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<journal-title><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Visão de Orientadores e Orientandos sobre o Software Online de Supervisão da Investigação - IARS]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Views of Supervisors and Supervisees about the Online Software for Research Management - IARS]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Aveiro Departamento de Educação Centro de Investigação Didática e Tecnologia na Formação de Formadores]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[At graduate level, there are several dilemmas and problems faced in research. The quality of the projects and the relationship between supervisor and research student have been shown to be major challenges. There are many studies that show the use of ICT as a means to help in the research process and the production of quality results. We present here the perception of supervisors and research students who used the online software IARS® as a support tool in the development and management of the research project. This study is of exploratory nature and of descriptive analysis with the support of SPSS. The results show a positive and rich perception on using this recently released software. Thus they considered IARS® user-friendly, nice, flexible, stimulating, clear and easy to understand in organizational terms. They also point to the difficulties in the construction stages of the project and communication between researchers, and recognize how the system can be useful in this context.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Processo de investigação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Vis&atilde;o de Orientadores e Orientandos sobre o <i>Software</i> Online de Supervis&atilde;o da Investiga&ccedil;&atilde;o - IARS<i><sup>&reg;</sup></i></b></p>     <p><b>Views of Supervisors and Supervisees about the Online Software for Research Management &ndash; IARS<sup>&reg;</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Dayse Neri de Souza, Francisl&ecirc; Neri de Souza, Isabel Alarc&atilde;o, Ant&oacute;nio Moreira</b></p>     <p>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o Did&aacute;tica e Tecnologia na Forma&ccedil;&atilde;o de Formadores, Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Aveiro, 3810 193, Aveiro, Portugal E-mail: <a href="mailto:dayneri@ua.pt">dayneri@ua.pt</a>, <a href="mailto:fns@ua.pt">fns@ua.pt</a>, <a href="mailto:ialarcao@ua.pt">ialarcao@ua.pt</a>, <a href="mailto:moreira@ua.pt">moreira@ua.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>No &acirc;mbito da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o v&aacute;rios os dilemas e problemas enfrentados na investiga&ccedil;&atilde;o. A qualidade dos projetos e a rela&ccedil;&atilde;o entre orientador e orientando, t&ecirc;m-se revelado como alguns dos grandes desafios. S&atilde;o muitos os estudos que apontam o uso das TIC como um meio de ajuda no processo de investiga&ccedil;&atilde;o e na produ&ccedil;&atilde;o dos resultados com qualidade. Apresentamos neste artigo a percep&ccedil;&atilde;o de orientadores e orientados que utilizaram o <i>software </i>online IARS<sup>&reg;</sup> como uma ferramenta de apoio na elabora&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o. Este estudo &eacute; de cariz explorat&oacute;rio de an&aacute;lise descritiva com apoio do SPSS. Os resultados atestam uma percep&ccedil;&atilde;o positiva e rica acerca da utiliza&ccedil;&atilde;o do <i>software recentemente divulgado</i>. Assim, consideraram o IARS<sup>&reg;</sup> de f&aacute;cil utiliza&ccedil;&atilde;o, agrad&aacute;vel, flex&iacute;vel, estimulador, claro e de f&aacute;cil compreens&atilde;o em temos organizacionais. Apontam tamb&eacute;m para as dificuldades nas etapas de constru&ccedil;&atilde;o do projeto e comunica&ccedil;&atilde;o entre os investigadores, e reconhecem como o sistema pode ser &uacute;til neste &acirc;mbito.