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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Capacidade de carga de uma praia sob o impacto do processo de erosão costeira (praia do Icaraí): Subsídios para o gerenciamento costeiro do estado do Ceará, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Icaraí beach, located in the municipality of Caucaia-CE, is an important tourism destination and because of that we are experiencing an intense exploitation of its environmental resources. This scenario is worsened due to the ongoing process of coastal erosion observed in the entire stretch of the Icaraí beach, significantly reducing the space for leisure and recreation activities. In this context, this study aims to evaluate the carrying capacity of the Icaraí beach for recreation, using the methods of physical carrying capacity (the number of individuals who can be physically supported) and social carrying capacity (individual perception regarding congestion levels in the beach), in order to generate useful information for the management plans that prioritize the better planning and management of the coastal area. The methodological approach consisted of data collection, compilation and analysis, using techniques of field measurements (to estimate the area occupied by the users), counting people and equipments and analyzing photo-images (to accurately monitor the flow of beach users). It was interviewed 500 beach users in order to capture individual's perception and behavior regarding the level of congestion and attributes in the Icaraí beach. The results showed an unequal occupation of users in the coastal beach, showing that the carrying capacity is still at tolerable level (9.8 m² user). However, in some portions of the beach, the carrying capacity has reached the saturation level (3.5 m² user), thus reaching critical congestion level and jeopardizing the quality of the user experience. Therefore, it is necessary to take measures aiming at balancing the use and users' occupation along the waterfront, with a better distribution of the infrastructure and equipment in the coastal Icaraí beach.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Capacidade de carga Física]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p>     <p><b>Capacidade de carga de uma praia sob o impacto do processo de eros&atilde;o costeira (praia do Icara&iacute;). Subs&iacute;dios para o gerenciamento costeiro do estado do Cear&aacute;, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p><b>Carrying capacity of a beach under the impact of the coastal erosion process (Icara&iacute; Beach). Subsidies for the coastal management in the state of Cear&aacute;, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Elana Carolina de Souza Medeiros<sup>@, 1</sup>; Luis Parente Maia<sup>1</sup>; Rog&eacute;rio C&eacute;sar Pereira de Ara&uacute;jo<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author to whom correspondence should be addressed: &lt;<a href="mailto:flaviamlb@gmail.com">flaviamlb@gmail.com</a>&gt;    <br>     <sup>1</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), Instituto de Ci&ecirc;ncias do Mar (LABOMAR), Avenida da Aboli&ccedil;&atilde;o, 3207, Meireles - Fortaleza, CE, Brasil.    <br>     <sup>2</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), Departamento de Economia Agr&iacute;cola. Avenida Mister Hull, 2977, Campus do Pici - Fortaleza, CE, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>A praia do Icara&iacute;, localizada no munic&iacute;pio de Caucaia-CE, &eacute; um destino tur&iacute;stico importante e, por conta disto, est&aacute; enfrentando um intenso processo de explora&ccedil;&atilde;o de seus recursos ambientais. Este cen&aacute;rio agrava-se devido ao permanente processo de eros&atilde;o costeira observado em todo o trecho da praia, reduzindo significantemente o espa&ccedil;o destinado ao lazer dos usu&aacute;rios. Neste contexto, o presente trabalho visa avaliar a capacidade de carga f&iacute;sica e social da praia do Icara&iacute;, a fim de fornecer subs&iacute;dios aos planos de gerenciamento que priorizem a organiza&ccedil;&atilde;o do uso do espa&ccedil;o litor&acirc;neo. A abordagem metodol&oacute;gica utilizou t&eacute;cnicas de medidas de campo, contagens do n&uacute;mero de pessoas e equipamentos de infraestrutura, al&eacute;m de foto-filmagem. Somado a isto, foram aplicados 500 question&aacute;rios aos utentes da praia em quest&atilde;o. Os resultados evidenciaram uma ocupa&ccedil;&atilde;o desigual destes na faixa costeira da praia, com exibi&ccedil;&atilde;o de uma capacidade de carga ainda em n&iacute;vel toler&aacute;vel (9,8 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio). Por&eacute;m, em alguns trechos da praia, essa capacidade alcan&ccedil;ou o n&iacute;vel de satura&ccedil;&atilde;o (3,5 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio), atingindo n&iacute;vel cr&iacute;tico de congestionamento, com preju&iacute;zo da qualidade da experi&ecirc;ncia dessas pessoas que declararam prefer&ecirc;ncias por praias de congestionamento reduzido.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Capacidade de carga F&iacute;sica; Capacidade de carga Social; Espa&ccedil;o Litor&acirc;neo.</p> <hr size="1" noshade>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The Icara&iacute; beach, located in the municipality of Caucaia-CE, is an important tourism destination and because of that we are experiencing an intense exploitation of its environmental resources. This scenario is worsened due to the ongoing process of coastal erosion observed in the entire stretch of the Icara&iacute; beach, significantly reducing the space for leisure and recreation activities. In this context, this study aims to evaluate the carrying capacity of the Icara&iacute; beach for recreation, using the methods of physical carrying capacity (the number of individuals who can be physically supported) and social carrying capacity (individual perception regarding congestion levels in the beach), in order to generate useful information for the management plans that prioritize the better planning and management of the coastal area. The methodological approach consisted of data collection, compilation and analysis, using techniques of field measurements (to estimate the area occupied by the users), counting people and equipments and analyzing photo-images (to accurately monitor the flow of beach users). It was interviewed 500 beach users in order to capture individual&rsquo;s perception and behavior regarding the level of congestion and attributes in the Icara&iacute; beach. The results showed an unequal occupation of users in the coastal beach, showing that the carrying capacity is still at tolerable level (9.8 m<sup>2</sup>/user). However, in some portions of the beach, the carrying capacity has reached the saturation level (3.5 m<sup>2</sup>/user), thus reaching critical congestion level and jeopardizing the quality of the user experience. Therefore, it is necessary to take measures aiming at balancing the use and users&rsquo; occupation along the waterfront, with a better distribution of the infrastructure and equipment in the coastal Icara&iacute; beach.