<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-9895</journal-id>
<journal-title><![CDATA[RISTI - Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[RISTI]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-9895</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[AISTI - Associação Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-98952018000300004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17013/risti.28.29-40</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tecnologia educacional para mediar práticas educativas sobre alimentação complementar na Amazônia: estudo de validação]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Educational technology to mediate educational practices on complementary feeding in the Amazon: validation study]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lujhon Rodrigues]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barreto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mateus Martins]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Girard]]></surname>
<given-names><![CDATA[Claudia Cristina Pinto]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elizabeth]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A2 "/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,Universidade do Estado Pará  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Abaetuba PA]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="AA2">
<institution><![CDATA[,ULBRA CEULM ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA3">
<institution><![CDATA[,Universidade do Estado do Amazônas  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<numero>28</numero>
<fpage>29</fpage>
<lpage>40</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-98952018000300004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-98952018000300004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-98952018000300004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O estudo teve como objetivo validar uma cartilha para mediar o ensino- aprendizagem de mães de crianças de seis a doze meses sobre a alimentação complementar. Pesquisa metodológica com abordagem mista, realizada na Universidade do Estado do Pará Campus XIII, no município de Tucuruí -PA. Foram participantes 13 juízes da área sócio humanística e da área da saúde. O instrumento de coleta de dados foi um questionário, aplicado no período de dezembro de 2016 a março de 2017. Para o cálculo do índice de validade de conteúdo foi utilizada a estatística descritiva comportamental e para a análise qualitativa a análise temática de convergência. A média dos escores dos itens analisados correspondeu a um IVC de 92%. O resultado apontou a adequação da tecnologia a também a necessidade de aprimoramento. Considerações finais: A tecnologia educacional foi considerada válida estatisticamente para ser usada pelos profissionais da saúde com o público-alvo.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study aimed to validate a primer to mediate the teaching-learning of mothers of children from six to twelve months on complementary feeding. Methodological research with mixed approach, held at the University of Pará Campus XIII, in the municipality of Tucuruí -PA. Thirteen judges from the socio- humanistic and health area were participants. The data collection instrument was a questionnaire, applied in the period from December 2016 to March 2017. For the calculation of the index of content validity was used descriptive behavioral statistics and for the qualitative analysis the thematic analysis of convergence. The mean of the items analyzed corresponded to a CVI of 92%. The result pointed to the suitability of the technology as well as the need for improvement. Final considerations: Educational technology was considered statistically valid for use by health professionals with the target audience.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Educação em saúde]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[tecnologia educacional]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[atenção básica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Health education]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[educational technology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[basic care]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p><font size="4"><b>Tecnologia   educacional para mediar pr&#225;ticas educativas sobre alimenta&#231;&#227;o complementar na   Amaz&#244;nia: estudo de valida&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Educational   technology to mediate educational practices on complementary feeding in the Amazon: validation study</b></font></p>     <p><b>Lujhon   RodriguesViana<sup>1</sup>, Mateus Martins Barreto<sup>2</sup>, Claudia Cristina Pinto   Girard<sup>3</sup>, Elizabeth   Teixeira<sup>4</sup></b></p>     <p><a href="mailto:enf.lujhonviana@mail.com"></a><sup>1</sup> Universidade do Estado Par&#225; Campus Tucuru&#237;-PA- UEPA, 68440-000 Abaetuba -PA- Brasil. <a href="mailto:enf.lujhonviana@mail.com">enf.lujhonviana@mail.com</a></p>     <p><sup>2</sup> Universidade do   Estado do Par&#225; Campus Tucuru&#237;-PA-UEPA, 68440-000 Abaetetuba -PA- Brasil. <a href="mailto:enfmateus2@gmail.com">enfmateus2@gmail.com</a></p>     <p><sup>3</sup> Universidade do   Estado do Par&#225; Campus Tucuru&#237;-PA-UEPA, 68464655 Tucuru&#237; -PA-Brasil. <a href="mailto:claudiarupali@gmail.com">claudiarupali@gmail.com</a></p>     <p><sup>4</sup> CEULM-ULBRA e   Universidade do Estado do Amaz&#244;nas. <a href="mailto:etfelipe@hotmail.com">etfelipe@hotmail.com</a></p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> O estudo   teve como objetivo validar uma cartilha para mediar o ensino- aprendizagem de   m&#227;es de crian&#231;as de seis a doze meses sobre a alimenta&#231;&#227;o complementar.   Pesquisa metodol&#243;gica com abordagem mista, realizada na Universidade do Estado   do Par&#225; Campus XIII, no munic&#237;pio de Tucuru&#237; -PA. Foram participantes 13 ju&#237;zes   da &#225;rea s&#243;cio human&#237;stica e da &#225;rea da sa&#250;de. O instrumento de coleta de dados   foi um question&#225;rio, aplicado no per&#237;odo de dezembro de 2016 a mar&#231;o de 2017.   Para o c&#225;lculo do &#237;ndice de validade de conte&#250;do foi utilizada a   estat&#237;stica descritiva comportamental e para a an&#225;lise qualitativa a an&#225;lise   tem&#225;tica de converg&#234;ncia. A m&#233;dia dos escores dos itens analisados correspondeu   a um IVC de 92%. O resultado apontou a adequa&#231;&#227;o da tecnologia a tamb&#233;m a   necessidade de aprimoramento. Considera&#231;&#245;es finais: A tecnologia educacional   foi considerada v&#225;lida estatisticamente para ser usada pelos profissionais da   sa&#250;de com o p&#250;blico-alvo.</p>     <p><b>Palavras-chave</b>:   Educa&#231;&#227;o em sa&#250;de; tecnologia educacional; aten&#231;&#227;o b&#225;sica</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p> The   study aimed to validate a primer to mediate the teaching-learning of mothers of   children from six to twelve months on complementary feeding. Methodological   research with mixed approach, held at the University of Par&#225; Campus XIII, in   the municipality of Tucuru&#237; -PA. Thirteen judges from the socio- humanistic and   health area were participants. The data collection instrument was a   questionnaire, applied in the period from December 2016 to March 2017. For   the calculation of the index of content validity was used descriptive   behavioral statistics and for the qualitative analysis the thematic analysis of   convergence.