<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-8872</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[RGCI]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-8872</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-88722016000200004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.5894/rgci586</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise integrada de unidades geoecológicas relacionadas com as atividades pesqueiras no litoral sul do Espírito Santo, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Integrated analysis of geo environmental units related to fisheries in the south coast of Espírito Santo, Brazil]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Basilio]]></surname>
<given-names><![CDATA[Thiago Holanda]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcez]]></surname>
<given-names><![CDATA[Danielle Sequeira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bodart]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristiano das Neves]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A04"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Edson Vicente da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Ceará  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Fortaleza CE]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Instituto Federal de Educação do Espírito Santo Departamento de Engenharia de Pesca Núcleo de Estudos e Educação Ambienta]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Piúma ES]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Ceará Instituto de Ciências do Mar Laboratório de Ecologia Pesqueira]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Fortaleza CE]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A04">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Paulo SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A05">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Ceará Departamento de Geografia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Fortaleza CE]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2016</year>
</pub-date>
<volume>16</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>163</fpage>
<lpage>170</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-88722016000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-88722016000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-88722016000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Esse estudo tem como objetivo apresentar uma análise integrada das unidades geoecológicas relacionadas às atividades pesqueiras desenvolvidas no município de Piúma, localizado no litoral sul do Estado do Espirito Santo. O mesmo foi realizado de janeiro de 2012 a fevereiro de 2015. A identificação das unidades realizou-se com a utilização de imagens cartográficas georreferenciadas, sendo descritas informações sobre as atividades pesqueiras desenvolvidas, as formas de uso e ocupação, os impactos e as propostas de gestão para cada ambiente. Existem nove unidades geoecológicas nas quais são praticadas pelo menos, 13 sistemas de pesca artesanal. Foram identificadas seis unidades de proteção que estão relacionadas com as atividades pesqueiras. Analisaram-se as atividades que ocasionam impactos, ao longo da zona costeira do município em estudo, principalmente as que causam poluição e degradação ambiental. Não foram visualizadas e/ou identificadas ações de conservação nas unidades geoecológicas. Entende-se que estudos integrados podem subsidiar a elaboração de propostas concretas e mais eficientes para uma co-gestão das unidades geoecológicas e dos sistemas de pesca desenvolvidos em uma determinada região, principalmente por considerarem necessidades e particularidades locais.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to present an integrated analysis of geoenvironmental units related to fisheries activities in Piúma, southern coast of Espírito Santo state. The units identification were accessed through geo referenced cartographical images, describing information about fisheries activities, uses and occupation, the impacts and the management proposals for each environment. Nine geo environmental units were identified in which at least 13 artisanal fisheries systems are practiced. Pollution and environmental degradation were identified as main impacts throughout the coastal zone. Conservation efforts were not identified for units. We argue that integrated studies may support concrete, efficient proposals for comanagement of geo environmental units and fisheries systems in a regional scale, attempting to local care and singularities.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Ecossistemas costeiros]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Gestão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Pesca artesanal]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Coastal ecosystems]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Management]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Artisanal fishery]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p>     <p><b>An&aacute;lise integrada de unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas com as atividades pesqueiras no litoral sul do Esp&iacute;rito Santo, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p><b>Integrated analysis of geo environmental units related to fisheries in the south coast of Esp&iacute;rito Santo, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Thiago Holanda Basilio<sup>@, 1, 2</sup>; Danielle Sequeira Garcez<sup>3</sup>; Cristiano das Neves Bodart<sup>4</sup>; Edson Vicente da Silva<sup>1, 5</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author to whom correspondence should be addressed: &lt;<a href="mailto:tbasilio@ifes.edu.br">tbasilio@ifes.edu.br</a>&gt;    <br>     <sup>1</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o (Doutorado) em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA), Fortaleza, CE, Brasil.    <br>     <sup>2</sup>Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo (IFES), Departamento de Engenharia de Pesca, N&uacute;cleo de Estudos e Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental (NEEA), Rua Augusto Costa de Oliveira, 660, CEP 29285-000, Praia Doce, Pi&uacute;ma, ES, Brasil.    <br>     <sup>3</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), Instituto de Ci&ecirc;ncias do Mar (LABOMAR), Laborat&oacute;rio de Ecologia Pesqueira, P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Marinhas Tropicais, Fortaleza, CE, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <sup>4</sup>Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o (Doutorado) em Sociologia, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    <br>     <sup>5</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), Departamento de Geografia, Fortaleza, CE, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Esse estudo tem como objetivo apresentar uma an&aacute;lise integrada das unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas &agrave;s atividades pesqueiras desenvolvidas no munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma, localizado no litoral sul do Estado do Espirito Santo. O mesmo foi realizado de janeiro de 2012 a fevereiro de 2015. A identifica&ccedil;&atilde;o das unidades realizou-se com a utiliza&ccedil;&atilde;o de imagens cartogr&aacute;ficas georreferenciadas, sendo descritas informa&ccedil;&otilde;es sobre as atividades pesqueiras desenvolvidas, as formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o, os impactos e as propostas de gest&atilde;o para cada ambiente. Existem nove unidades geoecol&oacute;gicas nas quais s&atilde;o praticadas pelo menos, 13 sistemas de pesca artesanal. Foram identificadas seis unidades de prote&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o relacionadas com as atividades pesqueiras. Analisaram-se as atividades que ocasionam impactos, ao longo da zona costeira do munic&iacute;pio em estudo, principalmente as que causam polui&ccedil;&atilde;o e degrada&ccedil;&atilde;o ambiental. N&atilde;o foram visualizadas e/ou identificadas a&ccedil;&otilde;es de conserva&ccedil;&atilde;o nas unidades geoecol&oacute;gicas. Entende-se que estudos integrados podem subsidiar a elabora&ccedil;&atilde;o de propostas concretas e mais eficientes para uma co-gest&atilde;o das unidades geoecol&oacute;gicas e dos sistemas de pesca desenvolvidos em uma determinada regi&atilde;o, principalmente por considerarem necessidades e particularidades locais.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Ecossistemas costeiros; Gest&atilde;o; Pesca artesanal.</p> <hr size="1" noshade>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aims to present an integrated analysis of geoenvironmental units related to fisheries activities in Pi&uacute;ma, southern coast of Esp&iacute;rito Santo state. The units identification were accessed through geo referenced cartographical images, describing information about fisheries activities, uses and occupation, the impacts and the management proposals for each environment. Nine geo environmental units were identified in which at least 13 artisanal fisheries systems are practiced. Pollution and environmental degradation were identified as main impacts throughout the coastal zone. Conservation efforts were not identified for units. We argue that integrated studies may support concrete, efficient proposals for comanagement of geo environmental units and fisheries systems in a regional scale, attempting to local care and singularities.