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: Processo de investiga&ccedil;&atilde;o; TIC; IARS<sup>&reg;</sup>; comunica&ccedil;&atilde;o; rela&ccedil;&atilde;o orientador-orientando</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>At graduate level, there are several dilemmas and problems faced in research. The quality of the projects and the relationship between supervisor and research student have been shown to be major challenges. There are many studies that show the use of ICT as a means to help in the research process and the production of quality results. We present here the perception of supervisors and research students who used the online software IARS&reg; as a support tool in the development and management of the research project. This study is of exploratory nature and of descriptive analysis with the support of SPSS. The results show a positive and rich perception on using this recently released software. Thus they considered IARS&reg; user-friendly, nice, flexible, stimulating, clear and easy to understand in organizational terms. They also point to the difficulties in the construction stages of the project and communication between researchers, and recognize how the system can be useful in this context.</p>     <p><b>Keywords</b>: Research process; ICT; IARS<sup>&reg;</sup>; communication; supervisor-supervisee relationship.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O estudo realizado por Baptista (2011) revela que tem havido profundo interesse em pesquisas relacionadas com o impacto da investiga&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Este interesse justifica-se pelo aumento do n&uacute;mero de estudantes que ingressam na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, seja mestrado e/ou doutorado.</p>     <p>Os estudiosos alertam para os enormes desafios que se colocam &agrave; defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios e padr&otilde;es de qualidade na forma&ccedil;&atilde;o em investiga&ccedil;&atilde;o. Em seu estudo, Baptista (2011) destaca o Comunicado de Bergen de 2005, ao afirmar que a investiga&ccedil;&atilde;o no contexto do ensino superior promove o desenvolvimento cultural e econ&oacute;mico e tamb&eacute;m a coes&atilde;o social no sentido de melhorar a qualidade do processo de ensino e aprendizagem e aumentar a competitividade e atratividade europeia. Seguimos na mesma dire&ccedil;&atilde;o de Baptista (2011) quando a autora se questiona: Quais s&atilde;o as compet&ecirc;ncias que s&atilde;o exigidas aos alunos e supervisores de doutoramento, bem como &agrave;s equipes de supervis&atilde;o, para que eles possam conhecer e atingir n&iacute;veis elevados de qualidade no processo e no produto do doutoramento?</p>     <p>Concordamos com a opini&atilde;o de alguns autores (Lessing &amp; Schulze, 2002; Thompson, Kirkman Watson &amp; Stewart, 2005; Calma, 2007; Agu &amp; Odimegwu, 2014) quando salientam que o sucesso no processo e produto final da investiga&ccedil;&atilde;o est&aacute; associado &agrave; rela&ccedil;&atilde;o que se estabelece entre o orientando e o orientador. Segundo Lessing e Schulze (2002), o orientador tem um importante papel a exercer no processo de investiga&ccedil;&atilde;o e na rela&ccedil;&atilde;o com o orientando. O orientador deve orientar, aconselhar, dar apoio emocional e garantir a qualidade cient&iacute;fica. Nesta dire&ccedil;&atilde;o, Thompson, Kirkman, Watson e Stewart (2005) salientam que os orientadores devem partilhar a sua compet&ecirc;ncia intelectual, de maneira a aumentar a autoconfian&ccedil;a e autoestima dos orientandos. Numa linha concordante, acreditamos que o supervisor deve assumir-se como um facilitador, cr&iacute;tico intelectual, conselheiro, atencioso, dispon&iacute;vel, amigo, solid&aacute;rio e entusiasta. Esses atributos podem proporcionar uma rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a, respeito e toler&acirc;ncia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sidhu, Kaur, Fook e Yunus (2014) defendem tamb&eacute;m que a atitude dos orientadores em rela&ccedil;&atilde;o aos seus orientandos &eacute; crucial durante a orienta&ccedil;&atilde;o. Ou seja, quando os orientadores criam sentimentos negativos, atitudes negativas junto dos seus orientandos, poder&atilde;o impedi-los de produzir. No mesmo ponto de vista dos autores, julgamos que, quando os supervisores s&atilde;o eficazes no processo de orienta&ccedil;&atilde;o, ajudam os orientandos a obter sucesso. O processo de investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; um desafio para todos os cientistas, mas especialmente para os jovens investigadores. Estes jovens t&ecirc;m incertezas, dilemas e problemas, mas segundo Alarc&atilde;o (2014), os dilemas dos jovens investigadores podem ser transformados em problemas epist&eacute;micos com solu&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel.</p>     <p>Face &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es sobre o n&iacute;vel de qualidade da orienta&ccedil;&atilde;o na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;m emergido estudos sobre a necessidade de definir meios ou modelos que facilitem o processo de orienta&ccedil;&atilde;o/supervis&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o entre os orientadores e seus orientandos (Agu &amp; Odimegwu, 2014; Mainhard, Van der Rijst &amp; Wubbels, 2009; Neri de Souza, Neri de Souza &amp; Costa, 2014).</p>     <p>V&aacute;rios s&atilde;o os Modelos j&aacute; estudados e analisados pelos especialistas (Alarc&atilde;o, 2014; Gurr, 2001; Dysthe, 2002). No entanto, o mais conhecido e tradicionalmente adotado &ndash; <i>face-to-face</i> &ndash; pode ser complementado com o uso das TIC. O modelo conhecido como misto &ndash; <i>blended</i> &ndash; tem sido adotado por muitos orientadores, tendo em conta o n&uacute;mero elevado de atividades que os orientadores realizam. Beer &amp; Mason (2009) apontam para o uso do modelo <i>Blended Learning</i>. Acredita-se que este modelo tem contribu&iacute;do para melhorar o processo de orienta&ccedil;&atilde;o, de forma a diminuir a carga de trabalho e cooperar na cria&ccedil;&atilde;o de um registo din&acirc;mico no processo de orienta&ccedil;&atilde;o. Ou seja, h&aacute; a possibilidade de uma combina&ccedil;&atilde;o entre o presencial e o interativo com o uso das TIC (Escudeiro &amp; Bidarra, 2008; Agu &amp; Odimegwu, 2014).</p>     <p>O modelo <i>b-learning</i>, sugerido pelos autores, indica o papel do supervisor como principal fonte de informa&ccedil;&atilde;o num momento presencial, e as consultas &agrave; internet e &agrave;s bibliotecas como uma etapa complementar. Este modelo foi considerado pertinente pelo facto de poder aliviar a sobrecarga dos orientadores, pelo que estamos em sintonia com estes e outros autores ao propor um modelo que est&aacute; na base do software IARS&reg; que facilita o apoio no planeamento e execu&ccedil;&atilde;o do percurso investigativo.</p>     <p><b>1.1 O Isabel Alarc&atilde;o <i>Research Software</i> - IARS&reg;</b></p>     <p>O IARS<sup>&reg;</sup> foi desenvolvido a partir do gui&atilde;o orientador da constru&ccedil;&atilde;o do plano de investiga&ccedil;&atilde;o, elaborado por Isabel Alarc&atilde;o na d&eacute;cada de 90, enquanto docente de Semin&aacute;rios de Investiga&ccedil;&atilde;o, no &acirc;mbito de Mestrados no antigo Departamento de Did&aacute;tica e Tecnologia Educativa da Universidade de Aveiro.</p>     <p>O software &eacute; uma aplica&ccedil;&atilde;o inform&aacute;tica de apoio ao processo de orienta&ccedil;&atilde;o de trabalhos de pesquisa acad&eacute;mica dispon&iacute;vel num ambiente imersivo, distribu&iacute;do e seguro (Cloud Computing), acedido pela internet. Com esta aplica&ccedil;&atilde;o Web (<a href="http://www.ia-rs.com" target="_blank">www.ia-rs.com</a>), o orientador pode fomentar a intera&ccedil;&atilde;o num ambiente de trabalho tutorial individualizado e eticamente protegido. Permite tamb&eacute;m trabalhar com grupos e, deste modo, rentabilizar intera&ccedil;&otilde;es menos individualizadas.</p>     <p>Neste &acirc;mbito, consideramos o processo de investiga&ccedil;&atilde;o como: i) multifacetado, ii) iterativo e iii) interativo, sendo que o &ldquo;processo&rdquo; pressup&otilde;e que seja realizado no tempo, por fases multirelacionadas. O ser &ldquo;multifacetado&rdquo; deve levar em considera&ccedil;&atilde;o as diversas abordagens, atores, vari&aacute;veis e condicionantes do fazer ci&ecirc;ncia. A dimens&atilde;o &ldquo;iterativo&rdquo; considera que o processo &eacute; din&acirc;mico e c&iacute;clico nas v&aacute;rias fases da investiga&ccedil;&atilde;o. Para al&eacute;m disso, todo este processo ocorre na &ldquo;intera&ccedil;&atilde;o&rdquo; humana entre orientador e orientandos e diversos sujeitos colaboradores no fazer ci&ecirc;ncia (ver <a href="#f1">Fig.1</a>).</p>     <p>O IARS<sup>&reg;</sup> assenta nos seguintes pressupostos:</p> <ul>       <li>organizador conceptual do projeto nas suas fases;</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li>matriz aberta suscet&iacute;vel de ser utilizada com diferentes abordagens metodol&oacute;gicas;</li>       <li>estrutura baseada em quest&otilde;es organizadoras e estimuladoras do pensamento do investigador;</li>       <p>&nbsp;</p>   <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06f1.jpg">       
