacute;rio juntamente com o modelo de semi-variograma esf&eacute;rico. Os m&eacute;todos geoestat&iacute;sticos se baseiam nos modelos estat&iacute;sticos que incluem autocorrela&ccedil;&atilde;o, tornando-os capazes n&atilde;o s&oacute; de produzir um modelo de superf&iacute;cie, mas tamb&eacute;m de prover algumas medi&ccedil;&otilde;es de exatid&atilde;o dessa superf&iacute;cie modelada (Freitas <i>et al.</i>, 2009).</p>     <p>A gera&ccedil;&atilde;o do mapa Socioecon&ocirc;mico (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>) visou identificar as &aacute;reas com restri&ccedil;&otilde;es para a finalidade de cultivos. Essa identifica&ccedil;&atilde;o se deu atrav&eacute;s da an&aacute;lise de conflitos com os interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a>) e das rotas de navega&ccedil;&atilde;o e estruturas n&aacute;uticas j&aacute; existentes (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte). Assim sendo, identificaram-se &aacute;reas restritas para a maricultura e &aacute;reas com potencial de conflitos, por&eacute;m pass&iacute;veis de uso.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.1.6. Mapa Log&iacute;stico</b></p>     <p>Considerou-se a proximidade do mercado consumidor, a facilidade de acesso e a presen&ccedil;a de unidades de beneficiamento como crit&eacute;rios log&iacute;sticos visando &agrave; viabilidade econ&ocirc;mica.</p>     <p>Para o Mapa Log&iacute;stico (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f6.jpg" target="_blank">Figura 6</a>), foram consideradas as localiza&ccedil;&otilde;es de estruturas de apoio ao beneficiamento (f&aacute;brica de gelo, processadoras/ind&uacute;strias de pesca, depuradoras e entrepostos pesqueiro) e dos pontos de comercializa&ccedil;&atilde;o e facilidade de escoamento.</p>     
<p>Tamb&eacute;m foram considerados locais com concentra&ccedil;&otilde;es de restaurantes, pousadas ou pesqueiros que correspondem a mercado potencial de pescados. A localiza&ccedil;&atilde;o das estruturas de apoio ao beneficiamento e dos pontos de comercializa&ccedil;&atilde;o e facilidade de escoamento foram obtidos atrav&eacute;s de entrevistas com representantes de institui&ccedil;&otilde;es envolvidas no setor pesqueiro em Canan&eacute;ia e plotadas sobre imagens do Google Earth&reg;. Utilizou-se o m&eacute;todo de an&aacute;lise de dist&acirc;ncia para definir quais locais s&atilde;o mais prop&iacute;cios para o cultivo.</p>     <p>No presente estudo, foi poss&iacute;vel determinar &aacute;reas prop&iacute;cias para a maricultura, com &ecirc;nfase no cultivo de ostras, no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f7.jpg" target="_blank">Figura 7</a>), atrav&eacute;s das informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, utilizando uma an&aacute;lise multi-criterial e ponderada hierarquicamente. Executou-se o cruzamento dos mapas Ambiental, Socioecon&ocirc;mico e Log&iacute;stico atrav&eacute;s de m&eacute;dia ponderada obtida com o uso de uma calculadora matricial.</p>     
<p>A gera&ccedil;&atilde;o do mapa Socioecon&ocirc;mico (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>) visou identificar as &aacute;reas com restri&ccedil;&otilde;es para a finalidade de cultivos. Essa identifica&ccedil;&atilde;o se deu atrav&eacute;s da an&aacute;lise de conflitos com os interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, das rotas de navega&ccedil;&atilde;o e das estruturas n&aacute;uticas j&aacute; existentes (Informa&ccedil;&otilde;es de Suporte). Assim sendo, identificaram-se &aacute;reas restritas para a maricultura e &aacute;reas com potencial de conflitos, por&eacute;m pass&iacute;veis de uso.</p>     
<p>Gerou-se, ainda, um mapa Log&iacute;stico (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f6.jpg" target="_blank">Figura 6</a>), para avaliar as &aacute;reas onde existem estruturas de apoio que beneficiariam a maricultura como uma atividade econ&ocirc;mica.</p>     
<p><b>3.1.7. Mapa de potencial para a maricultura</b></p>     <p>Finalizando, as localidades produtoras de ostras da regi&atilde;o estuarina de Canan&eacute;ia foram contrapostas com o mapa de potencial para a maricultura no estu&aacute;rio, com &ecirc;nfase no cultivo de ostras (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f7.jpg" target="_blank">Figura 7</a>), demonstrando que, das vinte localidades produtoras de ostras mapeadas por Campolim e Machado (1997), cinco est&atilde;o em local inapropriado (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a05f8.jpg" target="_blank">Figura 8</a>), ao serem considerados a presen&ccedil;a de contamina&ccedil;&atilde;o microbiol&oacute;gica, conflitos com outras atividades e a dist&acirc;ncia do centro comercial do munic&iacute;pio. Cabe ressaltar que a comunidade do Maruj&aacute;, apesar da alta qualidade ambiental da &aacute;rea, est&aacute; distante do centro comercial consumidor e dentro do Parque Estadual da Ilha do Cardoso.