<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-9895</journal-id>
<journal-title><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[RISTI]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-9895</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[AISTI - Associação Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-98952015000200004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17013/risti.15.35-49</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Construção de Sistemas Integrados de Gestão para Micro e Pequenas Empresas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Construction of Integrated Business Management Systems for Micro and Small Enterprises]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Crespo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Pedro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Vítor]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Nova de Lisboa Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<numero>15</numero>
<fpage>35</fpage>
<lpage>49</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-98952015000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-98952015000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-98952015000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[As Micro e Pequenas Empresas possuem na sua essência recursos limitados. Raramente possuem um Sistema Integrado de Gestão que lhes permita gerir o seu negócio de forma transversal e que mapeie todos os processos da empresa. Devido ao número reduzido de colaboradores, não dispõem internamente de alguns serviços. O seu espaço de mercado é em geral limitado. As suas competências específicas raramente permitem apresentar uma oferta global. Por serem pequenas, não têm força negocial perante os seus fornecedores e eventuais parceiros estratégicos. A Arquitetura de Sistemas de Informação permite representar e mapear os diversos aspetos da gestão das empresas e alinhar as Tecnologias de Informação e Comunicação com as necessidades destas empresas. Este trabalho pretende apresentar e descrever uma Macro Arquitetura para a construção de Sistema Integrado de Gestão, orientados para as Micro e Pequenas Empresas, e que inclua um conjunto de serviços integrados numa única plataforma.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Micro and Small Enterprises have limited resources. They rarely have an Enterprise Resource Planning that allows managing their business in a transversal way and mapping all business processes. These companies have a small number of employees, and for this reason they have a reduced number of internal services. Their market space is usually limited. Their specific skills are reduced, thus not allowing presenting a comprehensive offer. Due to their small dimension, they have no negotiating strength vis-à-vis their suppliers and potential strategic partners. The Architecture of Information Systems can represent and map the various aspects of business management and align the Information Technology and Communication with the needs of these companies. This paper aims to present and describe a macro architecture for building Enterprise Resource Planning oriented to Micro and Small Enterprises that includes a set of integrated services on a single platform.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Arquitetura de Sistemas de Informação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Arquitetura Aplicacional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Sistema Integrado de Gestão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[SIG]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Micro e Pequenas Empresas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Sistemas de Informação]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Architecture of Information Systems]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Application Architecture]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Enterprise Resource Planning]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Micro and Small Enterprises]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Information Systems]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p><b>Constru&ccedil;&atilde;o de Sistemas Integrados de Gest&atilde;o para Micro e Pequenas Empresas</b></p>     <p><b>Construction of Integrated Business Management Systems for Micro and Small Enterprises</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Pedro Crespo <sup>1</sup>, V&iacute;tor Santos <sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Universidade Nova de Lisboa, ISEGI, Campus de Campolide, 1070-312, Lisboa, Portugal. E-mails:<b> </b><a href="mailto:pjacrespo@gmail.com">pjacrespo@gmail.com</a>, <a href="mailto:vsantos@novaims.unl.pt">vsantos@novaims.unl.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>As Micro e Pequenas Empresas possuem na sua ess&ecirc;ncia recursos limitados. Raramente possuem um Sistema Integrado de Gest&atilde;o que lhes permita gerir o seu neg&oacute;cio de forma transversal e que mapeie todos os processos da empresa. Devido ao n&uacute;mero reduzido de colaboradores, n&atilde;o disp&otilde;em internamente de alguns servi&ccedil;os. O seu espa&ccedil;o de mercado &eacute; em geral limitado. As suas compet&ecirc;ncias espec&iacute;ficas raramente permitem apresentar uma oferta global. Por serem pequenas, n&atilde;o t&ecirc;m for&ccedil;a negocial perante os seus fornecedores e eventuais parceiros estrat&eacute;gicos. A Arquitetura de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o permite representar e mapear os diversos aspetos da gest&atilde;o das empresas e alinhar as Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o com as necessidades destas empresas. Este trabalho pretende apresentar e descrever uma Macro Arquitetura para a constru&ccedil;&atilde;o de Sistema Integrado de Gest&atilde;o, orientados para as Micro e Pequenas Empresas, e que inclua um conjunto de servi&ccedil;os integrados numa &uacute;nica plataforma.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Arquitetura de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o, Arquitetura Aplicacional, Sistema Integrado de Gest&atilde;o, SIG,&nbsp; Micro e Pequenas Empresas, Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Micro and Small Enterprises have limited resources. They rarely have an Enterprise Resource Planning that allows managing their business in a transversal way and mapping all business processes. These companies have a small number of employees, and for this reason they have a reduced number of internal services. Their market space is usually limited. Their specific skills are reduced, thus not allowing presenting a comprehensive offer. Due to their small dimension, they have no negotiating strength vis-&agrave;-vis their suppliers and potential strategic partners. The Architecture of Information Systems can represent and map the various aspects of business management and align the Information Technology and Communication with the needs of these companies. This paper aims to present and describe a macro architecture for building Enterprise Resource Planning oriented to Micro and Small Enterprises that includes a set of integrated services on a single platform.</p>     <p><b>Keywords</b>: Architecture of Information Systems, Application Architecture, Enterprise Resource Planning, Micro and Small Enterprises, Information Systems.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. &nbsp;&nbsp; Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>As Micro e Pequenas Empresas (MPE) possuem na sua ess&ecirc;ncia recursos limitados (Comiss&atilde;o Europeia, 2006). Por este motivo, raramente possuem infraestruturas e sistemas inform&aacute;ticos que lhes permitam gerir o seu neg&oacute;cio de forma transversal e raramente possuem um Sistema Integrado de Gest&atilde;o (SIG) que mapeie todos os processos da empresa.</p>     <p>Devido ao n&uacute;mero reduzido de colaboradores (Instituto Nacional de Estat&iacute;stica, 2013), n&atilde;o disp&otilde;em internamente de alguns servi&ccedil;os, tais como: servi&ccedil;os de apoio &agrave; gest&atilde;o, servi&ccedil;os jur&iacute;dicos, servi&ccedil;os de apoio administrativo, marketing e outros servi&ccedil;os, como suporte inform&aacute;tico ao neg&oacute;cio.</p>     <p>O seu espa&ccedil;o de mercado &eacute; limitado e, em geral, n&atilde;o possuem exposi&ccedil;&atilde;o internacional, nem presen&ccedil;a no mercado global pela via digital. As suas compet&ecirc;ncias espec&iacute;ficas raramente permitem apresentar uma oferta global, composta de diferentes produtos e servi&ccedil;os combinados. Por serem pequenas, n&atilde;o t&ecirc;m normalmente for&ccedil;a negocial perante os seus fornecedores e eventuais parceiros estrat&eacute;gicos.</p>     <p>Por todas estas raz&otilde;es, a constru&ccedil;&atilde;o de SIG pode ser repensada e adequada &agrave; realidade das MPE, a partir de um novo modelo integrado de servi&ccedil;os. Este artigo pretende apresentar e descrever uma Macro Arquitetura para a constru&ccedil;&atilde;o de SIG, orientados para as MPE, e que inclua um conjunto de servi&ccedil;os integrados.