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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão de risco de desastres em planos diretores de três municípios da zona costeira do estado do Pará, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to analyze the theme of natural disaster risk management in the Municipal Master Plans of Belém, Bragança and Salinópolis municipalities, all located in the coastal zone of Pará State. The Municipal Master Plan has been a public instrument of land planning and management in Brazil since 2001. In these regions, the development of socio-economic activities combined with exposure to hydrodynamic, climatic and marine processes constitute hazards and vulnerabilities factors, already studied and known by the people and governments. As methodological proceedings a matrix to analyze the disaster risk management in the Master Plan of the three municipalities was used through five questions associated to the following thematic: risk management to natural phenomena, hazards, vulnerabilities, response capacity and risks maps. The results indicate that the Master Plan of Belém and Bragança give similar importance to the subject, differently of the Master Plan of Salinópolis, even though this municipality is a place of the most impressive coastal erosion impacts to the resident population, tourists and infrastructure are identified. The theme &#8220;disaster risk management&#8221; is presented at the Master Plan, even not having a particular chapter, mainly associated with environmental, housing, and sanitation guidelines.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO / </b>ARTICLE</p>     <p><b>Gest&atilde;o de risco de desastres em planos diretores de tr&ecirc;s munic&iacute;pios da zona costeira do estado do Par&aacute;, Brasil</b><a href="#0">*</a><a name="top0"></a></p>     <p><b>Disaster risk management in urban master plans in three municipalities of the coastal area of Par&aacute; State, Brazil</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Celina Marques do Espirito-Santo<sup>@, 1</sup>; Claudio Fabian Szlafsztein<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>@</sup>Corresponding author to whom correspondence should be addressed.    <br>     <sup>1</sup>Universidade Federal do Amap&aacute;, Colegiado de Geografia, Rod. Juscelino Kubitschek, km 2 Jardim Marco Zero, Macap&aacute;, Amap&aacute; CEP 68903-419, Brazil. e-mail: &lt;<a href="mailto:celina.marques@unifap.br">celina.marques@unifap.br</a>&gt;    <br>     <sup>2</sup>Universidade Federal do Par&aacute; (UFPA), N&uacute;cleo de Meio Ambiente, Rua Augusto Corr&ecirc;a 1, Guam&aacute;, Bel&eacute;m, Par&aacute; CEP 66075-110, Brazil. e-mail: &lt;<a href="mailto:iosele@ufpa.br">iosele@ufpa.br</a>&gt;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente trabalho tem como objetivo analisar a tem&aacute;tica de gest&atilde;o de risco de desastres originados em processos naturais nos Planos Diretores Municipais de Bel&eacute;m, Bragan&ccedil;a e Salin&oacute;polis, na zona costeira do estado do Par&aacute;. Estes planos s&atilde;o instrumentos p&uacute;blicos de planejamento e gest&atilde;o territorial no Brasil desde 2001. Nessas regi&otilde;es, o desenvolvimento das atividades socioecon&ocirc;micas, aliadas &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o aos processos hidrodin&acirc;micos, mar&iacute;timos e clim&aacute;ticos, tornam-se fatores de amea&ccedil;as e vulnerabilidades, j&aacute; estudadas e conhecidas pela popula&ccedil;&atilde;o e os governantes. Como procedimento metodol&oacute;gico foi utilizada uma matriz para analisar a tem&aacute;tica da gest&atilde;o de risco de desastres nos planos diretores dos tr&ecirc;s munic&iacute;pios, por meio de cinco perguntas associadas &agrave;s tem&aacute;ticas de gest&atilde;o de riscos naturais, amea&ccedil;as, vulnerabilidades, formas de resposta e cartografia de riscos. Os resultados indicam que os planos diretores de Bel&eacute;m e Bragan&ccedil;a atribuem semelhante import&acirc;ncia ao tema, diferentemente da pouca aten&ccedil;&atilde;o dada pelo Plano Diretor de Salin&oacute;polis, mesmo sendo este munic&iacute;pio local dos problemas de eros&atilde;o costeira mais impactantes para a popula&ccedil;&atilde;o residente, turistas e infraestruturas. As tem&aacute;ticas de gest&atilde;o de riscos, mesmo n&atilde;o constando de um cap&iacute;tulo particular nos Planos, s&atilde;o apresentadas associadas principalmente &agrave;s diretrizes ambientais, habitacionais e de saneamento.</p>     <p><b>Palavras chave:</b> amea&ccedil;as naturais, vulnerabilidades, eros&atilde;o costeira, instrumento de gest&atilde;o.</p> <hr size="1" noshade>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aims to analyze the theme of natural disaster risk management in the Municipal Master Plans of Bel&eacute;m, Bragan&ccedil;a and Salin&oacute;polis municipalities, all located in the coastal zone of Par&aacute; State. The Municipal Master Plan has been a public instrument of land planning and management in Brazil since 2001. In these regions, the development of socio-economic activities combined with exposure to hydrodynamic, climatic and marine processes constitute hazards and vulnerabilities factors, already studied and known by the people and governments. As methodological proceedings a matrix to analyze the disaster risk management in the Master Plan of the three municipalities was used through five questions associated to the following thematic: risk management to natural phenomena, hazards, vulnerabilities, response capacity and risks maps. The results indicate that the Master Plan of Bel&eacute;m and Bragan&ccedil;a give similar importance to the subject, differently of the Master Plan of Salin&oacute;polis, even though this municipality is a place of the most impressive coastal erosion impacts to the resident population, tourists and infrastructure are identified. The theme &ldquo;disaster risk management&rdquo; is presented at the Master Plan, even not having a particular chapter, mainly associated with environmental, housing, and sanitation guidelines.</p>     <p><b>Keywords:</b> Natural Hazards; Vulnerabilities; Coastal Erosion; Management Tool.