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<institution><![CDATA[,Escola Superior de Enfermagem do Porto  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Editorial: Prioridades da investiga&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de mental</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>
	
	    <p>&nbsp;</p>
	
	    <p><b>Carlos Sequeira*</b></p>

	    <p>*Doutor em Ci&ecirc;ncias de Enfermagem; Presidente da Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental; Diretor da Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental; Professor Coordenador na Escola Superior de Enfermagem do Porto, 4200&#45;072 Porto, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:carlossequeira@esenf.pt">carlossequeira@esenf.pt</a></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Caras (os) colegas,</p>

	    <p><b>O n&uacute;mero 10</b> da Revista da Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental &eacute; editado em dezembro de 2013 e d&aacute; in&iacute;cio a uma nova etapa, com a inclus&atilde;o da revista na <b>SciELO Citation Index &#150; Thomson Reuters</b>. Este passo era fundamental para aumentar o interesse e o impacte da revista na comunidade cient&iacute;fica. Por isso, agradecemos a todos os que se empenharam e contribu&iacute;ram para este resultado.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O interesse na indexa&ccedil;&atilde;o representa muito para n&oacute;s pelo facto de aumentarmos o p&uacute;blico&#45;alvo dos artigos que publicamos, e assim, divulgarmos os trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o e as pr&aacute;ticas de qualidade por um maior n&uacute;mero de colegas. Este &eacute; um contributo fundamental para a promo&ccedil;&atilde;o da melhoria das pr&aacute;ticas clinicas, da investiga&ccedil;&atilde;o e do ensino.</p>

	    <p>Em breve iremos editar uma edi&ccedil;&atilde;o especial com os trabalhos mais relevantes que foram apresentados no IV Congresso Internacional d&rsquo; ASPESM, nos dias 10 e 11 de outubro na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.</p>

	    <p>Esta &eacute; uma metodologia que pretendemos adotar nos pr&oacute;ximos eventos com o intuito de disseminarmos o conhecimento em Enfermagem de Sa&uacute;de Mental por um maior n&uacute;mero de profissionais de sa&uacute;de.</p>

	    <p>Neste n&uacute;mero da revista privilegiamos <b>sete artigos de investiga&ccedil;&atilde;o</b> que abordam:</p>

	    <p>i)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>Desinstitucionaliza&ccedil;&atilde;o de seniores com doen&ccedil;a mental</b>: A implementa&ccedil;&atilde;o de um modelo de transi&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria;</p>

	    <p>ii)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desenvolvimento de um cat&aacute;logo CIPE:<b>Necessidades do idoso em enfermagem de sa&uacute;de mental e psiquiatria</b></p>

	    <p>iii)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>Estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva em idosos;</b></p>

	    <p>iv)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; An&aacute;lise das atividades desenvolvidas por <b>mulheres depressivas assistidas em um servi&ccedil;o de sa&uacute;de mental;</b></p>

	    <p>v)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>Relaxamento:</b> Estrat&eacute;gia de interven&ccedil;&atilde;o no stresse;</p>

	    <p>vi)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>O impacto do delirium</b> na fam&iacute;lia/cuidadores;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>vii)&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental:</b> A&ccedil;&otilde;es dos enfermeiros inseridos na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria.</p>

	    <p>Reiteramos a todos os potenciais autores que continuamos muito interessados em publicar artigos sobre a <b>adapta&ccedil;&atilde;o cultural</b> e an&aacute;lise de propriedades psicom&eacute;tricas de <b>instrumentos</b> para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, sobre resultados da <b>efetividade de interven&ccedil;&otilde;es de Enfermagem</b>, e sobre indicadores <b>epidemiol&oacute;gicos e de resultado</b> em Sa&uacute;de Mental, quer seja em Portugal, quer seja no estrangeiro.</p>

	    <p>Deixamos ainda a informa&ccedil;&atilde;o que entre <b>18 a 20 de junho de 2014</b> iremos realizar o <b>V Congresso Internacional</b> dedicado aos "Consensos em Sa&uacute;de Mental" e o <b>Semin&aacute;rio Internacional de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental.</b></p>

	    <p>O envio de propostas para <b>Comunica&ccedil;&atilde;o Oral/Poster ter&aacute; como prazo limite o dia 30 de abril de 2014.</b></p>

	    <p>Ser&aacute; editado um n&uacute;mero especial da Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental com os artigos que cumpram os crit&eacute;rios editoriais e cient&iacute;ficos da revista. Os outros artigos poder&atilde;o ser publicados em e&#45;book.</p>

	    <p>Poder&aacute; consultar mais informa&ccedil;&otilde;es brevemente no site d&rsquo; A Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental, em <a href="http://www.aspesm.org" target="_blank">http://www.aspesm.org</a>.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Prioridades da Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental</b></p>

