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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Plataforma FlexQuest®: Uma estratégia didática para a promoção de flexibilidade cognitiva e interdisciplinaridade com recursos Web 2.0]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper presents an online platform (FlexQuest®) being developed for the creation of educational projects that promote cognitive flexibility, interdisciplinarity and interaction in the Web environment. The FlexQuest® is a tool and a teaching strategy, which aims to build advanced and flexible level of knowledge from real contexts, obtained directly from the Internet. The first FlexQuest® were developed in Web 1.0 format and resulted in investigations in Brazil and Portugal. The new FlexQuest® described herein presents a social Web character, emphasizing an interdisciplinary approach content and focused on questioning and cognitive flexibility.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p>&nbsp;</p> <b>Plataforma FlexQuest<sup>&reg;</sup>: Uma estrat&eacute;gia did&aacute;tica para a promo&ccedil;&atilde;o de flexibilidade cognitiva e interdisciplinaridade com recursos <i>Web</i> 2.0 </b>     <p></p>     <p> <b><b>FlexQuest&reg; platform: A teaching strategy to promote cognitive flexibility and intersciplinarity with Web 2.0 features</b></b></p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>Iris Gabrielle de Sena Santos Silva<sup> 1</sup>, Marcelo Brito Carneiro Le&atilde;o<sup>1</sup>, Francisl&ecirc; Neri de Souza<sup>2</sup></b></p>     <p> <sup>1</sup> Universidade Federal Rural de Pernambuco, R. Manuel de Medeiros, s/n - Dois Irm&atilde;os, Recife - PE, 52171-900, Brasil E-mail: <a href="mailto:irisgabrielle@gmail.com">irisgabrielle@gmail.com</a>, <a href="mailto:marcelo@dq.ufrpe.br">marcelo@dq.ufrpe.br</a></p>     <p> <sup>2</sup> Universidade de Aveiro, Campus Universit&aacute;rio de Santiago, 3810-193 Aveiro, Portugal E-mail:<a href="mailto:fns@ua.pt">fns@ua.pt</a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Este artigo apresenta uma plataforma <i>online</i> (FlexQuest<sup>&reg;</sup>) que est&aacute; sendo desenvolvida para a cria&ccedil;&atilde;o de projetos educacionais que promovam a flexibilidade cognitiva, a interdisciplinaridade e a intera&ccedil;&atilde;o em ambiente <i>Web</i>. A FlexQuest<sup>&reg;</sup> &eacute; uma ferramenta e tamb&eacute;m uma estrat&eacute;gia did&aacute;tica que objetiva a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento de n&iacute;vel avan&ccedil;ado e flex&iacute;vel, a partir de contextos reais obtidos diretamente da <i>Internet</i>. As primeiras FlexQuest<sup>&reg;</sup> foram desenvolvidas em formato <i>Web</i> 1.0 e resultaram em investiga&ccedil;&otilde;es no Brasil e em Portugal. A nova FlexQuest<sup>&reg;</sup> , aqui descrita, apresenta um car&aacute;cter <i>Web</i> social, priorizando uma abordagem interdisciplinar de conte&uacute;dos e centrada no questionamento e na flexibilidade cognitiva.</p>     <p> <b>Palavras-chave</b>: FlexQuest; interdisciplinaridade; <i>Web</i> 2.0; TIC; flexibilidade cognitiva</p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>ABSTRACT</b></p>     <p> This paper presents an online platform (FlexQuest<sup>&reg;</sup>) being developed for the creation of educational projects that promote cognitive flexibility, interdisciplinarity and interaction in the Web environment. The FlexQuest&reg; is a tool and a teaching strategy, which aims to build advanced and flexible level of knowledge from real contexts, obtained directly from the Internet. The first FlexQuest<sup>&reg;</sup> were developed in Web 1.0 format and resulted in investigations in Brazil and Portugal. The new FlexQuest&reg; described herein presents a social Web character, emphasizing an interdisciplinary approach content and focused on questioning and cognitive flexibility.</p>     <p> <b>Keywords</b>: FlexQuest; interdisciplinarity; Web 2.0; ICT; cognitive flexibility</p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p> A <i>Internet</i> tem se destacado, ao longo dos anos, em quanto ferramenta educativa capaz de atuar como fonte de informa&ccedil;&atilde;o e meio de intera&ccedil;&otilde;es que propiciam maior envolvimento dos estudantes (Carvalho, 2007). Entre algumas das vantagens relacionadas ao seu uso em sala de aula est&aacute; a de auxiliar no cumprimento de algumas das fun&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das &agrave; escola, como: proporcionar estrutura e acesso a um mundo de diversidade, oportunizar os contextos e saberes para a constru&ccedil;&atilde;o da autonomia do educando.</p>     <p> &Eacute; coerente pensar em suas contribui&ccedil;&otilde;es no &acirc;mbito escolar uma vez que os alunos utilizam frequentemente recursos <i>online </i>para a busca de mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os temas discutidos em sala de aula, retirando do professor o papel de &uacute;nica fonte de informa&ccedil;&atilde;o. Pode-se dizer que esta mudan&ccedil;a deu-se, principalmente, com a chegada da <i>Web</i> 2.0, ou <i>Web</i> social, onde o utilizador al&eacute;m de receber informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m &eacute; respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o e inser&ccedil;&atilde;o destas na rede. Assim, neste contexto, professor e aluno s&atilde;o respons&aacute;veis por selecionar, gerir e trocar informa&ccedil;&otilde;es, de forma a estabelecer din&acirc;micas de colabora&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o (Coll &amp; Monereo, 2010).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> As ferramentas de car&aacute;ter <i>Web</i> 2.0 impulsionam uma maior participa&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o entre os alunos e professores, auxiliando com as comunidades de constru&ccedil;&atilde;o da aprendizagem, d&atilde;o suporte a melhores disposi&ccedil;&otilde;es de <i>feedback</i>, al&eacute;m de propiciar uma aprendizagem mais ativa (Abedin, 2011).