</p>     <p><b>Key words:</b> Physical carrying capacity; Social carrying capacity; coastal space</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>As &aacute;reas costeiras, devido aos seus in&uacute;meros atrativos, s&atilde;o consideradas ambientes valiosos para os mais diversos prop&oacute;sitos, tais como turismo, recrea&ccedil;&atilde;o e moradia (MacLeod <i>et al.</i>, 2002; Coriolano & Silva, 2005; Ergin <i>et al.</i>, 2006). Como conseq&uuml;&ecirc;ncia, esses ecossistemas est&atilde;o sendo submetidos a um intenso processo de explora&ccedil;&atilde;o de seus recursos, causando degrada&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel s&oacute;cio-ambiental, em alguns casos de forma irrevers&iacute;vel (Laskshmi & Rajagopolan, 2000; Silva, 2002; Orams, 2003; Coriolano, 2008; Zacarias, 2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na busca do uso sustent&aacute;vel dos ecossistemas costeiros, o ordenamento do espa&ccedil;o apresenta-se como uma abordagem importante para disciplinar seu uso e mitigar os impactos e as externalidades ambientais. Neste sentido, a mensura&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga torna-se essencial para a quantifica&ccedil;&atilde;o da intensidade de uso e elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de gerenciamento do espa&ccedil;o (Silva, 2002; Silva <i>et al.</i>, 2009; Zacarias, 2013).</p>     <p>A capacidade de carga &eacute; definida como o n&uacute;mero m&aacute;ximo de pessoas que pode visitar, em simult&acirc;neo, determinada regi&atilde;o sem destruir as condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, ecol&oacute;gicas, econ&oacute;micas e socioculturais e sem causar redu&ccedil;&atilde;o inaceit&aacute;vel da satisfa&ccedil;&atilde;o dos visitantes (Zacarias, 2013). A sua determina&ccedil;&atilde;o requer informa&ccedil;&atilde;o referente aos recursos e &agrave; infraestrutura dispon&iacute;vel, sendo extremamente influenciada pela sazonalidade, per&iacute;odo do dia, qualidade dos recursos explorados, equipamentos existentes e a satisfa&ccedil;&atilde;o dos utilizadores (Clark, 1996; Ceballos-Lascurain, 1998).</p>     <p>Ao se analisar os par&acirc;metros do n&uacute;mero &oacute;timo de visitantes que dedo destino pode acolher, deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o a percep&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios do local em rela&ccedil;&atilde;o ao ponto em que a infraestrutura e as condi&ccedil;&otilde;es naturais se tornam insuficientes para satisfazer suas necessidades, originando assim, impactos negativos (Batta, 2000; Murphy, 2001; Coccossis, 2004; Kallis & Coccossis, 2004; Silva <i>et al.</i>, 2009).</p>     <p>A import&acirc;ncia desse conceito para a compreens&atilde;o dos limites aceit&aacute;veis de uso tem sido demonstrada por in&uacute;meros estudos sobre a capacidade de carga em &aacute;reas recreativas e tur&iacute;sticas (Wagar, 1974; Burch & Graefe, 1984; Brown <i>et al.</i>, 1997; De Ruyck <i>et al.</i>, 1997; Pires, 2005; Lessa, 2006; Ruschmann <i>et al.</i>, 2008; Silva <i>et al.</i>, 2009; Silva <i>et al.</i>, 2012; Zacarias, 2013; Pessoa <i>et al.</i>, 2013).</p>     <p>Com o prop&oacute;sito de investigar a capacidade de carga de praias no litoral do Cear&aacute;, este estudo prop&otilde;e-se a estimar a capacidade de carga f&iacute;sica e social da praia do Icara&iacute;, localizada no munic&iacute;pio de Caucaia, litoral oeste do estado. Esta praia se constitui em um destino tur&iacute;stico e recreativo importante da regi&atilde;o metropolitana de Fortaleza e que tem atra&iacute;do grande interesse de v&aacute;rios setores da economia (recrea&ccedil;&atilde;o, veraneio, turismo e hotelaria).</p>     <p>O distrito de Icara&iacute; e suas praias, em Caucaia, t&ecirc;m uma posi&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica por estar entre Fortaleza, que re&uacute;ne a maior demanda tur&iacute;stica do estado, e S&atilde;o Gon&ccedil;alo do Amarante, munic&iacute;pio onde projetos de infraestrutura de elevados investimentos est&atilde;o sendo implantados, tais como o Complexo Industrial Portu&aacute;rio do Pec&eacute;m, Termoel&eacute;tricas e Sider&uacute;rgica. Os turistas, visitantes e trabalhadores da ind&uacute;stria encontram no litoral de Caucaia as condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis &agrave; moradia e a atividades tur&iacute;sticas e de recrea&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Como resultado, essa &aacute;rea vem sofrendo os efeitos da elevada especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria, ocupa&ccedil;&atilde;o desordenada da orla e elevado fluxo tur&iacute;stico e recreativo, acarretando s&eacute;rios problemas de cunho f&iacute;sico, ambiental, social e econ&ocirc;mico. Somado a isto, observa-se a eros&atilde;o costeira que avan&ccedil;a sobre a faixa de praia, causando a destrui&ccedil;&atilde;o de barracas de praia e casas de veraneio em todo o trecho da praia do Icara&iacute; (Ara&uacute;jo, 2013).</p>     <p>Nos &uacute;ltimos 10 anos, esta praia vem passando por uma s&eacute;rie de mudan&ccedil;as em decorr&ecirc;ncia dos processos erosivos (Farias & Maia, 2010). Por exemplo, cerca de 20 barracas de praia foram destru&iacute;das, al&eacute;m de outras edifica&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e privadas. Em 2011, com recursos p&uacute;blicos, foi instalado um dissipador de energia do tipo Bagwall de 1.370 km, paralelamente &agrave; linha da costa, na tentativa de reduzir os impactos causados pela eros&atilde;o costeira na &aacute;rea (Paula <i>et al.</i>, 2013).</p>     <p>Com isso, as barracas de praia, antes distribu&iacute;das ao longo de toda orla, agora se concentram somente no trecho protegido pela obra de contens&atilde;o a eros&atilde;o, acarretando uma sobre explora&ccedil;&atilde;o desta &aacute;rea a n&iacute;veis cr&iacute;ticos do ponto de vista ambiental (degrada&ccedil;&atilde;o ambiental) e social (redu&ccedil;&atilde;o da qualidade recreativa e tur&iacute;stica).</p>     <p>Dada a situa&ccedil;&atilde;o atual da &aacute;rea de estudo, esta pesquisa &eacute; motivada pela necessidade de determinar limites para as atividades recreativas da praia do Icara&iacute;, sendo que a explora&ccedil;&atilde;o de tais limites faz aumentar os riscos de satura&ccedil;&atilde;o das infraestruturas e equipamentos tur&iacute;stico/ recreativo, resultando na redu&ccedil;&atilde;o da qualidade de experi&ecirc;ncia dos utilizadores da praia em quest&atilde;o. Portanto, o objetivo deste estudo &eacute; obter a capacidade de carga f&iacute;sica e social da praia do Icara&iacute;, atrav&eacute;s de uma abordagem de diagn&oacute;stico da realidade local. Com isso, entender a din&acirc;mica f&iacute;sica e social da referida praia, para subsidiar planos de gest&atilde;o local, a fim de elevar a qualidade de vida e ambiental &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es que ali vivem ou visitam.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Materiais e m&eacute;todos</b></p>     <p><b>2.1 &Aacute;rea de estudo</b></p>     <p>A praia do Icara&iacute; est&aacute; situada em Caucaia, munic&iacute;pio que faz parte da Regi&atilde;o Metropolitana de Fortaleza, capital do estado do Cear&aacute; (<a href="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>). Tem aproximadamente 4 km de extens&atilde;o de faixa de praia arenosa e, em alguns trechos, est&atilde;o presentes fal&eacute;sias de eros&atilde;o marinha na parte frontal. Paralelamente &agrave; linha de costa, observa- se o afloramento frequente de rochas de praia (<i>beach rocks</i>) (Paula <i>et al.</i>, 2013). Est&aacute; situada a 20 km de Fortaleza e pode ser acessada por meio das rodovias BR-222, BR-020 e CE-085.</p>     
