<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1647-2160</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></abbrev-journal-title>
<issn>1647-2160</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1647-21602015000100011</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Determinantes na transição para a parentalidade]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Determinants in the transition to parenthood]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Determinantes en la transición a la maternidad]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Henriques]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carolina Miguel Graça]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria Luísa Fernandes Cordeiro dos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Caceiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elisa Maria da Silva Fernandes]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ramalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sónia Isabel Horta S. Moreira de Almeida]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Leiria Escola Superior de Saúde Unidade de Investigação em Saúde]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Leiria ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>02</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>02</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<numero>spe2</numero>
<fpage>63</fpage>
<lpage>68</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1647-21602015000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1647-21602015000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1647-21602015000100011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[CONTEXTO: A transição para a parentalidade requer mudanças cognitivas, afetivas e comportamentais. A puérpera está dependente de vários fatores que poderão facilitar ou dificultar a transição para a maternidade, uma vez que o puerpério é um período bastante propício à existência de alterações psicoemocionais. OBJETIVO(S): Neste estudo, os objetivos passaram por procurar conhecer as características sociodemográficas e obstétricas das puérperas internadas em serviços de Obstetrícia; Determinar o nível de alterações psicoemocionais percecionado pelas puérperas internadas em serviços de obstetrícia e Verificar a relação entre o nível de alterações psicoemocionais e algumas caraterísticas sociodemográficas e obstétricas das puérperas internadas em serviços de obstetrícia. METODOLOGIA: Estudo descritivo - correlacional. Aplicação de um questionário relativo aos dados sociodemográficos e obstétricos, e Escala de Avaliação de Alterações Psicoemocionais do Puerpério (EAPP) a uma amostra não probabilística de 194 mulheres puérperas internadas. RESULTADOS: A média de idades das participantes foi de 29 anos, maioritariamente eram casadas e possuíam o ensino secundário. A maioria destas puérperas desejaram e planearam a sua gravidez, tendo realizado um parto eutócico. O nível de alterações psicoemocionais nestas mulheres revelou-se baixo. Evidenciou-se que fatores como a frequência de aulas de preparação para o parto, o tipo de parto e o número de partos anteriores influenciam o nível de alterações psicoemocionais. CONCLUSÕES: Ao estudarmos as alterações psicoemocionais que se podem desenvolver durante o período puerperal, concluímos que a grande maioria das mulheres puérperas revelou níveis de alterações psicoemocionais baixos, no entanto, pensamos ser fundamental debruçarmo-nos sobre os fatores que parecem influenciar o mesmo, nomeadamente a frequência de cursos de preparação para o parto.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[BACKGROUND: Thetransition to parenthood requires cognitive, affective and behavioral changes. The postpartum is dependent on several factors that may facilitate or impede the transition to motherhood, since the puerperium is quite conducive to the existence of psycho-emotional changes period. AIM: In this study, the objectives started by seeking to know the socio-demographic and obstetric characteristics of women interned in Obstetrics services; determine the level of psycho-emotional changes percecionado by women interned in Obstetrics services and know the relationship between the level of psycho-emotional changes and some socio-demographic and obstetric characteristics of women interned in Obstetrics services. METHODS: A descriptive study - correlational. A questionnaire concerning sociodemographic and obstetric data, and &#8216;Scale Changes the psycho-emotional Puerperium (EAPP)&#8217; to a non-probabilistic sample of 194 postpartum women hospitalized. RESULTS: Themean age of participants was 29 years, were mostly married, had secondary education and wanted and planned her pregnancy and achieved a normal delivery. The level ofpsycho-emotional changes in these women proved to be low. Became evident that factors such as frequency of classes preparing for childbirth, type of delivery and the number of previous births, influence the level of psycho-emotional changes. CONCLUSIONS: As we study the psycho-emotional changes that may develop during the postpartum period, we conclude that the vast majority of postpartum women showed lower levels of psycho-emotional changes, however, we think it essential to further studies in this field with a longitudinal character, still leaning on the factors that seem to influence the same, including the frequency of courses in preparation for childbirth.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[CONTEXTO: La transición a la paternidad requiere cambios cognitivos, afectivos y conductuales. El posparto depende de varios factores que pueden facilitar o dificultar la transición a la maternidad, ya que el puerperio es bastante propicio para la existencia del psico-emocional período de cambios. OBJETIVO(S): En este estudio, los objetivos iniciadas por tratar de conocer las características socio demográficas y obstétricas de las mujeres internadas en los servicios de obstetricia; determinar el nivel de los cambios psico-emocionales y conocer la relación entre el nivel de los cambios psico-emocionales y algunas características socio-demográficas y obstétricas de las mujeres internadas en los servicios de obstetricia. METODOLOGÍA: Estudiodescriptivo - correlaciónale. Aplicado cuestionario sobre datos socio demográficos y obstétricos, y &#8216;Escala de Alterações Psicoemocionais do Puerpério (EAPP)&#8217; a una muestra de 194 mujeres. RESULTADOS: La edad de las participantes fue de 29 años, se casaron, tenía educación secundaria y tenía deseado y el previsto su embarazo y lograron un parto normal. El nivel de cambios psico-emocionales en estas mujeres resultó ser bajo. Factores tales como la frecuencia de las clases de preparación para el parto, tipo de parto y el número de partos previos, influí en el nivel de los cambios psico-emocionales. CONCLUSIONES: Se concluye que la mayoría de las mujeres después del parto mostraron niveles más bajos de los cambios psico-emocionales, sin embargo creemos que es esencial más estudios sobre los factores que parecen influir en la misma, incluyendo la frecuencia de los cursos de preparación para el parto.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Saúde materna]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Transtornos de adaptação]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Maternal health]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Adjustment disorders]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Salud materna]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Trastornos de adaptación]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 
	    <p align="right"><b>ARTIGO DE INVESTIGA&Ccedil;&Atilde;O</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Determinantes na transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Determinants in the transition to parenthood</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Determinantes en la transici&oacute;n a la maternidad</b></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Carolina Miguel Gra&ccedil;a Henriques*, Maria Lu&iacute;sa Fernandes Cordeiro dos Santos**, Elisa &nbsp;Maria da Silva Fernandes Caceiro***, e S&oacute;nia Isabel Horta S. Moreira de Almeida Ramalho****</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>*Professora Adjunta no Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria, Escola Superior de Sa&uacute;de, Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de, Campus 2 &#150; Morro do Lena &#150; Alto do Vieiro, Apartado 4137, 2411&#45;901 Leiria, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:carolina.henriques@ipleiria.pt">carolina.henriques@ipleiria.pt</a></p>

