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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cultivo de Bijupirá (Rachycentron canadum) em Cananeia, SP, Brasil: Avaliação da viabilidade utilizando geoprocessamento]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Cultivation of cobia (Rachycentron canadum) in Cananeia, SP, Brazil. Feasibility assessment using GIS The Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) frequently publishes reports about world fisheries production. These reports state wild fish stocks increasingly depleted and mariculture production growth in the past decade. The mariculture emerged then as an alternative to food production and generating income. Cobia, Rachycentron canadum, has been highlighted in recent years and is being studied in different aspects aiming its commercial production in Brazil. As mariculture has expanded, the development of management instruments for coastal zone is shown increasingly necessary. As establishing a sustainable basis to select the proper location to install fish farming it is possible to maximize the efficiency mariculture, producing raising the maximum number of organisms with minimal costs. This viability occurred through the understanding of the relationship between the physiological requirement of the aquatic organism selected and the environmental conditions. Data were obtained through literature searches, documents from government agencies, restitution of satellite images and field sampling organized in a manager geodatabase and analyzed using geostatistical interpolation, distance and density analysis to define ideal areas of Cananéia´s estuary and coastal zone to cultivate Cobia. The current work indicates areas suitable for growing Cobia in the studied region considering environmental, socioeconomics and logistics variables. The Geographic Information System (GIS) has shown itself capable of contributing effectively, facilitating potential shell fishermen and manager decision making.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b> / ARTICLE</p>     <p><b>Cultivo de Bijupir&aacute; (<i>Rachycentron canadum</i>) em Cananeia, SP, Brasil.    Avalia&ccedil;&atilde;o da viabilidade utilizando geoprocessamento<a href="#0">*</a><a name="top0"></a></b></p>     <p><b>Cultivation of cobia  (Rachycentron canadum) in Cananeia, SP, Brazil. Feasibility assessment using GIS</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>F&aacute;tima L. Colla&ccedil;o<sup>1</sup>; S&iacute;lvia M. Sartor<sup>2</sup>; Edison Barbieri<sup>@, 1</sup></b></p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author, to whom correspondence should be addressed:</p>     <p><sup>1</sup>Instituto de Pesca &ndash; APTA &ndash; SAASP &ndash; Governo do Estado de S&atilde;o Paulo. Av. Prof. Besnard s/n. Caixa Postal 157. CEP 11990-000. Canan&eacute;ia, SP, Brasil. e-mails: Colla&ccedil;o <a href="mailto:fatinhalis@gmail.com">&lt;fatinhalis@gmail.com&gt;</a>; Barbieri <a href="mailto:edisonbarbieri@yahoo.com.br">&lt;edisonbarbieri@yahoo.com.br&gt;</a><br/> <sup>2</sup>Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, Avenida  of Luciano Gualberto, 380, travessa 3 -  CEP 05508-010. Butant&atilde;, S&atilde;o Paulo - SP, Brasil.  e.mail: <a href="mailto:silvisartor@gmail.com">&lt;silvisartor@gmail.com&gt;</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade />     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>Os relat&oacute;rios frequentes da FAO indicam a redu&ccedil;&atilde;o da pesca extrativista e o crescimento da maricultura na &uacute;ltima d&eacute;cada, como uma alternativa para a produ&ccedil;&atilde;o de alimento e gera&ccedil;&atilde;o de renda. O Bijupir&aacute;, Rachycentron canadum, se destacou nos &uacute;ltimos anos,sendo estudado sobre diferentes aspectos com vistas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o comercial no Brasil. Com o crescimento da maricultura, o desenvolvimento de instrumentos gerenciais para a zona costeira se mostra cada vez mais necess&aacute;rio. Com o estabelecimento de bases sustent&aacute;veis para a correta escolha dos locais de instala&ccedil;&atilde;o de cultivos &eacute; poss&iacute;vel maximizar a efici&ecirc;ncia da maricultura, produzindo o m&aacute;ximo de organismos com o m&iacute;nimo de custo. Essa viabilidade exige o entendimento da rela&ccedil;&atilde;o entre as exig&ecirc;ncias fisiol&oacute;gicas do organismo aqu&aacute;tico selecionado frente &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ambientais. Neste trabalho utilizou-se dados obtidos de pesquisas bibliogr&aacute;ficas, documentos de ag&ecirc;ncias p&uacute;blicas, restitui&ccedil;&atilde;o de imagens de sat&eacute;lite e coletas de campo organizados em um gerenciador de banco de dados geogr&aacute;ficos. Os dados foram analisados utilizando geoestat&iacute;stica, interpola&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise de dist&acirc;ncia e de densidade para definir prov&aacute;veis &aacute;reas ideais para o cultivo de Bijupir&aacute; na regi&atilde;o estuarina e costeira de Canan&eacute;ia. Como resultado obteve-se a indi&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias ao cultivo de Bijupir&aacute; na regi&atilde;o de estudo considerando vari&aacute;veis ambientais, socioecon&ocirc;micas e log&iacute;sticas. Demonstrou-se que a ferramenta Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas (SIG) &eacute; capaz de contribuir de forma efetiva, facilitando a tomada de decis&atilde;o, por parte de interessados na maricultura e por gestores licenciadores e fiscalizadores.</p>     <p><b>Palavras-chaves:</b> Geoprocessamento, Gest&atilde;o Costeira, maricultura, Bijupir&aacute;, Rachycentron canadum.</p> <hr size="1" noshade />     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Cultivation of cobia  (Rachycentron canadum) in Cananeia, SP, Brazil. Feasibility assessment using GIS   The Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) frequently publishes reports about world fisheries production. These reports state wild fish stocks increasingly depleted and mariculture production growth in the past decade. The mariculture emerged then as an alternative to food production and generating income. Cobia, Rachycentron canadum, has been highlighted in recent years and is being studied in different aspects aiming its commercial production in Brazil. As mariculture has expanded, the development of management instruments for coastal zone is shown increasingly necessary. As establishing a sustainable basis to select the proper location to install fish farming it is possible to maximize the efficiency mariculture, producing raising the maximum number of organisms with minimal costs. This viability occurred through the understanding of the relationship between the physiological requirement of the aquatic organism selected and the environmental conditions. Data were obtained through literature searches, documents from government agencies, restitution of satellite images and field sampling organized in a manager geodatabase and analyzed using geostatistical interpolation, distance and density analysis to define ideal areas of Canan&eacute;ia&acute;s estuary and coastal zone to cultivate Cobia. The current work indicates areas suitable for growing Cobia in the studied region considering environmental, socioeconomics and logistics variables. The Geographic Information System (GIS) has shown itself capable of contributing effectively, facilitating potential shell fishermen and manager decision making.</p>     <p><b>Key words:</b> GIS,  coastal management, mariculture, cobia,  Rachycentron canadum.</p> <hr size="1" noshade />     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A produ&ccedil;&atilde;o mundial de pescado em 2009, segundo FAO (2010), atingiu um volume de 145,1 milh&otilde;es de toneladas. A maricultura correspondeu a 13,8% e a pesca extrativista marinha a 55% deste total. O relat&oacute;rio indicou ainda um crescimento de 17% da maricultura na &uacute;ltima d&eacute;cada. Paralelamente, a pesca extrativista teve um decr&eacute;scimo de 5%, com a maioria dos estoques pesqueiros tradicionais em decl&iacute;nio. A causa principal desta queda ocorre em virtude da sobrepesca e da destrui&ccedil;&atilde;o dos habitats, em decorr&ecirc;ncia da expans&atilde;o das atividades antr&oacute;picas na zona costeira. A sobrepesca vem atuando em n&iacute;veis insustent&aacute;veis (Pauly <i>et al.</i> 2002, 2013), enquanto os habitats vem sendo degradados por v&aacute;rios interesses econ&ocirc;micos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Peixe &eacute; a principal fonte de prote&iacute;na para 17% da popula&ccedil;&atilde;o mundial (FAO, 2013). Com o crescimento populacional aliado ao decl&iacute;nio dos estoques pesqueiros, estima-se que haver&aacute; aumento de empreendimentos de aquacultura no mercado futuro. A ind&uacute;stria pesqueira tamb&eacute;m acredita na maricultura como substituto em potencial de seus lucros. Segundo Brandini <i>et al.</i> (2007),  milh&otilde;es de d&oacute;lares tem sido investidos na produ&ccedil;&atilde;o de algas, peixes e outros frutos do mar, utilizando tecnologia em escala comercial,  exemplificados pela China, Per&uacute; e Indon&eacute;sia que se destacaram em 2008 como maiores produtores mundiais (FAO, 2010). No Atl&acirc;ntico o Bijupir&aacute; vem sendo explorado comercialmente (Arnold <i>et al.