</p>     <p><b>Keywords:</b> Coastal ecosystems; Management; Artisanal fishery.</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>As unidades geoecol&oacute;gicas s&atilde;o diferentes fei&ccedil;&otilde;es paisag&iacute;sticas que ocupam determinada &aacute;rea da superf&iacute;cie terrestre ou aqu&aacute;tica e apresentam um conjunto de caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas, bi&oacute;ticas, sociais e ecol&oacute;gicas pr&oacute;prias (Mateo <i>et al.</i>, 2004; Mateo & Silva, 2013). As unidades geoecol&oacute;gicas costeiras possuem elevada biodiversidade e alta import&acirc;ncia para o recrutamento pesqueiro. Essas unidades s&atilde;o complexas e bastante vulner&aacute;veis a press&otilde;es antr&oacute;picas e, portanto, usualmente s&atilde;o submetidas &agrave; extensa legisla&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o integral e parcial (DOU, 2002). Mesmo assim, esses locais v&ecirc;m sofrendo, em todo o mundo, in&uacute;meros impactos, alcan&ccedil;ando um est&aacute;gio de grave degrada&ccedil;&atilde;o (Marroni & Asmus, 2005; Rocha <i>et al.</i>, 2012; McConney <i>et al.</i>, 2014; Pinto <i>et al.</i>, 2014).</p>     <p>Dentre as diversas atividades sociais e econ&ocirc;micas desenvolvidas nas unidades geoecol&oacute;gicas costeiras, a pesca artesanal se apresenta como uma importante fonte de alimento e renda para centenas de comunidades. No entanto, ainda verifica-se ser objeto de menor aten&ccedil;&atilde;o quando comparada ao montante de informa&ccedil;&otilde;es provenientes da pesca industrial (Santos <i>et al.</i>, 2012; Andrade & Schiavetti, 2015). Por outro lado, o adequado manejo das atividades produtivas requer o conhecimento do contexto ambiental e socioecon&ocirc;mico mais amplo em que se integram os modos de vida dos pescadores artesanais de pequena escala (Garcez & S&aacute;nchez-Botero, 2005).</p>     <p>Como exemplo, &eacute; comum que as comunidades pesqueiras costeiras estejam envolvidas em situa&ccedil;&otilde;es de conflitos socioambientais, decorrentes da especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria, do uso e ocupa&ccedil;&atilde;o desordenada do espa&ccedil;o litor&acirc;neo, dos impactos de grandes empreendimentos portu&aacute;rios e petrol&iacute;feros, e da pr&oacute;pria ilegalidade de algumas pr&aacute;ticas de captura dos recursos pesqueiros (Silva & Sampaio, 2004; Bitencourt, 2013; Andrade & Schiavetti, 2015).</p>     <p>Consoante ao exposto, este estudo apresenta uma an&aacute;lise integrada das unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas &agrave;s atividades pesqueiras artesanais no munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma (<a href="#f1">Figura 1</a>), litoral sul do Esp&iacute;rito Santo (<i>Supporting Information I</i>), com o intuito de apresentar informa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de cada ecossistema explorado para futuras a&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o compartilhada e/ou conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos pesqueiros das regi&otilde;es costeiras do sul do Estado.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a04f1.jpg"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Material e M&eacute;todos</b></p>     <p><b>2.1. An&aacute;lise integrada das unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas &agrave;s atividades pesqueiras</b></p>     <p>As visitas ao campo efetuaram-se durante um per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos (janeiro 2012 a fevereiro 2015), para o mapeamento e descri&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas de cada unidade geoecol&oacute;gica que possuem rela&ccedil;&atilde;o direta com as atividades pesqueiras desenvolvidas no litoral de Pi&uacute;ma. As unidades foram previamente identificadas com a utiliza&ccedil;&atilde;o de imagens a&eacute;reas georreferenciadas cedidas pelo Cons&oacute;rcio P&uacute;blico para o Desenvolvimento Sustent&aacute;vel da Regi&atilde;o Sul do Esp&iacute;rito Santo (CONDESUL), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento do munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma.</p>     <p>Assim, identificaram-se as unidades geoecol&oacute;gicas, que foram descritas com rela&ccedil;&atilde;o a: 1) caracter&iacute;sticas ambientais; 2) sistemas de pesca e principais recursos explorados; 3) formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o; 4) impactos ambientais e conflitos relacionados &agrave; pesca, e 5) propostas de gest&atilde;o socioambiental integrada para subsidiar a&ccedil;&otilde;es compartilhadas e participativas nas &aacute;reas em estudo.</p>     <p>As unidades geoecol&oacute;gicas e Unidades de Prote&ccedil;&atilde;o foram mapeadas e georreferenciadas para constru&ccedil;&atilde;o de um Sistema de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas (SIG), com a utiliza&ccedil;&atilde;o de aparelho receptor GPS (Global Positioning System) e definidas atrav&eacute;s da interpreta&ccedil;&atilde;o de imagens de sat&eacute;lite da s&eacute;rie Landsat (<i>Land Remote Sensing Satellite</i>) lan&ccedil;ados pela NASA (<i>National Aeronautics and Space Administration</i>). As imagens s&atilde;o disponibilizadas pelo USGS (<i>United Sates Geological Survey</i>).</p>     <p>O Projeto em SIG foi elaborado por meio do sistema de coordenadas em Proje&ccedil;&atilde;o UTM e <i>Datum</i> SIRGAS 2000, Fuso 24S. Atrav&eacute;s de sensoriamento remoto, efectuouse a identifica&ccedil;&atilde;o e o mapeamento das unidades geoecol&oacute;gicas e os sistemas de pesca presentes nas &aacute;reas de estudo. Al&eacute;m disso, mapearam-se elementos correspondentes ao uso de cada unidade analisada, de acordo com Portz <i>et al.</i> (2014). Em seguida, foi realizada a delimita&ccedil;&atilde;o das unidades geoecol&oacute;gicas da paisagem por meio do <i>software</i> ArcGIS 10.1 e CorelDraw X7.</p>     <p>Para valida&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es obtidas em campo foi necess&aacute;ria a realiza&ccedil;&atilde;o de entrevistas semiestruturadas e oficinas participativas junto &agrave; comunidade pesqueira local (<i>Supporting Information II</i>). Essa metodologia foi fundamental para a defini&ccedil;&atilde;o dos ambientes explorados e para o detalhamento da situa&ccedil;&atilde;o de cada ambiente explorado (Basilio <i>et al.</i>, 2014; Basilio et al, 2015). As informa&ccedil;&otilde;es oferecidas pelos pescadores, marisqueiras e demais representantes do setor pesqueiro s&atilde;o extremamente importantes para a realiza&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lises integradas em diferentes ecossistemas (Mateo <i>et al.</i>, 2004; Mateo & Silva, 2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3. Resultados</b></p>     <p><b>3.1. Unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas &agrave;s atividades pesqueiras e formas de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Foram identificadas nove unidades geoecol&oacute;gicas utilizadas pelos pescadores e marisqueiras para realiza&ccedil;&atilde;o das atividades de pesca na regi&atilde;o, sendo elas (do continente para o oceano): canal fluvial, canal estuarino, manguezal, faixa de praia, cost&atilde;o rochoso, recife costeiro, ilh&eacute;us/ilhas costeiras, mar litor&acirc;neo e mar pel&aacute;gico (<a href="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a04f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>). Essas unidades apresentam caracter&iacute;sticas ambientais espec&iacute;ficas que s&atilde;o influenciadas pelas condi&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas e sociais predominantes da regi&atilde;o. Essa informa&ccedil;&atilde;o pode ser visualizada em anexo (<i>Supporting Information III, IV e V</i>).</p>     
<p>As unidades apresentam diferentes formas de uso (agricultura, minera&ccedil;&atilde;o, pesca, com&eacute;rcios, turismo, concentra&ccedil;&atilde;o urbana, etc.), e impactos (tais como desmatamento, assoreamento, lan&ccedil;amento de esgoto e res&iacute;duos s&oacute;lidos e l&iacute;quidos, turismo desordenado). Todas as unidades geoecol&oacute;gicas identificadas s&atilde;o utilizadas pelos pescadores artesanais para realiza&ccedil;&atilde;o de diferentes pr&aacute;ticas pesqueiras.</p>     <p>Al&eacute;m dessas unidades geoecol&oacute;gicas identificaram-se outras seis &aacute;reas tombadas como Bem Natural, Parque Natural, &Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental e Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural (RPPN) definidas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o (Lei no 9.985 de 18 de julho de 2000). Tr&ecirc;s delas estendem-se para al&eacute;m do territ&oacute;rio do munic&iacute;pio, no litoral sul do Estado (<i>Supporting Information VI</i>). Das seis regi&otilde;es legalmente definidas para conserva&ccedil;&atilde;o, cinco s&atilde;o estaduais e uma municipal, decretadas pela Secretaria de Cultura do Estado, Instituto Estadual de Meio Ambien-te e Recursos H&iacute;dricos (IEMA) do Estado do Esp&iacute;rito Santo e pela Prefeitura de Municipal de Pi&uacute;ma.