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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Geoprocessamento aplicado na carcinicultura marinha em São José do Norte, Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Considering the rapidly developing aquaculture in the world, is increasingly necessary to use methods aimed at the selection of potential sites for a variety of aquaculture activities Thus, the present study in order to define areas suitable for the development of marine shrimp earth ponds culture in the lower estuary of the Patos Lagoon, southern Brazil. We used Landsat 7 image ETM+ satellite, 221-082 point-orbit of 24/10/2001, with the combination of bands 1, 2 and 3. Spatial analysis was performed with the software Idrisi Andes Edition® (ver. 15.01-Clark University). The areas were selected from the exclusion of legally protected areas, followed by attractiveness multicriteria analysis, considering for example the opportunity cost and distance from infrastructure, among others. As a result, a total of 5,300 hectares (16.84%) were considered most attractive, while 14,600 hectares (46.78%) are considered in good conditions. Thus, it should be noted that the areas considered enabling a high potential and smaller investment in the construction of farms (hours/machine).]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b> / ARTICLE</p>     <p><b>Geoprocessamento aplicado na carcinicultura marinha   em S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, Rio Grande do Sul, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p><b>Geoprocessing applied to marine shrimp farming in S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, Rio Grande do Sul, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Rodrigo Randow Freitas<sup>@,1</sup>; Paulo Roberto Armanini Tagliani<sup>2</sup>; Lu&iacute;s Henrique da Silva Poersch<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author to whom correspondence should be addressed.</p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Centro Universit&aacute;rio Norte do Esp&iacute;rito Santo, Departamento de Engenharias e Tecnologia, Laborat&oacute;rio de Gest&atilde;o Costeira &ndash; Aquicultura e Pesca (LGCap). Rodovia BR 101 Norte, Km 60, Bairro Litor&acirc;neo, CEP, S&atilde;o Mateus, Esp&iacute;rito Santo, Brazil. E-mail: &lt;<a href="mailto:digorandow@gmail.com">digorandow@gmail.com</a>&gt;<br />     <sup>2</sup>Universidade Federal do Rio Grande, Instituto de Oceanografia, Laborat&oacute;rio de Oceanografia Geol&oacute;gica, 96201-900 Rio Grande, RS, Brasil. e-mails: Tagliani &lt;<a href="mailto:paulotagliani@furg.br">paulotagliani@furg.br</a>&gt; ; Poersch  &lt;<a href="mailto:lpoersch@mikrus.com.br">lpoersch@mikrus.com.br</a>&gt;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade />     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>Considerando o r&aacute;pido desenvolvimento das atividades relacionadas a aquicultura no mundo, &eacute; cada vez mais necess&aacute;rio o uso de m&eacute;todos visando &agrave; sele&ccedil;&atilde;o de locais potenciais para o seu desenvolvimento. Assim, o presente estudo teve como objetivo definir &aacute;reas prop&iacute;cias para o desenvolvimento da carcinicultura marinha em viveiros escavados, na regi&atilde;o do baixo estu&aacute;rio da Laguna dos Patos, sul do Brasil. Utilizou-se imagem do sat&eacute;lite Landsat 7 ETM+, &oacute;rbita-ponto 221-082 de 24/10/2001, com combina&ccedil;&atilde;o das bandas 1, 2 e 3. A an&aacute;lise espacial foi realizada com o software Idrisi Andes edition&reg; (ver. 15.01 - Clark University). As &aacute;reas foram selecionadas a partir da exclus&atilde;o de &aacute;reas legalmente protegidas, seguido de an&aacute;lise multicriterial de atratividade considerando, por exemplo, o custo de oportunidade e a dist&acirc;ncia de infraestruturas, dentre outros. Como resultado, as &aacute;reas consideradas mais atrativas perfazem um total de 5.300 hectares (16,84%), enquanto 14.600 hectares (46,78%) possuem condi&ccedil;&otilde;es consideradas boas. Salienta-se que as &aacute;reas consideradas com potencial alto possibilitam um menor investimento na constru&ccedil;&atilde;o dos viveiros.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Viveiros escavados, Lagoa dos Patos, Sensoriamento Remoto, LANDSAT.</p> <hr size="1" noshade />     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Considering the rapidly developing aquaculture in the world, is increasingly necessary to use methods aimed at the selection of potential sites for a variety of aquaculture activities Thus, the present study in order to define areas suitable for the development of marine shrimp earth ponds culture in the lower estuary of the Patos Lagoon, southern Brazil. We used Landsat 7 image ETM+ satellite, 221-082 point-orbit of 24/10/2001, with the combination of bands 1, 2 and 3. Spatial analysis was performed with the software Idrisi Andes Edition&reg; (ver. 15.01-Clark University). The areas were selected from the exclusion of legally protected areas, followed by attractiveness multicriteria analysis, considering for example the opportunity cost and distance from infrastructure, among others. As a result, a total of 5,300 hectares (16.84%) were considered most attractive, while 14,600 hectares (46.78%) are considered in good conditions. Thus, it should be noted that the areas considered enabling a high potential and smaller investment in the construction of farms (hours/machine).</p>     <p><b>Key words:</b> Earth Ponds farm, Patos Lagoon, Remote Sensing, LANDSAT</p> <hr size="1" noshade />     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Considerando o franco desenvolvimento da aquicultura no mundo, cada vez mais &eacute; necess&aacute;ria a utiliza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos que visem a sele&ccedil;&atilde;o de locais prop&iacute;cios para as mais variadas atividades aqu&iacute;colas (McLeod <i>et al.</i>, 2002; P&eacute;rez <i>et al.</i>, 2002; Karthik <i>et al.</i>, 2005; Hossain <i>et al.</i>, 2007; Longdill <i>et al.</i>, 2008). Dentre os diversos ramos desta atividade, os mais praticados s&atilde;o a cria&ccedil;&atilde;o de ostras (ostreicultura), peixes (piscicultura), r&atilde;s (ranicultura), camar&otilde;es (carcinicultura), entre outros (Pullin <i>et al.</i>, 1993).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No Brasil, o cultivo comercial de camar&otilde;es marinhos teve in&iacute;cio nos anos 70, baseando-se em tecnologias importadas com alguns aprimoramentos, mas somente na d&eacute;cada de 80 adquiriu-se um car&aacute;ter realmente empresarial (Barbieri J&uacute;nior &amp; Neto, 2002, Moles &amp; Bunge, 2002). No entanto, as escolhas de &aacute;reas para o cultivo consideravam principalmente os interesses do produtor e nem sempre estavam de acordo com crit&eacute;rios t&eacute;cnicos e ambientais.</p>     <p>Al&eacute;m disso, de maneira semelhante ao que aconteceu nos pa&iacute;ses que dominam atualmente o mercado mundial da carcinicultura (China, Tail&acirc;ndia, Vietn&atilde;, &Iacute;ndia, Indon&eacute;sia e Bangladesh), o ritmo de expans&atilde;o da atividade vem ocorrendo de forma acelerada, aumentando sua participa&ccedil;&atilde;o de 3% (43.762 toneladas) em 1977, para 51% (3.275.726 toneladas) em 2007, superando a pesca extrativa. Somando isso ao fato do pa&iacute;s dominar as novas tecnologias de produ&ccedil;&atilde;o, faz com que seja o principal produtor de camar&otilde;es das Am&eacute;ricas (FAO, 2010).</p>     <p>Na regi&atilde;o Sul, devido &agrave; necessidade de adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s temperaturas mais amenas, o cultivo de camar&otilde;es sempre esteve focado nas esp&eacute;cies nativas, mas a falta de um pacote tecnol&oacute;gico espec&iacute;fico para as esp&eacute;cies impossibilitou a viabilidade econ&ocirc;mica de sua produ&ccedil;&atilde;o. Assim, a partir do sucesso do cultivo da esp&eacute;cie Litopenaeus vannamei na regi&atilde;o Nordeste, os produtores da regi&atilde;o Sul, principalmente de Santa Catarina, decidiram pela utiliza&ccedil;&atilde;o dessa esp&eacute;cie para o desenvolvimento da atividade (Poersch <i>et al.</i>, 2006).