</p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4. Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Este trabalho analisou vari&aacute;veis ambientais, socioecon&ocirc;micas, al&eacute;m de log&iacute;sticas, utilizando SIG, para eleger as &aacute;reas prop&iacute;cias para o cultivo de ostras no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia. Apesar da aplica&ccedil;&atilde;o da metodologia proposta por Vianna (2007) neste estudo, utilizou-se um n&uacute;mero menor de vari&aacute;veis, consideradas suficientes para o apontamento de &aacute;reas prop&iacute;cias, pois Vianna (2007), em seu estudo, deu &ecirc;nfase &agrave; maricultura como um todo; neste trabalho, escolheu-se apenas uma esp&eacute;cie de ostras, a qual j&aacute; &eacute; cultivada no estu&aacute;rio.</p>     <p>Das 26 vari&aacute;veis utilizadas por Vianna (2007), foram consideradas: potencial poluidor, turismo e lazer, navega&ccedil;&atilde;o, pesca, batimetria, &aacute;reas pr&eacute;-existentes, sistema vi&aacute;rio, acesso &agrave; praia e &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, insumos b&aacute;sicos, ind&uacute;stria de beneficiamento e centros consumidores. Os temas relativos a essas vari&aacute;veis foram inseridos no presente estudo, por&eacute;m com outra nomenclatura.</p>     <p>N&atilde;o foram consideradas, neste estudo, as seguintes vari&aacute;veis, por n&atilde;o se aplicarem &agrave; regi&atilde;o: aeroportos, agrot&oacute;xicos, pista de ventos, regimes de ondas, grau de confinamento, vaz&atilde;o fluvial, drenagem pluvial, densidade de parques, insumos biol&oacute;gicos, &aacute;reas de sombra, bancos naturais de ostras e mexilh&otilde;es. Isso porque a regi&atilde;o &eacute; um estu&aacute;rio abrigado e no seu entorno existem v&aacute;rias unidades de conserva&ccedil;&atilde;o, mantendo-se, ainda, &iacute;ntegro o ambiente. Al&eacute;m disso, trabalhou-se aqui s&oacute; com uma esp&eacute;cie de ostra, a qual &eacute; cultivada h&aacute; anos, n&atilde;o havendo, por esta raz&atilde;o, a necessidade de utilizar crit&eacute;rios amplos em maricultura, para abranger cultivo de peixes e camar&otilde;es.</p>     <p>Um aspecto importante e considerado primordial nesta an&aacute;lise foi buscar a garantia da manuten&ccedil;&atilde;o da qualidade do ambiente e do alimento a ser produzido, al&eacute;m de evitar conflitos pelo uso do espa&ccedil;o. Barbieri <i>et al.</i> (2012) e Mignani <i>et al.</i> (2013) estudaram a concentra&ccedil;&atilde;o de coliformes totais e termotolerantes no Estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia (Mar de Cubat&atilde;o), verificando que, na maior parte das amostras, os &iacute;ndices de coliformes termotolerantes foram superiores ao permitido pela Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 375 de 2005, existindo, ainda, uma forte correla&ccedil;&atilde;o entre esses &iacute;ndices e os &iacute;ndices pluviom&eacute;trico mensais da regi&atilde;o. Al&eacute;m disso, os outros usos da &aacute;rea podem ser outras fontes de polui&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica.</p>     <p>Moluscos bivalves s&atilde;o organismos filtradores (que se alimentam atrav&eacute;s de um processo de filtra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e reten&ccedil;&atilde;o das part&iacute;culas em suspens&atilde;o, principalmente pl&acirc;ncton e microrganismos presentes na &aacute;gua) e podem sofrer de maneira intensa a bioacumula&ccedil;&atilde;o de metais e organoclorados (Barros &amp; Barbieri, 2012, Reigala <i>et al.</i>, 2014), tornando-se, muitas vezes, impr&oacute;prios para o consumo humano. Assim sendo, as vari&aacute;veis ambientais e socioecon&ocirc;micas tiveram um peso maior que a log&iacute;stica, tamb&eacute;m importante do ponto de vista de sustentabilidade econ&ocirc;mica da produ&ccedil;&atilde;o, como indicado no trabalho produzido por Vianna (2007).</p>     <p>O monitoramento da qualidade ambiental, principalmente com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; presen&ccedil;a de coliformes termotolerantes, al&eacute;m da presen&ccedil;a de atividades potencialmente poluidoras, usos concorrentes com a maricultura, deve ser considerado na escolha de uma &aacute;rea para ostreicultura. Nesse sentido, o presente estudo criou um banco de dados geogr&aacute;ficos com vari&aacute;veis ambientais e microbiol&oacute;gica que podem ser utilizados para o planejamento e a explora&ccedil;&atilde;o sustentada da maricultura no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia atrav&eacute;s do SIG.