	    <p>**Professora Adjunta no Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria, Escola Superior de Sa&uacute;de, Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de, 2411&#45;901 Leiria, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:lsantos@ipleiria.pt">lsantos@ipleiria.pt</a></p>

	    <p>***Professora Adjunta no Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria, Escola Superior de Sa&uacute;de, Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de, 2411&#45;901 Leiria, Portugal. E&#45;mail: &nbsp;<a href="mailto:elisa.caceiro@ipleiria.pt">elisa.caceiro@ipleiria.pt</a></p>

	    <p>****Assistente do 2&ordm; Tri&eacute;nio no Instituto Polit&eacute;cnico de Leiria, Escola Superior de Sa&uacute;de, Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de, 2411&#45;901 Leiria, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:sonia.ramalho@ipleiria.pt">sonia.ramalho@ipleiria.pt</a></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMO</b></p>

	    <p><b>CONTEXTO:</b> A transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade requer mudan&ccedil;as cognitivas, afetivas e comportamentais. A pu&eacute;rpera est&aacute; dependente de v&aacute;rios fatores que poder&atilde;o facilitar ou dificultar a transi&ccedil;&atilde;o para a maternidade, uma vez que o puerp&eacute;rio &eacute; um per&iacute;odo bastante prop&iacute;cio &agrave; exist&ecirc;ncia de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais.</p>

	    <p><b>OBJETIVO(S):</b> Neste estudo, os objetivos passaram por procurar conhecer as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e obst&eacute;tricas das pu&eacute;rperas internadas em servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia; Determinar o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais percecionado pelas pu&eacute;rperas internadas em servi&ccedil;os de obstetr&iacute;cia e Verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais e algumas carater&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e obst&eacute;tricas das pu&eacute;rperas internadas em servi&ccedil;os de obstetr&iacute;cia.</p>

	    <p><b>METODOLOGIA:</b> Estudo descritivo &#150; correlacional. Aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio relativo aos dados sociodemogr&aacute;ficos e obst&eacute;tricos, e Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o de Altera&ccedil;&otilde;es Psicoemocionais do Puerp&eacute;rio (EAPP) a uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica de 194 mulheres pu&eacute;rperas internadas.</p>

	    <p><b>RESULTADOS:</b> A m&eacute;dia de idades das participantes foi de 29 anos, maioritariamente eram casadas e possu&iacute;am o ensino secund&aacute;rio. A maioria destas pu&eacute;rperas desejaram e planearam a sua gravidez, tendo realizado um parto eut&oacute;cico. O n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais nestas mulheres revelou&#45;se baixo. Evidenciou&#45;se que fatores como a frequ&ecirc;ncia de aulas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto, o tipo de parto e o n&uacute;mero de partos anteriores influenciam o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> Ao estudarmos as altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais que se podem desenvolver durante o per&iacute;odo puerperal, conclu&iacute;mos que a grande maioria das mulheres pu&eacute;rperas revelou n&iacute;veis de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais baixos, no entanto, pensamos ser fundamental debru&ccedil;armo&#45;nos sobre os fatores que parecem influenciar o mesmo, nomeadamente a frequ&ecirc;ncia de cursos de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto.</p>