<p>Esta praia sofre os efeitos de processos erosivos que est&atilde;o vinculados &agrave;s a&ccedil;&otilde;es de natureza antr&oacute;pica, especialmente as que resultam na insufici&ecirc;ncia no abastecimento sedimentar ao litoral (Farias & Maia, 2010). A fixa&ccedil;&atilde;o da orla mar&iacute;tima de Fortaleza, atrav&eacute;s da implanta&ccedil;&atilde;o de s&eacute;ries de dose espig&otilde;es, e a ocupa&ccedil;&atilde;o urbana desordenada sobre os campos de dunas, ocasionaram a obstru&ccedil;&atilde;o do fluxo sedimentar que abasteciam o litoral de Caucaia de acordo a deriva litor&acirc;nea e transporte e&oacute;lico (Lima, 2002).</p>     <p>A intensifica&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos na praia do Icara&iacute; reduziu 300 metros de faixa de praia com recuo de linha de costa de -3.3 m/ano, caracterizando-a como &aacute;rea de elevado grau de vulnerabilidade &agrave; eros&atilde;o marinha (Farias & Maia, 2010).</p>     <p>Outro fator que afeta a din&acirc;mica da praia do Icara&iacute; &eacute; o intenso processo de ocupa&ccedil;&atilde;o humana que teve in&iacute;cio a partir de 1960. Isto tem ocorrido devido ao estabelecimento de resid&ecirc;ncia secund&aacute;ria pela elite cearense em busca de usufruir dos espa&ccedil;os &agrave; beira-mar (Lima, 2002). Em decorr&ecirc;ncia, Icara&iacute; tornou-se o principal destino da ocupa&ccedil;&atilde;o veranista da Regi&atilde;o Metropolitana de Fortaleza (Teles, 2005).</p>     <p>Somado a isso, os fluxos tur&iacute;sticos encontraram na Praia do Icara&iacute; as condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis para as atividades de recrea&ccedil;&atilde;o, lazer e a pr&aacute;tica de esportes n&aacute;uticos (Dantas <i>et al.</i>, 2008). Esta praia oferece as condi&ccedil;&otilde;es de ventos apropriadas para o wind surf e o kite surf, tendo sido apontada como um dos melhores lugares do mundo para a pr&aacute;tica desses esportes (Silveira & Dantas, 2010).</p>     <p>Conforme o relat&oacute;rio de indicadores tur&iacute;sticos elaborado pela Secretaria do Turismo do Estado do Cear&aacute; - SETUR, Caucaia &eacute; o munic&iacute;pio mais visitado por turistas que ingressam ao Cear&aacute;, sendo a praia do Icara&iacute; a quarta mais visitada do estado (SETUR, 2013).</p>     <p><b>2.2 Avalia&ccedil;&atilde;o da Capacidade de Carga</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Ruschmann <i>et al.</i> (2008), a an&aacute;lise da capacidade de carga &eacute; obtida atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o dos aspectos quantitativos e qualitativos do ambiente. Os aspectos quantitativos relacionam-se com o volume total do fluxo de visitantes que procuram os servi&ccedil;os recreativos do s&iacute;tio enquanto os aspectos qualitativos dizem respeito quanto &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es do ambiente em prover satisfatoriamente os servi&ccedil;os recreativos buscados pelos visitantes. Portanto, a capacidade de carga pode ser mensurada, tanto no tocante aos aspectos f&iacute;sicos quanto aos aspectos sociais.</p>     <p>Os m&eacute;todos utilizados nesta pesquisa envolvem as vari&aacute;veis que descrevem a capacidade de carga f&iacute;sica e a capacidade de carga social da praia do Icara&iacute;, de acordo com Ruschmann <i>et al.</i> (2008), os quais s&atilde;o descritos separadamente a seguir.</p>     <p><b>2.2.1 Capacidade de Carga F&iacute;sica</b></p>     <p>A Capacidade de Carga F&iacute;sica (CCF) ou densidade de praia &eacute; definida como a &aacute;rea de praia, medido em m<sup>2</sup>, dispon&iacute;vel ao usu&aacute;rio para desenvolver uma atividade espec&iacute;fica de lazer ou recrea&ccedil;&atilde;o. Esta medida expressa o n&iacute;vel de congestionamento na praia, ou seja, a rela&ccedil;&atilde;o entre a &aacute;rea de cada setor e o n&uacute;mero de freq&uuml;entadores. Matematicamente, a capacidade de carga f&iacute;sica &eacute; definida pela seguinte f&oacute;rmula:</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="e1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06e1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>onde: CCFz &eacute; a capacidade de carga da zona z; Az &eacute; a &aacute;rea da zona z; Vz &eacute; o n&uacute;mero de visitantes da zona z; e z &eacute; o tipo de zona, podendo ser zona do solarium, ativa ou surf.</p>     <p>Para classificar uma praia, segundo seu grau de congestionamento, utiliza-se a classifica&ccedil;&atilde;o do Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR, 1975), que a partir de 2003 passou a fazer parte do Minist&eacute;rio do Turismo, e que estabelece seis n&iacute;veis de congestionamento, como mostra o <a href="#t1">Tabela 1</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O grau de congestionamento varia numa escala qualitativa compreendendo cinco n&iacute;veis, de <i>Muito Confort&aacute;vel a Intoler&aacute;vel</i>, que correspondem a uma escala de capacidade de carga variando de 25 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio a 2 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio. Portanto, quanto maior o valor da capacidade de carga, maior o n&iacute;vel de conforto desfrutado pelo usu&aacute;rio, o que significa que ele tem uma &aacute;rea maior dispon&iacute;vel para que possa desenvolver suas atividades de lazer e recrea&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A faixa de praia eleita para a pesquisa foi a correspondente &agrave; obra de conten&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o costeira, onde se concentram treze do total de dezesseis barracas de praia ao longo da orla da praia do Icara&iacute;, sendo o trecho de maior utiliza&ccedil;&atilde;o recreativa de toda &aacute;rea. Para facilitar os procedimentos de contagem dos utentes, primeiramente, dividiu-se esta faixa de praia em tr&ecirc;s setores, cada setor medindo 100 metros de comprimento, sendo ent&atilde;o medidas em cada um deles as suas larguras inicial e final.</p>     <p>A partir desses valores foi calculada a &aacute;rea de cada setor, identificados como: Setor 1, Setor 2 e Setor 3. Por sua vez, cada setor foi subdividido em zonas de aptid&atilde;o de uso, seguindo as recomenda&ccedil;&otilde;es de Polette & Raucci (2003), Silva <i>et al.</i> (2008), Silva <i>et al.</i> (2009) e Silva et al. (2012). Desta forma, as zonas de aptid&atilde;o s&atilde;o:</p> <ul>       <li>Zona <i>Solarium</i>: chamada tamb&eacute;m de zona de p&oacute;spraia, onde as pessoas tomam banho de sol e usam cadeiras e sombreiros;</li>       <li>Zona Ativa: denominada tamb&eacute;m de face da praia, onde os usu&aacute;rios desenvolvem atividades desportivas tais como caminhadas/corridas, frescobol e futebol.