</p>     <p> A <i>internet </i>&eacute; utilizada como um meio para a constru&ccedil;&atilde;o colaborativa do conhecimento, como, por exemplo, a enciclop&eacute;dia digital <i>Wikipedia</i> &ldquo;que se alimenta das defini&ccedil;&otilde;es e artigos dos seu usu&aacute;rios, contribui&ccedil;&otilde;es estas que s&atilde;o depuradas e corrigidas por meio de diversos mecanismos, para evitar erros e vandalismo inform&aacute;tico&rdquo; (Coll &amp; Monereo, 2010, p.36). Contudo, o uso da <i>Internet</i> como ferramenta para o ensino ainda &eacute; criticado por alguns autores devido a problemas de utiliza&ccedil;&atilde;o. Como por exemplo, uma pr&aacute;tica que &eacute; comum entre os alunos, a pesquisa em <i>sites </i>&nbsp;de busca, onde &ldquo;navegam&rdquo; em rede como se estivessem &agrave; ca&ccedil;a de algo inesperado, sem a preocupa&ccedil;&atilde;o de manter o foco nos objetivos da pesquisa, ocasionando dificuldades na escolha de informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis e com tend&ecirc;ncia a considerar todas as fontes obtidas atrav&eacute;s da <i>internet</i> como verdadeiras e fidedignas (Neri de Souza, Le&atilde;o, &amp; Moreira, 2006). E este &eacute; um problema consider&aacute;vel, uma vez que a qualidade do conte&uacute;do inserido na rede &eacute; uma das limita&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; <i>Web</i> 2.0, pois &eacute; dif&iacute;cil manter o controle sobre o conte&uacute;do, impactando na qualidade e fiabilidade do material produzido e publicado (Abedin, 2011).</p>     <p> Com vista a esta e outras problem&aacute;ticas Bernie Dodge e Tom March propuseram a WebQuest, uma atividade de investiga&ccedil;&atilde;o orientada, na qual uma parte ou toda a informa&ccedil;&atilde;o com que os alunos ir&atilde;o interagir ser&atilde;o encontradas na <i>Internet</i> (Dodge, 2006). Entre suas potencialidades destaca-se o direcionamento para a utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos da <i>Web</i> para o ensino e a aprendizagem por pesquisa (N&uacute;&ntilde;ez, Reguera, &amp; Okulik, 2011).</p>     <p> Entretanto, com a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, surgiram propostas de modifica&ccedil;&otilde;es da estrat&eacute;gia WebQuest, centradas tanto nos aspectos t&eacute;cnicos quanto em sua execu&ccedil;&atilde;o enquanto atividade did&aacute;tico-pedag&oacute;gica. Sobretudo por apresentar um car&aacute;ter de consumo de informa&ccedil;&atilde;o em termos do suporte <i>online</i>, ou seja, um car&aacute;ter <i>Web</i> 1.0.</p>     <p> Dentre algumas das propostas de modifica&ccedil;&otilde;es da WebQuest pode-se destacar os trabalhos de Murray, Yang, &amp; Allen (2002) onde foram introduzidos blocos de notas eletr&ocirc;nicos ao modelo WebQuest, viabilizando anota&ccedil;&otilde;es sobre os <i>sites</i> visitados pelos alunos, que poder&atilde;o ser utilizadas para auxiliar a responder o problema proposto. &nbsp;Em Young &amp; Wilson (2002) foi proposto um modelo de WebQuest que utiliza quatro fases de reflex&atilde;o. Estas fases t&ecirc;m como objetivo &nbsp;aumentar o processo de reflex&atilde;o dos alunos sobre o problema proposto de forma colaborativa. Outra altera&ccedil;&atilde;o ao modelo WebQuest foi proposta por Chatel &amp; Nodell (2002) que destacaram a necessidade da apresenta&ccedil;&atilde;o de uma pergunta central que servir&aacute; como guia na introdu&ccedil;&atilde;o da WebQuest com o intuito de est&iacute;mular a participa&ccedil;&atilde;o ativa dos alunos.</p>     <p> Ressaltaremos neste trabalho a proposta FlexQuest<sup>&reg;</sup>, que defende uma abordagem hol&iacute;stico-integrativa do conhecimento, incorporando, inicialmente a Teoria da Flexibilidade Cognitiva (TFC) nessa estrat&eacute;gia (Le&atilde;o, Neri de Souza, Moreira, &amp; Bartolome, 2006).</p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>2. Pressupostos Te&oacute;ricos</b></p>     <p> <b>2.1. A FlexQuest<sup>&reg;</sup> de primeira gera&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p> Uma das cr&iacute;ticas feitas &agrave;s pesquisas envolvendo as Tecnologias da Informa&ccedil;&atilde;o e da Comunica&ccedil;&atilde;o (TIC) na educa&ccedil;&atilde;o est&aacute; no enfoque adotado por muitas destas pesquisas, ou seja, colocar a tecnologia no centro do processo de ensino e de aprendizagem. As primeiras FlexQuest<sup>&reg;</sup> foram concebidas, em 2006, para atuar como um meio que viabiliza inten&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas e n&atilde;o como um fim em si mesma. A proposta inicial, ent&atilde;o, tinha como base a mesma estrutura da WebQuest, com pequenas altera&ccedil;&otilde;es para promover a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento flex&iacute;vel e de n&iacute;vel avan&ccedil;ado, seguindo as ideias da Teoria da Flexibilidade Cognitiva (TFC).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> A TFC &eacute; uma teoria de cunho construtivista desenvolvida no contexto de uma pesquisa nos Estados Unidos visando identificar e solucionar as dificuldades em transferir conhecimento para novas situa&ccedil;&otilde;es, apresentadas por alunos dos cursos de Medicina (Feltovich, Spiro, &amp; Coulson, 1989). Ela configura-se, concomitantemente, como uma teoria de aprendizagem, de representa&ccedil;&atilde;o mental e de instru&ccedil;&atilde;o integrada (Spiro, Feltovich, Jacobson, &amp; Coulson, 1992).</p>     <p> Vale salientar que a flexibilidade cognitiva refere-se &agrave; capacidade do indiv&iacute;duo em reestruturar o conhecimento constru&iacute;do para resolver uma situa&ccedil;&atilde;o/problema nova (o) com a (o) qual ele se depara, em fun&ccedil;&atilde;o da capacidade de constituir esquemas, tomando partida da rigidez at&eacute; a flexibilidade. Desta forma, os autores da teoria defendem que o conhecimento a ser utilizado em diferentes situa&ccedil;&otilde;es necessita ser ensinado de diferentes maneiras (Spiro, Vispoel, Schmitz, Samarapungavan, &amp; Boerger, 1987). Acreditando, assim, que este desenvolvimento n&atilde;o &eacute; decorrente exclusivamente do modo como o conhecimento &eacute; representado, mas tamb&eacute;m da an&aacute;lise de muitos casos (Spiro &amp; Jehng, 1990). Ao trabalhar com casos (situa&ccedil;&otilde;es reais) o aluno tem a chance de conhecer um determinado conceito aplicado a um contexto, podendo explorar por n&iacute;veis de aprofundamento e relacion&aacute;-los, construindo conhecimento de forma flex&iacute;vel.