</p>     <p><b>3.2. Atividade pesqueira de Pi&uacute;ma</b></p>     <p>Entre os 132 entrevistados (51% homens e 49% mulheres) a classe et&aacute;ria predominante foi de 51 a 60 anos, tanto para homens (37%) quanto para mulheres (40%). De maneira geral, no munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma, os homens ingressaram na atividade pesqueira mais cedo do que as mulheres (17 anos de idade para os homens e 21 anos para as mulheres). A m&eacute;dia de tempo de atua&ccedil;&atilde;o para ambos os g&ecirc;neros, mostrou-se ser de aproximadamente 52 anos (&plusmn; 13 anos). Cerca de 60% dos entrevistados nasceram no pr&oacute;prio munic&iacute;pio e est&atilde;o na atividade pesqueira h&aacute; mais de 30 anos. De fato 82% deles nasceram no pr&oacute;prio estado do Esp&iacute;rito Santo e em munic&iacute;pios vizinhos a Pi&uacute;ma. No tocante &agrave; escolaridade dos pescadores e marisqueiras, a grande maioria n&atilde;o terminou ensino fundamental (86%). Entretanto, todos declararam saber ler e escrever, embora, para alguns, com bastante dificuldade. Apenas seis pescadores e quatro marisqueiras completaram o ensino m&eacute;dio.</p>     <p>As mulheres realizam suas atividades principalmente na faixa de praia e nos cost&otilde;es rochosos, por meio da coleta manual de mexilh&otilde;es e moluscos para alimenta&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o de artesanatos de conchas. J&aacute; os homens efetuam pescarias tanto em ambientes continentais como em &aacute;reas no mar litor&acirc;neo e pel&aacute;gico, com a utiliza&ccedil;&atilde;o de embarca&ccedil;&otilde;es de madeira a remo e motorizadas. As embarca&ccedil;&otilde;es maiores possuem at&eacute; 14 metros de comprimento, com autonomia de 15 a 20 dias em pescarias em outros estados do nordeste e sudeste do Brasil. As embarca&ccedil;&otilde;es a remo (m&eacute;dia de 4 metros) apenas navegam em Pi&uacute;ma e em munic&iacute;pios nas proximidades do mar litor&acirc;neo, no canal estuarino e no canal fluvial.</p>     <p>Os organismos pesqueiros explorados s&atilde;o comercializados no pr&oacute;prio munic&iacute;pio, ou em munic&iacute;pios vizinhos e em outros estados. Existe na cidade certa infraestrutura para desembarque pesqueiro, com f&aacute;bricas de gelo, estaleiros e ind&uacute;strias de beneficiamento de pescado &#8213; embora com prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de desembarque devido &agrave; dificuldade de acesso ao canal estuarino &#8213; &agrave;s margens do porto principal da cidade, localizado em &aacute;rea de manguezal. A maior parte dos entrevistados comercializa os recursos diretamente com o consumidor (32%), enquanto outros vendem para peixarias (20%) e apenas 9% do total vendem para empresas de beneficiamento de pescado instaladas no munic&iacute;pio. Os demais comercializam para restaurantes e ainda utilizam os recursos pesqueiros com fins de consumo pr&oacute;prio e/ou troca por outros produtos.</p>     <p>O principal porto de desembarque est&aacute; preparado para receber grandes embarca&ccedil;&otilde;es que saem para pescar dourados (<i>Coryphaena hippurus</i>), atuns (Thunnus spp.) e afins, em pescarias de at&eacute; 15 dias. Entretanto, as principais pescarias realizadas s&atilde;o de ir e vir, desenvolvidas pr&oacute;ximas &agrave; regi&atilde;o costeira, em profundidades inferiores a 10 metros, com ou sem embarca&ccedil;&otilde;es abaixo de 5 metros. Os locais de pesca preferidos pelos pescadores s&atilde;o os cost&otilde;es rochosos, faixa de praia, ilhas costeiras e mar litor&acirc;neo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em m&eacute;dia os pescadores pararam de estudar com aproximadamente com 13 anos. Quase todos (70%) tiveram que optar pelo trabalho na pesca para ajudarem nas despesas familiares, ao inv&eacute;s de seguirem os estudos normalmente. Outros pescadores desistiram dos estudos por falta de interesse. Quando perguntados se pudessem voltar atr&aacute;s e escolherem entre os estudos ou a pescaria, a maioria (65%) afirmou que escolheria estudar. Eles justificam esse fato relatando a dificuldade em que a pesca se encontra e por a considerarem uma atividade muito perigosa, dif&iacute;cil e sem valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Esse fato &eacute; confirmado pelas respostas ao questionamento se seus filhos e netos estavam na escola. Todos responderam que sim. Muitos filhos dos pescadores e marisqueiras de Pi&uacute;ma j&aacute; se formaram em universidades em cursos como Direito e Administra&ccedil;&atilde;o, mostrando que realmente os pescadores incentivaram seus filhos na instru&ccedil;&atilde;o escolar ao inv&eacute;s da continuidade nas atividades pesqueiras j&aacute; desenvolvidas historicamente pelos familiares. Cerca de 75% dos entrevistados ainda n&atilde;o possuem qualquer curso de capacita&ccedil;&atilde;o. Os demais j&aacute; participaram de cursos como carpintaria e mec&acirc;nica, oferecidos na antiga Escola de Pesca (atual Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o), e outros cursos ofertados pela Marinha do Brasil, como de salvatagem.</p>     <p>A partir das oficinas realizadas pode-se constatar que, face &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ambientais existentes em Pi&uacute;ma, h&aacute; cerca de 20 anos atr&aacute;s, a grande maioria (60%) comentou que na regi&atilde;o havia melhores condi&ccedil;&otilde;es para se morar. Enquanto 35% informaram que era &oacute;tima e apenas 5% comentaram que as condi&ccedil;&otilde;es eram piores. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s atividades pesqueiras desenvolvidas, foi un&acirc;nime a resposta de que as pescarias eram melhores do que atualmente. Eles explicaram que a situa&ccedil;&atilde;o piorou devido ao aumento do n&uacute;mero de pescadores e embarca&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o, onde muitos desenvolvem pr&aacute;ticas ilegais. Outros informaram que &eacute; por conta das redes de espera, redes de arrasto e de cerco com malhas finas que retiram do mar muitos peixes e recursos em suas fases juvenis. Alguns informaram tamb&eacute;m que as condi&ccedil;&otilde;es ambientais est&atilde;o mais desfavor&aacute;veis &agrave;s boas produ&ccedil;&otilde;es e que esse fato tem &ldquo;espantado&rdquo; os peixes. Outros culpam o elevado tr&acirc;nsito de grandes navios e as plataformas de petr&oacute;leo existentes na regi&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Discuss&atilde;o</b></p>     <p><b>4.1. An&aacute;lise integrada das unidades geoecol&oacute;gicas relacionadas &agrave;s atividades pesqueiras</b></p>     <p>O litoral sul do Esp&iacute;rito Santo &eacute; conhecido por ser mais favor&aacute;vel &agrave; pesca e &agrave; maricultura do que o litoral norte do mesmo Estado (Teixeira <i>et al.</i>, 2012; UFES & MPA, 2013). Contudo, as modifica&ccedil;&otilde;es no ambiente, assim como o desenvolvimento recente de grandes projetos industriais impactaram significativamente o ambiente local, modificando a din&acirc;mica pesqueira e alterando a ocupa&ccedil;&atilde;o e atividades econ&ocirc;micas da popula&ccedil;&atilde;o (Teixeira <i>et al.</i>, 2012). Esse contexto &eacute; legitimado pelo discurso local, que n&atilde;o tem acompanhamento ou preocupa&ccedil;&otilde;es do poder p&uacute;blico com a conserva&ccedil;&atilde;o / preserva&ccedil;&atilde;o ambiental, nem com as atividades pesqueiras tradicionais (Bodart & Marchiori, 2012). Isso somado &agrave; aus&ecirc;ncia de prote&ccedil;&atilde;o efetiva &agrave;s unidades de prote&ccedil;&atilde;o por parte dos &oacute;rg&atilde;os competentes (Pinheiro <i>et al.</i>, 2009), indica cen&aacute;rios problem&aacute;ticos para a qualidade ambiental do munic&iacute;pio a m&eacute;dio e longos prazos. At&eacute; &agrave; d&eacute;cada de 1980 a pesca e a maricultura eram as principais atividades econ&ocirc;micas desenvolvidas em Pi&uacute;ma, sendo atualmente o turismo e o com&eacute;rcio as mais praticadas (Bodart <i>et al.</i>, 2014).</p>     <p>Pi&uacute;ma &eacute; conhecida como cidade de veraneio. Nesse per&iacute;odo, os habitantes de munic&iacute;pios como Guarapari, Anchieta, Pi&uacute;ma e Itapemirim voltam-se para a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os tur&iacute;sticos: hot&eacute;is, pousadas, bares, restaurantes, peixarias, sorveterias, passeios de barco e quiosques &agrave; beira mar, que se tornam a principal fonte de renda para a popula&ccedil;&atilde;o local (Paulics, 2001). Apesar do turismo gerar divisas para o munic&iacute;pio, intensifica a degrada&ccedil;&atilde;o dos ambientes costeiros devido &agrave; insipi&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es de pesquisa, de sensibiliza&ccedil;&atilde;o e de conserva&ccedil;&atilde;o nas unidades geoecol&oacute;gicas utilizadas pelos pescadores e marisqueiras em suas pr&aacute;ticas pesqueiras. Soma-se a esses problemas a press&atilde;o dos grandes portos industriais de minera&ccedil;&atilde;o que est&atilde;o em desenvolvimento pr&oacute;ximos ao munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma, de acordo com o depoimento dos entrevistados. Tais empreendimentos ocasionam grandes perdas no ambiente natural e nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e econ&ocirc;micas vividas por moradores e pescadores locais (Rocha <i>et al.</i>, 2012; Bitencourt, 2013).