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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[By understanding the need for a social, collaborative and participative learning process, an analysis to the existent learning and pedagogical models was made in order to identify the existence of a basis for the development of an e-learning course implemented over a social network site. As a complement, a systematic literature review on social media adoption and use was made, particularly focusing the adoption for educational purposes and aiming at achieving the set of variables which might impact the implementation of s-learning activities. The combination of these activities resulted in the presentation of a new learning assessment model designed to be applied over e-learning courses implemented on social media. With this in mind, a description on the referred assessment model is presented, thus considering the need for a comprehensive characterization of the inherent assessment process and inherent activities and technologies. Through the execution of the research and pedagogical activities performed in the scope of the present project it was also possible to acknowledge that learning activities performed over social networks sites are a solution for improving student's willingness and commitment towards studying and learning.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p><b>Proposta de um Modelo de e-Learning Social</b></p>     <p><b>A Proposal for a Social e-Learning Model</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Jos&eacute; Martins <sup>1,2</sup>, Ramiro Gon&ccedil;alves <sup>1,2</sup>, V&iacute;tor Santos <sup>3</sup>, Manuel P&eacute;rez Cota <sup>4</sup>, Tiago Oliveira <sup>3</sup>, Frederico Branco <sup>1,2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real &ndash; Portugal Email: <a href="mailto:jmartins@utad.pt">jmartins@utad.pt</a>, <a href="mailto:ramiro@utad.pt">ramiro@utad.pt</a>, <a href="mailto:fbranco@utad.pt">fbranco@utad.pt</a></p>     <p><sup>2</sup> INESC TEC, Universidade do Porto, Porto &ndash; Portugal</p>     <p><sup>3</sup> ISEGI &ndash; Universidade Nova de Lisboa, Lisboa &ndash; Portugal Email: <a href="mailto:vsantos@isegi.unl.pt">vsantos@isegi.unl.pt</a>, <a href="mailto:toliveira@isegi.unl.pt">toliveira@isegi.unl.pt</a></p>     <p><sup>4</sup> Universidade de Vigo, Vigo - Spain Email: <a href="mailto:mpcota@uvigo.es">mpcota@uvigo.es</a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>Compreendendo a cada vez maior necessidade de implementa&ccedil;&atilde;o de processos de aprendizagem sociais e colaborativos, analis&aacute;mos os modelos pedag&oacute;gicos e de ensino existentes, objetivando assim identificar uma base comum que pudesse suportar um curso de e-learning implementado sobre uma rede social. Como complemento, foi tamb&eacute;m realizada uma revis&atilde;o da literatura sobre a ado&ccedil;&atilde;o e uso de redes sociais, focando-nos na sua ado&ccedil;&atilde;o para fins educativos, com o intuito de atingir as vari&aacute;veis mais relevantes para a implementa&ccedil;&atilde;o de atividades de ensino em s-learning. A combina&ccedil;&atilde;o destas atividades resultou na apresenta&ccedil;&atilde;o de um novo modelo de avalia&ccedil;&atilde;o da aprendizagem, projetado para ser aplicado sobre cursos de e-learning implementados sobre o Facebook. Com este prop&oacute;sito em mente, &eacute; apresentada neste artigo uma descri&ccedil;&atilde;o do modelo de avalia&ccedil;&atilde;o proposto, focando a caracteriza&ccedil;&atilde;o detalhada do processo de avalia&ccedil;&atilde;o, atividades e tecnologias inerentes. No &acirc;mbito do presente projeto, foi tamb&eacute;m poss&iacute;vel perceber que a execu&ccedil;&atilde;o de atividades pedag&oacute;gicas e de investiga&ccedil;&atilde;o executadas sobre redes sociais s&atilde;o uma solu&ccedil;&atilde;o para melhorar a disposi&ccedil;&atilde;o e empenho do aluno no processo de aprendizagem.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: e-Learning; Redes Sociais; s-Learning; Avalia&ccedil;&atilde;o em s-Learning; Facebook.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>By understanding the need for a social, collaborative and participative learning process, an analysis to the existent learning and pedagogical models was made in order to identify the existence of a basis for the development of an e-learning course implemented over a social network site. As a complement, a systematic literature review on social media adoption and use was made, particularly focusing the adoption for educational purposes and aiming at achieving the set of variables which might impact the implementation of s-learning activities. The combination of these activities resulted in the presentation of a new learning assessment model designed to be applied over e-learning courses implemented on social media. With this in mind, a description on the referred assessment model is presented, thus considering the need for a comprehensive characterization of the inherent assessment process and inherent activities and technologies. Through the execution of the research and pedagogical activities performed in the scope of the present project it was also possible to acknowledge that learning activities performed over social networks sites are a solution for improving student&rsquo;s willingness and commitment towards studying and learning.</p>     <p><b>Keywords</b>: e-Learning; Social Media; s-Learning; s-Learning Assessment; Facebook.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O desenvolvimento tecnol&oacute;gico &eacute; cada vez mais uma realidade dos tempos modernos a que n&oacute;s, como indiv&iacute;duos e sociedades, temos de nos adaptar, especialmente, quando se aplicam novas tecnologias a programas de aprendizagem escolar, extrapolando a import&acirc;ncia do ambiente e-learning, por meio do qual milhares de estudantes aprendem todos os dias por todo o mundo (Tondeur et al., 2012). A associa&ccedil;&atilde;o de tecnologias com as atividades de aprendizagem foi desencadeando uma evolu&ccedil;&atilde;o significativa em termos do que &eacute; ensinado, como e onde &eacute; ensinado e avaliado e, tamb&eacute;m onde &eacute; aprendido. Esta afirma&ccedil;&atilde;o torna-se mais verdadeira quando se examinam as tecnologias baseadas na Internet e as suas enormes vantagens para a implementa&ccedil;&atilde;o das atividades de e-learning, especialmente se forem consideradas as caracter&iacute;sticas sociais, colaborativas e participativas relacionadas com a maioria das tecnologias da Web 2.0 (Martins, Gon&ccedil;alves, Santos, &amp; Pereira, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao analisar o grau de ado&ccedil;&atilde;o das tecnologias relacionadas com a Web 2.0 atual &eacute; poss&iacute;vel perceber que as redes sociais (RS) t&ecirc;m-se destacado como tendo o maior n&uacute;mero de utilizadores ativos. (Martins, Gon&ccedil;alves, &amp; Cota, 2011). Ao considerarmos os n&uacute;meros de ado&ccedil;&atilde;o das RS com a aceita&ccedil;&atilde;o da sua natureza social, informal e interativa, surgiu a necessidade de realizarmos um estudo mais intensivo sobre como combinar as RS com atividades de e-learning, e particularmente atividades de avalia&ccedil;&atilde;o, permitindo assim a conce&ccedil;&atilde;o de novos modelos de aprendizagem que incorporam tecnologias Web mais interativas, ativas, colaborativas, cooperativas e sociais (Martins, Gon&ccedil;alves, Oliveira, Pereira, &amp; Cota, 2014).