<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1647-2160</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></abbrev-journal-title>
<issn>1647-2160</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1647-21602015000300001</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19131/rpesm.0099</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A família e as pessoas com experiência de doença mental]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[José Carlos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Escola Superior de Enfermagem do Porto  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<numero>14</numero>
<fpage>6</fpage>
<lpage>8</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1647-21602015000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1647-21602015000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1647-21602015000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ 
	    <p align="right"><b>EDITORIAL CONVIDADO</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>A fam&iacute;lia e as pessoas com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental</b></p>

	    <p><b>&nbsp;</b></p>

	    <p><b>Jos&eacute; Carlos Carvalho*</b></p>

	    <p>*Doutor em Ci&ecirc;ncias de Enfermagem; Professor Adjunto na Escola Superior de Enfermagem do Porto, Rua Dr. Ant&oacute;nio Bernardino de Almeida, 4200&#45;072 Porto, Portugal. E&#45;mail: <a href="mailto:zecarlos@esenf.pt">zecarlos@esenf.pt</a></p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>&Eacute; incontorn&aacute;vel falar&#45;se da fam&iacute;lia. Porque se convencionou, pela import&acirc;ncia que ela tem, pela import&acirc;ncia que ela teve, pela import&acirc;ncia que lhe &eacute; devida.</p>

	    <p>No Plano Nacional de Sa&uacute;de Mental 2007&#45;2016 (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2008), numa an&aacute;lise &agrave; situa&ccedil;&atilde;o em Portugal, n&atilde;o pode deixar de fazer uma refer&ecirc;ncia especial &agrave; reduzida participa&ccedil;&atilde;o de utentes e familiares na defini&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de sa&uacute;de mental. Neste sentido, sendo a fam&iacute;lia a entidade que devia preencher as necessidades emocionais e psicol&oacute;gicas de todos os seus membros, muitos profissionais de sa&uacute;de e investigadores t&ecirc;m dedicado o seu estudo &agrave;s quest&otilde;es da fam&iacute;lia: da sobrecarga da doen&ccedil;a na fam&iacute;lia, nos cuidadores... a todo o seu impacto e o que ela representa para a sociedade.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Definir fam&iacute;lia, &eacute; mais complexo que falar ou pensar nela. Gameiro (1992) definia como uma rede complexa de rela&ccedil;&otilde;es e emo&ccedil;&otilde;es (...) e a simples descri&ccedil;&atilde;o de uma fam&iacute;lia n&atilde;o serve para transmitir a riqueza e a complexidade relacional desta estrutura, enquanto Figueiredo (2012), caracterizava&#45;a pelas inter&#45;rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas entre os seus membros (...) numa rede m&uacute;ltipla de rela&ccedil;&otilde;es de intercontextualidade.</p>

	    <p>Em todas as defini&ccedil;&otilde;es s&atilde;o encontrados elementos comuns:&nbsp;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma institui&ccedil;&atilde;o com valores e caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias;&nbsp;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um grupo de pessoas ligadas por la&ccedil;os de parentesco;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sistema de rela&ccedil;&otilde;es interdependentes, com fun&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o, prote&ccedil;&atilde;o e sobreviv&ecirc;ncia (Carvalho, 2012).</p>

	    <p>A fam&iacute;lia, &eacute; a principal unidade b&aacute;sica de desenvolvimento pessoal e onde se vivenciam um conjunto de experi&ecirc;ncias fundamentais para a forma&ccedil;&atilde;o da personalidade, mas as transforma&ccedil;&otilde;es na sociedade, tamb&eacute;m implicaram mudan&ccedil;as na organiza&ccedil;&atilde;o e estrutura familiar, com novas formas de agregados e de fam&iacute;lias, com um aumento da diversidade e das intera&ccedil;&otilde;es conjugais.</p>

	    <p>Esta vis&atilde;o da fam&iacute;lia e esta preocupa&ccedil;&atilde;o adv&eacute;m tamb&eacute;m da investiga&ccedil;&atilde;o realizada com uma das entidades patol&oacute;gicas mais emblem&aacute;ticas na Psiquiatria (esquizofrenia) e do conhecimento das fam&iacute;lias, das suas preocupa&ccedil;&otilde;es e das suas necessidades, pelo que entendemos fam&iacute;lia como as pessoas que coabitam e que mant&eacute;m um relacionamento frequente com a pessoa com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental.</p>

