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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caderneta Eletrónica no Processo Ensino-Aprendizagem: Visão de Professores e Pais de alunos do ensino Básico e Secundário]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article presents the first phase of a research project whose goal is to introduce a new form of collaboration and communication between the School and the Family through an Electronic Booklet (EB). The EB appears to meet the growing collaboration needs between School and Family and promote the teaching-learning process and educational success, supported by information and communication technologies. We sought to identify through a questionnaire the perceptions of Teachers and Guardians regarding the adoption of EB. Both groups stressed the importance of communication between School and Family and expressed interest in the EB as a communication tool.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGOS</b></p>     <p><b>Caderneta Eletr&oacute;nica no Processo Ensino-Aprendizagem: Vis&atilde;o de Professores e Pais de alunos do ensino B&aacute;sico e Secund&aacute;rio</b></p>     <p><b>The Electronic Booklet on Teaching-Learning Process: Teacher and parents vision of students in primary and secondary schools</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Ant&oacute;nio Abreu <sup>1, 2</sup>, &Aacute;lvaro Rocha <sup>2</sup>, Manuel P&eacute;rez Cota <sup>3</sup>, Jo&atilde;o Vidal Carvalho <sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> ISCAP- Instituto Superior de Contabilidade e Administra&ccedil;&atilde;o do Porto, Instituto Polit&eacute;cnico do Porto, R. Dr. Jaime Lopes de Amorim, 4465-004, S. Mamede de Infesta, Portugal. Email: <a href="mailto:aabreu@iscap.ipp.pt">aabreu@iscap.ipp.pt</a>, <a href="mailto:cajvidal@iscap.ipp.pt">cajvidal@iscap.ipp.pt</a></p>     <p><sup>2</sup> Departamento de Engenharia Inform&aacute;tica, Universidade de Coimbra, Pinhal de Marrocos, 3030-290, Coimbra, Portugal Email: <a href="mailto:amrocha@dei.uc.pt">amrocha@dei.uc.pt</a></p>     <p><sup>3</sup> Universidade de Vigo, Pontevedra, 36310, Vigo, Espanha Email: <a href="mailto:mpcota@uvigo.es">mpcota@uvigo.es</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este artigo apresenta a primeira fase de um trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o, cujo objetivo &eacute; introduzir uma nova forma de colabora&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia, atrav&eacute;s de uma Caderneta Eletr&oacute;nica (CE). A CE surge para dar resposta &agrave;s crescentes necessidades de colabora&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia, fomentando &nbsp;o processo ensino-aprendizagem e o sucesso educativo, tendo como suporte as Tecnologias da Informa&ccedil;&atilde;o e da Comunica&ccedil;&atilde;o. Procurou-se identificar, atrav&eacute;s de question&aacute;rio, as perce&ccedil;&otilde;es dos Professores e Pais relativamente &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de uma CE. Ambos os grupos salientaram a import&acirc;ncia da comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia e manifestaram interesse na CE, enquanto instrumento comunicacional.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>: Escola; Fam&iacute;lia; Colabora&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia; Comunica&ccedil;&atilde;o; Caderneta Eletr&oacute;nica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This article presents the first phase of a research project whose goal is to introduce a new form of collaboration and communication between the School and the Family through an Electronic Booklet (EB). The EB appears to meet the growing collaboration needs between School and Family and promote the teaching-learning process and educational success, supported by information and communication technologies. We sought to identify through a questionnaire the perceptions of Teachers and Guardians regarding the adoption of EB. Both groups stressed the importance of communication between School and Family and expressed interest in the EB as a communication tool.</p>     <p><b>Keywords</b>: School; Family; Collaboration School/Family; Communication; Electronic Booklet.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Tal como sucedia no passado, tamb&eacute;m hoje, a comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator importante no relacionamento humano. As formas de comunicar t&ecirc;m sofrido mudan&ccedil;as, sem que a sua ess&ecirc;ncia se tenha alterado. O ser humano, para al&eacute;m das rela&ccedil;&otilde;es pessoais diretas passou a desenvolver processos comunicativos atrav&eacute;s de contactos a dist&acirc;ncia.</p>     <p>Procurou-se, no essencial, dar um contributo no que se refere &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia. Este &eacute; um assunto amplamente discutido na literatura, mas como salienta Dusi (2012) e Kryger &amp; Ravn (2009), apesar deste entendimento, a rela&ccedil;&atilde;o entre Pais e Professores, na Europa, desde Espanha &agrave; Su&eacute;cia e Dinamarca, da Irlanda &agrave; Gr&eacute;cia, e da It&aacute;lia &agrave; Rep&uacute;blica Checa, e acrescentamos n&oacute;s, em Portugal, apresenta-se como uma quest&atilde;o n&atilde;o resolvida. Refere, ainda, Dusi (2012) que, a investiga&ccedil;&atilde;o que tem vindo a ser realizada e as declara&ccedil;&otilde;es de Pais e de Professores salientam que uma boa colabora&ccedil;&atilde;o entre a Fam&iacute;lia e a Escola &eacute; &uacute;til em termos de educa&ccedil;&atilde;o e de aprendizagem das crian&ccedil;as. Neste mesmo sentido, Lawson (2003) citando Epstein (2001), Carvalho (2000) e Henderson e Berla (1994) refere que o envolvimento adequado dos Pais na Escola, para al&eacute;m de contribuir para um melhor desempenho acad&eacute;mico dos filhos, proporciona outros benef&iacute;cios, como bom comportamento dos alunos e melhora a efic&aacute;cia dos Professores. Por sua vez Epstein (2010) sustenta que s&atilde;o muitas as raz&otilde;es para se desenvolver a parceria entre a Escola e a Fam&iacute;lia, sendo, no entanto, a principal a de ajudar os mais novos a terem sucesso escolar e na sua vida futura. Na perspetiva de Mitchell (2008), nos ciclos educacionais da Am&eacute;rica contempor&acirc;nea o envolvimento parental nas experi&ecirc;ncias educativas dos filhos &eacute; percebido, n&atilde;o unicamente como um complemento ao trabalho dos educadores, mas tamb&eacute;m como um apoio essencial e cr&iacute;tico ao desenvolvimento psicol&oacute;gico e emocional das crian&ccedil;as.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Epstein (2010), torna-se necess&aacute;rio que os Professores sejam capazes de ver os alunos como crian&ccedil;as, para poderem ver a Fam&iacute;lia como parceiros na educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. No estudo que desenvolvemos, e que incide na realidade das Escolas portuguesas, procur&aacute;mos salientar, n&atilde;o a import&acirc;ncia do envolvimento parental, pois esse aspeto j&aacute; foi profusamente estudado e demonstrado na literatura, mas evidenciar a import&acirc;ncia de se proporem novos meios de comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia atrav&eacute;s do desenvolvimento da Caderneta Eletr&oacute;nica (CE).</p>     <p>Efetivamente, a revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica trouxe v&aacute;rias mudan&ccedil;as observadas a diversos n&iacute;veis da sociedade, como cultural ou na educa&ccedil;&atilde;o (Abrantes, 2009; L&eacute;vy, 2003; Marques, 1998; Mattelart, 2003) e nas formas de comunica&ccedil;&atilde;o, direcionando, assim um novo olhar nesta sociedade da informa&ccedil;&atilde;o (Groves et al., 2004; Guimar&atilde;es &amp; Sarsfield Cabral, 2010; Salvador &amp; Rocha, 2014; Abreu et al., 2015), onde a comunica&ccedil;&atilde;o ultrapassa as barreiras do espa&ccedil;o e do tempo, criando um mundo virtual, influenciando o modo de pensar e agir dos indiv&iacute;duos.</p>     <p>Um mundo em mudan&ccedil;a, suportado numa sociedade de informa&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e uma nova abordagem da educa&ccedil;&atilde;o (Skilbeck, 1998). Assim, surge a necessidade da Escola, utilizar recursos tecnol&oacute;gicos, n&atilde;o apenas criando as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para o desenvolvimento de uma educa&ccedil;&atilde;o para e com as tecnologias, mas tamb&eacute;m desenvolvendo, com recurso &agrave;s tecnologias, novas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia (Berto &amp; Nakano, 2014, 2000; Boonen, 2000; McLean, 2009; Sarmento, 2005; Sarmento &amp; Marques, 2002; Silva, 2002; M. Villas-Boas, 2000; Castells, 1999, 2002, 2003).</p>     <p>&Eacute; nesta perspetiva que falamos na Caderneta Eletr&oacute;nica (CE), desenvolvida no nosso trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o, como uma resposta &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e &agrave; necessidade de melhoria do processo de colabora&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia, como forma de garantir uma melhoria no processo de ensino aprendizagem e o sucesso educativo (Lima &amp; S&aacute;, 2002; Louren&ccedil;o, 2008; Marques, 1992, 1993; Montadon &amp; Perrenoud, 2001; M.