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>2. Aprendizagem Social &ndash; Combinar e-Learning com Redes Sociais</b></p>     <p>De acordo com Martins, Gon&ccedil;alves, Pereira, and Cota (2012), o ritmo da sociedade atual cria a necessidade de implementa&ccedil;&atilde;o de sistemas que suportem iniciativas de aprendizagem &agrave; dist&acirc;ncia baseadas em ambientes de aprendizagem virtuais online.</p>     <p><b>2.1 Conceitos e fundamentos do e-Learning</b></p>     <p>Segundo a Ag&ecirc;ncia de Garantia de Qualidade do Reino Unido para o Ensino Superior, o ensino &agrave; dist&acirc;ncia contempla o provisionamento de recursos de aprendizagem (materiais did&aacute;ticos, ferramentas e orienta&ccedil;&atilde;o profissional) para o lugar onde o aluno est&aacute; localizado, em vez de este se deslocar para instala&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas tradicionais (QAA, 2008). A massifica&ccedil;&atilde;o dos dispositivos m&oacute;veis em conjunto com o acesso a servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o de dados mais acess&iacute;veis, transformou a ideia inicial de ensino &agrave; dist&acirc;ncia num moderno e tecnol&oacute;gico conceito com o nome &quot;e-Learning&quot;, que &eacute; atualmente suportado por tecnologias como as plataformas Web e dispositivos m&oacute;veis (Laouris &amp; Eteokleous, 2005).</p>     <p>A exist&ecirc;ncia de v&aacute;rios agentes que se debru&ccedil;am sobre as quest&otilde;es relacionadas com o e-learning tem levado a um desenvolvimento significativo do conceito e &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o efetiva das v&aacute;rias iniciativas reais de e-learning com benef&iacute;cios consider&aacute;veis para todas as partes envolvidas. Em termos de vantagens associadas ao e-learning, &eacute; poss&iacute;vel destacar a facilidade com que os professores executam as tarefas, a flexibilidade e viabilidade inerente &agrave;s metodologias de ensino e o planeamento dos curso e aulas, bem como resultados mais eficientes, principalmente porque o ritmo da aprendizagem pode ser definido pelo pr&oacute;prio estudante (Costa, Reis, &amp; Loureiro, 2014).</p>     <p><b>2.2 Redes sociais &ndash; Caracteriza&ccedil;&atilde;o da conceptualiza&ccedil;&atilde;o e ado&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Uma das tecnologias mais usadas e relevantes associadas com a Web 2.0 s&atilde;o as redes sociais (Kane, Alavi, Labianca, &amp; Borgatti, 2012). Mesmo que essas tecnologias se assumam a si mesmas como altamente inovadoras, os seus conceitos inerentes (grupo social) remontam aos prim&oacute;rdios dos estudos de psicologia e sociologia. As redes sociais podem ser definidas como aplica&ccedil;&otilde;es de software destinadas a trabalhar na Web com o objetivo de promover e apoiar o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es virtuais entre os indiv&iacute;duos, entre as organiza&ccedil;&otilde;es e entre indiv&iacute;duos e organiza&ccedil;&otilde;es (W. Kim, Jeong, &amp; Lee, 2010).</p>     <p>Ao analisar RS de um ponto de vista inovador e tecnol&oacute;gico, &eacute; poss&iacute;vel perceber que a principal caracter&iacute;stica destas tecnologias n&atilde;o &eacute; a sua capacidade para promover e criar rela&ccedil;&otilde;es entre os utilizadores, mas a possibilidade destes mesmos utilizadores gerirem e tornarem vis&iacute;veis as suas pr&oacute;prias redes de rela&ccedil;&otilde;es (Pallis, Zeinalipour-Yazti, &amp; Dikaiakos, 2011). Dito isto, pode-se supor que as RS impulsionam a cria&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es entre indiv&iacute;duos que, num ambiente n&atilde;o-digital, n&atilde;o estabeleceriam qualquer tipo de liga&ccedil;&atilde;o (Boyd &amp; Ellison, 2007). Desde o in&iacute;cio do S&eacute;c. XXI, as RS t&ecirc;m florescido nos mercados mundiais de tecnologia, sendo a sua ado&ccedil;&atilde;o massiva uma realidade amplamente aceite (Mergel, 2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As RS representam um tema muito atual, especialmente no que diz respeito &agrave; sua ado&ccedil;&atilde;o, a n&iacute;vel pessoal e organizacional, como Martins et al. (2014) argumentam num artigo de revis&atilde;o de literatura. Com isto em mente, e assumindo a estrutura/an&aacute;lise apresentada por Kane et al. (2012), na se&ccedil;&atilde;o seguinte ir&aacute; ser apresentada uma an&aacute;lise breve e muito focada sobre as vari&aacute;veis cujo impacto para o processo de aprendizagem &eacute; mais significativo e que devem ser consideradas na cria&ccedil;&atilde;o de atividades de aprendizagem apoiados pelas RS.</p>     <p><b>2.3 Como &eacute; que as redes sociais mudaram as atividades de aprendizagem</b></p>     <p>Como referido por Siemens (2005), a exist&ecirc;ncia de conhecimento &eacute; baseada na constru&ccedil;&atilde;o de redes de pares centrada em quem est&aacute; a aprender. Com isto em mente, e apoiando as suas suposi&ccedil;&otilde;es no conceito de Ambiente de Aprendizagem Personalizada (AAP), Santos and Tavares (2014) alegam que o papel do professor &eacute; fundamental a fim de alcan&ccedil;ar aprendizagens de qualidade, inclusive nos ambientes individuais visto que aqui podem ser desenhados novos cen&aacute;rios de aprendizagem onde os alunos utilizem ferramentas de comunica&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o do seu quotidiano.</p>     <p>Enquanto nos ambientes de e-learning os professores devem agir simultaneamente como facilitadores, mentores e instrutores, o papel dos estudantes &eacute; mais simples tendo como objetivo a sua transforma&ccedil;&atilde;o em criadores e disseminadores ativos de conte&uacute;dos, e desta forma utilizam as iniciativas de e-learning n&atilde;o s&oacute; para aprenderem mas tamb&eacute;m para desenvolverem a sua autonomia pessoal (Garrison, 2011).</p>     <p>Ao analisar as transforma&ccedil;&otilde;es sofridas pela Web ao longo da sua evolu&ccedil;&atilde;o para a vers&atilde;o 2.0, pode-se observar que nesta nova vers&atilde;o, os utilizadores t&ecirc;m uma participa&ccedil;&atilde;o ativa na cria&ccedil;&atilde;o colaborativa e atualiza&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do online, assumindo assim pr&aacute;ticas que v&atilde;o desde partilha ativa de documentos, v&iacute;deos e imagens, at&eacute; &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do online atrav&eacute;s do uso de sistemas de colabora&ccedil;&atilde;o (Downes, 2008). O desenvolvimento de projetos educacionais apoiados principalmente no uso de tecnologias Web 2.0, particularmente aquelas que incorporem componentes sociais, interativas e casuais, s&atilde;o propensas a gerar tend&ecirc;ncias motivacionais no sentido da sua utiliza&ccedil;&atilde;o e sucesso inerente. A introdu&ccedil;&atilde;o de RS em curr&iacute;culos educacionais est&aacute; a ser discutida por diversos autores como um assunto de fundamental import&acirc;ncia e relev&acirc;ncia para a moderniza&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o das perspetivas educacionais tradicionais (Ebner, Lienhardt, Rohs, &amp; Meyer, 2010).