</p>     <p>Com os avan&ccedil;os no desenvolvimento da atividade, produtores do Rio Grande do Sul, come&ccedil;aram a investir na atividade em meados de 2002, com a introdu&ccedil;&atilde;o da nova esp&eacute;cie, embora ainda sejam poucos os produtores no estado. Conforme Poersch <i>et al.</i>, (2006), devido &agrave;s caracter&iacute;sticas ambientais e pelos menores custos de implanta&ccedil;&atilde;o, o estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos vem sendo a &aacute;rea preferida para implanta&ccedil;&atilde;o destes empreendimentos, com destaque para a primeira fazenda produtora de camar&otilde;es marinhos, localizada no munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Norte.</p>     <p>Entretanto, com o potencial para o crescimento produtivo da carcinicultura na regi&atilde;o, surge concomitantemente um real aumento dos riscos de impactos ambientais e socioecon&ocirc;micos. Isso associado ao fato do gerenciamento das zonas costeiras apresentarem um elevado grau complexidade, devido a grande variedade de mudan&ccedil;as causadas pelos impactos do desenvolvimento regional/urbano e a explora&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais (V&ouml;lcker &amp; Scott, 2008).</p>     <p>Cabe ressaltar que problemas semelhantes foram relatados em pa&iacute;ses onde a atividade cresceu exponencialmente e com consequente descontrole produtivo, legal e ambiental (FAO, 1997; Poli <i>et al.</i>, 2000; P&eacute;rez <i>et al.</i>, 2002; Chen <i>et al.</i>, 2005; Giap <i>et al.</i>, 2005; Karthika et al, 2005; Beltrame <i>et al.</i>, 2006; Primavera, 2006; Freitas <i>et al.</i>, 2009).</p>     <p>Assim, no processo de planejamento do desenvolvimento da atividade de carcinicultura, a an&aacute;lise espacial constitui um elemento de grande import&acirc;ncia, possibilitando identificar poss&iacute;veis conflitos de uso dos recursos costeiros, minimizar impactos ambientais e socioecon&ocirc;micos, al&eacute;m de permitir uma aloca&ccedil;&atilde;o mais eficiente do espa&ccedil;o reduzindo os custos de oportunidade (Corbin &amp; Young, 1997; GESAMP, 2000; Rajitha <i>et al.</i>, 2007).</p>     <p>Dessa forma, a utiliza&ccedil;&atilde;o de Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG) no processo de planejamento e ordenamento das atividades existentes na regi&atilde;o costeira, permite uma integra&ccedil;&atilde;o do processamento digital das imagens de sensores remotos com a an&aacute;lise espacial, facilitando a organiza&ccedil;&atilde;o espacial das informa&ccedil;&otilde;es (Souto &amp; Amaro, 2005).</p>     <p>Assim, juntamente com dados de classifica&ccedil;&atilde;o de uso do solo, de an&aacute;lises biol&oacute;gicas, geogr&aacute;ficas e socioecon&ocirc;micas, as informa&ccedil;&otilde;es obtidas podem ser utilizadas como base para classificar as &aacute;reas para implanta&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento da atividade de carcinicultura, gerando menores impactos socioambientais, conservando &aacute;reas protegidas e beneficiando os investidores com melhorias na produtividade (Freitas &amp; Tagliani, 2007; Giap <i>et al.</i>, 2005; Souto &amp; Amaro, 2005).</p>     <p>Vale ressaltar que as geotecnologias s&atilde;o constantemente utilizadas por diversos trabalhos em diferentes regi&otilde;es do Brasil, incluindo a identifica&ccedil;&atilde;o de ecossistemas atrav&eacute;s do mapeamento e monitoramento das zonas &aacute;reas costeiras (Prost, 2001; Moura <i>et al.</i>, 2002; Camargo <i>et al.</i>, 2003; Crepani &amp; Medeiros, 2003; Kampel <i>et al.</i>, 2005; Ucha, <i>et al.</i>, 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando o que foi exposto, o presente estudo se prop&otilde;e a identificar locais apropriados para o desenvolvimento da carcinicultura marinha em viveiros escavados, na regi&atilde;o do baixo estu&aacute;rio da Laguna dos Patos, no munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Norte/RS, atrav&eacute;s de t&eacute;cnicas de SIG.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Material e m&eacute;todos</b></p>     <p><b>2.1. Descri&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de estudo</b></p>     <p>A &aacute;rea de estudo compreende o munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, (Latitude/Longitude: -31.5&deg; / -51.5&deg;), Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, localizada na parte sul do estu&aacute;rio da Laguna dos Patos, zona costeira do Atl&acirc;ntico Sul (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>     
<p>Predominantemente, a economia local est&aacute; voltada &agrave; pesca artesanal, com&eacute;rcio e atividades agropastoris (bovinos, ovinos, cultivo de cebola e arroz), todas em pequena escala e/ou de subsist&ecirc;ncia. Tamb&eacute;m podem ser observadas grandes &aacute;reas de plantio intensivo de pinus (Pinus elliottii), destinados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de madeira e extra&ccedil;&atilde;o de resina (Tagliani &amp; Vicens, 2003; Gianuca &amp; Tagliani, 2012).</p>     <p>A topografia &eacute; essencialmente caracterizada por terras baixas, banhados marginais, dunas e praias litor&acirc;neas, apresentando pouca varia&ccedil;&atilde;o na declividade (0-5%). Na regi&atilde;o est&atilde;o presentes grandes extens&otilde;es de banhados que formam parte da fisionomia natural do munic&iacute;pio, geralmente margeando as lagoas e fazendo a transi&ccedil;&atilde;o destas com as outras forma&ccedil;&otilde;es. (Tagliani &amp; Vicens, 2003).</p>     <p>Quanto &agrave;s dunas, estas se distribuem paralelamente a linha de costa e s&atilde;o constitu&iacute;das essencialmente por areias de granulometria fina (Oliveira &amp; Calliari, 2006), que recebem aporte de sedimentos oriundos da Laguna dos Patos (Figueiredo &amp; Calliari, 2006). Em rela&ccedil;&atilde;o aos campos litor&acirc;neos, resultantes da eros&atilde;o e&oacute;lica sobre as dunas costeiras, compreendem grandes &aacute;reas e apresentam elevada coloniza&ccedil;&atilde;o por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa e ex&oacute;tica, quando comparada a outros ambientes da regi&atilde;o (Tagliani &amp; Silva, 2011). Em geral a regi&atilde;o apresenta solos f&eacute;rteis (embora tenha altos teores de sais e s&oacute;dio e apresentar solo arenosos) e observa-se nesses ambientes um predom&iacute;nio da rizicultura, pecu&aacute;ria extensiva, cultivos de cebola, reflorestamentos com uso intensivo do solo, al&eacute;m de herb&aacute;ceas (Tagliani &amp; Vicens, 2003).</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s marismas, estas ocupam margens e pequenas ilhas do estu&aacute;rio, tendo como caracter&iacute;stica a toler&acirc;ncia &agrave;s varia&ccedil;&otilde;es de salinidade e inunda&ccedil;&otilde;es irregulares. As comunidades vegetais desempenham importante papel na estabilidade do substrato, impedindo a eros&atilde;o e representam o habitat de diversos organismos (Cordazzo &amp; Seeliger, 1988).</p>     <p><b>1.2. Coleta e tratamento das informa&ccedil;&otilde;es espaciais</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise espacial foi realizada a partir de imagens do sat&eacute;lite LANDSAT 7 sensor ETM+, com resolu&ccedil;&atilde;o geom&eacute;trica de 30 metros, &oacute;rbita-ponto 221-082 de 24/10/2001 &agrave;s 13:07, com combina&ccedil;&atilde;o das bandas 1, 2 e 3 utilizada no software <i>Idrisi Andes edition</i>&reg; (v. 15.01-<i>Clark University</i>), para a digitaliza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es espaciais diretamente na tela do computador.</p>     <p>O estudo priorizou a utiliza&ccedil;&atilde;o de imagens de boa resolu&ccedil;&atilde;o obtidas gratuitamente na internet, atrav&eacute;s do cat&aacute;logo de imagens no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A imagem selecionada apresenta boa visibilidade devido &agrave; baixa cobertura de nuvens em todos os quadrantes (10%).</p>     <p>Assim como Freitas <i>et al.</i> (2009), utilizando o m&oacute;dulo <i>resample</i> no SIG, foi realizado o georreferenciamento da imagem obtida e a partir dessa, foi realizada a digitaliza&ccedil;&atilde;o e separa&ccedil;&atilde;o em 9 camadas de todas as fei&ccedil;&otilde;es de interesse na &aacute;rea de estudo (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>). Praticamente toda &aacute;rea de estudo &eacute; representada por apenas quatro camadas de informa&ccedil;&atilde;o: campos litor&acirc;neos, dunas, banhados e &aacute;reas de reflorestamento. Os pol&iacute;gonos de cada uma foram digitalizados utilizando a imagem georreferenciada como base e posteriormente cada camada foi transformada do formato vetorial para raster, compondo o banco de dados final.</p>     
