<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1647-2160</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></abbrev-journal-title>
<issn>1647-2160</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1647-21602014000200001</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Editorial: Consensos em saúde mental - diagnósticos, intervenções e resultados]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sequeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carlos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Medicina CINTESIS]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Escola Superior de Enfermagem do Porto  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<numero>11</numero>
<fpage>6</fpage>
<lpage>8</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1647-21602014000200001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1647-21602014000200001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1647-21602014000200001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Editorial: Consensos em sa&uacute;de mental &#150; diagn&oacute;sticos, interven&ccedil;&otilde;es e resultados</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Carlos Sequeira*</b></p>

	    <p>*Doutor em Ci&ecirc;ncias de Enfermagem; Presidente d&rsquo; A Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental; Diretor da Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental; Coordenador do Grupo de Investiga&ccedil;&atilde;o NursID: Innovation and Development in Nursing &#150; CINTESIS &#150; Faculdade de Medicina da Universidade do Porto; Professor Coordenador na Escola Superior de Enfermagem do Porto, Rua Dr. Ant&oacute;nio Bernardino de Almeida, 4200&#45;072 Porto, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:carlossequeira@esenf.pt">carlossequeira@esenf.pt</a></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Caras (os) colegas,</p>

	    <p>A edi&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero 11 da Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental surge na v&eacute;spera da realiza&ccedil;&atilde;o do <b>Semin&aacute;rio Internacional de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Mental e do</b> <b>V Congresso Internacional d&rsquo; ASPESM</b> dedicado aos "Consensos em Sa&uacute;de Mental", que se realizam entre 18 a 20 de junho de 2014 no Hospital de Braga. O elevado n&uacute;mero de propostas sugere uma excelente oportunidade de partilha de boas pr&aacute;ticas e de resultados de investiga&ccedil;&atilde;o que carecem de ser divulgados.</p>

	    <p>Para este n&uacute;mero da revista submeteram&#45;se um conjunto significativo de artigos de diversas &aacute;reas do saber, o que implicou um trabalho acrescido para a comiss&atilde;o editorial e cient&iacute;fica, &agrave;s quais queremos deixar o nosso agradecimento pelo empenho e rigor com que t&ecirc;m analisado as propostas de publica&ccedil;&atilde;o, e contribu&iacute;do de forma decisiva para a qualidade da revista. Por isso, alguns artigos que n&atilde;o puderam ser publicados neste n&uacute;mero ser&atilde;o publicados nos n&uacute;meros seguintes, o que nos possibilitar&aacute; um maior per&iacute;odo de tempo para o processo de revis&atilde;o.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Consensos em Sa&uacute;de Mental: Diagn&oacute;sticos, Interven&ccedil;&otilde;es e Resultados</b></p>

	    <p>Nesta edi&ccedil;&atilde;o da revista selecionamos seis artigos de investiga&ccedil;&atilde;o e um artigo de boas pr&aacute;ticas. Os <b>artigos de investiga&ccedil;&atilde;o</b> abordam instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o sobre: raz&otilde;es para viver; burnout e intera&ccedil;&atilde;o trabalho&#45;fam&iacute;lia; e sa&uacute;de mental positiva. Os <b>artigos sobre interven&ccedil;&otilde;es</b> abordam: atividades de ocupa&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica; comunica&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica; e compet&ecirc;ncias para a reabilita&ccedil;&atilde;o psicossocial. Selecionamos ainda um trabalho sobre boas pr&aacute;ticas: "Projeto Mensanus &#150; ganhos em sa&uacute;de mental", uma vez que esse &eacute; tamb&eacute;m um dos principais objetivos da revista.</p>

	    <p>No editorial deste n&uacute;mero da Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental problematizaremos a necessidade de consensos em Sa&uacute;de Mental, essencialmente aqueles que importam e relevam para o exerc&iacute;cio profissional dos enfermeiros.</p>