	    <p><b>Palavras&#45;Chave:</b> Sa&uacute;de materna; Transtornos de adapta&ccedil;&atilde;o</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>

	    <p><b>BACKGROUND:</b> Thetransition to parenthood requires cognitive, affective and behavioral changes. The postpartum is dependent on several factors that may facilitate or impede the transition to motherhood, since the puerperium is quite conducive to the existence of psycho&#45;emotional changes period.</p>

	    <p><b>AIM:</b> In this study, the objectives started by seeking to know the socio&#45;demographic and obstetric characteristics of women interned in Obstetrics services; determine the level of psycho&#45;emotional changes percecionado by women interned in Obstetrics services and know the relationship between the level of psycho&#45;emotional changes and some socio&#45;demographic and obstetric characteristics of women interned in Obstetrics services.</p>

	    <p><b>METHODS:</b> A descriptive study &#45; correlational. A questionnaire concerning sociodemographic and obstetric data, and &lsquo;Scale Changes the psycho&#45;emotional Puerperium (EAPP)&rsquo; to a non&#45;probabilistic sample of 194 postpartum women hospitalized.</p>

	    <p><b>RESULTS:</b> Themean age of participants was 29 years, were mostly married, had secondary education and wanted and planned her pregnancy and achieved a normal delivery. The level ofpsycho&#45;emotional changes in these women proved to be low. Became evident that factors such as frequency of classes preparing for childbirth, type of delivery and the number of previous births, influence the level of psycho&#45;emotional changes.</p>

	    <p><b>CONCLUSIONS:</b> As we study the psycho&#45;emotional changes that may develop during the postpartum period, we conclude that the vast majority of postpartum women showed lower levels of psycho&#45;emotional changes, however, we think it essential to further studies in this field with a longitudinal character, still leaning on the factors that seem to influence the same, including the frequency of courses in preparation for childbirth.</p>

	    <p><b>Keywords:</b> Maternal health; Adjustment disorders</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>RESUMEN</b></p>

	    <p><b>CONTEXTO:</b> La transici&oacute;n a la paternidad requiere cambios cognitivos, afectivos y conductuales. El posparto depende de varios factores que pueden facilitar o dificultar la transici&oacute;n a la maternidad, ya que el puerperio es bastante propicio para la existencia del psico&#45;emocional per&iacute;odo de cambios.</p>

	    <p><b>OBJETIVO(S):</b> En este estudio, los objetivos iniciadas por tratar de conocer las caracter&iacute;sticas socio demogr&aacute;ficas y obst&eacute;tricas de las mujeres internadas en los servicios de obstetricia; determinar el nivel de los cambios psico&#45;emocionales y conocer la relaci&oacute;n entre el nivel de los cambios psico&#45;emocionales y algunas caracter&iacute;sticas socio&#45;demogr&aacute;ficas y obst&eacute;tricas de las mujeres internadas en los servicios de obstetricia.</p>

	    <p><b>METODOLOG&Iacute;A:</b> Estudiodescriptivo &#45; correlaci&oacute;nale. Aplicado cuestionario sobre datos socio demogr&aacute;ficos y obst&eacute;tricos, y &lsquo;Escala de Altera&ccedil;&otilde;es Psicoemocionais do Puerp&eacute;rio (EAPP)&rsquo; a una muestra de 194 mujeres.</p>

	    <p><b>RESULTADOS:</b> La edad de las participantes fue de 29 a&ntilde;os, se casaron, ten&iacute;a educaci&oacute;n secundaria y ten&iacute;a deseado y el previsto su embarazo y lograron un parto normal. El nivel de cambios psico&#45;emocionales en estas mujeres result&oacute; ser bajo. Factores tales como la frecuencia de las clases de preparaci&oacute;n para el parto, tipo de parto y el n&uacute;mero de partos previos, influ&iacute; en el nivel de los cambios psico&#45;emocionales.</p>

	    <p><b>CONCLUSIONES:</b> Se concluye que la mayor&iacute;a de las mujeres despu&eacute;s del parto mostraron niveles m&aacute;s bajos de los cambios psico&#45;emocionales, sin embargo creemos que es esencial m&aacute;s estudios sobre &nbsp;los factores que parecen influir en la misma, incluyendo la frecuencia de los cursos de preparaci&oacute;n para el parto.</p>

	    <p><b>Descriptores:</b> Salud materna; Trastornos de adaptaci&oacute;n</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade, classificada como transi&ccedil;&atilde;o desenvolvimental, &eacute; um fen&oacute;meno complexo, que envolve diferentes est&aacute;dios de crescimento, f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Este tipo de transi&ccedil;&atilde;o, inclui mudan&ccedil;as na vida das pessoas que podem influenciar a sua sa&uacute;de (Hattar&#45;Pollara, 2010) e que podem ser afetadas por certas condi&ccedil;&otilde;es, como o significado do acontecimento, as expetativas, o n&iacute;vel de conhecimento ou compet&ecirc;ncia, o ambiente, o n&iacute;vel de planeamento e ainda o bem&#45;estar f&iacute;sico e emocional.</p>