</i>, 2002) e, nos &uacute;ltimos anos, tem sido considerado um peixe importante para a aquacultura devido ao seu crescimento r&aacute;pido e eficaz com utiliza&ccedil;&atilde;o da ra&ccedil;&atilde;o (Chou <i>et al.</i>, 2001; Liao &amp; Lea&ntilde;o, 2007).</p>     <p>Sanches <i>et al.</i> (2008) afirmam que a maricultura vem ganhando impulso nos &uacute;ltimos anos pela consolida&ccedil;&atilde;o dos resultados de pesquisas acad&ecirc;micas, despertando o interesse da iniciativa privada e potencializando a atividade.</p>     <p>O Bijupir&aacute; (<i>Rachycentron canadum</i>) vem se destacando nos &uacute;ltimos anos na maricultura brasileira, sendo estudado sob diferentes aspectos com vistas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o comercial no Brasil. Batista (2011) avaliou o crescimento e canibalismo em juvenis, concluindo que grupos homog&ecirc;neos de peixes pequenos apresentam melhor taxa de crescimento se comparado com grupos homog&ecirc;neos de peixes grandes. Tamb&eacute;m concluiu que a classifica&ccedil;&atilde;o por tamanhos evitou perda por canibalismo. Sanches <i>et al.</i>, (2013) avaliaram a viabilidade econ&ocirc;mica da produ&ccedil;&atilde;o de formas jovens, concluindo pela viabilidade quando houver  taxa de sobreviv&ecirc;ncia superior a 10% e pre&ccedil;o superior a R$ 2,00/kg. Devido aos custos de implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o h&aacute; maior viabilidade econ&ocirc;mica do cultivo para grandes empreendedores (Sanches <i>et al.</i>, 2008; Domingues, 2012). Tosta (2010) avaliou a oferta de ra&ccedil;&atilde;o para Bijupir&aacute; concluiu ser vi&aacute;vel o cultivo de juvenis da esp&eacute;cie para engorda em tanque-rede no mar. Sampaio <i>et al.</i> (2010) investigaram o avan&ccedil;o da maricultura, no Brasil, na primeira d&eacute;cada do S&eacute;culo XXI citando o Bijupir&aacute; como esp&eacute;cie mais promissora para ser produzida em ambientes marinhos. Cavalli <i>et al.</i> (2011) tamb&eacute;m consideraram a produ&ccedil;&atilde;o de Bijupir&aacute; promissora no Brasil em mar aberto.</p>     <p>Com o crescimento da maricultura, o desenvolvimento de instrumentos gerenciais para a zona costeira se mostra cada vez mais necess&aacute;rio, j&aacute; que sua falta pode causar preju&iacute;zos irremedi&aacute;veis aos ambientes costeiros e a vida aqu&aacute;tica como um todo.</p>     <p>Os Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas - SIG v&ecirc;m sendo amplamente utilizado por v&aacute;rios pa&iacute;ses nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas para planejar as atividades humanas nas regi&otilde;es litor&acirc;neas (Scott &amp; Vianna, 2001; Simms, 2002; Scott, 2003; Macleod, 2002; Freitas <i>et al.</i>, 2009; Farias <i>et al.</i>, 2010; Bezerra <i>et al.</i>, 2011). SIG&acute;s v&ecirc;m sendo desenvolvidos com a proposta de combinar dados espaciais, descrever e analisar intera&ccedil;&otilde;es, fazer previs&otilde;es atrav&eacute;s de modelos e fornecer apoio na tomada de decis&otilde;es. O dom&iacute;nio de t&eacute;cnica de geoprocessamento aliada ao conhecimento das vari&aacute;veis ambientais e metabolismo dos organismos aqu&aacute;ticos pode apoiar o planejamento contribuir para a sustentabilidade aqu&iacute;cola de uma &aacute;rea.</p>     <p>Estabelecendo bases sustent&aacute;veis para a correta escolha de locais para  cultivos &eacute; poss&iacute;vel maximizar a efic&aacute;cia da maricultura. O entendimento da rela&ccedil;&atilde;o entre exig&ecirc;ncia fisiol&oacute;gica do organismo aqu&aacute;tico selecionado frente &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ambientais &eacute; primordial nesse processo.</p>     <p>Diversos autores utilizaram SIG no planejamento da maricultura. Salam &amp; Ross (1999) utilizaram SIG para modelar a aq&uuml;icultura em Bangladesh, &Iacute;ndia, comparando dois cen&aacute;rios distintos de produ&ccedil;&atilde;o de peixes e camar&otilde;es em &aacute;guas doce e salobra. Salam <i>et al.</i> (2003) utilizaram SIG para comparar a efici&ecirc;ncia de cultivos de caranguejo e camar&atilde;o nos estu&aacute;rios do sudeste de Bangladesh,  &Iacute;ndia, buscando identificar as melhores &aacute;reas para tal finalidade. Macleod (2002) utilizou SIG para avaliar o potencial da maricultura em mar aberto, na costa de Massachusetts, USA, considerando o bacalhau Gadhus morhua e o mexilh&atilde;o <i>Mytilus edulis</i>. Bezerra <i>et al.</i> (2011) definiram &aacute;reas prop&iacute;cias para o cultivo de peixes no Estado de Pernambuco utilizando SIG. Vianna (2007) comparou os m&eacute;todos determin&iacute;sticos e probabil&iacute;sticos para a sele&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios, utilizando como exemplo a maricultura de Santa Catarina. Longdill <i>et al.</i> (2008) propuseram o uso de SIG para selecionar &aacute;reas para a maricultura visando a sustentabilidade a longo prazo, utilizando cultivo suspenso do mexilh&atilde;o <i>Perna canaliculus</i>, na Nova Zel&acirc;ndia. Radiarta <i>et al.</i> (2008) identificaram locais mais adequados para o cultivo de vieira <i>Mizuhopecten yessoensis</i> na ba&iacute;a de Funka, Hokkaido, Jap&atilde;o. Freitas <i>et al.</i> (2009), com o uso de SIG, avaliaram locais prop&iacute;cios para a instala&ccedil;&atilde;o de fazenda de camar&atilde;o marinho, na regi&atilde;o da Ilha da Torotama, Rio Grande do Sul. Farias <i>et al.</i> (2010) identificaram &aacute;reas favor&aacute;veis ao cultivo de macroalgas marinhas no munic&iacute;pio de Amontada, Cear&aacute;. Silva <i>et al.</i> (2011) selecionaram &aacute;rea para o cultivo de marisco no estu&aacute;rio de Valdivia, no Chile.  Esses trabalhos comprovaram a efetividade da ferramenta na identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de cultivos.</p>     <p>Este estudo foi motivado por recentes programas de fomento para cultivo de Bijupir&aacute; na regi&atilde;o. Neste contexto, utilizaram-se t&eacute;cnicas de geoprocessamento para indicar &aacute;reas prop&iacute;cias ao cultivo de Bijupir&aacute; <i>Rachycentron canadum</i> na regi&atilde;o estuarina-lagunar de Canan&eacute;ia, Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil, considerando vari&aacute;veis f&iacute;sicas, qu&iacute;micas, biol&oacute;gicas do ambiente costeiro e estuarino, e o metabolismo da esp&eacute;cie.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. M&eacute;todos</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia deste estudo foi compreendida pelas &aacute;guas estuarinas e costeiras do munic&iacute;pio de Canan&eacute;ia/SP, delimitada pelos paralelos 25&deg; 18&rsquo; 30&rdquo; e 24&deg; 53&rsquo; 00&rdquo; Sul e pelos meridianos 48&deg; 12&rsquo; 00&rdquo; e 47&deg; 33&rsquo; 30&rdquo; Oeste, referenciadas pelo Datum Horizontal SIRGAS 2000. Nas &aacute;guas costeiras definiu-se como limite a &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia da &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental Marinha do Litoral Sul. O estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia possui tradicionalmente atividades de maricultura, especialmente o manejo de ostras. A &aacute;rea tamb&eacute;m tem um papel importante do ponto de vista bioecol&oacute;gico, sendo respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria org&acirc;nica que serve de alimento para muitas esp&eacute;cies. Barbieri e Cavalheiro (2000) descrevem a &aacute;rea como um importante criadouro para um grande n&uacute;mero de peixes e crust&aacute;ceos de interesse comercial devido a sua elevada produtividade.</p>     <p>Para padronizar os procedimentos que foram adotados no planejamento da maricultura, o presente estudo prop&otilde;e utilizar o geoprocessamento como uma ferramenta &uacute;til para a tomada de decis&otilde;es, com an&aacute;lise utilizando modelo conceitual pautado em processo anal&iacute;tico hier&aacute;rquico &ndash; AH. Adaptou-se a metodologia proposta por Macleod (2002), que avaliou o potencial de aq&uuml;icultura &ldquo;offshore&rdquo; de Bacalhau Atl&acirc;ntico (<i>Gadus morhua</i>) e mexilh&otilde;es (<i>Mytilus edulis</i>), em Massachusetts, USA, utilizando SIG.</p>     <p>Para a modelagem dos dados foi utilizado o software gvSIG vers&atilde;o 1.11 (GVSIG, 2011). Uma Base de Dados Geogr&aacute;fica - BDG (Gazola e Furtado, 2007) foi estruturada para armazenar, editar, relacionar e analisar os dados. O sistema de proje&ccedil;&atilde;o adotado foi UTM - SIRGAS 2000, fuso 23S, MC -45.</p>     <p><b>2.1. A esp&eacute;cie</b></p>     <p>O Bijupir&aacute; &eacute; uma esp&eacute;cie marinha migrat&oacute;ria de ampla distribui&ccedil;&atilde;o em oceanos tropicais e subtropicais, ocorrendo tamb&eacute;m de forma sazonal, em &aacute;guas temperadas (Briggs, 1960; Shaffer &amp; Nakamura, 1989). &Eacute; encontrada nos oceanos Atl&acirc;ntico e Pac&iacute;fico onde a temperatura m&eacute;dia da &aacute;gua &eacute; 24&deg;C ou superior (Smith, 1995). Bijupir&aacute;s foram coletados nos USA em &aacute;guas com temperatura entre 16,8&deg;C e 32&deg;C (Shaffer &amp; Nakamura, 1989). Shaffer &amp; Nakamura (1989) relataram que temperaturas superiores a 37,7&deg;C s&atilde;o letais para juvenis de Bijupir&aacute;. Toleram temperaturas abaixo de 17,7&deg;C; contudo, a 18,3&deg;C param de se alimentar (Shaffer &amp; Nakamura, 1989). Alwood <i>et al.