	    <p>S&atilde;o tratadas as pessoas que sofrem da doen&ccedil;a, os familiares, os cuidadores, os progenitores... mas quase sempre numa vis&atilde;o muito parcelar e muito redutora, n&atilde;o de uma forma integrativa, numa vis&atilde;o da fam&iacute;lia como um todo. A import&acirc;ncia da fam&iacute;lia &eacute; inquestion&aacute;vel na ajuda ao seu processo de tratamento, cura ou de reabilita&ccedil;&atilde;o, pelo que deve ser um elo de liga&ccedil;&atilde;o, um verdadeiro parceiro de cuidados e que a Enfermagem e em particular na &aacute;rea da Sa&uacute;de Mental, deve aproveitar e potenciar.</p>

	    <p>Ao falar&#45;se da pessoa com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental, &eacute; inevit&aacute;vel falar da fam&iacute;lia. Como referia Jos&eacute; Ortega y Gasset, "O homem &eacute; o homem e a sua circunst&acirc;ncia". Este desafio ser&aacute; um dos maiores para a Enfermagem de Sa&uacute;de Mental: atender as pessoas com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental e as suas fam&iacute;lias, mas como um todo.</p>

	    <p>Mas, a fam&iacute;lia &eacute; sempre um recurso? Ao longo dos tempos, a fam&iacute;lia era considerada como a culpada de muitos dos males que as doentes padeciam. Culpabilizar a m&atilde;e por toda a(s) dificuldade(s) do desenvolvimento psicol&oacute;gico foram um cl&aacute;ssico ao longo dos anos. Mas ainda hoje, algumas teorias s&atilde;o invocadas para justificar essas op&ccedil;&otilde;es. A hip&oacute;tese da m&atilde;e esquizofrenizante, a teoria do duplo v&iacute;nculo (<i>DoubleBind</i>), a ideia de "cisma conjugal" entre outras (Yacubian &amp; Neto, 2001).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>V&aacute;rios investigadores (anos 60&#45;70) debru&ccedil;aram&#45;se sobre a forma como a "atmosfera familiar" pode influenciar o curso da doen&ccedil;a, nomeadamente na esquizofrenia. Muitas outras teorias responsabilizavam a fam&iacute;lia, sem, no entanto, haver grande consist&ecirc;ncia emp&iacute;rica (Yacubian &amp; Neto, 2001).&nbsp;</p>

	    <p>Esta preocupa&ccedil;&atilde;o crescente com a fam&iacute;lia contribuiu tamb&eacute;m para uma mudan&ccedil;a positiva de atitude, com a diminui&ccedil;&atilde;o do estigma a que estiveram sujeitos durante muitos anos e o consequentemente distanciamento dos profissionais de sa&uacute;de mental, que no passado, foram influenciados pelas "teorias culpabilizantes" das fam&iacute;lias.Com o envolvimento da fam&iacute;lia assistiu&#45;se a um progressivo aumento do n&uacute;mero de pessoas com perturba&ccedil;&otilde;es psic&oacute;ticas de evolu&ccedil;&atilde;o cr&oacute;nica que se mant&eacute;m integrados na fam&iacute;lia, a utilizar os servi&ccedil;os apenas nas situa&ccedil;&otilde;es de descompensa&ccedil;&atilde;o aguda (Carvalho, 2012).</p>

	    <p>Mas esta aproxima&ccedil;&atilde;o e envolvimento fez aparecer um amplo espetro de dimens&otilde;es da vida familiar, que as fam&iacute;lias se viram confrontadas, com problemas que n&atilde;o tinham, com dificuldades que encontraram no seu desempenho, tamb&eacute;m como cuidadoras. Por outro lado, na perspetiva dos doentes e das pessoas com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental, um maior contacto dos seus familiares com os servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental e a uma maior participa&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia no seu tratamento foi favor&aacute;vel</p>

	    <p>A fam&iacute;lia constitui uma dimens&atilde;o importante da satisfa&ccedil;&atilde;o dos doentes com os servi&ccedil;os de Sa&uacute;de Mental. Considerando&#45;se que a satisfa&ccedil;&atilde;o dos doentes pode contribuir para uma melhor ades&atilde;o ao regime terap&ecirc;utico e favorecer um impacto positivo dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de mental, o envolvimento dos familiares torna&#45;se ainda mais pertinente.</p>