<p>&nbsp;</p>       <li>simplicidade de utiliza&ccedil;&atilde;o;</li>       <li>intera&ccedil;&atilde;o orientando/orientador;</li>       <li>registo da evolu&ccedil;&atilde;o dos orientandos em jeito de &ldquo;portf&oacute;lio de investiga&ccedil;&atilde;o&rdquo;;</li>       <li>organizador sistem&aacute;tico do projeto e dos resultados da investiga&ccedil;&atilde;o.</li>     </ul>     <p>A aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; composta por uma &aacute;rea &ldquo;Saber Mais&rdquo;, que fornece ao pesquisador ajuda na elabora&ccedil;&atilde;o dos projetos. Esta &aacute;rea &eacute;, por&eacute;m, muito discreta, pois n&atilde;o pretende nem deve substituir-se ao orientador real. &Eacute; tamb&eacute;m generalista uma vez que o presente software pode ser utilizado com diferentes paradigmas metodol&oacute;gicos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Metodologia</b></p>     <p>Este artigo se emoldura numa metodologia de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de uma plataforma online para a gest&atilde;o colaborativa de projetos de investiga&ccedil;&atilde;o, principalmente para as ci&ecirc;ncias humanas e sociais, educa&ccedil;&atilde;o e diversas outras &aacute;reas: o IARS.</p>     <p>Com o prop&oacute;sito de avaliarmos a percep&ccedil;&atilde;o de orientadores e orientandos que participaram de v&aacute;rios <i>workshops</i> sobre o software IARS&reg;, foi elaborado um question&aacute;rio de auto resposta com quest&otilde;es abertas e fechadas. Esteve dispon&iacute;vel em formato online para que os participantes pudessem responder ap&oacute;s o encerramento dos <i>Workshop</i>s. O question&aacute;rio &eacute; composto por quatro partes. Na primeira s&atilde;o solicitados os dados pessoais dos participantes. Na segunda, quest&otilde;es acerca: i) da opini&atilde;o dos participantes sobre o ato de investigar, e ii) da rela&ccedil;&atilde;o interpessoal e da gest&atilde;o no desenvolvimento do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o. A terceira parte &eacute; sobre o <i>software</i> (interface, navega&ccedil;&atilde;o, dificuldades, aspetos positivos e negativos). A quarta e &uacute;ltima parte consiste em espa&ccedil;os em que os participantes podem deixar coment&aacute;rios, referir-se &agrave;s caracter&iacute;sticas do IARS<sup>&reg;</sup> e &agrave; sua rela&ccedil;&atilde;o com a investiga&ccedil;&atilde;o individual e apresentar sugest&otilde;es de melhorias para o software.</p>     <p>A dura&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o tinha aproximadamente duas horas e meia, a contar com momentos de esclarecimentos e d&uacute;vidas pontuais acerca da utiliza&ccedil;&atilde;o do IARS<sup>&reg;</sup>. Os objetivos principais do <i>Workshop</i> foram:</p>     <p>a) Conhecer a organiza&ccedil;&atilde;o conceptual de um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o; b) identificar as quest&otilde;es conceptuais, organizadoras e estimuladoras para a elabora&ccedil;&atilde;o de um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o; c) consciencializar para uma maior e melhor intera&ccedil;&atilde;o entre orientando e orientador no uso do IARS<sup>&reg;</sup>; d) utilizar o IARS<sup>&reg;</sup> como um organizador sistem&aacute;tico do projeto e dos resultados da investiga&ccedil;&atilde;o; e) desenvolver, com o uso do IARS<sup>&reg;</sup>, capacidades e atitudes de investiga&ccedil;&atilde;o que facilitem a elabora&ccedil;&atilde;o de trabalhos cient&iacute;ficos; f) aferir, com o uso do IARS<sup>&reg;</sup>, uma maior coer&ecirc;ncia interna nas etapas de elabora&ccedil;&atilde;o do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o; g) conhecer a estrutura funcional do IARS<sup>&reg;</sup> nas suas diferentes abordagens metodol&oacute;gicas e aplicar as suas potencialidades na elabora&ccedil;&atilde;o das etapas de um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Neste estudo que agora apresentamos, de car&aacute;ter explorat&oacute;rio, primamos por uma an&aacute;lise descritiva acerca das perce&ccedil;&otilde;es dos 87 sujeitos realizada com o apoio do SPSS 21.0. Apresentamos os resultados obtidos a partir da an&aacute;lise geral das quest&otilde;es fechadas atrav&eacute;s de frequ&ecirc;ncias e percentagens.