</p>     <p>Apesar do potencial da Web 2.0 e das evid&ecirc;ncias associadas &agrave; sua ado&ccedil;&atilde;o e uso, ainda h&aacute; barreiras que se fazem sentir aquando do processo de ado&ccedil;&atilde;o em contextos de aprendizagem (Greenhow, Robelia, &amp; Hughes, 2009): a falta de tempo para aprender a usar as tecnologias, a exig&ecirc;ncia de um retorno imediato, a falta de conhecimento sobre como usar e a inexist&ecirc;ncia de hist&oacute;rico nas vantagens inerentes ao uso. De acordo com Greenhow et al. (2009), existem tr&ecirc;s pensamentos principais por tr&aacute;s do sucesso das tecnologias Web 2.0 utilizadas para fins educacionais: 1) o desenvolvimento das compet&ecirc;ncias profissionais dos professores; 2) o desenvolvimento de metodologias para a cria&ccedil;&atilde;o de atividades de aprendizagem e conte&uacute;dos de qualidade; e 3) a necessidade de superar as assimetrias de aprendizagem.</p>     <p>Existem v&aacute;rias iniciativas que promovem a cria&ccedil;&atilde;o de comunidades de professores que incentivam &agrave;s boas pr&aacute;ticas e m&eacute;todos para a utiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias da Web 2.0 na sala de aula. No entanto, o impacto dessas iniciativas n&atilde;o tem sido significativo e sem falhas, indicando assim os enormes desafios que devem ser focados. Wilson and Ferreira (2010) indicam que a mudan&ccedil;a necess&aacute;ria pode ser alcan&ccedil;ada atrav&eacute;s do seguinte conjunto de novas estrat&eacute;gias: 1) a defini&ccedil;&atilde;o da escala adequada para reger a forma como as tecnologias da Web 2.0 s&atilde;o incorporadas nos cursos existentes; 2) a an&aacute;lise e reflex&atilde;o sobre os fatores que motivam os alunos a usar tecnologias para fins educacionais; assegurar que os professores ganham consci&ecirc;ncia sobre as vantagens da utiliza&ccedil;&atilde;o das tecnologias e que os mesmos tenham os conhecimentos t&eacute;cnicos e funcionais necess&aacute;rios para moderar e controlar as atividades de aprendizagem que utilizam ferramentas Web 2.0; 3) o correto alinhamento de estrat&eacute;gias educativas; e 4) permitir aos professores aderir a mecanismos atrav&eacute;s dos quais podem aprender boas pr&aacute;ticas e partilhar as suas experi&ecirc;ncias, pensamentos e d&uacute;vidas.</p>     <p>V&aacute;rios investigadores t&ecirc;m estudado n&atilde;o s&oacute; a ado&ccedil;&atilde;o de RS a partir de um ponto de vista gen&eacute;rico, mas tamb&eacute;m a partir de uma perspetiva educacional (Martins, Goncalves, Branco, &amp; Peixoto, 2015). Ao analisarmos os n&uacute;meros mais recentes, &eacute; poss&iacute;vel observar que centenas de milh&otilde;es de utilizadores da Internet j&aacute; est&atilde;o registados numa ou v&aacute;rias RS, representando esta situa&ccedil;&atilde;o um potencial enorme para a evolu&ccedil;&atilde;o em termos da evolu&ccedil;&atilde;o dos ambientes de ensino (Correa, Hinsley, &amp; De Zuniga, 2010; Dabbagh &amp; Kitsantas, 2012). Autores como Cheung, Chiu, and Lee (2011) reconhecem a exist&ecirc;ncia de poucos estudos focados na ado&ccedil;&atilde;o das RS, mas apesar desta constata&ccedil;&atilde;o, os mesmos autores indicam que os estudos existentes apresentam uma an&aacute;lise muito complexa sobre os fatores influenciadores da ado&ccedil;&atilde;o inicial, por parte dos alunos, das referidas tecnologias, alegando que a presen&ccedil;a social, normas de grupos, rela&ccedil;&otilde;es sociais, prop&oacute;sitos de utiliza&ccedil;&atilde;o para entretenimento e fatores sociais s&atilde;o as vari&aacute;veis com mais influ&ecirc;ncia no processo de ado&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Com o objetivo de procurar indicadores sobre a import&acirc;ncia do ambiente social, cultural e geogr&aacute;fico dos estudantes na ado&ccedil;&atilde;o e uso de redes socias no ensino, Y. Kim, Sohn, and Choi (2011) elaboraram um estudo onde estudantes dos EUA e da Coreia do Norte foram analisados na tentativa de identificar os motivos pelos quais adotaram as RS e quais padr&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o destas tecnologias. Deste estudo foi poss&iacute;vel perceber que a procura de amigos, apoio social, entretenimento, disponibilidade de informa&ccedil;&atilde;o e comodidade s&atilde;o os principais motivos para a ado&ccedil;&atilde;o das RS em ambos os grupos de alunos.</p>     <p>Ajjan and Hartshorne (2008) realizaram um inqu&eacute;rito a mais de 130 membros do corpo docente de uma universidade dos Estados Unidos com o objetivo de perceber se as pessoas envolvidas nas atividades educativas consideram as RS &uacute;teis nessas mesmas atividades e, se sim, de que formas estas poderiam ser usadas. Com o trabalho destes autores foi poss&iacute;vel reconhecer que mais de 50% dos inquiridos consideram as RS como motivadores de intera&ccedil;&atilde;o aluno-aluno e que a utiliza&ccedil;&atilde;o destas tecnologias se tornou muito dependente de fatores como a facilidade de uso, compatibilidade e perce&ccedil;&atilde;o de utilidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao analisarmos os processos e atividades do e-learning, &eacute; relativamente simples perceber que a distribui&ccedil;&atilde;o e partilha de conte&uacute;dos de aprendizagem &eacute; igualmente (se n&atilde;o mais) importante como o pr&oacute;prio conte&uacute;do. De acordo com Chatti, Jarke, and Frosch-Wilke (2007), as tecnologias da Web 2.0, e especialmente plataformas como RS, podem permitir uma melhoria significativa da partilha de conhecimentos, bem como uma melhoria na performance da aprendizagem individual. Segundo Lin, Huang, and Chuang (2014), a cria&ccedil;&atilde;o de ambientes e-learning caracterizados por uma forte consci&ecirc;ncia de rede social e onde os alunos se sintam mais confort&aacute;veis na intera&ccedil;&atilde;o, ter&aacute; impactos muito positivos sobre sucesso da aprendizagem do indiv&iacute;duo e do grupo. Como se p&ocirc;de constatar, o uso das RS como ferramentas para criar os ambientes indicados, for&ccedil;a a exist&ecirc;ncia de um paralelismo entre a informalidade do ambiente onde as pessoas se podem relacionar facilmente, partilhar conte&uacute;do e pensamentos entre si, e entre a necessidade de existir um mecanismo de autorregula&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do qual as aprendizagens possam ser avaliadas em termos de aquisi&ccedil;&atilde;o individual de conhecimento e em termos de participa&ccedil;&atilde;o nas din&acirc;micas e intera&ccedil;&otilde;es do grupo.</p>     <p>Tendo em conta todas as reflex&otilde;es efetuadas, reconhecemos a crescente necessidade para responder ao seguinte conjunto de hip&oacute;teses: 1) Quais s&atilde;o as vari&aacute;veis associadas com a ado&ccedil;&atilde;o das RS a n&iacute;vel individual que podem afetar o uso dessas tecnologias para apoiar atividades de aprendizagem? 