</p>     <p> A principal diferen&ccedil;a entre um projeto de trabalho com a FlexQuest<sup>&reg; </sup>em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; WebQuest &eacute; o processo de desconstru&ccedil;&atilde;o de casos em minicasos, seguindo os princ&iacute;pios da TFC, no qual os alunos retomam os minicasos em uma ordem sugerida pelo professor, na qual chama-se a aten&ccedil;&atilde;o para a interrela&ccedil;&atilde;o entre eles no &acirc;mbito da discuss&atilde;o conceitual. O professor &eacute; respons&aacute;vel pela sele&ccedil;&atilde;o e coment&aacute;rios de todas as p&aacute;ginas da <i>Internet</i> indicadas como meio de informa&ccedil;&atilde;o, de apoio e contextualiza&ccedil;&atilde;o tem&aacute;tica, orientando os alunos durante todo processo. S&atilde;o indicadas, ainda, travessias tem&aacute;ticas fazendo <i>links </i>aos minicasos anteriores (Le&atilde;o, Neri de Souza, &amp; Moreira, 2011; Le&atilde;o, 2008). Desta forma, evita-se que o desvio dos objetivos de uma pesquisa na rede e, com as orienta&ccedil;&otilde;es do professor, possibilita-se o desenvolvimento de senso cr&iacute;tico nos alunos. Assim como Colette &amp; Silva (2014), acredita-se que para se enfentrar o processo de constante mudan&ccedil;as que vivemos &eacute; preciso a forma&ccedil;&atilde;o de consci&ecirc;ncia cr&iacute;tica durante o processo de ensino e de aprendizagem.</p>     <p> <b>2.2. Limita&ccedil;&otilde;es da FlexQuest de primeira gera&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p> A proposi&ccedil;&atilde;o e o uso de FlexQuest<sup>&reg;</sup> no ensino de Ci&ecirc;ncias t&ecirc;m sido objeto de estudos no Brasil e em Portugal (Aleixo, Le&atilde;o, &amp; Neri de Souza, 2008; Le&atilde;o, Lins, Melo, &amp; Queiroz, 2013; Le&atilde;o, 2008; Ribeiro et al., 2009; Santos, 2012; Souza, 2013; Vasconcelos, 2011; Veras &amp; Le&atilde;o, 2007). Alguns resultados apontam as potencialidades do seu uso em contextos de aprendizagem. No entanto, necessita-se ainda de mais estudos para uma percep&ccedil;&atilde;o mais profunda e longitudinal do seu real impacto.</p>     <p> H&aacute; de se considerar que seu processo de elabora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; pedagogicamente simples, pelo contr&aacute;rio, planejar e executar uma FlexQuest<sup>&reg;</sup> requer dedica&ccedil;&atilde;o e preparo, uma vez que trabalhar com a complexidade de situa&ccedil;&otilde;es reais n&atilde;o &eacute; algo que fa&ccedil;a parte do cotidiano de muitos professores e por esta raz&atilde;o, as dificuldades para a sua adequada elabora&ccedil;&atilde;o podem se tornar um obst&aacute;culo desestimulante. Em especial, para aqueles que n&atilde;o sejam motivados a superar os tradicionais modelos de transmiss&atilde;o-recep&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos e a aceitar o desafio de trabalhar com as TIC. As pesquisas j&aacute; realizadas sobre a FlexQuest<sup>&reg;</sup> apontam para dificuldade em tr&ecirc;s n&iacute;veis:</p> <ol>       <li> Dificuldades Te&oacute;rico-metodol&oacute;gicas</li>     </ol> <ul>       <li> Busca e escolha de casos s&atilde;o apontadas como tarefas dif&iacute;ceis;</li>       <li> O real sentido de desconstru&ccedil;&atilde;o dos casos em minicasos, como sendo para n&iacute;veis avan&ccedil;ado do conhecimento, n&atilde;o &eacute; compreendido pelos professores.</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li> Proposi&ccedil;&otilde;es de atividades meramente reprodutivas e sem um grau de discuss&atilde;o e criticidade satisfat&oacute;rios para a proposta.</li>     </ul>     <p> b. &nbsp;Dificuldades T&eacute;cnico-inform&aacute;ticas</p> <ul>       <li> A constru&ccedil;&atilde;o de uma p&aacute;gina na <i>web</i>, sem o aux&iacute;lio de um especialista.</li>       <li> A falta de intera&ccedil;&atilde;o durante a utiliza&ccedil;&atilde;o da FlexQuest<sup>&reg;</sup>, pois apenas o professor tem o papel de apresentar as informa&ccedil;&otilde;es e levantar quest&otilde;es.</li>       <li> A sele&ccedil;&atilde;o e a manipula&ccedil;&atilde;o adequada das informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis na <i>Internet</i>, principalmente quando s&atilde;o utilizados v&iacute;deos.</li>     </ul>     <p> c. Dificuldades Did&aacute;tico-pedag&oacute;gicas</p> <ul>       <li> Planejamento de atividades que promovam a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento de n&iacute;vel avan&ccedil;ado.</li>       <li> Trabalho integrado a outras &aacute;reas de conhecimento para explorar a complexidade dos casos apresentados.</li>     ]]></body>
<body><![CDATA[</ul>     <p> Percebe-se que apesar de sua potencialidade, a estrutura te&oacute;rico-metodol&oacute;gica original da FlexQuest<sup>&reg;</sup> n&atilde;o &eacute; favor&aacute;vel &agrave; impetra&ccedil;&atilde;o de seus objetivos, fazendo-se necess&aacute;ria a sua atualiza&ccedil;&atilde;o, visando adequa&ccedil;&atilde;o e coer&ecirc;ncia.</p>     <p> <b>2.3. A proposi&ccedil;&atilde;o da FlexQuest<sup>&reg;</sup> de Segunda Gera&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p> Tendo em vista o contexto tecnol&oacute;gico no qual a primeira proposta foi concebida (<i>Web</i> 1.0) e o atual contexto, no qual j&aacute; se discute a <i>Web</i> 3.0, ou <i>Web</i> sem&acirc;ntica, &eacute; coerente a inser&ccedil;&atilde;o ferramentas de intera&ccedil;&atilde;o, mais efetivas, que suscitem a participa&ccedil;&atilde;o mais ativa dos utilizadores no processo de ensino e aprendizagem envolvido em um projeto na FlexQuest<sup>&reg;</sup>. Partindo do pressuposto que &ldquo;a <i>Web</i> 2.0 abre perspectivas de sumo interesse para o desenvolvimento de propostas pedag&oacute;gicas e did&aacute;ticas baseadas em din&acirc;micas de colabora&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o&rdquo; (Coll &amp; Monereo, 2010, p. 36), acredita-se que a inser&ccedil;&atilde;o de ferramentas de car&aacute;ter <i>Web</i> 2.0 seja essencial ao processo evolutivo da estrat&eacute;gia.