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Resultados</b></p>     <p>Os sujeitos dos <i>Workshops</i> foram 20.5% (N=18) do g&eacute;nero masculino e 78.4% (N=69) feminino. Estavam fazendo licenciatura (43.2%), mestrado (28.4%) ou doutoramento (22.7%) e p&oacute;s-doutoramento (4.5%). No <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06g1.jpg">gr&aacute;fico 1</a> comparamos o n&uacute;mero de participantes de acordo com as fun&ccedil;&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o que exerciam na altura em que responderam ao question&aacute;rio no final dos <i>Workshops</i>. Como se pode verificar a maior parte eram orientandos (65.5%), 22,7% se identificaram somente como orientadores, e 10,3% como orientadores fazendo mestrado, doutoramento ou p&oacute;s-douramento.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como o IARS<sup>&reg;</sup> &eacute; uma plataforma de gest&atilde;o do processo de desenvolvimento do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o, &eacute; importante conhecer a vis&atilde;o dos utilizadores (orientadores e orientandos) sobre diversas dimens&otilde;es, como: i) o ato de investigar, ii) elabora&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o do projeto, iii) processo de comunica&ccedil;&atilde;o na orienta&ccedil;&atilde;o e iv) gest&atilde;o das tarefas e calend&aacute;rio de desenvolvimento do projeto. A seguir iremos apresentar cada uma destas dimens&otilde;es, expressas pelos participantes numa escala de concord&acirc;ncia.</p>     <p>Na <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t1.jpg">tabela 1</a> apresentamos as respostas dos sujeitos em rela&ccedil;&atilde;o a v&aacute;rias dimens&otilde;es sobre o ato de investigar: i) comunica&ccedil;&atilde;o, ii) negocia&ccedil;&atilde;o, iii) resili&ecirc;ncia, iv) autonomia, v) rigor e vi) trabalho em grupo. Houve concord&acirc;ncia no padr&atilde;o de respostas, tanto dos orientadores como dos orientandos.</p>     
<p>O maior n&iacute;vel de discord&acirc;ncia est&aacute; no primeiro item da <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t1.jpg">tabela 1</a>, sobre o processo de comunica&ccedil;&atilde;o (28,7%), sendo que neste item 17,2% n&atilde;o t&ecirc;m opini&atilde;o formada sobre o assunto. Mesmo assim, os participantes concordam (54%) que, se o processo de comunica&ccedil;&atilde;o falhar, colocar&aacute; em causa a conclus&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o. No entanto, consideram tamb&eacute;m a import&acirc;ncia do processo de negocia&ccedil;&atilde;o na investiga&ccedil;&atilde;o (86.2%), que &eacute; um aspeto fundamental relacionado &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o.</p>     
<p>Os sujeitos foram tamb&eacute;m questionados sobre as dificuldades encontradas nas fases e tarefas de investiga&ccedil;&atilde;o (Ver <a href ="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t2.jpg">tabela 2</a>), tendo em conta este ser um dos aspectos em que a utiliza&ccedil;&atilde;o do IARS<sup>&reg;&nbsp; </sup>pode contribuir.</p>     
<p>Somando o n&iacute;vel de concord&acirc;ncia por cada vari&aacute;vel declarada de maior dificuldade ou exig&ecirc;ncia, de forma decrescente, temos: i) coer&ecirc;ncia interna (86%), ii) quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o (81.6%), iii) an&aacute;lise de dados (73.5%), iv) paradigmas e metodologias (72.4%), v) fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica (63.2%), vi) recolha de dados (55.2%), e vii) conclus&otilde;es (51,7%). &Eacute; exatamente nos aspetos em que a grande maioria dos sujeitos declararam existir maior dificuldade e/ou exig&ecirc;ncia que o IARS<sup>&reg;</sup> pretende ser um apoio mais imediato no desenvolvimento do projeto e execu&ccedil;&atilde;o das tarefas.