</p>     <p>O mapeamento da pesca artesanal em determinadas regi&otilde;es, junto &agrave; comunidade pesqueira, &eacute; importante para contribuir para iniciativas de zoneamento e manejo que considerem os direitos territoriais dos pescadores artesanais, de acordo com as caracter&iacute;sticas sociais, ecol&oacute;gicas e econ&ocirc;micas locais. As informa&ccedil;&otilde;es dos pescadores podem subsidiar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas com medidas de conserva&ccedil;&atilde;o e de garantia de seus direitos, podendo contribuir tamb&eacute;m para a fiscaliza&ccedil;&atilde;o e o manejo das regi&otilde;es que historicamente s&atilde;o utilizadas pelos pescadores e marisqueiras da regi&atilde;o, garantindo assim seu espa&ccedil;o e territ&oacute;rio tradicional (Diegues, 1999; Bender et al., 2013; Begossi <i>et al.</i>, 2013; Basilio & Garcez, 2014).</p>     <p>Os munic&iacute;pios do litoral sul do Esp&iacute;rito Santo, embora com origens hist&oacute;ricas pr&oacute;ximas (Bodart <i>et al.</i>, 2014) acabaram, ao longo do tempo, diversificando-se economicamente. No entanto, continuam tendo em comum algumas atividades, como a pesca artesanal, o artesanato de conchas e a maricultura, principalmente o cultivo de mexilh&otilde;es <i>Perna perna</i> (Paulics, 2001; Sodr&eacute; <i>et al.</i>, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos &uacute;ltimos anos, os munic&iacute;pios do litoral sul do Esp&iacute;rito Santo viram suas receitas municipais se ampliarem devido &agrave;s cotas de royalties de petr&oacute;leo (Bitencourt, 2013). Simultaneamente, os grandes empreendimentos nesta regi&atilde;o t&ecirc;m gerado diversos impactos sobre o ambiente, as comunidades e seus territ&oacute;rios de uso, muitas vezes gerando fortes conflitos (Bodart & Marchiori, 2012; Bitencourt, 2013; Andrade & Schiavetti, 2015).</p>     <p>De fato, verificou-se que as unidades geoecol&oacute;gicas identificadas carecem do suporte governamental e institucional para o fomento de programas de pesquisa e extens&atilde;o voltados &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o dos geoambientes explorados. Destaca-se o exemplo das tartarugas marinhas (<i>Chelonia mydas</i>) que s&atilde;o frequentemente encontradas mortas nas praias e ilhas em Pi&uacute;ma. Devem ser considerados os seguintes fatos: (i) falta de informa&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas locais para subsidiar a conserva&ccedil;&atilde;o desses organismos e a gest&atilde;o dos ecossistemas em que ocorrem; (ii) pesca incidental de tartarugas nas regi&otilde;es costeiras e sobretudo no entorno das ilhas do Gamb&aacute;, do Meio e dos Cabritos; (iii) fiscaliza&ccedil;&atilde;o insipiente das atividades pesqueiras, tur&iacute;sticas, ou industriais que levam, como consequ&ecirc;ncia, &agrave; sua mortalidade e (iv) da not&oacute;ria polui&ccedil;&atilde;o do canal fluvial, do canal estuarino e das praias com elevada concentra&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos s&oacute;lidos, espalhados em diferentes ambientes costeiros do munic&iacute;pio. &Eacute; assim, imprescind&iacute;vel o desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es em educa&ccedil;&atilde;o ambiental para a divulga&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es de forma clara e l&uacute;dica aos envolvidos e possibilitar a mudan&ccedil;a de atitudes para a prote&ccedil;&atilde;o dos organismos e das unidades geoecol&oacute;gicas utilizadas (Mateo & Silva, 2013; Basilio <i>et al.</i>, 2015).</p>     <p>As regi&otilde;es costeiras, tombadas como &ldquo;Patrim&ocirc;nio Natural&rdquo; visam o desenvolvimento de atividades de pesquisa, ensino e extens&atilde;o, com controle de visita&ccedil;&otilde;es, orienta&ccedil;&otilde;es aos turistas e educa&ccedil;&atilde;o ambiental (Decreto n&ordm;.4.340, de 22 de agosto de 2002). No entanto, no caso das Unidades de prote&ccedil;&atilde;o em n&iacute;veis municipal e estadual localizadas no litoral sul do Esp&iacute;rito Santo, n&atilde;o h&aacute; gerenciamento das atividades desenvolvidas, como a explora&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais e a visita&ccedil;&atilde;o tur&iacute;stica (Pinheiro <i>et al.</i>, 2009).</p>     <p>Na tentativa de resolver e/ou amenizar alguns problemas e conflitos socioambientais na regi&atilde;o costeira do litoral sul do Esp&iacute;rito Santo, um grupo de trabalho prop&ocirc;s, em 2003, no ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade), a cria&ccedil;&atilde;o de uma Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o Federal, que ainda tramita para sua cria&ccedil;&atilde;o, conhecida como &ldquo;Parque Nacional Marinho Ilhas do Sul Capixaba&rdquo;. Tal proposta n&atilde;o possui categoria do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o) definida. A &aacute;rea abrange o mar pel&aacute;gico e cinco ilhas que se distribuem na por&ccedil;&atilde;o mais costeira, defronte aos munic&iacute;pios de Pi&uacute;ma e Itapemirim, em uma &aacute;rea aproximada de 12 (doze) mil hectares e um per&iacute;metro de aproximadamente 25 (vinte e cinco) milhas n&aacute;uticas, com is&oacute;batas de 5 a 20 metros de profundidade (Pinheiro <i>et al.</i>, 2009). Dessa maneira, torna-se fundamental que esse processo seja conduzido de forma a garantir e valorizar as tradi&ccedil;&otilde;es culturais, sociais, econ&ocirc;micas, tecnol&oacute;gicas e ambientais das comunidades pesqueiras do litoral sul do Estado.</p>     <p><b>4.2. Pescarias e produ&ccedil;&atilde;o pesqueira</b></p>     <p>Observa-se que em Pi&uacute;ma as pescarias s&atilde;o realizadas principalmente em baixa escala, de forma artesanal. De fato, a pesca artesanal &eacute; desenvolvida h&aacute; mais de 70 anos na regi&atilde;o costeira do munic&iacute;pio (Bodart <i>et al.</i>, 2014). Mesmo assim, muitas das pescarias desenvolvidas ainda possuem elevado grau de isolamento, est&atilde;o associadas &agrave; baixa escolaridade e prec&aacute;ria assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de e garantia dos direitos trabalhistas desses profissionais (Basilio <i>et al.</i>, 2015). Soma-se a isso a insuficiente infraestrutura de apoio &agrave; pesca artesanal (portos, estaleiros, entreposto de pesca), seguindo o padr&atilde;o observado no litoral do Estado do Esp&iacute;rito Santo (Netto & Di Beneditto, 2007; Martins <i>et al.</i>, 2009; Teixeira <i>et al.</i>, 2012).</p>     <p>A Col&ocirc;nia de Pesca de Pi&uacute;ma Z-09, fundada em 1965, conta com aproximadamente 500 s&oacute;cios (informa&ccedil;&otilde;es cedidas pelo atual presidente), embora apenas 433 estejam cadastrados no Registro Geral da Pesca (MPA, 2015). Contudo, algumas atividades relacionadas com a pesca artesanal est&atilde;o sofrendo redu&ccedil;&atilde;o, como o exemplo da profiss&atilde;o de fabricante e remendador de rede de pesca. Poucos s&atilde;o os profissionais que ainda realizam essas atividades no munic&iacute;pio (Bodart & Silva, 2015). Para esses autores, os principais motivos para esse decl&iacute;nio s&atilde;o: (1) redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de pescadores; (2) surgimento e desenvolvimento de redes de pesca produzidas por ind&uacute;strias e vendidas a pre&ccedil;os mais baixos, e (3) dificuldade de reposi&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra, por conta das oportunidades de estudo e trabalho (os jovens est&atilde;o optando por n&atilde;o prosseguir na atividade pesqueira).</p>     <p>Segundo os pescadores e marisqueiras entrevistadas, os impactos antr&oacute;picos identificados ao longo da zona costeira do munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma interferem na oferta e desenvolvimento dos servi&ccedil;os ambientais, atingindo, sobretudo, os trabalhadores que dependem financeiramente dos recursos pesqueiros. Este p&uacute;blico precisa desenvolver mais de uma atividade econ&ocirc;mica como forma de garantia do sustento familiar. Essas atividades econ&ocirc;micas secund&aacute;rias s&atilde;o realizadas sobretudo nos meses de ver&atilde;o (dezembro a mar&ccedil;o), quando o fluxo de pessoas e turista aumenta nas regi&otilde;es costeiras.</p>     <p>Embora o munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma seja territorialmente o menor do Estado do Esp&iacute;rito Santo (IBGE, 2010), sua composi&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica/ambiental &eacute; diversificada (Pinheiro <i>et al.</i>, 2009; Bodart <i>et al.</i>, 2014), o que permite variadas formas de intera&ccedil;&atilde;o entre a sociedade e o ambiente. Isso se manifesta na rica variedade de atividades de pesca desenvolvidas, assim como no significativo volume de produ&ccedil;&atilde;o pesqueira (Netto & Di Beneditto, 2007; UFES & MPA, 2013; Basilio <i>et al.</i>, 2015).</p>     <p>Por outro lado, praticamente toda a produ&ccedil;&atilde;o de Pi&uacute;ma, oriunda de pescarias estritamente de pequena escala, ainda n&atilde;o foi contabilizada em estat&iacute;sticas pesqueiras recentes no Estado. Tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o conhecidos os limites de captura m&aacute;xima sustent&aacute;vel para cada recurso explorado. Essa falta de informa&ccedil;&atilde;o pode gerar conflitos na elabora&ccedil;&atilde;o de programas de forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o de pessoal qualificado para atuar na &aacute;rea pesqueira (Fonteles Filho, 2011). Estudos integrados podem contribuir para a identifica&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida dos principais ambientes e recursos explorados, assim como suas potencialidades, conflitos/impactos e sugest&otilde;es para garantir a sustentabilidade das atividades pesqueiras ao longo das gera&ccedil;&otilde;es (Martins <i>et al.