</p>     <p> Ressalte-se, ainda, que um dos desafios do ensino de ci&ecirc;ncias &eacute; o de desenvolver compet&ecirc;ncias s&oacute;cio-cognitivas a fim de promover e fazer o uso da interdisciplinaridade e da contextualiza&ccedil;&atilde;o (Cachapuz, Praia, &amp; Jorge, 2004). A interdisciplinaridade tem estado fortemente presente na organiza&ccedil;&atilde;o da estrutura curricular, desde a fundamenta&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica at&eacute; as recomenda&ccedil;&otilde;es para as pr&aacute;ticas de ensino voltadas ao ensino b&aacute;sico, principalmente, fazendo parte das orienta&ccedil;&otilde;es legais da educa&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>     <p> Uma fun&ccedil;&atilde;o instrumental da interdisciplinaridade &eacute; &ldquo;[...] utilizar os conhecimentos de v&aacute;rias disciplinas para resolver um problema concreto ou compreender um determinado fen&ocirc;meno sob diferentes pontos de vista&rdquo; (Brasil, 2000, p. 23). Assim, pode-se perceber que uma estrat&eacute;gia did&aacute;tica como a FlexQuest<sup>&reg;</sup> suporta estas caracter&iacute;sticas inerentes &agrave; uma abordagem interdisciplinar.</p>     <p> Acredita-se que, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sala de aula, enquanto propostas interdisciplinares e grupos de trabalho s&atilde;o capazes de promover experi&ecirc;ncias intelectuais mais amplas para alunos e professores, o envolvimento efetivo em esfor&ccedil;os de investiga&ccedil;&atilde;o verdadeiramente interdisciplinares podem impulsionar o pensamento hol&iacute;stico (Andrade et al., 2014). Desta forma, ao considerar que o foco da estrat&eacute;gia &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento a n&iacute;vel complexo, n&atilde;o se pode ignorar que &ldquo;o tema da complexidade leva-nos naturalmente ao da interdisciplinaridade, porquanto realidade t&atilde;o emaranhada n&atilde;o poderia ser bem captada pelo olhar de disciplina isolada&rdquo; (Demo, 2013, p. 70). Reafirmando, assim, que a abordagem interdisciplinar est&aacute; diretamente relacionada com a proposta da FlexQuest<sup>&reg;</sup>.</p>     <p> De acordo com esta discuss&atilde;o e de uma revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica no &acirc;mbito do trabalho de tese de doutoramento da primeira autora, tem sido desenvolvida uma nova proposta estrutural para a estrat&eacute;gia, na qual a interdisciplinaridade &eacute; um elemento essencial. A estrat&eacute;gia continua tendo como eixo principal o trabalho com estudos baseados em casos, situa&ccedil;&otilde;es reais dispon&iacute;veis na <i>Internet</i>, tendo agora a abordagem interdisciplinar obrigat&oacute;ria como aliada para a constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento de n&iacute;vel avan&ccedil;ado.&nbsp;</p>     <p> Esta sendo conservada a flexibilidade cognitiva como outro eixo, embora agora n&atilde;o esteja exclusivamente vinculada &agrave; TFC, mantem-se o trabalho com o estudo baseado em casos e minicasos. Constitui-se, ainda, como um eixo importante uma vez que inclui tr&ecirc;s dimens&otilde;es consoantes &agrave; estrat&eacute;gia, segundo a defini&ccedil;&atilde;o proposta por Guerra, Candeias, &amp; Prieto (2014), sendo elas:</p>     <p> &ldquo;1. Flexibilidade de aten&ccedil;&atilde;o &ndash; implica um processo de aten&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o, envolvendo a capacidade do indiv&iacute;duo de estar atento, selecionar, filtrar, focalizar, (re) alocar e refinar a integra&ccedil;&atilde;o dos est&iacute;mulos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 2. Flexibilidade de representa&ccedil;&atilde;o &ndash; integra a capacidade de an&aacute;lise, s&iacute;ntese, armazenamento e recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o, ou seja, a capacidade de desconstru&ccedil;&atilde;o e reconstru&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es captadas e ou armazenadas.</p>     <p> 3. Flexibilidade de resposta &ndash; inclui a capacidade de gerar estrat&eacute;gias, planos, programas de elabora&ccedil;&atilde;o, regula&ccedil;&atilde;o, execu&ccedil;&atilde;o, controlo e monitoriza&ccedil;&atilde;o; inclui igualmente a forma de decidir e executar.&rdquo; (p.9)</p>     <p> Almeja-se que a inser&ccedil;&atilde;o de ferramentas <i>web</i> 2.0 e a ado&ccedil;&atilde;o da abordagem interdisciplinar venha propiciar mais efetivamente estas tr&ecirc;s dimens&otilde;es de flexibilidade cognitiva, resultando em constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento mais amplo e flex&iacute;vel, aumentando a intera&ccedil;&atilde;o, o pensamento cr&iacute;tico e a&ccedil;&atilde;o do aluno ao longo do processo de aprendizagem.</p>     <p> O papel do professor &eacute; de extrema import&acirc;ncia, ele assumir&aacute; a postura de orientador do processo de questionamento reconstrutivo do aluno, atrav&eacute;s do qual o aluno &eacute; estimulado a ir al&eacute;m do que lhe &eacute; apresentado, buscando novas fontes de informa&ccedil;&atilde;o e refletindo, o que requer um trabalho diferenciado e nesta diferencia&ccedil;&atilde;o a estrat&eacute;gia em quest&atilde;o pode ser um grande trunfo.</p>     <p> O termo &ldquo;questionamento&rdquo; &eacute; apontado por Freiberger &amp; Berbel (2010) como a capacidade de tomada de consci&ecirc;ncia cr&iacute;tica, formulando e executando projetos pr&oacute;prios de vida em um contexto. Segundo as autoras o trabalho com questionamento em sala de aula promove n&atilde;o s&oacute; a forma&ccedil;&atilde;o de um indiv&iacute;duo cr&iacute;tico como tamb&eacute;m que seja capaz de tomar a reflex&atilde;o como ponto de partida para agir alternativamente.</p>     <p> Na FlexQuest<sup>&reg;</sup> de primeira gera&ccedil;&atilde;o era o professor, sozinho (na maioria das vezes) quem a estruturava e determinava todos os passos. Nesta nova proposta o processo de desenvolvimento dever&aacute; ser feito por pelo menos dois professores de &aacute;reas distintas e o projeto n&atilde;o ser&aacute; inteiramente fechado, os alunos poder&atilde;o comentar e opinar ao longo de todo o processo, atrav&eacute;s de questionamentos, ora levantados pelos professores, ora levantados pelos pr&oacute;prios alunos. Aumentando o car&aacute;ter cooperativo e colaborativo da estrat&eacute;gia, sendo o &uacute;ltimo, uma das principais caracter&iacute;sticas ditas essenciais e presentes na maioria dos ambientes virtuais de aprendizagem (Sizo, Lino, &amp; Favero, 2010).