	    <p>A transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade &eacute; um dos maiores eventos desenvolvimentais a que a mulher pode vivenciar. Para Conde, Figueiredo, Costa, Pacheco e Pais (2007, p. 15), "a transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade requer mudan&ccedil;as cognitivas, afetivas e comportamentais". A pu&eacute;rpera est&aacute; dependente de v&aacute;rios fatores que poder&atilde;o facilitar ou dificultar a transi&ccedil;&atilde;o para a maternidade, uma vez que o puerp&eacute;rio &eacute; um per&iacute;odo bastante prop&iacute;cio &agrave; exist&ecirc;ncia de crises psicol&oacute;gicas, devido &agrave;s profundas modifica&ccedil;&otilde;es desencadeadas pelo parto.</p>

	    <p>Segundo Figueiredo (2001), existe um conjunto de vari&aacute;veis, consideradas como fatores de risco para o desenvolvimento de perturba&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas no puerp&eacute;rio, onde se incluem a idade, a paridade ou o tipo de parto. De acordo com Figueiredo (2001) as principais perturba&ccedil;&otilde;es psicopatol&oacute;gicas do p&oacute;s&#45;parto s&atilde;o o <i>blues</i> p&oacute;s&#45;parto, a depress&atilde;o p&oacute;s&#45;parto e a psicose puerperal.</p>

	    <p>O objetivo dos cuidados de enfermagem no per&iacute;odo p&oacute;s&#45;parto &eacute; assistir a mulher e companheiro durante a transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade. De acordo com Meleis (2007) o enfermeiro interage com o ser humano, o qual faz parte de um contexto sociocultural, numa condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de/doen&ccedil;a e vive, de alguma maneira, uma transi&ccedil;&atilde;o real ou por antecipa&ccedil;&atilde;o. A intera&ccedil;&atilde;o enfermeiro/doente organiza&#45;se em torno de uma inten&ccedil;&atilde;o que conduz a a&ccedil;&atilde;o para promover, restaurar ou facilitar a sa&uacute;de.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Metodologia</b></p>

	    <p>A estrat&eacute;gia de investiga&ccedil;&atilde;o utilizada para este estudo visou a metodologia de investiga&ccedil;&atilde;o explorat&oacute;ria &#45; descritiva, transversal e correlacional, inserida num paradigma quantitativo, desenvolvido em ambiente natural (Fortin, 2009). Assim, os objetivos do nosso trabalho foram: Conhecer as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e obst&eacute;tricas das pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia do Centro Hospitalar Leiria&#45;Pombal, do Centro Hospitalar do T&acirc;mega e Sousa &#45; Penafiel, do Centro Hospitalar Gaia/Espinho &#150; Gaia e Centro Hospitalar do M&eacute;dio Tejo &#150; Abrantes; Avaliar o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais percecionado pelas pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia do Centro Hospitalar Leiria&#45;Pombal, do Centro Hospitalar do T&acirc;mega e Sousa &#45; Penafiel, do Centro Hospitalar Gaia/Espinho &#150; Gaia e Centro Hospitalar do M&eacute;dio Tejo &#150; Abrantes e Verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais e algumas carater&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e obst&eacute;tricas das pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia do Centro Hospitalar Leiria&#45;Pombal, do Centro Hospitalar do T&acirc;mega e Sousa &#45; Penafiel, do Centro Hospitalar Gaia/Espinho &#150; Gaia e Centro Hospitalar do M&eacute;dio Tejo &#150; Abrantes.</p>

	    <p>Desta forma, foi definida uma &uacute;nica hip&oacute;tese para esta investiga&ccedil;&atilde;o, nomeadamente: Existe rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais e algumas carater&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e obst&eacute;tricas (frequ&ecirc;ncia de aulas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto; numero de partos anteriores e tipo de parto) das pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia do Centro Hospitalar Leiria&#45;Pombal, do Centro Hospitalar do T&acirc;mega e Sousa &#45; Penafiel, do Centro Hospitalar Gaia/Espinho &#150; Gaia e Centro Hospitalar do M&eacute;dio Tejo &#150; Abrantes.</p>