</i> (2004) detectaram que a temperatura letal &eacute; de 10,4&deg;C e que juvenis quando expostos a temperatura da &aacute;gua entre 16&deg;C e 17&deg;C deixam de se alimentar.</p>     <p>Segundo Liao &amp; Lea&ntilde;o (2005), no cultivo de Bijupir&aacute;, para que se obtenha o desenvolvimento m&aacute;ximo, a temperatura deve variar entre 27&deg;C e 29&deg;C. Liao &amp; Lea&ntilde;o (2005) tamb&eacute;m relatam que em intervalos de 16&deg;C a 27&deg;C essa esp&eacute;cie cresce de forma moderada, e se percebe uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa no consumo de alimento em temperaturas abaixo de 16&deg;C. Em experimento realizado em mar aberto, na Costa Rica, em temperatura variando de 26&deg;C a 30&deg;C, em baixa densidade, o Bijupir&aacute; alcan&ccedil;ou um peso m&eacute;dio entre 4 e 6kg em um ano de cultivo (Benetti <i>et al.</i>, 2008). Miao <i>et al.</i> (2009) afirmam que a temperatura ideal para a esp&eacute;cie est&aacute; entre 22&deg;C  e 32&deg;C. Miao <i>et al.</i> (2009) relataram que, nos sistemas de cultivo, se observou redu&ccedil;&atilde;o na alimenta&ccedil;&atilde;o de Bijupir&aacute;s quando a temperatura diminu&iacute;a para 20 - 21&deg;C, cessando completamente ao chegar em 19&deg; C. Tamb&eacute;m observaram que temperaturas abaixo de 16&deg; C e acima de 36&deg; C s&atilde;o letais para a esp&eacute;cie. Sampaio <i>et al.</i> (2010) relataram que juvenis de Bijupir&aacute;, quando expostos a temperaturas entre 27&deg;C e 29&deg;C, t&ecirc;m otimizados seu crescimento e efici&ecirc;ncia alimentar, e que, em temperaturas menores, at&eacute; 18&deg; C, t&ecirc;m seu crescimento retardado (Schuwarz <i>et al.</i>, 2007, Sampaio <i>et al.</i>, 2010). Expostos a temperaturas superiores a 36&deg;C cessam a alimenta&ccedil;&atilde;o, e 36,5&deg;C &eacute; considerada letal para 50% da popula&ccedil;&atilde;o (Sampaio <i>et al.</i> 2010).</p>     <p>Naturalmente a esp&eacute;cie &eacute; encontrada em &aacute;guas com salinidade entre 22,5 e 44,5 (Shaffer e Nakamura, 1989). O Bijupir&aacute; tolera ampla varia&ccedil;&atilde;o de salinidade podendo crescer em ambientes pouco salinos; por&eacute;m, quando a salinidade &eacute; inferior a 5, come&ccedil;am a ficar suscet&iacute;veis a doen&ccedil;as e a requerer adi&ccedil;&atilde;o nutricional (Faulk e Holt, 2006). Alwood <i>et al.</i> (2004) observaram mortalidade total em juvenis de Bijupir&aacute; em salinidades abaixo de 2. Miao <i>et al.</i> (2009) afirmam que a esp&eacute;cie tolera os limites de salinidade de 4 e 35. Sampaio <i>et al.</i> (2010) observaram maior crescimento de juvenis na salinidade 30 do que em 15 e 5, diferentemente de Resley <i>et al.</i> (2006) que n&atilde;o verificaram diferen&ccedil;as no crescimento de juvenis a 5 e 30 de salinidade. Cavalli <i>et al.</i> (2011) relataram que em experimento realizado na costa de Recife, a esp&eacute;cie estocada em viveiro de terra com varia&ccedil;&atilde;o de salinidade entre 14 e 26 teve a sobreviv&ecirc;ncia estimada em 82%. Chen <i>et al.</i> (2009) recomendaram a salinidade 30 como ideal para o desenvolvimento de juvenis de Bijupir&aacute;. Barbieri &amp; Doi (2012) avaliaram a toxicidade da am&ocirc;nia em juvenis de Bijupir&aacute;, nas salinidades 5, 20 e 35 e conclu&iacute;ram que quando menor que 20, o metabolismo aumenta e s&atilde;o mais sens&iacute;veis a a&ccedil;&atilde;o da am&ocirc;nia.</p>     <p><b>2.2. Classifica&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios</b></p>     <p>A classifica&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios que foram utilizados para orientar as an&aacute;lises e definir as &aacute;reas prop&iacute;cias est&atilde;o elencados na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>.   As vari&aacute;veis ambientais foram confrontadas com as caracter&iacute;sticas bioecol&oacute;gicas da esp&eacute;cie. Consideraram-se tamb&eacute;m aspectos socioecon&ocirc;micos e log&iacute;sticos visando melhor custo benef&iacute;cio do empreendimento.</p>     
<p>Definiram-se 3 crit&eacute;rios para a escolha das &aacute;reas mais adequadas para implanta&ccedil;&atilde;o de projeto de cultivo de Bijupir&aacute;. O crit&eacute;rio &ldquo;Ambiental&rdquo; levou em conta as condi&ccedil;&otilde;es ambientais relativas &agrave; qualidade da &aacute;gua e vari&aacute;veis importantes para o desenvolvimento da esp&eacute;cie escolhida, o &ldquo;Socioecon&ocirc;mico&rdquo; considerou os potenciais conflitos com os usos j&aacute; existentes na &aacute;rea e o &ldquo;Log&iacute;stico&rdquo; a proximidade das estruturas de beneficiamento de pescado e dos mercados consumidores.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados relativos a estes crit&eacute;rios foram padronizados e classificados em 3 classes conforme proposto por Bezerra (2010) considerando o cultivo do Bijupir&aacute;: muito adequada, adequada e inadequada (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Consideraram-se &aacute;reas muito adequadas aquelas que apresentaram condi&ccedil;&otilde;es ideais para o cultivo, onde se espera que o Bijupir&aacute; tenha o m&aacute;ximo desempenho. &Aacute;reas adequadas foram aquelas onde as vari&aacute;veis est&atilde;o dentro dos limites aceit&aacute;veis pela bioecologia da esp&eacute;cie. As &aacute;reas consideradas inadequadas referem-se &agrave;quelas que n&atilde;o apresentam condi&ccedil;&otilde;es adequadas para o cultivo do Bijupir&aacute;. Como complemento, tamb&eacute;m h&aacute; a necessidade de avaliar a viabilidade econ&ocirc;mica de cada empreendimento.</p>     <p>As vari&aacute;veis foram analisadas individualmente, para possibilitar livre escolha ao tomador de decis&atilde;o, quanto aos crit&eacute;rios que deseja considerar, adotando-se posteriormente um processo de an&aacute;lise espacial efetuado ap&oacute;s a escala das viari&aacute;veis e defini&ccedil;&atilde;o dos seus pesos (<a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>     
<p><b>2.3. Descri&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis</b></p>     <p><b>2.3.1. Polui&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 357 de 2005 determina os n&iacute;veis aceit&aacute;veis para o cultivo de bivalves, considerando serem organismos filtrantes, utilizados na alimenta&ccedil;&atilde;o humana. No presente estudo utilizaram-se os n&iacute;veis recomendados por esta norma. Considerando se tratar de &aacute;gua salobra, adotou-se o valor determinado na se&ccedil;&atilde;o II, al&iacute;nea &ldquo;g&rdquo; do inciso I do art. 18 da Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA n&ordm; 357 de 2005 para cultivo de bivalves, ou seja, 88 coliformes por 100 ml em 90% das amostras (CONAMA, 2005). Para os demais usos, incluindo a pesca e o cultivo de organismos, esta resolu&ccedil;&atilde;o determina que a contagem de coliformes n&atilde;o deve exceder a 100 por 100 ml em 80% das amostras. Visando colaborar com a manuten&ccedil;&atilde;o da qualidade de &aacute;gua na &aacute;rea de estudo optou-se por utilizar os n&iacute;veis mais r&iacute;gidos de presen&ccedil;a de coliformes, ou seja, 88 coliformes por 100 ml de &aacute;gua. Os dados de refer&ecirc;ncia utilizados na avalia&ccedil;&atilde;o foram levantados pelo Instituto de Pesca, base de Canan&eacute;ia, em 2012, constituindo os &uacute;nicos dados para toda a regi&atilde;o.</p>     <p><b>2.3.2. Potencial de polui&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Como crit&eacute;rio para &ldquo;locais potenciais de polui&ccedil;&atilde;o&rdquo;, considerou-se localiza&ccedil;&otilde;es com atividades n&aacute;uticas, levantadas pela Ag&ecirc;ncia Ambiental da CETESB de Registro, no ano de 2011, al&eacute;m de locais levantados em Google Earth&reg;. Foram inclu&iacute;dos como pontos de potencial polui&ccedil;&atilde;o: Esta&ccedil;&atilde;o de Tratamento de Esgoto, postos de abastecimento n&aacute;utico, balsa, entrepostos pesqueiros, trapiches, rampas e portos.</p>     <p><b>2.3.3. Temperatura e salinidade</b></p>     <p>Os dados de temperatura e salinidade foram levantados em campo com o uso de garrafas VanDorf, term&ocirc;metros e refrat&ocirc;metros. Estes dados foram levantados em 5 campanhas realizadas em 2012, com total de 90 esta&ccedil;&otilde;es de coleta.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.3.4. Rotas de navega&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A &aacute;rea de estudo constitui-se em &aacute;rea utilizada para navega&ccedil;&atilde;o. Correspondem aos locais de maior profundidade excluindo &aacute;reas estuarinas com bancos de areia ou baixios que, aliados &agrave; varia&ccedil;&atilde;o de mar&eacute;, dificulta a navega&ccedil;&atilde;o. Desta forma, manter estas &aacute;reas livres de estruturas fixas ou flutuantes &eacute; extremamente importante. Atrav&eacute;s dos dados batim&eacute;tricos definiu-se os locais com maior profundidade (de 5 a 20 metros), que originou as rotas de navega&ccedil;&atilde;o. Com a defini&ccedil;&atilde;o de um buffer de 100 metros produziu-se o Mapa de conflito com rotas de navega&ccedil;&atilde;o.