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2.&nbsp;&nbsp; Sobre Micro e Pequenas Empresas</b></p>     <p>&Eacute; necess&aacute;rio determinar um padr&atilde;o que defina a empresa pela sua dimens&atilde;o. Estes limiares s&atilde;o: o n&uacute;mero de efetivos, o volume de neg&oacute;cios anual e o balan&ccedil;o anual. A compara&ccedil;&atilde;o destes tr&ecirc;s limites determina a dimens&atilde;o da empresa. Em maio de 2003, a Comunidade Europeia (CE) adotou uma nova recomenda&ccedil;&atilde;o. O diploma entrou em vigor em 1 de janeiro de 2005 e &eacute; aplic&aacute;vel a todos os programas, pol&iacute;ticas e medidas relativas &agrave;s PME geridas pela Comiss&atilde;o. Julgamos portanto pertinente adotar esta defini&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito deste trabalho, por julgar a mais apropriada. Na <a href="#t1">Tabela 1</a>, apresenta-se os limiares que caracterizam uma PME (Comiss&atilde;o Europeia, 2006):</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"></a> <img src="/img/revistas/rist/n15/n15a04t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>A defini&ccedil;&atilde;o de PME abrange o segmento das Micro Empresas indicando os seus limites. Por&eacute;m, n&atilde;o &eacute; feliz nas siglas adotadas, por n&atilde;o enunciar com clareza o termo &ldquo;Micro&rdquo;. Como este estudo &eacute; dedicado ao segmento das MPE, decidimos por este motivo adotar a sigla MPE, sempre que poss&iacute;vel, e PME em contexto geral.</p>     <p>Em 2011, encontravam-se em atividade 1.136.697 empresas portuguesas, das quais 97,8% pertenciam ao setor n&atilde;o financeiro. Destas, 99,9% correspondiam a PME e 67,7% eram empresas individuais. As empresas geraram um volume de neg&oacute;cios de 389.814 milh&otilde;es de euros, sendo que 53,4% deste volume foi gerado por PME (Instituto Nacional de Estat&iacute;stica, 2013).</p>     <p>Estes n&uacute;meros n&atilde;o s&atilde;o diferentes da UE. As mais de 20 milh&otilde;es de PME desempenham um papel importante na economia europeia. Representam 99,8% do total de empresas privadas, n&atilde;o financeiras, na sua grande maioria MPE. Em 2012, as PME contavam com cerca de 86,8 milh&otilde;es de efetivos, i.e., geravam cerca de 66,5% de todos os empregos, sendo que as MPE oferecem pouco menos de um ter&ccedil;o do valor total do emprego. O valor total bruto representa 57,6% da economia privada (European Commission, 2013).</p>     <p>O relat&oacute;rio do EUROSTAT apresenta ainda alguns valores comparativos poss&iacute;veis com outros pa&iacute;ses, tais como Estados Unidos da Am&eacute;rica (EUA), Jap&atilde;o, Brasil, R&uacute;ssia e &Iacute;ndia, sendo que a din&acirc;mica das PME, em termos de n&uacute;mero, emprego e valor acrescentado bruto, t&ecirc;m outro tipo de din&acirc;mica (European Commission, 2013).</p>     <p>Em resumo, independentemente da defini&ccedil;&atilde;o de PME utilizada nos diferentes pa&iacute;ses, as PME t&ecirc;m em todas as economias um papel fundamental. Constituem, regra geral, a maior fatia do tecido empresarial, ou seja, as empresas que mais geram emprego e as que maior valor acrescentado produzem.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.1. Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o nas MPE</b></p>     <p>Antes de iniciar a tarefa de definir uma ASI para MPE, &eacute; importante perceber que SI s&atilde;o utilizados por estas organiza&ccedil;&otilde;es. A tend&ecirc;ncia destas empresas &eacute; a de adotar sistemas que anteriormente eram utilizados apenas por M&eacute;dias ou Grandes Empresas. Na evolu&ccedil;&atilde;o dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel notar as seguintes tend&ecirc;ncias (L. B. Gouveia &amp; Ranito, 2004):</p> <ul>       <li>&ldquo;<i>Pacotiza&ccedil;&atilde;o</i>&rdquo; - antes, tinham que ser desenvolvidas &agrave; medida, hoje &eacute; parte integrante de qualquer sistema que se compre;</li>       <li>Verticaliza&ccedil;&atilde;o - exist&ecirc;ncia de cada vez mais aplica&ccedil;&otilde;es que endere&ccedil;am &aacute;reas verticais espec&iacute;ficas, integrando em si conhecimento de processos verticais de neg&oacute;cio;</li>       <li>Abrang&ecirc;ncia - os sistemas tendem a cobrir todas as &aacute;reas funcionais da organiza&ccedil;&atilde;o, mesmo incluindo aquelas que tradicionalmente eram pouco estruturadas;</li>       <li>Integra&ccedil;&atilde;o - capacidade de fazer funcionar em conjunto aplica&ccedil;&otilde;es distintas de fornecedores distintos.</li>     </ul>     <p>Estas tend&ecirc;ncias resultam da grande competitividade do mundo dos neg&oacute;cios, onde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos recursos cr&iacute;ticos para uma organiza&ccedil;&atilde;o ser eficaz e eficiente. As MPE tendem a recorrer a este tipo de SI por serem cada vez mais democratizados e por haver no mercado solu&ccedil;&otilde;es menos onerosas (e.g. <i>SaaS</i>, <i>Open Source</i>). Algumas destas empresas possuem parte ou a totalidade de um SI que pode ser representado pelo diagrama gen&eacute;rico, apresentado na <a href="#f1">Figura 1</a>. &Eacute; de notar que existem algumas camadas que s&atilde;o transversais, enquanto outras possuem elementos que s&atilde;o espec&iacute;ficos de certas &aacute;reas funcionais.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/rist/n15/n15a04f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2.2. Ado&ccedil;&atilde;o de SI externos nas MPE</b></p>     <p>As MPE t&ecirc;m em geral uma pequena estrutura, pelo que na maior parte das vezes n&atilde;o possuem um Departamento Inform&aacute;tico, recorrendo a consultoria externa (Cragg, Caldeira, &amp; Ward, 2011). A falta de especializa&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea dos SI traz consigo alguma dificuldade na ado&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias e meios de informa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Em primeiro lugar, as MPE devem avaliar os benef&iacute;cios dos SI, a cultura organizacional e quais os SI que se adequam &agrave; empresa. Em segundo lugar, devem determinar se os recursos internos s&atilde;o suficiente, se est&atilde;o dispon&iacute;veis e se existem procedimentos adequados para a sele&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de novos SI. Em terceiro lugar, as MPE necessitam de avaliar o ambiente externo, onde podem recorrer a apoio e recursos (p. ex. contrata&ccedil;&atilde;o), especialmente se os recursos internos n&atilde;o s&atilde;o suficientes. No final de cada fase, a decis&atilde;o deve ser tomada sobre se deve ou n&atilde;o prosseguir o processo de aquisi&ccedil;&atilde;o de SI. Esta abordagem faseada &eacute; recomend&aacute;vel para reduzir e minimizar o risco de uma aquisi&ccedil;&atilde;o inadequada (FINK, 1998).</p>     <p>H&aacute; estudos que indicam que o sucesso na ado&ccedil;&atilde;o dos SI passa essencialmente por dois fatores: a perspetiva e conhecimento de gest&atilde;o da empresa; a aposta no desenvolvimento de SI e na sua forma&ccedil;&atilde;o (Caldeira &amp; Ward, n.d.). Empresas que recorrem a sistemas externos, apenas para colmatar as suas inefici&ecirc;ncias, n&atilde;o t&ecirc;m dado prova de sucesso na ado&ccedil;&atilde;o de SI, quer sejam internos ou externos (Caldeira &amp; Ward, n.d.). &Eacute; elementar referir que a implementa&ccedil;&atilde;o SI n&atilde;o garante o sucesso, &eacute; necess&aacute;rio saber gerir e explorar de forma conveniente os SI de apoio &agrave; gest&atilde;o, caso contr&aacute;rio estes caem rapidamente em desuso e n&atilde;o retornam o resultado esperado.</p>     <p>A gest&atilde;o de recursos &eacute; fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Os SI externos de apoio &agrave; gest&atilde;o podem contribuir grandemente na obten&ccedil;&atilde;o de uma maior rentabilidade e efic&aacute;cia, tornando-se uma ferramenta fundamental para a tomada de decis&atilde;o (Prates &amp; Ospina, 2004).</p>     <p><b>2.3. Principais Desafios</b></p>     <p>S&atilde;o in&uacute;meros os desafios que as MPE t&ecirc;m que enfrentar, podendo destacar-se entre os principais, os seguintes: produtividade (cria&ccedil;&atilde;o de valor acrescentado), inova&ccedil;&atilde;o, internacionaliza&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>As empresas para se manterem competitivas precisam investir continuamente na moderniza&ccedil;&atilde;o dos seus processos de produ&ccedil;&atilde;o, na inova&ccedil;&atilde;o em novos produtos, no alargamento dos seus mercados atrav&eacute;s do aumento das exporta&ccedil;&otilde;es e internacionaliza&ccedil;&atilde;o, bem como fortalecer-se pela cria&ccedil;&atilde;o de parcerias e colabora&ccedil;&atilde;o com outras empresas a n&iacute;vel global (PWC, 2013).