	    <p>A popula&ccedil;&atilde;o alvo desta investiga&ccedil;&atilde;o foi constitu&iacute;da pelas pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia do Centro Hospitalar Leiria&#45;Pombal, do Centro Hospitalar do T&acirc;mega e Sousa &#45; Penafiel, do Centro Hospitalar Gaia/Espinho &#150; Gaia e Centro Hospitalar do M&eacute;dio Tejo &#150; Abrantes. A amostra definida para este estudo resultou de um processo de amostragem acidental. Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o correspondem &agrave;s caracter&iacute;sticas essenciais dos elementos da amostra, nomeadamente: Pu&eacute;rperas internadas nos servi&ccedil;os de Obstetr&iacute;cia; Pu&eacute;rperas sem possuir antecedentes ou patologia psiqui&aacute;trica diagnosticada; Pu&eacute;rperas e rec&eacute;m&#45;nascidos dever&atilde;o estar em alojamento conjunto no internamento; Pu&eacute;rperas e rec&eacute;m&#45;nascidos dever&atilde;o ser saud&aacute;veis; Pu&eacute;rperas entre os 21 e 45 anos de idade; Pu&eacute;rperas que saibam ler e escrever em portugu&ecirc;s e Pu&eacute;rperas que concordem em participar no estudo e assinem o consentimento informado.</p>

	    <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o, o instrumento de colheita de dados utilizado foi o question&aacute;rio. Optou&#45;se por estruturar o question&aacute;rio em cinco partes, sendo que na primeira parte constavam os dados sociodemogr&aacute;ficos, na segunda parte os dados obst&eacute;tricos, na terceira parte dados relativos &agrave; interven&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de no contexto de bloco de partos e internamento e, por &uacute;ltimo, na quarta parte, os dados relativamente ao rec&eacute;m&#45;nascido. Utiliz&aacute;mos ainda, no fim do question&aacute;rio, a escala de avalia&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es psico &#45; emocionais do puerp&eacute;rio de Sousa e Leal (2010).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Constru&iacute;da pelas autoras Sousa e Leal (2010), a escala &eacute; constitu&iacute;da por 16 quest&otilde;es acerca dos sentimentos das pu&eacute;rperas ap&oacute;s o parto. Estas quest&otilde;es s&atilde;o cotadas atrav&eacute;s de uma escala de resposta tipo Likert (de 1 a 6 pontos), com uma escala de intensidade (nunca a sempre), com uma varia&ccedil;&atilde;o total entre 16 e 96 pontos.</p>

	    <p>Todas as participantes neste estudo foram informadas dos seus direitos e dos objetivos da investiga&ccedil;&atilde;o, decidindo livremente a sua participa&ccedil;&atilde;o na investiga&ccedil;&atilde;o e assinando o seu consentimento livre e esclarecido. Os question&aacute;rios foram aplicados no momento da alta hospitalar, obtido parecer favor&aacute;vel das referidas institui&ccedil;&otilde;es e ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o de &eacute;tica das mesmas, garantindo a confidencialidade dos dados e o anonimato das participantes.</p>

	    <p>No que diz respeito ao tratamento estat&iacute;stico utilizou&#45;se a estat&iacute;stica descritiva e a estat&iacute;stica inferencial, sendo que nesta &uacute;ltima, foi testada a hip&oacute;tese formulada. Procedemos ainda &agrave; revalida&ccedil;&atilde;o psicom&eacute;trica da escala, calculando o Alfa de Cronbach e o teste de esfericidade. Para testarmos as hip&oacute;teses formuladas verific&aacute;mos a normalidade das diversas dimens&otilde;es da vari&aacute;vel dependente, pelo que recorremos ao teste de Kolmogorov&#45;Smirnov (Ks), e face aos dados obtidos aplic&aacute;mos testes estat&iacute;sticos n&atilde;o param&eacute;tricos.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Resultados</b></p>

	    <p>Observamos que, numa amostra de 194 pu&eacute;rperas que participaram no nosso estudo, a m&eacute;dia (&#119883;) de idades foi de 29,89 anos (&#963;=5,395), com um valor m&iacute;nimo (Xm&iacute;n) de 22 anos e um valor m&aacute;ximo (Xm&aacute;x) de 42 anos de idade.</p>

	    <p>Relativamente ao estado civil das participantes no nosso estudo, pudemos verificar que 18,2% eram solteiras, 78,2% casadas/ uni&atilde;o de facto, e 1,8% referiam estar separadas ou divorciadas (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	<a name="f1">

	    <p><img src="/img/revistas/rpesm/nspe2/spe2a11f1.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao analisar o n&iacute;vel de escolaridade das mulheres pu&eacute;rperas que participaram no presente estudo, apur&aacute;mos que 2,0% conclu&iacute;ram o 1&ordm;ciclo de escolaridade, 9,0% o 2&ordm; ciclo de escolaridade, 22,0% o 3&ordm;ciclo de escolaridade, 32,0% o ensino secund&aacute;rio, e 30,0% o grau de licenciatura.</p>

	    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao facto da gravidez ter sido planeada, 80,0% das mulheres pu&eacute;rperas referiu que a mesma foi planeada, ao contr&aacute;rio de 18,2%. Das gravidezes planeadas, 80,0% referiu que a mesma foi desejada ao contr&aacute;rio de 4,5%.</p>