	    <p>No contexto da Sa&uacute;de Mental a investiga&ccedil;&atilde;o reveste&#45;se de extrema import&acirc;ncia, na medida em que concorrem m&uacute;ltiplas vari&aacute;veis para a identifica&ccedil;&atilde;o rigorosa do <b>diagn&oacute;stico e para a efetividade das Interven&ccedil;&otilde;es</b>. Em Portugal, &agrave; semelhan&ccedil;a de muitos pa&iacute;ses internacionais, carece&#45;se de dados fi&aacute;veis sobre um conjunto de indicadores que traduzem a Sa&uacute;de Mental das popula&ccedil;&otilde;es. Por outro lado, as verbas destinadas &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental s&atilde;o muito diminutas face a outras &aacute;reas da sa&uacute;de, em parte devido ao hist&oacute;rico da Sa&uacute;de Mental, sustentada na luta contra a <b>estigmatiza&ccedil;&atilde;o</b> que na maioria dos casos lhe &eacute; associada, e pela <b>pouca valoriza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica</b> por esta &aacute;rea de interven&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Paradoxalmente, em termos de Enfermagem, verifica&#45;se que muita da investiga&ccedil;&atilde;o produzida se situa nas &aacute;reas da Sa&uacute;de Mental. No entanto, s&atilde;o escassos os trabalhos com implica&ccedil;&otilde;es clinicas efetivas.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste sentido, urge fazer um <b>diagn&oacute;stico da situa&ccedil;&atilde;o</b> de modo a orientar eventuais interessados nesta &aacute;rea a investirem em estudos com valor para a melhoria das pr&aacute;ticas nos diferentes contextos de a&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Por outro lado, importa reunir um conjunto de sinergias que privilegiem <b>estudos multic&ecirc;ntricos,</b> com metodologias similares e com amostra maiores, de modo a facilitar a transfer&ecirc;ncia de informa&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o para os contextos cl&iacute;nicos. &Eacute; fundamental que as entidades acad&eacute;micas e de presta&ccedil;&atilde;o de cuidados se articulem no sentido de <b>otimizarem os recursos de investiga&ccedil;&atilde;o</b> em prol de uma melhor sa&uacute;de para os cidad&atilde;os, ao n&iacute;vel da promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de Mental, preven&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a mental, e interven&ccedil;&atilde;o nas situa&ccedil;&otilde;es de doen&ccedil;a diagnosticada.</p>

	    <p>O contexto atual de contra&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica &eacute; prop&iacute;cio ao aumento do <b>n&uacute;mero de casos</b> de <b>depress&atilde;o, risco de tentativa de suic&iacute;dio e de consumo de subst&acirc;ncias psicoativas.</b> Os progressos ao n&iacute;vel da sa&uacute;de e a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas levam a que as pessoas vivam mais, o que contribui para o envelhecimento demogr&aacute;fico da popula&ccedil;&atilde;o, o que &eacute; muito positivo, mas tamb&eacute;m acarreta um <b>maior n&uacute;mero das pessoas com um processo demencial</b>.</p>

	    <p>Por isso, a investiga&ccedil;&atilde;o sobre as necessidades das pessoas com depress&atilde;o e sobre as estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o com potencial terap&ecirc;utico &eacute; fundamental para contrariar a tend&ecirc;ncia do elevado consumo de antidepressivos em Portugal. Do mesmo modo, a investiga&ccedil;&atilde;o sobre as necessidades das pessoas mais velhas poder&aacute; ser muito relevante para a adequa&ccedil;&atilde;o das <b>respostas em sa&uacute;de com implica&ccedil;&otilde;es na qualidade de vida, na autonomia, na maximiza&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia</b> e na maior satisfa&ccedil;&atilde;o dos familiares cuidadores, contribuindo para que se <b>viva mais e melhor.</b></p>

	    <p>Acreditando que a <b>ignor&acirc;ncia &eacute; mais dispendiosa que o conhecimento</b> e na afirma&ccedil;&atilde;o inscrita no Plano Nacional de Sa&uacute;de Mental de 2007&#45;2016, no qual se afirma que os <b>dados de estudos de investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental em Portugal s&atilde;o escassos,</b> consideramos fundamental sensibilizar os enfermeiros para a necessidade de produzirem trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o que possam contribuir para se dar resposta &agrave; seguinte quest&atilde;o:</p>

	    <p><b>Quais s&atilde;o as principais necessidades das pessoas</b> (mais vulner&aacute;veis em termos de Sa&uacute;de Mental e/ou com doen&ccedil;a mental) nos diferentes contextos ao longo do ciclo vital, <b>e quais as respostas</b> (interven&ccedil;&otilde;es de Enfermagem) <b>mais efetivas,</b> ou seja, que contribuem para a <b>recupera&ccedil;&atilde;o e reinser&ccedil;&atilde;o das pessoas com doen&ccedil;a mental</b>, diminuindo os custos pessoais, familiares e sociais?</p>

