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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study of informal care for people with dementia and their dependents has been gradually gaining importance as an object of study for the Portuguese scientific community. With the rapidly aging population is expected that the increase in cases of dementia will double within the next 20 years. Currently with no known cure, this progressive disease requires a rehabilitative approach that emphasizes the maintenance of existing capabilities and that can be guided through several major areas. The authors, with extensive experience of a multidisciplinary approach to this problem, having selected the time period between 2002 and 2011 of publications on "dementia caregiving," present a systematic approach to analysing the content review of several articles. The overall results indicate a performance focused on the rehabilitation of elderly-caregiver dyad promoting improvements in the communication of the dyad, thus reducing the psychological implications associated with the activity of informal care.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Implica&ccedil;&otilde;es Psicol&oacute;gicas da Experi&ecirc;ncia Informal de Cuidar</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Margarida Sotto Mayor*; Manuela Leite**</b></p>

	    <p>*Enfermeira, Especialista em Enfermagem de Sa&uacute;de Mental e Psiquiatrica, Servi&ccedil;o de Psicogeriatria do Hospital Magalh&atilde;es Lemos /Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o sobre Adultos e Idosos, <a href="mailto:mgsottomayor@gmail.com">mgsottomayor@gmail.com</a></p>

	    <p>**Psic&oacute;loga, Doutora, Departamento de Psicologia, Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de do Norte</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMO</b></p>

	    <p>O estudo da presta&ccedil;&atilde;o informal de cuidados a pessoas com diagn&oacute;stico de dem&ecirc;ncia e dependentes tem vindo, progressivamente, a ganhar relevo como objecto de estudo para a comunidade cient&iacute;fica portuguesa. Com o r&aacute;pido envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o espera&#45;se que o aumento de casos de dem&ecirc;ncia duplique nos pr&oacute;ximos 20 anos. Actualmente sem cura conhecida, esta doen&ccedil;a, de evolu&ccedil;&atilde;o progressiva, requer uma abordagem reabilitativa que enfatize a manuten&ccedil;&atilde;o das capacidades existentes e se oriente por diversas grandes &aacute;reas. As autoras, com larga experi&ecirc;ncia de abordagem multidisciplinar desta problem&aacute;tica, tendo seleccionado o per&iacute;odo de tempo compreendido entre 2002 e 2011 de publica&ccedil;&otilde;es sobre "caregiving dementia", apresentam uma aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave; revis&atilde;o sistem&aacute;tica analisando o conte&uacute;do de v&aacute;rios artigos. Os resultados globais indicam uma actua&ccedil;&atilde;o centrada na reabilita&ccedil;&atilde;o da d&iacute;ade cuidador&#45;idoso promovendo melhorias nos aspectos comunicacionais desta d&iacute;ade, reduzindo deste modo as implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas associadas &agrave; actividade informal de cuidar.</p>

	    <p><b>Palavras&#45;Chave:</b> Cuidadores, dem&ecirc;ncia, implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, ansiedade, depress&atilde;o, coping</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>

	    <p>The study of informal care for people with dementia and their dependents has been gradually gaining importance as an object of study for the Portuguese scientific community. With the rapidly aging population is expected that the increase in cases of dementia will double within the next 20 years. Currently with no known cure, this progressive disease requires a rehabilitative approach that emphasizes the maintenance of existing capabilities and that can be guided through several major areas. The authors, with extensive experience of a multidisciplinary approach to this problem, having selected the time period between 2002 and 2011 of publications on "dementia caregiving," present a systematic approach to analysing the content review of several articles. The overall results indicate a performance focused on the rehabilitation of elderly&#45;caregiver dyad promoting improvements in the communication of the dyad, thus reducing the psychological implications associated with the activity of informal care.</p>

	    <p><b>Keywords:</b> Caregivers, dementia, psychological implications, anxiety, depression, coping</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    <p>Os cuidadores, familiares ou n&atilde;o, s&atilde;o figuras centrais para a pessoa que padece de dem&ecirc;ncia e a sua import&acirc;ncia relaciona&#45;se com a globalidade da pessoa. O papel por si desempenhado ultrapassa de sobremaneira a satisfa&ccedil;&atilde;o das necessidades b&aacute;sicas e &eacute; encarado pelas equipas de sa&uacute;de como pedra basilar no esclarecimento do diagn&oacute;stico, no acompanhamento, na avalia&ccedil;&atilde;o/interven&ccedil;&atilde;o e consecu&ccedil;&atilde;o dos planos terap&ecirc;uticos.</p>

	    <p>O conhecimento pela equipa de sa&uacute;de dos mecanismos de coping (Au <i>et al</i>., 2010), habitualmente usados pelo cuidador, potencia a interven&ccedil;&atilde;o partilhada e permite identificar situa&ccedil;&otilde;es que reclamam interven&ccedil;&atilde;o atempada. Sabe&#45; se que estrat&eacute;gias de coping centradas no problema t&ecirc;m mais sucesso que as estrat&eacute;gias centradas nas emo&ccedil;&otilde;es (Tschanz <i>et al</i>., 2010). S&atilde;o m&uacute;ltiplas as formas de dem&ecirc;ncia o que se associa com maiores dificuldades de diagn&oacute;stico e maiores dificuldades para assumir perante a pessoa ou o seu familiar o aparecimento desta patologia com os riscos que este tipo de informa&ccedil;&atilde;o pode despoletar (Draper, Peisah, Snowdon, &amp; Brodaty, 2009). Consequentemente h&aacute; tamb&eacute;m mais necessidade de esclarecimento ao cuidador (Rocca <i>et al</i>., 2011). A experi&ecirc;ncia de cuidar requer tarefas adaptativas pelas implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas que provoca. Habitualmente o diagn&oacute;stico &eacute; feito numa fase j&aacute; avan&ccedil;ada da doen&ccedil;a mas segundo Jansen et al. (2011), nem sempre &eacute; ben&eacute;fico para o cuidador conhecer precocemente o percurso da doen&ccedil;a.</p>