</p>     <p>The mean of the   items analyzed corresponded to a CVI of 92%. The result pointed to the   suitability of the technology as well as the need for improvement. Final   considerations: Educational technology was considered statistically valid for use   by health professionals with the target audience.</p>     <p><b>Keywords</b>: Health   education; educational technology; basic care</p>   <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>1. Introdu&#231;&#227;o</p>     <p>A alimenta&#231;&#227;o   complementar (AC) se caracteriza pelo conjunto de alimentos oferecidos aos   lactentes para complementar as diversas qualidades nutricionais do leite   materno. A introdu&#231;&#227;o de novos alimentos na alimenta&#231;&#227;o da crian&#231;a &#233; de extrema   import&#226;ncia para o seu crescimento adequado, no entanto, deve-se considerar o   per&#237;odo correto para a introdu&#231;&#227;o (Brasil, 2009).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A crian&#231;a deve   ser nutrida somente com o leite materno at&#233; o sexto m&#234;s, ap&#243;s esse per&#237;odo,   outros alimentos devem ser inseridos de forma complementar &#224; amamenta&#231;&#227;o. A   inser&#231;&#227;o gradativa, deve ter preparo especial para a crian&#231;a, at&#233; que a mesma   possa receber a alimenta&#231;&#227;o semelhante da fam&#237;lia (Brasil, 2009).</p>     <p>Nas &#250;ltimas   d&#233;cadas, ocorreram mudan&#231;as na cultura alimentar dos brasileiros, houve um   aumento significativo no consumo de alimentos superprocessados, reduzindo o   consumo de alimentos naturais (Helman, 2009).</p>     <p>Na regi&#227;o norte,   na abrang&#234;ncia da Amaz&#244;nia Legal, observa-se ainda a presen&#231;a de desnutri&#231;&#227;o   cr&#244;nica, que &#233; um dos agravantes da alimenta&#231;&#227;o insuficiente. Entre os grupos   de crian&#231;as mais suscet&#237;veis, est&#227;o as ind&#237;genas e quilombolas (Brasil, 2012).</p>     <p>Nas &#250;ltimas tr&#234;s   d&#233;cadas observou-se que no Brasil houve o decr&#233;scimo da desnutri&#231;&#227;o infantil,   sendo representado por 1,5% das crian&#231;as (Brasil, 2012). Na regi&#227;o norte a   desnutri&#231;&#227;o cr&#244;nica prossegue em 16% no programa bolsa fam&#237;lia, e em grupos   mais suscet&#237;veis como ind&#237;genas e quilombolas, o &#237;ndice de desnutri&#231;&#227;o &#233; de 26%   e 14,8% respectivamente (Brasil, 2012).</p>     <p>O sobrepeso e a   obesidade infantil s&#227;o fatores de risco para o desenvolvimento de doen&#231;as   cr&#244;nicas n&#227;o transmiss&#237;veis, sendo a principal causa de morbimortalidade no   Brasil (Brasil, 2012).</p>     <p>As influ&#234;ncias   diretas do mercado de trabalho e da globaliza&#231;&#227;o fizeram surgir alternativas na   ind&#250;stria aliment&#237;cia, favorecendo o acesso a alimentos industrializados e a   difus&#227;o de g&#234;neros aliment&#237;cios geneticamente modificados, instaurando um novo   estilo alimentar n&#227;o saud&#225;vel e que favorecem o desaparecimento gradativo da   cultura alimentar regionalizado (Helman, 2009).</p>     <p>O novo padr&#227;o de   consumo alimentar influencia na escolha os alimentos que ser&#227;o ofertados ao   lactente a partir de sexto m&#234;s de vida, quando a alimenta&#231;&#227;o complementar deve   ser iniciada. At&#233; o sexto m&#234;s &#233; recomendado o aleitamento materno exclusivo sem   incluir qualquer alimento s&#243;lidos, l&#237;quidos ou pastosos. A alimenta&#231;&#227;o   complementar &#233; indicada pois a crian&#231;a j&#225; possui os reflexos de degluti&#231;&#227;o e   lingual, come&#231;am a matura&#231;&#227;o muscular-esquel&#233;tico para a sustenta&#231;&#227;o da cabe&#231;a   e o surgimento dos primeiros dentes (Brasil, 2013).</p>     <p>A Pol&#237;tica   Nacional de Aten&#231;&#227;o Integral &#224; Sa&#250;de da Crian&#231;a (PNAISC), tem a finalidade de   proteger, promover a sa&#250;de da crian&#231;a, com uma aten&#231;&#227;o maior na primeira   estimulando o aleitamento materno e a AC, com o objetivo de diminuir a   morbimortalidade e criando condi&#231;&#245;es prop&#237;cias para uma boa exist&#234;ncia e   desenvolvimento, atrav&#233;s de uma assist&#234;ncia integral (Brasil, 2015).</p>     <p>A crian&#231;a tem   direito &#224; alimenta&#231;&#227;o, segundo a declara&#231;&#227;o dos direitos universais e a PNAISC   estabelece como a&#231;&#245;es estrat&#233;gicas o aleitamento materno e a alimenta&#231;&#227;o   complementar saud&#225;vel.</p>     <p>A educa&#231;&#227;o em   sa&#250;de &#233; um campo de pr&#225;ticas e de conhecimentos do &#226;mbito da sa&#250;de que tem se   ocupado mais diretamente com a cria&#231;&#227;o de v&#237;nculos entre a a&#231;&#227;o assistencial e   o pensar e fazer cotidiano da popula&#231;&#227;o (Brasil, 2007).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No per&#237;odo   militar, na d&#233;cada de 60, o sistema de sa&#250;de imposto fortalecia o   assistencialismo m&#233;dico e n&#227;o permitia a pr&#225;tica da educa&#231;&#227;o em sa&#250;de com a   participa&#231;&#227;o popular (Brasil, 2007), por&#233;m a partir da d&#233;cada de 70, novos   modelos de educa&#231;&#227;o, mais participativos vem sendo discutidos no contexto   social (Freire, 2011).</p>     <p>O termo   conscientiza&#231;&#227;o &#233; referido como uma necessidade do desvelamento da realidade de   forma objetiva cr&#237;tica e desafiadora pelas massas populares para obter a   transforma&#231;&#227;o (Freire, 2011).</p>     <p>Em sua vasta obra   este autor defende uma educa&#231;&#227;o problematizadora e libertadora que enfatiza o   aprendizado que implica a a&#231;&#227;o e a reflex&#227;o dos homens sobre o mundo, em um   processo interativo entre educador-educando e educando-educador, pois ambos   aprendem em uma rela&#231;&#227;o dial&#243;gica e humanista e que produz o empoderamento   (Freire, 2011).</p>     <p>O empoderamento   implica na conquista da liberdade, autonomia e supera&#231;&#227;o do estado de   subordina&#231;&#227;o, sendo um processo ativo que &#233; realizado pela pr&#243;pria pessoa, que   evolui os indiv&#237;duos atrav&#233;s de mudan&#231;as e a&#231;&#245;es que a levam a evoluir e se   fortalecer. A pessoa empoderada realiza as mudan&#231;as necess&#225;rias para seu   fortalecimento (Valoura, 2005/2006).</p>     <p>&#201; importante que   o enfermeiro realize a&#231;&#245;es de educa&#231;&#227;o em sa&#250;de e para tal, necessita   compreender o significado do alimento, que &#233; mais que uma fonte de nutri&#231;&#227;o,   mas uma forma de expressar aspectos sociais, religiosos e econ&#244;micos (Helman,   2009).</p>     <p>O uso de   tecnologias como mediadoras do processo ensino-aprendizagem em a&#231;&#245;es de   educa&#231;&#227;o em sa&#250;de, favorece o processo participativo com a comunidade, desde   que as necessidades dos atores sociais seja o ponto de partida para a   produ&#231;&#227;o. O uso de tecnologia educacional numa perspectiva emancipat&#243;ria &#233; n&#227;o   se limitar ao mero uso como um equipamento, mas como o conjunto sistem&#225;tico de   procedimentos que torna poss&#237;vel o planejamento, a execu&#231;&#227;o e a avalia&#231;&#227;o da   educa&#231;&#227;o em sa&#250;de e que permite o indiv&#237;duo a pensar, refletir, agir,   tornando-o sujeito de seu pr&#243;prio processo existencial (Niestche et al, 2012).