2) De que forma as RS podem ser usadas como base tecnol&oacute;gica para atividades de e-learning? 3) Como se pode implementar processos de avalia&ccedil;&atilde;o para atividades de aprendizagem suportadas pelas RS?</p>     <p>Na sec&ccedil;&atilde;o seguinte, apresentamos o modelo de e-learning social proposto e que serve como a base para responder aos desafios acima identificados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Modelo de e-Learning Social</b></p>     <p>Como argumenta Dalsgaard (2006), para que o e-learning evolua, &eacute; preciso transcend&ecirc;-lo no sentido de uma realidade com um maior grau de independ&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o aos sistemas de gest&atilde;o de aprendizagem.</p>     <p><b>3.1 Redes sociais e e-Learning</b></p>     <p>A especificidade das RS e os impactos que todos os dias estas tecnologias t&ecirc;m nos estudantes e professores durante a sua vida est&aacute; a tornar-se cada vez mais significante. De acordo com v&aacute;rios autores, as RS est&atilde;o a ser adotadas para fins educativos em ritmo semelhante ao verificado para outros fins (prazer, neg&oacute;cios, cria&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o de relacionamentos, etc.), tornando esta tecnologia numa das que tem um futuro mais promissor nas iniciativas de e-learning (Mazman &amp; Usluel, 2010). Ao contr&aacute;rio do que se poderia pensar, a ado&ccedil;&atilde;o das RS no apoio a turmas ou cursos de e-learning assume-se como um impulsionador para o desempenho dos professores e monitores, transmitindo assim aos alunos a no&ccedil;&atilde;o de que o conhecimento n&atilde;o &eacute; aprendido simplesmente pela observa&ccedil;&atilde;o de um especialista, mas sim pela combina&ccedil;&atilde;o desta atividade inicial com o estudo individual, discuss&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o do grupo (Baird &amp; Fisher, 2005; Mikroyannidis et al., 2013).</p>     <p>Como &eacute; argumentado por Wheeler and Wheeler (2009), as compet&ecirc;ncias baseadas na educa&ccedil;&atilde;o e nos programas de treino efetivo s&atilde;o fatores determinantes para o futuro dos alunos e respetiva autorrealiza&ccedil;&atilde;o. Na opini&atilde;o de Dias, Diniz, and Hadjileontiadis (2014), o uso das RS &eacute; uma forma clara de cumprir com os fatores referidos, principalmente porque estas tecnologias permitem um processo de aprendizagem mais casual e interativo que pode ajudar, tanto os estudantes como os professores. De acordo com Shi, Al Qudah, and Cristea (2013) ao misturar os princ&iacute;pios do e-learning com as caracter&iacute;sticas e funcionalidades das RS, &eacute; poss&iacute;vel criar programas educativos e aulas mais din&acirc;micas, que permitam aos professores definir metas de aprendizagem mais ativas onde os alunos sejam capazes de alcan&ccedil;ar os objetivos definidos para as unidades curriculares atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o das RS para intera&ccedil;&atilde;o, partilha de conhecimentos pessoais, capacidades e materiais educativos.</p>     <p>Shi, Stepanyan, Al Qudah, and Cristea (2013) estudaram tamb&eacute;m como as intera&ccedil;&otilde;es dos alunos nas RS podem ser usadas como um fator de avalia&ccedil;&atilde;o de aprendizagem, tendo atingido um conjunto de tr&ecirc;s tipos de &acirc;mbitos que podem ser utilizados para a avalia&ccedil;&atilde;o das aprendizagens: 1) tipos de intera&ccedil;&otilde;es (Ex: posts, coment&aacute;rios, atualiza&ccedil;&otilde;es de status, mensagens, etc.), 2) n&uacute;mero de intera&ccedil;&otilde;es e 3) a qualidade e complexidade das intera&ccedil;&otilde;es.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.2 Descri&ccedil;&atilde;o e caracteriza&ccedil;&atilde;o do modelo social de e-learning proposto</b></p>     <p>O modelo de e-learning social proposto baseia-se no pressuposto de que utilizar redes sociais servir&aacute; como um impulso para a institui&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es informais de confian&ccedil;a e incentivar a intera&ccedil;&atilde;o entre alunos e entre alunos e professores. O modelo projetado garante n&atilde;o s&oacute; a presen&ccedil;a social, mas principalmente incentiva a que as normas dos grupos sejam uma realidade seguida por todos, permitindo assim a incorpora&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios tipos de atividades: 1) Atividades colaborativas - os alunos s&atilde;o divididos em grupos onde lhes &eacute; dado uma tarefa ou objetivo de aprendizagem que eles ter&atilde;o de discutir e resolver em grupo e para o qual ser&atilde;o tamb&eacute;m avaliados como um grupo (Fikret, 2012); 2) Atividades de coopera&ccedil;&atilde;o - os alunos recebem uma tarefa ou objetivo de aprendizagem que ter&atilde;o de analisar, discutir e resolver atrav&eacute;s da intera&ccedil;&atilde;o com o grupo, mas para a qual ser&atilde;o avaliados individualmente (Slavin, 2011); 3) atividades baseadas em problemas - &eacute; apresentado aos alunos um problema que eles t&ecirc;m que resolver. Estas atividades s&atilde;o feitas mediante o fornecimento de um conjunto de materiais de suporte e aprendizagem. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; feita individualmente (Dolmans, De Grave, Wolfhagen, &amp; Van Der Vleuten, 2005); 4) atividades ativas de aprendizagem - os alunos s&atilde;o o principal foco da atividade e s&atilde;o incentivados a analisar os materiais de aprendizagem, artigos t&eacute;cnicos e cient&iacute;ficos, relat&oacute;rios, conhecer bases de dados e interagir ativamente com os outros a fim de alcan&ccedil;ar o <i>know-how</i> necess&aacute;rio para cumprir as metas pr&eacute;-definidas da atividade; e 5) Troca ativa de fun&ccedil;&otilde;es &ndash; os alunos s&atilde;o divididos em grupos (e avaliadas como um grupo) onde &eacute; atribu&iacute;do um tema que eles t&ecirc;m de analisar, desenvolver os materiais de aprendizagem necess&aacute;rios para um outro aluno entender o assunto e criar um question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m sobre esse mesmo tema. Depois de desenvolver estes objetivos, o grupo ter&aacute; de apresentar aos restantes elementos da turma, interagindo entre si e com o &quot;grupo de ensino&quot;, a fim de resolver todas as d&uacute;vidas e interpreta&ccedil;&otilde;es erradas.</p>     <p>Como pode ser observado na <a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a08f1.jpg">Figura 1</a>, o fluxo do modelo de e-learning social proposto &eacute; composto por tr&ecirc;s fases: 1) uma fase inicial onde o professor n&atilde;o s&oacute; &eacute; respons&aacute;vel pela cria&ccedil;&atilde;o do grupo da turma na RS (e convidar os alunos inerentes), mas tamb&eacute;m tem a fun&ccedil;&atilde;o de apresentar &agrave; turma as principais metas e objetivos e proporcionar um teste diagn&oacute;stico que os alunos t&ecirc;m de responder individualmente para que o professor fique ciente da profundidade do conhecimento do aluno sobre os temas da turma; 2) uma fase intermedi&aacute;ria onde as atividades de e-learning social, prosseguem atrav&eacute;s de intera&ccedil;&otilde;es cont&iacute;nuas (e individuais) do grupo; e 3) a fase final, onde o professor apresenta a avalia&ccedil;&atilde;o final que abrange todo o espectro de assuntos abordados que os alunos devem discutir isso entre si para apresentar uma resposta individual. Esta fase termina com a publica&ccedil;&atilde;o das notas finais da turma e com o encerramento do curso.</p>     