</p>     <p><b>2.3.5. Estruturas n&aacute;uticas e praia para banho</b></p>     <p>Foram consideradas estruturas n&aacute;uticas: trapiches, rampas, portos, entrepostos pesqueiros. Como praia para banho, considerou-se os locais frequentados por banhistas.</p>     <p><b>2.3.6. Conflitos com Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Na regi&atilde;o de estudo, existe um mosaico de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, predominantemente de uso sustent&aacute;vel. Apesar dos usos destas Unidades estarem previstos no SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, Lei n&ordm; 9.985 de 2000 (SNUC, 2000), que permite o uso sustent&aacute;vel de parcela de seus recursos naturais, pode haver conflito entre seus interesses e a atividade de maricultura. Desta forma, foram consideradas as restri&ccedil;&otilde;es existentes nos Planos de Manejo, quando existentes, e o tipo de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o para determina&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas prop&iacute;cias para cultivo.</p>     <p>No presente estudo, foram consideradas as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (UCs) com territ&oacute;rio inteiro ou parcialmente inserido no ambiente aqu&aacute;tico.   As Reservas Extrativistas &ndash; RESEX e Reservas de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel &ndash; RDS foram inclu&iacute;das aqui como &aacute;reas com restri&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que seu uso &eacute; destinado a atividades espec&iacute;ficas.</p>     <p><b>2.3.7. Unidades de beneficiamento</b></p>     <p>A proximidade das &aacute;reas de cultivo com as unidades de beneficiamento pode representar maior probabilidade e sucesso comercial, pelas facilidades log&iacute;sticas. Considerou-se como unidades de beneficiamento: f&aacute;bricas de gelo, unidades de processamento de pescados, unidades depuradoras e entrepostos.</p>     <p><b>2.3.8. Mercado consumidor</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A comercializa&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de pequena escala geralmente &eacute; feita de forma direta aos consumidores e ocorre principalmente no ver&atilde;o. Portanto, as &aacute;reas com maior probabilidade e sucesso comercial s&atilde;o aquelas com maior proximidade e melhor acesso aos mercados consumidores e unidades beneficiadoras.</p>     <p><b>2.3.9. Mapas para an&aacute;lise das vari&aacute;veis ambientais, socioecon&ocirc;micas e log&iacute;sticas</b></p>     <p>Para an&aacute;lise das vari&aacute;veis ambientais foram gerados mapas de Polui&ccedil;&atilde;o, Potencial de Polui&ccedil;&atilde;o, Temperatura e Salinidade.</p>     <p>Para o mapa de polui&ccedil;&atilde;o utilizou-se dados da contamina&ccedil;&atilde;o por coliformes termotolerantes, coletados em 2012 em 10 pontos no estu&aacute;rio pelo Instituto de Pesca (Doi <i>et al.</i>, 2014). Para o setor costeiro esta vari&aacute;vel n&atilde;o foi considerada porque os &iacute;ndices encontrados estavam todos abaixo de 2 coliformes termotolerantes por 100 ml.</p>     <p>Utilizou-se a densidade de presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas para gerar o mapa de potencial de polui&ccedil;&atilde;o, obtidas pelos dados da Ag&ecirc;ncia Ambiental da CETESB e levantamento sobre imagens do Google Earth&reg;.</p>     <p>O mapa de salinidade foi gerado com os dados levantados em campo em tr&ecirc;s profundidades distintas (superf&iacute;cie, meio e fundo), no ano de 2012. Os dados foram interpolados, gerando um mapa de salinidade m&eacute;dia. Foram inclu&iacute;dos neste mapa os limites da &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental Marinha do Litoral Sul, j&aacute; que a salinidade da costa tem pouca varia&ccedil;&atilde;o e atende as exig&ecirc;ncias metab&oacute;licas do Bijupir&aacute;.</p>     <p>O mapa de temperatura considerou os valores descritos na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a> e dados levantados em campo.</p>     
<p>A partir dos mapas de conflitos de uso, que considerou: a) conflitos com rotas de navega&ccedil;&atilde;o; b) conflito com a presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas, c) praias utilizadas para banho e, d) conflitos com os interesses das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, gerou-se o mapa socioecon&ocirc;mico, que identificou as &aacute;reas com restri&ccedil;&otilde;es para a finalidade de cultivos.</p>     <p>Para produzir o mapa log&iacute;stico considerou-se a proximidade das &aacute;reas de cultivo com as unidades de beneficiamento e o mercado consumidor. O crit&eacute;rio adotado neste caso foi: quanto mais pr&oacute;ximo dessas estruturas maior probabilidade de sucesso comercial. Como h&aacute; sobreposi&ccedil;&atilde;o dos mercados consumidores com as &aacute;reas de estruturas de apoio ao beneficiamento, as vari&aacute;veis foram analisadas conjuntamente. Na zona costeira se excluiu uma faixa de 1 km onde conflitos poderiam ocorrer e onde a profundidade &eacute; muito baixa. Nesta zona consideraram-se ainda as faixas de profundidades e proximidades das estruturas de apoio e comercializa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3. Resultados e Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Este estudo gerou uma s&eacute;rie de mapas que indicam as &aacute;reas prop&iacute;cias ou n&atilde;o para o cultivo do Bijupir&aacute;.</p>     <p>A partir dos valores m&eacute;dios do monitoramento feito pelo Instituto de Pesca, no ano de 2012, em 10 pontos no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia, e de acordo com os crit&eacute;rios adotados e a malha amostral dispon&iacute;veis, observou-se no mapa de Presen&ccedil;a de Coliformes Termotolerantes (<a href="#f2">Figura 2</a>) que n&atilde;o h&aacute; no estu&aacute;rio um local considerado muito adequado para o cultivo de Bijupir&aacute; levando-se em considera&ccedil;&atilde;o o crit&eacute;rio microbiol&oacute;gico.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O mapa de potencial de polui&ccedil;&atilde;o (<a href="#f3">Figura 3</a>) apresenta as &aacute;reas com maior ou menor potencial de polui&ccedil;&atilde;o, indicando que o cultivo pode ocorrer em todo estu&aacute;rio, exceto onde h&aacute; n&uacute;cleos urbanizados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Considerando os valores de salinidade definidos na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>, definiu-se as &aacute;reas prop&iacute;cias para o cultivo do Bijupir&aacute; (<a href="#f4">Figura 4</a>), indicando que o cultivo &eacute; mais vi&aacute;vel na &aacute;rea costeira devido &agrave; maior estabilidade na salinidade.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Levando-se em considera&ccedil;&atilde;o a temperatura, todo o estu&aacute;rio mostrou-se prop&iacute;cio para o cultivo do Bijupir&aacute;, exceto uma pequena &aacute;rea pr&oacute;xima a barra de Canan&eacute;ia (<a href="#f5">Figura 5</a>).   Com as vari&aacute;veis ambientais constantes na <a href="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>, obteve-se o mapa ambiental (<a href="#f6">Figura 6</a>), que demonstrou que a &aacute;rea estuarina &eacute; inadequada, em toda a sua extens&atilde;o, ao cultivo do Bijupir&aacute;, principalmente devido &agrave; contamina&ccedil;&atilde;o microbi&oacute;gica e conflitos com outras atividades existentes.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f5"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f5.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f6"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f6.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Considerando um <i>buffer</i> de 100 metros dos locais com maior profundidade produziu-se as rotas de conflito com a navega&ccedil;&atilde;o (<a href="#f7">Figura 7</a>), cujos tra&ccedil;ados s&atilde;o importantes para indicar o n&atilde;o uso dessas &aacute;reas para cultivos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f7"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f7.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Utilizando a presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas e as &aacute;reas destinadas para banho obteve-se o mapa de conflitos com estes usos (<a href="#f8">Figura 8</a>), indicando que o cultivo pode ocorrer em todo estu&aacute;rio, exceto onde h&aacute; n&uacute;cleos urbanizados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f8"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f8.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A sobreposi&ccedil;&atilde;o dos 2 mapas indicativos de conflitos (presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas, praias utilizadas para banho e rotas de navega&ccedil;&atilde;o), gerou o mapa de conflitos de uso (<a href="#f9">Figura 9</a>), importante para a defini&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas que n&atilde;o devem ser utilizadas em cultivos. Esse mapa demonstra que toda &aacute;rea costeira, assim como o estu&aacute;rio &eacute; prop&iacute;cio para o cultivo de Bijupir&aacute;, exceto onde h&aacute; n&uacute;cleos urbanizados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f9"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f9.