</p>     <p>Os SI permitem dar resposta a cada um dos desafios identificados, contribuindo para o sucesso das empresas nos diversos obst&aacute;culos que estas enfrentam diariamente. Certamente, n&atilde;o s&atilde;o o &uacute;nico fator de sucesso, nem necessariamente o mais importante, mas s&atilde;o sem d&uacute;vida um fator decisivo na Era atual.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.&nbsp;&nbsp; Arquiteturas de SI</b></p>     <p>O termo &ldquo;arquitetura&rdquo; foi adotado nos SI pela mesma rela&ccedil;&atilde;o de complexidade e planeamento necess&aacute;rio &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios (Zachman, 1987). Construir um SI de grande porte, complexo, que abranja toda a empresa sem um arquiteto corporativo &eacute; o mesmo que tentar construir uma cidade sem um urbanista (Sessions, 2007).</p>     <p>O conceito de Arquitetura Empresarial (AE) teve o seu in&iacute;cio em 1987, com a publica&ccedil;&atilde;o na IBM Systems Journal de um artigo cujo t&iacute;tulo era <i>&quot;A Framework for Information Systems Architecture&quot;</i>, escrito por J.A. Zachman. Nesse artigo, Zachman apresentou o desafio e a vis&atilde;o das arquiteturas empresariais que serviriam de orienta&ccedil;&atilde;o para esse campo nos anos seguintes. O conceito de AE vem tentar dar resposta a dois problemas (Sessions, 2007):</p> <ul>       <li>Complexidade dos sistemas: as organiza&ccedil;&otilde;es estavam a investir cada vez mais para construir Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o;</li>       <li>Alinhamento ineficiente com o neg&oacute;cio: as organiza&ccedil;&otilde;es consideravam cada vez mais dif&iacute;cil manter esses sistemas alinhados &agrave;s necessidades do neg&oacute;cio (Sizo, Lino, &amp; Favero, 2010).</li>     </ul>     <p>Zachman tinha percebido que o valor e a agilidade do neg&oacute;cio poderiam ser realizados de melhor forma se a arquitetura de sistemas tivesse uma abordagem hol&iacute;stica, a qual, explicitamente, considerava todas as quest&otilde;es importantes sob todas as perspetivas tamb&eacute;m importantes. A sua abordagem multiperspetivada dos sistemas de arquitetura era o que Zachman originalmente descreveu como um framework Arquitetural dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o, o qual logo passou a ser um framework para a AE (Sessions, 2007).</p>     <p>As organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o realidades complexas e multifacetadas. Representar uma organiza&ccedil;&atilde;o em todos os seus aspetos de forma integrada e coerente &eacute; extremamente dif&iacute;cil (Serra, Gon&ccedil;alves, Serra, &amp; Sousa, 2008). A aus&ecirc;ncia de uma vis&atilde;o integrada dificulta a dete&ccedil;&atilde;o de problemas, a identifica&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de melhoria, bem como a avalia&ccedil;&atilde;o dos respetivos impactos no processo da mudan&ccedil;a (Sousa, 2005).</p>     <p>A AE &eacute; a materializa&ccedil;&atilde;o deste conceito aplicado &agrave; gest&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es. O conhecimento da situa&ccedil;&atilde;o atual da organiza&ccedil;&atilde;o, bem como da sequ&ecirc;ncia de etapas necess&aacute;rias para efetivar a mudan&ccedil;a. A gest&atilde;o da complexidade &eacute; conseguida decompondo o problema inicial em problemas menos complexos (Sousa, 2005).</p>     <p>No dom&iacute;nio dos SI, as arquiteturas s&atilde;o referenciadas com v&aacute;rias designa&ccedil;&otilde;es. &Eacute; pertinente referir-se que, em v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es, algumas destas designa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o utilizadas como sin&oacute;nimas umas das outras (Tom&eacute;, 2004).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A designa&ccedil;&atilde;o Arquitetura Organizacional (AO) &eacute; utilizada com um significado mais abrangente que a designa&ccedil;&atilde;o vulgarmente associada a ASI (Tom&eacute;, 2004). A sua inclus&atilde;o pretende alargar o dom&iacute;nio de utiliza&ccedil;&atilde;o da AE, deixando de ser um instrumento para o desenvolvimento exclusivo dos SI e passando a ser um instrumento ao servi&ccedil;o do desenvolvimento das Organiza&ccedil;&otilde;es (Gama, Silva, Caetano, &amp; Tribolet, 2006).</p>     <p>A Arquitetura de Neg&oacute;cio (AN) descreve como a organiza&ccedil;&atilde;o opera funcionalmente. Para tal, define e descreve os processos de neg&oacute;cio (Arquitetura de Processos) e objetivos necess&aacute;rios &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia (Vieira et al., 2004).</p>     <p>Entende-se por ASI um conjunto de dados e processos da organiza&ccedil;&atilde;o, materializados numa matriz, em que se relacionam as classes de dados com os processos e os locais onde ocorrem (Tom&eacute;, 2004). A ASI implica 4 (quatro) arquiteturas: Arquitetura de Neg&oacute;cio (AN), Arquitetura de Informa&ccedil;&atilde;o (AI), Arquitetura Aplicacional (AA) e Arquitetura de Tecnol&oacute;gica de Informa&ccedil;&atilde;o (ATI).</p>     <p>A AI descreve a estrutura da informa&ccedil;&atilde;o que &eacute; necess&aacute;ria para os processos de neg&oacute;cio, atrav&eacute;s de Entidades Informacionais (S&aacute; &amp; Rocha, 2012; Freixo &amp; Rocha, 2014). &Eacute; independente dos sistemas e tecnologias, pois deve ser abstrata e inalter&aacute;vel ao longo do tempo (Gama et al., 2006). Por outro lado, a Arquitetura de Dados (AD) materializa a forma como os dados s&atilde;o armazenados (Tom&eacute;, 2004). &Eacute; por&eacute;m pertinente referir-se que a designa&ccedil;&atilde;o AI &eacute; tamb&eacute;m utilizada como sin&oacute;nimo de ASI, nomeadamente em (Cook, 1996).</p>     <p>A AA ou Arquitetura de Software (AS) define as aplica&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a gest&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria ao neg&oacute;cio (Vasconcelos, Sousa, &amp; Tribolet, 2003). Segundo (Bernus &amp; Schmidt, 1998), o principal requisito que o SI tem de suportar &eacute; a disponibiliza&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o do fluxo de informa&ccedil;&atilde;o integrada atrav&eacute;s da empresa, para que a informa&ccedil;&atilde;o certa esteja acess&iacute;vel quando, onde, na qualidade e quantidade necess&aacute;rias. Assim, na constru&ccedil;&atilde;o de SI &eacute; imperativo a especifica&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio da empresa, fundamental para a deriva&ccedil;&atilde;o da componente tecnol&oacute;gica (Vasconcelos, Caetano, Sinogas, Mendes, &amp; Tribolet, 2002).</p>     <p>A ATI representa as principiais tecnologias usadas na implementa&ccedil;&atilde;o das aplica&ccedil;&otilde;es e nas infraestruturas que fornecem um ambiente para o funcionamento dos SI (Vasconcelos et al., 2003). Alguns autores tamb&eacute;m a designam por Arquitetura Tecnol&oacute;gica (AT) identificando-a com o hardware e software utilizados (Tom&eacute;, 2004).</p>     <p>Zachman classifica a AE como <i>&ldquo;o assunto do s&eacute;culo&rdquo;</i>, apresentando a seguinte defini&ccedil;&atilde;o: <i>&ldquo;Arquitetura da empresa &eacute; o conjunto de representa&ccedil;&otilde;es descritivas que s&atilde;o relevantes para a descri&ccedil;&atilde;o de uma Empresa de forma a que possa ser produzida de acordo com os requisitos (qualidade) e possa ser mantida ao longo do seu tempo &uacute;til (mudan&ccedil;a)&rdquo;</i> (Zachman, 1997).</p>     <p>No dom&iacute;nio dos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o, foram propostas v&aacute;rias ferramentas, como referenciais e m&eacute;todos, com vista a auxiliar o desenvolvimento e pr&aacute;tica das arquiteturas. Um referencial fornece uma estrutura para tratar um problema gen&eacute;rico e um vocabul&aacute;rio comum que permite &agrave;s pessoas resolverem um problema espec&iacute;fico. Os referenciais n&atilde;o s&atilde;o necessariamente abrangentes, mas podem ser aproveitados para fornecer, pelo menos, um conjunto inicial de quest&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es que devem ser abordadas (Mahmood &amp; Zaigham, 2006).</p>     <p>No Modelo Comparativo de Referenciais (Teles, 2009), a partir do qual s&atilde;o identificados os principais referenciais, por tipo de arquitetura, e os crit&eacute;rios utilizados neste modelo comparativo verificou-se que os referenciais de AO, que possuem uma maior cobertura dos crit&eacute;rios em estudo, s&atilde;o o FEA e o Archimate, cada um cobrindo doze crit&eacute;rios. Da mesma forma, os referenciais de ASI que cobrem um maior n&uacute;mero de crit&eacute;rios s&atilde;o o Zachman/Sowa e o IFW, cada um deles cobrindo nove crit&eacute;rios. O referencial de ATI que possui uma maior cobertura dos crit&eacute;rios em estudo &eacute; o referencial de Tapscott/Caston, com nove crit&eacute;rios cobertos. Por fim, os referenciais de Los Alamos e Kruchten &lsquo;4 + 1&rsquo; s&atilde;o &uacute;nicos no seu tipo de arquitetura, respetivamente AI e AS.</p>     <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o foram estudadas Arquiteturas Aplicacionais de alguns subsistemas t&iacute;picos de apoio &agrave; gest&atilde;o na futura arquitetura.