</p>     <p><b>3.1. Gest&atilde;o e Desenvolvimento do Projeto de Investiga&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; uma atividade de grande complexidade que requer um grupo de trabalho, mesmo que este grupo seja apenas um orientador e seu orientando. Gerir o seu desenvolvimento implica desafios cognitivos e emocionais. Inspirado no questionamento de Phillips e Derek (2005) pergunt&aacute;mos aos sujeitos dos <i>Workshops</i> IARS<sup>&reg;</sup> sobre o que esperam os orientadores dos seus orientandos e o que esperam os orientandos dos seus orientadores, e tamb&eacute;m quais os deveres e tarefas de cada um deles. Na <a href="#t3">Tabela 3</a>, at&eacute; &agrave; frase 10 incide-se sobre a opini&atilde;o sobre o que os estudantes deveriam fazer, desenvolver e/ou tomar de iniciativa. Da frase 11 em diante deslocaliza-se o foco para as iniciativas que os orientadores deveriam tomar na investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t3"></a> <img src="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Obtivemos um n&iacute;vel de concord&acirc;ncia em todos os itens acima de 89%, em m&eacute;dia, com exce&ccedil;&atilde;o dos itens 3, 10 e 15 onde existe uma maior dispers&atilde;o nas respostas. Esta dispers&atilde;o pode mostrar discord&acirc;ncia ou d&uacute;vidas sobre o facto: i) dos estudantes solicitarem sempre refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas aos seus orientadores, ii) dos estudantes prestarem relat&oacute;rios regulares aos orientadores, e iii) dos orientadores deverem orientar somente no dom&iacute;nio cient&iacute;fico em que trabalham.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.2. Em rela&ccedil;&atilde;o ao Interface e &agrave; Navegabilidade do IARS<sup>&reg;</sup></b></p>     <p>Tratando-se de uma ferramenta em fase de consolida&ccedil;&atilde;o, question&aacute;mos os sujeitos sobre a interface do IARS<sup>&reg;</sup>, seu impacto inicial na aprendizagem das suas funcionalidades, dificuldades sentidas e flexibilidade do sistema. Pela <a href="#t4">Tabela 4</a> &eacute; f&aacute;cil perceber o <i>feedback</i> positivo atrav&eacute;s do alto &iacute;ndice de concord&acirc;ncia com as frases de 1 a 8, e de discord&acirc;ncia quando se questionou negativamente sobre a organiza&ccedil;&atilde;o, a dificuldade de utiliza&ccedil;&atilde;o e os sentimentos de frustra&ccedil;&atilde;o &nbsp;ao usar a plataforma online IARS<sup>&reg;</sup>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4"></a> <img src="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Assim &eacute; poss&iacute;vel inferir que os utilizadores consideraram o sistema IARS<sup>&reg;</sup> f&aacute;cil de utilizar, agrad&aacute;vel, flex&iacute;vel, estimulante, claro e de f&aacute;cil compreens&atilde;o em termos organizacionais. Aprofund&aacute;mos tamb&eacute;m outras dimens&otilde;es relacionadas &agrave; navegabilidade do IARS<sup>&reg;</sup>, como apresentado na <a href="#t5">Tabela 5</a>.&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t5"></a> <img src="/img/revistas/rist/spe4/spe4a06t5.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Embora o IARS<sup>&reg;</sup> seja uma ferramenta para apoiar a realiza&ccedil;&atilde;o de diversas tarefas no processo de desenvolvimento e gest&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o, ela n&atilde;o substitui as dificuldades e desafios inerentes ao processo. Por isso, question&aacute;mos se a ferramenta n&atilde;o criava dificuldades acrescidas no preenchimento de campos e tarefas. &Eacute; poss&iacute;vel inferir pela <a href="#t5">Tabela 5</a> que os participantes n&atilde;o sentiram dificuldade na escrita de conte&uacute;dos (70.1%), consideraram as tarefas de preenchimento simples (93%), conseguiam recordar as fun&ccedil;&otilde;es do IARS<sup>&reg;</sup> (69%) e acharam f&aacute;cil resolver problemas (62%). Consideraram o sistema confi&aacute;vel (70.1%) e r&aacute;pido (73.6%). Embora 56.3% tenham reconhecido que n&atilde;o sentiram necessidade da fun&ccedil;&atilde;o &ldquo;Ajuda&rdquo;, &eacute; neste item que existe uma maior dispers&atilde;o de respostas.