</p>     <p> Em s&iacute;ntese, a FlexQuest<sup>&reg;</sup> de segunda gera&ccedil;&atilde;o deve, a princ&iacute;pio, apresentar elementos te&oacute;ricos-metodol&oacute;gicos que viabilizem:</p> <ul>       <li> Abordagem Interdisciplinar;</li>       <li> Ado&ccedil;&atilde;o de ferramentas de car&aacute;ter Web 2.0 (promovendo intera&ccedil;&atilde;o dial&oacute;gica que resultar&aacute; no pr&oacute;ximo elemento);</li>       <li> Suscitar Flexibilidade cognitiva;</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li> Processos de questionamento.</li>     </ul>     <p> Na pr&oacute;xima sess&atilde;o apresentaremos a estrutura desta nova FlexQuest<sup>&reg;</sup>. A plataforma, at&eacute; o envio deste artigo, est&aacute; em fase de finaliza&ccedil;&otilde;es e espera-se que em menos de um m&ecirc;s possamos disponibilizar para toda a comunidade educativa. A plataforma encontra-se, provisoriamente, no seguinte endere&ccedil;o: <a href="http://flexquest.pictonio.pt/" target="_blank">http://flexquest.pictonio.pt/</a><b>.</b></p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>3. Estrutura da Plataforma FlexQuest<sup>&reg;</sup></b></p>     <p> Cada projeto na nova plataforma FlexQuest<sup>&reg;</sup> &eacute; composta por seis partes (Silva, Neri de Souza, &amp; Le&atilde;o, 2015): i) Informa&ccedil;&atilde;o Geral ii) Contexto iii) Casos iv) Quest&otilde;es, v) Processo e vi) Transfer&ecirc;ncias. Na <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a04f1.jpg">Figura 1</a> apresentamos uma vis&atilde;o da p&aacute;gina inicial da plataforma FlexQuest<sup>&reg;</sup>.</p>     
<p> Nesta plataforma o professor poder&aacute; criar uma conta e a partir desta criar projetos, com a possibilidade de convidar outros professores para desenvolver o projeto em conjunto. Tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel ter acesso a outros projetos criados por outros utilizadores. A intencionalidade &eacute; criar uma comunidade que partilhe projetos FlexQuest<sup>&reg;</sup> j&aacute; testados e utilizados em outros contextos.</p>     <p> Durante a elabora&ccedil;&atilde;o do projeto os professores ter&atilde;o acesso a pequenos textos que servir&atilde;o de guia e que apontaram as principais d&uacute;vidas que possam surgir. Ao iniciar um novo projeto, o professor poder&aacute; escolher a formata&ccedil;&atilde;o para o seu projeto dentre os <i>templates</i> pr&eacute;-estabelecidos ou criar um modelo personalizado. Em um primeiro momento dever&atilde;o ent&atilde;o ser explicitados o t&iacute;tulo do projeto, sua tem&aacute;tica e seus objetivos, bem como quais utilizadores participar&atilde;o do processo de elabora&ccedil;&atilde;o/edi&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> Para exemplificar a articula&ccedil;&atilde;o dos elementos que comp&otilde;em um projeto ser&atilde;o apresentados exemplos criados por professores de diferentes &aacute;reas do conhecimento na plataforma FlexQuest<sup>&reg;</sup>, que foram desenvolvidos com o intuito de realizar testes de operacionalidade da ferramenta.</p>     <p> Na Informa&ccedil;&atilde;o Geral &eacute; apresentada uma ficha t&eacute;cnica com o nome do Autor, Tem&aacute;tica, e Objetivos do projeto Flexquest<sup>&reg;</sup>, como pode ser visto na <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a04f2.jpg">Figura 2</a>.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p> Esta organiza&ccedil;&atilde;o auxilia os estudantes e professores durante a atividade de investiga&ccedil;&atilde;o, tornando poss&iacute;vel, sempre que necess&aacute;rio, retomar os objetivos mantendo o foco da pesquisa. Minimizando a possibilidade de perda de foco durante o processo investigativo <i>online</i>.</p>     <p> No Contexto &eacute; apresentada uma situa&ccedil;&atilde;o-problema de onde partir&atilde;o os questionamentos e a partir desta ser&aacute; ilustrado o contexto dos casos a serem analisados e desconstru&iacute;dos. Pode-se usar texto, figura, &aacute;udio e/ou v&iacute;deo para ilustr&aacute;-la. Deve-se inserir, ainda, uma quest&atilde;o para que os alunos comentem baseados em seus conhecimentos pr&eacute;vios.</p>     <p> A principal preocupa&ccedil;&atilde;o ao optar por este formato foi possibilitar a articula&ccedil;&atilde;o de conhecimentos complexos com temas geradores relacionados a situa&ccedil;&otilde;es baseadas na realidade. Semelhante ao que Wartha, Silva, &amp; Bejarano (2013) apontam ao analisar alguns trabalhos com estas caracter&iacute;sticas. Ressaltando a import&acirc;ncia de realizar-se de forma problematizada, para que os alunos exponham seus posicionamentos fomentando discuss&otilde;es sobre a tem&aacute;tica. A partir deste ponto, ser&atilde;o apresentados os Casos e dentro destes ser&atilde;o discutidos conceitos.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f3"></a> <img src="/img/revistas/rist/spe4/spe4a04f3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p> Os Casos devem ser, preferencialmente, situa&ccedil;&otilde;es baseadas na realidade, dispon&iacute;veis na <i>Internet</i> que estejam associados &agrave; situa&ccedil;&atilde;o-problema exposta no Contexto. Cada caso pode ser composto de um texto, um &aacute;udio ou um v&iacute;deo. O n&uacute;mero m&iacute;nimo de casos &eacute; quatro, para que se obtenha um n&iacute;vel de complexidade desej&aacute;vel para as discuss&otilde;es. A escolha do caso deve ser feita com cautela, sempre pensando nos objetivos do projeto e como eles ser&atilde;o trabalhados.</p>     <p> As situa&ccedil;&otilde;es reais, as quais aborda-se atrav&eacute;s de casos, apresentam uma complexidade multifacetada e, por isso, necessitam ser representadas de formas distintas, para que se possam analisar m&uacute;ltiplas facetas. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; analisar cada caso individualmente e adquirir experi&ecirc;ncia atrav&eacute;s de um n&uacute;mero consider&aacute;vel de casos (no m&iacute;nimo quatro), estando atento &agrave; configura&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas, ao contexto de utiliza&ccedil;&atilde;o e &agrave; diversidade das influ&ecirc;ncias contextuais. Sugere-se que os casos estejam relacionados e parcialmente sobrepostos e que haja um equil&iacute;brio entre eles de continuidade e descontinuidade (Spiro, Coulson, Feltovich, &amp; Anderson, 1988).</p> <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a04f4.jpg">Figura 4</a>- Página de edição dos casos do projeto &#8220;O mundo como enxergamos&#8221;.     