	    <p>A reversibilidade de algumas dem&ecirc;ncias leva a que as equipas de sa&uacute;de intervenham rapidamente com o cuidador para repor a normalidade da pessoa e reduzir ao m&aacute;ximo os d&eacute;fices resultantes da presen&ccedil;a de elementos respons&aacute;veis pelas altera&ccedil;&otilde;es. O conhecimento da irreversibilidade de outras dem&ecirc;ncias, como acontece, por exemplo, com as de origem vascular e que surgem na sequ&ecirc;ncia de AVCs, conduz a equipa de sa&uacute;de &agrave;s atitudes de forma&ccedil;&atilde;o que visam a preven&ccedil;&atilde;o das potenciais dem&ecirc;ncias integrando no acompanhamento de consultoria a import&acirc;ncia da vigil&acirc;ncia de sa&uacute;de em geral e, particularmente, nas pessoas idosas. Perante processos demenciais de caracter&iacute;sticas n&atilde;o preven&iacute;veis, a atitude que deve nortear as equipas de sa&uacute;de &eacute; relevante para permitir melhor qualidade de vida aos que deles possam padecer e &agrave;queles que voluntariamente ou por falta de op&ccedil;&atilde;o assumiram o nobre papel de cuidar (Ducharme, L&eacute;vesque, Lachance, Kergoat, &amp; Coulombe, 2011). Sabe&#45;se que no envelhecimento h&aacute; diferen&ccedil;as individuais marcadas, nos padr&otilde;es de decl&iacute;nio cognitivo e de identidade (Caddell &amp; Clare, 2009), relacionados com aspectos socioecon&oacute;micos, de escolaridade, de sa&uacute;de f&iacute;sica e outros, sendo necess&aacute;rio cuidado na an&aacute;lise dos resultados individuais. A relev&acirc;ncia da hist&oacute;ria cl&iacute;nica, do exame cl&iacute;nico, da avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica e funcional indica o cuidador principal como parceiro no diagn&oacute;stico e elemento fulcral para viabilizar o plano de interven&ccedil;&atilde;o. O cuidador faz parte integrante do sucesso das interven&ccedil;&otilde;es farmacol&oacute;gicas ou n&atilde;o farmacol&oacute;gicas (Sotto Mayor, 2009). A escuta emp&aacute;tica do cuidador permite identificar as suas dificuldades, reduzir riscos (Douglas, Letts, &amp; Richardson, 2011), reconhecer momentos de satisfa&ccedil;&atilde;o, perceber o coping utilizado pelas fam&iacute;lias e potenciais altera&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, sendo um meio privilegiado para prevenir o aparecimento de sintomatologia depressiva. Todas as interven&ccedil;&otilde;es com a pessoa que padece de dem&ecirc;ncia exigem a aten&ccedil;&atilde;o do cuidador. Diversos estudos demonstram que existe correla&ccedil;&atilde;o positiva entre os sintomas comportamentais e psicol&oacute;gicos na dem&ecirc;ncia e a redu&ccedil;&atilde;o da funcionalidade com sensa&ccedil;&atilde;o de sobrecarga por parte do cuidador (Miyamoto, Tachimori, &amp; Ito, 2010) e o sentimento de sobrecarga. A equipa de sa&uacute;de, na posse desta informa&ccedil;&atilde;o, para todos, inquestion&aacute;vel, deve tomar consci&ecirc;ncia que da sua interven&ccedil;&atilde;o com os cuidadores resultar&aacute; o sucesso ou n&atilde;o, para todos os envolvidos. Com este trabalho, as autoras pretendem produzir um texto em torno das implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas associadas &agrave; actividade de cuidar atrav&eacute;s de uma aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave; revis&atilde;o sistem&aacute;tica sobre "caregiving".</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todos e T&eacute;cnicas</b></p>