</p>     <p>Os resultados demonstraram que a utiliza&ccedil;&atilde;o de SIG na escolha dos locais adequados para a produ&ccedil;&atilde;o de ostras no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia &eacute; uma forte ferramenta para o planejamento da atividade. Essa constata&ccedil;&atilde;o &eacute; corroborada pelos trabalhos de Maclead (2002), Gifford <i>et al.</i> (2007), Longdill <i>et al.</i> (2008), Radiarta <i>et al.</i> (2008), Silva <i>et al.</i> (2011), que utilizaram o mesmo modelo para outras atividades de maricultura.</p>     <p>O SIG &eacute; uma ferramenta &uacute;til para correlacionar aspectos espaciais da aquicultura. Auxilia a planejar a atividade, facilitando na tomada de decis&otilde;es administrativas (Ross <i>et al.</i>, 2009). Os resultados deste estudo demonstram que uma base de dados com poucas vari&aacute;veis pode contribuir significativamente com a gest&atilde;o do estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia visando a maricultura. O exemplo concreto de que os resultados deste trabalho ser&atilde;o &uacute;teis para a atividade &eacute; o mapeamento dos locais contaminados para se investir em tratamento de efluentes ou melhorar a infraestrutura para atendimento de comunidades produtoras, bem como &aacute;reas a serem evitadas para cultivos.</p>     <p>As Reservas Extrativistas e Reservas de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel merecem aten&ccedil;&atilde;o especial. No presente trabalho, considerou-se que h&aacute; restri&ccedil;&atilde;o de uso, j&aacute; que este &eacute; permitido apenas a membros das comunidades tradicionais benefici&aacute;rias das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, cadastrados e reconhecidos pelos Conselhos Gestores. Na implanta&ccedil;&atilde;o de um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas para a gest&atilde;o da regi&atilde;o, as atividades desenvolvidas pelas comunidades benefici&aacute;rias das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o devem ser consideradas, j&aacute; que podem afetar diretamente a qualidade da &aacute;rea, assim como a utiliza&ccedil;&atilde;o do entorno, a qualidade ambiental dessas &aacute;reas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estruturas n&aacute;uticas como rampas, portos e trapiches, apesar de representarem risco de contamina&ccedil;&atilde;o aos cultivos, em caso de acidente, podem apoiar a manuten&ccedil;&atilde;o das estruturas de produ&ccedil;&atilde;o, bem como facilitar o acesso a elas, e, portanto, foram consideradas como aspectos positivos.</p>     <p>Atrav&eacute;s de imagens de sat&eacute;lite, &eacute; poss&iacute;vel monitorar diversas vari&aacute;veis de forma remota, pois s&atilde;o capazes de representar ecossistemas, habitats e recursos socioecon&ocirc;micos localizados na costa (Scott, 2003). Entretanto, neste trabalho, n&atilde;o se utilizou imagem de sat&eacute;lite para o monitoramento de vari&aacute;veis ambientais e socioecon&ocirc;micas, restringindo seu uso para verifica&ccedil;&atilde;o de baixos no estu&aacute;rio (profundidades determinadas a partir de imagens do Google Earth&reg;) e presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas.</p>     <p>A FAO (2013) fornece uma vis&atilde;o do uso de SIG, Sensoriamento Remoto e mapeamento com abordagem ecossist&ecirc;mica na aquicultura mundial. Por&eacute;m, os dados coletados demonstram que os temas relacionados &agrave; aquicultura ainda s&atilde;o analisados isoladamente, faltando considerar aspectos importantes para uma gest&atilde;o multissetorial.</p>     <p>A forma&ccedil;&atilde;o de Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;fica &ndash; SIG, com a finalidade de auxiliar o planejamento de qualquer atividade, deve iniciar com a estrutura&ccedil;&atilde;o de um banco de dados eficaz. Este &eacute; o primeiro trabalho que utiliza o SIG para o planejamento da maricultura no estado de S&atilde;o Paulo, e o banco de dados geogr&aacute;fico elaborado poder&aacute; servir para tomada de decis&otilde;es futuras pelos administradores regionais. O segundo passo seria o monitoramento constante de vari&aacute;veis consideradas cruciais para o bom desempenho dessa atividade, aliado &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da qualidade ambiental da &aacute;rea.