	    <p>Considera&#45;se que nesta &aacute;rea &eacute; necess&aacute;rio evoluir no sentido de construir consensos em v&aacute;rios dom&iacute;nios, dos quais destacamos os <b>conceitos, as classifica&ccedil;&otilde;es</b>, <b>os</b> <b>diagn&oacute;sticos, as interven&ccedil;&otilde;es e os resultados.</b></p>

	    <p>Ao n&iacute;vel dos conceitos verifica&#45;se que proliferam v&aacute;rias termos com sem&acirc;nticas muito similares, e que importa clarificar de modo a evitar redund&acirc;ncias, a facilitar as prescri&ccedil;&otilde;es e a possibilitar uma melhor avalia&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, ao n&iacute;vel das interven&ccedil;&otilde;es psicoterap&ecirc;uticas existem varias interven&ccedil;&otilde;es com "r&oacute;tulos diferentes", mas que na pr&aacute;tica clinica s&atilde;o prescritas de forma indiscriminada e as diferen&ccedil;as de conte&uacute;do n&atilde;o s&atilde;o significativas &#150; ex.: estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva; terapia pela reminisc&ecirc;ncia; remedia&ccedil;&atilde;o cognitiva; reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva,... Com este exemplo podemos ver a amplitude das implica&ccedil;&otilde;es da exist&ecirc;ncia da multiplicidade de termos. Se nos centrarmos num servi&ccedil;o e em pessoas com o mesmo problema poder&atilde;o ser&#45;lhes indicadas nomes de interven&ccedil;&otilde;es diferentes, quando na realidade s&atilde;o similares, o que tem impacte na continuidade de cuidados e na avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados. Por isso, urge investir na clarifica&ccedil;&atilde;o dos conceitos, desde logo, com o conceito sa&uacute;de mental na atualidade. O que se entende por sa&uacute;de mental positiva (resili&ecirc;ncia mental), sa&uacute;de mental negativa (vulnerabilidade), normal e patol&oacute;gico, entre outros.</p>

	    <p>Ao n&iacute;vel das classifica&ccedil;&otilde;es somos confrontados com uma revis&atilde;o do DSM&#45;IV &#45; o DSM 5, que nos oferece um conjunto de altera&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o s&atilde;o consensuais. Por exemplo ao n&iacute;vel dos dist&uacute;rbios globais do desenvolvimento, dist&uacute;rbio cognitivo leve, dist&uacute;rbio disf&oacute;rico pr&eacute;&#45;menstrual, entre outros, existem muitas d&uacute;vidas sobre as suas carater&iacute;sticas definidoras e como em muitos casos se podem confundir com a "normalidade". Em termos da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional para a Pr&aacute;tica de Enfermagem (CIPE), tamb&eacute;m se verifica que algumas defini&ccedil;&otilde;es carecem de maior robustez, de forma a diminuir a subjetividade inter&#45;individual. Por outro lado, h&aacute; um conjunto de termos, sinais e sintomas que constam na classifica&ccedil;&atilde;o e outros em que n&atilde;o h&aacute; qualquer refer&ecirc;ncia. Nesta classifica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; importante consensualizar os focos, que podem ser agrupados para facilitar a descri&ccedil;&atilde;o e a prescri&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es &#150; ex.: quando devemos ter por foco a cogni&ccedil;&atilde;o em vez da mem&oacute;ria e orienta&ccedil;&atilde;o, ou a confus&atilde;o em vez de mem&oacute;ria e orienta&ccedil;&atilde;o; a depress&atilde;o em vez de tristeza, vontade de viver diminu&iacute;da, humor depressivo,... As classifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma forma de consensualizar conceitos, diagn&oacute;sticos, e por isso s&atilde;o uma mais&#45;valia imprescind&iacute;vel para a pr&aacute;tica clinica. No entanto, em alguns casos carecem de investiga&ccedil;&atilde;o que as suporte. No que se reporta aos enfermeiros &eacute; fundamental investigar sobre quais os focos que devem constar na CIPE, de modo a que esta traduza as necessidades das pessoas nos diferentes contextos em que se encontram (hospital/comunidade).</p>