</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Desastres s&atilde;o os danos e perdas causados ao sistema social, econ&ocirc;mico e ambiental decorrentes do desenvolvimento de uma amea&ccedil;a em uma &aacute;rea vulner&aacute;vel (SEDEC, 2015). Uma amea&ccedil;a &eacute; definida como um fen&ocirc;meno natural (ex. meteorol&oacute;gico, oceanogr&aacute;fico, geotect&ocirc;nico ou biol&oacute;gico), tecnol&oacute;gico ou social, que pode causar perdas &agrave; sociedade (Neri & Aldunce, 2008). Quando a origem das amea&ccedil;as &eacute; um fen&ocirc;meno natural, denomina- se comumente como &ldquo;desastre natural&rdquo;. Quanto mais vulner&aacute;vel estiver a sociedade, maior ser&aacute; o desastre provocado por uma amea&ccedil;a. Vulnerabilidade &eacute; o grau de exposi&ccedil;&atilde;o de uma unidade social a uma amea&ccedil;a, sendo muito elevado quando h&aacute; baixa capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o e de resposta. O risco &eacute; definido como a possibilidade de ocorrer uma amea&ccedil;a provocando danos &agrave;s pessoas, ou seja, um desastre (Silva Jr & Szlafsztein, 2010; 2013). A gest&atilde;o de risco se trata do planejamento e implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, mitiga&ccedil;&atilde;o, resposta, reabilita&ccedil;&atilde;o e reconstru&ccedil;&atilde;o, todas as a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas para impedir ou minimizar um desastre (Sarmiento, 2008). O estudo das caracter&iacute;sticas das amea&ccedil;as &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es e atividades socioecon&ocirc;micas constitui-se na etapa inicial do processo de gest&atilde;o de riscos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A gest&atilde;o de risco de desastres &eacute; de grande import&acirc;ncia no desenvolvimento territorial no Brasil, devendo em consequ&ecirc;ncia estabelecer uma estreita rela&ccedil;&atilde;o com as diretrizes decorrentes da aplica&ccedil;&atilde;o de instrumentos governamentais de planejamento e gest&atilde;o, tal como o Plano Diretor Municipal (PDM).</p>     <p>A Lei Federal N&ordm; 10.257/2001, conhecida como Estatuto da Cidade, define o PDM como o instrumento b&aacute;sico da pol&iacute;tica de desenvolvimento e expans&atilde;o urbana. Este instrumento deve ser elaborado em conjunto com a participa&ccedil;&atilde;o popular, nos munic&iacute;pios que contemplem alguma das seguintes caracter&iacute;sticas: contar com uma popula&ccedil;&atilde;o maior que vinte mil habitantes, integrar regi&otilde;es metropolitanas e aglomera&ccedil;&otilde;es urbanas ou ainda estar inseridos em &aacute;reas de influ&ecirc;ncia de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental de &acirc;mbito regional ou nacional. A Lei Federal N&ordm; 12.608/2012, que institui a Pol&iacute;tica Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa Civil, especialmente, inclui tamb&eacute;m os munic&iacute;pios, integrantes de um cadastro nacional, que apresentam &aacute;reas propensas a deslizamentos de grande impacto, inunda&ccedil;&otilde;es, processos geol&oacute;gicos ou hidrol&oacute;gicos, e onde, vale a pena ressaltar, h&aacute; registros frequentes de eventos destrutivos, popula&ccedil;&otilde;es afetadas e mortes.</p>     <p>Pesquisas identificam e descrevem amea&ccedil;as, vulnerabilidades, impactos de desastres, avalia&ccedil;&otilde;es de riscos de processos erosivos e, em menor magnitude, tempestades e inunda&ccedil;&otilde;es nos munic&iacute;pios da Zona Costeira do Estado do Par&aacute; (ZCPA). Grande parte das evid&ecirc;ncias de impacto de processos erosivos e de inunda&ccedil;&atilde;o s&atilde;o registrados em tr&ecirc;s munic&iacute;pios da ZCPA - Bel&eacute;m, Bragan&ccedil;a e Salin&oacute;polis (Mendes <i>et al.</i>, 2001; Souza Filho <i>et al.</i>, 2003, Szlafsztein, 2003; 2005; El-Robrini <i>et al.</i>, 2006; Pereira <i>et al.</i>, 2006; Szlafsztein & Sterr, 2007; 2010; Monteiro <i>et al.</i>, 2009; Esp&iacute;rito-Santo <i>et al.</i>, 2012). A tem&aacute;tica dos riscos de desastres em instrumentos de gest&atilde;o territorial foi tratada por Silva Jr. & Szlafsztein (2010; 2013); Nogueira <i>et al.</i> (2013) e Nogueira <i>et al.</i> (2014).</p>     <p>Os processos naturais perigosos e as suas consequ&ecirc;ncias desastrosas s&atilde;o estudados cientificamente, divulgados em jornais, conhecidos pelos habitantes, visitantes e principalmente governantes municipais. Estes &uacute;ltimos por meio do indicado nas Pesquisas de Informa&ccedil;&otilde;es B&aacute;sicas Municipais (Munic)<a href="#1">1</a><a name="top1"></a>do IBGE e nas notifica&ccedil;&otilde;es municipais de Situa&ccedil;&atilde;o de Emerg&ecirc;ncia ou Estado de Calamidade P&uacute;blica por desastres relacionados com fen&ocirc;menos naturais, feitas seguindo as normas do Sistema Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa Civil<a href="#2">2</a><a name="top2"></a>.</p>     <p>Para os pr&oacute;ximos anos, descrevem-se cen&aacute;rios de elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de programas e projetos de Zoneamento Ecol&oacute;gico Econ&ocirc;mico da Zona Costeira (escala 1:100.000) e dos Munic&iacute;pios (escala 1:50.000) no Estado do Par&aacute;, al&eacute;m da obrigatoriedade legal de atualiza&ccedil;&atilde;o dos PDM a cada 10 anos (nos munic&iacute;pios mencionados, at&eacute; 2018). Assim, nesse contexto, o presente trabalho objetiva caracterizar e discutir a import&acirc;ncia da tem&aacute;tica de gest&atilde;o de riscos de desastres nos instrumentos de planejamento e gest&atilde;o territorial como os Planos Diretores Municipais na zona costeira do estado do Par&aacute;, particularmente nos munic&iacute;pios mencionados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Caracteriza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea de estudo</b></p>     <p>A ZCPA &eacute; conformada por 40 munic&iacute;pios (Lei Federal N&ordm; 7.661/1988; Decreto Federal N&ordm; 5.300/2004). Aproximadamente 45% da popula&ccedil;&atilde;o do Par&aacute; (7.688.593 habitantes) habitam esta zona, que se encontra dividida em tr&ecirc;s setores para a gest&atilde;o costeira, em fun&ccedil;&atilde;o de caracter&iacute;sticas econ&ocirc;micas, sociais, pol&iacute;ticas e ambientais: I (Costa Atl&acirc;ntica), II (Continental Estuarino) e III (Insular Estuarino). Os munic&iacute;pios de Bel&eacute;m (Setor II, 1.059 km<sup>2</sup>), Bragan&ccedil;a (Setor I, 2.091 km<sup>2</sup>) e Salin&oacute;polis (Setor I, 237 km<sup>2</sup>) possuem 1.432.844, 120.124 e 38.819 habitantes, respectivamente (IBGE, 2011) (<a href="/img/revistas/rgci/v16n2/16n2a09f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>     