<p>Mapas tem&aacute;ticos (escala de 1:600.000) separados em camadas individuais, tais como tipos  de solos, capacidade de uso, vegeta&ccedil;&atilde;o, corpos h&iacute;dricos e vias p&uacute;blicas, foram submetidos a rotinas espec&iacute;ficas de geoprocessamento no SIG Idrisi Andes  e integrados a um modelo de caracteriza&ccedil;&atilde;o/identifica&ccedil;&atilde;o, constru&iacute;do para esse estudo, como descrito abaixo.</p>     <p><b>2.3 Identifica&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios para sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas</b></p>     <p>Diferentes crit&eacute;rios para sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas apropriadas ao cultivo de camar&atilde;o t&ecirc;m sido utilizados em diversos estudos, sendo mais utilizados os que consideram fatores socioecon&ocirc;micos, solo, clima, topografia, disponibilidade de &aacute;gua, infraestrutura e log&iacute;stica (Salam <i>et al.</i>, 2005; Giap <i>et al.</i>, 2005; Beltrame <i>et al.</i>, 2006; Hossain <i>et al.</i>, 2007; Radiarta <i>et al.</i>, 2008). No presente estudo, primeiramente foram utilizados crit&eacute;rios restritivos (&aacute;reas de prote&ccedil;&atilde;o ambiental, Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, etc.) para criar &aacute;reas de exclus&atilde;o (inaptas) (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p>Ap&oacute;s a defini&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios restritivos, os mesmos foram espacializados por meio de rotinas espec&iacute;ficas do SIG (Fun&ccedil;&atilde;o Buffer), criando zonas tamp&atilde;o (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>). Isso foi poss&iacute;vel atrav&eacute;s da superposi&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas com restri&ccedil;&atilde;o legal (m&oacute;dulo <i>Overlay</i>), sendo gerada uma imagem &uacute;nica, onde o valor &ldquo;1&rdquo; representa as &aacute;reas sem restri&ccedil;&atilde;o e &ldquo;0&rdquo; as &aacute;reas com restri&ccedil;&atilde;o. Para as &aacute;rea sem restri&ccedil;&atilde;o foi calculada a &aacute;rea dispon&iacute;vel a fim de excluir as &aacute;reas menores que 1 hectare da an&aacute;lise, economicamente invi&aacute;veis (Freitas <i>et al.</i>, 2009).</p>     
<p>Conforme Vitalli <i>et al.</i>, (2009), zonas tamp&atilde;o s&atilde;o &aacute;reas ao redor de regi&otilde;es consideradas inaptas &agrave; uma determinada atividade, de modo a reduzir os a probabilidade de impactos &agrave; essas regi&otilde;es. Assim, utilizando os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o de &aacute;reas protegidas e com caracter&iacute;sticas ambientais (tipo de solo e salinidade) ou de infraestrutura inaptas para atividade, resultou em uma imagem indicando as &aacute;reas aptas e n&atilde;o aptas (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p>A cria&ccedil;&atilde;o de zonas tamp&atilde;o foi utilizada por Torres e Andrade (2010) em estudo para determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas para instala&ccedil;&atilde;o de empreendimentos de piscicultura marinha. Estas zonas tamp&atilde;o seriam &aacute;reas de amortecimento ou prote&ccedil;&atilde;o, onde n&atilde;o seria permitida a instala&ccedil;&atilde;o de empreendimentos aqu&iacute;colas e que servem para evitar conflitos com outras atividades.</p>     <p>Al&eacute;m da cria&ccedil;&atilde;o de zonas tamp&atilde;o, observou-se nesse estudo, a necessidade de se criar uma &ldquo;zona de exclus&atilde;o&rdquo; para o crit&eacute;rio salinidade, justificando-se pelo fato de ali representar a zona limite do estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos (Peixoto <i>et al.</i>, 2005). Em fun&ccedil;&atilde;o deste fator, n&atilde;o &eacute; recomendada a instala&ccedil;&atilde;o de nenhum empreendimento fora da zona estuarina. Mesmo ocasionalmente com os ventos do quadrante sul ampliando a &aacute;rea de influ&ecirc;ncia da &aacute;gua marinha.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Cabe salientar que a zona estuarina est&aacute; localizada na por&ccedil;&atilde;o sul da Lagoa dos Patos, segundo Cap&iacute;toli &amp; Bemvenuti (2004), delimitada ao norte por uma linha imagin&aacute;ria tra&ccedil;ada entre a Ponta da Feitoria (31&deg; 42&rsquo; S e 52&deg; 02&rsquo; W) e a Ponta dos Len&ccedil;&oacute;is (31&deg; 48&rsquo; S e 51&deg; 50&rsquo; W) e ao sul pelos molhes da Barra (32&deg; 11&rsquo; S e    52&deg; 04&rsquo; W). Por&eacute;m, em anos at&iacute;picos como os proporcionados pelo fen&ocirc;meno clim&aacute;tico <i>La Ni&ntilde;a</i>, este limite pode se estender mais ao norte. Por outro lado, em anos de <i>El Ni&ntilde;o</i>, a zona estuarina pode migrar para a por&ccedil;&atilde;o sul (M&ouml;ller &amp; Fernandes, 2010).</p>     <p>Outro motivo da cria&ccedil;&atilde;o dessa zona de exclus&atilde;o foi a presen&ccedil;a de grande extens&atilde;o de cultivos de arroz. Pelo fato de ser uma atividade j&aacute; consolidada e por ser considerada uma importante fonte de renda na regi&atilde;o, buscou-se assim evitar poss&iacute;veis conflitos de uso.</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; incorpora&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas para atividades aqu&iacute;colas, esta deve ser realizada com cautela para se evitar o senso comum de que a carcinicultura afeta mais a seguran&ccedil;a alimentar e polui&ccedil;&atilde;o de ecossistemas, do que a gera&ccedil;&atilde;o de renda e produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. Rajitha <i>et al.</i> (2007) e Gowing &amp; Ocampo-Thomason (2007), observaram a convers&atilde;o de &aacute;reas destinadas &agrave; agricultura, principalmente cultivos de arroz, em viveiros de camar&atilde;o em v&aacute;rias partes do globo.</p>     <p>Hossain <i>et al.</i> (2007) em estudos realizados em Bangladesh, apresentam uma vis&atilde;o um pouco diferente, relatando que pastagens subutilizadas exclusivamente por b&uacute;falos e bovinos poderiam ser convertidas em pisciculturas, tendo um benef&iacute;cio ambiental e econ&ocirc;mico muito maior. Prein e Ahmed (2000) descrevem que em muitos pa&iacute;ses da &Aacute;frica, a "esta&ccedil;&atilde;o da fome" &eacute; comum e em tais &eacute;pocas, que s&atilde;o recorrentes, ocorrem per&iacute;odos de estresse familiar grave.</p>     <p>Assim, empreendimentos aqu&iacute;colas podem ser idealizados e planejados para fornecer alimento para combater a baixa oferta usual de nutrientes essenciais. De qualquer forma, a possibilidade de desenvolvimento e diversifica&ccedil;&atilde;o da atividade econ&ocirc;mica e a decis&atilde;o de converter pastagem em &aacute;reas aqu&iacute;colas, est&atilde;o inteiramente relacionadas &agrave; seguran&ccedil;a alimentar e aspectos sociais.</p>     <p>Outro exemplo comparando a carcinicultura com o cultivo da esp&eacute;cie do g&ecirc;nero <i>Eucalyptus</i> ssp (comum na regi&atilde;o), que apresenta alt&iacute;ssimo n&iacute;vel de melhoramento gen&eacute;tico, produtividade e qualidade da madeira.</p>     <p>Contudo, utilizando ferramentas econ&ocirc;micas para an&aacute;lise e compara&ccedil;&atilde;o dos investimentos entre as atividades madeireiras e aqu&iacute;colas, por exemplo, a an&aacute;lise da Taxa Interna de Retorno (TIR), tem-se que, mesmo com a alta produtividade e qualidade da madeira, tem-se uma maior viabilidade econ&ocirc;mica por parte da aquicultura, isso com diferen&ccedil;a de mais de 6%. Entretanto, observa-se quanto &agrave; produtividade entre atividades, temos 31,5 m&sup3;/ha de madeira roli&ccedil;a empilhada por ano, enquanto a mesma &aacute;rea produziria 7.300 kg de peixe, por exemplo, em 10 meses (Baena, 2005).</p>     <p>Para se evitar uma simples classifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas aptas e n&atilde;o aptas, foi aplicada uma escala espacial de atratividade com base nos crit&eacute;rios de dist&acirc;ncia de recursos h&iacute;dricos, de vias p&uacute;blicas e de capacidade de uso do solo (Kapetsky <i>et al.</i>, 1988; Salam <i>et al.</i>, 2003).