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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relaxamento: Estratégia de intervenção no stress]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Stress influences the quality of working life among nurses. The consequences of occupational stress are described by literature, revealing consequences at a short and long term in the quality of life both for workers and organizations. Regarding the specificities of the Occupational context, one of the strategies which can be implemented to manage stress is relaxation, especially the Jacobson&#8217;s progressive relaxation technique. This study aims to analyze the effectiveness of a management stress program. It is an exploratory and descriptive study, integrated within the paradigm of quantitative research. It is also a prospective and longitudinal study, having an intra-subjects approach, with data collected at two different moments that configures a pre and a post-test design. During the interval we implemented a psycho-pedagogical program among a group of nurses (N=92) who voluntary agreed to participate. The results showed advantages in the implementation of occupational stress management programs using the Jacobson&#8217;s progressive relaxation technique.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El estrés es un factor que influye en la calidad de vida en el trabajo del enfermero. Las consecuencias del estrés ocupacional se han descrito en varios estudios, donde se recoge su repercusión a corto y largo plazo en la calidad de vida de los trabajadores y organizaciones. Específicamente en el contexto laboral una de las estrategias que podrá ser incluida para gestionar el estrés es la relajación: La técnica de relajación progresiva de Jacobson. Estudio integrado en el paradigma de investigación cuantitativa de tipo descriptiva, exploradora y correlacionada. El objetivo de este trabajo fue analizar la eficacia de un programa para gestionar el estrés. Realizamos un estudio longitudinal, con diseño pre y post-test, con análisis intra sujetos en dos momentos diferentes, con un intervalo temporal de seis meses. En este intervalo se implementó un programa psicopedagógico. La muestra estuvo formada por 92 enfermeros que aceptaron participar en el estudio. Los resultados mostraron la ventaja en implementar programas en la gestión del estrés laboral recurriendo a la técnica de relajación progresiva de Jacobson.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Stress]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Relaxamento: Estrat&eacute;gia de interven&ccedil;&atilde;o no stress*</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Relaxation</b><b>:</b> <b>Intervention strategy</b> <b>in</b><b>stress</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Relajaci&oacute;n: Estrategia de intervenci&oacute;n en el estr&eacute;s</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Elizabete Maria das Neves Borges**; Teresa de Jesus Rodrigues Ferreira***</b></p>

	    <p>*Artigo extra&iacute;do da Tese de Doutoramento em Enfermagem "Qualidade de vida relacionada com o trabalho: Stresse e viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica nos enfermeiros" (2012), apresentada no Instituto de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de &#150; Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, Lisboa.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>**Doutoramento em Enfermagem; Professora Adjunta na Escola Superior de Enfermagem do Porto, Rua Dr. Ant&oacute;nio Bernardino de Almeida, 4200&#45;072 Porto, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:elizabete@esenf.pt">elizabete@esenf.pt</a></p>

	    <p>***Doutoramento em Psicologia da Sa&uacute;de; Professora Coordenadora na Escola Superior de Enfermagem do Porto, 4200&#45;072 Porto, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:teresarodrigues@esenf.pt">teresarodrigues@esenf.pt</a></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMO</b></p>

	    <p>O stress &eacute; um fator com influ&ecirc;ncia na qualidade de vida no trabalho do enfermeiro. As consequ&ecirc;ncias do stress ocupacional encontram&#45;se documentadas em v&aacute;rios estudos com repercuss&otilde;es a curto e longo prazo na qualidade de vida dos trabalhadores e organiza&ccedil;&otilde;es. Na especificidade do contexto laboral uma das estrat&eacute;gias que poder&aacute; ser implementada na gest&atilde;o do stress &eacute; o relaxamento: a t&eacute;cnica de relaxamento progressivo de Jacobson. O estudo teve como objetivo analisar a efic&aacute;cia de um programa de gest&atilde;o de stress. Estudo integrado no paradigma de investiga&ccedil;&atilde;o quantitativo do tipo descritivo, explorat&oacute;rio e correlacional. Desenvolvemos um estudo longitudinal, com um desenho pr&eacute; e p&oacute;s&#45;teste e an&aacute;lise intra&#45;sujeitos em dois momentos distintos, mediados por um intervalo de tempo de seis meses, neste intervalo implementamos um programa psicopedag&oacute;gico. A amostra foi constitu&iacute;da por enfermeiros que aceitaram participar no estudo (N=92)<i>.</i> Os resultados evidenciaram a vantagem de implementa&ccedil;&atilde;o de programas na gest&atilde;o do stress laboral com recurso a t&eacute;cnica de relaxamento progressivo de Jacobson.</p>