</p>     <p>&Eacute; preciso, tamb&eacute;m, investimento em acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o. A informa&ccedil;&atilde;o produzida deve ser acess&iacute;vel a todos para que haja o desenvolvimento sustent&aacute;vel de atividades econ&ocirc;micas, de modo que isso contribua para a autoconscientiza&ccedil;&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o efetiva dos diversos atores sociais.</p>     <p>Exemplos bem sucedidos do uso do SIG na maricultura foram propostos pela FAO (2013) e pela National Oceanic and Atmospheric Administration &ndash; NOOA (Gifford <i>et al.</i>, 2007). Na regi&atilde;o onde foi desenvolvido este trabalho, ainda n&atilde;o existe nenhum planejamento para a maricultura/aquacultura utilizando o SIG. Assim sendo, este trabalho &eacute; in&eacute;dito e de fundamental import&acirc;ncia para os &oacute;rg&atilde;os tomadores de decis&atilde;o do Poder P&uacute;blico, que poder&atilde;o utiliz&aacute;-lo para um melhor ordenamento da atividade. O banco de dados geogr&aacute;ficos iniciado neste estudo poder&aacute; ser utilizado para dar in&iacute;cio ao processo de planejamento da aquicultura em toda a regi&atilde;o. Como esse processo &eacute; din&acirc;mico, novas vari&aacute;veis poder&atilde;o ser incorporadas, compondo um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas a ser utilizado e alimentado em conjunto pelas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, gest&atilde;o ambiental, de pesquisa, al&eacute;m de empreendedores na maricultura.</p>     <p>Segundo FAO (2013), existe a necessidade de treinamento sobre "consci&ecirc;ncia espacial" na maricultura. Esse tipo de treinamento &eacute; apropriado para n&iacute;veis gerenciais e t&eacute;cnicos. O banco de dados GISFish, mantido pela FAO, abrange um leque de oportunidades de forma&ccedil;&atilde;o, incluindo a autoforma&ccedil;&atilde;o com o freeware anal&iacute;tico. No entanto, a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas do mundo real deve ser a base para a elabora&ccedil;&atilde;o dos programas de forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica. Aliada a essa forma&ccedil;&atilde;o est&aacute; a necessidade de promover a comunica&ccedil;&atilde;o entre os gestores e analistas de SIG. Vianna <i>et al.</i> (2012) justificaram o uso de SIG como ferramenta de apoio &agrave; decis&atilde;o com a participa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica pelo uso de gr&aacute;ficos e imagens que s&atilde;o didaticamente mais adequados que tabelas e dados num&eacute;ricos, contribuindo para um desenvolvimento participativo. Essas recomenda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o pertinentes para o uso na regi&atilde;o estudada, avan&ccedil;ando na modelagem ambiental das vari&aacute;veis para auxiliar a prever cen&aacute;rios espaciais futuros na utiliza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea, buscando sinergismo na ocupa&ccedil;&atilde;o em futuros projetos. Assim sendo, trabalhos de planejamento como o presente, para a atividade de maricultura, poder&atilde;o ser utilizados com a finalidade de maximizar a produ&ccedil;&atilde;o, causando o m&iacute;nimo de dano ambiental.   Quando constru&iacute;do com bases de conhecimento s&oacute;lidas, o SIG no planejamento representa um avan&ccedil;o metodol&oacute;gico e uma importante ferramenta de gest&atilde;o inovadora para gerenciar a costa (Malczewski, 2006), capaz de promover a conserva&ccedil;&atilde;o de recursos importantes, garantir a continuidade de atividades tradicionais e assegurar a estabilidade das comunidades costeiras e da maricultura em especial.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>A ferramenta SIG mostrou-se uma ferramenta capaz de auxiliar no planejamento da produ&ccedil;&atilde;o de ostras no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia, destacando como principal resultado a sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias e inadequadas para empreendimentos de cultivo de ostras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o exposta, no presente estudo, prop&ocirc;s-se, para a regi&atilde;o, o banco de dados geogr&aacute;ficos para auxiliar no planejamento de outras atividades, assumindo um car&aacute;ter multissetorial.</p>     <p>Este trabalho fez a primeira estrutura&ccedil;&atilde;o de um banco de dados geogr&aacute;ficos que &eacute; pass&iacute;vel de atualiza&ccedil;&atilde;o. Ficar&aacute; dispon&iacute;vel aos maricultores e aos &oacute;rg&atilde;os de gest&atilde;o p&uacute;blica para futuras tomadas de decis&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Agradecemos &agrave; equipe do N&uacute;cleo de Desenvolvimento do Litoral do Instituto de Pesca, Ant&ocirc;nio Pires e Gilson Costa Calasans, &agrave; CAPES/DS, FAPESP (Processo 2012/50184-8) e CNPq (Processo 303920/2013-0) pelo suporte ao trabalho.