	    <p>Foi efectuada uma pesquisa na Elsevier e seleccionados da base de dados 9609 abstracts, referentes ao per&iacute;odo de publica&ccedil;&atilde;o compreendido entre 2002 e 2011, tendo como condi&ccedil;&atilde;o de procura, em todas as fontes e em todas as ci&ecirc;ncias, a tem&aacute;tica de <i>"caregiving"</i>. Seguiu&#45;se uma procura mais espec&iacute;fica considerando&#45;se apenas os <i>abstracts</i> alusivos a <i>"caregiving dementia"</i> num total de 1624 ficando apenas com textos relacionados com cuidadores de doentes que padeciam de dem&ecirc;ncia. Com base numa an&aacute;lise qualitativa destes 1624 <i>abstracts</i> foram seleccionados apenas 64 textos integrais, originais, tendo como crit&eacute;rios de selec&ccedil;&atilde;o uma abordagem multidisciplinar da actividade de cuidar e a assump&ccedil;&atilde;o do acompanhamento dos cuidadores como condi&ccedil;&atilde;o inerente ao bem&#45;estar da d&iacute;ade cuidador&#45;idoso. Depois desta primeira an&aacute;lise de conte&uacute;do foram escolhidos todos os textos que referiam "as implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas do acto de cuidar". Com refer&ecirc;ncia a estas leituras e posteriores an&aacute;lises foi efectuada a produ&ccedil;&atilde;o deste texto de revis&atilde;o subdividindo&#45;o em "implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas da experiencia informal de cuidar", "implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas", "<i>copin</i>g e cuidar" e "estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o".</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Resultados/Discuss&atilde;o</b></p>

	    <p>Subjacente &agrave; an&aacute;lise de conte&uacute;do efectuada &eacute; assumida a posi&ccedil;&atilde;o pessoal das autoras da investiga&ccedil;&atilde;o face &agrave; tem&aacute;tica em estudo bem como dos seus percursos profissionais de cuidadores formais e como investigadoras (Serrano, 1996). Este trabalho, tendo a realidade como premissa orientadora, n&atilde;o abarca toda a literatura publicada sobre o tema mas, obedece aos crit&eacute;rios predefinidos pelas investigadoras. Teve em conta a diversidade metodol&oacute;gica usada nos diferentes estudos, a solidez dos respectivos desenhos de investiga&ccedil;&atilde;o e o tipo e caracter&iacute;sticas das popula&ccedil;&otilde;es em an&aacute;lise.</p>

	    <p>Os diversos estudos sobre cuidadores informais indicam que estes est&atilde;o sujeitos a grande sobrecarga (Garc&eacute;s, Carretero, R&oacute;denas, &amp; Sanjos&eacute;, 2009). Para alguns autores trata&#45;se mesmo de uma situa&ccedil;&atilde;o que ultrapassa a sua capacidade f&iacute;sica e mental com viv&ecirc;ncia de grandes per&iacute;odos de stress (Zarit, Charles, &amp; Irene, 2008). &Eacute; uma actividade que tem custos directos e indirectos com graves implica&ccedil;&otilde;es sociais, problemas de sa&uacute;de j&aacute; devidamente identificados, como depress&atilde;o, ansiedade, dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos, altera&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas e altera&ccedil;&otilde;es cardiovasculares (Yee &amp; Schulz, 2000; Lee <i>et al</i>., 2003).</p>

	    <p>Alguns autores mencionaram tamb&eacute;m o desconforto emocional vivido pelos cuidadores e o impacto que esta viv&ecirc;ncia tem na pessoa alvo dos cuidados sendo que muitas vezes sofre uma queda na assist&ecirc;ncia, estando tamb&eacute;m mais sujeita a neglig&ecirc;ncia e consequentemente &agrave; merc&ecirc; de uma institucionaliza&ccedil;&atilde;o precoce.</p>

	    <p>Por outro lado, a sobrecarga econ&oacute;mica a que estas fam&iacute;lias est&atilde;o sujeitas aumenta tamb&eacute;m a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia pessoal levando estes cuidadores a ser consumidores do sistema de sa&uacute;de, pondo em causa a sustentabilidade dos sistemas de protec&ccedil;&atilde;o social e de sa&uacute;de das gera&ccedil;&otilde;es vindouras (Garc&eacute;s, Carretero, R&oacute;denas, &amp; Alem&aacute;n, 2010).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Implica&ccedil;&otilde;es Psicol&oacute;gicas da Experi&ecirc;ncia Informal de Cuidar</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>S&atilde;o m&uacute;ltiplas as implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas que resultam da experi&ecirc;ncia de cuidar. O confronto com o diagn&oacute;stico de dem&ecirc;ncia num familiar, requer da parte da pessoa cuidadora algumas tarefas adaptativas entre elas as relacionadas especificamente com a doen&ccedil;a tais como: lidar com a dor, incapacidade e outros sintomas do doente; lidar com o ambiente hospitalar e procedimentos especiais de tratamento que t&ecirc;m de aprender; desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o de um relacionamento adequado com a equipa de sa&uacute;de &#150; e tarefas mais gerais onde se incluem: a preserva&ccedil;&atilde;o de um equil&iacute;brio emocional razo&aacute;vel (Chang, Chiou, &amp; Chen, 2010), perante as perdas a enfrentar nomeadamente do familiar; preserva&ccedil;&atilde;o de uma auto&#45;imagem satisfat&oacute;ria e manuten&ccedil;&atilde;o de um sentido de compet&ecirc;ncia e de mestria; manuten&ccedil;&atilde;o dos relacionamentos com familiares e amigos tendo em considera&ccedil;&atilde;o a tend&ecirc;ncia para o isolamento e a prepara&ccedil;&atilde;o para um futuro incerto, n&atilde;o esquecendo o car&aacute;cter degenerativo e progressivo das dem&ecirc;ncias embora com apresenta&ccedil;&otilde;es diversificadas (Rocca et al., 2011). A componente de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma preciosa ajuda para auxiliar o cuidador a lidar com a doen&ccedil;a e com a progressiva incapacidade f&iacute;sica e cognitiva associadas. Para tal, o fornecimento de informa&ccedil;&atilde;o (acerca das "situa&ccedil;&otilde;es&#45; problema" resultantes das reac&ccedil;&otilde;es dos doentes com esta patologia, j&aacute; tipificadas, organizadas e conhecidas dos t&eacute;cnicos), pode ser um elemento chave para gerir com efic&aacute;cia e efici&ecirc;ncia a procura de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica.</p>