&nbsp; Villas-Boas, 2001). As Escolas precisam, assim, de apostar nas Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o (TIC). Alunos, Pais e Escolas precisam de estar <i>on-line</i>, uma vez que, s&atilde;o os principais intervenientes no processo ensino-aprendizagem (Alho &amp; Nunes, 2009; Grant, 2009). Reconhecendo-se que os Pais tornam-se, por vezes, elementos estranhos &agrave; vida escolar e que &eacute; relevante potenciar a sua participa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da informa&ccedil;&atilde;o que se lhe disponibiliza, procur&aacute;mos desenvolver um estudo que teve como ponto de partida as seguintes finalidades (Silva et al. 2013; Bhering, 1999):</p> <ul>       <li>Avaliar a relev&acirc;ncia da CE na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia;</li>       <li>Compreender o papel da CE na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia.</li>     </ul>     <p>Tendo por base as finalidades tra&ccedil;adas para este estudo, foram esbo&ccedil;adas tr&ecirc;s quest&otilde;es para serem investigadas:</p> <ul>       <li>A comunica&ccedil;&atilde;o entre Escola-Fam&iacute;lia &eacute; fundamental no processo de ensino-aprendizagem?</li>       <li>A Caderneta tradicional do aluno em papel (CT) &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia?</li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li>A CE potencia e melhora a comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia?</li>     </ul>     <p>O estudo envolveu diversas escolas de Portugal. O processo de desenvolvimento da investiga&ccedil;&atilde;o envolveu tr&ecirc;s fases. Na primeira fase do processo de investiga&ccedil;&atilde;o desenvolveu-se um estudo sobre a exequibilidade da ado&ccedil;&atilde;o da CE na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia, atrav&eacute;s das perce&ccedil;&otilde;es dos Pais e Professores. Para tal foi disponibilizado um question&aacute;rio &agrave;s Escolas aderentes. Recaiu sobre os elementos da Dire&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es de ensino a tarefa de selecionar a amostra de Pais e Professores; a segunda fase consistiu no desenvolvimento e implementa&ccedil;&atilde;o do prot&oacute;tipo da CE; e na terceira fase do estudo procedeu-se &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do impacte da CE.</p>     <p>Este artigo incide sobre a primeira fase do estudo realizado e teve por base o seguinte conjunto de objetivos:</p> <ul>       <li>Caraterizar as perce&ccedil;&otilde;es dos Pais e dos Professores sobre a rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia;</li>       <li>Caraterizar as perce&ccedil;&otilde;es dos Pais e dos Professores acerca do papel educativo da CT;</li>       <li>Perspetivar vantagens e desvantagens do uso da CE face &agrave; CT na comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia;</li>       <li>Caraterizar as perce&ccedil;&otilde;es dos Pais e dos Professores acerca das poss&iacute;veis vantagens educativas da ado&ccedil;&atilde;o de uma CE.</li>     </ul>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>2. Processo comunicacional entre escola e fam&iacute;lia</b></p>     <p>Nas escolas, usam-se as TIC, no entanto muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o exploradas todas as suas potencialidades. As Escolas s&oacute; t&ecirc;m a ganhar com o bom uso das TIC, tanto do ponto de vista pedag&oacute;gico, como do ponto de vista de gest&atilde;o escolar, e ainda, do ponto de vista da comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e as Fam&iacute;lias (Castells, 1999, 2001).</p>     <p>Sucede que h&aacute; uma lacuna bem pronunciada entre a compreens&atilde;o da necessidade do uso e da implementa&ccedil;&atilde;o efetiva das tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel da comunica&ccedil;&atilde;o que se deve estabelecer entre a Escola e a Fam&iacute;lia (Beaudichon, 2001). Esses contactos n&atilde;o se devem limitar a meras rela&ccedil;&otilde;es ocasionais e fortuitas, de reduzida influ&ecirc;ncia no processo educativo, como tem acontecido com muita frequ&ecirc;ncia em muitas Escolas (Anastasi, 1990; Despacho N&ordm; 38/SERE/88, 1988). &Eacute; importante, por isso, encontrar formas de facilitar a comunica&ccedil;&atilde;o (Gepe, 2010; Pedro &amp; Matos, 2010).</p>     <p>Presentemente verifica-se que para efetuar determinadas comunica&ccedil;&otilde;es, os Professores e os Diretores de Turma recorrem &agrave; CT. O princ&iacute;pio subjacente &agrave; cria&ccedil;&atilde;o da CT est&aacute; relacionado com a melhoria do processo de colabora&ccedil;&atilde;o entre a Escola, o aluno e a sua Fam&iacute;lia. Nesta perspetiva inclusiva, e no &acirc;mbito da autonomia escolar, a CT &eacute; um instrumento que permite:</p> <ul>       <li>Consultar o nome dos Professores, do Diretor de Turma e do Delegado de Turma, o calend&aacute;rio escolar e as atividades da Escola, bem como os servi&ccedil;os que a Escola coloca &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do educando e do Encarregado de Educa&ccedil;&atilde;o;</li>       <li>Informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis relativas ao educando, permitindo ao Diretor de Turma e &agrave; Escola atuar de forma mais concreta e assertiva em situa&ccedil;&otilde;es graves com o educando, como por exemplo doen&ccedil;as e ocorr&ecirc;ncias graves de indisciplina;</li>       <li>Uma melhoria do conhecimento da Escola sobre o aluno, nomeadamente, no que diz respeito &agrave;s atividades extracurriculares;</li>       <li>Comunicar com os Professores e o Diretor de Turma em diversas situa&ccedil;&otilde;es, tais como:       <ul>             <li>Alertar os Professores para situa&ccedil;&otilde;es relacionadas com o estado de sa&uacute;de do aluno;</li>             <li>Responder a solicita&ccedil;&otilde;es feitas por Professores da turma;</li>             ]]></body>
<body><![CDATA[<li>Tomar conhecimento de atividades realizadas na Escola ou pela Escola;</li>             <li>Tomar conhecimento de atitudes merit&oacute;rias do aluno ou, pelo contr&aacute;rio, de atitudes menos positivas.</li>           </ul>   </li>       <li>Justificar faltas dadas pelo aluno.</li>     </ul>     <p>A generaliza&ccedil;&atilde;o do uso da CT (Batista, 2005) foi amplamente valorizada pela comunidade educativa nos primeiros anos da sua implementa&ccedil;&atilde;o (Despacho N&ordm; 38/SERE/88, 1988). Este n&atilde;o &eacute;, no entanto, um meio mais direto de contactar a Fam&iacute;lia, pois requer o recurso ao aluno e, por outro, lado limita o conte&uacute;do comunicacional (Montadon &amp; Perrenoud, 2001). O que Pais e Professores necessitam de dizer acaba por se limitar a algumas linhas de uma CT.&nbsp;</p>     <p>Com o passar do tempo tem-se verificado que Professores e Pais continuam a usar a CT, mas fazem-no, por regra, essencialmente, nos seguintes dom&iacute;nios:</p> <ul>       <li>Ao n&iacute;vel da Escola o desinteresse manifesta-se ao n&iacute;vel do preenchimento da CT. Parece verificar-se, na generalidade, um abandono das pr&aacute;ticas de preenchimento completo da CT;</li>       <li>Ao n&iacute;vel da Fam&iacute;lia a redu&ccedil;&atilde;o da CT a um mero instrumento de justifica&ccedil;&atilde;o de faltas e ao envio de comunica&ccedil;&otilde;es sobre situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas dos alunos.</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os contactos entre a Escola e a Fam&iacute;lia n&atilde;o se devem limitar a meras rela&ccedil;&otilde;es ocasionais e fortuitas, de reduzida influ&ecirc;ncia no processo educativo, como tem acontecido com muita frequ&ecirc;ncia em muitas Escolas (Batista, 2005; Louren&ccedil;o, 2008). &Eacute; importante encontrar formas de facilitar a comunica&ccedil;&atilde;o (McLean, 2009; Silva et al., 2013; Abreu et al., 2015).</p>     <p>Foi com base em toda esta realidade que surgiu a necessidade de evolu&ccedil;&atilde;o da CT, tornando-a num instrumento mais din&acirc;mico e mais atrativo para a Fam&iacute;lia e para a Escola. Como refere Batista (2005) &eacute; preciso estabelecer redes de colabora&ccedil;&atilde;o entre os intervenientes, o que pode ser concretizado com recurso &agrave; CE. Entre as inumer&aacute;veis aplica&ccedil;&otilde;es das TIC, que v&atilde;o desde o uso de softwares gen&eacute;ricos como o Processador de Texto ou Folha de C&aacute;lculo e softwares espec&iacute;ficos para aquisi&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias exigidas das v&aacute;rias disciplinas, &agrave; explora&ccedil;&atilde;o das potencialidades de ferramentas <i>on-line</i>, a Escola tem de procurar, rentabilizar o seu uso em favor da comunica&ccedil;&atilde;o com os parceiros educativos, nomeadamente com os Pais.