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os potenciais conflitos os quais podem haver com as Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o resultou no mapa de conflito com iteresses das Unidades de conserva&ccedil;&atilde;o (<a href="#f10">Figura 10</a>), que indicou a impossibilidade de uso das &aacute;reas no entorno das ilhas que comp&otilde;em a Esta&ccedil;&atilde;o Ecol&oacute;gica dos Tupiniquins, rios do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, &aacute;reas das Reservas Extrativistas do Mandira e Taquiri e Tumba e Reserva de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel Itapanhapima.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f10"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f10.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O mapa socioecon&ocirc;mico (<a href="#f11">Figura 11</a>) possibilitou a identifica&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas dentro de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o com restri&ccedil;&atilde;o para a maricultura e &aacute;reas com potencial de conflitos, classificadas por proximidade, ou seja, &aacute;reas urbanizadas. Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel que, em termo de conflitos socioecon&ocirc;micos, a regi&atilde;o &eacute; prop&iacute;cia ao cultivo do Bijupir&aacute;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f11"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f11.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O mapa log&iacute;stico (<a href="#f12">Figura 12</a>) demonstrou que, contrapondo-se aos resultados obtidos com os dados relativos &agrave; polui&ccedil;&atilde;o, as &aacute;reas mais pr&oacute;ximas aos n&uacute;cleos urbanizadas s&atilde;o mais adequadas ao cultivo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f12"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f12.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O mapa final, indicativo das &aacute;reas prop&iacute;cias ao cultivo de Bijupir&aacute; (Rachycentron canadum) na regi&atilde;o estuarina e costeira de Canan&eacute;ia, foi obtido considerando todos os crit&eacute;rios indicados e mapas gerados, representado na <a href="#f13">Figura 13</a>, demonstrou que apenas a zona costeira poderia ser utilizada na maricultura, apesar de ser a &aacute;rea mais distante dos locais de beneficiamento e, sendo assim, demonstrou que apenas a zona costeira poderia ser utilizada na maricultura, apesar de ser a &aacute;rea mais distante dos locais de beneficiamento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f13"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v15n2/15n2a11f13.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Conforme indicado na introdu&ccedil;&atilde;o, o cultivo de Bijupir&aacute; na regi&atilde;o foi fomentado pela ent&atilde;o Secretaria Especial da Pesca &ndash; SEAP, que em meados de 2005 construiu, em parceria com a Prefeitura Municipal de Ilha Comprida, o Laborat&oacute;rio Nacional de Produ&ccedil;&atilde;o de Formas Jovens Marinhas, com o objetivo de produzir, inicialmente, juvenis desta esp&eacute;cie. Os resultados deste estudo evidenciaram que a produ&ccedil;&atilde;o dessa esp&eacute;cie ficou restrita ao interior da ba&iacute;a de Trapand&eacute; no estu&aacute;rio e quase a totalidade da regi&atilde;o costeira, excluindo apenas aquelas cuja dist&acirc;ncia da costa inviabilizaria tal atividade, ou seja, mais de 10 km da costa.</p>     <p>A refer&ecirc;ncia utilizada na defini&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios a considerar, baseados em Macleod (2002) como: temperatura, salinidade, qualidade da &aacute;gua, qu&iacute;mica, &aacute;reas de lazer, legal/pol&iacute;tico, necessidade/estabelecimento de infraestrutura, seguran&ccedil;a e mercado foi importante na an&aacute;lise das &aacute;reas prop&iacute;cias &agrave; cria&ccedil;&atilde;o do Bijupir&aacute; em Canan&eacute;ia e Ilha Comprida.</p>     <p>A considera&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel temperatura foi essencial para a an&aacute;lise da viabilidade do empreendimento na regi&atilde;o. Liao <i>et al.</i> (2004) apontaram como um problema a baixa temperatura durante o inverno no cultivo de Bijupir&aacute; nas ilhas Pengu em Taiwan. Segundo Liao <i>et al.</i> (2004) o crescimento de Bijupir&aacute; &eacute; retardado em baixas temperaturas (abaixo de 16&deg;C) e como resultado, o per&iacute;odo de cultivo nessas &aacute;reas em tanque redes &eacute; mais longo (at&eacute; 17 meses) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas ao sul de Taiwan (11-14 meses), onde a faixa de temperatura da &aacute;gua &eacute; 23,5-28&deg;C durante todo o ano. Cavalli <i>et al.</i> (2011) identificaram, na costa brasileira, as regi&otilde;es prop&iacute;cias para o cultivo do Bijupir&aacute; considerando a temperatura como fator limitante e concluiu que a por&ccedil;&atilde;o do litoral entre o Estado do Maranh&atilde;o at&eacute; o norte da Bahia &eacute; altamente recomendada, j&aacute; a regi&atilde;o do sul da Bahia, Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo teriam restri&ccedil;&atilde;o no inverno. Assim sendo, a regi&atilde;o sul teria apenas 6 meses prop&iacute;cios para o cultivo da esp&eacute;cie, o que poderia tornar a produ&ccedil;&atilde;o menos competitiva com o nordeste. O mapa de temperatura (<a href="#f7">Figura 7</a>), considerando a malha amostral utilizada (241 pontos amostrais colhidos no presente trabalho), demonstra que o m&aacute;ximo desempenho da esp&eacute;cie seria obtido ao norte da &aacute;rea de estudo, regi&atilde;o apontada no mapa de salinidade como inadequada. As informa&ccedil;&otilde;es consideradas para temperatura e salinidade no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia s&atilde;o corroboradas por diversos trabalhos, como Jaworski (2010) e DAEE (2011).</p>     <p>A salinidade &eacute; outra vari&aacute;vel de import&acirc;ncia prim&aacute;ria em locais de &aacute;gua mista, na considera&ccedil;&atilde;o de viabilidade econ&ocirc;mica de um empreendimento de maricultura. Barbieri &amp; Doi (2012) relataram que, quanto menor a salinidade, mais t&oacute;xica se torna a am&ocirc;nia para juvenis de Bijupir&aacute;. Desta forma, o cultivo da esp&eacute;cie seria poss&iacute;vel em locais com salinidade acima de 20 e com baixa concentra&ccedil;&atilde;o de am&ocirc;nia. A salinidade ideal para o desenvolvimento do Bijupir&aacute;, segundo Chen <i>et al.</i> (2009) e Sampaio <i>et al.</i> (2010), &eacute; de 30. O mapa de salinidade (<a href="#f4">Figura 4</a>) demonstra que o cultivo &eacute; poss&iacute;vel no estu&aacute;rio, mas a &aacute;rea costeira seria mais vi&aacute;vel devido &agrave; maior estabilidade na salinidade.</p>     <p>A qualidade da &aacute;gua, analisada pela presen&ccedil;a de coliformes termotolerantes (<a href="#f2">Figura 2</a>) est&aacute; relacionada com a viabilidade econ&ocirc;mica, ambiental e sanit&aacute;ria. Os n&iacute;veis de contamina&ccedil;&atilde;o para algumas &aacute;reas do estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia est&atilde;o acima do recomendado pela Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA 357/2005 para cultivos de bivalves, como concluiu Barbieri <i>et al.</i> (2012) ao avaliarem a qualidade microbiol&oacute;gica da &aacute;gua da cultura de ostras comercializadas em Canan&eacute;ia. Apesar da esp&eacute;cie em estudo n&atilde;o ser um bivalves, optou-se por adotar os par&acirc;metros para tal grupo, visando garantir a manuten&ccedil;&atilde;o da qualidade de &aacute;gua em &aacute;reas de cultivos.</p>     <p>Os fatores qu&iacute;micos visam identificar as &aacute;reas que devem ser evitadas para que n&atilde;o haja contamina&ccedil;&atilde;o e para manter a qualidade do ambiente. O mapa de potencial de polui&ccedil;&atilde;o (<a href="#f3">Figura 3</a>), baseado na proximidade de estruturas n&aacute;uticas, est&aacute; em conson&acirc;ncia com os resultados apresentados no mapa de presen&ccedil;a de coliformes termotolerantes. Ambos demonstram que quanto mais pr&oacute;ximo aos n&uacute;cleos urbanizados, maior &eacute; o risco de contamina&ccedil;&atilde;o para o cultivo no caso de acidente. Por outro lado o cultivo intensivo ou em grande escala de Bijupir&aacute; em ambientes estuarinos podem causar polui&ccedil;&atilde;o e alterar negativamente a qualidade da &aacute;gua. Segundo Maclead (2002) a polui&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica originada da piscicultura &eacute; um impacto ambiental negativo frequentemente citado em trabalhos sobre aquicultura. Na regi&atilde;o estuarina de Canan&eacute;ia uma produ&ccedil;&atilde;o intensiva de organismos que utilizam arra&ccedil;oamento, poder&aacute; causar impacto, caso n&atilde;o exista manejo e gest&atilde;o adequados.