	    <p><b>Palavras&#45;chave:</b> Stress, Relaxamento, Enfermeiro, Trabalho.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>

	    <p>Stress influences the quality of working life among nurses. The consequences of occupational stress are described by literature, revealing consequences at a short and long term in the quality of life both for workers and organizations. Regarding the specificities of the Occupational context, one of the strategies which can be implemented to manage stress is relaxation, especially the Jacobson&rsquo;s progressive relaxation technique. This study aims to analyze the effectiveness of a management stress program. It is an exploratory and descriptive study, integrated within the paradigm of quantitative research. It is also a prospective and longitudinal study, having an intra&#45;subjects approach, with data collected at two different moments that configures a pre and a post&#45;test design. During the interval we implemented a psycho&#45;pedagogical program among a group of nurses (N=92) who voluntary agreed to participate. The results&nbsp;showed&nbsp;advantages in the implementation of occupational stress management programs using the Jacobson&rsquo;s progressive relaxation technique.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Keywords:</b> Stress; Relaxation; Nurse; Work.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMEN</b></p>

	    <p>El estr&eacute;s es un factor que influye en la calidad de vida en el trabajo del enfermero. Las consecuencias del estr&eacute;s ocupacional se han descrito en varios estudios, donde se recoge su&nbsp;repercusi&oacute;n a corto y largo plazo en la calidad de vida de los trabajadores y organizaciones. Espec&iacute;ficamente en el contexto laboral una de las estrategias que podr&aacute; ser incluida para gestionar el estr&eacute;s es la relajaci&oacute;n: La t&eacute;cnica de relajaci&oacute;n progresiva de Jacobson. Estudio integrado en el paradigma de investigaci&oacute;n cuantitativa de tipo descriptiva, exploradora y correlacionada. El objetivo de este trabajo fue analizar la eficacia de un programa para gestionar el estr&eacute;s. Realizamos un estudio longitudinal, con dise&ntilde;o pre y post&#45;test, con an&aacute;lisis intra sujetos en dos momentos diferentes, con un intervalo temporal de seis meses. En este intervalo se implement&oacute; un programa psicopedag&oacute;gico. La muestra estuvo formada por 92 enfermeros que aceptaron participar en el estudio<i>.</i> Los resultados mostraron la ventaja en implementar programas en la gesti&oacute;n del estr&eacute;s laboral recurriendo a la t&eacute;cnica de relajaci&oacute;n progresiva de Jacobson.</p>

	    <p><b>Descriptores</b>: Estr&eacute;s; Relajaci&oacute;n; Enfermero; Trabajo.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    <p>O stress enquanto um acontecimento inevit&aacute;vel na exist&ecirc;ncia humana emerge em diferentes contextos laborais, sendo a enfermagem uma profiss&atilde;o sujeita a elevados n&iacute;veis de stress (ICN, 2010; Tuckett, Parker &amp; Eley, 2010).</p>

	    <p>O International Council of Nurses (ICN, 2007) identifica como causas de stress no trabalho as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, as rela&ccedil;&otilde;es no trabalho, o conflito e a ambiguidade das fun&ccedil;&otilde;es, a estrutura e o ambiente da organiza&ccedil;&atilde;o, a sobreposi&ccedil;&atilde;o trabalho&#45;fam&iacute;lia, o desenvolvimento da carreira profissional e a natureza do posto de trabalho.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A interven&ccedil;&atilde;o no controlo do stress pode ser desenvolvida com recurso a diferentes estrat&eacute;gias.</p>

	    <p>Hargreaves (2001, cit. por Jesus, 2007) prop&otilde;e um programa de gest&atilde;o do stress em quatro &aacute;reas de interven&ccedil;&atilde;o: alterar as causas de stress (eliminar as causas, aumentar os recursos, reorganizar a vida e evitar os stressantes), desenvolver meios de defesa (treino/autodesenvolvimento gest&atilde;o do tempo, firmeza e comunica&ccedil;&atilde;o), trabalhar com a mente (criar uma imagem positiva, mudar as convic&ccedil;&otilde;es irrealistas, evitar pensar em "tudo ou nada" e "tem de ser" e &eacute; "obrigat&oacute;rio") e um estilo de vida equilibrado (adotar uma dieta saud&aacute;vel; reduzir o tabaco, &aacute;lcool e cafe&iacute;na; fazer exerc&iacute;cio regular; ocupar os tempos livres; descontrair&#45;se e dormir melhor).</p>