	    <p>As principais refer&ecirc;ncias nesta &aacute;rea refor&ccedil;am a sua import&acirc;ncia. Hanson (2005) considera&#45;o um foco relevante para a pr&aacute;tica da Enfermagem, uma vez que engloba &aacute;reas como: pap&eacute;is, comunica&ccedil;&atilde;o, poder, tomada de decis&atilde;o e as estrat&eacute;gias de coping, e Wright e Leahey (2009) refor&ccedil;am a ideia de que &eacute; indicada uma interven&ccedil;&atilde;o, a n&iacute;vel da fam&iacute;lia, sempre que um membro da fam&iacute;lia apresenta um problema e que possa ter impacto nos outros membros. Para tal, avaliar a din&acirc;mica familiar, as rela&ccedil;&otilde;es familiares, a fam&iacute;lia como um todo e n&atilde;o apenas a soma das partes, dever&aacute; ser uma das dimens&otilde;es a apostar pelos profissionais de sa&uacute;de e em particular pelos enfermeiros de Sa&uacute;de Mental, uma vez que &eacute; claramente assumida a import&acirc;ncia da fam&iacute;lia no tratamento e na reabilita&ccedil;&atilde;o do doente.</p>

	    <p>Para estes desafios, porque tamb&eacute;m o s&atilde;o, ser&aacute; necess&aacute;ria uma atividade diagn&oacute;stica para compreender e avaliar a din&acirc;mica/rela&ccedil;&otilde;es familiares, com diversos recursos, desde o genograma e o ecomapa, o uso dos modelos de Hanson, de Friedman, de Calgary e Din&acirc;mico de Avalia&ccedil;&atilde;o e Interven&ccedil;&atilde;o Familiar (MDAIF) e onde o processo de cuidados possa centrado na fam&iacute;lia, assumindo os referenciais dos Modelos em uso.</p>

	    <p>O recurso a instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o como o FACES IV (Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scales), poder&aacute; permitir uma interven&ccedil;&atilde;o mais direcionada e consequentemente mais eficaz. As fam&iacute;lias com caracter&iacute;sticas mais r&iacute;gidas apresentam maior dificuldade em superar as dificuldades porque n&atilde;o permitem a ajuda externa. Este instrumento, baseado no modelo circumplexo de Olson ou modelo do sistema conjugal e familiar, permite fazer o estudo das fam&iacute;lias quanto &agrave; coes&atilde;o e da flexibilidade/adaptabilidade e categoriz&aacute;&#45;las, originando dezasseis tipos familiares, que s&atilde;o agrupados em quatro grandes tipos: equilibrado, moderadamente equilibrado, meio&#45;termo e extremo, ficando com a no&ccedil;&atilde;o do tipo de fam&iacute;lia, mais: coesa, flex&iacute;vel, r&iacute;gida, ca&oacute;tica... (Carvalho et al., 2014)</p>

	    <p>Relativamente aos diagn&oacute;sticos de Enfermagem, o foco de elei&ccedil;&atilde;o na fam&iacute;lia &eacute; o processo familiar, as intera&ccedil;&otilde;es positivas ou negativas e os padr&otilde;es de relacionamento entre os membros da fam&iacute;lia (Carvalho, 2012).</p>

	    <p>Na Classifica&ccedil;&atilde;o das Interven&ccedil;&otilde;es de Enfermagem (NIC), na manuten&ccedil;&atilde;o do processo familiar (p. 392), s&atilde;o defendidas atividades tais como:</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Determinar os processos familiares t&iacute;picos;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Determinar a rutura nos processos familiares t&iacute;picos;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Identificar os efeitos de mudan&ccedil;a nos pap&eacute;is sobre o processo familiar." (...)</p>

	    <p>Assim como na Classifica&ccedil;&atilde;o dos Resultados de Enfermagem (NOC), no funcionamento familiar (p. 393) s&atilde;o referidas as capacidades da fam&iacute;lia para atender as necessidades dos seus membros atrav&eacute;s das transi&ccedil;&otilde;es desenvolvimentais, avaliando a demonstra&ccedil;&atilde;o dos seguintes indicadores:</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Socializa com os novos membros da fam&iacute;lia;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regula o comportamento dos membros;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Membros familiares desempenham os pap&eacute;is esperados;</p>

	    <p>&middot;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Adapta&#45;se &agrave;s crises inesperadas." (...)</p>

	    <p>Estes s&atilde;o alguns dos exemplos que a Enfermagem pode fazer, para ajudar estas fam&iacute;lias a ultrapassar as dificuldades nos processos familiares.</p>