</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Respeitando as divis&otilde;es de setores e zonas, efetuou-se a contagem do n&uacute;mero de pessoas ao longo do dia. A coleta de dados ocorreu durante a alta esta&ccedil;&atilde;o (per&iacute;odo de f&eacute;rias), nos dias de domingo (dia de maior fluxo de visita&ccedil;&atilde;o semanal), correspondendo aos meses de novembro e dezembro de 2011, janeiro e fevereiro de 2012. Os procedimentos para demarca&ccedil;&atilde;o dos setores e suas &aacute;reas e contagem do n&uacute;mero de pessoas realizaram-se de hora em hora a partir das 8 horas at&eacute; &agrave;s 17:00 horas. Para isto, foram utilizados recursos como contagem presencial, imagem, fotografias e filmagens.</p>     <p><b>2.2.2 Capacidade de Carga Social (CCS)</b></p>     <p>A Capacidade de Carga Social (CCS) &eacute; mensurada em fun&ccedil;&atilde;o do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o do utente com rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de congestionamento. Esta medida &eacute; comparada com o n&iacute;vel de congestionamento ideal que &eacute; declarada por este. Desta forma, pode-se aferir a magnitude com que o grau de congestionamento percebido pelo usu&aacute;rio difere do n&iacute;vel ideal desejado pelo mesmo.</p>     <p>Para ser poss&iacute;vel explicar a varia&ccedil;&atilde;o na percep&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga social, foram coletadas tamb&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre as formas de uso da praia feitas pelos usu&aacute;rios, sua percep&ccedil;&atilde;o sobre a qualidade dos bens e servi&ccedil;os desfrutados na praia e seu grau de satisfa&ccedil;&atilde;o atinente &agrave; densidade da praia.</p>     <p>Os visitantes tamb&eacute;m responderam quest&otilde;es sobre a import&acirc;ncia e o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o a respeito dos atributos de acessibilidade e infraestrutura na praia do Icara&iacute;. Para isto, 500 visitantes foram selecionados aleatoriamente para responder a um question&aacute;rio &uacute;nico. As entrevistas realizaram-se nos tr&ecirc;s setores definidos pela pesquisa, concomitante &agrave; contagem do n&uacute;mero de utentes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p><b>3.1. An&aacute;lise da Capacidade de Carga F&iacute;sica</b></p>     <p>A Capacidade de Carga F&iacute;sica e seu respectivo Grau de Congestionamento foram definidos para cada zona e setor da praia do Icara&iacute;, como mostrado na <a href="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06t2.jpg" target="_blank">Tabela 2</a>.</p>     
<p>A densidade da praia do Icara&iacute; apresentou uma m&eacute;dia geral de 9,8 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, quando se leva em conta a &aacute;rea total do experimento. Esta capacidade de carga corresponde ao grau de <i>confort&aacute;vel</i>, de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o do Grau de Congestionamento da EMBRATUR (1975) e Yepes & Chapapria (1999). Por&eacute;m, para Silva (2002), uma densidade entre 7 a 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio &eacute; considerada t&iacute;pica de praias urbanas, com press&atilde;o de utiliza&ccedil;&atilde;o e densidade j&aacute; em n&iacute;veis elevados. N&iacute;veis de capacidade de carga pr&oacute;ximos &agrave;quele encontrado na praia do Icara&iacute; foram constatados em outras praias recreativas no nordeste brasileiro, como demonstram os trabalhos realizados por Silva <i>et al.</i> (2006), Silva <i>et al.</i> (2008) e Silva <i>et al.</i> (2009).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contudo, verificou-se que as densidades dos utentes variaram marcantemente entre os setores, zonas e hor&aacute;rios de visita&ccedil;&atilde;o. Em termos m&eacute;dio, os Setores 1 e 2 tiveram capacidade de carga de 7,4 e 5,9 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, correspondendo ambos ao grau de <i>conforto regular</i>, enquanto o Setor 3 obteve 40,2 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, correspondendo ao grau <i>muito confort&aacute;vel</i>. Este n&iacute;vel moderado de congestionamento reflete a distribui&ccedil;&atilde;o desigual dos usu&aacute;rios ao longo da extens&atilde;o da faixa de praia e a prefer&ecirc;ncia maior dos visitantes pelos Setores 1 e 2. Esta preferencia est&aacute; associada ao fato do Setor 1 dispor de cinco barracas de praia e o Setor 2 possuir seis, enquanto o Setor 3 possui duas do total das trezes infraestruturas observadas na &aacute;rea do experimento. De acordo com Silva <i>et al.</i> (2008), um dos principais aspectos determinantes na escolha de uma praia por parte dos seus freq&uuml;entadores &eacute; a presen&ccedil;a de barracas de praia. V&aacute;rios estudos (Tunstall & Penning-Rowsell, 1998; Morgan, 1999; MacLeod <i>et al.</i>, 2002) demonstram a prefer&ecirc;ncia dos turistas por praias com as chamadas &ldquo;facilidades&rdquo; associadas &agrave;s barracas de praia (como sanit&aacute;rios, chuveiros, cadeiras, bebidas, etc.).</p>     <p>A maior procura dos visitantes pelos dois primeiros setores tamb&eacute;m &eacute; refletida nas Zonas Ativas. Embora as m&eacute;dias de densidade destas zonas tenham sido classificadas como de muito confort&aacute;vel, a Zona Ativa dos Setores 1 e 2 apresentaram maior densidade de praia do que o Setor 3. Esta capacidade de carga mostra que as Zonas Ativas na praia do Icara&iacute; s&atilde;o &aacute;reas de moderada utiliza&ccedil;&atilde;o mesmo sofrendo varia&ccedil;&otilde;es na largura da faixa de praia em raz&atilde;o dos n&iacute;veis de mar&eacute;s (ver <i>Supporting Information I</i>).</p>     <p>Diferente desse quadro, encontram-se as Zonas Solarium dos dois primeiros setores, apresentando n&iacute;veis cr&iacute;ticos de densidades, com grau de congestionamento conforto regular no Setor 1 e de satura&ccedil;&atilde;o no Setor 2. Para Silva (2002), as praias com esses n&iacute;veis de densidades encontram-se em uma situa&ccedil;&atilde;o de alerta, uma vez que seus espa&ccedil;os est&atilde;o sendo sobre explorados.</p>     <p>A maior concentra&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios na Zona <i>Solarium</i> se deve &agrave; maior disponibilidade de infraestruturas (barracas de praias) e seus equipamentos (cadeiras e guardas&oacute;is), o que permite que os usu&aacute;rios desempenhem com maior satisfa&ccedil;&atilde;o suas atividades de lazer e recreio (descansar, tomar banho de sol, beber e comer), como foi observado por Silva (2002) e Venson (2009).</p>     <p>O fato das infraestruturas e equipamentos estarem dispostos no trecho correspondente &agrave; obra de conten&ccedil;&atilde;o a eros&atilde;o costeira &eacute; outro fator favor&aacute;vel ao maior congestionamento de pessoas nas Zonas <i>Solarium</i>, visto que, estas zonas possuem larguras fixas, estando protegidas do avan&ccedil;o das mar&eacute;s.