	    <p>Para Serra (2002) a redu&ccedil;&atilde;o do stress pode ser concretizada atrav&eacute;s da altera&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com a circunst&acirc;ncia, do desenvolvimento das aptid&otilde;es e dos recursos do indiv&iacute;duo assim como, da resist&ecirc;ncia individual ao stress. O exerc&iacute;cio f&iacute;sico, o controlo do peso e o conv&iacute;vio social s&atilde;o tamb&eacute;m estrat&eacute;gias que podem ser implementadas para melhorar a resist&ecirc;ncia ao stress.</p>

	    <p>Relativamente ao stress laboral, Ramos (2001) apresenta&#45;nos diferentes estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o que assentam em tr&ecirc;s &aacute;reas: eliminar, reduzir ou adequar fontes de stress, reduzir vulnerabilidades/aumentar resist&ecirc;ncias e melhorar atos de <i>coping</i> e assistir, cuidar e recuperar pessoas perturbadas pelo stress. Para este autor independentemente da classifica&ccedil;&atilde;o apresentada, todas as estrat&eacute;gias podem ser implementadas nos diferentes n&iacute;veis de preven&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Na especificidade do contexto laboral uma das estrat&eacute;gias que poder&aacute; ser implementada &eacute; o relaxamento.</p>

	    <p>O relaxamento para Payne (2002) &eacute; usualmente utilizado na refer&ecirc;ncia a momentos de al&iacute;vio de tens&atilde;o, em oposi&ccedil;&atilde;o, a momentos de contra&ccedil;&atilde;o muscular. A autora considera esta defini&ccedil;&atilde;o demasiado restrita e cita a defini&ccedil;&atilde;o de Ryman (1995) como mais abrangente "um estado de consci&ecirc;ncia caracterizado por sentimentos de paz e al&iacute;vio de tens&atilde;o, ansiedade e medo" (p.3).</p>

	    <p>Para Serra (2002) o treino de relaxamento tem demonstrado vantagens em problemas de sa&uacute;de associados ao stress.</p>

	    <p>Existem diferentes tipos de t&eacute;cnicas de relaxamento, contudo alguns crit&eacute;rios devem ser contemplados na op&ccedil;&atilde;o por um determinado m&eacute;todo. Segundo Payne (2002) devem ser de f&aacute;cil aprendizagem e aplica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o requererem equipamento complexo, serem pass&iacute;veis de utilizar com grupos pequenos e servirem para todas as idades.</p>

	    <p>O relaxamento deve ser iniciado assim que a pessoa esteja decidida a aprender a t&eacute;cnica. Deve ser realizado num local tranquilo, com temperatura adequada, confort&aacute;vel (podendo ser com o recurso a uma cama, colch&atilde;o ou cadeira), em grupo ou individualmente (uma gr&aacute;vida n&atilde;o deve realizar parte do relaxamento que inclua contra&ccedil;&atilde;o e descontra&ccedil;&atilde;o muscular), com roupa adequada e ser submetido a avalia&ccedil;&atilde;o (Serra, 2002; Vasquez, 2001).</p>

	    <p>Abordamos de seguida a t&eacute;cnica de relaxamento progressivo de Jacobson, identificada como o mais antigo m&eacute;todo de relaxamento (Ramos, 2001). Para V&aacute;sqez (2001) esta t&eacute;cnica consiste num procedimento que visa conseguir a redu&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de ativa&ccedil;&atilde;o, mediante uma diminui&ccedil;&atilde;o progressiva e volunt&aacute;ria da contra&ccedil;&atilde;o muscular. O seu objetivo &eacute; dotar a pessoa de habilidades para controlar a sua pr&oacute;pria ativa&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica e confrontar as situa&ccedil;&otilde;es que provocam stress e ansiedade. Com a execu&ccedil;&atilde;o desta t&eacute;cnica "muitos indiv&iacute;duos poderiam beneficiar ao adquirir a habilidade de relaxar para gerir diferentes situa&ccedil;&otilde;es stressantes na sua vida di&aacute;ria" (V&aacute;squez, 2001, p. 21).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A t&eacute;cnica de relaxamento progressivo de Jacobson, para al&eacute;m das condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias de espa&ccedil;o, ambiente, individual ou grupo, determina que a pessoa possua caracter&iacute;sticas que permitam a sua aprendizagem e a continuidade da sua execu&ccedil;&atilde;o. Deve ser sempre iniciada com a explica&ccedil;&atilde;o dos seus objetivos e fundamentos. Pode ser integrada num processo de aprendizagem demorado, quando implementado na sua vers&atilde;o original (16 grupos musculares). Existem contudo, vers&otilde;es para 7 e 4 grupos musculares.</p>