	    <p>Se a fam&iacute;lia &eacute; realmente importante, devemos reconhec&ecirc;&#45;la sempre e n&atilde;o apenas em determinados momentos e dar resposta ao que &eacute; defendido tamb&eacute;m no Plano Nacional de Sa&uacute;de Mental 2007&#45;2016, aumentar a participa&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias nos processos de tratamento, reabilita&ccedil;&atilde;o e cura das pessoas com experi&ecirc;ncia de doen&ccedil;a mental.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>

	    <!-- ref --><p>Bulechek, G., Butcher, H., &amp; Dochterman, J. (2010). <i>Classifica&ccedil;&atilde;o das Interven&ccedil;&otilde;es de Enfermagem (NIC)</i> (4&ordf; ed.). Rio Janeiro: Mosby Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195257&pid=S1647-2160201500030000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Carvalho, J. C. (2012). Diagn&oacute;sticos e interven&ccedil;&otilde;es de enfermagem centradas no processo familiar, da pessoa com esquizofrenia. <i>Revista Portuguesa de Enfermagem de Sa&uacute;de Mental</i> (8), 52&#45;57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195259&pid=S1647-2160201500030000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <p>Carvalho, J. C., Freitas, P., Leuschner, A., &amp; Olson, D. (2014) Healthy functioning in families with a schizophrenic parent. <i>Journal of Family Psychotherapy, 25</i>(1), 1&#45;11. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/08975353.2014.881685"target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/08975353.2014.881685</a></p>

	    <!-- ref --><p>Figueiredo, M. H. (2012). <i>Modelo din&acirc;mico de avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o familiar &#45; Uma Abordagem Colaborativa em Enfermagem de Fam&iacute;lia</i>. Loures: Lusoci&ecirc;ncia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195262&pid=S1647-2160201500030000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Hanson, S. (2005). <i>Enfermagem de cuidados de sa&uacute;de &agrave; fam&iacute;lia: Teoria, pr&aacute;tica e investiga&ccedil;&atilde;o</i>. Loures: Lusodidacta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195264&pid=S1647-2160201500030000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moorhead, S., Johnson, M., Maas, M., &amp; Swanson, E. (2010). <i>Classifica&ccedil;&atilde;o dos Resultados de Enfermagem (NOC)</i> (4&ordf; ed.). Rio Janeiro: Mosby Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195266&pid=S1647-2160201500030000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Alto Comissariado da Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional para a Sa&uacute;de Mental (2008). <i>Plano Nacional de Sa&uacute;de Mental 2007&#45;2016 &#45; Resumo Executivo</i>. Lisboa: Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional para a Sa&uacute;de Mental.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195268&pid=S1647-2160201500030000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Wright, L., &amp; Leahey, M. (2010). <i>Enfermeiras e fam&iacute;lias: Um guia para avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o na fam&iacute;lia</i> (5&ordf; ed.). Lisboa: Editora Roca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195270&pid=S1647-2160201500030000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Yacubian, J. &amp; Neto, F. (2001). Psicoeduca&ccedil;&atilde;o familiar. <i>Fam&iacute;lia, Sa&uacute;de &amp; Desenvolvimento</i>, 3(2), 98&#45;108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1195272&pid=S1647-2160201500030000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bulechek]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Butcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dochterman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC)]]></source>
<year>2010</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Rio Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Mosby Elsevier]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Diagnósticos e intervenções de enfermagem centradas no processo familiar, da pessoa com esquizofrenia]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental]]></source>
<year>2012</year>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>52-57</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leuschner]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Healthy functioning in families with a schizophrenic parent]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Psychotherapy]]></source>
<year>2014</year>
<volume>25</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Modelo dinâmico de avaliação e intervenção familiar: Uma Abordagem Colaborativa em Enfermagem de Família]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[Loures ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lusociência]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hanson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Enfermagem de cuidados de saúde à família: Teoria, prática e investigação]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Loures ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lusodidacta]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moorhead]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Johnson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maas]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Swanson]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Classificação dos Resultados de Enfermagem (NOC)]]></source>
<year>2010</year>
<edition>4</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Rio Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Mosby Elsevier]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde. Alto Comissariado da Saúde.^dCoordenação Nacional para a Saúde Mental</collab>
<source><![CDATA[Plano Nacional de Saúde Mental 2007-2016: Resumo Executivo]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Coordenação Nacional para a Saúde Mental]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leahey]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Enfermeiras e famílias: Um guia para avaliação e intervenção na família]]></source>
<year>2010</year>
<edition>5</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora Roca]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yacubian]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Psicoeducação familiar]]></article-title>
<source><![CDATA[Família, Saúde & Desenvolvimento]]></source>
<year>2001</year>
<volume>3</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>98-108</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