</p> <ul>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><b>ERP</b>: Davenport divide o ERP em seis blocos ou fun&ccedil;&otilde;es, centralizados numa &uacute;nica base de dados: Financeiro, Produ&ccedil;&atilde;o, Log&iacute;stica, Recursos Humanos, Presta&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os, Vendas e Relat&oacute;rios (Davenport, 1998). Um benef&iacute;cio da implanta&ccedil;&atilde;o de um sistema ERP &eacute; a ado&ccedil;&atilde;o das melhores pr&aacute;ticas de neg&oacute;cio, supridas pelas funcionalidades dos sistemas, resultando em ganhos de produtividade e melhorando o tempo da informa&ccedil;&atilde;o entre diferentes departamentos e setores da mesma Entidade (Matos, 2010).</li>       <li><b>CRM</b>: A no&ccedil;&atilde;o de CRM afirmou-se a partir da d&eacute;cada de 1990, como um SI que facilita melhorias na comunica&ccedil;&atilde;o e disponibiliza softwares de apoio ao relacionamento com clientes (Dominguez, 2000). Segundo (Buttle, 2004), a sua hist&oacute;ria recente come&ccedil;a com o termo a ser utilizado para descrever aplica&ccedil;&otilde;es de software que automatizam os processos de marketing, de vendas e outras fun&ccedil;&otilde;es de presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os das empresas. No entanto, independentemente do que for designado, CRM &eacute; uma pr&aacute;tica de gest&atilde;o com enfoque nos clientes (Buttle, 2004). O CRM n&atilde;o &eacute; apenas uma tecnologia, nem apenas um sistema de interface com o cliente. N&atilde;o se trata tamb&eacute;m apenas de uma estrat&eacute;gia, nem apenas de um processo de neg&oacute;cio ou uma metodologia, &eacute; o conjunto de todos os anteriores (Greenberg, 2009).</li>       <li><b>DSS</b>: s&atilde;o constitu&iacute;dos por ferramentas de an&aacute;lise de dados (relat&oacute;rios, an&aacute;lise estat&iacute;stica, simula&ccedil;&otilde;es, modelagem, gr&aacute;ficos, etc.) que permitem prover informa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica aos gestores da Entidade e ajudar na tomada de decis&atilde;o (Pereira Santos, 2013). Segundo (Laudon &amp; Laudon, 2012), possuem fun&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, n&atilde;o vinculadas aos sistemas existentes. Devem permitir o tratamento dos dados, a partir de diversas fontes, e delas retirarem conhecimento para o processo de tomada de decis&atilde;o. Um SIG trata informa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica para o neg&oacute;cio, pelo que dever&aacute; ser planeado e concebido desde o in&iacute;cio com o objetivo de dar suporte &agrave; decis&atilde;o, seja atrav&eacute;s de ferramentas pr&oacute;prias, seja pela integra&ccedil;&atilde;o com sistema dedicados (Holsapple &amp; Sena, 2005).</li>       <li><b>e-Marketplace</b>: uma defini&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel para e-marketplace &eacute; a de um espa&ccedil;o virtual onde se congregam compradores e fornecedores para efetuarem transa&ccedil;&otilde;es eletr&oacute;nicas (Greiger, 2003). Os compradores podem beneficiar de uma grande e variada oferta, enquanto os fornecedores podem beneficiar na redu&ccedil;&atilde;o dos custos por transa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que lhes &eacute; disponibilizado meios e tecnologia para apresentarem e venderem os seus produtos e servi&ccedil;os (Renna, 2010).</li>       <li><b>Virtual Enterprises</b>: Empresa Virtual, conforme &eacute; definido por (L.M. Camarinha-Matos, Afsarmanesh, Garita, &amp; Lima, 1998) <i>&ldquo;&eacute; uma alian&ccedil;a tempor&aacute;ria de empresas que se unem para compartilhar suas habilidades ou compet&ecirc;ncias essenciais e recursos, como forma de melhor responder &agrave;s oportunidades de neg&oacute;cio e onde esta coopera&ccedil;&atilde;o &eacute; suportada por redes de computadores&rdquo;</i>. As Empresas Virtuais s&atilde;o baseadas na coopera&ccedil;&atilde;o e de dura&ccedil;&atilde;o vari&aacute;vel, pressup&otilde;em a exist&ecirc;ncia de instrumentos de apoio &agrave; gest&atilde;o, com base em TI, que suportem adequadamente o seu ciclo de vida (Luis M Camarinha-Matos &amp; Afsarmanesh, 2003).</li>       <li><b>SOA</b>: n&atilde;o &eacute; uma tecnologia por si, &eacute; um conjunto de princ&iacute;pios e metodologias para desenhar e desenvolver &ldquo;servi&ccedil;os&rdquo; de software que possam ser distribu&iacute;dos e geridos atrav&eacute;s de uma rede de dados. A reutiliza&ccedil;&atilde;o destes componentes de c&oacute;digo e/ou estruturas de dados &eacute; poss&iacute;vel, pois estes s&atilde;o &ldquo;agrupados&rdquo; em unidades auto contidas e desacopladas. Podem igualmente ser disponibilizados a parceiros e fornecedores para estes os integrarem nas suas aplica&ccedil;&otilde;es de neg&oacute;cio (M. Gouveia &amp; Gouveia, 2004). O desenvolvimento de software com base em SOA, facilita ainda a possibilidade de disponibilizar <i>Software as a Services</i> (<i>SaaS</i>) (Sun, Zhang, Chen, Zhang, &amp; Liang, 2007), baseado na <i>Cloud</i> (Chapman, Emmerich, M&aacute;rquez, Clayman, &amp; Galis, 2010), permitindo assim a oferta de software na &oacute;tica do consumidor-pagador, sem custos iniciais de arranque (e.g. infraestrutura).</li>     </ul>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4.&nbsp;&nbsp; Metodologia</b></p>     <p>A revis&atilde;o da literatura permitiu caracterizar as MPE, o seu panorama em Portugal e no Mundo, os SI relevantes para estas organiza&ccedil;&otilde;es e os seus principais desafios. A revis&atilde;o da literatura permitiu ainda definir o conceito de SI e ASI, e identificar as principais ASI e referenciais existentes, tendo por base a modelo comparativo de referenciais. Foram ainda identificadas as Arquiteturas Aplicacionais de alguns subsistemas t&iacute;picos de apoio &agrave; gest&atilde;o na futura arquitetura. Decorre desta revis&atilde;o da literatura uma an&aacute;lise e discuss&atilde;o dos dados, dando origem a uma proposta de desenho da nova Macro Arquitetura de uma plataforma &uacute;nica que integre as diferentes componentes de software e servi&ccedil;os.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que o objetivo da investiga&ccedil;&atilde;o foi desenhar uma nova Macro Arquitetura, foi adotada a metodologia de <i>&ldquo;design science&rdquo;</i>, comummente utilizada no &acirc;mbito a investiga&ccedil;&atilde;o em SI, mas mais especificamente na cria&ccedil;&atilde;o de arquiteturas, desenho de processo de neg&oacute;cio e desenho de solu&ccedil;&otilde;es. A <i>&ldquo;design science&rdquo;</i> &eacute; respons&aacute;vel por conceber e validar sistemas que ainda n&atilde;o existem, seja criando, recombinando, alterando produtos, processos, softwares e m&eacute;todos para melhorar as situa&ccedil;&otilde;es existente (Lacerda, Dresch, Proen&ccedil;a, &amp; J&uacute;nior, 2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5.&nbsp;&nbsp; Proposta de Arquitetura</b></p>     <p>Nesta sec&ccedil;&atilde;o resumimos e analisamos os diferentes pressupostos obtidos atrav&eacute;s da an&aacute;lise na revis&atilde;o da literatura, no intuito de retirar algumas ila&ccedil;&otilde;es e fundamentar a proposta de uma Arquitetura de ERP para MPE.</p>     <p>Retira-se uma primeira ila&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a das MPE representarem uma boa parte do tecido empresarial, raz&atilde;o muito importante e relevante para que a constru&ccedil;&atilde;o de SIG seja repensada e adequada &agrave; realidade das MPE, a partir de um novo modelo integrado de servi&ccedil;os, em regime de servi&ccedil;os externos, de forma a apoiar estas empresas a vencerem os seus principais desafios. Para tal, ser&aacute; necess&aacute;rio definir uma nova ASI.</p>     <p>A investiga&ccedil;&atilde;o em ASI tem sido conduzida no sentido de se definirem conceitos, referenciais, m&eacute;todos e ferramentas que sustentem a aplica&ccedil;&atilde;o da abordagem de arquitetura. Como resultado da an&aacute;lise, concluiu-se que &eacute; opini&atilde;o maiorit&aacute;ria que a abordagem de arquitetura revela como preocupa&ccedil;&atilde;o principal a descri&ccedil;&atilde;o da estrutura do sistema, conferindo maior &ecirc;nfase &agrave; globalidade do mesmo e n&atilde;o &agrave;s partes que o constituem. Para al&eacute;m disso, a descri&ccedil;&atilde;o arquitetural resultante &eacute; uma conce&ccedil;&atilde;o de alto n&iacute;vel do sistema, isto &eacute;, n&atilde;o revela aspetos com um grau de detalhe aprofundado.