	    <p>Em termos dos diagn&oacute;sticos verifica&#45;se que, na atualidade, se disp&otilde;e de um conjunto significativo de recursos estandardizados, como escalas, &iacute;ndices, indicadores, etc. Por isso, o desafio est&aacute; em consensualizar quais os melhores instrumentos a utilizar em fun&ccedil;&atilde;o quer do doente, quer do contexto em que o mesmo se encontra. Por exemplo, num servi&ccedil;o de internamento de psiquiatria qual o melhor instrumento para avaliar a ansiedade, a impulsividade, o risco de agressividade,... O que se verifica &eacute; que cada institui&ccedil;&atilde;o adota o instrumento que lhe parece mais adequado e n&atilde;o aquele que &eacute; suportado por maior evid&ecirc;ncia. As diferen&ccedil;as de avalia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rias e desej&aacute;veis desde que surjam a partir de necessidades diferentes ou de objetivos diferentes. Por isso, faz sentido investigar na valida&ccedil;&atilde;o de instrumentos para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa que nos permitam caraterizar melhor cada necessidade em cuidados de enfermagem. Em termos do processo de diagn&oacute;stico, a CIPE veio criar algumas regras uniformizadoras. Agora importa consensualizar o conjunto de dados m&iacute;nimos que nos permite "dizer" com rigor que determinado diagn&oacute;stico est&aacute; presente, ou seja, qual a completude de determinados dados face a um determinado diagn&oacute;stico, clarificando quais os dados que s&atilde;o indispens&aacute;veis para o enunciado diagn&oacute;stico e quais os dados que s&atilde;o acess&oacute;rios, mas que permitem uma melhor carateriza&ccedil;&atilde;o de determinado enunciado. Em sa&uacute;de mental este trabalho &eacute; fundamental pois, de outro modo, podemos referir que todos os dados s&atilde;o importantes e, neste registo, &eacute; imposs&iacute;vel recolher todos os dados, pelo que cada um recolhe aqueles que considera mais relevantes. Por exemplo, para o risco de tentativa de suic&iacute;dio, todos os dados do sujeito importam, mas h&aacute; um conjunto de dados que revelam um maior efeito "preditor" e por conseguinte uma maior utilidade diagn&oacute;stica face a outros. Com base na evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica &eacute; necess&aacute;rio encontrar esses consensos, entre o que &eacute; necess&aacute;rio, o que &eacute; desej&aacute;vel e o que &eacute; dispens&aacute;vel.</p>