<p>As principais origens dos impactos de desastres na ZCPA s&atilde;o de ordem natural, associadas &agrave;s caracter&iacute;sticas geol&oacute;gico-geomorfol&oacute;gicas, &agrave; a&ccedil;&atilde;o das ondas e das correntes de mar&eacute;, ou antr&oacute;picas, decorrentes da urbaniza&ccedil;&atilde;o e da ocupa&ccedil;&atilde;o irregular (Souza Filho, 2005; Souza Filho <i>et al.</i>, 2006; Pereira <i>et al.</i>, 2007; Gomes <i>et al.</i>, 2009). Na &aacute;rea de estudo existem predominantemente duas unidades geomorfol&oacute;gicas: a Plan&iacute;cie Amaz&ocirc;nica e o Planalto Rebaixado da Amaz&ocirc;nia (Barbosa <i>et al.</i>, 1974). As principais fei&ccedil;&otilde;es da Plan&iacute;cie Amaz&ocirc;nica s&atilde;o as plan&iacute;cies de mar&eacute;, plan&iacute;cies fluviais, e o litoral de mangues e rias. No Planalto Rebaixado da Amaz&ocirc;nia encontram-se predominantemente tabuleiros, colinas e cristas (SI-I).</p>     <p>As duas maiores e mais populosas ilhas do munic&iacute;pio de Bel&eacute;m, Caratateua e Mosqueiro, sofrem intensos processos erosivos, condicionados pelas caracter&iacute;sticas do suporte f&iacute;sico supramencionado. O planalto &eacute; limitado por um alinhamento de fal&eacute;sias originadas em falhas neotect&ocirc;nicas (Igreja <i>et al.</i>, 1990), afei&ccedil;oadas pela eros&atilde;o, formando uma cadeia sequencial de enseadas e promont&oacute;rios expostos &agrave; energia das ondas. Para Medeiros (1971) e Espirito Santo <i>et al.</i> (2012), a presen&ccedil;a de uma camada concrecion&aacute;ria later&iacute;tica na linha de p&oacute;s-praia, a perda da vegeta&ccedil;&atilde;o e a fragmenta&ccedil;&atilde;o do antigo muro de arrimo na orla da ilha de Caratateua, facilitam os intensos processos erosivos (SI II). Na ilha de Mosqueiro, as mesmas condi&ccedil;&otilde;es fisiogr&aacute;ficas que ocorrem na Ilha de Caratateua contribuem para a acelera&ccedil;&atilde;o dos processos erosivos e as inunda&ccedil;&otilde;es pelas mar&eacute;s de siz&iacute;gia nas praias do Para&iacute;so, Farol, Murubira, Chap&eacute;u Virado, Ariramba, S&atilde;o Francisco e Marahu (El- Robrini <i>et al.</i>, 2006). Nos canais fluviais, devido &agrave; baixa topografia, &agrave;s precipita&ccedil;&otilde;es superiores a 300 mm/m&ecirc;s durante o per&iacute;odo chuvoso de dezembro a maio e &agrave; for&ccedil;a das mar&eacute;s, ocorre o alargamento da plan&iacute;cie de inunda&ccedil;&atilde;o (Greg&oacute;rio & Mendes, 2009).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Problemas de eros&atilde;o costeira no munic&iacute;pio de Bragan&ccedil;a ocorrem principalmente pela a&ccedil;&atilde;o das mar&eacute;s de siz&iacute;gia. Na Vila dos Pescadores, 500 m da praia foram erodidos no per&iacute;odo de 1996 a 2001 e 50 m de 1998 a 1999. Restos destru&iacute;dos de antigas moradias e obras de conten&ccedil;&atilde;o de processos erosivos, assim como relatos dos moradores indicam que nos &uacute;ltimos 30 anos houve redu&ccedil;&atilde;o de 60% do n&uacute;mero de casas (Souza Filho, 2001; Szlafsztein, 2003; Pereira <i>et al.</i>, 2006; Pereira <i>et al.</i>, 2007). Na praia de Ajuruteua existem evid&ecirc;ncias de fortes processos erosivos, com o recuo de 22 m da linha de costa no ano 2000, explicados por Souza Filho (2001) pela proximidade da praia com as margens de canais de mar&eacute;, pelo &acirc;ngulo de incid&ecirc;ncia de ondas e pela amplitude de mar&eacute;. A ocupa&ccedil;&atilde;o irregular ao longo da linha de costa exp&otilde;e estabelecimentos e resid&ecirc;ncias que ocupam a zona de intermar&eacute; e descaracteriza os ecossistemas de manguezal e de dunas (Barbosa <i>et al.</i>, 2007; Braga <i>et al.</i>, 2007).</p>     <p>As praias do munic&iacute;pio de Salin&oacute;polis tamb&eacute;m t&ecirc;m sua paisagem comprometida pela eros&atilde;o costeira. Segundo Mendes <i>et al.</i> (2001), a ilha do Atalaia sofre profundas transforma&ccedil;&otilde;es desde a d&eacute;cada de 1973 com a constru&ccedil;&atilde;o da estrada Salin&oacute;polis-Atalaia (PA 444). Esta estrada facilitou a ocupa&ccedil;&atilde;o desordenada dos ambientes naturais, resultando na implanta&ccedil;&atilde;o de loteamentos, urbaniza&ccedil;&atilde;o, e na destrui&ccedil;&atilde;o de manguezais e dunas. Brito (2006) identifica a destrui&ccedil;&atilde;o por processos erosivos costeiros de fal&eacute;sias e de obras de engenharia, como os muros de arrimo e resid&ecirc;ncias, nas praias do Farol Velho, Atalaia e Curvina (SI-IV).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Metodologia</b></p>     <p>Os PDM dos munic&iacute;pios de Bel&eacute;m (Lei Municipal N&ordm; 8.655/2008) , Bragan&ccedil;a (Lei Municipal N&ordm; 3.875/2006) e Salin&oacute;polis (Lei Municipal N&ordm; 2.791/2006) est&atilde;o dispon&iacute;veis no site da Secretaria Estadual de Integra&ccedil;&atilde;o Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (<a href="http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm" target="_blank">http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm</a>).</p>     <p>Uma matriz de an&aacute;lise da gest&atilde;o dos riscos naturais nos PDM dos tr&ecirc;s munic&iacute;pios foi utilizada. Ela foi constitu&iacute;da por cinco perguntas associadas &agrave;s tem&aacute;ticas de gest&atilde;o de risco de desastres, caracteriza&ccedil;&atilde;o, controle e espacializa&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;as e vulnerabilidades. A matriz j&aacute; foi empregada em trabalhos anteriores (Espirito-Santo, 2011; Silva Jr. & Szlafsztein, 2010 e 2013). A an&aacute;lise permite como respostas apenas tr&ecirc;s possibilidades: sim (S) quando h&aacute; conformidade (representada pela cor verde na matriz), moderada (M) quando existe conformidade de forma indireta (cor amarela) e n&atilde;o (N) quando n&atilde;o h&aacute; conformidade (cor vermelha) (SI-IV).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p>Os PDM de Bel&eacute;m, Bragan&ccedil;a e Salin&oacute;polis estabelecem diretrizes para as &aacute;reas urbanas dos munic&iacute;pios sob o aspecto f&iacute;sico, social, econ&ocirc;mico e administrativo, objetivando a continuidade do desenvolvimento econ&ocirc;mico desde que permita a sustentabilidade e a melhoria da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o. A partir desses PDM foi poss&iacute;vel realizar an&aacute;lises referentes &agrave;s diretrizes propostas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gest&atilde;o de risco de desastres, controle de amea&ccedil;as e vulnerabilidades (SI-V).