</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia de vias p&uacute;blicas, esse crit&eacute;rio tamb&eacute;m foi utilizado para evitar problemas com escoamento da produ&ccedil;&atilde;o e aquisi&ccedil;&atilde;o de insumos (Salam <i>et al.</i>, 2005). A constru&ccedil;&atilde;o desse crit&eacute;rio tomou como base principal a rodovia BR-101 que cruza o munic&iacute;pio de norte a sul, bem como estradas vicinais com ou sem pavimento. Sendo que, as estradas foram avaliadas como sendo de boa dirigibilidade, mesmo as n&atilde;o pavimentadas.</p>     <p>Al&eacute;m disso, Hossain <i>et al.</i> (2007) observaram que a escolha do tipo de solo &eacute; de grande import&acirc;ncia no momento da constru&ccedil;&atilde;o de viveiros. Por exemplo, solos muito perme&aacute;veis s&atilde;o menos adequados para viveiros escavados, devido &agrave; perda de &aacute;gua por infiltra&ccedil;&atilde;o, aumento na demanda por &aacute;gua e bombeamento, com inevit&aacute;vel incremento nos custos produtivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao crit&eacute;rio capacidade de uso do solo, empregou-se o sistema adaptado por Lepsch <i>et al.</i> (1983), especificamente a classifica&ccedil;&atilde;o por classes (I a VIII), que indica o grau de limita&ccedil;&atilde;o ao uso agr&iacute;cola da terra. Na classe I n&atilde;o h&aacute; nenhum grau de limita&ccedil;&atilde;o e de forma crescente, na classe VIII, observa-se as terras com mais altos graus de restri&ccedil;&otilde;es. Cunha <i>et al.</i> (1996) ressalta que o principal fator restritivo dessas &aacute;reas para o uso agr&iacute;cola &eacute; a m&aacute; drenagem, propiciando apenas a cultura de cebola.</p>     <p>Devido &agrave; import&acirc;ncia de alguns crit&eacute;rios descritivos, tais como polui&ccedil;&atilde;o, eletrifica&ccedil;&atilde;o, temperatura do ar, dentre outros descritos na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06t1.jpg" target="_blank">tabela 1</a>, mesmo n&atilde;o sendo espacializados, estes servem de informa&ccedil;&atilde;o complementar na an&aacute;lise final (Frankic, 1998). Por &uacute;ltimo, ap&oacute;s an&aacute;lise em laborat&oacute;rio, foram realizadas sa&iacute;das de campo na regi&atilde;o estudada para verifica&ccedil;&otilde;es <i>in loco</i> das informa&ccedil;&otilde;es obtidas por meio das imagens de sat&eacute;lite.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Resultados e Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Os resultados obtidos no presente estudo apontaram as &aacute;reas prop&iacute;cias e as consideradas n&atilde;o aptas para o cultivo de camar&otilde;es marinhos em S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, confirmando o potencial aqu&iacute;cola da atividade no munic&iacute;pio. Estas informa&ccedil;&otilde;es servir&atilde;o de suporte para o ordenamento da atividade, j&aacute; que a maioria dos estudos voltados para determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas para aquicultura usam apenas mapas simples, cujas informa&ccedil;&otilde;es para tomadas de decis&atilde;o dos investidores, &oacute;rg&atilde;os de financiamento ou poder p&uacute;blico s&atilde;o pouco conclusivas (Aguilar-Manjarrez &amp; Ross 1995).</p>     <p>Assim, com a crescente import&acirc;ncia de se explorar racionalmente os recursos naturais e com isso minimizar problemas de utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos costeiros, primeiramente buscou-se agrupar os usos e cobertura atual do solo do munic&iacute;pio em classes distintas, que incluem: campos litor&acirc;neos, &aacute;reas alag&aacute;veis (banhados), marismas, dunas, mata de restinga, &aacute;reas de reflorestamento de pinos, vias p&uacute;blicas, &aacute;rea constru&iacute;da e corpos d&rsquo;&aacute;gua (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>     
<p>Considerando que as &aacute;reas prop&iacute;cias para desenvolvimento de cultivos de camar&otilde;es s&atilde;o os campos litor&acirc;neos, como resultado da an&aacute;lise inicial obteve-se cerca de 30.000 hectares dispon&iacute;veis para a atividade. Se considerarmos tamb&eacute;m as &aacute;reas utilizadas hoje para reflorestamento, obteremos pouco mais de 40.000 ha que poderiam ser considerados prop&iacute;cios para a atividade. Este total representa praticamente 40% da &aacute;rea total do estudo (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p>Por outro lado, a partir da defini&ccedil;&atilde;o das fei&ccedil;&otilde;es de interesse na &aacute;rea de estudo e criadas as chamadas zonas tamp&atilde;o, como resultado obteve-se quase cem mil hectares de &aacute;reas destinadas &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o/conserva&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o aptas para o cultivo de camar&otilde;es (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>).</p>     
<p>Quanto &agrave;s &aacute;reas caracterizadas com a presen&ccedil;a de reflorestamento (<i>Pinus</i>), estas foram classificadas como prop&iacute;cias, mas com a ressalva de que s&atilde;o consideradas menos desej&aacute;veis no tocante a implanta&ccedil;&atilde;o da atividade. O motivo dessa separa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m segue a premissa de ser uma atividade j&aacute; consolidada e por ser considerada uma importante fonte de renda na regi&atilde;o, buscando-se assim evitar poss&iacute;veis conflitos de uso. Mesmo assim representam um importante espa&ccedil;o territorial que pode ser destinado, no futuro, para a implanta&ccedil;&atilde;o / desenvolvimento da carcinicultura marinha.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao uso do crit&eacute;rio capacidade de uso, o estudo buscou utilizar somente &aacute;reas com classe maior do que V, que possuem caracter&iacute;sticas impr&oacute;prias para a agricultura ou que demandariam maiores investimentos para sua corre&ccedil;&atilde;o. Cunha et al (1996) ressalta que o principal fator restritivo dessas &aacute;reas para o uso agr&iacute;cola &eacute; a m&aacute; drenagem, propiciando apenas a cultura de cebola. Como resultado final desse mapa tem&aacute;tico, cerca de 19.000 hectares foram considerados como mais recomendados (64,40%) e cerca de 10.000 como menos desejados (35,60%), conforme a <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f3.jpg" target="_blank">Figura 3A</a>.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o do crit&eacute;rio tipo de solo (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>), procurou-se somente utilizar &aacute;reas com caracter&iacute;sticas de solo compat&iacute;veis com a atividade (arenosos, argilosos ou argilo-arenosos), excluindo &aacute;reas com teor org&acirc;nico elevado e que n&atilde;o s&atilde;o indicadas para a constru&ccedil;&atilde;o de viveiros (Barbieri J&uacute;nior &amp; Neto, 2002; Peixoto <i>et al.</i>, 2005). Assim, quase 24.000 hectares foram considerados impr&oacute;prios para o desenvolvimento da atividade (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f3.jpg" target="_blank">Figura 3B</a>).</p>     
<p>Assim, no presente estudo observou-se que as &aacute;reas com alto teor org&acirc;nico representaram essencialmente locais com presen&ccedil;a de vegeta&ccedil;&atilde;o de marisma, banhados e &aacute;reas pr&oacute;ximas a corpos d&rsquo;&aacute;gua. Essas &aacute;reas j&aacute; tinham sido postas anteriormente como zonas tamp&atilde;o, isto &eacute;, exclu&iacute;das das &aacute;reas aptas (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>). Essa etapa da an&aacute;lise mostrou aos autores que a constru&ccedil;&atilde;o dos buffers anteriormente se mostrou apropriada.</p>     
<p>A partir da defini&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas prop&iacute;cias, utilizou-se o crit&eacute;rio referente a dist&acirc;ncia da fonte de &aacute;gua (Lagoa dos patos e Oceano Atl&acirc;ntico) para locais destinados a constru&ccedil;&atilde;o de viveiros (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f4.jpg" target="_blank">Figura 4A</a>).  Justifica-se a utiliza&ccedil;&atilde;o deste crit&eacute;rio devido aos altos custos de capta&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o do sistema de distribui&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua em um empreendimento aqu&iacute;cola. Fato que pode vir a inviabilizar a implanta&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento do mesmo (Lee &amp; Wickins, 1997).</p>     