	    <p>Em termos de interven&ccedil;&otilde;es verificamos que h&aacute; duas &aacute;reas fundamentais e sobre as quais &eacute; necess&aacute;rio refletir para a exist&ecirc;ncia de um maior consenso clinico. Uma est&aacute; relacionada com a prescri&ccedil;&atilde;o e outra est&aacute; relacionada com a sua execu&ccedil;&atilde;o das v&aacute;rias interven&ccedil;&otilde;es. Em termos de prescri&ccedil;&atilde;o &eacute; importante consensualizar quais as interven&ccedil;&otilde;es que apresentam potencial terap&ecirc;utico para os diferentes diagn&oacute;sticos. Parece &oacute;bvio que se trata de uma &aacute;rea que carece de investiga&ccedil;&atilde;o sobre os diferentes n&iacute;veis de efetividade das interven&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o de determinados diagn&oacute;sticos e das situa&ccedil;&otilde;es clinicas dos utentes pois, de outra forma, parece que todos as interven&ccedil;&otilde;es "servem" para todos os diagn&oacute;sticos. A NANDA&#45;NIC&#45;NOC fornece&#45;nos um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es muito &uacute;teis para este registo. No entanto, as mesmas carecem de valida&ccedil;&atilde;o para o contexto portugu&ecirc;s, uma vez que a realidade nos Estados Unidos da Am&eacute;rica &eacute; diferente da portuguesa, quer ao n&iacute;vel dos contextos quer ao n&iacute;vel das fun&ccedil;&otilde;es dos profissionais. Em Portugal utilizamos a CIPE com taxonomia e n&atilde;o a NANDA pelo que se deve avaliar quais as inter&#45;rela&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis entre os diagn&oacute;sticos com base na (CIPE) e os diagn&oacute;sticos com base na (NANDA) e depois iniciar o processo de cria&ccedil;&atilde;o de arqu&eacute;tipos que nos permitam estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o com integridade referencial entre os diagn&oacute;sticos e as interven&ccedil;&otilde;es. Ao n&iacute;vel das interven&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se verifica que existem muitas interven&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o s&atilde;o interven&ccedil;&otilde;es, mas sim atitudes (boa pr&aacute;tica), que existem interven&ccedil;&otilde;es sem diferen&ccedil;as significativas de conte&uacute;do (incentivar, encorajar, motivar...; ensinar, educar, informar), e outras vazias de conte&uacute;do. O desafio est&aacute; em criar consensos sobre que interven&ccedil;&otilde;es privilegiar em situa&ccedil;&otilde;es similares &#150; padr&otilde;es de qualidade das pr&aacute;ticas. Relativamente &agrave; sua execu&ccedil;&atilde;o/implementa&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m &eacute; importante que se consensualizem os procedimentos que devem ser adotados para determinada interven&ccedil;&atilde;o. Por exemplo se um enfermeiro refere que executou uma interven&ccedil;&atilde;o denominada de "Rela&ccedil;&atilde;o de ajuda" sup&otilde;e&#45;se que ele tenha cumprido uma s&eacute;rie de pressupostos que devem estar expl&iacute;citos e dispon&iacute;veis. Por isso, a cria&ccedil;&atilde;o de procedimentos para cada interven&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para a garantia da implementa&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de qualidade. A sua aus&ecirc;ncia traduz que cada profissional pode dizer que executou uma interven&ccedil;&atilde;o, mas no concreto ter efetuado coisas totalmente diferentes. Ainda ao n&iacute;vel das interven&ccedil;&otilde;es &eacute; tamb&eacute;m necess&aacute;rio consensualizar os "r&oacute;tulos" das interven&ccedil;&otilde;es, no sentido de se contribuir para a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de interven&ccedil;&otilde;es que em termos procedimentais n&atilde;o acrescentam conte&uacute;do significativo.</p>

	    <p>Por &uacute;ltimo, em termos de indicadores &eacute; importante definir quais os indicadores que se devem extrair em fun&ccedil;&atilde;o dos diferentes contextos. Parece evidente que num servi&ccedil;o de interven&ccedil;&atilde;o intensiva os indicadores dever&atilde;o ser diferentes de um servi&ccedil;o de Psicogeriatria, ou de um servi&ccedil;o de hospital de dia. Por isso, o que importa &eacute; em fun&ccedil;&atilde;o dos indicadores epidemiol&oacute;gicos de cada contexto determinar quais os indicadores de resultados que s&atilde;o mais relevantes. N&atilde;o faz sentido, por exemplo, num servi&ccedil;o de interven&ccedil;&atilde;o intensiva, onde o n&uacute;mero de dias de perman&ecirc;ncia &eacute; de dois a tr&ecirc;s dias no m&aacute;ximo, ter um indicador de resultado sobre a preven&ccedil;&atilde;o de &uacute;lceras press&atilde;o e n&atilde;o ter um indicador sobre o risco de agressividade ou agita&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>Como se pode constatar, a necessidade de consensos em diversas &aacute;reas &eacute; uma necessidade emergente para a implementa&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es de qualidade onde o "SOMAR", enquanto agregador de consensos, &eacute; uma mais&#45;valia para as pessoas.<a name="_GoBack"></a></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body>
</article>