</i>, 2009, Dias <i>et al.</i>, 2012; Portz <i>et al.</i>, 2014).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em 2009 foi publicado o Decreto N&ordm; 6.981 que regulamenta a Gest&atilde;o Compartilhada do Uso Sustent&aacute;vel dos Recursos Pesqueiros no Brasil, definido como o processo de compartilhamento de responsabilidades entre representantes do Estado e da sociedade civil organizada (MPA-DF, 2009). Isso inclui as ag&ecirc;ncias do governo, comunidades de pescadores locais, organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais (ONGs), institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa, propriet&aacute;rios de embarca&ccedil;&atilde;o, comerciantes de pescados e instrumentos de pesca, estabelecimentos tur&iacute;sticos, institui&ccedil;&otilde;es financeiras, entre outros. Esse fato implica na execu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de pesquisa e extens&atilde;o nas comunidades pesqueiras artesanais de maneira integrada &agrave; realidade social, ecol&oacute;gica, tecnol&oacute;gica e econ&ocirc;mica da popula&ccedil;&atilde;o e da condi&ccedil;&atilde;o ambiental das unidades geoecol&oacute;gicas.</p>     <p>Na tentativa de contribuir para o desenvolvimento sustent&aacute;vel da atividade pesqueira, os governos, Municipal, Estadual e Federal, precisam estabelecer pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de incentivo permanente ao desenvolvimento da pesca, com linhas de cr&eacute;dito compat&iacute;veis principalmente &agrave;s caracter&iacute;sticas particulares dos pescadores e marisqueiras distribu&iacute;dos no litoral do Estado, tendo em vista a precariedade do setor no Esp&iacute;rito Santo (Teixeira <i>et al.</i>, 2012, 2013). Esses autores afirmam, ainda, que &eacute; necess&aacute;rio o desenvolvimento da pesca sustent&aacute;vel, subsidiando a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de ordenamento do territ&oacute;rio nas tomadas de decis&otilde;es de maneira participativa. Dessa forma, &eacute; necess&aacute;rio o envolvimento dos representantes do setor pesqueiro para formula&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias integradas ao hist&oacute;rico e suas realidades atuais, com vistas &agrave; melhoria da produ&ccedil;&atilde;o, da qualidade de vida e garantia das atividades pesqueiras.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>Os fatos sugerem que os ambientes sejam analisados de maneira integrada para gerar subs&iacute;dios eficientes na elabora&ccedil;&atilde;o de programas e condutas sustent&aacute;veis nas diferentes unidades geoecol&oacute;gicas, relacionadas &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o dos recursos e as atividades econ&ocirc;micas tradicionais. O manejo dos servi&ccedil;os ambientais depende do hist&oacute;rico de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o e a forma com que as atividades s&atilde;o conduzidas, as quais precisam considerar as rela&ccedil;&otilde;es sociais, ecol&oacute;gicas, econ&ocirc;micas, tecnol&oacute;gicas e de manejo existentes. &Eacute; preciso, ainda, avan&ccedil;ar na efetiva&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o dos organismos e das Unidades de Prote&ccedil;&atilde;o, por meio da ado&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas voltadas &agrave; obten&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade das comunidades que sobrevivem das atividades econ&ocirc;micas desenvolvidas.</p>     <p>Acredita-se que a pesquisa, aliada &agrave; educa&ccedil;&atilde;o ambiental, realizadas conjuntamente, sobretudo com marisqueiras, pescadores, seja eficiente para identifica&ccedil;&atilde;o, mapeamento e resolu&ccedil;&atilde;o dos conflitos de maneira integrada de cada sistema analisado. &Eacute; preciso promover a&ccedil;&otilde;es conjuntas e cont&iacute;nuas para que todos os setores da sociedade possam atuar nas tomadas de decis&atilde;o da coletividade em regi&otilde;es costeiras, garantindo a gest&atilde;o eficiente e conserva&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas e dos recursos explorados para as presentes e futuras gera&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Agradecemos aos pescadores e marisqueiras que dedicaram sua aten&ccedil;&atilde;o em conversas e entrevistas para concretiza&ccedil;&atilde;o da presente pesquisa. &Agrave;s institui&ccedil;&otilde;es locais ligadas &agrave; pesca, tais como: Col&ocirc;nia de Pesca Z-09 (Pi&uacute;ma); Instituto Hist&oacute;rico e Geogr&aacute;fico de Pi&uacute;ma (IHGP), Instituto &Aacute;gua; Secretarias de Meio Ambiente; de Pesca e Aquicultura e de Desenvolvimento do munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma. &Agrave; equipe do N&uacute;cleo de Estudos e Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental (NEEA) do Ifes, <i>campus</i> Pi&uacute;ma pelo apoio nas atividades. Esse trabalho foi financiando pela Coordenadoria de Aperfei&ccedil;oamento de N&iacute;vel Superior (CAPES) por meio de bolsa de doutorado para o primeiro autor.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <p>Andrade, J.C.P.; Schiavetti, A. (2015) - Artisanal fishing and local conflicts: the case of the &ldquo;Pedras de Una&rdquo; fishing community, Bahia, Brazil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>. 15(3):425-438. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci536" target="_blank">10.5894/rgci536</a></p>     <!-- ref --><p>Basilio, T.H.; Garcez, D.S. (2014) - A pesca artesanal no estu&aacute;rio do rio Curu, Cear&aacute; - Brasil: saber local e implica&ccedil;&otilde;es para o manejo. <i>ACTAPESCA - Acta Fisheries and Aquaculture</i> (ISSN: 2357-8068), 2(1): 42-58, S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o, SE, Brasil. Dispon&iacute;vel online em <a href="http://seer.ufs.br/index.php/actapesca/article/view/2531" target="_blank">http://seer.ufs.br/index.php/actapesca/article/view/2531</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419114&pid=S1646-8872201600020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Basilio, T.H.; Silva, E.V.; Fioresi, D, B.; Gomes, M.P.; Garcez, D.S. (2015) &ndash; Sustentabilidade das atividades pesqueiras do munic&iacute;pio de Pi&uacute;ma, litoral sul do Esp&iacute;rito Santo, Brasil. <i>Arquivos de Ci&ecirc;ncias do Mar</i>, 48(1):69&ndash;86. Fortaleza, CE, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.labomar.ufc.br/index.php?option=com_content&task=view&id=551&Itemid=48">http://www.labomar.ufc.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&id=551&amp;Itemid=48</a>.</p>     <!-- ref --><p>Begossi, A.; Camargo, E.; Carpi, Jr.,S. (2013) - Os mapas da pesca artesanal. <i>Pesqueiros e pescadores na costa do Brasil</i>. 166p. S&atilde;o Carlos, SP, Brasil. RiMA Editora, Fapesp, ISBN: 978-8576562863&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419116&pid=S1646-8872201600020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bender M.G., Floeter S.R.; Hanazaki, N. (2013) - Do traditional fishers recognise reef fish species declines? Shifting environmental baselines in Eastern Brazil. <i>Fisheries Management and Ecology</i>, 20(1):58-67. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/fme.12006" target="_blank">10.1111/fme.12006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419117&pid=S1646-8872201600020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bitencourt, C.P. (2013) - <i>Empreendimentos Costeiros de Grande Porte e conflitos no uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do solo: a zona costeira sul capixaba</i>. 305p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, ES, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419118&pid=S1646-8872201600020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bodart, C. N.; Paula, A.; Marchiori, C. C. R.; Almeida, D. M.; Guimar&atilde;es, I.M. (2014) - <i>Hist&oacute;ria e Est&oacute;rias de Pi&uacute;ma</i>. 89p., Editora Gracal, Cachoeiro de Itapemirim, ES, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419120&pid=S1646-8872201600020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bodart, C.N.; Marchiori, C.C.R. (2012) - Mem&oacute;ria, identidade e resist&ecirc;ncia: o desenvolvimento econ&ocirc;mico como amea&ccedil;a. <i>Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura</i>. (ISSN: 2178-3284), 20(23):76-86, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.cmu.unicamp.br/seer/index.php/resgate/article/view/251" target="_blank">http://www.cmu.unicamp.br/seer/index.php/resgate/article/view/251</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419122&pid=S1646-8872201600020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Bodart, C.N.; Silva, R.T. (2015) - Fabricante e remendador de reses de pesca: um olhar a partir da etnografia visual. <i>Revista Iluminuras</i>. (ISSN 1984-1191), 16(37):272&ndash;296, Porto Alegre, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/index" target="_blank">http://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/index</a></p>     <!-- ref --><p>Dias, J.A.; Mahiques, M.M.; Cearreta, A. (2012) - Gest&atilde;o Costeira: resultado de uma rela&ccedil;&atilde;o d&uacute;bia entre o homem e a natureza. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada/ Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>. 12(1):3-6. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci331" target="_blank">10.5894/rgci331</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419124&pid=S1646-8872201600020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Diegues, A.C.S. (1999) - Human population and coastal wetlands: conservation and management in Brazil. <i>Ocean & Coastal Management</i>, 42(2-4):187-210. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0964-5691(98)00053-2" target="_blank">10.1016/S0964-5691(98)00053-2</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419125&pid=S1646-8872201600020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fonteles Filho, A.A. (2011) - Oceanografia, Biologia e Din&acirc;mica populacional de Recursos Pesqueiros. 460p., Editora Express&atilde;o Gr&aacute;fica, Fortaleza, CE, Brasil. ISBN: 978.8575637890.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419126&pid=S1646-8872201600020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garcez, D.S.; S&aacute;nchez-Botero, J.I. (2005) - Comunidades de pescadores artesanais no estado do Rio Grande do Sul. <i>Revista Atl&acirc;ntica</i> (ISSN:0102-1656), 27(1):17-29, Rio Grande, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="https://www.seer.furg.br/atlantica/article/view/2201" target="_blank">https://www.seer.furg.br/atlantica/article/view/2201</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419128&pid=S1646-8872201600020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Gorayeb, A.; Silva, E.V.; Meireles, A.J.A. (2004) - Meio ambiente e condi&ccedil;&otilde;es de sustentabilidade da plan&iacute;cie F&uacute;lvio marinha do Rio Pacoti &ndash; Cear&aacute; &ndash; Brasil. <i>Geoambiente on-line</i>. (ISSN: 1679- 9860), 2(1-17), Jata&iacute;, GO, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://revistas.ufg.br/index.php/geoambiente/article/view/25861" target="_blank">http://revistas.ufg.br/index.php/geoambiente/article/view/25861</a></p>     <!-- ref --><p>IBGE (2010) - <i>Censo Populacional 2010: Cidades@</i> - Informa&ccedil;&otilde;es sobre os Munic&iacute;pios Brasileiros. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419130&pid=S1646-8872201600020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marroni, E.V.; Asmus, M.L. (2005) - <i>Gerenciamento costeiro: uma proposta para o fortalecimento comunit&aacute;rio na gest&atilde;o ambiental</i>. 149p., Editoras da Uni&atilde;o Sul Am&eacute;rica de Estudos da Biodiversidade, UESB, Pelotas, RS, Brasil. ISBN: 85-89985067&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419131&pid=S1646-8872201600020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Martins. A.S.; Santos, L.B. Pizetta, G.T. Monjardim, C.; Doxsey, J.R. (2009) - Interdisciplinary assessment of the status quo of the marine fishery systems in the stat of Esp&iacute;rito Santo, Brazil, using RAPFISH. <i>Journal of Applied Ichthyology</i>. 25(3):269- 276. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1439-0426.2009.01305.x" target="_blank">10.1111/j.1439-0426.2009.01305.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419132&pid=S1646-8872201600020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mateo, J.; Silva, E.V.; Cavalcanti, A.P.B. (2004) - <i>Geoecologia das Paisagens: Uma vis&atilde;o geossist&ecirc;mica da an&aacute;lise ambiental</i>. 222p., Editora da UFC, Fortaleza, CE, Brasil. ISBN: 85-72821481&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419133&pid=S1646-8872201600020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mateo, J.; Silva, E. V. (2013) - <i>Planejamento e gest&atilde;o ambiental: subs&iacute;dios da geoecologia das paisagens e da teoria geossist&ecirc;mica</i>. 370p., Edi&ccedil;&otilde;es da UFC, Fortaleza, CE, Brasil. ISBN: 978-8572824781&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419134&pid=S1646-8872201600020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>McConney, P.; Medeiros, R.P.; Pena, M. (2014) - <i>Enhancing stewardship in small-scale fisheries: practices and perspectives</i>. Cermes, Technical Report, Barbados: 73: (16-21). Dispon&iacute;vel online em <a href="http://www.cavehill.uwi.edu/cermes/news/technical-reports.aspx" target="_blank">http://www.cavehill.uwi.edu/cermes/news/technical-reports.aspx</a></p>     <!-- ref --><p>MPA (2015) - <i>Registro geral da atividade pesqueira</i>. Sistema Nacional de Informa&ccedil;&otilde;es da Pesca e Aquicultura. Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura (MPA), Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://sinpesq.mpa.gov.br/rgp/" target="_blank">http://sinpesq.mpa.gov.br/rgp/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419136&pid=S1646-8872201600020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Netto, R.F.; Di Beneditto, A.P.M. (2007) - Diversidade de artefatos da pesca artesanal marinha do Esp&iacute;rito Santo. <i>Biotemas</i>. (ISSN: 0103 &ndash; 1643), 20(2):107-119, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/20736" target="_blank">https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/20736</a></p>     <!-- ref --><p>Paulics V. (2001) - Escola de Pesca de Pi&uacute;ma. 20 Experi&ecirc;ncias de gest&atilde;o p&uacute;blica e cidadania. In: Farah, M.F.S; Barboza, H.B. <i>Programa de Gest&atilde;o P&uacute;blica e cidadania</i>, 284p., S&atilde;o Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419139&pid=S1646-8872201600020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pinheiro, H.T.; Ferreira, A.L.; Molina, R.P.; Protti, L.M.C.; Zanardo, S.C.; Joyeux, J.C.; Doxsey, J.R. (2009) - Profile of social actors as a tool the definition of marine protected areas the case of the Ilha dos Franceses, Southern coast of Esp&iacute;rito Santo, Brazil. <i>Natureza & Conserva&ccedil;&atilde;o</i> (ISSN: 2178-3675), 7(1):181-194, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.abeco.org.br/natureza-e-conservacao/author-guidelines" target="_blank">http://www.abeco.org.br/natureza-e-conservacao/author-guidelines</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419141&pid=S1646-8872201600020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Pinto, M.F.; Nascimento, J.L.J.; Bringel, P.C.F.; Meireles, A.J.A. (2014). Quando os conflitos socioambientais caracterizam um territ&oacute;rio? <i>Gaia Scientia</i> (ISSN: 1981-1268), Ed. Espe. Popula&ccedil;&otilde;es tradicionais: 272 &ndash; 288. Jo&atilde;o Pessoa, PB, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/gaia/index" target="_blank">http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/gaia/index</a></p>     <!-- ref --><p>Polette, M.; Silva, L.P. (2003) - GESAMP, ICAM e PNGC - An&aacute;lise comparativa entre as metodologias de gerenciamento costeiro integrado. <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura</i> (ISSN: 0009-6725), 55(4):27- 31, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia, Campinas, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v55n4/a17v55n4.pdf" target="_blank">http://cienciaecultura.bvs.br/pdf/cic/v55n4/a17v55n4.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419143&pid=S1646-8872201600020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Portz, L.; Rockett, G.C.; Franchini, R.A.L.; Manzolli, R.P.; Gruber, N.L.S. (2014) -Gest&atilde;o de dunas costeiras: o uso de sistema de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas (SIG) na implanta&ccedil;&atilde;o de planos de gest&atilde;o no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>. 14(3):517-534. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci445" target="_blank">10.5894/rgci445</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419144&pid=S1646-8872201600020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rocha, K.S.; Silva, R.V.; Freitas, R.R. (2012) - Uma an&aacute;lise da percep&ccedil;&atilde;o ambiental e transforma&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica de uma comunidade de pescadores artesanais em regi&atilde;o estuarina no sudeste do Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>. 12(4):535- 543. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci388" target="_blank">10.5894/rgci388</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419145&pid=S1646-8872201600020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, M.P.N.; Seixas, S.; Aggio, R.B.M.; Hanazaki, N.; Costa, M.; Schiavetii, A.; Dias, J.A.; Azeiteiro, U. (2012) - A pesca enquanto atividade humana: pesca artesanal e sustentabilidade. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i>. 12(4):405-427. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci385" target="_blank">10.5894/rgci385</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419146&pid=S1646-8872201600020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, J.S.; Sampaio, J.L.F. (2004) - Desafios na constru&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade sociespacial das comunidades litor&acirc;neas. 203p - In: Mattos, K.S.L; Sampaio J.L.F. (org.), <i>Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental em Tempos de Semear</i>, pp.32-44, Editora da UFC, Fortaleza, CE, Brasil. ISBN:85-72821503&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419147&pid=S1646-8872201600020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sodr&eacute;, F.N.G.A.S.; Freitas, R.R.; Rezende, V.L.F.M. (2008) - Hist&oacute;rico e desenvolvimento da maricultura no estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil. <i>Revista Brasileira de Agroecologia</i>. (ISSN: 1980- 9735), (3):36-46. Cruz Alta, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.aba-agroecologia.org.br/revistas/index.php/rbagroecologia/article/view/7543" target="_blank">http://www.aba-agroecologia.org.br/revistas/index.php/rbagroecologia/article/view/7543</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419148&pid=S1646-8872201600020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Teixeira, J.B.; Lima, A.C; Boechat, F.B.; Rodrigues, R.L. (2012) - Potencialidade social e econ&ocirc;mica da pesca e maricultura no estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management</i> 12(4):569 &ndash; 575. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci372" target="_blank">10.5894/rgci372</a></p>     <p>Teixeira, J.B.; Martins, A.S.; Pinheiro, H.T.; Secchin, N.A.; Moura, R.L.; Bastos, A.C. (2013) - Traditional ecological knowledge and the mapping of benthic marine habitats. <i>Journal of Environmental Management</i>. 115:241&ndash;250. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jenvman.2012.11.020" target="_blank">10.1016/j.jenvman.2012.11.020</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>UFES; MPA (2013) - <i>Boletim Estat&iacute;stico da Pesa do Esp&iacute;rito Santo, ano 2011. Programa de estat&iacute;stica pesqueira do Esp&iacute;rito Santo</i>. 94p., Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES); Minist&eacute;rio da Pesca E Aquicultura (MPA). Silva, M.H.; Soares, G.S.S (Ed.). Vit&oacute;ria: Editora da UFES, Vit&oacute;ria, ES, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.bc.ufes.br/" target="_blank">http://www.bc.ufes.br/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419151&pid=S1646-8872201600020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><b>Legisla&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p><i>Decreto no 4.340, de 22 de agosto de 2002</i> - Regulamenta artigos da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que disp&otilde;e sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza - SNUC, e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o - Se&ccedil;&atilde;o 1 - 23/08/2002, p.9. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4340.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4340.htm</a>.</p>     <p>Lei n&deg; 11.959 de 29 de junho de 2009. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (ISSN:1677-7042). Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura (MPA), Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11959.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11959.htm</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a>Submission:12 FEB 2015; Peer review: 17 MAR 2015; Revised: 12 AUG 2015; Accepted: 12 OCT 2015; Available on-line: 26 OCT 2015</p>     <p><b>Anexo</b></p>     <p>This article contains supporting information online at <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-586_Basilio_Supporting-Information.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-586_Basilio_Supporting-Information.pdf</a></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.C.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schiavetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Artisanal fishing and local conflicts: the case of the &#8220;Pedras de Una&#8221; fishing community, Bahia, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2015</year>
<volume>15</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>425-438</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Basilio]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcez]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A pesca artesanal no estuário do rio Curu, Ceará - Brasil: saber local e implicações para o manejo]]></article-title>
<source><![CDATA[ACTAPESCA - Acta Fisheries and Aquaculture]]></source>
<year>2014</year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>42-58</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Cristóvão ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Basilio]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fioresi]]></surname>
<given-names><![CDATA[D, B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcez]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sustentabilidade das atividades pesqueiras do município de Piúma, litoral sul do Espírito Santo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Arquivos de Ciências do Mar]]></source>
<year>2015</year>
<volume>48</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>69-86</page-range><publisher-loc><![CDATA[Fortaleza ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Begossi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Camargo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carpi, Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Os mapas da pesca artesanal: Pesqueiros e pescadores na costa do Brasil]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Carlos^eSP SP]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[RiMA EditoraFapesp]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bender]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Floeter]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hanazaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Do traditional fishers recognise reef fish species declines?: Shifting environmental baselines in Eastern Brazil.]]></article-title>
<source><![CDATA[Fisheries Management and Ecology]]></source>
<year>2013</year>
<volume>20</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>58-67</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bitencourt]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Empreendimentos Costeiros de Grande Porte e conflitos no uso e ocupação do solo: a zona costeira sul capixaba]]></source>
<year>2013</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bodart]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paula]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marchiori]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guimarães]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[História e Estórias de Piúma]]></source>
<year>2014</year>
<publisher-loc><![CDATA[Cachoeiro de Itapemirim^eES ES]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Gracal]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bodart]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marchiori]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.C.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Memória, identidade e resistência: o desenvolvimento econômico como ameaça]]></article-title>
<source><![CDATA[Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura]]></source>
<year>2012</year>
<volume>20</volume>
<numero>2178-3284</numero><numero>23</numero>
<issue>2178-3284</issue><issue>23</issue>
<page-range>76-86</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bodart]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fabricante e remendador de reses de pesca: um olhar a partir da etnografia visual]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Iluminuras]]></source>
<year>2015</year>
<volume>16</volume>
<numero>37</numero>
<issue>37</issue>
<page-range>272-296</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mahiques]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cearreta]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão Costeira: resultado de uma relação dúbia entre o homem e a natureza]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada/ Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2012</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Diegues]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.C.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Human population and coastal wetlands: conservation and management in Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Ocean & Coastal Management]]></source>
<year>1999</year>
<volume>42</volume>
<numero>2-4</numero>
<issue>2-4</issue>
<page-range>187-210</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fonteles Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Oceanografia, Biologia e Dinâmica populacional de Recursos Pesqueiros]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Fortaleza^eCE CE]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Expressão Gráfica]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcez]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sánchez-Botero]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comunidades de pescadores artesanais no estado do Rio Grande do Sul]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Atlântica]]></source>
<year>2005</year>
<volume>27</volume>
<numero>0102-1656</numero><numero>1</numero>
<issue>0102-1656</issue><issue>1</issue>
<page-range>17-29</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio Grande ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gorayeb]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meireles]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.J.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Meio ambiente e condições de sustentabilidade da planície Fúlvio marinha do Rio Pacoti - Ceará - Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Geoambiente on-line]]></source>
<year>2004</year>