	    <p>Pelos dados obtidos, relativamente &agrave; frequ&ecirc;ncia das mulheres pu&eacute;rperas em algum programa de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto, 52,93% frequentaram o programa e 40,45% n&atilde;o frequentaram nenhum programa de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto.</p>

	    <p>Quando questionadas sobre o tipo de parto, 54,5% das mulheres pu&eacute;rperas responderam que o seu tipo de parto foi eut&oacute;cico; 13,6% foi dist&oacute;cico por f&oacute;rceps e ventosa e em 30,9% houve necessidade de um parto dist&oacute;cico por cesariana. No que diz respeito &agrave; pessoa que acompanhou a mulher durante o trabalho de parto, em 72,7% foi o pai do beb&eacute;; 2,7% refere que foi a m&atilde;e, sogra, amiga ou irm&atilde; e 8,2% responderam a op&ccedil;&atilde;o "outro".&nbsp;</p>

	    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o que as mulheres pu&eacute;rperas atribu&iacute;ram &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de enfermagem durante o trabalho de parto e parto, 57,3% consideraram os cuidados de enfermagem como muito suficientes. Contudo, 3,6% referem os cuidados como pouco suficientes e 1,8% classificam os cuidados de enfermagem como insuficientes (<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	<a name="f2">

	    <p><img src="/img/revistas/rpesm/nspe2/spe2a11f2.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos aspetos mais significativos durante a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados pelos enfermeiros no trabalho de parto e parto &agrave;s mulheres pu&eacute;rperas, estas referem o profissionalismo e desempenho t&eacute;cnico na realiza&ccedil;&atilde;o do parto, o apoio na primeira mamada, a simpatia, carinho e prontid&atilde;o dos cuidados.</p>

	    <p>No que concerne &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de enfermagem durante o internamento &agrave; mulher pu&eacute;rpera, 38,2% das mesmas classificam os cuidados como suficientes e 58,2% consideram os cuidados muito suficientes.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Relativamente aos aspetos a que os enfermeiros devem dar mais import&acirc;ncia, as pu&eacute;rperas enfatizam o apoio e compreens&atilde;o face &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o a uma nova realidade/situa&ccedil;&atilde;o de vida (19,1%), e o apoio relativo &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o (7,3%).</p>

	    <p>Pela an&aacute;lise dos dados obtidos, observamos que a m&eacute;dia do peso dos rec&eacute;m&#45;nascidos &agrave; nascen&ccedil;a filhos das mulheres pu&eacute;rperas que participaram no nosso estudo &eacute; de 3238,29 gramas (<img width="9" height="20" src="spe2a11_files/image003.png">=438,89 gramas).</p>

	    <p>No que concerne &agrave; EAPP esta apresenta um Alfa de Cronbach de 0,884, sendo a correla&ccedil;&atilde;o dos 16 itens com o total da escala superior a 0,200, e um teste de esfericidade de 0,000 (amplamente significativo &#150; KMO=0,823).</p>

	    <p>Atrav&eacute;s dos dados obtidos pela an&aacute;lise da EAPP constata&#45;se que a m&eacute;dia das pontua&ccedil;&otilde;es totais da escala &eacute; de 30,7 (<img width="9" height="20" src="spe2a11_files/image003.png">=10,8), com um valor m&iacute;nimo (Xmin<sub>.</sub>) de 16 e um valor m&aacute;ximo (Xm&aacute;x<sub>.</sub>) de 61. Deste modo, atendendo ao valor m&iacute;nimo (Xmin) da EAPP de 16, ao valor m&aacute;ximo (Xm&aacute;x) de 96, e ao valor m&eacute;dio (Xmed) da escala de 56, conclui&#45;se que o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais das mulheres pu&eacute;rperas da nossa amostra &eacute; baixo.</p>

	    <p>Face &agrave;s hip&oacute;teses formuladas evidenciou&#45;se que n&uacute;mero de partos anteriores (p&#8804;0,05; rs= &#45;0,187) influencia o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais, sendo a correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa e negativa.</p>

	    <p>No que concerne ao tipo de parto, analisa&#45;se que o tipo de parto influencia o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais (p&#8804;0,05; c<sup>2</sup>=9,513), em que as mulheres que sofreram um parto dist&oacute;cico por ventosa ou f&oacute;rceps (m&eacute;dia de ordens=116,76) ou por cesariana (m&eacute;dia de ordens=101,67) apresentam um maior n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	<a name="t1">

	    <p><img src="/img/revistas/rpesm/nspe2/spe2a11t1.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>Verificou&#45;se ainda, uma rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais em fun&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto (p&#8804;0,05; U=3215,000), em que as mulheres que frequentaram programas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto apresentam um maior n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	<a name="t2">