	    <p>A presta&ccedil;&atilde;o de cuidados a um familiar, tem um impacto negativo no bem&#45;estar f&iacute;sico e emocional do cuidador (Monin &amp; Schulz, 2009), repercutindo&#45;se em m&uacute;ltiplas esferas da sua vida, quer no &acirc;mbito social e econ&oacute;mico, quer no &acirc;mbito da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental. Neste contexto, e de acordo com Garcia (2010), estas podem ser directas (e.g. dores nas costas) ou indirectas (e.g. perda de oportunidades profissionais); expl&iacute;citas (e.g. conflitos familiares), ou impl&iacute;citas (e.g. motiva&ccedil;&atilde;o), considerando&#45;se que os efeitos sobre a sa&uacute;de mental s&atilde;o os mais significativos, comparativamente &agrave; sa&uacute;de f&iacute;sica do cuidador.</p>

	    <p>Do ponto de vista da sa&uacute;de mental s&atilde;o v&aacute;rios os autores que referem, o <i>stress</i> (Boerner, Schulz, &amp; Horowitz, 2004; Garcia, 2010; Musil, Morris, Warner, &amp; Saeid, 2003) a ansiedade (Sala, 2002), e a depress&atilde;o (Garcia, 2010; Loss, Change &amp; Grief, 2003) como as consequ&ecirc;ncias directas mais prevalentes nos cuidadores de familiares com dem&ecirc;ncia.</p>

	    <p>Alguns autores (Baltar, Cerrato, Fern&aacute;ndez de Troc&oacute;niz e Gonz&aacute;lez, 2006) referem ainda os sentimentos de culpa, a raiva, o desamparo, a frustra&ccedil;&atilde;o, a ira, a solid&atilde;o e a nega&ccedil;&atilde;o de necessidade de ajuda, como os aspectos emocionais e comportamentais relevantes, presentes nos cuidadores. A ira e a hostilidade s&atilde;o ainda refor&ccedil;adas por Marks, Lambert e Choi (2002).</p>

	    <p>Garcia (2010) tamb&eacute;m nos alerta para o facto de estar subjacente &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados um conjunto de consequ&ecirc;ncias (f&iacute;sicas, emocionais, econ&oacute;micas e sociais) que interagem entre si, criando sinergias que podem ser negativas (e.g. cansa&ccedil;o f&iacute;sico, <i>stress</i> e depress&atilde;o, diminui&ccedil;&atilde;o dos rendimentos e das interac&ccedil;&otilde;es sociais) ou positivas (e.g. aumento da actividade f&iacute;sica, reconhecimento social e familiar). Do ponto de vista psicol&oacute;gico, o desenvolvimento da empatia (compreens&atilde;o do sofrimento dos outros), satisfa&ccedil;&atilde;o e sensa&ccedil;&atilde;o de controlo, representam os aspectos positivos essenciais, assim como a "aprendizagem vital" (Crespo &amp; L&oacute;pez, 2004, citado por Garcia, 2010).</p>

	    <p>A sobrecarga, ou o <i>stress</i>, oriundos da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados n&atilde;o s&atilde;o percepcionados igualmente por todos os cuidadores, estando dependentes das caracter&iacute;sticas da personalidade, dos comportamentos do doente, do grau de parentesco com o doente, do sexo do cuidador, do suporte social, e das estrat&eacute;gias de <i>coping</i> utilizadas. Losada&#45;Baltar &amp; Montorio&#45;Cerrato (2005), referem ainda as cren&ccedil;as e pensamentos disfuncionais e Crespo, L&oacute;pez, &amp; Zarit (2005) a auto&#45;estima e o sentimento de auto&#45;efic&aacute;cia. A emiss&atilde;o de comportamentos disruptivos por parte dos doentes (Mittelman, Roth, Haley, &amp; Zarit, 2004), a exist&ecirc;ncia de um la&ccedil;o de familiaridade (Sala, 2002), e a exposi&ccedil;&atilde;o constante ao sofrimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico da pessoa amada, podem influenciar directamente a experi&ecirc;ncia emocional dos cuidadores (Monin &amp; Schulz, 2009). A comprovar a import&acirc;ncia do apoio social como vari&aacute;vel preditiva da sa&uacute;de mental, surgem&#45;nos os resultados dos estudos desenvolvidos por Leite, Guerra e Garrett (2007).</p>

	    <p>Cren&ccedil;as e pensamentos disfuncionais (e.g. "seria ego&iacute;sta cuidar de mim mesma j&aacute; que &eacute; o meu familiar que est&aacute; doente"; "n&atilde;o devo pedir ajuda aos meus familiares, j&aacute; que estes t&ecirc;m a sua vida pr&oacute;pria e problemas"), podem condicionar o desenvolvimento adequado de estrat&eacute;gias de coping, sendo necess&aacute;rias interven&ccedil;&otilde;es no sentido de promover o desenvolvimento de comportamentos que facilitem a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, como por exemplo, pedir ajuda (Losada&#45;Baltar &amp; Montorio&#45;Cerrato, 2005).</p>