</p>     <p>Apesar de existirem no mercado diversas ferramentas de ERP, CRM e DSS e alguns motores de marketplace ser&aacute; necess&aacute;rio proceder &agrave; conce&ccedil;&atilde;o de uma ASI que permita o desenvolvimento de software capaz de implementar as funcionalidades globais do sistema, numa &uacute;nica Plataforma. Integrado no sistema estar&aacute; uma multiplicidade de parceiros de neg&oacute;cio que ir&atilde;o fornecer diversos servi&ccedil;os de apoio &agrave; gest&atilde;o, servi&ccedil;os jur&iacute;dicos e administrativos, entre outros. Adicionalmente, a plataforma disponibilizar&aacute; um motor de constitui&ccedil;&atilde;o de EV onde ser&aacute; poss&iacute;vel a constitui&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica de cons&oacute;rcios para participa&ccedil;&atilde;o comercial no marketplace para dar resposta &agrave;s ofertas e procuras de maior dimens&atilde;o.</p>     <p>Sob o ponto de vista das empresas que adiram &agrave; plataforma existem duas op&ccedil;&otilde;es de participa&ccedil;&atilde;o principais: como utilizadores completos da plataforma (leia-se: utilizadores do SIG em regime de SaaS e dos seus servi&ccedil;os de apoio) ou apenas como clientes / fornecedores no marketplace.</p>     <p>O primeiro caso &eacute; particularmente interessante para as MPE e para <i>startups</i>. O segundo, mais conveniente para empresas que tenham Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prios. No primeiro caso, ser&aacute; disponibilizada via Web a cada empresa uma instancia&ccedil;&atilde;o do SIG permitindo-lhe o usufruto das funcionalidades do SIG e acesso a um sistema de apoio &agrave; decis&atilde;o integrado, acesso a servi&ccedil;os de consultoria especializados, possibilidade de utiliza&ccedil;&atilde;o de uma central de compras e a participa&ccedil;&atilde;o no marketplace. No segundo caso, as empresas participam no marketplace assumindo os pap&eacute;is de fornecedores e/ou clientes sem, contudo, utilizarem os servi&ccedil;os e funcionalidades do SIG.</p>     <p>A Macro Arquitetura integrar&aacute; um marketplace capaz de, por um lado, atuar como uma plataforma de partilha e divulga&ccedil;&atilde;o capaz de promover a aproxima&ccedil;&atilde;o dos diferentes tecidos empresariais (o marketplace integrar&aacute; uma componente de CRM) e, por outro, potenciando e otimizando a realiza&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es comerciais entre as empresas e clientes dos diferentes pa&iacute;ses. O marketplace assegurar&aacute; a integra&ccedil;&atilde;o com plataformas log&iacute;sticas, entidades financeiras e entidades aduaneiras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como Entidades externas ao sistema, discriminamos as seguintes:</p> <ul>       <li><b>Clientes</b> - Entidades que adquiram os produtos ou servi&ccedil;os da Entidade que detenha uma subscri&ccedil;&atilde;o do Sistema.</li>       <li><b>Fornecedores</b> - Entidades que vendem produtos ou prestam servi&ccedil;os &agrave; Entidade que detenha uma subscri&ccedil;&atilde;o do Sistema.</li>       <li><b>Empresas Parceiras</b> - Entidades que colaborem na atividade comercial da Entidade que detenha uma subscri&ccedil;&atilde;o do Sistema.</li>       <li><b>SAA</b> - Entidades que prestam Servi&ccedil;os de Apoio Administrativo.</li>       <li><b>SAC</b> - Entidades que prestam Servi&ccedil;os de Apoio Contabil&iacute;stico.</li>       <li><b>SAG</b> - Entidades que prestam Servi&ccedil;os de Apoio &agrave; Gest&atilde;o.</li>       <li><b>SAJ</b> - Entidades que prestam Servi&ccedil;os de Apoio Jur&iacute;dico.</li>       <li><b>EDL</b> - Empresas de Distribui&ccedil;&atilde;o e Log&iacute;stica.</li>       <li><b>EF</b> - Entidades Financeiras (e.g. Bancos).</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><b>OS</b> - Entidades que prestam Outros Servi&ccedil;os (a definir no futuro).</li>       <li><b>Estado e Outras Entidades P&uacute;blicas</b> - Poderemos considerar alguns exemplo em Portugal como: Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira (AT), Seguran&ccedil;a Social (SS), Instituto do Emprego e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional (IEFP), etc.</li>     </ul>     <p>Como componentes principais do Sistema, referimos:</p> <ul>       <li><b>ERP</b> - Componente &quot;core&quot; do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o, uma vez que congrega diversos m&oacute;dulos que se interligam com os demais.</li>       <li><b>CRM</b> - Este componente est&aacute; representado pela mesma cor no diagrama, por ser o prolongamento natural do ERP. &Eacute; tamb&eacute;m uma base de todo o processo de cria&ccedil;&atilde;o de valor da Empresa e partilha muitas entidades informacionais do ERP (e.g. Clientes, Fornecedores, Encomendas, etc.).</li>       <li><b>Marketplace</b> - &Eacute; representado com o mesmo enquadramento do CRM, uma vez que &eacute; atrav&eacute;s do Marketplace que h&aacute; efetivamente boa parte da comunica&ccedil;&atilde;o com os Clientes.</li>       <li><b>Central de Compras</b> - &Eacute; representado na mesma cor e no seguimento do Marketplace, na medida que &eacute; tamb&eacute;m um Marketplace, mas dedicado &agrave;s Compras, portanto aos Fornecedores.</li>       <li><b>Virtual Enterprises Engine</b> - O Motor para Empresas Virtuais encontra-se representado ao lado da Central de Compras, na medida que, ao gerar novas coliga&ccedil;&otilde;es com Empresas Parceiras&quot;, estas empresas passam, automaticamente, a ser fornecedores correntes e, portanto, tamb&eacute;m podem vender as suas solu&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da Central de Compras.</li>       <li>&nbsp;<b>DSS</b> - Um elemento comum a todos os componentes &eacute; o Sistema de Suporte &agrave; Decis&atilde;o, interligado com todos os componentes, pois todos eles geram e tratam informa&ccedil;&atilde;o que precisa ser analisada e processada no intuito de gerar conhecimento a quem decide.</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><b>Servi&ccedil;o Partilhados (SOA)</b> - Este <i>&quot;bus&quot;</i> &eacute; baseado na tecnologia SOA e pretende expor para fora do sistema funcionalidades que permitam ser utilizadas por terceiros, os quais podem prestar variad&iacute;ssimos servi&ccedil;os. Permitir&aacute; ainda extens&otilde;es ao sistema por fabricantes de software que tenham inten&ccedil;&atilde;o de comercializar m&oacute;dulos adicionais para estas Entidades. Por este motivo est&aacute; considerado o bloco &quot;Outros Servi&ccedil;os&quot; para servi&ccedil;os futuros a definir.</li>       <li><b>Liga&ccedil;&otilde;es a Entidades P&uacute;blicas</b> - As liga&ccedil;&otilde;es &agrave;s Entidades P&uacute;blicas podem vir a ser desenvolvidas mediante a localiza&ccedil;&atilde;o (Pa&iacute;s / Regi&atilde;o), uma vez que cada localiza&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ter os seus requisitos legais e fiscais.</li>     </ul>     <p>Na <a href="#f2">Figura 2</a> representa-se a Macro Arquitetura do sistema proposto e os seus principais componentes.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/rist/n15/n15a04f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>6.&nbsp;&nbsp; Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></p>     <p></p>     <p>No desenvolvimento deste artigo foram abordados v&aacute;rios temas que contribu&iacute;ram para analisar o objeto de estudo. Fizeram parte, a defini&ccedil;&atilde;o e caracteriza&ccedil;&atilde;o de PME (sendo as MPE um subconjunto destas), o seu panorama em Portugal e no Mundo, os SI que utilizam, a tend&ecirc;ncia na ado&ccedil;&atilde;o de SI externos e os seus principais desafios. Constatou-se que as MPE representam uma boa parte do tecido empresarial, pelo que &eacute; importante e relevante que a constru&ccedil;&atilde;o de SIG seja repensada e adequada &agrave; realidade das MPE, a partir de um novo modelo integrado de servi&ccedil;os, em regime de servi&ccedil;os externos, de forma a apoiar estas empresas a vencerem os seus principais desafios.</p>     <p>Constatou-se que a investiga&ccedil;&atilde;o em ASI tem sido conduzida no sentido de se definirem conceitos, referenciais, m&eacute;todos e ferramentas que sustentem a aplica&ccedil;&atilde;o da abordagem de arquitetura. Concluiu-se que &eacute; opini&atilde;o maiorit&aacute;ria que a abordagem de arquitetura revela como preocupa&ccedil;&atilde;o principal a descri&ccedil;&atilde;o da estrutura do sistema, conferindo maior &ecirc;nfase &agrave; globalidade do mesmo e n&atilde;o &agrave;s partes que o constituem. Para al&eacute;m disso, a descri&ccedil;&atilde;o arquitetural resultante &eacute; uma conce&ccedil;&atilde;o de alto n&iacute;vel do sistema. Foram identificadas as arquiteturas aplicacionais de alguns subsistemas t&iacute;picos de apoio &agrave; gest&atilde;o que devem fazer parte da Macro Arquitetura, como componentes da mesma, bem como os seus m&oacute;dulos respetivos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Deste trabalho, resultou a defini&ccedil;&atilde;o de uma nova Macro Arquitetura para constru&ccedil;&atilde;o de Sistemas Integrados de Gest&atilde;o para MPE baseada numa &uacute;nica plataforma disponibilizada em regime SaaS.</p>     <p>Este artigo n&atilde;o inclui as especifica&ccedil;&otilde;es de software necess&aacute;rias &agrave; sua constru&ccedil;&atilde;o, nem inclui o correspondente desenho das pe&ccedil;as de software que s&atilde;o componentes da arquitetura.