	    <p>Na execu&ccedil;&atilde;o desta t&eacute;cnica deve ser contemplado que cada procedimento deve ser implementado pelo terapeuta, para que o mesmo possa ser cuidadosamente explicado e adaptado &agrave;s caracter&iacute;sticas das pessoas. Tamb&eacute;m, deve ser introduzido apenas um novo procedimento ap&oacute;s o anterior ser apreendido, sendo que cada procedimento deve ser descrito em pormenor, em que a voz do terapeuta deve alterar ao longo dos ciclos de tens&atilde;o e distens&atilde;o.</p>

	    <p>No final das sess&otilde;es &eacute; fundamental que se proceda &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o, analisando as experi&ecirc;ncias subjetivas da pessoa ao n&iacute;vel do grau de relaxamento conseguido. Pode ser realizada atrav&eacute;s da perce&ccedil;&atilde;o sobre a experi&ecirc;ncia de relaxamento ou com a aplica&ccedil;&atilde;o de escalas de Likert de 10 pontos, em que o 0 significa aus&ecirc;ncia de relaxamento e o 10 o m&aacute;ximo de relaxamento percecionado (V&aacute;sqez, 2001). Para Serra (2002) o procedimento deve ser iniciado e finalizado com a monitoriza&ccedil;&atilde;o do pulso de modo a poderem ser interpretadas as altera&ccedil;&otilde;es ocorridas.</p>

	    <p>Esta t&eacute;cnica &eacute; algo que se vai desenvolvendo em termos de habilidade, o que leva a um maior grau de relaxamento &agrave; medida que a mesma se vai repetindo (Serra, 2002, V&aacute;sqez, 2001). Enquanto uma habilidade motora e que deve ser repetida para promover o seu dom&iacute;nio, deve ser executada diariamente, de prefer&ecirc;ncia duas vezes por dia. Por&eacute;m, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel esta periodicidade, pelo que uma vez por dia &eacute; mais f&aacute;cil de ser concretizado. Imagens de paz podem ser utilizadas em complementaridade a esta t&eacute;cnica (Serra, 2002). Com este estudo definimos como objetivo analisar a efic&aacute;cia de um programa de gest&atilde;o de stress.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Metodologia</b></p>

	    <p>Estudo integrado no paradigma de investiga&ccedil;&atilde;o quantitativo, do tipo descritivo, explorat&oacute;rio e correlacional. Desenvolvemos um estudo longitudinal. Efetu&aacute;mos uma abordagem segundo um desenho pr&eacute; e p&oacute;s&#45;teste, com an&aacute;lise intra&#45;sujeitos em dois momentos distintos, mediados por um intervalo de tempo de seis meses, neste intervalo implementamos um programa psicopedag&oacute;gico, sem controlo de outras vari&aacute;veis o que n&atilde;o se enquadra num tipo de estudo experimental.</p>

	    <p>Este estudo faz parte de um mais abrangente que teve por finalidade contribuir para a melhoria da qualidade de vida no trabalho e, por iner&ecirc;ncia, melhorar os cuidados em sa&uacute;de prestados pelos enfermeiros proporcionando&#45;lhes alguns recursos que lhes permitam desenvolver capacidades para gerirem melhor o stresse relacionado com o trabalho de enfermagem.</p>

	    <p>A popula&ccedil;&atilde;o alvo s&atilde;o Enfermeiros/Alunos de Cursos de P&oacute;s&#45;Licenciatura de Especializa&ccedil;&atilde;o em Enfermagem (CPLEE) de uma Escola Superior de Enfermagem da regi&atilde;o norte de Portugal. Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o da nossa amostra foram serem enfermeiros/alunos de CPLEE e aceitarem participar no estudo. A amostra foi constitu&iacute;da por 92 enfermeiros/alunos de diferentes CPLEE (Enfermagem de Reabilita&ccedil;&atilde;o, Enfermagem Comunit&aacute;ria ...). Foram respeitados os procedimentos &eacute;ticos inerentes ao processo investigativo.</p>