</p>     <p>Tais reflex&#245;es   levaram uma das autoras, entre 2013 a 2015, a produzir e posteriormente validar   uma tecnologia do tipo cartilha. A produ&#231;&#227;o foi com base em evid&#234;ncias da   literatura e um estudo explorat&#243;rio descritivo com abordagem qualitativa que   teve como objetivo compreender as experi&#234;ncias, perspectivas e expectativas de   m&#227;es e enfermeiras sobre alimenta&#231;&#227;o   complementar da crian&#231;a de seis a doze meses (Girard, 2015; Viana, Barreto,   Girard, &amp; Teixeira, 2018).</p>     <p>A cartilha,   denominada &#8220;Alimenta&#231;&#227;o Complementar da crian&#231;a de 06 a 12 meses: O que &#233;   importante saber&#8221; foi composta por uma capa e 27 p&#225;ginas, com margens superior   e inferior 2,5cm, esquerda e direita 3cm. Cada p&#225;gina continha textos e at&#233; 06   imagens, totalizando 43 ilustra&#231;&#245;es ao todo. Quanto ao conte&#250;do, a cartilha foi   organizada em 04 partes assim denominadas: O que &#233; alimenta&#231;&#227;o complementar e   higiene alimentar; composi&#231;&#227;o dos grupos dos alimentos; sele&#231;&#227;o e quantidade de   alimentos e receitas para o preparo dos alimentos.</p>     <p>A referida   constru&#231;&#227;o emergiu de uma disserta&#231;&#227;o de mestrado realizada no Curso de   Mestrado Associado em Enfermagem da Universidade do Estado do Par&#225; e   Universidade Federal do Amazonas (Girard, 2015).</p>     <p>Diante do   exposto, tendo como refer&#234;ncia a cartilha produzida, buscou-se resposta &#224;   seguinte quest&#227;o de pesquisa: a cartilha sobre alimenta&#231;&#227;o complementar para   m&#227;es de crian&#231;as de seis a doze meses &#233; adequada e v&#225;lida segundo ju&#237;zes-   especialistas?</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este estudo teve   como objetivos: Validar uma cartilha para mediaro ensino-aprendizagem de m&#227;es   de crian&#231;as de seis a doze meses sobre alimenta&#231;&#227;o complementar e verificar se   a cartilha &#233; um instrumento estatisticamente v&#225;lido para ser usado com o   p&#250;blico-alvo segundo os ju&#237;zes- especialistas.</p>     <p>2. Metodologia</p>     <p>Trata-se de um   estudo de valida&#231;&#227;o de conte&#250;do, do tipo pesquisa metodol&#243;gica com abordagem   mista. Os estudos metodol&#243;gicos tratam do desenvolvimento, da valida&#231;&#227;o e da   avalia&#231;&#227;o de ferramentas e m&#233;todos de pesquisa (Polit &amp; Beck, 2011).</p>     <p>O processo de   valida&#231;&#227;o ocorreu na Universidade do Estado do Par&#225; Campus XIII, no munic&#237;pio   de Tucuru&#237; -PA. Tucuru&#237; &#233; um munic&#237;pio situado &#224; margem do rio Tocantins, no   sudeste do Par&#225; a 420 km da capital, na Amaz&#244;nia Legal, com popula&#231;&#227;o de &#225;rea   urbana e rural em torno de 100.000 habitantes (Instituto Brasileiro de   Geografia e Estat&#237;stica [IBGE], 2012).</p>     <p>Os participantes   da pesquisa foram selecionados por atuarem na aten&#231;&#227;o b&#225;sica e tamb&#233;m na   doc&#234;ncia. A op&#231;&#227;o por esses campos de atua&#231;&#227;o se deu pelo fato desses locais   desenvolverem tanto o ensino-aprendizagem como a assist&#234;ncia &#224; crian&#231;a.</p>     <p>Os participantes   deste estudo foram 13 profissionais, denominados de ju&#237;zes da &#225;rea s&#243;cio   human&#237;stica (dois pedagogos, um licenciado em l&#237;ngua portuguesa, um   publicit&#225;rio e um tecn&#243;logo da informa&#231;&#227;o) e ju&#237;zes da &#225;rea da sa&#250;de (quatro   enfermeiros, dois nutricionistas, dois m&#233;dicos).</p>     <p>Os ju&#237;zes da &#225;rea   da sa&#250;de inclu&#237;dos atuavam no m&#237;nimo cinco anos com o programa sa&#250;de da crian&#231;a   e tinham p&#243;s-gradua&#231;&#227;o em sa&#250;de p&#250;blica, pediatria ou nutri&#231;&#227;o; os ju&#237;zes de   outras &#225;reas tinham experiencia na &#225;rea no m&#237;nimo h&#225; tr&#234;s anos. Os ju&#237;zes foram   selecionados previamente por an&#225;lise dos curr&#237;culos lattes, feita no website   Plataforma Lattes. De acordo com os crit&#233;rios de sele&#231;&#227;o, frente ao perfil da   pesquisa, foram convidados pessoalmente, por e-mail ou contatados por telefone.</p>     <p>Identificou-se os   ju&#237;zes de outras &#225;reas, utilizando c&#243;digos com as 2 letras JO, seguidas de   numera&#231;&#227;o crescente da seguinte forma: JO1, JO2, JO3, JO4 e JO5. Os Ju&#237;zes da   &#225;rea da sa&#250;de foram identificados com as 2 letras JE para enfermeiros, JM para   m&#233;dicos, JN para nutricionistas, seguida de numera&#231;&#227;o crescente: JE1, JE2, JE3,   JE4, JM1, JM2, JN1, JN2. O grupo composto por ju&#237;zes, ou seja, profissionais,   &#8220;experts&#8221;, devem ser efetivamente engajados na &#225;rea onde est&#225; se desenvolvendo   o estudo (Scarparo et al, 2012).</p>     <p>O instrumento de   coleta de dados foi um question&#225;rio, sugerido por Teixeira, (2011) e   organizado segundo uma escala de Likert, com itens distribu&#237;dos em tr&#234;s blocos,   contendo perguntas relacionadas &#224; avalia&#231;&#227;o do conte&#250;do da tecnologia   educativa.</p>     <p>A escala de   Likert &#233; uma t&#233;cnica que classifica e expressa um ponto de vista sobre um   determinado t&#243;pico, possuindo v&#225;rias declara&#231;&#245;es (itens). Nesta abordagem os   participantes podem indicar at&#233; que ponto concordavam ou discordavam da   declara&#231;&#227;o (Polit &amp; Beck, 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O question&#225;rio,   dividido em 3 blocos, continha os seguintes itens: a) objetivos: correspondia   aos prop&#243;sitos, metas ou fins que se desejava atingir com a utiliza&#231;&#227;o da tecnologia   educativa; b) estrutura e apresenta&#231;&#227;o: referia-se &#224; forma de apresentar as   orienta&#231;&#245;es. Isto inclu&#237;a sua organiza&#231;&#227;o geral, estrutura, estrat&#233;gia de   apresenta&#231;&#227;o, coer&#234;ncia e formata&#231;&#227;o; c) relev&#226;ncia: referia-se &#224;s   caracter&#237;sticas que avaliavam o grau de significa&#231;&#227;o do material educativo   apresentado.</p>     <p>Os ju&#237;zes levaram   em considera&#231;&#227;o as pontua&#231;&#245;es adotadas para o julgamento da TE (1, 2, 3 ou 4)   e seguiram a escala contendo 4 graus de valora&#231;&#227;o, onde 1 representava   totalmente adequada (TA), 2 adequada (A), 3 parcialmente adequada (PA) e 4   inadequada (I). O question&#225;rio tamb&#233;m oferecia espa&#231;os para anota&#231;&#245;es ou   considera&#231;&#245;es e/ou sugest&#245;es de cada participante do estudo. Este estudo foi   submetido e aprovado pelo Comit&#234; de &#233;tica sob o Parecer CAAE 598707160000051170.   A pesquisa foi realizada em etapas, a seguir descritas.