</p>     <p>&Aacute;reas de lazer foram analisadas juntamente com a presen&ccedil;a de estruturas n&aacute;uticas (trapiches, rampas e outras estruturas de apoio a embarca&ccedil;&otilde;es) e rotas de navega&ccedil;&atilde;o com o objetivo de identificar as &aacute;reas onde existe a probabilidade de haver conflitos pelo uso da &aacute;rea. Todas estas vari&aacute;veis est&atilde;o relacionadas ao crit&eacute;rio socioecon&ocirc;mico. &Aacute;reas mais distantes dos n&uacute;cleos urbanizados s&atilde;o mais prop&iacute;cias a cultivos, por serem pouco utilizadas para o lazer ou como apoio &agrave;s atividades n&aacute;uticas. Ainda com rela&ccedil;&atilde;o aos aspectos socioecon&ocirc;micos (<a href="#f11">Figura 11</a>), onde foram avaliados os potenciais conflitos com outras atividades exercidas no estu&aacute;rio, observa-se a viabilidade em toda &aacute;rea, com poucas exce&ccedil;&otilde;es. Existem ainda outros conflitos pelo uso da &aacute;rea, vinculado &agrave; qualidade est&eacute;tica, uma vez que instalado o cultivo pode haver altera&ccedil;&atilde;o e concorrer pelo uso com outras atividades antr&oacute;picas, como citado por Dalton (2004).</p>     <p>Este trabalho analisou os crit&eacute;rios de necessidade/estabelecimento de infraestrutura, seguran&ccedil;a e mercado, o que gerou o mapa log&iacute;stico (<a href="#f12">Figura 12</a>). O mapa log&iacute;stico apontou que a proximidade aos n&uacute;cleos urbanizados &eacute; um fator importante para o sucesso comercial, mas contraria o resultado obtido nas an&aacute;lises ambiental e socioecon&ocirc;mica.   Os mapas socioecon&ocirc;mico e log&iacute;stico obtidos neste estudo podem ter seu uso expandido para a an&aacute;lise de qualquer outro projeto de maricultura. Para gera&ccedil;&atilde;o do mapa ambiental as vari&aacute;veis devem ser adaptadas, pois neste estudo analisou-se a &aacute;rea considerando especificamente a bioecologia do Bijupir&aacute;.</p>     <p>Miao <i>et al.</i> (2009) compararam o custo com insumos da produ&ccedil;&atilde;o de Bijupir&aacute; em tr&ecirc;s escalas<a href="#1">1</a><a name="top1"></a> (at&eacute; 10 &ndash; pequena escala, de 10 a 30 &ndash; m&eacute;dia escala, acima de 30 &ndash; grande escala) em Taiwan e conclui que quanto maior o empreendimento, menor &eacute; o custo de produ&ccedil;&atilde;o. Kaiser <i>et al.</i> (2010) na an&aacute;lise do caso hipot&eacute;tico de um cultivo de Bijupir&aacute; em mar aberto no Golfo do M&eacute;xico concluiram tamb&eacute;m que a viabilidade econ&ocirc;mica do empreendimento depende da escala de produ&ccedil;&atilde;o. Cavalli <i>et al.</i> (2011) conclu&iacute;ram que, em fun&ccedil;&atilde;o dos elevados investimentos necess&aacute;rios para a implanta&ccedil;&atilde;o e custeio do empreendimento, este s&oacute; se torna atraente se tiver uma grande escala de produ&ccedil;&atilde;o. Isto sugere que &eacute; necess&aacute;ria uma grande disponibilidade de &aacute;rea para que um empreendimento seja economicamente vi&aacute;vel, al&eacute;m de considerar os valores ideais das vari&aacute;veis ambientais para que haja o desenvolvimento &oacute;timo da esp&eacute;cie em quest&atilde;o.</p>     <p>O mapa de indica&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas prop&iacute;cias (<a href="#f13">Figura 13</a>) demonstrou que o cultivo do Bijupir&aacute; &eacute; vi&aacute;vel no ambiente costeiro pela const&acirc;ncia na salinidade, por&eacute;m h&aacute; de se levar em conta a dist&acirc;ncia da costa. A log&iacute;stica para o sucesso do empreendimento tem como premissa que quando mais pr&oacute;ximo &agrave; costa maior &eacute; a probabilidade de sucesso devido aos custos na implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de cultivos em mar aberto. Por outro lado, no estu&aacute;rio constatou-se as restri&ccedil;&otilde;es impostas pelas categorias das Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, pelo uso como rotas de navega&ccedil;&atilde;o, pela temperatura e salinidade, e falta de qualidade microbiol&oacute;gica, fator de extrema import&acirc;ncia para a sanidade de um cultivo que visa &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de alimento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando-se as diversas vari&aacute;veis analisadas, a an&aacute;lise final inviabilizou o cultivo de Bijupir&aacute; no estu&aacute;rio, com exce&ccedil;&atilde;o da baia de Trapand&eacute; e indicou restri&ccedil;&otilde;es de sazonalidade (temperatura) e log&iacute;stica (dist&acirc;ncia de &aacute;reas de consumo e beneficiamento), para a maricultura de Bijupir&aacute; na costa de Canan&eacute;ia. A maioria dos cultivos de Bijupir&aacute; existentes nos pa&iacute;ses produtores dessa esp&eacute;cie s&atilde;o praticados em &aacute;reas marinhas protegidas (Domingues, 2012).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>O estudo analisou as &aacute;reas para o cultivo do Bijupir&aacute; na regi&atilde;o estuarina e costeira de Canan&eacute;ia e indicou as restri&ccedil;&otilde;es existentes.</p>     <p>O uso de SIG demonstrou ser eficaz na avalia&ccedil;&atilde;o conjunta de vari&aacute;veis que interferem na viabilidade da maricultura, considerando aspectos ambientais, s&oacute;cio-econ&ocirc;micos e log&iacute;sticos.</p>     <p>Concluiu-se pela inviabilidade do cultivo de Bijupir&aacute; no estu&aacute;rio de Canan&eacute;ia, quando se considera as implica&ccedil;&otilde;es de um cultivo em grande escala.</p>     <p>A ferramenta SIG demonstrou contribuir de forma efetiva, facilitando a tomada de decis&atilde;o por parte de maricultores e gestores e, se utilizada antes da tentativa da implanta&ccedil;&atilde;o de um Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas, baseado em banco de dados estruturado, conforme o que foi elaborado no presente estudo representa um avan&ccedil;o metodol&oacute;gico e uma ferramenta de gest&atilde;o imprescind&iacute;vel em avalia&ccedil;&atilde;o de viabilidade da maricultura.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Gostar&iacute;amos de agradecer a equipe do N&uacute;cleo de Desenvolvimento do Litoral do Instituto de Pesca, Ant&ocirc;nio Pires e Gilson Calasans e &agrave; CAPES/DS, FAPESP e CNPq pelo suporte ao trabalho, &agrave; Ag&ecirc;ncia Ambiental da CETESB em Registro e a Funda&ccedil;&atilde;o Florestal pelo fornecimento de dados.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Alwood, H.L.; Young, S.P.; Tomasso; Smith, T.I.J. (2004) - Resistance of Cobia, Rachycentron canadum, juveniles to low salinity, low temperature, and high environmental nitrite concentrations, <i>Journal of Applied Aquaculture</i>, 15(3-4):191-195. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1300/J028v15n03_16" target="_blank">10.1300/J028v15n03_16</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-8872201500020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Arnold, C.R.; Kaiser, J.B.; Hol, G.J. (2002) - Spawning of cobia (<i>Rachycentron canadum</i>) in captivity. <i>Journal of the World Aquaculture Society</i>, 33(2):205-208. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1749-7345.2002.tb00496.x" target="_blank">10.1111/j.1749-7345.2002.tb00496.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-8872201500020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbieri, E.; Cavalheiro, F. (2000) - Diagn&oacute;stico do impacto ambiental na parte sul da Ilha Comprida (Litoral Sul de S&atilde;o Paulo). <i>V Simp&oacute;sio de Ecossistemas Brasileiro: Conserva&ccedil;&atilde;o</i>, 1:338-348, Vit&oacute;ria, ES, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-8872201500020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbieri, E.; Doi, S.A. (2012) - Acute toxicity of ammonia on juvenile cobia (Rachycentron canadum, Linnaeus, 1766) according to the salinity. <i>Aquaculture</i>, 20(2):373-382. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10499-011-9467-3" target="_blank">10.1007/s10499-011-9467-3</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-8872201500020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbieri, E.; Bondioli, A.C.; Woiciechovski, E.; Zapotoski, S.M.K. (2012) - Microbiological quality of cultivation water used for oysters marketed in Canan&eacute;ia-SP, Brasil. <i>O Mundo da Sa&uacute;de</i> (ISSN: 0104-7809), 36(4):541-547, Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/01.pdf" target="_blank">http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/97/01.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-8872201500020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Batista, T.V.M. (2011) - Influ&ecirc;ncia da heterogeneidade de tamanho na sobreviv&ecirc;ncia, crescimento e canibalismo em juvenis do Bijupir&aacute; (<i>Rachycentron canadum</i>). 43p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/95107" target="_blank">http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/95107</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-8872201500020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Benetti, D.D.; Orhun, M.R.; Sardenberg, B.; O&acute;Hanlon, B.; Welch, A.; Hoening, R.; Zink, I.; Riveira, J.A.; Denlinger, B.; Bacoat, D.; Palmer, K.; Cavalin, F. (2008) - Advances in hatchery and grow-out technology of cobia <i>Rachycentron canadum</i>. <i>Aquaculture Research</i>, 39(7):701-711. DOI <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2109.2008.01922.x" target="_blank">10.1111/j.1365-2109.2008.01922.