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Barbieri, E.; Bondioli, A. C.; Woiciechovski, E.; Zapotoski, S. M. K. (2012) - Microbiological quality of cultivation water used for oysters marketed in Canan&eacute;ia-SP, Brasil. <i>O Mundo da Sa&uacute;de</i>, (ISSN 0104-7809), 36(4):541-547. S&atilde;o Paulo, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/01.pdf" target="_blank">http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/01.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-8872201500020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbieri, E.; Cavalheiro, F. (1999) - Impactos nos microclimas da Ilha Comprida decorrentes da retirada da vegeta&ccedil;&atilde;o. <i>Boletim Paulista de Geografia</i>, (ISSN 0006-6079), 76(1):67-84, Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Geografia, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201500020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbieri, E.; Marques, H.L.A.; Bondioli, A.C.; Campolim, M.B.; Ferrarini, A.T.(2014) - Concentra&ccedil;&otilde;es do nitrog&ecirc;nio amoniacal, nitrito e nitrato em &aacute;reas de engorda de ostras no munic&iacute;pio de Cananeia-SP. <i>O Mundo da Sa&uacute;de</i>, 38(1):105-115. DOI <a href="http://dx.doi.org/10.15343/0104-7809.20143801105115" target="_blank">10.15343/0104-7809.20143801105115</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201500020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barros, D.; Barbieri, E. (2012) - An&aacute;lise da ocorr&ecirc;ncia de metais: Ni, Zn, Cu, Pb e Cd em ostras (Crassostrea brasiliana) e sedimentos coletados no Estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia, SP (Brasil). <i>O Mundo da Sa&uacute;de</i> (ISSN: 0104-7809), 36(4):635-642, Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/13.pdf" target="_blank">http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/13.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201500020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bezerra, T.R.Q.; Duarte, C.C.; Domingues, E.C.; Hamilton, S.; Cavalli, R.O. (2011) - Uso de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica na defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias para a piscicultura marinha. <i>Anais XV Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR</i>, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Curitiba, PR, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201500020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brandini, F.P.; Silva, A.S.; Poca, K.R.; Veiga, F.A.; Dalallana, R.M. (2007) - Bases conceituais e log&iacute;sticas de cultivos de moluscos em mar aberto: A experi&ecirc;ncia do Estado do Paran&aacute;, regi&atilde;o sul do Brasil. In: G. F. Barroso, L. H. S. Poersch &amp; R. O. Cavalli (orgs.), <i>Sistemas de cultivos aqu&iacute;colas na zona costeira do Brasil: recursos, tecnologias, aspectos ambientais e socioe-con&ocirc;micos</i>, pp.195-202, Museu Nacional, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Campolim, M.B.; Machado, I.C. (1997) - Proposta de ordenamento da explora&ccedil;&atilde;o comercial da ostra do mangue <i>Crassostrea brasiliana</i> na regi&atilde;o estuarino-lagunar de Canan&eacute;ia/SP. 275-287. Semin&aacute;rio Ci&ecirc;ncia e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, n/p, Universidade de S&atilde;o Paulo, SP, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-8872201500020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Christo, S.W. (2006) - Biologia reprodutiva e ecologia de ostras do g&ecirc;nero Crassostreasacco, 1897 na Ba&iacute;a de Guaratuba (Paran&aacute;-Brasil): um subs&iacute;dio ao cultivo. 135p., Tese de Doutorado, Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/5198/Tese.pdf?sequence=1" target="_blank">http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/5198/Tese.pdf?sequence=1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-8872201500020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>CONAMA (2005) - Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 357 de 17 de mar&ccedil;o de 2005. Disp&otilde;e sobre a classifica&ccedil;&atilde;o dos corpos de &aacute;gua e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condic&otilde;es e padr&otilde;es de lan&ccedil;amento de efluentes, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). DOU (Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil) 053:58-63, de 18/03/2005, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=459" target="_blank">http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=459</a></p>     <!