</p>     <p>Quanto ao primeiro questionamento, em tr&ecirc;s momentos distintos o PDM de Bel&eacute;m faz refer&ecirc;ncia &agrave; tem&aacute;tica de riscos de desastres relacionados com fen&ocirc;menos naturais. Primeiramente, quando define o controle de riscos nas diretrizes da pol&iacute;tica de saneamento ambiental (Art. 31&ordm;), abastecimento de &aacute;gua (Art. 34&ordm;) e do esgotamento sanit&aacute;rio (Art. 35&ordm;). Nesses termos foi delegada ao munic&iacute;pio a responsabilidade e obriga&ccedil;&atilde;o de reduzir os riscos associados &agrave; inadequa&ccedil;&atilde;o da coleta, aos desequil&iacute;brios nos recursos h&iacute;dricos e ao transporte e tratamento dos esgotos, respectivamente. Em um segundo momento a tem&aacute;tica de riscos de desastres &eacute; mencionada nas diretrizes da pol&iacute;tica de infraestrutura e meio ambiente (Art. 68&ordm;), ao tratar da exist&ecirc;ncia de riscos geol&oacute;gicos, como o escorregamento, o alagamento, a eros&atilde;o, o assoreamento e a contamina&ccedil;&atilde;o dos len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos e aqu&iacute;feros subterr&acirc;neos. Destaca-se que, conceitualmente, o alagamento n&atilde;o se trata de um risco geol&oacute;gico, mas sim da &aacute;gua acumulada decorrente de fortes precipita&ccedil;&otilde;es, associadas &agrave; infraestrutura urbana de drenagem deficiente. Por fim, a tem&aacute;tica de riscos de desastres aparece tamb&eacute;m nos Artigos 70&ordm; e 71&ordm;, ao definir as diretrizes de ocupa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas propensas a riscos potencial e efetivo, assim como a ado&ccedil;&atilde;o de medidas mitigadoras (SIVI).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No PDM de Bragan&ccedil;a a refer&ecirc;ncia &agrave; tem&aacute;tica de riscos relacionados com fen&ocirc;menos naturais &eacute; feita em dois momentos distintos. Primeiramente nas diretrizes de zoneamento urbano, no Artigo 75&ordm;, onde se torna obrigat&oacute;ria a identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas que por suas caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas, inclusive da vegeta&ccedil;&atilde;o, sejam destinadas &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o. Tais medidas objetivam proteger as nascentes e cabeceiras dos cursos d&rsquo;&aacute;gua, evitar riscos geol&oacute;gicos e manter o equil&iacute;brio do sistema de drenagem natural. Em um segundo momento, a tem&aacute;tica de riscos relacionados com fen&ocirc;menos naturais &eacute; mencionada quando pro&iacute;be o parcelamento do solo para fins urbanos em &aacute;reas de expans&atilde;o urbana com terrenos alagadi&ccedil;os e sujeitos &agrave; inunda&ccedil;&atilde;o, em terrenos com declividade superior a 30% e em terrenos com condi&ccedil;&otilde;es geol&oacute;gicas impr&oacute;prias (Art. 89&ordm;). Embora seja mencionado o termo &ldquo;riscos geol&oacute;gicos&rdquo;, n&atilde;o h&aacute; uma classifica&ccedil;&atilde;o dos tipos de riscos geol&oacute;gicos existentes no munic&iacute;pio. No PDM de Salin&oacute;polis, mesmo com as claras evid&ecirc;ncias levantadas na caracteriza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea, n&atilde;o se identifica qualquer refer&ecirc;ncia &agrave; tem&aacute;tica dos riscos e desastres ditos &ldquo;naturais&rdquo;.</p>     <p>Quanto ao segundo questionamento, no PDM de Bel&eacute;m a &uacute;nica refer&ecirc;ncia a amea&ccedil;as de origem natural encontrada &eacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s inunda&ccedil;&otilde;es (Art. 31&ordm;), mencionadas na diretriz de pol&iacute;tica municipal de saneamento ambiental integrado. No entanto, o fato de n&atilde;o aparecer como um problema relacionado &agrave; necessidade de que medidas emergenciais sejam tomadas, e sim apenas de controle de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o, considera-se que esta amea&ccedil;a &eacute; identificada de forma indireta no PDM. O PDM de Bragan&ccedil;a tamb&eacute;m faz uma men&ccedil;&atilde;o &agrave;s amea&ccedil;as de inunda&ccedil;&atilde;o, quando identifica na proposta de macrozoneamento &aacute;reas de campos sujeitos &agrave; inunda&ccedil;&atilde;o (Art. 71&ordm;). Da mesma forma como no PDM de Bel&eacute;m, a men&ccedil;&atilde;o &agrave;s amea&ccedil;as de inunda&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ocorrem de forma expl&iacute;cita ou como um problema que precisa de a&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o. O PDM de Salin&oacute;polis n&atilde;o faz refer&ecirc;ncia &agrave;s amea&ccedil;as naturais que afetam o munic&iacute;pio.</p>     <p>Quanto ao terceiro questionamento, no PDM de Bel&eacute;m as medidas voltadas para a diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade s&atilde;o observadas em tr&ecirc;s momentos distintos. Primeiramente com as diretrizes da pol&iacute;tica de drenagem urbana, que objetivam o gerenciamento dos recursos h&iacute;dricos no territ&oacute;rio municipal (Art. 36&ordm;). Como etapa do gerenciamento prop&ocirc;s-se ent&atilde;o: a elabora&ccedil;&atilde;o de Planos Diretores de Drenagem para as bacias hidrogr&aacute;ficas e execu&ccedil;&atilde;o de medidas de controle de &aacute;guas pluviais e enchentes para priorizar a&ccedil;&otilde;es no manejo e na preven&ccedil;&atilde;o de inunda&ccedil;&otilde;es e processos erosivos (Art. 37&ordm;). Posteriormente, as medidas de diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade ocorrem nas diretrizes gerais que orientam a divis&atilde;o territorial do munic&iacute;pio de Bel&eacute;m (Art. 56&ordm;), com vistas a urbanizar e qualificar a infraestrutura e a habitabilidade nas &aacute;reas de ocupa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria e em situa&ccedil;&atilde;o de risco (Art. 78&ordm;). E, por fim, tais medidas s&atilde;o identificadas na pol&iacute;tica de Meio Ambiente quando o PDM define a amplia&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas verdes perme&aacute;veis para reduzir os fatores de alagamento e inunda&ccedil;&otilde;es (Art. 65&ordm;) e estabelece a largura n&atilde;o edificante das margens de rios, canais, igarap&eacute;s e faixas de orla (Art. 66&ordm;).