<p> Os Minicasos s&atilde;o desconstru&ccedil;&otilde;es dos casos (observe a <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a04f5.jpg">Figura 5</a>), ou seja, s&atilde;o partes dos casos a serem estudadas minuciosamente. Um caso pode ser descontru&iacute;do em quantos minicasos for necess&aacute;rio para trabalhar um determinado conceito, tendo um n&uacute;mero m&iacute;nimo de quatro minicasos por caso.</p>     
<p> Segundo Spiro &amp; Jehng (1990), antes de percorrerem documentos estruturados, em outras palavras, antes de lidar com a complexidade de um caso, o aluno deve aprofundar seu conhecimento estudando os minicasos, onde ser&atilde;o abordados pelo professor os conceitos que est&atilde;o imersos em cada um. Ap&oacute;s este trabalho &eacute; que estar&atilde;o aptos para iniciar a aprendizagem, navegando na desconstru&ccedil;&atilde;o dos minicasos, inclusive relacionando minicasos de casos diferentes.</p>     <p> As Quest&otilde;es servir&atilde;o de guia para os utilizadores explorarem e atingirem os objetivos do projeto, al&eacute;m de estimular o pensamento cr&iacute;tico. A inser&ccedil;&atilde;o deste elemento na FlexQuest<sup>&reg;</sup> de segunda gera&ccedil;&atilde;o foi pensada com vista a superar a mera transmiss&atilde;o de conhecimento por parte do professor. Seu papel agora &eacute; de orientador do processo de questionamento reconstrutivo do aluno, como em um processo de ensino por pesquisa (Freiberger &amp; Berbel, 2010).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Durante o desenvolvimento do Processo devem-se sugerir sequ&ecirc;ncias especiais, a partir das quais os utilizadores precisar&atilde;o revisitar os minicasos com aten&ccedil;&atilde;o especial voltada &agrave; tem&aacute;tica a ser explorada no processo de constru&ccedil;&atilde;o de um conceito.</p>     <p> Atrav&eacute;s destas sequ&ecirc;ncias s&atilde;o criadas representa&ccedil;&otilde;es mentais, permitindo que, ao se deparar com um caso novo, o aluno, mais rapidamente, seja capaz de construir a solu&ccedil;&atilde;o com base no conhecimento adquirido atrav&eacute;s das rela&ccedil;&otilde;es entre os minicasos dos casos precedentes (Spiro &amp; Jehng, 1990).</p>     <p> Por fim, h&aacute; a Transfer&ecirc;ncia onde s&atilde;o sugeridas quais atividades ser&atilde;o produtos deste projeto. Deve-se estimular o indiv&iacute;duo a explorar casos al&eacute;m dos apresentados no projeto e at&eacute; a proposi&ccedil;&atilde;o de um novo caso a ser desconstruindo por ele ou por um grupo. Desta forma a atividade n&atilde;o se encerra, mas abre perspectivas para novos trabalhos.</p>     <p> O projeto desenvolvido ser&aacute; publicado na plataforma apenas quando todos os elementos estiverem devidamente preenchidos. Diferentemente da FlexQuest<sup>&reg;</sup> de primeira gera&ccedil;&atilde;o, os alunos poder&atilde;o interagir com os professores e colegas, diretamente, atrav&eacute;s da plataforma, ressaltando o car&aacute;ter din&acirc;mico desta nova proposta.</p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>4. Considera&ccedil;&otilde;es finais</b></p>     <p> Quando se leva em considera&ccedil;&atilde;o toda a complexidade das informa&ccedil;&otilde;es que existem na <i>internet</i>, as vantagens e problemas que adv&eacute;m desta heterogeneidade de informa&ccedil;&otilde;es, fica claro que &eacute; necess&aacute;rio estimular um conjunto de compet&ecirc;ncias e capacidades nos nossos alunos para lidar com esta situa&ccedil;&atilde;o. A literatura aponta para a literacia da informa&ccedil;&atilde;o, o pensamento critico e a flexibilidade cognitiva como alvos a ser alcan&ccedil;ados. Mais especificamente espera-se que os alunos sejam capazes de selecionar a informa&ccedil;&atilde;o, argumentar, questionar, construir conhecimento e o aplicar em diversos outros contextos, inclusive os mais complexos. A FlexQuest<sup>&reg;</sup> &eacute; uma plataforma <i>Web</i> 2.0 que oferece, pelo seu car&aacute;ter social, a intera&ccedil;&atilde;o entre professores e alunos de forma cooperativa e colaborativa em projetos did&aacute;ticos, auxiliando neste processo.</p>     <p> O estudo direcionado por casos (situa&ccedil;&otilde;es reais), como proposto pela estrat&eacute;gia FlexQuest<sup>&reg;</sup>, possibilita a forma&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica dos alunos atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos em contextos pr&oacute;ximos &agrave; realidade. O direcionamento dado pelo professor conduz a um melhor aproveitamento das informa&ccedil;&otilde;es obtidas na <i>internet</i>, uma vez que estas informa&ccedil;&otilde;es foram previamente selecionadas e n&atilde;o s&oacute; ser&aacute; necess&aacute;rio acess&aacute;-las <i>online</i>, como tamb&eacute;m ser&aacute; preciso analisar, refletir e questionar sobre estas.</p>     <p> Espera-se com o desenvolvimento da plataforma a populariza&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia, facilitando o trabalho de cria&ccedil;&atilde;o durante o desenvolvimento estrutural da FlexQuest<sup>&reg;</sup>, por um maior grupo de profissionais, al&eacute;m de propiciar uma inser&ccedil;&atilde;o significativa dos ideais interdisciplinares para a estrat&eacute;gia did&aacute;tica, reafirmando a import&acirc;ncia da constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento de n&iacute;vel avan&ccedil;ado, caracterizado pela complexidade e pela n&atilde;o linearidade dos conceitos, valorizando a aproxima&ccedil;&atilde;o e questionamento do que &eacute; visto em sala de aula com o que &eacute; vivenciado fora dela.</p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>5. Agradecimentos</b></p>     <p> &Agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (CAPES) pelo financiamento do projeto. Ao n&uacute;cleo SEMENTE (Sistema para Elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e Materiais de Ensino suportados pelas Tecnologias) &ndash; Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Brasil. E ao Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o Did&aacute;tica e Tecnologia na Forma&ccedil;&atilde;o de Formadores &ndash; CIDTFF, Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Aveiro, Portugal.