</p>     <p>Se a Escola for capaz de comunicar, de forma ativa e eficiente, &eacute; poss&iacute;vel estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a e um clima de coopera&ccedil;&atilde;o entre todos os elementos envolvidos. Perante esta constata&ccedil;&atilde;o, as Escolas t&ecirc;m necessidade de levar as inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas para o contexto escolar e de apostar em novos servi&ccedil;os Web. Neste sentido, as Escolas precisam de apostar nos Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o. Alunos, Pais e Escolas precisam de estar <i>on-line</i>, uma vez que, s&atilde;o os principais intervenientes no processo de ensino-aprendizagem (Grant, 2009).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>3. Metodologia de Investiga&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Para a presente parte do estudo recorremos a uma metodologia de investiga&ccedil;&atilde;o de natureza quantitativa (Gil, 1999; Pardal &amp; Correia, 1995) por esta permitir &ldquo; (&hellip;) recolher os factos e estudar a rela&ccedil;&atilde;o entre eles&rdquo; (Bell, 2002), e, por, tamb&eacute;m, permitir &ldquo; (&hellip;) comparar as m&eacute;dias relativamente ao grau de varia&ccedil;&atilde;o dos resultados, para determinar probabilidade das diferen&ccedil;as obtidas&rdquo; (Tuckman, 2005).</p>     <p>As t&eacute;cnicas quantitativas permitem a recolha de dados atrav&eacute;s de diversos instrumentos, como testes, checklists, question&aacute;rios, etc. (Ghiglione &amp; Matalon, 2001; Hill &amp; Hill, 2005; Quivy &amp; Campenhoudt, 2005). Os dados s&atilde;o recolhidos segundo escalas previamente definidas (Creswell, 2003).</p>     <p>Nesta fase do nosso trabalho de pesquisa, socorremo-nos do m&eacute;todo de pesquisa inqu&eacute;rito por question&aacute;rio, de modo a permitir: a obten&ccedil;&atilde;o de dados relativamente &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o da CT para uma comunica&ccedil;&atilde;o eficaz e c&eacute;lere entre a Escola e a Fam&iacute;lia; sobre como se poder&aacute; melhorar a comunica&ccedil;&atilde;o e acelerar os processos de colabora&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia; e sobre se a CE pode ser uma plataforma capaz de potenciar a comunica&ccedil;&atilde;o sincr&oacute;nica entre a Escola e a Fam&iacute;lia. Opt&aacute;mos pela pesquisa inqu&eacute;rito por question&aacute;rio por entendermos ser uma m&eacute;todo vi&aacute;vel e desej&aacute;vel no &acirc;mbito do universo escolar, para al&eacute;m de gerar medidas precisas e confi&aacute;veis que permitam an&aacute;lise estat&iacute;stica (Groves et al., 2004). Uma vez que n&atilde;o se encontrou um question&aacute;rio adequado para o objetivo do estudo desenvolvemos e aplic&aacute;mos um question&aacute;rio pr&oacute;prio.</p>     <p>Uma pesquisa do tipo inqu&eacute;rito por question&aacute;rio, que por regra usa como instrumento de recolha de dados um question&aacute;rio (Berto &amp; Nakano, 2014, 2000), envolve um levantamento de dados numa amostra significativa acerca de um problema a ser estudado para, posteriormente, atrav&eacute;s de an&aacute;lises, alcan&ccedil;arem-se conclus&otilde;es relativamente aos dados recolhidos (Gil, 2010).</p>     <p>O processo escolhido para recolher a opini&atilde;o dos elementos da amostra foi sujeito a valida&ccedil;&atilde;o de modo a poder-se determinar a sua clareza e objetividade. Fortin (2009) faz refer&ecirc;ncia &agrave; necessidade e ao interesse de avaliar a efic&aacute;cia do question&aacute;rio junto de uma amostra da popula&ccedil;&atilde;o alvo do estudo. Do mesmo modo Canhota (2008) e Mackey &amp; Gass (2005), fazem refer&ecirc;ncia ao interesse em testar, avaliar, corrigir e aperfei&ccedil;oar os instrumentos e procedimentos de investiga&ccedil;&atilde;o. Estes autores chamam a aten&ccedil;&atilde;o para a necessidade de se descobrir pontos fracos e problemas potenciais, para que sejam resolvidos antes da implementa&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o propriamente dita.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a elabora&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio tivemos o cuidado de estudar o tema de forma a formular um conjunto de quest&otilde;es. Selecionamos as quest&otilde;es consideradas mais relevantes, atendendo &agrave; finalidade da investiga&ccedil;&atilde;o e de acordo com as v&aacute;rias considera&ccedil;&otilde;es, refletidas nas m&uacute;ltiplas reuni&otilde;es efetuadas nas Escolas na presen&ccedil;a dos agentes educativos.</p>     <p>A constru&ccedil;&atilde;o do inqu&eacute;rito envolveu diferentes fases. Na primeira fase, correspondente ao da prepara&ccedil;&atilde;o, precisaram-se os objetivos, decidiu-se sobre o modo do inqu&eacute;rito, isto &eacute; sobre quem se deveria interrogar, e sobre a elabora&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio de perguntas fechadas ou abertas. Num segundo momento procedeu-se &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio estabelecendo as perguntas precisas, bem como se procedeu ao seu escalonamento.</p>     <p>O question&aacute;rio &eacute; constitu&iacute;do por duas partes: a primeira relativa &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra e a segunda correspondente ao question&aacute;rio propriamente dito.</p>     <p>Na primeira parte, correspondente &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, inclu&iacute;ram-se itens que permitissem perceber se a amostra apresentava maturidade e conhecimentos adequados sobre a problem&aacute;tica em estudo. Relativamente aos Pais incluem-se os seguintes itens: Escola do educando e ano que frequenta, Habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas, Idade, G&eacute;nero, Fun&ccedil;&atilde;o que desempenham na Escola do educando. Relativamente aos Professores optou-se pelos seguintes itens: Escola onde leciona; Grupo disciplinar; Habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas; Idade; G&eacute;nero; Ano que leciona; Tempo de servi&ccedil;o; Fun&ccedil;&atilde;o que desempenha na institui&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     <p>A parte B do question&aacute;rio &eacute; referente &agrave; &ldquo;Caderneta do aluno&rdquo; e a parte C relativa &agrave; inclus&atilde;o de itens numa CE. A parte B do question&aacute;rio relativa &agrave; &ldquo;Caderneta do aluno&rdquo; ficou constitu&iacute;da por 15 afirma&ccedil;&otilde;es e por duas quest&otilde;es de resposta aberta, de modo a que os elementos participantes no estudo pudessem indicar vantagens e desvantagens na utiliza&ccedil;&atilde;o da CE; e a parte C do question&aacute;rio relativa &agrave; &ldquo;Inclus&atilde;o de itens numa CE&rdquo; ficou constitu&iacute;da por duas quest&otilde;es, sendo uma de resposta fechada, mas com a possibilidade de os inquiridos, caso respondessem negativamente indicarem os itens da CT que n&atilde;o devem fazer parte da CE; e a outra quest&atilde;o ficou constitu&iacute;da por sete afirma&ccedil;&otilde;es. Foi usada uma escala ordinal do tipo Likert com cinco alternativas de resposta (de &ldquo;1&rdquo; a &ldquo;5&rdquo;) entre &ldquo;Total desacordo&rdquo; at&eacute; &ldquo;Total acordo&rdquo; por entendermos ser adequado medir o n&iacute;vel de concord&acirc;ncia ou n&atilde;o concord&acirc;ncia &agrave;s afirma&ccedil;&otilde;es colocadas no question&aacute;rio. Na an&aacute;lise e apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados optou-se por agregar o &ldquo; Total desacordo&rdquo;, com o &ldquo;Desacordo parcial&rdquo; e o &ldquo;Total acordo&rdquo; com o &ldquo; Acordo parcial&rdquo;, de forma a tornar mais curto o question&aacute;rio e incrementar a din&acirc;mica das respostas.</p>     <p>Foi nosso prop&oacute;sito conhecer e avaliar a necessidade de evolu&ccedil;&atilde;o da CT, tornando-a num instrumento mais din&acirc;mico e mais atrativo para a Fam&iacute;lia e para a Escola, o que pode ser concretizado com recurso &agrave; CE.</p>     <p>Tendo por base, quer esta realidade das Escolas no que se refere &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o com os Pais dos seus alunos, quer os objetivos delineados para esta investiga&ccedil;&atilde;o e como forma de se poder desenvolver o estudo formularam-se os seguintes pressupostos:</p>     <p>P1: A comunidade educativa valoriza a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia;</p>     <p>P2: A CT &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia;</p>     <p>P3: A CE potencia a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi realizado um pr&eacute;-teste do question&aacute;rio junto de uma amostra de pequena escala, com o objetivo de clarificar e validar os question&aacute;rios. Essa amostra ficou constitu&iacute;da por trinta elementos ligados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o (Professores e Pais) que aceitaram participar. O pr&eacute;-teste foi entregue e recolhido pessoalmente. Ap&oacute;s a recolha e an&aacute;lise foi realizada uma reuni&atilde;o informal com os elementos que participaram no pr&eacute;-teste. Os inquiridos foram un&acirc;nimes, quanto &agrave; objetividade dos question&aacute;rios, n&atilde;o apresentando dificuldades na sua realiza&ccedil;&atilde;o. Apenas foi levantada uma d&uacute;vida no question&aacute;rio dos Pais, na quest&atilde;o relativa &agrave; habilita&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica. Dos Pais participantes dois ficaram na d&uacute;vida se deveriam indicar o seu pr&oacute;prio grau de escolaridade ou o do seu educando, tendo-se, de imediato clarificado a quest&atilde;o.