</p>     <p>No PDM de Bragan&ccedil;a as medidas voltadas para a diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade foram observadas em quatro momentos distintos. Primeiramente, na defini&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios e par&acirc;metros do ordenamento de uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do solo (Arts. 4&ordm; e 5&ordm;), visando a prote&ccedil;&atilde;o dos recursos h&iacute;dricos, a recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas e a expans&atilde;o dos servi&ccedil;os de saneamento b&aacute;sico. Posteriormente, as medidas de diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade aparecem na Pol&iacute;tica Habitacional (Art. 16&ordm;) atrav&eacute;s da conten&ccedil;&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o irregular e da implanta&ccedil;&atilde;o de um sistema de informa&ccedil;&otilde;es caracterizando e localizando os assentamentos prec&aacute;rios, irregulares e em &aacute;reas vulner&aacute;veis. Depois, tais medidas ocorrem nas diretrizes de zoneamento urbano, com as medidas de identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas com condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis de infraestrutura e topografia para a ocupa&ccedil;&atilde;o (Art. 79&ordm;) e sua proibi&ccedil;&atilde;o em terrenos sujeitos &agrave; inunda&ccedil;&atilde;o (Art. 89&ordm;). Finalmente, com a restri&ccedil;&atilde;o de ocupa&ccedil;&atilde;o em locais propensos a riscos de escorregamento e desmoronamento em &aacute;reas de antigos mangues que foram aterrados, por meio de programas de melhoria habitacional e recupera&ccedil;&atilde;o ambiental das &aacute;reas degradadas (Art. 90&ordm;).</p>     <p>No PDM de Salin&oacute;polis as medidas para a diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade foram identificadas em dois momentos distintos. Primeiramente, na Pol&iacute;tica de Desenvolvimento Urbano, cujo Artigo 6&ordm; menciona a recupera&ccedil;&atilde;o das margens dos cursos d&rsquo;&aacute;gua, manguezais e praias e a recomposi&ccedil;&atilde;o da mata ciliar na &aacute;rea rural ao longo das margens dos cursos d&rsquo;&aacute;gua, lagos, lagoas, reservat&oacute;rios, praias e manguezais (Art. 13&ordm;). Por fim, as medidas de diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade ocorrem na pol&iacute;tica de parcelamento do solo para fins urbanos atrav&eacute;s da proibi&ccedil;&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o em terrenos com declividade igual ou superior a 30% e/ou que necessitem de drenagem (Art. 48&ordm;). Verifica-se que pouco consta sobre a&ccedil;&otilde;es voltadas para reduzir a exposi&ccedil;&atilde;o das pessoas &agrave;s amea&ccedil;as e menos ainda para sua adapta&ccedil;&atilde;o aos evidentes processos erosivos existentes. Por isto, considera-se que as medidas voltadas para a diminui&ccedil;&atilde;o dos fatores de vulnerabilidade s&atilde;o moderadas.</p>     <p>Quanto ao quarto questionamento, no PDM de Bel&eacute;m as estrat&eacute;gias de resposta existem apenas nas diretrizes da Pol&iacute;tica Social (Art. 18&ordm;) e de Assist&ecirc;ncia Social (Art. 19&ordm;). Estas promovem, respectivamente, a prote&ccedil;&atilde;o social de pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade social e o atendimento social aos vitimados por situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia ou de calamidade p&uacute;blica, em a&ccedil;&atilde;o conjunta com a Coordenadoria Municipal de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa Civil. No PDM de Bragan&ccedil;a os mecanismos de resposta aos desastres constam na pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, atrav&eacute;s da parceria com a Defesa Civil Municipal e o Corpo de Bombeiros, visando estabelecer medidas preventivas e corretivas. Entre tais medidas est&atilde;o: a inclus&atilde;o das &aacute;reas de risco geol&oacute;gico ou sujeitas a inunda&ccedil;&otilde;es na programa&ccedil;&atilde;o da defesa civil e a ado&ccedil;&atilde;o de sistemas de comunica&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia com as pessoas com treinamento quanto ao comportamento a ser adota do em caso de acidentes (Art. 45&ordm;). No PDM de Salin&oacute;polis n&atilde;o consta diretriz ou pol&iacute;tica voltada para a constru&ccedil;&atilde;o de medidas de respostas aos desastres.</p>     <p>Quanto ao quinto questionamento, nos PDM de Bel&eacute;m, Bragan&ccedil;a e Salin&oacute;polis n&atilde;o h&aacute; nenhuma cartografia que apresente a espacializa&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas vulner&aacute;veis nos munic&iacute;pios. Na Planta Urbana de Bragan&ccedil;a (SI-VII) identificam-se &aacute;reas sujeitas apenas a alagamentos por conta das chuvas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>O trabalho analisou diversos aspectos da gest&atilde;o de risco de desastres relacionados com fen&ocirc;menos naturais nos Planos Diretores de tr&ecirc;s munic&iacute;pios da zona costeira do estado do Par&aacute;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise feita ilustrou que mesmo todos sendo cen&aacute;rios de desastres ditos &ldquo;naturais&rdquo;, h&aacute; uma grande diferen&ccedil;a no tratamento da tem&aacute;tica de gest&atilde;o de riscos entre os planos diretores de Bel&eacute;m e de Bragan&ccedil;a com respeito ao de Salin&oacute;polis, embora todos tenham sido elaborados conjuntamente entre t&eacute;cnicos e a popula&ccedil;&atilde;o, o que garantiria informa&ccedil;&otilde;es precisas do ponto de vista cient&iacute;fico e das pessoas e atividades impactadas. O PDM de Salin&oacute;polis &eacute; o que menos elementos de gest&atilde;o de risco de desastres apresenta nas suas diretrizes, ainda que os problemas sejam evidentes, de grande magnitude e afetem paisagens, resid&ecirc;ncias e hot&eacute;is de alto padr&atilde;o de edifica&ccedil;&atilde;o, utilizadas por turistas anualmente em longas temporadas.</p>     <p>O principal elemento ausente nos PDM &eacute; a cartografia de risco de desastres relacionados com fen&ocirc;menos naturais. Somente a Planta Urbana do munic&iacute;pio de Bragan&ccedil;a identifica, sem precis&atilde;o, pontos de alagamento. Isto decorre da pouca import&acirc;ncia da cartografia em termos gerais nos planos diretores, desconhecendo-se o seu papel na espacializa&ccedil;&atilde;o do planejamento urbano e particularmente no que se refere &agrave;s diretrizes de gest&atilde;o de riscos (identifica&ccedil;&atilde;o de zonas propensas a amea&ccedil;as e de popula&ccedil;&atilde;o vulner&aacute;vel; comunica&ccedil;&atilde;o de riscos; log&iacute;stica de resposta e mobiliza&ccedil;&atilde;o de afetados; remanejamento de impactados, etc.).</p>     <p>Cabe considerar que esta pesquisa n&atilde;o tem como objetivo identificar ou analisar os processos de implementa&ccedil;&atilde;o das diretrizes dos PDM que, como outras pol&iacute;ticas p&uacute;blicas brasileiras, encontram numerosos obst&aacute;culos, particularmente associados &agrave; fragilidade institucional, ao aspecto financeiro e &agrave; capacidade t&eacute;cnica dos recursos humanos em termos de compet&ecirc;ncia, motiva&ccedil;&atilde;o, experi&ecirc;ncia e equipamentos atualizados para o desenvolvimento dos trabalhos.