</p>     <p>2.1. Primeira   Etapa</p>     <p>Identifica&#231;&#227;o e   convite aos ju&#237;zes: os especialistas que aceitaram participar da pesquisa   assinaram receberam um KIT valida&#231;&#227;o (em um envelope) contendo: carta convite   (Ap&#234;ndice B), exemplar da Tecnologia Educativa, TCLE e Question&#225;rio de   avalia&#231;&#227;o da TE. Foi estabelecido um prazo com os ju&#237;zes para o retorno do   instrumento de coleta de dados (KIT valida&#231;&#227;o) de 15 a 20 dias.</p>     <p>2.2. Segunda   Etapa</p>     <p>Valida&#231;&#227;o de   conte&#250;do: obten&#231;&#227;o das respostas que indicavam o n&#237;vel espec&#237;fico de   concord&#226;ncia ou discord&#226;ncia com cada declara&#231;&#227;o. Obten&#231;&#227;o das sugest&#245;es e   opini&#245;es (Polit &amp; Beck, 2011).</p>     <p>O primeiro grupo   de ju&#237;zes nomeados &#8220;ju&#237;zes de outras &#225;reas&#8221; foram importantes no julgamento   referente &#224; organiza&#231;&#227;o, processo de forma&#231;&#227;o cultural e transmiss&#227;o dos   saberes; linguagem, grafismo, diagrama&#231;&#227;o, comunica&#231;&#227;o visual; avalia&#231;&#227;o da   arte, linguagem expressiva e forma de conhecimento; repasse de informa&#231;&#245;es;   layouts das apresenta&#231;&#245;es.</p>     <p>O segundo grupo   de ju&#237;zes nomeados &#8220;ju&#237;zes da &#225;rea da sa&#250;de&#8221;, foram importantes para o processo de   valida&#231;&#227;o do conte&#250;do espec&#237;fico abordado na TE.</p>     <p>2.3. Terceira   Etapa</p>     <p>An&#225;lise   quantitativa: foi considerado para o c&#225;lculo do &#205;ndice de Validade de Conte&#250;do   (IVC), concord&#226;ncia m&#237;nima de 80%, (Pasquali, 2009). O IVC foi obtido com a   soma das respostas TA e A. Os c&#225;lculos foram realizados manualmente. A   estat&#237;stica descritiva permitiu a adequa&#231;&#227;o da representa&#231;&#227;o comportamental dos   itens e as m&#233;dias da concord&#226;ncia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na observa&#231;&#227;o da   tend&#234;ncia das respostas, se concordantes ou discordantes, a inten&#231;&#227;o foi   verificar a valora&#231;&#227;o que obteve a maioria das respostas, para que se tornasse   poss&#237;vel inferir se houve ou n&#227;o indica&#231;&#227;o significativa de discord&#226;ncia em   cada um dos blocos do formul&#225;rio.</p>     <p>Reagrupou-se as   op&#231;&#245;es de respostas de 1,2, 3 e 4 com 1 e 2 (+1), 3 (0) e 4 (-1). A resposta de   cada juiz poderia variar entre -1 e +1 e quanto mais pr&#243;xima de +1, maior a   concord&#226;ncia entre eles de que o item era pertinente (&#237;ndice de concord&#226;ncia).</p>     <p>2.4. Quarta Etapa</p>     <p>An&#225;lise   qualitativa: foi realizada mediante an&#225;lise tem&#225;tica de converg&#234;ncia,   considerando o consenso dos coment&#225;rios, sugest&#245;es, pontos de vista e ideias   registradas no question&#225;rio.</p>     <p>2.5. Quinta Etapa</p>     <p>Elabora&#231;&#227;o da   segunda vers&#227;o da cartilha: consistiu na reconstru&#231;&#227;o da TE a partir das   considera&#231;&#245;es dos ju&#237;zes especialistas.</p>     <p>3. Resultado e   discuss&#227;o</p>     <p>3.1. Perfil dos   Ju&#237;zes</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/rist/n28/28a04q1.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Percebe-se que os   &#8220;ju&#237;zes de outras &#225;reas&#8221; possu&#237;am idade entre 29 a 48 anos, com forma&#231;&#227;o no   tempo m&#237;nimo de 4 anos e no m&#225;ximo 20 anos. O tempo de atua&#231;&#227;o na &#225;rea entre 3   a 20 anos. O juiz com maior titula&#231;&#227;o era mestre. O n&#250;mero total de ju&#237;zes   desse grupo foram 5 e 60% atuavam na doc&#234;ncia.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/rist/n28/28a04q2.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Constata-se que   os &#8220;ju&#237;zes da &#225;rea da sa&#250;de&#8221; t&#234;m idade entre 41 a 49 anos. Em rela&#231;&#227;o ao tempo   de forma&#231;&#227;o, dos 8 ju&#237;zes, 4 se se graduaram entre 13- 19 anos (50%), e 4 entre   h&#225; 21- 30 anos (50%). Quanto &#224; titula&#231;&#227;o e tempo de atua&#231;&#227;o, 3 profissionais   s&#227;o especialistas em pediatria (37,50%), sendo 1 enfermeiro e 2 m&#233;dicos; 2   destes profissionais atuam na &#225;rea entre 5- 15 anos.</p>     <p>Percebe-se que 4   ju&#237;zes s&#227;o especialistas em estrat&#233;gia de sa&#250;de da fam&#237;lia e/ou sa&#250;de p&#250;blica   (50%), sendo 1 nutricionista e 3 enfermeiros. Os 2 ju&#237;zes nutricionistas t&#234;m   especializa&#231;&#227;o em cl&#237;nicas (25%), sendo que um atua na &#225;rea h&#225; 19 anos e um n&#227;o   respondeu quanto ao tempo de atua&#231;&#227;o.</p>     <p>O perfil dos   ju&#237;zes quando a p&#243;s-gradua&#231;&#227;o aponta que 12,50% t&#234;m forma&#231;&#227;o strictu- sensu e   100% lato-sensu; o maior grau &#233; de mestrado, o que evidencia a possibilidade de   uma avalia&#231;&#227;o afirmada num olhar te&#243;rico-cient&#237;fico-metodol&#243;gico.</p>     <p>Notou-se   predom&#237;nio de ju&#237;zes com experi&#234;ncia e especializados na &#225;rea da pediatria,   sa&#250;de da fam&#237;lia e nutri&#231;&#227;o, o que favoreceu o processo de valida&#231;&#227;o no que   concerne ao discernimento sobre o conte&#250;do da tecnologia educativa.</p>     <p>3.2. Blocos   Avaliados</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>3.2.1. Bloco   Objetivo</p>     <p>Do total de   ju&#237;zes, 9 decidiram por assinalar e comentar e 4 apenas assinalar. Assim,   verificou-se os seguintes resultados: 46 (70,76%) assinalaram totalmente   adequado, 14 (21,53%) adequado, 5 (7,69%) parcialmente adequado, e nenhum   assinalou inadequado. Dos 65 itens avaliados, 60 foram considerados TA e A,   obtendo-se um &#237;ndice de validade de conte&#250;do parcial de 92,29%.</p>     <p>Do total de   ju&#237;zes, 5 sugeriram ajustes conforme indicam algumas falas: a) &#8220;De modo geral a   cartilha vem somar conhecimentos para diversas &#225;reas e p&#250;blicos... a did&#225;tica &#233;   clara (J04)&#8221;; b) &#8220;As orienta&#231;&#245;es s&#227;o compat&#237;veis com orienta&#231;&#245;es pedi&#225;tricas em   todos os aspectos (JM1)&#8221;; c) &#8220;Considero de suma import&#226;ncia o conte&#250;do deste   material educativo... ajuda auxiliando aos pais e respons&#225;veis na alimenta&#231;&#227;o   dessa faixa et&#225;ria (J03)&#8221;; d) &#8220;Confere aceita&#231;&#227;o tornando assim a cartilha apta   quantos aos objetivos proposto (JE2)&#8221;.</p>     <p>As falas   demonstram que a TE poder&#225; contribuir no processo educativo sobre alimenta&#231;&#227;o   complementar, auxiliando profissionais, pais e cuidadores no momento da   introdu&#231;&#227;o de novos alimentos.</p>     <p>Segundo Cunha et   al (2017), a tecnologia &#233; o resultado de processos implementados a partir da   experi&#234;ncia e pesquisa cotidiana, para o desenvolvimento de um conjunto de   conhecimentos cient&#237;ficos, construindo ou n&#227;o produtos de materiais, com o   objetivo de provocar interven&#231;&#245;es para uma determinada situa&#231;&#227;o pr&#225;tica. A   aplica&#231;&#227;o de tais recursos pode potencializar o planejamento da educa&#231;&#227;o em sa&#250;de.