<p>Corroborando com a necessidade de inclus&atilde;o desse crit&eacute;rio em estudos de sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas aqu&iacute;colas, a disponibilidade e qualidade de &aacute;gua &eacute; o crit&eacute;rio ambiental mais importante a se analisar (P&eacute;rez <i>et al.</i>, 2003; Dennis <i>et al.</i>, 2003; Salam <i>et al.</i>, 2005). Por exemplo, em um estudo de planejamento da aquicultura realizado no Vietnam, Giap <i>et al.</i> (2005) consideraram esse fator como de grande relev&acirc;ncia.</p>     <p>Como resultado obteve-se, para o crit&eacute;rio &aacute;reas prop&iacute;cias <i>versus</i> dist&acirc;ncia de fonte de &aacute;gua, mais de 4.500 ha com condi&ccedil;&otilde;es excelentes para implanta&ccedil;&atilde;o da atividade (12,79% do total das &aacute;reas prop&iacute;cias). Outros 6.800 ha (19,39%) foram considerados com boa condi&ccedil;&atilde;o para implanta&ccedil;&atilde;o de cultivos e 7.500 ha considerados na margem do aceit&aacute;vel (21,22%). O restante da &aacute;rea, pouco mais de 16.000 hectares (46,6%), foi avaliada como n&atilde;o recomendadas para a aquicultura (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f4.jpg" target="_blank">Figura 4A</a>).</p>     
<p>Assim, quando analisamos o crit&eacute;rio &aacute;reas prop&iacute;cias <i>versus</i> dist&acirc;ncia de vias p&uacute;blicas, pouco menos de 14.000 ha foram considerados com condi&ccedil;&otilde;es excelentes para implanta&ccedil;&atilde;o da atividade (44,30%). Cerca de 7.500 ha com boa condi&ccedil;&atilde;o (23,81%) e 5.800 ha considerados na margem do aceit&aacute;vel (18,40%). Por &uacute;ltimo, &aacute;reas avaliadas como n&atilde;o recomendadas constitu&iacute;ram mais de 4.200 ha (13,49%), <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f4.jpg" target="_blank">Figura 4B</a>.</p>     
<p>Quando comparada a &aacute;rea total descrita em excelente condi&ccedil;&atilde;o para a atividade na regi&atilde;o com outros estudos, observamos que a quantidade em hectare encontrada &eacute; consider&aacute;vel. Por exemplo, Giap <i>et al.</i> (2005) relatam que em seu estudo na prov&iacute;ncia de Haiphong no Vietnam, estimou-se que cerca de 30% (2.604 ha) do total da &aacute;rea dispon&iacute;vel, foi altamente apropriada para cultivo de camar&otilde;es. Principalmente em se tratando que a &aacute;rea existente j&aacute; utilizada para o cultivo era de apenas 1.690 ha.</p>     <p>Quanto a grande fra&ccedil;&atilde;o encontrada como n&atilde;o recomendada pelo crit&eacute;rio dist&acirc;ncia para a capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua (46,60%) e os distintos valores obtidos como n&atilde;o recomendados (13,49%), considerando o crit&eacute;rio dist&acirc;ncia de estradas, corroboram com a afirma&ccedil;&atilde;o de que para diferentes crit&eacute;rios teremos diferentes resultados e que somente uma an&aacute;lise individual, sem considerar outros crit&eacute;rios em conjunto (escala de atratividade), n&atilde;o credencia e n&atilde;o assegura que uma determinada &aacute;rea &eacute; realmente apta para qualquer atividade econ&ocirc;mica.3</p>     <p>Outro crit&eacute;rio descritivo foi referente &agrave; dist&acirc;ncia para mercados consumidores. Como resultado de an&aacute;lise pode-se dizer que a produ&ccedil;&atilde;o gerada pelos cultivos no munic&iacute;pio ser&aacute; destinada ao munic&iacute;pio de Porto Alegre e pequena parte &eacute; consumida localmente e/ou vai para o munic&iacute;pio de Rio Grande. J&aacute; &aacute; dist&acirc;ncia at&eacute; a capital do Estado &eacute; de cerca de 310 km e at&eacute; Rio Grande o translado &eacute; feito atrav&eacute;s de barco (cerca de 5 km). O fato de o principal centro consumidor ser distante n&atilde;o inviabiliza a comercializa&ccedil;&atilde;o, desde que seja feita uma despesca, armazenamento e transporte de forma higienicamente correta.</p>     <p>Foi tamb&eacute;m realizada a sobreposi&ccedil;&atilde;o destas informa&ccedil;&otilde;es, resultando em um mapa de atratividade final e destacando as &aacute;reas prop&iacute;cias para o cultivo de camar&otilde;es marinhos em viveiros em S&atilde;o Jos&eacute; do Norte (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>).</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como resultado, obteve-se um mapa com a escala de atratividade variando de prioridade 1 a 4, sendo que cerca de 5.300 ha (16,84%) foram considerados com caracter&iacute;sticas mais atrativas, isto &eacute;, com excelentes condi&ccedil;&otilde;es; cerca de 14.600 ha (46,78%) com condi&ccedil;&otilde;es boas; cerca de 10.600 ha (33,95%) na margem do recomendado para a atividade; e por &uacute;ltimo, uma pequena fra&ccedil;&atilde;o, cerca de 760 ha (2,43%), como &aacute;reas aptas, mas n&atilde;o recomendadas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></p>     <p>A an&aacute;lise das caracter&iacute;sticas geomorfol&oacute;gicas, disponibilidade de &aacute;gua, acessibilidade a mercado e insumos, m&atilde;o de obra dispon&iacute;vel, eletrifica&ccedil;&atilde;o e suporte t&eacute;cnico na regi&atilde;o do estudo, indicaram uma condi&ccedil;&atilde;o amplamente favor&aacute;vel a carcinicultura marinha em viveiros de terra na regi&atilde;o. As &aacute;reas classificadas com potencial alto e m&eacute;dio podem manter um &oacute;timo n&iacute;vel de produ&ccedil;&atilde;o e, mesmo as &aacute;reas consideradas de baixo potencial, com diferentes demandas de investimento, podem alcan&ccedil;ar os mesmos patamares produtivos.</p>     <p>Dentre as &aacute;reas que apresentam maior atratividade, a regi&atilde;o pr&oacute;xima &agrave; boca da barra (destacada na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a06f5.jpg" target="_blank">Figura 5</a>) apresenta grande potencial para a atividade, principalmente devido &agrave; proximidade tanto do mar como tamb&eacute;m da Lagoa dos Patos, o que facilita a capta&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua para o cultivo. Al&eacute;m disso, embora seja uma &aacute;rea aparentemente isolada, h&aacute; facilidade no acesso de certa forma, atrav&eacute;s da rodovia BR-101 e estradas vicinais. A regi&atilde;o observa-se o predom&iacute;nio de atividades agr&iacute;colas, indicando que j&aacute; houve modifica&ccedil;&atilde;o no ambiente, reduzindo a chance de poss&iacute;veis impactos causados pela implanta&ccedil;&atilde;o dos cultivos, que inclusive j&aacute; existem naquele local. Por &uacute;ltimo, salienta-se que o uso das ferramentas dispon&iacute;veis em SIG &eacute; eficaz no aux&iacute;lio de tomada de decis&atilde;o, especialmente no planejamento de usos da zona costeira. Talvez a maior contribui&ccedil;&atilde;o dessas ferramentas seja o fato de que s&atilde;o flex&iacute;veis o suficiente para incorporar os aportes t&eacute;cnicos de v&aacute;rias &aacute;reas do conhecimento para a tomada de decis&atilde;o.</p>     
<p>A partir de uma base georreferenciada, &eacute; poss&iacute;vel modelar as op&ccedil;&otilde;es levando em conta tamb&eacute;m a percep&ccedil;&atilde;o da comunidade envolvida como o assunto em foco. Isso diminui a subjetividade e valida de modo bastante democr&aacute;tico a tomada de decis&atilde;o no processo de planejamento ambiental.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Este estudo foi financiado pelo Governo Federal do Brasil, Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (MCT / CT-HIDRO), Fundo Setorial de Recursos H&iacute;dricos / Minist&eacute;rio do Meio Ambiente - MMA / Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico - CNPq.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>References</b></p>     <p>Aguilar-Manjarrez, J.; Ross, L.G. (1995) &ndash; Geographical information system (GIS) environmental models for aquaculture development in Sinaloa State. <i>Aquaculture International</i>, 3(2):103-115. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00117877" target="_blank">10.1007/BF00117877</a></p>     <!-- ref --><p>Baena, E.S. (2005) - A rentabilidade econ&ocirc;mica da cultura do eucalipto e sua contribui&ccedil;&atilde;o ao agroneg&oacute;cio brasileiro. <i>Revista Conhecimento Interativo</i> (ISSN: 1809-3442), 1(1):3-9, Faculdade Metropolitana de Curitiba, S&atilde;o Jos&eacute; dos Pinhais, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.florestalouroverde.com.br/florestalouroverde.com.br_rentabilidade_eucalipto.pdf" target="_blank">http://www.florestalouroverde.com.br/florestalouroverde.com.br_rentabilidade_eucalipto.