	    <p>Os enfermeiros que aceitaram participar no estudo foram informados de todos os aspetos que o estudo englobava: da finalidade e objetivos, do car&aacute;ter longitudinal, interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gica pelo que se solicitou a manuten&ccedil;&atilde;o da sua participa&ccedil;&atilde;o promovendo a ades&atilde;o e minimizando a "mortalidade da amostra" comum nestes estudos. A interven&ccedil;&atilde;o revestiu&#45;se de um programa psicopedag&oacute;gico de ajuda na gest&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es, proporcionando recursos/habilidades para a gest&atilde;o do stress relacionado com o trabalho dos enfermeiros.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O plano de interven&ccedil;&atilde;o psicopedag&oacute;gico integrou um total de tr&ecirc;s sess&otilde;es de 2 horas cada e foi desenvolvido pela investigadora (assim como a respetiva colheita de dados). A planifica&ccedil;&atilde;o/calendariza&ccedil;&atilde;o das sess&otilde;es foi feita de acordo e em consenso com os Coordenadores dos CPLEE e enfermeiros. O intervalo de tempo entre a primeira e segunda sess&atilde;o foi de 3 a 4 semanas e entre a segunda e a terceira sess&atilde;o, 3 semanas. O programa psicopedag&oacute;gico completo (3 sess&otilde;es) apresentou uma perda de participantes de 32 (34,8%). Assim, a ades&atilde;o dos participantes ao programa psicopedag&oacute;gico foi de 65,2% (60 participaram em todas as sess&otilde;es).</p>

	    <p>Na primeira sess&atilde;o foram abordados conte&uacute;dos te&oacute;ricos relativos ao stress e viol&ecirc;ncia psicol&oacute;gica como indutor de stress, as segundas e terceiras integraram t&eacute;cnicas de relaxamento de Jacobson para 7 grupos musculares &#45; face; bra&ccedil;o dominante e n&atilde;o dominante; pesco&ccedil;o e, peito, ombros, parte superior das costas e abd&oacute;men; perna dominante e n&atilde;o dominante (Gon&ccedil;alves, 1990) em associa&ccedil;&atilde;o com t&eacute;cnicas de imagina&ccedil;&atilde;o guiada. Os enfermeiros participaram nas sess&otilde;es, por ordem sequencial das mesmas. Todas as sess&otilde;es foram realizadas pela investigadora em contexto de sala de aula, solicitada para o efeito.</p>

	    <p>Na segunda e terceira sess&atilde;o do programa psicopedag&oacute;gico, ap&oacute;s a exposi&ccedil;&atilde;o de breves conte&uacute;dos de relaxamento e da t&eacute;cnica de relaxamento de Jacobson para 7 grupos musculares (Gon&ccedil;alves, 1990), antecedendo a execu&ccedil;&atilde;o pelos participantes, foi solicitado a cada enfermeiro a automonitoriza&ccedil;&atilde;o do pulso, antes e ap&oacute;s a sess&atilde;o de relaxamento, assim como, o respetivo registo do valor em folha dada pelo investigador. Foi tamb&eacute;m solicitado no final da execu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica de relaxamento o registo do grau de relaxamento percecionado pelo participante (numa escala de 0&#45;valor m&iacute;nimo e 10&#45;valor m&aacute;ximo) na mesma folha de registo.</p>

	    <p>No per&iacute;odo compreendido entre a segunda e terceira sess&atilde;o foi pedido ao participante que referisse a frequ&ecirc;ncia com que havia executado por autoiniciativa os exerc&iacute;cios aprendidos na 2&ordf; sess&atilde;o.</p>

	    <p>Os dados obtidos foram tratados em software inform&aacute;tico, no programa inform&aacute;tico <i>Statistical Package for Social Sciences</i> (SPSS), vers&atilde;o 18.0 para Windows e estat&iacute;stica param&eacute;trica. Recorremos &agrave; estat&iacute;stica descritiva e inferencial. Usamos o teste t de Student para amostras emparelhadas quando pretendemos fazer uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia de m&eacute;dias intra&#45;sujeitos antes e ap&oacute;s a implementa&ccedil;&atilde;o do programa psicopedag&oacute;gico. Relativamente aos dados do teste t, os graus de liberdade s&atilde;o apresentados entre par&ecirc;nteses.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Resultados</b></p>

	    <p>Dos participantes 84,8% eram do sexo feminino, com a idade m&eacute;dia de 33,2 anos (DP=5,7) sendo 58,7% em situa&ccedil;&atilde;o double (casados/uni&atilde;o de fato). A m&eacute;dia de tempo de servi&ccedil;o na profiss&atilde;o foi de 10,4 anos. Trabalhavam em m&eacute;dia 44,8 horas por semana, 65,6% eram enfermeiros graduados, 73,3% pertenciam ao quadro de pessoal da institui&ccedil;&atilde;o, 78,7% exerciam a sua atividade profissional em institui&ccedil;&atilde;o hospitalar. Dos participantes 24,3% exerciam fun&ccedil;&otilde;es de chefia ou responsabilidade de servi&ccedil;o e 66,7% dos enfermeiros n&atilde;o estavam satisfeitos com o local de trabalho. Relativamente, &agrave; perce&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de stress atribu&iacute;do exclusivamente &agrave; atividade profissional, 32,5% identificaram&#45;no como muito stressante.</p>