</p>     <p>A educa&#231;&#227;o em   sa&#250;de &#233; um campo de ensino com trocas de experiencias, cujo interesse &#233;   incorpora&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es que promovam a sa&#250;de (Miranda &amp; Malagutti, 2010). No   Brasil a educa&#231;&#227;o em sa&#250;de vem sendo utilizada desde a d&#233;cada de 1920. Nesse   per&#237;odo, os profissionais utilizavam m&#233;todos de ensino verticalizados, para   combater e controlar doen&#231;as transmiss&#237;veis.</p>     <p>Atualmente, o   modelo de aten&#231;&#227;o &#224; sa&#250;de no Brasil, o Sistema &#218;nico de Sa&#250;de (SUS), exige uma   postura diferente para a educa&#231;&#227;o em sa&#250;de. Ao contr&#225;rio de m&#233;todos   verticalizados, as a&#231;&#245;es educativas devem produzir a cr&#237;tica capaz de suscitar   a autonomia dos indiv&#237;duos na promo&#231;&#227;o da sua sa&#250;de e da sua comunidade   (Freire, 2011).</p>     <p>Para obter mais   &#234;xito na educa&#231;&#227;o e sa&#250;de &#233; necess&#225;rio a associa&#231;&#227;o aos meios de comunica&#231;&#227;o   atuais. O uso de tecnologias validadas pode mediar o processo de ensino/   aprendizagem. Segundo Nietsche (2000), a tecnologia serve para gerar   conhecimento a serem socializados entre as pessoas, n&#227;o podem ser resumidas a   meros artefatos ou equipamentos que fa&#231;am a media&#231;&#227;o entre o pensamento e a   realiza&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es. Percebe-se que &#233; necess&#225;rio que o educador realize um   diagn&#243;stico da situa&#231;&#227;o educativa de seus educandos, ou seja conhe&#231;a a sua   realidade, respeite seus saberes, desta maneira poder&#225; realizar educa&#231;&#227;o em   sa&#250;de. O uso de tecnologias validadas pode favorecer a troca de saberes e a   constru&#231;&#227;o de um ensino compartilhado.</p>     <p>3.2.2. Bloco   Estrutura e Apresenta&#231;&#227;o</p>     <p>O n&#237;vel de   concord&#226;ncia dos ju&#237;zes nos itens avaliados foi de 104 (68,42%) para totalmente   adequado 35 (23,02%) para adequado, 12 (7,89%) para parcialmente adequado e 1 (0,65%) para   inadequado.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dos 152 itens   avaliados 139 (91,44%) foram assinalados como TA e A, enfatizando-se que a TE &#233;   v&#225;lida em rela&#231;&#227;o &#224; sua estrutura e apresenta&#231;&#227;o, obtendo-se um &#237;ndice de   validade de conte&#250;do parcial de 91, 44 % (0,9).</p>     <p>Dos ju&#237;zes que   realizaram coment&#225;rios, 7 sugeriram altera&#231;&#245;es na TE: a) &#8220;Faltou uma formata&#231;&#227;o   adequada (Item 2.9)... algumas imagens estavam com tamanhos diferentes e   apagadas (Item 2.10&#8221; (JO3); b) &#8220;Talvez uma capa dura ajudasse na durabilidade   do material&#8221; (JO4); c) &#8220;Sugiro uma reorganiza&#231;&#227;o nas gravuras para que tomem um   aspecto mais l&#250;dico&#8221; (JO1); d) &#8220;uma arte infantil ... podendo ser utilizados   v&#225;rios recursos do design gr&#225;fico &#8220; (JO5).</p>     <p>Percebe-se   segundo as falas, que a estrutura visual da tecnologia foi um aspecto muito   evidenciado e discutido pelos profissionais que a avaliaram. Houve sugest&#245;es   sobre a atualiza&#231;&#227;o do conte&#250;do, solicita&#231;&#245;es de ajustes de ortografia;   altera&#231;&#227;o no tamanho do t&#237;tulo;   solicita&#231;&#227;o de altera&#231;&#227;o de papel; solicita&#231;&#227;o para cooperar com a coer&#234;ncia   das informa&#231;&#245;es; solicita&#231;&#227;o de ajustes na formata&#231;&#227;o; solicita&#231;&#227;o de mudan&#231;as   nas imagens; altera&#231;&#245;es da capa, design, layout e arte.</p>     <p>A tecnologia   educacional &#233; aquela que agrupa meios de auxiliar a forma&#231;&#227;o de uma consci&#234;ncia   para a vida saud&#225;vel (Nietsche, Teixeira &amp; Medeiros, 2014). O cotidiano da   equipe multidisciplinar na aten&#231;&#227;o b&#225;sica carece de inova&#231;&#227;o, para fugir das   atividades mon&#243;tonas, que n&#227;o imp&#245;em o estimulo para a reflex&#227;o. Para que haja   promo&#231;&#227;o da sa&#250;de h&#225; a necessidade de novas interven&#231;&#245;es e estrat&#233;gias de   mudan&#231;a nos modelos tecnoassistenciais, novos saberes e fazeres que ampliem a   qualidade de sa&#250;de e vida da popula&#231;&#227;o, com vista &#224; interven&#231;&#245;es educativas   que conduzam o p&#250;blico alvo &#224; compreens&#227;o do processo sa&#250;de-doen&#231;a (Silva et   al, 2008).</p>     <p>A PNAISC   estabelece que a crian&#231;a tem direito &#224; vida e a sa&#250;de. A aten&#231;&#227;o b&#225;sica se   insere nas diretrizes atrav&#233;s da promo&#231;&#227;o e acompanhamento do crescimento e do   desenvolvimento integral e atrav&#233;s de medidas que estimulem e promovam o   aleitamento materno e a alimenta&#231;&#227;o complementar (Brasil, 2015).</p>     <p>&#201; pertinente   as considera&#231;&#245;es dos ju&#237;zes especialistas, visto que h&#225; necessidade de   implementa&#231;&#227;o dos recursos na promo&#231;&#227;o &#224; sa&#250;de. Segundo Nietsche (2011), a   tecnologia permite uma reestrutura&#231;&#227;o na vida dos sujeitos, por&#233;m n&#227;o implica   em mudan&#231;as de pensamento se n&#227;o houver aspectos est&#233;ticos, filos&#243;ficos,   sociais, &#233;ticos, morais e espirituais envolvidos.</p>     <p>Em um estudo   (Barbosa et al, 2015), descreve-se que as tecnologias educacionais s&#227;o   incontest&#225;veis nas interven&#231;&#245;es educativas. As evid&#234;ncias deste estudo revelam   que &#233; necess&#225;rio contextualizar as necessidades do p&#250;blico alvo, e que cabe ao   profissional de sa&#250;de determinar qual tipo de tecnologia &#233; o mais pertinente.   As tecnologias como folhetos, cartilhas, revistas facilitam o acesso &#224;s   informa&#231;&#245;es.</p>     <p>Em um estudo   realizado por Carlos et al (2016), sobre a concep&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o de tecnologia   para a promo&#231;&#227;o da sa&#250;de vocal, a estrutura visual do aplicativo foi muito   evidenciada entre os que a avaliaram, pois segundo os autores o layout funciona   como porta de entrada para que o leitor se interesse pelo conte&#250;do. Em um   estudo de valida&#231;&#227;o de um &#225;lbum seriado, os ju&#237;zes solicitaram altera&#231;&#245;es do   layout da TE. Observa-se que &#233; cada vez mais frequente a necessidade de   adequa&#231;&#227;o dos layouts das tecnologias educacionais (Saraiva, Medeiros &amp;   Ara&#250;jo, 2018).</p>     <p>A educa&#231;&#227;o em   sa&#250;de deve favorecer a troca de experi&#234;ncias entre educador e educando, e   considerar a sua realidade. Um estudo realizado por Mooz, Getz &amp; Ladner,   (2012), sobre educa&#231;&#227;o em sa&#250;de, percebeu-se que as informa&#231;&#245;es repassadas aos   usu&#225;rios n&#227;o eram compreendidas devido a baixa escolaridade dos mesmos.   Percebe-se a import&#226;ncia dos profissionais de sa&#250;de considerarem as   necessidades do p&#250;blico alvo e adequarem as tecnologias de acordo com as   necessidades de tais p&#250;blicos.</p>     <p>3.2.3. Bloco   Relev&#226;ncia</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Observou-se que   43 (72,88%) assinalaram totalmente adequado, 13 (22,03%) adequado, 3 (5,08%)   parcialmente adequado e nenhum assinalou inadequado. Dos 59 itens avaliados, 56   foram assinalados TA e A, obtendo-se um &#237;ndice de validade de conte&#250;do parcial   de 95%.