	    <p><img src="/img/revistas/rpesm/nspe2/spe2a11t2.jpg"></p>

	    
<p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>

	    <p>Pelos dados obtidos na nossa investiga&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos dados sociodemogr&aacute;ficos, verificamos que os mesmos v&atilde;o ao encontro dos estudos de Almeida (2011), Klier <i>et al.</i> (2008), Monteiro (2005), Silva (2011), e Ver&iacute;ssimo (2010), em que a m&eacute;dia de idades das pu&eacute;rperas ronda os trinta anos, maioritariamente s&atilde;o casadas e possuem o ensino secund&aacute;rio completo.</p>

	    <p>Tendo as mulheres que participaram no estudo desejado e planeado a sua gravidez, um n&uacute;mero significativo destas, frequentou programas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto durante a gravidez. Maioritariamente, as mulheres participantes no estudo foram acompanhadas pelo pai do beb&eacute; durante o trabalho de parto e no momento do parto, tendo classificado os cuidados de enfermagem neste per&iacute;odo como muito suficientes. Durante o per&iacute;odo de internamento a maioria das pu&eacute;rperas classificou os cuidados prestados pelos enfermeiros como muito suficientes, salientando que os enfermeiros devem enfatizar o apoio e compreens&atilde;o face &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o a uma nova realidade/situa&ccedil;&atilde;o de vida que estas est&atilde;o a experienciar, e o apoio relativo &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o. Face a estes resultados, n&atilde;o nos foi poss&iacute;vel confrontar os mesmos com os resultados de outros estudos.</p>

	    <p>Face ao n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais das pu&eacute;rperas que participaram no estudo conclui&#45;se que o mesmo &eacute; baixo, o que vai ao encontro dos resultados obtidos por Sousa e Leal (2010), em que 92% das pu&eacute;rperas n&atilde;o revelaram n&iacute;veis de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais significativos e 8% revelaram n&iacute;veis de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais moderados.</p>

	    <p>A nossa investiga&ccedil;&atilde;o evidencia que n&uacute;mero de partos anteriores influencia o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais, tal como o tipo de parto, em que as mulheres que sofreram um parto dist&oacute;cico por ventosa ou f&oacute;rceps ou por cesariana apresentam um maior n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais. Os dados por n&oacute;s encontrados corroboram com os estudos de Conde, Figueiredo, Costa, Pacheco e Pais (2007), Silva (2011), e Ver&iacute;ssimo (2010).</p>

	    <p>Analisou&#45;se uma rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais em fun&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto, em que as mulheres que frequentaram programas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto apresentam um maior n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais. Estes dados n&atilde;o v&atilde;o ao encontro dos estudos de Almeida (2011) e Silva (2011) em que os programas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto parecem ser protetores do n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais sentidos pelas pu&eacute;rperas.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Conclus&atilde;o</b></p>

	    <p>Conclui&#45;se que a maioria das mulheres pu&eacute;rperas revelou n&iacute;veis de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais baixos, facto que pode ter sido influenciado pelo momento de aplica&ccedil;&atilde;o da referida escala. O facto das mulheres pu&eacute;rperas se encontrarem ainda em meio hospitalar, onde tinham todo o apoio dos profissionais de sa&uacute;de, nomeadamente dos enfermeiros, poder&aacute; ter sido um dos motivos para que n&atilde;o tenhamos encontrado n&iacute;veis de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais t&atilde;o significativos.</p>

	    <p>Um dos achados mais relevantes desta investiga&ccedil;&atilde;o prende&#45;se com alguns fatores que parecem influenciar o n&iacute;vel de altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais, nomeadamente, a frequ&ecirc;ncia de aulas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto, o tipo de parto e o n&uacute;mero de partos anteriores, sendo que os mesmos devam ser explorados em investiga&ccedil;&otilde;es futuras.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>Implica&ccedil;&otilde;es para a Pr&aacute;tica Cl&iacute;nica</b></p>