</p>     <p>Acreditamos que este estudo poder&aacute; dar origem a um produto comercial. Naturalmente, ser&aacute; necess&aacute;rio aprofundar cada um dos componentes da plataforma e especificar em detalhe os m&oacute;dulos que os constituem. Ser&aacute; ainda necess&aacute;rio aprofundar a infraestrutura que permita operacionalizar esta plataforma.</p>     <p>Em termos acad&eacute;micos, &eacute; importante e desej&aacute;vel que esta tem&aacute;tica n&atilde;o termine aqui. Este trabalho poder&aacute; sofrer evolu&ccedil;&otilde;es cont&iacute;nuas, na medida que as necessidades e requisitos das MPE, e das PME em geral, est&atilde;o em constante mudan&ccedil;a. Neste sentido, no futuro, a Macro Arquitetura poder&aacute; incluir novos componentes, novos m&oacute;dulos e adotar novos conceitos de arquiteturas de sistema.</p>     <p>Entendemos que este trabalho contribui para o sucesso das MPE, atrav&eacute;s da defini&ccedil;&atilde;o desta Macro Arquitetura, por um lado, assegurando a capacidade de trocas comerciais entre as empresas, ou conjuntos de empresas e, por outro, disponibilizando &agrave;s MPE e <i>startups</i>, acesso a um pacote constitu&iacute;do por software de apoio &agrave; gest&atilde;o e servi&ccedil;os de apoio especializados.</p>     <p>Pretende-se com esta dupla miss&atilde;o apoiar a internacionaliza&ccedil;&atilde;o das MPE, ajudando-as &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o nacional e internacional dos seus produtos atrav&eacute;s do recurso a um marketplace e em simult&acirc;neo apoiar a gest&atilde;o das mesmas, fornecendo-lhes acesso a um sistema integrado de gest&atilde;o e acesso a apoio especializado em diferentes &aacute;reas de suporte ao seu neg&oacute;cio.</p>     <p>O fator diferenciador &eacute; sem d&uacute;vida o de conjugar todos estes recursos (software e servi&ccedil;os integrados) numa &uacute;nica plataforma disponibilizada em regime de Software as a Service (SaaS). A gest&atilde;o di&aacute;ria da empresa &eacute; assim poss&iacute;vel a partir de um &uacute;nico ponto, de forma deslocalizada e com baixo custo de arranque.</p>     <p>&Eacute; com satisfa&ccedil;&atilde;o que se finaliza este trabalho e se considera que os objetivos propostos foram alcan&ccedil;ados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>7.&nbsp;&nbsp; Refer&ecirc;ncias</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bernus, P., &amp; Schmidt, G. (1998). <i>Architectures of Information Systems, Handbook on Architectures of Information Systems</i>. Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-9895201500020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Buttle, F. (2004). <i>Customer relationship Management: Concepts and tools</i>. Elsevier Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-9895201500020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Caldeira, M. M., &amp; Ward, J. M. (n.d.). Using resource-based theory to interpret the successful adoption and use of information systems and technology in manufacturing small and medium-sized enterprises. <i>Eur J Inf Syst</i>, <i>12</i>(2), 127&ndash;141. <a href="http://dx.doi.org/10.1057/palgrave.ejis.3000454" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1057/palgrave.ejis.3000454</a></p>     <p>Camarinha-Matos, L. M., &amp; Afsarmanesh, H. (2003). Elements of a base VE infrastructure. <i>Computers in Industry</i>, <i>51</i>(2), 139&ndash;163. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0166-3615(03)00033-2" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0166-3615(03)00033-2</a></p>     <p>Camarinha-Matos, L. M., Afsarmanesh, H., Garita, C., &amp; Lima, C. (1998). Towards an architecture for virtual enterprises. <i>Journal of Intelligent Manufacturing</i>, <i>9</i>(2), 189&ndash;199.</p>     <p>Chapman, C., Emmerich, W., M&aacute;rquez, F. G., Clayman, S., &amp; Galis, A. (2010). Software Architecture Definition for On-demand Cloud Provisioning. In <i>Proceedings of the 19th ACM International Symposium on High Performance Distributed Computing</i> (pp. 61&ndash;72). New York, NY, USA: ACM. <a href="http://doi.org/10.1145/1851476.1851485" target="_blank">http://doi.org/10.1145/1851476.1851485</a></p>     <p>Comiss&atilde;o Europeia. (2006). <i>A nova defini&ccedil;&atilde;o de PME</i>. Publica&ccedil;&otilde;es &ldquo;Empresas e Ind&uacute;stria.&rdquo;</p>     <!-- ref --><p>Cook, M. A. (1996). <i>Building Enterprise Information Architectures: Reengineering Information Systems</i>. Prentice-Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-9895201500020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Cragg, P., Caldeira, M., &amp; Ward, J. (2011). Organizational information systems competences in small and medium-sized enterprises. <i>Information &amp; Management</i>, <i>48</i>(8), 353&ndash;363. <a href="http://doi.org/10.1016/j.im.2011.08.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.im.2011.08.003</a></p>     <p>Davenport, T. H. (1998). Putting the Enterprise into the Enterprise System. <i>Harvard Business Review</i>, 121&ndash;131.</p>     <!-- ref --><p>Dominguez, S. (2000). O valor Percebido como Elemento Estrat&eacute;gico para obter a Lealdade dos clientes. <i>Caderno de Pesquisas Em Administra&ccedil;&atilde;o2</i>, (7), 11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-9895201500020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>European Commission. (2013). <i>Annual Report on European SMEs 2012/2013</i>.</p>     <p>FINK, D. (1998). Guidelines for the Successful Adoption of Information Technology in Small and Medium Enterprises. <i>International Journal of Information Management</i>, <i>18</i>(4), 243&ndash;253. <a href="http://doi.org/10.1016/S0268-4012(98)00013-9" target="_blank">http://doi.org/10.1016/S0268-4012(98)00013-9</a></p>     <p>Freixo, J., &amp; Rocha, &Aacute;. (2014). Arquitetura de Informa&ccedil;&atilde;o de Suporte &agrave; Gest&atilde;o da Qualidade em Unidades Hospitalares. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (<i>14)</i>, 1&ndash;15. <a href="http://doi.org/10.17013/risti.14.1-15" target="_blank">http://doi.org/10.17013/risti.14.1-15</a></p>     <!-- ref --><p>Gama, N., Silva, M. M., Caetano, A., &amp; Tribolet, J. (2006). <i>Integrar a Arquitectura Organizacional na Arquitectura Empresarial</i>. Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-9895201500020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gouveia, L. B., &amp; Ranito, J. (2004). <i>Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o de Apoio &agrave; Gest&atilde;o</i> (SPI - Soci). Porto: Princ&iacute;pia, Publica&ccedil;&otilde;es Universit&aacute;rias e Cient&iacute;ficas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-9895201500020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Gouveia, M., &amp; Gouveia, V. (2004). <i>Service Oriented Architecture (SOA), Desafios para o Processo de Desenvolvimento de Software</i>.</p>     <!-- ref --><p>Greenberg, P. (2009). <i>CRM at the Speed of Light: Social CRM 2.0 Strategies, Tools, and Techniques for Engaging Your Customers</i> (4th ed.). McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-9895201500020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Greiger, M. (2003). Electronic marketplaces: A literature review and a call for supply chain management research. <i>European Journal of Operational Research</i>, <i>144</i>, 280&ndash;294.</p>     <p>Holsapple, C. W., &amp; Sena, M. P. (2005). ERP plans and decision-support benefits. <i>Decision Support Systems</i>, <i>38</i>(4), 575&ndash;590. <a href="http://doi.org/http://dx.doi.org/10.1016/j.dss.2003.07.001" target="_blank">http://doi.org/http://dx.doi.org/10.1016/j.dss.2003.07.001</a></p>     <!-- ref --><p>Instituto Nacional de Estat&iacute;stica, I. P. (INE). (2013). <i>Empresas em Portugal 2011</i>. Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-9895201500020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lacerda, D. P., Dresch, A., Proen&ccedil;a, A., &amp; J&uacute;nior, J. A. V. A. (2013). Design Science Research: m&eacute;todo de pesquisa para a engenharia de produ&ccedil;&atilde;o. <i>Gest&atilde;o E Produ&ccedil;&atilde;o</i>, <i>20</i>(4), 741&ndash;761.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Laudon, K. C., &amp; Laudon, J. P. (2012). <i>Management Information Systems: Managing the Digital Firm</i> (12th ed.). Boston: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-9895201500020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Mahmood, H. S., &amp; Zaigham, M. (2006). Frameworks for Building Enterprise Information Architectures. <i>Emerging Trends and Challenges in Information Technology Management</i>, <i>1 and 2 </i>(ITB12666), 541 &ndash; 544.</p>     <!-- ref --><p>Matos, T. J. (2010). <i>Metodologia de implanta&ccedil;&atilde;o para software ERP</i>. Universidade Feevale.