<p>Dada a natureza do objetivo proposto a equipa de investiga&ccedil;&atilde;o decidiu, de acordo com Fonseca et al. (2012), executar uma valida&ccedil;&atilde;o inicial, a fim de ser assegurada a validade do que est&aacute; a ser apresentado. Com isto em mente, a implementa&ccedil;&atilde;o real do modelo proposto foi criada, os alunos e professores de uma universidade Portuguesa foram incorporados e v&aacute;rios indicadores qualitativos referidos foram recolhidos ao longo da implementa&ccedil;&atilde;o, a fim de assumir a validade mencionada anteriormente. Na <a href="#f2">Figura 2</a> pode-se visualizar os passos iniciais realizados quando foi criado o grupo na rede social &ldquo;Facebook&rdquo; (escolhida como ambiente virtual de aprendizagem), ao qual os alunos inscritos na unidade curricular de Plataformas Digitais (do Mestrado de Engenharia Inform&aacute;tica da Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro) teriam de se associar. Nesta fase inicial, o professor respons&aacute;vel pela turma, cria o grupo no Facebook, descreve e caracteriza a forma global em que a turma ir&aacute; trabalhar e apresenta as metas de aprendizagem expect&aacute;veis.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a08f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para que as atividades letivas possam iniciar, o professor apresenta aos alunos um link para uma pasta especialmente criada num reposit&oacute;rio online (Google Drive), que cont&eacute;m todos os materiais e recursos did&aacute;ticos necess&aacute;rios para a fase inicial. Posteriormente, o professor ter&aacute; de dividir os alunos em grupos e apresentar a atividade de avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica que v&atilde;o ter que concluir num curto per&iacute;odo de tempo. Quando todos os alunos apresentam as suas respostas &agrave; referida atividade, o professor avalia a resposta de cada aluno e comunica individualmente a sua classifica&ccedil;&atilde;o identificado problemas e preocupa&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Quando a fase inicial termina, o professor atribui uma tarefa/tema a cada grupo de modo a que os seus elementos comecem a analisar e estudar o assunto, ganhando assim o conhecimento necess&aacute;rio para criar um conjunto de materiais de aprendizagem acerca do assunto, preparar um question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o que os outros grupos ir&atilde;o responder e ser avaliados. Al&eacute;m de serem avaliados pelas respostas apresentadas pelos question&aacute;rios de outros grupos, todos os estudantes ser&atilde;o tamb&eacute;m avaliados de acordo com a sua intera&ccedil;&atilde;o na p&aacute;gina do Facebook da turma.</p>     <p>Depois de ser atribu&iacute;da a todos os grupos de estudantes uma tarefa e, consequentemente, todos trabalharem nela e de apresentarem os resultados obtidos aos restantes grupos, o professor ir&aacute; apresentar algumas considera&ccedil;&otilde;es gerais de todo o espectro de temas que envolvem a turma e por fim apresentar aos alunos uma prova onde os temas e assuntos inerentes &agrave; turma est&atilde;o descritos de uma forma mais completa e focada, os alunos devem responder a essa prova, a fim de ser eleg&iacute;veis a receber aprova&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Ao analisar os trabalhos de Radosevic, Orehova&#269;ki, and Lovren&#269;ic (2009) foi poss&iacute;vel perceber que fatores como a atitude dos alunos para com a aprendizagem, o grau de facilidade, a compreens&atilde;o do programa do curso/turma por parte dos alunos, a conce&ccedil;&atilde;o dos programas e o planeamento das atividades, podem ter um impacto muito significativo sobre o desempenho dos alunos. Tendo em conta este problema, a equipa de investiga&ccedil;&atilde;o inerente ao presente trabalho, decidiu incorporar no modelo de ensino proposto, as seguintes preocupa&ccedil;&otilde;es de fundo: a) fornecer sempre materiais de aprendizagem de qualidade para que os alunos sejam capazes de obter o suporte te&oacute;rico necess&aacute;rio; b) fornecer bons exemplos, completos e de qualidade para cada conceito ou assunto que est&aacute; a ser transmitido; e c) recolher sempre o feedback dos alunos sobre o programa do curso/turma, estrutura e fluxo de trabalho, a fim de identificar poss&iacute;veis falhas que devam ser melhoradas nas seguintes edi&ccedil;&otilde;es, visando assim a manuten&ccedil;&atilde;o de bons n&iacute;veis de qualidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>4 Processo de Avalia&ccedil;&atilde;o do Modelo de e-Learning de Social</b></p>     <p>Ao analisarmos de uma perspetiva global o modelo de e-learning social proposto, &eacute; poss&iacute;vel identificar tr&ecirc;s grandes momentos de avalia&ccedil;&atilde;o: 1) uma avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica inicial, 2) uma fase de avalia&ccedil;&atilde;o interativa resultante de um ciclo de atividades realizadas pelos diferentes grupos de estudantes, e 3) um momento de avalia&ccedil;&atilde;o final mais abrangente onde o professor &eacute; capaz de avaliar o conhecimento que os alunos adquiriram.</p>     <p><b>4.1 Fase 1 &ndash; Procedimento da avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica inicial</b></p>     <p>Quando o curso/turma inicia, o professor como seria de esperar, &eacute; alheio aos n&iacute;veis de conhecimentos previamente adquiridos pelos seus alunos e quais s&atilde;o as suas perce&ccedil;&otilde;es acerca dos temas e assuntos que v&atilde;o ser analisados durante o curso. Com estas premissas aceites e verificadas, houve uma necessidade de incorporar no modelo de e-learning proposto, uma avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica inicial que pode servir como uma fonte de informa&ccedil;&atilde;o em que professores podem confiar, n&atilde;o s&oacute; para confirmar o seu planeamento inicial do curso/turma, mas tamb&eacute;m para fazer os ajustes a abordagens pedag&oacute;gicas necess&aacute;rios na sua metodologia (Adodo, 2013). Ao considerarmos os argumentos apresentados anteriormente, a equipa de investiga&ccedil;&atilde;o decidiu planear e implementar uma atividade de avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica composta por um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o de escolha m&uacute;ltipla de dois n&iacute;veis, focada nos temas e assuntos inerentes &agrave; turma, em que cada aluno, n&atilde;o s&oacute; escolhe a resposta correta, mas tamb&eacute;m tem de justific&aacute;-la. Dada a natureza eletr&ocirc;nica do ambiente de aprendizagem, o instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica referido &eacute; criado pelo professor atrav&eacute;s de plataformas de inqu&eacute;ritos online (ex: Survey Monkey) ou plataformas de acesso livre online (ex: Google Docs, Microsoft Office Online) onde os alunos devem responder ao teste usando essa mesma plataforma.