	    <p>Crespo L&oacute;pez e L&oacute;pez Mart&iacute;nez (2007) explicam que &laquo;recursos e estrat&eacute;gias son elementos de los que el cuidador dispone para tratar de amortigar el posible impacto de la situaci&oacute;n de cuidado&raquo; (p. 48). No entanto, apesar de Lazaun, Arrazola, &amp; Arrazola (2001) considerarem o apoio social e as estrat&eacute;gias de <i>coping</i>, como vari&aacute;veis modeladoras e modificadoras do stress da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, advertem&#45;nos para a inexist&ecirc;ncia de um padr&atilde;o &uacute;nico de adapta&ccedil;&atilde;o e <i>coping</i>.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b><i>Coping</i></b> <b>e Cuidar</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O apoio social e as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> surgem na literatura como as vari&aacute;veis moduladoras e modificadoras do <i>stress</i> oriundo da presta&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de cuidados (Lazaun, Arrazola, &amp; Arrazola, 2001).</p>

	    <p>O <i>coping</i> define o conjunto de sentimentos, pensamentos e comportamentos que permitem ao indiv&iacute;duo manter um estado psicol&oacute;gico satisfat&oacute;rio quando ele &eacute; amea&ccedil;ado (Ramos, 2005).</p>

	    <p>Trata&#45;se de um processo que &eacute; simultaneamente emocional e cognitivo e a partir do qual o indiv&iacute;duo avalia acerca dos potenciais efeitos dos acontecimentos no seu bem&#45;estar (R. S. Lazarus &amp; Folkman, 1984). Envolve tarefas adaptativas e, perante as exig&ecirc;ncias internas e externas, as pessoas s&atilde;o postas &agrave; prova. De acordo com os autores, ao <i>coping</i> s&atilde;o geralmente atribu&iacute;das duas fun&ccedil;&otilde;es primordiais: regular emo&ccedil;&otilde;es desajustadas e alterar a situa&ccedil;&atilde;o ou o problema, classificando as estrat&eacute;gias de <i>coping</i>, como centradas nas emo&ccedil;&otilde;es ou centradas no problema.</p>

	    <p>&Eacute; assim que a pessoa centrada na emo&ccedil;&atilde;o, e com refer&ecirc;ncia aos esfor&ccedil;os para diminuir a tens&atilde;o, pode auto punir&#45;se, culpabilizar&#45;se, distanciar&#45;se ou evidenciar fuga ao problema que a aflige, procurar ajuda na sua rede de suporte, aceitar a responsabilidade e pap&eacute;is, fazer uma reavalia&ccedil;&atilde;o positiva da situa&ccedil;&atilde;o ou problema, desvalorizar a situa&ccedil;&atilde;o que parece amea&ccedil;adora.</p>

	    <p>Outra hip&oacute;tese, ser&aacute; centrar&#45;se na resolu&ccedil;&atilde;o do problema e agir sobre a natureza da perturba&ccedil;&atilde;o, ter percep&ccedil;&atilde;o alternativa sobre a situa&ccedil;&atilde;o&#45;problema e, no sentido de a alterar, ser por vezes mais pr&oacute;&#45;activo e agir ou usar de mais racionalidade tendo como objectivo central a sua resolu&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Quando as situa&ccedil;&otilde;es&#45;problema s&atilde;o suscept&iacute;veis de mudan&ccedil;a, o <i>coping</i>, mais frequentemente adoptado, centra&#45; se na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas. Quando est&atilde;o em causa situa&ccedil;&otilde;es avaliadas como sendo de dif&iacute;cil solu&ccedil;&atilde;o, como a inevitabilidade de uma cirurgia, por exemplo, ou ter de cuidar at&eacute; &agrave; morte de uma pessoa que padece de dem&ecirc;ncia, &eacute; mais usado o <i>coping</i> centrado nas emo&ccedil;&otilde;es.</p>

	    <p>Relacionando os v&aacute;rios tipos de estrat&eacute;gias de coping com o sexo do cuidador, verifica&#45;se a utiliza&ccedil;&atilde;o predominante de estrat&eacute;gias confrontativas por parte das mulheres, comparativamente com os homens, que preferem estrat&eacute;gias de fuga ou evitamento (Mackey, Diemer, &amp; O&#12513;Brien, 2000).</p>

	    <p>L&oacute;pez (2008) defende que o facto de os homens cuidadores encararem a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de uma forma "profissional", permite&#45;lhes ter um maior dom&iacute;nio e controlo das situa&ccedil;&otilde;es. Em situa&ccedil;&otilde;es de dem&ecirc;ncia, as estrat&eacute;gias de confronto, podem revelar&#45;se contraproducentes, potenciar no doente um aumento significativo do stress vivencial, podendo inclusive culminar com altera&ccedil;&otilde;es de comportamento. Estrat&eacute;gias de "valida&ccedil;&atilde;o" (mostrar&#45;se cooperante com a atitude/pensamento do doente, dominando e conduzindo a situa&ccedil;&atilde;o a seu favor) s&atilde;o mais bem sucedidas.</p>