</p>     <p>Espera-se que o sucesso da integra&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o de zonas costeiras se associe a processos que permitam a conjun&ccedil;&atilde;o de diversos instrumentos legais, utilizados em diferentes escalas geogr&aacute;ficas e tem&aacute;ticas, particularmente num contexto de altera&ccedil;&otilde;es dos fen&ocirc;menos hidrometeorol&oacute;gicos, costeiros e de atualiza&ccedil;&atilde;o de legisla&ccedil;&atilde;o, com o in&iacute;cio de novos projetos de ordenamento territorial no estado do Par&aacute;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <p>Barbosa, G.; Renn&oacute;, C.; Franco, E. (1974) &ndash; Geomorfologia. In: <i>Projeto RADAMBRASIL</i>. Folha S.A.22 Bel&eacute;m. DNPM, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Barbosa, V.; Greg&oacute;rio, A.; Busman, D.; Costa, R.; Souza Filho, P.; Pereira, L. (2007) - Estudo morfodin&acirc;mico durante uma mar&eacute; equinocial de siz&iacute;gia em uma praia de macromar&eacute; do litoral amaz&ocirc;nico (praia de Ajuruteua-PA, Brasil). Boletim Paranaense de Geoci&ecirc;ncias, 60:31-43. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5380/geo.v60i0" target="_blank">10.5380/geo.v60i0</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420151&pid=S1646-8872201600020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Braga, F.; Souza Filho, P.; Alves, M.; Pereira, L. (2007) - Morfologia e sedimentologia da praia de macromar&eacute; de Ajuruteua, Amaz&ocirc;nia, Norte do Brasil. Boletim Paranaense de Geoci&ecirc;ncias, 60:11-30. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5380/geo.v60i0" target="_blank">10.5380/geo.v60i0</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420152&pid=S1646-8872201600020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brito, F. (2006) - <i>Salin&oacute;polis-PA: (re)organiza&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-espacial de um lugar Atl&acirc;ntico-Amaz&ocirc;nico</i>. 121p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. N&atilde;o publicado. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/87919" target="_blank">https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/87919</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420153&pid=S1646-8872201600020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>El-Robrini, M.; Silva, M.; Silva Jr. P.; El-Robrini, M.; Silva Jr. O.; Fran&ccedil;a, C. (2006) &ndash; Par&aacute;. In: Dieter Muehe (org.), <i>Eros&atilde;o e prograda&ccedil;&atilde;o do litoral brasileiro</i>. Minist&eacute;rio do Meio Ambiente (MMA), Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.mma.gov.br/publicacoes/gestao-territorial/category/80-gestaocosteira-g-erosao-e-progradacao" target="_blank">http://www.mma.gov.br/publicacoes/gestao-territorial/category/80-gestaocosteira-g-erosao-e-progradacao</a></p>     <!-- ref --><p>Espirito-Santo, C. (2011) - <i>A gest&atilde;o dos riscos naturais &agrave; eros&atilde;o e inunda&ccedil;&atilde;o nos planos diretores de munic&iacute;pios da zona costeira (estado do Par&aacute;)</i>. 98p., Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, PA, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://ppgedam.ufpa.br/download/disserta/dissertacoes2009/dissert_CELINA_MARQUES.pdf" target="_blank">http://ppgedam.ufpa.br/download/disserta/dissertacoes2009/dissert_CELINA_MARQUES.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420155&pid=S1646-8872201600020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Espirito-Santo, C.; Moraes, S.; Santos, V.; Braga, R.; Barbosa, E. (2012) - Produ&ccedil;&atilde;o e apropria&ccedil;&atilde;o da natureza na ilha de Caratateua, Bel&eacute;m (PA). In: Silva, J.; Silva, C.; Chagas, C.; Barbosa, E. (orgs.), <i>Percursos geogr&aacute;ficos: pesquisa e extens&atilde;o no Distrito de Outeiro, Bel&eacute;m-Par&aacute; (2008-2011)</i>, pp.114-142, GAPTA/UFPA, Bel&eacute;m. ISBN: 978-8563117021. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mapasacademicos.com.br/artigos-revistas-publicacao/Livro_Outeiro_GAPTA_UFPA.pdf" target="_blank">http://www.mapasacademicos.com.br/artigos-revistas-publicacao/Livro_Outeiro_GAPTA_UFPA.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420156&pid=S1646-8872201600020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gomes, R.; Pereira, L.; Ribeiro, C.; Costa, R. (2009) - Din&acirc;mica socioambiental em uma comunidade pesqueira amaz&ocirc;nica, PABrasil. <i>Revista da Gest&atilde;o Costeira Integrada</i> (ISSN 1646- 8872), 9(2):101-111. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5894/rgci121" target="_blank">10.5894/rgci121</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420157&pid=S1646-8872201600020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Greg&oacute;rio, A.; Mendes, A. (2009) - Batimetria e sedimentologia da Baia de Guajar&aacute;, Bel&eacute;m, estado do Par&aacute;, Brasil. <i>Amaz&ocirc;nia: Ci&ecirc;ncia e Desenvolvimento</i> (ISSN 1809-4058), 5(9):53-72, Bel&eacute;m, PA, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://repositorio.museu-goeldi.br/bitstream/mgoeldi/369/1/Amaz&ocirc;nia%20Ci&ecirc;ncia%20e%20Desenvolvimento%205(9)%202009%20GREGORIO.pdf" target="_blank">http://repositorio.museu-goeldi.br/bitstream/mgoeldi/369/1/Amaz&ocirc;nia%20Ci&ecirc;ncia%20e%20Desenvolvimento%205(9)%202009%20GREGORIO.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420158&pid=S1646-8872201600020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IBGE (2011) - <i>Estimativas da popula&ccedil;&atilde;o residente com data de refer&ecirc;ncia 1o de julho de 2011</i>. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2011/estimativa.shtm" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2011/estimativa.shtm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420159&pid=S1646-8872201600020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Igreja, A.; Borges, M.; Alves, R.; Costa Jr.; P.; Costa, J. (1990) - Estudos neotect&ocirc;nicos nas ilhas de Outeiro e Mosqueio &ndash; Nordeste do Estado do Par&aacute;. <i>XXXVI Congresso Brasileiro de Geologia</i>, Natal, RN, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://cmig.ufpa.br/Produ%C3%A7%C3%B5es%20Cient%C3%ADficas/Publica%C3%A7%C3%B5es1990/eventos/estudos_neotevtonicos_nas_ilhas_de_outeiro_e_mosqueiro_nord.pdf" target="_blank">http://cmig.ufpa.br/Produ&ccedil;&otilde;es Cient&iacute;ficas/Publica&ccedil;&otilde;es1990/eventos/estudos_neotevtonicos_nas_ilhas_de_outeiro_e_mosqueiro_nord.