</p>     <p>Realizaram-se dois inqu&eacute;ritos por question&aacute;rio entre os meses de novembro de 2013 e mar&ccedil;o de 2014. Colocaram-se em papel e <i>on-line</i> os question&aacute;rios, tendo em conta a disponibilidade da forma de responder pelos participantes no estudo e de acordo com a op&ccedil;&atilde;o dos Diretores de Escola. Foram feitos contactos presenciais, por correio eletr&oacute;nico e telefone com diversas Escolas e agrupamentos de Escolas, de modo a explicar o objetivo da investiga&ccedil;&atilde;o e a solicitar a colabora&ccedil;&atilde;o. Coube aos Diretores de Escola e aos respons&aacute;veis dos Agrupamentos de Escola explicar aos Professores, Diretores de Turma e aos elementos das Associa&ccedil;&otilde;es de Pais e Pais o objetivo da investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Os dados obtidos dos question&aacute;rios foram tratados com recurso ao programa inform&aacute;tico SPSS (<i>Statistical Package for the Social Sciences</i>), vers&atilde;o 20 (Mar&ocirc;co, 2011).</p>     <p>Para al&eacute;m da an&aacute;lise descritiva dos dados, procedeu-se a uma an&aacute;lise correlacional, pelo cruzamento de algumas das vari&aacute;veis que integravam o question&aacute;rio no sentido de encontrar resposta para tr&ecirc;s pressupostos de investiga&ccedil;&atilde;o formuladas (Anastasi, 1985; Pereira, 2006). Foram tamb&eacute;m utilizadas as medidas de dispers&atilde;o absoluta (desvio padr&atilde;o) e relativa (coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o), &uacute;teis para descrever a varia&ccedil;&atilde;o observada nos valores de um conjunto e informar sobre a sua homogeneidade. Sendo que quanto menor forem, (&lt;1) para o desvio padr&atilde;o e (&lt;=20%) para o coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o, menor &eacute; a dispers&atilde;o e, portanto, mais homog&eacute;neas s&atilde;o as respostas.</p>     <p><b>3.1. Caracteriza&ccedil;&atilde;o da Amostra</b></p>     <p>A amostra ficou constitu&iacute;da por 1002 Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o com educandos a frequentarem o ensino b&aacute;sico e secund&aacute;rio e 300 Professores a exercerem a doc&ecirc;ncia em institui&ccedil;&otilde;es de ensino cooperativo e p&uacute;blico do Norte, Centro e Sul de Portugal (<a href="#t1">tabela 1</a> e <a href="#t2">2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"></a> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a09t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p> <a name="t2"></a> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a09t2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>As respostas foram recolhidas entre 17 de novembro de 2013 e 8 de mar&ccedil;o de 2014.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>3.2. An&aacute;lise Fatorial</b></p>     <p>Procedeu-se a uma an&aacute;lise de dados &agrave;s quest&otilde;es das partes B e C dos question&aacute;rios dos Pais e dos Professores, recorrendo a t&eacute;cnicas de tratamento de dados que aglomerem a informa&ccedil;&atilde;o inicial, com o objetivo de facilitar a sua an&aacute;lise.</p>     <p>Segundo Pereira (2004), a t&eacute;cnica utilizada na an&aacute;lise fatorial, consiste em calcular todas as correla&ccedil;&otilde;es entre diversas vari&aacute;veis e isolar o fator principal.</p>     <p>Para Angelo (1991), a an&aacute;lise fatorial &eacute; uma t&eacute;cnica estat&iacute;stica, que permite identificar um n&uacute;mero reduzido de fatores que podem ser utilizados para representar um conjunto de vari&aacute;veis inter-relacionadas.</p>     <p>Neste trabalho opt&aacute;mos pelo m&eacute;todo das componentes principais, de forma a isolar as vari&aacute;veis originais que se correlacionam entre si, constituindo fatores.</p>     <p>O m&eacute;todo de an&aacute;lise fatorial analisa um conjunto de vari&aacute;veis com o objetivo de verificar se &eacute; poss&iacute;vel agrupar as respostas que s&atilde;o interpretadas de forma id&ecirc;ntica pelos elementos da amostra, determinando o seu posicionamento nesse conjunto de vari&aacute;veis (Stevens, 1996).</p>     <p>A an&aacute;lise fatorial, efetuada quer para a parte B, quer para a parte C dos question&aacute;rios dos Professores e dos Pais, permitiu proceder &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis que integram uma escala num menor n&uacute;mero de fatores: os componentes principais.</p>     <p>Na parte B dos question&aacute;rios dos Professores e Pais, relativa &agrave; &ldquo;Caderneta do Aluno&rdquo;, procedeu-se &agrave; extra&ccedil;&atilde;o dos fatores a partir das 15 vari&aacute;veis, j&aacute; validadas no ponto 3 da Metodologia de Investiga&ccedil;&atilde;o (<a href="#t3">tabela 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t3"></a> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a09t3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Inici&aacute;mos a nossa an&aacute;lise, aplicando os testes de <i>Kaiser Meyer Olkin (KMO)</i> e o teste de <i>Bartlett</i>, que permitem concluir sobre a qualidade da an&aacute;lise fatorial aos dados da amostra (Bartlett, 1951; Kaiser, 1974).</p>     <p>Analisados os resultados dos testes, <i>KMO</i> com valor 0.887 e <i>Bartlett</i> com valor de signific&acirc;ncia inferior a 5%, isto &eacute;, com o valor de <i>p</i> do teste de signific&acirc;ncia menor que 0.001 em praticamente todos os casos (<a href="#t4">tabela 4</a>), ser&aacute; poss&iacute;vel executar adequadamente a an&aacute;lise fatorial aos dados da amostra, da componente B dos question&aacute;rios dos Pais e Professores (Leong &amp; Austin, 2006).</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t4"></a> <img src="/img/revistas/rist/n16/n16a09t4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ap&oacute;s ter-se verificado a possibilidade de executar adequadamente a an&aacute;lise fatorial e utilizando o m&eacute;todo de componentes principais, prosseguiu-se com a extra&ccedil;&atilde;o dos fatores a partir das 15 vari&aacute;veis, utilizando-se para tal o crit&eacute;rio de <i>Kaiser</i> (valores pr&oacute;prios superiores a um), cumprindo-se o crit&eacute;rio de que os fatores devem explicar pelo menos perto de 60% da varia&ccedil;&atilde;o total observada nas vari&aacute;veis originais (Kaiser, 1974). Foram retidos quatro fatores, que explicam 66.7% da varia&ccedil;&atilde;o total observada nas 15 vari&aacute;veis originais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t5.jpg">tabela 5</a>) (Tabachnik &amp; Fidell, 2006).</p>     
<p>Atrav&eacute;s do m&eacute;todo <i>Varimax</i>, foi poss&iacute;vel extremar o valor dos coeficientes que relacionam cada vari&aacute;vel com os fatores retidos, de modo a que cada vari&aacute;vel pudesse ser associada a apenas um fator (Costello &amp; Osborne, 2005): Fator 1 &ndash; CE; Fator 2 &ndash; Influ&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia no processo ensino-aprendizagem; Fator 3 &ndash; CT; Fator 4 &ndash; Dificuldades na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia.</p>     <p>A <a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t6.jpg">tabela 6</a> apresenta a nossa matriz fatorial depois da rota&ccedil;&atilde;o <i>Varimax</i>, onde se observam as satura&ccedil;&otilde;es entre cada fator e as componentes principais. As satura&ccedil;&otilde;es das vari&aacute;veis em cada fator s&atilde;o sempre superiores ao m&iacute;nimo exigido de 40%. A negrito salientamos as satura&ccedil;&otilde;es mais importantes.</p>     
<p>Na parte C dos question&aacute;rios dos Professores e Pais, a Inclus&atilde;o de Itens numa Caderneta Eletr&oacute;nica, os inquiridos foram confrontados com 7 itens: 1) Justifica&ccedil;&atilde;o de faltas pelo Encarregado de Educa&ccedil;&atilde;o; 2) Gest&atilde;o de faltas pelo Diretor de Turma; 3) Registo de Avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica; 4) Crit&eacute;rios e instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o das disciplinas; 5) Fichas de autoavalia&ccedil;&atilde;o dos alunos; 6) Gest&atilde;o de mensagens (Mensagens, SMS e Emails) entre Diretores de Turma, Professores e Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o; 7) Videoconfer&ecirc;ncia entre Diretores de Turma e Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s aplica&ccedil;&atilde;o dos testes <i>Kaiser Meyer Olkin</i> (KMO) e <i>Bartlett</i> e consequente an&aacute;lise dos resultados, verificamos que, o valor de KMO de 0.881 e <i>Bartlett</i> com valor de signific&acirc;ncia inferior a 5%, isto &eacute;, com o valor de p do teste de signific&acirc;ncia menor que 0.001 em praticamente todos os casos (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t7.jpg">tabela 7</a>), indica-nos que podemos realizar a nossa an&aacute;lise fatorial, pois os resultados que obteremos podem ser considerados significativos (Bartlett, 1951; Kaiser, 1974).</p>     