	    <p>Parece central a ideia do dinamismo subjacente &agrave; tomada de decis&otilde;es, resultante da avalia&ccedil;&atilde;o que a pessoa faz da situa&ccedil;&atilde;o, dos obst&aacute;culos &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o do mesmo, e dos seus recursos (internos ou externos). Neste sentido, a inexist&ecirc;ncia de um padr&atilde;o &uacute;nico de <i>coping</i>, resulta da consci&ecirc;ncia de que, um acontecimento ou situa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser stressante para um determinado indiv&iacute;duo mas n&atilde;o o ser para outro, dependendo dos seus recursos internos, externos, valores culturais e experi&ecirc;ncias vivenciais. Neste contexto, tanto o processo como as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> assumem uma natureza eminentemente transaccional, isto &eacute;, pessoa e ambiente est&atilde;o em permanente interac&ccedil;&atilde;o, a qual se apresenta como din&acirc;mica, m&uacute;tua, rec&iacute;proca e bidireccional (Fonseca, 2005). Ainda segundo este autor o aspecto contextual interfere na adop&ccedil;&atilde;o de determinadas estrat&eacute;gias em detrimento de outras.</p>

	    <p>Perante os problemas ou situa&ccedil;&otilde;es, a aprecia&ccedil;&atilde;o ou a avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva da situa&ccedil;&atilde;o e as reac&ccedil;&otilde;es do indiv&iacute;duo para lhe fazer face constituem processos mediadores entre a pessoa e o seu meio ambiente (Fonseca, 2005). Esta aprecia&ccedil;&atilde;o cognitiva &eacute; um processo de julgamento em que a pessoa avalia se um poss&iacute;vel agente <i>stressante</i> &eacute; relevante, ou n&atilde;o, para o seu bem&#45;estar e em caso afirmativo, se &eacute; potencialmente bom ou mau (Ribeiro, 1998).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A aprecia&ccedil;&atilde;o de um acontecimento como benigno&#45;positivo, por parte do cuidador, ocorre se as consequ&ecirc;ncias s&atilde;o valorizadas como positivas, o mesmo ser&aacute; dizer, se preservam ou promovem o bem&#45;estar, ou se parecem ajudar a consegui&#45;lo. Estas aprecia&ccedil;&otilde;es caracterizam&#45;se por gerar emo&ccedil;&otilde;es agradav&eacute;is, tais como, alegria, amor, felicidade ou tranquilidade (R. Lazarus, 1991, 2000; R. S. Lazarus &amp; Folkman, 1984). Com esta avalia&ccedil;&atilde;o a pessoa assegura que a auto&#45;estima ou o auto conceito, valores e objectivos, n&atilde;o ser&atilde;o postos em causa. Os acontecimentos amea&ccedil;adores referem&#45;se a danos ou perdas que, embora n&atilde;o tenham ocorrido, s&atilde;o previs&iacute;veis. Mesmo que j&aacute; tenham ocorrido, podem ser igualmente considerados como amea&ccedil;a pela carga de implica&ccedil;&otilde;es negativas que essa perda traz consigo (R. Lazarus, 1991). O dano significa que as exig&ecirc;ncias do meio ultrapassam a capacidade da pessoa para lidar com elas: numa situa&ccedil;&atilde;o de dano, &eacute; como se j&aacute; tiv&eacute;ssemos perdido (Ramos, 2001, 2005).</p>

	    <p>Nestas aprecia&ccedil;&otilde;es reflectem&#45;se tra&ccedil;os de personalidade, locus de controlo, expectativas de auto&#45;efic&aacute;cia, afectividade, auto&#45;estima, estilos de <i>coping</i>, suporte social, cren&ccedil;as e valores pessoais. Tamb&eacute;m tem influ&ecirc;ncia, para a avalia&ccedil;&atilde;o das situa&ccedil;&otilde;es tidas como stressantes, o neuroticismo da pessoa e a tend&ecirc;ncia para experimentar emo&ccedil;&otilde;es negativas como resposta &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es (Hooker, Monahan, Shifren, &amp; Hutchinson, 1992). Predomina o foco da aten&ccedil;&atilde;o nas reac&ccedil;&otilde;es internas e o recurso a estrat&eacute;gias de <i>coping</i> menos eficazes, sendo o evitamento (Olshevski, Katz, &amp; Kight, 1999), uma delas e com consequ&ecirc;ncias para o receptor de cuidados.</p>

	    <p>Reportando&#45;nos &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados, a situa&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a e depend&ecirc;ncia funcional de um familiar pode ser avaliada como uma amea&ccedil;a, um desafio ou uma perda.</p>

	    <p>Dependendo das caracter&iacute;sticas de cada pessoa, do seu projecto de vida, da fase em que se encontra e da cultura em que est&aacute; inserida (Helman, 2003), a situa&ccedil;&atilde;o de cuidado (e.g. uma situa&ccedil;&atilde;o que amea&ccedil;a o seu bem&#45;estar) poder&aacute; assim, apresentar&#45;se como desafiante, ou ainda pode significar uma perda para a pessoa. Como dissemos atr&aacute;s, a avalia&ccedil;&atilde;o que se faz est&aacute; muito dependente dos recursos internos e externos dos cuidadores, que se v&atilde;o alterando ao longo da vida, o que indica que cada caso ter&aacute; os seus resultados e desfechos pr&oacute;prios.</p>