</p>     <p>Os coment&#225;rios   nesse bloco foram: a) &#8220;a cartilha &#233; uma forma de conscientizar tanto as m&#227;es   como profissionais da sa&#250;de para uma alimenta&#231;&#227;o saud&#225;vel nessa faixa et&#225;ria   dos beb&#234;s&#8221; (JO4); b) &#8220;a cartilha tem relev&#226;ncia significativa, e &#233; uma   tecnologia leve para educa&#231;&#227;o em sa&#250;de, otimizando conte&#250;dos que ajudam a   diminuir d&#250;vidas&#8221; (JE2); c) &#8220;sugiro o uso   deste material em postos de sa&#250;de, hospitais, clinicas m&#233;dicas, etc., beneficiando   principalmente as crian&#231;as&#8221; (JE2).</p>     <p>Tais falas   demonstram a import&#226;ncia da cartilha para os ju&#237;zes e sua contribui&#231;&#227;o &#224;   educa&#231;&#227;o em sa&#250;de com os pais no que concerne a AC. Percebe-se pelas falas que   a tecnologia tem relev&#226;ncia, por se tratar da promo&#231;&#227;o da alimenta&#231;&#227;o saud&#225;vel   da crian&#231;a e por possibilitar a reflex&#227;o do uso dos alimentos adequados na   faixa et&#225;ria de seis a doze meses.</p>     <p>A alimenta&#231;&#227;o   complementar s&#227;o alimentos que devem ser introduzidos a partir do sexto m&#234;s de   vida, e conforme a descri&#231;&#227;o &#233; a complementa&#231;&#227;o do aleitamento materno (Brasil,   2009).</p>     <p>A &#8220;chamada neonatal&#8221;,   pesquisa realizada pelo Minist&#233;rio da Sa&#250;de (Brasil, 2013), com o objetivo de   obter informa&#231;&#245;es sobre a qualidade da aten&#231;&#227;o ao pr&#233;-natal, parto, puerp&#233;rio,   morbidade materna e infantil, a partir de m&#227;es e crian&#231;as menores de um ano,   residentes nos munic&#237;pios participantes do Pacto pela Redu&#231;&#227;o da Mortalidade   Infantil no Nordeste e na Amaz&#244;nia Legal, apontou que o Par&#225; &#233; o estado de   maior preval&#234;ncia em AME em crian&#231;as menores de seis meses alcan&#231;ando &#237;ndices   de 53,5%, por&#233;m o tempo de perman&#234;ncia em AME ocorre em torno de 28 dias; 30%   das crian&#231;as no primeiro m&#234;s de vida j&#225; n&#227;o recebem AME; tais resultados   demonstram que muito cedo ocorre a introdu&#231;&#227;o de outros alimentos nessa regi&#227;o.</p>     <p>Segundo dados da   Pesquisa Nacional de Demografia e Sa&#250;de da Crian&#231;a e da mulher (PNDS), 14% das   crian&#231;as j&#225; s&#227;o alimentadas com alimentos semi s&#243;lidos aumentando essa   preval&#234;ncia para 30% ap&#243;s o quarto e quinto m&#234;s (Brasil, 2006).</p>     <p>No Brasil, a   aten&#231;&#227;o b&#225;sica apresenta uma modalidade de aten&#231;&#227;o oriunda das discuss&#245;es da   8&#170; Confer&#234;ncia Nacional da Sa&#250;de, dos princ&#237;pios da constitui&#231;&#227;o de   1988, e do SUS, sistema, que tem como princ&#237;pios universalidade, equidade e   integralidade da assist&#234;ncia.</p>     <p>Segundo Silva et   al (2008), esse modelo prioriza a aten&#231;&#227;o prim&#225;ria com &#234;nfase na promo&#231;&#227;o da   sa&#250;de, portanto &#233; relevante o uso de tecnologias validadas, a implanta&#231;&#227;o de um   processo educativo que favore&#231;a o uso da vertente educativa progressista e   tecnologias educativas que favore&#231;am as crian&#231;as da comunidade amaz&#244;nica sobre   AC.</p>     <p>4. Considera&#231;&#245;es   finais</p>     <p>Foi poss&#237;vel   inferir que a TE foi validada, atingindo um &#237;ndice de validade de conte&#250;do   geral de 92% entre os ju&#237;zes especialistas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A produ&#231;&#227;o de TE   validadas, na modalidade impressa, podem contribuir na educa&#231;&#227;o em sa&#250;de, uma   a&#231;&#227;o de extrema import&#226;ncia, principalmente quando se relaciona &#224; promo&#231;&#227;o da   sa&#250;de alimentar de popula&#231;&#245;es das regi&#245;es que necessitam melhorar indicadores   de sa&#250;de relacionados a sa&#250;de da crian&#231;a.</p>     <p>Os resultados do   estudo apontam para a necessidade do uso de TE validadas para mediar a educa&#231;&#227;o   entre profissionais da sa&#250;de, pais e cuidadores de crian&#231;as no momento da   transi&#231;&#227;o de novos alimentos.</p>     <p>Em rela&#231;&#227;o aos   coment&#225;rios e sugest&#245;es dos ju&#237;zes, estes contribu&#237;ram para o aprimoramento da   TE, e os ajustes resultantes facilitaram a produ&#231;&#227;o da 3&#170; vers&#227;o da cartilha,   agora adequada para mediar o agir dos profissionais com m&#227;es de crian&#231;as de   seis a doze meses.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2009).   Sa&#250;de da crian&#231;a: nutri&#231;&#227;oinfantil: aleitamento materno e alimenta&#231;&#227;o   complementar; 2009. Consultado em: <a href="http:/www.portal.saude.gov.br" target="_blank">http:/www.portal.saude.gov.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996376&pid=S1646-9895201800030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2009).   Centro Brasileiro de An&#225;lise e planejamento. Pesquisa Nacional de   Demografia e Sa&#250;de da Crian&#231;a e da mulher (PNDS). Consultado em:   <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnds_crianca_mulher.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnds_crianca_mulher.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996378&pid=S1646-9895201800030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2012).   Pol&#237;tica Nacional de Alimenta&#231;&#227;o e Nutri&#231;&#227;o. Bras&#237;lia: Minist&#233;rio da Sa&#250;de.   Consultado em: <a href="http:/www.portal.saude.gov.br" target="_blank">http:/www.portal.saude.gov.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996380&pid=S1646-9895201800030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brasil. (2013).   Chamada Neonatal: Avalia&#231;&#227;o da aten&#231;&#227;o ao pr&#233;-natal, ao parto e aos menores de   um ano na Amaz&#244;nia Legal e no Nordeste. Brasil, 2010. Bras&#237;lia (DF), 2013.   Consultado em: <a href="http//www.bvsms.saude.gov.br" target="_blank">http//www.bvsms.saude.gov.br</a></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2015).   Portaria N&#186; 1.130, de 5 de agosto de 2015. Consultado em:   <a href="http:/www.bvsms.saude.gov.br" target="_blank">http:/www.bvsms.saude.gov.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996383&pid=S1646-9895201800030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2016).   Sistema de vigil&#226;ncia alimentar e nutricional, 2016. Consultado em: <a href="http:/www.sisvan@.saude.gov.br" target="_blank">http:/www.sisvan@.saude.gov.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996385&pid=S1646-9895201800030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carlos, D. A. O.,   Magalh&#227;es, T. O., Filho, J. E. V., Silva, R. M., &amp; Brasil, C. C. P. (2016).   Concep&#231;&#227;o e Avalia&#231;&#227;o de Tecnologia mHealth para Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de Vocal.   