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-9895201500020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pereira Santos, L. C. (2013). Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o Aplicado. Instituto Federal Sergipe.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-9895201500020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Prates, G. A., &amp; Ospina, M. T. (2004). Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o em Pequenas Empresas: Fatores de Exito, Restri&ccedil;&otilde;es e Benef&iacute;cios. <i>RAC</i>, <i>8</i>(2), 09&ndash;26.</p>     <p>PWC. (2013). <i>Principais desafios da ind&uacute;stria em Portugal - Uma abordagem coerente para a dinamiza&ccedil;&atilde;o do setor</i>.</p>     <p>Renna, P. (2010). Negotiation policies and coalition tools in e-marketplace environment. <i>Computers &amp; Industrial Engineering</i>, <i>59</i>(4), 619&ndash;629. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cie.2010.07.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.cie.2010.07.007</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>S&aacute;, F., &amp; Rocha, &Aacute;. (2012). Defini&ccedil;&atilde;o da Arquitetura de Informa&ccedil;&atilde;o em organismo da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Local. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (12), 51&ndash;64. <a href="http://doi.org/10.4304/risti.10.51-64" target="_blank">http://doi.org/10.4304/risti.10.51-64</a></p>     <p>Serra, N., Gon&ccedil;alves, A., Serra, J., &amp; Sousa, P. de. (2008). Planeamento Estrat&eacute;gico no contexto de Arquitectura Empresarial. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (2), 1&ndash;14.</p>     <p>Sessions, R. (2007). Uma compara&ccedil;&atilde;o entre as quatro principais metodologias de arquitetura corporativa. Retrieved from <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#XSLTsection135121120120" target="_blank">http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx#XSLTsection135121120120</a></p>     <p>Sizo, A. M., Lino, A. D. P., &amp; Favero, E. L. (2010). Uma proposta de Arquitetura de Software para Constru&ccedil;&atilde;o e Integra&ccedil;&atilde;o de Ambientes Virtuais de Aprendizagem. <i>RISTI </i><i>- Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (6), 17&ndash;30.</p>     <p>Sousa, P. (2005, June). Arquitectura Empresarial: o instrumento para o alinhamento das organiza&ccedil;&otilde;es. <i>Cadernos Link</i>, 4. Retrieved from <a href="http://www.link.pt/upl/{a3694629-f034-48ac-9fba-e0503609cbd6}.pdf" target="_blank">http://www.link.pt/upl/{a3694629-f034-48ac-9fba-e0503609cbd6}.pdf</a></p>     <p>Sun, W., Zhang, K., Chen, S.-K., Zhang, X., &amp; Liang, H. (2007). Software as a Service: An Integration Perspective. In B. J. Kr&auml;mer, K.-J. Lin, &amp; P. Narasimhan (Eds.), <i>Service-Oriented Computing &ndash; ICSOC 2007</i> (pp. 558&ndash;569). Springer Berlin Heidelberg. <a href="http://doi.org/10.1007/978-3-540-74974-5_52" target="_blank">http://doi.org/10.1007/978-3-540-74974-5_52</a></p>     <!-- ref --><p>Teles, I. A. (2009). <i>Arquitectura de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o: referenciais e m&eacute;todos</i>. Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1646-9895201500020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tom&eacute;, P. (2004). <i>Modelo de Desenvolvimento de Arquitecturas de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o</i>. Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1646-9895201500020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Vasconcelos, A., Caetano, A., Sinogas, P., Mendes, R., &amp; Tribolet, J. (2002). <i>Arquitectura de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o: A Ferramenta de Alinhamento Neg&oacute;cio / Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o?</i> Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1646-9895201500020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vasconcelos, A., Sousa, P., &amp; Tribolet, J. (2003). Information System Architectures. <i>Business Excellence</i>, <i>3</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1646-9895201500020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Vieira, A., Costa, L., Amaro, P., Amorim, L., Nunes, P., Pina, M., &hellip; Sousa., C. e P. (2004). Arquitectura Empresarial e Sistemas de Gest&atilde;o da Qualidade. <i>QUATIC&rsquo;2004 Quality: The Bridge to the Future in ICT</i>, 18&ndash;20.</p>     <p>Zachman, J. (1987). A Framework for Information Systems Architecture. <i>IBM Systems Journal</i>, <i>26</i>(3), 276&ndash;292.</p>     <!-- ref --><p>Zachman, J. (1997). Enterprise Architecture: The Issue of the Century. <i>Database Programming and Design</i>, 14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1646-9895201500020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido / Recibido: 26/11/2014</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Aceitação /Aceptación: 8/6/2015</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bernus]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schmidt]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Architectures of Information Systems, Handbook on Architectures of Information Systems]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-name><![CDATA[Springer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Buttle]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Customer relationship Management: Concepts and tools]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-name><![CDATA[Elsevier Publications]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Caldeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ward]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Using resource-based theory to interpret the successful adoption and use of information systems and technology in manufacturing small and medium-sized enterprises]]></article-title>
<source><![CDATA[Eur J Inf Syst]]></source>
<year>n.d.</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>127-141</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Camarinha-Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Afsarmanesh]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Elements of a base VE infrastructure]]></article-title>
<source><![CDATA[Computers in Industry]]></source>
<year>2003</year>
<volume>51</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>139-163</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Camarinha-Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Afsarmanesh]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garita]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Towards an architecture for virtual enterprises]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Intelligent Manufacturing]]></source>
<year>1998</year>
<volume>9</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>189-199</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chapman]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Emmerich]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Márquez]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Clayman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Software Architecture Definition for On-demand Cloud Provisioning]]></article-title>
<source><![CDATA[Proceedings]]></source>
<year>2010</year>
<conf-name><![CDATA[19 ACM International Symposium on High Performance Distributed Computing]]></conf-name>
<conf-loc> </conf-loc>
<page-range>61-72</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York^eNY NY]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ACM]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cook]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Building Enterprise Information Architectures: Reengineering Information Systems]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-name><![CDATA[Prentice-Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cragg]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caldeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ward]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Organizational information systems competences in small and medium-sized enterprises]]></article-title>
<source><![CDATA[Information & Management]]></source>
<year>2011</year>
<volume>48</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>353-363</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Davenport]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Putting the Enterprise into the Enterprise System]]></article-title>
<source><![CDATA[Harvard Business Review]]></source>
<year>1998</year>
<page-range>121-131</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dominguez]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O valor Percebido como Elemento Estratégico para obter a Lealdade dos clientes]]></article-title>
<source><![CDATA[Caderno de Pesquisas Em Administração2]]></source>
<year>2000</year>
<volume>(7)</volume>
<page-range>11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FINK]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Guidelines for the Successful Adoption of Information Technology in Small and Medium Enterprises]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Information Management]]></source>