	    <p>Alguns autores (Moos, 1984; Pa&uacute;l &amp; Fonseca, 2005), que v&ecirc;em no cuidado uma actividade que gera sobrecarga, referem que a situa&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a prolongada de um familiar pode ser interpretada como uma situa&ccedil;&atilde;o de crise geradora de <i>stress</i>.</p>

	    <p>Alguns cuidadores, de fracos recursos pessoais e sociais, passam por processos de doen&ccedil;a e desequil&iacute;brio emocional, na sequ&ecirc;ncia de tempo prolongado de cuidado, culpabilizando&#45;se pela situa&ccedil;&atilde;o que vivem e por n&atilde;o poderem, simultaneamente, alterar ou modificar as dificuldades do seu dia&#45;a&#45;dia. Perante situa&ccedil;&otilde;es adversas, na aus&ecirc;ncia de mecanismos de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas imediatos, ficam sujeitos a situa&ccedil;&otilde;es de alguma gravidade, que podem conduzir a um estado de desorganiza&ccedil;&atilde;o psico&#45;emocional e social, frequentemente acompanhado de sentimentos negativos, como o medo, a ansiedade e a culpa.</p>

	    <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias antecipat&oacute;rias no cuidado &agrave;s pessoas com dem&ecirc;ncia tem&#45;se mostrado bastante eficaz para prevenir, situa&ccedil;&otilde;es de agita&ccedil;&atilde;o ou de confus&atilde;o nos doentes nas diversas fases da sua patologia. Um exemplo que reflecte a import&acirc;ncia deste tipo de estrat&eacute;gias &eacute; retirar a chave da porta se a pessoa a cuidar tem tend&ecirc;ncia para fuga. Esta atitude previne momentos de sofrimento e de culpa para os cuidadores.</p>

	    <p>O <i>coping</i> orientado para as emo&ccedil;&otilde;es (R. S. Lazarus &amp; Folkman, 1984), no caso dos cuidadores, tamb&eacute;m pode ser uma forma de viver a situa&ccedil;&atilde;o que dificilmente se alterar&aacute;. Cuidar, acreditando que a pessoa que est&aacute; a cargo n&atilde;o tem nem culpa da situa&ccedil;&atilde;o, nem dos comportamentos que assume, e relativizar a experi&ecirc;ncia vivida (Nolan, Grant, &amp; Keady, 1998), ajuda os cuidadores a continuar a tarefa com esperan&ccedil;a, uma vez que em termos cognitivos pode n&atilde;o haver mais nada a fazer (Nolan et al., 1998). Tudo isto exige um reformular da situa&ccedil;&atilde;o que culmina com a regula&ccedil;&atilde;o da resposta emocional do indiv&iacute;duo &agrave;s exig&ecirc;ncias (R. S. Lazarus &amp; Folkman, 1984).</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Estrat&eacute;gias de Interven&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O seguimento sistem&aacute;tico do doente/fam&iacute;lia por uma equipa de sa&uacute;de facilita o relacionamento adequado entre cuidadores, doentes e t&eacute;cnicos tornando menos problem&aacute;tica a procura de cuidados de sa&uacute;de. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s tarefas adaptativas</p>

	    <p>mais gerais, como a preserva&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio (perante as perdas que na situa&ccedil;&atilde;o de dem&ecirc;ncia s&atilde;o consecutivas), o sentido de compet&ecirc;ncia e de mestria (apesar dos repetidos insucessos), e a manuten&ccedil;&atilde;o dos v&iacute;nculos s&oacute;cio&#45;afectivos (n&atilde;o obstante o elevado n&uacute;mero de horas a cuidar), est&atilde;o fortemente ligadas com as caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas, sociais e culturais, e com os recursos internos e externos de cada pessoa e o modo como habitualmente reage em situa&ccedil;&otilde;es de desprazer. De qualquer modo, a experi&ecirc;ncia informal de cuidar contempla implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas que resultam da "perda da pessoa", com origem no decl&iacute;nio cognitivo e funcional com danos irrepar&aacute;veis nos aspectos relacionais e, a "perda simb&oacute;lica", que deriva da impossibilidade de projectar o futuro, de realizar sonhos, em suma, da viv&ecirc;ncia em fam&iacute;lia (Mulligan, 2010). O n&atilde;o reconhecimento do cuidador por parte do doente, primeiramente de modo espor&aacute;dico, depois de modo definitivo contribui decisivamente para esta "perda simb&oacute;lica" sob a forma de forte impacto psicol&oacute;gico.</p>