</p>     <p>Com base na m&eacute;dia geral (9,8 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio) da capacidade de carga, pode-se inferir que o grau de congestionamento da praia do Icara&iacute; ainda encontra-se em n&iacute;vel toler&aacute;vel. Isto se deve ao fato da faixa de praia, levando em considera&ccedil;&atilde;o toda sua extens&atilde;o, ainda possuir espa&ccedil;os de baixa densidade. Por&eacute;m, em outros trechos, a capacidade de carga se encontra em n&iacute;vel de satura&ccedil;&atilde;o. A distribui&ccedil;&atilde;o desigual dos usu&aacute;rios revela a necessidade de ordenamento no uso do espa&ccedil;o visando reduzir o grau de congestionamento e aumentar a qualidade da experi&ecirc;ncia recreativa, por exemplo, dimensionar e alocar os equipamentos de recrea&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da capacidade de carga f&iacute;sica e social.</p>     <p>Valores cr&iacute;ticos de densidade de utentes foram notados na data de 1&ordm; de janeiro de 2012, com m&eacute;dia de 2,5 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, correspondendo ao grau <i>intoler&aacute;vel</i> de congestionamento. Os dados desta data, feriado do dia de Confraterniza&ccedil;&atilde;o Universal, foram analisados separadamente por se tratar de um fluxo at&iacute;pico de usu&aacute;rios durante o per&iacute;odo de estudo (ver <i>Supporting Information II)</i>.</p>     <p>A capacidade de carga da praia do Icara&iacute; tamb&eacute;m variou em fun&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio do dia, com volume m&aacute;ximo de usu&aacute;rios entre 11 e 13 horas, com o &lsquo;pico&rsquo; sendo obserobservado &agrave;s 12 horas. Verificou-se tamb&eacute;m que o fluxo de chegada &eacute; maior entre as 10 e 11 horas, com o tempo m&eacute;dio de perman&ecirc;ncia na praia de duas a tr&ecirc;s horas. Isto explica o fato do maior n&uacute;mero de pessoas ter sido constatado &agrave;s 12 horas (ver <i>Informa&ccedil;&atilde;o de Suporte III</i>).</p>     <p><b>3.2. An&aacute;lise da Capacidade de Carga Social e dos Atributos da Praia do Icara&iacute;</b></p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de congestionamento percebido pelo usu&aacute;rio na praia do Icara&iacute;, mais de 50% achou que a capacidade de carga estava dentro do limite aceit&aacute;vel, ou seja, a &aacute;rea de praia por utente dispon&iacute;vel era suficiente (<i>Quantidade Adequada</i>) para o conforto da experi&ecirc;ncia recreativa (<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06f2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Deve-se destacar que o n&iacute;vel de uso ideal das praias, segundo a percep&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios, depende de caracter&iacute;sticas relacionadas com o indiv&iacute;duo, particularmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua toler&acirc;ncia a ambientes congestionados, e tamb&eacute;m se a localidade oferece condi&ccedil;&otilde;es recreativas adequadas mesmo com maior fluxo de pessoas (Polette & Raucci, 2003). Da mesma forma, caracter&iacute;sticas pessoais, n&atilde;o consideradas no presente trabalho, tais como, idade, tipo de personalidade, sexo, e as caracter&iacute;sticas cultural e ocupacional, tamb&eacute;m podem influenciar no seu n&iacute;vel de uso ideal das praias, de acordo com Silva <i>et al.</i> (2008).</p>     <p>A maior parte dos entrevistados (91,6%), quando perguntados sobre sua prefer&ecirc;ncia pelo n&iacute;vel de congestionamento ideal na praia do Icara&iacute;, revelou uma maior prefer&ecirc;ncia por praias de moderado a baixo grau de aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas, com n&iacute;veis de densidades acima de 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio (Op&ccedil;&atilde;o 2 na <a href="#f3">Fig. 3</a>) e 25 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio. (Op&ccedil;&atilde;o 1 na <a href="#f3">Fig. 03</a>). Apenas 8,4% dos usu&aacute;rios preferiram a praia do Icara&iacute; com grau de congestionamento elevado, ou seja, uma capacidade de carga inferior a 5 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio (Op&ccedil;&atilde;o 3 na <a href="#f3">Fig. 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a06f3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para Silva (2002), a prefer&ecirc;ncia do usu&aacute;rio por um destino de praia &eacute; influenciada pelas caracter&iacute;sticas ou atributos da praia. No contexto do turismo e recrea&ccedil;&atilde;o litor&acirc;neos, tanto o acesso &agrave; praia, quanto a infraestrutura adequada, s&atilde;o fatores importantes na determina&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de frequ&ecirc;ncia de visita&ccedil;&atilde;o da mesma, visto que, ambos os fatores afetam fortemente a oferta de seus servi&ccedil;os, tornando-se um aspecto fundamental para o seu planejamento (Silva <i>et al.</i>, 2003; 2007). Portanto, a avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de acessibilidade e infraestrutura, quanto a sua import&acirc;ncia e qualidade na &aacute;rea de estudo, pode indicar as potencialidades e problemas que a localidade possui em receber visitantes (ver <i>Supporting Information IV</i>).</p>     <p>Mais de 93% dos utentes da praia do Icara&iacute; conferem os mais altos &iacute;ndices de import&acirc;ncia aos atributos de acessibilidade e infraestrutura para a experi&ecirc;ncia de recrea&ccedil;&atilde;o, lazer e desporto na &aacute;rea estudada. Com destaque para: 1) Vias de acesso &agrave; praia e acesso &agrave;s zonas balneares, entre os atributos de acessibilidade; e 2) Seguran&ccedil;a e a obra de conten&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o costeira, entre os atributos de infraestrutura.</p>     <p>Em termos de grau de satisfa&ccedil;&atilde;o, observa-se uma discrep&acirc;ncia entre os atributos de acessibilidade e infraestrutura. Aproximadamente 59% dos utentes avaliaram os atributos de acessibilidade como <i>bom</i> ou <i>muito bom</i>, com exce&ccedil;&atilde;o aos estacionamentos, com quase 75% de desaprova&ccedil;&atilde;o. Os atributos de infraestrutura foram avaliados como <i>muito ruim</i> a <i>razo&aacute;vel</i> por 73% da amostra. Neste caso, apenas a obra de conten&ccedil;&atilde;o a eros&atilde;o obteve altos &iacute;ndices de satisfa&ccedil;&atilde;o, com 72% aprova&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Portanto, analisar a percep&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios a respeito dos bens e servi&ccedil;os locais, a partir das suas experi&ecirc;ncias recreativas na praia do Icara&iacute;, torna-se de fundamental import&acirc;ncia na compreens&atilde;o da realidade desta praia. Esta percep&ccedil;&atilde;o pode auxiliar no planejamento da &aacute;rea, direcionando medidas de gest&atilde;o no litoral em prol de um melhor uso do ambiente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>O presente estudo buscou definir a capacidade de carga de uma praia impactada pela eros&atilde;o costeira (praia do Icara&iacute; &ndash; CE), durante o per&iacute;odo de alta esta&ccedil;&atilde;o. Foi poss&iacute;vel identificar a distribui&ccedil;&atilde;o dos padr&otilde;es de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o da orla em fun&ccedil;&atilde;o da densidade dos usu&aacute;rios, al&eacute;m de avaliar a percep&ccedil;&atilde;o destes em fun&ccedil;&atilde;o dos diferentes &iacute;ndices de ocupa&ccedil;&atilde;o da orla e da qualidade dos bens e servi&ccedil;os da praia.