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-8872201500020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbieri J&uacute;nior, R.C.; Neto, A.O. (2002) - <i>Camar&otilde;es marinhos: Engorda</i>. 370p., Aprenda F&aacute;cil, Vi&ccedil;osa, MG, Brasil. ISBN: 8588216167&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-8872201500020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beltrame, E.; Bonetti Filho J.; Bonetti, C. (2006) - Pre-selection of areas for shrimp culture in a subtropical Brazilian lagoon based on multicriteria hydrological evaluation. <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN: 0749-0208), SI39:1838-1842, UFSC, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://siaiacad09.univali.br/ics2004/arquivos/388_beltrame.pdf" target="_blank">http://siaiacad09.univali.br/ics2004/arquivos/388_beltrame.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-8872201500020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Buitrago, J.; Rada, M.; Hern&aacute;ndez, H.; Buitrago, E. (2005) - A single use site selection technique, using GIS, for aquaculture planning: choosing locations for mangrove oyster raft culture in Margarita Island, Venezuela. <i>Environmental Management</i>. 35(5):544-556. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00267-004-0087-9" target="_blank">10.1007/s00267-004-0087-9</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-8872201500020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cap&iacute;toli, R.R.; Bemvenuti, C.E. (2004) - Distribui&ccedil;&atilde;o do mexilh&atilde;o dourado Limnoperna fortunei (Dunker, 1857) na &aacute;rea estuarina da Lagoa dos Patos e Canal S&atilde;o Gon&ccedil;alo. <i>Anais do VI Simp&oacute;sio de Ecossistemas Brasileiros</i>. 110(1):98-107, Academia de Ci&ecirc;ncias do Estado de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-8872201500020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Chen, S.; Chen, L.; Liu, Q.; Li, X.; Tan, Q. (2005) - Remote sensing and GIS-based integrated analysis of coastal changes and their environmental impacts in Lingding Bay. Ocean &amp; Coast Manage, 48(1):65&ndash;83. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2004.11.004" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2004.11.004</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Corbin, J.S.; Young, L. (1997) - Planning, Regulation, and Administration of Sustainable Aquaculture. In: Bardach, J. E. (Editor) - Sustainable Aquaculture, pp. 201-233, John Wiley &amp; Sons, Inc, New York, USA. ISBN: 978-0471148296. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://cabdirect.org/abstracts/19981806061.html" target="_blank">http://cabdirect.org/abstracts/19981806061.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-8872201500020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cordazzo, C.V.; Seeliger, U. (1998) - <i>Guia Ilustrado da Vegeta&ccedil;&atilde;o Costeira do Extremo Sul do Brasil</i>. 275p., Editora da FURG, Rio Grande, RS, Brasil. ISBN: 8585042222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-8872201500020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Crepani, E.; Medeiros, J.S. (2003) - Carcinicultura em apicum no litoral do Piau&iacute;: uma an&aacute;lise com sensoriamento remoto e geoprocessamento. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, Simp&oacute;sio Brasileiro De Sensoriamento Remoto - XI</i>, INPE, Belo Horizonte, MG, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://marte.dpi.inpe.br/col/ltid.inpe.br/sbsr/2002/11.13.17.36/doc/13_146.pdf" target="_blank">http://marte.dpi.inpe.br/col/ltid.inpe.br/sbsr/2002/11.13.17.36/doc/13_146.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-8872201500020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cunha, N.G.; Silveira, R.J.C.; Severo, C.R.S. (1996) - Estudo dos solos do munic&iacute;pio de Rio Grande. 74p., Universit&aacute;ria/UFPel, Pelotas, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/737762/6/RioGrande.pdf" target="_blank">http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/737762/6/RioGrande.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-8872201500020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dennis, M.; Tammy, T.; Baldwin, K.; Kevin, F. (2003) - Aquaculture development potential in Arizona: a GIS-based approach. <i>World Aquaculture</i> (ISSN: 1041-5602). 34(4):32-35, World Aquaculture Society, Baton Rouge, LA, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="https://www.was.org/magazine/ArticleContent.aspx?Id=147" target="_blank">https://www.was.org/magazine/ArticleContent.aspx?Id=147</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-8872201500020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FAO (1997) - <i>Support to special plan for prawn and shrimp farming: site selection towards sustainable shrimp aquaculture</i>. Food and Agriculture Organization (FAO). Bangkok, Tail&acirc;ndia. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.fao.org/docrep/field/377199.htm" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/field/377199.htm</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-8872201500020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>FAO (2010) - <i>The state of world fisheries and aquaculture</i>. 218p., Food and Agriculture Organization (FAO), Roma, Italia. ISBN: 978-9251066751. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.fao.org/docrep/013/i1820e/i1820e.pdf" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/013/i1820e/i1820e.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-8872201500020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Figueiredo, A.S.; Calliari, L.J. (2006) - Sedimentologia e suas Implica&ccedil;&otilde;es na morfodin&acirc;mica das Praias adjacentes &agrave;s desembocaduras da linha de costa do Rio Grande do Sul. <i>Gravel</i> (ISSN: 1678-5975), 4(1):73-87, UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-8872201500020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Frankic, A. (1998) - <i>A framework for planning sustainable development in coastal regions: an island pilot project in Croatia</i>. 124p., Disserta&ccedil;&atilde;o, Virginia Institute of Marine Science, Virg&iacute;nia USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://web.vims.edu/library/Frankic/Frankic.pdf" target="_blank">http://web.vims.edu/library/Frankic/Frankic.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-8872201500020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Freitas, D.M.; Tagliani, P.R.A. (2007) &ndash; Spatial Planning of Shrimp Farming in the Patos Lagoon Estuary (Southern Brazil): An Integrated Coastal Management Approach. <i>Journal of Coastal Research</i>, SI47:136&ndash;140. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2112/1551-5036-47.sp1.136" target="_blank">10.2112/1551-5036-47.sp1.136</a></p>     <!-- ref --><p>Freitas, R.R.; Vinatea, L.; Netto, S. (2009) - Analysis of the marine shrimp culture production chain in Southern Brazil. <i>Anais Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias</i>, 81(2):287-295. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0001-37652009000200015" target="_blank">10.1590/S0001-37652009000200015</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-8872201500020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitas, R.R.; Tagliani, C.R.A.; Poersch, L.H.D.S.; Tagliani, P.R.A. (2009) - Gest&atilde;o de ambientes costeiros: uso de SIG como apoio a decis&atilde;o na implanta&ccedil;&atilde;o de fazendas de camar&otilde;es marinhos, Ilha da Torotama, <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i> 9(3):45-54 DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci164" target="_blank">10.5894/rgci164</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-8872201500020000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, C.A.E. (1998) - Caracter&iacute;sticas hidrogr&aacute;ficas. In: U. Seeliger, C. Odebrecht &amp; J.P. Castello (Eds), <i>Os Ecossistemas Costeiro e Marinho do Extremo Sul do Brasil</i>, pp.18-21. Editora Ecoscientia. Rio Grande, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-8872201500020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>GESAMP (2000) - <i>Principality of Monaco: report of the 30th Session</i>. 