RISTI-Revista Ib&#233;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&#231;&#227;o, (19), 46&#8211;60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996387&pid=S1646-9895201800030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cunha, G. H.,   Galv&#227;o, M. T. G., Pinheiro, P. N. C., &amp; Vieira, N. F. C. (2017). Health   literacy for people living with HIV/Aids: an integrative review. Rev Bras   Enferm, 70(1), 180&#8211;188. Consultado em: <a href="http://www.scielo.br" target="_blank">http://www.scielo.br</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996389&pid=S1646-9895201800030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Cunha, A de L.,   et al (2015). O professor de Matem&#225;tica do ensino m&#233;dio e as tecnologias de   informa&#231;&#227;o e comunica&#231;&#227;o nas escolas p&#250;blicas estaduais de Goi&#225;s. RISTI-   Revista Ib&#233;rica de Sistemas e Tecnologias de Informa&#231;&#227;o, (SPE4), 1&#8211;15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996391&pid=S1646-9895201800030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Freire, P.,   (2011). Pedagogia da autonomia: saberes necess&#225;rios &#224; pr&#225;tica educativa. (43.   ed). S&#227;o Paulo, SP: Paz e terra.</p>     <p>Girard, C.C.P.   (2015). Saberes e pr&#225;ticas de m&#227;es e enfermeiros sobre alimenta&#231;&#227;o   complementar. Disserta&#231;&#227;o de mestrado, Universidade do Estado   do Par&#225;, Universidade Federal do Amazonas, Bel&#233;m. Brasil. Consultado em:   <a href="https://paginas.uepa.br/ppgenf/files/DISSERTAO_CLAUDIA_GIRARD.pdf" target="_blank">https://paginas.uepa.br/ppgenf/files/DISSERTAO_CLAUDIA_GIRARD.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Helman, C. G.,   (2009). Cultura, sa&#250;de e doen&#231;a. (5 ed). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996395&pid=S1646-9895201800030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Instituto   Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (2012). Hist&#243;rico do munic&#237;pio de   Tucuru&#237;. Consultado em:   <a href="http:/www.ibge.gov.br/" target="_blank">http:/www.ibge.gov.br/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996397&pid=S1646-9895201800030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mooss, A.,   Brock-Getz, P., &amp; Ladner, R. (2013). A rela&#231;&#227;o entre alfabetiza&#231;&#227;o em   sa&#250;de, conhecimento do estado de sa&#250;de e cren&#231;as sobre transmiss&#227;o de HIV/AIDS   entre clientes de Ryan White em Miami. Health Education Journal, 72 (3),   292&#8211;299. Doi:10.1177/0017896912442952.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996399&pid=S1646-9895201800030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Miranda, S. M.   R., &amp; Malagutti, W. (2010). Educa&#231;&#227;o em sa&#250;de, (p. 312). S&#227;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996401&pid=S1646-9895201800030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nietsche, E. A.,   Lima, M. G. R., Rodrigues, M. G. S., Teixeira, J. A., Oliveira, B. N. B., Motta, C. A.,   Gribler, C. S., Gribler, V. M., Lucas, D. D. I., &amp; Farias, M. K. F. (2012).   Tecnologias inovadoras do cuidado em enfermagem. Rev. enferm. UFSM. 2(1),   182&#8211;189. Doi: 10.5902/217976923591.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996403&pid=S1646-9895201800030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pasquali, L.   (2009). Psicometria. Rev Esc Enferm USP. 43(spe), 992&#8211;999. Doi: 0.1590/   S0080-62342009000500002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996405&pid=S1646-9895201800030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Polit, D. F.,   &amp; Beck, C. T. (2011). Fundamentos de Pesquisa em enfermagem: Avalia&#231;&#227;o de   evid&#234;ncias para as pr&#225;ticas da enfermagem. (7 ed). Porto Alegre, RS: Artmed.</p>     <!-- ref --><p>Saraiva, N. C.   G., Medeiros, C. C. M., &amp; Ara&#250;jo, T. L. (2018). Valida&#231;&#227;o em s&#233;rie de   &#225;lbuns para promo&#231;&#227;o do controle de peso corporal infantil. Revista Latino-Americana   de Enfermagem, 26, (e2998). S&#237;tio web: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/1518-8345.2194.2998" target="_blank">https://dx.doi.org/10.1590/1518-8345.2194.2998</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996408&pid=S1646-9895201800030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, K. L.,   Sena, R. R., Gillo, M. J. C., Horta, N. C., &amp; Prado, P. M. C. (2009).   Educa&#231;&#227;o em enfermagem e os desafios para a promo&#231;&#227;o de sa&#250;de. Rev. bras.   enferm, 62(1), 86&#8211;91. Doi:10.1590/S0034-71672009000100013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996410&pid=S1646-9895201800030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scarparo, A. F.,   et al. (2012). Reflex&#245;es sobre o uso da T&#233;cnica Delphi em pesquisas de   enfermagem. S&#237;tio web: <a href="http://www.periodicos.ufc.br/rene/article/download/3803/3000" target="_blank">http://www.periodicos.ufc.br/rene/article/download/3803/3000</a>. Acesso em 08 abril 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996412&pid=S1646-9895201800030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Teixeira, E.,   &amp; Mota, V. M. S. S., (2011). Tecnologias educacionais em foco. (1&#170; Ed). S&#227;o   Caetano do Sul, SP: Difus&#227;o.</p>     <!-- ref --><p>United Nations   Children&#8217;s Fund (2016). Nutritional companion to breastfeeding after 6 months.   S&#237;tio web: <a href="http://www.unicef.org/programme/breastfeeding/food.htm" target="_blank">http://www.unicef.org/programme/breastfeeding/food.htm</a>. Acesso em: 29   fev. 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996415&pid=S1646-9895201800030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Valoura, L. C.   (2005/2006). Paulo Freire, o educador brasileiro autor do termo Empoderamento,   em seu sentido transformador. S&#237;tio web: <a href="http://www.otics.org/" target="_blank">http://www.otics.org/</a>. Acesso em: 12   ago. 2018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996417&pid=S1646-9895201800030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Viana, L. R.,   Barreto, M. M., Girard, C. C. P., &amp; Teixeira, E. (2018). Tecnologia   Educacional para Mediar a Alimenta&#231;&#227;o Complementar na Amaz&#244;nia: Estudo de   Valida&#231;&#227;o. Em: Anais do 7&#186; Congresso Ibero-Americano em Investiga&#231;&#227;o   Qualitativa - CIAIQ. Fortaleza, CE, Brasil. 2, 1312&#8211;1317. ISBN:   978-972-8914-83-7.</p>     <!-- ref --><p>World Health   Organization (2000). Collaborative Study Team on the Role of Breastfeeding on   the Prevention of Infant Mortality. Lancet, 355 (9202), 451&#8211;5. S&#237;tio web:   <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10841125" target="_blank">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10841125</a>. Acesso em: 05 mai. 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=996420&pid=S1646-9895201800030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido/Submission: 11/07/2018 </p>     <p>Aceita&ccedil;&atilde;o/Acceptance: 20/09/2018</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Saúde da criança: nutriçãoinfantil: aleitamento materno e alimentação complementar; 2009]]></source>
<year>2009</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Centro Brasileiro de Análise e planejamento: Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da mulher (PNDS)]]></source>
<year>2009</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde]]></source>
<year>2012</year>
<month>)</month>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Chamada Neonatal: Avaliação da atenção ao pré-natal, ao parto e aos menores de um ano na Amazônia Legal e no Nordeste. Brasil, 2010]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Portaria Nº 1.130, de 5 de agosto de 2015]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil</collab>