</p>     <p>A an&aacute;lise dos dados de densidade evidenciou uma m&eacute;dia geral da capacidade de carga de 9,8 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, considerada neste estudo, como confort&aacute;vel em fun&ccedil;&atilde;o do grau de congestionamento. Por&eacute;m, observa-se tamb&eacute;m, uma distribui&ccedil;&atilde;o desigual da ocupa&ccedil;&atilde;o dos utentes nos Setores e Zonas de balnear da praia do Icara&iacute;, com n&iacute;veis cr&iacute;ticos de satura&ccedil;&atilde;o de 3,5 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio nas Zonas <i>Sol&aacute;rium</i> do Setor 2, conforto regular de 4,4 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio nas Zonas <i>Sol&aacute;rium</i> do Setor 1 e muito conforto de 35 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio nas Zonas <i>Sol&aacute;rium</i> do Setor 3. Todos os valores de densidade das Zonas Ativas dos tr&ecirc;s setores apresentaram densidades acima de 25 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio, considerada como, muito confort&aacute;vel em fun&ccedil;&atilde;o do grau de congestionamento. Essa distribui&ccedil;&atilde;o desigual variou em fun&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo do dia, dia de feriado, e a disposi&ccedil;&atilde;o dos estabelecimentos e equipamentos para atendimento ao p&uacute;blico.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de uso ideal da praia, a maior parte dos indiv&iacute;duos questionados na praia do Icara&iacute; (56,9%) achou que a capacidade de carga (9,8 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio) estava dentro do limite aceit&aacute;vel (<i>Quantidade Adequada</i>), ou seja, a &aacute;rea de praia dispon&iacute;vel por pessoa era suficiente para o conforto da experi&ecirc;ncia recreativa. Os usu&aacute;rios tamb&eacute;m mostraram prefer&ecirc;ncias por praias com densidade de moderada &agrave; baixa, que ofere&ccedil;am n&iacute;veis de congestionamento acima de 10 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio e 25 m<sup>2</sup>/usu&aacute;rio.</p>     <p>Os atributos a que os utentes consideraram de maior satisfa&ccedil;&atilde;o foram a acessibilidade ao local e a obra de conten&ccedil;&atilde;o &agrave; eros&atilde;o (<i>Bagwall</i>), com mais de 58% e 71% de aprova&ccedil;&atilde;o. A qualidade dos estabelecimentos e equipamentos, al&eacute;m da inexist&ecirc;ncia de estacionamentos apropriados foram os pontos com os quais demonstraram desaprova&ccedil;&atilde;o, com mais de 83%, 84% e 74% de insatisfa&ccedil;&atilde;o. Este fato afeta negativamente o potencial da praia do Icara&iacute;, como destino de recrea&ccedil;&atilde;o, visto que a qualidade dos servi&ccedil;os ofertados por uma praia s&atilde;o fatores importantes na atratividade do local.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tratando-se de uma praia com seu potencial de uso reduzido em fun&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos e da obra de controle do avan&ccedil;o do mar, h&aacute; necessidade de ter melhor distribui&ccedil;&atilde;o dos utentes ao longo da orla. Diante disso, &eacute; preciso desenvolver a&ccedil;&otilde;es que visem uma melhor utiliza&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o, como por exemplo: criar espa&ccedil;os e acontecimentos que constituam alternativas ao uso em horas de &lsquo;pico&rsquo;; impulsionar ofertas alternativas que aliviem a press&atilde;o sobre as zonas de praia, de modo a que a esta n&atilde;o seja o principal meio recreativo; e distribuir as infraestruturas ao longo da orla visando o melhor aproveitamento das &aacute;reas da praia. Desta forma, ter-se-ia uma redu&ccedil;&atilde;o do grau elevado de congestionamento durante os per&iacute;odos de &lsquo;pico&rsquo;, conservando assim, a integridade do local para as gera&ccedil;&otilde;es futuras.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Os autores agradecem a colabora&ccedil;&atilde;o dos revisores da RGCI pelas sugest&otilde;es e contribui&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, E. F. (2013) - Entre o litoral e o urbano: o turismo litor&acirc;neo na Regi&atilde;o Metropolitana de Fortaleza. <i>Revista Caminhos de Geografia</i> - (ISSN 1678-634), 14(45):64-80, Uberl&acirc;ndia, MG, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/" target="_blank">http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419570&pid=S1646-8872201600020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Batta, R.N. (2000) - <i>Tourism and the environment: a quest for sustainability with special reference to developing countries, and policy analysis on Himachal Pradesh</i>. 248p., Indus Publishing, New Delhi, India. ISBN 8173871108&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419571&pid=S1646-8872201600020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Burch, W.R. Jr.; Graefe, A. R. (1984) - Much ado about nothingsome reflections on the wider and wilder implications of social carrying capacity. <i>Leisure Science</i> (ISSN: 0149-0400), 6(4):468- 473. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/01490408409513050" target="_blank">10.1080/01490408409513050</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419572&pid=S1646-8872201600020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Brown, K.; Turner, R.K.; Hameed, H.; Bateman, I.A.N. (1997) &ndash; Environmental carrying capacity and tourism development in the Maldives and Nepal. <i>Environmental Conservation</i>, 24(4):316-325. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1017/S0376892997000428" target="_blank">10.1017/S0376892997000428</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Clark, J.R. (1996) - <i>Coastal zone management handbook</i>. 720p., CRC Press / Leweis Publishers, Boca Raton, Fl&oacute;rida, USA. ISBN: 978-1566700924.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419574&pid=S1646-8872201600020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ceballos-Lascur&aacute;in, H. (1998) - <i>Tourism, ecotourism, and protected areas: The state of nature-based tourism around the world and guidelines for its development</i>. 301p., IV World Congress on National Parks and Protected Areas; Cambridge, UK. ISBN 2831701244.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419576&pid=S1646-8872201600020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coccossis, H. (2004) - Sustainable tourism and tourism carrying capacity: a new context. In: H. Coccossis & A. Mexa (eds.), <i>The Challenges of Tourism Carrying Capacity Assessment: Theory and Practice</i>, pp. 3-14; Ashgate Publishing, Surrey, U.K. ISBN: 0754635694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419578&pid=S1646-8872201600020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coriolano, L.N.M.T.; Silva, S.B.M. (2005) - <i>Turismo e Geografia: abordagens cr&iacute;ticas</i>. 173p., Editora UECE, Fortaleza, Brasil. ISBN: 8575642588.