</p>     <p>Ao analisar os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica, os professores devem ter como objectivo n&atilde;o s&oacute; reconhecer os n&iacute;veis de especializa&ccedil;&atilde;o dos alunos sobre os temas e assuntos, mas tamb&eacute;m tentar identificar poss&iacute;veis situa&ccedil;&otilde;es que podem requerer a necessidade de mais aten&ccedil;&atilde;o (ex: alunos sem conhecimento nem consci&ecirc;ncia sobre os temas e/ou assuntos, ou estudantes com algum tipo de defici&ecirc;ncia ou incapicadade de aprendizagem).</p>     <p><b>4.2 Fase 2 &ndash; Procedimento da avalia&ccedil;&atilde;o interativa</b></p>     <p>Quando o curso/turma atinge a segunda fase do modelo de e-learning social proposto, ser&aacute; atribu&iacute;da uma tarefa/assunto a todos os grupos de estudantes que eles t&ecirc;m de analisar, reconhecer e discutir a fim de serem capazes de desenvolver um conjunto de materiais de aprendizagem relacionados com o tema (ex: manuais, tutoriais multim&eacute;dia, exemplos e exerc&iacute;cios pr&aacute;ticos, etc.) que ser&aacute; usado pelos colegas, juntamente com um question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o (alinhado com o material desenvolvido) com o objetivo de ser respondido individualmente pelos mesmos.</p>     <p>As atividades do grupo referidas s&atilde;o executadas de forma c&iacute;clica a cada semana onde um dado grupo assume o &quot;papel do professor&quot; e partilha os resultados do seu trabalho com a apresenta&ccedil;&atilde;o aos restantes grupos do question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o criado usando plataformas de inqu&eacute;rito online ou com as plataformas de acesso livre online.</p>     <p>Durante esta fase interm&eacute;dia, o professor do curso/turma vai assumir uma mentalidade de motivador e moderador, com o objetivo de desencadear a intera&ccedil;&atilde;o do aluno dentro do grupo da turma no Facebook, para que as tarefas e atividades de aprendizagem colaborativa, cooperativa e ativa sejam realizadas. Apesar desta posi&ccedil;&atilde;o mais linear no que diz respeito &agrave; turma, o professor tem de estar totalmente comprometido com um acompanhamento constante das intera&ccedil;&otilde;es dos alunos, com o objetivo de analis&aacute;-las e avali&aacute;-las em quantidade e qualidade (Teixeira &amp; Azevedo, 2011). A fim de fazer isso, o professor teve de usar uma ferramenta de software (atualmente na vers&atilde;o de prot&oacute;tipo funcional) que analisa cada intera&ccedil;&atilde;o do aluno e retorna uma classifica&ccedil;&atilde;o individual que pode assumir um valor de 0 a 20. O <i>software</i> referido, desenvolvido de prop&oacute;sito durante o projeto da investiga&ccedil;&atilde;o inerente, integrado com uma API (<i>Application Programming Interface</i>) do pr&oacute;prio Facebook tem o objetivo de obter os dados anal&iacute;ticos necess&aacute;rios.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para cada &quot;ciclo de grupo&quot;, em que um dado grupo assume o papel de professor, o professor da turma n&atilde;o ter&aacute; apenas de avaliar o que os outros grupos fazem e as suas respostas ao question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o proposto, mas tamb&eacute;m os materiais, conte&uacute;dos e o consequente question&aacute;rio criado pelo grupo no comando. Em suma, cada grupo &eacute; avaliado pelas suas intera&ccedil;&otilde;es e respostas a avalia&ccedil;&otilde;es propostas por outros grupos, mas tamb&eacute;m pelas suas pr&oacute;prias &quot;atividades de ensino&rdquo;.</p>     <p><b>4.3 Fase 3 &ndash; Procedimento da avalia&ccedil;&atilde;o final</b></p>     <p>Depois de todos os grupos terem tido a oportunidade de analisar, discutir e apresentar determinado assunto para a restante turma, o professor ir&aacute; criar algumas intera&ccedil;&otilde;es no grupo do Facebook para relembrar todos os temas/assuntos abordados durante o per&iacute;odo de aula e, consequentemente, apresentar a todos os alunos o question&aacute;rio individual de avalia&ccedil;&atilde;o final que resume todos os temas/assuntos que foram focados no &acirc;mbito curso/turma. A fim de seguir a mesma metodologia no que diz respeito &agrave;s tecnologias utilizadas para avaliar a aprendizagem dos estudantes, o question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o final &eacute; tamb&eacute;m constru&iacute;do e disponibilizado atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de plataformas de inqu&eacute;ritos online ou plataformas de acesso livre online, permitindo, assim, atividades de avalia&ccedil;&atilde;o mais est&aacute;veis e familiares.</p>     <p>De acordo com o modelo de e-learning social proposto, a classifica&ccedil;&atilde;o final do curso/turma dos alunos (SFC) &eacute; composta por v&aacute;rios elementos, como &eacute; poss&iacute;vel verificar na seguinte f&oacute;rmula:</p> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a08e1.jpg"> <ul>       
<li>&ldquo; <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a08i1.jpg"> &rdquo; representa a classifica&ccedil;&atilde;o da resposta dos alunos para todos os question&aacute;rios respondidos. Este elemento de avalia&ccedil;&atilde;o tem uma natureza quantitativa e pode ser atribu&iacute;do um valor de 0 a 20;</li>       
<li><b>&ldquo;</b> <i>k</i> <b>&rdquo; </b>representa o n&uacute;mero total de (intermedi&aacute;rio) question&aacute;rios que cada aluno teve que responder;</li>       <li><b>&ldquo;</b> <i>y</i> <b>&rdquo;</b> representa a classifica&ccedil;&atilde;o do grupo de estudantes sobre a qualidade global e precis&atilde;o cient&iacute;fica/t&eacute;cnica dos materiais de aprendizagem desenvolvidos e question&aacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o inerentes. Este elemento de avalia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem uma natureza quantitativa e pode ser atribu&iacute;do um valor de 0 a 20;</li>       <li><b>&ldquo;</b> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a08i2.jpg"> <b>&rdquo;</b> representa a nota obtida pelos alunos no final do question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o apresentado pelo professor. Considerando o prop&oacute;sito deste elemento de avalia&ccedil;&atilde;o, definiu-se como um elemento quantitativo que pode ser atribu&iacute;do um valor de 0 a 20;</li>       
<li><b>&ldquo;</b> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a08i3.jpg"> <b>&rdquo;</b> representa o n&iacute;vel das intera&ccedil;&otilde;es realizadas pelo aluno no grupo do curso/turma no Facebook. Este elemento de avalia&ccedil;&atilde;o quantitativa tamb&eacute;m representa uma vari&aacute;vel que pode ser atribu&iacute;do um valor de 0 a 20.</li>     
</ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao combinar todos os elementos de avalia&ccedil;&atilde;o apresentados e as suas respetivas influ&ecirc;ncias, o professor alcan&ccedil;a o valor SFC, que &eacute; apresentado individualmente, e em detalhe, a cada aluno atrav&eacute;s de uma mensagem privada no Facebook, onde &eacute; apresentado globalmente (valor final) a todo o curso/turma atrav&eacute;s de um <i>post</i> no grupo do Facebook.</p>     <p>Tendo por base as constata&ccedil;&otilde;es de Karim, S., and Hussin (2006), Holsapple and Lee-Post (2006) e Biggs (2011), e de forma a assegurar uma evolu&ccedil;&atilde;o continua do modelo de ensino proposto, foi definida uma abordagem de recolha ativa de feedback atrav&eacute;s de question&aacute;rios (disponibilizados online), onde os alunos podem indicar a sua opini&atilde;o acerca dos materiais e recursos disponibilizados, sobre as metodologias de ensino utilizadas, sobre o professor e sobre o funcionamento global do curso. No caso de estudo utilizado para validar inicialmente o modelo proposto, foi realizado um question&aacute;rio anunciado aos alunos atrav&eacute;s de uma notifica&ccedil;&atilde;o no grupo do Facebook inerente &agrave; unidade curricular, e que eles puderam responder <i>online</i> e de forma an&oacute;nima.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5 Conclusões</b></p>     <p>Ao analisar o espectro completo da tecnologia utilizada em atividades de aprendizagem &eacute; poss&iacute;vel identificar bons exemplos: tais como o uso de tecnologias como ferramentas de cria&ccedil;&atilde;o, gest&atilde;o e suporte de atividades e ambientes virtuais de aprendizagem. Atrav&eacute;s de uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura cient&iacute;fica existente focada nos conceitos de e-learning e redes sociais e da forma em que eles se podem relacionar, foi poss&iacute;vel reconhecer que, apesar de um conjunto de vari&aacute;veis que afetam a ado&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o das RS, existem alguns estudos e pesquisas que visam o desenvolvimento de atividades de e-learning baseadas nas redes sociais.</p>     <p>Baseado nestas premissas apresentamos neste artigo um modelo de e-learning com recurso a redes sociais cujo objetivo central &eacute; combinar a familiaridade dos alunos com as redes sociais e um programa curricular definido para ser executado estritamente online. De acordo com o modelo proposto isto &eacute; realizado atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es din&acirc;micas, colaborativas e altamente relacionais e interativas, minimizando assim o impacto da falta do fator humano, tantas vezes associado ao e-learning. O modelo proposto &eacute; composto por tr&ecirc;s fases: uma fase inicial onde os professores podem realizar uma avalia&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica inicial da consci&ecirc;ncia dos alunos sobre os temas do curso, uma fase intermedi&aacute;ria onde os estudantes est&atilde;o envolvidos numa s&eacute;rie de atividades de aprendizagem ativa, colaborativa e cooperativa onde eles n&atilde;o s&oacute; assumem o papel do aluno, mas tamb&eacute;m o papel do professor ao criar conte&uacute;dos de aprendizagem sobre temas e t&oacute;picos relacionados com o curso e uma fase final onde o professor realiza a avalia&ccedil;&atilde;o de aprendizagem final.</p>     <p>Apesar da natureza din&acirc;mica do modelo apresentado, foi tamb&eacute;m planeado e definido um processo de avalia&ccedil;&atilde;o estruturado em tr&ecirc;s etapas. Esta avalia&ccedil;&atilde;o incorpora uma avalia&ccedil;&atilde;o inicial de diagn&oacute;stico (apoiado por um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o de escolha m&uacute;ltipla de duas camadas), um conjunto de avalia&ccedil;&otilde;es intermedi&aacute;rias com base num conjunto limitado de t&oacute;picos/assuntos anteriores, e por fim um question&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o que incorpora todos os t&oacute;picos/assuntos abordados no curso/turma. Todas as atividades de avalia&ccedil;&atilde;o referidas devem ser implementadas atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias de question&aacute;rios online que podem facilmente ser incorporados na p&aacute;gina do grupo do curso/turma. A fim de validar o modelo proposto, foi feito um teste real numa universidade Portuguesa em que os alunos estavam envolvidos num curso totalmente implementado no Facebook, interagindo e colaborando entre si com uma atitude fervorosa e entregando um feedback muito positivo, n&atilde;o s&oacute; na forma pela qual o curso foi realizado, mas tamb&eacute;m sobre a estrat&eacute;gia utilizada para a avalia&ccedil;&atilde;o da sua aprendizagem.</p>     <p>Em suma, com o presente trabalho, pretende-se contribuir ainda mais para o desenvolvimento e melhoria n&atilde;o s&oacute; do e-learning social, mas tamb&eacute;m das suas atividades inerentes, processos de avalia&ccedil;&atilde;o e tecnologias. Ainda assim, e assumindo a exist&ecirc;ncia de vari&aacute;veis e condicionantes que devem ser controlados de forma mais assumida, futuramente ser&aacute; objetivo que o presente projeto seja novamente replicado, agora em mais do que uma unidade curricular, permitindo assim que mais professores possam colaborar e assumindo tamb&eacute;m a participa&ccedil;&atilde;o de especialistas do foro educacional e psicol&oacute;gico, como elementos diferenciadores e incorporadores de perspetivas diferentes, mas ao mesmo tempo, complementares.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Adodo, S. (2013). Effects of Two-Tier Multiple Choice Diagnostic Assessment Items on Students&rsquo; Learning Outcome in Basic Science Technology (BST). <i>Academic Journal of Interdisciplinary Studies, 2</i>(2), 201-210.</p>     <!-- ref --><p>Ajjan, H., &amp; Hartshorne, R. (2008). Investigating faculty decisions to adopt Web 2.0 technologies: Theory and empirical tests. <i>The Internet and Higher Education, 11</i>(2), 71-80. doi: doi:10.1016/j.iheduc.2008.05.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978898&pid=S1646-9895201500040000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Baird, D., &amp; Fisher, M. (2005). Neomillennial user experience design strategies: Utilizing social networking media to support &ldquo;always on&rdquo; learning styles. <i>Journal of educational technology systems, 34</i>(1), 5-32.</p>     <!-- ref --><p>Biggs, J. (2011). <i>Teaching for quality learning at university: What the student does</i>: McGraw-Hill Education (UK).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978900&pid=S1646-9895201500040000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Boyd, D., &amp; Ellison, N. (2007). Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship. <i>Journal of Computer-Mediated Communication, 13</i>(1), #11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978902&pid=S1646-9895201500040000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chatti, M., Jarke, M., &amp; Frosch-Wilke, D. (2007). 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Social software: E-learning beyond learning management systems.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978911&pid=S1646-9895201500040000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <i>European Journal of Open, Distance and E-Learning, 2006</i>(2).