<source><![CDATA[Sistema de vigilância alimentar e nutricional, 2016]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carlos]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Magalhães]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brasil]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Concepção e Avaliação de Tecnologia mHealth para Promoção da Saúde Vocal]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI-Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2016</year>
<numero>19</numero>
<issue>19</issue>
<page-range>46-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galvão]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health literacy for people living with HIV/Aids: an integrative review]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Enferm]]></source>
<year>2017</year>
<volume>70</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>180-188</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[A de L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O professor de Matemática do ensino médio e as tecnologias de informação e comunicação nas escolas públicas estaduais de Goiás]]></article-title>
<source><![CDATA[RISTI- Revista Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação]]></source>
<year>2015</year>
<numero>SPE4</numero>
<issue>SPE4</issue>
<page-range>1-15</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freire]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.,]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa]]></source>
<year>2011</year>
<edition>43</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Paz e terra]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Girard]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.C.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Saberes e práticas de mães e enfermeiros sobre alimentação complementar]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Helman]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.,]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Cultura, saúde e doença]]></source>
<year>2009</year>
<edition>5</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</collab>
<source><![CDATA[Histórico do município de Tucuruí]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mooss]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brock-Getz]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ladner]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A relação entre alfabetização em saúde, conhecimento do estado de saúde e crenças sobre transmissão de HIV/AIDS entre clientes de Ryan White em Miami]]></article-title>
<source><![CDATA[Health Education Journal]]></source>
<year>2013</year>
<volume>72</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>292-299</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Malagutti]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Educação em saúde]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>312</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Phorte]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nietsche]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. N. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Motta]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gribler]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gribler]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lucas]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D. I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Farias]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. K. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tecnologias inovadoras do cuidado em enfermagem]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev enferm UFSM]]></source>
<year>2012</year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>182-189</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pasquali]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Psicometria]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Esc Enferm USP]]></source>
<year>2009</year>
<volume>43</volume>
<numero>spe</numero>
<issue>spe</issue>
<page-range>992-999</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Polit]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beck]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fundamentos de Pesquisa em enfermagem: Avaliação de evidências para as práticas da enfermagem]]></source>
<year>2011</year>
<edition>7</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Saraiva]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Medeiros]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Araújo]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Validação em série de álbuns para promoção do controle de peso corporal infantil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Latino-Americana de Enfermagem]]></source>
<year>2018</year>
<volume>26</volume>
<numero>e2998</numero>
<issue>e2998</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sena]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Horta]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Prado]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Educação em enfermagem e os desafios para a promoção de saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. bras. enferm]]></source>
<year>2009</year>
<volume>62</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>86-91</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Scarparo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Reflexões sobre o uso da Técnica Delphi em pesquisas de enfermagem]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M. S. S.,]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tecnologias educacionais em foco]]></source>
<year>2011</year>
<edition>1</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Caetano do Sul ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Difusão]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>United Nations Children’s Fund</collab>
<source><![CDATA[Nutritional companion to breastfeeding after 6 months]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valoura]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Paulo Freire, o educador brasileiro autor do termo Empoderamento, em seu sentido transformador]]></source>
<year>2005</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barreto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Girard]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tecnologia Educacional para Mediar a Alimentação Complementar na Amazônia: Estudo de Validação]]></article-title>
<source><![CDATA[Anais do 7º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa]]></source>
<year>2018</year>
<volume>2</volume>
<page-range>1312-1317</page-range><publisher-loc><![CDATA[Fortaleza ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<collab>World Health Organization</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Collaborative Study Team on the Role of Breastfeeding on the Prevention of Infant Mortality]]></article-title>
<source><![CDATA[Lancet]]></source>
<year>2000</year>
<volume>355</volume>
<numero>9202</numero>
<issue>9202</issue>
<page-range>451-5</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