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419580&pid=S1646-8872201600020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coriolano, L.N.M.T (2008) - Litoral do Cear&aacute;: espa&ccedil;o de poder, conflito e lazer. Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada, VIII(2):277-287. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci131" target="_blank">10.5894/rgci131</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419582&pid=S1646-8872201600020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dantas, E.W.C.; Panizza, A.; Pereira, A.Q. (2008) - Vilegiatura mar&iacute;tima no nordeste brasileiro. In: <i>Diez a&ntilde;os de cambios en el Mundo, en la Geograf&iacute;a y en las Ciencias Sociales, 1999-2008</i>. Actas del X Coloquio Internacional de Geocr&iacute;tica, Universidad de Barcelona. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ub.edu/geocrit/-xcol/302.htm" target="_blank">http://www.ub.edu/geocrit/-xcol/302.htm</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419583&pid=S1646-8872201600020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>De Ruyck, M.C.; Soares, A.G.; McLachlan, A. (1997) - Social carrying capacity as a management tool for sandy beaches. <i>Journal of Coastal Research</i>, 13(3):822-830. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.jstor.org/pss/4298675" target="_blank">http://www.jstor.org/pss/4298675</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419584&pid=S1646-8872201600020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ergin, A.; Williams, A.T.; Micaleff, A. (2006) - Coastal Scenery: Appreciation and Evaluation. <i>Journal of Coastal Research</i>, 22(4):958-964. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.2112/04-0351.1" target="_blank">10.2112/04-0351.1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419585&pid=S1646-8872201600020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Farias, E.G.G.; Maia, L.P. (2010) - Uso de t&eacute;cnicas de geoprocessamento para a an&aacute;lise da evolu&ccedil;&atilde;o da linha de costa em ambientes litor&acirc;neos do Estado do Cear&aacute;, Brasil. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 10(4):521-544. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci224" target="_blank">10.5894/rgci224</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419586&pid=S1646-8872201600020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kallis, G.; Coccossis, H. (2004) - Theoretical reflections on limits, efficiency and sustainability: implications for tourism carrying capacity. In: H. Coccossis e A. Mexa (eds.), <i>The Challenges of Tourism Carrying Capacity Assessment: Theory and Practice</i>, pp.15-36; Ashgate Publishing, Surrey, U.K. ISBN: 0754635694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419587&pid=S1646-8872201600020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Laskshmi, A.; Rajagopalan, R. (2000) &ndash; Socioeconomic implications of coastal zone degradation and their mitigation: a case study from coastal villages in India. <i>Ocean & Coastal Management</i> (ISSN: 0964-5691), 43(8-9):749-762. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0964-5691(00)00057-0" target="_blank">10.1016/S0964-5691(00)00057-0</a></p>     <p>Lessa, B.C. (2006) - <i>Proposta de um M&eacute;todo de An&aacute;lise de Capacidade de Carga Tur&iacute;stica para o Empreendimento Ilha de Porto Belo &ndash; Ilha Jo&atilde;o da Cunha (Munic&iacute;pio de Porto Belo/ SC)</i>. 147p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Universidade do Vale de Itaja&iacute;, SC, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://siaibib01.univali.br/biblioteca/php/index.php?codObra=0&codAcervo=179944&posicao_atual=6064&posicao_maxima=6063&tipo=bd&codBib=0&codMat=&flag=&desc=&titulo=Publica%E7%F5es%20On-Line&contador=0&parcial=&letra=td&lista=E" target="_blank">http://siaibib01.univali.br/biblioteca/php/index.php?codObra=0&codAcervo=179944&posicao_atual=6064&posicao_maxima=6063&tipo=bd&codBib=0&codMat=&flag=&desc=&titulo=Publica%E7%F5es%20On-Line&contador=0&parcial=&letra=td&amp;lista=E</a></p>     <!-- ref --><p>Lima, S.F. (2002) - <i>Modelagem Num&eacute;rica da Evolu&ccedil;&atilde;o da Linha de Costa das Praias Localizadas a Oeste da Cidade de Fortaleza, Cear&aacute;: Trecho Compreendido Entre o Rio Cear&aacute; e a Praia do Cumbuco</i>. 133p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/2458" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/2458</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419591&pid=S1646-8872201600020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>MacLeod, M.; Silva, C.P.; Cooper, J.A.G. (2002) - A Comparative study of the perception and value of beaches in rural Ireland and Portugal: Implications for coastal zone management. <i>Journal of Coastal Research</i>. (ISSN: 0749-0208), 18(1):14-24. Dispon&iacute;vel online em <a href="http://www.jstor.org/discover/10.2307/4299050?uid=3737664&uid=2134&uid=2&uid=70&uid=4&sid=21104003048513" target="_blank">http://www.jstor.org/discover/10.2307/4299050?uid=3737664&amp;uid=2134&amp;uid=2&uid=70&amp;uid=4&amp;sid=21104003048513</a></p>     <p>Minist&eacute;rio da Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio - Embratur (1975) &ndash; Projeto Turis: Normas para ocupa&ccedil;&atilde;o do Territ&oacute;rio. 56p. Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.academia.edu/249354/A_FORMACAO_E_O_ORDENAMENTO_TE" target="_blank">http://www.academia.edu/249354/A_FORMACAO_E_O_ORDENAMENTO_TE RRITORIAL_DO_TURISMO_A_PARTIR_DA_DECADA_DE_1970</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Morgan, R. (1999) - Preferences and Priorities of Recreational of Beach Users in Wales, UK. <i>Journal of Coastal Research</i>,15(3): 653-667.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419594&pid=S1646-8872201600020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Murphy, P.E. (2001) - Turismo e Desenvolvimento Sustentado. In: Theobald, W.F. (org.), <i>Turismo Global</i>. pp. 30-40, Editora Senac, S&atilde;o Paulo, Brasil. ISBN: 8573591773.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419596&pid=S1646-8872201600020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Orams, M.B. (2003) &ndash; Sandy Beaches as a Tourism Attraction: A Management Challenge for the 21st Century. <i>Journal of Coastal Research</i>. (ISSN: 0749-0208), SI35:74-84. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.jstor.org/discover/10.2307/40928751?uid=3737664&uid=2134&uid=2129&uid=2&uid=70&uid=4&sid=21104003048513" target="_blank">http://www.jstor.org/discover/10.2307/40928751?uid=3737664&uid=2134&uid=2129&uid=2&uid=70&uid=4&amp;sid=21104003048513</a></p>     <p>Paula D.P.; Dias J.A.; Souza M.A.L.; Farrapeira Neto C. A.; Barros E. L. (2013) - Monitoriza&ccedil;&atilde;o de Curto Prazo da Praia do Icara&iacute; (Caucaia, Cear&aacute;, Brasil) Ap&oacute;s Constru&ccedil;&atilde;o de Estrutura R&iacute;gida do Tipo Bagwall para Controle da Eros&atilde;o. <i>Anais do VII Congresso sobre Planejamento e Gest&atilde;o das Zonas Costeiras dos Paises de Express&atilde;o Portuguesa &ndash; CPGZC, Maputo, Mo&ccedil;ambique</i>. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.academia.edu/4170482" target="_blank">http://www.academia.edu/4170482</a></p>     <!