<p>Depois de se verificar a possibilidade de executar adequadamente a an&aacute;lise fatorial, e utilizando o m&eacute;todo de componentes principais, procedeu-se &agrave; extra&ccedil;&atilde;o dos fatores a partir das 7 vari&aacute;veis, utilizando-se para tal o crit&eacute;rio de <i>Kaiser</i> (valores pr&oacute;prios superiores a um), cumprindo-se o crit&eacute;rio de que os fatores devem explicar pelo menos perto de 60% da varia&ccedil;&atilde;o total observada nas vari&aacute;veis originais (Kaiser, 1974). Foram retidos dois fatores, que explicam 72.6% da varia&ccedil;&atilde;o total observada nas 7 vari&aacute;veis originais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t8.jpg">tabela 8</a>) (Tabachnik &amp; Fidell, 2006).</p>     
<p>Atrav&eacute;s do m&eacute;todo <i>Varimax</i> foi poss&iacute;vel extremar o valor dos coeficientes que relacionam cada vari&aacute;vel com os fatores retidos, de modo a que cada vari&aacute;vel pudesse ser associada a apenas um fator, (Costello &amp; Osborne, 2005): Fator 1 &ndash; Registos de avalia&ccedil;&atilde;o e faltas e Fator 2 &ndash; Autoavalia&ccedil;&atilde;o dos alunos e comunica&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A <a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t9.jpg">tabela 9</a> apresenta a nossa matriz fatorial depois da rota&ccedil;&atilde;o <i>Varimax</i>, onde se observam as satura&ccedil;&otilde;es entre cada fator e as componentes principais. As satura&ccedil;&otilde;es das vari&aacute;veis em cada fator s&atilde;o sempre superiores ao m&iacute;nimo exigido de 40%. A negrito salientam-se as satura&ccedil;&otilde;es mais importantes.</p>     
<p>Para a Parte C dos question&aacute;rios dos Professores e dos Pais - Inclus&atilde;o de itens numa CE, justifica-se a constitui&ccedil;&atilde;o de dois fatores. No entanto, v&aacute;rios itens convergem em mais do que um fator, pelo que ser&aacute; prefer&iacute;vel realizar posteriormente a an&aacute;lise dos itens individualmente. Terminada a an&aacute;lise fatorial tornou-se necess&aacute;rio proceder &agrave; an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna das escalas utilizadas.</p>     <p><b>3.3. An&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna das escalas utilizadas</b></p>     <p>A an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna permite estudar as propriedades de escalas de medida e as quest&otilde;es que as comp&otilde;em. O procedimento utilizado calcula medidas de consist&ecirc;ncia interna da escala e tamb&eacute;m fornece informa&ccedil;&atilde;o sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre itens individuais numa escala.</p>     <p>O <i>Alfa de Cronbach</i> mede a fidelidade ou consist&ecirc;ncia interna de respostas a um conjunto de vari&aacute;veis correlacionadas entre si, ou seja, como um conjunto de vari&aacute;veis representam um determinado fator. Quando os dados tiverem uma estrutura multidimensional, o <i>Alfa de Cronbach</i> ser&aacute; baixo. Se as correla&ccedil;&otilde;es inter-vari&aacute;veis forem altas, ent&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncia que as vari&aacute;veis pertencem ao mesmo fator. Note-se que um coeficiente de consist&ecirc;ncia interna de 0.80 ou mais &eacute; considerado como &quot;bom&quot; na maioria das aplica&ccedil;&otilde;es de Ci&ecirc;ncias Sociais e um coeficiente de consist&ecirc;ncia interna entre 0.70 e 0.80 &eacute; considerado sempre aceit&aacute;vel. Em alguns estudos admitem-se valores de consist&ecirc;ncia interna de 0.60 a 0.70, o que segundo a literatura &eacute; &ldquo;fraco&rdquo;. A an&aacute;lise de consist&ecirc;ncia interna foi realizada para a parte B dos question&aacute;rios dos Professores e Pais.</p>     <p>A escala usada &eacute; uma escala ordinal do tipo Likert com cinco alternativas de resposta (de &ldquo;1&rdquo; a &ldquo;5&rdquo;) entre &ldquo;Total desacordo&rdquo; at&eacute; &ldquo;Total acordo&rdquo;. &Eacute; constitu&iacute;da por 15 itens, os quais se organizam em 4 fatores (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t10.jpg">tabela 10</a>).</p>     
<p>Para a primeira dimens&atilde;o, Fator 1 &ndash; CE, o valor do <i>Alfa de Cronbach</i> &eacute; superior ao valor de 0.80, pelo que podemos considerar os dados adequados como unidimensionais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t10.jpg">tabela 10</a>). Para o Fator 2 &ndash; Influ&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia no processo ensino-aprendizagem, o valor do <i>Alfa de Cronbach</i> &eacute; superior ao valor de 0.70, pelo que podemos considerar os dados aceit&aacute;veis como unidimensionais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t10.jpg">tabela 10</a>). Para o Fator 3 &ndash; CT, o valor do <i>Alfa de Cronbach</i> est&aacute; pr&oacute;ximo do valor de 0.70, pelo que podemos considerar os dados aceit&aacute;veis como unidimensionais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t10.jpg">tabela 10</a>). Para o Fator 4 &ndash; Dificuldades na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia, o valor do <i>Alfa de Cronbach</i> &eacute; inferior ao valor de 0.70, pelo que n&atilde;o podemos considerar os dados aceit&aacute;veis como unidimensionais (<a href ="/img/revistas/rist/n16/n16a09t10.jpg">tabela 10</a>).</p>     
<p>A escala usada relativamente &agrave; Parte B - Caderneta do Aluno &eacute; adequada para medir os fatores constru&iacute;dos, para esta amostra, com exce&ccedil;&atilde;o do fator 4, ainda assim foi utilizado, com esta limita&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Solicitou-se aos Professores e Pais que indicassem vantagens e desvantagens na utiliza&ccedil;&atilde;o da CE. As vantagens sugeridas na utiliza&ccedil;&atilde;o da CE pelos Professores e Pais foram de 84.7% e 84.3%, respetivamente. No que concerne &agrave;s desvantagens, estas foram de 24.3% para Professores e 20.2% para Pais. As vantagens da utiliza&ccedil;&atilde;o da CE mais referidas, para Professores e Pais foram as seguintes: &ldquo;Comunica&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida, eficiente e segura&rdquo;; &ldquo;Economia de papel&rdquo;; &ldquo;Diminui&ccedil;&atilde;o de trabalho repetitivo&rdquo;; &ldquo;Acesso personalizado &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, em qualquer altura e em qualquer lugar&rdquo;; &rdquo;Acompanhamento di&aacute;rio&rdquo; e &ldquo;Presen&ccedil;a virtual&rdquo;. Nas respostas dadas &agrave; quest&atilde;o das desvantagens na utiliza&ccedil;&atilde;o da CE, os respondentes foram objetivos nas suas afirma&ccedil;&otilde;es, argumentando a inexist&ecirc;ncia de desvantagens, a possibilidade de nem todos terem acesso &agrave; internet e sobretudo a falta de conhecimentos inform&aacute;ticos.</p>     <p>A parte C do question&aacute;rio incidiu no questionamento dos Pais e dos Professores acerca da inclus&atilde;o de itens numa CE. Constatou-se que, 95% dos Pais e 94% dos Professores considera que todos os itens da CT devem fazer parte de uma CE.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Solicitou-se ao Pais e aos Professores que indicassem o grau de concord&acirc;ncia com a inclus&atilde;o dos seguintes itens numa eventual CE: 1) Justifica&ccedil;&atilde;o de faltas pelo Encarregado de Educa&ccedil;&atilde;o; 2) Gest&atilde;o de faltas pelo Diretor de Turma; 3) Registo de avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica; 4) Crit&eacute;rios e instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o das disciplinas; 5) Fichas de autoavalia&ccedil;&atilde;o dos alunos; 6) Gest&atilde;o de mensagens (Mensagens, SMS e Emails); 7) Videoconfer&ecirc;ncia. Nas respostas dadas pelos Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o, todos os itens apresentam uma concord&acirc;ncia m&eacute;dia elevada, superior para as afirma&ccedil;&otilde;es 3, 1 e 2 seguidas de 4, 6, 5 e 7.</p>     <p>Nas respostas dadas pelos Professores integrantes na amostra do estudo realizado, os itens apresentam uma concord&acirc;ncia m&eacute;dia elevada para as afirma&ccedil;&otilde;es 2, 3, 4, 6 e 1 e depois de 5, sendo inferior para 7. Solicitou-se, ainda aos elementos participantes no estudo que referissem alguns itens que em seu entender deveriam ser inclu&iacute;dos numa CE. Face &agrave; variedade de respostas optou-se por incluir as mais significativas, nomeadamente o registo das faltas, avalia&ccedil;&otilde;es interm&eacute;dias, registo de entradas e sa&iacute;das da Escola e comunica&ccedil;&atilde;o entre Pais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>4. Apresenta&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o dos resultados relativamente &agrave;s quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>O estudo realizado partiu de um conjunto de quest&otilde;es integradas, quer no question&aacute;rio direcionado aos Pais, quer no direcionado aos Professores que foram sujeitas a an&aacute;lise.