</p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <p> Abedin, B. (2011). Web 2.0 and Online Learning and Teaching: A Preliminary Benchmarking Study. <i>Asian Social Science</i>, <i>7</i>(11), pp. 5&ndash;12. doi:10.5539/ass.v7n11p5</p>     <p> Aleixo, A. A., Le&atilde;o, M. B. C., &amp; Neri de Souza, F. (2008). FlexQuest: potencializando a WebQuest no Ensino de Qu&iacute;mica. <i>Revista FACED</i>, <i>14</i>, pp. 119&ndash;133. Recuperado de <a href="http://www.portalseer.ufba.br/index.php/entreideias/article/viewFile/3271/2658" target="_blank">http://www.portalseer.ufba.br/index.php/entreideias/article/viewFile/3271/2658</a></p>     <p> Andrade, K., Corbin, C., Diver, S., Eitzel, M. V., Williamson, J., Brashares, J., &amp; Fortmann, L. (2014). Finding your way in the interdisciplinary forest: notes on educating future conservation practitioners. <i>Biodiversity and Conservation</i>, pp. 3405&ndash;3423. doi:10.1007/s10531-014-0818-z</p>     <!-- ref --><p> Brasil. (2000). <i>Par&acirc;metros Curriculares Nacionais: Ensino M&eacute;dio</i>. Bras&iacute;lia, Brasil: Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC). Recuperado de <a href="http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf" target="_blank">http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977025&pid=S1646-9895201500030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p> Cachapuz, A., Praia, J., &amp; Jorge, M. (2004). Da Educa&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncia &agrave;s Orienta&ccedil;&otilde;es para o Ensino das Ci&ecirc;ncias: Um Repensar Epistemol&oacute;gico. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>10</i>(3), pp. 363&ndash;381. Recuperado de <a href="http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v10n3/05" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v10n3/05</a></p>     <p> Carvalho, A. A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino B&aacute;sico e Secund&aacute;rio: dos recursos e ferramentas online aos LMS. <i>Revista de Ci&ecirc;ncia da Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>3</i>, pp. 25&ndash;40. Recuperado de <a href="http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7142" target="_blank">http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7142</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Colette, M. M., &amp; Silva, M. H. C. da. (2014). Novos cen&aacute;rios de aprendizagem, inova&ccedil;&atilde;o e sustentabilidade: Uma pesquisa-a&ccedil;&atilde;o na gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias e Tecnologia. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias da Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (E2), pp. 55&ndash;69. doi:10.17013/risti.e2.55-69</p>     <p> Coll, C., &amp; Monereo, C. (2010). Educa&ccedil;&atilde;o e aprendizagem no s&eacute;culo XXI. In C. Coll &amp; C. Monereo (Orgs.), <i>Psicologia da Educa&ccedil;&atilde;o Virtual</i> (pp. 15&ndash;46). Porto Alegre: Artmed.</p>     <!-- ref --><p> Demo, P. (2013). <i>Metodologia do conhecimento cient&iacute;fico</i> (1<sup>a</sup> ed). S&atilde;o Paulo: Editora Atlas S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977030&pid=S1646-9895201500030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Dodge, B. (2006). Past, Present and Future. In A. A. A. Carvalho (Org.), <i>Actas do Encontro sobre WebQuest</i> (pp. 3&ndash;7). Braga: CIEd.</p>     <p> Feltovich, P. J., Spiro, R. J., &amp; Coulson, R. L. (1989). The nature of conceptual understanding in biomedicine: The deep structure of complex ideas and the development of misconceptions. In V. Evans, D.; Patel (Org.), <i>The cognitive sciences in medicine</i> (pp. 113&ndash;172). Cambridge: MITPress.</p>     <p> Freiberger, R. M., &amp; Berbel, N. A. N. (2010). A import&acirc;ncia da pesquisa como princ&iacute;pio educativo na atua&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica de professores de educa&ccedil;&atilde;o infantil e ensino fundamental. <i>Cadernos de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>37</i>, pp. 207&ndash;245.</p>     <p> Guerra, C. G., Candeias, A., &amp; Prieto, G. (2014). Flexibilidade Cognitiva: Repensar o Cconceito e a Medida da Intelig&ecirc;ncia. In L. S. Almeida, A. M. Ara&uacute;jo, A. R. Franco, &amp; D. L. Soares (Orgs.), <i>Cogni&ccedil;&atilde;o, Aprendizagem e Rendimento - I Semin&aacute;rio Internacional</i> (pp. 6&ndash;20). Minho: Universidade do Minho. Recuperado de <a href="http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/28534/1/E-BOOK%201%20-%20Cogni%C3%A7%C3%A3o%20aprendizagem%20e%20rendimento.pdf" target="_blank">http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/28534/1/E-BOOK%201%20-%20Cogni%C3%A7%C3%A3o%20aprendizagem%20e%20rendimento.pdf</a></p>     <p> Le&atilde;o, M. B. C. (2008). FLEXQUEST: una incorporaci&oacute;n de la Teor&iacute;a de la Flexibilidad Cognitiva (TFC) en el modelo WebQuest. In <i>IX Congresso Iberoamericano de Inform&aacute;tica Educativa</i>. Caracas: Universidad Metropolitana Caracas. Recuperado de <a href="http://www.ufrgs.br/niee/eventos/RIBIE/2008/pdf/flequest.pdf" target="_blank">http://www.ufrgs.br/niee/eventos/RIBIE/2008/pdf/flequest.pdf</a></p>     <p> Le&atilde;o, M. B. C., Lins, W. C. B., Melo, A., &amp; Queiroz, D. (2013). PLATAFORMA Flexquest para Conhecimentos de Ci&ecirc;ncias. In <i>IX Congreso Internacional sobre Investigaci&oacute;n en Did&aacute;ctica de las Ciencias</i> (pp. 672&ndash;677). Girona: Universitat de Girona. Recuperado de <a href="http://congres.manners.es/congres_ciencia/gestio/creacioCD/cd/articulos/art_1036.pdf" target="_blank">http://congres.manners.es/congres_ciencia/gestio/creacioCD/cd/articulos/art_1036.pdf</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Le&atilde;o, M. B. C., Neri de Souza, F., &amp; Moreira, A. (2011). FlexQuest: literacia da informa&ccedil;&atilde;o e flexibilidade cognitiva. <i>Indagatio Didactica</i>, <i>3</i>(3), pp. 108&ndash;125.</p>     <p> Le&atilde;o, M. B. C., Neri de Souza, F., Moreira, A., &amp; Bartolome, A. R. (2006). Flexquest: Una Webquest con Aportes de la Teoria de la Flexibildad Cognitiva (TFC). In M. d. Nacion (Org.), <i>Ministerio de Educaci&oacute;n de la Naci Libro del Proyecto de Articulacion Universidad Ense&ntilde;anza Media</i> (pp. 128&ndash;143). Salta: Ed. Universidade de Salta.