</p>     <p>Ao desenvolvermos o<i> software</i>, era nosso &nbsp;objetivo criar um sistema que fosse f&aacute;cil de compreender sem necessidade de manuais e ajudas extras. Esta intencionalidade &eacute; confirmada por 56.3% que exploraram as funcionalidades e comandos do IARS<sup>&reg;</sup> por tentativa e erro. Com base nestas respostas podemos afirmar que o IARS<sup>&reg;</sup> possui uma boa e aut&oacute;noma navegabilidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>4. Conclus&otilde;es</b></p>     <p>Quando refletimos acerca dos desafios que o processo de investiga&ccedil;&atilde;o implica, devemos reconhecer a necessidade de estrat&eacute;gias e ferramentas devidamente coordenadas para o sucesso deste processo. A literatura internacional aponta para v&aacute;rios dilemas e desafios que se colocam. Estes desafios situam-se no &acirc;mbito: i) das quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o e da sua fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica ii) das dificuldades t&eacute;cnicas e metodol&oacute;gicas, iii) da orienta&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o entre os orientadores e seus orientandos, iv) dos aspetos da intelig&ecirc;ncia cognitiva e emocional dos envolvidos, v) da gest&atilde;o geral das etapas do processo investigativo, e vi) das prerrogativas institucionais e legais.</p>     <p>Neste artigo apresent&aacute;mos uma ferramenta que se constitui tamb&eacute;m numa estrat&eacute;gia para dar resposta a muitos destes desafios da investiga&ccedil;&atilde;o &ndash; a plataforma IARS<sup>&reg;</sup> (<a href="http://www.ia-rs.com" target="_blank">www.ia-rs.com</a>). Sendo um sistema relativamente recente, procedemos a uma avalia&ccedil;&atilde;o com base num conjunto de utilizadores que participaram nos <i>Workshops</i> sobre o IARS<sup>&reg;</sup>. Mesmo sendo uma avalia&ccedil;&atilde;o inicial, foi poss&iacute;vel obter algumas informa&ccedil;&otilde;es valiosas sobre os primeiros impactos do sistema nestes participantes. As conclus&otilde;es parciais obtidas podem ser sumariamente especificadas como:</p> <ul>       <li>Os participantes compreenderam as potencialidades do sistema, principalmente para a elabora&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento dos projetos e para a comunica&ccedil;&atilde;o com o orientador.</li>       <li>Os participantes, sejam orientadores ou orientados, n&atilde;o expressaram opini&otilde;es diferentes em rela&ccedil;&atilde;o aos v&aacute;rios itens investigados.</li>       <li>N&atilde;o apontaram dificuldades relevantes na utiliza&ccedil;&atilde;o do IARS<sup>&reg;</sup>.</li>       <li>Os utilizadores acharam o sistema IARS<sup>&reg;</sup> f&aacute;cil de utilizar, agrad&aacute;vel, flex&iacute;vel, estimulador, claro e de f&aacute;cil compreens&atilde;o em termos organizacionais.</li>       <li>No geral, os participantes se declararam entusiasmados com o sistema IARS<sup>&reg;</sup>.</li>       <li>Mostraram discord&acirc;ncia ou d&uacute;vidas sobre o facto: i)&nbsp; dos estudantes solicitarem sempre refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas aos seus orientadores, ii) dos estudantes prestarem relat&oacute;rios regulares aos orientadores, e iii)&nbsp; dos orientadores orientarem fora do dom&iacute;nio cient&iacute;fico em que trabalham.</li>       <li>As duas dificuldades mais apontadas no processo de investiga&ccedil;&atilde;o foram: i) criar e manter a coer&ecirc;ncia interna de um projeto, e ii) formular quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o.</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li>N&atilde;o foram apontadas maiores dificuldades na interface e navegabilidade do IARS<sup>&reg;</sup>.</li>     </ul>     <p>Neste trabalho apontamos como principal limita&ccedil;&atilde;o o pouco tempo de utiliza&ccedil;&atilde;o do sistema IARS<sup>&reg;</sup> antes de os participantes responderem a um question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o. Portanto estas conclus&otilde;es s&atilde;o importantes somente para obter uma vis&atilde;o inicial dos orientadores e orientandos que participaram dos Workshops. Compreendemos que temos outros desafios de investiga&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise de usabilidade e <i>User Experience</i>, bem como de outros fatores que o trabalho suscitou (Martins, Alexandra &amp; Rocha, 2013). Esperamos aprofundar a investiga&ccedil;&atilde;o e as repercuss&otilde;es em contexto de utiliza&ccedil;&otilde;es reais e mais prolongadas do sistema IARS<sup>&reg;</sup> e suas implica&ccedil;&otilde;es na qualidade da investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <p></p>     <p>Baptista, A. V. (2011). Challenges to Doctoral Research and Supervision Quality: a Theoretical Approach. <i>Procedia Soc. Behav. Sci</i>., 15, 3576&ndash;3581.