</p>     <p>A primeira quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o, &ldquo;A comunica&ccedil;&atilde;o entre Escola-Fam&iacute;lia &eacute; fundamental no processo ensino-aprendizagem&rdquo;, est&aacute; associada ao fator 2 &ndash; Influ&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia no processo ensino-aprendizagem que integra as seguintes afirma&ccedil;&otilde;es: 1, 3, 4 e 5. A maioria dos Pais (96.7%) entende que a rela&ccedil;&atilde;o entre Escola e Fam&iacute;lia &eacute; fundamental para o processo de ensino-aprendizagem. Esta &eacute; tamb&eacute;m a perce&ccedil;&atilde;o manifestada pela maioria dos Professores (99.3%). Os valores m&eacute;dios observados apresentam as varia&ccedil;&otilde;es com todos os itens a apresentarem uma concord&acirc;ncia elevada, quer para Pais, quer para Professores. O Fator 2 - Influ&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia no processo ensino-aprendizagem apresenta assim um valor m&eacute;dio de 4.49 para Pais e de 4.55 para Professores, bastante pr&oacute;ximo do valor m&aacute;ximo poss&iacute;vel. Como conclus&atilde;o, podemos afirmar que, tanto para Pais, como para Professores, a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia &eacute; fundamental no processo de ensino-aprendizagem.</p>     <p>A an&aacute;lise da segunda quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o &ldquo;A CT &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia&rdquo; est&aacute; associada ao Fator 3 &ndash; CT, que integra as afirma&ccedil;&otilde;es: 7 e 8. Os Professores usam com muita regularidade a CT do aluno na comunica&ccedil;&atilde;o com os Pais. Na realidade, quer os Pais (88.8%), quer os Professores (87.9%), entendem que a CT do aluno &eacute; um instrumento importante na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia. Os valores m&eacute;dios observados apresentam as varia&ccedil;&otilde;es ilustradas, com todos os itens a apresentarem uma concord&acirc;ncia elevada, quer para Pais, quer para Professores. O Fator 3 &ndash; CT, apresenta assim um valor m&eacute;dio de 4.20 para Pais e de 4.13 para Professores, bastante pr&oacute;ximo do valor m&aacute;ximo poss&iacute;vel. Como conclus&atilde;o, podemos afirmar que, tanto para Pais, como para Professores, a CT &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia.</p>     <p>A an&aacute;lise da quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o &ldquo;A CE potencia e melhora a comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia&rdquo;, est&aacute; associada &agrave; an&aacute;lise do Fator 1 &ndash; CE, e integra as afirma&ccedil;&otilde;es: 9, 10, 11, 12, 13, 14 e 15. Na amostra os Pais (83.9%) e os Professores (92.3%) s&atilde;o un&acirc;nimes, quanto &agrave; import&acirc;ncia de encontrar um meio que proporcione uma intensifica&ccedil;&atilde;o e maior facilidade na comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e o Encarregado de Educa&ccedil;&atilde;o. Os Pais (78%) e Professores (87.3%) admitem mesmo que uma CE poder&aacute; ser um recurso comunicacional e de trabalho, entre a Escola e a Fam&iacute;lia. Na maioria dos Pais (73%) e Professores (82%) entendem que a CE poder&aacute; ter mais vantagens comparativamente &agrave; CT. Os valores m&eacute;dios observados apresentam as varia&ccedil;&otilde;es ilustradas, com todos os itens a apresentarem uma concord&acirc;ncia elevada, quer para Pais, quer para Professores. O Fator 1 &ndash; CE, apresenta assim um valor m&eacute;dio de 4.11 para Pais e de 4.33 para Professores, bastante pr&oacute;ximo do valor m&aacute;ximo poss&iacute;vel. Como conclus&atilde;o, podemos afirmar que, tanto para Pais, como para Professores, a CE potencia e melhora a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia. O mesmo se reflete com as medidas de dispers&atilde;o apresentadas, exibindo valores relativamente baixos, para o desvio padr&atilde;o, com valores inferiores a um, ou para o coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o com percentagens inferiores ou iguais a vinte (itens do fator 1 com desvio padr&atilde;o entre 0,81 e 0,98 e coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o entre 15% e 20%; itens do fator 2 com desvio padr&atilde;o entre 0,54 e 0,79 e coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o entre 9% e 18%; itens do fator 3 com desvio padr&atilde;o entren0,83 e 0,98 e coeficiente de varia&ccedil;&atilde;o entre 17% e 20%). Assim, tudo indica, uma boa dispers&atilde;o dos resultados apresentados, apontando para uma maior homogeneiza&ccedil;&atilde;o das respostas e consequentemente tornando o valor m&eacute;dio mais representativo da realidade.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>5. Conclus&otilde;es</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A colabora&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia, duas institui&ccedil;&otilde;es fundamentais na educa&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a, &eacute; fundamental para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, contribuindo para o tal almejado sucesso educativo. A educa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma tarefa que tem de ser partilhada por Professores, Pais e institui&ccedil;&otilde;es da comunidade (Paro, 2003). Porque entendemos que em todo o processo de ensino-aprendizagem a comunica&ccedil;&atilde;o, e sobretudo os meios como se comunica, s&atilde;o essenciais para o sucesso educativo direcionamos um estudo para percecionarmos a opini&atilde;o de Pais e Professores sobre a exequibilidade da ado&ccedil;&atilde;o da CE na rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia</p>     <p>Como ponto de partida para o desenvolvimento do estudo colocaram-se tr&ecirc;s pressupostos: P1: A comunidade educativa valoriza a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia; P2: A CT &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia; P3: A CE potencia a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia. Constatou-se, pelas respostas dadas, que nas perspetivas dos Professores e Pais a comunica&ccedil;&atilde;o entre Escola-Fam&iacute;lia &eacute; fundamental no processo de ensino-aprendizagem, pois o fator respeitante &agrave; influ&ecirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia no processo de ensino-aprendizagem apresenta um valor m&eacute;dio de 4.49 para Pais e de 4.55 para Professores, bastante pr&oacute;ximo do valor m&aacute;ximo poss&iacute;vel. Para os Professores e Pais a CT &eacute; um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia. Neste momento, para muitos pais a &uacute;nica forma de comunicarem com os Professores &eacute; atrav&eacute;s da CT, uma vez que n&atilde;o podem deslocar-se &agrave; Escola em hor&aacute;rio de atendimento. Do ponto de vista dos Pais e Professores, participantes no estudo, a CE pode potenciar e melhorar a comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia. Efetivamente, a an&aacute;lise efetuada &agrave;s respostas dadas pelos elementos participantes no estudo permitiu concluir que o Fator&nbsp;1 &ndash; CE, apresenta um valor m&eacute;dio de 4.11 para Pais e de 4.33 para Professores, bastante pr&oacute;ximo do valor m&aacute;ximo poss&iacute;vel. A maioria dos Professores e dos Pais afirma que a CE dever&aacute; incluir os itens j&aacute; constantes da CT. Apontam ainda a import&acirc;ncia da inclus&atilde;o dos seguintes itens: registo das faltas, avalia&ccedil;&otilde;es interm&eacute;dias, registo de entradas e sa&iacute;das da Escola e comunica&ccedil;&atilde;o entre Pais. Face aos resultados alcan&ccedil;ados constatou-se que foram refor&ccedil;ados os tr&ecirc;s pressupostos, pois para a maioria dos inquiridos (Pais e Professores), a comunica&ccedil;&atilde;o entre Escola e Fam&iacute;lia &eacute; fundamental no processo de ensino-aprendizagem; a CT surge, ainda, como um instrumento fundamental na comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia; e a CE potencia e melhora a comunica&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lia.</p>     <p>Assim, a CE poder&aacute; assumir, de uma forma inovadora, din&acirc;mica e assertiva, um papel facilitador da comunica&ccedil;&atilde;o entre a Escola e a Fam&iacute;lia, tornando poss&iacute;vel o estabelecimento de parcerias e melhorar o processo ensino-aprendizagem. Neste sentido, justifica-se o desenvolvimento de uma aplica&ccedil;&atilde;o web &ndash; a &ldquo;CE&rdquo; - que tem como objetivo a consulta de toda a informa&ccedil;&atilde;o associada ao aluno, assim como possibilitar uma comunica&ccedil;&atilde;o mais f&aacute;cil, r&aacute;pida e segura entre a Escola e a Fam&iacute;lia.