-- ref --><p>Curtius, A.J.; Seibert, E.L.; Fiedler, H.D.; Ferreira, J.F.; Vieira, P.H.F. (2003) - Avaliando a contamina&ccedil;&atilde;o por elementos tra&ccedil;os em atividades de maricultura. Resultados parciais de um estudo de caso realizado na Ilha de Santa Catarina, Brasil. <i>Qu&iacute;mica Nova</i>, (ISSN: 0100-4042), 26(1):44-52, Sociedade Brasileira de Qu&iacute;mica, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-8872201500020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Day, J.W.; Hall, C.A.S.; Kemp, W.N.; Y&aacute;&ntilde;ez-Arancibia, A. (1989) - <i>Estuarine Ecology</i>. 555p., Wiley, New York, NY, USA. ISBN: 0471062634&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-8872201500020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Doi, S.A.; Barbieri, E.; Marques, H.L.A. (2014) - Densidade colim&eacute;trica das &aacute;reas de extrativismo de ostras em rela&ccedil;&atilde;o aos fatores ambientais em Cananeia (SP). <i>Engenharia Sanit&aacute;ria e Ambiental</i>, (ISSN: 1413-4152), 19(2):165-171. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-41522014000200007" target="_blank">10.1590/S1413-41522014000200007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-8872201500020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FAO (2010) - Current status of GIS, remote sensing and mapping applications in aquaculture from an ecosystem viewpoint. In: <i>The potential of spatial planning tools to support the ecosystem approach to aquaculture</i>, pp.89-95, Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Roma, It&aacute;lia. ISBN: 978-9251064788 Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.fao.org/docrep/012/i1359e/i1359e00.htm" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/012/i1359e/i1359e00.htm</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-8872201500020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>FAO (2010) &ndash; <i>El Estado Mundial de la Pesca y la Acuicultura 2010</i>. 219p., Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Roma, It&aacute;lia. ISBN: 978-9253066759. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.fao.org/docrep/013/i1820s/i1820s00.htm" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/013/i1820s/i1820s00.htm</a></p>     <!-- ref --><p>FAO (2012) - <i>El Estado Mundial de la Pesca y la Acuicultura 2012</i>. 231p., Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Roma, It&aacute;lia. ISBN: 978-9253072255 Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.fao.org/docrep/016/i2727s/i2727s.pdf" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/016/i2727s/i2727s.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-8872201500020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Farias, E.G.G.; Lorenzzetti, J.A.; Maia, L.P.; Gast&atilde;o, F.G.C.; Bezerra, L.J.C. (2010) - Uso de t&eacute;cnicas de geoprocessamento na identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas favor&aacute;veis ao cultivo de macroalgas marinhas. <i>Revista Brasileira de Engenharia de Pesca</i> (ISSN &ndash; 1980-587X), 5(3):16-27, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://ppg.revistas.uema.br/index.php/REPESCA/article/view/299" target="_blank">http://ppg.revistas.uema.br/index.php/REPESCA/article/view/299</a></p>     <!-- ref --><p>Freitas, R.R.; Tagliani, C.R.A.; Poersch, L.H.S.; Tagliani, P.R.A. (2009) - Gest&atilde;o de ambientes costeiros: uso de SIG como apoio a decis&atilde;o na implanta&ccedil;&atilde;o de fazendas de camar&otilde;es marinhos, Ilha da Torotama, RS. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>, 9(3):45-54. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci164" target="_blank">10.5894/rgci164</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-8872201500020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Galv&atilde;o, M.S.N.; Pereira, O.M.; Machado, I.C.; Henrique, M.B. (2000) - Aspectos reprodutivos da ostra <i>Crassostrea brasiliana</i> de manguezais do estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia, SP (25&deg;S; 48&deg;W). <i>Boletim do Instituto de Pesca</i>, (ISSN: 0046-9939), 26(2):147-162, Instituto de Pesca da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-8872201500020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gazola, F.; Furtado, A.L. (2007) - Bancos de Dados Geogr&aacute;ficos Inteligentes. <i>Monografias em Ci&ecirc;ncia da Computa&ccedil;&atilde;o</i> (ISSN: 0103-9741), No. 04/07, Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel em: <a href="ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/07_04_gazola.pdf" target="_blank">ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/07_04_gazola.