68p., GESAMP (IMO/FAO/UNESCO-IOC/WMO/WHO/ IAEA/UN/UNEP Join group of experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection), Reports and Studies  n&ordm;. 69, International Atomic Energy Agency, Vienna, Austria. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.gesamp.org/publications/publicationdisplaypages/rs69" target="_blank">http://www.gesamp.org/publications/publicationdisplaypages/rs69</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-8872201500020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Giap, D.H.; Yi, Y.; Yakupitiyage, A. (2005) - GIS for land evaluation for shrimp farming in Haiphong of Vietnam. <i>Ocean Coast Manage</i>, 48(1):51-63. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2004.11.003" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2004.11.003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-8872201500020000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gianuca, K.S.; Tagliani, C.R.A. (2012) - An&aacute;lise em um Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica (SIG) das altera&ccedil;&otilde;es na paisagem em ambientes adjacentes a plantios de pinus no Distrito do Estreito, munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Norte, Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 12(1):43-55. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci285" target="_blank">10.5894/rgci285</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-8872201500020000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Gowing, J.; Ocampo-Thomason, P. (2007) - Exploratory analysis of the comparative environmental costs of shrimp farming and rice farming in coastal areas. In: D.M. Bartley, C. Brug&egrave;re, D. Soto, P. Gerber &amp; B. Harvey, B. (eds.), <i>Comparative assessment of the environmental costs of aquaculture and other food production sectors: methods for meaningful comparisons</i>, pp.201&ndash;220, FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations), Rome, It&aacute;lia. ISBN: 978-9251058633. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/010/a1445e/a1445e.pdf" target="_blank">ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/010/a1445e/a1445e.pdf</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Hossain, M.S.; Chowdhury, S.R.; Das, N.G.; Rahaman, M.M. (2007) - Multi-criteria evaluation approach to GIS-based land-suitability classification for tilapia farming in Bangladesh. <i>Aquaculture International</i>, 15(5):425&ndash;443. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10499-007-9109-y" target="_blank">10.1007/s10499-007-9109-y</a></p>     <!-- ref --><p>Kampel, M.; Amaral, S.; Soares, M.L.G. (2005) - Imagens CCD/ CBERS e TM/Landsat para an&aacute;lise multi-temporal de manguezais no nordeste brasileiro: um estudo no litoral do Estado do Cear&aacute;. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, XII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR)</i>, pp.979-986, Goi&acirc;nia, Goi&aacute;s, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.obt.inpe.br/cbers/cbers_XIISBSR/408_KAS_XIISBSR_Final.pdf" target="_blank">http://www.obt.inpe.br/cbers/cbers_XIISBSR/408_KAS_XIISBSR_Final.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-8872201500020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kapetsky, J.M.; Hill, J.M.; Worthy, L.D.; Evans, D.L. (1988) - A geographical information system for catfish farming development. <i>Aquaculture</i>, 68(4):311-320. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00117877" target="_blank">10.1016/0044-8486(88)90245-1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-8872201500020000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Karthika, M.; Surib, J.; Neelam S.; Biradar, R.S. (2005) - Brackish water aquaculture site selection in Palghar Taluk, Thane district of Maharashtra, India, using the techniques of remote sensing and geographical information system. <i>Aquacultural Engineering</i>, 32(2):285&ndash;302. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaeng.2004.05.009" target="_blank">10.1016/j.aquaeng.2004.05.009</a></p>     <!-- ref --><p>Lee, D.O.C.; Wickins, J.F. (1997) - <i>Cultivo de crust&aacute;ceos</i>. 466p., Acribia S.A., Zaragoza, Espanha. ISBN: 978-8420007960&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-8872201500020000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lepsch, I.F.; Bellinazzi Jr., R.; Bertolini, D.; Esp&iacute;ndola, C.R. (1983) - <i>Manual para levantamento utilit&aacute;rio do meio f&iacute;sico e classifica&ccedil;&atilde;o de terras no sistema de capacidade de uso</i>, 175p., Sociedade Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo, Campinas, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-8872201500020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Longdill, P,C.; Healy, T.R.; Black, K.P. (2008) - An integrated GIS approach for sustainable aquaculture management area site selection. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 51(8-9):612-624. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-8872201500020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mcleod, I.; Pantus, F.; Preston, N. (2002) - The use of geographic information system for land-base aquaculture planning. <i>Aquaculture Research</i>, 33(4):241-250. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1046/j.1355-557x.2001.00667.x" target="_blank">10.1046/j.1355-557x.2001.00667.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-8872201500020000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Moles, P.; Bunge, J. (2002) - <i>Shrimp farming in Brazil: an industry overview</i>. 26p., World Bank / FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) / WWF (World Wildlife Fund) / NACA (Network of Aquaculture Centres in Asia-Pacific) Consortium Program on Shrimp Farming and the Environment. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://library.enaca.org/Shrimp/Case/LatinAmerica/Brazil/ShrimpFarmingBrazil.pdf" target="_blank">http://library.enaca.org/Shrimp/Case/LatinAmerica/Brazil/ShrimpFarmingBrazil.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-8872201500020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>M&ouml;ller, O.; Fernandes, E. (2010) - Hidrologia e Hidrodin&acirc;mica. In: U. Seeliger &amp; C. Odebrecht (eds.), <i>O Estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos: Um s&eacute;culo de transforma&ccedil;&otilde;es</i>, pp.17-27, FURG, Rio Grande, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-8872201500020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moura, A.R.L.U.; S&aacute;, L.T.L.; Lima, G.M.; Alves, F.P. (2002) - Utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas de sensoriamento remoto na identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas estuarinas do Canal de Santa Cruz e Rio Jaguaribe - Pernambuco. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, Congresso Brasileiro de Cadastro T&eacute;cnico Multifinalit&aacute;rio (COBRAC)</i>, Florian&oacute;polis, SC, Brasil, Dispon&iacute;vel  on-line em <a href="http://geodesia.ufsc.br/Geodesia-online/arquivo/cobrac_2002/043/043.htm" target="_blank">http://geodesia.ufsc.br/Geodesia-online/arquivo/cobrac_2002/043/043.htm</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-8872201500020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, A.O.; Calliari L.J. (2006) - Morfodin&acirc;mica da Praia do Mar Grosso, S&atilde;o Jos&eacute; do Norte/RS. <i>Gravel</i> (ISSN: 1678-5975), 4(1):23-36, UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ufrgs.br/gravel/4/Gravel_4_02.pdf" target="_blank">http://www.ufrgs.br/gravel/4/Gravel_4_02.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-8872201500020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Peixoto, S.; Wasielesky J.R.; Cavalli, R.O.; Santos, M.H.S.; Poersch, L.H.S. (2005) - Diretrizes para o desenvolvimento respons&aacute;vel da carcinicultura na regi&atilde;o do estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos, Rio Grande do Sul, Brasil. <i>Gerenciamento Costeiro Integrado</i>, 4:1-4, Itaja&iacute;, SC, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-8872201500020000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>P&eacute;rez, O.M.; Telfer, T.C.; Beveridge, M.C.M.; Ross, L.G. (2002) - Geographical Information Systems (GIS) as a Simple Tool to Aid Modelling of Particulate Waste Distribution at Marine Fish Cage Sites. <i>Estuarine, Coastal and Shelf Science</i>, 54(4):761&ndash;768. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci164" target="_blank">10.1006/ecss.2001.0870</a></p>     <!-- ref --><p>P&eacute;rez, O.M.; Telfer, T.C.; Ross, L.G. (2003) - Use of GIS-Based Models for Integrating and Developing Marine Fish Cages within the Tourism Industry in Tenerife (Canary Islands). <i>Coastal Management</i>, 31(4):355-366. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/08920750390232992" target="_blank">10.1080/08920750390232992</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-8872201500020000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Poersch, L.; Cavalli, R. O.; Wasielesky Junior, W. (2006) - Perspectivas para o desenvolvimento dos cultivos de camar&otilde;es marinhos no estu&aacute;rio da Lagoa dos Patos, RS. <i>Ci&ecirc;ncia Rural</i> (ISSN: 0103-8478), 36(4):1337-1343, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brazil . DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782006000400051" target="_blank">10.1590/S0103-84782006000400051</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-8872201500020000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Poli, C.R.; Borghetti, J.R.; Grumann, A. (2000) - Situa&ccedil;&atilde;o Atual da Aq&uuml;icultura na Regi&atilde;o Sul. In: C.R. Poli &amp; A. Grumann (eds.), <i>Aq&uuml;icultura no Brasil: Bases para um desenvolvimento sustent&aacute;vel</i>, pp. 323-351, CNPQ/ Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. ISBN: 8587632094.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-8872201500020000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Prein, M.; Ahmed, M. (2000) - Integration of aquaculture into smallholder farming systems for improved food security and household nutrition. <i>Food and nutrition bulletin</i> (ISSN: 1564-8265), 21(4):466-471, The United Nations University, Boston, USA. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://nsinf.publisher.ingentaconnect.com/content/nsinf/fnb/2000/00000021/00000004/art00024" target="_blank">http://nsinf.publisher.ingentaconnect.com/content/nsinf/fnb/2000/00000021/00000004/art00024</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-8872201500020000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Primavera, J.H. (2006) - Overcoming the impacts of aquaculture on the coastal zone. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 49(9-10):531&ndash;545. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2006.06.018" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2006.06.018</a>.</p>     <p>Pullin, R.S.V.; Rosenthal, H.; Maclean, J.J. (eds.) (1993) &ndash; <i>Environment and aquaculture in developing countries</i>. 359p., International Center for Living Aquatic Resources Management, Manila, Filipinas; Deutsche Gesellschaft f&uuml;r Technische Zusammenarbeit, Frankfurt, Alemanha. ISBN: 9718709266. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.worldfishcenter.org/libinfo/Pdf/Pub%20CP6%2031.pdf" target="_blank">http://www.worldfishcenter.org/libinfo/Pdf/Pub CP6 31.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Prost, M. T. (2001) - <i>Manguezais paraenses: recursos naturais, usos sociais e indicadores para a sustentabilidade</i>. 62p., Relat&oacute;rio Final, Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m, PA, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://hdl.handle.net/10625/31220" target="_blank">http://hdl.handle.net/10625/31220</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-8872201500020000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Radiarta, I.N.; Saitoh, S.; Miyazono, A. (2008) - GIS-based multi-criteria evaluation models for identifying suitable sites for Japanese scallop (Mizuhopecten yessoensis) aquaculture in Funka Bay, southwestern Hokkaido, Japan. <i>Aquaculture</i>, 284(1-4):127-135. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2008.07.048" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2008.07.048</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-8872201500020000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rajitha, K.; Mukherjee, C.K.; Chandran, R.V. (2007) - Applications of remote sensing and Gig for suitable management of shrimp culture in India. <i>Aquacultural Engineering</i>, 36(1):1-17. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaeng.2006.05.003" target="_blank">10.1016/j.aquaeng.2006.05.003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-8872201500020000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salam, M.A.; Khatun, N.A.; Ali, M.M. (2005) - Carp farming potential in Barhatta Upazilla, Bangladesh: a GIS methodological perspective. <i>Aquaculture</i>, 245(1-4):75-87. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2004.10.030" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2004.10.030</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-8872201500020000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souto, M.V.S.E; Amaro, V.E. (2005) - Aplica&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas de geoprocessamento para o mapeamento da Vulnerabilidade Natural para a regi&atilde;o da Ponta do Tubar&atilde;o, litoral setentrional do Estado do Rio Grande do Norte, munic&iacute;pio de Macau. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, XII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto</i>, pp. 2773-2778, Goi&acirc;nia, GO, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://marte.sid.inpe.br/col/ltid.inpe.br/sbsr/2004/11.19.18.35/doc/2773.pdf" target="_blank">http://marte.sid.inpe.br/col/ltid.inpe.br/sbsr/2004/11.19.18.35/doc/2773.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-8872201500020000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Tagliani, C.R.A., Vicens, R.S. (2003) - Mapeamento da vegeta&ccedil;&atilde;o e uso do solo nos entornos do estu&aacute;rio da Laguna dos Patos, RS, utilizando t&eacute;cnicas de processamento digital de imagem do SIG SPRING. <i>Anais eletr&ocirc;nicos, XI Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto</i>, pp.1461&ndash;1468, Belo Horizonte, MG, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Tagliani, P.R.A.; Silva, T.S. (2011) - As macro fun&ccedil;&otilde;es ambientais e o planejamento espacial da regi&atilde;o. pp. 161-168,  In: Paulo Roberto Armanini Tagliani. (Org.). <i>Ecologia da paisagem da restinga da Lagoa dos Patos: uma contribui&ccedil;&atilde;o para o manejo e conserva&ccedil;&atilde;o da reserva da biosfera</i>. Editora da FURG, Rio Grande, RS, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-8872201500020000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torres, C.; Andrade, C. (2010) - Processo de decis&atilde;o de An&aacute;lise Espacial na selec&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas &oacute;ptimas para a Aquacultura Marinha: O exemplo da Ilha da Madeira. Setembro de 2010. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i> 10(3):321-330. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci180" target="_blank">10.5894/rgci180</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201500020000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vitalli, P.D.L.; Zakia, M.J.B.; Durigan, G. (2009) - Considera&ccedil;&otilde;es sobre a legisla&ccedil;&atilde;o correlata &agrave; zona-tamp&atilde;o de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o no brasil. <i>Ambiente &amp; Sociedade</i>, 12(1):67-82. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1414-753X2009000100006" target="_blank">10.1590/S1414-753X2009000100006</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-8872201500020000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>V&ouml;lcker, C.M., Scott, P. (2008) - SIG e sensoriamento remoto para a determina&ccedil;&atilde;o do potencial da aquicultura no Baixo S&atilde;o Jo&atilde;o &ndash; RJ. <i>Sistemas e Gest&atilde;o</i> (ISSN: 1980-5160), 3(3):196-215. UFF, Niter&oacute;i, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.revistasg.uff.br/index.php/sg/article/view/SGV3N3A3/59" target="_blank">http://www.revistasg.uff.br/index.php/sg/article/view/SGV3N3A3/59</a></p>     <!-- ref --><p>Ucha, J.M.; Hadlich, G.M.; Carvalho, E.G.S. 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