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <p>Abrantes, B. (2009). Concep&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem pessoal baseado em ferramentas web 2.0: estudo de caso da plataforma Sapo Campus. Universidade de Aveiro.</p>     <!-- ref --><p>Abreu, A., Rocha, &Aacute;. &amp; Cota, M.P. (2015). Perceptions of Teachers and Guardians on the Electronic Record in the School-Family Communication. In <i>Open and Big Data Management and Innovation</i>, 48-62. Springer International Publishing.&nbsp; doi:10.1007/978-3-319-25013-7_5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979140&pid=S1646-9895201500040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alho, S., &amp; Nunes, C. (2009). Contributos do director de turma para a rela&ccedil;&atilde;o escola-fam&iacute;lia. Revista Educa&ccedil;&atilde;o/PUCRS, 32(2), 150-158. Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979141&pid=S1646-9895201500040000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Anastasi, A. (1990). Psychological testing. 6th ed. New York. MacMillan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979143&pid=S1646-9895201500040000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Anastasi, A. (1985). Psychological testing: Basic concepts and common misconceptions. In A. M. Rogers &amp; C. J. Scheirer (Eds.), The G. Stanley Hall Lecture Series, 5, 87-120. Washington, DC: American Psychological Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979145&pid=S1646-9895201500040000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Angelo, C. F. (1991). A estrutura do Mercado de transportes, a conduta e o desempenho das empresas ferrovi&aacute;rias brasileiras. tese de livre-doc&ecirc;ncia em Administra&ccedil;&atilde;o - Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade, Universidade de S&atilde;o Paulo.</p>     <!-- ref --><p>Bartlett, M. S. (1951). The effect of standardization on a chi square approximation in fator analysis. <i>Biometrika</i>, 337-344. doi:10.2307/2332580&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979148&pid=S1646-9895201500040000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Batista, I. (2005). Dar rosto ao futuro: A educa&ccedil;&atilde;o como compromisso &eacute;tico. Porto: Profedi&ccedil;&otilde;es.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979149&pid=S1646-9895201500040000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Beaudichon, J. (2001). A comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; Processos, Formas, e Aplica&ccedil;&otilde;es. Porto: Porto Editora.</p>     <!-- ref --><p>Bell, J. (2002). Como realizar um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o: Um guia para a pesquisa em Ci&ecirc;ncias Sociais e da Educa&ccedil;&atilde;o. Lisboa: Gradiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979152&pid=S1646-9895201500040000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Berto, R. M. V. S.; Nakano, D. N. (2000). A produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica nos Anais do Encontro Nacional de Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o: um levantamento de m&eacute;todos e tipos de pesquisa. <i>Produ&ccedil;&atilde;o</i>, v. 9, n. 2, p. 65-76, 2000. doi:10.1590/S0103-65131999000200005 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979154&pid=S1646-9895201500040000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Berto, R. M. V. S., &amp; Nakano, D. N. (2014). Revisitando a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica nos anais do Encontro Nacional de Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o. <i>Production Journal</i>, 24(1), 225-232. doi: doi:10.1590/S0103-65132013005000007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979155&pid=S1646-9895201500040000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bhering, E., &amp; Siraj-Blatchford, I. (1999). A rela&ccedil;&atilde;o escola-pais: um modelo de trocas e colabora&ccedil;&atilde;o. <i>Cadernos de pesquisa</i>, 106, 191-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979156&pid=S1646-9895201500040000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Boonen, A. (2000). Pourquoi utiliser les technologies de l&rsquo;information et de la communicationdans le domaine de l&rsquo;&eacute;ducation? In J. J. Scheffknecht (Ed.), Les technologies de l&rsquo;information&agrave; l&rsquo;&eacute;cole: raisons et strat&eacute;gies pour un investissement. Strasbourg: Conseil de l&rsquo;Europe.</p>     <!-- ref --><p>Canhota, C. (2008). Qual a import&acirc;ncia do estudo piloto? In: Silva, E. E.(Org.). Investiga&ccedil;&atilde;o passo a passo: perguntas e respostas para investiga&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. Lisboa: APMCG, 69-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979159&pid=S1646-9895201500040000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalho, M. E. P. D. (2000). The relationship between the family and the school and its gender implications. <i>Cadernos de Pesquisa</i>, (110), 143-155. doi:10.1590/S0100-15742000000200006&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979161&pid=S1646-9895201500040000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castells, M. (1999). A Sociedade em rede. S&atilde;o Paulo: Paz e Terra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979163&pid=S1646-9895201500040000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Castells, M. (2001). O poder da identidade&ndash;a era da informa&ccedil;&atilde;o: economia, sociedade e cultura, (2). S&atilde;o Paulo: Paz e Terra.</p>     <!-- ref --><p>Castells, M. (2002). The Internet Galaxy - Reflections on the Internet, Business, and Society. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979166&pid=S1646-9895201500040000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castells, M. (2003). O fim do mil&eacute;nio. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979168&pid=S1646-9895201500040000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Costello, A., &amp; Osborne, J. (2005). Best Practices in Exploratory Fator Analysis: Four Recommendations for Getting the Most from your Analysis. <i>Pratical Assessment, Research &amp; Evaluation</i>, 1-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979170&pid=S1646-9895201500040000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Creswell, J. (2003). Research design: Qualitative, quantitative and mixed methods approach (2nd ed.).Thousand Oaks, CA: SAGE Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979172&pid=S1646-9895201500040000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Despacho N&ordm; 38/SERE/88, D. d. R. d. d. s. (1988).</p>     <!-- ref --><p>Dusi, P. (2012). The Family-School Relationships in Europe: A Research Review, <i>CEPS Journal</i>, 2(1), 13-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979175&pid=S1646-9895201500040000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Epstein, J. L. (2010). School/family/community Partnerships: Caring for the Children We Share: When Schools Form Partnerships with Families and the Community, the Children Benefit. These Guidelines for Building Partnerships Can Make It Happen. Phi Delta Kappan, 92(3), 81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979177&pid=S1646-9895201500040000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Epstein, J. L. (2001). School, family, and community partnerships: Preparing educators and improving schools. Westview Press, 5500 Central Avenue, Boulder, CO 80301.</p>     <!-- ref --><p>Fortin, M. F., C&ocirc;te, J., &amp; Filion, F. (2009). Fundamentos e etapas do processo de investiga&ccedil;&atilde;o. Loures: Lusodidacta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979180&pid=S1646-9895201500040000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gepe. (2010). Comunidades Educativas em Rede. Estudo Estrat&eacute;gico. Lisboa, 1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979182&pid=S1646-9895201500040000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ghiglione, R., &amp; Matalon, B. (2001). O Inqu&eacute;rito &ndash; Teoria e Pr&aacute;tica. Oeiras: Celta Editora.</p>     <!-- ref --><p>Gil, A. C. (1999). M&eacute;todos e T&eacute;cnicas de Pesquisa Social. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979185&pid=S1646-9895201500040000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gil, A. C. (2010). Como elaborar projetos de pesquisa. S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979187&pid=S1646-9895201500040000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Grant, L. (2009). Children&rsquo;s role in home-school relationships and the role of digital technologies. Reino Unido:Future Lab.</p>     <!