	    <p>Esta quest&atilde;o transporta&#45;nos objetivamente para a necessidade de se investigar sobre:</p>

	    <p><b>Indicadores epidemiol&oacute;gicos:</b>quantas pessoas apresentam altera&ccedil;&atilde;o da: mem&oacute;ria, orienta&ccedil;&atilde;o, do comportamento, ansiedade, tristeza, vontade de viver, risco de tentativa de suic&iacute;dio,...</p>

	    <p><b>Indicadores de estrutura:</b> qual o n&uacute;mero de enfermeiros que deve ter um determinado servi&ccedil;o, qual o r&aacute;cio de enfermeiros por pessoa/doente; qual o r&aacute;cio de enfermeiros especialistas; qual o tempo m&eacute;dio necess&aacute;rio para executar determinada interven&ccedil;&atilde;o,...</p>

	    <p><b>Indicadores de processo:</b> quais os procedimentos mais adequados para determinado diagn&oacute;stico e interven&ccedil;&atilde;o; quais os instrumentos de refer&ecirc;ncia a utilizar; quais as pr&aacute;ticas que t&ecirc;m potencial de preven&ccedil;&atilde;o de determinados diagn&oacute;sticos de Enfermagem, qual a taxa de preven&ccedil;&atilde;o de epis&oacute;dios de agita&ccedil;&atilde;o, de agressividade, de risco de tentativa de suic&iacute;dio,...</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Indicadores de resultado:</b> quais as interven&ccedil;&otilde;es que apresentam uma rela&ccedil;&atilde;o de custo&#45;beneficio mais adequada. Estes indicadores possibilitam uma avalia&ccedil;&atilde;o da efetividade das interven&ccedil;&otilde;es <b>que possam dar resposta aos problemas da: literacia; bem&#45;estar</b>; <b>cogni&ccedil;&atilde;o</b>; <b>mem&oacute;ria; emo&ccedil;&atilde;o</b>; <b>vontade de viver</b>; <b>adapta&ccedil;&atilde;o; stress; ansiedade</b>; <b>autocontrolo</b>; <b>autoestima/imagem corporal</b>; <b>estilos de vida (&aacute;lcool, drogas,...)</b>; <b>autoagress&atilde;o</b>; <b>comportamentos suicid&aacute;rios; sintomatologia depressiva;...</b></p>

	    <p>A investiga&ccedil;&atilde;o nestes quatro dom&iacute;nios permitir&aacute; aos enfermeiros fornecerem contributos efetivos para a cria&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es de qualidade sustentados nas necessidades das pessoas e na efic&aacute;cia das pr&aacute;ticas clinicas.</p>

	    <p><b>A Investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante</b> para a profiss&atilde;o de <b>Enfermagem</b> e para as <b>pessoas</b> porque pode contribuir para:</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estimular a reflex&atilde;o sobre as pr&aacute;ticas;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dar consist&ecirc;ncia ao conhecimento em Enfermagem;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diminuir a imparcialidade das interven&ccedil;&otilde;es em diferentes pessoas;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliar a efic&aacute;cia das interven&ccedil;&otilde;es de Enfermagem;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliar a qualidade das pr&aacute;ticas de Enfermagem;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliar a integra&ccedil;&atilde;o dos resultados de investiga&ccedil;&atilde;o;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contribuir para melhorar a pr&aacute;tica clinica &#45; sustentada na evid&ecirc;ncia e n&atilde;o simplesmente em modelos tradicionais ou rituais de funcionamento;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliar a gest&atilde;o de um servi&ccedil;o;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar no desenvolvimento da disciplina de Enfermagem;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar no desenvolvimento de disciplinas afins &agrave; Enfermagem;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar as pessoas a viverem processos de transi&ccedil;&atilde;o satisfat&oacute;rios;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar as pessoas na satisfa&ccedil;&atilde;o das necessidades humanas;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar a pessoas a prevenir e a minimizar as repercuss&otilde;es da doen&ccedil;a;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ajudar as pessoas a ter uma melhor qualidade de vida e bem&#45;estar.</p>

	    <p>&Eacute; fundamental pensar&#45;se uma estrat&eacute;gia para o futuro que promova uma melhor <b>articula&ccedil;&atilde;o</b> entre os diferentes contextos (forma&ccedil;&atilde;o, investiga&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;tica clinica) e uma melhor <b>Implementa&ccedil;&atilde;o</b> da evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica nos contextos cl&iacute;nicos.</p>

	    <p>Desta forma estaremos a contribuir para a exist&ecirc;ncia de <b>ganhos em sa&uacute;de para as pessoas, Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de, e sociedade.</b></p>
     ]]></body>
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