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Kostelnick, J.; Mcdermott, D.; Rowley, R.; Bunnyfield, N. (2013) - A cartographic framework for visualizing risk. <i>Cartographica: The International Journal for Geographic Information and Geovisualization</i>, 48(3):200-224. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.3138/carto.48.3.1531" target="_blank">10.3138/carto.48.3.1531</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420162&pid=S1646-8872201600020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Medeiros, A. (1971) - <i>Aspectos geogr&aacute;ficos da ilha de Caratateua. Instituto de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Social e Ambiental do Par&aacute; (IDESP)</i>. 32p. Bel&eacute;m, PA, Brasil. <i>N&atilde;o publicado</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420163&pid=S1646-8872201600020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mendes, A.; Silva, M.; Santos, V. (2001) - An&aacute;lise do meio f&iacute;sico para gest&atilde;o ambiental das ilhas de Algodoal e Atalaia (NE do Par&aacute;). In: Prost, M.; Mendes, A. (Orgs.), <i>Ecossistemas costeiros: impactos e gest&atilde;o ambiental</i>, pp.103-111, Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m, PA, Brasil. ISBN 8570980663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420165&pid=S1646-8872201600020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Monteiro, M.; Pereira, L.; Oliveira, S. (2009) - Morphodynamic changes of a macrotidal sand beach in the Brazilian Amazon coast (Ajuruteua-Par&aacute;). <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 1551-5036), SI56:103-107, Lisboa, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://e-geo.fcsh.unl.pt/ics2009/_docs/ICS2009_Volume_I/103.107_M.C.Monteiro_ICS2009.pdf" target="_blank">http://e-geo.fcsh.unl.pt/ics2009/_docs/ICS2009_Volume_I/103.107_M.C.Monteiro_ICS2009.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420167&pid=S1646-8872201600020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neri, C.; Aldunce, P. (2008) - M&eacute;todos y conceptos para el estudio de la variabilidad y cambio clim&aacute;tico. In: Aldunce, P.; Neri, C.; Szlafsztein, C. (orgs.), <i>Hacia la evaluaci&oacute;n de pr&aacute;cticas de adaptaci&oacute;n ante la variabilidad y el cambio clim&aacute;tico,</i> pp.11-20, NUMA/UFPA, Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil. ISBN 978-8588998230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420168&pid=S1646-8872201600020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nogueira, F.; Moretti, R.; Paiva, C. (2013) - Estudos sobre riscos geol&oacute;gicos e sua incorpora&ccedil;&atilde;o no planejamento territorial- relato da experi&ecirc;ncia de forma&ccedil;&atilde;o de quadros t&eacute;cnicos no ABC paulista. <i>Revista Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental</i> (ISSN 2237-4590), SI3:45-56, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.abge.org.br/uploads/imgfck/file/Artigo_EstudosobreRiscosGeo.pdf" target="_blank">http://www.abge.org.br/uploads/imgfck/file/Artigo_EstudosobreRiscosGeo.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420170&pid=S1646-8872201600020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nogueira, F.; Oliveira, V.; Canil, K. (2014) - Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas regionais para gest&atilde;o de riscos: o processo de implementa&ccedil;&atilde;o no ABC, SP. <i>Ambiente & Sociedade</i> (ISSN 1809-4422), SI17:177- 194, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/asoc/v17n4/a10v17n4.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/asoc/v17n4/a10v17n4.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420171&pid=S1646-8872201600020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira, L.; Souza Filho, P.; Ribeiro, M.; Pinheiro, S.; Nunes, Z.; Costa, R. (2006) - Din&acirc;mica socioambiental na Vila dos Pescadores (Amaz&ocirc;nia Oriental, Par&aacute; Brasil). <i>Desenvolvimento e Meio Ambiente</i> 13:125-136. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5380/dma.v13i0" target="_blank">10.5380/dma.v13i0</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420172&pid=S1646-8872201600020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pereira, L.; Guimar&atilde;es, D.; Ribeiro, M.; Costa, R.; Souza Filho, P. (2007) - Use and occupation in Bragan&ccedil;a littoral, Brazilian Amazon. <i>Journal of Coastal Research, SI 50. Proceedings of the 9th International Coastal Symposium</i> (ISSN 1551-5036), SI1:1116-1120, Lisboa, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.jcronline.org/loi/coas" target="_blank">http://www.jcronline.org/loi/coas</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420173&pid=S1646-8872201600020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sarmiento, J. (2008) - Gesti&oacute;n del riesgo ante la variabilidad y cambio clim&aacute;tico. In: Aldunce, P.; Neri, C.; Szlafsztein, C. (orgs.), <i>Hacia la evaluaci&oacute;n de pr&aacute;cticas de adaptaci&oacute;n ante la variabilidad y el cambio clim&aacute;tico</i>, p. 31-42, NUMA/UFPA, Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil. ISBN 978-8588998230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420174&pid=S1646-8872201600020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>SEDEC (2015) - Gloss&aacute;rio de defesa civil, estudos de riscos e medicina de desastres. SEDEC, Secretaria Nacional de Defesa Civil, Bras&iacute;lia, DF, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.integracao.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=71458606-5f48-462e-8f03-4f61de3cd55f&groupId=10157" target="_blank">http://www.integracao.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=71458606-5f48-462e-8f03-4f61de3cd55f&amp;groupId=10157</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420176&pid=S1646-8872201600020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Silva Jr., O.; Szlafsztein, C. (2010) - An&aacute;lise de risco como crit&eacute;rio a gest&atilde;o do territ&oacute;rio: um estudo do plano diretor do munic&iacute;pio de Alenquer (PA). <i>OLAM &ndash; Ci&ecirc;ncia & Tecnologia</i> (ISSN: 1982-7784), SI10:1-29, Rio Claro, S&atilde;o Paulo, Brasil. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/olam/index" target="_blank">http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/olam/index</a></p>     <!-- ref --><p>Silva Jr., O.; Szlafsztein, C. (2013) - A import&acirc;ncia dos conceitos de amea&ccedil;a, vulnerabilidade e risco em planos diretores municipais: estudo de caso no munic&iacute;pio de Alenquer (Par&aacute;). <i>Revista GeoaGeoamaz&ocirc;nia</i> 1:64-80. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.17551/2358-1778/geoamazonia.n1v1p64-80" target="_blank">10.17551/2358-1778/geoamazonia.n1v1p64-80</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420179&pid=S1646-8872201600020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza Filho, P. (2001) - Impactos naturais e antr&oacute;picos na Plan&iacute;cie Costeira de Bragan&ccedil;a (NE do Par&aacute;). In: Prost, M.; Mendes, A. (orgs.), <i>Ecossistemas Costeiros: Impactos e Gest&atilde;o Ambiental</i>, pp.134-144, Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m, PA, Brasil. ISBN: 8570980663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420180&pid=S1646-8872201600020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza Filho, P.; Tozzi, H.; El-Robrini, M. (2003) - Geomorphology, land-use and environmental hazards in Ajuruteua macrotidal sand beach, Northern Brazil. <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 1551-5036), SI35:580-589, Itaja&iacute;, SC, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420182&pid=S1646-8872201600020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza Filho, P. (2005) - Costa de manguezais de macromar&eacute; da Amaz&ocirc;nia: cen&aacute;rios morfol&oacute;gicos, mapeamento e quantifica&ccedil;&atilde;o a partir de dados de sensores remotos. <i>Revista Brasileira de Geof&iacute;sica</i>, 23(4):427-435. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-261X2005000400006" target="_blank">10.1590/S0102-261X2005000400006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420184&pid=S1646-8872201600020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza Filho, P.; Cohen, M.; Lara, R.; Lessa, G.; Koch, B.; Behling, H. (2006) - Holocene evolution and facies model of the Bragan&ccedil;a macrotidal flat on the Amazon Mangrove Coast, Northern Brazil. <i>Journal of Coastal Research</i> (ISSN 1551-5036), SI39:306-310, Lisboa, Portugal. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.abequa.org.br/trabalhos/0301_pedro_walfir.pdf" target="_blank">http://www.abequa.org.br/trabalhos/0301_pedro_walfir.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420185&pid=S1646-8872201600020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Szlafsztein, C. (2003) - Vulnerability and response measures to natural hazard and sea level rise impacts: long-term coastal zone management, NE of the State of Par&aacute;, Brazil. ZMT &ndash; <i>Contributions</i>, 17:1-192, University of Bremen, Bremen, Alemanha.</p>     <!-- ref --><p>Szlafsztein, C. (2005) - <i>Climate change, sea-level rise and coastal natural hazards: a GIS-based vulnerability assessment, State of Par&aacute;, Brazil</i>. 31p. International workshop of the Global Environmental Change and Human Security Program.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420187&pid=S1646-8872201600020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Szlafsztein, C.; Sterr, H. (2007) - A GIS-based vulnerability assessment of coastal natural hazard, state of Par&aacute;, Brazil. Journal of Coastal Conservation 11(1):53-66. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11852-007-0003-6" target="_blank">10.1007/s11852-007-0003-6</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420189&pid=S1646-8872201600020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Szlafsztein, C.; Sterr, H. (2010) - Coastal zone management tool: a GIS-based vulnerability assessment to natural hazards. In: Saint Paul, U.; Schneider, H. (Orgs.), <i>Mangrove dynamics and management in North Brazil</i>, Berlin: Springer-Verlag, Heidelberg, Alemanha ISBN 978-3642134562. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11852-007-0003-6" target="_blank">10.1007/s11852-007-0003-6</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1420190&pid=S1646-8872201600020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><b>Legisla&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Lei N&ordm; 8.655, de 30 de julho de 2008 - Plano Diretor de Bel&eacute;m. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm" target="_blank">http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lei N&ordm; 3.875, de 10 de outubro de 2006 - Plano Diretor de Bragan&ccedil;a. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm" target="_blank">http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm</a>.</p>     <p>Lei N&ordm; 7.661, de 16 de maio de 1988, que institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=315" target="_blank">http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=315.</a></p>     <p>Lei N&ordm; 10.257, de 10 de julho de 2001 - Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, estabelece diretrizes gerais da pol&iacute;tica urbana. Estatuto das Cidades. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm</a>.</p>     <p>Decreto N&ordm; 5.300, de 7 de dezembro de 2004 - Regulamenta a Lei No 7.661, de 16 de maio de 1988, que institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/D5300.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/D5300.htm</a>.</p>     <p>Lei N&ordm; 12.608, de 10 de abril de 2012 - Institui a Pol&iacute;tica Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa Civil - PNPDEC. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12608.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12608.htm</a></p>     <p>Lei N&ordm; 2.791, de 6 de setembro de 2006 - Plano Diretor de Salin&oacute;polis, 25p. Dispon&iacute;vel on-line em <a href="http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm" target="_blank">http://www.seidurb.pa.gov.br/pdm</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="#top0">*</a><a name="0"></a>Submission: 24 JUN 2015; Peer review: 25 JUL 2015; Revised: 28 DEC 2015; Accepted: 7 JAN 2016; Available on-line: 11 JAN 2016</p>     <p><b>Notas:</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top1">1</a><a name="1"></a>&nbsp;<a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic</a></p>     <p><a href="#top2">2</a><a name="2"></a>&nbsp;<a href="http://www.mi.gov.br/web/guest/defesa-civil/sinpdec/organizacao" target="_blank">http://www.mi.gov.br/web/guest/defesa-civil/sinpdec/organizacao</a></p>     <p><b>Appendix</b></p>     <p>This article contains supporting information online at <a href="http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-613_Espirito-Santo_Supporting-Information.pdf" target="_blank">http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-613_Espirito-Santo_Supporting-Information.pdf</a></p>      ]]></body><back>
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