</p>     <p>Agu, N.; C. O. Odimegwu, C. O. (2014) Doctoral dissertation supervision: indentification ande evaluation of models. <i>Educ. Res. Int</i>., (pp. 1&ndash;9).</p>     <p>Alarc&atilde;o, I. (2014). Dilemas do jovem investigador. Dos &lsquo;dilemas&rsquo; aos problemas,&rdquo; In Costa, P. Neri de Souza, F.; Neri de Souza, D. (Eds.) <i>Investiga&ccedil;&atilde;o Qualitativa: inova&ccedil;&atilde;o, dilemas e desafios</i>, Vol.1 (pp. 103&ndash;123).</p>     <p>Beer, M.; Mason, R. B. (2009) Using a blended approach to facilitate postgraduate supervision. <i>Innov. Educ. Teach. Int</i>., vol. 46, no. 2, pp. 213&ndash;226.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Calma, A. (2007). Postgraduate supervision in Philippines: setting the research agenda. <i>Asia-Pacific Educ. Res</i>., vol. 16, no. 1, (pp. 91&ndash;100).</p>     <p>Dysthe, O. (2002) Professors as mediators of academic text cultures: An interview study with advisors and master&rsquo;s degree students in three disciplines in a Norwegian University. &nbsp;<i>Writ. Communication</i>, vol. 19, no. 4, pp. 493&ndash;544.</p>     <!-- ref --><p>Escudeiro, P; Bidarra, J. (2008) Qualitative evaluation framework. RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o, n0.1, pp.16-27&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977385&pid=S1646-9895201500030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Gurr, G. M. (2001) Negotiating the &lsquo;Rackety Bridge&rsquo;&mdash;a dynamic model for aligning supervisory style with research student development. <i>High. Educ. Res. Dev</i>., vol. 20, no. 1, pp. 81&ndash;92.</p>     <p>Lessing, A. C.; Schulze, S. (2002) Postgraduate Supervision and Academic Support: Students&rsquo; Perceptions. <i>South African J. High. Educ</i>., vol. 12, no. 2, pp. 139&ndash;149.</p>     <!-- ref --><p>Mainhard, T.; Van der Rijst, R.; Wubbels, T.(2009) A model for the supervisor-doctoral student relationship. <i>Higher Education</i>, vol. 58, no. 3, pp. 359-373.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977388&pid=S1646-9895201500030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Martins, A. I.; Alexandra, Q. &amp; Rocha. N. P. (2013) Avalia&ccedil;&atilde;o de usabilidade: uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura. <i>RISTI - Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>, n0. 06, pp. 31-44. doi: 10.4304/risti.11.31-43&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977390&pid=S1646-9895201500030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neri de Souza, F.; Neri de Souza, D.; Costa, A. (2014) Import&acirc;ncia do questionamento no processo de investiga&ccedil;&atilde;o qualitativa, In Costa, A, Neri de Souza, F., Neri de Souza, D. (Eds.); <i>Investiga&ccedil;&atilde;o qualitativa: inova&ccedil;&atilde;o, dilemas e desafios</i>, 1&ordf; ed. Aveiro, Portugal (pp. 125-145).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=977391&pid=S1646-9895201500030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sidhu, G. K.; Kaur, S.; Fook, C. Y. &amp; Yunus, F. W.(2014) Postgraduate supervision: comparing student perspectives from Malaysia ande the United Kingdom. <i>Procedia Soc. Behav. Sci</i>., pp. 151&ndash;159.</p>     <p>Phillips, E. M., &amp; Derek, S. P. (2005). <i>How to get a PhD: A handbook for students and their supervisors</i> (Fourth.). Open University Press.</p>     <p>Thompson, D. R.; Kirkman, S., Watson, R. &amp; Stewart, S. (2005) Improving Research Supervision in Nursing. <i>Nurse Educ. Today</i>, vol. 25, pp. 283&ndash;290.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido / Recibido: 27/03/2015</p>     <p>Aceitação /Aceptación: 18/09/2015</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Este trabalho &eacute; financiado por Fundos Nacionais atrav&eacute;s da FCT &ndash; Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia, no &acirc;mbito do projeto Inova&ccedil;&atilde;o Did&aacute;tica no Processo de Orienta&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento de Projetos de Investiga&ccedil;&atilde;o do processo n.&ordm; 57/ID/2014, e pelo Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o Did&aacute;tica e Tecnologia na Forma&ccedil;&atilde;o de Formadores (CIDTFF).</p>      ]]></body><back>
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