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-8872201500020001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bezerra, T.R.Q. (2010) - <i>Uso de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica na sele&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias para a piscicultura marinha no litoral de Pernambuco</i>. 72p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.pgpa.ufrpe.br/Trabalhos/2010/T2010trqb.pdf" target="_blank">http://www.pgpa.ufrpe.br/Trabalhos/2010/T2010trqb.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-8872201500020001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bezerra, T.R.Q.; Duarte, C.C.; Domingues, E.C.; Hamilton, S.; Cavalli, R.O. (2011) - Uso de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica na defini&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas prop&iacute;cias para a piscicultura marinha. <i>Anais XV Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR</i>, pp.4856-4863, Curitiba, PR, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://urlib.net/rep/3ERPFQRTRW/3A5HS3S?ibiurl.language=em" target="_blank">http://urlib.net/rep/3ERPFQRTRW/3A5HS3S?ibiurl.language=em</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-8872201500020001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brandini, F.P.; Silva, A.S.; Poca, K.R.; Veiga, F.A.; Dalallana, R.M. (2007) - Bases conceituais e log&iacute;sticas de cultivos de moluscos em mar aberto: A experi&ecirc;ncia do Estado do Paran&aacute;, regi&atilde;o sul do Brasil. In: G. F. Barroso, L. H. S. Poersch &amp; R. O. Cavalli (orgs.), <i>Sistemas de cultivos aqu&iacute;colas na zona costeira do Brasil: recursos, tecnologias, aspectos ambientais e socioecon&ocirc;micos</i>, pp.195-202, Museu Nacional, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-8872201500020001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Briggs, J.C. (1960) - Fishes of world-wide (circumtropical) distribution. <i>Copeia</i> (ISSN: 0045-8511), 3:171-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-8872201500020001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cavalli, R.O.; Domingues, E.C.; Hamilton, S. (2011) - Desenvolvimento da produ&ccedil;&atilde;o de peixes em mar aberto no Brasil: possibilidades e desafios. <i>Revista Brasileira de Zootecnia</i> (ISSN: 1806-9290), 40(supl. especial):155-164, Vi&ccedil;osas, MG. Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1646-8872201500020001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Chen, G.; Wang, Z.; Wu, Z.; Gu, B. (2009) - Effects of salinity on growth and energy budget of juvenile Cobia, <i>Rachycentron canadum</i>. <i>Journal World Aquaculture Society</i>, 40(3):374&ndash;382. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1749-7345.2009.00257.x" target="_blank">10.1111/j.1749-7345.2009.00257.x</a>.</p>     <!-- ref --><p>Chou, R.L.; Su, M.S.; Chen, H.Y. (2001) - Optimal dietary protein and lipid levels for juvenile cobia (<i>Rachycentron canadum</i>). <i>Aquaculture</i>, 193(1-2):81-89. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0044-8486(00)00480-4" target="_blank">10.1016/S0044-8486(00)00480-4</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-8872201500020001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>CONAMA (2005) - <i>Resolu&ccedil;&atilde;o CONAMA N&ordm; 357/2005 de 17 de mar&ccedil;o de 2005. Disp&otilde;e sobre a classifica&ccedil;&atilde;o dos corpos de &aacute;gua e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condi&ccedil;&otilde;es e padr&otilde;es de lan&ccedil;amento de efluentes, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias</i>. Publicada no DOU (Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o) n&ordm; 053, de 18/03/2005, pp.58-63, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=459" target="_blank">http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=459</a>.</p>     <!-- ref --><p>Dalton, R. (2004) - Aquaculture: Fishing for trouble. <i>Nature</i>, 431(7008):502-504. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1038/431502a" target="_blank">10.1038/431502a</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1646-8872201500020001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Doi, S. A.; Barbieri, E.; Marques, H. L. A. (2014) -  Densidade colim&eacute;trica das &aacute;reas de extrativismo de ostras em rela&ccedil;&atilde;o aos fatores ambientais em Cananeia (SP). <i>Engenharia Sanit&aacute;ria e Ambiental</i>. 19(1): 165-171. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-41522014000200007" target="_blank">10.1590/S1413-41522014000200007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-8872201500020001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>FAO (2010) &ndash; <i>El Estado Mundial de la Pesca y la Acuicultura 2010</i>. 219p., Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), Roma, It&aacute;lia. ISBN: 978-9253066759. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.fao.org/docrep/013/i1820s/i1820s00.htm" target="_blank">http://www.fao.org/docrep/013/i1820s/i1820s00.htm</a></p>     <!-- ref --><p>Farias, E.G.G.; Lorenzzetti, J.A.; Maia, L.P.; Gast&atilde;o, F.G.C.; Bezerra, L.J.C. (2010) - Uso de t&eacute;cnicas de geoprocessamento na identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas favor&aacute;veis ao cultivo de macroalgas marinhas. <i>Revista Brasileira de Engenharia de Pesca</i> (ISSN: 2175-3008), 5(3):16-27, Repesca, S&atilde;o Lu&iacute;s, MA, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.fao.org/docrep/013/i1820s/i1820s00.htm" target="_blank">http://ppg.revistas.uema.br/index.php/REPESCA/article/view/299</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-8872201500020001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Faulk, C.K.; Holt, G.J. (2006) -Responses of cobia <i>Rachycentron canadum larvae</i> to abrupt or gradual changes in salinity. <i>Aquaculture</i>, 254(1-4):275-283. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2005.10.046" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2005.10.046</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1646-8872201500020001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Freitas, R.R.; Tagliani, C.R.A.; Poersch, L.H.S.; Tagliani, P.R.A. (2009) - Gest&atilde;o de ambientes costeiros: uso de SIG como apoio a decis&atilde;o na implanta&ccedil;&atilde;o de fazendas de camar&otilde;es marinhos, Ilha da Torotama, RS. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>, 9(3):45-54. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci164" target="_blank">10.5894/rgci164</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1646-8872201500020001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gazola, F.; Furtado, A.L. (2007) - Bancos de Dados Geogr&aacute;ficos Inteligentes. <i>Monografias em Ci&ecirc;ncia da Computa&ccedil;&atilde;o, No. 04/07</i> (ISSN: 0103-9741), Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/07_04_gazola.pdf" target="_blank">ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/07_04_gazola.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1646-8872201500020001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jaworsk, K.S. (2010) - <i>Caracteriza&ccedil;&atilde;o espa&ccedil;o-temporal do sistema estuarino-lagunar de Canan&eacute;ia-Iguape (SP) a partir das associa&ccedil;&otilde;es de foramin&iacute;feros e tecamebas e suas rela&ccedil;&otilde;es com as vari&aacute;veis ambientais</i>. 218p., Tese do Doutorado, Instituto Oceanogr&aacute;fico, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21133/tde-04082011-163338/pt-br.php" target="_blank">http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21133/tde-04082011-163338/pt-br.php</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1646-8872201500020001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kaiser, J.M.; Yu, Y.; Snyder, B. (2010) - Economic feasibility of using offshore oil and gas structures in the Gulf of Mexico for platform-based aquaculture. <i>Marine Policy</i> (ISSN: 0308-597X), 34(3):699-707. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.marpol.2010.01.002" target="_blank">10.1016/j.marpol.2010.01.002</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1646-8872201500020001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Liao, I.C.; Huang, T.; Tsai, W.; Hsueh, C.; Chang, S.; Lea&ntilde;o, E.M. (2004) - Cobia culture in Taiwan: current status and problems. <i>Aquaculture</i>, 237(1-4):155-165. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2004.03.007" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2004.03.007</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1646-8872201500020001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Liao, I.C.; Lea&ntilde;o, E.M. (eds.) (2007) - <i>Cobia Aquaculture: Research, Developments and Commercial Production</i>. 178p., Asian Fisheries Society, Manila, Philippines / Fisheries Society of Taiwan, Keelung, Taiwan / World Aquaculture Society, Baton Rouge, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1646-8872201500020001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Longdill, P.C.; Healy, T.R.; Black, K.P. (2008) - An integrated GIS approach for sustainable aquaculture management area site selection. <i>Ocean &amp; Coastal Management</i>, 51(8-9):612&ndash;624. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010" target="_blank">10.1016/j.ocecoaman.2008.06.010</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Macleod, M.S. (2002) - <i>Potential offshore aquaculture siting off Massachusetts: a geographic information systems (GIS) analysis using the examples of Cod (Gadhus morhua) and Mussels (Mytilus edulis)</i>. 85p., Master Thesis, Brown University, Providence, RI, U.S.A. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.learningace.com/doc/4663748/b7e290c45fcd4135ce4f20fb59353414/merriellemacleod_thesis" target="_blank">http://www.learningace.com/doc/4663748/b7e290c45fcd4135ce4f20fb59353414/merriellemacleod_thesis</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1646-8872201500020001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Miao, S.; Jen, C.C.; Huang, C.T.; Hu, S.H. (2009) - Ecological and economic analysis for cobia <i>Rachycentron canadum</i> commercial cage culture in Taiwan. <i>Aquaculture International</i>, 17(2):125&ndash;141. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10499-008-9185-7" target="_blank">10.1007/s10499-008-9185-7</a></p>     <p>Pauly, D.; Christensen, V.; Gu&eacute;nette, S.; Pitcher, T.J.; Sumaila, U. R.; Walters, C.J.; Watson, R.; Zellear, D. (2002) - Towards sustainability in world fisheries. <i>Nature</i>, 418:689&ndash;95. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature01017" target="_blank">10.1038/nature01017</a>.</p>     <p>Pauly, D.; Hilborn, R.; Branch, T. A. (2013) - Fisheries: Does catch reflect abundance? <i>Nature</i>, 494:303&ndash;306. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1038/494303a" target="_blank">10.1038/494303a</a>.</p>     <p>Radiarta, I.N.; Saitoh, S.; Miyazono, A. (2008) - GIS-based multi-criteria evaluation models for identifying suitable sites for Japanese scallop (<i>Mizuhopecten yessoensis</i>) aquaculture in Funka Bay, southwestern Hokkaido, Japan. <i>Aquaculture</i>, 284(1-4):127&ndash;135. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2008.07.048" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2008.07.048</a>.</p>     <!-- ref --><p>Resley, M.; Webb, K.; Holt, J. (2006) - Growth and survival of juvenile cobia, <i>Rachycentron canadum</i>, at different salinities in a recirculating aquaculture system. <i>Aquaculture</i>, 253(1-4):398-407. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.aquaculture.2005.08.023" target="_blank">10.1016/j.aquaculture.2005.08.023</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1646-8872201500020001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salam, M.A.; Ross, L.G. (1999) - <i>GIS modelling for aquaculture in south-western Bangladesh: Comparative production scenarios for brackish and freshwater shrimp and fish</i>. 11p., Institute of Aquaculture, University of Stirling, Stirling, Scotland, U.K. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.fao.org/fishery/gisfish/servlet/CDSServlet?status=ND0xMTM0LmdmMTAyJjY9ZW4mNjI9YXNjJjYzPWRjdGVybXMlM0Fpc3N1ZWQmMzM9YXF1YV9kb2Mmc2hvd0NoaWxkcmVuPXRydWUmMzc9aW5mbw%7E%7E" target="_blank">http://www.fao.org/fishery/gisfish/servlet/CDSServlet?status=ND0xMTM0LmdmMTAyJjY9ZW4mNjI9YXNjJjYzPWRjdGVybXMlM0Fpc3N1ZWQmMzM9YXF1YV9kb2Mmc2hvd0NoaWxkcmVuPXRydWUmMzc9aW5mbw~~</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1646-8872201500020001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salam, M.A.; Ross, L.G.; Beveridge, C.M.M. (2003) - A comparison of development opportunities for crab and shrimp aquaculture in southwestern Bangladesh, using GIS modelling. <i>Aquaculture</i>, 200(1-4):477-494. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0044-8486(02)00619-1" target="_blank">10.1016/S0044-8486(02)00619-1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1646-8872201500020001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sampaio, L.A.; Tesser, M.B.; J&uacute;nior, W.W. (2010) - Avan&ccedil;os da maricultura na primeira d&eacute;cada do s&eacute;culo XXI: piscicultura e carcinocultura marinha. <i>Revista Brasileira de Zootecnia</i>, 39(supl.):102-111. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982010001300012" target="_blank">10.1590/S1516-35982010001300012</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1646-8872201500020001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sanches, E.G.; Seckendorff, R.W.V.; Henriques, M.B.; Fagundes, L.; Sebastini, E.F. (2008) - Viabilidade econ&ocirc;mica do cultivo do Bijupir&aacute; (<i>Rachycentron canadum</i>) em sistema offshore. <i>Informa&ccedil;&otilde;es Econ&ocirc;micas</i> (ISSN: 0100-4409), 38(12):143-152 ,S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S1646-8872201500020001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sanches, E.G.; Tosta, G.A.M.; Souza-Filho, J.J. (2013) - Viabilidade econ&ocirc;mica da produ&ccedil;&atilde;o de formas jovens de bijupir&aacute; (<i>Rachycentron canadum</i>). <i>Boletim do Instituto de Pesca</i> (ISSN: 0046-9939), 39(1)15-26, Instituto de Pesca, Governo do Estado de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/39_1_15-26.pdf" target="_blank">ftp://ftp.sp.gov.br/ftppesca/39_1_15-26.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S1646-8872201500020001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Scott, P. (2003) - <i>GIS and remote sensing based models for the development of aquaculture and fisheries in the coastal zone: a case study in Ba&iacute;a de Sepetiba, Brazil</i>. 243p., PhD thesis, University of Stirling, Stirling, U.K. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://dspace.stir.ac.uk/handle/1893/1502" target="_blank">http://dspace.stir.ac.uk/handle/1893/1502</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1646-8872201500020001100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scott, P.; Vianna, L.F.N. (2001) - Determina&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas potenciais para o desenvolvimento da carcinicultura em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas. <i>Panorama da Aq&uuml;icultura</i> (ISSN: 1519-1141), 63(1):1-5, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Smith, J.W. (1995) - Life history of cobia, <i>Rachycentron canadum</i>, (Osteichthyes: Rachycentridae), in North Carolina waters. <i>Brimleyana</i> (ISSN: 0260-9541), 23:1-23, Raleigh, NC, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S1646-8872201500020001100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>SNUC (2000) - <i>Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o: texto da Lei 9.985 de 18 de julho de 2000 e vetos da presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica ao PL aprovado pelo congresso Nacional</i> e Decreto No 4.340, de 22 de agosto de 2002 . 76p., Cadernos da Reserva da Biosfera da Mata Atl&acirc;ntica n&ordm; 18, Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atl&acirc;ntica, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.rbma.org.br/rbma/pdf/Caderno_18_2ed.pdf" target="_blank">http://www.rbma.org.br/rbma/pdf/Caderno_18_2ed.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Tosta, G.A.M. (2010) - <i>N&iacute;veis de oferta de ra&ccedil;&atilde;o para Bijupir&aacute; <i>Rachycentron canadum</i> (Linnaeus, 1766) em cercados instalados em viveiros escavados</i>. 75p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal da Bahia, Salvador, BA, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mevtropical.ufba.br/arquivos/dissertacoes/2009/tostagam.pdf" target="_blank">http://www.mevtropical.ufba.br/arquivos/dissertacoes/2009/tostagam.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S1646-8872201500020001100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vianna, L.F.N. (2007) - M&eacute;todos determin&iacute;sticos ou probabil&iacute;sticos de representa&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise espacial de dados para sele&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas? O exemplo da maricultura em Santa Catarina. <i>Anais XIII Simp&oacute;sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto</i>, pp.3195-3202, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://marte.sid.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr@80/2006/11.10.19.18/doc/3195-3202.pdf" target="_blank">http://marte.sid.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr@80/2006/11.10.19.18/doc/3195-3202.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S1646-8872201500020001100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a> Submission: 13 JUL 2014; Peer review: 25 AUG 2014; Revised: 10 NOV 2014; Accepted: 28 MAR 2015; Available on-line: 30 MAR 2015</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Notes:</b></p>     <p><a href="#top1">1</a><a name="1"></a>- Valores em milh&otilde;es de d&oacute;lar por m<sup>3</sup> de tanque-rede ou gaiola.</p>     <p>2 -The article contains supporting information online at <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-538_Collaco_Supporting-Information.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-538_Collaco_Supporting-Information.pdf</a></p>      ]]></body><back>
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