	    <p>Os valores obtidos resultantes do plano de interven&ccedil;&atilde;o (2&ordf; e 3&ordf; sess&atilde;o): m&eacute;dia (M), desvio padr&atilde;o (DP), m&iacute;nimo (Mn) e m&aacute;ximo (Mx) s&atilde;o apresentados na <a href="#t1">Tabela 1</a>.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	<a name="t1">

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rpesm/n10/n10a06t1.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>A <a href="#t1">Tabela 1</a> permite&#45;nos constatar que na segunda sess&atilde;o do programa de interven&ccedil;&atilde;o, no que se refere &agrave; monitoriza&ccedil;&atilde;o do pulso verificou&#45;se uma diminui&ccedil;&atilde;o do valor m&eacute;dio de 74,8 (DP=9,9) para 68,6 (DP=9,7) sendo o valor m&iacute;nimo de 50 e 40 e os valores m&aacute;ximos de 105 e 101 no in&iacute;cio e final da sess&atilde;o, respetivamente. De igual modo na terceira sess&atilde;o verificou&#45;se um decr&eacute;scimo no valor m&eacute;dio da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca no in&iacute;cio da sess&atilde;o com 77,0 (DP=10,3) e no final de 69,7 (DP=8,8). Os valores m&iacute;nimos e m&aacute;ximos foram de 56&#45;100 e 46&#45;92, no in&iacute;cio e final da sess&atilde;o, respetivamente.</p>

	    <p>Relativamente ao grau de relaxamento (segunda sess&atilde;o) percecionado pelos participantes no final da execu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica o valor m&eacute;dio m&aacute;ximo percecionado foi de 6,2 (DP=1,7) no membro inferior dominante, sendo o valor m&eacute;dio mais baixo percecionado nos exerc&iacute;cios da face com M=4,9 e DP=2,0.</p>

	    <p>Na terceira sess&atilde;o do programa de interven&ccedil;&atilde;o verificou&#45;se uma perce&ccedil;&atilde;o de maior grau de relaxamento nos grupos musculares peito, ombros, parte superior das costas e abd&oacute;men e perna dominante com a m&eacute;dia de 7,3 (DP=1,8) valores iguais para os dois grupos musculares. Para os m&uacute;sculos da face, os participantes, assinalaram valores mais baixos de perce&ccedil;&atilde;o de relaxamento (M=5,9; DP=2,0).</p>

	    <p>Em s&iacute;ntese constatamos uma diminui&ccedil;&atilde;o do ritmo card&iacute;aco no final da segunda e terceira sess&atilde;o, ou seja ap&oacute;s a execu&ccedil;&atilde;o dos exerc&iacute;cios de relaxamento com imagina&ccedil;&atilde;o guiada. Tamb&eacute;m podemos verificar valores m&eacute;dios mais elevados de perce&ccedil;&atilde;o de relaxamento muscular, nos diferentes grupos, pelos participantes.</p>

	    <p>Na an&aacute;lise de vari&acirc;ncia das m&eacute;dias dos resultados obtidos entre os dois momentos de avalia&ccedil;&atilde;o recorremos &agrave; estat&iacute;stica param&eacute;trica (teste t para amostras emparelhadas) entre as m&eacute;dias da monitoriza&ccedil;&atilde;o do pulso e do grau de relaxamento (nos diferentes grupos musculares e global) da segunda e terceira sess&atilde;o (<a href="#t2">Tabela 2</a>).&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	<a name="t2">

	    <p><img src="/img/revistas/rpesm/n10/n10a06t2.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos resultados obtidos atrav&eacute;s da compara&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias das vari&aacute;veis pulso e grau de relaxamento podemos verificar que existem diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para a perce&ccedil;&atilde;o do grau de relaxamento global, referido pelos participantes no programa psicopedag&oacute;gico.</p>

	    <p>Os enfermeiros apresentaram m&eacute;dia superior do grau de relaxamento global (M=6,8; DP=1,4) na terceira sess&atilde;o comparativamente &agrave; segunda sess&atilde;o (M=5,7; DP=1,5) para um valor de t(50)=&#45;4,40; p=0,000.</p>