	    <p>Em algumas situa&ccedil;&otilde;es pode at&eacute; significar a "perda do eu" como resultado da aquisi&ccedil;&atilde;o ou altera&ccedil;&atilde;o constante dos pap&eacute;is desempenhados com risco de crise de identidade. H&aacute;, como referiu Morton (2004), uma jornada psicol&oacute;gica a percorrer. A fase da nega&ccedil;&atilde;o em que o cuidador assume uma atitude recriminat&oacute;ria face aos d&eacute;fices do doente; a fase do diagn&oacute;stico com uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica especializada, e a viv&ecirc;ncia de per&iacute;odos de ang&uacute;stia associada a uma consci&ecirc;ncia da irreversibilidade da situa&ccedil;&atilde;o e a entrada na nova situa&ccedil;&atilde;o, a fase da aceita&ccedil;&atilde;o (procura incessante de informa&ccedil;&atilde;o e a delinea&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as na tentativa de gest&atilde;o dos novos pap&eacute;is). Na sequ&ecirc;ncia, surge a fase de tentativa de controlo da situa&ccedil;&atilde;o sendo esta caracteristicamente uma fase muito activa e de reestrutura&ccedil;&atilde;o (Lovell &amp; Wetherell, 2011) inclusive das rela&ccedil;&otilde;es familiares. S&atilde;o necess&aacute;rios muitos ajustes pessoais e familiares e podem surgir conflitos. Com o passar do tempo progride para uma esp&eacute;cie de rendi&ccedil;&atilde;o, sendo um processo habitualmente de grande stress, com avalia&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida, sentimentos de raiva e de desespero, algumas vezes deslocados para familiares ou amigos. Dependendo do grau de parentesco (filhos c&ocirc;njuges ou outros), surge a necessidade de reaprender a individualidade em contraposi&ccedil;&atilde;o ao "n&oacute;s" com transforma&ccedil;&atilde;o na pessoa. A jornada psicol&oacute;gica termina com o sentimento de que se est&aacute; encurralado, &eacute; uma altura de tarefas intensas, de cuidados e o momento em que o cuidador precisa de grande ajuda pois est&aacute; exausto f&iacute;sica e psicologicamente. Necessita de refor&ccedil;os positivos para o trabalho at&eacute; a&iacute; desenvolvido. Precisa de se sentir em paz com o papel desempenhado. Esta fase, normalmente evolui para outra que culmina com a separa&ccedil;&atilde;o que pode ocorrer mesmo antes da morte do doente (transfer&ecirc;ncia do doente para institui&ccedil;&otilde;es especializadas, ou contrata&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os em casa). Na viv&ecirc;ncia de Morton (2004), est&aacute; expresso o turbilh&atilde;o de sentimentos que pode estar presente em muitos dos cuidadores que atendemos e estudamos. S&atilde;o vis&iacute;veis os esfor&ccedil;os, progressos e retrocessos que qualquer cuidador pode experimentar na procura do equil&iacute;brio psicol&oacute;gico que lhe permita continuar a cuidar.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>

	    <p>Dado o car&aacute;cter vasto e geral do conte&uacute;do de uma revis&atilde;o, encerra&#45;se com uma recapitula&ccedil;&atilde;o dos achados mais pertinentes e com algumas considera&ccedil;&otilde;es e propostas de interven&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Actualmente defendem&#45;se as oportunidades de descanso, grupos de auto ajuda, programas psicoeducativos e programas psicoterap&ecirc;uticos (individualizados), como as estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o mais eficazes na optimiza&ccedil;&atilde;o dos recursos (internos e externos) dos cuidadores, diminuindo o impacto psicol&oacute;gico e o risco de morbilidade associada. No entanto, a sua efic&aacute;cia implica a participa&ccedil;&atilde;o activa dos cuidadores, sobretudo nos modelos de interven&ccedil;&atilde;o baseados no stress e no desenvolvimento de estrat&eacute;gias de <i>coping</i>.</p>

	    <p>Para al&eacute;m disso, e na linha de pensamento de Carretero &amp; Garc&eacute;s (2011), tamb&eacute;m n&oacute;s reconhecemos a urg&ecirc;ncia na revis&atilde;o das pol&iacute;ticas globais que suportam o bem&#45;estar f&iacute;sico e psicol&oacute;gico dos cuidadores informais levando os governos europeus a tomar medidas que visem o sucesso deste grupo de pessoas, com vista a reduzir a sua fragilidade, a sobrecarga a que est&atilde;o sujeitos sem prepara&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via e sem possibilidade de escolha consciente, de modo a reduzir os encargos com o sistema de sa&uacute;de e a optimizar os recursos t&eacute;cnicos dispon&iacute;veis. Da maioria dos textos consultados e investiga&ccedil;&otilde;es realizadas &eacute; quase un&acirc;nime a ideia de que proporcionar temporariamente al&iacute;vios associados com per&iacute;odos de forma&ccedil;&atilde;o pessoal tem efeitos ben&eacute;ficos na d&iacute;ade&#45;cuidador idoso. Neste contexto, revela&#45;se crucial uma revis&atilde;o cuidadosa e especializada dos principais programas psicopedag&oacute;gicos e sociais utilizados com estes cuidadores com a finalidade de melhorar de forma substancial as pr&aacute;ticas de apoio, reduzir as implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas e prevenir situa&ccedil;&otilde;es graves de neglig&ecirc;ncia e agravamento recorrente da sa&uacute;de e bem&#45;estar dos cuidadores informais de pessoas que padecem de dem&ecirc;ncia.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Au, A., Li, S., Lee, K., Leung, P., Pan, P.&#45;C., Thompson, L., et al. (2010). The Coping with Caregiving Group Program for Chinese caregivers of patients with Alzheimer&rsquo;s disease in Hong Kong. Patient Education and Counseling, 78(2), 256&#45; 260.</p>

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	    <p>Submetido para publica&ccedil;&atilde;o em: 29.03.2011</p>

	    <p>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o em: 14.05.2011</p>
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