<volume>2</volume>
<numero>1-17</numero>
<issue>1-17</issue>
<publisher-loc><![CDATA[Jataí ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Censo Populacional 2010: Cidades@]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro^eRJ RJ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Informações sobre os Municípios Brasileiros. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marroni]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Asmus]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Gerenciamento costeiro: uma proposta para o fortalecimento comunitário na gestão ambiental]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Pelotas^eRS RS]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editoras da União Sul América de Estudos da Biodiversidade, UESB]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pizetta]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monjardim]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doxsey]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interdisciplinary assessment of the status quo of the marine fishery systems in the stat of Espírito Santo, Brazil, using RAPFISH]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Ichthyology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>25</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>269- 276</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mateo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cavalcanti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.P.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Geoecologia das Paisagens: Uma visão geossistêmica da análise ambiental]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Fortaleza^eCE CE]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora da UFC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mateo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Planejamento e gestão ambiental: subsídios da geoecologia das paisagens e da teoria geossistêmica]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Fortaleza^eCE CE]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições da UFC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McConney]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Medeiros]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pena]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Enhancing stewardship in small-scale fisheries: practices and perspectives]]></source>
<year>2014</year>
<volume>73</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>MPA</collab>
<source><![CDATA[Registro geral da atividade pesqueira]]></source>
<year>2015</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília^eDF DF]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA)]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Netto]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Di Beneditto]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.P.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diversidade de artefatos da pesca artesanal marinha do Espírito Santo]]></article-title>
<source><![CDATA[Biotemas]]></source>
<year>2007</year>
<volume>20</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>107-119</page-range><publisher-loc><![CDATA[Florianópolis ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paulics]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escola de Pesca de Piúma: 20 Experiências de gestão pública e cidadania]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Farah]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.F.S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barboza]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Programa de Gestão Pública e cidadania]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo^eSP SP]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Molina]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Protti]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.M.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zanardo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Joyeux]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doxsey]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Profile of social actors as a tool the definition of marine protected areas the case of the Ilha dos Franceses, Southern coast of Espírito Santo, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Natureza & Conservação]]></source>
<year>2009</year>
<volume>7</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>181-194</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bringel]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.C.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meireles]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.J.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Quando os conflitos socioambientais caracterizam um território?]]></article-title>
<source><![CDATA[Gaia Scientia]]></source>
<year>2014</year>
<page-range>272 - 288</page-range><publisher-loc><![CDATA[João Pessoa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Polette]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[GESAMP, ICAM e PNGC: Análise comparativa entre as metodologias de gerenciamento costeiro integrado]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Cultura]]></source>
<year>2003</year>
<volume>55</volume>
<page-range>27- 31</page-range><publisher-loc><![CDATA[Campinas ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Portz]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rockett]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Franchini]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Manzolli]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gruber]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.L.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão de dunas costeiras: o uso de sistema de informações geográficas (SIG) na implantação de planos de gestão no litoral do Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2014</year>
<volume>14</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>517-534</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma análise da percepção ambiental e transformação socioeconômica de uma comunidade de pescadores artesanais em região estuarina no sudeste do Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2012</year>
<volume>12</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>535- 543</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.P.N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Seixas]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aggio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.B.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hanazaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schiavetii]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Azeiteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[U.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A pesca enquanto atividade humana: pesca artesanal e sustentabilidade]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2012</year>
<volume>12</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>405-427</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desafios na construção da sustentabilidade sociespacial das comunidades litorâneas]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Mattos]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.S.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Educação Ambiental em Tempos de Semear]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>32-44</page-range><publisher-loc><![CDATA[Fortaleza^eCE CE]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora da UFC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sodré]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.N.G.A.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rezende]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.L.F.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Histórico e desenvolvimento da maricultura no estado do Espírito Santo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Agroecologia]]></source>
<year>2008</year>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>36-46</page-range><publisher-loc><![CDATA[Cruz Alta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Boechat]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencialidade social e econômica da pesca e maricultura no estado do Espírito Santo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management]]></source>
<year>2012</year>
<volume>12</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>569 - 575</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Secchin]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bastos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Traditional ecological knowledge and the mapping of benthic marine habitats]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Environmental Management]]></source>
<year>2013</year>
<volume>115</volume>
<page-range>241-250</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>UFES</collab>
<collab>MPA</collab>
<source><![CDATA[Boletim Estatístico da Pesa do Espírito Santo, ano 2011: Programa de estatística pesqueira do Espírito Santo]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Vitória^eESVitória ES]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)Ministério da Pesca E Aquicultura (MPA)Editora da UFES]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