	    <p>Quando comparados os diferentes grupos musculares verificamos a exist&ecirc;ncia de resultados estatisticamente significativos, com valor m&eacute;dio superior, na terceira sess&atilde;o em todos grupos. Os grupos musculares "Pesco&ccedil;o" e "Peito, Ombros, Parte Superior das Costas e Abd&oacute;men" foram os que apresentaram resultados com maior signific&acirc;ncia estat&iacute;stica, na segunda sess&atilde;o com valores de M=5,3; DP=2,1 e M=5,8; DP=1,8 comparativamente &agrave; terceira sess&atilde;o M=6,6; DP=1,9 e M=7,3; DP=1,7 para valores de t(51)=&#45;4,31; p=0,000 e t(51)=&#45;5,19; p=0,000, respetivamente.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>

	    <p>A an&aacute;lise dos resultados permitiu&#45;nos constatar uma diminui&ccedil;&atilde;o do ritmo card&iacute;aco no final da segunda e terceira, ou seja ap&oacute;s a execu&ccedil;&atilde;o dos exerc&iacute;cios de relaxamento e de imagina&ccedil;&atilde;o guiada. De igual modo verificamos um aumento do grau de perce&ccedil;&atilde;o de relaxamento muscular global e nos diferentes grupos musculares, pelos participantes. Atrav&eacute;s da compara&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias das vari&aacute;veis pulso e grau de relaxamento conclu&iacute;mos que para o grau de relaxamento, os enfermeiros apresentaram m&eacute;dia superior do grau de relaxamento global na terceira sess&atilde;o comparativamente &agrave; segunda sess&atilde;o, assim como nos diferentes grupos musculares.</p>

	    <p>Como foi evidenciado no nosso estudo, Ramos (2001) afirma as vantagens das t&eacute;cnicas de relaxamento na redu&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca e da press&atilde;o sangu&iacute;nea. Alparslan e Akdemir (2010) comprovam de igual modo a diminui&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o arterial, atrav&eacute;s do treino de relaxamento.</p>

	    <p>Bruneau e Ellison (2004) desenvolveram um estudo com 18 enfermeiros do NHS Community Hospital em que um dos objetivos visava avaliar o impacto de um programa de redu&ccedil;&atilde;o de stress, com o recurso a t&eacute;cnicas de relaxamento de Jacobson e conclu&iacute;ram que 66% dos participantes beneficiaram de forma significativa. Yung, Fung, Chan e Lau (2004) num estudo com 54 enfermeiros delinearam um programa de t&eacute;cnicas de relaxamento: Stretch&#45;release relaxation (relaxamento progressivo) e Cognitive Relaxation (imagina&ccedil;&atilde;o guiada) e conclu&iacute;ram que os m&eacute;todos contribu&iacute;ram para a diminui&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de ansiedade e aumento da sa&uacute;de mental dos enfermeiros (particularmente com as t&eacute;cnicas de imagina&ccedil;&atilde;o guiada).</p>

	    <p>Jesus, Santos, Stob&auml;us, Mosquera e Esteve (2004, p. 359) conclu&iacute;ram num estudo em que aplicaram um Programa de Forma&ccedil;&atilde;o Cont&iacute;nua, a profissionais de Educa&ccedil;&atilde;o e de Sa&uacute;de com a dura&ccedil;&atilde;o de 50h, num total de onze sess&otilde;es ("partilha de experi&ecirc;ncias profissionais com colegas, identifica&ccedil;&atilde;o de fatores de stress e estrat&eacute;gias de <i>coping</i> para lidar com eles, substituir cren&ccedil;as irracionais por cren&ccedil;as mais apropriadas, treinar compet&ecirc;ncias de assertividade e de <i>relaxamento"</i>) que os participantes revelaram um aumento significativo da perce&ccedil;&atilde;o de bem&#45;estar profissional.</p>

	    <p>Payne (2002) refere a import&acirc;ncia do relaxamento no stress ocupacional assim como, fatores como o apoio da organiza&ccedil;&atilde;o e a colabora&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na planifica&ccedil;&atilde;o no sucesso dos programas. Ramos (2001) menciona melhor desempenho, maior satisfa&ccedil;&atilde;o e estabilidade profissional melhores rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, maior rendimento do trabalho e maior capacidade para lidar com o stress como resultados de t&eacute;cnicas de relaxamento na gest&atilde;o do stress laboral.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>