	    <p>Pelos resultados do estudo, consideramos pertinente identificar os focos espec&iacute;ficos de aten&ccedil;&atilde;o de enfermagem a ter em conta durante o processo de transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade. Por outro, pensamos que os programas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto e parentalidade desenvolvidos pelos enfermeiros obstetras devam ser objeto de an&aacute;lise, reflex&atilde;o e reestrutura&ccedil;&atilde;o, com vista a empoderarem a mulher para o trabalho de parto e parto, mas tamb&eacute;m para promoverem uma transi&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e adaptativa para o papel maternal, com o contributo dos enfermeiros especialistas em sa&uacute;de mental, no sentido de prevenirem altera&ccedil;&otilde;es psicoemocionais nas gravidas e pu&eacute;rperas.</p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    <!-- ref --><p>Almeida, E. A. G. (2011).&nbsp;<i>Visita domicili&aacute;ria no p&oacute;s&#45;parto.</i>&nbsp;Viseu: Instituto Polit&eacute;cnico de Viseu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1647-2160201500010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Conde, A., &amp; Figueiredo, B. (2007). Preocupa&ccedil;&otilde;es de m&atilde;es e pais, na gravidez, parto e p&oacute;s&#45;parto. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 3</i>(XXV), 381&#45;398.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1647-2160201500010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Conde, A., Figueiredo, B., Costa, R., Pacheco, A., &amp; Pais, A. (2007). Perce&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia de parto: Continuidade e mudan&ccedil;a ao longo do p&oacute;s&#45;parto. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 8</i>(1), 49&#45;66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1647-2160201500010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Figueiredo, B. (2001). Perturba&ccedil;&otilde;es psicopatol&oacute;gicas do puerp&eacute;rio. In M. C. Canavarro (Ed.), <i>Psicologia da gravidez e da maternidade</i> (pp. 161&#45;180). Coimbra: Quarteto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1647-2160201500010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Fortin, M. F. (2009). <i>O processo de investiga&ccedil;&atilde;o da concep&ccedil;&atilde;o &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o</i> (5&ordf; ed.). Loures: Lusoci&ecirc;ncia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1647-2160201500010001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Hattar&#45;Pollara, M. (2010). Developmental transitions. In A. I. Meleis, <i>Transitions theory: Middle&#45;range and situation&#45;specific theories in nursing research and practice</i> (pp. 87&#45;94). Nova Iorque: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1647-2160201500010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Klier, C. M., Rosenblum, K. L., Zeller, M., Steinhardt, K., Bergemann, N., &amp; Muzik, M. (2008). A multirisk approach to predicting chronicity of postpartum depression symptoms. <i>Depression and Anxiety, 25</i>, 718&#45;724.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1647-2160201500010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Meleis, A. I. (2007). <i>Theoretical Nursing: Development and progress</i> (4&ordf; ed.). Philadelphia: Lippincott William &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1647-2160201500010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Monteiro, R. (2005). <i>O que dizem as m&atilde;es</i>. Coimbra: Livraria Quarteto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1647-2160201500010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Silva, A. C. S. (2011). <i>Viv&ecirc;ncias da maternidade: Expectativas e satisfa&ccedil;&atilde;o das m&atilde;es no parto</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1647-2160201500010001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Sousa, E. V., &amp; Leal, I. (2010). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o em sexualidade e parentalidade</i>. Porto: LivPsic.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1647-2160201500010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Veriss&iacute;mo, S. M. A. C. (2010).&nbsp;<i>Rela&ccedil;&otilde;es entre ansiedade&#45;estado e ansiedade&#45;tra&ccedil;o, sintomas depressivos e sensibilidade ao stress em pu&eacute;rperas</i>. Universidade Lus&oacute;fona e Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1647-2160201500010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Recebido a 30 de setembro de 2014</p>

	    <p>Aceite para publica&ccedil;&atilde;o a 5 de dezembro de 2014</p>

     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Visita domiciliária no pós-parto]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Viseu ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Politécnico de Viseu]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Conde]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Preocupações de mães e pais, na gravidez, parto e pós-parto]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2007</year>
<volume>3</volume>
<numero>XXV</numero>
<issue>XXV</issue>
<page-range>381-398</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Conde]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pacheco]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pais]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perceção da experiência de parto: Continuidade e mudança ao longo do pós-parto]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia, Saúde & Doenças]]></source>
<year>2007</year>
<volume>8</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>49-66</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perturbações psicopatológicas do puerpério]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Canavarro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Psicologia da gravidez e da maternidade]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>161-180</page-range><publisher-loc><![CDATA[Coimbra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Quarteto Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fortin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O processo de investigação da concepção à realização]]></source>
<year>2009</year>
<edition>5</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Loures ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lusociência]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hattar-Pollara]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Developmental transitions]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Meleis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Transitions theory: Middle-range and situation-specific theories in nursing research and practice]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>87-94</page-range><publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Springer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klier]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosenblum]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zeller]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Steinhardt]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bergemann]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Muzik]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A multirisk approach to predicting chronicity of postpartum depression symptoms]]></article-title>
<source><![CDATA[Depression and Anxiety]]></source>
<year>2008</year>
<volume>25</volume>
<page-range>718-724</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meleis]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Theoretical Nursing: Development and progress]]></source>
<year>2007</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Philadelphia ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lippincott William & Wilkins]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O que dizem as mães]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Coimbra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Livraria Quarteto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vivências da maternidade: Expectativas e satisfação das mães no parto]]></source>
<year>2011</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Avaliação em sexualidade e parentalidade]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[LivPsic]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Verissímo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M. A. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Relações entre ansiedade-estado e ansiedade-traço, sintomas depressivos e sensibilidade ao stress em puérperas]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Lusófona e Humanidades e Tecnologias]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