</p>     <p> Murray, G. C., Yang, H., &amp; Allen, R. (2002). WQ: An Environment for Teaching Information Access Skills. In P. Barker &amp; S. Rebelsky (Orgs.), <i>Proceedings of World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia and Telecommunications 2002</i> (pp. 34&ndash;39). Chesapeake: VA: Association for the Advancement of Computing in Education (AACE). Recuperado de <a href="http://www.editlib.org/noaccess/9561/" target="_blank">http://www.editlib.org/noaccess/9561/</a></p>     <p> Neri de Souza, F., Le&atilde;o, M. B. C., &amp; Moreira, A. (2006). Elementos estruturadores de uma WebQuest flex&iacute;vel (FlexQuest). In <i>Encontro sobre Webquest</i> (pp. 223&ndash;227). Braga: Universidade de Minho.</p>     <p> N&uacute;&ntilde;ez, M. B., Reguera, M., &amp; Okulik, N. B. (2011). WebQuest&#8239;: Una Alternativa para la Ense&ntilde;anza de Qu&iacute;mica. <i>Avances en Ciencias e Ingenier&iacute;a</i>, <i>2</i>(3), pp. 111&ndash;122. Recuperado de <a href="http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3751758" target="_blank">http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3751758</a></p>     <p> Ribeiro, J., Neri de Souza, F., Nogueira, F., Moreira, A., Costa, A. P., Guerra, C., &amp; Lucas, M. (2009). Didaktosonline&reg; e FlexQuest&copy;: Um Estudo de Usabilidade. In <i>Challenges 2009: actas da Confer&ecirc;ncia Internacional de TIC na Educa&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 1913&ndash;1929). Braga: Universidade do Minho. Recuperado de <a href="http://scholar.google.com/scholar?hl=en&amp;btnG=Search&amp;q=intitle:Didaktosonline®+e+Flexquest©:+Um+Estudo+de+Usabilidade#0" target="_blank">http://scholar.google.com/scholar?hl=en&amp;btnG=Search&amp;q=intitle:Didaktosonline&reg;+e+Flexquest&copy;:+Um+Estudo+de+Usabilidade#0</a></p>     <!-- ref --><p> Santos, I. G. de S. (2012). <i>A FlexQuest como Estrat&eacute;gia Did&aacute;tica para o Ensino de Eletroqu&iacute;mica</i>. Universidade Federal Rural de Pernambuco.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977044&pid=S1646-9895201500030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Silva, I. G. de S. S., Neri de Souza, F., &amp; Le&atilde;o, M. B. C. (2015). Da WebQuest &agrave; FlexQuest: Uma plataforma web 2.0 para a promo&ccedil;&atilde;o de flexibilidade cognitiva e interdisciplinaridade. In <i>Metodologia Webquest na educa&ccedil;&atilde;o: teoria e pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas</i> (pp. 111&ndash;131). Rio de Janeiro: Publit.</p>     <p> Sizo, A. M., Lino, A. D. P., &amp; Favero, E. L. (2010). Uma proposta de arquitetura de software para constru&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o de ambientes virtuais de aprendizagem. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias da Informa&ccedil;&atilde;o</i>, (6), pp. 17&ndash;30. Recuperado de <a href="http://www.aisti.eu/risti/risti6.pdf" target="_blank">http://www.aisti.eu/risti/risti6.pdf</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Souza, R. V. de. (2013). <i>O processo de constru&ccedil;&atilde;o da FlexQuest por professores de ci&ecirc;ncias: An&aacute;lise de alguns saberes necess&aacute;rios</i>. Universidade Federal Rural de Pernambuco.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977048&pid=S1646-9895201500030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Spiro, R. J., Coulson, R. L., Feltovich, P. J., &amp; Anderson, D. K. (1988). Cognitive Flexibility Theory: Advanced Knowledge Acquisition in Ill-Structured Domains. In <i>Tenth Annual Conference of the Cognitive Science Society</i> (pp. 375&ndash;383). Hillsdale: Erlbaum.</p>     <p> Spiro, R. J., Feltovich, P., Jacobson, M., &amp; Coulson, R. (1992). Cognitive Flexibility, Constructivism, and Hypertext: random access instruction for advanced knowledge acquisition in ill-structured domains. <i>Educational Technology</i>, pp. 24&ndash;33.</p>     <p> Spiro, R. J., &amp; Jehng, J.-C. (1990). Cognitive Flexibility and Hypertext: theory and technology for the nonlinear and multidimensional traversal of complex subject matter. In D. NIX &amp; R. J. SPIRO (Orgs.), <i>Cognition, Education, and Multimedia: Exploring Ideas in High Technology</i> (pp. 163&ndash;205). Hillsdale: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     <p> Spiro, R. J., Vispoel, W. P., Schmitz, J. G., Samarapungavan, A., &amp; Boerger, A. E. (1987). Knowledge Acquisition for Application: Cognitive Flexibility and Transfer in Complex Content Domains. In B. C. Britton &amp; S. M. Glynn (Orgs.), <i>Executive Control in Processes in Reading</i> (pp. 177&ndash;199). New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates.</p>     <!-- ref --><p> Vasconcelos, F. C. G. C. de. (2011). <i>Utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos audiovisuais em uma estrat&eacute;gia flexquest sobre radioatividade</i>. Universidade Federal Rural de Pernambuco.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977054&pid=S1646-9895201500030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Veras, U. M., &amp; Le&atilde;o, M. B. C. (2007). O modelo Webquest modificado. <i>Revista Iberoamericana de Educaci&oacute;n</i>, <i>43</i>, pp. 1&ndash;15. Recuperado de <a href="http://www.conhecer.org.br/download/INFORMATICA EDUCATIVA/leitura anexa 5.pdf" target="_blank">http://www.conhecer.org.br/download/INFORMATICA EDUCATIVA/leitura anexa 5.pdf</a></p>     <p> Wartha, E. J., Silva, E. L. da, &amp; Bejarano, N. R. R. (2013). Cotidiano e Contextualiza&ccedil;&atilde;o no Ensino de Qu&iacute;mica. <i>Qu&iacute;mica Nova na Escola</i>, <i>35</i>(2), pp. 84&ndash;91.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Young, D. L., &amp; Wilson, B. G. (2002). Web Quests for Reflection and Conceptual Change&#8239;: Variations on a Popular Model for Guided Inquiry. In <i>Paper presented at the EDMEDIA 2002 World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia &amp; Telecommunication</i> (pp. 24&ndash;29). Denver, Colorado. Recuperado de <a href="http://files.eric.ed.gov/fulltext/ED477112.pdf" target="_blank">http://files.eric.ed.gov/fulltext/ED477112.pdf</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido / Recibido: 26/03/2015</p>     <p>Aceitação /Aceptación: 18/09/2015</p>      ]]></body><back>
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