-- ref --><p>Groves, R. M., Fowler Jr, F. J., Couper, M. P., Lepkowski, J. M., Singer, E., &amp; Tourangeau, R. (2011). Survey methodology, ( 561). John Wiley &amp; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979190&pid=S1646-9895201500040000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>&nbsp;Guimar&atilde;es, R. C., &amp; Sarsfield Cabral, J. A. (2010). Estat&iacute;stica, 2&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o. Verlag Dash&ouml;fer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979192&pid=S1646-9895201500040000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Henderson, A. T., &amp; Berla, N. (1994). A new generation of evidence: The family is critical to student achievement.</p>     <!-- ref --><p>Hill, M., &amp; Hill, A. (2005). Investiga&ccedil;&atilde;o por Question&aacute;rio. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979195&pid=S1646-9895201500040000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kaiser, H. F. (1974). An index of fatorial simplicity. <i>Psychometrika</i>, 31-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979197&pid=S1646-9895201500040000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kryger, N., &amp; Ravn, B. (2009). Homework in Denmark: What kind of links between family and school. International Perspectives on Student Outcomes and Homework. <i>Family-School-Community Partnerships</i>, 7-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979199&pid=S1646-9895201500040000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lawson, M.A. (2003) School-Family Relations in Context Parent and Teacher Perceptions of Parent Involvement. <i>Communities in Schools of Sacramento, Inc. Urban Education</i>, 38(1), 77-133. doi:10.1177/0042085902238687&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979201&pid=S1646-9895201500040000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Leong, F. T. L., &amp; Austin, J. T. (2006). The Psychology Research Handbook. Second Edition. Sage Publications, Thousand Oaks, California, 516.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979202&pid=S1646-9895201500040000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>L&eacute;vy, P. (2003). Cibercultura. S&atilde;o Paulo,34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979204&pid=S1646-9895201500040000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, L., &amp; S&aacute;, V. (2002). A participa&ccedil;&atilde;o dos Pais na governa&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica das escolas. In: Lima, J. (Org.). Pais e professores, um desafio &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o. Porto: Edi&ccedil;&otilde;es Asa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979206&pid=S1646-9895201500040000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Louren&ccedil;o, L. P. R. (2008). Envolvimento dos Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o na Escola: Conce&ccedil;&otilde;es e Pr&aacute;ticas. Universidade de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979208&pid=S1646-9895201500040000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mackey, A.; Gass, S. (2005). Common data collection measures. In:&nbsp;_.Second language research: methodology and design. Mahwah: Lawrence Erlbaum, 43-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979210&pid=S1646-9895201500040000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Mar&ocirc;co, J. (2011). An&aacute;lise estat&iacute;stica com o SPSS Statistics. ReportNumber, Lda.</p>     <p>Marques, R. (1992). Colabora&ccedil;&atilde;o Escola-Fam&iacute;lias: um conceito para melhorar a Educa&ccedil;&atilde;o. Ler Educa&ccedil;&atilde;o, 8.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Marques, R. (1998). Os desafios da sociedade de informa&ccedil;&atilde;o. In R. Marques, M.</p>     <!-- ref --><p>Mattelart, A. (2003). The Information Society. London: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979215&pid=S1646-9895201500040000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>McLean, N. (2009). Technology can bridge the gap between parents and schools. The Independent.</p>     <p>Mitchell, C. (2008) Parent Involvement in Public Education: A Literature Review.</p>     <!-- ref --><p>Montadon, C., &amp; Perrenoud, P. (2001). Entre Pais e Professores, um di&aacute;logo imposs&iacute;vel? Para uma an&aacute;lise sociol&oacute;gica das intera&ccedil;&otilde;es entre a fam&iacute;lia e a escola. Oeiras: Celta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979219&pid=S1646-9895201500040000900041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pardal, L., &amp; Correia, E. (1995). M&eacute;todo e t&eacute;cnica de investiga&ccedil;&atilde;o social. Porto: Areal Editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979221&pid=S1646-9895201500040000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paro, V. (2003). Qualidade do Ensino: A Contribui&ccedil;&atilde;o dos Pais. S&atilde;o Paulo: Xam&atilde;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979223&pid=S1646-9895201500040000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <p>Pedro, N., &amp; Matos, J. F. (2010). Comunidades Educativas em Rede: Estudo Estrat&eacute;gico (Vol. I e II).</p>     <!-- ref --><p>&nbsp;Pereira, A. (2006). An&aacute;lise de dados para Ci&ecirc;ncias Sociais e Psicologia. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979226&pid=S1646-9895201500040000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Pereira, C. B. (2004). O marketing do lugarzinho: uma aplica&ccedil;&atilde;o explorat&oacute;ria da t&eacute;cnica de &iacute;ndice de pre&ccedil;os hed&ocirc;nicos a jovens consumidores de restaurantes na cidade de S&atilde;o Paulo. Tese de Doutoramento em Administra&ccedil;&atilde;o &ndash; Faculdade de Economia, Administra&ccedil;&atilde;o e Contabilidade, Universidade de S&atilde;o Paulo. S&atilde;o Paulo, 165.</p>     <!-- ref --><p>Quivy, R., &amp; Campenhoudt, L. V. (2005). Manual de Investiga&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Sociais, 4.&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o. Lisboa: Gradiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979229&pid=S1646-9895201500040000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Salvador, P., &amp; Rocha, &Aacute;. (2014). An assessment of content quality in websites of basic and secondary Portuguese schools. In <i>New Perspectives in Information Systems and Technologies</i>, (1), 71-82. Springer International Publishing. doi:10.1007/978-3-319-05951-8_8</p>     <!-- ref --><p>Sarmento, T. (2005). (RE) pensar a intera&ccedil;&atilde;o escola fam&iacute;lia. Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o, 18, 53-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979232&pid=S1646-9895201500040000900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sarmento, T., &amp; Marques, J. (2002). A Escola e os Pais, Cole&ccedil;&atilde;o Infans. Braga: Centro de Estudos da Crian&ccedil;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979234&pid=S1646-9895201500040000900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Silva, A. J. A., Pe&#769;rez Cota, M., &amp; Rocha, A. (2013). Electronic Handbook: Collaboration school-family in digital environments. In <i>Information Systems and Technologies (CISTI), 2013 8th Iberian Conference on</i> (pp. 1-6). IEEE.</p>     <!-- ref --><p>Silva, P. (2002). Escola-fam&iacute;lia: Tens&otilde;es e potencialidades de uma rela&ccedil;&atilde;o. in Jorge &Aacute;vila de Lima (Org.), Pais e Professores, Um Desafio &agrave; Coopera&ccedil;&atilde;o. Porto, Edi&ccedil;&otilde;es ASA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979237&pid=S1646-9895201500040000900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stevens, J. (1996). Applied multivariate statistics for the social sciences (3rd edn). Mahway, NJ: Lawrence Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979239&pid=S1646-9895201500040000900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tabachnik, B. G., &amp; Fidell, L. S. (2006). Using Multivariate Statistics. (5.th Ed.). Pearson Education.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979241&pid=S1646-9895201500040000900051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tuckman, B. W. (2005). Manual de investiga&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o, 3.&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979243&pid=S1646-9895201500040000900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Villas-Boas, M. (2000). A parceria entre a escola, a fam&iacute;lia e a comunidade: reuni&otilde;es de Pais. Lisboa: Edi&ccedil;&atilde;o do Departamento de Avalia&ccedil;&atilde;o Prospetiva e Planeamento do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979245&pid=S1646-9895201500040000900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Villas-Boas, M. (2001). Escola e fam&iacute;lia: uma rela&ccedil;&atilde;o produtiva de aprendizagem em sociedades multiculturais. Lisboa: Escola Superior Jo&atilde;o de Deus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=979247&pid=S1646-9895201500040000900054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido / Recibido: 11/10/2015</p>     <p>Aceitação /Aceptación: 10/11/2015</p>      ]]></body><back>
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