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-8872201500020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gifford, J. A.; Benetti, D. D.; Rivera, J. A. (2007) - <i>National Marine Aquaculture Initiative: Using GIS for Offshore Aquaculture Siting in the U.S. Caribbean and Florida</i>. Final Report. 43p., NOAA-National Sea Grant. 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(2010) - An&aacute;lise econ&ocirc;mica comparativa dos sistemas de cultivo integral e de &ldquo;engorda&rdquo; da ostra do mangue Crassostrea spp no Estu&aacute;rio de Cananeia. <i>Boletim do Instituto de Pesca</i> (ISSN 0046-9939), 36(4):307-316, Instituto de Pesca da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Jakob, A.A.E. (2002) - A Krigagem como M&eacute;todo de An&aacute;lise de Dados Demogr&aacute;ficos. <i>XIII Encontro da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Estudos Populacionais</i>, n/p, ABEP Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP), Belo Horizonte, MG, Brasil. 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(2013) - Diagn&oacute;stico da comercializa&ccedil;&atilde;o da ostra de mangue pelos extrativistas de Canan&eacute;ia, Estado de S&atilde;o Paulo. <i>Informa&ccedil;&otilde;es Econ&ocirc;micas</i>, (ISSN: 0100-4409). Instituto de Economia Agr&iacute;cola da Secretaria da agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. 43(5):41-52. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/publicacoes/ie/2013/tec4-1013.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/publicacoes/ie/2013/tec4-1013.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-8872201500020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Macleod, M.S. (2002) - <i>Potential offshore aquaculture siting off Massachusetts: a geographic information systems (GIS) analysis using the examples of Cod (Gadhus morhua) and Mussels (Mytilus edulis)</i>. 85p., Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Brown University, Providence, RI, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-8872201500020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Malczewski, J. (2006) - GIS&#8208;based multicriteria decision analysis: a survey of the literature. <i>International Journal of Geographical Information Science</i>. 20(7):703-726. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/13658810600661508" target="_blank">10.1080/13658810600661508</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-8872201500020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marinha do Brasil (2012) - Carta N&aacute;utica n&ordm; 1703. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mar.mil.br/dhn/chm/box-cartas-raster/raster_disponiveis.html" target="_blank">http://www.mar.mil.br/dhn/chm/box-cartas-raster/raster_disponiveis.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-8872201500020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Marins, C.S.; Souza, D.O.; Barros, M.S. (2009) -  O Uso do M&eacute;todo de An&aacute;lise Hier&aacute;rquica (AHP) na Tomada de Decis&otilde;es Geren-ciais &ndash; Um Estudo de Caso. XLI SBPO 2009 - <i>Pesquisa Operacional na Gest&atilde;o do Conhecimento</i>, pp.1778-1788, Sociedade Brasileira de Pesquisa Operacional (<b>SOBRAPO</b>), Rio de Janeiro, RJ, Brasil Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www2.ic.uff.br/%7Eemitacc/AMD/Artigo%204.pdf" target="_blank">http://www2.ic.uff.br/~emitacc/AMD/Artigo 4.pdf</a>.</p>     <!-- ref --><p>Mignani, L.; Barbieri, E.; Marques, H.L.A.; Oliveira, A.J.F.C. (2013) - Coliform density in oyster culture waters and its relationship with environmental factors. <i>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira</i>, 48(8):833-840. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2013000800004" target="_blank">10.1590/S0100-204X2013000800004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-8872201500020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Nath, S.S.; Bolte, J.P.; Ross, L.G.; Aguilar-Manjarrez, J.A. (2000) &ndash; Applications of geographical information systems (GIS) for spatial decision supportin aquaculture. <i>Aquacultural Engineering</i>, 23(1-3):233-278. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.15343/0104-7809.20143801105115" target="_blank">10.1016/S0144-8609(00)00051-0</a></p>     <p>Radiarta, I.N.; Saitoh, S.; Miyazono, A. (2008) - GIS-based multi-criteria evaluation models for identifying suitable sites for Japanese scallop (Mizuhopecten yessoensis) aquaculture in Funka Bay, southwestern Hokkaido, Japan. <i>Aquaculture</i>, 284(1-4):127&ndash;135. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2008.07.048" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2008.07.048</a></p>     <!