<year>1998</year>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>243-253</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freixo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[Á.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Arquitetura de Informação de Suporte à Gestão da Qualidade em Unidades Hospitalares]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2014</year>
<volume>(14)</volume>
<page-range>1-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gama]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caetano]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tribolet]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Integrar a Arquitectura Organizacional na Arquitectura Empresarial]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gouveia]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ranito]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistemas de Informação de Apoio à Gestão (SPI - Soci)]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Princípia, Publicações Universitárias e Científicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[CRM at the Speed of Light: Social CRM 2.0 Strategies, Tools, and Techniques for Engaging Your Customers]]></source>
<year>2009</year>
<edition>4</edition>
<publisher-name><![CDATA[McGraw-Hill]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greiger]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Electronic marketplaces: A literature review and a call for supply chain management research]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Operational Research]]></source>
<year>2003</year>
<volume>144</volume>
<page-range>280-294</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Holsapple]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sena]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[ERP plans and decision-support benefits]]></article-title>
<source><![CDATA[Decision Support Systems]]></source>
<year>2005</year>
<volume>38</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>575-590</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Instituto Nacional de Estatística</collab>
<source><![CDATA[Empresas em Portugal 2011]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lacerda]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dresch]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Proença]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Júnior]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A. V. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Design Science Research: método de pesquisa para a engenharia de produção]]></article-title>
<source><![CDATA[Gestão E Produção]]></source>
<year>2013</year>
<volume>20</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>741-761</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Laudon]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Laudon]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Management Information Systems: Managing the Digital Firm]]></source>
<year>2012</year>
<edition>12</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Prentice Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mahmood]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zaigham]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Frameworks for Building Enterprise Information Architectures]]></article-title>
<source><![CDATA[Emerging Trends and Challenges in Information Technology Management]]></source>
<year>2006</year>
<volume>1 and 2 (ITB12666)</volume>
<page-range>541 - 544</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Metodologia de implantação para software ERP]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Feevale]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistemas de Informação Aplicado]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Federal Sergipe]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prates]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ospina]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tecnologia da Informação em Pequenas Empresas: Fatores de Exito, Restrições e Benefícios]]></article-title>
<source><![CDATA[RAC]]></source>
<year>2004</year>
<volume>8</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>09-26</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Renna]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Negotiation policies and coalition tools in e-marketplace environment]]></article-title>
<source><![CDATA[Computers & Industrial Engineering]]></source>
<year>2010</year>
<volume>59</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>619-629</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sá]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[Á.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Definição da Arquitetura de Informação em organismo da Administração Pública Local]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2012</year>
<volume>(12)</volume>
<page-range>51-64</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. de.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Planeamento Estratégico no contexto de Arquitectura Empresarial]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2008</year>
<volume>(2)</volume>
<page-range>1-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sizo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lino]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. D. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Favero]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma proposta de Arquitetura de Software para Construção e Integração de Ambientes Virtuais de Aprendizagem]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2010</year>
<volume>(6)</volume>
<page-range>17-30</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sun]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.-K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Liang]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Software as a Service: An Integration Perspective]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Krämer]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.-J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Narasimhan]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Service-Oriented Computing: ICSOC 2007]]></source>
<year>2007</year>
<page-range>558-569</page-range><publisher-name><![CDATA[Springer Berlin Heidelberg]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teles]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Arquitectura de Sistemas de Informação: referenciais e métodos]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-name><![CDATA[Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tomé]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Modelo de Desenvolvimento de Arquitecturas de Sistemas de Informação]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-name><![CDATA[Universidade do Minho]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caetano]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sinogas]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mendes]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tribolet]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Arquitectura de Sistemas de Informação: A Ferramenta de Alinhamento Negócio / Sistemas de Informação?]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tribolet]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Information System Architectures]]></article-title>
<source><![CDATA[Business Excellence]]></source>
<year>2003</year>
<volume>3</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amaro]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amorim]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pina]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. e P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Arquitectura Empresarial e Sistemas de Gestão da Qualidade]]></article-title>
<source><![CDATA[QUATIC'2004 Quality: The Bridge to the Future in ICT]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>18-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zachman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en&#8221;]A Framework for Information Systems Architecture<span lang=EN-US style='font-size:11.0pt; font-family:"><![CDATA[en&#8221;]A Framework for Information Systems Architecture<span lang=EN-US style='font-size:11.0pt; font-family:]]></article-title>
<source><![CDATA[IBM Systems Journal]]></source>
<year>1987</year>
<volume>26</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>276-292</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zachman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Enterprise Architecture: The Issue of the Century]]></article-title>
<source><![CDATA[Database Programming and Design]]></source>
<year>1997</year>
<volume>14</volume>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