</p>     <!-- ref --><p>Dias, S., Diniz, J., &amp; Hadjileontiadis, L. (2014). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Downes, S. (2008). Places to go: Connectivism &amp; connective knowledge. <i>Innovate: Journal of Online Education, 5</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978917&pid=S1646-9895201500040000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ebner, M., Lienhardt, C., Rohs, M., &amp; Meyer, I. (2010). Microblogs in Higher Education&ndash;A chance to facilitate informal and process-oriented learning? <i>Computers &amp; Education, 55</i>(1), 92-100.</p>     <!-- ref --><p>Fikret, T. (2012). 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Learning, teaching, and scholarship in a digital age Web 2.0 and classroom research: What path should we take now? <i>Educational Researcher, 38</i>(4), 246-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978926&pid=S1646-9895201500040000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Holsapple, C., &amp; Lee-Post, A. (2006). 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Cultural difference in motivations for using social network sites: A comparative study of American and Korean college students. <i>Computers in Human Behavior, 27</i>(1), 365-372. doi: 10.1016/j.chb.2010.08.015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978932&pid=S1646-9895201500040000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Laouris, Y., &amp; Eteokleous, N. (2005). <i>We need an educationally relevant definition of mobile learning.</i> Paper presented at the Proceedings of the 4th World Conference on Mobile Learning.</p>     <p>Lin, J., Huang, H., &amp; Chuang, Y. (2014). 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<body><![CDATA[<p>Martins, J., Gon&ccedil;alves, R., Oliveira, T., Pereira, J., &amp; Cota, M. (2014). <i>Social networks sites adoption at firm level: A literature review</i>. Paper presented at the CISTI2014 - Confer&ecirc;ncia Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o, Barcelona, Espanha.</p>     <p>Martins, J., Gon&ccedil;alves, R., Pereira, J., &amp; Cota, M. (2012, 20-23 June 2012). <i>Iberia 2.0: A way to leverage Web 2.0 in organizations.</i> Paper presented at the 7th Iberian Conference on Information Systems and Technologies (CISTI 2012), Madrid, Spain.</p>     <!-- ref --><p>Martins, J., Gon&ccedil;alves, R., Santos, V., &amp; Pereira, J. (2012). Network Based Model For E-Learning 2.0. <i>Procedia - Social and Behavioral Sciences, 47</i>(0), 1242-1248.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978939&pid=S1646-9895201500040000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> doi:10.1016/j.sbspro.2012.06.807</p>     <!-- ref --><p>Mazman, S., &amp; Usluel, Y. (2010). Modeling educational usage of Facebook. <i>Computers &amp; Education, 55</i>(2), 444-453. doi:10.1016/j.compedu.2010.02.008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978941&pid=S1646-9895201500040000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mergel, I. (2013). Social media adoption and resulting tactics in the U.S. federal government. <i>Government Information Quarterly, 30</i>(2), 123-130. doi:10.1016/j.giq.2012.12.004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978942&pid=S1646-9895201500040000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mikroyannidis, A., Okada, A., Scott, P., Rusman, E., Specht, M., Stefanov, K., . . . Hetzner, S. (2013). weSPOT: A Personal and Social Approach to Inquiry-Based Learning. <i>J. UCS - Journal of Universal Computer Science, 19</i>(14), 2093-2111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978943&pid=S1646-9895201500040000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pallis, G., Zeinalipour-Yazti, D., &amp; Dikaiakos, M. (2011). Online Social Networks: Status and Trends. In A. Vakali &amp; L. C. Jain (Eds.), <i>New Directions in Web Data Management</i> (Vol. 331, pp. 213-234): Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978945&pid=S1646-9895201500040000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>QAA. (2008). Outcomes from institutional audit: Institutions&#39; support for elearning <i>Quality Assurance Agency for Higher Education</i>.</p>     <!-- ref --><p>Radosevic, D., Orehova&#269;ki, T., &amp; Lovren&#269;ic, A. (2009). Verificator: educational tool for learning programming. <i>Informatics in Education-An International Journal</i>(Vol 8_2), 261-280.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978948&pid=S1646-9895201500040000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Santos, V., &amp; Tavares, C. (2014). <i>Implementation model for social learning.</i> Paper presented at the 9th Iberian Conference on Information Systems and Technologies (CISTI 2014), Barcelona, Spain.</p>     <p>Shi, L., Al Qudah, D., &amp; Cristea, A. (2013). Social e-learning in topolor: a case study.</p>     <p>Shi, L., Stepanyan, K., Al Qudah, D., &amp; Cristea, A. (2013). <i>Evaluation of social interaction features in topolor-a social personalized adaptive e-learning system.</i> Paper presented at the Proceedings of 13th IEEE International Conference on Advanced Learning Technologies (ICALT 2013).</p>     <!-- ref --><p>Siemens, G. (2005). Connectivism: A learning theory for the digital age. <i>International journal of instructional technology and distance learning, 2</i>(1), 3-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978953&pid=S1646-9895201500040000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Slavin, R. (2011). Cooperative learning. <i>Learning and Cognition in Education Elsevier Academic Press, Boston</i>, 160-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978955&pid=S1646-9895201500040000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Teixeira, D., &amp; Azevedo, I. (2011). An&aacute;lise de opini&otilde;es expressas nas redes sociais. <i>RISTI-Revista Ib&eacute;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o</i>(8), 53-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978957&pid=S1646-9895201500040000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tondeur, J., van Braak, J., Sang, G., Voogt, J., Fisser, P., &amp; Ottenbreit-Leftwich, A. (2012). Preparing pre-service teachers to integrate technology in education: A synthesis of qualitative evidence. <i>Computers &amp; Education, 59</i>(1), 134-144. doi:10.1016/j.compedu.2011.10.009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978959&pid=S1646-9895201500040000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wheeler, S., &amp; Wheeler, D. (2009). Using wikis to promote quality learning in teacher training. <i>Learning, Media and Technology, 34</i>(1), 1-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=978960&pid=S1646-9895201500040000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Wilson, T., &amp; Ferreira, G. (2010). Investigating the use of web 2.0 tools and Open Educational Resources for ICS.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido / Recibido: 04/10/2015</p>     <p>Aceitação /Aceptación: 10/11/2015</p>      ]]></body><back>
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