-- ref --><p>Reigala, C. S.; Luchini, L.C.; Barbieri, E. (2014) - Presen&ccedil;a de organoclorados em amostras de &aacute;gua e ostras Crassostrea sp. do munic&iacute;pio de Cananeia-SP. <i>O Mundo da Sa&uacute;de</i>, 38(1) 66-74.. DOI. <a href="http://dx.doi.org/10.15343/0104-7809.20143801066074" target="_blank">10.15343/0104-7809.20143801066074</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-8872201500020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ross, L.G.; Handisyde, N.; Nimmo, D.C. (2009) - Spatial decision support in aquaculture: The role of geographical information systems and remote sensing. In: G. Burnell &amp; G. Allan (eds.), <i>New Technologies in Aquaculture: Improving Production Efficiency, Quality and Environmental Management</i>, pp.707-749, CRC / Woodhead Publishing, Oxford, U.K.. ISBN: 978-1845693848.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-8872201500020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scott, P. (2003) - <i>GIS and remote sensing based models for the development of aquaculture and fisheries in the coastal zone: a case study in Ba&iacute;a de Sepetiba, Brazil</i>. 243p., Tese de Doutorado, University of Stirling, Stirling, U.K. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://dspace.stir.ac.uk/handle/1893/1502" target="_blank">http://dspace.stir.ac.uk/handle/1893/1502</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-8872201500020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Scott, P.; Vianna, L.F.N. (2001) - Determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas potenciais para o desenvolvimento da carcinocultura em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas. <i>Panorama da Aq&uuml;icultura</i> (ISSN: 1519-1141), 11(63):38-45, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.panoramadaaquicultura.com.br/paginas/Revistas/63/SIG.asp" target="_blank">http://www.panoramadaaquicultura.com.br/paginas/Revistas/63/SIG.asp</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1646-8872201500020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-8872201500020000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Simms, A. (2002) &ndash; GIS and Aquaculture: Soft-Shell Clam Site Assessment. In: David R. Green, Stephen D. King (eds.), <i>Coastal and Marine Geo-Information Systems: Applying the Technology to the Environment</i>, pp.275-295, Springer Netherlands, Netherlands. ISBN: 978-0792356868. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/0-306-48002-6_22" target="_blank">10.1007/0-306-48002-6_22</a></p>     <p>SUDEPE (1986) - <i>Portaria de Defeso da Ostra Crassostrea brasiliana para o Litoral do Estado de S&atilde;o Paulo e Regi&atilde;o Estuarina Lagunar de Paranagu&aacute;</i>. Portaria SUDEPE n&ordm; 40, de 16 de dezembro de 1986. SUDEPE (Superintend&ecirc;ncia do Desenvolvimento da Pesca), Bras&iacute;lia, DF, Brasil. 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DOI <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci372" target="_blank">10.5894/rgci372</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1646-8872201500020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vianna, L.F.N. (2007) - M&eacute;todos determin&iacute;sticos ou probabil&iacute;sticos de representa&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise espacial de dados para sele&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas? O exemplo da maricultura em Santa Catarina. <i>Anais XIII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto</i>, pp.3195-3202, Florian&oacute;polis, SC, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-8872201500020000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vianna, L.F.N.; Bonetti, J.; Polette, M. (2012) - Gest&atilde;o costeira integrada: an&aacute;lise da compatibilidade entre os instrumentos de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica para o desenvolvimento da maricultura e um plano de gerenciamento costeiro no Brasil. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>, 12(3):357-372. DOI <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci335" target="_blank">10.5894/rgci335</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-8872201500020000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a>Submission: 19 JUN 2014; Peer review: 19 JUL 2014; Revised: 5 SEP 2014; Accepted: 26 NOV 2014; Available on-line: 3 DEC 2014</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Notes:</b></p>     <p>This article contains supporting information online at <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-527_Collaco_SuplMat" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-527_Collaco_SuplMat</a></p>      ]]></body><back>
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