	    <p>Enquanto uma realidade nos contextos laborais o stress caracteriza&#45;se pela sua complexa multifatorialidade dependente da singularidade de cada enfermeiro, da organiza&ccedil;&atilde;o e da comunidade em que se encontra inserido.</p>

	    <p>Um dos grandes desafios no contexto laboral portugu&ecirc;s aponta para o investimento em programas de interven&ccedil;&atilde;o na gest&atilde;o do stress laboral. Para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de dos enfermeiros, programas de interven&ccedil;&atilde;o inserem&#45;se j&aacute; em contextos organizacionais, em pa&iacute;ses como o Canad&aacute; (Hepburn &amp; Enns, 2011; Wong &amp; Lastinguer, 2012), EUA (Joahnsen, 2012), Holanda (Jonge, Spoor Gevers &amp; Hamers, 2012) e o Reino Unido (Sargeant, 2011).</p>

	    <p>No gest&atilde;o de unidades de cuidados a evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica permite constatar que urge desenvolver estrat&eacute;gias e mobilizar recursos para que a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de no trabalho seja uma realidade. Neste sentido &eacute; fundamental a necessidade de num primeiro momento sensibilizar gestores para a relev&acirc;ncia e resultados que poder&atilde;o advir, no dom&iacute;nio da qualidade de cuidados prestados pelos enfermeiros.</p>

	    <p>A implica&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na implementa&ccedil;&atilde;o e monitoriza&ccedil;&atilde;o destes programas &eacute; crucial. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel obterem&#45;se ganhos em sa&uacute;de se aos participantes n&atilde;o for dada possibilidade de participarem ativamente. No &acirc;mbito da gest&atilde;o de servi&ccedil;os dever&aacute; estar presente que o trabalhador tem uma vida para al&eacute;m do contexto de trabalho e que esta intera&ccedil;&atilde;o poder&aacute;, em determinados momentos, revelar&#45;se facilitadora ou dificultadora do seu desempenho. Assim, a interven&ccedil;&atilde;o individual poder&aacute; emergir como uma necessidade real.</p>

	    <p>Em s&iacute;ntese, os resultados evidenciaram a vantagem de implementa&ccedil;&atilde;o de programas na gest&atilde;o do stress laboral nos enfermeiros.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    <!-- ref --><p>Alparslan, G. B. &amp; Akdemir, N. (2010). Effects of walking and relaxation techniques exercises on controlling hypertension. <i>Journal of the Australian Traditional&#45;Medicine Society, 16</i>, 9&#45;14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1647-2160201300020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <!-- ref --><p>Payne, R. (2002). <i>T&eacute;cnicas de relaxamento</i>. Loures: Lusoci&ecirc;ncia. (Tradu&ccedil;&atilde;o do original em l&iacute;ngua inglesa Relaxation Techniques).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1647-2160201300020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Ramos, M. (2001). <i>Desfiar o Desafio: Preven&ccedil;&atilde;o do stress no trabalho</i>. Lisboa: Editora RH.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1647-2160201300020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sargeant, J. (2011). Creative a positive workplace culture. <i>Nursing Management, 18</i>(9), 14&#45;19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1647-2160201300020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Serra, A. V. (2002). <i>O Stress na vida de todos os dias</i> (2 ed.). Coimbra: Gr&aacute;fica de Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1647-2160201300020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <!-- ref --><p>Yung, P. M. B., Fung, M. Y., Chan, T. M. F. &amp; Lau, B. W. K. (2004). Relaxation training methods for nurse managers in Hong Kong: a controlled study. <i>Journal of Mental Health Nursing</i>, <i>13</i>, 255&#45;261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1647-2160201300020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Wong, C. A. &amp; Laschinger, H. (2012). Authentic leadership, performance and job satisfaction: The mediating role of empowerment. <i>Proceedings of the 10<sup>th</sup></i> <i>Conference European Academy of Occupational Health Psychology</i>, 240&#45;241.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1647-2160201300020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p>Recebido em 20 de setembro de 2013.</p>

	    <p>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o em 26 de novembro de 2013.</p>
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<surname><![CDATA[Alparslan]]></surname>
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<source><![CDATA[Journal of the Australian Traditional-Medicine Society]]></source>
<year>2010</year>
<volume>16</volume>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Palliative care stress in a UK community hospital: evaluation of a stress-reduction programme]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Palliative Nursing]]></source>
<year>2004</year>
<volume>10</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>296-304</page-range></nlm-citation>
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<source><![CDATA[Terapia comportamental: Modelos teóricos e manuais terapêuticos]]></source>
<year>1990</year>
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