-- ref --><p>Pessoa, R.M.C.; Pereira, L.C.C.; Sousa, R.C.; Magalh&atilde;es, A.; Costa, R.M. (2013). - Recreational Carrying Capacity of an Amazon Macrotidal Beach During Vacation Periods. <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 0749-0208) SI65:1027-1032. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://ics2013.org/papers/Paper4471_rev.pdf" target="_blank">http://ics2013.org/papers/Paper4471_rev.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419600&pid=S1646-8872201600020000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Pires, P.S. (2005) - &ldquo;Capacidade de carga&rdquo; como Paradigma de Gest&atilde;o dos Impactos da Recrea&ccedil;&atilde;o e do Turismo em &Aacute;reas Naturais. <i>Turismo em An&aacute;lise</i> (ISSN: 1984-4867), 16(1):05-28. S&atilde;o Paulo: Aleph/ ECA/USP. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.revistas.usp.br/rta/article/viewFile/63717/66481" target="_blank">http://www.revistas.usp.br/rta/article/viewFile/63717/66481</a></p>     <p>Polette, M.; Raucci, G. D. (2003) &ndash; Methodological Proposal for Carrying Capacity Analysis in Sandy Beaches: A Case Study at the Central Beach of Balne&aacute;rio Combori&uacute; (Santa Catarina, Brazil). <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 0749-0258), SI35:94-106.</p>     <p>Ruschmann, D.V.M.; Paolucci, L.; Maciel, N. A. L. (2008) - Capacidade de carga no planejamento tur&iacute;stico: estudo de caso da Praia Brava &ndash; Itaja&iacute; frente &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o do Complexo Tur&iacute;stico Habitacional Canto da Brava. <i>Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo</i>. (ISSN 1982-6125) 2(2):41-63. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://rbtur.org.br/rbtur/article/view/102/142" target="_blank">http://rbtur.org.br/rbtur/article/view/102/142</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Secretaria do Turismo do Estado do Cear&aacute; &ndash; SETUR (2013) &ndash; <i>Indicadores tur&iacute;sticos 1995-2012</i>. 32p. Fortaleza, Cear&aacute;, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.setur.ce.gov.br/categoria1/estudos-e-pesquisas/Indicadores%202014.pdf" target="_blank">http://www.setur.ce.gov.br/categoria1/estudos-e-pesquisas/Indicadores%202014.pdf</a></p>     <p>Silva, C.P. (2002) - <i>Gest&atilde;o Litoral: Integra&ccedil;&atilde;o de estudos de percep&ccedil;&atilde;o da Paisagem e Imagens Digitais na Defini&ccedil;&atilde;o da Capacidade de Carga de Praias. O Tro&ccedil;o Litoral S. Torpes &ndash; Ilha do Pessegueiro</i>. 339p, Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutorado, Universidade de Lisboa, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://hdl.handle.net/10362/3651" target="_blank">http://hdl.handle.net/10362/3651</a></p>     <!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Dominguez, J.M.L.; Silva, S.B.M. (2003) - Uma Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; Gest&atilde;o Ambiental da Costa do Descobrimento (Litoral Sul do Estado da Bahia): Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade Recreacional das Praias. <i>Revista Geografia</i> (ISSN 0100-7912), 28(3):397-413, Rio Claro, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419606&pid=S1646-8872201600020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, J.S.; Barbosa, S.C.T.; Leal, M.M.V.; Lins, A.R.; Costa, M.F. (2006) - Ocupa&ccedil;&atilde;o da praia da Boa Viagem (Recife/PE) ao longo de dois dias de ver&atilde;o: um estudo preliminar. <i>Pan- American Journal of Aquatic Sciences</i> (ISSN: 1809-9009), 1(2): 91-98. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.panamjas.org/pdf_artigos/PANAMJAS_1%282%29_91-98.pdf" target="_blank">http://www.panamjas.org/pdf_artigos/PANAMJAS_1%282%29_91-98.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419608&pid=S1646-8872201600020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Dominguez, J.M.L.; Silva, S.B.M. (2007) - Potencial de Danos Econ&ocirc;micos Face &agrave; Eros&atilde;o Costeira, Relativo &agrave;s Praias da Costa do Descobrimento &ndash; Litoral Sul do Estado da Bahia. <i>Pesquisas em Geoci&ecirc;ncias</i> (ISSN 1807- 9806), 34(1):35-44, Porto Alegre, RS, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.pesquisasemgeociencias.ufrgs.br/3401/03-3401.pdf" target="_blank">http://www.pesquisasemgeociencias.ufrgs.br/3401/03-3401.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Silva, S.B.M.; Dominguez, J.M.L; Souza Filho, J.R. (2008) - N&iacute;vel de antropiza&ccedil;&atilde;o X n&iacute;vel de uso das praias de Porto Seguro/BA: subs&iacute;dios para uma avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de suporte. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 8(1): 81-92. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci25" target="_blank">10.5894/rgci25</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419610&pid=S1646-8872201600020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, I.R.; Souza Filho, J.R.; Barbosa, M.; Rebou&ccedil;as, F.; Machado, R.S. (2009) - Diagn&oacute;stico Ambiental e Avalia&ccedil;&atilde;o da Capacidade de Suporte das Praias do Bairro de Itapo&atilde;, Salvador, Bahia. <i>Revista Sociedade e Natureza</i> (ISSN 1982-4513), 21(1):71-84, Uberl&acirc;ndia. MG, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/9473" target="_blank">http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/9473</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419611&pid=S1646-8872201600020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, C. Pereira da (2002) - Beach carrying capacity assessment: how important is it? <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 0749- 0258), SI36:190-197. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.science.ulst.ac.uk/ics2002/carlos%20da%20silva.pdf" target="_blank">http://www.science.ulst.ac.uk/ics2002/carlos%20da%20silva.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419612&pid=S1646-8872201600020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, I.R.; Bittencourt, A.C.S.P.; Dias, J.A.; Souza Filho, J.R. (2012) - Qualidade recreacional e capacidade de carga das praias do litoral norte do estado da Bahia, Brasil. <i>Revista de Gest&atilde;o Costeira Integrada</i>, 12(2): 131-146. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci297" target="_blank">10.5894/rgci297</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1419613&pid=S1646-8872201600020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Silveira, B.R.; Dantas, E.W.C. (2010) - Urbaniza&ccedil;&atilde;o Litor&acirc;nea: Considera&ccedil;&otilde;es sobre a vilegiatura mar&iacute;tima na localidade do Icara&iacute; &ndash; Caucaia &ndash; Cear&aacute;. <i>Anais do XVI Encontro Nacional de Ge&oacute;grafos</i>. (ISBN 978-85-99907-02-3). Porto Alegre, RS, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Teles, G.A. (2005) - <i>Din&acirc;micas Metropolitanas contempor&acirc;neas: Caucaia na Regi&atilde;o Metropolitana de Fortaleza</i>. 147p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Universidade Estadual do Cear&aacute;, CE, Brasil. 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